Guaraniaçu - Ainda em trabalho de recuperação, o Secretário de Esportes de Guaraniaçu, Renato Dri esteve no Ginásio de Esportes Onofre Garbacheski

Ainda em trabalho de recuperação, o Secretário de Esportes de Guaraniaçu, Renato Dri esteve no Ginásio de Esportes Onofre Garbacheski, junto com sua equipe.

 

Renato que testou positivo para o COVID-19 no dia 28/05 e realizava o seu tratamento em casa, após uma piora foi internado no Hospital Santo Antônio no dia 04/06 aonde permaneceu até o dia 09/06, quando foi transferido para o Hospital Universitário em Cascavel, seu estado era grave pois em Tomografia realizada apontava comprometimento em seu pulmão cerca de 70%. Renato foi entubado e seguiu para UTI, onde permaneceu por 18 dias, teve algumas complicações, mas foi apresentando melhoras a cada dia, no dia 26/06 foi extubado, e continuou melhorando, ficou no Hospital até o dia 02/07 para concluir o seu tratamento. Finalmente depois de 28 dias de internamento, ganhou alta e voltou para casa junto da sua família.

 

Ainda segue se recuperando, em acompanhamento médico e fazendo fisioterapia para reabilitação pois perdeu 22kg e principalmente massa muscular. Logo poderá retornar efetivamente as suas atividades. Renato agradece primeiramente a Deus pela sua vida e pelas orações de todos, aos profissionais de saúde, amigos e familiares que sempre estiveram ao seu lado! Relembra que foram dias muito difíceis, mas que fizeram parte da sua vitória!

 

 

 

Mais de 5,5 milhões de paranaenses já foram vacinados contra a Covid-19

Com 5,5 milhões de pessoas que receberam pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19, o Paraná chega a 64,86% da população adulta que já iniciou a imunização. O novo marco foi alcançado nesta sexta-feira (23), quando o Estado chegou a 5.656.768 primeiras doses e doses únicas (DU) aplicadas.

 

No total, 7.350.271 doses já foram administradas no Paraná. São 5.369.295 primeiras doses (73% do total), 1.693.503 segundas doses (23%) e 287.473 doses únicas (3,9%). 22,72% da população está completamente imunizada, considerando a soma das segundas doses com doses únicas. Os dados são do Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde.

 

“O Paraná é o quinto estado que mais imunizou no País. A agilidade logística do Estado em distribuir os imunizantes para os municípios e ações de incentivo como a campanha De Domingo a Domingo, além do esforço ininterrupto das prefeituras, são alguns dos motivos para o sucesso da vacinação com as doses já disponibilizadas", afirmou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.

 

Atualmente, três em cada quatro cidades paranaenses estão vacinando a população geral na faixa dos 30 anos, reforçando a isonomia entre municípios promovida pela Secretaria estadual desde o início do plano de imunização. As exceções ficam por conta de regiões que receberam mais doses por se tratarem de grupos prioritários – como populações quilombola e indígena e, mais recentemente, cidades que fazem fronteira com outros países.

 

“Com exceção de casos excepcionais, de cidades em que boa parte da população foi atendida dentro das prioridades elencadas pelo Ministério da Saúde, há uma uniformização na aplicação dos imunizantes, com a maioria dos municípios vacinando a mesma faixa etária. É o que sempre buscamos desde o início: equilíbrio e agilidade para os paranaenses”, completou o secretário.

 

GRUPOS VACINADOS – Considerando as pessoas que receberam uma dose (D1 ou DU), o Paraná é terceiro entre os estados que mais vacinaram a população em geral: o Estado administrou 2.151.319 doses na população de 18 a 59 anos, atrás apenas de São Paulo (10.258.294) e Rio de Janeiro (2.376.375).

 

O grupo é o que mais recebeu doses no total. Na sequência, os grupos prioritários mais vacinados são as pessoas com comorbidades (561.824), as pessoas de 60 a 64 anos (518.300), os trabalhadores da saúde (448.849) e as pessoas de 65 a 69 anos (428.831).

