Ampliar o cuidado com o uso da água é fundamental para preservar esse recurso natural tão precioso. Adotar hábitos simples e práticos de consumo consciente faz diferença não só no dia a dia, mas também tem impacto no futuro do abastecimento.
Início de ano é sempre um momento em que as pessoas se dispõem a criar ou aprimorar hábitos. Além de objetivos pessoais, familiares e profissionais, incluir na lista costumes que contribuam para preservar o meio ambiente é uma boa escolha.
Por isso, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) reúne 26 dicas práticas para as pessoas adotarem o consumo consciente e racional da água, sem desperdícios. Também orienta boas práticas para garantir que ela chegue com qualidade até a torneira.
Sem desperdício:
1. Feche a torneira ao escovar os dentes ou fazer a barba;
2. Reduza o tempo de banho e feche o registro ao se ensaboar;
3. Utilize a máquina de lavar roupas apenas com carga completa;
4. Reaproveite a água da máquina para limpeza de pisos e calçadas;
5. Evite lavar calçadas com mangueira; prefira vassoura e balde;
6. Conserte vazamentos em torneiras, registros e descargas;
7. Use descargas com sistema de duplo acionamento, quando possível;
8. Feche a torneira ao ensaboar a louça, reabrindo para enxaguar;
9. Regue plantas no início da manhã ou à noite, reduzindo a evaporação;
10. Prefira balde e pano para lavar o carro.
Atenção extra no verão:
11. Evite duchas longas após sair do mar ou da piscina, seja em casa ou em duchas públicas;
12. Retire o excesso de areia antes de usar o chuveiro;
13. Não utilize mangueiras para lavar áreas externas em casas de veraneio;
14. Fique atento a vazamentos em imóveis que ficam fechados por longos períodos;
15. Oriente as crianças sobre o uso consciente da água, mesmo em momentos de lazer;
16. Não troque a água das piscinas infláveis a cada uso. Basta fazer a limpeza, colocando 1 colher de sopa de água sanitária para cada litro de água na piscina.
Checklist:
17. Confira no site ou aplicativo da Sanepar se há aviso de interrupção programada ou de emergência na sua região. Titulares da fatura também podem autorizar o envio de aviso via mensagem de texto. A solicitação pode ser feita pelo aplicativo;
18. Verifique se o registro do imóvel está aberto;
19. Observe se vizinhos também estão sem abastecimento;
20. Se a falta de água ocorre apenas nos pavimentos mais altos, é necessário avaliar se o sistema interno de pressurização do imóvel está funcionando a contento;
21. Verifique se o imóvel tem caixa d 'água: ela é essencial para casos de manutenção da rede de distribuição. Confira se ela comporta o volume suficiente para o consumo de, pelo menos, 24 horas de todas as pessoas que utilizam o imóvel. Considere que cada pessoa utiliza, em média, 150 litros por dia;
22. Em caso de dúvida, entre em contato com os canais oficiais de atendimento da Sanepar: 0800-200-0115, aplicativo, site (www.sanepar.com.br) ou WhatsApp (41) 99544-0115;
Colaboração de todos:
23. Manter caixa d’água com capacidade adequada ao número de moradores.
24. Limpar e desinfetar a caixa d’água periodicamente;
25. Garantir que a instalação hidráulica esteja em boas condições;
26. Em edificações com mais de um pavimento, utilizar sistema de pressurização adequado.
Por AEN
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) alcançou, em 2025, um novo recorde na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN). Ao longo do ano, foram gerados 1.348.457 documentos, o maior volume já registrado no Estado. Desse total, cerca de 148 mil emissões foram de forma totalmente online. O Paraná também se destacou por estar entre os primeiros estados do país a adotar o novo modelo em 100% das emissões.
O resultado consolida uma tendência de crescimento observada nos últimos anos. Em 2023, a PCPR emitiu 988,9 mil carteiras de identidade. No ano seguinte, o volume chegou a 1.333.649 documentos, mantendo a evolução que culminou no recorde de 2025.
De acordo com o delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach, os números refletem o reforço no quadro de pessoal dos postos de identificação e o trabalho desenvolvido pelos servidores.
“O marco foi possível graças aos investimentos realizados nos últimos três anos, especialmente na contratação de funcionários terceirizados, além do empenho de papiloscopistas, identificadores e guardas municipais que atuam no atendimento à população”.
O delegado Marcus Michelotto, diretor do Instituto de Identificação da PCPR, destaca que o aumento da demanda está diretamente ligado às mudanças trazidas pela nova legislação da Carteira de Identidade Nacional.
