Gugu Bueno entrega dois ônibus para atletas e anuncia novo ginásio no Cascavel Velho

Veículos reforçam o transporte das equipes, enquanto R$ 12 milhões foram liberados para a construção de uma nova estrutura esportiva na região sul

Cascavel vive um novo momento de investimentos no esporte, de acordo com o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado estadual Gugu Bueno (PSD). Nesta sexta-feira (3), foram entregues dois ônibus para o transporte de atletas e anunciado o repasse de R$ 12 milhões para que a Prefeitura apresente o projeto de construção de um novo ginásio no Cascavel Velho, na região sul da cidade.

Segundo o deputado, Cascavel não recebe uma grande estrutura esportiva desse porte há mais de quatro décadas. Os últimos grandes ginásios construídos na cidade foram o da Neva e o São Cristóvão, no início dos anos 1980.

“No começo desta semana, conseguimos junto com o governador Ratinho Junior e com o secretário Giacobo a liberação de R$ 12 milhões. O recurso já está à disposição da Prefeitura de Cascavel para apresentar o projeto da construção do novo ginásio da região sul da nossa cidade. Estamos falando de mais de 40 anos sem a construção de um grande ginásio”, destaca Gugu Bueno.

Além do anúncio do novo ginásio, foram entregues dois ônibus adaptados para o esporte cascavelense. Os veículos somam aproximadamente R$ 2,5 milhões em investimentos, viabilizados por meio de emendas do deputado Gugu Bueno e do deputado federal Sandro Alex.

“Nós sabemos a realidade do dia a dia de um atleta: quantas competições, aquela briga dentro da secretaria, falta ônibus, não tem ônibus. A gente sabe o que isso significa na vida do atleta”, afirmou Gugu Bueno.

A nova frota vai atender equipes que participam de competições no Paraná e em outros estados. Para o prefeito Renato Silva, os veículos representam mais segurança e melhores condições para os atletas.

“Vai ser um transporte seguro, que vai levar a nossa juventude e os nossos esportistas. Hoje nós temos ônibus para viajar pelo Brasil, se for preciso, para representar o município de Cascavel”, afirmou o prefeito.

De acordo com o secretário municipal de Esporte, Alexandre Guerino, o Suco, a demanda por transporte é uma das principais necessidades da pasta, que recebe de 60 a 70 pedidos de deslocamento por mês.

“As modalidades treinam e, quando chega a hora de competir, o município precisa dar esse suporte. Esses ônibus vêm para suprir uma necessidade muito importante da Secretaria”, afirmou Suco.

Gugu Bueno também ressaltou que o fortalecimento do esporte passa por investimento direto. Além dos ônibus e do novo ginásio, o chamamento público destinado às modalidades esportivas teve aumento de 40% em relação ao ano anterior. O pacote inclui ainda R$ 5,5 milhões para a revitalização do Ninho da Cobra e cerca de R$ 1,8 milhão já disponível para a construção de um ginásio exclusivo para o paradesporto.

 

 

 

 

 

Por - Assessoria

Defesa Civil Estadual envia mais ajuda para municípios atingidos por temporais

A Defesa Civil Estadual preparou uma força-tarefa para atender os pedidos de ajuda humanitária para os municípios afetados pelas fortes tempestades com vendaval e granizo que se formaram no Paraná na última semana. De acordo com os dados do Sistema Informatizado de Defesa Civil (SISDC), 29 municípios contabilizaram prejuízos. Os municípios de Marquinho, Candói, Goioxim e Turvo tiveram o decreto de Situação de Emergência homologado pelo Estado.

“Desde as primeiras ocorrências no fim de semana passado as equipes dos Núcleos de Atuação Regional (NAR) estão mobilizadas para prestar assistência e orientação técnicas aos municípios.Tivemos tempestades muito fortes, inclusive com registro de tornado que causaram danos em grandes áreas, com muitas pessoas desalojadas e até desabrigadas. Agora concentramos os esforços para destinar os itens essenciais para assegurar as condições mínimas para o restabelecimento da normalidade”, detalha o coronel Fernando Schunig, coordenador estadual da Defesa Civil.

Situações com queda de granizo e vendavais afetaram mais de 7,3 mil pessoas nas regiões Centro-Sul e Sul. Na manhã desta sexta-feira (3)  três caminhões partiram da central logística em Curitiba com material de apoio para Goioxin e Candói.

Goioxin vai receber 100 cestas básicas, 100 colchões, 100 kits de higiene e 2.100 telhas.

