Tecpar publica edital para produção de insumos veterinários

O Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná) publicou edital para o projeto executivo de um novo Laboratório de Produção de Insumos para Diagnóstico Veterinário (ver link do edital abaixo). Pelo Estudo de Viabilidade Técnica e Financeira feito pelo Tecpar, a unidade terá capacidade produtiva de 40 milhões de doses ao ano de sete produtos voltados ao diagnóstico de tuberculose, brucelose e leucose em rebanhos bovinos, suínos e ovinos.

 

Esses produtos atendem o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A previsão é que em dois anos sejam iniciados os testes de produção da unidade, que será viabilizada com investimento inicial de R$ 15,4 milhões do Fundo Paraná, no câmpus CIC do instituto.

 

O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, disse que a retomada da produção de kits diagnósticos veterinários será um marco importante para apoiar o agronegócio brasileiro. "Historicamente o Tecpar produziu esses kits, mas a planta precisou passar por uma modernização. A intenção é voltar a fabricar insumos para prevenir doenças que podem causar diversos prejuízos aos pecuaristas e apoiar a exportação agropecuária, uma vez que as exigências sanitárias dos países importadores estão cada vez mais altas", explica.

 

PRODUTOS – Sete produtos serão produzidos no Laboratório de Produção de Insumos para Diagnóstico Veterinário do Tecpar: reagentes para diagnóstico de tuberculose bovina, que incluem a tuberculina PPD bovina e a tuberculina PPD aviária; reagentes para diagnóstico de brucelose bovina, com a produção de Antígeno Acidificado Tamponado (ATA), Antígeno para Prova Lenta e Antígeno para Prova do Anel do Leite (Ring test); e Kits de diagnóstico pela técnica de imunodifusão em gel de ágar (IDGA), com kits para diagnóstico de Brucella ovis e para Leucose Enzoótica Bovina.

 

HISTÓRICO – O Tecpar tem experiência em insumos, começando a produção na década de 1950, quando ainda se chamava Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas (IBPT).

 

Naquela época, os especialistas do instituto foram responsáveis pelas primeiras investigações epidemiológicas sobre brucelose e tuberculose no Paraná.

 

Os insumos desenvolvidos pelo Tecpar naquele momento foram kit de imunodifusão em gel de Agar para diagnóstico de Brucella ovis e tuberculina PPD bovina e tuberculina PPD aviária. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

Modernização do aeroporto de Cascavel é estratégica para o Oeste

Cascavel recebe uma das obras mais esperadas pela população do Oeste do Paraná e que deverá ser um marco na região: a modernização do Aeroporto Coronel Adalberto Mendes da Silva ou SBCA. Os trabalhos já ultrapassaram 95% no terminal de passageiros e 75% no pátio de aeronaves, inclusive com a instalação de dois fingers (ponte de acesso às aeronaves), um dos poucos aeroportos do Interior do País com essa tecnologia. A inauguração deve acontecer no próximo semestre.

 

Cascavel é um dos principais polos regionais do Paraná. Desde 2016 conta com região metropolitana e abrange uma área com 24 municípios e cerca de 1 milhão de habitantes. A modernização do aeroporto é uma vitória de um time de muitos jogadores - prefeitura municipal, Governo do Estado, governo federal, setor empresarial, cooperativismo agroindustrial e a Itaipu Binacional.

 

“Cascavel é estratégica dentro do nosso planejamento logístico. A revitalização do aeroporto e as novas conexões aéreas, que certamente virão, atrairão mais investimentos e empregos”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Isso se soma ao vetor de exportação pela BR-277, a modernização do Trevo Cataratas e a expansão da atividade na malha férrea administrada pela Ferroeste”, diz Ratinho Junior. “O aeroporto vai ajudar o Paraná a crescer nos próximos anos”.

 

EMPREENDIMENTO - A obra envolve mais de dez contratos e cerca de R$ 38 milhões. O Governo do Estado participou disponibilizando recursos do Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM), administrado pelo Paranacidade e pela Fomento Paraná. Há, ainda, recursos federais a fundo perdido (R$ 2,3 milhões), da Itaipu Binacional e verba municipal. Cerca de 80 funcionários foram empregados diretamente ao longo do último ano.

