O Governo do Paraná inaugurou nesta quarta-feira (21) a Base Operacional do projeto Polícia de Fronteira em Ribeirão Claro, no Norte do Estado, próximo à divisa com São Paulo. A estrutura vai reforçar o enfrentamento ao crime organizado, ao tráfico e ao contrabando, ampliando a presença das forças de segurança do Paraná nas regiões que fazem limite com outros estados e países.
A iniciativa faz parte de um projeto que prevê a instalação de 11 bases operacionais físicas e sistemas de informação integrados para permitir atuação conjunta da Polícia Militar do Paraná, Polícia Civil do Paraná e guardas municipais. A estratégia combina tecnologia, inteligência policial e patrulhamento especializado. As estruturas contam com viaturas RAM 3500, armamento de maior calibre, como fuzis, e interoperabilidade entre bases de dados, incluindo as câmeras do programa Olho Vivo, o que aumenta a capacidade de resposta imediata em flagrantes e operações.
Durante a inauguração, o secretário da Segurança Pública, Hudson Teixeira, destacou que a criação das bases decorre de um diagnóstico aprofundado do cenário criminal e de uma solicitação do governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O objetivo é fazer a proteção não só das nossas fronteiras, como das divisas do nosso Estado com o Sul e Sudeste. O objetivo é combate rigoroso ao crime organizado, coibindo o tráfico de drogas, o tráfico de armas e o contrabando”, detalhou.
O secretário explicou ainda que cada base receberá investimento de R$ 5 milhões, incluindo estrutura, fuzis, cães de faro e veículos como os Dodge RAM. “Teremos o reforço do efetivo policial, com a autorização para contratação de mais 4 mil policiais militares, que irão atuar em todo o Paraná e nas novas bases que serão lançadas ao longo de 2026 e 2027”, afirmou.
A base de Ribeirão Claro é a primeira a entrar em operação. Outras unidades estão em construção em Sengés, Porecatu, Itaguajé, Querência do Norte, Diamante do Norte, Icaraíma, Santa Helena, Capanema, Vitorino e Campo do Tenente. A proposta é criar uma malha de proteção terrestre, náutica e aérea para ampliar o monitoramento das fronteiras e divisas do Paraná.
Além da apreensão de armas e drogas, o projeto tem foco em crimes transfronteiriços. Em 2025, por exemplo, as forças de segurança do Estado lideraram as apreensões de drogas no País, com 566 toneladas, resultado da proximidade com o Paraguai e da intensificação das ações coordenadas nas rotas utilizadas pelo tráfico.
Segundo o comandante do Batalhão de Polícia Militar de Fronteira, tenente-coronel Edilson Martins do Prado, nos últimos anos o Paraná tem passado por uma verdadeira transformação na segurança pública. “No policiamento de fronteira tivemos avanços consideráveis e as bases estratégicas vão ser um apoio às demais instituições e se somar à logística das demais forças. Aqui estamos preocupados com o controle de acesso, com a proteção, a segurança das pessoas e patrimônios, gerando efeitos positivos também nas demais regiões e no País”, refletiu.
O prefeito de Ribeirão Claro, Lisandro Baggio, comemorou a instalação da primeira unidade no município. “Essa base contempla não somente Ribeirão Claro, como toda a macro região do Norte Pioneiro. Ela vai atender todas as fronteiras e divisas no combate ao crime organizado, ao narcotráfico, trazendo maior prosperidade para toda a população aqui da nossa região”, analisou.
PARANÁ SEGURO – O lançamento da primeira base da Polícia de Fronteira aconteceu no mesmo dia em que o Ministério da Justiça e Segurança Pública atualizou o relatório do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública. O documento aponta que o Paraná teve redução de 24% no número de mortes violentas em 2025, o segundo melhor resultado do País.
