TJPR derruba liminar do TCE e desestatização da Celepar avança

O desembargador Carlos Mansur Arida, do Tribunal de Justiça do Paraná, derrubou nesta segunda-feira (02) uma medida proferida pelo conselheiro Fábio Camargo, do Tribunal de Contas do Estado, em um processo de fiscalização da Secretaria de Segurança Pública que culminou com a paralisação por alguns dias da desestatização da Celepar. Com a nova decisão judicial, os trâmites legais voltam a avançar, amparados no aval que o conselheiro Durval Amaral, também do TCE, já havia concedido a favor do processo.

O TCE acompanha o procedimento de desestatização da Celepar por meio do processo nº 517232/25, do Gabinete do conselheiro Durval Amaral, prevento para as discussões relativas à matéria. O Plenário do Tribunal de Contas já confirmou a prevenção do conselheiro para os feitos relativos ao procedimento em novembro de 2025.

"É evidente o risco de decisões conflitantes, pois o Conselheiro José Durval Mattos do Amaral, no Despacho nº 1040/25, revogou a medida cautelar que determinou a paralisação do procedimento de desestatização da Celepar, de modo que, permitir que vários conselheiros apreciem a mesma questão, em processos diferentes, permitirá a indevida prolação de decisões conflitantes, em notório prejuízo aos princípios administrativos da legalidade, da segurança jurídica e da proteção da confiança", afirma a nova decisão.

O desembargador também reconheceu que houve vício de impedimento na decisão administrativa do conselheiro Fábio Camargo, pois o Regimento Interno do TCE impede que um conselheiro relate processo originado da Inspetoria que ele superintende.

"É certo que, ainda por poucos dias, a suspensão do processo de desestatização, dado o seu considerável impacto no maior procedimento desta natureza em curso no Estado do Paraná, pode causar prejuízo da ordem de milhões de reais ao Erário Paranaense, não sendo admissível a assunção do referido risco com base em uma decisão administrativa eivada dos mencionados vícios aparentes de ilegalidade, razão pela qual deve ser concedida a medida liminar", completa o desembargador.

DESESTATIZAÇÃO – O processo de desestatização é guiado pela Lei 22.188/2024, aprovada pela Assembleia Legislativa, e vem cumprindo todas as obrigações legais previstas. A desestatização acompanha uma tendência global, com o mercado de tecnologia exigindo cada vez mais velocidade e inovação.

A maioria dos países conta com empresas privadas de tecnologia para desenvolver sistemas de Tecnologia da Informação para seus governos. Em sua nova gestão, a Celepar estará livre das amarras burocráticas que afetam sua competitividade e velocidade de resposta. O Estado, por outro lado, poderá contratar a solução que melhor atender aos interesses do cidadão, no menor prazo possível.

 

 

 

 

 

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Samu Paraná ultrapassa 1,2 milhão de ligações em 2025 e reforça atendimento de urgência

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) é responsável pelo atendimento de urgência e emergência em todo o Paraná e tem papel fundamental na resposta rápida a situações que exigem socorro imediato. Em 2025, o serviço contabilizou 1.245.276 ligações recebidas, 77.608 orientações médicas e 1.044.882 envios de equipes ao local para atendimentos à população e encaminhamento ao serviço de saúde adequado, conforme orientação do médico regulador.

Os números são da Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa-PR) e demonstram a alta demanda e a importância do atendimento pré-hospitalar para a população. Cerca de 10% dos acionamentos ou eram trotes ou a vítima não estava no local.  

Os principais tipos de ocorrências atendidas e concluídas em 2025 foram as clínicas (752.159), traumáticas, como acidentes de trânsito e quedas (209.364), atendimentos obstétricos, envolvendo gestantes e partos (29.533) e ocorrências psiquiátricas (45.424), reforçando o papel do Samu também em crises de saúde mental.

No primeiro mês deste ano já foram mais de 100 mil ligações, uma média de 3,3 mil por dia, além de 88.196 ocorrências concluídas.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, destaca que o Governo do Paraná investe de forma constante no aperfeiçoamento dos serviços de urgência e emergência no Estado. “Ao longo dos últimos seis anos, foram mais de R$ 1 bilhão para o custeio dos serviços e aquisição de ambulâncias para atendimento em ruas e estradas. A atuação do serviço reforça o compromisso do Estado com a assistência em situações críticas, onde cada minuto pode fazer a diferença”, afirma. 