Para Candói, também no Centro-Sul, foram enviadas 300 cestas básicas, 300 colchões, 300 kits dormitório, 300 kits de higiene e 5.200 telhas. No início da semana o município contabilizava 50 pessoas abrigadas num ginásio, Segundo Thainá Matos de Souza, Secretária de Assistência Social, Mulher e Família esse número reduziu para 15 pessoas nesta sexta-feira. Seis localidades foram atingidas, com 90 casas danificadas, 840 pessoas afetadas e 200 desalojadas. “Estamos reconstruindo as casas aos poucos, a nossa prioridade no momento são as famílias com pessoas idosas, com deficiência ou com crianças. Recebemos doações de voluntários, mas os colchões e alimentos para cesta básica já acabaram. Esse auxílio que está chegando vai ajudar bastante”, completa Thainá. 

“Estamos preparados para casos como este. Há dois dias mandamos material para atender Turvo, agora ajudamos Candói e General Carneiro e sábado vamos destinar mais 2.600 telhas para General Carneiro, na região Sul. Marquinho também está finalizando o pedido que será enviado ainda neste fim de semana”, explica o coordenador estadual.

GRANIZO E VENDAVAL - A região Centro-Sul foi a mais atingida, houve registro de granizo em Candói, Cascavel, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Guarapuava, Iguatu, Marquinho, Ponta Grossa, Rio Bonito do Iguaçu, Rio Negro, Salto do Lontra, São Miguel do Iguaçu, Turvo. Os municípios de Araucária, Boa Vista da Aparecida, Guarapuava, Lapa e Quedas do Iguaçu tiveram pontos com alagamento. Vendavais causaram estragos em Barracão, Catanduvas, Laranjeiras do Sul, Roncador, Santa Lúcia, Turvo. Já Guaraniaçu, Prudentópolis, Três Barras do Paraná e Ubiratã registraram fortes enxurradas; em Barracão e Chopinzinho houve deslizamentos de terra e um tornado, escada F2, foi confirmado pelo Simepar em Reserva. 

 

 

 

 

Por - AEN

Estado garante medicamentos e vacinas a todas as regiões do Paraná

Mais do que um depósito central, uma engrenagem vital que não pode parar. O Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde, é o responsável por garantir que a programação, a aquisição e a distribuição de medicamentos, soros e vacinas ocorram de forma efetiva em todo o território paranaense. Desde 2019 até o primeiro semestre de 2026, a unidade registrou a distribuição de 2,57 bilhões de unidades de medicamentos, representando um investimento superior a R$ 14,48 bilhões.

O cotidiano no Cemepar é marcado por uma movimentação intensa e altamente qualificada, com fluxos diários de recebimento e expedição de caminhões. O processo se inicia no agendamento das demandas das 22 Regionais de Saúde, seguido por uma rigorosa triagem e separação técnica. Todo esse trabalho na unidade central reflete diretamente na eficiência das Regionais, que detêm o papel estratégico de redistribuir os medicamentos e insumos para os 399 municípios do Estado.

Para o secretário de Estado da Saúde, César Neves, o montante histórico reflete o papel fundamental da unidade para o adequado funcionamento da logística farmacêutica pública estadual.

“O SUS no Paraná só tem a agilidade que vemos hoje porque temos um coração logístico estruturado e pulsando o tempo todo. O Cemepar não despacha apenas caixas. Ele propicia que o tratamento, a vacina e a cura cheguem com segurança ao cidadão que está lá na ponta, no menor município do Estado”, destacou.

Para que um medicamento saia da Capital e chegue com segurança ao Interior, a infraestrutura tecnológica e de armazenamento do Cemepar entra em ação. É a organização inteligente das rotas aliada ao rigoroso controle térmico que viabiliza essa rede de transporte, conectando o Estado com precisão logística e sustentando a capilaridade do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná.

A complexidade dessa operação é detalhada pela diretora do Cemepar, Margely de Souza Nunes, que ressalta o rigor técnico envolvido na logística. “Alcançar a marca de mais de 2,5 bilhões de itens distribuídos exige uma orquestração impecável de toda a nossa equipe. Trabalhamos com um nível de exigência altíssimo, principalmente no controle de temperatura e no planejamento das rotas, pois sabemos que a vida e o tratamento de um paciente dependem desse medicamento chegando no tempo exato e em condições perfeitas”, explicou.

É exatamente esse rigor operacional que sustenta o atual ritmo acelerado de entregas. Apenas no primeiro semestre de 2026, a unidade já foi responsável por enviar 228,2 milhões de unidades a todas as regiões do Estado, somando mais de R$ 1,28 bilhão aplicados para garantir que os paranaenses tenham acesso contínuo aos tratamentos pelo SUS.

