Os ministros do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques formaram maioria nesta sexta-feira (13) para manter a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, instituição que foi liquidada pelo Banco Central por falta de dinheiro em caixa para honrar seus compromissos. 

A partir das 11h desta sexta, a Segunda Turma do Supremo começou a votar se mantém a prisão de Vorcaro, em sessão virtual. Resta apenas o voto do ministro Gilmar Mendes, que têm até a próxima sexta (20) para votar.
Preso na terceira fase da Operação Compliance Zero em 4 de março, Vorcaro foi transferido para a Penitenciária Federal de Brasília.
Mendonça, atual relator do caso no Supremo, autorizou a medida após receber da Polícia Federal indícios de que Vorcaro mantinha uma estrutura particular para monitoramento e intimidação de pessoas que via como inimigas de seus interesses.
O ministro Dias Toffoli, que também integra a Segunda Turma e foi o primeiro relator do caso no Supremo, declarou-se suspeito para julgar os processos relativos ao banco, por motivo de foro íntimo.
O movimento de Toffoli se deu em razão de polêmicas oriundas de negócios passados de uma empresa de sua família e um fundo ligado ao Master. Decisões controversas no caso também desgastaram o ministro na condução do processo.
A PF chegou a produzir um relatório sobre os pontos de contato entre Toffoli e Vorcaro, mas o documento acabou sendo descartado pelo Supremo, que viu nele um movimento ilegal de investigação de um ministro do Supremo sem autorização judicial.
Voto
Em seu voto, Mendonça não se ateve apenas a reproduzir a liminar em que autorizou a prisão de Vorcaro, mas também buscou rebater argumento apresentados pela defesa do banqueiro após a medida.
O relator afastou, por exemplo, o argumento de que um grupo no aplicativo de mensagens WhatsApp de Vorcaro, chamado A Turma, fosse apenas um “mero grupo” do qual o banqueiro fazia parte.
“Trata-se, sim, de organização composta por conjunto de indivíduos coordenados pelos investigados Phillipe Mourão (agora falecido) e Marilson Roseno, sob a liderança e comando inequívoco de Daniel Bueno Vorcaro, responsável por dar ordens diretas ao grupo”, escreveu o ministro.
Mendonça destacou ainda a “natureza violenta” dos integrantes do grupo, apontando para indícios colhidos pela PF de ameaças concretas a indivíduos.
O ministro classificou os integrantes de A Turma como “milicianos” e deu como exemplo uma ameaça de morte feita a um ex-funcionário de Vorcaro.
Na mesma decisão em que mandou prender Vorcaro, Mendonça também determinou a prisão de Phillipe Mourão, conhecido como Sicário, e Marilson Roseno, apontados como coordenadores da milícia pessoal do banqueiro.
Mourão atentou contra a própria vida pouco após ser preso. Ele foi atendido e levado para um hospital, mas não resistiu.
POr - Agência Brasil
O Ministério da Saúde ampliou o uso do medicamento doxiciclina 100 mg no Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de agora, o antibiótico passa a ser utilizado também como medida preventiva, em casos de exposição, a infecções sexualmente transmissíveis (IST).

Em portaria publicada no Diário Oficial da União, a pasta define que a doxiciclina 100 mg passa a figurar como profilaxia pós-exposição na prevenção de infecções sexualmente transmissíveis bacterianas clamídia e sífilis na população.
De acordo com o texto, a ampliação do uso do medicamento foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). As áreas técnicas terão prazo máximo de 180 dias para efetivar a oferta no SUS.
Entenda
O ministério reforça que a sífilis é uma infecção sexualmente transmissível curável e exclusiva do ser humano, causada pela bactéria Treponema pallidum, que pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (sífilis primária, secundária, latente e terciária).
A transmissão ocorre por meio de relação sexual (oral, vaginal ou anal), sobretudo quando há contato com lesões, sem preservativo; e por transmissão vertical (da gestante para o bebê durante a gestação ou no momento do parto).
Já a clamídia é uma infecção sexualmente transmissível que, na maioria das vezes, causa infecção nos órgãos genitais, mas pode afetar também a garganta e os olhos. Segundo a pasta, o quadro pode atingir homens e mulheres com vida sexual ativa.
