Pedro Alves de Oliveira, de 33 anos, foi preso nesta terça-feira (27) após agredir a companheira no meio de uma rua em Joaquim Távora, no Norte Pioneiro do Paraná.
O crime foi registrado por câmeras de segurança. Nas imagens, registradas no último domingo (25), o homem chuta e arrasta o corpo da mulher pela rua, enquanto a vítima grita por socorro.
De acordo com a Polícia Civil (PC-PR), as agressões começaram na residência do casal após uma discussão. A motivação não foi divulgada.
A polícia afirma que Pedro ameaçou a mulher de morte, destruiu objetos da casa e também atingiu o bebê de oito meses deles. O tio da vítima também ficou ferido ao tentar interromper as agressões. O estado de saúde deles não foi informado.
Após o crime, o homem fugiu e só foi encontrado na manhã desta terça-feira, em uma residência no centro da cidade. Segundo a polícia, o preso deve responder por violência doméstica e familiar contra a mulher, incluindo violência física, ameaça e dano ao patrimônio.
A defesa de Pedro informou que ele iria se apresentar à delegacia para apresentar os esclarecimentos quando foi preso. A defesa disse que ele perdeu controle ao ter 'a honra gravemente ferida' e que os danos no imóvel não foram causados por ele. Confira a nota completa:
"A defesa de Pedro Francisco Alves de Oliveira informa que ele foi localizado pela polícia na manhã desta terça-feira (27), quando já buscava contato com seu advogado para se apresentar espontaneamente à autoridade policial.
Ele reconhece que houve um episódio de conflito entre o casal e lamenta profundamente o ocorrido. Afirma que perdeu o controle por ter se sentido com a honra gravemente ferida, o que, ressalta, não justifica o ato, e está preparado para assumir as consequências do ocorrido. Refuta, porém, parte das alegações apresentadas pela vítima e divulgadas na mídia, como o uso de entorpecentes no dia.
Quanto aos danos no imóvel, segundo o seu relato, foram causados por moradores que foram ao local com a intenção de agredi-lo, o que será objeto de apuração.
Pedro é reu primário, é pai de quatro filhos, incluindo o filho de oito meses que tem com a companheira, e paga pensão alimentícia a dois deles. Como trabalhador autônomo, buscará responder ao processo em liberdade, sujeito às restrições que a Justiça entender necessárias, para poder trabalhar e não desamparar nenhum de seus filhos, inclusive o mais novo.
A defesa ainda está tendo acesso aos elementos da investigação e, por isso, este é o relato apresentado até o momento. A defesa confia no devido processo legal e, em respeito e solidariedade à vítima e aos demais envolvidos, pede cautela na divulgação dos fatos e que se aguarde a conclusão da apuração".
Por G1
Um homem confessou à Polícia Civil ter produzido mais de 40 atestados médicos falsos e vendido os documentos por cerca de R$ 50 cada, em Cascavel, no oeste do Paraná. Segundo a investigação, a prática ocorreu nos últimos dois meses e utilizava nomes e registros profissionais de médicos sem o conhecimento deles.
A identidade do homem não foi divulgada. O Conselho Regional de Medicina do Paraná se manifestou em nota, afirmando que "realiza, quando solicitado, a verificação e confirmação de autenticidade de atestados médicos físicos". Veja a nota na íntegra abaixo.
Nesta terça-feira (27), policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão em um imóvel ligado ao suspeito e encontraram um carimbo com o nome, o número de registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e a unidade de atendimento de um médico.
Também foram apreendidos dois conjuntos de letras utilizados para montar e modificar carimbos, permitindo a falsificação de documentos com dados de diferentes profissionais.
De acordo com o delegado Bruno Falci, responsável pela investigação, o suspeito admitiu ter produzido os atestados falsos durante o interrogatório. O homem não utilizava os documentos para justificar ausências próprias, mas os produzia para vender a outras pessoas, segundo a polícia.
A Polícia Civil destacou que os médicos cujos dados foram utilizados não têm envolvimento com o esquema.
