Fogo de grandes proporções consumiu uma oficina em Curitiba na noite de terça-feira (27), destruindo ao menos 15 veículos.
VEJA O VIDEO DO INCÊNDIO AQUI
Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas iniciaram por volta das 22h, exigindo 20 mil litros de água para controle. Subtenente Slomuszynski relatou: "O local estava completamente tomado pelas chamas. Houve destruição total dos veículos dentro da oficina. Não dá para determinar a origem agora."
A oficina estava fechada no momento, sem vítimas. As causas serão investigadas.
Na noite desta terça-feira (27), a Polícia prendeu em flagrante um suspeito por tráfico de drogas no município de Laranjeiras do Sul, após investigações de monitoramento contínuo. Dirigindo um Peugeot 206, o homem atuava na distribuição de entorpecentes por vários pontos da cidade.
Os agentes o flagraram vendendo cocaína a um usuário, na abordagem, apreenderam a porção da droga e o veículo usado nas entregas. Apurações iniciais confirmaram uso de contas de terceiros para receber PIX dos compradores.
Os dois homens foram à delegacia para os devidos procedimentos legais.
Em 18 anos, o excesso de peso da população brasileira aumentou em 20 pontos percentuais. Em 2024, 62,6% dos brasileiros tinham excesso de peso, contra 42,6% em 2006. A obesidade (IMC igual ou maior que 30 kg/m²) dobrou, passando de 11,8% para 25,7% da população.

Os dados são do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde, divulgados nesta quarta-feira (28). O levantamento é realizado em todas as capitais e no Distrito Federal.
O diagnóstico médico de diabetes em adultos apresentou aumento de 5,5%, em 2006, para 12,9% em 2024. A hipertensão em adultos passou de 22,6% para 29,7%.
A atividade física no deslocamento pelas cidades diminuiu de 17% em 2009 para 11,3% em 2024 devido ao maior uso de carros por aplicativos e transporte público. Já a atividade moderada no tempo livre com pelo menos 150 minutos semanais cresceu de 30,3% em 2009 para 42,3% em 2024.
O consumo regular de frutas e hortaliças (5 dias por semana ou mais) manteve-se relativamente estável, variando de 33% (2008) para 31,4% (2024).
O consumo de refrigerantes e sucos artificiais (5 dias por semana ou mais) teve redução de 30,9% (2007) para 16,2% (2024).
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, avaliou que dados positivos como diminuição do consumo de refrigerante e aumento da atividade física não têm sido suficientes para reduzir a incidência de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e obesidade.
“À medida que o Brasil vai envelhecendo cada vez mais, surgem mais pessoas com doenças crônicas. Por isso, precisamos ter mais políticas de cuidado e prevenção”, defendeu.
Insônia
Pela primeira vez, o Vigitel analisou o sono da população brasileira: 20,2% dos adultos nas capitais disseram dormir menos de 6 horas por noite e 31,7% dos adultos têm pelo menos um dos sintomas de insônia, com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens (26,2%).
Segundo Padilha, esse dado mostra que o sono tem sido insuficiente e interrompido ao longo da noite.
“Isso preocupa porque um sono sem qualidade tem relação direta com ganho de peso, obesidade, com piora das doenças crônicas e com o tema da saúde mental. Chama a atenção esse dado nacional e vamos reforçar com as equipes de atenção primária para perguntar sobre o sono”, disse.
Viva Mais Brasil
Em cerimônia no Super Centro Carioca de Vacinação, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, Padilha lançou a estratégia Viva Mais Brasil, mobilização nacional voltada à promoção da saúde, prevenção de doenças crônicas e melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.
De acordo com o ministério, serão investidos R$ 340 milhões em políticas de promoção da atividade física, com destaque para a retomada da Academia da Saúde, que receberá R$ 40 milhões ainda em 2026.
A nova estratégia articula e fortalece políticas já existentes do Sistema Único de Saúde (SUS), com ações voltadas à alimentação adequada e saudável, à prática de atividade física, ao cuidado integral e ao acesso à informação de qualidade.