A clamídia é transmitida por meio do contato sexual (anal, oral ou vaginal) ou pela forma congênita (infecção passada da mãe para o bebê durante a gestação). A infecção não é transmitida por transfusão sanguínea, mas, caso a pessoa infectada deseje doar sangue, deve informar ao profissional de saúde a presença da infecção.
Por - Agência Brasil
A vulnerabilidade da vítima de estupro menor de 14 anos não pode ser relativizada ou reduzida. É o que determina a Lei nº 15.353/2026 que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no último domingo (8), Dia Internacional da Mulher, em edição extra do Diário Oficial da União.

A lei não estabelece novo crime ou cria penalidades, pois o estupro de vulneráveis já estava previsto no Código Penal. Na realidade, a nova norma altera o artigo 217-A e acrescenta os parágrafos quarto e quinto, que explicam a absoluta presunção de vulnerabilidade da criança e do adolescente, independentemente do comportamento ou do histórico da vítima.
Vale esclarecer que, no Brasil, são considerados vulneráveis os menores de 14 anos e as pessoas que não têm discernimento ou não podem oferecer resistência ao estupro, devido a enfermidade, deficiência mental ou qualquer outra causa.
Segurança jurídica
A transformação da jurisprudência em texto de lei foi encarada como vitória da ‘segurança jurídica’. Isso porque padroniza o rigor da lei em todo o território nacional, de forma imediata e incontestável.
A secretária nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra, avalia que a nova legislação é pertinente e consolida o entendimento de que a proteção às vítimas de estupro de vulnerável deve prevalecer de forma absoluta, sem questionamentos.
Na opinião de Itamar Gonçalves, superintendente da Childhood Brasil, – entidade da sociedade civil que atua na proteção às crianças e adolescentes – quando o entendimento sobre os casos de estupro de vulnerável dependia apenas de decisões de tribunais superiores, havia margem para interpretações ambíguas em instâncias inferiores do Judiciário, o que que gerava brechas para impunidade.
“Ao positivar a vulnerabilidade absoluta do menor de 14 anos no Código Penal, o Estado brasileiro envia uma mensagem clara: o consentimento de uma criança nessa idade é juridicamente irrelevante. Não se discute mais a vontade da vítima, mas sim a gravidade do ato cometido pelo agressor”, afirmou Itamar Gonçalves.
A proteção às vítimas menores de 14 anos também foi destacada pelo presidente Lula em mensagem publicada em suas redes sociais. Ele mencionou que se trata de mais uma medida para "fechar o cerco" a quem comete esse tipo de “crime brutal”. Em pleno século 21, não podemos mais aceitar esse tipo de violência contra nossas meninas. E essa mudança é um passo civilizatório nas leis brasileiras",
Proteção absoluta como resposta
A lei que passa a vigorar é uma resposta à decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais que, em fevereiro, relativizou o caso entre um homem de 35 anos e uma menina de 12 anos.
Pelo novo texto, a vulnerabilidade é presumida pela idade e absolutamente nada pode relativizar o crime de estupro contra uma pessoa com menos de 14 anos.
A secretária do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra, explica que a lei diminui a violência institucional e rebate para o sistema de Justiça a responsabilidade de não emitir sentenças que permitam que menores até 14 anos vivam em união matrimonial com homens mais velhos.
“O sistema de Justiça está sendo chamado a ser protagonista para não permitir interpretações em que o corpo das mulheres e das meninas são usados como se fosse um objeto, violado de todas as maneiras. O feminicídio é o ápice, mas o estupro é o crime mais comum e mais assíduo contra as mulheres e as meninas”, observa.
O cumprimento da lei exige o abandono de estereótipos que culpabilizam as vítimas, na opinião do superintendente da Childhood Brasil. “Muitas vezes, o machismo institucional busca justificativas sociais para crimes de abuso, especialmente em casos de proximidade familiar”, disse Itamar Gonçalves
Mariana Albuquerque Zan, advogada do Instituto Alana – organização da sociedade civil, sem fins lucrativos – disse à Agência Brasil que é urgente que o sistema de Justiça e a sociedade como um todo parem de relativizar todas as violências contra crianças, entre elas as de contexto sexual.
“Tornar lei significa não deixar restrito, por exemplo, à jurisprudência dos tribunais superiores essa decisão. A nova lei endereça uma mensagem para o sistema de Justiça e também para a comunidade de que não é cabível, em quaisquer circunstâncias ou situações, a relativização desse crime [de estupro de vulnerável]”.
