O Ministério da Educação (MEC) confirmou que os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 serão divulgados nesta sexta-feira (16). As notas individuais poderão ser consultadas na Página do Participante, no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os candidatos poderão conferir a nota da redação e a pontuação em cada área de conhecimento avaliada (linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; matemática e ciências da natureza).
O exame avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil. A partir da nota obtida, os estudantes podem se inscrever para vagas em universidades públicas ou bolsas de estudo por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As inscrições para os três processos seletivos ocorrem em períodos distintos, sendo um seguido do outro, nesta ordem cronológica: Sisu, Prouni e Fies.
Confira as datas:
- Sisu: inscrições entre os dias 19 e 23 de janeiro, exclusivamente pelo site;
- Prouni: inscrições de 26 a 29 de janeiro, exclusivamente pelo site;
- Fies: período de inscrições será divulgado posteriormente.
Treineiros
Para os chamados treineiros – candidatos que fizeram a prova, mas ainda não concluíram o ensino médio – o boletim individual do Enem 2025 será publicado posteriormente.
Por Agência Brasil
Uma mulher de 30 anos procurou a Polícia Militar de Cantagalo na noite desta quarta-feira (14) para denunciar ameaças de morte feitas pelo ex-marido, de 37 anos, contra ela e o filho do casal, de 11 anos.
Segundo a vítima, o ex-marido, que estava embriagado, levou o menino a um estabelecimento comercial e passou a afirmar repetidamente que mataria o filho e depois a mãe. A criança conseguiu fugir por uma janela dos fundos do local e correu até a casa da mãe para relatar a situação.
Diante da gravidade das ameaças, a mulher solicitou formalmente medida protetiva de urgência para si e para o filho.
Os Estados Unidos apreenderam nesta quinta-feira (15) o petroleiro "Veronica", que navegava com bandeira da Guiana, em mais uma ação contra a chamada "frota fantasma" da Venezuela no mar do Caribe. A operação foi conduzida por fuzileiros navais e marinheiros da Força-Tarefa Conjunta Southern Spear, que partiram do porta-aviões USS Gerald Ford.
ASSISTA AO VIDEO DA APREENSÃO DO PETROLEIRO AQUI
O Comando Sul do Exército norte-americano confirmou que a apreensão foi realizada sem incidentes. Em vídeo divulgado, é possível ver tropas descendo de helicóptero por cordas até o deck do navio. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que o "Veronica" integra a frota utilizada pelo regime venezuelano para burlar sanções impostas à indústria petrolífera do país.
"Como já demonstramos em múltiplas abordagens, não há como fugir ou escapar da justiça americana", declarou Noem nas redes sociais. Esta é a sexta apreensão de petroleiros ligados à Venezuela desde que o governo Trump impôs um bloqueio total ao petróleo venezuelano e assumiu a tutela dos ativos do país após a deposição declarada do ditador Nicolás Maduro.
A ação ocorre horas antes de um encontro entre o presidente Donald Trump e a opositora venezuelana María Corina Machado, marcado para esta tarde na Casa Branca. O movimento reforça a pressão internacional sobre o regime de Caracas e a estratégia norte-americana de estrangulamento econômico ao governo Maduro.
Uma discussão envolvendo a queima de folhas secas em um terreno culminou em uma briga com facões entre dois irmãos na noite desta quarta-feira (14) na comunidade Campo Verde, em Nova Laranjeiras. Os irmãos, de 42 e 43 anos, entraram em conflito após um desentendimento familiar em torno da fumaça gerada pela queima.
Segundo a Polícia Militar, a situação começou quando um casal ateou fogo a folhas no terreno, produzindo grande quantidade de fumaça. Um familiar pediu que a queima fosse interrompida, alegando que sua filha de um ano possui problemas respiratórios. Diante da recusa do casal, uma mulher de 23 anos tentou apagar o fogo por conta própria, o que levou a uma discussão generalizada e, em seguida, a uma luta corporal entre os dois irmãos armados com facões.
O Samu foi acionado e prestou atendimento no local, mas os dois envolvidos recusaram encaminhamento médico e optaram por não representar criminalmente um contra o outro no momento da abordagem.
