Cooperado da Cresol de Santa Helena (PR) recebe prêmio de R$ 100 mil da Icatu

Piscicultor foi contemplado no sorteio do seguro de vida Icatu, produto que ele contratou em 2024

O piscicultor Gustavo Alexandre Pivatto, cooperado da Cresol Integração há quase sete anos, recebeu, na sexta-feira, 10 de julho, um prêmio de R$ 100 mil no sorteio do seguro de vida Icatu. A entrega aconteceu na agência da Cresol em Santa Helena (PR) e marcou a segunda contemplação desse valor entregue pela unidade a seus cooperados.

Gustavo contratou o seguro de vida em 2024. No ano passado, ele perdeu o pai e contou que o produto foi importante para a família naquele momento, ajudando a manter o patrimônio conquistado ao longo dos anos. Os sorteios do seguro de vida Icatu acontecem mensalmente e já somam mais de 82 prêmios entregues em todo o país, totalizando mais de R$ 5 milhões. Somente na Cresol Integração, este é o quinto prêmio de R$ 100 mil entregue a cooperados.

O vice-presidente da Cresol Integração, Renato Morais, destacou a importância de estar ao lado dos cooperados nos momentos mais difíceis. "A Cresol Integração fica muito feliz quando seus cooperados são beneficiados com nossos produtos e serviços, mas ficamos ainda mais felizes quando o cooperado recebe a contemplação de um sorteio de um produto contratado no seguro de vida. Agradecemos a confiança depositada em nossa equipe e em nossa cooperativa", afirmou.

O cooperado também comentou a conquista. "Um baita prêmio de R$ 100 mil. Fui sorteado pelo seguro de vida da Cresol e preciso agradecer pela importância desse seguro. Ano passado, perdi meu pai e, graças ao seguro que ele contratou, conseguimos manter nosso patrimônio quando ele não estava mais lá. Agradeço à Cresol por nos acompanhar e por caminharmos sempre juntos", disse Gustavo.

Para o gerente regional da Cresol Integração, Álvaro Freires, o momento reforça o acompanhamento de longo prazo que a cooperativa oferece a seus cooperados. "É uma satisfação acompanhar o dia de hoje. Lembro da primeira visita que fizemos a este cooperado, há sete anos. A família foi crescendo, evoluindo, a propriedade foi se desenvolvendo, e ele conseguiu compreender a necessidade de segurança para ele e para a família", disse.

A gerente da agência de Santa Helena, Ana Raquel Zambom, comemorou a segunda entrega do prêmio na unidade. "É muito gratificante ver que os cooperados de Santa Helena são pé-quente. Ficamos muito felizes em fazer parte da vida e da evolução dos cooperados, apoiando e ajudando a conquistar seus sonhos. Essa parceria com a Icatu nos deixa ainda mais felizes em poder entregar este prêmio", afirmou.

O gerente comercial da Icatu Seguros, Fernando Vila, também participou da entrega e apresentou um balanço da parceria com a Cresol. "Estamos entregando mais um prêmio do seguro de vida Icatu com a Cresol. Já são mais de 82 prêmios entregues, totalizando mais de R$ 5 milhões. Somente na Cresol Integração já foram cinco prêmios de R$ 100 mil cada. Os sorteios acontecem mensalmente", explicou.

Já a assessora de Seguros e Consórcios da Cresol Integração, Andressa Schlidwein, reforçou o papel do seguro de vida na proteção financeira das famílias. "O seguro de vida é uma prova de amor próprio e pela nossa família, com diversos benefícios em vida, o que traz mais tranquilidade financeira quando for utilizado. Além disso, o seguro de vida Icatu tem sorteios semanais de até R$ 100 mil, e temos a felicidade de contemplar nosso cooperado", disse.

 

 

 

 

 

 

Por - Assessoria

Com nova linha de peletização, Primato reinaugura unidade de alimentos para animais em Enéas Marques

Investimento de R$ 16 milhões amplia a capacidade produtiva da unidade e incorpora ao portfólio da cooperativa uma linha de rações micropeletizadas voltada à fase de creche dos suínos

A Primato Cooperativa Agroindustrial reinaugurou na manhã desta terça-feira (14) sua unidade de alimentos para animais em Enéas Marques, no Sudoeste do Paraná, após um investimento de aproximadamente R$ 16 milhões em ampliação e modernização da planta. O evento reuniu cooperados e suinocultores da região, diretoria e conselho de administração da cooperativa, além de autoridades locais.

A unidade foi adquirida pela Primato no início de 2024, quando passou a operar com a produção de rações fareladas. Ao longo de 2025, a cooperativa avançou em um projeto de expansão para viabilizar a instalação de uma peletizadora voltada à produção de rações micropeletizadas, investimento que, segundo o diretor executivo Juliano Millnitz, deve gerar ganho de faturamento e permitir à cooperativa atender um nicho de mercado que antes não fazia parte do seu portfólio.

