Norte e Noroeste Norte e Noroeste Entrar com Conta Globo Uma só conta para todos os produtos Globo. É grátis! Utilize o mesmo login para todos os produtos Globo e receba recomendações e ofertas exclusivas para você. Cantor paranaense se torna vocalista de nova formação do Charlie Brown Jr. após tocar covers do grupo por 15 anos

O cantor paranaense Rafael Carleto está realizando um sonho: representar o legado de um ídolo de infância ao lado de outros ídolos. Natural de Apucarana, no norte do estado, desde pequeno ele foi movido pela paixão pelo Charlie Brown Jr., e se dedicou a um projeto musical em tributo à banda durante 15 anos.

Hoje, aos 36 anos, ele recebeu um convite de Marcão Britto e Thiago Castanho, guitarristas da formação original da banda, e se tornou vocalista de uma nova formação do grupo. Juntos eles se preparam para uma turnê acústica com o repertório do CBJR, marcada para começar no dia 30 de maio, em São Paulo

🔎 Criado em Santos, no litoral paulista, o Charlie Brown Jr. se tornou um dos nomes mais influentes do rock brasileiro nos anos 1990 e 2000, misturando rock, rap, skate punk e reggae. Após a morte do vocalista Chorão, em 2013, a banda passou por diferentes fases e formações. Depois de uma disputa judicial com o filho do cantor, em setembro de 2024, a Justiça de São Paulo permitiu que os músicos Marcão e Thiago continuassem utilizando o nome da marca em apresentações, desde que associassem também o nome deles. Por esse motivo o projeto tem sido chamado de Charlie Brown Jr. — Marcão Britto e Thiago Castanho.

Rafael Carleto começou a se apresentar com a banda em setembro de 2024, durante a turnê Celebração 30 Anos Charlie Brown Jr, idealizada por Marcão e Thiago. A química entre os músicos deu tão certo que, quando a nova turnê foi anunciada, ele foi convidado a seguir no projeto.

 

Para o cantor, a conquista é a realização do sonho do menino que, todos os dias após a escola, assistia "vidrado" ao DVD do CBJR. Hoje, é ele quem tem a responsabilidade de eternizar o legado de Chorão em cima do palco.

 

"Eu me sinto privilegiado e abençoado. Estou buscando fazer o melhor que eu posso para representar com a minha identidade, não deixando de lado essa veia do Charlie Brown, que já vem com o Chorão e com o Champignon [guitarrista da banda, que também morreu em 2013], mas também trazendo um pouco da minha identidade e personalidade. Isso também é algo importante para o projeto", comentou Carleto.

 

Antes da indicação para o posto, Carleto se destacou como vocalista da banda Viva F3 Charlie Brown Jr. Cover, grupo de tributo que percorreu diversas cidades do Brasil interpretando os clássicos do CBJR. Foi durante essas apresentações que o paranaense conheceu Marcão, abrindo caminho para o convite anos depois.

O cantor fala com carinho sobre a recepção que recebeu de Marcão, Thiago e dos demais integrantes da banda.

"É uma honra muito grande ter sido escolhido dentre todas as possibilidades que eles tinham. [...] A gente criou uma família ali, com os mesmos pensamentos e ideias de futuro. Tem sido algo bem legal. São todos monstros da música, que estão na elite em questão de nível musical. São mestres nos instrumentos que eles tocam, têm um nome muito forte no cenário da música e todos eles me receberam muito bem. Eu só tenho a agradecer a toda essa galera", comentou Carleto.

 
Da esquerda para a direita, Marcão Britto, Thiago Castanho e Rafael Carleto. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

Da esquerda para a direita, Marcão Britto, Thiago Castanho e Rafael Carleto. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

 

🎶 Tudo que ele gosta de escutar

Carleto descobriu a paixão pelo rock quando ainda tinha 7 anos. Foi nessa idade que o menino "pé-vermelho" passou a ter as primeiras percepções musicais.

Não demorou muito para que o Charlie Brown Jr. surgisse na vida dele e se tornasse a banda preferida.