No ano passado, o Cemepar distribuiu mais de 443,8 milhões de unidades de medicamentos. No acumulado entre 2019 e 2024, o esforço logístico da unidade já havia somado 1,9 bilhão de itens distribuídos.

Foi no período da pandemia da Covid-19 que o Cemepar provou sua força operacional atuando ininterruptamente, recebendo as vacinas a qualquer hora do dia ou noite, garantindo a rápida distribuição para a imunização e proteção da população no momento de maior crise sanitária da história recente.

EQUIPE - A dinâmica envolve cerca de 50 profissionais que trabalham diretamente na Central de Abastecimento Farmacêutico, gerenciando diariamente mais de 4 mil volumes – são 2,5 mil produtos em temperatura ambiente e 1,5 mil refrigerados.

Na logística da unidade, um volume refere-se ao agrupamento de medicamentos acondicionados em uma embalagem maior, como uma caixa de transporte ou palete, destinada a um roteiro específico, onde cada unidade é lacrada e identificada para garantir a integridade total do conteúdo até o destino final.

Essa engrenagem operacional é sustentada por uma estrutura de planejamento que abrange todas as fases da assistência farmacêutica. Ao todo, o Cemepar mobiliza 120 profissionais que atuam desde a programação da compra até o envio definitivo. Para que o medicamento chegue ao paciente com a qualidade necessária, uma equipe dedicada assume a responsabilidade pelo planejamento técnico do quantitativo para aquisição ou solicitação junto ao Ministério da Saúde (MS), buscando que o fluxo de abastecimento não seja interrompido.

 

 

 

 

Por - AEN

Aporte de R$ 51 milhões fortalece pesquisa em genômica aplicada ao agronegócio paranaense

Com investimentos superiores a R$ 51 milhões, a Fundação Araucária lançou nesta quinta-feira (02) os Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) Agrogenômica Feijão, Agrogenômica Soja e Microbioma de Solos, além da Rede Multiusuária de Equipamentos em Agrogenômica. A iniciativa conta com a parceria da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e reúne universidades, centros de pesquisa e parceiros do setor produtivo em uma ampla rede de colaboração científica voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para aumentar a produtividade, a sustentabilidade e a competitividade do agronegócio paranaense.

O presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, destacou a importância dos NAPIs como instrumentos de articulação entre ciência e desenvolvimento. “A iniciativa fortalece a integração entre universidades, institutos de pesquisa, governo e setor produtivo, criando condições para que o Paraná continue avançando na geração de soluções inovadoras com impacto direto na economia e na sociedade”, disse.

Os recursos serão destinados ao desenvolvimento de novas tecnologias, geração de conhecimento científico e formação de recursos humanos altamente qualificados para atender as demandas do setor agropecuário. 

“A iniciativa integra diferentes competências científicas e institucionais para acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras capazes de responder aos desafios da agricultura paranaense e ampliar a competitividade do setor”, afirmou o esponsável pela articulação dos NAPIs Agrogenômica, o top manager da Fundação Araucária, Evaldo Ferreira Vilela.

O coordenador de Ciência e Tecnologia da Seti, Ivan Carlos Vicentim, ressaltou a relevância da iniciativa para o fortalecimento das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação voltadas ao agronegócio. "Os NAPIs são um exemplo da sintonia entre a Seti, a Fundação Araucária e as universidades para transformar investimento em conhecimento, inovação e desenvolvimento para o Paraná". 

O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa, destacou que os NAPIs se tornaram uma das principais estratégias de articulação do Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação. “Os NAPIs representam um modelo inovador de cooperação, capaz de conectar pesquisadores, instituições e infraestrutura de pesquisa em torno de desafios estratégicos para o Paraná. Essa integração amplia nossa capacidade de gerar conhecimento, desenvolver soluções tecnológicas e transformar ciência em benefícios concretos para a sociedade”, afirmou.

FEIJÃO - À frente do NAPI Agrogenômica Feijão, a pesquisadora e professora da Universidade Estadual de Maringá Maria Celeste Gonçalves Vidigal explicou que a iniciativa busca acelerar a obtenção de cultivares mais produtivas e resistentes por meio da aplicação de tecnologias genômicas. A iniciativa terá o investimento de R$ 5,5 milhões. “O projeto permitirá selecionar com maior precisão plantas com características agronômicas superiores, contribuindo para a oferta de variedades com elevada produtividade, qualidade de grãos e maior resistência aos principais desafios da cultura”, disse.