A Polícia Militar orientou os envolvidos sobre os procedimentos legais e reforçou a importância do diálogo na resolução de conflitos de vizinhança. A corporação também alertou que a queima de resíduos para limpeza de terrenos pode configurar crime ambiental, conforme legislação local, além de representar risco à saúde pública e à convivência social.
Dois cavalos foram furtados de uma propriedade rural em Virmond, no Paraná. O crime foi registrado na manhã de quarta-feira (14) após o proprietário, um homem de 73 anos, constatar o desaparecimento dos animais, que pode ter ocorrido na noite do último domingo (11).
De acordo com o relato, os criminosos derrubaram parte da cerca da propriedade e arrancaram um palanque para facilitar a retirada dos cavalos. A vítima realizou buscas na região e consultou vizinhos, mas não obteve informações sobre o paradeiro dos animais.
Características dos cavalos furtados:
- Um cavalo de cor preta, com a letra “A” marcada no queixo;
- Um cavalo de cor “zaino" com a testa branca.
O caso será investigado pela Polícia Civil, que dará continuidade aos trabalhos para identificar e prender os responsáveis pelo furto.
Um VW Gol branco foi abordado pela Polícia Militar na tarde desta quarta-feira (14) no Centro de Palmital por apresentar uma série de irregularidades de trânsito. O fato ocorreu por volta das 17h44, na Rua Marechal Deodoro da Fonseca, após os policiais observarem o veículo emitindo ruído metálico e com a suspensão visivelmente rebaixada.
Durante a vistoria, foram constatadas diversas infrações:
- Pneus dianteiros com arame exposto, oferecendo risco à segurança;
- Vidros totalmente insufilmados sem certificação do Contran;
- Rodas aro 18 ultrapassando os para-lamas, fora das especificações permitidas;
- Licenciamento em atraso.
O condutor, um jovem de 21 anos, foi notificado conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e quitou os débitos de licenciamento no local. O carro foi liberado mediante assinatura de um termo regularizador, com a condição de ser apresentado posteriormente à PM após a correção de todas as irregularidades identificadas.
Uma motocicleta Honda CG de cor bordô foi apreendida na noite desta quarta-feira (14) em Palmital após a Polícia Militar constatar que o emplacamento não correspondia ao veículo. O fato ocorreu por volta das 21h15, durante patrulhamento de rotina na Rua Reinaldo Kruger, no bairro Parque Júnior.
A moto estava estacionada irregularmente na calçada e, ao consultar a placa, os policiais descobriram que ela pertencia a uma Honda XRE 300 vermelha. Durante a inspeção, verificou-se também que o número do chassi estava pinado (raspado), com evidentes sinais de adulteração para ocultar a origem do veículo.
O responsável, um homem de 25 anos, foi identificado e informado sobre o crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Ele e a motocicleta foram encaminhados à 44ª Delegacia Regional de Polícia de Palmital para os procedimentos legais cabíveis.
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) entende que há indícios de crime de omissão de socorro no caso do jovem Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, que desapareceu por cinco dias após se perder na trilha do Pico Paraná no dia 1º de janeiro. O posicionamento vai contra a conclusão da Polícia Civil, que arquivou o inquérito por falta de elementos criminais.
Segundo a 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, a conduta atribuída à jovem Thayane Smith – que acompanhava Roberto na trilha – configura omissão de socorro, pois ela teria deixado o rapaz para trás mesmo sabendo que ele estava debilitado e em situação de risco. O MP destaca que Roberto havia vomitado durante a subida, tinha dificuldade para caminhar e enfrentava condições adversas como frio, chuva e neblina.
“Mesmo após a constatação da situação de vulnerabilidade da vítima e dos riscos que ele corria, a jovem permaneceu sem a intenção de auxiliar nas buscas, demonstrando interesse apenas em seu próprio bem-estar físico”, afirma a Promotoria.