 

"A primeira vez que eu ouvi Charlie Brown, foi a música 'Tudo Que Ela Gosta De Escutar,' na casa de um primo, em Apucarana. Eu lembro que, quando ele colocou aquela música, aquilo me despertou muito a atenção. Eu devia ter uns 10 anos", lembrou o paranaense.

Carleto passou a acompanhar a banda pelos programas musicais da MTV e Multishow, e gravava os próprios CDs com as canções que mais gostava. Ele também ficava de ouvido ligado nas rádios e telefonava para pedir as músicas favoritas sempre que podia.

Em 2002, Carleto foi presenteado pelo cunhado com um DVD de um show do Charlie Brown Jr. em São Paulo.

"Eu devia ter uns 14 anos quando ganhei de aniversário e comecei a ouvir esse DVD todos os dias. Eu ia para aula de manhã e à tarde eu almoçava e colocava o DVD. Eu acho que fiquei, sem exagerar, pelo menos um ano ouvindo ele do início ao fim, todos os dias. Ali eu realmente virei fã", relembra.

À esquerda, Chorão e Carleto em 2005. À direita, DVD presenteado pelo cunhado em 2002. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

À esquerda, Chorão e Carleto em 2005. À direita, DVD presenteado pelo cunhado em 2002. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

 

Em 2005, o cantor teve a oportunidade de conhecer Chorão pessoalmente, durante um show do CBJR na Expo Londrina. Como conhecia algumas pessoas responsáveis pelo som da apresentação, ele conseguiu acesso ao camarim. Na ocasião, Carleto também conheceu os músicos Thiago e André Pinguim, que hoje fazem parte do novo projeto com ele.

 

"Foi um dia sensacional na minha vida. Eu lembro que eu tava com o uma camiseta do Charlie Brown. Era uma foto do Chorão de 1998. Eu lembro que o Chorão pegou na camiseta e disse: 'Pô, eu tava mais novo aqui', daí ele assinou a camiseta e fez uma brincadeira. Ele tava numa 'vibe' muito boa naquele dia, então foi um momento bem legal", relembrou.

 

 

🎶 Dias de luta, dias de glória

 

Aos 15 anos, o jovem paranaense montou a primeira banda com alguns amigos. Na época, o repertório era formado por clássicos do rock nacional e, claro, por canções do Charlie Brown Jr.

O primeiro grupo não deu certo. Depois ele ingressou em outras bandas que também não vingaram. A carreira começou de verdade quando, em 2009, ele passou a fazer parte da Viva V3, grupo de Apucarana, que se apresentava com um repertório variado.

 

Em 2010 a banda decidiu se dedicar exclusivamente ao repertório do CBJR, surgindo a Viva F3 Charlie Brown Jr. Cover.

 

"Lembro que, na época, algumas bandas da região estavam se destacando fazendo cover. Aí a gente pensou: 'Qual banda a gente poderia fazer um cover pra poder ter esse diferencial, apelo comercial e que seja algo que a gente goste?' Aí veio a ideia do Charlie Brown Jr.", contou Carleto.

 

Para fazer o cover, o grupo investiu nos detalhes. Os membros da Viva F3 se caracterizavam com roupas, bonés e até tatuagens falsas, idênticas às dos integrantes da banda. Assim como Chorão, Carleto também se arriscava com o skate em cima do palco.

Segundo o paranaense, até mesmo os equipamentos e instrumentos eram da mesma marca, para trazer a mesma sonoridade da banda original.

Carleto durante apresentações com a Viva F3 Charlie Brown Jr. Cover. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

Carleto durante apresentações com a Viva F3 Charlie Brown Jr. Cover. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

 

A banda se apresentava por todo o Paraná. Mas depois das mortes de Chorão e do guitarrista Champignon, em 2013, a demanda pelos shows aumentou repentinamente. De acordo com Carleto, a Viva V3 chegou a fazer cerca de 80 apresentações por ano, com shows até no Paraguai.

"Quando o Chorão faleceu, muitas bandas começaram a querer fazer cover, principalmente pela parte comercial, de venda. Porém, nós já tínhamos esse cover desde 2010, então já fazia quase três anos nessa época", afirmou.