 

A intervenção completa engloba a revitalização e duplicação de 2,2 quilômetros da Avenida Itelo Webber com novo sistema de iluminação; seis quilômetros de cerca; estacionamento para 398 automóveis; sistema de drenagem da água da chuva do sítio aeroportuário. Abrange, ainda, novo pátio de estacionamento das aeronaves com piso de concreto; iluminação em LED; um novo terminal de passageiros com cinco portões e dois pavimentos; dois fingers; mobiliário aeroportuário, equipamentos de informática e novas esteiras. Haverá deslocamento dos nove hangares particulares para uma nova área dentro da faixa de segurança e demolição da estrutura atual, construída nos anos 70.

 

“Essa obra é um sinal de esperança para a retomada do País. Os empresários saem e chegam a Cascavel com expectativa de fechar novos negócios, acelerar o crescimento a partir do segmento agropecuário, mas também industrial e turístico, dada a proximidade com Foz do Iguaçu”, destaca o prefeito Leonaldo Paranhos. “O novo aeroporto vai ajudar a puxar esse novo País no segundo semestre, conectar o Oeste com o mundo”. O aeroporto de Cascavel tem voos com destino a Curitiba, Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Porto Alegre, em operações das companhias Gol e Azul.

 

MAIS AMBICIOSO - As primeiras obras no aeroporto começaram em 2011 a partir de um projeto mais simples, porque a demanda projetada era consideravelmente menor na ocasião e ainda havia discussões sobre a necessidade de um aeroporto regional. Contudo, a empresa vencedora da concorrência pública não finalizou a obra e ela foi judicializada.

 

Quando a modernização foi efetivamente retomada, há pouco mais de um ano, o projeto já era bem mais ambicioso, três vezes maior que o desenho original, com cerca de seis mil metros de área construída e possibilidade de expansão para mais dez mil metros sem novas desapropriações.

 

O desafio da engenharia da administração municipal foi reaproveitar o que já tinha sido feito, como as fundações, algumas estruturas de concreto e o máximo da estrutura metálica, que foi recortada e readaptada para ilustrar o novo prédio. O projeto original do terminal de passageiros também não tinha os dois pavimentos, e agora o segundo conta com os dois portões de acesso aos fingers, praça de alimentação e mirante para observar pousos e decolagens.

 

“Esse novo aeroporto é fruto de um projeto feito em casa, dentro da prefeitura, com todas as dificuldades inerentes do processo. Um aeroporto é uma obra complexa por conta das exigências técnicas e das normas internacionais que regulamentam a atividade”, aponta o engenheiro responsável pela obra, Sandro Camilo Rocha Rancy.

 

Ele afirma que houve inúmeras dificuldades, mas também boas surpresas, como os fingers. Apenas Campinas e Foz do Iguaçu contam com estruturas parecidas no Interior. “Essa obra é um divisor de águas para Cascavel”, diz Rancy.

 

ACABAMENTO - Atualmente a obra está na fase de recebimento técnico e de check list final de acabamento e liberação de algumas estruturas para outras empresas começarem as suas instalações.

 

Concomitantemente acontecem as demolições da estrutura antiga e a formalização das aquisições de mobiliário e da estrutura interna do terminal de passageiros. Ao mesmo tempo a administração municipal busca as novas certificações necessárias junto da Agência Nacional de Aviação Civil e Aeronáutica.

 

NOVO MARCO – Para o engenheiro Sandro Rancy, Cascavel teve três grandes modificações ao longo da sua história: em 1987 com a instalação da nova rodoviária; em 1989 com a abertura do Show Rural; e em 1994 com o reconhecimento da Unioeste como universidade, e hoje o município conta com sete mil estudantes entre a rede pública e a privada.

 

“O aeroporto será um novo marco. Esse é o verdadeiro papel do poder público, aplicar recursos públicos com qualidade, atender uma demanda da sociedade, fomentar a construção civil, um setor que impulsiona a economia, além de gerar novos investimentos e negócios ao município”.

 

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Novo terminal de passageiros recebeu investimento de R$ 2 milhões

 

Apenas o prédio principal do novo terminal de passageiros (Octacílio Mion) custou cerca de R$ 2 milhões. A estrutura está praticamente pronta. Os guichês para caixas eletrônicos, empresas de táxi ou de transporte por aplicativo, informações turísticas ou hotelaria ganharam espaços exclusivos dentro do terminal, mas fora do prédio principal, na área coberta de chegada dos passageiros. O saguão conta com espaço para check-in, com embarque pela esquerda e desembarque pelo lado direito.

