Uma aposta simples de Curitiba ganhou R$ 405.449,59 no concurso 3595 da Lotofácil, sorteado na sexta-feira (23).
O jogo foi feito pela internet, no site das loterias, apostou em apenas 15 números e custou R$ 3,50.
Outras duas apostas também acertaram os 15 números sorteados e dividiram o prêmio principal com o jogo paranaense. Uma foi feita em Concórdia (SC) e outra em Araguaína (TO).
Os números sorteados foram:
01 - 02 - 04 - 05 - 06 - 08 - 10 - 12 - 13 - 15 - 16 - 20 - 21 - 22 - 25.
Veja como foi a premiação:
- 3 apostas acertaram 15 números e faturaram R$ 405.449,59 cada;
- 739 apostas acertaram 14 números e faturaram R$ 493,02 cada;
- 14.369 apostas acertaram 13 números e faturaram R$ 35 cada;
- 137.496 apostas acertaram 12 números e faturaram R$ 14 cada;
- 596.913 apostas acertaram 11 números e faturaram R$ 7 cada.
O próximo concurso da Lotofácil, que vai ser sorteado na segunda-feira (24), pode pagar R$ 1,8 milhão.
A Secretaria de Estado da Educação (Seed), por meio do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), entrega neste mês de janeiro a primeira remessa centralizada de alimentação escolar para a rede estadual de ensino. As aulas do ano letivo de 2026 iniciam dia 5 de fevereiro.
Nesta primeira etapa de entregas, que se estende até o início de fevereiro, serão distribuídas mais de 4,6 mil toneladas de itens classificados como secos: arroz parboilizado, arroz polido, feijão-carioca, feijão-preto, açúcar cristal, açúcar demerara, biscoitos (seis tipos), cereal de milho, fubá, doce de leite, manteiga, barra de frutas, chá-mate, água de coco integral, banha de porco para os colégios indígenas e quilombolas, entre outros.
Uma novidade é a aquisição de arroz e feijão ensacados com tecnologia Atmosfera Modificada (ATM), que amplia a segurança alimentar ao preservar os grãos e impedir a proliferação de insetos, sem uso de produtos químicos, preservando a saúde dos alunos. “A oferta de alimentos de qualidade na rede estadual é um compromisso do nosso Governo. Com essa tecnologia, estamos colocando a qualidade do alimento e a saúde dos alunos no centro da política pública”, destacou Roni Miranda, Secretário de Educação do Paraná.
O investimento total desta remessa é de R$ 46,1 milhões, aproximadamente 5% a mais do que a primeira do ano passado. A quantidade de alimentos possibilitará a preparação de quase 1,5 milhão de refeições por dia para os mais de 1,2 milhão alunos dos 2.088 colégios da rede estadual.
Os gêneros alimentícios serão utilizados no preparo das refeições e do cardápio do Mais Merenda – programa estadual instituído no segundo semestre de 2022 em toda a rede estadual, que acrescenta um lanche na entrada e outro na saída do turno.
A diretora-presidente do Fundepar, Eliane Teruel Carmona, destaca a importância do atendimento às escolas. “As ações são realizadas sempre com foco no aluno, com produtos de qualidade que atendam às necessidades dos estudantes e assegurando uma refeição adequada, nutritiva e pautada na segurança alimentar”, afirmou.
TECNOLOGIA DE CONSERVAÇÃO – Pela tecnologia ATM, aplicada no ensacamento do arroz e feijão-preto entregues às escolas, o ensacamento dos grãos é feito com gases inertes (nitrogênio e dióxido de carbono) e com pouco oxigênio. Essa condição interrompe a proliferação de microrganismos, eliminando possíveis insetos no armazenamento de grãos, sem recorrer ao uso de produtos químicos e sem causar danos à saúde.
O Colégio Estadual Nossa Senhora da Salete, em Curitiba, já recebeu os alimentos. São 2,7 toneladas de alimentos que devem beneficiar cerca de 400 alunos (866 refeições). Entre os grãos, estão o arroz e o feijão ATM. “Essa tecnologia vai propiciar conservação por mais tempo, sem interferir na qualidade do produto do cozimento até o servimento, contribuindo para a alimentação escolar”, disse Tânia Baldão, diretora do colégio.