 

MUNICÍPIOS – Entre os municípios que mais vacinaram com D1 e DU, em números absolutos, Curitiba lidera com 977.471 aplicações. Na sequência, estão Londrina (273.828), Maringá (265.133), Cascavel (169.810), Ponta Grossa (149.384), Foz do Iguaçu (141.286), São José dos Pinhais (130.192), Colombo (102.030), Paranaguá (91.629) e Guarapuava (78.204).

 

Já considerando a proporção da população vacinada entre os municípios, Pontal do Paraná lidera a aplicação da primeira dose, com 73,59% da população contemplada. A cidade é seguida por Maringá (72,13%), Guaraqueçaba (69,03%), Santa Cecília do Pavão (68,73%) e Barra do Jacaré (66,74%). Considerando as doses únicas, se destacam Porto Vitória (9,08%), Itaperuçu (8,82%), Sertanópolis (8,17%), Siqueira Campos (7,98%) e Manoel Ribas (7,07%).

 

Já com relação à segunda dose, lideram a vacinação Miraselva (26,15%), Pontal do Paraná (25,8%), Barra do Jacaré (25,27%), Terra Roxa (24,62%) e Nova Laranjeiras (24,38%). Os dados são do Ranking de Vacinação criado pela Secretaria de Estado da Saúde. (Com AEN)

 

 

 

Programa de apoio à energia sustentável, RenovaPR é apresentado ao setor agropecuário

O Programa Paraná Energia Rural Renovável, o RenovaPR, que apoia e fomenta a geração de energia solar, biogás e biometano no campo, foi apresentado ao setor agropecuário nesta quinta-feira (22) como tema principal do evento de lançamento da 28ª edição da ExpoTécnica.com. Mais de 700 pessoas participaram no formato virtual.

 

O RenovaPR é desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e o Instituto de Desenvolvimento Rural-Iapar-Emater (IDR-Paraná), e foi criado para ajudar os produtores rurais de distintas cadeias produtivas na viabilidade e competitividade de seus negócios.

 

“A energia é um insumo muito relevante nos processos agrícolas. Além da iluminação, interfere também no custo de produção. Irrigação, por exemplo, precisa da energia para levar a água de qualidade até uma lavoura”, afirmou o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

 

O coordenador do programa, Herlon Goelzer de Almeida, engenheiro do IDR-Paraná, que comandou a live, ressaltou que atualmente há um grande interesse pelo tema energia, já que os custos com este insumo vêm aumentando, além da situação do estresse hídrico no Paraná, cenário que não deve mudar nos próximos anos.

 

Atualmente, lembrou o engenheiro, a energia rural tem subsídios que chegam a 60% do seu valor. No entanto, o Decreto Federal número 9.642/2018 eliminou esse tratamento especial aos produtores rurais e a subvenção será retirada totalmente até 2023. "A tendência é que o custo com a energia aumente. Então, o negócio é o produtor rural produzir energia", afirmou Almeida.

 

Para o diretor de Extensão do IDR-Paraná, Nelson Harger, o desenvolvimento da economia está diretamente ligado à geração de energia. “No meio rural não seria diferente”, comentou.

 

O evento terá mais sete módulos nesta edição, também virtuais, que devem acontecer a cada 15 dias e serão transmitidos pelo canal do IDR-Paraná no YouTube. Os temas dos próximos módulos são: Organização Rural; Bovinocultura de leite; Manejo de solos, água e nematóides; Cultivares de Trigo; Banana; Manejo de formigas cortadeiras; Apicultura - técnicas para analisar qualidade mel.

 

RENOVAPR – O programa faz partes das políticas públicas promovidas pelo Governo do Estado para ajudar os produtores rurais de distintas cadeias produtivas na viabilidade e competitividade de seus negócios. A inciativa garante condições reais para agricultores e empresas promoverem a autoprodução de energia, própria e renovável, com possibilidade de reduzir custos de produção e ampliar suas atividades.