As investigações continuam para identificar os atestados falsificados, descobrir quem comprou os documentos e verificar se outras pessoas participaram da prática.
O suspeito deverá ser indiciado pelo crime de falsificação de documento público, que prevê pena de dois a seis anos de prisão, além de multa.
A polícia orienta empresas e órgãos públicos a confirmar diretamente com as unidades de saúde a autenticidade de atestados médicos em caso de suspeita de fraude.
O que diz o CRM-PR
"O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) esclarece que o atestado médico é um documento oficial, cuja emissão é de responsabilidade do médico assistente, após avaliação clínica criteriosa do paciente. A emissão de atestados em desacordo com os parâmetros éticos e normativos vigentes pode configurar infração ética por parte do profissional médico.
Por outro lado, a utilização, apresentação ou emissão de atestado médico falso constitui crime previsto no Código Penal Brasileiro, sujeito às penalidades cabíveis, incluindo reclusão e multa, devendo ser comunicado às autoridades competentes para apuração.
É importante ressaltar que a identificação do médico no documento falsificado não significa, necessariamente, que o profissional esteja envolvido na fraude. Nome e número de inscrição profissional podem ser utilizados indevidamente por terceiros, sem conhecimento ou autorização do médico, fazendo com que o próprio profissional também seja vítima da falsificação.
O CRM-PR realiza, quando solicitado, a verificação e confirmação de autenticidade de atestados médicos físicos. No caso de documentos emitidos por meio de plataformas digitais, a orientação é que a conferência seja realizada diretamente pela empresa ou instituição receptora, utilizando o QR Code disponibilizado no próprio atestado".
Por G1
A transição do governo do Paraná entre o atual governador Ratinho Junior (PSD) e o governador eleito Sergio Moro (PL) começará a partir do dia 5 de novembro, quinta-feira.
O decreto que regulamenta a transição foi publicado no Diário Oficial do estado nesta terça-feira (27). Ele tem vigência até 5 de janeiro de 2027, dia anterior à posse do novo governador.
Transição governamental é o processo que tem como objetivo levantar dados e informações da Administração Estadual, para propiciar condições para que o candidato eleito possa receber do seu antecessor os elementos imprescindíveis à implementação do novo governo.
O decreto garante acesso a contas públicas, estrutura organizacional, programas, projetos e ações dos órgãos e empresas públicas. Além disso, prevê o acesso a assuntos que precisam de providências nos primeiros 120 dias do novo governo.
O superintendente-geral de Relações Institucionais do Governo do Paraná, Renato Adur, será o coordenador dos trabalhos relacionados ao processo de transição por parte da atual gestão. Sergio Moro deverá indicar a própria equipe ao Chefe da Casa Civil.
Segundo o decreto, serão até 20 membros no total, sendo 10 do atual governo e outros 10 do governador eleito.
O Chapéu do Pensador, que fica dentro do Bosque da Copel, no Bigorrilho, em Curitiba, foi liberado para que a equipe de Sergio Moro possa se instalar durante o período.
Por G1
A Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) aplica para cerca de 101 mil estudantes da rede estadual a edição 2026 da Prova Paraná Mais. A avaliação acontece nesta terça (27) e quarta-feira (28) para mais de 5,6 mil turmas da 3ª e 4ª séries do Ensino Médio Regular e Ensino Médio Integrado à Educação Profissional e Tecnológica (EPT).
Estudantes do 2º e 5º anos do Ensino Fundamental farão a prova entre 3 e 30 de novembro, enquanto os 9os anos têm período provável de avaliação entre 10 e 12 do mesmo mês.
De acordo com o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, a Prova Paraná Mais é um instrumento essencial no aprimoramento da educação estadual. “A prova funciona como um raio-x da educação paranaense, permitindo que identifiquemos quais as dificuldades dos alunos no processo de ensino e aprendizagem e quais estratégias deverão ser desenhadas para garantir que a educação do Paraná continue sendo a melhor do país”.
