Deficiência de zinco pode afetar a fertilidade feminina

Para nosso organismo funcionar bem precisamos de diversos nutrientes, como vitaminas e minerais.

 

Isso quase todo mundo já ouviu falar.

 

A novidade é que a deficiência de zinco parece afetar os estágios iniciais de desenvolvimento do óvulo, reduzindo a sua capacidade de divisão celular para ser fertilizado. Essa foi a conclusão de uma pesquisa feita pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que acaba de ser publicada.

 



Há alguns anos, os pesquisadores começaram a estudar a disponibilidade de micronutrientes no ambiente ovariano e a sua influência no desenvolvimento, viabilidade e qualidade de oócitos (cada uma das células que por meio de divisões celulares dão origem ao óvulo).

 

“Mensalmente, vários oócitos amadurecem, mas somente um óvulo é liberado para ser fecundado. Entretanto, para que esse processo ocorra são necessários diversos fatores, entre eles certos níveis de micronutrientes específicos, como o zinco”, explica o ginecologista e cirurgião ginecológico, Dr. Edvaldo Cavalcante. Ao longo dos anos, surgiram evidências de que o zinco é um elemento-chave no desenvolvimento de oócitos, segundo os autores da pesquisa.

 

No estudo, a deficiência do zinco prejudicou a capacidade do oócito em se dividir adequadamente (meiose), um passo necessário antes que uma fertilização bem-sucedida possa ocorrer. Ainda de acordo com os pesquisadores, o estudo mostrou que o zinco desempenha um papel no crescimento do oócito numa fase mais precoce do que investigado anteriormente, durante o desenvolvimento e antes da divisão.

 

Infertilidade

 

A infertilidade afeta cerca de 10 a 15% dos casais e está ligada a uma ampla gama de fatores. Na mulher, a infertilidade pode estar associada à endometriose, miomas, obstrução das tubas uterinas, síndrome do ovário policístico, entre outros.

 

Zinco

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 17% da população global é vulnerável à deficiência de zinco em sua dieta. Pessoas com síndrome do intestino irritável, doença de Crohn e outros distúrbios gastrintestinais, assim como vegetarianos e veganos têm um risco maior de apresentar deficiência de zinco segundo a entidade. Este grupo, portanto, teria a recomendação de tomar o zinco em forma de suplementação.

 

 

 

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Casos de malária devem crescer 50% no Brasil este ano

Projeção feita pelo pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz Cláudio Maierovitch aponta que o Brasil poderá ter um aumento de 50% nos casos de malária neste ano.

 

Até março, o País registrou 50 mil infecções. Pelos cálculos do pesquisador, com base nos dados de janeiro e fevereiro, até o fim do ano os registros poderão chegar a 293 mil. O avanço esperado é de proporção semelhante à que foi identificada em 2017.



Depois de seis anos de queda, a malária voltou a aumentar no País no ano passado e a preocupar autoridades sanitárias e especialistas. "Estávamos em ritmo de declínio muito significativo. Mas a doença perdeu prestígio político, as ações de prevenção foram deixadas de lado e os casos voltaram a aumentar", afirmou o professor da Universidade de Brasília (UnB) Pedro Tauil. Em 2017, foram notificados no País 193 mil casos, 50% a mais do que o registrado no ano anterior.

 

 

Diante do aumento de casos, um comitê assessor decidiu na semana passada preparar uma carta de alerta para o governo brasileiro. "O programa perdeu prioridade para outras doenças que atingem grupos com maior poder de reivindicação, como a população urbana. Os recursos foram transferidos para dengue, zika e chikungunya. A malária perdeu recursos financeiros e recursos humanos", resume Tauil.

 

A retomada de crescimento da doença por dois anos consecutivos ocorre pouco tempo depois de o Brasil comemorar o avanço no combate à malária. "Em 2016, chegamos a alcançar 128 mil infecções, o menor número da história", diz Maierovitch. Na época, avisos já haviam sido dados para autoridades não baixarem a guarda. "Esse é um problema comum. Quando a doença começa a cair, a atenção se dispersa."

 

Municípios

 

Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Osnei Okumoto atribuiu o aumento de casos nos últimos dois anos a falhas na prevenção que deveria ser feita por municípios. Assim como Tauil, ele disse que algumas cidades acabaram priorizando o combate ao Aedes aegypti, deixando em segundo plano as medidas de contenção da doença, transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado. Okumoto observa que o avanço foi mais expressivo em 35 cidades da Amazônia Legal. "Juntas, elas respondem por 80% dos casos atuais." O secretário ainda afastou qualquer relação do aumento com a imigração de pessoas procedentes da Venezuela.