 

Ao mesmo tempo, podem tratar dejetos animais e resíduos agrícolas e agroindustriais, promovendo a correta destinação e a adequação ambiental das suas atividades. Isso contribui com a orientação do agro paranaense em direção à sustentabilidade e aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

No dia 16 de julho o Governo do Estado, publicou um edital de chamada pública para cadastro de pessoas jurídicas e pessoas físicas habilitadas como responsáveis técnicos em projetos de energia solar fotovoltaica em ambientes rurais.

 

Os habilitados no edital terão as atribuições de elaborar e executar projetos técnicos, prestar serviços de instalação e realização de assistência técnica em sistemas de geração de energia solar para produtores rurais, empresas rurais, cooperativas agropecuárias e outras organizações do campo no Paraná.

 

O cadastro pode ser feito de forma gratuita e exclusivamente em formato eletrônico a partir de 26 de julho. O interessado deve inserir os dados e documentos relacionados no edital e, depois, comunicar formalmente o instituto por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Mais detalhes e informações podem ser obtidos no canal do IDR-Paraná no YouTube. (Com AEN)

 

 

 

Nesta quinta dia 22, em ação conjunta entre o Sicredi  e empresas de Guaraniaçu 'Dia C', realizaram a entrega da reforma da Maternidade do Hospital Santo Antônio.

 

 

O Dia de Cooperar (Dia C) nasceu em 2009 como um projeto inovador em Minas Gerais. Em 2015, o Sistema OCB decidiu vincular as iniciativas do Dia de Cooperar à agenda mundial proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que previa a realização de ações apoiadas no escopo dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

 

Com a mudança dos ODM para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em 2016, o Dia C manteve sua adesão às diretrizes que pretendem erradicar a pobreza do mundo. Fato que contribui bastante para o estreitamento dos laços entre a ONU e o Sistema OCB.

 

 

 

Laranjeiras - Município divulga novo decreto e autoriza abertura do comércio na segunda-feira (26), feriado municipal

Por meio de decreto, a Prefeitura de Laranjeiras do Sul, tem atualizado de forma permanente as medidas de prevenção, controle e enfrentamento à disseminação do coronavírus. Todas as ações, orientadas pela Secretaria Municipal da Saúde, estão alinhadas com o que preconiza o Ministério da Saúde.

 

Na quinta-feira, 22, novo decreto foi divulgado e mantém as mesmas medidas adotadas na última semana. A novidade do decreto 072/2021, autoriza o funcionamento das atividades essenciais e não essenciais, como aos domingos, na segunda-feira, 26, feriado municipal dia da Padroeira Sant´Ana.

 

Confira o decreto em sua integra no link abaixo

 

http://www.laranjeirasdosul.pr.gov.br/publicacao/[1626974048].pdf

 

 

 

Estado reforça compromisso com as cooperativas, que investirão R$ 30,3 bilhões no Paraná até 2026

O governador em exercício Darci Piana reforçou, nesta quinta-feira (22), o apoio do Governo do Estado às cooperativas paranaenses para que concretizem os objetivos do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), que visa atingir R$ 200 bilhões de faturamento nos próximos cinco anos. Para alcançar o resultado, elas pretendem realizar investimentos totais de R$ 30,3 bilhões até 2026 nos ramos de atuação que englobam, principalmente, o setor agropecuário, de crédito, saúde, infraestrutura e transporte.

 

A proposta, que vem sendo discutida com todo o setor cooperativista desde o ano passado, pretende praticamente dobrar o faturamento das cooperativas que, em 2020, atingiram movimentação financeira de R$ 115,7 bilhões.

 

A apresentação das bases dos 20 projetos estruturantes do PRC200 foi feita ao governador e a quase 200 lideranças cooperativistas pelo presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, durante o 2º Fórum Virtual dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses.

 

Segundo Piana, as cooperativas paranaenses são diversificadas e operam com todos os produtos agrícolas importantes da economia do Estado. Elas são, inclusive, pioneiras na implantação de novas culturas e projetos, além de terem projeção em toda a América Latina. “As cooperativas são, em muitos municípios do Paraná, as mais importantes atividades econômicas, maiores empregadoras e geradoras de receitas”, disse.