O mesmo relatório revela que os casos de feminicídios caíram 20% no Paraná, resultado direto das políticas públicas implantadas pelo governo estadual, como o programa Mulher Segura, que fortalece a presença das forças de segurança nas comunidades, com ações educativas e patrulhas com visitas às mulheres.
Por AEN
O Paraná soma, neste ano, 10.846 vagas em cursos de graduação pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), plataforma do Ministério da Educação (MEC) para o ingresso de estudantes em instituições de ensino superior públicas federais e estaduais. Essas vagas estão disponíveis em câmpus da capital, Curitiba, e de outras 44 cidades do Interior do Estado. Desse total, 3.280 vagas são ofertadas para 355 cursos de seis universidades mantidas pelo Governo do Estado, entre bacharelados, licenciaturas e tecnológicos.
As inscrições são gratuitas e vão até esta sexta-feira (23), e devem ser feitas pela Internet. Depois desse período, os candidatos selecionados na chamada regular serão divulgados em 29 de janeiro, com matrícula prevista para o dia 2 de fevereiro. Quem não for classificado nessa etapa poderá manifestar interesse na lista de espera entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro, com convocações a partir de 11 de fevereiro.
Nesta edição do Sisu, os candidatos são classificados com base no desempenho obtido no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2023, 2024 e 2025, com possibilidade de escolher até duas opções de curso e de concorrer às vagas por meio de cotas sociais, raciais e para pessoas com deficiência. O sistema seleciona automaticamente a melhor nota média ponderada e, em caso de empate, a maior nota em uma das disciplinas com mais peso para o curso escolhido. O estudante não pode ter zerado a redação.
VAGAS NA REDE ESTADUAL – A Universidade Estadual do Paraná (Unespar) oferece 852 vagas para 74 cursos nos câmpus de Curitiba, Apucarana, Campo Mourão, Paranaguá, Paranavaí e União da Vitória. Nesse quantitativo estão 50 vagas para Ciências Contábeis em Paranavaí; 35 para Turismo e Negócios em Apucarana; 32 para Ciências Econômicas em Campo Mourão; 30 para Cinema e Audiovisual em Curitiba; e 16 para Engenharia de Produção em Paranaguá.
A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) tem 615 vagas para 51 cursos em Guarapuava, Irati, Chopinzinho, Coronel Vivida e Prudentópolis, com destaque para Turismo em Irati, com 29 vagas; Matemática Aplicada e Computacional em Guarapuava, com 26 oportunidades; Pedagogia em Chopinzinho e em Coronel Vivida, com 23 vagas cada.
Já a Universidade Estadual de Londrina (UEL) participa com 563 vagas em 51 cursos, incluindo 40 vagas para Ciências Econômicas; 20 para Psicologia; e 20 para Secretariado Executivo.
A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) oferta 545 vagas em 67 cursos, distribuídos pelos câmpus de Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon e Toledo. Entre os exemplos estão 15 vagas para Educação Física em Marechal Cândido Rondon; 11 para Administração em Cascavel; 11 para Ciências Econômicas em Francisco Beltrão; dez para Ciências Contábeis em Foz do Iguaçu; e 18 para Medicina, sendo nove em Cascavel e nove em Francisco Beltrão.
A Universidade Estadual de Maringá (UEM) disponibiliza 379 vagas em 84 cursos, nos câmpus de Maringá, Ivaiporã, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê e Umuarama. Dentre elas, há dez vagas para Agronomia; nove para Engenharia Civil; nove para Engenharia Química e quatro vagas para Medicina, todas em Maringá.
A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) completa o grupo com 326 vagas em 28 cursos em Bandeirantes, Cornélio Procópio e Jacarezinho, com destaque para as 20 vagas em Ciência da Computação no câmpus em Bandeirantes.
OUTRAS OFERTAS – Além das seis estaduais, também participam do Sisu 2026 a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), com 4.650 vagas; a Universidade Federal do Paraná (UFPR), com 1.294; a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), com 708 vagas; a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), com 665 vagas; o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná (IFPR), com 209 vagas; e a Faculdade Municipal de Educação e Meio Ambiente (Fama), com 40 vagas.