 

Com a retomada do avanço, fica ainda mais distante a meta de se eliminar a transmissão de uma das formas da doença, provocada pelo protozoário Plasmodium falciparum. Integrantes do comitê julgam essencial controlar a malária no País o quanto antes, sobretudo diante da ameaça de que o medicamento usado para tratar a doença se torne pouco eficaz. Na Ásia, o plasmódio já desenvolveu resistência ao medicamento.

 

"O que desejávamos era evitar que isso ocorresse, eliminar a transmissão no Brasil antes da chegada do protozoário resistente." Okumoto reforça a preocupação. "Por enquanto, a medicação tem sido eficaz. Mas o ideal é reduzir ao máximo o número de casos."

 

Uma das providências para evitar a expansão da doença é o uso de mosquiteiros impregnados por inseticidas. A medida começou a ser usada no País em 2011. Em um projeto piloto, 1,1 milhão de peças foram distribuídas em municípios prioritários. Posteriormente, nenhuma outra compra centralizada foi realizada. Okamoto afirmou que recursos foram repassados para que Estados e municípios fizessem a operação.

 

Outra recomendação é reforçar o diagnóstico rápido e o tratamento precoce. "Isso evita o ciclo. Se há poucas pessoas doentes, menor o risco de o mosquito se contaminar e, com picadas, transmitir a doença", afirma o secretário. (Com Jornal O Estado de S. Paulo)

 

 

 

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Ácidos das frutas melhoram a aparência da pele

Os hidroxiácidos já são amplamente utilizados em tratamentos estéticos, para realizar a renovação celular da pele e atuar contra manchas, flacidez e rugas, proporcionando superfície lisa e brilho saudável à pele.

 

Além disso, esses ‘ácidos’ são muito usados no tratamento de algumas desordens cutâneas como rosácea, fotoenvelhecimento, acne e distúrbios de pigmentação. Mas, ao contrário do que muitos pensam, os hidroxiácidos se comportam de maneiras diferentes entre si.



“Os poli-hidróxiacidos (PHA), por exemplo, se destacam devido suas características exclusivas em comparação aos efeitos dos alfa-hidroxiácidos tradicionais. Isso porque apresentam uma estrutura molecular que favorece sua absorção de forma mais lenta pelo tecido epitelial, diminuindo a irritação, coceira, queimação e vermelhidão comuns em pacientes que fazem tratamento com outros ácidos”, explica a dermatologista Dra. Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD).

 

 

Derivados das frutas e cereais como o milho, os poli-hidroxiácidos agem na superfície, dissolvendo suavemente os vínculos entre as células mortas da pele para que possam ser facilmente removidas, promovendo assim uma pele mais suave e com menos linhas finas, manchas e cicatrizes de acne. “Esta classe de ácidos apresenta potente efeito antioxidante, aumentando a espessura dérmica, diminuindo a hiperpigmentação e conferindo firmeza à pele, pois estimula a produção de colágeno e outros componentes que aumentam a qualidade das fibras elásticas”, destaca a médica.

 

Sendo bem tolerados por peles mais sensíveis, com rosácea e dermatite atópica, os poli-hidroxiácidos podem ser usados em cosméticos, esfoliações, peelings e até para potencializar os resultados de procedimentos como lasers e microdermoabrasão. “Os PHA também podem ser associados a outras substâncias para diversos protocolos, como ao ácido retinoico, para o tratamento da acne, ao retinil palmitato, para combater o envelhecimento cutâneo, e à hidroquinona, para reduzir a hiperpigmentação”, completa a médica.

 

Segundo a Dra. Valéria, um dos poli-hidroxiácidos mais conhecidos e utilizados é a gluconolactona, potente renovador celular com ação hidratante e antioxidante, reforçando a barreira da pele, atuando no tratamento da acne e combatendo o fotoenvelhecimento.

 

“Mas, apesar de serem menos agressivos que os outros hidroxiácidos, os PHA devem ser introduzidos com cautela em sua rotina de cuidados com a pele. Por isso, o ideal é que você consulte um dermatologista para que ele possa avaliar o seu caso e indicar o melhor modo de usar estes ácidos, pois, embora muitos produtos com estas substâncias sejam projetados para serem usados diariamente, é sempre interessante dosar de acordo com a necessidade de cada pele”, finaliza.

 

 

 

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Excesso de remela nos olhos pode indicar problemas

Ao acordar pela manhã, muita gente percebe um muco branco ou amarelado nos cantos internos dos olhos – popularmente conhecido como ‘remela’. Até aí, tudo bem.