 

Para Piana, o sistema cooperado atua em sintonia com a coletividade, atendendo parcela importante da população rural do Estado. “O trabalho das cooperativas resulta na agregação de valor sobre o produto primário. Assim, o produtor também consegue reinvestir na atividade produtiva, garantindo desenvolvendo no meio rural”, acrescentou.

 

De acordo com o presidente da Ocepar, a formulação do PRC200 é uma tentativa de ir além do que já é realizado pelas cooperativas, mostrando que o sistema tem potencial e pode sonhar ainda mais alto. “Nunca tivemos demanda tão grande por alimentos no ramo agropecuário. Então, obviamente, nosso futuro depende de um planejamento organizado. Esse novo desafio foi construído com essa intenção”, declarou Ricken.

 

APOIO – Considerando a vocação agropecuária do Paraná, Darci Piana apontou os investimentos do Estado para impulsionar ainda mais o setor, trabalhando em paralelo para facilitar essa conquista. Ele disse que infraestrutura é prioridade do governador Carlos Massa Ratinho Junior. Como exemplo, citou a pavimentação de cerca de 376 quilômetros de estradas rurais previstas até dezembro, com a aplicação de mais de R$ 125 milhões.

 

Também destacou o projeto de duplicação de 1.800 quilômetros de rodovias que integram o pacote de concessões de rodovias, com investimentos de cerca de R$ 42 bilhões em no máximo sete anos.

 

O governador em exercício disse, ainda, que o novo status sanitário de área livre de febre aftosa sem vacinação concedido pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), maior conquista para o agronegócio paranaense nos últimos 50 anos, é essencial para o crescimento do agronegócio do Estado.

 

De acordo ele, a conquista abre um mercado importante não apenas para a carne bovina, mas também para outras proteínas e seus derivados, gerando uma cadeia de oportunidades de novos investimentos no Estado.

 

Piana também ressaltou o programa Paraná Trifásico, da Copel, que prevê implementação de 25 mil quilômetros de linhas seguras para os produtores rurais; e o Descomplica Rural, que permite acesso mais ágil às licenças necessárias para ampliação da produção.

 

PRC200 – O Plano Paraná Cooperativo 200 visa atingir 4 milhões de cooperados, 200 mil empregados, resultados (sobras anuais) de R$ 10 bilhões e investimentos de R$ 5 bilhões por ano. Num cenário realista, de acordo com José Ricken, esses objetivos podem ser alcançados entre 2025 e 2026. “O desenvolvimento do PRC200 representa um novo marco na história do planejamento estratégico do cooperativismo no Estado”, disse.

 

Em 2020, o sistema encerrou com 217 unidades agroindustriais cooperadas, 2,4 milhões de cooperados e 117,9 mil funcionários diretos. Para alcançar os resultados estimados para daqui quatro ou cinco anos - que praticamente duplicam os números de 2020 -, Ricken explicou que serão colocadas em prática ações previstas nos projetos estruturantes do PRC200.

 

Conforme o presidente da Ocepar, as metas consideram as demandas de mercado, investimento em logística, alianças estratégicas, desenvolvimento de intercooperação entre os ramos de cooperativas e investimento de R$ 5 milhões na educação e profissionalização dos cooperados.

 

“O PRC200 nada mais é do que a soma de todos os planejamentos individuais das nossas cooperativas. E ao longo da história da Ocepar, nesses seus 50 anos, planejar sempre foi uma palavra de ordem e os resultados estão aí”, lembrou o dirigente.

 

Os projetos ainda preveem o desenvolvimento de ecossistema de inovação do cooperativismo paranaense e ampliação dos acesso as tecnologias de produção de bens e serviços por meio da melhoria da conectividade no campo; estruturação do modelo de geração de energia para melhorar a competitividade da agroindústria; e a criação de programa de monitoramento com foco no atendimento a requisitos ambientais, sociais de governança e desempenho.

