Paraná reduz feminicídios em 15% com políticas de enfrentamento à violência

O Paraná reduziu em 15% o total de feminicídios neste ano, quando considerado o período de janeiro a novembro e comparado com o mesmo intervalo de tempo do ano passado (de 93 para 79). Os dados são da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) e refletem resultados de políticas de enfrentamento à violência contra a mulher com ações preventivas e de conscientização. 

Uma das práticas diretas que possibilitaram a  redução é o programa Mulher Segura da Sesp, lançado em 2023 para combater a violência contra as mulheres com conscientização, proteção e mitigação de riscos por meio de palestras e visitas de patrulhas policiais às mulheres nas comunidades.

“O feminicídio é um crime que nasce de uma cultura de violência e desigualdade, e só será enfrentado com a presença firme do Estado e a mudança de comportamento da sociedade. No Paraná, nós tratamos esse problema com seriedade, unindo repressão, prevenção e conscientização. É assim que se salva vidas: agindo antes, protegendo quem precisa e deixando claro que a violência contra a mulher não será tolerada”, afirma o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

As palestras do Mulher Segura abordam focos principais: a “Mulher Segura”, voltada ao público misto com conceitos sobre violência contra a mulher, o ciclo da violência e o termômetro da violência, explorando as diversas formas de violência contra as mulheres com apresentação baseada em situações cotidianas. Em outra frente, a palestra “De Homem Para Homem” de engajamento do público masculino, com o mesmo teor. Além delas ainda há a palestra "Mulher Segura para Adolescentes”.

A Patrulha Maria da Penha, da PMPR, é a responsável pelas visitas às comunidades para o contato direto com as mulheres. Ela faz o atendimento pós delito com base nos boletins de ocorrência, registrados tanto na PMPR como na PCPR, quanto nas denúncias, que podem ser anônimas, pelo canal 181 Disque Denúncia. Ainda faz visitas para fiscalizar o cumprimento de medidas protetivas determinadas pelo Poder Judiciário.

De acordo com o coordenador do programa Mulher Segura na Sesp, coronel Dalton Perovano, o número de palestras nas comunidades tem aumentado significativamente. “O que faz crescer os fatores de proteção e diminuir os fatores de risco”, explica. Ele afirma ainda que a Patrulha Maria da Penha faz “revisitas” periódicas para acompanhar as mulheres em situações de vulnerabilidade, o que inibe reincidências e reforça a presença policial nas comunidades. 

As palestras do programa Mulher Segura podem ser solicitadas por quaisquer segmentos da sociedade: empresas, igrejas, colégios (Ensino Médio), sindicatos, associações ou órgãos públicos de todas as esferas. As informações para a solicitação estão no site da Sesp. Basta preencher os dados e escolher a palestra, com a data e o horário de interesse.

PREVENÇÃO – O Estado tem diversas frentes no combate à violência contra a mulher. A Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi) atua tanto no enfrentamento à violência contra a mulher por meio de ações de prevenção, articulação institucional, quanto no acolhimento às vítimas, em parceria com municípios e órgãos da rede de proteção.

De acordo com a secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte, os resultados aparecem quando o enfrentamento à violência é tratado como prioridade de Estado. “Não podemos aceitar o medo como rotina, nem o silêncio como resposta. Combater a violência é proteger vidas, fortalecer políticas públicas e agir antes que seja tarde. Não são apenas números. São crimes evitáveis. São vidas que podemos salvar”, afirmou.

Na prevenção, a Semipi desenvolve campanhas, ações educativas e apoio ao planejamento municipal de políticas públicas, incentivando a atuação integrada dos serviços locais. A secretaria também atua na promoção do Selo ABNT Práticas Antiviolência contra as Mulheres, iniciativa voltada a orientar organizações públicas e privadas na adoção de protocolos de prevenção, acolhimento e encaminhamento de situações de violência no ambiente institucional e de trabalho. 

Entre as ações de mobilização social, está a Caminhada do Meio-Dia, voltada à conscientização sobre a violência contra a mulher. No acolhimento, a Semipi coordena o Programa Recomeço, que reúne o Auxílio Social da Mulher Paranaense, as Casas de Acolhimento Regionalizado e ações de apoio à autonomia econômica, por meio da Casa da Mulher Paranaense e do incentivo à empregabilidade, como estratégia para o rompimento do ciclo da violência.

 

 

 

 

 

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 PIB do Paraná cresce 2,9% nos três primeiros trimestres, acima da média nacional

O Produto Interno Bruto (PIB) paranaense cresceu 2,9% no acumulado dos três primeiros trimestres de 2025, em comparação a idêntico intervalo de 2024. Essa taxa é superior à variação real do PIB brasileiro no mesmo período, que atingiu 2,4%.

