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Doenças não transmissíveis (DNTs) estão remodelando sociedades. Doenças cardíacas, câncer, diabetes e doenças pulmonares crônicas afetam atualmente milhões de pessoas a mais do que na geração anterior e a tendência é que esse cenário continue a piorar.

As informações integram relatório publicado nesta quarta-feira (15) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O documento alerta que, na atual geração, mais pessoas vivem mais tempo, mas frequentemente o fazem com múltiplas doenças crônicas.
“As DNTs encurtam vidas, afetam a qualidade de vida das pessoas e reduzem sua capacidade de trabalho. Isso aumenta os gastos com saúde e reduz a produtividade dos trabalhadores e o retorno econômico”, destacou o documento.
“No entanto, muitos desses impactos são evitáveis, por meio de ações sobre os fatores de risco à saúde, diagnóstico precoce de doenças e tratamento aprimorado”, completou a OCDE.
A análise mostra que a prevenção de doenças traz benefícios sociais e econômicos muito maiores do que o tratamento tardio e que países que conseguem reduzir as taxas de condições que figuram como principais riscos à saúde, como obesidade e tabagismo, podem não apenas salvar vidas, mas aliviar a pressão sobre os orçamentos da saúde.
Números
O relatório ressalta que, apesar de décadas de esforços, as DNTs continuam a aumentar. Entre 1990 e 2023, a prevalência de câncer e de doença pulmonar obstrutiva crônica aumentou 36% e 49%, respectivamente, enquanto a prevalência de doenças cardiovasculares aumentou mais de 27%.
Os dados mostram ainda que, em 2023, uma em cada dez pessoas que viviam em países-membros da OCDE tinha diabetes e uma em cada oito vivia com doença cardiovascular.
Para a OCDE, existem três razões principais para o aumento contínuo da prevalência de DCNTs no mundo:
- Embora tenha havido progresso na redução de certos fatores de risco, como poluição do ar, tabagismo, consumo nocivo de álcool e inatividade física, esse progresso foi prejudicado pelo aumento acentuado da obesidade.
- A melhoria nas taxas de sobrevivência, um inegável sucesso em saúde pública, significa que mais pessoas vivem por períodos mais longos com doenças crônicas, aumentando a demanda por cuidados e a complexidade dos serviços.
- O envelhecimento populacional significa que mais pessoas estão atingindo as faixas etárias em que as DCNTs são mais comuns.
“Mesmo que a prevalência dos fatores de risco, as taxas de sobrevivência e o tamanho da população permaneçam constantes, o número de novos casos de DCNT deverá crescer 31% na OCDE entre 2026 e 2050, apenas devido ao envelhecimento populacional”, alertou relatório.
“Prevê-se que a prevalência de multimorbidade [combinação de doenças crônicas ou agudas] aumente 75% na OCDE (70% na União Europeia) e que a despesa anual per capita com saúde relacionada com doenças não transmissíveis cresça mais de 50% na OCDE”, concluiu a organização.
Por- Agência Brasil
O Governo Municipal, através da Secretaria de Agricultura, realizou uma reunião de orientação sobre o programa CastraPet, conduzida pela médica veterinária responsável pela pasta no município, com o objetivo de esclarecer todas as informações necessárias para a realização da castração de animais.
Durante o encontro, foram repassadas orientações importantes aos tutores, explicando os procedimentos, cuidados e requisitos para que os pets possam participar da ação com segurança.
A castração será realizada no dia 21 de abril, no período da manhã, das 8h às 12h, na Escola Municipal Laura Luiz, sendo destinada exclusivamente às pessoas que já efetuaram o cadastramento prévio.
Cuidar dos animais também é um compromisso com a saúde pública e o bem-estar da nossa comunidade.
POr - Assessoria
O Ministério do Trabalho e Emprego inicia, nesta quarta-feira (15), o pagamento do terceiro grupo de trabalhadores com direito ao abono salarial. Em nota, a pasta informou que serão pagos benefícios a um total de 4.272.981 trabalhadores nascidos em março e abril, com um desembolso de R$ 5,4 bilhões.