 

Remela nada mais é do que sobra de lágrima carregada de poeira e gordura que se cristalizou durante o período em que a pessoa permaneceu de olhos fechados.

 

Mas quando esse muco é produzido em quantidade acima do normal, principalmente se vem acompanhado de outros sintomas, como vermelhidão nos olhos, é preciso ficar atento.



De acordo com o médico oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos (SP), a produção excessiva de secreção pode estar associada a um quadro de conjuntivite ou síndrome do olho seco, entre outras doenças oculares.

 

 

Independentemente da causa, o médico adverte que a primeira medida é evitar ao máximo ficar colocando a mão nos olhos para retirar remela, até porque eventualmente as mãos podem não estar completamente limpas e agravar ainda mais o quadro. Nesse sentido, além de lavar bem os olhos durante o banho, é possível usar uma quantidade mínima de xampu neutro para crianças e lavar os olhos ao longo do dia, com o auxílio de um disco de algodão embebido em água gelada.

 

“A infecção ocular geralmente se apresenta através dos seguintes sintomas: vermelhidão dos olhos, excesso de lágrimas/remelas, dor ou sensação de queimação, além de inflamação ao redor dos olhos. Caso seja diagnosticada uma conjuntivite, é importante saber que se trata de uma condição altamente contagiosa e pode ser causada por alergia, bactéria ou vírus. Só um oftalmologista poderá identificar o tipo da doença e indicar o melhor tratamento. De todo modo, lavar as mãos com maior frequência é uma dica importante, bem como evitar compartilhar objetos de uso comum, como toalhas de mão/rosto, fronhas e travesseiros”, diz Neves.

 

O médico afirma que, nesta época do ano, da mesma forma que o paciente pode vir a sentir congestão nasal, dor de garganta e tosse, pode também perceber que a conjuntiva está ficando irritada.

 

“Se o quadro de conjuntivite surge na sequência de uma gripe ou resfriado, é quase certo que é do tipo viral e vai passar em uma ou duas semanas sem necessidade de antibióticos. Já a conjuntivite provocada por bactéria apresenta um quadro mais sério. Neste caso, colírios antibióticos devem ser prescritos o quanto antes, a fim de conter o avanço da doença. Também é importante alertar para os riscos da automedicação – que pode elevar as chances de complicações”.

 

Já se o excesso de remela ocorre em função da síndrome do olho seco, muito comum em quem passa horas diante de um computador ou qualquer outra tecnologia (telefone celular, videogame, televisão etc.), é importante adotar medidas para aumentar a produção de lágrimas.

 

“O paciente deve se condicionar a piscar mais frequentemente. Em média, as pessoas piscam entre 14 e 18 vezes por minuto. O piscar promove uma limpeza de toda sujeira e oleosidade depositada na superfície dos olhos e os mantém hidratados. O problema é que, com a diminuição das piscadas, vêm o ressecamento dos olhos e a irritação desencadeada pelo acúmulo de sujeira. Uma boa ideia é recorrer a aplicativos de celular que alertam para a necessidade de piscar, ou ainda se programar para fazer pausas a cada 60 minutos e piscar durante 20 segundos”, recomenda o especialista.

 

Renato Neves também adverte sobre outro vilão do olho saudável: o vento. “Quem está enfrentando esse problema deve evitar vento no rosto. Seja do ventilador, seja do ar-condicionado, o vento resseca a superfície dos olhos mais do que o normal. Até mesmo o vento do secador de cabelo não é saudável para os olhos, porque compromete toda a sua lubrificação – lembrando que, além de limpar e manter os olhos lubrificados, as lágrimas têm também anticorpos e proteínas de defesa que são muito importantes no combate a bactérias oportunistas. Sendo assim, quem vai sair num dia de muito vento deve, no mínimo, estar bem protegido com óculos de sol”.

 

 

 

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Como vencer as 5 dificuldades de emagrecer após a gravidez

Todas as mamães enfrentam os mesmos desafios assim que nascem seus bebês: desenvolver novas relações e laços familiares, amamentar, e até mesmo voltar a trabalhar após a licença-maternidade.

 

No entanto, poucas dificuldades assustam tanto quanto os quilos extras que chegam ao longo dos 9 meses.



Vinícius Possebon, preparador físico e coach fundador do Programa Queima de 48 Horas, ensina como ultrapassar os difíceis obstáculos colocados diante das mulheres que acabaram de ter filhos. “As mães não querem arriscar a saúde com dietas malucas e não têm tempo para passar horas na academia”, explica.

