A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na manhã desta quinta-feira (14), um homem de 41 anos por tráfico de drogas durante fiscalização na BR-277, em Cascavel, no oeste do Paraná.
A abordagem ocorreu por volta das 8h30, no km 582 da rodovia, nas proximidades da Unidade Operacional da PRF de Cascavel. O suspeito conduzia um veículo Hyundai HB20, onde os policiais localizaram aproximadamente 100 quilos de maconha.
Durante a ocorrência, o homem informou que teria carregado a droga em Cascavel e que o destino final seria a cidade de Joinville (SC).
O condutor foi preso em flagrante e encaminhado, juntamente com o veículo e a droga apreendida, para a Polícia Civil de Cascavel.
POr - PRF
A quinta e última parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 para veículos com placas terminadas em 7 e 8 vence nesta quinta-feira (14).
De acordo com a Receita Estadual do Paraná, mais de 1,1 milhão de veículos optaram pelo parcelamento do tributo em todo o Estado e terão até o fim da semana para regularizar sua situação com o fisco.
A inadimplência pode trazer consequências, já que o débito pode ser inscrito na Dívida Ativa, com inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual e o impedimento de usar de créditos do Nota Paraná, além de gerar restrições como nome negativado, dificuldade para obter empréstimos, acessar linhas de crédito e assumir cargos públicos. Quem deixa o IPVA em atraso também não consegue licenciar o veículo.
O atraso também pesa no bolso. A multa é de 0,33% ao dia, acrescida de juros de mora com base na taxa Selic. Após 30 dias de inadimplência, a multa passa a ser fixa em 20% do valor do imposto.
COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerá-las. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes podem pagar o IPVA 2026 via pix com a leitura do QR Code presente na guia, a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
ALÍQUOTAS – O Paraná tem uma das menores alíquotas do País, de 1,9% sobre o valor venal dos veículos. Contudo, em alguns casos, os proprietários pagam ainda menos.
Ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1% no Estado. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Além disso, as motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
Confira o vencimento por final de placa da quinta e última parcela do IPVA 2026:
1 e 2: 11/05 (vencido)
3 e 4: 12/05 (vencido)
5 e 6: 13/05 (vencido)
7 e 8: 14/05
9 e 0: 15/05
Por - AEN
O período de maio a julho é quando ocorre o maior número de síndromes gripais. Os idosos fazem parte do grupo de maior vulnerabilidade para hospitalização por causa destas síndromes, junto de crianças e gestantes. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa-PR) mantém uma estrutura robusta de monitoramento constante da circulação de vírus respiratórios no território paranaense, liderada pala Vigilância Epidemiológica e Laboratório Central do Estado (Lacen) e por uma rede de 34 unidades sentinelas espalhadas por todas as Regionais de Saúde.
A estrutura de vigilância sentinela funciona com a coleta regular de amostras de pacientes com sintomas gripais nas unidades distribuídas pelo Estado. O Lacen analisa esse material genético para identificar quais vírus estão circulando em cada região. Esse mapeamento em tempo real subsidia a Sesa na tomada de decisões preventivas, na distribuição de medicamentos e no direcionamento de campanhas de conscientização.
A eficiência desse sistema foi reconhecida como “padrão ouro” pelo Ministério da Saúde, que escolheu o Paraná para abrir um ciclo de visitas técnicas neste ano e destacou a capacidade de resposta rápida do Estado durante os meses mais críticos de circulação viral, período em que o Paraná evitou decretar emergência em saúde pública, ao contrário de outros estados.
O secretário de Estado da Saúde, César Neves, afirma que o reconhecimento federal é fruto de um trabalho árduo e permanente das equipes de Vigilância. “Sermos reconhecidos como padrão ouro pelo Ministério da Saúde é reflexo de um trabalho ininterrupto das nossas equipes de vigilância, do Lacen e das Regionais de Saúde. Nossa missão é transformar esses dados em ações práticas, como a ampliação da cobertura vacinal e o tratamento oportuno, garantindo proteção da população paranaense”, diz.
REDE ESTRUTURADA – O Paraná é o único estado do País com uma rede de unidades sentinelas tão abrangente e organizada para a vigilância da síndrome gripal.
A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, enfatiza o papel estratégico desses pontos de monitoramento ao lembrar que o trabalho contínuo entre vigilância epidemiológica, imunização, laboratórios e assistência hospitalar fortalece a saúde pública do Paraná. “Nosso objetivo é efetivar ferramentas que confirmem um trabalho muito articulado e preparado para que possamos enfrentar com agilidade qualquer nova emergência em saúde pública”, diz.
A integração das ações foi aprimorada durante a Oficina de Fortalecimento da Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal, promovida no dia 7 em parceria com o Ministério da Saúde. O encontro capacitou profissionais das 22 Regionais de Saúde, municípios e das unidades sentinela, para lidar com a sazonalidade dos vírus respiratórios e agilizar o uso das informações do sistema de notificação de agravos.