“O abono salarial será pago a 3.826.355 trabalhadores vinculados a empresas privadas cadastradas no Programa PIS, por meio da Caixa Econômica Federal, e a 446.626 trabalhadores servidores públicos vinculados ao Programa Pasep, por meio do Banco do Brasil”, destacou o comunicado.
O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2024. Em 2026, o calendário de pagamento do abono salarial teve início em 16 de fevereiro. Os valores, segundo a pasta, ficarão disponíveis aos trabalhadores até 30 de dezembro de 2026.
Quem tem direito
Têm direito ao abono salarial trabalhadores que atendem a critérios como:
- estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo;
- ter recebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), até o valor de referência de R$ 2.766 de remuneração mensal no ano-base 2024;
- ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;
- ter seus dados do ano-base 2024 informados corretamente pelo empregador no eSocial.
Pagamento
O pagamento do abono salarial pela Caixa será realizado prioritariamente por crédito em conta do trabalhador (corrente, poupança ou Conta Digital) ou por meio do aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital aberta automaticamente.
Para o trabalhador não correntista, o pagamento será realizado por meio de canais como agências, lotéricas, autoatendimento, Caixa Aqui e demais canais disponibilizados pelo banco.
Já no Banco do Brasil, o pagamento será realizado prioritariamente por crédito em conta bancária, transferência via TED ou Pix e presencialmente, nas agências de atendimento, para trabalhadores não correntistas e que não possuem chave Pix.
“Informações adicionais poderão ser obtidas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho ou pelo telefone 158”, concluiu a pasta.
Por - Agência Brasil
Na madrugada de quarta-feira (15), por volta das 00h30, a equipe da Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de possível estupro de vulnerável e posse irregular de arma de fogo.
Diante da solicitação, a equipe deslocou-se até a comunidade Mato Queimado, zona rural do município de Espigão Alto do Iguaçu. Ao chegar no local, a equipe foi recebida pelo casal. Em conversa com a solicitante, a mesma relatou que tem desconfiança de que seu esposo tenha abusado sexualmente das filhas.
A equipe localizou três armas de fogo no interior do quarto do casal e diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão pelo crime de posse irregular de arma de fogo.
As armas e munições foram apreendidas e as partes envolvidas foram encaminhadas à sede da 2ª Cia para a confecção do boletim de ocorrência e posteriormente entregues na delegacia de polícia civil para as devidas providências.
Na manha de quarta-feira (15), por volta das 11h56, a equipe dos Bombeiros Comunitários de Guaraniaçu foram acionados para prestar atendimento a um acidente no KM 539 da BR 277, no município de Ibema .
No local, dois veículos Gol/VW, haviam colidido. Um dos veículos foi atravessar a via para adentrar na cidade, quando foi atingido pelo veiculo que seguia na BR. Três pessoas tiveram ferimentos leves, e uma teve ferimentos moderados sendo encaminhada para atendimento médico no hospital.
Equipes dos Bombeiros Comunitários de Guaraniaçu e da RPR prestaram atendimento a ocorrência.
A próxima edição do mais tradicional evento de apostas e iGaming da América Latina ocorrerá entre os dias 6 e 9 de abril de 2026, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP). Dessa maneira, o BiS SiGMA South America 2026 deve atrair mais de 18500 mil participantes.
Antes da abertura oficial, Flávio Figueiredo foi anunciado como novo Managing Director da SiGMA Latam. Com formação em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte pelo Centro Universitário FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), Figueiredo é um dos pioneiros do iGaming no Brasil.
Vale salientar que ele é CEO do Grupo iGaming Brazil e um dos responsáveis pela consolidação do Brazilian iGaming Summit (BiS), que se transformou no mais relevante de iGaming da América Latina, em parceria com o SiGMA Group.
Números da edição de 2025
Promovida logo depois da entrada em vigor da regulamentação das apostas online no Brasil, a feira alcançou números expressivos em um espaço de 35 mil metros quadrados, distribuída em cinco halls do Transamerica Expo Center, com exposição de marcas e dois auditórios para as conferências.
