O prazo de pagamento da segunda parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 dos veículos com final de placa 5 e 6 termina nesta quarta-feira (11).
A Secretaria da Fazenda do Paraná e a Receita Estadual alertam que é fundamental acompanhar o cronograma de vencimentos conforme o número final da placa para não perder benefícios e evitar problemas com a inadimplência.
O calendário de pagamentos da segunda parcela do IPVA 2026 começou na segunda-feira (09) e se estende até o dia 13. Os vencimentos variam de acordo com o final da placa dos veículos.
ATRASO – A multa é de 0,33% ao dia mais juros de mora (de acordo com a taxa Selic). Após 30 dias de atraso, o percentual é fixado em 20% do valor do imposto.
COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerá-las. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes podem pagar o IPVA 2026 via pix a partir do QR Code presente na guia, podendo ser feito a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
ISENÇÕES – As motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025. Já ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No site da Compagas é possível conferir a lista de oficinas aptas a fazer a conversão.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
Final de placa / parcelas:
1 e 2 – 09/02 (vencido), 09/03, 09/04, 11/05
3 e 4 - 10/02 (vencido), 10/03, 10/04, 12/05
5 e 6 - 11/02/ 11/03, 13/04, 13/05
7 e 8 - 12/02, 12/03, 14/04, 14/05
9 e 0 - 13/02, 13/03, 15/04, 15/05
Por - AEn
O Governo do Paraná dá um salto histórico na modernização do campo com o lançamento dos projetos CEP Rural e Rota Rural. As iniciativas, apresentadas oficialmente nesta terça-feira (10) pelo governador em exercício Darci Piana durante o Show Rural Coopavel 2026, em Cascavel, utilizam tecnologia de ponta do Google para garantir endereço digital e rastreabilidade para mais de 300 mil propriedades rurais em todo o Estado.
Desenvolvido pela Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA) e pela Superintendência Geral de Ordenamento Territorial (SOT), os projetos transformam o Paraná no primeiro estado do País a integrar o sistema Plus Code, do Google, com o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Na prática, isso significa que propriedades que antes não tinham uma identificação oficial agora passam a ter um “endereço digital” único, facilitando desde a entrega de encomendas até o socorro médico e a segurança pública.
“Cada produtor cadastrado passará a ter um endereço digital, principalmente nos pequenos municípios, mais distantes dos grandes centros urbanos, onde muitas vezes é mais difícil o acesso. Será uma ferramenta fundamental para resolver problemas de localização e enfrentar aqueles que tentam dificultar a vida do nosso agronegócio, especialmente nas exportações”, afirmou Piana.
Para o secretário de Estado da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o CEP Rural acabará com a “invisibilidade” do homem do campo. “Com essa ferramenta, o produtor passa a ter um endereço validado pelo Estado para receber mercadorias e, principalmente, para que a viatura da polícia ou a ambulância chegue com precisão e rapidez”, destacou.
ENDEREÇO DIGITAL – O CEP Rural funciona através de códigos alfanuméricos curtos que representam uma localização geográfica exata. O lançamento no Show Rural marca o início da apresentação da tecnologia ao setor. A partir de março, a ferramenta será disponibilizada de forma integral para o público dentro do aplicativo Paraná + Sustentável, também lançado nesta terça-feira. Na plataforma, o produtor poderá gerar e gerenciar seu próprio endereço digital. O serviço será gratuito.
A meta é que 80% das propriedades paranaenses tenham seu Plus Code em até dois anos. A estimativa é que a ferramenta reduza em 15% os custos logísticos no primeiro ano e diminua em 20% o tempo de resposta para ocorrências de segurança e saúde nas áreas rurais.
Um dos diferenciais estratégicos do serviço é a integração com os dados do CAR, criando um modelo de rastreabilidade único no mundo. Essa “identidade digital” atua como uma blindagem contra barreiras comerciais de mercados exigentes, como a União Europeia, atestando de forma auditável e via satélite a origem legal da produção paranaense.
O lançamento oficial contou com a entrega simbólica da primeira placa de CEP Rural do Estado à Coopavel, marcando o registro inaugural do sistema no Paraná. A partir da disponibilização do aplicativo Paraná + Sustentável, o projeto estabelece um modelo de sinalização padronizada que poderá ser adotado pelos proprietários rurais.
A placa exibe o código Plus Code e um QR Code que direciona para a Rota Rural. O modelo foi pensado para permitir o patrocínio de entidades e cooperativas, contando com espaço dedicado para a inserção de logotipos de parceiros, o que fortalece o vínculo entre o produtor e as instituições do setor.
