Garçom é morto por policiais que teriam confundido guarda-chuva com arma

Um garçom de 26 anos foi morto com três tiros disparados por policiais militares enquanto aguardava a mulher e os dois filhos na favela Chapéu Mangueira, no Leme, zona sul do Rio, por volta das 19h30 desta segunda dia 17.

 

Ele segurava um guarda-chuva fechado que, segundo moradores, os policiais confundiram com uma arma. Em nota, a Polícia Militar afirma que PMs em patrulhamento foram atacados e, ao revidar, atingiram a vítima.

 

Rodrigo Alexandre da Silva Serrano estava na Ladeira Ary Barroso, próximo ao Bar do David, aguardando a mulher, com quem era casado havia sete anos, e os dois filhos, um de 4 anos e outro de 7 meses. Serrano usava um canguru, acessório para carregar bebês junto ao peito, e segurava um guarda-chuva fechado numa das mãos.

 

 

A mulher e os filhos estavam chegando à favela em uma lotação e encontrariam Serrano nesse ponto de encontro, para seguirem juntos para casa. Ele foi atingido no peito, no quadril e na perna. Chegou a ser levado ao hospital Miguel Couto, no Leblon, zona sul, mas chegou morto.

 

Outro homem que estava próximo do garçom também foi baleado pela PM, mas sobreviveu. Jonatas da Silva Rodrigues, de 21 anos, foi atingido de raspão nas costas, levado ao mesmo hospital e liberado ainda durante a madrugada desta terça dia 18.

 

Segundo a PM, uma guarnição do Grupamento Tático de Polícia de Proximidade (GTPP) foi atacada a tiros quando passava pela ladeira e revidou, atingindo as vítimas. O caso foi registrado pela 12ª DP (Copacabana) como auto de resistência, quando há reação da vítima a uma abordagem policial. Por isso não foi encaminhado à Delegacia de Homicídios da capital. (Com Estadão Conteúdo)

 

 

 

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Agulhas escondidas em morangos causam medo e deixam país em alerta

Consumidores de morango vendidos na Austrália e na Nova Zelândia estão preocupados depois de várias pessoas encontrarem agulhas dentro das frutas.

 

Os casos, registrados em todos os seis Estados australianos na semana passada, obrigaram os produtores da fruta a adotarem o uso de detectores de metal.

 

O governo de Queensland, onde ocorreram os primeiros casos, ofereceu 100 mil dólares australianos (R$ 300 mil) para quem tiver informações que ajudem a localizar e prender os responsáveis por inserir as agulhas nas frutas.

 

Seis diferentes produtoras de morangos vendidos no dois países – Donnybrook Berries, Love Berry, Delightful Strawberries, Oasis, Berry Obsession e Berry Licious – fizeram um recall e retiraram todos os lotes de seus produto dos mercados até que a situação seja esclarecida.


Apesar da gravidade da situação, não há relatos de pessoas que tenham se ferido ao comer as frutas.

 

O Ministro de Saúde da Austrália, Greg Hunt, ordenou que a agência federal responsável por supervisionar a segurança alimentar investigue a forma como a crise das agulhas foi conduzida.

 

 

Ele também ordenou que a Food Standards Australia New Zealand, órgão governamental responsável pelo desenvolvimento de padrões alimentares para os dois países, determine se há falhas na cadeia de distribuição que devem ser corrigidas.

 

“O trabalho é muito, muito claro. Proteger o público e mantê-los a salvo”, disse Hunt à Australian Broadcasting Corp, rede de televisão pública da Austrália.

 

As duas principais distribuidoras de alimentos da Nova Zelândia, Foodstuffs e Countdown, anunciaram que deixaram de comercializar os morangos australianos até que a crise seja resolvida.

 

A Nova Zelândia importa morangos da Austrália de abril a setembro, quando não estão na época de produção no país. As duas empresas disseram que em breve poderão reabastecer as prateleiras do mercados com produtos locais.