 

 

1- Redução do metabolismo e tônus muscular

 

A primeira dificuldade que deve ser considerada na busca pelo emagrecimento é a idade. A maioria das mulheres tem filho após os 30 anos, ou pouco antes. Possebon lembra que é a partir esta faixa etária que o corpo passa a reduzir o metabolismo e reduz naturalmente a massa muscular. “Praticar atividades físicas mais intensas, alternando com esforços de baixa intensidade, permite acionar mecanismos naturais que obrigam o organismo a usar a gordura acumulada como fonte de energia por muitas horas após o exercício”, explica, resumindo o método que leva o nome de Treinamento Intervalado de Alta Intensidade, ou a sigla HIIT, do inglês. Consumir alguns alimentos termogênicos, com o aval de um médico ou nutricionista, também auxilia no aumento do metabolismo.

 

2- Menos tempo para exercícios

 

Com o novo papel de cuidar de um bebê, além de continuar com as obrigações anteriores, como voltar ao trabalho e cuidar da casa, sobra ainda menos tempo para se dedicar a uma atividade física. Por isso, Possebon destaca a importância de se trabalhar com atividades capazes de trazer resultados com pouco tempo. O coach defende de que a atividade física não precisa ser demorada, mas eficiente. “Um sistema bem pensado como o HIIT permite treinos que duram de 5 a 20 minutos”, explica.

 

3- Tentações da dieta

 

Contrário às dietas malucas ou ao corte de alimentos saborosos, Possebon explica que, quando o treino é realizado com foco, intensidade e disciplina, o aumento dos processos metabólicos do corpo permite que a alimentação não precise de grandes mudanças. “É preciso tomar cuidados e evitar alimentos muito gordurosos ou doces, mas não existe a necessidade de deixar de comer algo para emagrecer”, ensina. “Eu mesmo não passo um dia sem comer chocolate”, confessa.

 

4- Espaço ideal para as atividades

 

Uma academia cheia de aparelhos ou um parque repleto de grama verde e ar puro parecem um sonho para quem busca emagrecer, mas nem todo mundo consegue acessar estes ambientes facilmente. O preparador físico destaca que o “Programa Queima de 48 Horas”, ou apenas Q48, que segue o método HIIT, utiliza apenas o peso do corpo como resistência e movimentos que não precisam de pesos, o que permite que os exercícios sejam realizados em qualquer lugar, como a sala ou o quarto.

 

5- Despesa com academia

 

Logo após o nascimento de um filho, o foco dos gastos se volta a ele. E com tantos gastos que os bebês demandam, não sobra disposição para grandes investimentos. Possebon destaca que o preço de um programa online como o “Q48” é menor que a média das academias. Os treinos, que podem ser acompanhados pelo computador ou pelo aplicativo do smartphone, não oferecem nenhum risco às pessoas saudáveis. “É sempre bom lembrar que qualquer atividade física deve ser feita com o aval de um médico”, conta Possebon, que já conquistou mais de 38 mil alunos satisfeitos. “Em média, os alunos Q48 têm perdido 1 kg em um período de 5 a 10 dias”, conclui o coach, que tem depoimentos de mães que perderam mais de 10kg após oito semanas de treinamento.

 

 

 

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4 mitos que precisam ser desconstruídos sobre o pompoarismo

O pompoarismo consiste em exercícios que fortalecem os músculos do assoalho pélvico e aumentam o prazer sexual. Essa técnica milenar indiana previne e combate a incontinência urinária ou fecal e também as hemorroidas.

 


Especializada em uroginecologia, Cátia Damasceno é fisioterapeuta e já ensinou mais de 155 mil mulheres a praticarem a ginástica íntima, também chamada de pompoarismo. Ainda assim, a especialista relata que muitas pessoas olham para esta prática com preconceito ou visões muito simplistas.

 

“A mulher que pratica pompoarismo encontra muitas vantagens, mas para isso é preciso se livrar de alguns pré-conceitos”, explica Cátia, que destaca os quatro mitos do pompoarismo.

 

Mito 1: Só serve para dar mais prazer ao parceiro

 

Embora a ideia de proporcionar mais prazer ao marido ou namorado seja o objetivo de algumas mulheres que buscam praticar a ginástica íntima, Cátia explica que o pompoarismo também auxilia no prazer sexual feminino.

 

“No relacionamento, aumentar o próprio prazer sexual é tão ou mais importante que o do parceiro”, conta a especialista, que já recebeu relatos de suas alunas sobre terem o primeiro orgasmo, e até orgasmos múltiplos, após começar a praticar.

 

“Como o exercício fortalece os músculos vaginais, ele promove maior lubrificação na hora do sexo, e aumenta a libido”, destaca.