ROTAS POR GPS – Complementando o endereçamento, o projeto Rota Rural foca na inteligência logística. Enquanto o CEP Rural identifica o ponto exato da propriedade, a Rota Rural oficializa o mapeamento das estradas vicinais e caminhos internos. Atualmente, usuários de aplicativos convencionais sofrem com rotas equivocadas que levam a caminhos inexistentes ou trajetos intransitáveis. Com a Rota Rural, o Paraná elimina essa margem de erro, beneficiando também o turismo rural, garantindo que visitantes cheguem a pousadas e vinícolas com precisão.
Com o mapeamento oficial, o Governo do Estado também facilita o escoamento da safra e otimiza serviços como o transporte escolar e a coleta de leite. “A Rota Rural é o mapa digital que garante que o motorista da cooperativa ou o ônibus escolar utilize o caminho mais seguro e eficiente, reduzindo o consumo de combustível e o desgaste da frota”, explica o superintendente de Ordenamento Territorial, Benno Doetzer.
Os dados da Rota Rural também servirão como ferramenta de gestão para as prefeituras e órgãos estaduais. Através do Paraná + Sustentável, será possível identificar fluxos de tráfego e priorizar investimentos em manutenção de estradas vicinais. A integração desses dados com o Google Maps e Waze permitirá que qualquer serviço de entrega ou emergência navegue pelo Interior do Estado com a mesma precisão encontrada nos centros urbanos.
PRESENÇAS – Participaram do lançamento dos projetos os secretários estaduais Norberto Ortigara (Fazenda), Marcio Nunes (Agricultura e Abastecimento), Rafael Greca (Desenvolvimento Sustentável) e Valdemar Bernardo Jorge (Justiça e Cidadania); o diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir Cesar Martins; o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior; o diretor Administrativo do BRDE, Heraldo Neves; o secretário do Codesul pelo Paraná, Orlando Pessuti; o deputado federal Filipe Barros; os deputados estaduais Jairo Tamura e Luis Corti; o prefeito de Cascavel, Renato Silva; o diretor-presidente da Coopavel, Dilvo Grolli; o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PR), Clodomir Ascari; e demais autoridades.
Por - AEN
O Governo do Paraná lançou nesta terça-feira (10) o Projeto Plataforma Paraná + Sustentável, uma iniciativa inédita no País que consolida o uso de inteligência territorial como base para políticas públicas ambientais, agropecuárias e de desenvolvimento sustentável.
O anúncio foi feito pelo governador em exercício Darci Piana durante a programação do Show Rural Coopavel, em Cascavel, um dos maiores eventos do agronegócio da América Latina. A plataforma será um aplicativo gratuito, que estará disponível para download em sistemas iOS e Android nos próximos 15 dias, permitindo que produtores rurais tenham acesso direto às informações pelo celular.
A nova plataforma nasce como uma infraestrutura estadual permanente, estruturada para integrar dados ambientais, territoriais e produtivos em um único ambiente digital, permitindo ao Estado comprovar, de forma técnica, objetiva e auditável, a sustentabilidade do território paranaense. A iniciativa posiciona o Paraná na vanguarda da governança ambiental e fortalece a competitividade do setor produtivo, especialmente no acesso a mercados que exigem comprovação de boas práticas socioambientais.
Segundo Piana, a plataforma representa um avanço estratégico para o Estado ao unir tecnologia, sustentabilidade e apoio direto ao produtor rural. “Estamos criando uma ferramenta moderna, transparente e permanente, que fortalece a sustentabilidade, dá segurança jurídica e amplia a competitividade do Paraná, especialmente para quem produz no campo”, afirmou.
Atualmente, governos, órgãos públicos e setores produtivos enfrentam dificuldades no acesso, cruzamento e gestão de grandes volumes de dados ambientais e agropecuários, o que impacta diretamente processos como licenciamento ambiental, regularização fundiária, planejamento territorial e certificações exigidas por protocolos nacionais e internacionais. A Plataforma Paraná + Sustentável surge justamente para enfrentar esse desafio, transformando dados dispersos em inteligência territorial integrada e em evidência pública verificável.
De acordo com o superintendente-geral de Ordenamento Territorial, Benno Doetzer, a plataforma reúne informações autodeclaradas pelos produtores no Cadastro Ambiental Rural com dados oficiais já existentes no poder público.