 

O vice-presidente da Associação de Produtores de Morango de Queensland, Adrian Schultz, afirmou que este caso único de “terrorismo comercial” deixou esta multimilionária indústria em uma posição de fragilidade. “Estou bravo por todas os associados, pelos fazendeiros, por seus fornecedores, pelos empacotadores e pelos caminhoneiros e suas famílias que repentinamente perderam seus empregos”, disse Schultz. “(O impacto da crise) é algo de longo alcance.”

 

Coles e Aldi, as duas principais redes de mercados da Austrália, também retiraram os morangos de suas prateleiras em quase todo o país – a única exceção são as lojas na Austrália Ocidental – por prevenção.

 

A polícia da Austrália Ocidental anunciou, no entanto, que o primeiro caso suspeito de contaminação por agulhas relatado na região foi em um lote de frutas cultivadas localmente. Um homem da cidade de York informou para as autoridades que encontrou as agulhas na pia de sua cozinha depois de lavar as frutas.

 

Este caso ocorreu depois que uma menina de sete anos moradora do Estado da Austrália Meridional encontrou, no sábado, agulhas em frutas que também foram produzidas na Austrália Ocidental.

 

O secretário de Saúde da Austrália Ocidental, Roger Cook, afirmou que as agulhas podem ter sido inseridas nos morangos depois que chegaram na Austrália Meridional.

 

O presidente da Associação de Produtores de Morango da Austrália Ocidental, Neil Handasyde, afirmou que os produtores locais receberam pedidos de grandes varejistas e de seguradoras para escanearem as frutas para localizar agulhas ocultas.

 

“Do ponto de vista da indústria, temos certeza (que as agulhas) não vêm das fazendas, mas estamos tentando retomar a confiança dos consumidores para que eles saibam que quando comprarem morangos não haverá nada além de morangos na embalagem e que eles são seguros para a alimentação”, disse Handasyde para a emissora ABC.

 

“Estamos buscando muitas maneiras diferentes de lidar com essa questão. Já foram comprados detectores de metal e estamos estudando o uso de embalagens à prova de adulteração”, explicou.

 

Handasyde disse que pagou cerca de 20 mil dólares australianos (R$ 60 mil) por um detector de metal que está usando em sua própria fazenda. (Com Estadão Conteúdos)

 

 

 

Preço da gasolina nas refinarias é mantido na máxima de R$ 2,2514

A Petrobras anunciou a manutenção do preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias em R$ 2,2514 para a terça, dia 18.

 

Com isso, o combustível permanece na máxima histórica desde que a estatal passou a divulgar o preço médio diariamente em seu site, em 19 de fevereiro.

 



Já o preço do diesel permanece em R$ 2,2964, conforme tabela disponível no site da empresa.

 

Em 6 de setembro, a diretoria da companhia anunciou que além dos reajustes diários da gasolina, terá a opção de utilizar um mecanismo de proteção (hedge) complementar. (Com Estadão Conteúdo)

 

 

 

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O preço do milho deve subir mais?

O mercado internacional de milho deve seguir impactado pelos números divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), segundo o analista Paulo Molinari, da consultoria Safras & Mercado. A entidade norte-americana elevou a projeção da safra 2018/2019 do cereal para 376 milhões de toneladas nos EUA, com produtividades recordes.

 

Para os estoques americanos, o órgão elevou de 40 milhões de toneladas para 45 milhões de toneladas, número ainda abaixo do estoque atual, de 51 milhões de toneladas. Para os estoques mundiais do grão, o USDA projeta algo em torno de 157 milhões de toneladas, quantidade mais baixa desde 2013.

 

Outro fator que segue no radar é que o presidente dos EUA, Donald Trump deve oficializar novas tarifas para US$ 200 bilhões de produtos chineses. A situação pode acentuar dificuldades de escoamento para a safra de soja norte-americana e complicar também o ritmo de colheita do milho.

 

No Brasil, o mercado interno do grão tem em setembro certa acomodação, devido à maior fixação das vendas por parte dos produtores rurais. Após essa pressão da comercialização, o mercado pode voltar a criar ambiente de alta interna.