Mobilização do Legislativo
O projeto que deu origem à lei é de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). Pelas redes sociais, a parlamentar comemorou a sanção presidencial. “É um avanço significativo. Estávamos tendo um retrocesso. Reafirmamos a vulnerabilidade de meninas menores de 14 anos, como determina o Código Penal.”
A advogada Mariana Albuquerque Zan comentou a resposta clara do Poder Legislativo. “É uma maneira de endereçar uma resposta de que é inadmissível, de que não será aceita qualquer relativização em relação a esses crimes. Vivemos em um contexto social de dados absurdos e de violência sexual contra crianças e adolescentes.”
Foco na conduta do abusador
A nova norma ratifica que a caracterização do crime não pode ser prejudicada pela alegação de experiência sexual anterior da vítima ou de seu comportamento.
Da mesma forma, o crime não é atenuado ou descaracterizado mesmo se houver a ocorrência de gravidez resultante da prática do estupro de vulnerável, pelo consentimento da vítima menor de 14 anos ou por eventual compreensão equivocada da família quanto à violação de direitos. Em todas as situações, as penas previstas para o crime de estupro de vulnerável devem ser aplicadas.
Essa alteração no Código Penal blinda a dignidade da criança ao encerrar estratégias de defesa de acusados que tentavam transferir a culpa para a vítima, esclarece o representante da Childhood Brasil. “Ainda é comum vermos tentativas de investigar o comportamento, a maturidade precoce ou o histórico da criança para atenuar o crime.”
Com a nova lei, esses elementos tornam-se nulos para o desfecho processual.
“A proteção é efetiva porque retira o foco de quem sofreu a violência e o coloca exclusivamente sobre a conduta do abusador”, disse Itamar.
A advogada do Instituto Alana, Mariana Zan, explica como a lei aumenta a proteção infanto-juvenil no Brasil.
“Essa é uma maneira de não expor a vida pessoal, o comportamento ou o histórico da vítima durante toda a investigação do crime, desde a apuração à resposta, e também todo o processo judicial”.
Não revitimização
Como consequência, a advogada prevê que a lei deve reduzir drasticamente o espaço para a revitimização de quem sofre violência sexual infantil. “A lei, como uma ferramenta, garante que não haja no sistema de Justiça, e também no sistema de garantia de direitos, a revitimização de crianças e adolescentes”, defendeu Mariana.
A profissional cita a Lei da Escuta Protegida (nº 13.431/2017) como marco que estabelece protocolos de como o Estado deve ouvir essas vítimas no processo de busca por justiça, sem exposição.
O interrogatório deve ser realizado por profissionais capacitados, em local apropriado e acolhedor. A escuta especializada, deve se limitar aos fatos que comprovem o ato, sem invadir a intimidade ou a trajetória de vida da criança, garantindo que o depoimento especial, previsto na lei, seja um instrumento de prova e não uma ferramenta de humilhação e violência.
Responsabilidade coletiva
Embora essencial para combater a impunidade, a responsabilização de quem comete o crime é resposta que chega quando o trauma já foi cometido.
O superintendente da Childhood Brasil, Itamar Gonçalves, afirma que a solução definitiva passa pelo fortalecimento da rede de proteção nos municípios e estados e pela compreensão de que a proteção da infância e adolescência é um dever coletivo, não apenas uma questão policial.
“Precisamos conscientizar famílias, escolas e a própria criança à autoproteção para que saibam identificar e denunciar os sinais de alerta precocemente”, enfatiza Itamar.
Neste mesmo sentido, a advogada Mariana Albuquerque Zan classifica a punição prevista na nova norma como passo essencial, mas que deve caminhar lado a lado com uma estratégia ampla de educação e de prevenção a violações de direitos, conforme previsto no artigo 227 da Constituição Federal de 1988.
“O trabalho de responsabilidade compartilhada deve partir do Estado, das famílias, da sociedade, como terceiro setor, e pelo papel da mídia. Devemos pautar os direitos de crianças e adolescentes, todas as ameaças que esses direitos sofrem e, sobretudo, todas as violências sofridas por eles”, reiterou a advogado do Instituto Alana.