Com a substituição do Registro Geral (RG) pela CIN, o documento passou a ter validade definida, de dez anos para maiores de idade e de cinco anos para menores, e se tornou necessário para o acesso a diversos serviços e benefícios.
“Até 2032, toda a população brasileira precisará substituir o RG pela Carteira de Identidade Nacional. O Paraná já está preparado para atender essa demanda, com o reforço de pessoal nos postos de identificação e o uso de tecnologia para ampliar e agilizar os atendimentos”, ressalta o delegado.
CIN FÁCIL – Outro fator que contribuiu para o recorde foi a ampliação dos serviços digitais, como a plataforma CIN Fácil. A ferramenta permite tanto o agendamento de atendimento presencial quanto a solicitação totalmente online do documento para cidadãos que já possuem identidade emitida no Paraná.
A iniciativa facilita o acesso, especialmente para moradores de regiões mais afastadas, ao reduzir a necessidade de deslocamentos até os postos de identificação.
Conforme o chefe do Instituto de Identificação, o impacto também é percebido na satisfação da população, que consegue localizar postos próximos de sua residência, realizar agendamentos e receber o documento de forma mais ágil.
NOVA CIN – O novo modelo adota um padrão nacional, eliminando a possibilidade de múltiplas identificações. A medida substitui os antigos registros gerais, que permitiam a emissão de documentos em diferentes estados, cada um com numeração própria.
A principal mudança está na unificação do número do documento, que passa a utilizar o Cadastro de Pessoa Física (CPF), contribuindo para a segurança dos dados e a prevenção de fraudes.
A Carteira de Identidade Nacional conta com versões física e digital, disponíveis por meio do aplicativo gov.br.
Por AEN
Garrafas de vidro, copos plásticos e restos de embalagens e de alimentos, latas de alumínio, hastes de fogos de artifícios. Estes são os itens que os 181 trabalhadores contratados para a operação de limpeza da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) durante o Verão Maior Paraná mais recolheram desde o início da manhã desta quinta-feira (1º), o primeiro dia de 2026.
Ao total, as equipes tiraram das areias 8,8 toneladas de materiais recicláveis e descartáveis deixados à beira-mar, três toneladas a mais que a média diária de resíduos recolhidos em dez dias de operação, que é realizada em Pontal do Paraná, Matinhos e Guaratuba.
“Promovemos essa operação de limpeza há mais de uma década nas praias paranaenses com o objetivo de dar o exemplo para que o veranista também recolha o próprio lixo e contribua para a preservação do ambiente marinho. Ao fazer isso, também está promovendo o próprio conforto, em areias livres de sujeira”, destaca o diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley.
Ele destaca ainda a dificuldade que esses trabalhadores – moradores do Litoral e contratados temporariamente pela Sanepar para esta tarefa – enfrentam para deixar a praia limpinha. “É um trabalho árduo, sob o sol forte, caminhando sobre a areia escaldante, e a colaboração de todos é essencial. Gerenciar corretamente o próprio lixo é um ato de respeito não só com o meio ambiente, mas também com o próximo”, complementa.
Além de garantir a balneabilidade e o conforto dos veranistas, o projeto movimenta a economia local através da geração de emprego e renda.
75,6 TONELADAS EM 14 DIAS - Na atual temporada, o trabalho de recolhimento de lixo começou em 19 de dezembro, segue até 23 de fevereiro e já soma 75,6 toneladas.
Todo o material recolhido é separado entre os que não são mais utilizáveis, que são destinados ao descarte correto, e os que são recicláveis, encaminhados para a Associação de Coletores de Pontal do Paraná (Ancoresp), que realiza a separação e comercializa os materiais.
INVESTIMENTOS – A limpeza das praias faz parte de um pacote maior de investimentos da Sanepar para a temporada. Estão sendo aportados R$ 25 milhões em ações diretas como reforço de 15 reservatórios contêineres, contratação de 24 caminhões-pipa e 31 geradores de energia elétrica.
O controle em tempo real das redes foi reforçado com 130 pontos de telemetria, sendo 100 deles na rede de água e 30 na rede de esgoto.
Além do maquinário pesado, a Sanepar aposta em inovação sustentável. Inspirados no sucesso da ecobarreira de Curitiba, colaboradores da Companhia realizaram, de forma voluntária, a instalação de uma ecobarreira em Matinhos, utilizando materiais recicláveis para conter resíduos flutuantes.
Por AEN
O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) recebeu imagens de formação de nuvens e de alguns estragos ocasionados pelo vento no fim da tarde desta quinta-feira (1º) na localidade de Arroio Guaçu, em Mercedes, no Oeste do Estado. Com a análise das imagens e dos dados de radar, a equipe classificou a ocorrência como um tornado categoria F1 na escala Fujita, com ventos de aproximadamente 120 km/h.
