Uma nova frente fria começa a mudar o tempo no Paraná nesta semana. De acordo com a meteorologista Bianca de Angelo, do Simepar, uma área de baixa pressão formada próximo à costa da Argentina favorece o retorno das instabilidades e da chuva, principalmente na metade sul do Estado.
Nesta segunda-feira (6), a chuva deve ocorrer de forma persistente nas regiões sul, sudoeste e centro-sul, com volumes entre fracos e moderados. Já na metade norte, a previsão é de pancadas isoladas, enquanto as temperaturas seguem mais elevadas. No Oeste e Sudoeste, os efeitos da massa de ar frio já começam a ser sentidos, e as máximas não devem passar dos 13°C a 16°C.
Na terça-feira (7), a área de baixa pressão perde força ao se afastar para o oceano, mas a entrada de uma massa de ar polar passa a ser o principal destaque. Ainda há previsão de chuva fraca entre a metade norte, a Serra do Mar e o Litoral, porém as temperaturas começam a cair de forma mais acentuada em todo o Estado.
O frio deve atingir o pico na madrugada de quarta-feira (8). A previsão indica temperaturas negativas na região de Palmas, com condições favoráveis para a formação de geada de intensidade moderada entre Palmas e União da Vitória. Durante a tarde, o predomínio do sol ajuda a elevar as temperaturas, que voltam a superar os 16°C em todas as regiões.
Na quinta-feira (9), as manhãs continuam frias, mas sem previsão de temperaturas negativas. À tarde, o calor retorna principalmente ao noroeste do Paraná, onde cidades como Icaraíma e Umuarama podem registrar máximas acima dos 27°C.
Já na sexta-feira (10), uma nova área de instabilidade deve provocar chuvas pontuais no Oeste do Estado. Mesmo com a volta da chuva, o padrão de tempo permanece típico do inverno, com amanheceres frios e tardes mais quentes, especialmente no noroeste, onde os termômetros podem ultrapassar os 30°C.
Por - Catve
A Caixa Econômica Federal liberou o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por calamidade para moradores de Iporã, no Noroeste do Paraná. A liberação foi autorizada após a cidade ser atingida por fortes chuvas em junho deste ano.
Conforme a Caixa, os trabalhadores podem retirar até R$ 6,2 mil por conta vinculada, limitado ao saldo disponível.
A solicitação pode ser feita por meio do aplicativo FGTS da Caixa. Veja como fazer abaixo.
Segundo a Caixa, para sacar é necessário ter saldo na conta do FGTS e não ter realizado saque calamidade em período inferior a 12 meses.
Em Iporã, os moradores cujos endereços foram identificados pela Defesa Civil podem realizar o saque até o dia 30 de setembro de 2026. Veja outras cidades em que o saque foi liberado:
- Antonina: moradores podem sacar até dia 26 de julho;
- Espigão Alto do Iguaçu: moradores podem sacar até dia 6 de agosto;
- Guaraniaçu: moradores podem sacar até dia 11 de agosto;
- Guaraqueçaba: moradores podem sacar até dia 4 de agosto;
- Iporã: moradores podem sacar até dia 30 de setembro;
- Moreira Sales: moradores podem sacar até dia 8 de setembro;
- Palmital: moradores podem sacar até dia 11 de agosto;
- Quedas do Iguaçu: moradores podem sacar até dia 6 de agosto;
- Rio Bonito do Iguaçu: moradores podem sacar até dia 12 de agosto;
- Terra Rica: moradores podem sacar até dia 8 de setembro.
Para solicitar o saque calamidade por meio do aplicativo FGTS, é necessário seguir os seguintes passos:
- Clique no card “Solicitar seu saque 100% digital” ou no menu inferior “Saques”.
- Selecione “Solicitar saque”;
- Clique em “Calamidade pública”;
- Realize o procedimento de segurança, informando login e senha, caso seja necessário;
- Leia sobre as condições e documentos necessários ao saque e clique em “Solicitar Saque”;
- Informe o nome do município e selecione-o na lista;
- Selecione o tipo do comprovante de endereço e digite o CEP e número da residência;
- Escolha uma das opções para receber seu FGTS: crédito em conta bancária de qualquer instituição ou saque presencial;
- Encaminhe os seguintes documentos: documento de identidade e comprovante de residência em nome do trabalhador, emitido até 120 dias antes da decretação de calamidade;
- Tire uma foto de rosto segurando o documento de identificação;
- Confira os documentos anexados e confirme.
