Governador antecipa pagamento do 13° salário no dia 4 de dezembro

O governador Carlos Massa Ratinho Junior determinou nesta quarta dia 11, a antecipação do pagamento do décimo terceiro salário dos funcionários estaduais para o próximo dia 04 de dezembro. O valor será depositado integralmente na conta de aproximadamente 265 mil servidores ativos, pensionistas e aposentados. A folha adicional chega a R$ 1,701 bilhão, sendo R$ 925 milhões para ativos e R$ 776 milhões de inativos.

 

O pagamento antecipado espelha a política adotada já no ano passado e leva em consideração o esforço dos servidores públicos durante a pandemia provocada pela Covid-19. “Antecipamos o pagamento em respeito ao compromisso que temos com o funcionalismo público, sobretudo neste ano de dificuldades, em que os servidores foram desafiados a ajudar a população em todas as áreas, inclusive com novas tecnologias e formas de atendimento”, disse o governador Ratinho Junior.

 

Ele reforça que a medida só é possível graças à austeridade da gestão financeira do Estado, das reformas administrativas que continuam em andamento e do controle sobre o custeio da máquina mesmo em um ano de queda na arrecadação. Ratinho Junior destaca que o governo manteve prioridade para investimentos relevantes e programas de apoio aos mais vulneráveis, como o Cartão Comida Boa, a manutenção da distribuição das merendas nas escolas e a conclusão de três hospitais regionais para atendimento contra a Covid-19.

 

EQUILÍBRIO – O pagamento antecipado injetará montante significativo na economia do Paraná e vai auxiliar a indústria, o comércio e o turismo. “Esta é mais uma demonstração de que mantemos o equilíbrio nas contas públicas mesmo durante uma das maiores crises econômicas da história”, disse Ratinho Junior.

 

Segundo ele, o Paraná enfrenta inúmeras dificuldades, mas está vencendo as batalhas com a cooperação dos servidores públicos e um esforço contínuo para controle das finanças estaduais. “Esse trabalho diário permite ao Paraná pagar salários em dia e fazer novamente essa antecipação, que não é a realidade de outras unidades da federação. Renovamos esse compromisso todos os meses com o funcionalismo público”, arrematou.

 

Ratinho Junior lembrou que o Estado conseguiu negociar dois grandes empréstimos em 2020 (R$ 1,6 bilhão para obras em infraestrutura e R$ 1 bilhão para quitação de precatórios) porque tem selo de bom pagador na esfera federal. Ele disse que o governo manterá o controle rígido das contas públicas para garantir novos investimentos e a manutenção das políticas públicas.

 

ECONOMIA – Segundo a Secretaria de Estado da Fazenda, a queda de arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) até outubro deste ano foi de R$ 1,35 bilhão em relação ao montante arrecadado no mesmo período de 2019. O último mês, no entanto, já mostrou recuperação, com desempenho 9,1% superior ao montante arrecadado em outubro de 2019, número similar ao primeiro mês do ano, em um cenário de normalidade.

 

Essa boa notícia se soma aos resultados recentes da área econômica, com crescimento da produção industrial na casa de 7,7% e geração de 19 mil novos empregos em setembro, inclusive com saldo positivo de carteiras assinadas no ano, além da retomada dos investimentos privados e do acesso ao crédito com apoio do Governo do Estado. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

Estado faz consulta sobre migração de 16 colégios para modelo cívico-militar

A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEED) lançou nesta terça dia 10, o edital autorizando a realização de uma consulta pública em 16 colégios cuja comunidade escolar reivindica a migração para o modelo cívico-militar. A consulta começa nesta quarta dia 11, pela manhã e se encerra no dia 12, à noite.

 

“Foram escolas que pediram para mudar o modelo tradicional e adotar o cívico-militar. Todas as comunidades escolares envolvidas nesta etapa - pais, alunos, professores, diretores e demais profissionais da Educação -, já foram avisadas antecipadamente pelos núcleos e pela secretaria do início da consulta”, explica Adriana Kampa, diretora de Gestão e Planejamento da secretaria, responsável pela organização da consulta pública.

 

Em função da comunicação prévia, o prazo de votação dessa consulta será diferente da anterior. Nesta quarta, a participação começa às 11 horas e segue até 21 horas. No dia seguinte, o horário será das 8 horas às 21 horas. Ao todo quase 10 mil pessoas poderão votar.

 

Vão participar dessa etapa unidades da rede estadual dos municípios de Cambará, Campo Largo, Campo Mourão, Colombo, Curitiba, Cruzeiro do Oeste, Douradina, Foz do Iguaçu, Itaperuçu, Jardim Alegre, Londrina, Maringá e Sarandi (veja lista abaixo).

