Três apostas simples do Paraná acertaram cinco dos seis números da Mega-Sena no concurso 2968, sorteado na noite de terça-feira (3). Veja cidades abaixo.
As apostas ganhadoras foram feitas em cidades da região Norte, Norte Pioneiro e Noroeste estado. Cada um dos apostadores levou R$ 52.559,29.
Os números sorteados foram:
10 - 11 - 22 - 26 - 36 - 46
Ninguém acertou os seis números e o prêmio principal acumulou em R$ 144 milhões para o próximo sorteio, que está agendado para quinta-feira (5).
Cidades premiadas:
- Cornélio Procópio
- Tamarana
- Umuarama
O boletim que acompanha as condições de plantio e cultivo de grãos no Paraná aponta que a colheita da safra de verão 2025/26 atingiu 14% da área de soja e 10% da de milho, avançando sob um cenário de forte contraste térmico e instabilidade, no fim de janeiro.
Em relação ao milho, a primeira safra avança para a fase de maturação e colheita, com produtividades superando as médias históricas em diversas regiões e apresentando grãos de boa qualidade. Simultaneamente, o plantio da segunda safra progride à medida que as áreas de verão são liberadas, apresentando boa germinação inicial.
A colheita de soja já iniciou de forma lenta em alguns núcleos e apresenta ritmo acelerado em outros sob tempo seco, com expectativas de melhoria nas produtividades ao longo do avanço das máquinas. Em algumas regiões, há um cenário de estresse hídrico e altas temperaturas, o que exige manejo qualificado por parte dos produtores.
Já a primeira safra de feijão encontra-se com a colheita praticamente concluída em diversas regiões, com mais de 90%, apresentando melhora nos resultados de produtividade e recuperação nos preços. Já a segunda safra enfrenta um cenário diferente: embora a semeadura tenha iniciado conforme a liberação das áreas, o ritmo de plantio ainda está limitado pela escassez de umidade no solo.
No setor de hortaliças e frutas, o impacto do clima e do mercado exige estratégias de adaptação. As hortaliças de campo aberto exigem atenção redobrada à irrigação devido à combinação de altas temperaturas e chuvas abaixo da média. Na região Sul, a safra de maçã apresenta produtividade elevada. E a etapa de colheita da cebola foi finalizada com produtividades alinhadas às expectativas iniciais.
As atividades no segmento de batata para a segunda safra concentram-se na etapa de preparo de solo em diversas regiões. O setor mobiliza o maquinário para o recebimento das sementes, monitorando as condições de umidade residual para garantir a germinação adequada nas áreas destinadas ao plantio. E, por fim, a cultura da cana-de-açúcar mantém um desenvolvimento vegetativo vigoroso, beneficiada por manejos técnicos assertivos. A produção aproveita as janelas de sol e a umidade disponível para o acúmulo de biomassa.
Ainda de acordo com a análise do Departamento de Economia Rural (Deral), baseada em dados meteorológicos do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a semana iniciou com calor intenso superior a 30°C no Oeste e Noroeste, seguido por tempestades severas que cruzaram o Estado no fim da semana passada, principalmente na quinta-feira (29). Esse padrão climático exige comprometimento dos produtores para garantir a produtividade final.
Por AEN
Um dos mais importantes eventos agropecuários do Brasil, o Show Rural Coopavel acontece na próxima semana, entre os dias 9 e 13 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste do Estado. Focado na inovação e tecnologia para a produção rural, o evento abre o calendário de feiras agrícolas do Paraná e deve reunir de 350 mil a 400 mil pessoas, segundo a organização.
Diversos órgãos e secretarias do Governo do Estado marcam presença no Show Rural, que deve contar ainda com a participação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, do vice-governador Darci Piana, secretários de Estado e diretores das entidades governamentais. O evento também deve contar com apresentação de novos programas estaduais.
Promovida pela Coopavel, a feira vai reunir mais de 600 expositores nacionais e internacionais e tem a expectativa de consolidar de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões em vendas nos cinco dias de duração. O evento reúne produtores rurais, cooperativas, empresas, pesquisadores e estudantes, oferecendo uma plataforma privilegiada para a apresentação de inovações, práticas sustentáveis e programas voltados ao desenvolvimento rural. Aproximadamente 5,7 mil profissionais participam das diferentes etapas de planejamento e execução do evento.