 

🎶 Um dia a gente se encontra

 

Carleto conheceu o Marcão Britto em 2014. Na época, o guitarrista tinha um projeto com bandas locais, o que possibilitou que eles fizessem um show juntos no Rio de Janeiro. Depois disso, a parceria continuou e eles chegaram a fazer mais de 20 apresentações juntos.

 

"Ele acabou gostando da nossa banda e viu que realmente nós éramos fãs de Charlie Brown, que fazíamos esse projeto com muito respeito, muito carinho e profissionalismo. Então a gente criou esse relacionamento de amizade durante esse período que ele ficou tocando com a gente", relembra.

 

Carleto e Marcão durante shows do projeto do guitarrista com bandas locais. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

Carleto e Marcão durante shows do projeto do guitarrista com bandas locais. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

 

Após um tempo parados, devido à pandemia da covid-19, Carleto e a Viva V3 foram retomando os shows aos poucos. Ao mesmo tempo, Marcão e Thiago se uniram para o projeto de celebração dos 30 anos do Charlie Brown Jr.

No início, o vocal da banda foi ocupado por Egypcio, que havia deixado a banda Tihuana em 2017. Contudo, em 2024, o cantor voltou ao grupo de origem. Marcão e Thiago foram em busca de outro vocalista.

 

"O Marcão me ligou, eu lembro que era uma sexta-feira. Fazia anos que eu não conversava com ele. Já tremi todo e pensei: 'Porque o Marcão tá me ligando?' Aí ele falou assim: 'Ó, não sei se você tá sabendo, mas a gente tá com um projeto de 30 anos do Charlie Brown aqui, o Egypcio vai sair e eu preciso colocar alguém para cantar no projeto. Queria saber se você tem interesse em estar vindo para Santos para a gente conversar e fazer parte desse projeto'. Levei um susto", contou.

 

Animado com o convite, Carleto avisou a família sobre a novidade e 15 dias depois partiu para o litoral paulista. Após alguns ensaios e shows em cidades da região, o paranaense foi efetivado na banda.

 
À esquerda, primeiro ensaio de Carleto como vocalista. À direita, primeiro show fazendo parte do projeto, em Santo André. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

À esquerda, primeiro ensaio de Carleto como vocalista. À direita, primeiro show fazendo parte do projeto, em Santo André. — Foto: Cedidas/Rafael Carleto

 

🎶 Tamo aí na atividade

 

Carleto é casado, pai de dois filhos e empresário há sete anos, em Apucarana. No momento, deixar o Paraná não faz parte dos planos do cantor e, por isso, ele tem se dividido entre Santos e a cidade natal para dar conta da rotina de ensaios e shows.

 

"Para eles [Marcão e Thiago] isso não foi um problema. A logística se torna um pouco mais complicada para fazer shows, mas a gente conseguiu se encaixar muito bem nisso. Eu, geralmente, encontro com eles no local do show. Quando tem que fazer um ensaio ou uma reunião, eu vou para Santos", explicou Carleto.

 

 

Carleto, no entanto, diz que não descarta por completo a possibilidade de se mudar caso os projetos sigam de forma positiva e ele tenha que investir somente na carreira artística.

No momento, o cantor diz que a prioridade é se dedicar à turnê. Sobre novos projeto com a banda, Carleto mantém segredo, mas afirma que alguns já estão sendo considerados.

 

"Eu sou do tipo de pessoa que deixo muito Deus guiar meus passos. O importante é eu estar feliz, estar conseguindo corresponder à vontade e aos desejos do pessoal da banda, levar em consideração a família, são coisas que eu prezo. [...] Essa oportunidade veio e tem sido algo muito positivo na minha vida, mas o futuro a Deus pertence", finaliza.
Por - g1
Polícia diz que não há suspeita de participação de outras pessoas na morte de secretário de Itumbiara e filho

As mortes do secretário de Governo da Prefeitura de Itumbiara, no sul de Goiás, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, e do filho mais velho, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, não tiveram participação de outras pessoas. De acordo com a Polícia Civil, não há, até agora, elementos que indiquem envolvimento de terceiros.