Serviço:
Inscrições: até 23 de janeiro (AQUI)
Resultado da Chamada Regular: 29 de janeiro
Matrículas: 2 de fevereiro
Participar da lista de espera: entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro
Convocação de candidatos em lista de espera: 11 de fevereiro
Por AEN
O número de feminicídios caiu 20,2% no Paraná em 2025, de acordo com o relatório do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), atualizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública nesta quarta-feira (21). Foram 87 casos no ano passado, contra 109 em 2024. O Paraná registrou taxa de 0,73/100 mil habitantes em 2025, uma das menores do Brasil ao lado de São Paulo, Amazonas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Norte.
Esse é um dos indicadores que ajudaram na queda de 24% de mortes violentas no Paraná ano passado. O Estado teve o segundo melhor resultado do Brasil nesse indicador, ao lado de Rio Grande do Sul e atrás apenas do Mato Grosso do Sul (-28%). Foram 1.343 casos em 2025, contra 1.770 em 2024. Com isso, o Estado também chegou na menor taxa de mortes violentas da história por 100 mil habitantes, com apenas 11,29/100 mil.
Alguns dos motivos passam pela expansão do programa Mulher Segura, que reforça a presença do Estado nas comunidades e o compromisso com a proteção das mulheres. Ele atua por meio de conscientização, proteção e mitigação de riscos por meio de palestras e visitas de patrulhas policiais às mulheres nas comunidades. A Patrulha Maria da Penha, da PMPR, é a responsável pelas visitas às comunidades para o contato direto com as mulheres.
O Governo do Paraná também já disponibilizou para a Justiça Estadual um projeto pioneiro de Monitoração Eletrônica Simultânea (MES) para evitar novos casos. Por meio do monitoramento em tempo real da localização da vítima e de seu agressor, as forças de segurança realizam as ações necessárias para preservar a vida da mulher e a prisão do autor da violência em caso de descumprimento da medida protetiva.
O novo sistema é capaz de monitorar simultaneamente e em tempo real a mulher que está com medida protetiva de urgência expedida pelo Poder Judiciário e o respectivo agressor. Entre os recursos do programa está a emissão de alertas rápidos para facilitar eventuais intervenções das forças de segurança, quando necessárias, aumentando a segurança das mulheres que convivem com essa situação.
A Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) também está desenvolvendo uma ferramenta tecnológica inédita no País para mapear as probabilidades de mulheres que já foram vítimas de violência doméstica voltarem a serem agredidas. O Algoritmo de Revitimização de Violência Doméstica, um levantamento de inteligência artificial que cruza dados de Boletins de Ocorrência Unificados de 2010 a 2023, subsidiará no futuro ações preventivas mais efetivas das polícias paranaenses para evitar novas agressões e salvar vidas.
Serão analisados mais de 15 milhões de informações em boletins de ocorrências e no Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para chegar ao resultado que será apresentado em um dashboard com o mapeamento de fatores que apontam maiores probabilidades de novas agressões a mulheres.
O Estado ainda tem diversas frentes no combate à violência contra a mulher. A Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi) atua tanto no enfrentamento à violência contra a mulher por meio de ações de prevenção, articulação institucional, quanto no acolhimento às vítimas, em parceria com municípios e órgãos da rede de proteção.
"Há uma articulação grande entre homens e mulheres, poder público e iniciativa privada para chegar neste resultado. Essa redução não é acaso e nem ação isolada, mas fruto de uma política pública estruturada. Com menos feminicídios e mais vidas preservadas, o Paraná prova que é possível mudar. Respeitar mulheres é dever da sociedade, do homem, e enfrentar a violência contra as mulheres é compromisso de todos nós", afirma a secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte.