 

Mito 2: Só está relacionado à vida sexual

 

Com todas as vantagens da ginástica íntima, não fica difícil imaginar os benefícios da prática na saúde geral. Cátia conta que o pompoarismo também ajuda, com pouco tempo de prática, a dar mais segurança para as mulheres no sexo.

 

“Ele também previne, recupera e melhora problemas de incontinência urinária, ajuda a reduzir o período de menstruação, e ainda reduz as cólicas menstruais, já que aumenta a irrigação sanguínea do canal vaginal”, ensina a especialista, provando que os mitos do pompoarismo precisam ser derrubados para que mais mulheres consigam melhorar a qualidade de vida.

 

Mito 3: Exige que seja utilizado o colar tailandês

 

Outra imagem que muitas pessoas associam ao pompoarismo é ligada ao colar tailandês, um item comum de ser encontrado em sex shops. Cátia explica que uma mulher não precisa, necessariamente, utilizar algum produto para praticar a ginástica íntima, especialmente se o objetivo for apenas voltado à saúde.

 

 

“Eu nem recomendo o colar tailandês, pois ele pode ser muito difícil e desconfortável”, destaca. A especialista sugere um acessório chamado Ben Wa às mulheres que desejam utilizar algum produto.

 

Mito 4: É coisa de mulher jovem

 

Cátia explica que a ginástica íntima pode ser praticada por mulheres de todas as idades. “As vantagens do pompoarismo ajudam muito a melhorar a qualidade de vida de todas as mulheres, independentemente da fase da vida”, reforça Cátia, que ensina que esta prática ajuda a melhorar a eficiência do trabalho de parto, a recuperação pós-parto, bem como a flacidez vaginal.

 

“E como aumenta a libido, o pompoarismo também é excelente para as mulheres que enfrentam problemas com monotonia no casamento”, completa.

 

 

 

 

 

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Kefir: conheça o superalimento da vez

Assim como outros alimentos que possuem bactérias benéficas, como os "leites fermentados com lactobacilos vivos", o kefir é uma colônia de micro-organismos que fazem bem para a saúde.

 

A aparência é semelhante a de leite coalhado e o sabor lembra um iogurte, só que um pouco mais ácido.



Descubra os tipos de Kefir existentes

 

Existem duas variedades de grãos de kefir: o Kefir de água, que apresenta uma coloração amarelada cristal, e o kefir de leite, de aparência cremosa semelhante à couve-flor.

 

 

Kefir de água

 

O Kefir de água pode ser feito com água do coco, água com açúcar mascavo ou apenas água filtrada. A água de torneira não é indicada porque possui produtos químicos que podem matar os micro-organismos que fazem tanto bem! Algumas pessoas escolhem esse tipo por ter sabor mais adocicado em comparação ao de leite.

 

Kefir de leite

 

O Kefir de leite é cultivado quase sempre a partir do leite animal – não necessariamente o leite de vaca, embora essa seja a utilização mais popular, também podem ser usados leites como o de cabra, búfala e ovelha ou até opções vegetais, como leite de coco. Seu sabor é um pouco mais forte que o do Kefir de água.

 

É só escolher o que se adapta melhor a sua dieta. Se ainda estiver na dúvida, você pode consumir os dois tipos, um de cada vez, para escolher seu preferido.

 

Benefícios para a beleza

 

O tratamento com Kefir pode trazer inúmeros benefícios também para a sua beleza! Ao ingerir essa fonte rica de vitamina B, você melhora o aspecto da sua pele, diminui as rugas e fortalece seus cabelos e unhas. O Kefir também colabora com a eliminação de toxinas, impedindo que elas se acumulem e provoquem uma absorção ineficiente de nutrientes que podem acarretar, entre outros efeitos indesejáveis, na quebra de unhas, queda de cabelos e a temida acne.

 

Ajuda a emagrecer

 

Okefir pode ser um aliado na sua busca por kilinhos a menos, se esse for o objetivo. Nas palavras da nutricionista Eliane Moreira, em entrevista ao site 'Dicas de Mulher': “O consumo de Kefir auxilia no emagrecimento por proporcionar saciedade, possibilitando menor ingestão de alimentos”.

 

 

 

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Clima frio resseca, causa feridas e faz surgir doenças na pele

A nossa pele exige cuidados especiais durante todo o ano, mas, durante o outono e inverno, a atenção precisa ser redobrada, pois o tempo mais frio e o ar seco influenciam na saúde e qualidade da pele.



“A baixa umidade do ar e a queda da temperatura levam a uma diminuição da transpiração corporal. Dessa forma, a pele torna-se mais ressecada e áspera, chegando a descamar em alguns locais”, explica a dermatologista Dra. Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

 

“E não é apenas a pele do rosto que sofre durante o frio. A pele do corpo também é afetada, já que, quando as temperaturas mais baixas chegam, é comum que as pessoas aumentem a temperatura do banho.”