 

As exportações estão estimadas em 4 milhões de toneladas em setembro, totalizando 11 milhões de toneladas no acumulado do ano. A expectativa é que os embarques sejam menores, entre 20 milhões de toneladas e 25 milhões de toneladas, devido à diminuição da safra.

 


A área do ciclo 2018/2019 de milho deve ser menor, puxada pelos altos preços da soja. Para o primeiro semestre de 2019, há grandes preocupações com concentração logística. (Com Canal Rural)

 

 

 

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Eleições 2018: voto nulo e branco é o mais forte em 16 anos

Falta menos de um mês para as eleições de 2018 e 13% dos eleitores afirmam estar dispostos a anular seu voto ou votar em branco para presidente.

 

Os dados são da pesquisa Datafolha divulgada na última sexta dia 14.



Segundo destaca a Folha de S. Paulo, o voto nulo e branco é o mais forte em 16 anos. E mais da metade dos eleitores estão convictos da decisão, dos que optam pelo voto nulo ou branco, 61% dizem que não mudarão de opinião.

 

O índice é bem superior ao encontrado em pesquisas Datafolha feitas cerca de um mês antes das eleições de 2014, 2010, 2006 e 2002 — era 6% em 2014 e 4% nas demais.

 

 

Nas eleições de 2014, 9,6% dos eleitores de fato anularam ou votaram em branco. Em 2010, foram 7%. A parcela de votos nulos e brancos pode ser superior, segundo o levantamento.

 

O diretor do Datafolha, Mauro Paulino, considera que o alto índice de intenções de voto nulo ou branco —e de convicção— revela uma “manifestação de descontentamento dos eleitores, de não se sentirem contemplados pela oferta de candidatos e de partidos que está aí”.

 

“O que a gente tem até aqui mostra ser grande a probabilidade que a gente tenha uma taxa de brancos e nulos maior do que nas últimas eleições”, diz Paulino.

 

 

 

Quadro de saúde de Bolsonaro é estável

O quadro de saúde do candidato a Presidência da República, Jair Bolsonaro, é estável de acordo com boletim médico divulgado há pouco pelo Hospital Israelita Albert Einstein, onde ele permanece internado na Unidade Semi-intensiva.

 

Ele continua sem febre, com a função intestinal em recuperação e alimentação exclusivamente por meio de sonda, sem alimentação oral. Segundo os médicos, Bolsonaro continua fazendo exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular. Também estão sendo aplicadas medidas de prevenção de trombose venosa.

 

Na tarde desse domingo dia 16, o candidato recebeu alta dos tratamentos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), quando passou a receber cuidados semi-intensivos. Ele estava na UTI desde a última quarta dia 12,, quando foi submetido a uma cirurgia de emergência para tratar uma aderência que obstruía o intestino delgado. Antes das complicações, os médicos haviam começado a reintroduzir a alimentação por via oral.

 

Bolsonaro recebeu uma facada durante ato de campanha no último dia 6, em Juiz de Fora (MG). Após ter sido atendido na Santa Casa da cidade, onde chegou a passar por uma cirurgia, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na manhã do dia 7. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

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Justiça Eleitoral tem até hoje para analisar registros dos candidatos

A 20 dias do primeiro turno das eleições, termina nesta segunda dia 17 o prazo para juízes eleitorais, desembargadores de tribunais regionais eleitorais (TREs) e ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisarem os registros de todos os candidatos nestas eleições.

 

Os candidatos a presidente são registrados no TSE; os candidatos a governador, senador, deputado federal e deputado estadual/distrital são registrados nos TREs. Este ano, cerca de 28.880 cidadãos de 35 partidos políticos ou coligações apresentam-se como candidatos.

 

Prestação de contas

 

Com regras mais rígidas para coibir a utilização de recursos ilícitos, por exemplo, como o caixa 2, servidores trabalham no recebimento e análise das prestações de conta de campanha.

