As Agências do Trabalhador e postos avançados da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná iniciam a semana com disponíveis em todas as regiões do Estado. As oportunidades contemplam diferentes níveis de escolaridade e qualificação profissional, incluindo vagas para trabalhadores da indústria, comércio e serviços, além de oportunidades para profissionais com formação técnica e superior e vagas de estágio. As candidaturas podem ser feitas presencialmente nas unidades ou pelo site das Agências do Trabalhador.
A função com maior número de oportunidades é a de alimentador de linha de produção, com 4.966 vagas abertas em todo o Paraná. Na sequência aparecem as vagas para abatedor (1.218), magarefe (profissional especializado no corte e preparação de carnes), com 933 vagas e operador de caixa com 574.
A Regional de Cascavel, no Oeste do Estado, concentra o maior volume de vagas nesta semana, com 3.750 oportunidades. Em seguida aparecem a Região Metropolitana de Curitiba, com 3.015 vagas, Campo Mourão, com 2.506, Foz do Iguaçu, com 1.929, Pato Branco, com 1.557, Maringá, com 1.037, Umuarama, com 917, Londrina, com 698, Paranaguá, com 375, Guarapuava, com 150, Ponta Grossa, com 59, e Jacarezinho, com 24 vagas.
Em Cascavel, os destaques são as funções de alimentador de linha de produção, com 1.462 vagas, abatedor (996), operador de caixa (187) e repositor de mercadorias (65). Já na Região Metropolitana de Curitiba, as principais oportunidades são para operador de telemarketing ativo e receptivo (300), auxiliar de logística (215), alimentador de linha de produção (195) e pedreiro (178). Em Campo Mourão, há forte demanda por alimentadores de linha de produção (750), magarefes (652) e abatedores (105).
Além das vagas operacionais, as Agências do Trabalhador também disponibilizam oportunidades para profissionais com formação técnica e superior em áreas como Farmácia, Enfermagem, Administração, Recursos Humanos, Engenharia, Meio Ambiente, Tecnologia da Informação, Logística e Contabilidade. Também há vagas de estágio para estudantes de Pedagogia, Educação Física, Administração, Marketing, Logística e Tecnologia da Informação.
Os interessados devem buscar orientação junto à unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar filas e aglomerações, recomenda-se o agendamento prévio do atendimento pelo site da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda.
Por- AEN
Uma pinta que muda de tamanho, uma mancha que escurece ou uma lesão que não cicatriza. Alterações aparentemente simples podem ser os primeiros sinais do melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele. Durante o Junho Preto, mês dedicado à conscientização sobre a doença, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça um alerta que pode fazer toda a diferença: quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de cura. E os cuidados devem ser mantidos, mesmo no inverno.
Embora represente uma parcela menor dos cânceres de pele, o melanoma é responsável pela maior parte das mortes associadas à doença. Isso acontece porque ele tem maior capacidade de se espalhar para outros órgãos quando não identificado e tratado precocemente.
O acompanhamento dos pacientes com melanoma também se reflete na assistência prestada pela rede hospitalar do Paraná. Dados do Sistema de Informações Hospitalares apontam a realização de 2.498 procedimentos relacionados ao melanoma maligno da pele (CID C43) entre 2024 e abril de 2026 no Estado. Foram 1.058 procedimentos em 2024, 1.045 em 2025 e 395 nos primeiros quatro meses de 2026.
Entre os procedimentos mais frequentes estão as cirurgias para retirada de lesões e reconstrução da pele após o tratamento. Somente a excisão e sutura de lesão na pele com plástica em Z ou rotação de retalho somaram 846 procedimentos no período. Também foram feitos 332 procedimentos de reconstrução de partes moles em oncologia, 233 tratamentos clínicos de pacientes oncológicos, 228 tratamentos de intercorrências clínicas de pacientes oncológicos e 192 exéreses múltiplas de lesões da pele ou tecido celular subcutâneo.
Os números demonstram que, além da prevenção e do diagnóstico precoce, o Sistema Único de Saúde no Paraná mantém uma rede preparada para atender pacientes em diferentes estágios da doença, desde a investigação inicial até procedimentos cirúrgicos mais complexos e acompanhamento especializado.
O secretário estadual da Saúde, César Neves, afirma que o Estado tem investido no fortalecimento da linha de cuidado oncológica para garantir assistência em todas as etapas do tratamento.
Segundo ele, os dados mostram que milhares de procedimentos relacionados ao melanoma foram realizados nos últimos anos na rede pública paranaense. Isso demonstra a capacidade do SUS de oferecer desde o diagnóstico até tratamentos especializados. “Mas o nosso maior desafio continua sendo incentivar a prevenção e o diagnóstico precoce, que aumentam significativamente as chances de cura”, afirmou. “Muitas pessoas associam a doença ao verão e a maior exposição ao sol, mas os cuidados devem ser mantidos durante todo o ano e, também, no inverno”.