 Os números foram apresentados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) nesta quarta-feira (17).

A agropecuária foi o setor que registrou a maior expansão no Estado, da ordem de 12,8%, acompanhada por serviços (2,4%) e indústria (0,3%). Em valores monetários, o setor primário paranaense gerou R$ 72 bilhões, enquanto as atividades industriais e de serviços foram responsáveis por R$ 139 bilhões e R$ 308 bilhões, respectivamente, no período de janeiro a setembro deste ano.

No cômputo geral, incluindo os impostos, o PIB do Paraná alcançou R$ 585 bilhões no acumulado dos nove primeiros meses de 2025, subindo para R$ 762 bilhões quando é considerado um período exato de 12 meses (de outubro de 2024 a setembro de 2025). Esse último valor corresponde a 6,1% do total nacional, acima, por exemplo, da participação de 5,6% do Estado na população brasileira, o que é indicativo do maior adensamento econômico do Paraná.

Segundo Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, os últimos resultados comprovam a boa conexão entre os agentes econômicos locais e as políticas do Governo do Estado. “No Paraná, registramos crescimento econômico mesmo em um contexto de altas taxas de juros, grandes intempéries climáticas e restrições impostas pelo mercado internacional, demonstrando que a política de desenvolvimento do Estado, calcada em investimento público em infraestrutura e atração de capitais produtivos privados, está na direção correta”, afirma.

Na mesma linha, o secretário do Planejamento do Estado, Ulisses Maia, destaca o dinamismo paranaense. “Quando percorremos o Estado, observamos inúmeras obras em curso, seja no setor público ou nas expansões do setor privado, e um elevado nível da atividade econômica, ampliando o mercado de trabalho”, diz.

Esse indicador foi alcançado também diante de um nível muito grande de ocupação. A taxa de desemprego no Paraná está em 3,5% (terceiro trimestre de 2025), a sexta menor do País e bem abaixo da média nacional, de 5,6%. Essa também é a segundo menor taxa da história do Estado (atrás apenas de 3,2% do quarto trimestre do ano passado) e a melhor taxa para um terceiro trimestre desde 2012, quando iniciou o mapeamento do IBGE.

 

 

 

 

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 Paraná amplia lista de remédios para saúde mental fornecidos nas farmácias do SUS

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde, vai ampliar a oferta à população de medicamentos para a saúde mental pela rede do Sistema Único de Saúde (SUS) em nível ambulatorial – o que envolve pacientes que passam por consultas em atenção primária, por exemplo.

Os fármacos são destinados ao tratamento de ansiedade, depressão e esquizofrenia e representam um investimento que soma R$ 30 milhões por ano. A previsão é que os medicamentos estejam disponíveis nas farmácias do SUS no primeiro semestre de 2026. Eles serão fornecidos apenas sob prescrição.

A inclusão dos novos fármacos foi distribuída entre os componentes básico e especializado da assistência farmacêutica. No Componente Básico, passam a ser ofertados o escitalopram, sertralina e venlafaxina, indicados para tratamento de transtornos depressivos e de ansiedade. Foi incluída também a naltrexona, indicada para o tratamento da dependência ou transtorno por uso de álcool e opioides. Já no Componente Especializado, foram incorporados o zuclopentixol e a paliperidona, destinados ao tratamento complementar da esquizofrenia e do transtorno esquizoafetivo.

As medidas foram estabelecidas pela Secretaria da Saúde em parceria com a Associação Paranaense de Psiquiatria. A aquisição será realizada pelo Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e também pelo Consórcio Paraná Saúde, com transferência de recursos do Estado.

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, destacou a atualização da rede paranaense. "O ano de 2025 marca uma mudança na abordagem terapêutica da saúde mental no Paraná. Junto à Associação Paranaense de Psiquiatria, estruturamos um novo rol de medicamentos, elevando a qualidade terapêutica no SUS. Com essa atualização, estamos garantindo que o tratamento moderno chegue a todos os pacientes do Estado”, afirma.

REDE – A ampliação na oferta medicamentosa se soma à robusta rede de atendimento de saúde mental do Estado. Quem precisa do serviço deve procurar primeiramente uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

A identificação de pacientes e encaminhamentos também ocorrem por meio dos Consultórios na Rua, Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Equipes Multiprofissionais dos Ambulatórios na Linha de Cuidado em Saúde Mental, Equipes Multiprofissionais de Atenção Especializada em Saúde Mental (eMAESM), leitos de referência em saúde mental dos hospitais gerais e os leitos de psiquiatria em hospitais especializados.