ATENDIMENTO INTEGRAL – Embora muitas ocorrências resultem no deslocamento de ambulâncias, grande parte do trabalho do Samu começa ainda na central de regulação médica, onde profissionais especializados avaliam cada chamada. As mais de 77 mil orientações médicas via telefone em 2025 permitiam que os recursos fossem direcionados aos casos mais graves, garantindo maior eficiência e rapidez no atendimento emergencial.

Dos 752.159 atendimentos clínicos, 706.234 foram de adultos e 45.925 pediátricos, sendo todos direcionados pelo Samu conforme a gravidade do caso. O serviço atua de forma integrada com hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Corpo de Bombeiros e demais serviços da rede estadual de saúde, assegurando continuidade no cuidado e agilidade nas transferências quando necessário.

AMPLIAÇÃO DO SERVIÇO – Em 2019, o Samu contemplava uma cobertura de 68% no território paranaense. Com os investimentos do Governo do Estado, o serviço expandiu, permitindo levar a cobertura para 100% no Paraná. De acordo com os registros da Sesa, o Samu tem expandido consistentemente sua média anual de operações. Em 2019, por exemplo, o número era de 520.502 pessoas atendidas pelo serviço. Metade do atual.

Implantado em 2004, o serviço atendia, inicialmente, apenas os municípios de Curitiba e São José dos Pinhais. Atualmente, o Samu conta com 11 Centrais de Regulação de Urgência, 217 ambulâncias de suporte básico, 65 de suporte avançado, além de quatro motos, cinco helicópteros e um avião, garantindo remoções rápidas e eficientes em locais de difícil acesso.

24 HORAS EM TODO O ESTADO – Com cobertura disponível em todos os 399 municípios do território paranaense, o Samu funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, por meio do número 192. O serviço conta com equipes multiprofissionais, ambulâncias de suporte básico e avançado, além de centrais de regulação equipadas para decisões rápidas e seguras.

 

 

 

 

 

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Janeiro termina com pouca chuva e calor dentro da média no Paraná

Os dados consolidados em janeiro pelos equipamentos do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) espalhados por todo o Estado apontam que os volumes de chuva ficaram abaixo da média no mês na maioria das estações meteorológicas. Já as temperaturas ficaram dentro ou ligeiramente abaixo da média.

As únicas estações meteorológicas que registraram chuva acima da média histórica para janeiro em 2026 foram Fazenda Rio Grande, onde choveu um acumulado de 146 mm e a média é 137,8 mm;  Irati, com 176,6 mm e a média é de 174,9 mm; Guaíra, com 125,8 mm e a média é de 125,5 mm; Palotina, onde choveu 190 mm e a média é de 160,1 mm; e Umuarama, com 211,2 mm e a média é de 175,8 mm.

As outras 40 estações meteorológicas com mais de seis anos de operação no Paraná registraram valores acumulados de chuva dentro ou abaixo da média. Ponta Grossa, por exemplo, quase alcançou a média: choveu um acumulado de 156,2 mm, e a média para janeiro é de 159,2 mm. Em outras cidades, a diferença entre o valor registrado e a média foi muito grande, como é o caso de Antonina: choveu 185,2 mm em janeiro de 2026 e a média para o mês historicamente é de 405,7 mm.

“O baixo volume de chuvas registrado é reflexo das massas de ar seco que atuaram sobre o Paraná durante a primeira quinzena de janeiro. Tivemos o predomínio de dias mais secos”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.

TEMPESTADES SEVERAS – O mês também foi marcado por tempestades severas. Dois tornados foram classificados na escala Fujita pelo Simepar em janeiro de 2026. No primeiro dia do ano, por volta das 19h, um tornado categoria F1 atingiu a comunidade de Arroio Guaçu, no município de Mercedes, sem registro de feridos e com danos pontuais em vegetação e em uma propriedade. Já no dia 10, por volta das 17h30, um tornado categoria F2 atingiu São José dos Pinhais, causando danos em 350 residências. Mais de 1,2 mil pessoas foram impactadas e duas ficaram levemente feridas. 

