Ladrão desliga a luz, corta cerca elétrica e furta 17 iPhones e R$ 17,5 mil em Cascavel

Um homem de roupas escuras e capuz invadiu uma casa na Rua Academia, no Jardim Veredas, região do bairro Universitário, em Cascavel, durante a madrugada de segunda-feira (2), e levou um prejuízo grande para a família. Entre os itens furtados estão 17 iPhones e R$ 17,5 mil em dinheiro.

Segundo o relato da vítima e as imagens das câmeras de segurança repassadas à Polícia Militar (PM), o criminoso primeiro desligou a energia da casa no relógio de luz. Depois, cortou a cerca elétrica dos fundos e entrou no imóvel.

Além dos celulares, novos e seminovos, de vários modelos, e do dinheiro, ele levou joias de ouro, um relógio dourado, um PlayStation 5 e uma caixa de som.

A PM foi chamada e por causa do tamanho do prejuízo, a equipe pediu apoio da Polícia Civil, que foi até o local e acionou a perícia papiloscópica para tentar identificar o autor por impressões digitais.

 

 

 

 

 

Por - Catve

Idosa perde bolsa com R$ 6 mil e recupera item em aterro sanitário

Enquanto andava por uma rua de Paranavaí, no noroeste do Paraná, a aposentada Maura Fatobene, de 81 anos, perdeu uma bolsa com a quantia de R$ 6 mil.

De acordo com ela, o valor foi sacado pouco antes em uma agência bancária e seria usado em uma reforma da residência em que mora. Ao voltar para casa, Maura deixou a bolsa cair sem perceber.

a aposentada contou que um conhecido viu um caminhão da coleta de reciclavéis passar pelo local e recolher a bolsa. No entanto, ele não conseguiu avisar os trabalhadores a tempo.

Então, os dois decidiram ir até o aterro sanitário da cidade na tentativa de localizar o item.

Imagens mostram que, com a ajuda dos coletores, a idosa conseguiu encontrar a bolsa em meio aos materiais descartados.

"Foi um senhor que me ajudou a encontrar a sacola [...] ele me disse: 'A senhora teve uma sorte, porque é como perder uma agulha em palheiro", recorda.

Depois do susto, Maura recuperou todo o dinheiro e pôde custear a reforma na casa. "É a mão de Deus trabalhando, meu anjo da guarda", finaliza a aposentada.

 

 

Novembro terá chuvas acima da média e gangorra nas temperaturas, prevê Simepar

Os volumes de chuva seguirão acima da média histórica em novembro de 2026 em todas as regiões do Paraná. De acordo com o Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, essa condição persiste devido à influência do fenômeno El Niño, que favorece um padrão atmosférico mais propício à ocorrência de chuva na Região Sul do Brasil.

A tendência é de que os maiores volumes de chuva, em comparação à média climatológica, sejam registrados no Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Paraná. Isso, entretanto, não significa que a chuva será persistente durante todo o mês. A tendência é de uma distribuição irregular das precipitações, com possibilidade de períodos de tempo mais estável intercalados com episódios de chuva mais expressiva.

“A ocorrência de precipitação estará relacionada principalmente à passagem de frentes frias, à atuação de sistemas de baixa pressão e à formação de áreas de instabilidade. Além disso, o transporte de calor e umidade em direção à Região Sul contribui para intensificar as condições favoráveis ao desenvolvimento de tempestades”, explica Bianca de Angelo, meteorologista do Simepar.

Em relação às temperaturas médias, a tendência é de que os valores em novembro de 2026 fiquem ligeiramente inferiores à média climatológica. “Com a aproximação do verão, a tendência natural é de elevação gradual das temperaturas, favorecendo a ocorrência de dias mais quentes. No entanto, isso não significa que o calor será predominante ao longo de todo o período".

"A passagem frequente de frentes frias irá provocar quedas temporárias nas temperaturas, em função do avanço de massas de ar mais frio sobre o Paraná. Nessas ocasiões, serão registrados valores abaixo da média histórica para o período”, detalha Bianca.

A maior presença de nebulosidade e a ocorrência de chuva também reduzem o aquecimento durante o dia, contribuindo para temperaturas máximas mais amenas em determinados períodos.