O que foi ampliado

Segundo Millnitz, a reforma contemplou:
• Nova linha de peletização de ração para suínos, com capacidade de até 15 toneladas por hora;
• Ampliação do barracão de matéria-prima e produto acabado, em 750 m²;
• Ampliação da expedição a granel, que passou de 8 para 20 silos de 18 toneladas cada;
• Ampliação das áreas de apoio, como salas de pesagem, salas administrativas, área de manutenção e sala de operação.

A nova estrutura foi projetada para produzir rações destinadas às dietas fornecidas aos leitões desde a fase de maternidade até o período inicial da creche, etapa decisiva para o desenvolvimento dos animais.

Ganhos comprovados na fase de creche

É justamente sobre essa parcela do plantel, os leitões em fase de creche, que o gerente de pecuária da Primato, William Wesendonck, oferece uma análise detalhada sobre os benefícios da nova linha de produção. “A ração peletizada segue sendo uma das ferramentas mais custo-efetivas para melhorar o desempenho de leitões na fase de creche, entre 7 e 23 kg”, afirma.

“Nas unidades que acompanhamos, a conversão alimentar que girava em torno de 1,45 kg de ração por kg de peso vivo com ração farelada passou para a faixa de 1,30 kg/kg com o uso de ração peletizada”, detalha o gerente de pecuária.

Ele aponta ainda que: “em uma granja que consome, por exemplo, 100 toneladas de ração de creche por lote, essa diferença representa uma economia direta de mais de 10 toneladas de ração por lote, sem contar o ganho no fluxo financeiro.”

Wesendonck explica que os primeiros dias após o desmame, quando o leitão pesa entre 7 e 11 kg, são o período mais crítico da fase de creche, já que o sistema digestivo do animal ainda está em plena adaptação. Por isso, segundo ele, a Primato trabalha com ingredientes de alta qualidade e digestibilidade para produzir rações micro pellets, com diâmetro reduzido, formuladas especificamente para facilitar a apreensão do alimento e estimular o consumo precoce.

“Isso reduz os impactos negativos do pós-desmame e antecipa a curva de ganho de peso. Somente na última fase da creche o diâmetro do pellet é ampliado, acompanhando o desenvolvimento do animal, um ajuste fino que poucos fornecedores fazem”, detalha William.

Principais benefícios da peletização

• Melhor conversão alimentar, devido à gelatinização do amido e à redução do desperdício de ração;
• Maior digestibilidade de proteínas e aminoácidos, em razão da inativação de fatores antinutricionais presentes em ingredientes como o farelo de soja;
• Consumo mais uniforme da dieta, já que cada pellet possui composição homogênea, reduzindo a seletividade dos animais;
• Redução da carga microbiana da ração durante o condicionamento térmico, contribuindo para maior segurança sanitária.

Qualidade de processo é o diferencial

Para Wesendonck, a qualidade física do pellet, sua durabilidade e o baixo percentual de finos, é tão determinante para o resultado final quanto o próprio processo de peletização. "Pellets de baixa qualidade podem anular boa parte do ganho conquistado", alerta.

Por isso, o processo na Primato é monitorado com controle rígido da temperatura de condicionamento, evitando a degradação de aminoácidos e a perda de atividade enzimática, além de acompanhamento contínuo dos índices de durabilidade do pellet, o que garante que o benefício comprovado em laboratório se repita lote após lote no comedouro da propriedade.

Impacto regional e compromisso com o cooperativismo

O gerente da unidade, Ivan da Cruz, destacou o significado da ampliação para a região: "o investimento robustece a estrutura da cooperativa no Sudoeste do Paraná e amplia a capacidade de entrega de um produto de qualidade a quem produz na região, além de fortalecer o vínculo entre a Primato e os suinocultores que dependem diretamente da unidade para o abastecimento de ração."

Encerrando a solenidade de reinauguração, o presidente da Primato, Anderson Léo Sabadin, ressaltou a importância de seguir investindo na região e de manter o cooperado como centro das decisões da cooperativa, destacando que iniciativas como essa expressam o espírito do cooperativismo: gerar desenvolvimento coletivo a partir do fortalecimento de cada produtor associado.

 

 

 

 

Por - Assessoria

Carro sai da pista, bate em árvore e mata mãe e duas filhas, de 4 e 5 anos, no Paraná

Uma mulher de 35 anos e as duas filhas dela, de 4 e 5 anos, morreram em um acidente de carro na BR-369, em Cornélio Procópio, no Norte do Paraná, na tarde de domingo (12). Outras duas pessoas ficaram feridas.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo seguia pela rodovia quando saiu da pista em uma curva e bateu de frente contra uma árvore. 

As identidades das vítimas não foram divulgadas.

Além da mãe e das duas crianças, outras duas pessoas estavam no veículo. Elas foram encaminhadas para a Santa Casa de Cornélio Procópio. O estado de saúde delas não foi informado até a publicação desta reportagem.

De acordo com as informações iniciais da PRF, a família havia saído de Faxinal, no norte do Paraná, e seguia para Sorocaba, no interior de São Paulo.

 

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Corpo de Bombeiros e da concessionária responsável pelo trecho prestaram atendimento no local. A Polícia Científica realizou a perícia, e a PRF vai apurar as causas do acidente.