 

Com o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, em 15 de agosto, a Justiça Eleitoral também passa a ser demandada com o ajuizamento de representações em que candidatos pleiteiam direito de resposta ao apontar supostas ofensas cometidas por outros candidatos. Tais pedidos são analisados por magistrados responsáveis pela propaganda, mas recursos podem ser apresentados para que o colegiado se pronuncie sobre a matéria.

 

Depois das eleições, a Justiça Eleitoral tem até o dia 15 de dezembro para julgar a prestação de contas dos candidatos eleitos. E 19 de dezembro é o último dia para a diplomação de todos os vencedores.

 

Números

 

Nesta segunda-feira, o TSE divulgou alguns números que dão ideia da dimensão do trabalho para deixar tudo pronto até o dia 7 de outubro. Este ano, para viabilizar o voto de mais de 147 milhões de eleitores em cada um dos 5.570 municípios e em 171 localidades no exterior, a Justiça Eleitoral terá 15,4 mil servidores e colaboradores, 2.645 juízes eleitorais e também com um batalhão de aproximadamente dois milhões de voluntários, que atuarão como mesários.

 

Sobre o total de urnas eletrônicas, no primeiro turno, serão 556 mil distribuídas em mais de 480 mil seções eleitorais. No Brasil, a menos que haja algum problema na urna da seção e na substituta, não há votação em cédula de papel. Em um esforço logístico, urnas são levadas a locais remotos, como comunidades ribeirinhas amazônicas e aldeias indígenas, e de lá, ao fim do pleito, os votos são transmitidos por satélite às sedes dos tribunais regionais eleitorais. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Mais de 2,6 milhões de contribuintes recebem na segunda dia 17, o crédito referente ao quarto lote de restituições do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) de 2018. O valor total liberado é R$ 3,3 bilhões.

Mais de 2,6 milhões de contribuintes recebem na segunda dia 17, o crédito referente ao quarto lote de restituições do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) de 2018. O valor total liberado é R$ 3,3 bilhões.

 

A consulta ao quarto lote foi aberta no último dia 10. O lote também contempla restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

 

As restituições são corrigidas pela Selic (juros básicos da economia) acumulada desde o mês de entrega da declaração até setembro deste ano. A correção varia de 3,15% - para as declarações entregues em maio deste ano - até 105,27% para os contribuintes que estavam na malha fina desde 2008.

 

Do valor total creditado, R$ 219,3 milhões são destinados a contribuintes com prioridade: 4.863 idosos acima de 80 anos, 36.308 entre 60 e 79 anos, 5.490 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 18.409 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

 

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone, número 146.

 

A restituição ficará disponível no banco durante um ano.

 

Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet - mediante o Formulário Eletrônico ? Pedido de Pagamento de Restituição - ou diretamente na página da Receita, no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

 

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá entrar em contato pessoalmente com qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

 

 

 

TSE divulga arrecadação dos candidatos à Presidência da República

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou no sábado (15) nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República.

 

Entre os candidatos, o com maior arrecadação, até o momento, foi Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) foram oriundos do Fundo Eleitoral. O financiamento coletivo do candidato representou 0,08% das verbas arrecadadas.

 

A segunda maior arrecadação foi a do candidato Henrique Meirelles (MDB), que declarou R$ 45 milhões em receitas até o momento. Todo o recurso veio de fontes próprias, ou seja, do próprio candidato.

 

A terceira maior declaração foi a do PT, cuja candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi substituída por Fernando Haddad. Foram movimentados R$ 20,6 milhões em receitas. A quase totalidade, R$ 20 milhões (97,1%), veio do Fundo Eleitoral. Por meio de financiamento coletivo foram arrecadados R$ 598 mil.

 

Ciro Gomes (PDT) vem na quarta posição, com R$ 16,1 milhões recebidos, todo do Fundo Eleitoral.

 

Marina Silva arrecadou R$ 7,2 milhões. Da soma de verbas, R$ 6,1 milhões vieram de doações do Fundo Eleitoral; R$ 260 mil foram de financiamento coletivo e o restante de 21 doadores.