A iniciativa busca incentivar e apoiar a população brasileira na adoção de modos de vida saudáveis, com ações nas unidades do SUS e no setor privado, ampliando o alcance das políticas de promoção da saúde.
O Viva Mais Brasil conta com dez compromissos para viver mais e melhor:
- mais movimento e vida ativa;
- mais alimentação saudável;
- menos tabaco e álcool;
- mais saúde nas escolas;
- menos doenças crônicas;
- mais vacinação em todo o Brasil;
- mais protagonismo e autonomia;
- mais saúde digital;
- mais cultura da paz e menos violências; e
- mais práticas integrativas e complementares.
Por Agência Brasil
A instalação das câmeras inteligentes que fazem parte do Olho Vivo, mais avançado programa de monitoramento voltado à segurança pública no Brasil, continuam avançando pelo Interior. Começaram agora a ser instalados no Oeste e Noroeste do Estado mais 112 aparelhos, levando o Paraná ao total de 830 equipamentos até esta terça-feira (27). O Governo do Estado tem acelerado esse processo com o intuito de chegar ao fim do primeiro trimestre com 100% das 1,5 mil câmeras desta nova etapa em pleno funcionamento.
Na região Oeste, Cascavel é a cidade que está mais adiantada. Das 84 câmeras previstas, 54 estão instaladas, todas energizadas, e 50 delas em funcionamento na plataforma. Foz do Iguaçu, por sua vez, preparou 34 das 70 programadas para o município, com duas já energizadas e integradas à plataforma de monitoramento.
Em Guaíra, ainda no Oeste, e Umuarama, no Noroeste, o trabalho de instalação atingiu 50% das unidades programadas para essas localidades. São 8 de 16 no primeiro caso e 16 de 32 no segundo.
Com foco inicial em Curitiba, Região Metropolitana (RMC) e Litoral, os equipamentos iniciaram o processo de implantação em Ponta Grossa, nos Campos Gerais; Guarapuava, no Centro-Sul; Maringá, no Noroeste; e Londrina, no Norte do Estado, em meados de janeiro.
Com o avanço para o Oeste, 21 municípios receberam ou estão recebendo as câmeras. A instalação dos 1,5 mil equipamentos chegou a 55,3% do total, sendo 51,1% já energizados (766 unidades) e 46,5% inseridos na plataforma (698).
OLHO VIVO EM ANDAMENTO – Somente na semana passada, dois casos tiveram participação crucial das câmeras do Olho Vivo, ambos no Litoral. Um deles, no dia 21, foi a prisão de um homem acusado de violência doméstica em Antonina, mas que já havia saído do município. Acabou detido em Matinhos. O outro, dois dias depois, foi a recuperação de um carro furtado em São Paulo e que foi localizado pelas imagens em Pontal do Paraná.
Ainda na temporada de verão, o apoio tecnológico contribuiu diretamente na prisão de uma quadrilha especializada em roubo de picapes. Além disso, ajudou no desmantelamento de um ponto de venda de drogas em Pontal do Paraná e a tirar das ruas um casal de estelionatários que agia na região.
ALTA TECNOLOGIA – Um dos maiores programas do tipo no mundo, o Olho Vivo é inspirado em iniciativas de monitoramento por câmeras inteligentes realizadas de modo similar em países como Reino Unido, Singapura e Estados Unidos. No Reino Unido, por exemplo, são cerca de 18 mil equipamentos.
A intenção do Governo do Estado é contar, quando o programa estiver em plena operação, com 26,5 mil unidades de monitoramento. Cinco mil já funcionavam na primeira fase do programa; 1,5 mil estão sendo instalados pelo Estado; e outros 20 mil serão comprados pelos municípios, por meio de parceria com a gestão estadual. O investimento será de R$ 400 milhões.