Aproximadamente 300 players estiveram no BiS SiGMA South America. A marca também foi expandida no ano passado com a primeira edição do BiS Brasília nos dias 21 e 22 de outubro.
O evento no Distrito Federal reuniu parlamentares, reguladores e figuras proeminentes tanto do ecossistema de iGaming quanto da política brasileira. Devido ao sucesso, o BiS Brasília será realizado novamente, e já existe a organização para uma feira totalmente focada no mercado mexicano.
Sobre o SiGMA Group
SiGMA é a marca líder global em eventos do setor de jogos, iGaming, cassinos e casas de apostas. A SiGMA pode ser definida como uma plataforma de negócios e diálogo para os meios de tecnologia e jogos.
Após a fusão com o BiS em 2023, o BiS SiGMA South America continua detentor do título de principal encontro para o Brasil e para toda a América Latina, concedendo material especializado que promove o crescimento da região.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (15) a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que aponta o Paraná como líder nacional no crescimento do volume de vendas do comércio varejista. Em fevereiro, o Estado registrou alta de 2,9% em relação a janeiro, desempenho quase cinco vezes superior à média nacional, que ficou em 0,6%. A pesquisa analisa o comportamento do comércio varejista do país com indicadores da receita e volume de vendas de empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas.
O Paraná lidera o ranking entre as unidades da federação, à frente da Bahia (2,7%), Minas Gerais (2,5%) e Paraíba (2,4%). O resultado também coloca o Estado com ampla vantagem na região Sul, superando o Rio Grande do Sul (1,8%) e Santa Catarina (1%). Apenas 17 das 27 Unidades da Federação tiveram resultado positivo.
No acumulado do ano, o setor varejista paranaense mantém ritmo positivo, com crescimento de 3,3%, o dobro da média nacional (1,5%), e no acumulado dos últimos doze meses o resultado chega a 2,8%, à frente da média nacional de 1,4%. Esse resultado é do quadro que não engloba os setores de veículos e construção civil.
COMÉRCIO AMPLIADO – E o bom desempenho também aparece no comércio varejista ampliado. Nesse recorte, o Paraná registrou crescimento de 3,7% em fevereiro na comparação com janeiro, resultado 3,7 vezes maior que a média nacional, que foi de 1% no período. O desempenho é o terceiro melhor do País, atrás apenas de Mato Grosso do Sul (6,2%) e da Bahia (5,4%). Na região Sul, o Paraná também lidera com folga, seguido por Santa Catarina (2,2%) e Rio Grande do Sul (0,2%).
SETORES – No primeiro bimestre do ano, o avanço do comércio no Estado foi puxado principalmente por segmentos ligados ao consumo das famílias. O destaque ficou para o setor de artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 15,3%. Também contribuíram para o resultado os artigos farmacêuticos (8,8%), hipermercados e supermercados (5,7%), tecidos e vestuário (3,4%) e eletrodomésticos (0,7%).
RECEITA – A pesquisa do IBGE mostra ainda avanço na receita nominal do comércio ampliado paranaense. Entre janeiro e fevereiro, a receita cresceu 2,6%, resultado quase três vezes superior ao nacional, que registrou alta de 0,9%. No acumulado de 12 meses, o Estado apresenta crescimento de 3% na receita, reforçando o cenário de expansão do setor.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registrou uma queda de 52.193 para 2.028 nos casos confirmados de dengue no comparativo com mesmo período do ano passado, o que representa uma diminuição de 96,1%. O número de óbitos também caiu de forma expressiva e saiu de 90 mortes em 2025 para 1 neste ano, uma queda de 98,8%. Os dados do Setor de Arboviroses da Sesa compreendem a semana epidemiológica de 1 a 14 de 2026, que são os meses de janeiro até o dia 14 de março deste ano.
O levantamento mostra a manutenção de uma tendência de queda já registrada em 2025. E se comparado a um cenário mais amplo, entre os mesmos períodos de 2024 e 2026, a queda foi de 99,3%.