 

O térreo tem salas de segurança, canal de inspeção corporal e de bagagens de mão, três máquinas de raio-x, área de revista íntima e sala reservada para os comandantes e funcionários de bordo. Há três portões inferiores para embarque e acesso ao pavimento superior. Também foi projetado no primeiro andar um espaço para um café.

 

O layout da área interna do terminal permite circulação de 600 passageiro e contará com painéis de vídeo e totens de publicidade digital e monitores para consulta dos voos.

 

Os fingers facilitam a acessibilidade e o embarque e desembarque dos passageiros em dias muito frios, muito quentes ou com muita instabilidade. Têm capacidade para atender todas as aeronaves que fazem voos domésticos no País, modelos da Embraer, Boeing e Airbus.

 

Do outro lado do primeiro andar, no espaço público, haverá dois restaurantes e um mirante para observação dos pousos e decolagens, além de uma sala pública para reuniões, mais reservada, e a sala de controle das operações aeroportuárias, com acesso às 40 câmeras espalhadas em todo o terminal. Haverá tecnologia de reconhecimento facial e das placas dos veículos.

 

Essa estrutura foi pensada para evitar o “drible” de contrabandistas que optavam por Cascavel para evitar fiscalização supostamente menos rigorosa do que em Foz do Iguaçu, e pela proximidade com a Penitenciária Federal de Catanduvas.

 

Todos os banheiros do novo terminal foram pensados para acessibilidade, inclusive com dois espaços exclusivos para ostomizados, construídos com apoio da Assessoria de Políticas Públicas e da Inclusão Social da Pessoa com Deficiência de Cascavel, do Hospital Universitário do Oeste do Paraná e da União Oeste Paranaense de Estudos e Combate ao Câncer (Uopeccan). O terminal contará com 155 longarinas (cadeiras conjuntas típicas de aeroportos), sendo seis “duplas” para pessoas obesas.

 

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Pista e infraestrutura do pátio de aeronaves

 

O tamanho da pista do aeroporto de Cascavel não foi objeto de modificação porque é considerado bom dentro da média nacional (1,8 mil metros de comprimento por 45 metros de largura) e a tecnologia Rnav nas cabeceiras, georreferenciadas pela Força Aérea Brasileira, já existe. O novo pleito é o sistema ILS 2, que permite pousos por instrumentos com mais segurança.

 

Entre as benfeitorias, está sendo executada a infraestrutura do pátio de aeronaves – para aeronaves de até 80 toneladas - além de um sistema de drenagem de toda a água da chuva.

 

Dentro dessa modernização, uma nova instalação será edificada para o espaço exclusivo da brigada contra incêndio, instalada em um antigo hangar particular que foi desativado. Haverá, ainda, um reservatório de 45 mil litros de água e um farol para ajudar os pilotos em dias com neblina. A projeção futura da prefeitura é de viabilizar, também, um terminal de cargas e um espaço mais moderno para eventual pernoite das aeronaves das companhias aéreas.

 

ANTIGO TERMINAL - A demolição do antigo terminal de passageiros acontecerá nos próximos dias. Ele foi erguido em 1977 e contava com estrutura precária, ainda com cara de uma rodoviária de cidade do Interior, com banheiros simples, lanchonetes, saguão pequeno e setores acanhados de fiscalização e operação aeroportuária.

 

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Agronegócio, polo metalúrgico e comércio atacadista

 

Cascavel é um dos principais polos regionais do Paraná. O crescimento é impulsionado pelo agronegócio e atividades do cooperativismo, principalmente no setor aviário. Também é um polo metalúrgico e de comércio atacadista.

 

“O aeroporto traz uma veia de investimentos muito grande. Ele não é uma ferramenta turística, mas traz possibilidades de geração de emprego e renda. Muitas pessoas serão beneficiadas diretamente por essa nova estrutura, mesmo que não a usem com frequência”, argumenta o prefeito Leonaldo Paranhos.

 

“Já perdemos oportunidades de trazer eventos para Cascavel, melhorar negócios existentes e tudo por causa da falta de estrutura aeroportuária. Esse assunto sempre pautou as reuniões dos empresários do Oeste”, destaca Alci Lúcio Rotta Júnior, presidente da Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná (Caciopar).