 

QUEM PARTICIPA - Fazem parte da comunidade escolar professores, funcionários e pais de alunos matriculados na instituição. Caso o estudante seja maior de idade (18 anos), também participa da consulta. É preciso levar um documento pessoal para votar e pais ou responsáveis votam de acordo com o número de matriculados sob sua tutela na escola, ou seja, uma mãe com três filhos pode votar até três vezes. É recomendável que cada pessoa leve sua própria caneta para registrar sua assinatura.

 

Para ter validade, mais de 50% das pessoas aptas devem participar da consulta. Se uma comunidade escolar for formada por 500 pessoas, é necessário um quórum de pelos menos 251 pessoas. Para migrar ao modelo cívico-militar, basta a aceitação de maioria simples dos votantes da escola, ou seja, 50% e mais um voto do total.

 

Lista de unidades e municípios:

 

Colombo – Colégio Estadual Rui Barbosa

 

Itaperuçu - Escola Estadual Luiz Maltaca

 

Campo Largo – Colégio Estadual Augusto Vanin

 

Campo Mourão – Colégio Estadual Osvaldo cruz e Colégio Estadual Marechal Rondon

 

Curitiba – Colégio Estadual Cândido Rondon e Colégio Estadual João Turin

 

Foz do Iguaçu – Colégio Estadual Presidente Castelo Branco e Colégio Estadual Sol de Maio

 

Jardim Alegre – Colégio Estadual Anita Garibaldi

 

Cambará – Colégio Estadual doutor Generoso Marques

 

Londrina – Colégio Estadual Professora Vani Cruz Viessi

 

Maringá – Colégio Estadual Duque de Caxias

 

Sarandi – Colégio Estadual Vereador Luiz Zanchim

 

Cruzeiro do Oeste – Colégio Estadual Cruzeiro do Oeste

 

Douradina – Colégio Estadual Douradina (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

Mesmo com pandemia, indústria alimentícia paranaense cresce 9,4% no ano

A pandemia da Covid-19 trouxe impactos em diversos setores econômicos, mas a produção industrial de alimentos se manteve em alta o ano inteiro no Paraná. No acumulado de 2020, o crescimento da indústria alimentícia foi de 9,4% na comparação com os nove primeiros meses do ano passado. O mês de setembro trouxe o melhor resultado para o setor, com crescimento de 18,2% com relação a setembro de 2019.

 

Os dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) na terça-feira (10), também trazem um salto de 9,7% no acumulado dos últimos 12 meses, de outubro de 2019 a setembro de 2020. O resultado é superior ao crescimento nacional do setor, que teve aumento de 5,8% entre janeiro e setembro e de 5,5% nos últimos 12 meses.

 

Em todos os meses do ano a variação foi positiva, mesmo nos períodos mais críticos da pandemia. No mês a mês, o crescimento no Paraná variou de 2,2%, em maio, aos 18,2% de setembro. O aumento foi de 10% em janeiro, 5,4% em fevereiro, 8,7% em março, 9% em abril, 2,2% em maio, 3,5% em junho, 11,7% em julho e 15,8% em agosto, mostrando uma tendência ainda mais positiva nos últimos três meses.

 

O resultado positivo da indústria alimentícia influenciou no bom índice de crescimento da produção industrial paranaense como um todo, que fechou setembro com o melhor índice do País, um aumento de 7,7% em relação ao mês anterior.

 

“O Paraná é um dos grandes produtores de alimentos do mundo e tem ganhando força também no processamento da produção agropecuária, o que traz um valor agregado a esses produtos. Mesmo com uma crise que impactou o mundo inteiro, nossa indústria alimentícia manteve a atividade intensa ao longo do ano”, disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

FATORES – O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, explicou que uma série de fatores influenciou no resultado, como o vácuo externo no setor de alimentos causado pela crise sanitária, a grande produção agropecuária e os programas de transferência de renda dos governos federal e estadual. Somente o Cartão Comida Boa, programa emergencial lançado pelo Estado para atender pessoas afetadas pela pandemia, injetou R$ 113 milhões no comércio de alimentos.

 

“As atividades de processamento de alimentos, desde as intervenções mínimas até os ultraprocessados, continuaram em uma velocidade enorme o ano inteiro, inclusive durante a pandemia. Vimos até mesmo um movimento de reabertura de agroindústrias que estavam fechadas, outras expandindo o nível de produção”, afirmou Ortigara. “Os programas de transferência de renda ajudaram a manter o nível de consumo aquecido e agora, com a retomada da economia e criação de empregos, a tendência é consolidar ainda mais esse resultado”, salientou. 