Todos os esforços da Sesa, em conjunto com os municípios e a sociedade civil, ainda apresentam uma queda expressiva no número de óbitos. Em 2024, o Paraná registrou 414 mortes nos três primeiros meses do ano. Em 2025 foram 90 mortes e, neste ano, uma.
“Essa redução de casos que se mantém em 2026 é fruto de todo o trabalho que a Sesa tem feito após os recordes históricos de 2024, que foi um movimento que aconteceu em todo o Brasil. Aqui no Paraná trabalhamos para que a dengue não leve mais tantas vidas como antes e, apesar de lamentarmos esta morte em 2026, temos motivos para entender que todos estão fazendo a sua parte”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
NORTE E NOROESTE – Apesar da queda de casos, o Paraná não está livre da dengue e, ao todo, 372 municípios já apresentaram notificações, e 203 municípios possuem casos confirmados.
As regiões Norte e Noroeste do Paraná são as que mais possuem casos registrados. A 17ª Regional de Saúde de Londrina tem o maior número de casos confirmados (534), seguida pela pela 14ª RS Paranavaí com 291; e a 15ª RS de Maringá, com 194.
A Sesa trabalha em conjunto com todos os municípios do Paraná no combate ao Aedes aegypti, além de desenvolver capacitações de profissionais e estratégias de controle. Em 2025 foi apresentado o protocolo “Novas Diretrizes para Prevenção e Controle de Arboviroses” (doenças causadas por vírus transmitidos por artrópodes, como mosquitos) em eventos para todos os 399 municípios do Estado.
A ação de imunização dos profissionais de saúde do Paraná começou em fevereiro com a nova vacina contra a dengue. Na primeira fase, após receber 31.500 doses do Governo Federal, foram vacinados parte dos trabalhadores da Atenção Primária da Saúde (APS), conforme diretrizes nacionais.
O Paraná reforçou a ação da utilização das armadilhas ovitrampas como método de monitoramento do Aedes aegypti. Essas armadilhas servem como criadouro para a fêmea do mosquito depositar seus ovos e permite que sejam analisados dados como infestação e definidas estratégias de combate. Atualmente, 353 dos 399 municípios do Paraná fazem o monitoramento.
O Paraná ainda tem a maior biofábrica do mundo de mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, os chamados Wolbitos, no Parque Tecnológico da Saúde do Governo do Paraná, em Curitiba. Ela vai ampliar a produção em larga escala de mosquitos capazes de atuar na redução da transmissão viral
ALERTA DE DENGUE – Apesar da queda de casos seguir uma tendência pelo segundo ano consecutivo, a Sesa mantém toda a atenção no combate, com ações realizadas em todo o Paraná e o trabalho de conscientização da população.
Os dados do Laboclima da Universidade Federal do Paraná (UFPR) mostram que o mês de março foi de risco climático em quase todo o Paraná e reforçam que a sazonalidade não é mais um fator decisivo. “A imprevisibilidade climática atual, com mudanças rápidas de temperatura e umidade, exige que as ações de vigilância sejam permanentes, pois as condições favoráveis à proliferação do mosquito podem persistir mesmo em períodos de queda nos casos”, reforça o secretário César Neves.
Confira algumas medidas que todos podem fazer para ajudar no controle:
- Tampe caixas d'água e proteja os ralos com telas
- Higienize bebedouros de animais de estimação
- Deixe os recipientes que possam acumular água de boca para baixo
- Descarte pneus velhos junto ao serviço de limpeza urbana; se precisar mantê-los, deixe em locais cobertos e protegidos da chuva
- Retire a água acumulada da bandeja externa da geladeira
- Limpe calhas e a laje da casa e coloque areia nos cacos de vidro do muro que possam acumular água
- Coloque areia nos pratos dos vasos de plantas
- Descarte todo e qualquer lixo de forma correta, com lixeiras fechadas e abrigada da chuva
- Verifique os quintais e varandas para não deixar nada que possa acumular água. Uma tampinha de garrafa pode ser suficiente para o desenvolvimento de mosquito
Por - AEN
O governo federal divulga nesta quarta-feira (15) a lista dos municípios cujos agricultores receberão, neste mês de abril, parcela do programa Garantia-Safra 2024-2025. A norma entra em vigor nesta quinta-feira (16).