 

Segundo Rotta, a inauguração também casa com o momento em que o País começa a planejar o futuro depois da pandemia do novo coronavírus. Ele defende que haverá maior integração regional e diversificação da matriz econômica. “Temos o cooperativismo forte na produção agrícola e nas cadeias de peixes, aves e suínos, mas também um setor de serviços que gera muitos empregos e a indústria metalmecânica. O Oeste tem um potencial muito grande e o aeroporto marca um novo momento desse planejamento”, arremata.

 

MAIS OBRAS – Cascavel está na rota de obras públicas do Governo do Estado. Entre elas estão a revitalização do Trevo Cataratas, a autorização da duplicação do trecho da BR-277 entre o posto da Polícia Rodoviária Federal e o trevo do distrito de São João do Oeste, a ampliação da capacidade de escoamento da Ferroeste depois da assinatura da licença de passagem com a Rumo, a reurbanização de um trecho de 1,8 quilômetro da Avenida Brasil, entre a Rua Corbélia e o Trevo Cataratas, a construção de um ginásio de esportes no distrito de Juvinópolis e a instalação de mais de 800 novos postos de ônibus. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

Volta às aulas terá menos alunos por turma e será gradual, em todas as escolas

O retorno às aulas após o fim da quarentena pode causar estranheza para alunos das redes pública e particular do Paraná.

 

De acordo com a presidente do Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe), Esther Cristina Pereira, provavelmente haverá um escalonamento de grupos para evitar aglomerações. “Não tem como voltar todo mundo de uma vez só”, explica Esther.

 

Outras medidas devem incluir a obrigatoriedade do uso de máscaras, álcool gel em todas as salas e horários diferenciados para o recreio para as diferentes turmas. “Estamos atentos ao que estásendo adotado em outros países, como Israel, Singapura, Japão e Finlândia, onde as aulas começam ser retomadas.” Uma das possibilidades em estudo seria atender inicialmente nas salas de aula filhos de trabalhadores de setores considerados essenciais. Para Esther, o retorno gradativo deve começar também pelo público mais novo. “Os estudantes mais velhos tem uma habilidade maior com a tecnologia”, diz, referindo-se ao acesso às aulas à distância.

 

Na rede estadual, não deve ser diferente, de acordo com o secretário estadual da Educação e do Esporte, Renato Feder. “O que eu visualizo é metade dos alunos de uma turma vai em um dia e a outra metade no outro. Os que não vão à escola presencialmente, acompanham remotamente.

 

Ao menos nas primeiras semanas”, diz. “Isso ainda está em fase de estudos iniciais.” A Seed trabalha com uma expectativa de retorno às aulas para o mês de agosto ou setembro, segundo Feder.

 

Para o secretário, as tecnologias que foram adotadas para o ensino remoto durante a pandemia, como os aplicativos Aula Paraná e Google Classroom, devem continuar a ser usadas após a retomada das atividades. “A tecnologia veio para ficar. O professor que aprendeu a usar as ferramentas vai poder manter o uso para somar aos conteúdos passados em sala” (Com Gazeta do Povo)

 

 

 

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Multidão se aglomera para saquear carga de carne suína após tombamento na BR-277 em Porto Amazonas

Polícia Rodoviária Federal (PRF) atende deste a manhã deste domingo dia 14, o tombamento de um caminhão com carga de carne suína, no km 177 da BR-277, em Porto Amazonas.

 

Após o acidente, a PRF precisou conter centenas de pessoas que tentavam fazer o saque do produto.

 

De acordo com a PRF, após o tombamento, que não deixou vítimas, centenas de pessoas se juntaram com a intenção de saquear a carga de carne suína, avaliada em quase R$ 200 mil.

 

Nesse foco de combate, a PRF evitou o crime, procedeu a segurança viária e manteve o fluxo liberado em ambos os sentidos, bem como acompanhou o transbordo da carga para evitar qualquer ação delituosa por parte da população. (Com Central Sul News). 

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2ᵃ parcela do Cartão Comida Boa será creditado nesta segunda dia 15

Dará início nesta segunda dia 15, à segunda fase do Cartão Comida Boa, com o carregamento de mais uma parcela de R$ 50 nos vouchers dos beneficiários do programa. O valor pode ser usado exclusivamente para a compra de gêneros alimentícios da cesta básica nos estabelecimentos comerciais previamente cadastrados.