Atualmente, integram esse atendimento: 160 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) em suas diferentes modalidades; 45 ambulatórios; 73 leitos de saúde mental em hospital geral e 1.651 leitos em hospitais especializados em psiquiatria; 14 serviços residenciais terapêuticos; 41 equipes Multiprofissionais de Atenção Especializada em Saúde Mental (eMAESM); 7 Serviços Integrados de Saúde Mental (SIMPR), que é a conjunção de um Caps AD III e uma Unidade de Acolhimento (UA) de âmbito regional; e 6 Unidades de Acolhimento (UA).

Em situações de urgência ou emergência, o atendimento pode ocorrer diretamente em Unidades de Pronto Atendimento (UPA), pelo SAMU, em prontos-socorros ou Caps, com posterior continuidade do cuidado no território de origem do paciente.

 

 

 

 

 

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 Viagem segura no recesso: cuidados protegem vidas e evitam sobrecarga de hospitais

Com a proximidade das festas de final de ano e período de férias, a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) reforça a importância do planejamento para viagens mais seguras.

O aumento previsível e concentrado do fluxo de veículos nas rodovias eleva a incidência de acidentes e traumas graves, tornando ainda mais essencial a adoção de comportamentos preventivos que preservam vidas.

Essas ocorrências podem gerar uma demanda adicional por atendimentos de urgência e emergência que precisa ser absorvida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) do Paraná, sobrecarregando os serviços e impactando o atendimento de outras necessidades de saúde da população.

A dimensão do desafio é evidenciada por dados operacionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Durante o período de Natal e Ano Novo de 2024 (de 20 de dezembro a 1º de janeiro), foram registrados 262 acidentes nas rodovias federais do Paraná. Esses sinistros resultaram em 264 pessoas feridas e 23 óbitos.

Os reflexos da violência no trânsito também são percebidos na rede hospitalar, que acolhe vítimas de diferentes graus de gravidade. No 1º semestre de 2025, as rodovias federais do Paraná registraram 3.636 sinistros, com 4.017 feridos. Foram 302 óbitos nas estradas nos primeiros seis meses do ano, o que representa crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período de 2024.

No trimestre de julho a setembro de 2025, a PRF contabilizou mais 151 mortes. Assim, de janeiro a setembro, foram 453 vidas perdidas em rodovias federais do Estado.

Os acidentes de trânsito estão entre as principais causas de atendimentos por trauma, exigindo equipes especializadas e leitos hospitalares. Dados da Sesa mostram que, de janeiro a outubro de 2025, o Paraná registrou mais de 22 mil procedimentos relativos a traumas, com custo superior a R$ 39,5 milhões. Esse volume representa uma média mensal de 2.226 procedimentos e demonstra o esforço permanente do sistema de saúde para cuidar de pessoas feridas.

"A atenção redobrada nas estradas é, portanto, uma estratégia de cuidado coletivo. A prevenção no trânsito é uma forma de cuidado com a saúde e com a vida. Cada escolha responsável evita perdas irreparáveis, protege famílias inteiras e contribui para que o sistema de saúde preserve sua capacidade de resposta às diferentes necessidades da população. Quando falamos em segurança nas rodovias, estamos falando de respeito ao outro e de compromisso com a vida”, destacou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

A redução de acidentes passa, necessariamente, pela atenção à saúde física e mental de quem dirige. Longas viagens potencializam fatores como fadiga, privação de sono, desidratação e estresse, que reduzem a capacidade cognitiva e o tempo de reação — elementos essenciais para chegar ao destino em segurança.

Para que as viagens de férias ocorram sem tragédias e com mais cuidado coletivo, a Secretaria apresenta um guia de prevenção baseado em condutas responsáveis

Dicas:

Foco no percurso – O uso de celulares, GPS ou tablets desvia a atenção visual e cognitiva da via, especialmente em rodovias onde a condução ocorre em velocidades mais elevadas. A orientação é manter atenção exclusiva na estrada, pois nessas condições, alguns segundos de distração são suficientes para reduzir drasticamente o tempo de reação e podem ser decisivos para a vida de quem está no veículo, assim como de outros usuários da rodovia.

Álcool e direção – Dirigir sob efeito de álcool compromete o julgamento, a coordenação motora e a percepção de risco. A recomendação é clara, tolerância zero ao álcool para quem vai conduzir como forma de proteger a própria vida e a de terceiros.