 

EXPORTAÇÕES – Os alimentos processados também estão entre os principais produtos exportados pelo Paraná ao longo do ano e contribuem para manter positiva a balança comercial do Estado. As carnes de aves frescas, refrigeradas ou congeladas são o segundo produto mais comercializado para outros países e respondem por 13% das exportações paranaenses, atrás apenas da soja. O faturamento com o produto chegou a US$ 1,8 bilhão neste ano, ou R$ 9,8 bilhões na cotação atual.

 

Também têm um peso forte na exportação os açúcares e melaços (4,7%), na quarta posição na balança, gorduras e óleos vegetais (1,8%), café torrado, extratos, essências e concentrados de café (1,8%) e carne suína fresca, refrigerada ou congelada (1,7%). Os dados são do Comex Stat, portal do Ministério da Economia que concentra as informações sobre as exportações no País.

 

O secretário da Agricultura destaca que a safra recorde de grãos neste ano, somada às boas condições para o comércio externo, influenciado pela alta do dólar, sustentam as exportações não só de commodities, como também dos alimentos processados. “Com as atividades agrícolas em alta, a agroindústria também se manteve em crescimento durante o ano, aproveitando as oportunidades externas, já que houve uma desarticulação na produção de alimentos no mundo por causa da crise sanitária”, afirma Ortigara.

 

NOVO STATUS - Outra questão importante na comercialização com o exterior foi o novo do status do Paraná de febre aftosa sem vacinação. Em agosto, o Estado recebeu o reconhecimento nacional, chancelado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, ficando mais próximo do reconhecimento internacional conferido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). A previsão é que o resultado saia em maio de 2021.

 

Essa condição garante a abertura de novos mercados não só para a carne bovina, como também nas cadeias de suínos, peixe, frango e leite. Para a Secretaria da Agricultura, o status sanitário internacional permitirá ao Paraná praticamente dobrar as exportações de carne suína, por exemplo, das atuais 107 mil toneladas para 200 mil toneladas por ano.

 

Isso pode acontecer em caso de o Estado conquistar apenas 2% do mercado potencial, liderado por Japão, México e Coreia do Sul, que pagam mais pelo produto com reconhecida qualidade sanitária. (Com AEN). 

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Governador autoriza nomeação de 186 novos escrivães da Polícia Civil

O governador Carlos Massa Ratinho Junior autorizou a nomeação de 186 candidatos aprovados em concurso público de 2018 para o cargo de Escrivão de Polícia, do Quadro Próprio de Pessoal da Polícia Civil. A convocação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça dia (10).

 

De acordo com o governador, a contratação de novos profissionais vai melhorar a estrutura disponível na solução dos crimes, desafogando o trabalho da corporação. “Essa contratação reforça o efetivo da Polícia Civil em todo o Estado. Era um compromisso que assumimos e que agora se efetiva”, afirmou.

 

Os escrivães nomeados iniciarão um curso de capacitação na Escola Superior da Polícia Civil e depois os policiais serão distribuídos nas delegacias de polícia de Curitiba e região, além de cidades do Interior do Estado, conforme a necessidade.

 

O delegado-geral da Polícia Civil, Sílvio Rockembach, afirmou que a convocação resolve o deficit de pessoal da instituição. “A falta de escrivães era um problema histórico. Essa nomeação reafirma que a segurança pública tem sido tratadas como uma das principais prioridades do Governo do Estado”, destacou. “É um reforço de efetivo significativo que, em curto prazo, trará mais agilidade e eficiência ao trabalho da Polícia Civil”, completou ele.

 

O concurso, realizado em 2018, recebeu 41.163 inscrições. Foram aprovados 633 profissionais, após cinco fases de provas. O certame foi organizado pela Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Além dos nomeados agora, outros 14 profissionais ainda deverão ser chamados.

 

A valorização das unidades policiais é ressaltada pelo secretário da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares. Segundo ele, nos últimos dois anos há um grande esforço do governo estadual para reforçar a área de segurança. “É mais uma demonstração do respeito e valorização das forças policiais do Paraná”, afirmou ele sobre a nomeação de novos escrivães.

 

CAPACITAÇÃO – Em setembro, a Polícia Civil ainda lançou um calendário anual de cursos de aperfeiçoamento. Serão mais de 100 oportunidades para servidores do interior e da Capital até o final de 2021. A lista prevê 31 tipos de qualificação para os policiais civis distribuídos em sete áreas. A maior parte (61) será ministrada no interior, outros 43 em Curitiba e cinco na modalidade de ensino a distância.