VACINAÇÃO – A imunização é a principal barreira contra o agravamento das doenças respiratórias. Desde o início da campanha de vacinação contra gripe até o dia 10 de maio foram aplicadas mais de 1,3 milhão de doses de imunizantes contra a Influenza no Paraná, sendo mais de 760 mil em idosos com mais de 60 anos e 150 mil em crianças entre 6 meses e menores de 6 anos, principais faixas etárias suscetíveis ao agravamento da doença.
Além da campanha de multivacinação em andamento até 30 de maio, alguns municípios também promovem ações de vacinação extramuros em escolas, bailes da terceira idade, Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIS), incluindo ampliação de horário em postos de vacinação e abertura de unidades aos sábados.
A meta é imunizar 90% dos grupos prioritários, o que representa cerca de 4,5 milhões de paranaenses, e para isso a Sesa aguarda novas remessas do Ministério da Saúde e a adesão por parte da população paranaense.
A vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) para os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, entre eles crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos acima de 60 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, pessoas com comorbidades e trabalhadores de áreas essenciais, como saúde e educação.
A Sesa reforça o apelo para que a população busque as doses antes da chegada do inverno, pois o organismo leva até três semanas para desenvolver a imunidade completa.
PREVENÇÃO – O enfrentamento das síndromes gripais também exige a colaboração da sociedade com medidas não farmacológicas. A Sesa orienta a higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel 70%, além de cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar. A recomendação também inclui manter os ambientes bem ventilados, evitar aglomerações e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Pessoas que apresentem sintomas como febre repentina, tosse, dor de garganta ou mal-estar devem buscar atendimento médico nas UBS e manter distanciamento de atividades coletivas até a melhora do quadro clínico.
Por - AEN
O Paraná tem ampliado o acesso ao tratamento oncológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com uma rede estruturada que garante desde o diagnóstico até a realização de cirurgias especializadas. Coordenado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o modelo prioriza a regionalização do atendimento e o fortalecimento dos hospitais de referência em todas as regiões.
Conforme dados do Complexo Regulador do Estado do Paraná (Care/PR), entre janeiro de 2024 e fevereiro de 2026, o Estado realizou 25.442 cirurgias oncológicas hospitalares pelo SUS na rede estadual, com investimento de aproximadamente R$ 65,9 milhões. No mesmo período, os atendimentos ambulatoriais também ultrapassaram 25 mil procedimentos, demonstrando a capacidade da rede em atender pacientes em diferentes fases do tratamento.
O atendimento começa, na maioria dos casos, na Atenção Primária, nas Unidades Básicas de Saúde, quando são verificados os primeiros sinais ou suspeitas da doença. A partir disso, o paciente é encaminhado para exames e, se necessário, direcionado aos serviços habilitados em oncologia, responsáveis pelo diagnóstico e definição do tratamento.
Quando há indicação cirúrgica, o paciente é encaminhado para hospitais que integram a rede estadual de atenção oncológica. Essas unidades contam com equipes especializadas e estrutura adequada para procedimentos de diferentes níveis de complexidade, garantindo segurança e continuidade no cuidado.
O secretário da Saúde, César Neves, disse que os investimentos têm como objetivo ampliar a capacidade de atendimento, reduzir o tempo de espera e garantir que os pacientes recebam o tratamento adequado mais próximo de suas regiões. “O Paraná tem avançado de forma consistente na organização da rede oncológica, garantindo acesso ao diagnóstico e ao tratamento no tempo adequado. Estamos investindo continuamente para fortalecer os hospitais e ampliar a capacidade de atendimento em todas as regiões”.
Além do financiamento dos procedimentos, o Governo do Estado mantém o Programa HOSPSUS Oncologia, que destina recursos mensais a hospitais estratégicos. Atualmente, são R$ 800 mil por mês investidos em unidades de referência, como o Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, o Hospital do Câncer de Cascavel (Uopeccan) e o Hospital do Câncer de Londrina.
A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes, afirma que a organização da rede é essencial para garantir a efetividade do cuidado. Segundo ela, o tratamento oncológico exige uma linha de atenção estruturada, com diagnóstico precoce, encaminhamento ágil e acompanhamento contínuo. “Esse trabalho integrado permite mais qualidade no atendimento e melhores resultados para os pacientes”, explica.
O fortalecimento da rede oncológica no Paraná reflete o compromisso do Estado com a ampliação do acesso e a qualificação dos serviços de saúde. "Com investimentos contínuos e organização do atendimento, o SUS no Paraná segue avançando para garantir um cuidado cada vez mais eficiente, humanizado e próximo da população", acrescenta o secretário César Neves.