As mortes aconteceram na noite de quarta-feira (11), na casa da família. Segundo as investigações, Thales atirou contra os dois filhos e, em seguida, em si mesmo. O filho caçula, de 8 anos, foi socorrido e está em estado gravíssimo no Hospital Estadual de Itumbiara São Marcos. Parentes descobriram o crime após verem uma publicação em tom de despedida na rede social do secretário. A postagem foi apagada momentos depois.

Thales era genro do prefeito Dione Araújo. Ele e a mãe das crianças, que estava viajando para São Paulo no momento do crime, eram casados há 15 anos. 

Em nota divulgada à imprensa, a polícia informou que o caso é tratado como homicídio consumado e homicídio tentado, "seguidos de autoextermínio por parte do autor". As investigações estão sendo feitas pelo Grupo de Investigação de Homicídios de Itumbiara (GIH).

A polícia disse que o GIH acompanhou os trabalhos da perícia técnico-científica até a remoção do corpo e continua realizando levantamentos, colhendo testemunhos e solicitando perícias, "preservando o sigilo do inquérito e respeitando a dor dos familiares".

 

Luto de 3 dias

A Prefeitura de Itumbiara decretou luto oficial de três dias, a partir desta quinta-feira (12), pelo falecimento do secretário. Durante o período, os atendimentos ao público ficam suspensos nos órgãos da administração direta e indireta. A rede municipal de ensino encerrou as aulas às 9h30 e tem retorno previsto para sexta-feira (13).

Thales Alves Machado atirou nos dois filhos e depois se matou, em Itumbiara — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

Thales Alves Machado atirou nos dois filhos e depois se matou, em Itumbiara — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

O governador Ronaldo Caiado e a primeira-dama Gracinha se manifestaram sobre a morte do secretário e do filho e disseram estar profundamente consternados com a tragédia. O texto informou ainda que a notícia de violência dentro de um lar, especialmente quando crianças são vítimas, atinge em cheio a família e lança toda a sociedade em um estado de luto e indignação (leia a íntegra do texto no final da matéria).

 

O corpo do filho mais velho está sendo velado na casa de Dione Araújo, avô do menino e prefeito de Itumbiara.

Nota do Governador Ronaldo Caiado:

"Gracinha e eu ficamos profundamente consternados com a tragédia ocorrida em Itumbiara nesta noite. A notícia de violência dentro de um lar, especialmente quando crianças são vítimas, atinge em cheio a família e lança toda a sociedade em um estado de luto e indignação. Diante do ocorrido, suspendemos nossas agendas e seguimos para Itumbiara ainda nesta manhã, com o objetivo de manifestar pessoalmente nossa solidariedade. Neste momento de extrema dor, nos solidarizamos com os familiares, amigos e com toda a comunidade itumbiarense. De forma especial, deixo um abraço fraterno ao meu amigo, o prefeito Dione Araújo. Peço a Deus que conceda força a todos que enfrentam perdas tão dolorosas. Que a fé e a união ajudem a atravessar este momento tão difícil".

 

 

 

 

 

Por - G1

 Norma da Anvisa sobre receitas controladas impressas entra em vigor

A partir desta sexta-feira (13), todos os receituários para prescrição de medicamentos controlados podem ser impressos em gráficas pelos próprios profissionais prescritores e pelas instituições de saúde. A norma foi aprovada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim do ano passado.

Até então, alguns desses receituários — como os de cor amarela — eram impressos exclusivamente pela autoridade sanitária local. Com a publicação da resolução, a impressão de todos os modelos pode ser feita pelos próprios prescritores e pelas instituições.

Em nota, a Anvisa informou que a medida integra um conjunto de ações de desburocratização e simplificação do acesso da população brasileira a medicamentos e reforçou que a norma não elimina a exigência de impressão nem a obrigatoriedade de numeração fornecida pela autoridade sanitária local.

“Assim, prescritores e instituições devem continuar solicitando previamente essa numeração junto à autoridade sanitária competente e, a partir de 13 de fevereiro, poderão providenciar a impressão dos receituários em gráfica”, destacou a agência no comunicado.