O tornado teve curta duração, e a Defesa Civil municipal não abriu nenhuma ocorrência até o final da manhã desta sexta-feira (02) na Coordenadoria Estadual de Defesa Civil. A previsão do tempo aponta que tempestades intensas como esta devem diminuir neste fim de semana.
“O tempo começou a mudar ao longo desta sexta-feira. Um ar mais seco já está se aproximando do Estado, tanto que nas regiões Oeste e Sudoeste já não se espera eventos severos como foram registrados ao longo da semana”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.
No Norte, Campos Gerais e Leste, ainda há previsão de chuvas rápidas no período da tarde. No Noroeste elas acontecem em vários momentos do dia. A tendência é de que o tempo continue abafado em todo o Paraná, mesmo com a nebulosidade.
No sábado (03), uma massa de ar menos aquecida, também com os índices de umidade mais baixos, toma conta de boa parte do Paraná e as chuvas diminuem.
“No Litoral ainda continua a previsão de algumas pancadas isoladas de chuva, porém o volume de precipitação será baixo. Na Região Metropolitana de Curitiba o sol predomina entre nuvens e no Interior do Estado a maior parte do tempo é de nebulosidade variável. No Oeste e Sudoeste pode acontecer alguma garoa ocasional no período da tarde”, afirma Reinaldo.
Já no domingo (04), o tempo segue estável e o sol vai predominar com mais força no Interior do Paraná, mas as temperaturas diminuem, pois um ar um pouco menos aquecido vai predominar sobre o Estado. A situação é um pouco diferente na região Leste. “Os ventos vão soprar do oceano para o continente, trazendo bastante umidade. Por conta da Serra do Mar, a nebulosidade ficará mais presente, e por isso as temperaturas máximas vão diminuir bastante”, explica Reinaldo.
Enquanto a semana registrou valores na faixa dos 30°C em vários municípios, as temperaturas máximas terão declínio no domingo para a casa dos 20°C em Curitiba e Região Metropolitana, e devem ficar entre 23°C e 24°C no Litoral, onde há possibilidade de garoa ocasional.
SIMEPAR – Com uma estrutura de 120 estações hidrometeorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas atmosféricas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.
Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.
Por - AEN
O ano de 2025 registrou dados meteorológicos históricos no Paraná. Além da classificação de quatro tornados pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), o período teve as temperaturas mais altas e mais baixas das séries históricas de algumas estações meteorológicas, e um volume anual de chuvas, em geral, muito próximo da média.
O volume anual de chuva ficou acima da média em 23 estações meteorológicas: Altônia, Apucarana, Capanema, Campo Mourão, Cândido de Abreu, Cascavel, Cianorte, Cornélio Procópio, Distrito de Entre Rios, em Guarapuava, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Guaíra, Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Londrina, Distrito de Horizonte, em Palmas, Palotina, Paranavaí, Pinhão, Santa Helena, São Miguel do Iguaçu, Toledo, e União da Vitória.
O destaque fica para Pinhão, Santa Helena e São Miguel do Iguaçu, que registraram cerca de 400 mm acima do volume médio histórico anual (Confira a lista completa abaixo).
Outras 20 estações meteorológicas registraram um volume de chuva anual abaixo da média histórica: Antonina, Cambará, Cerro Azul, Curitiba, Irati, Francisco Beltrão, Guaratuba, Jaguariaíva, Lapa, Loanda, Maringá, Palmas, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa, Guaraqueçaba, Santo Antônio da Platina, Telêmaco Borba, Ubiratã e Umuarama.
A diferença foi maior em Pinhão, que registrou 2.177,6 mm de chuva em 2025, contra 1.774,7 mm de média histórica; Ponta Grossa, com 992,6 mm de chuva no ano passado, e historicamente registra por ano 1415,1 mm; e Guaraqueçaba, que somou 2.078,4 mm em 2025 frente a uma média anual de 2.548,7 mm.
Em algumas regiões, foi registrada seca no boletim mensal que o Simepar elabora em parceria com a Agência Nacional de Águas.
“Tivemos alguns períodos de chuvas irregulares, principalmente no Litoral, que é uma das regiões em que mais chove no Estado. Isso favoreceu com que, ao longo do segundo trimestre de 2025, se estabelecesse uma seca fraca na região litorânea, que se prolongou para os Campos Gerais e faixa Norte do Estado”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.