A Prova Paraná Mais é uma avaliação censitária em larga escala, integrada ao Sistema de Avaliação da Educação Básica do Paraná (Saep), que tem como objetivo diagnosticar o desempenho dos estudantes da rede estadual de ensino, fornecendo subsídios para o planejamento pedagógico e para a formulação, o monitoramento e o aprimoramento de políticas públicas educacionais. Além disso, constitui um importante instrumento para avaliar a qualidade, a equidade e a eficiência da educação no Paraná.
APLICAÇÃO – A inscrição na Prova Paraná Mais foi automática para os estudantes da rede estadual, que realizam a avaliação nas escolas em que estão matriculados. As provas são compostas por questões de múltipla escolha e uma redação dissertativa-argumentativa.
O primeiro dia de prova teve duração de cinco horas e abordou os componentes curriculares de Língua Portuguesa, Literatura, Matemática, Arte, Educação Física e Língua Inglesa, além da Redação. Já no segundo dia, que terá duração de quatro horas e meia, os conteúdos cobrados são de Geografia, História, Sociologia, Filosofia, Biologia, Física e Química. Os participantes também terão de preencher um Questionário Contextual.
O estudante da Educação Especial que necessitar de atendimento especializado durante a prova contará um profissional viabilizado pela instituição de ensino à sua disposição. Também terá até uma hora de tempo adicional para fazer as provas, desde que sua necessidade esteja devidamente informada no Sistema Estadual de Registro Escolar (Sere). Já os alunos com baixa visão receberão provas com texto em versão ampliada ou superampliada.
Informações mais detalhadas sobre a aplicação da prova, como orientações gerais, critérios de correção e obrigações do estudante participante podem ser consultadas diretamente no edital.
ACESSO À UNIVERSIDADE - Além de importante ferramenta de avaliação do ensino, a Prova Paraná Mais representa uma oportunidade de acesso ao Ensino Superior: desde 2024, a nota pode ser utilizada para ingresso nas universidades estaduais paranaenses e, a partir deste ano, na Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio do programa Aprova Paraná Universidades, uma parceria entre a Seed-PR e a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti).
O programa reserva até 20% das vagas dessas instituições para os candidatos da 3ª e 4ª séries do Ensino Médio que realizarem a Prova Paraná Mais, desde que não zerem a pontuação na redação.
“O Aprova Paraná Universidades cumpre um papel importante hoje na rede estadual do Paraná, que é o de democratizar o acesso ao Ensino Superior”, avalia o diretor de Educação da Seed-PR, Anderfábio de Oliveira. “Por isso os estudantes devem aproveitar a oportunidade e fazer a prova com bastante concentração e responsabilidade, para garantir uma boa nota e poder concorrer à tão sonhada vaga do Ensino Superior”.
A conscientização dos alunos sobre a importância da prova como forma de ingresso na universidade foi feita ao longo de todo o ano no Colégio Estadual Paula Gomes, de Curitiba, como explica a diretora Rosemary Carneiro de Souza. “Os professores sempre conversam com eles em sala sobre a prova e nós já trouxemos ex-alunos que foram aprovados para compartilhar suas experiências e para motivá-los também”.
Além disso, há cerca de 20 dias, a direção escolar também convocou uma reunião para explicar aos pais e responsáveis sobre a Prova Paraná Mais e a oportunidade representada pelo Aprova Paraná Universidades. “Eles ficaram muito empolgados quando souberam da possibilidade de acesso ao Ensino Superior”, disse Rosemary.
Os gabaritos da Prova Paraná Mais serão disponibilizados a partir de 3 de novembro, e o resultado provisório, publicado em 16 de dezembro, no site do Aprova Paraná Universidades. A publicação dos resultados acontecer em janeiro de 2027, também na página do programa.
Depois, os estudantes poderão se candidatar a até duas opções de cursos nas universidades participantes. Para o próximo ano, serão mais de 4,7 mil oportunidades de ingresso no Ensino Superior para os estudantes paranaenses.