A principal novidade da fase atual é a ampliação do uso de inteligência artificial para a incorporação da “investigação assistida”. Nesse caso, as câmeras passam a ter maior autonomia, usando ferramentas de análise automática, deixando assim de serem dependentes da observação humana. Os novos equipamentos têm entre os principais recursos o cruzamento de dados, imagens e inteligência artificial em tempo real para auxiliar as forças de segurança no reconhecimento de criminosos e suspeitos procurados e na identificação de veículos de interesse.
O Olho Vivo é coordenado de forma integrada pela Secretaria da Segurança Pública, Secretaria das Cidades e pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados, com arquitetura tecnológica desenvolvida para operar em larga escala e em conformidade com a Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD).
Por AEN
A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para apurar a existência de um ataque orquestrado ao Banco Central por meio das redes sociais, após a autoridade monetária ter liquidado o banco Master. 

As suspeitas surgiram após denúncias de influenciadores digitais, que disseram ter sido abordados com propostas financeiras para gravar vídeos com críticas ao BC.
Um dos que vieram a público é Rony Gabriel, vereador de Erechim, no Rio Grande do Sul, pelo PL. Em entrevista ao jornal O Globo, neste mês, ele relatou ter sido procurado por executivos ligados a Daniel Vorcaro, dono do Master.
Segundo o relato, a ideia seria criticar a liquidação do Master e colocar em xeque a credibilidade do BC.
Fraude financeira
O banco Master já é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF), em inquérito sob a relatoria do ministro Dias Toffoli, por suspeitas de fraude financeira em operações envolvendo a compra da instituição pelo BRB, banco do Distrito Federal.
O negócio foi barrado pelo BC, sob a suspeita de que o banco público estaria adquirindo carteiras de crédito podres, ou seja, sem nenhum lastro em ativos reais.
Até o momento não há um número oficial para o rombo, com estimativas que vão de R$ 2,4 bilhões a R$ 4 bilhões. Os investigados, incluindo Vorcaro, já começaram a ser ouvidos pela PF.
Com as denúncias sobre uma suposta campanha negativa contra o BC nas redes sociais, a PF produziu um relatório preliminar e o entregou a Toffoli.
O ministro examinou postagens e outras informações antes de autorizar a abertura de um novo inquérito específico sobre a suposta campanha difamatória.
Os investigadores devem agora apurar se houve ação paga e orquestrada, o que pode configurar crime contra as instituições.
Por Agência Brasil
O trabalho integrado e contínuo das polícias Civil, Militar, Penal e Científica resultou na apreensão de 557,809 toneladas de drogas em todo o Estado durante o ano de 2025. É o maior volume de apreensões de entorpecentes registrado desde o início do monitoramento nacional, em 2017. A quantidade apreendida é mais de quatro vezes superior do que em 2018 (444% de aumento), saltando de 102,542 toneladas para o patamar atual.
A droga mais apreendida no Estado é a maconha. Só desse entorpecente, foram apreendidas no Paraná 546,6 toneladas em 2025, o que equivale a um prejuízo de mais de R$ 2,2 bilhões ao narcotráfico. Em comparação com 2024, com 483,2 toneladas, o aumento nas apreensões foi de 13%. Em sete anos, a quantidade apreendida quadruplicou. O crescimento chega a 447%, já que em 2018 foram apreendidas 99,8 toneladas.
Já no caso da cocaína, 8,3 toneladas foram retiradas de circulação em 2025, volume 43% superior ao registrado no ano anterior (5,8 toneladas). Foi a maior quantidade retirada de circulação da série histórica.
“Nosso trabalho de inteligência tem mapeado todo o trajeto por onde o tráfico tenta transportar a droga e concentramos o trabalho nas áreas mais importantes, principalmente fronteiras e grandes entroncamentos. Por isso também estamos criando novas bases operacionais de polícia de fronteira em várias regiões do Estado para aumentar ainda mais o combate ao tráfico com uma malha de proteção terrestre, náutica e aérea de monitoramento”, apontou o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.