Na prevenção, a Semipi desenvolve campanhas, ações educativas e apoio ao planejamento municipal de políticas públicas, incentivando a atuação integrada dos serviços locais. A secretaria também atua na promoção do Selo ABNT Práticas Antiviolência contra as Mulheres, iniciativa voltada a orientar organizações públicas e privadas na adoção de protocolos de prevenção, acolhimento e encaminhamento de situações de violência no ambiente institucional e de trabalho.
No acolhimento, a Semipi coordena o Programa Recomeço, que reúne o Auxílio Social da Mulher Paranaense, as Casas de Acolhimento Regionalizado e ações de apoio à autonomia econômica, por meio da Casa da Mulher Paranaense e do incentivo à empregabilidade, como estratégia para o rompimento do ciclo da violência. Esse auxílio é um benefício destinado para mulheres inseridas na rede de atendimento de meio salário-mínimo, com acréscimos para gestantes, lactantes, mães de crianças de 0 a 6 anos e mulheres com dependentes com deficiência.
Por AEN
O Paraná teve uma redução de 24% no número de mortes violentas em 2025, de acordo com o relatório do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), atualizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública nesta quarta-feira (21). É o segundo melhor resultado do Brasil, ao lado de Rio Grande do Sul e atrás apenas do Mato Grosso do Sul (-28%). Foram 1.343 casos em 2025, contra 1.770 em 2024. Com isso, o Estado também chegou na menor taxa de mortes violentas da história por 100 mil habitantes, com apenas 11,29/100 mil.
Os dados do governo federal englobam homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e feminicídios e corroboram o levantamento da Secretaria da Segurança Pública, que até o penúltimo trimestre do ano passado já apontava menor número absoluto de homicídios da história do Paraná.
Apenas em relação a feminicídios, a queda foi de 20%, com 87 casos em 2025, contra 109 em 2024. Outra queda relevante foi em homicídios dolosos, de 24,9% (de 1.554 em 2024 para 1.167 em 2025). Os latrocínios também caíram de 46 para 44, queda de 4,3%. E as lesões corporais seguidas de morte passaram de 61 para 45, redução de 26,2%.
De acordo com o levantamento nacional, o Paraná chegou em 2025 na sexta menor taxa de mortes violentas da história por 100 mil habitantes do Brasil. O índice é de 11,29/100 mil, atrás apenas de São Paulo (5,44), Santa Catarina (6,38), Distrito Federal (8,88), Rio Grande do Sul (10,39) e Goiás (11,27). A média nacional é de 15,97.
Esse é o menor indicador da série registrada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública através do Sinesp. Em 2024 o indicador do Paraná era de 14,97, em 2023, 16,35, em 2022, 18,11, em 2021, 17,14, em 2020, 18,21, em 2019, 16,84, em 2018, 18,26, e em 2017, 20,56. A queda quase atingiu dez pontos percentuais em nove anos.
A taxa de homicídios do Paraná também entrou pela primeira vez abaixo de 10, fechando 2025 com 9,81. Em 2024 ela era de 13,14.
"Modernizamos e integramos o trabalho e infraestrutura das nossas forças de segurança nos últimos anos e estamos colhendo resultados. Estamos quebrando recordes de baixa criminalidade de maneira consistente, que mostram o enfraquecimento da criminalidade no Estado como nunca se viu, trazendo como consequência um convívio mais seguro para a nossa sociedade", afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.
DADOS NACIONAIS – De maneira geral, o Brasil também registrou queda nos assassinatos, mas num indicador abaixo, de 11%: foram 34.086 casos de mortes violentas em 2025, contra 38.374 em 2024. O recorde registrado na série histórica do País é de 2017, com mais de 60 mil assassinatos.
Regionalmente, o Sul liderou a queda de homicídios no Brasil, com 22% (de 3.935 mortes violentas em 2024 para 3.055 em 2025). Os Centro Oeste: -18% (de 2.682 para 2.204); e o Norte: - 11% (de 4.304 para 3.829) ajudaram a puxar os números para baixo.