No Paraná, a rede pública de saúde conta com uma linha de cuidado estruturada para identificação, diagnóstico e tratamento dos pacientes. A orientação é que qualquer lesão suspeita seja avaliada o mais cedo possível por um profissional de saúde.
A médica dermatologista Priscila de Cássia Francisco, que atua no Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSP), vinculado à Sesa, diz que o acompanhamento é fundamental, especialmente para quem já recebeu o diagnóstico da doença. “Quem já teve melanoma apresenta um risco maior de desenvolver novos melanomas ao longo da vida. Por isso, geralmente permanece em acompanhamento especializado. O objetivo é monitorar alterações na pele e identificar novas lesões ainda em fases muito iniciais”, afirma.
Entre os principais fatores de risco estão a predisposição genética, o histórico familiar da doença e a exposição acumulada ao sol ao longo da vida. Segundo a especialista, a combinação desses fatores pode aumentar significativamente a probabilidade de desenvolvimento do melanoma.
A detecção precoce continua sendo a principal estratégia para aumentar as chances de cura. Quando identificado nos estágios iniciais, o melanoma pode ser tratado de forma mais simples e com melhores resultados.
Para monitorar pacientes com maior risco, os serviços especializados utilizam recursos como a dermatoscopia, exame que permite uma avaliação ampliada das lesões da pele. Em alguns casos, também é feito o mapeamento corporal digital, que registra imagens para comparação ao longo do tempo.
“O nosso principal objetivo é encontrar melanomas muito iniciais, ainda finos, quando as chances de sucesso no tratamento são maiores. O diagnóstico precoce continua sendo a ferramenta mais importante no combate à doença”, acrescenta a dermatologista.
Quando uma lesão suspeita é identificada na Atenção Primária à Saúde, o paciente é encaminhado para avaliação especializada. A partir dessa avaliação podem ser feitos exames complementares e biópsias para confirmação do diagnóstico. Nos casos em que o melanoma está restrito à pele, o tratamento pode ser conduzido pelos serviços especializados em dermatologia. Quando há necessidade de investigação mais aprofundada, como avaliação de linfonodos ou suspeita de disseminação da doença, o acompanhamento passa a envolver equipes de cirurgia oncológica e outros especialistas.
CUIDADOS - A chegada do inverno costuma trazer uma falsa sensação de proteção contra os danos causados pelo sol. No entanto, a radiação ultravioleta continua incidindo sobre a pele mesmo em dias frios ou com céu encoberto. Por isso, os cuidados não entram em estação: o uso de protetor solar, a proteção adequada durante atividades ao ar livre e a atenção a possíveis alterações na pele devem ser mantidas ao longo de todo o ano.
A população deve ficar atenta a pintas ou manchas que apresentem mudanças de cor, formato ou tamanho, além de lesões que sangram, coçam ou não cicatrizam. O uso diário de protetor solar e a redução da exposição excessiva ao sol permanecem entre as principais medidas de proteção.
Neste Junho Preto, o alerta é simples, mas essencial: conhecer os sinais do melanoma e procurar avaliação médica diante de qualquer alteração na pele pode representar a diferença entre um tratamento mais complexo e uma chance muito maior de cura.
Por - AEN
O inverno iniciou às 5h24 deste domingo (21) no Hemisfério Sul. A estação costuma ser a época mais fria e mais seca do ano no Paraná; entretanto, em 2026, terá volumes de chuva acima da média e temperaturas ligeiramente acima da média. É o que aponta o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).
Segundo o meteorologista Leonardo Furlan, massas de ar polar oriundas da Antártica e do sul da América do Sul vão favorecer quedas acentuadas de temperatura e a ocorrência de geadas no Paraná, principalmente nas regiões Sul, Centro-Sul, Sudoeste, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba.
No entanto, também há previsão de episódios de "veranicos", principalmente em agosto, quando são esperados períodos caracterizados por tempo seco e temperaturas elevadas para a época.
Até agora, a temperatura mais fria registrada neste ano no estado foi -2,4ºC no dia 11 de maio em Guarapuava, na região central do Paraná - onde a sensação térmica chegou a -7,5ºC.
Neste primeiro dia de inverno, a menor temperatura foi 4,2ºC, em Palotina, no oeste. Segundo o Simepar, ao longo do domingo (21) o sol vai predominar e as temperaturas vão subir, com máximas próximas dos 20ºC na maioria das regiões. No noroeste e oeste, os ventos se intensificam a partir da tarde e as rajadas podem superar 40 km/h em algumas cidades, apontam os meteorologistas.
El Ñino no Paraná
O Simepar destaca que em 2026 o inverno será influenciado pelo El Ñino, fenômeno meteorológico de larga escala. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos confirmou neste mês que as condições do El Niño já estão presentes no Oceano Pacífico equatorial.