Destaque para a participação do Sistema Estadual de Agricultura (Seagri), que reúne órgãos da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Entre eles está o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que é referência em pesquisa, extensão e transferência de tecnologias para o setor agropecuário paranaense e apresenta, na feira, novas cultivares, atividades relacionadas à agroecologia, produção sustentável, agroindústria familiar, manejo de solos e água, energias renováveis, turismo rural e artesanato.
Um dos espaços do IDR-Paraná no Show Rural é a Vitrine Agroecológica, dedicado à demonstração de diferentes sistemas de produção de alimentos orgânicos e agroecológicos. O órgão também é responsável pelo Pavilhão da Agricultura Familiar, espaço destinado à divulgação e comercialização de produtos regularizados pelos produtores assistidos pelo IDR-Paraná.
Também estarão no Show Rural as secretarias de Estado da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA), da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI), da Educação (Seed), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), Sanepar, Copel, entre outros.
SHOW RURAL – O Show Rural foi criado em 1989, quando reuniu apenas 15 empresas e recebeu 110 visitantes, e hoje se consolidou como um dos mais importantes eventos do setor no Brasil, sendo referência na difusão de tecnologias e no fortalecimento do setor agropecuário. A edição mais recente, realizada em fevereiro de 2025, atraiu mais de 407 mil visitantes em cinco dias e movimentou R$ 7 bilhões em comercialização.
Nesta edição, o evento tem como tema “A força que vem de dentro”, destacando a resiliência e a capacidade de superação que movem o produtor rural diante dos desafios do campo. Além dos estandes de exposição e eventos técnicos, outro destaque é o Show Rural Digital, realizado desde 2019 como polo de inovação do agro, com 60 apresentações e dezenas de expositores.
Por AEN
O Governo do Paraná encaminhou nesta terça-feira (03) à Assembleia Legislativa (Alep) um que propõe atualizar, modernizar e adequar a Lei Estadual nº 11.054/1995 (Lei Florestal do Estado) às legislações federais, sobretudo a Lei 12.651/2012 (Código Florestal Federal) e a Lei 11.428/2006 (Lei da Mata Atlântica), assegurando a proteção, gestão e uso sustentável da vegetação nativa paranaense.
A alteração proposta pelo Executivo Estadual alinha-se à necessidade de atualizar o regramento do Paraná, que completou 30 anos em 2025 e já não condiz com a realidade florestal e das necessidades da área. O texto com mais de 120 artigos reforça que "é dever de todos a preservação, a proteção e a fiscalização da vegetação nativa no Estado do Paraná".
Para promover essa atualização, um grupo de trabalho foi instituído, sob coordenação da Casa Civil, com o objetivo de consolidar, atualizar e integrar a legislação florestal vigente no Estado do Paraná. O grupo contou com a participação efetiva e integrada do Instituto Água e Terra (IAT), secretarias estaduais do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) e Agricultura e Abastecimento (Seab), Superintendência-Geral de Ordenamento Territorial (SOT), Procuradoria-Geral do Estado (PGE), além da colaboração de equipes técnicas e jurídicas dos órgãos envolvidos.
O projeto de lei que trata sobre a “Política Ambiental de Proteção, Gestão e Uso Sustentável da Vegetação do Estado do Paraná” é resultado de uma série de reuniões técnicas, resultando em um texto normativo abrangente, consistente e tecnicamente fundamentado, fruto de amplo debate interinstitucional.
"A proposta representa um marco de modernização na gestão da vegetação nativa do Paraná, conciliando desenvolvimento econômico, conservação da biodiversidade e valorização das atividades sustentáveis no campo e nas cidades, promovendo a desburocratização de processos sem abrir mão da proteção ambiental e segurança jurídica", afirma o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.