Formação profissional
O superintendente da Childhood Brasil propõe, para o pleno cumprimento da lei, o abandono de estereótipos que culpabilizam as vítimas, e a via é o investimento contínuo na formação de toda rede de proteção dos direitos de crianças e adolescentes, inclusive de magistrados, promotores e delegados de polícia. “O operador do Direito precisa entender que a criança é um sujeito de direitos em desenvolvimento e que o sistema não pode ser um segundo agressor”, disse Itamar Gonçalves.
Mariana Zan reforçou a necessidade de urgência de um "refinamento na formação de profissionais" que compõem o Sistema de Garantia de Direitos e o Sistema de Justiça para uma resposta adequada, acessível e sensível às crianças e adolescentes
Desafios da proteção infantil
Para a Childhood Brasil, o próximo passo fundamental para a proteção de crianças e adolescentes contra abusos é investir na prevenção primária por meio da educação e do letramento, inclusive no âmbito digital. “É urgente cobrar responsabilidade das plataformas digitais na criação de ambientes seguros para crianças e adolescentes”, diz Itamar Gonçalves,
Um dos pontos centrais defendidos pela representante do Instituto Alana é a necessidade de romper o silêncio que envolve o tema. Segundo ela, existe no “imaginário social” pensamento equivocado de que falar sobre violência poderia aumentá-la, quando, na verdade, o efeito é oposto.
"Quanto mais a gente fala, a partir de um viés preventivo e educativo, não em um discurso de ódio, trazendo dados e jogando luz à realidade violenta que crianças e adolescentes vivem no Brasil, mais ajudamos a comunidade, o sistema de Justiça e as famílias a deixarem de naturalizar esse tipo de violência", explicou a especialista.
Conhecimento para prevenir
Mariana Zan prioriza, ainda, que os jovens precisam compreender os limites do próprio corpo e do corpo alheio para identificar riscos e evitar que se tornem futuros criminosos. "Precisamos educar nossas crianças e adolescentes para que saibam que se trata de violência sexual, possam identificar os riscos e não se tornem perpetradores de violência sexual.”
Por - Agência Brasil
O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgado nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o Paraná deve produzir 306,4 mil toneladas a mais de grãos do que a projeção anterior, divulgada em fevereiro. É a quarta principal alta do País, atrás apenas de Bahia (652,2 mil toneladas), Goiás (424 mil t) e Minas Gerais (321,2 mil t). Já a maior variação negativa ocorreu no Rio Grande do Sul (-359.430 t).
De acordo com o levantamento, o Paraná, com uma produção de 22,3 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do País neste ano, com crescimento de 4,3% em relação ao volume de 2025. O Estado responde por 13,9% da produção nacional, segundo maior indicador, atrás apenas do Mato Grosso (48,5 milhões de toneladas). O Mato Grosso do Sul, em terceiro, aguarda uma produção de 15 milhões de toneladas, crescimento de 14% sobre o total do ano passado.
A estimativa nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 344,1 milhões de toneladas, 0,6% menor que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas. A área a ser colhida foi de 82,9 milhões de hectares, com aumento de 1,6% frente a 2025. Em relação à estimativa de janeiro, a área a ser colhida cresceu 0,3%.
No Paraná, as principais mudanças positivas estão na soja, milho e feijão. Na soja, o Paraná espera 22,3 milhões de toneladas, segundo maior volume colhido do País, com crescimento de 4,3% em relação ao volume colhido em 2025. A estimativa nacional alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,3 milhões de toneladas, 0,4% acima de janeiro 4,3% maior que o produzido em 2025.
Em relação ao milho, o Paraná, segundo maior produtor nacional, registra crescimento de 1,6% na área, totalizando 17,5 milhões de toneladas e um rendimento médio de 6 125 kg/ha. O Estado tem 16,6% de participação nessa cultura.
A estimativa de fevereiro para as três safras do feijão alcançou 3 milhões de toneladas em todo o País. O Paraná, maior produtor nacional, prevê 688,4 mil toneladas (22,9% de participação), seguido por Minas Gerais com 514,1 mil toneladas (17,1% de participação), Goiás com 364,9 mil toneladas e Mato Grosso com 363,4 mil toneladas.
Por - AEN
As inscrições para o primeiro edital da CNH Social encerram na próxima segunda-feira (16) – já são 53,2 mil paranaenses inscritos. O programa do Governo do Estado oferece gratuitamente aulas de condução de veículos e isenta os candidatos de todas as taxas relativas aos exames, testes teóricos e práticos.