 

 

 

 

 

Por - G1

Homem usou 'informações íntimas da família' para enganar e extorquir R$ 10 mil da irmã no Paraná, diz polícia

Um homem foi preso em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, suspeito de extorquir R$ 10 mil da própria irmã. De acordo com a Polícia Civil (PC-PR), ele usou "'informações íntimas da família'" e agiu com outras duas pessoas, sendo que uma também foi presa.

A polícia informou que a mulher começou a receber ameaças graves por mensagens de celular. Nelas, os criminosos diziam fazer parte de uma facção criminosa e exigiam R$ 30 mil para não cometerem um atentado contra a família da vítima. Depois, falaram diretamente sobre o neto dela, de seis anos. 

 "Apavorada com o risco de seu neto sofrer atentado, a vítima acabou cumprindo com a exigência dos criminosos", explica o delegado Luís Gustavo Timossi.

Após negociações, os criminosos reduziram o valor para R$ 10 mil. A vítima, então, fez um empréstimo, guardou o dinheiro em uma sacola e entregou aos criminosos no portão de casa.

 

Fuga e prisão

Depois que os suspeitos pegaram o pacote, eles fugiram em um carro.

Com o apoio de imagens de câmeras de segurança e informações de testemunhas, o carro usado pelos criminosos foi identificado e ficou confirmado que os homens seguiram em direção ao Norte do Paraná.

A Polícia Militar (PM-PR) localizou o veículo em um estabelecimento comercial na cidade de Imbaú, a 106 quilômetros de distância de Ponta Grossa.

Dois suspeitos foram presos em flagrante. Entre eles, estava o irmão da vítima, que cumpria pena sob monitoramento de tornozeleira eletrônica.

Também foram recuperados R$ 7,9 mil em espécie e apreendidos dois celulares. Um teste técnico feito na delegacia provou que um dos aparelhos apreendidos era exatamente o celular utilizado para efetuar a extorsão.

O segundo suspeito confessou o crime e confirmou à polícia que o irmão da vítima planejou a ação.

As investigações continuam para identificar o terceiro envolvido no crime.

 

 

 

 

 

Por - G1

Adolescente descobre que mãe encomendou assassinato de mulher

Uma mulher de 41 anos foi presa em Abatiá, no Norte do Paraná, depois que o filho dela, de 16 anos, descobriu que a mãe planejava encomendar o assassinato de uma funcionária da Casa Lar do município.

O jovem procurou a pessoa que seria o alvo e, juntos, realizaram a denúncia.

A prisão preventiva foi realizada nesta sexta-feira (10). O delegado Luís Guilherme Almeida Cerqueira, da Polícia Civil, explicou que o marido da suspeita está em liberdade e também é investigado por participação na tentativa de homicídio.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pela polícia para não identificar o adolescente e a mulher que foi ameaçada. 

Segundo Cerqueira, o crime foi planejado porque a suspeita e o marido perderam a guarda dos três filhos: o adolescente e outras duas crianças, que foram encaminhados à Casa Lar do município.

"As crianças estariam sofrendo maus-tratos, não estariam tendo alimentação adequada, não estariam tendo o ensino adequado e não estariam frequentando a escola. Teria ali a prática de abandono intelectual e maus-tratos", o delegado disse ao explicar o motivo para os pais perderem a guarda dos filhos.

A partir disso, a mulher passou a ter desavenças com as funcionárias do local e a culpá-las pela retirada das crianças.

Mesmo em um local de acolhimento, o adolescente continuou visitando os pais. Em uma das visitas, ele  viu que a mãe estava encomendando o assassinato de uma das funcionárias da Casa Lar.

Ao saber disso, o menino procurou o celular dela e encontrou a conversa entre a mãe e o intermediário - uma pessoa que iria passar as instruções ao assassino. Nela, a mulher dizia à pessoa que gostaria de "apagar uma infeliz do mapa".

Na troca de mensagens, a suspeita explica onde a funcionária deixa o carro e também negocia a data para o pagamento de R$ 3.000 pelo crime: "Vamos deixar para o dia sete, é o dia em que eu recebo", escreveu.

Em seguida, o filho procurou a mulher que seria vítima do homicídio e contou o que havia lido.

 

Investigação encontrou intermediário

Quando o adolescente e a funcionária procuraram a Polícia Civil para fazer a denúncia, as mensagens haviam sido excluídas do celular da suspeita. Apesar da falta de provas, a investigação conseguiu identificar o intermediário que cedeu os prints da conversa.

"O intermediário foi muito colaborativo. [...] Segundo ele, ele estava tratando para ver até onde a investigada chegaria, se ela realmente pagaria. E, assim, segundo ele, ele levaria em seguida essa informação para a Polícia Civil", o delegado conttou.

A pessoa que estava conversando com a mulher não foi presa. A partir das informações dela, a polícia conseguiu apurar o crime e solicitar a prisão da mulher.

Cerqueira informou que o inquérito está na fase final. Em seguida, será encaminhado ao Ministério Público do Paraná.

 

 

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