O diretor-presidente do IAT, Everton Souza, complementa que o Estado tem programas robustos de conservação e preservação ambiental, e que essa nova lei ajuda a estabelecer regras mais claras para o meio ambiente. "Vamos continuar a apoiar a implantação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural, regularização ambiental das propriedades rurais, programas de agroecologia e turismo, e manter o Paraná como um dos estados mais sustentáveis do Brasil. Essa é uma atualização necessária e fundamental para garantir a qualidade do nosso meio ambiente", diz.
PRINCIPAIS MUDANÇAS – Entre as principais mudanças está o alinhamento às normas federais que regem a pauta, além de políticas nacionais de mudanças climáticas. A legislação anterior do Paraná, por exemplo, não citava Reservas Particulares do Patrimônio Natural, Áreas Verdes Urbanas ou incentivo ao plantio de espécies nativas de interesse econômico.
A nova legislação traz um capítulo exclusivo de incentivo à conservação e bioeconomia, esclarece conceitos e define critérios para uso e gestão de áreas verdes urbanas, áreas verdes consolidadas, atividades de baixo impacto, manejo florestal sustentável e incentivo à produção agrossilvipastoril por sistemas integrados.
Outra mudança é a possibilidade de Manejo da Reserva Legal da propriedade, mediante inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), como forma de incentivar a regularização ambiental. A proposta também mantém o marco temporal de 22 de julho de 2008, seguindo o disposto no Código Florestal Brasileiro, o que garante segurança jurídica e respeito à legislação federal.
O texto introduz, ainda, avanços importantes, como a dispensa de autorização ambiental em ações emergenciais de Defesa Civil e segurança nacional; o incentivo ao plantio de espécies nativas com potencial econômico, como araucária, erva-mate, bracatinga e palmito; e a criação de programas específicos de conservação.
Como incentivo à conservação, serão instituídos benefícios aos cidadãos que, voluntariamente, promovem serviços ambientais à sociedade, preservando a vegetação nativa em suas propriedades. O objetivo é gerar receita adicional aos empreendedores e agricultores familiares, além de comunidades e povos tradicionais.
Outros temas que estão contemplados no novo texto envolvem espécies exóticas invasoras e retirada delas em APPs; autorização ou exploração de espécies caídas de formas naturais; limites e critérios de reservas legais; uso sustentável da vegetação nativa; entre outros.
Visando padronizar normas do órgão ambiental competente em um regulamento único e de linguagem ampla e acessível à sociedade, a nova legislação promoverá a revogação de, pelo menos, quatro leis estaduais, e uma série de instruções normativas, que passam a ser acolhidas em um único documento.
REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL – A nova lei também institui o Programa de Regularização Ambiental - PRA, que compreende um conjunto de ações e iniciativas a serem desenvolvidas por proprietários e posseiros rurais com o objetivo de adequar e promover a regularização ambiental nos termos da Lei da Mata Atlântica. São instrumentos o Cadastro Ambiental Rural; Termo de Compromisso; Projeto de Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas; e Compensação de Reserva Legal.
A implementação do PRA e a evolução da regularização ambiental dos imóveis serão monitoradas por meio da análise de relatórios de acompanhamento, da análise de imagens de satélite e de eventuais vistorias em campo, quando necessário.
No fim do ano passado o Governo do Paraná já tinha lançado o Programa de Certificação e Regularização dos Cadastros Ambientais Rurais do Estado do Paraná (CertiCAR). Ele utiliza dados cartográficos homologados de uma plataforma, o que aumenta a assertividade na comparação com informações de sistemas federais. O CAR é o registro público eletrônico de âmbito nacional obrigatório para todos os imóveis rurais.
MODERNIZAÇÕES – Essa é a segunda grande modernização na legislação ambiental do Estado. Aprovado em 2024 e regulamentado por decreto em abril de 2025, o processo de licenciamento ambiental também foi atualizado, com foco na proteção ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, em diretrizes mais claras e eficientes para o setor produtivo.
A lei unifica e organiza normas que antes estavam dispersas em diferentes resoluções, portarias e decretos. Com isso, há mais segurança jurídica para investidores e técnicos ambientais, maior agilidade nos processos e transparência nas decisões administrativas.
