A Polícia Militar atendeu uma ocorrência de violência doméstica na noite deste sábado (16), na localidade de Alto Alegre, em Goioxim.
De acordo com o relato da vítima, ela ingeria bebida alcoólica com o companheiro quando os dois iniciaram uma discussão. Durante o desentendimento, o homem a empurrou ao chão e, em seguida, pegou uma faca e passou a ameaçá-la.
Após as ameaças, o autor deixou a residência e fugiu, tomando rumo ignorado, antes da chegada da equipe policial.
A vítima foi orientada sobre os procedimentos legais cabíveis. O caso será investigado pelas autoridades competentes.
Na terça-feira (12), a equipe policial foi acionada para deslocar-se até um estabelecimento de ensino para averiguar o uso e o fornecimento de dispositivos eletrônicos para fumar (cigarros eletrônicos) no interior da instituição.
No local, a direção da escola e o Conselho Tutelar já acompanhavam a situação. Diversos adolescentes foram identificados como usuários ou distribuidores dos dispositivos. Segundo os relatos colhidos, os aparelhos eram comercializados entre os próprios alunos ou obtidos com terceiros externos à instituição.
Durante a averiguação, alguns adolescentes entregaram espontaneamente os dispositivos à direção, enquanto outros foram localizados pela equipe de funcionários fazendo uso do objeto em dependências da escola. Um funcionário da limpeza também localizou um dispositivo de propriedade não identificada em um dos banheiros da unidade.
Devido ao envolvimento de múltiplos adolescentes na comercialização e uso das substâncias, o Conselho Tutelar prestou apoio integral durante todo o atendimento. Diante dos fatos, todos os adolescentes envolvidos, acompanhados de seus responsáveis legais e das conselheiras tutelares, foram encaminhados à delegacia de polícia para as providências cabíveis.
Os dispositivos foram apreendidos e entregues à autoridade policial.
Na tarde de quinta-feira (09), por volta das 13h10, a equipe da Polícia Militar, com base em informações repassadas por equipes da Patrulha Rural e da 10ª CIPM, iniciou diligências após a indicação de que implementos agrícolas furtados na localidade de Igrejinha, em Candói, poderiam estar em um ferro-velho no município de Goioxim.
Durante as buscas no estabelecimento indicado, os policiais localizaram os equipamentos. No momento da abordagem, o proprietário do local, de 44 anos, não se encontrava, sendo o atendimento realizado por seu filho. Posteriormente, o responsável compareceu ao Destacamento da Polícia Militar para prestar esclarecimentos.
No local, foram identificados os seguintes objetos pertencentes à vítima: duas arrancadeiras de batata de cor vermelha, uma rotativa de cor vermelha, uma plantadeira de batata de cor azul com rodas de ferro, um riscador de três hastes de cor azul e um escarificador de sete hastes de cor vermelha.
Em relato à equipe, o homem de 44 anos informou que adquiriu os equipamentos como sucata, após negociação com um indivíduo, realizando a pesagem em uma empresa local e efetuando o pagamento no valor de R$ 1.440,00 via Pix a um terceiro, indicado como funcionário do vendedor.
Diante dos fatos, foi realizado contato com a autoridade policial, que orientou pela nomeação do responsável como fiel depositário dos equipamentos, para posterior devolução ao legítimo proprietário.
O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cantagalo para a formalização do termo de fiel depositário e demais procedimentos de polícia judiciária.
Um caso de ameaça foi registrado na noite de sexta-feira (20), em Goioxim.
A equipe foi acionada por volta das 22h50 para atender a ocorrência em uma residência, no local, um jovem de 21 anos relatou que foi surpreendido pela chegada de um indivíduo desconhecido, que vestia blusa vermelha e bermuda jeans. O suspeito estaria cobrando o valor de R$ 200, alegando que a quantia seria referente a uma dívida atribuída à ex-companheira da vítima.
Ainda conforme o relato, durante a conversa, o homem passou a fazer ameaças, afirmando que, caso o pagamento não fosse realizado, a situação seria resolvida “de outra forma”.
Enquanto a vítima acionava a polícia, o suspeito deixou o local e fugiu, tomando rumo ignorado.
A equipe policial realizou buscas nas proximidades, porém o autor não foi localizado. A vítima recebeu orientações quanto aos procedimentos legais cabíveis.
Uma jovem de 19 anos procurou o destacamento da Polícia Militar na manhã de sexta-feira (20) para denunciar um caso de violência doméstica, em Goioxim.
A vítima estava em sua residência quando o homem com quem convive chegou ao local em estado de embriaguez e com comportamento agressivo. Durante a discussão, ele teria desferido um soco na região do olho esquerdo da jovem, causando um hematoma.
A vítima também informou que não conseguiu acionar a polícia no momento da agressão, pois o autor teria tomado seu telefone celular, impedindo o contato imediato com familiares ou autoridades. A comunicação só foi possível após o agressor deixar o local para trabalhar.
Diante da situação, a jovem recebeu orientações quanto aos procedimentos legais cabíveis.
Na manhã de terça-feira (10), por volta das 9h10, compareceu ao destacamento da Polícia Militar, um homem de 46 anos, relatando que possivelmente teria sofrido um golpe.
Segundo ele na data de 09/03/2026, recebeu uma mensagem por meio do aplicativo whatsapp, na qual uma pessoa passou a se identificar como sua advogada, informando sobre um suposto processo indenizatório envolvendo uma universidade na qual o noticiante teria realizado curso superior.
Na sequência, a suposta advogada informou que a vítima receberia uma ligação de um magistrado, o qual entraria em contato para solicitar alguns dados pessoais e informações bancárias, a fim de viabilizar o depósito do valor referente à referida ação judicial.
Posteriormente, um homem que se apresentou como magistrado entrou em contato com a vítima por meio do aplicativo whatsapp, utilizando outro número, ocasião em que solicitou o envio de alguns códigos, alegando que seria necessário para que as contas bancárias da vítima ficassem “zeradas”, possibilitando assim o recebimento do valor oriundo do suposto processo judicial, porem, logo após, a vítima desconfiou ao verificar algumas informações presentes no suposto documento que recebeu e percebeu que poderia se tratar de uma fraude.
Diante disso fez uma consulta em sua conta bancaria e através do aplicativo do banco, onde constatou que teria sido sacada certa quantia de R$4.481,00 via pix, sem sua autorização, orientado quanto aos procedimentos cabíveis.


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