O Paraná dispõe de uma rede de atenção oncológica com 24 estabelecimentos habilitados em 15 cidades, preparados para oferecer atendimento especializado e integral:
Hospital da Providência, em Apucarana
Hospital Norte Paranaense - Honpar, em Arapongas
Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul
Hospital São Lucas e Hospital do Rocio, em Campo Largo
Hospital Santa Casa de Campo Mourão
Uopeccan e Ceonc, em Cascavel
Hospital Evangélico Mackenzie, Hospital Erasto Gaertner, Hospital Santa Casa, Hospital São Vicente, Hospital de Clínicas, Hospital Infantil Pequeno Príncipe, em Curitiba
Hospital Deus Menino (antigo Ceonc), em Francisco Beltrão
Hospital Ministro Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu
Hospital São Vicente, em Guarapuava
Hospital Universitário de Londrina e Hospital do Câncer, em Londrina
Hospital Santa Rita e Hospital do Câncer, em Maringá
Santa Casa de Ponta Grossa
Uopeccan, em Umuarama
Hospital Policlínica, em Pato Branco
POr - AEN
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na manhã desta quinta-feira (14), uma grande carga de medicamentos irregulares durante fiscalização na BR-277, em Santa Tereza do Oeste.
A abordagem aconteceu por volta das 7h05, no km 613 da rodovia, quando os policiais fiscalizaram uma van que seguia da região de fronteira em direção a Cascavel. No compartimento de carga do veículo havia caixas vazias normalmente utilizadas no transporte de frutas e verduras, o que inicialmente aparentava uma viagem comum de hortifrúti.
Durante a vistoria no interior do veículo, os agentes encontraram diversas caixas escondidas sob o banco do passageiro contendo medicamentos utilizados para emagrecimento. Ao todo, foram apreendidas 6.328 ampolas de substâncias irregulares, entre elas produtos de uso terapêutico e medicinal de comercialização controlada.
Conforme apurado pela equipe policial, o motorista teria sido contratado para realizar o transporte da carga até o oeste do Paraná.
A van foi encaminhada à Receita Federal em Cascavel, onde será realizada a contabilização oficial da mercadoria e os procedimentos cabíveis. O condutor foi preso em flagrante e encaminhado à Polícia Federal em Cascavel.
Por - PRF
A Copel e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) formalizaram uma parceria com o objetivo de ampliar a segurança em instalações elétricas nas áreas rurais. O termo de cooperação, firmado durante o 1º Fórum Copel Agro, na terça-feira (12), em Curitiba, prevê orientação aos produtores rurais na hora de contratar serviços para instalações elétricas dentro das propriedades.
“A segurança e a qualidade nas instalações internas das propriedades, bem como ramais da rede elétrica da Copel, são de grande relevância para evitar interrupções no fornecimento. A parceria com o Crea-PR apoia um processo de excelência em serviços que está se consolidando com o Copel Agro”, afirma o diretor Comercial da Copel, Julio Omori.
Para o presidente do Crea-PR, Helder Nocko, a iniciativa reforça o papel estratégico da engenharia no desenvolvimento do Estado. “Nosso objetivo é valorizar a engenharia e contribuir para que soluções técnicas qualificadas cheguem ao meio rural, apoiando a resolução de problemas, promovendo mais eficiência nas instalações elétricas e gerando qualidade de vida para a população, além de oportunidades de trabalho para os profissionais do sistema”, destaca.
FÓRUM – A primeira edição do fórum do programa da Copel dedicado ao atendimento a produtores rurais reuniu durante todo o dia, na sede da companhia, representantes do Governo do Paraná, da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), do Sistema Ocepar, da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Crea-PR, UFPR e empresas de tecnologia para debater soluções voltadas à segurança energética no meio rural.
O diretor-geral da Copel Distribuição, Marco Antônio Vilella, ressaltou que o Copel Agro é fruto de uma construção coletiva com a participação de representantes do setor produtivo. “Intensificamos o diálogo com federações, prefeitos e produtores para entender as expectativas dos clientes. Foi a partir dessa escuta que nasceu o Copel Agro, com um atendimento personalizado a um segmento essencial para o Estado e para o País”, afirmou.
Villela destacou que o Copel Agro foi desenhado para acompanhar o avanço da cadeia da proteína no Paraná e atender às demandas crescentes desta parcela de clientes. “Mapeamos esses clientes e redirecionamos os investimentos, principalmente para reduzir oscilações de tensão”, disse.
95% DE APROVAÇÃO – No fórum, o gerente executivo do Copel Agro, Marcelo Gonçalves, apresentou os primeiros resultados do programa, que passou a atender os produtores rurais da cadeia da proteína em 6 de abril passado. “Criamos um canal dedicado com atendimento humanizado. Nos primeiros 30 dias, superamos 30 mil atendimentos, com mais de 95% de avaliação positiva dos clientes atendidos”, disse.
Segundo Gonçalves, a maior parte das solicitações está relacionada à interrupção no fornecimento, seguida por demandas comerciais. “Agora avançamos para uma nova etapa, com foco em soluções estruturais. Estamos organizando equipes e investimentos para atuar de forma preventiva e melhorar o serviço na ponta”, afirmou.
LINHA DIRETA – Pela linha direta 0800 643 76 76, exclusiva do Copel Agro, os produtores rurais são atendidos por teleatendentes que atuam 24 por dia, sete dias por semana, para o encaminhamento de demandas relacionadas à energia elétrica.
POr - AEN







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