A solicitação será analisada pela Caixa e, caso tudo esteja correto, o valor será creditado na conta do trabalhador. Durante o cadastro, é possível indicar uma conta da Caixa ou de outra instituição financeira para receber os valores, sem nenhum custo.
Por - G1
Um cachorro da raça Golden Retriever está sendo usado para apoiar vítimas de violência em audiências no Fórum Estadual de Justiça de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.
A intenção é levar conforto e acalmar crianças, adolescentes e mulheres durante relatos de situações traumáticas.
O "Teddy" vai uma vez por semana ao local para participar das audiências e, por ter horário fixo de "trabalho", ganhou até mesmo um crachá que indica o seu cargo de "cão de assistência judiciária".
Para a juíza Noeli Reback, que é diretora do Fórum de Ponta Grossa e titular da Vara da Infância e Juventude, a presença do animal é uma forma de humanizar o atendimento para que, além do resultado prático da sentença, as pessoas que foram alvo de crimes se sintam acolhidas, recepcionadas e menos vitimizadas.
"Já é traumática a história que será contada, o que precisa ser melhor esclarecido dentro do processo; o fato de estar dentro do fórum, estar em juízo prestando depoimento, naturalmente já tem um estresse. E por serem vítimas vulneráveis, geralmente de delitos sexuais, violentos, esta situação é mais traumática. Então o que o Teddy faz é 'minorar'. É, de alguma maneira, descontrair e levar leveza a essa pessoa, essa menina, esse menino que venha prestar depoimento".
A ideia surgiu do tutor do animal, Renato Aparecido Borges, que é advogado. Ele conta que, atualmente, o cachorro tem um ano de idade, mas que começou o trabalho ainda filhote, aos três meses.
"A juíza já deixa uma cadeira ao lado da vítima para o Teddy. Teve uma situação em que a moça sofreu uma agressão e, infelizmente, o companheiro também agrediu o cachorro que ela tinha. Quando o Teddy estava ao lado dela, ela começou a chorar, o Teddy a abraçou e ela também o abraçou, foi muito emocionante, então a gente percebe a diferença que faz quando ele está presente”, conta.
E o cachorro também faz sucesso fora das audiências: ele participa de ações especiais, como com crianças que estão disponíveis no sistema de adoção, e se tornou uma celebridade entre os funcionários do Fórum.
"Ele é bem requisitado por todos, e não somente nas audiências" Onde o Teddy passa, para o fórum; o pessoal sai das salas [funcionários], então não é só um cão de assistência nas audiências, mas é para todos do fórum", conta ele.
Por G1
Três apostas feitas no Paraná acertaram cinco números no concurso 3027 da Mega-Sena.
O sorteio aconteceu na noite de sábado (04).
Foram dois jogos simples e um na modalidade bolão. Os vencedores levaram prêmios que variam entre R$ 45,4 mil e R$ 90,8 mil.
Os números sorteados foram: 06 - 15 - 16 - 24 - 34 - 47.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas e o prêmio acumulou em R$ 38 milhões para o próximo concurso, que será realizado na terça-feira (7).
As apostas que acertaram a quina no Paraná foram feitas nas seguintes cidades:
- Bom Sucesso: aposta simples com seis números. Levou R$ 45.413,55;
- Londrina: aposta simples com sete números. Levou R$ 90.827,10;
- Toledo: bolão de sete números. Levou R$ 90.827,10.
Veja total de premiados no sorteio:
- 6 acertos: não houve ganhadores
- 5 acertos: 44 apostas ganhadoras, com prêmios de R$ 45.413,55
- 4 acertos: 3.304 apostas ganhadoras, com prêmios de R$ 996,89
A Mega-Sena tem três sorteios semanais: às terças, às quintas e aos sábados, às 21h.
É possível apostar em qualquer lotérica do país ou pela internet, no internet banking da Caixa Econômica Federal ou no site ou app das Loterias Caixa, que podem ser acessados por celular, computador ou outros dispositivos.
Para concorrer, é necessário ter mais de 18 anos de idade.
A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 6. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e mais chances de faturar.