 

RESULTADOS – Em 2020 o porcentual de elucidação de assassinatos na Capital confirmou o trabalho bem-sucedido dos policiais civis. Foram registrados 140 crimes e solucionados 124 entre janeiro e junho. Nos Estados Unidos, país referência em qualidade nas investigações policiais, o índice foi de 62,3% em 2018, últimos dados oficiais divulgados pelo FBI (Polícia Federal dos EUA).

 

“O perfil técnico e o trabalho brilhante dos profissionais da Polícia Civil ajudam a amenizar os problemas na área de segurança no Paraná”, disse Ratinho Junior. “O mínimo que o Estado pode fazer é criar uma estrutura para que esses profissionais tenham um ambiente saudável para exercer essa expertise, alcançada com muitos anos de conhecimento e de preparo”, acrescentou. (Com AEN). 

Governador apresenta corredor bioceânico a embaixador da Argentina

O Governo do Paraná deu mais um passo na estruturação do projeto do corredor bioceânico, rota comercial que pretende unir o Porto de Paranaguá ao Porto de Antofagasta, no Chile, estabelecendo uma conexão entre os oceanos Atlântico e Pacífico. O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu nesta terça dia 10, no Palácio Iguaçu, o embaixador extraordinário e plenipotenciário da Argentina no Brasil, Daniel Osvaldo Scioli, e apresentou possibilidades de rotas e ramais que ligarão Brasil, Chile, Argentina e Paraguai por meio de um novo traçado ferroviário.

 

No encontro, Ratinho Junior deu detalhes da parte do projeto que está mais avançada, o chamado Corredor Oeste de Exportação. O ramal, também ferroviário, vai ligar o Porto de Paranaguá até a cidade de Maracaju (MS), ampliando a malha operada hoje pela Ferroeste – Estrada de Ferro Paraná Oeste S/A.

 

“Há um potencial muito grande neste projeto do corredor bioceânico, que permitiria ampliar o comércio entre os países, diminuindo o tempo de transporte em cerca de 30%. Isso aumentaria a eficiência e reduziria custos”, afirmou o governador. “O Paraná tem uma ligação muito forte com a Argentina. Esse entendimento comercial é muito importante. O projeto é ambicioso, de longo prazo, e precisa ser construído politicamente entre todas as partes”, completou.

 

Ratinho Junior explicou que a previsão é que a nova malha ferroviária entre o Paraná e o Mato Grosso do Sul tenha uma extensão de até 1.371 quilômetros. O projeto, destacou ele, inclui a construção de uma nova ferrovia entre Maracaju e Cascavel (Oeste do Paraná); a revitalização do atual trecho ferroviário operado pela Ferroeste, entre Cascavel a Guarapuava; a construção de um novo traçado entre Guarapuava e Paranaguá e de um ramal multimodal entre Cascavel e Foz do Iguaçu. Como está em fase de elaboração não há um valor definido para a obra.

 

A proposta é abrir a concessão do projeto para a iniciativa privada, com expectativa de colocar a Ferroeste em leilão na Bolsa de Valores (B3) até novembro de 2021.

 

AMPLIAÇÃO – Isso, de acordo com Ratinho Junior, significaria o avanço do projeto internacional entre os oceanos. Ele ressaltou que a ideia é estabelecer uma sintonia política entre os países para que a proposta possa ser ampliada, com a construção de aproximadamente 450 quilômetros de ferrovia no Paraguai, extensão que permitiria a ligação entre Paranaguá e Antofagasta, com a abertura do corredor bioceânico.

 

“É algo que impactaria demais todo o agronegócio do nosso estado, passando a ter uma possibilidade concreta de exportação pelo Pacífico”, disse o governador.

 

O embaixador demonstrou entusiasmo com a proposta. Ficou estabelecido que um grupo de trabalho Paraná/Argentina será montado para dar encaminhamento às tratativas sobre o corredor bioceânico. Nos próximos meses será organizada uma agenda política envolvendo os dois países, com intermediação do Governo do Paraná, para fortalecer o projeto.

 

A intenção é que os presidentes Jair Bolsonaro (Brasil) e Alberto Fernández (Argentina) participem do encontro. “Me comprometo de falar diretamente com o presidente sobre esse projeto, algo integrador e necessário. Argentina e Brasil são grandes parceiros comerciais e isso melhoraria muito a logística da América do Sul”, disse o embaixador.