Por AEN
A maioria das cidades paranaenses registrou avanço no Índice Paranaense de Desenvolvimento Municipal (IPDM), referente ao ano de 2024. Ao todo, 308 dos 399 municípios do Estado evoluíram na pontuação geral em relação ao ano anterior, refletindo ganhos de desempenho nas áreas de Educação, Saúde, Emprego e Renda. O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).
Calculado desde 2002, o índice varia de 0 a 1 e é obtido por meio da média aritmética de três componentes: Renda, Saúde e Educação. A pesquisa utiliza bases de dados públicas de entidades governamentais, atualizadas anualmente com recorte municipal. Os resultados servem como ferramenta fundamental para a formulação de políticas públicas e a alocação eficiente de recursos.
Segundo o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, a metodologia permite comparar as realidades municipais de forma padronizada, oferecendo subsídios para gestores públicos na tomada de decisões estratégicas. “Os elementos auxiliam tanto na formulação de políticas públicas quanto no monitoramento da efetividade das ações em andamento. Por outro lado, ajudam a iniciativa privada na prospecção de novos negócios. É um índice balizador que indica que o Paraná está em pleno desenvolvimento”, destacou.
Um dos dados mais expressivos da edição de 2024 do IPDM é a consolidação de um cenário sem nenhum município paranaense na faixa de baixo desempenho (notas de 0,00 a 0,40). Além disso, o levantamento revelou que 308 municípios paranaenses obtiveram avanço em suas notas finais em relação ao ciclo anterior, representando um salto de desenvolvimento em mais de 77% do Estado.
O resultado reflete a expansão contínua de políticas municipais e estaduais direcionadas às áreas essenciais, garantindo que a ampla maioria das cidades mantivesse uma trajetória ascendente de evolução socioeconômica entre 2023 e 2024.
DESTAQUES — O maior destaque estadual em evolução absoluta e percentual foi Morretes, no Litoral do Estado, que subiu do estrato médio-baixo ao saltar de 0,4244 para 0,5159 (crescimento de +21,51%). Outras cidades que mais evoluíram no Paraná são Iguaraçu (+18,51%), Colorado (+16,07%), Lobato (+16,00%) e Astorga (+15,97%).
No cenário geral do IPDM 2024, Curitiba manteve a liderança isolada do ranking com nota final de 0,8392, o que representa um crescimento de +1,96% em relação a 2023 (quando marcou 0,8231). A capital apresentou avanço consistente nas três dimensões avaliadas: Renda (0,8746), Saúde (0,8101) e Educação (0,8329).
Outro destaque na faixa de Alto Desempenho foi Palotina, que atingiu pontuação final de 0,8036 (+1,27% frente ao índice de 0,7935 em 2023). O município avançou nos setores de Renda (0,7392) e Educação (0,8104), enquanto a área da Saúde manteve-se praticamente estável (0,8612).
Completando a lista do IPDM Geral aparecem Maringá (0,7862) em terceiro lugar, seguida por Toledo (0,7853), Cafelândia (0,7798), Carambeí (0,7743), Pato Branco (0,7734), Douradina (0,7684), Quatro Barras (0,7662) e Mandaguari (0,7656).
PANORAMA POR ÁREA — O IPDM Renda concentra a maioria dos municípios paranaenses na faixa de desempenho médio-baixo (332 cidades em 2024). Curitiba lidera isoladamente a pontuação desta dimensão com 0,8745, seguida por Quatro Barras (0,7777), São José dos Pinhais (0,7529) e Carambeí (0,7392).
Já o IPDM Saúde apresenta forte densidade no estrato médio, somando 285 municípios e 74 em alto desempenho. O topo da lista de saúde é liderado por Miraselva, que registrou nota 0,8888, seguida por Vera Cruz do Oeste (0,8791), Pinhal de São Bento (0,8791) e Rio Azul (0,8778).