 

Álvaro Dias (Podemos) declarou ter recebido R$ 5,2 milhões. Deste total, R$ 3,2 milhões (62,5%) foram oriundos do Fundo Eleitoral e 37,9% de doações diversas. A iniciativa de financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,63% do total.

 

Guilherme Boulos (PSOL) recebeu até agora R$ 5,99 milhões, sendo R$ 5,97 milhões provenientes do Fundo Eleitoral. O restante foi arrecadado por meio de financiamento coletivo.

 

João Amoêdo (Novo) recebeu até o momento R$, 2,6 milhões. Deste total, R$ 1,2 milhão foi recebido do Fundo Eleitoral; R$ 308 mil de financiamento coletivo e o restante de doadores.

 

José Maria Eymael (PSDC) levantou R$ 849 mil do Fundo Eleitoral.

 

Jair Bolsonaro (PSL) arrecadou R$ 688,7 mil. Desse total, quase a metade foi proveniente do Fundo Eleitoral (R$ 334,75 mil). Outra parcela de R$ 332,8 mil foi obtida por meio de financiamento coletivo.

 

Vera Lúcia (PSTU) declarou receitas no valor de R$ 401 mil, praticamente toda oriunda do Fundo Eleitoral. A candidatura levantou apenas R$ 1,8 mil por meio de financiamento coletivo. João Goulart Filho (PPL) levantou R$ 231,8 mil, sendo R$ 230 mil do Fundo Eleitoral e o restante R$ 1,8 mil de financiamento coletivo.

 

As informações podem ser obtidas por meio do sistema do Tribunal “Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais”. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Bandeira tarifária deve ficar vermelha até o fim do ano, prevê ONS

O diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Luiz Eduardo Barata, avaliou que a bandeira tarifária poderá continuar vermelha até o final do ano, apesar de reconhecer que a definição não é atribuição do órgão.

 

Isso deve ocorrer, segundo ele, porque, mesmo com o início do período chuvoso, as térmicas deverão continuar ligadas devido à escassez hídrica. Luiz Eduardo Barata participou do seminário O Futuro do Setor Elétrico Brasileiro: Desafios e Oportunidades, promovido nesta quinta-feira (13), no Rio de Janeiro, pela ABCE (Associação Brasileira de Companhia de Energia Elétrica).

 

A bandeira tarifária está vermelha desde junho.

 

De acordo com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. As cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custa mais ou menos por causa das condições de geração. A Aneel acredita que, com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

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Volkswagen deixará de fabricar em 2019 seu famoso Fusca

A Volkswagen anunciou nesta quinta dia 13, que em 2019 deixará de produzir definitivamente seu mítico Fusca, com dois últimos modelos para "celebrar a rica herança" de um carro que marcou a história do automóvel.

 

"A perda do Fusca, depois de três gerações e cerca de sete decênios, deverá provocar uma variada gama de emoções entre seus numerosos devotos", disse Hinrich Woebcken, CEO da Volkswagen América do Norte, que explicou que a empresa se concentrará em veículos maiores e nos carros elétricos.

 

No entanto, o executivo deixou aberta a possibilidade de que em algum momento o Fusca seja revivido. "Nunca diga nunca", afirmou.

 

A Volkswagen planeja oferecer dois modelos; um com teto e outro conversível. Ambos terão características semelhantes a versões anteriores e custarão 23.305 dólares ou mais, informou a a empresa.

 

O popular automóvel estreou no mercado americano no começo da década de 1950 e se popularizou maciçamente com o filme da Disney "Se Meu Fusca Falasse", lançado em 1968.

 

O "Beetle", como é chamado em inglês, deixou de ser vendido nos Estados Unidos em 1979, mas continuou sendo fabricado no México e no Brasil.

 

A Volkswagen o relançou nos Estados Unidos em 1997 com a versão "New Beetle".

 

A história do carro, entretanto, teve início no nazismo, quando foi criado pelo engenheiro austríaco Ferdinand Porsche com o apoio de Adolf Hitler. (Com Catve)

 

 

 

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