 

PROPOSTA – O projeto inicial de implantação do corredor bioceânico consiste em unir o Porto de Paranaguá ao Porto de Antofagasta, no Chile. A ligação de 2,5 mil quilômetros integra os quatro países, facilitando as exportações do Cone Sul para os países asiáticos pelo Oceano Pacífico.

 

O projeto paranaense do traçado, que integra trechos de ferrovias em operação no Estado, já foi apresentado ao presidente Jair Bolsonaro e ao presidente paraguaio, Mario Abdo Benítez.

 

Grupos técnicos dos governos do Paraná e do Paraguai foram criados e estão em constante diálogo para definir a melhor formatação para a proposta. Há a intenção também de a usina Itaipu Binacional participar da proposta, com a elaboração do projeto executivo. “É algo demorado pelo impacto do projeto, mas que precisa sair logo do papel”, destacou Ratinho Junior. “Seria a consolidação do Paraná como hub logístico da América do Sul”, acrescentou.

 

PRESENÇAS – Participaram também do encontro o vice-governador Darci Piana; os secretários João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas) e João Debiasi (Comunicação Social e Cultura); o presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; o cônsul-geral da Argentina no Paraná, Pedro Ezequiel Marotta; o cônsul-adjunto, Sebastián Gonzalo Bertuzzi; os assessores do embaixador da Argentina, Julián Colombo, Rafael Perelmiter e Alejando Stern. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

Saúde capacita profissionais para enfrentamento da dengue

A Secretaria de Estado da Saúde promove nesta quarta dia 11, mais uma webconferência dirigida às equipes que trabalham na Vigilância e na Atenção Primária, com enfoque nas atribuições das equipes de agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias.

 

A ação é parte do Plano Estadual de Enfrentamento à Dengue no período epidemiológico 2020/2021, e a Secretaria está reforçando a preparação e capacitação dos profissionais que atuam na linha de frente do combate ao mosquito Aedes aegypti e no atendimento ao usuário da saúde.

 

A Secretaria já realizou outras quatro conferências por vídeo, que contabilizaram 655 conexões em tempo real. O canal Youtube da Sesa aponta ainda que foram registradas mais de 3.400 visualizações do conteúdo.

 

Nos dias 12, 19 e 26 de novembro e no dia 3 de dezembro as palestras serão direcionadas a profissionais que atuam no manejo clínico da dengue, na urgência e emergência e ambiente hospitalar.

 

“O objetivo é integrar as áreas e as equipes profissionais ampliando a prevenção da doença e o diagnóstico em tempo oportuno”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

PREVISÃO – Segundo a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, a chegada do verão e o crescimento da curva de casos suspeitos de dengue redobram a atenção da Saúde contra a doença.

 

No boletim publicado em 4 de novembro de 2019, o Paraná registrava 925 casos em 121 municípios e não apresentava registros de mortes. O informe do dia 5 de novembro deste ano traz 852 casos, em 144 cidades e confirma 5 óbitos pela doença.  “Os números projetam a possibilidade de uma nova epidemia no Estado e por isso o alerta a todos os municípios e a sensibilização junto aos profissionais”, disse a diretora.

 

POPULAÇÃO – Os índices de infestação apontados pela Vigilância Ambiental da Sesa confirmam que cerca de 90% dos criadouros do mosquito transmissor da dengue estão nos quintais das residências e por isso a importância da participação ativa da população no combate.

 

“No período de pandemia reduzimos as visitas aos domicílios, mas não interrompemos a atividade. A verificação das equipes de Vigilância acontece nas áreas externas dos domicílios, com a remoção técnica dos focos e a orientação das pessoas”, disse a coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte.

 

Ela destacou que são muitos os exemplos de criadouros encontrados pelas equipes de vigilância. “Chamam nossa atenção os inúmeros criadouros encontrados em reservatórios de água; com a estiagem muita gente está armazenando água em casa e deixando os depósitos descobertos”.

 

Ivana Belmonte lembra que o mosquito busca a água para se reproduzir. “O Aedes se prolifera em água limpa ou suja; por isso todo ponto que acumula o líquido deve ser verificado, seja uma simples garrafa destampada ou uma caixa d´água, todo recipiente deve estar devidamente coberto ou tampado para impedir que o mosquito se prolifere”, acrescentou. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

Paraná mostra potencial para retomada do turismo

Os atrativos turísticos do Paraná foram apresentados na 32ª edição da Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado, no Rio Grande do Sul (RS). Durante três dias (de 5 a 8), o evento discutiu a retomada do turismo pós-Covid, com representantes de toda a América Latina.