Quatro casos de nuvem funil também foram registrados em janeiro: o primeiro foi no dia 9, por volta das 13h, em Ponta Grossa. O segundo no dia 11, também no período da tarde, em Paulo Frontin - próximo à divisa com Santa Catarina. O terceiro foi no dia 15, por volta das 16h, em São Jorge do Ivaí, próximo a Maringá. O mais recente foi na tarde do dia 17, em Arapongas. 

A nuvem recebe este nome devido à aparência de um funil que ela adquire a partir da base de uma nuvem do tipo Cumulonimbus ou Cumulus. Ela se forma através de uma coluna de ar que está girando, e é o estágio inicial de formação de um tornado - mas somente virá a se caracterizar como tornado se alcançar o solo e provocar ventos fortes.

“O clima foi um pouco mais extremo, se comparado com anos anteriores. Tivemos muitas tempestades severas, como supercélulas, em várias regiões do Paraná”, ressalta Reinaldo.

TEMPERATURAS – As temperaturas mais altas de janeiro de 2026 nas estações do Simepar no Paraná foram registradas no dia 3, no Litoral: 39,6°C em Antonina, e 39,3°C em Guaraqueçaba. Já as temperaturas mais baixas de janeiro de 2026 nas estações do Simepar no Paraná foram registradas no dia 5, no Sul do Estado: 8,4°C no Distrito de Horizonte, em Palmas, e 8,9°C em General Carneiro. 

No mesmo dia Umuarama registrou 14,8°C, a temperatura mais baixa para o mês de janeiro pela segunda vez desde a instalação da estação meteorológica na cidade, em 1997. O mesmo valor foi registrado em janeiro de 2009. 

Também no dia 5 de janeiro de 2026, outras cidades registraram a temperatura mais baixa para janeiro desde a instalação da estação meteorológica no local. Altônia registrou 15,7°C; Pato Branco registrou 11,6°C; Capanema registrou 11,3°C; Cruzeiro do Iguaçu registrou 13,3°C; Cascavel registrou 11,9°C; e Foz do Iguaçu registrou 12,3°C.  As estações de Altônia, Capanema e Foz do Iguaçu começaram a operar em 2017, Pato Branco e Cascavel em 1997, Horizonte em 2019, e Cruzeiro do Iguaçu em 2021. 

Os recordes de temperatura mais baixa já registrada em janeiro seguiram no dia 23: Cornélio Procópio registrou 13,8°C, e o Distrito de Entre Rios, em Guarapuava, registrou 9,9°C, os valores mais baixos para janeiro desde a instalação das estações meteorológicas em 2018 e 2001, respectivamente. 

“As massas de ar seco que predominaram no Paraná no início de janeiro eram menos aquecidas, e seguraram a elevação das temperaturas”, afirma Reinaldo.

Confira as estações meteorológicas do Simepar, com mais de seis anos de operação, que registraram chuva dentro a abaixo da média em janeiro de 2026:

Estação / Volume de Chuva em Janeiro 2026 / Média Histórica para o mês

Altônia: 99 mm / 190,3 mm

Antonina: 185,2 mm / 405,7 mm

APPA Antonina: 145 mm / 265,6 mm

Apucarana: 109 mm / 189,8 mm

Assis Chateaubriand: 107,6 mm / 126,9 mm

Capanema: 91 mm / 193,9 mm

Cambará: 80,4 mm / 181 mm

Campo Mourão: 172,8 mm / 211,4 mm

Cândido de Abreu: 169,2 mm / 193,8 mm

Cascavel: 54 mm / 180,2 mm

Cerro Azul: 99,8 mm / 166,3 mm 

Cianorte: 98,8 mm / 190,9 mm

Cornélio Procópio: 116,2 mm / 146,8 mm

Curitiba: 115,6 mm / 184,2 mm

Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 150,8 mm / 191,2 mm

Foz do Iguaçu: 131,4 mm / 197 mm

Francisco Beltrão: 117,4 mm / 195,6 mm

Guarapuava: 138 mm / 196,2 mm

Guaraqueçaba: 354,8 mm / 406,5 mm

Guaratuba: 289,4 mm / 383,1 mm

Jaguariaíva: 81 mm / 230,1 mm

Lapa: 110,4 mm / 173,8 mm

Laranjeiras do Sul: 146,8 mm / 215 mm

Loanda: 149,8 mm / 154,4 mm

Londrina: 166,4 mm / 212,1 mm

Maringá: 139,8 mm / 192,5 mm

Palmas: 63,8 mm / 160,5 mm

Distrito de Horizonte, em Palmas: 123,8 mm / 183,2 mm

Paranavaí: 80,2 mm / 172,8 mm

Pato Branco: 109,8 mm / 178,2 mm

Pinhais: 139,4 mm / 190,8 mm

Pinhão: 139,8 mm / 169,1 mm

Ponta Grossa: 156,2 mm / 159,2 mm

Santa Helena: 98 mm / 157,4 mm

Santo Antônio da Platina: 49,8 mm / 153,7 mm

São Miguel do Iguaçu: 153,2 mm / 156,3 mm

Telêmaco Borba: 90,6 mm / 174,1 mm

Toledo: 106,6 mm / 156,9 mm

Ubiratã: 138,8 mm / 214,5 mm

União da Vitória: 105,4 mm / 159,4 mm

 

 

 

 

 

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Semana começa chuvosa, mas termina com sol e calor no Paraná, prevê Simepar

Chuva e vento marcam o tempo no Paraná desde o primeiro dia de fevereiro. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), as tardes continuarão chuvosas até quarta-feira (04), e a partir de quinta (05) o tempo volta a ficar estável e com temperaturas elevadas por todo o Estado. 

Um sistema de baixa pressão causou chuva e ventos fortes no domingo (1). Os maiores acumulados de chuva foram em Diamante do Norte (INMET) (38,6 mm), Cidade Gaúcha (INMET) (29,2 mm), Guaraqueçaba (24,2 mm) e Morretes (21 mm). As rajadas de vento mais fortes ao longo do domingo foram em Guaíra (63km/h às 15h30), Loanda (77km/h às 14h15), Maringá (68km/h às 14h15), Cidade Gaúcha (INMET) (74,9km/h por volta das 16h) e Marechal Cândido Rondon (INMET) (61,9km/h por volta das 16h).

Em Curitiba, a chuva no início da noite de domingo foi forte em alguns bairros. As estações meteorológicas da prefeitura registraram em apenas 10 minutos volumes acumulados de 10,8 mm na CIC, 6,8 mm no Portão e 4,8 mm no Boqueirão.

As rajadas de vento foram de 54 km/h às 19h15 na estação meteorológica do Simepar em Curitiba, no Jardim das Américas, de 54,7 km/h às 19h20 no bairro Boa Vista (Prefeitura), e de 71,3 km/h às 19h no bairro Portão. Outras rajadas de vento fortes, de 54,4 km/h, foram registradas às 12h40 no Boqueirão e às 14h10 em Santa Felicidade pelas estações da prefeitura de Curitiba. 

“A semana segue com fluxo constante de ar quente e úmido sobre o Paraná, o que mantém a formação de nuvens de chuva, especialmente entre a tarde e a noite na maioria das regiões paranaenses”, explica Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar.

Nesta segunda-feira (02), no Litoral, as temperaturas ficam um pouco mais amenas em função da cobertura de nuvens, ficando na faixa dos 25°C entre Matinhos e Guaratuba, e chegando aos 27°C em Paranaguá, Antonina e Morretes. Já em Foz do Iguaçu e Cascavel, as temperaturas chegam a 31°C e 30°C, respectivamente. No setor Norte do estado as temperaturas ficam entre 28°C e 29°C, e nos Campos Gerais e em Curitiba a previsão é de máxima de 27°C. 

“As temperaturas seguem parecidas e a chuva deve acontecer de forma mais abrangente na terça-feira, pois o fluxo de ar quente e úmido vem da região Centro-Oeste do Brasil, passa pelo Paraguai e chega até o estado do Paraná de forma bem expressiva, mantendo essa formação de nuvens”, ressalta Lizandro. 

Na quarta-feira (04), a chuva a tarde ainda deve ser registrada no Interior do Estado, e a intensificação de um sistema de baixa pressão sobre o Oceano Atlântico traz mais impactos para o Litoral e a Região Metropolitana de Curitiba. “Em Curitiba a previsão é de algumas rajadas de vento mais persistentes, enquanto que entre a Serra do Mar e as praias, além do vento, a chuva também fica com um pouco mais de intensidade, podendo ter alguns acumulados expressivos”, destaca Lizandro.