As inscrições estão abertas na modalidade “Habilita”, voltada para a primeira habilitação nas categorias A (motos) ou B (carros), nos 399 municípios do Paraná, distribuídas em cinco macrorregiões: Curitiba, Guarapuava, Londrina, Maringá e Cascavel. Ela pode ser feita exclusivamente por meio do site do programa: www.cnhsocial.detran.pr.gov.br.
“Ainda dá tempo de se inscrever e conseguir uma das vagas que garante formação de qualidade de forma completamente gratuita. É o sonho de muitos paranaenses se tornando realidade. A CNH pode abrir portas no mercado de trabalho, vai dar mais liberdade de mobilidade para as famílias e ser uma ferramenta de transformação e inclusão social”, destacou Santin Roveda, diretor-presidente do Detran-PR.
No portal, desenvolvido pela Celepar, o candidato poderá acompanhar toda a sua jornada, desde o início com as aulas, passando pela biometria e exames, até finalizar com os testes e emissão do documento digital e físico. Para os candidatos que optarem pela categoria “B” (carros), ao final do processo a carteira já virá com a observação EAR (Exerce Atividade Remunerada), o que facilita a vida dos que pretendem usar o veículo para trabalho.
COMO FUNCIONA – O programa foi estabelecido por lei sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em novembro de 2025 e teve seu primeiro edital lançado na última quinta-feira (12), na modalidade Habilita, voltada à primeira habilitação nas categorias A e B.
Para participar é preciso comprovar renda familiar de até três salários mínimos, residir no Paraná há pelo menos 12 meses e no município onde o benefício será concedido. Além disso, é necessário estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Não poderão participar pessoas que tenham algum tipo de restrição do direito de dirigir (habilitação suspensa ou cassada).
Após a divulgação da lista final, o sistema distribuirá os candidatos de forma aleatória para uma das autoescolas parceiras e clínicas credenciadas na própria localidade. Estão previstas as reservas de 10% das vagas para estudantes da rede pública estadual, que atendem os critérios de rendimento e frequência, de 10% das vagas para mulheres, e de 5% para pessoas com deficiência (PCDs).
“A preocupação dos candidatos deve ser apenas com a confirmação da sua inscrição, pois apenas após o fim do processo seletivo do programa é que os candidatos aprovados serão distribuídos de forma randômica para uma autoescola parceira para a realização das aulas e para as clínicas para realização dos exames, tudo dentro do município de residência do candidato”, completou Roveda.
NÃO CAIA EM GOLPES – O Detran-PR também alerta a população sobre golpes utilizando o programa CNH Social. Os golpistas confeccionaram sites com layouts que imitam páginas do governo federal e do Governo do Estado. Além disso, utilizam meios de comunicação como e-mails, mensagens SMS ou por meio de aplicativos para obter dados pessoais e até exigir depósitos financeiros.
Para evitar prejuízos, o Detran-PR esclarece que não entra em contato direto com a população para buscar candidatos para o programa CNH Social e nem cobra nenhuma espécie de taxa, pois a gratuidade está garantida em todas as fases do processo de obtenção da habilitação.
POr - AEN
Encerra nesta sexta-feira (13) o prazo para pagamento referente à terceira parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 para proprietários de veículos com final de placa 9 e 0.
Para os contribuintes que optaram pelo pagamento parcelado, o vencimento final das cotas deste mês de março é hoje, conforme o número final da placa do veículo. Para a quarta parcela, é importante acompanhar o cronograma de vencimentos para evitar atrasos, perda de benefícios e problemas decorrentes da inadimplência.
ATRASO – A multa é de 0,33% ao dia mais juros de mora (de acordo com a taxa Selic). Após 30 dias de atraso, o percentual é fixado em 20% do valor do imposto.
COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerá-las. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes poderão pagar o IPVA 2026 via pix a partir do QR Code presente na guia, podendo ser feito a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
ISENÇÕES – As motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025. Já ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No site da Compagas é possível conferir a lista de oficinas aptas a fazer a conversão.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
Confira o vencimento por final de placa da terceira parcela do IPVA 2026:
- 1 e 2: 09/03 (vencido)
- 3 e 4: 10/03 (vencido)
- 5 e 6: 11/03 (vencido)
- 7 e 8: 12/03 (vencido)
- 9 e 0: 13/03
POr - AEN
O último fim de semana de verão será de calor no Paraná, de acordo com a previsão do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). A região Leste do Estado, que passou os últimos dias com temperaturas mais amenas e tempo chuvoso, terá dissipação gradual das nuvens e predomínio de sol, o que vai contribuir para a elevação das temperaturas. No Oeste, que vive o oposto, ou seja, tempo quente e muito seco, a chuva volta trazendo alívio no início da próxima semana.