A eficiência na atuação coloca o Paraná na liderança nacional em apreensão de maconha e na quinta posição entre os estados que mais retiraram cocaína de circulação.
O feito expressivo reforça a importância da política de resultados adotada pelo governo do Estado, com fortalecimento da atuação integrada, investimentos na proteção nas áreas de fronteira, ampliação da frota de viaturas, embarcações e aeronaves, além da aquisição de equipamentos de alta tecnologia.
Um reforço para 2026 é o projeto Polícia de Fronteira, que já está com a primeira base operacional instalada em Ribeirão Claro, no Norte do Estado. As estruturas contam com viaturas RAM 3500, armamento de maior calibre, como fuzis, e interoperabilidade entre bases de dados, incluindo as câmeras do programa Olho Vivo, o que aumenta a capacidade de resposta imediata em flagrantes e operações. A estratégia combina tecnologia, inteligência policial e patrulhamento especializado.
Apreensões de maconha no Paraná
2025 - 546,6 toneladas
2024 - 483,2 toneladas
2023 - 427,7 toneladas
2022 - 306,4 toneladas
2021 - 267,8 toneladas
2020 - 284,1 toneladas
2019 - 137,2 toneladas
2018 - 99,8 toneladas
Apreensões de cocaína no Paraná
2025 - 8,3 toneladas
2024 - 5,8 toneladas
2023 - 4,5 toneladas
2022 - 5,6 toneladas
2021 - 3,4 toneladas
2020 - 4,2 toneladas
2019 - 5,0 toneladas
2018 - 1,6 toneladas
Por AEN
Na Linha Cristópolis, zona rural de Ibema (PR), um casal, homem de 88 anos e mulher de 81, foi encontrado sem vida em casa, vítima de homicídio qualificado classificado como duplo latrocínio. Uma testemunha que levava almoço diário chegou às 11h30, notou a porta encostada e cheiro forte, entrando para achar os corpos em um quarto e chamar o filho.
O filho relatou à PM sinais de arrombamento: armários e gavetas abertos, itens espalhados e possível roubo de dinheiro guardado pelos pais. A cena foi isolada para perícia da Polícia Civil e Científica.
Na tarde desta quarta-feira (28), a Polícia Civil de Catanduvas prendeu o suspeito após investigações intensas com diligências e denúncias anônimas da população. O crime ocorreu entre sexta (23) e sábado (24), gerando comoção regional; uma coletiva está marcada para hoje na 15ª SDP de Cascavel com detalhes do caso.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (27) ter participado de um encontro com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa, no primeiro semestre de 2025, na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 

Mais cedo, o suposto encontro foi noticiado pelo Portal Metrópoles e teria ocorrido em meio ao processo de tentativa de compra do Master pelo BRB.
Em nota à imprensa, Moraes classificou a reportagem como “falsa e mentirosa”.
“A matéria do Portal Metrópoles sobre uma suposta reunião do ministro Alexandre de Moraes, acompanhado por um assessor, com o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, em um fim de semana do primeiro semestre de 2025, na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, é falsa e mentirosa. Essa reunião não ocorreu e, lamentavelmente, segue um padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal”, diz a nota.
O nome do ministro também foi envolvido em outros episódios envolvendo o banco. No final do ano passado, o jornal O Globo divulgou uma reportagem na qual afirmou que Moraes teria defendido a aprovação da operação de compra durante reuniões com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. As reuniões teriam ocorrido antes da decisão do BC que decretou a liquidação do Master por suspeitas de fraude.
Na ocasião, o ministro disse que as reuniões trataram exclusivamente da Lei Magnitsky, que foi aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra ele.
Antes da liquidação, o escritório de advocacia Barci de Moraes, que pertence à família do ministro, prestou serviços ao Master. Em dezembro do ano passado, a investigação sobre o Banco Master passou a tramitar no STF.
Em novembro de 2025, o banqueiro Daniel Vorcaro e outros acusados foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar a concessão de créditos falsos pelo Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo BRB, banco público ligado ao governo do Distrito Federal.