A seca evoluiu de fraca para moderada, e no segundo semestre, em alguns pontos na divisa com o Estado de São Paulo, chegou à seca grave. O prolongamento da seca fraca a moderada seguiu ao longo do segundo semestre de 2025 na faixa norte, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba, devido à chuva irregular nestas regiões.
MESES - O mês de fevereiro foi o mais quente da série histórica em 23 cidades. Mesmo assim, o verão de 2024/2025 não foi mais quente do que o de 2023/2024. Já o outono de 2025 teve chuvas abaixo da média em praticamente todo o Estado. A situação foi mais crítica no Oeste e Sudoeste, com destaque para os arredores de Cascavel, onde as chuvas ficaram cerca de 180 mm abaixo da média histórica para o período entre abril e junho.
Já a temperatura do outono de 2025 ficou dentro da média na maior parte do Estado, e a estação foi mais fria que a de 2024. Mas foi justamente no outono que o Paraná registrou a temperatura mais alta de 2025, no município de Capanema: 42.5°C no dia 27 de abril, a temperatura mais alta desde que a estação foi instalada, em julho de 2017.
No inverno, as temperaturas ficaram dentro ou abaixo da média em todas as regiões – cenário bem diferente dos três últimos anos, em que o inverno foi mais quente. Já as chuvas foram acima da média em junho, e abaixo da média na maioria das estações meteorológicas do Simepar em julho e agosto.
Durante o inverno de 2025 as estações meteorológicas do Simepar e a estação em General Carneiro do Inmet registraram 59 temperaturas abaixo de zero grau em 26 cidades. Os dias 24 e 25 de junho foram os mais frios do ano em todas as estações meteorológicas.
A temperatura mais baixa do ano em todo o Paraná foi em General Carneiro (Inmet): -7,8°C em 25 de junho. Entre as estações meteorológicas do Simepar, a temperatura mínima mais baixa foi no Distrito de Horizonte, em Palmas: -5.2°C em 24 de junho. No mesmo dia, Laranjeiras do Sul registrou -2.0°C, a temperatura mais baixa desde que a estação meteorológica foi instalada na cidade, em novembro de 2017.
Em julho, Curitiba ficou 83 horas com temperatura abaixo da casa dos 10°C. Já em agosto, a amplitude térmica foi o destaque no Paraná. As temperaturas máximas chegaram a ultrapassar os 36°C em Antonina, Cerro Azul, Loanda, Capanema e Paranaguá em algumas tardes, e teve veranico na região Noroeste. Mesmo assim, devido ao registro de mínimas baixas no amanhecer, todas as estações meteorológicas do Simepar registraram em agosto de 2025 temperaturas médias dentro a abaixo da média histórica para o período.
“Nós tivemos a incursão de várias massas de ar polar, ou seja, aquelas massas que têm uma característica de ter temperaturas extremamente baixas, provocar geadas amplas em todo o Estado, inclusive nas regiões ao Norte, Litoral e na Capital. Então, o inverno de 2025 foi marcado por um período rigoroso de temperaturas baixas e secas, que é comum para essa época”, ressalta Reinaldo.
Foram emitidos 28 alertas de geada no Paraná: cinco em maio, seis em junho, 11 em julho e mais seis em agosto. General Carneiro registrou seis dias consecutivos de geada em agosto.
O Simepar, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), emitiu boletins diários durante todos os 137 dias de operação do Alerta Geadas, um serviço que, desde 1995, informa a previsão de geadas para a população e para os agricultores, em especial, com 24h, 48h e 72h de antecedência.
PRIMAVERA - A primavera, estação das tempestades, mostrou suas principais características com intensidade. De acordo com a Defesa Civil, em 2025 foram contabilizadas 224 ocorrências, um aumento expressivo em comparação às 102 registradas no ano anterior. O crescimento mais significativo foi observado nos episódios de vendaval, que saltaram de 72 para 150 registros, e de granizo, que passaram de 11 para 53 ocorrências.
Em setembro as temperaturas ficaram acima da média histórica para o período em quase todo o Estado. Várias frentes frias passaram pelo Paraná, e um tornado categoria F1 foi classificado pelo Simepar entre as ocorrências do dia 22 de setembro em Santa Maria do Oeste – exatamente o dia do início da primavera.
Em outubro, as temperaturas médias do mês ficaram até 2°C abaixo da média histórica. Estações em Cornélio Procópio, Laranjeiras do Sul, distrito de Horizonte, em Palmas, e Santo Antônio da Platina registraram a temperatura mais baixa para o mês desde que foram instaladas. Outras 11 estações meteorológicas tiveram as temperaturas máximas mais baixas da série histórica para o mês, indicando que as temperaturas não subiram muito ao longo do dia.