Desde terça-feira (10) as temperaturas não passam dos 22°C em Curitiba e as nuvens predominam, com chuva fraca ao longo dos dias. Em Ponta Grossa, a temperatura mais alta neste período foi de 23,1°C na quarta (11). No Litoral a temperatura subiu um pouco mais, chegando a valores entre 25°C e 27°C, mas a chuva foi mais intensa. Somente na quinta (12) a estação pluviométrica do Simepar em Pontal do Paraná registrou 114 mm de chuva na região de Pontal do Sul, sendo mais de 50 mm em meia hora, por volta das 7h30.
O dia ainda amanheceu nublado sobre o Leste do Paraná nesta sexta-feira (13), mas nas próximas horas as nuvens começam a dissipar gradualmente e as temperaturas voltam a subir. Nos Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba as temperaturas máximas ficam entre 25°C e 28°C, e no Litoral entre 27°C e 30°C. “Ao anoitecer, as temperaturas voltam a cair nos Campos Gerais e na Região Metropolitana de Curitiba, com mínimas em torno dos 17°C. No Litoral a variação será menor, com mínimas próximas dos 24°C”, diz Bianca de Angelo, meteorologista do Simepar.
A condição atmosférica é bem diferente no Oeste do Paraná, onde há uma massa de ar seco. Com predomínio de sol, as temperaturas seguem acima dos 30°C, podendo alcançar os 33°C em cidades como Francisco Alves, Palotina e Entre Rios do Oeste. “Apesar do predomínio de céu aberto, não se descarta a ocorrência de pancadas de chuvas pontuais e de curta duração espalhadas sobre o Estado durante o período da tarde, devido à umidade remanescente na atmosfera”, explica Bianca.
No sábado (14) as condições seguem semelhantes: amanhecer com nebulosidade baixa no Leste, porém predomínio de sol em todas as regiões ao longo do dia. As temperaturas sobem e chegam aos 30°C em todas as regiões do Paraná, podendo alcançar os 34°C em várias cidades do Sudoeste, Oeste e Noroeste. “Ainda há possibilidade de chuvas isoladas e dispersas sobre o Estado, porém de curta duração e sem elevação da intensidade, não formando temporais”, lembra Bianca.
No domingo (15) as temperaturas sobem ainda mais, e o destaque será a amplitude térmica de aproximadamente 10°C graus na maioria das regiões - ou seja, uma diferença de dez graus entre a temperatura do amanhecer e a temperatura mais alta do dia, geralmente registrada à tarde. “A exceção fica apenas para o Litoral, onde essa variação será um pouco menor”, detalha Bianca.
CHUVA – No Oeste a falta de chuva já começou a trazer problemas para a agricultura, e desconforto para a população. Em Cascavel, por exemplo, o único dia no ano inteiro que teve um acumulado de chuva superior a 10 mm foi o dia 10 de janeiro, quando a estação meteorológica do Simepar na cidade registrou 30 mm. A situação é parecida em Santa Helena: os únicos dias com mais de 10 mm de chuva no ano inteiro foram 9 de janeiro, com registro de 47,6 mm, e 10 de janeiro, com 26,6 mm.
A chegada de chuva trará alívio para a região a partir da próxima semana. “Uma nova área de instabilidade começa a avançar pelos países vizinhos. Sua posição não traz grandes influências sobre o Paraná, mas contribuirá para o aumento da frequência de pancadas de chuvas isoladas, de intensidade moderada, no extremo Oeste do Estado, principalmente na região de fronteira”, afirma Bianca.
Na segunda-feira (16), apesar da chuva, as temperaturas seguem altas, chegando aos 36°C no Oeste. Nas outras regiões do Estado o tempo segue estável e com temperaturas parecidas com as do fim de semana. A chuva pode chegar à região Norte na terça-feira (17), e voltar às outras regiões entre quarta (18) e quinta-feira (19). O Simepar segue acompanhando as condições atmosféricas.