A Anvisa ressaltou ainda que a resolução não altera outras regras estabelecidas por autoridades sanitárias locais. Em caso de dúvidas sobre exigências complementares relacionadas ao procedimento de impressão, a orientação é consultar a autoridade sanitária da respectiva localidade.

De acordo com a agência, os modelos de receituários anteriormente publicados nos anexos da Portaria nº 344/1998 deixam de ser válidos para novas impressões a partir desta sexta-feira. Os novos modelos a serem utilizados podem ser consultados na página do Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR).

Receituários impressos até 12 de fevereiro de 2026 continuam válidos por tempo indeterminado.

A norma prevê ainda que, até junho, a Anvisa disponibilize uma ferramenta no SNCR que permite a emissão eletrônica de todos os receituários de medicamentos controlados.

“Até a disponibilização dessa funcionalidade, não há mudanças quanto à emissão eletrônica”.

“Para a emissão de notificações de receita em formato eletrônico, será necessário aguardar a implementação da ferramenta”, informou a agência.

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

 Implementação do DNA-HPV para detecção do câncer de colo do útero avança no Paraná

Com estimativa de 790 novos casos a cada ano no Paraná, o câncer de colo do útero tem no HPV (Papilomavírus Humano) a principal causa. Combater a doença como problema de saúde pública é um desafio que vem sendo enfrentado ao longo dos anos e agora, com tecnologia e inovação, a prevenção, no sentido de detecção precoce ganha uma nova estratégia.

O Paraná é um dos 12 estados selecionados pelo Ministério da Saúde para a parte inicial da efetivação do exame DNA-HPV na rede pública. A tecnologia foi desenvolvida no Brasil pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), em uma parceria entre a Fiocruz e o Governo do Paraná.

O DNA-HPV é uma tecnologia molecular que detecta a presença dos tipos cancerígenos do vírus HPV no organismo com grande antecedência. Diferente do tradicional exame de Papanicolau (citologia), que identifica alterações nas células, esse novo teste detecta a presença do DNA dos tipos oncogênicos do vírus HPV, ou seja, aqueles com alto risco de causar câncer.

"Isso permite identificar a infecção antes mesmo que qualquer lesão se desenvolva, antecipando o cuidado médico”, explica o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Neste primeiro momento, 235 pessoas realizaram o teste nas Unidades Básicas de Saúde em Rio Branco do Sul e Curitiba, cidades escolhidas para a primeira fase. Os dados preliminares mostram que, deste total, quase 10% testaram positivo para o HPV e desta forma, foram encaminhadas para realização de colposcopia e citologia convencional para acompanhamento detalhado.

A implementação da substituição do exame citopatológico pelo DNA-HPV pelo SUS começou em outubro de 2025 por um município em cada Estado e será ampliada gradativamente, até a total troca do uso do papanicolau, para o exame molecular. A estimativa do Ministério da Saúde é que até dezembro de 2026 o rastreio esteja presente em toda a rede

GANHO NO COMBATE – O remanejamento do exame citopatológico para o DNA-HPV é considerado um ganho no combate à doença, uma vez que, diferente do Papanicolau, que detecta alterações nas células do colo do útero causadas pelo HPV, no caso, a existência de lesões, o teste de DNA-HPV identifica a presença do material genético do vírus antes do surgimento das lesões.

Além da detecção precoce do problema, o teste molecular permite maior espaçamento de tempo entre os exames. Enquanto o papanicolau deve ser feito, inicialmente, todos os anos e após dois exames seguidos com resultado normal, a cada três anos, o rastreio por DNA permite intervalos de cinco anos.

O público-alvo do exame são mulheres cisgênero e pessoas com útero (incluindo homens trans, pessoas não binárias e intersexuais) com idades entre 25 e 64 anos, com histórico de atividade sexual.

VACINAS – A vacina é outro método importante para a prevenção do HPV. O imunizante previne, além do câncer de colo do útero, uma série de doenças, como o câncer de pênis, de ânus, de uretra e de garganta, e também inibe o condiloma (verruga genital).