 

A Festuris se consolidou como a mais efetiva plataforma de negócios turísticos da América do Sul e, neste ano, apresentou a proposta de retomada do setor, com destinos, empresas e trade turístico.

 

O diretor-presidente da Paraná Turismo, João Jacob Mehl, afirmou que o Estado tem centenas de belezas naturais para serem mostradas. “O trabalho de recomeço é difícil e precisamos mostrar o Paraná para o Brasil. O Estado é lindo e são essas oportunidades que temos que aproveitar”, disse.

 

De acordo com ele, além das Cataratas de Foz do Iguaçu, eleita uma das sete maravilhas do mundo, existem belezas naturais em Prudentópolis (Centro-Sul), no Litoral, Ponta Grossa (Campos Gerais), entre outras regiões.

 

“Estamos há quase um ano trabalhando para a recuperação e a retomada do turismo junto com instituições parceiras”, afirmou Jacob Mehl. Ele lembrou, ainda, que a maior área da Grande Reserva da Mata Atlântica fica no Estado do Paraná.

 

A iniciativa começou com a SPVS e a Fundação Boticário. Ao longo do tempo, novos parceiros aderiram ao projeto de exploração do turismo na área que abriga a Grande Reserva, que vai do Norte do litoral de Santa Catarina, envolvendo todo o litoral do Paraná, chegando ao Sul do litoral de São Paulo.

 

São 1,8 milhão de hectares de Mata Atlântica contínua que abrigam 100% da população mundial do mico-leão-da-cara-preta. “Foi uma oportunidade de apresentar ao público nacional e internacional esse grande potencial do Estado, que é o maior do mundo. A exploração do turismo na Grande Reserva tem potencial para gerar o desenvolvimento na região com inúmeros atrativos relacionados à biodiversidade e cultura que contam a história do país”, afirmou o coordenador do projeto e membro da SPVS, Ricardo Aguiar Borges.

 

“Neste momento de pandemia, vemos que as pessoas procuram experiências relacionadas com a natureza e é exatamente o tipo de atrativo que a Grande Reserva da Mata Atlântica oferece”, acrescentou.

 

A expectativa é desenvolver o turismo na região, em uma ação conjunta entre os três estados que abrigam áreas da Grande Reserva, criando um roteiro internacional.

 

PROTOCOLOS – A Festuris foi o primeiro evento da América Latina realizado de forma presencial desde o início da pandemia de coronavírus, no mês de março.

 

De acordo com o assessor técnico da Paraná Turismo, André Poletti, foram seguidos rigorosamente todos os protocolos de saúde exigidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul.

 

“Devido à pandemia, foi adotado o uso da tecnologia para mostrar como os protocolos de saúde exigidos pela OMS podem ser seguidos para receber os turistas em diversas ocasiões”, disse.

 

EVOLUÇÃO DO TURISMO - Paralelamente à feira, a programação envolveu palestras e estudos sobre a evolução do turismo pós-pandemia e o retorno de eventos presenciais.

 

Uma das tecnologias apresentadas foi uma máquina instalada na entrada da feira que mediu a temperatura dos inscritos através de uma câmera e confirmou a presença através de um leitor de crachá. Em seguida, a máquina liberou álcool em gel sem que o participante precisasse encostar em nada. Também foi exigido o uso de máscaras durante todo o período de permanência na feira. (Com AEN)


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vestibular dos Povos Indígenas já está com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o 20º Vestibular dos Povos Indígenas do Paraná, para ingresso no ano letivo de 2021. As inscrições são gratuitas e seguem até o dia 7 de dezembro, no portal da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), instituição organizadora do concurso esse ano.

 

As provas serão nos dias 11 e 12 de abril, para as vagas nos cursos de graduação das sete Universidades Estaduais do Paraná e na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

 

Podem participar do vestibular estudantes indígenas que tenham concluído o Ensino Médio e que não possuam curso superior. No caso de escolha de um curso ofertado pelas universidades estaduais, o candidato deverá comprovar que pertence a uma comunidade indígena do território paranaense.

 

O processo de inscrição será totalmente eletrônico. O candidato deverá preencher inicialmente o formulário disponível AQUI e anexar a Autodeclaração/Carta de Recomendação assinada pelo candidato e pelo cacique da comunidade. Na sequência o candidato deverá preencher o questionário socioeducacional e indicar a universidade em que pretende concorrer em primeira opção.