De acordo com as investigações, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões.
Por Agência Brasil
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em ação conjunta com a Polícia Científica do Paraná (PCIPR), resgatou 50 cães da raça spitz alemão que estavam sendo mantidos em situação de maus-tratos na residência de uma criadora clandestina. A ação aconteceu na terça-feira (27), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, e resultou também na prisão da responsável.
VEJA O VIDEO DO RESGATE AQUI
A PCPR passou a investigar o caso após informações anônimas registradas pelo canal Disque-Denúncia 181 sobre animais mantidos em gaiolas e privados de cuidados básicos. A partir dos elementos apurados durante a investigação, a PCPR representou pelo cumprimento de buscas, que foram autorizadas pela Justiça.
"No local, confirmamos as informações que haviam sido registradas em denúncia. Foram encontrados 50 animais em meio a fezes e urina, além de outras violações, o que caracteriza o crime de maus-tratos", detalha o delegado Guilherme Dias.
A equipe da PCIPR analisou os ambientes, incluindo maternidade, área de reprodução e canis. Todos estavam em condições precárias e insalubres. Os animais eram mantidos em ambientes confinados, com baixa luminosidade e ventilação, com alimentos e medicação em condições inadequadas de armazenamento.
“Após o exame pericial, é elaborado um laudo com a descrição de todos os vestígios encontrados no local. O documento é encaminhado à Delegacia de Proteção do Meio Ambiente, autoridade responsável pela solicitação da perícia, para dar continuidade à investigação do caso,” explica o perito oficial Bruno Tonel Otsuka.
Diante dos fatos, a criadora dos animais foi autuada em flagrante pelo crime de maus-tratos aos animais, previsto na Lei de Crimes Ambientais, com uma pena de reclusão de dois a cinco anos.
Ao final da operação, todos os animais foram identificados e recolhidos pela ONG SOS 4 Patas, que ficará responsável pelos cuidados e por destiná-los à adoção.
DENÚNCIAS – A PCPR solicita a colaboração da população no combate aos maus-tratos contra os animais domésticos e silvestres. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia. A PCPR também conta com a Delegacia Virtual de Proteção Animal, por meio da qual é possível registrar boletim de ocorrência e denúncias sobre situações de maus-tratos.
A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reúne nesta quarta-feira (28) para discutir a definição de regras específicas para a produção da cannabis medicinal no Brasil.

No encontro, agendado para as 9h30 na sede da agência, em Brasília, os diretores vão debater a revisão da Resolução 327/2019, que atualmente regula o acesso a produtos à base de cannabis.
A definição de regras atende a uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que, em novembro de 2024, determinou a regulamentação do plantio da cannabis, desde que voltado exclusivamente para fins medicinais e farmacológicos.
Propostas
No início da semana, a Anvisa apresentou três propostas de resolução diferentes que normatizam a produção da cannabis medicinal, pesquisas científicas com a planta e o trabalho de associações de pacientes.
Em entrevista coletiva, o presidente da agência, Leandro Safatle, destacou que a demanda por produtos à base de cannabis cresceu exponencialmente ao longo da última década no país.
"No Brasil, a evolução do uso desses produtos tem sido registrada principalmente pelo aumento de importações individuais. Entre 2015 e 2025, ou seja, nos últimos 10 anos, foram mais de 660 mil autorizações individuais de importações.”
“A gente tem também, no Brasil, autorizados 49 produtos de 24 empresas, aprovados pela Anvisa, disponíveis em farmácia. Cerca de 500 decisões judiciais para plantio de pessoas físicas ou jurídicas”, completou.
Safatle destacou ainda que, atualmente, cinco estados brasileiros contam com leis que autorizam o cultivo de cannabis medicinal.
As normas propostas restringem a produção de cannabis a pessoas jurídicas e exigem inspeção sanitária prévia. Entre os requisitos de segurança estão o monitoramento por câmeras 24 horas e o georreferenciamento das plantações.