Os dados constatados pela NOAA apontam que a temperatura da superfície do mar já está acima de 0,5°C desde maio, e as previsões apontam que essa temperatura seguirá subindo. Além da superfície, o aquecimento também ocorre nos primeiros 200 metros de profundidade.
O fenômeno vai se intensificar gradativamente e atingir o ápice entre a primavera e o verão 2026/2027 do Hemisfério Sul, segundo o Simepar.
"O oceano e a atmosfera funcionam como um sistema acoplado. Quando os ventos alísios enfraquecem, as águas quentes do Pacífico se deslocam em direção à costa oeste da América do Sul. Esse aquecimento altera a circulação da atmosfera e modifica padrões de chuva e tempestades em várias partes do planeta. O El Niño aumentará no Paraná a frequência de chuvas e sistemas frontais, ocasionará menor amplitude térmica, mais ocorrências de nevoeiros e geadas menos generalizadas”, detalha o órgão.
Com isso, a previsão para o inverno de 2026 é de que a amplitude térmica diminua ao longo de julho, o frio diminua ao longo de agosto e as temperaturas fiquem ligeiramente acima da média no fim da estação, em setembro. A chuva ficará acima da média histórica durante todo o período, com volumes crescentes até a primavera, finaliza o Simepar.
Duas apostas do Paraná acertaram 5 dos 6 números sorteados neste sábado (20) no concurso 3021 da Mega-Sena e foram premiadas.
Uma foi feita em Ponta Grossa (Campos Gerais), na loteria Princesa dos Campos II, e outra em Colorado (norte do estado), pela internet. Os dois jogos foram simples, ou seja, custaram R$ 6, e levaram R$ 30.910,50 cada.
No total, 65 apostas acertaram cinco números e foram premiadas com R$ 30,9 mil, 3.942 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 840,14, e uma aposta acertou os seis números e levou o prêmio principal, de R$ 39.427.096,38. Ela foi feita em Nova Iguaçu (RJ).
As dezenas sorteadas neste concurso foram: 16 - 19 - 22 - 24 - 46 - 58.
O próximo sorteio está agendado para terça-feira (23) e tem o prêmio principal estimado em R$ 3,5 milhões.
A Mega-Sena tem três sorteios semanais: às terças, às quintas e aos sábados, sempre às 21h.
É possível apostar em qualquer lotérica do país ou pela internet, no internet banking da Caixa Econômica Federal ou no site ou app das Loterias Caixa, que podem ser acessados por celular, computador ou outros dispositivos.
Para concorrer, é necessário ter mais que 18 anos de idade.
A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 6. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e mais chances de faturar
A campanha de atualização de rebanhos está na reta final. Há apenas 11 dias da finalização da ação, o número de explorações com o cadastro atualizado no Estado chegou a 67%. Todos os produtores e proprietários de animais de produção, sejam estes de corte, leite ou postura, destinados ao comércio ou à subsistência, devem ser contabilizados junto à Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). O prazo final para atualizar as informações é 30 de junho.
A iniciativa é da Adapar, mas conta com a parceria de diversas instituições relacionadas à agropecuária paranaense.
Os produtores e proprietários de rebanhos das mais de 182 mil propriedades rurais com cadastro ativo na Adapar que não fizerem a atualização estão sujeitos a autuações, multas e não poderão movimentar seus animais, uma vez que ficam impedidos de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA). A guia é um documento oficial e federal obrigatório para o trânsito intra e interestadual de ovos férteis e embrionados e de animais destinados à cria, recria, engorda, reprodução, abate e participação em eventos de concentração.
É por meio da documentação que os serviços de defesa agropecuária fazem o controle e o rastreio de animais no Estado. Isso evita a introdução de doenças que colocam em risco a população – por serem zoonoses, podendo atingir humanos –, além de causar prejuízos aos produtores, afetando diretamente a economia e o acesso a mercados internacionais.
O chefe do Departamento de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, afirma que a adesão dos produtores é crucial para a manutenção de um trabalho efetivo no combate a estas doenças. “Essa atualização dos cadastros é importante para que a Adapar possa desenvolver políticas públicas para vigilância e prevenção das principais doenças que estão ocorrendo dentro e fora do Brasil”, diz o veterinário.
Segundo ele, é preciso saber onde os animais estão e a distribuição deles no Estado, o que contribui para um trabalho preventivo em relação às principais doenças com impacto tanto na saúde pública quanto na economia do Paraná. “Entre elas, a febre aftosa, a peste clássica africana e própria influenza viária”, acrescenta.