Portaria publicada no Diário Oficial da União inclui agricultores familiares dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minhas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Veja aqui a lista completa.
O benefício, de R$ 1,2 mil, ocorrerá em parcela única. O pagamento começa ainda em abril e ocorre na mesma data do calendário do Bolsa Família.
Benefício
O Garantia-Safra é um programa de seguro destinado a pequenos agricultores com renda de até 1,5 salário-mínimo, que cultivam feijão, milho ou mandioca em áreas de 0,6 a 5 hectares e com o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo e atualizado.
O pagamento é feito aos agricultores com perda comprovada de pelo menos 40% a 50% da produção, em razão do fenômeno da estiagem ou do excesso hídrico e que aderiram ao programa.
O benefício pode ser solicitado via aplicativo CAIXA Tem, lotéricas ou agências da Caixa.
Os agricultores com alguma pendência ou imprecisões cadastrais têm até 30 dias para regularizar a situação e, posteriormente, receber o benefício. A consulta pode ser feita no site do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).
O Garantia-Safra é vinculado ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com a finalidade de assegurar condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares cujas produções sejam sistematicamente afetadas por perdas decorrentes de estiagem ou excesso hídrico.
Por - Agência Brasil
Entidades ligadas ao setor do ensino e aprendizagem no Brasil consideram que o novo Plano Nacional de Educação (PNE), assinado nessa terça (14) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, representa avanço para o país. 

“Hoje é um dia para celebrarmos, pois a ascensão no PNE é marco importante para a educação brasileira”, afirmou o vice-presidente de educação da Fundação Lemann, Felipe Proto.
Para ele, o documento reafirma a educação como prioridade nacional e renova a ambição de futuro no setor. No entanto, pondera que a implementação de qualidade será determinante para “transformar as metas em aprendizagem de fato e também para reduzir todas as desigualdades que a gente tem no país”.
Ele defende que o poder público precisa de coordenação entre os entes federativos e de apoio aos estados e municípios de todo o Brasil.
Eixo estratégico
De acordo com o gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, o novo plano consolida a educação profissional e tecnológica como eixo estratégico do setor público. O plano ainda estabelece metas de qualidade para acompanhar o processo de expansão.
O especialista observou que, em relação à ampliação do acesso, a meta de alcançar 50% dos estudantes do ensino médio matriculados em cursos integrados à educação profissional é “desafiadora, mas factível”.
“Para isso, será essencial o esforço conjunto e a coordenação entre União, estados e municípios. O novo plano também acerta ao incluir metas voltadas à qualificação e requalificação profissional”, disse.
Diogo Jamra afirmou que, em meio às transformações digitais e à crise ambiental, a formação continuada será cada vez mais necessária, inclusive para quem já concluiu cursos técnicos ou superiores.
Ele avalia de forma positiva as metas de qualidade que preveem a criação de um Sistema Nacional de Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica.
“A definição de padrões de aprendizagem, conclusão na idade adequada e resultados esperados ao final da formação será fundamental para garantir que a expansão venha acompanhada de qualidade".
"Direção certa"
O presidente da Associação Brasileira de Sistema de Ensino e Plataformas Educacionais (Abraspe), Tiago Bossi, também considera o plano uma ação de vanguarda, ao trazer metas mais claras com destaque para qualidade, educação digital e tempo integral.
Para ele, o plano está na “direção certa e reforça a necessidade de aumento gradual de investimentos na educação pública.
Bossi lembrou, no entanto, que temas como inteligência artificial e personalização do ensino precisam ser debatidos “de forma coerente com as necessidades já claras da contemporaneidade”.
“O plano avança no que precisa ser feito. O principal desafio agora será “como” e isso passa por execução, colaboração e maior abertura à inovação”, acrescentou.