Em novembro, na maior parte do Estado, as temperaturas ficaram dentro ou abaixo da média histórica para o período. Já o volume acumulado de chuvas ficou dentro a acima da média para o mês em quase todo o Paraná.
O mês foi marcado pela passagem de três tornados no dia 7, causando destruição em 11 municípios, além de outras tempestades típicas de primavera, com muita ocorrência de granizo. As ocorrências severas foram impulsionadas pela fase negativa da Oscilação Antártica, que favoreceu a formação de mais sistemas frontais sobre o Sul do Brasil. O mais atingido Rio Bonito do Iguaçu, cidade devastada pelo fenômeno climático.
No dia 7, em específico, o ramo frio de um ciclone extratropical formado sobre o Sul do Brasil favoreceu o desenvolvimento de nuvens de tempestade de forte intensidade sobre o Paraná. Algumas dessas nuvens, imersas em um ambiente de elevada instabilidade termodinâmica, intensificaram-se ainda mais, evoluindo para a categoria de supercélulas, com características de rotação em torno de seu eixo vertical. O cisalhamento vertical intenso do vento e o transporte de ar quente e úmido foram cruciais para a evolução das tempestades.
O laudo técnico emitido pela equipe de meteorologia e de geointeligência do Simepar após duas semanas de trabalho ininterrupto incluindo entrevistas nos municípios, sobrevoos nas áreas atingidas e análise de imagens e dados de satélite e radares, concluiu que o evento de 7 de novembro de 2025 pode ser considerado um dos maiores desta categoria no Paraná nos últimos 30 anos, considerando os aspectos relacionados à quantidade de tornados no mesmo evento, pessoas atingidas e destruição em diversos níveis observada nas suas trajetórias.
DEZEMBRO - O último mês de 2025 teve cenários completamente diferentes dentro do Paraná. Em algumas cidades, choveu muito e as temperaturas ficaram ligeiramente abaixo da média. Em outras, as temperaturas subiram muito, e choveu pouco.
Das 44 estações meteorológicas do Simepar com mais de seis anos de operação, 25 registraram chuva acima da média em dezembro: Altônia, Apucarana, Capanema, Cambará, Campo Mourão, Cascavel, Cornélio Procópio, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Guaíra, Loanda, Londrina, Maringá, Distrito de Horizonte, em Palmas, Palotina, Paranavaí, Pinhão, Santo Antônio da Platina, Santa Helena, São Miguel do Iguaçu, Telêmaco Borba, Toledo, Ubiratã, Umuarama e União da Vitória.
O destaque fica para Guaíra, que atingiu o maior acumulado de chuvas do mês: 517,2 mm, contra uma média histórica de apenas 175,1 mm. A cidade não registrava um acumulado de chuvas tão alto desde dezembro de 2020, quando chegou a 532,2 mm no mês. A segunda cidade que registrou maior acumulado de chuva em dezembro de 2025 foi Cambará: 407,2 mm, enquanto a média histórica é de 144,9 mm. É o maior volume de chuvas em um mês na cidade desde a instalação da estação meteorológica, em julho de 1997.
Ao contrário destas cidades, outras 19 registraram volume de chuva abaixo da média em dezembro: Antonina, Cândido de Abreu, Cerro Azul, Cianorte, Curitiba, Distrito de Entre Rios, em Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Guarapuava, Guaratuba, Jaguariaíva, Lapa, Laranjeiras do Sul, Palmas, Paranaguá, Pato Branco, Pinhais, Ponta Grossa, e Guaraqueçaba.
A chuva impactou diretamente a temperatura. A média de dezembro ficou pouco mais de 1°C acima da média nos Campos Gerais, Região Metropolitana de Curitiba e no Litoral, onde choveu menos, e no resto do Estado a temperatura média ficou dentro dos valores históricos.
A temperatura mínima em dezembro ficou 1,3°C acima da média em Cândido de Abreu, 1,5°C acima da média em São Mateus do Sul, 1,4°C abaixo da média em Guaíra, onde choveu muito, e dentro da média no resto do Estado.
Já as temperaturas máximas se destacaram e ficaram 2,3°C acima da média em dezembro no Litoral, entre 1,5°C e 3,1°C acima da média na Região Metropolitana de Curitiba, 2,2°C acima da média em Cândido de Abreu, e cerca de 1°C abaixo da média entre Palotina e Toledo, onde os volumes de chuva foram mais altos do que na região Leste do Estado.
Telêmaco Borba registrou 38°C em 26 de dezembro de 2025, às 16:00, a temperatura mais alta desde que a estação meteorológica foi instalada na cidade, em maio de 1997.