SOJA - O coordenador do NAPI Agrogenômica Soja e professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Glauco Vieira Miranda, disse que a iniciativa integra pesquisadores, instituições e tecnologias avançadas para acelerar o desenvolvimento de cultivares mais produtivas e adaptadas às mudanças climáticas. O NAPI contará com o investimento de R$ 12 milhões. “Com o uso de inteligência artificial e dados genômicos, ambientais e de manejo, vamos reduzir o tempo de desenvolvimento de novas variedades, fortalecer a competitividade da soja paranaense e contribuir para uma agricultura mais sustentável e eficiente”.

MICROBIOMA DE SOLOS - Com aporte de R$ 17 milhões, o NAPI Agrogenômica – Microbioma de Solos foi apresentado pela professora Glacy Jaqueline da Silva, da Universidade Paranaense (Unipar). O projeto fará um amplo mapeamento das comunidades microbianas presentes nos solos agrícolas do Paraná, constituindo uma das maiores iniciativas do gênero no Brasil. “O objetivo é compreender como a biodiversidade microbiana influencia a produtividade agrícola, a sustentabilidade ambiental e a saúde dos ecossistemas”, salienta. 

INFRAESTRUTURA COMPARTILHADA – A Rede Multiusuária de Equipamentos, que tem o investimento de R$ 16,5 milhões, dará suporte a todas as etapas dos NAPIs Agrogenômica, desde as análises em campo até o processamento de grandes volumes de dados. “A estrutura reúne equipamentos, laboratórios e servidores que garantem o armazenamento e a análise segura das informações geradas pelos projetos, fortalecendo a capacidade de pesquisa e inovação no Paraná”, explicou a articuladora da rede e professora da UTFPR, Taciane Finatto.

 

 

 

 

 

POr - AEN

Conectividade cresce no Estado e 95,5% dos domicílios do Paraná têm acesso à Internet

No Paraná, 4,31 milhões de domicílios tinham acesso à internet em 2025, o que representa 95,5% dos 4,52 milhões de domicílios do Estado. O número representa um aumento de 1,2 ponto percentual em relação ao ano anterior, quando 94,3% tinham alguma forma de conexão à Internet. São cerca de 11,56 milhões de pessoas com acesso à rede.

Os dados são do Módulo de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A média é semelhante à nacional: no ano passado, havia 76 milhões de domicílios com Internet no Brasil, 95% do total.

A conectividade tem aumentado no Estado ano a ano. Em 2018, eram 82,2% do total de domicílios com acesso à Internet, 13,3 pontos percentuais abaixo do dado mais recente, de 2025. Em 2019, o acesso subiu para 85,8%; para 91,2% em 2021; 92,4% em 2022; 92,8% em 2023, 94,3% em 2024 e 95,5% em 2025.

RURAL - No mês passado, o Governo do Estado anunciou uma parceria com a Vivo para ampliar a cobertura de telefonia móvel e internet no Paraná, especialmente em áreas rurais, rodovias e localidades com pouco ou nenhum acesso à conectividade. A operadora vai investir R$ 192 milhões com a instalação de 411 novas antenas em 74 municípios até o fim de 2027.

A iniciativa faz parte do Programa de Conectividade Rural, coordenado pelo Governo do Estado, que busca ampliar o acesso à internet banda larga e à telefonia móvel em regiões afastadas dos centros urbanos. Com as novas estruturas, produtores rurais, estudantes, moradores de comunidades isoladas e usuários das rodovias paranaenses terão acesso a serviços digitais, educação, telemedicina e outras oportunidades ligadas à economia digital.

TIPOS DE CONEXÃO – Entre os domicílios paranaenses conectados à Internet, 99,8% utilizavam conexão banda larga, um total de 4,3 milhões de domicílios. Além disso, 89,5% tinham acesso à banda larga fixa, 87,9% à banda larga móvel e 77,6% à banda larga fixa e móvel.

Houve um crescimento considerável na porcentagem de domicílios do Estado que se conectavam à Internet usando tanto a banda larga fixa como a móvel: o salto em 2025 foi de 18,2 pontos percentuais em relação a 2018, quando 59,4% dos domicílios eram atendidos. Foram praticamente 1,4 milhão de domicílios a mais com acesso a ambas as formas de conexão, passando de 1,91 milhão de domicílios em 2018 para 3,34 milhões no ano passado.

 

 

 

Por - AEN

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