Por- Agência Brasil
Um levantamento realizado pela Nexus-Pesquisa e Inteligência de Dados a partir do Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que a chamada Geração Prateada, de pessoas 60+ aptas a votar, cresceu cinco vezes mais do que o eleitorado geral nos últimos 16 anos. 

Enquanto o número de eleitores de todas as faixas etárias cresceu 15% entre 2010 e 2026, o eleitorado 60+ aumentou 74% no período, o que revela expansão de 20,8 milhões em 2010 para 36,2 milhões em março deste ano.
Segundo a Nexus, os números podem aumentar ainda mais até o dia 6 de maio, que é o prazo final para o cadastro de eleitores no TSE.
Até a data da coleta, 156,2 milhões de pessoas estavam aptas a participar do processo eleitoral no próximo mês de outubro, contra 135,8 milhões, em 2010. O levantamento sugere que em um cenário de polarização aguda, como ocorreu na eleição de 2022, obter o voto da população 60+ é estratégico.
De acordo com o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, a Geração Prateada pode definir o resultado das eleições deste ano.
“É bastante plausível afirmar que a chamada Geração Prateada (60+) pode ser decisiva nas eleições, embora não se possa dizer que ela, sozinha, definirá o resultado”.
Peso relevante
Tokarski lembrou que na última eleição presidencial, em 2022, a diferença entre candidatos foi pequena, inferior a 2 milhões de votos, o que torna esse contingente altamente estratégico. Numericamente, a geração 60+ passa a ter um peso relevante, constituindo um em cada quatro eleitores do país e, portanto, capaz de influenciar sistemas equilibrados.
“Assim, embora não determine o resultado de forma isolada, pode atuar como fiel da balança, especialmente em cenários polarizados”, afirmou o CEO da Nexus.
Ele admitiu que a tendência é de que a proporção dos seniores nas eleições acompanhe o aumento da longevidade. “A tendência é claramente de que a proporção de eleitores seniores acompanhe e até reflita diretamente o aumento da longevidade e do envelhecimento populacional”.
O levantamento mostra que a população com 60 anos ou mais saltou de 7% para 16% em três décadas e, em paralelo, o eleitorado 60+ cresceu rapidamente, já representando 23,2% dos votantes.
Abstenção
A abstenção dos maiores de 60 anos apresentou queda nas últimas três eleições: somava 37,1% em 2014 e passaram para 36,4% em 2018 e a 34,5% em 2022. Em contrapartida, as abstenções do eleitorado brasileiro em geral aumentaram de 19,4% em 2014 para 20,3% em 2018 e 20,9% no último pleito nacional.
Os maiores de 70 anos, embora tenham uma taxa de abstenção maior do que a média da Geração 60+, também têm comparecido mais às urnas. Sem obrigatoriedade de voto, esse público registrou 63,6% de abstenção em 2014, 62,7% em 2018 e 58,9% em 2022.
Na avaliação de Marcelo Tokarski, os brasileiros com mais de 70 anos que participam das eleições o fazem por convicção ou identificação política e, ao lado dos eleitores mais jovens, entre 16 e 18 anos, constituem as faixas de brasileiros a serem ‘conquistadas’ pelos candidatos. Ele acredita que, em um cenário político acirrado, essas pessoas têm a possibilidade de mudar os rumos de uma eleição.
Cenário político
Também o número de candidatos maiores de 60 anos tem aumentado anualmente no Brasil, tanto nas eleições gerais quanto nas municipais. Segundo dados do TSE, nas últimas eleições, em 2024, mais de 70 mil brasileiros com 60+ se candidataram aos cargos em disputa, o que equivale a 15% de todas as candidaturas.
O montante é o maior desde o início da série histórica, em 1998. O pleito anterior, em 2022, também registrou recorde para eleições gerais. Foram 4.873 candidatos com 60 anos ou mais, o que equivale a 17% das candidaturas.
Por - Agência Brasil

