 

A partir de agora, a primeira parcela deixará de ser creditada, e quem tiver acesso ao cartão a partir desta segunda receberá apenas a 2ᵃ parcela.

 

O benefício é voltado para quem está inserido no Cadastro Único (CadÚnico) nacional e atende aos requisitos estabelecidos no decreto 4570/20. Também são contemplados autônomos e microempreendedores individuais que tiveram a renda afetada pela pandemia, respeitando-se os critérios legais.

 

Segundo os últimos dados do Governo do Estado, cerca de 752 mil vouchers foram retirados, com a realização mais de 850 mil operações de compra. Os recursos são do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. (Com Catve)

 

 

 

Nesta quinta dia 11, por volta das 21h20min a equipe Rotam da 3ª Cia do BPRv deslocava pela PR-364 próximo ao município de Terra Roxa - PR, quando ao sinalizar para um veículo que trafegava no sentido oposto ao da viatura, o mesmo retornou sobre a pista adentrando a uma estrada rural.

 

De imediato começou um acompanhamento ao veículo sendo que após  10 kms o mesmo veio a abandonar o veículo e fugiu em uma plantação de milho existente no local.

 

Ao aproximar do veículo foi constatado se tratar de uma GM S-10 de cor prata de Castro - PR  completamente carregada com aproximadamente 17.500 (dezessete mil e quinhentos) maços de cigarros de origem Paraguaia.

 

Após a confecção da documentação, o veículo e os cigarros foram encaminhados ao Pátio da Receita Federal em Guaíra para os procedimentos cabíveis. (Com PRE 3ª Cia Cascavel).

“BATALHÃO DE POLÍCIA RODOVIÁRIA - VIDA, NOSSO MAIOR PATRIMÔNIO”

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Governo entrega cestas de alimentos a migrantes e refugiados

O Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, entregou esta semana 500 cestas básicas doadas pela Defesa Civil para famílias de migrantes e refugiados em situação de vulnerabilidade social por conta da pandemia de Covid-19.

 

Uma parte dos produtos foi entregue a instituições que fazem parte da rede de apoio aos imigrantes e que solicitaram auxílio. Outras cestas foram entregues diretamente no Centro de Informação para Migrantes, Refugiados e Apátridas do Paraná (Ceim), em Curitiba, para famílias atendidas no local e previamente cadastradas.

 

"A entrega obedeceu não apenas a critérios de renda, mas também levamos em conta o número de crianças e idosos nas famílias", explica a coordenadora da Política para Migrantes e Refugiados da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, Silvia Xavier.

 

Para a venezuelana Daniela de Jesus Chauran, que está em Curitiba há 8 meses, a cesta vai ajudar muito. ?Com a pandemia tudo está muito difícil, e este auxílio prestado a quem chega de fora é muito importante?, disse ela.

 

Várnia da Graça, de São Tomé e Príncipe, está em Curitiba já há 5 anos, mas no momento está desempregada. ?Não está fácil conseguir emprego, infelizmente para um migrante é ainda mais difícil. Sempre procuro o Ceim quando preciso de auxílio com documentação ou para procurar uma vaga no mercado de trabalho, e esta ajuda extra no momento vai ser muito importante para minha família?, afirmou.

 

APOIO - O Ceim é um dos locais de apoio mais procurados pelos estrangeiros que chegam ao Paraná. Somente em 2019, foram realizados 7.655 atendimentos.

 

No local os migrantes e refugiados contam com inúmeros serviços de informação, começando com as orientações necessárias para regularizar sua situação migratória no país. Também é possível ter acesso a uma unidade descentralizada da Agência do Trabalhador, que realiza o cadastramento dos imigrantes que já estejam legalizados no país e buscam oportunidade de emprego.

 

Fazemos um serviço especial no Ceim para que os imigrantes se sintam bem e tenham acesso a informação na língua deles?, explica Silvia. Além disso, também são repassadas orientações para quem pretende iniciar ou continuar um curso ou revalidar o diploma conquistado no país de origem.