“Em dezembro nós tivemos o retorno do calor, e no período de 22 a 28 nós tivemos um calor acima do normal, com mais de 5 graus Celsius no Litoral, na Grande Curitiba e nos Campos Gerais. Na faixa norte as temperaturas ficaram entre 3°C e 4°C acima da média, e esse calor também atingiu as demais regiões do Estado”, explica o meteorologista do Simepar.
“Foi um período em que choveu muito pouco no Paraná, e isso culminou com que o bloqueio atmosférico que foi observado no Oceano Pacífico Sul se intensificasse, ou favorecesse com que uma massa de ar se estabelecesse sobre o Paraná no finalzinho de 2025”, lembra Reinaldo.
Confira data e horário da temperatura mais alta registrada nas estações meteorológicas do Simepar em 2025:
Altônia: 38.4°C em 09/03/2025 às 15h;
Antonina: 38.6°C em 24/12/2025 às 14h;
APPA Antonina: 38°C em 17/02/2025 às 15h;
Apucarana: 34.1°C em 06/10/2025 às 12h;
Assis Chateaubriand 36.9°C em 30/11/2025 às 14h;
Capanema: 42.5°C em 27/04/2025 às 13h;
Cambará: 38.8°C em 06/10/2025 às 15h;
Campo Mourão: 35.7°C em 05/10/2025 às 15h;
Cândido de Abreu: 38.6°C em 07/12/2025 às 16h;
Cascavel: 36.1°C em 16/01/2025 às 16h;
Cerro Azul: 39.4°C em 24/12/2025 às 14h;
Cianorte: 35.6°C em 05/10/2025 às 16h;
Cornélio Procópio: 36.3°C em 06/10/2025 às 15h;
Curitiba: 33.3°C em 26/12/2025 às 16h;
Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 34.5°C em 06/11/2025 às 17h;
Fazenda Rio Grande: 33.6°C em 28/12/2025 às 14h;
Irati: 34.3°C em 28/12/2025 às 15h;
Cruzeiro do Iguaçu: 36.6°C em 02/03/2025 às 14h;
Foz do Iguaçu: 38°C em 17/01/2025 às 16h;
Francisco Beltrão: 35.8°C em 03/03/2025 às 16h;
General Carneiro (estação instalada em outubro): 28.9°C em 28/12/2025 às 14h;
Guaíra: 38.8°C em 02/03/2025 às 17h;
Guarapuava: 32.5°C em 02/03/2025 às 15h;
Guaratuba: 36.3°C em 20/01/2025 às 15h;
Jaguariaiva: 33.6°C em 28/12/2025 às 14h;
Lapa: 34.6°C em 28/12/2025 às 16h;
Laranjeiras do Sul: 35.5°C em 03/03/2025 às 16h;
Loanda: 39.5°C em 05/10/2025 às 16h;
Londrina: 36.6°C em 06/10/2025 às 13h;
Maringá: 36.4°C em 05/10/2025 às 15h;
Marumbi Base (estação instalada em agosto): 33.9°C em 28/12/2025 às 13h;
Marumbi Pico (estação instalada em novembro): 29.2°C em 24/12/2025 às 14h;
Palmas: 31.8°C em 07/12/2025 às 16h;
Distrito de Horizonte, em Palmas: 28.8°C em 07/12/2025 às 16h;
Santa Maria do Oeste: 32.8°C em 02/03/2025 às 15h;
Palotina: 37°C em 05/10/2025 às 15h;
Paranaguá: 37.2°C em 20/01/2025 às 14h;
Paranavaí: 37.8°C em 05/10/2025 às 15h;
Pato Branco: 34.9 em 03/03/2025 às 15h;
Pinhais: 35.1°C em 28/12/2025 às 13h;
Pinhão: 34.1°C em 02/03/2025 às 16h;
Ponta Grossa: 33.4 °C em 09/03/2025 às 16h;
Guaraqueçaba: 40.4°C em 26/12/2025 às 13h;
Candói: 36.6°C em 03/03/2025 às 15h;
Santa Helena: 38.5°C em 16/02/2025 às 14h;
Santo Antônio da Platina: 36.5°C em 26/12/2025 às 16h;
São Miguel do Iguaçu: 37.5°C em 05/10/2025 às 15h;
Telêmaco Borba: 38°C em 26/12/2025 às 16h;
Toledo: 36.6°C em 05/10/2025 às 15h;
Ubiratã: 35.9°C em 05/10/2025 às 14h;
Umuarama: 36.9°C em 09/03/2025 às 15h;
União da Vitória: 34.6°C em 28/12/2025 às 15h.