Além disso, a autorização será limitada a produtos com teor de THC igual ou inferior a 0,3%.
As medidas também abrem caminho para a produção, sem fins lucrativos, por parte de associações de pacientes. O objetivo é avaliar a viabilidade da produção em pequena escala, fora do modelo industrial, por meio de chamamento público.
Durante a entrevista, o diretor da Anvisa Thiago Campos ressaltou o rigor técnico para a elaboração das resoluções, além do alinhamento com a decisão do STJ e com diretrizes de órgãos internacionais.
“As medidas aqui definidas atendem aos requisitos de controle internacional, das condições da Organização das Nações Unidas e da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes e estão alinhadas àquilo que constou na decisão judicial do STJ.”
As propostas serão analisadas pelo colegiado. Se aprovadas, as resoluções entram em vigor na data da publicação e terão validade inicial de seis meses.
Entenda
Em novembro de 2024, o STJ decidiu que a Lei das Drogas não alcança espécies de cannabis com concentrações muito baixas de tetrahidrocanabinol (THC), princípio ativo da planta que causa efeitos entorpecentes.
À época, os ministros concederam autorização a uma empresa que recorreu à Corte para importar sementes de cannabis com baixo teor de THC e alto teor de canabidiol, composto que não possui efeitos entorpecentes, mas traz benefícios medicinais.
Para que a decisão pudesse ser cumprida, o tribunal determinou a regulamentação da importação de sementes, do cultivo e da industrialização e comercialização de espécies de cannabis com baixa concentração de THC (menos de 0,3%).
Prazo prorrogado
O prazo estabelecido para a definição das regras, de seis meses, venceu em setembro de 2025, mas foi prorrogado em novembro do mesmo ano, após pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).
Logo após a prorrogação, a Anvisa informou já ter iniciado as ações necessárias para o cumprimento da determinação, incluindo a coleta de contribuições da sociedade civil e a elaboração dos documentos técnicos e da minuta do ato regulatório.
“O trabalho também inclui o planejamento das etapas para monitoramento e controle sanitário após a regulamentação”, destacou a agência.
Números
A estimativa da Anvisa é que mais de 670 mil pessoas no Brasil utilizem produtos à base de cannabis. O acesso a esse tipo de tratamento, segundo a Anvisa, ocorre, sobretudo, por via judicial.
Ainda segundo a agência, desde 2022, o Ministério da Saúde atendeu cerca de 820 decisões para a oferta desse tipo de produto.
“Embora sem regulamentação no país, muitas associações conseguiram autorização na justiça para produção de cannabis exclusivamente para uso medicinal”, destacou a Anvisa.
Por Agência Brasil
Cinco apostas do Paraná acertaram cinco números da Mega-Sena no concurso 2965, sorteado na noite de terça-feira (27), e levaram R$ 47.303,48 cada. Veja cidades abaixo.
Nenhuma aposta acertou os seis números e o prêmio principal acumulou em R$ 102 milhões para o próximo sorteio, que está agendado para quinta-feira (29).
Os números sorteados foram:
01 - 20 - 22 - 23 - 35 - 57
Cidades premiadas:
- Colombo
- Curitiba
- Londrina
- Mandaguari
- Nova Londrina
Na terça-feira (27), a ROTAM apoiou o SAMU em uma ocorrência com um homem de 62 anos em surto psicológico no Assentamento Xagú, área rural de Nova Laranjeiras, no Paraná. Agressivo e possivelmente armado, ele ofereceu risco aos profissionais de saúde.
Policiais aproximaram-se com escudo balístico para proteger todos os envolvidos. O indivíduo resistiu ativamente, avançando contra a equipe, o que exigiu força progressiva com arma de incapacitação neuromuscular (taser).
Contido com segurança, recebeu atendimento imediato do SAMU e foi levado ao Hospital São José, em Laranjeiras do Sul, onde segue sob cuidados médicos.


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