Transação penal proposta
O MP propôs o envio do caso ao Juizado Especial Criminal e sugeriu uma transação penal, que inclui:
Pagamento de três salários mínimos (R$ 4.863) a Roberto por danos morais e materiais;
Pagamento de R$ 8.105 ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul, que atuou nas buscas;
Prestação de serviços comunitários por três meses, com carga de cinco horas semanais, junto ao Corpo de Bombeiros.
Posicionamento da Polícia Civil
A Polícia Civil havia concluído que não houve infração penal. De acordo com as investigações, Roberto passou mal durante a subida, mas na descida estava bem e teria ficado para trás ao seguir uma trilha errada. O delegado responsável afirmou que não houve omissão de socorro.
O desaparecimento
Roberto sumiu após se separar do grupo durante a descida do Pico Paraná no dia 1º de janeiro. Ele percorreu cerca de 20 km seguindo o rio Cacatu até chegar a uma fazenda em Antonina na segunda-feira (5), onde pediu um celular emprestado e avisou à família que estava vivo. As buscas mobilizaram bombeiros, voluntários e equipes especializadas por cinco dias.
O município de Guaraniaçu esteve representado pelo secretário municipal de Saúde, Volnei Dal A’gnollo e pela Assistente Social, Briza Taisa, responsável pelo Programa Mais Médico no Município, em agenda oficial na sede regional da Casa Civil do Estado do Paraná, no escritório de Foz do Iguaçu. A visita teve como foco o fortalecimento das ações de saúde pública e o alinhamento de demandas relacionadas ao Programa Mais Médicos.
Na ocasião, o secretário foi recepcionado por Cleverson Patrocínio, referência regional e apoiador do Programa Mais Médicos para a 9ª Região de Saúde, com sede em Foz do Iguaçu, além da vereadora de Foz do Iguaçu, Ines Weizemann dos Santos. O encontro possibilitou o diálogo sobre o funcionamento do programa na região e as perspectivas de ampliação do atendimento nos municípios.
Entre os principais pontos tratados esteve a análise da atual situação do Programa Mais Médicos em Guaraniaçu e a verificação da possibilidade de o município receber novos profissionais por meio da iniciativa federal. Atualmente, Guaraniaçu conta com três médicos vinculados ao programa, que atuam no atendimento à população e no fortalecimento da atenção básica em saúde.
Segundo o secretário Volnei Dal A’gnollo, a busca por mais profissionais tem como objetivo ampliar o acesso aos serviços de saúde e garantir maior qualidade e continuidade no atendimento à população guaraniaçuense. A administração municipal segue empenhada em manter parcerias institucionais que contribuam para o desenvolvimento do setor e para o bem-estar da comunidade.
Por Assessoria de Comunicação
Guaraniaçu, 15 de janeiro de 2026.
O Paraná consolidou em 2025 o protagonismo na produção de grãos. Dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Estado ficou com 13,5% da participação nacional na produção no ano passado, logo após o Mato Grosso (32%). Goiás (11,3%), Rio Grande do Sul (9,3%), Mato Grosso do Sul (8,1%) e Minas Gerais (5,5%) completam a lista.
Apenas no prognóstico de dezembro o Paraná teve uma das principais variações positivas do Brasil, com crescimento de 49 mil toneladas. Outras variações relevantes aconteceram em São Paulo (253 mil t), no Pará (92 mil t), em Goiás (74 mil t), no Tocantins (52 mil t) e no Maranhão (20 mil t). A safra de 2025 do Paraná bateu recorde da série histórica do IBGE com 46,8 milhões de toneladas.
Ao mesmo tempo o Paraná deve renovar esse protagonismo em 2026, a partir do terceiro prognóstico de área e produção para a safra do IBGE. A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 339,8 milhões de toneladas Em relação ao segundo prognóstico, houve crescimento de 4,2 milhões de toneladas.
Segundo o IBGE, o Paraná deve ter aumento de 1,5% na produção em 2026. Outros estados que devem ter bom desempenho no setor são no Rio Grande do Sul, Piauí e Rondônia. Na contramão, o IBGE aponta declínios no Mato Grosso (-7,9%), em Goiás (-8,0%), no Mato Grosso do Sul (-6,8%), em Minas Gerais (-1,7%), na Bahia (-4,7%), em São Paulo (-4,8%), no Tocantins (-2,9%), no Maranhão (-0,7%), no Pará (-8,6%), em Santa Catarina (-1,6%) e em Sergipe (-7,4%).