Dessa forma, a expectativa é de alternância entre dias mais quentes, favorecidos pelo aquecimento típico desta época do ano, e períodos de temperaturas mais baixas associados à passagem de sistemas frontais – o que, no fim do mês, contribuirá para valores médios próximos a abaixo da média climatológica.

DADOS HISTÓRICOS - Em novembro, o volume de chuvas na média histórica é mais baixo do que em outubro. O lugar onde mais chove historicamente no mês é a região ao redor de Antonina, que tem uma média de acumulado  para novembro entre 200 mm e 225 mm.

As regiões com menor acumulado de chuva historicamente no Paraná no período ficam ao redor de Cerro Azul e de Rio Negro, que têm volume entre 75 mm e 100 mm de chuva, em média.

Ao redor de Cândido de Abreu e em uma faixa próxima a Ponta Grossa e a Curitiba, além da região acima de Paranavaí, o volume de chuvas em novembro historicamente é de 100 mm a 125 mm. O acumulado histórico para o mês é de 175 mm a 200 mm no Sudoeste e próximo a Apucarana.

Já no Oeste e em uma faixa que vai até Londrina e até Guarapuava, o acumulado histórico é de 150 mm a 175 mm de chuva. As outras áreas da faixa norte e uma faixa que passa por Telêmaco Borba e União da Vitória tem média histórica de acumulado entre 125 mm e 150 mm em novembro.

Com relação às temperaturas médias, as mais baixas de novembro historicamente ficam ao redor de Curitiba, General Carneiro e Palmas, com valores entre 16°C e 18°C. As mais altas são as do extremo Oeste e Noroeste, e ao redor de Cornélio Procópio, com valores entre 24°C e 26°C.

O Litoral, as outras áreas da faixa norte e do oeste têm temperatura média entre 22°C e 24°C, com exceção de Toledo e Cascavel que, assim como a faixa central do estado e a área próximo a Francisco Beltrão, registram temperaturas médias historicamente entre 20°C e 22°C em novembro. Os Campos Gerais ficam com média entre 18°C e 20°C.

As mínimas de novembro, historicamente, são mais baixas em todo o Sul, Campos Gerais e parte oeste da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), com valores, em média, entre 14°C e 16°C. Do Sudoeste, passando pelo Centro Oeste até a faixa leste da RMC, as mínimas em novembro historicamente ficam em média entre 16°C e 18°C. As mínimas mais altas do mês são no Norte, Noroeste e Litoral, em média, entre 18°C e 20°C.

As temperaturas máximas de novembro, historicamente, são no extremo oeste e extremo noroeste, acima dos 30°C. Em metade do estado, em uma faixa que vai do Sudoeste até o Norte, passando por Guarapuava e Telêmaco Borba, a média das temperaturas máximas historicamente fica entre 28°C e 30°C.

No Litoral e em uma faixa que passa pelos Campos Gerais até Pato Branco, a média das máximas fica entre 26°C e 28°C. A menor média de temperaturas máximas em novembro no Paraná fica para a Região Metropolitana de Curitiba e o Sul, entre 24°C e 26°C.

 

 

 

 

Por AEN

 

 

Apostas do Paraná acertam a quina da Mega-Sena

Duas apostas do Paraná acertaram cinco números da Mega-Sena e foram premiadas no concurso 3080, sorteado neste domingo (01).

Os jogos foram feitos pela internet, nas cidades de Cascavel e Santa Terezinha de Itaipu, ambas no Oeste do estado. Elas levaram R$ 38.878,66.

As dezenas sorteadas foram: 13 - 17 - 28 - 29 - 39 - 58.

Não houve jogos que acertaram os seis números e levaram o prêmio total, que acumulou em R$ 46 milhões para o próximo sorteio na quarta-feira (4).

Confira o resumo dos resultados:

  • 6 acertos: não houve ganhadores;
  • 5 acertos: 29 apostas ganhadoras, R$ 38.878,66;
  • 4 acertos: 3.133 apostas ganhadoras, R$ 514,10.

A Mega-Sena tem três sorteios semanais: às terças, às quintas e aos sábados, sempre às 21h.

É possível apostar em qualquer lotérica do país ou pela internet, no internet banking da Caixa Econômica Federal ou no site ou app das Loterias Caixa, que podem ser acessados por celular, computador ou outros dispositivos.