No caso do arroz, a ATM impede processos de oxidação que comprometem sabor, aroma e aparência, assegurando um alimento com padrão mais elevado de qualidade. Já no feijão, a tecnologia contribui para a preservação da integridade do grão, reduz perdas por infestação e mantém melhores condições de preparo, fator relevante na rotina das cozinhas escolares.
Ao possibilitar maior estabilidade durante o armazenamento, a tecnologia também fortalece o abastecimento contínuo das escolas, reduz desperdícios e contribui para a eficiência da política de alimentação escolar. O resultado é um alimento mais seguro, mais estável e de melhor qualidade chegando à mesa dos estudantes paranaenses.
TRABALHO CONTÍNUO – Para o ano letivo de 2026, estão previstas mais três remessas centralizadas (março, junho e setembro). Além disso, haverá distribuição periódica de itens perecíveis (carnes congeladas, pães, ovos, frutas e itens da agricultura familiar), que será feita pelos fornecedores diretamente nas unidades escolares.
A remessa dos alimentos segue um processo de fluxo contínuo durante o ano. Para serem adquiridos, os itens passam por uma análise em relação à qualidade técnica e à embalagem, realizada pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), para verificar se estão dentro das especificações exigidas em edital.
Os gêneros secos são entregues pelos fornecedores na unidade armazenadora do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), no município de Pinhais. Neste local, os produtos são separados, pesados e acondicionados de acordo com o padrão de armazenagem e identificados por escolas, seguindo as guias de remessa emitidas pelo Fundepar, para então serem distribuídos.
Nas escolas, eles são verificados quanto à qualidade e à quantidade, retirados das embalagens secundárias, higienizados, armazenados nas despensas e organizados pela validade para serem utilizados no preparo das refeições.
Por AEN
A Polícia Militar do Paraná (PMPR) contou com a ajuda das câmeras inteligentes do programa Olho Vivo para localizar um suspeito de violência doméstica no Litoral do Estado nesta semana. Denunciado por tentativa de agressão pela mulher, o acusado havia deixado o local que estava com ela antes da chegada das autoridades. O caso aconteceu em Antonina no último dia 21.
Com a informação da vítima de que o destino provável do marido seria Itapema (SC), onde teria residência, e com a placa do veículo em mãos, os policiais puderam encontrar o homem ainda em deslocamento por meio das imagens à disposição. Uma viatura foi enviada para interceptar o suspeito em Matinhos. Ele foi conduzido à Delegacia Regional da Polícia Civil de Antonina para os procedimentos cabíveis e lavratura do flagrante.
Inspirado em iniciativas de países como Reino Unido, Singapura e Estados Unidos, o Olho Vivo é o mais avançado programa de monitoramento voltado à segurança pública no Brasil e um dos maiores do mundo.
Quando estiver em plena operação, o Paraná contará com 26,5 mil câmeras à disposição para monitoramento em tempo real. Cinco mil já estavam em ação na primeira fase do programa. Agora, 1,5 mil novos equipamentos estão sendo instalados pelo Estado e outros 20 mil serão adquiridos pelos municípios, por meio de parceria com a gestão estadual. O investimento será de R$ 400 milhões.
A principal novidade do programa em 2026 é a ampliação do uso de inteligência artificial para uma etapa de “investigação assistida”, no qual as câmeras deixam de depender somente da observação humana e passam a contar com ferramentas de análise automática.
Os novos equipamentos têm entre os recursos o cruzamento de dados, imagens e inteligência artificial em tempo real para auxiliar as forças de segurança no reconhecimento de criminosos e suspeitos procurados e na identificação de veículos de interesse da polícia.
No Litoral, a implantação do Programa Olho Vivo avançou significativamente no mês passado, com a instalação de 116 câmeras inteligentes de videomonitoramento em cinco municípios – Guaratuba, Morretes, Paranaguá, Pontal do Paraná e Matinhos. A ação faz parte do reforço da segurança pública na região durante o Verão Maior Paraná. A alta temporada ocasiona um aumento expressivo no fluxo de moradores, turistas e visitantes nas praias paranaenses.