“A ideia foi juntar todas essas informações em uma única base e gerar um extrato da propriedade rural, tanto em termos ambientais quanto produtivos. Com isso, o produtor passa a ter uma certidão agroambiental que reúne licenciamento, situação do CAR, cadastros sanitários e outras informações essenciais para fins de financiamento, exportação e certificações”, explicou.
A plataforma também permitirá o monitoramento contínuo do território paranaense por meio de imagens de satélite, análise do uso e ocupação do solo, acompanhamento da produção agrícola e identificação de eventos climáticos extremos. A partir dessas informações, será possível emitir alertas preventivos, gerar indicadores confiáveis e apoiar decisões estratégicas tanto do poder público quanto dos produtores rurais.
Para o secretário do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca, o lançamento da plataforma consolida o compromisso do Paraná com a sustentabilidade e a rastreabilidade ambiental. “É um lançamento que conjuga inovação com rastreabilidade ambiental e eficiência no respeito às leis florestais do Brasil. Quem sobrevoa o Paraná vê rios preservados, reservas legais mantidas e uma produção agrícola forte, e tudo isso é sustentabilidade”, afirmou.
"Criamos um grande sistema de dados, um verdadeiro hipervisor agrário, com informações sobre uso do solo, produção e preservação ambiental em todo o Estado”, completou.
Entre as funcionalidades da plataforma estão a comprovação técnica da sustentabilidade ambiental, a oferta de informações agroambientais auditáveis, o apoio a políticas públicas, crédito rural e planejamento territorial, além do fortalecimento da transparência e da segurança jurídica das ações do Estado. Os dados consolidados também permitirão uma comunicação mais clara dos resultados à sociedade, ampliando o acesso à informação.
Na prática, a Plataforma Paraná + Sustentável integra bases de dados estaduais e federais, gera mapas oficiais de uso e ocupação do solo atualizados anualmente e produz certificados digitais por imóvel, município e Estado. O sistema também vai emitir alertas de eventos climáticos adversos e disponibilizar painéis públicos e institucionais que demonstram, de forma objetiva, os indicadores de sustentabilidade do Paraná.
O diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir Cesar Martins, destacou que a plataforma também fortalece a atuação do Estado na área de defesa sanitária animal, especialmente em situações de emergência. “Quando falamos em defesa sanitária, pensamos sempre em resposta rápida. A plataforma vai permitir que a gente chegue com muito mais agilidade a qualquer propriedade em caso de suspeita ou confirmação de um problema sanitário, indicando caminhos, rotas e localização precisa”, afirmou.
Já o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes, ressaltou que a plataforma integra diferentes avanços anunciados pelo Estado em benefício do setor produtivo. “Hoje estamos falando do CEP Rural, do Cadastro Ambiental Rural e também de medidas importantes na área de fiscalização e abate de carnes. É um conjunto de ações que moderniza o sistema, permite a participação legal da iniciativa privada e amplia o acesso aos mercados do Paraná, do Brasil e até do Exterior”, disse.
CEP RURAL – Entre as entregas previstas está a certificação do CEP Rural, código de endereçamento oficial das propriedades rurais, assegurando identificação precisa, acesso a serviços e integração com políticas públicas para mais de 300 mil propriedades.
O sistema também consolida as Rotas Rurais, com indicação oficial dos acessos às propriedades, além da criação de um Selo Agroambiental baseado em dados públicos e monitoramento satelital e de estimativas de produtividade agrícola mais precisas e confiáveis. A expectativa é que essas ferramentas ampliem a competitividade dos produtores paranaenses, especialmente nas exportações.
CADASTRO AMBIENTAL RURAL – Durante o lançamento da plataforma, o Governo do Paraná também anunciou o Programa de Capacitação para Técnicos do Sistema Estadual do Cadastro Ambiental Rural (CAR), em parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), com cursos na modalidade de ensino a distância.
A iniciativa busca qualificar profissionais que atuam diretamente na análise e validação do CAR, instrumento fundamental para a regularização ambiental das propriedades rurais, ampliando a eficiência, a segurança técnica e o atendimento aos produtores.
PRESENÇAS – Participaram do lançamento dos projetos os secretários estaduais Norberto Ortigara (Fazenda), Alex Canziani (Inovação e Inteligência Artificial) e Valdemar Bernardo Jorge (Justiça e Cidadania); o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior; o diretor Administrativo do BRDE, Heraldo Neves; o secretário do Codesul pelo Paraná, Orlando Pessuti; o deputado federal Filipe Barros; os deputados estaduais Jairo Tamura e Luis Corti; o prefeito de Cascavel, Renato Silva; o diretor-presidente da Coopavel, Dilvo Grolli; o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PR), Clodomir Ascari; e demais autoridades.