A situação fica parecida no Leste na quinta-feira (05), com ventos e chuva perdendo força ao longo do dia. O Interior terá predomínio de sol. Na sexta-feira (06), finalmente, o tempo fica estável em todo o Paraná, e o predomínio do sol favorecerá a elevação das temperaturas. 

SIMEPAR – Com uma estrutura de 120 estações hidrometeorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas atmosféricas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.

Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.

 

 

 

 

 

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Paraná tem 27 mil vagas de emprego abertas em todas as regiões

O Paraná inicia a semana com 27.071 vagas de emprego abertas em todas as regiões do Estado. As oportunidades refletem o aquecimento do mercado de trabalho paranaense e abrangem desde funções operacionais até cargos técnicos e de nível superior, atendendo a diferentes perfis profissionais.

Entre as ocupações com maior número de vagas em todo o Estado estão Alimentador de Linha de Produção, com 5.712 oportunidades, Vendedor de Comércio Varejista, com 3.205 vagas, Abatedor, com 1.425, e Operador de Caixa, com 994 postos abertos. Esses números demonstram a força da indústria, do comércio e do setor de alimentos na geração de empregos no Paraná.

Na Região Metropolitana de Curitiba, são 5.289 vagas disponíveis, com destaque para Cobrador Interno (874 vagas), Alimentador de Linha de Produção (394), Operador de Caixa (300) e Faxineiro (276). Somente a Agência de Curitiba concentra 1.158 oportunidades, principalmente para Repositor de Mercadorias, Operador de Caixa, Fiscal de Loja e serviços gerais.

A Regional de Cascavel lidera o número de vagas entre as regionais, com 6.139 oportunidades, sendo a maioria para Alimentador de Linha de Produção (1.703), Abatedor (966) e Operador de Caixa (282). O desempenho reforça a importância do Oeste do Estado na cadeia produtiva industrial e agroindustrial.

Já a Regional de Curitiba aparece logo em seguida, com 5.289 vagas, concentradas especialmente nas áreas administrativa, operacional e de serviços. O setor de cobrança interna, por exemplo, se destaca como o principal empregador da regional nesta semana.

Na Regional de Foz do Iguaçu, são 4.851 vagas abertas, com forte presença do comércio varejista, que soma 2.697 oportunidades. Alimentador de Linha de Produção, Abatedor e Repositor de Mercadorias também figuram entre as principais funções ofertadas, impulsionadas pela atividade econômica da região de fronteira.

Outras regionais também apresentam números expressivos. Campo Mourão soma 3.033 vagas, com destaque para Alimentador de Linha de Produção, Trabalhador Volante da Agricultura e Abatedor. Londrina reúne 2.176 oportunidades, principalmente nas áreas industrial, manutenção predial e agrícola.

No Sudoeste, a Regional de Pato Branco registra 1.652 vagas, enquanto Maringá contabiliza 1.041 oportunidades. Nessas regiões, além da indústria, aparecem demandas específicas como Magarefe, Soldador e Operador de Caixa, refletindo a diversidade produtiva local.

Regiões como Paranaguá, Guarapuava, Ponta Grossa, Umuarama e Jacarezinho também oferecem centenas de vagas, abrangendo funções no comércio, construção civil, serviços gerais e agricultura, garantindo capilaridade da política de emprego em todo o território paranaense.

Além das vagas operacionais, o levantamento aponta oportunidades específicas por meio da Master Job, com vagas técnicas, administrativas, educacionais e de saúde, além de estágios, especialmente em Curitiba e na Região Metropolitana. São postos voltados a estudantes e profissionais em qualificação, fortalecendo a conexão entre formação e mercado de trabalho.

Para o secretário do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná, Do Carmo, os números refletem uma política pública consistente e alinhada às necessidades do setor produtivo. “Esses mais de 27 mil postos de trabalho mostram que o Paraná segue gerando oportunidades em todas as regiões, com foco tanto na inclusão quanto na qualificação profissional. Nosso compromisso é aproximar quem busca emprego das empresas que precisam contratar, fortalecendo a economia e garantindo renda às famílias paranaenses”, destacou.

Do Carmo reforça ainda que as Agências do Trabalhador estão preparadas para orientar os candidatos. “Temos vagas para diferentes níveis de escolaridade e perfis profissionais. É fundamental que o trabalhador procure a agência mais próxima, mantenha seu cadastro atualizado e aproveite esse momento positivo do mercado de trabalho no Estado”, concluiu.

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

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