 

 

Por isso, a primeira dica para evitar que o quadro de ressecamento da pele se agrave é não tomar banhos muito quentes e demorados, pois estes provocam uma remoção da oleosidade natural do tecido de forma mais intensa, diminuindo o manto hidrolipídico que retém a umidade da pele.

 

“O recomendado é que você tome banhos mornos ou frios e não permaneça muito tempo em contato com a água. É importante também que você evite o uso excessivo de sabonetes e buchas, que também contribuem para alterar a composição da barreira que protege a pele, e dê preferência para sabonetes neutros ou com substâncias hidratantes”, completa a especialista.

 

Segundo a médica, a hidratação é um cuidado essencial para prevenir o ressecamento da pele e deve ser feita de acordo com o tipo de pele de cada paciente. Pessoas com pele seca, por exemplo, devem usar hidratantes em forma de cremes ou loções cremosas ou até mesmo óleos hidratantes.

 

Já quem tem pele oleosa deve preferir hidratantes em gel ou loções sem óleo. Além disso, os lábios precisam de hidratação específica, já que são mais sensíveis e, consequentemente, mais suscetíveis a rachaduras e ao ressecamento.

 

“A fotoproteção também é indispensável no outono e inverno, pois, diferente do que muitos pensam, a radiação solar está presente mesmo em dias chuvosos e nublados”, afirma.

 

Durante o frio, é muito comum também que as pessoas diminuam a ingestão de líquidos. Porém, beber água é extremamente importante para conservar a hidratação da pele e de todo o organismo.

 

“Também é essencial investir em uma alimentação saudável, que deve conter legumes, frutas e vegetais ricos em vitaminas e minerais, como a Vitamina C, que neutralizam os radicais livres, prevenindo o envelhecimento da pele. A soja é outro alimento que deve ser adicionado à dieta, pois é rica isoflavonas, substâncias que evitam o ressecamento e melhoram a elasticidade da pele”, destaca a dermatologista.

 

Além do ressecamento, algumas doenças de pele são mais suscetíveis a aparecer nessa época, como é o caso da dermatite atópica, dermatite seborreica e psoríase. Isso ocorre, pois, devido ao grande ressecamento da pele, o tecido fica mais sensível a agentes externos que causam irritações e alergias.

 

“Caso você note o surgimento de alguma alteração na pele é importante que você consulte um dermatologista imediatamente. Apenas ele poderá diagnosticar a doença e prescrever o tratamento adequado para cada paciente”, finaliza a Dra. Thais Pepe.

 

 

 

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Varizes: alterações podem surgir no rosto, seios, braços e até nádegas

Embora os membros inferiores sejam os que mais sofrem com o problema, varizes também podem aparecer na face, colo, seios, abdômen, costas e nos pés.

 

É fácil identificá-las por uma característica bem marcante: o tom avermelhado ou arroxeado que a pele assume quando as veias estão com sangue acumulado



Veias dilatadas e tortuosas que perderam sua função causando danos estéticos e circulatórios, as varizes surgem geralmente na região das pernas – mas isso não significa que essa é a única região em que ela ocorre. “Essa frequência nos membros inferiores acontece, em grande parte, porque é mais difícil para o fluxo sanguíneo circular no sentido contrário ao da gravidade (de baixo para cima)”, explica a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

 

 

“Dessa forma, há um esforço maior do organismo e quando as veias não estão com a estrutura em perfeito estado, elas cedem à pressão que o sangue exerce em suas paredes, facilitando o surgimento das varizes”, acrescenta. “Mas veias inestéticas também podem aparecer na face, colo, seios, braços, abdômen, costas, bumbum, no pé e até nas partes íntimas”, destaca.

 

A médica lembra que uma característica é marcante para identificar essas veias “exóticas”: “São veias feias, em locais onde não esperamos ter veias aparentes. Dependendo do local onde elas aparecem podemos investigar causas, mas na maioria das vezes são apenas de caráter estético”, explica.

 

Fatores hormonais, gravidez, o uso de pílula anticoncepcional, a obesidade, o tabagismo e o sedentarismo também contribuem para a formação de varizes exóticas, mas, na maioria dos casos, esse é um problema apenas estético e o paciente não sente dor. “Diferentemente das pernas, região em que a alteração pode sinalizar a existência de um problema maior, nessas regiões isso é mais raro. Mas ainda assim é preciso procurar um cirurgião vascular para fazer uma avaliação e um tratamento”, destaca.