 

PRESENÇAS – Participaram do encontro virtual o secretário estadual de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; o presidente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Márcio Lopes de Freitas; o diretor de Participações, Mercado de Capitais de Crédito indireto do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bruno Laskowsky; e presidentes do G7, grupo formado pelas principais entidades do setor produtivo paranaense. (Com AEN)

 

 

 

No Paraná Day do México, governador apresenta potenciais do Estado a investidores

Empresas mexicanas de diferentes setores conheceram, nesta quinta-feira (22), as características e diferenciais que fazem do Paraná um estado atrativo para novos negócios. Os potenciais do Estado foram apresentados pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior durante a quinta edição do Paraná Day, evento promovido na Cidade do México com o objetivo de atrair novos investidores e aproximar o Estado de possíveis parceiros comerciais.

 

Esta foi também a terceira edição internacional do evento, iniciado em 2019 pelo Governo do Estado, e a primeira após a pandemia de Covid-19. O Paraná Day foi realizado anteriormente em Curitiba, Brasília, Nova York (Estados Unidos) e Madri (Espanha), reunindo empresários, investidores, diplomatas e adidos comerciais de diferentes países.

 

A Embaixada do Brasil no México e o Consulado Geral Brasileiro na Cidade do México foram parceiros na promoção do evento desta quinta. O embaixador brasileiro Maurício Carvalho Lyrio acompanhou o encontro, além de cerca de 20 empresários de setores de logística, madeireiro, consultoria, construção civil, agronegócio, mobilidade urbana e de corretoras de valores.

 

PARANÁ – Com localização privilegiada no mapa, próximo aos principais centro consumidores da América do Sul, o Paraná se prepara para se tornar o hub logístico da região. Dentro desse planejamento, está o novo programa de concessões rodoviárias do Estado, que levará a leilão 1.743 quilômetros de rodovias federais e estaduais, que somam R$ 44 bilhões em investimentos.

 

“O Paraná tem segurança jurídica, uma infraestrutura de qualidade que vai deslanchar ainda mais nos próximos anos, mão de obra qualificada, é exemplo mundial de sustentabilidade e tem o poder público caminhando lado a lado de quem investir e gerar empregos”, destacou o governador.

 

“Somos um dos principais produtores de alimento do mundo e contamos com uma matriz industrial diversificada e moderna, além de estarmos preparados para sediar o hub logístico da América do Sul”, disse.

 

Outro modal logístico que será expandido no Estado é o ferroviário, com a construção da Nova Ferroeste. Com 1.285 quilômetros de trilhos, a estrada de ferro vai conectar Maracaju (MS) ao Porto de Paranaguá, atendendo os principais estados produtores de grãos do Brasil. Promovendo também a integração com o Paraguai, o projeto deve fazer parte da rota bioceânica que pretende conectar o Atlântico ao Pacífico.

 

Tanto as concessões rodoviárias como a Nova Ferroeste estão previstas para serem levadas a leilão na Bolsa de Valores entre o final deste ano e o primeiro semestre do ano que vem.

 

“O Paraná pode ser a menina dos olhos dos investidores, porque disponibilizará projetos robustos de infraestrutura. Os leilões na Bolsa garantem transparência nesses processos e permitem a participação de empresas e fundos de investimentos de qualquer lugar do mundo”, salientou Ratinho Junior.

 

ATRAÇÃO – Para Eduardo Bekin, diretor-presidente da Invest Paraná, agência de atração de investimentos do Governo do Estado responsável pelo Paraná Day, a conversa com empresários, diplomatas e adidos comerciais traz um grande retorno ao Estado em termos de negócios. Desde 2019, mais de R$ 45 bilhões em investimentos privados foram aportados no Paraná com intermediação da Invest.

 

“Junto com o governador e o embaixador, a Invest Paraná recepcionou, no México, os empresários que estavam muito focados nos investimentos em infraestrutura e também com interesse nas áreas de tecnologia e segurança”, disse Bekin. “Apresentamos nossas grandes vocações nesse evento. A administração pública e a pujança da produção paranaense, principalmente da agroindústria e automobilística, são muito bem avaliadas”.

 

Mesmo em um cenário de pandemia, a indústria paranaense cresceu 20% nos primeiros cinco meses do ano, maior que a média nacional, que avançou 13,1% no período. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Estado foi o terceiro no Brasil em que a produção industrial mais cresceu na última década, puxada pelos setores de Impressão e Reprodução, Produtos de Madeira, Veículos Automotores e Celulose e Papel.