Para concorrer, é necessário ter mais que 18 anos de idade.

A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 6. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e mais chances de faturar.

 

 

Operações de alto risco: Grupo Tigre completa 36 anos com 100% de solução nos casos de sequestro

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) celebra nesta sexta-feira (30) os 36 anos do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre), unidade de elite especializada no combate a sequestros, extorsões mediante sequestro e resgate de reféns. Com um efetivo de 36 policiais civis, o grupo mantém um histórico de 100% de solução nas ocorrências de sua especialidade e atua em operações de alta complexidade em todo o território nacional.

Somente no primeiro semestre de 2026, o Tigre realizou 75 prisões. Ao longo do ano, a unidade também registrou oito acionamentos relacionados a casos de extorsão mediante sequestro. Além das atividades de sua especialidade, o grupo presta apoio a outras unidades da PCPR em investigações, localização de foragidos e cumprimento de mandados que exigem atuação especializada.

OCORRÊNCIAS DE DESTAQUE - Entre as ações de destaque deste ano está a localização, em junho, de um homem de 45 anos, conhecido como “Bebezão”, em Vila Velha, no Espírito Santo. O suspeito integrava a lista dos criminosos mais procurados do Brasil, divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, e era apontado como um dos principais traficantes do litoral paranaense.

O homem estava foragido desde 2023 e possuía três mandados de prisão em aberto por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Conforme as investigações, ele utilizava uma identidade falsa para permanecer escondido e continuava coordenando atividades criminosas no Paraná mesmo a distância. A captura aconteceu em um edifício no bairro Jockey de Itaparica, após um trabalho de inteligência que permitiu identificar seu paradeiro.

Outra operação de destaque aconteceu em agosto, quando o Tigre participou da captura de investigados pelo assassinato de quatro homens em Icaraíma, no Noroeste do Paraná. O crime ocorreu em agosto de 2025, quando as vítimas foram atraídas até uma propriedade rural para tratar da cobrança de uma dívida de R$ 255 mil, relacionada a um negócio imobiliário. Conforme as investigações, os quatro homens foram mortos a tiros em uma emboscada, e os corpos e o veículo foram ocultados em áreas subterrâneas.

Após aproximadamente um ano de investigações, pai e filho foram localizados em um sítio na zona rural de Rio das Pedras, no interior de São Paulo. Durante a abordagem, os dois tentaram fugir em direção a uma área de mata, mas foram monitorados por policiais posicionados estrategicamente e por um drone equipado com câmera termal.

Na mesma operação, outro integrante da família, apontado como mandante dos crimes, foi preso em Santa Bárbara d'Oeste. Um quarto investigado, que já estava no sistema penitenciário por tráfico de drogas, também teve um mandado de prisão cumprido. O trabalho contou com levantamentos de inteligência e monitoramentos feitos pela PCPR.

O Tigre também atuou na localização de um homem de 39 anos investigado pelas mortes de duas primas, ambas de 18 anos, que desapareceram em abril após saírem de Cianorte, no Noroeste do Estado. As jovens foram vistas pela última vez após frequentarem uma casa noturna em Paranavaí. Durante quatro meses, a PCPR realizou diligências para reconstruir o trajeto das vítimas e identificar os envolvidos.

Em agosto, o principal investigado foi localizado em Mandaguari, durante uma operação para cumprimento de medidas judiciais. No mesmo dia, os corpos das duas jovens foram encontrados em uma área rural de Paraíso do Norte.

Para o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, os resultados refletem a preparação dos policiais e a importância do trabalho integrado entre as unidades de segurança pública.

“As operações deste ano mostram que o trabalho do Tigre vai além do combate aos sequestros. Nossa equipe também atua na localização de criminosos de alta periculosidade e em situações que exigem planejamento, inteligência e preparação técnica. São ações que envolvem meses de investigação e um trabalho conjunto com outras unidades policiais para alcançar os resultados”, explica o delegado.

ATUAÇÃO ESPECIALIZADA – Criado em 30 de outubro de 1990, por meio do Decreto Estadual nº 7.397, o Tigre surgiu em um período em que os sequestros eram frequentes no Brasil. Desde então, a unidade se consolidou como referência nacional e internacional em técnicas de negociação, apoio técnico e operações de resgate, mantendo o histórico de solução de todas as ocorrências de sequestro em que atuou.