POr - AEn
O Governo do Paraná iniciou as aulas presenciais do Curso de Formação para Conselheiros Tutelares, Conselheiros Municipais e Estaduais dos Direitos da Criança e do Adolescente, uma iniciativa estruturante e estratégica voltada ao fortalecimento da política de proteção à infância e adolescência em todo o Estado. A formação dos profissionais da área e representa um investimento na qualificação daqueles que atuam diretamente na garantia de direitos deste público.
A Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef) é a organizadora do curso. A primeira etapa começou dia 02 de fevereiro com cursos em Ponta Grossa, Irati, Pato Branco, Francisco Beltrão, Jacarezinho e Cornélio Procópio. O próximo município a receber o curso presencial, nesta quarta-feira (11), é Ivaiporã.. A capacitação também passa por Londrina (12/2), Curitiba (19/2), Campo Mourão (23/2), Maringá (24/2), Paranavaí (25/2), Guarapuava (27/2), Toledo (2/3), Umuarama (3/3) e Foz do Iguaçu (4/3). As atividades ocorrem sempre das 10h às 17h.
As aulas online ainda não começaram, mas as inscrições já estão abertas por meio deste site.
Com abrangência estadual, o curso alcança os 399 municípios do Paraná e tem como objetivo central promover equidade na formação dos conselheiros, assegurando que profissionais da Capital, do Interior e de municípios de diferentes portes tenham acesso aos mesmos conteúdos técnicos, legais e pedagógicos. A proposta busca fortalecer de maneira uniforme o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente em todo o território paranaense.
A iniciativa foi pensada para qualificar, esclarecer e instrumentalizar os conselheiros, contribuindo para uma atuação ainda mais efetiva e alinhada às exigências legais e às demandas reais do cotidiano. Entre os objetivos específicos estão a qualificação técnica da atuação, o fortalecimento do papel institucional dos conselhos, a atualização sobre legislação, políticas públicas e diretrizes nacionais, além da integração entre teoria e prática.
“Considerado amplo, inovador e alinhado às necessidades reais da atuação dos conselheiros, o curso representa um marco para a política de proteção à infância e adolescência no Paraná, demonstrando o compromisso do Estado com a garantia de direitos e com a qualificação permanente dos profissionais que integram essa rede de proteção”, explica o secretário do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni.
Outro destaque do curso é a democratização do acesso ao conhecimento, aliada ao uso de inovação tecnológica nos processos formativos. A estrutura é progressiva e foi desenvolvida para permitir que os conselheiros conciliem a formação com o exercício de suas atribuições institucionais.
Além das aulas presenciais, a oferta será realizada por meio de plataforma digital em formato streaming, com aulas gravadas sob demanda, conteúdos organizados por módulos, materiais de apoio, atividades e fóruns de discussão. A flexibilidade de acesso permite que os participantes acompanhem o curso de acordo com sua disponibilidade, ampliando o alcance e a efetividade da formação.
Calendário das próximas etapas do Curso de Formação para Conselheiros Tutelares, Conselheiros Municipais e Estaduais dos Direitos da Criança e do Adolescente:
IVAIPORÃ – 11 de fevereiro
Local: Centro Cultural Olívia Hauptmann Avenida Souza Naves, 2775)
Horário: 10h às 17h
LONDRINA - 12 de fevereiro
Local: Anfiteatro do Centro de Estudos Sociais Aplicados (Rodovia Celso Garcia Cid, Km 380)
Horário: 10h às 17h
CURITIBA - 19 de fevereiro
Local: Canal da Música (R. Júlio Perneta, 695)
Horário: 10h às 17h
CAMPO MOURÃO - 23 de fevereiro
Local: Teatro Municipal (Av. Comendador Norberto Marcondes, 684)
Horário: 10h às 17h
MARINGÁ - 24 de fevereiro
Local: Centro de Convenções da Uningá (Av. Morangueira, 6114)
Horário: 10h às 17h
PARANAVAÍ - 25 de fevereiro
Local: Auditório da Unespar (Av. Gabriel Esperidião, S/N)
Horário: 10h às 17h
GUARAPUAVA – 27 de fevereiro
Local: Teatro UTFPR (Avenida Profa. Laura Santos, 1000)
Horário: 10h às 17h
TOLEDO – 02 de março
Local: Centro de Eventos Ismael Sperafico (Rodovia BR 467, Km71)
Horário: 10h às 17h
UMUARAMA – 03 de março
Local: UNIALFA (Av. Paraná, 7327)
Horário: 10h às 17h
FOZ DO IGUAÇU – 04 de março
Local: Ceconfi (Rua Jardim Alegre esquina com Av. das Cataratas)
Horário:10h às 17h
POr - AEN
O Paraná iniciou 2026 com resultados expressivos na intermediação de mão de obra. Somente no mês de janeiro, 14.769 trabalhadores foram colocados no mercado de trabalho por meio da Rede Sine Paraná, número que representa um crescimento de 24,4% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram registrados 11.875 trabalhadores.