 

Além da indústria, o Paraná é reconhecido como um dos gigantes do agronegócio brasileiro. É o principal produtor de proteína animal, respondendo por um terço da carne de frango do País, e o segundo maior produtor de grãos. Com o recém-conquistado status de área livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecido em maio pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIT), a tendência é aumentar ainda mais a presença nesse mercado.

 

MOBILIDADE – Dentro da programação oficial no México, o governador Ratinho Junior e o diretor-presidente da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), Gilson Santos, também se reuniram na manhã desta quinta-feira com o secretário de Mobilidade da Cidade do México, Andres Lajous, para conhecer o sistema de transporte público e a integração dos diferentes modais.

 

Uma das cidades mais populosas do mundo, a capital mexicana tem uma população de cerca de 9 milhões de habitantes da cidade e concentra quase 20 milhões de pessoas, incluindo também os moradores da Região Metropolitana.
Nos últimos dois anos, a Cidade do México promoveu a integração de todos os modais (metrô, BRT, alimentadores, bicicletas compartilhadas e agora o sistema de teleférico), permitindo que o usuário se locomova em todos eles utilizando um único cartão.

 

A expansão do sistema de transporte público também passou a ser planejada a partir das informações desse sistema único.

 

Inaugurada em 11 de julho, a linha 1 do Cablebus, um teleférico com quase dez quilômetros de extensão, representou uma inovação para regiões que dependem da integração com os sistemas tradicionais e, que até então, não possuíam um atendimento eficiente. Segundo Lajous, o projeto supera as expectativas e altera a realidade dos modais convencionais, ao manter a ocupação permanente e não apenas pendular, nos horários de pico.

 

Ratinho Junior destacou que o encontro ajuda a entender as linhas de planejamento e trabalho de um governo que enfrenta o desafio de atender uma das cidades mais populosas do planeta, que depende massivamente do transporte público coletivo. “As maiores cidades do Paraná, em especial da Região Metropolitana de Curitiba, tem bons modelos de transporte público, mas que também necessitam de inovações para que sejam mais ágeis, seguros e sustentáveis”, disse.

 

Para o diretor-presidente da Comec, a integração entre os modais e a inovação permanente podem reestabelecer a recuperação do setor, afetado pelo transporte individual. "São inovações que podem contribuir para que o transporte coletivo continue sendo prioridade do poder público", arrematou. (Com AEN)

 

 

 

Plataformas do Google movimentaram R$ 67 bilhões no Brasil em 2020

No ano passado, as ferramentas de busca e publicidade do Google, o Google Play e o YouTube, movimentaram R$ 67 bilhões em atividade econômica no Brasil. A informação consta do Relatório de Impacto Econômico, divulgado esta semana pelo Google. Esse número é 30% maior do que o que foi registrado em 2019.

 

Além disso, mais de 207 mil empresas, publishers, organizações sem fins lucrativos, criadores de conteúdo e desenvolvedores de todo o país contrataram as ferramentas de publicidade do Google, do Google Ads e do Google AdSense, informou o documento.

 

Esse aumento, segundo o Google, foi resultado da necessidade de empreendedores e organizações precisarem se reinventar para sobreviver em um momento de pandemia, apostando no digital.

 

“As empresas aceleraram sua digitalização durante a pandemia e estão colhendo os resultados, provando que a internet é, cada vez mais, uma ferramenta de propulsão da atividade econômica”, disse Fabio Coelho, presidente do Google Brasil, em nota.

 

O relatório completo pode ser acessado no site. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Governo desbloqueia todo o Orçamento de 2021

A diminuição de diversas estimativas de gastos obrigatórios criou espaço no teto federal de gastos e fez o governo desbloquear todo o Orçamento de 2021. Segundo o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado nesta quinta (22) pelo Ministério da Economia, a equipe econômica liberou os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril.

 

A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

 

Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

 

Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

 

Teto de gastos

 

Enviado a cada dois meses ao Congresso, o Relatório de Receitas e Despesas orienta a execução do Orçamento. O documento baseia-se na previsão de parâmetros econômicos, no desempenho da arrecadação e nas estimativas de gastos para contingenciar (bloquear) ou liberar verbas.