O grupo é dividido em três equipes que trabalham de forma integrada. A equipe de negociação estabelece contato com os sequestradores e busca uma solução que preserve a vida das vítimas. A de apoio técnico é responsável pelas investigações e pelo levantamento de informações que orientam as decisões durante as operações. Já a equipe de resgate atua nas intervenções táticas, especialmente quando as possibilidades de negociação se esgotam.

Além dos casos envolvendo reféns, o Tigre também é acionado para apoiar o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão em situações de maior risco. Para isso, os policiais passam por treinamentos constantes, que incluem tiro de precisão, técnicas de abordagem, rapel, mergulho, primeiros socorros e atuação em ambientes de baixa luminosidade ou de difícil acesso.

CAPACITAÇÃO E TECNOLOGIA – A preparação dos integrantes é uma das prioridades da unidade. Para fazer parte do Tigre, os policiais precisam concluir o Curso de Operações Táticas Especiais (Cote), com duração de 60 a 90 dias, que exige preparo físico, psicológico e técnico para enfrentar situações de alto risco.

Em 2026, o Tigre também realizou a décima edição do Cote, que teve duração de 75 dias e formou 11 operadores preparados para atuar em ocorrências de alta complexidade. A capacitação incluiu atividades práticas e treinamentos voltados ao resgate de reféns, combate ao crime organizado e atuação em ambientes de alto risco.

Ao longo de sua trajetória, a unidade também realizou intercâmbios e treinamentos com forças policiais internacionais, incluindo equipes da SWAT e do FBI, dos Estados Unidos. O objetivo é atualizar técnicas e aperfeiçoar os procedimentos utilizados nas operações.

“O treinamento faz parte da rotina do Tigre. Trabalhamos com situações em que uma decisão pode colocar vidas em risco, por isso nossos policiais precisam estar preparados para diferentes cenários. Os equipamentos e as novas tecnologias são importantes, mas é a capacitação constante que permite utilizar esses recursos de forma eficiente e segura”, afirma Teixeira.

O investimento em equipamentos também faz parte da estrutura do grupo. Entre as tecnologias utilizadas estão sistemas capazes de identificar a presença e a localização de pessoas através de paredes, óculos de visão noturna, equipamentos de ampliação de imagem e dispositivos de identificação de policiais durante as ações.

Neste ano, em maio, a unidade também recebeu o primeiro dos sete blindados entregues pelo Governo do Estado às forças de segurança pública. A viatura modelo Senator APC foi adquirida por R$ 3,1 milhões e segue padrões internacionais de segurança e desempenho.

Esses recursos auxiliam no planejamento das operações e permitem que as equipes atuem com mais informações sobre o ambiente, especialmente em situações que envolvem reféns e apresentam riscos à vida das vítimas e dos próprios policiais.

HISTÓRIA – A criação do Tigre foi idealizada pelo delegado Adauto Abreu de Oliveira, após integrantes da PCPR participarem, em 1987, de uma capacitação ministrada pelo Grupo Especial de Operaciones (GEO), da Espanha, no Rio de Janeiro.

Nos três anos seguintes, foram feitos os preparativos para a formação da unidade, incluindo a seleção de policiais e a estruturação das equipes. O início oficial das atividades ocorreu em 30 de outubro de 1990, com apoio do Exército Brasileiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, que contribuíram com treinamentos especializados.

Nos primeiros cinco anos de atuação, o Paraná registrou uma redução expressiva nos casos de sequestro, passando de 20 para cinco ocorrências. Ao longo das décadas seguintes, o Tigre ampliou sua estrutura, incorporou novas tecnologias e passou a atuar também no apoio a investigações e operações policiais de alta complexidade.

“São 36 anos de uma história construída por policiais que ajudaram a transformar o Tigre em uma referência nacional. Nosso compromisso é dar continuidade a esse trabalho, mantendo a preparação das equipes e a responsabilidade de atuar em ocorrências de alta complexidade. Mais do que os resultados operacionais, o que marca a trajetória da unidade é o compromisso com a preservação da vida”, destaca o delegado Thiago Teixeira.

 

 

 

 

 

Por - AEN

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