Fadiga – Cansaço extremo e sono insuficiente reduzem a atenção e o tempo de resposta, sendo comparáveis à direção sob efeito de substâncias. Dormir de 7 a 8 horas antes da viagem e respeitar os horários naturais de descanso são atitudes fundamentais de autoproteção.

Hidratação e pausas – Paradas a cada duas ou três horas ajudam a combater a desidratação, o estresse e a perda de atenção. Alongar-se, caminhar e manter alimentação leve contribuem para um estado de alerta adequado durante todo o percurso. Ao adotar essas medidas durante as viagens, o motorista contribui com trajetos mais seguros, protegendo a família e todos que compartilham as rodovias neste período de férias. Com isso, ajuda a evitar a lotação dos serviços do SUS.

VIDA NO TRÂNSITO – O trabalho de vigilância e prevenção de lesões e mortes no trânsito faz parte do Programa Vida no Trânsito (PVT), uma iniciativa que busca tornar ruas e rodovias mais seguras para todos. O programa atua na identificação dos principais fatores de risco e no desenvolvimento de ações voltadas à redução de acidentes, feridos e óbitos, com foco na preservação da vida.

No Paraná, a Secretaria da Saúde instituiu, em 2013, a Comissão Estadual Intersetorial de Prevenção de Acidentes e Segurança no Trânsito, responsável por coordenar o Programa Vida no Trânsito no Estado. A coordenação é compartilhada entre a Sesa e o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran/PR), reunindo diferentes áreas para atuar de forma integrada na promoção de um trânsito mais seguro.

A comissão é formada por profissionais e instituições de diferentes setores e trabalha com base em dados, educação e orientação à população, com o objetivo de reduzir mortes e lesões no trânsito e fortalecer a cultura de cuidado e responsabilidade nas vias.

Atualmente, 14 municípios paranaenses participam do Programa Vida no Trânsito: Araucária, Campo Mourão, Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Londrina, Maringá, Paranaguá, Paranavaí, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Toledo e Umuarama. Juntos, esses municípios concentram cerca de 44% da população do Paraná, o que amplia o alcance das ações de prevenção e reforça a importância do engajamento da população para a redução de mortes e lesões no trânsito.

 

 

 

 

 

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 Paraná tem maior média salarial do Sul e Sudeste entre trabalhadores com mais de 60 anos

O salário médio dos trabalhadores paranaenses com 60 anos ou mais de idade atingiu R$ 4.284 mensais em 2024. Esse valor é o maior entre os estados das regiões Sul e Sudeste, superando São Paulo (R$ 4.198), Rio de Janeiro (R$ 4.190), Santa Catarina (R$ 4.074), Rio Grande do Sul (R$ 3.897), Espírito Santo (R$ 3.627) e Minas Gerais (R$ 2.892). Também está acima da média nacional, que alcançou R$ 3.672 mensais.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual do IBGE, divulgada há algumas semanas, e foram levantados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

Em 2019, entre as sete Unidades da Federação do Sul e Sudeste do País, o Paraná ocupava apenas a quarta posição, com o rendimento médio do trabalho dos ocupados com 60 anos ou mais de idade atingindo R$ 3.761. Estava atrás de Rio de Janeiro (R$ 4.991), São Paulo (R$ 4.346) e Rio Grande do Sul (R$ 4.312)

Outro fator relevante é que houve um aumento real, já com o desconto da inflação, da ordem de 13,9% no período na remuneração no Paraná, enquanto a remuneração média nacional dessa mesma faixa etária apresentou queda real de -1,0% (de R$ 3.708 para R$ 3.672). Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul também tiveram quedas na média salarial nos últimos anos.

A pesquisa do IBGE aponta ainda que o Paraná saltou de 369 mil ocupados com 60 anos ou mais de idade em 2019 para 473 mil em 2024. De maneira geral, o Estado tem mais de 6 milhões de pessoas com ocupação.

De acordo com Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, o aquecimento do mercado de trabalho local, envolvendo todas as faixas de idade, explica a elevação da média salarial. “Em razão do dinamismo econômico do Estado, os trabalhadores paranaenses, incluindo as pessoas com 60 anos ou mais de idade, vêm obtendo ganhos salariais relevantes, o que eleva a condição de bem-estar da população”, explica.

Já o secretário do Planejamento, Ulisses Maia, lembra que as empresas valorizam a experiência nos seus quadros de colaboradores. “O conhecimento dos trabalhadores mais experientes contribui sobremaneira para o êxito dos empreendimentos”, afirma.

 

 

 

 

 

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