O Paraná é o maior produtor brasileiro de feijão na 1ª safra, com uma estimativa de 191,1 mil toneladas. A produção paranaense deve representar 19,4% do total a ser colhido nessa 1ª safra. A estimativa da produção da 2ª safra é melhor. O Paraná vai produzir 553,5 mil toneladas, crescimento de 3% em relação ao prognóstico de novembro e de 2,7% em relação ao volume colhido nessa mesma safra em 2025, devendo participar com 42,8% do total da safra, seguido pelo Mato Grosso, com 172,9 mil toneladas.
A estimativa para a produção nacional de milho (2ª safra) para 2026 é de 104,6 milhões de toneladas. O Paraná é o segundo maior produtor e deve alcançar uma safra de 17,3 milhões de toneladas, devendo participar com 16,5% do total. Também são relevantes na produção do milho 2ª safra: Goiás, com 13,3 milhões de toneladas, participação de 12,7% e Mato Grosso do Sul, com 10,3 milhões de toneladas, participação de 9,8%.
A produção nacional de soja em 2026 deve ter aumento de 2,5% em relação à safra anterior, totalizando 170,3 milhões de toneladas, o que caracterizaria novo recorde na produção nacional da leguminosa. O Paraná estimou a segunda maior produção nacional, 22,1 milhões de toneladas, representando um crescimento de 3,6% na comparação com o volume produzido em 2025, o que seria a maior safra já alcançada no Estado.
Por AEN
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu um alerta nesta quarta-feira (14) sobre fraudes que usam o nome da autarquia para aplicar golpes virtuais com falsos concursos públicos. Os criminosos criam sites e anúncios em redes sociais simulando processos seletivos inexistentes, prometendo até 15 mil vagas e salários que podem chegar a R$ 9 mil.
Como funciona o golpe
Os sites fraudulentos reproduzem a identidade visual do Ibama, com logotipos, cores oficiais e linguagem formal, induzindo a vítima a preencher formulários com dados pessoais como CPF, telefone e e-mail. Em seguida, é solicitado o pagamento de uma taxa de inscrição – em um dos casos relatados, de R$ 82,14 – por meio de boleto ou PIX vinculado a um CNPJ sem qualquer relação com o órgão. Após o pagamento, a vítima não recebe confirmação válida nem informações sobre editais ou cronograma.
Orientação do Ibama
A autarquia reforça que todas as informações sobre concursos públicos são divulgadas apenas em canais oficiais, como o site do governo federal e o Diário Oficial da União.
Cuidados para evitar a fraude
Verifique sempre se há edital publicado oficialmente;
Desconfie de sites que cobram taxas sem apresentar documentos oficiais;
Evite clicar em anúncios patrocinados sem checar a origem;
Confirme as informações diretamente nos canais do governo.
O Ibama recomenda que as vítimas registrem boletim de ocorrência na Polícia Civil e denunciem o caso ao órgão.
O Paraná registrou 17 doações de órgãos nos primeiros dias de 2026, possibilitando a realização de transplantes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e garantindo nova chance de vida a pacientes que aguardam na fila. O início do ano dá sequência a uma trajetória de crescimento contínuo na política estadual de transplantes. Foram doados fígado, rins e córneas, que beneficiaram cerca de 41 pessoas no Paraná e cinco de outros estados.
O Paraná alterou, de forma consistente, o cenário da doação de órgãos e dos transplantes. Ao analisar os dados consolidados entre 2001 e 2024, houve um crescimento expressivo, com ênfase nos últimos seis anos, período em que os números deixaram de oscilar e passaram a se manter em patamares mais altos e estáveis.
O maior salto foi em relação aos doadores efetivos por milhão de população (pmp). Em 2001, o Estado registrava 9,4 doadores pmp. Em 2024 esse número chegou a 43,7 (pmp), um crescimento de cerca de 365%. Mais do que o salto em si, chama atenção a regularidade dos resultados recentes, que confirmam a consolidação de um processo mais seguro e eficiente, se comparado às décadas anteriores.