Veículos reforçam o transporte das equipes, enquanto R$ 12 milhões foram liberados para a construção de uma nova estrutura esportiva na região sul
Cascavel vive um novo momento de investimentos no esporte, de acordo com o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado estadual Gugu Bueno (PSD). Nesta sexta-feira (3), foram entregues dois ônibus para o transporte de atletas e anunciado o repasse de R$ 12 milhões para que a Prefeitura apresente o projeto de construção de um novo ginásio no Cascavel Velho, na região sul da cidade.
Segundo o deputado, Cascavel não recebe uma grande estrutura esportiva desse porte há mais de quatro décadas. Os últimos grandes ginásios construídos na cidade foram o da Neva e o São Cristóvão, no início dos anos 1980.
“No começo desta semana, conseguimos junto com o governador Ratinho Junior e com o secretário Giacobo a liberação de R$ 12 milhões. O recurso já está à disposição da Prefeitura de Cascavel para apresentar o projeto da construção do novo ginásio da região sul da nossa cidade. Estamos falando de mais de 40 anos sem a construção de um grande ginásio”, destaca Gugu Bueno.
Além do anúncio do novo ginásio, foram entregues dois ônibus adaptados para o esporte cascavelense. Os veículos somam aproximadamente R$ 2,5 milhões em investimentos, viabilizados por meio de emendas do deputado Gugu Bueno e do deputado federal Sandro Alex.
“Nós sabemos a realidade do dia a dia de um atleta: quantas competições, aquela briga dentro da secretaria, falta ônibus, não tem ônibus. A gente sabe o que isso significa na vida do atleta”, afirmou Gugu Bueno.
A nova frota vai atender equipes que participam de competições no Paraná e em outros estados. Para o prefeito Renato Silva, os veículos representam mais segurança e melhores condições para os atletas.
“Vai ser um transporte seguro, que vai levar a nossa juventude e os nossos esportistas. Hoje nós temos ônibus para viajar pelo Brasil, se for preciso, para representar o município de Cascavel”, afirmou o prefeito.
De acordo com o secretário municipal de Esporte, Alexandre Guerino, o Suco, a demanda por transporte é uma das principais necessidades da pasta, que recebe de 60 a 70 pedidos de deslocamento por mês.
“As modalidades treinam e, quando chega a hora de competir, o município precisa dar esse suporte. Esses ônibus vêm para suprir uma necessidade muito importante da Secretaria”, afirmou Suco.
Gugu Bueno também ressaltou que o fortalecimento do esporte passa por investimento direto. Além dos ônibus e do novo ginásio, o chamamento público destinado às modalidades esportivas teve aumento de 40% em relação ao ano anterior. O pacote inclui ainda R$ 5,5 milhões para a revitalização do Ninho da Cobra e cerca de R$ 1,8 milhão já disponível para a construção de um ginásio exclusivo para o paradesporto.
Por - Assessoria
O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, é a engrenagem que mantém o coração da rede hospitalar paranaense batendo. Para garantir que essa estrutura vital opere de forma ininterrupta, o Governo do Estado fez investimentos contínuos que consolidaram uma rede de excelência e impulsionaram recordes históricos de solidariedade. Desde 2019 até junho de 2026, os aportes na modernização e no custeio do chamado Ciclo do Sangue atingiram R$ 278,9 milhões, sendo R$ 45,6 milhões já executados apenas no primeiro semestre deste ano.
Hoje, a Hemorrede atende 384 hospitais e dá suporte a 96,6% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. Para manter essa estrutura funcionando, são enviados diariamente cerca de 700 hemocomponentes para as unidades parceiras, garantindo cirurgias eletivas, atendimentos de urgência, emergências e tratamentos crônicos.
O secretário de Estado da Saúde, César Neves, afirma que o volume contínuo de aportes reflete a prioridade da gestão em garantir a retaguarda de todos os hospitais paranaenses.
"O Hemepar é a espinha dorsal da nossa alta complexidade. Quando investimos no Ciclo do Sangue, não estamos apenas comprando equipamentos de ponta ou modernizando a infraestrutura, mas garantindo que nenhuma cirurgia seja cancelada por falta de bolsas de sangue. É o Governo do Estado fazendo a sua parte estrutural para honrar e dar total segurança à solidariedade do povo paranaense", disse.
A grande força desse sistema está na sua integração estadual. O engajamento dos voluntários beneficia diretamente todas as regiões, pois o sangue coletado não fica restrito à cidade de origem, sendo distribuído estrategicamente conforme a necessidade assistencial. Na prática, uma doação feita em Curitiba, ou em qualquer outra unidade do Estado, pode salvar a vida de um paciente internado a centenas de quilômetros de distância, assegurando que ninguém fique desassistido.