NOVOS INVESTIMENTOS – Para dar sequência nessa evolução o Governo do Paraná aposta em novos investimentos. Um deles é o programa Olho Vivo, que prevê a instalação de 26 mil câmeras inteligentes em todas as cidades para análise automática e cruzamento de dados. Além disso, começa a implementar em 2026 o Polícia de Fronteira, que prevê 11 novas bases em cidades com fronteira e divisa para combate ostensivo ao tráfico de drogas e armas.
Por AEN
Um caminhão carregado com cerveja pegou fogo na manhã desta quarta-feira (21) no km 668 da BR-376, em Guaratuba, no Litoral do Paraná.
ASSISTA AO VIDEO DO INCÊNDIO AQUI
O incêndio ocorreu na Curva da Santa, pista sentido Santa Catarina, e provocou a interdição total da rodovia por cerca de duas horas, gerando um congestionamento de até 15 quilômetros.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a concessionária Arteris Litoral Sul, as chamas começaram por volta das 6h25. O motorista, que não se feriu, relatou aos bombeiros que ouviu um estouro enquanto descia a serra, seguido pela desativação do veículo e pelo surgimento de fumaça na parte inferior da cabine.
O 16º Batalhão de Bombeiros Militar (com equipes de Garuva-SC) atendeu a ocorrência. Apenas o caminhão foi consumido pelo fogo; a carreta com a carga de cerveja foi preservada. Os bombeiros usaram 2.500 litros de água e 3.000 litros de Líquido Gerador de Espuma (LGE) para apagar as chamas.
Imagens registradas no local mostraram que parte da carga de cerveja foi saqueada por pessoas que passaram pela rodovia durante a interdição. A PRF informou que investiga o saque e, até o momento, ninguém foi detido.
Por volta das 8h, o trânsito foi liberado em uma faixa, aliviando gradualmente o engarrafamento. A pista foi totalmente reaberta após a remoção dos veículos e a conclusão dos trabalhos.
As causas do incêndio ainda serão apuradas pela PRF e pela concessionária. O caso também deve ser investigado quanto ao saque da carga, que configura crime de apropriação indébita.
Uma jovem de 19 anos sofreu ferimentos após pular de um carro em movimento com o filho de um ano no colo, na tarde desta terça-feira (20), em Cascavel, no Paraná. De acordo com a Guarda Municipal, a mulher tomou a decisão extrema para escapar de uma série de agressões cometidas pelo namorado, de 20 anos, durante uma discussão dentro do veículo. A criança não se feriu.
Segundo o relato da vítima à polícia, a briga teve início após uma discussão sobre o uso da cadeirinha de segurança para o bebê. O homem teria começado a xingá-la, ameaçá-la e, em seguida, desferir socos contra ela enquanto dirigia. Em meio ao ataque, a jovem, em desespero, acionou o freio de mão e saltou do carro ainda em movimento, segurando a criança.
Com a queda, ela sofreu ferimentos nos joelhos e teve um dos pés atingido pela roda do veículo. O suspeito não parou para prestar socorro e fugiu do local. Equipes da Guarda Municipal e da Polícia Militar realizaram buscas, mas não conseguiram localizá-lo.
A vítima foi encaminhada para atendimento médico e, posteriormente, procurou a Delegacia da Mulher de Cascavel, onde registrou ocorrência e solicitou medida protetiva contra o agressor.


-1-PortalCantu-21-01-2026.png)
-PortalCantu-21-01-2026.png)
-PortalCantu-21-01-2026.png)
-PortalCantu-21-01-2026.png)
-PortalCantu-21-01-2026.png)
-PortalCantu-21-01-2026.png)
-1-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)


-1-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-21-01-2026_large.png)
-PortalCantu-20-01-2026_large.png)




_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)