Nesse quesito, o Paraná vem se mantendo em destaque na cobertura vacinal para jovens de 9 a 14 anos. Em 2025 o índice de imunização para meninas desta faixa etária foi de 98,76% e, para meninos, chegou a 91,25%, superando assim a meta de 90% preconizada pelo Ministério da Saúde.

Adolescentes com idades entre 15 e 19 anos que não tenham sido imunizados até os 14 anos ainda podem ser vacinados na etapa de resgate que vai até o mês de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Por - AEN

Sicredi marca presença no Show Rural Coopavel 2026

O Sicredi participa da 38ª edição do Show Rural Coopavel, que acontece em Cascavel (PR), reforçando sua liderança como a instituição financeira privada que mais concede crédito rural no Brasil. Em 2025, a carteira agro alcançou R$ 117,9 bilhões, com crescimento de 12,6%.

Mais de 150 colaboradores de diversas regiões do Paraná estão atuando no stand durante a feira, oferecendo atendimento próximo aos produtores e produtoras rurais.

Na última terça-feira (10) o presidente da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, Orlando Muffato, e o diretor executivo, Jardiel Cherpinski, estiveram no evento recepcionando associados e acompanhando as atividades, fortalecendo o relacionamento com o agro e reafirmando o compromisso da cooperativa com o desenvolvimento regional.

💚 Sicredi: é ter com quem contar! 🤝

 

 

 

Por - Assessoria

 Carnaval: PMPR reforça orientações e fiscalização nas rodovias e no perímetro urbano

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) reforçará as ações de fiscalização e conscientização durante o período de Carnaval, com foco na prevenção de acidentes e na preservação de vidas. A atuação ocorre por meio do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), nas rodovias estaduais, e do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), no perímetro urbano, especialmente em áreas com maior circulação de veículos e pedestres.

A PMPR orienta que os condutores que, antes de viajar, façam a revisão preventiva no veículo, verificando freios, pneus, inclusive o estepe, sistema de iluminação, níveis de óleo e água do radiador, além dos equipamentos obrigatórios. O planejamento da viagem, com definição de rota e atenção aos horários de maior movimento, também é fundamental para reduzir riscos e evitar imprevistos.

Nas rodovias estaduais, o BPRv desenvolverá ações entre os dias 13 e 18 de fevereiro, período em que haverá reforço no policiamento ostensivo diante do aumento esperado no fluxo de veículos. As equipes atuarão de forma estratégica, com fiscalização de velocidade por meio de radares, intensificação de abordagens e aplicação de testes etilométricos, visando prevenir sinistros e coibir a embriaguez ao volante.

O capitão Sidinei Hudach destaca que a prioridade é a preservação de vidas. “A orientação é que o motorista faça a revisão do veículo, planeje o deslocamento e, principalmente, não misture álcool e direção. Estaremos com fiscalização intensificada nas rodovias estaduais para reduzir comportamentos de risco e garantir viagens mais seguras”, afirmou.

No perímetro urbano, o BPTran atuará na organização do tráfego em regiões com grande concentração de foliões, assegurando a fluidez viária e a proteção de pedestres. O capitão Bruno Franceschet, comandante do Companhia Tático Móvel de Trânsito (Cotamotran), ressalta a importância da condução responsável nas cidades.

“Durante o Carnaval há aumento significativo na circulação de pessoas e veículos. É essencial respeitar a sinalização, reduzir a velocidade em áreas movimentadas e evitar o uso do celular ao volante. Atitudes simples fazem diferença na prevenção de acidentes”, destacou.

A PMPR reforça que a segurança no trânsito é uma responsabilidade compartilhada. A presença ostensiva e a fiscalização serão intensificadas, mas a conduta consciente de cada motorista é decisiva para que o Carnaval seja marcado pela tranquilidade e o retorno seguro de todos aos seus destinos.

Entre as principais orientações da PMPR estão:

- Não dirigir sob efeito de álcool

- Respeitar os limites de velocidade

- Manter distância segura do veículo à frente

- Utilizar o cinto de segurança em todos os assentos

- Fazer ultrapassagens apenas em locais permitidos

 

 

 

 

 

POr - AEN