Por AEN
Como parte da política de impulsionar o desenvolvimento de todas as regiões, o Governo do Estado anunciou nesta semana que vai pavimentar a ligação entre os municípios de Altamira do Paraná e Laranjal, a PR-364, no Centro-Oeste. A Secretaria do Planejamento (SEPL), por meio do Paraná Projetos, entregou, nesta segunda-feira (02), o projeto para asfaltar o trecho de aproximadamente 30 km para a Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), que será responsável pela execução.
O projeto geométrico realizado identificou oportunidades de melhoria e otimização do traçado. O trabalho foi elaborado a partir de levantamento topográfico detalhado, visando a melhoria da capacidade operacional e a ligação entre os municípios. A pavimentação será em Concreto Asfáltico Usinado a Quente (CAUQ).
A plataforma da pista terá 9,60 m, composta por acostamento (2x1,50 m) e faixas de tráfego (2x3,30 m). Para realizar o estudo, foi pensado em um caminhão semirreboque viajando pela rodovia, para dimensionar interseções, acessos, retornos e condições de tráfego.
“Estamos levando o desenvolvimento para todas as regiões do Estado. A entrega deste projeto para interligar Altamira do Paraná a Laranjal é mais um passo na execução desse objetivo. Esta obra proporcionará uma significativa melhoria de vida da população trazendo mais possibilidade para a chegada de investimento nas duas cidades”, comentou o secretário do Planejamento, Ulisses Maia.
A análise verificou características gerais do traçado, identificando curvas críticas e terreno montanhoso. Correções pontuais focaram em aumentar a segurança viária e reduzir custos de terraplenagem.
“São 30 quilômetros e agora temos um bom projeto para tocar. Nós estamos já estamos empenhados para que o edital seja aberto e que possamos iniciar esta obra ainda em 2026. Daqui a dez anos, nós vamos ver a diferença que a infraestrutura faz no dia a dia dos municípios”, comentou o secretário da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.
Atualmente a via não é pavimentada, não tem sistema de drenagem ou sinalização horizontal e vertical.
PARANÁ PROJETOS – O Serviço Social Autônomo Paraná Projetos é pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, de interesse coletivo, criado pela Lei Estadual nº 12.215/1998, e tem por finalidade a promoção, a elaboração e o gerenciamento de projetos, visando à implementação do desenvolvimento integrado do território paranaense, segundo princípios de sustentabilidade local e regional.
Sucede o Serviço Social Autônomo Ecoparaná cuja transição deu-se em 2013, com a mudança de vinculação da Secretaria de Estado do Turismo para a Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral, por meio de Contrato de Gestão.
Sua natureza jurídica permite a formalização de parcerias com as três esferas de governo, ou seja, federal, estadual e municipal, bem como com pessoas físicas ou jurídicas, para prestar serviços relacionados à elaboração e implementação de projetos públicos que viabilizem o desenvolvimento local e regional.
PRESENÇAS – Também estiveram presentes no evento o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi; os deputados estaduais Gugu Bueno e Ademar Traiano; o superintendente do Paraná Projetos, Eduardo Magalhães; o diretor de Planejamento e Projetos do Paraná Projetos, Célio Watter; e os prefeitos de Altamira do Paraná, Elza Aparecida, e de Laranjal, Maycon Lopes.
Por AEN
Uma mulher grávida de 40 anos foi baleada na nuca e permanece em estado grave após dois homens invadirem sua casa para roubo, em Ponta Grossa, na noite de domingo (01).
ASSISTA AO VÍDEO AQUI
De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu quando o marido da vítima estava fora. Ao retornar e surpreender os invasores, ele entrou em luta corporal com um dos homens. Foi então que o segundo suspeito efetuou disparos, atingindo a mulher na cabeça.
A vítima foi socorrida e segue internada na UTI do Hospital Regional. Seu marido sofreu apenas ferimentos leves.
A Polícia Militar localizou e abordou os dois suspeitos. Durante a ação, um deles reagiu e foi baleado pelos policiais. Ele foi detido e, em seu poder, os agentes encontraram um revólver carregado.
O caso está sendo investigado como latrocínio tentado (roubo seguido de tentativa de homicídio). Os dois homens foram presos em flagrante, autuados e encaminhados à delegacia, juntamente com a arma apreendida.


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