 

Neste relatório, o principal fator que permitiu o desbloqueio dos recursos foi a revisão para baixo, em R$ 16,826 bilhões, das despesas sujeitas ao teto de gastos. No documento anterior, divulgado no fim de maio, a previsão de gastos estava em R$ 4,522 bilhões (exatamente o valor liberado hoje) acima do limite.

 

Os principais gastos reestimados para baixo foram o Bolsa Família (-R$ 9,496 bilhões, por causa da recriação do auxílio emergencial), as despesas com o funcionalismo (-R$ 3,022 bilhões), a redução de subsídios para o Financiamento Estudantil (-R$ 1,756 bilhão) e a redução dos demais subsídios e subvenções (-R$ 905,5 bilhões). A equipe econômica também reduziu em R$ 891 milhões a estimativas de gastos com benefícios da Previdência Social, ainda decorrente da reforma da Previdência.

 

Com a reestimativa das despesas incluídas no teto, o governo ganhou uma folga de R$ 12,304 bilhões. Essa folga foi em parte consumida por um acórdão fechado com o Tribunal de Contas da União que determinou que os R$ 9,496 bilhões do Bolsa Família não utilizados fossem empregados no combate à pandemia de covid-19. Mesmo com a liberação dos R$ 4,522 bilhões, restou uma folga de R$ 2,807 bilhões no teto de gastos para este ano.

 

Meta fiscal

 

O relatório também reduziu, de R$ 187,7 bilhões (2,2% do Produto Interno Bruto, PIB) para R$ 155,4 bilhões (1,8% do PIB), a estimativa de déficit primário para este ano. O principal fator foi o crescimento da arrecadação decorrente da recuperação econômica, que fez a equipe econômica revisar para cima a estimativa de receitas em R$ 43,1 bilhões.

 

Como os gastos obrigatórios subirão R$ 10,8 bilhões (por causa da revisão dos créditos extraordinários, compensada pela diminuição de outras despesas obrigatórias), a previsão final de déficit foi diminuída em R$ 32,3 bilhões. Essa é a diferença final entre a projeção anterior e atual do resultado fiscal em 2021.

 

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo, desconsiderando os juros da dívida pública. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estipula meta de déficit de até R$ 247,1 bilhões, com a possibilidade de abatimento da meta de até R$ 40 bilhões de gastos relacionados ao combate à pandemia. No entanto, o crescimento da economia e a inflação, que estão impulsionando as receitas do governo, darão folga significativa para o governo neste ano.

 

Histórico

 

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

 

Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Ano letivo de 2021 começou presencialmente em 16% dos municípios

A maior parte das escolas públicas municipais no Rio de Janeiro continua exclusivamente em ensino remoto. Apenas 1,1% das redes de ensino começaram o ano letivo de 2021 com aulas totalmente presenciais e 15,1% de forma híbrida, mesclando aulas presenciais com ensino remoto. Os dados são de pesquisa da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) divulgada nesta quinta (22).

 

O estudo foi realizado com apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Itaú Social entre os meses de junho e julho de 2021, com 3.355 redes municipais que, juntas representam 60,2% do total de municípios do país e respondem por mais de 13 milhões de estudantes. As redes municipais concentram a maior parte das matrículas das creches, pré-escolas e ensino fundamental públicos.

 

A pesquisa mostra ainda que 57% das redes concluíram os protocolos sanitários para a prevenção da covid-19. Quanto à imunização dos profissionais da educação, o processo já começou em 95,1% das redes municipais entrevistadas.

 

Em pronunciamento, nesta terça-feira (20), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu o retorno dos estudantes às aulas presenciais nas escolas. Segundo o presidente da Undime, Luiz Miguel Martins Garcia, que é dirigente municipal de Educação em Sud Mennucci (SP), é preciso considerar a situação de cada localidade. A expectativa é que, no segundo semestre, com a adoção dos protocolos, mais redes retomem o ensino presencial.