Os dados demonstram a consolidação das políticas públicas adotadas pelo Governo do Estado para ampliar o acesso às vagas, fortalecer a empregabilidade e estimular o desenvolvimento econômico em todas as regiões. A atuação integrada das Agências do Trabalhador, aliada a investimentos em qualificação profissional, modernização dos serviços e parcerias com o setor produtivo, tem garantido maior eficiência nos atendimentos e melhores resultados na inserção dos trabalhadores no mercado formal.
Entre os destaques do mês de janeiro, os três Núcleos Regionais do Trabalho com melhor desempenho percentual de meta foram:
- Núcleo Regional do Trabalho de Umuarama – 132% da meta, com 1.019 trabalhadores colocados, superando a meta estabelecida de 772 colocações.
- Núcleo Regional do Trabalho de Campo Mourão – 119% da meta, com 1.241 colocações, frente a uma meta de 1.041 trabalhadores.
- Núcleo Regional do Trabalho de Cascavel – 118% da meta, com 2.191 trabalhadores inseridos no mercado de trabalho, superando a meta de 1.856 colocações.
Além dos três primeiros colocados, outros Núcleos Regionais do Trabalho também apresentaram desempenho expressivo. Ponta Grossa alcançou 104% da meta, com 1.107 trabalhadores colocados, enquanto Curitiba, maior núcleo em volume absoluto, registrou 3.834 colocações no mês, mantendo alto impacto na intermediação de mão de obra no Estado.
Também se destacam os resultados de Foz do Iguaçu (843 colocações), Pato Branco (1.146), Paranaguá (431), Maringá (712), Guarapuava (677), Jacarezinho (527) e Londrina (1.041), que, de forma integrada, contribuíram para o desempenho global da Rede Sine Paraná e para o fortalecimento do mercado de trabalho em todas as regiões do Estado.
Para o secretário do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná, Do Carmo, os números refletem a eficiência da política estadual de emprego e a atuação estratégica da Rede Sine. “Estamos investindo fortemente em qualificação profissional, modernização dos serviços e aproximação com o setor produtivo. Isso permite que o trabalhador encontre oportunidades com mais rapidez e que as empresas tenham acesso a profissionais preparados. Nosso compromisso é ampliar cada vez mais esse alcance, garantindo emprego, renda e dignidade para os paranaenses”, afirmou.
Além da intermediação direta, o Governo do Estado mantém ações contínuas de capacitação profissional, ampliação do atendimento digital, fortalecimento das Agências do Trabalhador e parcerias estratégicas com empresas e entidades, garantindo que as oportunidades cheguem a todas as regiões do Paraná.
A expectativa da Secretaria é manter o ritmo de crescimento ao longo de 2026, consolidando o Paraná como referência nacional em políticas públicas de geração de emprego, renda e qualificação profissional.
Por - AEN
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) está desenvolvendo um conjunto de ações para a prevenção e combate à praga Amaranthus palmeri (Caruru-gigante).
O planejamento e execução das ações acontecem após a detecção da planta pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, na região de São José do Rio Preto. Os vestígios foram identificados no mês de janeiro em uma plantação de soja e a confirmação laboratorial aconteceu em 3 de fevereiro.
A estratégia da defesa agropecuária do Paraná é a adoção de medidas preventivas rigorosas para evitar a introdução desta espécie no Estado. O Caruru-Gigante é uma espécie de planta agressiva e de fácil difusão. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), ao reconhecer a possibilidade de dispersão, editou a Portaria SDA/MAPA n° 1.119/2024, que institui o Programa Nacional de Prevenção e Controle da Praga Quarentenária Presente Amaranthus palmeri.
