Defesa Civil combate incêndio na Reserva Indígena Guarani, na BR 373 entre Candói e Chopinzinho

A falta de chuva continua provocando incêndios ambientais em toda região, a exemplo do que está sendo registrado em todo o País. No fim da tarde desta segunda dia 16, a Defesa Civil (Bombeiro Comunitário) de Chopinzinho foi acionada e esteve na Reserva Indígena Guarani, na comunidade de Palmeirinha do Iguaçu.

 

No local foi constatando um grande foco de incêndio em uma área da reserva que fica as margens da rodovia BR-373, sentido Candói. Apesar do trabalho intenso dos agentes, usando o caminhão e bombas costais, o fogo não foi controlado. Segundo informações, as chamas adentraram na área da reserva tornando o combate praticamente impossível.

 

Os Bombeiros Comunitários trabalham cerca de três horas no local, conseguindo apenas amenizar a situação na margem da rodovia, onde havia condição facilitada de acesso. A Defesa Civil do Paraná pede o apoio da população para minimizar os problemas com queimadas. A orientação é para que os Paranaenses evitam queimar lixo, áreas agrícolas e que os fumantes evitem jogar bituca de cigarro na margem das rodovias. (Com RBJ)

 

 

 

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Projetos de mobilidade elétrica da Copel em Laranjeiras do Sul e Candói são aprovados pela Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel aprovou nesta terça dia 10, três projetos da Copel voltados ao fomento da mobilidade elétrica no Paraná, que totalizam um investimento de R$ 15,6 milhões.

 

A Companhia teve o maior número de iniciativas de pesquisa e desenvolvimento aprovadas entre as concessionárias de distribuição do País. No total, a Aneel aprovou 30 propostas, num valor global de R$ 463,8 milhões, sendo 15% deste valor investido como contrapartida pelas empresas envolvidas, e o restante oriundo dos recursos que as distribuidoras devem investir anualmente em projetos de P&D.

 

“O investimento da Copel na pesquisa e fomento da mobilidade elétrica segue uma tendência mundial e alinha-se ao compromisso do Governo do Estado em buscar soluções sustentáveis para o desenvolvimento do Paraná”, afirma o presidente da Copel, Daniel Slaviero.

 

Sob coordenação da Copel, os projetos serão executados ao longo dos próximos 36 meses, e prometem entregar soluções tecnológicas para melhorar a gestão da eletrovia da empresa – a maior da América Latina – e a integração entre a concessionária, eletropostos, proprietários de veículos elétricos e a nascente indústria da mobilidade elétrica.

 

ELETROVIA

 

O Paraná tem a maior eletrovia do Brasil, instalada pela Copel. São 730 quilômetros, ligando o Porto de Paranaguá às Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, e 12 eletropostos de abastecimento espalhados pela BR-277.

 

As estações são todas de carga rápida: leva entre meia e uma hora para carregar 80% da bateria da maioria dos carros elétricos, modelos que rodam de 150 a 300 quilômetros a cada carga. Os eletropostos estão em operação em Curitiba e também em Paranaguá, Palmeira, Irati, Fernandes Pinheiro, Prudentópolis, Candói, Laranjeiras do Sul, Ibema, Cascavel, Matelândia e Foz do Iguaçu.

 

A Copel investiu R$ 5,5 milhões no projeto, com recursos de pesquisa e desenvolvimento.

 

 

 

Quedas lidera geração de empregos na Cantu. Pinhão e Laranjeiras são os piores

Os municípios da Cantuquiriguaçu empregaram 111 pessoas entre janeiro e julho deste ano, conforme dados divulgados ontem (23) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

 

Os setores que mais empregaram foram o de Serviços (191) e Indústria da Transformação (130). Enquanto isso, a Agropecuária – diga-se de passagem, carro chefe da região – fechou 244 vagas. Quedas do Iguaçu continua sendo o município que mais empregou. O saldo ficou em 119, mas analisando por setor, a indústria da transformação da cidade empregou 159 pessoas. Guaraniaçu é o segundo que mais empregou, foram 58 com o
saldo ajustado (diferença entre admissão e demissão), seguido de Catanduvas, que abriu 49 novos postos de trabalho. 8 dos 20 municípios da região encerram julho com saldo negativo, são eles: Pinhão, Laranjeiras do Sul, Candói, Diamante do Sul, Foz do Jordão, Virmond, Marquinho e Espigão Alto do Iguaçu.

 

Paraná

 

O Paraná manteve a tendência de crescimento na criação de empregos. No acumulado de 2019, o Paraná abriu 40.537 vagas, sendo a quarta unidade da federação que mais empregou.

 

Em julho, o saldo de postos de trabalho foi de 571 vagas formais. Os setores que mais empregaram no Estado foram serviços (2.248 novos postos) e construção civil (663).

 

O Governo do Estado ampliou as ações para induzir a geração de emprego e renda no Paraná. Neste mês, o governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou o programa Descomplica, que facilita a vida de quem quer empreender e gerar emprego. O programa tem três vertentes: liberação do CNPJ e das autorizações para empresas de baixo risco em menos de 24 horas, soluções para fechamento de empresas e a instalação de um comitê permanente de desburocratização com a participação da sociedade civil.

 

Também foram reforçadas as iniciativas para atrair novos investimentos produtivos. O principal exemplo é o Paraná Day, evento em que são apresentadas as potencialidades e oportunidade de investimentos no Estado a investidores e empresários. Já foram realizados eventos em Curitiba, São Paulo e em Nova York (EUA). Nesta terceira edição, o Paraná Day reuniu executivos de corporações internacionais que mantêm investimentos globais. A apresentação foi feita pelo governador Ratinho Junior, na Câmara de Comércio Brasil-EUA.