 

A médica enfatiza que veias dilatadas nos seios podem aparecer após a colocação de prótese de silicone; já vasos no rosto, costas e no colo tem relação com exposição solar, fatores genéticos, uso de ácidos e hormônio anticoncepcional. “Já as veias que aparecem no bumbum e na vulva devem ser investigadas, pois podem estar relacionadas a varizes pélvicas (varizes ao redor do útero). Veias inestéticas nas mãos e braços podem estar relacionadas ao próprio envelhecimento e são mais presentes em pessoas que realizam muita atividade física”, diz.

 

A orientação médica especializada é importante para identificar o tipo de variz em questão, que será analisada conforme o calibre (o das microvarizes é um pouco maior e varia entre um e três milímetros) e a cor quando se aproxima do azul ou azul-esverdeada. “Esse tom azulado é característico das varizes com mais de três milímetros de diâmetro. Essas podem causar alguns sintomas e evoluir para complicações maiores caso o tratamento não seja feito”.

 

Mesmo que, após avaliação do cirurgião vascular, seja constatado que o problema é somente de caráter estético, existem diversos tratamentos que podem corrigir essa alteração: “Escleroterapia (substância química injetada dentro da veia), uso de lasers e radiofrequências, espuma densa ou procedimentos que combinem as técnicas são excelentes opções”, explica. Cirurgias também podem ser indicadas, a depender do caso, finaliza a médica.

 

 

 

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Dor nas costas pode ser espondilite

No dia 7 de maio, é comemorado o Dia Mundial da Espondilite Anquilosante, uma doença inflamatória crônica, que afeta cerca de 150 mil pessoas no Brasil e tem como principal sintoma a dor nas costas que persiste por mais de três meses.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), oito em cada dez pessoas terão um episódio de dor nas costas pelo menos uma vez na vida. Daí a importância de conhecer para reconhecer a doença.



A espondilite se caracteriza pela inflamação das regiões próximas às articulações, que são denominadas enteses (ou ponto de ancoragem de tendões e ligamentos aos ossos), tais como a região sacroilíaca, coluna vertebral, tendão de Aquiles, quadris, ombros, entre outros. Outros sinais de alerta para a enfermidade são a uveíte (inflamação da região colorida do olho), a psoríase (doença descamativa e inflamatória da pele) e a colite (inflamação do intestino).

 

 

O diagnóstico da doença é realizado a partir da identificação de um conjunto de sintomas, bem como com o auxílio de exames de imagem (radiografia e ressonância magnética) e marcadores do sangue, como o gene denominado HLA-B27 e proteínas do sangue que medem a inflamação.

 

O atraso do diagnóstico é muito frequente nessa doença, com média de 9 anos. Assim, a busca do diagnóstico precoce, antes das alterações estruturais ocorrerem é fundamental para o sucesso do tratamento, que promove alívio da dor, melhora das funções, mobilidade e da qualidade de vida, evitando as sequelas da incapacidade física e deformidades.

 

“O tratamento será determinado de acordo com a gravidade da doença e pode variar desde a prática de atividades físicas até a terapia imunobiológica”, esclarece o reumatologista Marcelo de Medeiros Pinheiro, membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Ele explica que, ao contrário das dores comuns, na espondilite, o incômodo melhora com a prática de exercícios e piora com o repouso, causando mais episódios de dor durante a noite e rigidez matinal na coluna.

 

A Imunologia é uma das áreas prioritárias da Janssen, que possui em seu portfólio dois tratamentos biológicos para a doença: golimumabe e infliximabe, que atuam bloqueando o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa), uma citocina envolvida na inflamação).

 

A causa da espondilite ainda é desconhecida, mas sabe-se que a doença é mais frequente em pessoas que herdam um gene - o HLA-B27 (um receptor de membrana da célula) , quando comparadas com aquelas que não possuem esse marcador genético. [i] Além disso, afeta três vezes mais os homens do que as mulheres e surge normalmente entre os 20 e 40 anos.

 

 

 

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3 truques para largar agora vício do cigarro

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que aproximadamente 7 milhões de pessoas morram todos os anos em decorrência de problemas causados pelo cigarro.

 

Pelo mesmo motivo, as despesas anuais para famílias e governos ultrapassam U$ 1,4 trilhão em todo o mundo.



A nicotina dá prazer ao fumante. Esse é um dos motivos pelos quais o cigarro fica “melhor” pela manhã ou depois de passar muito tempo sem fumar. O cérebro, que ficou algum tempo afastado dessa substância, fica aliviado ao receber uma boa dose de nicotina.