 

“Todo mundo está muito ansioso e quer a volta, mas essa volta precisa ser com segurança, valorizando a vida e o direito à educação. É muito importante que a gente tenha respeito à autonomia de cada rede para avaliar a sua condição de volta, de como proceder e como garantir esses dois direitos essenciais”, diz Garcia.

 

Desafios da pandemia

 

Segundo o estudo, a conectividade de estudantes e professores, bem como a infraestrutura das escolas continuam sendo consideradas as maiores dificuldades enfrentadas pelas redes durante a pandemia. Quase todas as redes, quando se trata de ensino remoto, usam materiais impressos (98,2%) e passam orientações por WhatsApp (97,5%). “Nós temos um vazio de acessibilidade muito grande no país”, diz Garcia, que ressalta que mesmo em centros urbanos, “há apagões de conectividade muito forte”.

 

A infraestrutura das escolas é também empecilho para o retorno às aulas presenciais. “A estrutura das escolas é que vai auxiliar a garantir um retorno seguro, que a gente sabe que é fundamental e que deve acontecer, mas precisa adaptar a estrutura escolar para esse novo cenário, com protocolos e medidas de segurança e adaptação do ambiente”, diz a coordenadora do Observatório do Marco Legal da Primeira Infância (Observa) Thaís Malheiros.

 

De acordo com dados disponibilizados pelo Observa, a partir do Censo Escolar 2020, apenas 41% das crianças matriculadas em creches e 41% das matriculadas em pré-escolas estão em estabelecimentos que possuem área externa. “A área externa e com grande ventilação é fundamental para, por exemplo, o momento da alimentação [quando as crianças estão reunidas sem máscaras]”, diz Thaís.

 

Além disso, mais de 20% das crianças com até 5 anos estão matriculadas em escolas sem itens de saneamento básico, como água filtrada, esgotamento sanitário ou coleta de lixo.

 

Busca ativa

 

Com a pandemia, segundo estimativa divulgada pelo Unicef, o número de crianças e adolescentes sem acesso à educação no Brasil saltou de 1,1 milhão em 2019 para 5,1 milhões em 2020. A pesquisa divulgada hoje mostra que essa é uma preocupação dos dirigentes. Cerca de 60% dos respondentes consideram a busca ativa de estudantes em abandono ou risco de abandono escolar uma das prioridades das redes municipais de educação. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Ministro da Saúde diz que variante Delta está sendo monitorada

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta quinta (22) que o ministério está monitorando a variante Delta da covid-19 e que é necessário haver um isolamento desses casos, ao mesmo tempo em que se avança no processo de vacinação em massa da população.

 

“O monitoramento não é nada diferente do que se fez desde o princípio. A vigilância genômica é o que permite diagnosticar qualquer variante, não somente a Delta. Já temos alguns casos identificados aqui no Brasil e o que precisamos fazer é isolar, não só aqueles que têm a variante Delta, mas que tenham outras formas do vírus, e avançar a campanha de vacinação”, disse o ministro.

 

Queiroga passou o dia no Rio de Janeiro, onde visitou hospitais e um posto de saúde. Em conversa com jornalistas, o ministro foi questionado se enviaria mais doses para estados e capitais que hoje estão atrasados na cobertura vacinal.

 

“O ministério tem enviado doses cada vez em volumes crescentes. A estimativa é que, no mês de setembro, toda população acima de 18 anos já tenha recebido a primeira dose e 50% recebido a segunda dose. Com certeza, até o final do ano, toda a população acima de 18 anos terá recebido as duas doses da vacina”, destacou.

 

Segundo o ministro, outros grupos estão em análise para inclusão no Programa Nacional de Imunização (PNI), como os adolescentes: “Essas decisões não são do ministro, são tomadas no âmbito técnico do PNI. Alguns aspectos epidemiológicos são considerados, como o surgimento de variantes, como reforçamos agora em regiões de fronteiras, para criar uma proteção epidemiológica para que eventuais variantes não se tornem de transmissão comunitária no Brasil”. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência e personalizar publicidade. Ao navegar em nosso site você concorda com nossa Política de Privacidade.