Até o momento foram definidas quatro medidas de prevenção e controle para que não haja a introdução do Caruru-Gigante no território paranaense. A fiscalização direta é uma delas. Serão realizadas vistorias nas propriedades e locais de recebimento de maquinários vindos de outros estados. O objetivo é identificar precocemente a presença de plantas similares ao caruru-gigante.
Outra medida de caráter preventivo é a educação sanitária. Durante as inspeções, os servidores da agência devem orientar produtores e operadores sobre a obrigatoriedade da limpeza rigorosa do maquinário. Esta ação tem o objetivo de mitigar o risco de dispersão de sementes para novas áreas. A portaria nª 129 de 2024 da Adapar orienta sobre os trabalhos de inspeção de máquinas e implementos agrícolas.
Também é parte da estratégia a coleta de amostras. O procedimento acontece imediatamente após a constatação de casos suspeitos e segue os protocolos para coleta de amostras. As amostras são encaminhadas ao Centro de Diagnóstico Marcos Enrietti (CDME), vinculado à Adapar, para a análise laboratorial definitiva.
Fazendo uso de ferramentas de biologia molecular, o CDME promove a distinção taxonômica entre as diversas espécies que compõem o gênero Amaranthus. O objetivo é detectar precocemente a praga quarentenária e identificar as espécies mais comuns nas áreas produtivas. São realizados exames de Reação em Cadeia da Polimerase (PCR), uma técnica laboratorial molecular de alta precisão que amplifica segmentos específicos de DNA ou RNA para detectar microrganismos (vírus, bactérias) ou mutações genéticas.
O apoio operacional é o passo final a ser adotado e está presente principalmente nas etapas de reconhecimento e coleta de material para os testes. O objetivo é que os fiscais e assistentes de fiscalização de defesa agropecuária do Paraná prestem suporte técnico às equipes locais. Os servidores também devem atuar na vigilância das divisas estaduais, agindo como primeira barreira de defesa agropecuária.
O chefe da Divisão de Sanidade de Cultivos Agrícolas e Florestais, Marcílio Martins Araújo, explicou os riscos que a praga carrega. “É uma planta de grande capacidade de competição com outras plantas cultivadas, de difícil controle e com uma capacidade de multiplicação e dispersão muito eficiente, o que o torna uma ameaça fitossanitária para o Brasil, e todas as unidades da federação. O potencial de multiplicação de uma planta fêmea pode alcançar cifras de 600.000 até 1.000.000 de sementes, que formam um banco de sementes persistentes, podendo permanecer vários anos no solo”, explica o engenheiro agrônomo.
Além da facilidade na criação de um banco de sementes, a planta também tem germinação escalonada, o que é preocupante, pois as sementes germinam em fluxos ao longo das safras, o que torna o controle com apenas uma aplicação de herbicida insuficiente.
O crescimento acelerado de dois a três centímetros por dia pode sufocar as culturas cultivadas invadidas. Além disso, ao contrário de outras espécies do Estado que são monoicas, ou seja, apresentam órgãos reprodutores femininos e masculinos no mesmo indivíduo, o Caruru-Gigante é uma planta dioica – possui plantas machos e fêmeas separadas, o que favorece a variabilidade genética e a resistência. A vigilância constante é fundamental para evitar a dispersão desta praga em nossas unidades da federação.
HISTÓRICO – O Caruru-Gigante foi identificado no Brasil, de forma oficial, em 2015. Os primeiros registros aconteceram em áreas de produção de algodão, soja e milho no estado de Mato Grosso. A notificação foi realizada por técnicos do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt). A planta daninha exótica apresenta alta resistência a herbicidas e se espalhou para outros estados, como é o caso do Mato Grosso do Sul e, mais recentemente, em São Paulo.
A espécie é nativa da América do Norte e centro-sul dos Estados Unidos. A primeira aparição no Brasil confirmou a resistência ao glifosato, herbicida que atua sobre uma ampla gama de ervas daninhas, sendo relevante na produção de frutas, hortaliças, nozes e culturas resistentes, como milho e soja. É eficaz no controle de ervas daninhas invasoras e nocivas.
Desde a sua introdução no território brasileiro, a praga foi monitorada, com relatos posteriores em Mato Grosso do Sul, em 2022, e São Paulo, em 2026. A confirmação da incidência da praga resulta em prejuízos em diversas culturas e na economia da região afetada.
Por - AEN


























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