 

Outro exemplo é o portal Invest Paraná, criado pela Agência Paraná Desenvolvimento e a Celepar e que concentra todas as informações disponíveis sobre o Estado para facilitar a atração de investidores nacionais e internacionais. Parceria

 

O secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, destaca a parceria entre o Estado e o setor privado para agilizar e facilitar a contratação de trabalhadores em diversos setores e regiões do Paraná. “Os números demonstram o comprometimento da nossa gestão com a captação de novas vagas de empregos formais por intermédio das agências do trabalhador e em parcerias com o setor produtivo, no intuito de gerar cada vez mais emprego e renda para o trabalhador paranaense, fazendo com que também movimente a economia do nosso Estado”, disse.

 

Construção civil

 

A economista Suelen Glinsk, do Departamento do Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, destaca o reaquecimento do mercado imobiliário como o grande destaque do mês de julho no Paraná. “A construção civil voltou a crescer e a empregar, com um efeito importante dos investimentos privados. Além disso, o setor de serviços representou um avanço considerável”, ressaltou.

 

Para a economista, a melhora do setor da construção civil significa que os investidores estão mais otimistas, com planejamento de médio e longo prazo. “Isso alavanca também outros setores porque se trata de um setor que demanda muita prestação de serviços”, explicou.

 

Dados Nacionais

 

Pelo quarto mês consecutivo, o emprego formal cresceu no Brasil. O Caged mostrou a abertura de 43.820 vagas de trabalho com carteira assinada em julho, um crescimento de 0,11% em relação a junho.

 

Também houve crescimento no emprego se considerados os resultados dos sete primeiros meses deste ano.

 

De janeiro a julho foram abertas 461.411 vagas formais, variação de 1,20% sobre o estoque. Em 2018, no mesmo período, as novas vagas tinham somado 448.263.

 

Nos últimos 12 meses, o saldo ficou positivo em 521.542 empregos, variação de +1,36%. Assim como no acumulado do ano, os últimos 12 meses tiveram crescimento maior do que no período anterior. Em 2018, o saldo tinha ficado positivo em 286.121 vagas.  (Com Jornal Correio do Povo)

 

 

 

 

 

 

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Mapas de Laranjeiras, Marquinho e Virmond podem sofrer alterações. Entenda

Uma informação que pode mudar o mapa e a dimensão territorial de três municípios da Cantu, foi anunciada nesta terça dia 20, pelo prefeito de Virmond, Neimar Granoski.

 

O prefeito esteve em Curitiba, no Instituto de Terras, Cartografia e Geologia do Paraná (ITCG), onde recebeu um documento do órgão que elaborou proposta de um novo mapa alterando as áreas dos municípios envolvidos o que pode alterar as divisas entre Virmond, Laranjeiras do Sul e Marquinho.

 

Entenda

 

Há 28 anos, moradores da comunidade de Santa Luzia, que pertence a Laranjeiras do Sul, vivem um drama sem precedentes. A área que gira entre 250 e 300 alqueires, onde moram dezenas de famílias está impossibilitada de ser atendida pela prefeitura laranjeirense. Acontece que para que as máquinas cheguem ao local é preciso passar pelo município de Virmond e de acordo com a Justiça, isso é ilegal, portanto as estradas estão há anos sem manutenção. Isso vem criando grande dificuldade para quem vive lá, pois além disso, os proprietários rurais vivem o impasse de não saberem se as terras estão localizadas em Virmond ou em Laranjeiras do Sul.

 

Trâmite

 

A incerteza quanto a real situação das divisas gera insegurança na população, devido a dúvidas de cunho de registro civil, questões fundiárias, de domicílio eleitoral, problemas tributários, sem falar na questão da aplicação de verbas públicas em município diverso. Além disso, é importante mencionar que algumas comunidades se encontram praticamente isoladas, dado o distanciamento entre a sede municipal e o distrito ou, então, muitas vezes, por obstáculos naturais. Essas incorreções encontradas em muitos limites municipais podem se justificar pela dificuldade de sua identificação exata, permitindo o erro na criação da lei, pois, na época da emancipação, não existia a tecnologia de Sistema de Posicionamento Global (GPS). Entretanto, hoje, com tal sistema é possível identificar e descrever as divisas de forma mais precisa e condizente com a realidade fática dos municípios.

Seguindo o que determina a Legislação, o ITCG elaborou uma proposta que será apreciada pelas Câmaras de Vereadores dos três municípios e depois de votada e aprovada, encaminhada para outras esferas
políticas para que possa ter efeito legal.

 

Virmond

 

O prefeito Neimar Granoski antecipa que a partir do momento que o ITCG produz um documento sugerindo alteração no domínio territorial dos municípios envolvidos, já é uma vitória. “Foram anos de luta para que chegássemos pelo menos nesse ponto. Agora vamos encaminhar essa proposta para que os vereadores de Laranjeiras, Marquinho e Virmond, aprovem a alteração sugerida para que possamos resolver definitivamente uma situação que tem trazido enormes problemas para as administrações municipais e principalmente para quem mora naquela região. Vamos lutar para que a comunidade de Santa Luzia seja integrada ao município de Virmond, será bom para todos”, enfatizou o prefeito. (Com Jornal Correio do Povo)