 

“O Vestibular Indígena é uma política de transformação social na vida dos estudantes, possibilitando o ingresso em cursos de graduação e pós-graduação que são referência no Brasil”, disse o superintendente estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.

 

PROVAS - As provas serão em Londrina, Ponta Grossa, Cascavel, Guarapuava e Curitiba. Candidatos que não residem nas terras indígenas ou nos municípios relacionados farão as provas em locais indicados pela Comissão Organizadora do concurso, respeitando a proximidade de sua residência. Já os candidatos que não residem no Paraná farão as provas em Curitiba.

 

O conteúdo prevê a grade curricular do Ensino Médio, sendo que os candidatos poderão optar por Língua Estrangeira Moderna (Inglês ou Espanhol) ou Língua Indígena (Guarani ou Caingangue).

 

LEI - No Paraná o Vestibular Indígena é garantido pela Lei Estadual nº 13.134/2001, modificada pela Lei Estadual 14.995 de 2006, que reserva vagas suplementares para indígenas no Sistema de Ensino Superior Público Paranaense. O concurso é realizado anualmente pelas universidades, que se revezam na organização e na aplicação do concurso.

 

Outras informações sobre o 20º Vestibular dos Povos Indígenas do Paraná podem ser obtidas junto à Comissão Universidade para os Índios (CUIA) da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) pelo número (43) 3511-3200 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na manhã desta terça dia (10), em São José dos Pinhais (PR), uma carreta carregada de óleo vegetal transportado em tanque para armazenamento de produto químico.

 

Agentes da PRF abordaram, na BR-277, um motorista que conduzia uma carreta carregada com mais de 47 toneladas de óleo vegetal. Durante a vistoria, os policiais verificaram que a carga de óleo de soja para consumo humano estava sendo transportada em desacordo com a legislação, pois era transportado em um tanque onde só é permitido o transporte de produtos perigosos, como combustíveis e produtos químicos. Segundo o motorista, o óleo seria para fabricar margarina.

 

A carreta vinha de Paranaguá (PR) e tinha como destino Anápolis (GO). A vigilância sanitária foi acionada para definir o destino do produto.

 

O transportador e o expedidor da mercadoria podem responder ainda por crime contra a saúde pública e das relações de consumo. (Com PRF). 

Fórum Paraná Turístico 2026 acontece a partir desta quarta-feira

A edição de 2020 do Fórum Paraná Turístico 2026 acontece a partir desta quarta dia 11, das 9h às 11h30. Com a temática da “Retomada do Turismo: Inspirações para o novo normal”, o Fórum desse ano será totalmente virtual e transmitido pelo canal do Youtube da Paraná Turismo.

 

O Fórum foi criado em 2016, juntamente com o lançamento do Masterplan Paraná Turístico 2026: Pacto para um Destino Inteligente, que tem como objetivo principal o planejamento do turismo no Paraná até o ano de 2026. A perspectiva é do desenvolvimento do Turismo no Paraná no horizonte 2016-2026 orientado por três eixos estratégicos de ação - Governança e Sustentabilidade, Qualidade e Competitividade, Marketing e Inovação - definidos com base na Política Estadual de Turismo e na análise de diversos documentos relacionados ao tema.

 

Atualmente, o Masterplan Paraná Turístico 2026 encontra-se na fase de monitoramento das ações realizadas entre 2017 e 2019, para que seja possível saber se as ações nele previstas estão surtindo os resultados esperados ou se é necessário ir por outro caminho. Diante disso, o Fórum é uma das principais ferramentas para que esse monitoramento seja desenvolvido.

 

Além da programação de palestras, o evento terá a apresentação de quatro cases de sucesso de Instâncias de Governança Regional (IGR’s) do Paraná e também para apresentação dos resultados do monitoramento do período 2017-2019 do Masterplan.

 

MUDANÇAS - De acordo com a assessora técnica da Paraná Turismo, Priscila Cazarin Braga, que apresentará os resultados do monitoramento, o ano de 2020 traz profundas mudanças para o planejamento e operacionalização do turismo como um todo. “Vamos precisar de muita criatividade na adversidade para superar esse ano tão difícil. Pensando nisso, a edição 2020 do Fórum Paraná Turístico 2026 traz uma proposta de inovação nas perspectivas sobre a gestão e operacionalização do turismo”, disse.

 

MONITORAMENTO - Ainda de acordo com Priscila, a apresentação do monitoramento do período 2017-2019 servirá para entender em quais ações e macroações houve avanço e se as tendências estão se confirmando ou não. “Busca-se entender de que maneira que a partir desse novo momento podemos confiar e nos inspirar nessas tendências e ações propostas do Paraná Turístico para lidar com as adversidades que nos foram impostas”.