Graças ao apoio tecnológico, foi possível, entre outros casos, prender uma quadrilha especializada em roubo de picapes, promover o desmantelamento de um ponto de venda de drogas em Pontal do Paraná, e tirar das ruas um casal de estelionatários que agia na região.
O Olho Vivo é coordenado de forma integrada pela Secretaria da Segurança Pública, Secretaria das Cidades e pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados, com arquitetura tecnológica desenvolvida para operar em larga escala e em conformidade com a Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD).
Por AEN
O Governo do Paraná garante, por meio do Programa Recomeço, apoio financeiro a 73 mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Elas recebem o Auxílio Social Mulher Paranaense, destinado a mulheres que precisam se afastar de suas casas em razão de risco à vida. A fase piloto do programa está em execução em 16 municípios que contam com Centros de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAM), com expansão gradativa prevista para as demais cidades do Estado.
O Auxílio Social Mulher Paranaense, um dos principais eixos do Programa Recomeço, foi instituído pela Lei n.º 22.323/2025. O benefício garante o auxílio financeiro por até 12 meses, assegurando condições para que a mulher tenha segurança, possa reorganizar sua vida longe do agressor, além de receber um acompanhamento direcionado para superar a situação de violência.
O benefício equivale a meio salário-mínimo nacional, no valor de R$ 810,50, com base no piso de R$ 1.621,00 em 2026. Mulheres com filhos na primeira infância, gestantes, lactantes ou com dependentes com deficiência têm acréscimo de 5% sobre o valor de referência.
A iniciativa é coordenada pela Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi) e integra o conjunto de políticas públicas voltadas às mulheres no Estado. Nesse contexto, o Paraná registrou redução de 20% nos casos de feminicídio em 2025, segundo dados do Sistema Nacional de Segurança Pública, em um cenário de fortalecimento das políticas públicas voltadas a este público.
De acordo com a secretária estadual da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte, o Programa Recomeço atua de forma direta na proteção e na autonomia das mulheres em situação de violência.
“Ao assegurar apoio financeiro e articular a rede de atendimento, o Estado oferece condições concretas para que essas mulheres rompam com o ciclo da violência e reconstruam suas vidas com segurança. É uma política pública que transforma proteção em ação e cuidado em oportunidade de recomeço”, ressalta.
A assistente social do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) de Campo Mourão, Rosana Nunes dos Santos Salu, destaca a importância do Auxílio Social Mulher Paranaense para a autonomia e a dignidade das mulheres atendidas.
“Esse benefício é tão importante que me enche de alegria e de senso de justiça. O Programa Recomeço representa esperança e restauração da dignidade de mulheres capazes de seguir em frente e construir seu próprio caminho. É um resultado que reflete o trabalho coletivo e o compromisso de salvar vidas, dessas mulheres e de suas gerações”, diz.
Além do auxílio financeiro, o Programa Recomeço integra iniciativas de acolhimento e atendimento especializado, como o projeto-piloto Amiga Acolhedora, que oferece acolhimento familiar temporário e acompanhamento para mulheres, com ou sem filhos, que precisam sair de casa para preservar a própria vida.
O programa também se articula com a Casa da Mulher Paranaense, que concentra serviços de atendimento, orientação e encaminhamento, fortalecendo o acesso à rede de proteção e autonomia das mulheres.
Por AEN
O Boletim Conjuntural desta semana do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), aponta uma reação dos preços para o feijão no início de 2026 e os reflexos diretos disso sobre as decisões dos produtores no Paraná. Após um período de ajustes de área e de desafios climáticos, a cultura inicia o ano com sinais distintos entre os tipos comercializados e com atenção para o andamento das safras.
Em janeiro, os preços recebidos pelos produtores paranaenses apresentaram recuperação, especialmente no feijão carioca. A cotação média chegou a R$ 221,39 por saca de 60 quilos, com registros pontuais de até R$ 230,00 em algumas praças. O valor representa alta de 14% em relação a dezembro de 2025 e também supera os níveis praticados em janeiro do ano passado, configurando um patamar considerado remunerador e que se manteve relativamente estável ao longo de 2025.
Já o feijão-preto foi cotado, em média, a R$ 144,76, com diversas regiões alcançando R$ 150,00 por saca. Apesar da valorização frente a dezembro, o produto acumula retração de cerca de 16% em comparação a janeiro de 2025, o que acaba influenciando as intenções de plantio.