Por - AEN
Na manhã desta sexta-feira (13), o município de Guaraniaçu realizou a entrega do segundo terminal de acessibilidade digital do Projeto Conversia. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Prefeitura Municipal, a Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop) e a Itaipu Binacional, com apoio das Secretarias Municipais de Saúde e Educação.
O equipamento foi destinado ao usuário João Paulo Daniel Ribeiro dos Santos, de 30 anos, morador do bairro Santa Clara, inscrito no programa e contemplado nesta etapa do projeto.
O Conversia é um dispositivo de última geração desenvolvido para atuar como ferramenta de comunicação suplementar e alternativa. Voltado principalmente a pessoas que enfrentam dificuldades na expressão verbal ou escrita, o equipamento funciona como uma espécie de “voz tecnológica”, permitindo que o usuário se comunique de forma mais clara e independente no dia a dia.
Para o secretário municipal de Saúde, Volnei Dal A’gnollo, a entrega representa um avanço importante na promoção da inclusão no município. Segundo ele, mais do que um equipamento eletrônico, a iniciativa simboliza a superação de barreiras que muitas vezes impedem a plena participação social de pessoas com dificuldades de comunicação.
A secretária municipal de Educação, Soelany Corso Pozzan, também destacou a relevância do projeto para a autonomia dos usuários. “Essa entrega vai muito além da tecnologia. Ela devolve a autonomia e permite que o usuário participe ativamente da vida social, expressando seus desejos, sentimentos e necessidades”, afirmou.
O ato de assinatura do termo de entrega contou com a presença da mãe do beneficiário, Regina Aparecida dos Santos; da psicóloga do projeto Amop/Itaipu de Cascavel, Lugiane Oliveira; da assistente de psicologia do projeto, Silvane Lopes; da enfermeira Jéssica Zanatta; além de outros profissionais e colaboradores da área da Educação.
O que é o Conversia
O Conversia é um sistema integrado que promove a comunicação alternativa por meio de uma interface intuitiva. A partir de comandos simples, o usuário consegue converter sinais em mensagens claras, facilitando o diálogo com familiares, profissionais de saúde e com a sociedade em geral.
Com isso, o equipamento contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida dos usuários, fortalecendo sua autonomia e ampliando as possibilidades de participação social.
Com a iniciativa, Guaraniaçu reafirma o compromisso com a construção de uma cidade mais acessível e inclusiva, onde a tecnologia atua como ferramenta para garantir igualdade de direitos e oportunidades.
Por Assessoria de Comunicação
Guaraniaçu, 13 de março de 2026.
Além de ocupar a liderança no ranking nacional da produção de carne de aves, com 1,7 bilhão de animais processados até o terceiro trimestre de 2025, o Estado do Paraná também encabeça a lista dos maiores exportadores, destinando, ao mercado internacional, 2,05 milhões de toneladas do produto no ano passado, o que gerou receitas da ordem de US$ 3,53 bilhões.
Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e foram divulgados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) nesta sexta-feira (13).
Em termos de destinos, o Paraná mandou carne de aves paranaense para 150 mercados diferentes no ano passado. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, que também são grandes exportadores da mercadoria, atingiram 138, 134 e 119 mercados no Exterior, respectivamente.
A diversidade de mercados da carne de aves produzida no Estado é tão grande que envolve desde países que compraram mais de 100 mil toneladas do produto, como os Emirados Árabes Unidos, a China, o México e o Japão, até mercados que adquiriram menos de uma tonelada, como Palau, país da Oceania com apenas 18 mil habitantes, que também são destinos importantes.
Em termos de ranking, os maiores compradores, pela ordem, foram Emirados Árabes Unidos, China, México, Japão, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Iraque, África do Sul, Kuwait, Omã, Chile, Filipinas, Holanda, Turquia, Catar, Iêmen, Líbia, Singapura, Gana e Jordânia.
De acordo com o Ipardes, chegar em mercados tradicionais e outros mais distantes, como Belize e nações da África, demonstra o alcance dos negócios que envolvem a carne de aves paranaense, assim como o compromisso do Estado com o atendimento do consumo mundial de alimentos. Outro diferencial do Estado é a capacidade de produção do frango halal para atender o mercado islâmico.
De acordo com Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, os números reforçam termo "supermercado do mundo” que é atribuído ao Estado. “Há comida paranaense nos quatro cantos do mundo. A carne de frango, que figura entre os principais produtos exportados pelo Paraná, é uma amostra da nossa qualidade e competitividade”, diz.