Entre 2001 e 2010 a média de doadores por milhão de população foi de 10,08. Já de 2011 a 2019, esse número passou para 27,94 e de 2020 a 2024 para 40,84.
A progressão no número de doadores impactou diretamente a quantidade de procedimentos realizados. Em 2001, o Paraná contabilizou 729 transplantes, enquanto em 2024 o total chegou a 2.081, um aumento de 185% no período.
Nos últimos seis anos, o avanço contínuo nos transplantes reflete um sistema mais estruturado e sensível, capaz de transformar o gesto solidário da doação em recomeços reais para centenas de pacientes e suas famílias.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), esse desempenho está relacionado ao fortalecimento da Central Estadual de Transplantes (CET), à ampliação da rede de hospitais notificadores e transplantadores, à padronização de protocolos e à qualificação contínua das equipes multiprofissionais envolvidas em todas as etapas do processo, da identificação do potencial doador à realização do transplante.
Outro fator determinante é o avanço nos fluxos de regulação e logística, que permitiu maior agilidade na captação, transporte e distribuição de órgãos, reduzindo perdas e ampliando o aproveitamento das doações. As ações permanentes de sensibilização da população também contribuíram para o aumento da taxa de autorização familiar, considerada estratégica para a consolidação dos resultados.
Além disso, a interiorização da política de transplantes foi determinante para esse aumento, com mais hospitais capacitados para notificação de morte encefálica e manutenção do potencial doador, ampliando a participação de unidades fora dos grandes centros urbanos e fortalecendo a regionalização da assistência.
Atualmente, cerca de 70 hospitais realizam o processo de doação de órgãos no Paraná. Para a realização dos transplantes, a rede é composta por 34 equipes transplantadoras de órgãos, 72 equipes transplantadoras de tecidos — incluindo córneas, valvas cardíacas, tecidos musculoesqueléticos, pele e medula óssea — e três bancos de tecidos, sendo dois de tecidos oculares e um de multitecidos (córneas, valvas cardíacas, tecidos musculoesqueléticos e pele).
Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, o cenário observado nos últimos anos indica que o Estado alcançou um novo patamar operacional na política de transplantes, com resultados mais previsíveis, maior capacidade de resposta da rede assistencial e impacto direto na ampliação do acesso ao procedimento para pacientes que aguardam na fila do Sistema Único de Saúde (SUS).
“A manutenção dos indicadores em níveis elevados nos últimos seis anos reforça a maturidade do modelo adotado pelo Paraná e sinaliza a consolidação de uma política pública estruturada, com resultados mensuráveis e impacto direto na sobrevida e na qualidade de vida da população paranaense”, ressaltou o secretário.
Córneas e rins foram os transplantes mais realizados nas últimas duas décadas, seguidos por fígado e coração.
Há oito anos, Rosania Domingos Santos, autorizou a doação de órgãos da filha, de 14 anos. A jovem morreu no Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá, e seus rins, pâncreas e fígado foram doados para pacientes de hospitais do Paraná e de outros estados.
“Eu sempre falo que doar é ato de amor, e já virou um lema na minha vida. Doar não dói. Doar deveria fazer parte do ser humano, porque você vai estar ajudando o seu próximo. Eu sou a favor e luto pela causa da doação de órgãos”, enfatizou.
SOLIDARIEDADE PARANAENSE – Em 2024, de acordo com o Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), elaborado pela da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), o Paraná foi o Estado com o maior número de doadores de órgãos por milhão de população (pmp), alcançando uma média 42,3 pmp, número muito superior à média brasileira, que foi de 19,2 pmp.
Os dados parciais de 2025, abrangendo os nove primeiros meses do ano no relatório da ABTO, apontam que o Paraná ocupava até aquele período a segunda colocação com 39,7 pmp, ficando atrás de Santa Catarina, com 43,7 pmp.
Os dados do Sistema Estadual de Transplantes até novembro apontam uma elevação, com um índice de 40,5 pmp. O Paraná tem o dobro de doadores da média brasileira, que é de 20,2 pmp.
Por AEN


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