 

ABERTO - O Fórum Paraná Turístico 2026 - Edição 2020 tem sua programação dividida em dois dias e é aberto a todo o trade turístico, estudantes e interessados no turismo de forma geral. A transmissão do primeiro dia acontece das 9h às 11h30 dessa quarta-feira (11), na quinta-feira (12) a transmissão também ocorre no mesmo horário.(Com AEN)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Movimento indica novo recorde dos portos do Paraná neste ano

Os portos do Paraná movimentaram em dez meses de 2020 o equivalente a 92% do total de todo o ano passado. Com isso, o Estado se prepara para ultrapassar o recorde histórico de 53 milhões de toneladas no ano, alcançado em 2019. Se repetir o bom desempenho dos últimos meses, a marca deve ser batida com folga.

 

De janeiro a outubro deste ano, os portos de Paranaguá e Antonina já operaram 48.982.453 toneladas de carga. “Faltam 4,2 milhões de toneladas para chegar ao número do ano passado e estamos muito otimistas”, diz o diretor presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

 

“Em 2019, os dois últimos meses do ano responderam por, aproximadamente, 8,5 milhões de toneladas. Claro que existem questões climáticas, que podem impactar nas operações, mas a expectativa é ultrapassar este número em cerca de 8%”, avalia Garcia.

 

Até o momento, a alta registrada, na comparação entre janeiro e outubro de 2019 e os mesmos meses de 2020, já é de 10%. “Apesar da pandemia, o ano foi de muito trabalho. As exportações de grãos e alimentos cresceram, com o câmbio favorável, e o tempo seco favoreceu os embarques”, conta.

 

ALTA – Em 2020, os portos paranaenses bateram mais de dez recordes de movimentação e a quantidade ficou acima de 5 milhões de toneladas em seis dos dez meses (março, abril, maio, julho, agosto e setembro). Em 2019, no mesmo período, o número só chegou nesse patamar em junho, julho e agosto. 

 

“O esforço dos trabalhadores portuários, de armazenagem, caminhoneiros, ferroviários e produtores rurais, foi essencial. O desempenho e a eficiência de toda a comunidade portuária, desde o apoio marítimo, passando pela praticagem, até os operadores e a nossa equipe, fizeram o Paraná driblar a crise e manter empregos e renda”, destaca o diretor-presidente. 2020 –

 

Cerca de 65% da movimentação dos portos paranaenses, entre janeiro e outubro deste ano foram de produtos de exportação: 38,1 milhões de toneladas de cargas. O volume, nesse sentido do comércio exterior, é 13% maior que o registrado no mesmo período, em 2019 (28,2 milhões de toneladas). As importações somaram 17,1 milhões de toneladas. Cerca de 4% mais que no ano passado, com 16,4 milhões de toneladas.

 

GRÃOS – Mais de 66% das exportações e importações foram de granéis sólidos. Foram quase 32,5 milhões de toneladas de grãos, movimentadas entre de janeiro e outubro de 2020. No ano anterior, foram 29,6 milhões de toneladas (alta de 10%).

 

Nesse segmento, destaque para o aumento de 78% registrado no volume de açúcar embarcado. Já são 3,67 milhões de toneladas exportadas, ante 2 milhões em 2019. Somente no último mês, foram 566.617 toneladas, mais que o dobro do que o registrado em outubro do ano passado.

 

SOJA – A oleaginosa segue como o produto mais movimentado nos portos paranaenses. No acumulado do ano, 14 milhões de toneladas de soja em granel foram exportadas. Quase 50% mais que as 9,6 milhões de toneladas registradas no ano passado. Além do produto em grão, o óleo de soja também foi destaque. Foram 767 mil toneladas exportadas, 20% a mais que as 638 mil de 2019.

 

LÍQUIDOS – Somando todos os granéis líquidos foram 6,3 milhões de toneladas exportadas e importadas. Além de óleo vegetal, crescimento na exportação de derivados de petróleo, com 579,7 mil toneladas (48% mais que no ano passado).

 

IMPORTAÇÃO – Entre as mercadorias compradas do exterior pelos brasileiros, destaque para o volume de fertilizantes desembarcados. De janeiro a outubro foram 8,15 milhões de toneladas foram importadas (alta de 7%).

 

OUTROS SEGMENTOS – De carga geral, foram cerca de 10,2 milhões de toneladas de cargas movimentadas até agora – 9% a mais que as 9,3 toneladas registradas no ano passado. (Com AEN). 

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