 

 

Além da parte química do vício em cigarro, existe o hábito de fumar. Tente adicionar outro costume prazeroso para preencher a lacuna do antigo.

 

Medite, baixe um jogo no smartphone, estoure plástico-bolha. Não importa o que você faça, busque algo que ocupe sua cabeça e dê prazer.

 

1. Alimentos saudáveis

 

Procure por comidas saudáveis --elas estarão mais apetitosas--, mas não se prive de saborear um chocolatinho de vez em quando. Vale lembrar que muita gente escolhe alimentos ultracalóricos para compensar a falta do cigarro e, consequentemente, engordam visivelmente depois de parar de fumar.

 

2. Exercícios

 

Se você não frequenta uma academia ou pratica atividades físicas regulares, esse é um o momento ideal para começar. Use esse embalo para ganhar mais autoestima e aumentar os níveis de serotonina.

 

3. Aplicativos

 

Existem muitos apps que podem ser úteis para conseguir largar de vez o cigarro, mas lembre-se: ninguém para de fumar sem uma boa dose de força de vontade.

 

 

 

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Enxaqueca pode indicar doenças graves

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) a dor de cabeça atinge cerca de metade da população global e 30% desta parcela têm enxaqueca.

 

O levantamento também revela que a dor pulsante e unilateral que caracteriza a enxaqueca atinge todas as idades, mas é mais frequente dos 35 aos 45 anos na proporção de duas mulheres para cada homem.



De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier é uma queixa frequente no hospital e precisa de uma avaliação detalhada.

 

 

“Tomar um analgésico por conta própria para aliviar crises de enxaqueca recorrentes pode tornar o desconforto crônico”, afirma. Isso porque, é uma dor multifatorial. Pode estar associada a alterações na visão, na circulação, doenças neurológicas ou no sistema digestivo. “Nem sempre tem uma única causa. Por isso, após a primeira avaliação oftalmológica o paciente pode ser encaminhado para outra especialidade médica”, comenta.

 

Como identificar o risco

 

O oftalmologista salienta que até quando a enxaqueca vem acompanhada de sintomas visuais assustadores como a percepção de pontos escuros, flashes, diminuição do campo visual e perda temporária da visão pode ser apenas um mal passageiro.

 

Para saber se a visão está correndo risco, recomenda ocluir um olho com a palma da mão durante a crise e depois o outro. Quando as alterações visuais acontecem em apenas um olho é uma intercorrência conhecida como enxaqueca oftálmica, mal passageiro que dura apenas alguns minutos sem deixar sequelas.

 

“Se os sintomas atingem os dois olhos simultaneamente indica uma urgência oftalmológica”, ressalta. Isso porque, pode sinalizar arterite, inflamação das paredes internas das artérias temporais que pode levar à cegueira temporária ou definitiva. O diagnóstico da arterite é feito por ultrassom e o tratamento com esteroides que inibem a inflamação das artérias regulando o metabolismo do colesterol, cortisona, progesterona e testosterona.

 

O especialista ressalta que quando os sintomas da enxaqueca oftálmica acontecem nos dois olhos também podem sinalizar falha na irrigação da retina que leva à retinopatia, ou escavação do nervo óptico, sintoma do glaucoma. Estas doenças, comenta, são importantes causas de cegueira irrecuperável e podem ser tratadas respectivamente com antiangiogênicos e uso contínuo de colírio para manter a pressão interna do olho sob controle.

 

 

Prevenção

 

“Mulheres têm o dobro de chance de ter enxaqueca porque tomam anticoncepcional, medicamento que favorece a formação de trombos”, afirma Queiroz Neto. Outro fator que contribui com a maior prevalência da enxaqueca entre elas, comenta, são flutuações dos hormônios sexuais. Independente do sexo, toda pessoa com mais de 35 anos deve fazer periodicamente exames de sangue. “É o primeiro passo, a um custo bastante baixo, para evitar graves doenças nos olhos, hiperglicemia e descontrole do nível de colesterol no s ”, comenta. Para evitar crises de enxaqueca recomenda:

 

- Incluir na alimentação banana, aveia, abacate e folhas verde-escuro como a couve e o espinafre por serem ricos em magnésio, substância que evita a contração involuntária dos músculos e outros tecidos.

 

- Evitar o consumo excessivo de fermentados: vinho, queijo, iogurte e pães que contêm tiramina e por isso aumentam a chance de crises.

 

- Evitar temperos industrializados, embutidos e outras fontes de glutamato monossódico e nitrato, outras duas alavancas da enxaqueca

 

- Selecionar adoçantes sem aspartame.

 

- Praticar atividades físicas para aumentar a produção de serotonina.

 

 

 

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