PRODUÇÃO – O Paraná lidera amplamente o abate de frangos em todo o Brasil, com cerca de 34% da participação nacional, seguido por Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apenas nos três primeiros trimestres do ano (dado mais recente disponível) foram abatidos 1,7 bilhão de aves no Estado, um novo recorde para o período.
Confira a relação dos principais compradores:
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.983 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (12). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 75 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 03 - 15 - 30 - 32 - 40 - 52
- 35 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 68.098,14 cada
- 2.957 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.328,62 cada
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (14), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Por - Agência Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (12) que filhos adotivos nascidos no exterior têm direito à nacionalidade brasileira ao completarem 18 anos.

O direito vale para crianças e adolescentes que foram adotados por pais brasileiros que vivem no exterior e registrados nas embaixadas e consulados do país.
A Corte ressaltou que a Constituição proíbe distinção entre filhos biológicos e adotivos. Dessa forma, por unanimidade, os ministros entenderam que são inconstitucionais as interpretações jurídicas das instâncias inferiores da Justiça que não reconhecem que filhos biológicos e adotivos possuem os mesmos direitos de nacionalidade.
O Supremo julgou um recurso de uma família de brasileiros que adotou duas crianças nos Estados Unidos. Após atingirem a maioridade, elas solicitaram o reconhecimento da nacionalidade brasileira, mas o pedido foi rejeitado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
O tribunal entendeu que a nacionalidade só poderia ser adquirida por meio de um processo de naturalização. Inconformada com a decisão, a família recorreu ao STF.
A decisão tomada pela Corte deverá ser aplicada a todos os processos semelhantes que tratam da questão.
Uma tese jurídica também foi aprovada para balizar os julgamentos.
“É assegurado o direito à nacionalidade brasileira originária à pessoa nascida no exterior adotada por pessoa brasileira e registrada no órgão consular competente”, diz o texto.
Por - Agência Brasil
Criminosos estão usando um aplicativo falso em nome do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para aplicar golpes. A fraude se apresenta como um suposto serviço de reembolso de descontos associativos e tem sido disseminada principalmente para celulares com sistema Android.

De acordo com o INSS, o golpe foi identificado por pesquisadores da empresa de cibersegurança Kaspersky, que detectaram um malware conhecido como “BeatBanker”. O programa é classificado como um “trojan bancário”, capaz de roubar informações financeiras e assumir o controle do aparelho da vítima.
Como funciona
O golpe começa com a divulgação de um site falso que imita visualmente a loja oficial de aplicativos do Android. Nesse ambiente fraudulento, é oferecido um aplicativo chamado “INSS Reembolso”, que se apresenta como ferramenta oficial para solicitar devolução de valores.
Ao instalar o programa, no entanto, o usuário passa a ter o celular comprometido pelo malware, que pode acessar informações sensíveis armazenadas no dispositivo.
Espionagem
Segundo especialistas em segurança digital, o aplicativo malicioso é capaz de espionar aplicativos bancários, capturar senhas e dados pessoais, redirecionar transferências financeiras e até assumir controle remoto do celular.
Esse tipo de software é frequentemente utilizado por criminosos para acessar contas bancárias e realizar transações sem o conhecimento da vítima.
Orientação
O INSS orienta a população a não instalar aplicativos fora das lojas oficiais e a desconfiar de serviços que prometem reembolsos ou liberação de valores por meio de links ou páginas desconhecidas.
O órgão reforça que o único aplicativo oficial para acesso a serviços previdenciários é o Meu INSS, disponível nas lojas oficiais de aplicativos.
Além do aplicativo, o atendimento do instituto também pode ser realizado pelo telefone 135 e pelos canais oficiais na internet.
O que fazer
Caso o usuário identifique aplicativos suspeitos ou já tenha realizado o download de programas semelhantes, a recomendação é remover imediatamente o aplicativo do aparelho e realizar uma verificação de segurança no dispositivo.
O INSS também recomenda evitar operações financeiras pelo celular até que o aparelho esteja seguro. O órgão afirma que divulgar informações sobre esse tipo de fraude é essencial para reduzir a disseminação de golpes e proteger segurados e beneficiários de prejuízos financeiros.
Por - Agência Brasil
























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