 

No momento, devido à pandemia, o Ceim está trabalhando por teleatendimento pelos fones (41) 3224-1979/3223.7608, ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Três meses após primeiros casos, Covid-19 acelera no Paraná

O Paraná completa nesta sexta dia 12, três meses da confirmação dos primeiros casos de coronavírus em um momento de alerta no que se refere ao combate à doença no Estado. A curva da infecção acelerou consideravelmente, especialmente nos últimos 30 dias.

 

Segundo o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, no dia 12 de maio eram 1.906 casos confirmados e 113 óbitos em decorrência da Covid-19. Já o levantamento desta quinta-feira revela 8.457 infectados, um aumento de 344%. O número de residentes no Paraná que perderam a vida aumentou 148%, chegando a 280 mortes. Os recuperados somam 2.887 pessoas.

 

Apenas no mês de junho foram 3.779 confirmações (ou 44% do total) e 99 mortes (35%), o que fez o governador Carlos Massa Ratinho Junior reforçar a orientação para medidas de isolamento social e também sanitárias e preventivas, como uso de álcool gel, máscaras e evitar aglomerações.

 

"Respondemos a essa crise de maneira rápida, eficaz e responsável, mantendo o que precisava ficar aberto e recomendando isolamento social logo no começo da pandemia, o que manteve sob controle os índices", explicou o governador.

 

"Mas o monitoramento e tomadas de decisão são feitos diariamente. Contamos com apoio da população para ajudar a controlar a circulação do vírus, adotando medidas simples como o uso da máscara. Somente assim evitamos a adoção de uma atitude mais drástica", acrescentou.


CURVA

 

Os primeiros casos de Covid-19 no Paraná foram confirmados no dia 12 de março. Na ocasião, a Secretaria da Saúde registrou seis infecções, mas nenhum óbito.

 

Em abril, um mês depois, também de acordo com o boletim epidemiológico do órgão, passou para 738 casos e 30 mortes. Alcançou 1.906 casos e 113 mortes no dia 12 de maio, até chegar aos números atuais, de 8.457 casos e 280 falecimentos.

 

Secretário de Estado da Saúde, Beto Preto destacou que o Governo trabalha para reequilibrar os números, evitando assim a opção por um isolamento mais severo.

 

"Podemos tomar a medida de confinamento, o chamado lockdown, se for necessário, apesar de todo o trabalho para que isso não aconteça. Daqui a pouco vamos ter mais pessoas internadas, mais leitos ocupados, mais gente procurando as unidades de saúde. O sistema pode, sim, colapsar se a curva continuar neste ritmo de crescimento", ressaltou.

 


ISOLAMENTO

 

O secretário da Saúde, no entanto, segue apostando no isolamento social como fator decisivo para se evitar o lockdown em algumas regiões do Paraná. "O momento é de exercer o isolamento domiciliar e o distanciamento social como verdadeiros remédios para essa pandemia", afirmou.

 


CIDADES

 

Nesta quinta-feira (11), a doença alcançou 295 cidades, ou 74% do Estado. De acordo com a divisão regional da Secretaria da Saúde, Curitiba e RMC (2ᵃ Regional) concentram 2.758 casos, com 996 recuperados e 109 óbitos, maior registro absoluto.

 

A segunda área em incidência é a de Cascavel (10ᵃ), com 1.189 casos, 242 recuperados e 14 óbitos, e a terceira é a de Londrina (17ᵃ), com 942 casos, 251 recuperados e 47 óbitos.

 


LEITOS

 

O Paraná mantém uma taxa controlada de ocupação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para adultos, atualmente de 51%, e de enfermarias, também para adultos, de 30%.

 

Em relação a UTIs, o maior índice de ocupação está na macrorregião Oeste, que abriga Cascavel, Pato Branco e Foz do Iguaçu, entre outros municípios. A taxa é de 67%. Já em relação a enfermarias, a macrorregião Leste, responsável pelo Litoral e Região Metropolitana de Curitiba, apresenta ocupação de 37%.

 


NACIONAL

 

Apesar do aumento considerável no número de mortes e casos confirmados nos últimos dias, o Paraná segue com o menor índice de incidência da doença do País.

 

De acordo com levantamento do Ministério da Saúde divulgado na quarta-feira (10), o Estado apresenta uma taxa de 74 por 100 mil habitantes, seguido por Minas Gerais com 87,1. Já os demais estados da Região Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, apresentam 180,8 por 100 mil habitantes e 124,5 por 100 mil habitantes respectivamente. (Com AEN)

 

 

 

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