AÇÕES DESTA EDIÇÃO – Além da divulgação dos prazos em veículos de comunicação especializados e nas redes sociais, a Adapar desenvolveu ações de contato direto com o produtor com as famílias que possuem animais destinados à subsistência. Estão sendo feitas visitas nas propriedades em diversas regiões do Estado.
Além disso, ações voltadas à educação sanitária estão sendo desenvolvidas de forma frequente pelos fiscais e assistentes de fiscalização agropecuária dos escritórios locais da agência espalhados por todo o território paranaense. Os servidores, além das visitas nas propriedades, também ministraram palestras em escolas da rede pública de ensino localizadas em assentamentos e regiões rurais.
COMO ATUALIZAR – A atualização é simples e pode ser feita de forma online, no site da Adapar, ou pelo aplicativo Paraná Agro (Play Store ou AppStore). Quem prefere informar sobre seus animais presencialmente deve comparecer no escritório da Adapar mais próximo, em sindicatos rurais ou nos escritórios de atendimento municipais.
Por - AEN
O Paraná será o primeiro estado brasileiro a incluir conteúdos de seguridade e previdência social na grade curricular obrigatória das escolas públicas. A iniciativa será implementada por meio do Programa Jovem Previdente, desenvolvido pela Paranaprevidência como parte de suas ações de Educação Previdenciária. A iniciativa será lançada oficialmente em 30 de junho no Colégio Estadual Guaíra, em Curitiba.
Para ampliar o alcance do programa em todo o Estado, a Paranaprevidência firmou um termo de cooperação técnica com a Secretaria de Estado da Educação (Seed) e a Escola de Gestão do Paraná (EGPR). A parceria permitirá levar o conteúdo aos estudantes da rede estadual de ensino, alcançando inicialmente os alunos do 3º ano do Ensino Médio.
Somente em 2026, a expectativa é atender mais de 120 mil estudantes. Ao longo dos cinco anos de vigência mínima do acordo, cerca de 620 mil jovens deverão participar da iniciativa.
"É uma ação inédita no Brasil. Levar noções de previdência para toda a garotada do 3º ano do ensino médio. Vamos falar de previdência pública, complementar e de planejamento para o futuro. A ideia da Paranaprevidência é fazer um trabalho de educação previdenciária também com os professores, que serão multiplicadores desse conhecimento junto aos alunos. É um passo importante para fortalecer a cultura previdenciária entre os jovens", afirmou o diretor-presidente da Paranaprevidência, Felipe José Vidigal.
“A educação precisa dialogar com os desafios reais que os estudantes vão encontrar ao longo da vida. Entender como funciona a previdência, quais são os seus direitos e como planejar o futuro é um conhecimento tão importante quanto muitos dos conteúdos tradicionais da escola”, destacou o secretário de Estado da educação, Roni Miranda.
FORMAÇÃO PARA O FUTURO – O Programa Jovem Previdente foi concebido a partir da constatação de que grande parte da população brasileira, especialmente os jovens, possui pouco conhecimento sobre o funcionamento do sistema previdenciário e sobre a importância do planejamento para o futuro.
Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC), intitulado Ações Educativas para a Formação da Cultura Previdenciária de Jovens Aprendizes, identificou baixo nível de conhecimento dos jovens brasileiros em temas relacionados à educação financeira e previdenciária.
Ao promover o aprendizado desses conteúdos ainda na educação básica, o programa busca formar cidadãos mais conscientes sobre seus direitos e deveres previdenciários, contribuindo para a sustentabilidade de um sistema baseado nos princípios da contribuição e da solidariedade.
COMO FUNCIONA – O conteúdo programático será dividido em módulos que abordarão a história da previdência, o funcionamento do sistema previdenciário brasileiro e as diferenças entre os regimes geral, próprio e complementar. Também serão trabalhadas noções de planejamento previdenciário e educação financeira.
O material foi desenvolvido pela equipe de Educação Previdenciária da Paranaprevidência, com acompanhamento pedagógico da Escola de Gestão do Paraná. Os conteúdos ficarão disponíveis na plataforma da instituição e contarão com videoaulas, materiais em PDF e apostilas destinadas aos professores.
Os educadores participantes poderão receber certificação como multiplicadores de conhecimento na área previdenciária. O programa também contará com uma história em quadrinhos sobre conceitos básicos de previdência, que será distribuída aos estudantes participantes.
Além da atuação junto à rede estadual de ensino, os materiais produzidos poderão beneficiar outros públicos interessados no tema, ampliando o acesso da sociedade a informações sobre previdência e proteção social.
GESTÃO E CIDADANIA – A Educação Previdenciária integra uma das dimensões avaliadas pelo Pró-Gestão RPPS, programa nacional de certificação da qualidade da gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social.
O Jovem Previdente também está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente aos objetivos 4 (Educação de Qualidade) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes), ao ampliar o acesso ao conhecimento e fortalecer a relação entre a administração pública e a sociedade.




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