Confira data e horário da temperatura mais baixa registrada nas estações meteorológicas do Simepar em 2025:
Altônia: 1.8°C em 24/06/2025 às 6h;
Antonina: 4.7°C em 25/06/2025 às 7h;
APPA Antonina: 4.3°C em 25/06/2025 às 6h;
Apucarana: 1.5°C em 24/06/2025 às 7h;
Assis Chateaubriand: -0.6°C em 24/06/2025 às 8h;
Capanema: 0.1°C em 24/06/2025 às 7h;
Cambará: -0.1°C em 25/06/2025 às 7h;
Campo Mourão: -0.7°C em 24/06/2025 às 7h;
Cândido de Abreu: 1.8°C em 25/06/2025 à 0h;
Cascavel: -2.4°C em 24/06/2025 às 6h;
Cerro Azul: 0.4°C em 25/06/2025 às 7h;
Cianorte: 1.8°C em 24/06/2025 às 7h;
Cornélio Procópio: 2.4°C em 25/06/2025 às 7h;
Curitiba: -0.3°C em 25/06/2025 às 6h;
Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: -2.8°C em 24/06/2025 às 23h;
Fazenda Rio Grande: -2.9°C em 25/06/2025 às 5h);
Irati: -2.5°C em 25/06/2025 às 5h;
Cruzeiro do Iguaçu: 1.2°C em 24/06/2025 às 7h;
Foz do Iguaçu: -0.6°C em 24/06/2025 às 6h;
Francisco Beltrão: -3°C em 25/06/2025 às 6h;
General Carneiro (estação instalada em outubro): 0.8°C em 20/12/2025 às 3h;
Guaira: 0.9°C em 24/06/2025 às 7h;
Guarapuava: -2.9°C em 25/06/2025 às 4h;
Guaratuba: 9.1°C em 31/07/2025 às 5h;
Jaguariaiva: -2.7°C em 25/06/2025 às 7h;
Lapa: -2.2°C em 25/06/2025 às 5h;
Laranjeiras do Sul: -2°C em 24/06/2025 às 7h;
Loanda: 3°C em 24/06/2025 às 7h;
Londrina: 0.9°C em 25/06/2025 às 7h;
Maringá: 2.6°C em 24/06/2025 às 7h;
Marumbi Base (estação instalada em agosto): 12°C em 20/10/2025 às 7h;
Marumbi Pico (estação instalada em novembro): 8.8°C em 17/12/2025 às 6h;
Palmas: -3.5°C em 24/06/2025 às 7h;
Distrito de Horizonte, em Palmas: -5.2°C em 24/06/2025 às 8h;
Santa Maria do Oeste: -1.6°C em 24/06/2025 às 8h;
Palotina: -1.1°C em 24/06/2025 às 7h;
Paranaguá: 7.6°C em 25/06/2025 às 5h;
Paranavaí: 2.7°C em 24/06/2025 às 7h;
Pato Branco: -2.7°C em 24/06/2025 às 7h;
Pinhais: -1.5°C em 25/06/2025 às 4h;
Pinhão: -2.3°C em 24/06/2025 às 7h;
Ponta Grossa: -2.3°C em 25/06/2025 às 7h;
Guaraqueçaba: 1.9°C em 25/06/2025 às 7h;
Candói: 1.6°C em 24/06/2025 às 8h;
Santa Helena: 1.1°C em 25/06/2025 às 3h;
Santo Antônio da Platina: 3.1°C em 25/06/2025 às 8h;
São Miguel do Iguaçu: 0.2°C em 24/06/2025 às 7h;
Telêmaco Borba: -2.0°C em 06/11/2025 às 5h;
Toledo: -1.8°C em 24/06/2025 às 6h;
Ubiratã: 0.3°C em 25/06/2025 às 5h;
Umuarama: 1.2°C em 25/06/2025 às 3h;
União da Vitória: -1.1°C em 25/06/2025 às 7h.