No campo, a “safra das águas” – período do pico de regime de chuvas, altas temperaturas e boa luminosidade – de feijão está com 72% da área colhida no Paraná. A produtividade, embora próxima do esperado, ficou um pouco abaixo das estimativas iniciais em função do frio registrado até novembro, que interferiu no desenvolvimento das plantas e atrasou o ciclo.
Por consequência, a colheita também ocorre em ritmo um pouco mais lento se comparada à safra anterior. Os dados de área e produção do feijão serão atualizados pelo Deral no dia 29 de janeiro, com possíveis ajustes nas estimativas de produtividade e de área cultivada.
Na semana passada o IBGE apontou que o Paraná tem uma estimativa de 191,1 mil toneladas no feijão 1ª safra, o que deve representar 19,4% do total nacional, e 553,5 mil toneladas na 2ª safra, crescimento de 3% em relação ao prognóstico de novembro e de 2,7% em relação ao volume colhido nessa mesma safra em 2025, devendo participar com 42,8% do total, seguido pelo Mato Grosso, com 172,9 mil toneladas.
Em 2025 o Paraná confirmou a condição de maior produtor de feijão do País, com cerca de 25% do total nacional. E estabeleceu um novo recorde, com quase 865 toneladas colhidas nas duas safras: Foram 338 mil na 1ª e 526,6 mil toneladas na 2ª.
FRUTICULTURA – O boletim também analisa o desempenho da fruticultura brasileira no comércio exterior. Em 2025, o Brasil exportou 1,310 milhão de toneladas de frutas, gerando US$ 1,563 bilhão em receitas. Mangas, melões, limões e limas, uvas e melancias lideraram as vendas externas, respondendo por mais de três quartos do volume exportado.
Os Países Baixos se consolidaram como principal destino, concentrando 42,7% das quantidades embarcadas, com papel estratégico na redistribuição das frutas brasileiras para o mercado europeu. Na comparação com 2016, as exportações cresceram mais de 60% em volume e mais de 80% em valor, evidenciando a expansão e a consolidação do setor.
As importações brasileiras de frutas totalizaram 723,8 mil toneladas em 2025, com desembolso de US$ 1,176 bilhão. Maçãs, nozes e castanhas, peras, kiwis e uvas foram os principais produtos adquiridos, sobretudo de países como Argentina, Chile e nações europeias. Em relação ao ano anterior, houve estabilidade nas compras externas, enquanto na comparação com 2016 observa-se aumento significativo tanto em valores quanto em volumes importados.
SUÍNOS – Na suinocultura, o Deral aponta que o custo médio de produção no Paraná alcançou R$ 5,99 por quilo vivo em 2025, alta de 4,3% frente a 2024. A ração permaneceu como o principal componente dos custos, representando mais de 70% do total. Apesar da elevação na média anual, o segundo semestre registrou recuo de 5,8% nos custos em relação ao primeiro, movimento que contribuiu para maior equilíbrio econômico da atividade.
De acordo com dados do Boletim, o Paraná apresentou o segundo menor custo de produção na suinocultura, desempenho associado à forte produção de milho no Estado, principal insumo da alimentação animal.
Por AEN
Uma picape pegou fogo na tarde desta quarta-feira (21) na BR-376, logo após o motorista parar para pagar o pedágio na praça localizada entre Imbaú e Ortigueira, no Paraná. Ninguém se feriu, mas o veículo ficou totalmente destruído.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o condutor percebeu que o motor emitia fumaça enquanto aguardava na cabine de pedágio. Ao sair para verificar, identificou um vazamento de combustível, e as chamas começaram pouco depois.
A equipe da concessionária CCR PRVias tentou controlar o fogo com extintores antes da chegada dos bombeiros, mas as chamas persistiam e o veículo ainda registrava pequenas explosões quando a corporação chegou ao local.
Para o combate, os bombeiros utilizaram Líquido Gerador de Espuma (LGE), já que a grande quantidade de metal superaquecido poderia causar novas explosões em contato com água.
O incêndio interrompeu parcialmente o fluxo na praça de pedágio por alguns minutos, mas o tráfego foi normalizado após o controle das chamas e a remoção do veículo.


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