Por fim, no IPDM Educação a maior parte dos municípios paranaenses posiciona-se no estrato médio (310 cidades), enquanto 86 municípios alcançaram a classificação de alto desempenho em 2024. O destaque na pontuação coube a Atalaia, com 0,8720, seguida por Quatro Pontes (0,8657), São Manoel do Paraná (0,8655) e Bom Jesus do Sul (0,8543).
COMO É FEITA A AVALIAÇÃO — O estudo é composto por três dimensões. Na Educação, são analisados a proporção de crianças em creches e na pré-escola, o volume de matrículas em tempo integral na educação básica, a adequação idade-série, as taxas de permanência escolar, a qualificação docente e os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Na Saúde, o cálculo considera a cobertura de pré-natal com sete ou mais consultas, a proporção de óbitos por causas mal definidas, a mortalidade infantil por causas evitáveis em menores de 5 anos e o índice de óbitos por doenças crônicas não transmissíveis na população de 30 a 69 anos.
O Emprego e Renda avalia a remuneração média do trabalho formal, o volume de vínculos empregatícios gerados e a participação do Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária local.
Por AEN
O Paraná vai fechar o ano com mais de 15 milhões de mudas de espécies nativas distribuídas desde 2019 por meio do Programa Paraná Mais Verde, coordenado pelo Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest). Até setembro, de acordo com balanço do órgão ambiental, foram repassadas 14.598.337 pequenas árvores.
Ainda segundo o levantamento do IAT, a estimativa prevê a distribuição de outras 618.954 mudas até dezembro, o que elevaria o total para 15.217.291 unidades. O Programa Paraná Mais Verde foi lançado em 22 de setembro de 2019, em comemoração ao Dia da Árvore.
“Observamos um crescimento na demanda por mudas de espécies nativas, tanto pela maior compreensão sobre a importância da recuperação da vegetação quanto pela necessidade de cumprir exigências legais. Com o crescimento econômico do Estado e o licenciamento de mais obras e empreendimentos, aumenta também a necessidade de recuperar áreas de vegetação nativa”, afirma o gerente de Restauração Ambiental do IAT, Mauro Scharnik.
“O plantio dessas espécies contribui para melhorar a qualidade do ar e da água, mitigar os efeitos das mudanças climáticas e recuperar ecossistemas florestais, além de proporcionar lazer e bem-estar à população”, completa.
No primeiro ciclo contabilizado, de setembro de 2019 a setembro de 2020, foram distribuídas 1.807.379 mudas. No período mais recente, de setembro de 2025 a setembro de 2026, o volume chegou a 2.166.811 unidades, um incremento de aproximadamente 20%.
O maior volume da série ocorreu entre setembro de 2024 e setembro de 2025, com 2.430.799 mudas distribuídas. No ciclo seguinte, o número recuou para 2.166.811. A produção conta com 19 viveiros florestais e dois laboratórios de sementes sob responsabilidade do IAT. As estruturas fornecem espécies nativas destinadas a projetos de recuperação ambiental e arborização.
PARANÁ MAIS VERDE – O Paraná Mais Verde incentiva o plantio de espécies nativas para conciliar desenvolvimento ambiental, econômico e social. Entre as linhas de atuação estão Revitaliza Viveiros, Incentivo a Espécies Ameaçadas de Extinção, Datas Comemorativas, Parques Urbanos e Poliniza Paraná.
As mudas também atendem a iniciativas como o Programa de Regularização Ambiental (PRA), o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), o Programa Asfalto Novo, Vida Nova, projetos de pesquisa, plantios voluntários e ações de reflorestamento em áreas urbanas e rurais.
Entre as espécies mais procuradas estão pitanga (Eugenia uniflora), araçá (Psidium cattleyanum), aroeira-pimenteira (Schinus terebinthifolia), angico-gurucaia (Parapiptadenia rigida) e cedro-rosa (Cedrela fissilis).
Os interessados podem solicitar mudas pelo Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Os pedidos passam por análise técnica do IAT. Após a aprovação, o solicitante recebe por e-mail as orientações sobre o local de retirada e a documentação necessária.
Por AEN


