Acumulado de chuva em 2025 / média anual:
Altônia: 1696,6 mm / 1370,5 mm
APPA Antonina: 1705,8 mm / 1828,8 mm
Apucarana: 1611,8 mm / 1523,5 mm
Capanema: 1879,2 mm / 1724,9 mm
Cambará: 1133,8 mm / 1262,6 mm
Campo Mourão: 1805 mm / 1561,1 mm
Cândido de Abreu: 1644,2 mm / 1599,5 mm
Cascavel: 1772,6 mm / 1769,1 mm
Cerro Azul: 923,6 mm / 1278,6 mm
Cianorte: 1522,6 mm / 1456,4 mm
Cornélio Procópio: 1560,8 mm / 1224,1 mm
Curitiba: 1371 mm / 1437,9 mm
Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 2102,8 mm / 1836 mm
Fazenda Rio Grande: 1339,4 mm / 1274,3 mm
Irati: 1261,4 mm / 1481,3 mm
Cruzeiro do Iguaçu (quatro anos de operação): 2178,4 mm
Foz do Iguaçu: 1849,6 mm / 1642,1 mm
Francisco Beltrão: 1667,8 mm / 1992,9 mm
General Carneiro (início de operação em outubro): 221 mm
Guaíra: 1758,2 mm / 1435 mm
Guarapuava: 1886,2 mm / 1807 mm
Guaratuba: 2394,2 mm / 2506 mm
Jaguariaíva: 1234,2 mm / 1462,6 mm
Lapa: 1249,6 mm / 1435,3 mm
Laranjeiras do Sul: 1988,8 mm / 1837,5 mm
Loanda: 1116,6 mm / 1139,5 mm
Londrina: 1604,2 mm / 1515,1 mm
Maringá: 1371,4 mm / 1406,1 mm
Marumbi Base (estação instalada em agosto): 1160,6 mm
Marumbi Pico (estação instalada em novembro): 239,4 mm
Palmas: 1844,2 mm / 1893,8 mm
Distrito de Horizonte, em Palmas: 1737,8 mm / 1718,1 mm
Santa Maria do Oeste (três anos de operação): 1631,4 mm
Palotina: 1636 mm / 1499,4 mm
Paranaguá: 1576,4 mm / 1880 mm
Paranavaí: 1466,2 mm / 1396,7 mm
Pinhais: 1111,4 mm / 1412,9 mm
Pinhão: 2177,6 mm / 1774,7 mm
Ponta Grossa: 992,6 mm / 1415,1 mm
Guaraqueçaba: 2078,4 mm / 2548,7 mm
Candói (dois anos de operação): 1686 mm
Santa Helena: 2059,6 mm / 1616 mm
Santo Antônio da Platina: 981,8 mm / 1142,4 mm
São Miguel do Iguaçu: 2092,6 mm / 1624,6 mm
Telêmaco Borba: 1212,2 mm / 1474,8 mm
Toledo: 1822,2 mm / 1771,5 mm
Ubiratã: 1510,2 mm / 1513,6 mm
Umuarama: 1492,2 mm / 1510,2 mm
União da Vitória: 1651 mm / 1617,4 mm
Por - AEN
O Paraná encerrou o ano de 2025 com um marco inédito na área da infância e juventude: todos os 399 municípios formalizaram adesão ao repasse de R$ 159 milhões do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA).
A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Família (Sedef) e orientada pelas deliberações do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/PR), garantiu que os recursos chegassem a todo o território paranaense.
Lançado em abril, o programa estabeleceu um modelo de transferência fundo a fundo, em que o recurso é encaminhado diretamente do fundo estadual para os fundos municipais. “Esse formato deu às prefeituras mais autonomia para executar as ações previstas nos planos aprovados pelos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente”, explica o secretário estadual do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni.
Os recursos puderam ser aplicados em diversas frentes da rede de proteção, como compra de veículos, mobiliário, equipamentos de tecnologia, materiais pedagógicos, esportivos e de recreação, além de itens de alimentação, higiene e materiais informativos.
A divisão da verba seguiu critérios técnicos definidos pelo Cedca/PR. Cada município recebeu, no mínimo, R$ 250 mil. No balanço do repasse, duas cidades receberam R$ 250 mil; 246 receberam entre R$ 300 mil e R$ 400 mil; 137 ficaram entre R$ 400 mil e R$ 500 mil; 12 receberam de R$ 600 mil a R$ 700 mil; um município recebeu R$ 800 mil; e Curitiba, pelo porte populacional, recebeu o teto de R$ 1,5 milhão.
Para o secretário da pasta, Rogério Carboni, a adesão integral demonstra o compromisso dos municípios com as políticas de garantia de direitos. “Cada município que participou deste processo contribui para garantir um futuro melhor para nossas crianças e adolescentes. O Governo do Paraná avança com agilidade e compromisso na execução deste investimento social”, afirma.
O Fundo para a Infância e Adolescência é instrumento central de financiamento das políticas públicas voltadas ao público infantojuvenil. “Com adesão total e recursos já descentralizados, o Paraná fecha o ano com um grande investimento do FIA, fortalecendo a rede de proteção e ampliando a capacidade de atendimento a crianças e adolescentes em todo o Estado”, completa Carboni.
Por - AEN


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