SEGURANÇA E INOVAÇÃO - Uma análise detalhada da execução orçamentária revela que os investimentos da Secretaria da Saúde cobrem o processo de ponta a ponta: do atendimento ao voluntário até a conservação minuciosa do sangue.
A integridade das bolsas depende da estabilidade térmica. Por isso, o Estado tem empenhado recursos na aquisição de freezeres científicos de baixíssima temperatura (-80°C e -30°C) e refrigeradores de alta performance. Para garantir que não haja falhas, o armazenamento conta com sistemas automatizados de telemetria (como o Sensorweb), que fazem o monitoramento remoto 24 horas por dia de todas as câmaras frias e unidades condensadoras.
No parque tecnológico laboratorial, o modelo de gestão aposta na inovação contínua. Para evitar os custos com a obsolescência de máquinas, o Hemepar mantém contratos de locação automatizada, garantindo equipamentos multiparamétricos de alta performance para testes de sorologia (quimioluminescência), coagulação e hemostasia. Além disso, a manutenção preventiva, corretiva e a calibração periódica dos sistemas asseguram que nenhum equipamento sofra desvios.
CUIDADOS COM O DOADOR - Se a tecnologia de ponta garante a segurança transfusional, o início de todo o processo depende do bem-estar dos voluntários. Para oferecer mais conforto a quem salva vidas, os recursos também são aplicados na modernização contínua do mobiliário clínico, incluindo a renovação e manutenção de cadeiras de coleta automatizadas e ergonômicas.
A recuperação pós-doação também recebe atenção permanente. O Hemepar mantém um fluxo ininterrupto de aquisição e distribuição de kits nutricionais compostos por lanches, sucos e leite integral, assegurando o cuidado completo com o doador em todas as unidades da rede espalhadas pelo Paraná.
A diretora do Hemepar, Vivian Raksa, diz que os recordes recentes de coleta são a resposta direta à união entre humanização no atendimento e tecnologia laboratorial. Segundo ela, o objetivo sempre foi oferecer a melhor experiência possível para quem dedica seu tempo a salvar vidas. Quando o doador encontra uma estrutura acolhedora e moderna, ele se sente seguro para retornar.
“Nós aliamos esse cuidado humano a um parque tecnológico de excelência, o que garante que o sangue doado chegue com qualidade impecável aos hospitais. Ver as doações crescendo ano após ano é a maior prova de que a população confia no nosso trabalho", afirmou.
E é justamente essa junção de cuidado estrutural e solidariedade que tem impulsionado um crescimento constante e histórico nas doações, comprovando a eficiência do atendimento. Como reflexo direto desse engajamento, o Paraná encerrou 2025 com o melhor desempenho dos últimos três anos, contabilizando 214.377 bolsas de sangue coletadas.
O volume representa um salto de quase 15% na produtividade estadual quando se observa a linha do tempo recente: o Estado saltou de 187.128 bolsas arrecadadas em 2023 para 203.925 em 2024, até atingir o pico no ano passado. E o ritmo solidário segue em alta em 2026. Até o momento, a Hemorrede já contabilizou mais de 87 mil bolsas de sangue, um volume 3% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano passado, indicando que a conscientização do paranaense cresce ano após ano.
QUEM PODE DOAR – Para doar é necessário ter entre 16 e 69 anos completos, sendo que os menores de idade precisam obrigatoriamente de autorização formal e da presença do responsável legal. O voluntário também deve pesar no mínimo 50 quilos, estar bem descansado, alimentado e devidamente hidratado, lembrando de evitar qualquer tipo de alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem o procedimento.
A frequência das coletas também deve respeitar prazos de recuperação biológica, permitindo que os homens doem a cada dois meses (com um limite máximo de quatro vezes ao ano) e as mulheres a cada três meses (respeitando o teto de três doações anuais). No momento do atendimento, é obrigatório apresentar um documento oficial de identidade com foto, como carteira de identidade (RG), carteira de conselho profissional, carteira de trabalho, passaporte ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Mais informações sobre as condições de doação, locais de coleta e agendamento prévio podem ser consultadas diretamente na página do Hemepar.
Por -AEN


























