Governador envia projeto de lei de US$ 50 milhões em créditos a micro e pequenas empresas

O governador Carlos Massa Ratinho Junior encaminhou nesta segunda-feira (25) à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) um  projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a contratar uma operação de crédito externo de até US$ 50 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com garantia da União, para financiar o Projeto Paraná Empreendedor.

A proposta é mais uma etapa do processo de captação internacional conduzido pelo Governo do Estado para ampliar a capacidade operacional da Fomento Paraná no financiamento de micro, pequenas e médias empresas.

“O projeto ampliará a capacidade operacional da Fomento Paraná no financiamento de micro, pequenos e médios empreendimentos, com foco na expansão da oferta de crédito produtivo e no fortalecimento da atividade empreendedora em todas as regiões do Estado”, destacou o governador na mensagem encaminhada aos deputados estaduais.

Segundo Ratinho Junior, a iniciativa também será estruturada com ações voltadas à implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ao incentivo ao empreendedorismo feminino, por meio do Programa Banco da Mulher Paranaense.

“Além de ampliar o acesso ao crédito, o projeto favorece a geração de empregos, o incremento da massa salarial, o aumento da arrecadação de impostos e a expansão do Produto Interno Bruto estadual”, acrescentou o governador em sua justificativa.

O projeto também prevê ampliação do crédito produtivo em um cenário de recuperação econômica pós-pandemia. A expectativa do governo é que os investimentos contribuam para a geração de empregos, aumento da renda e fortalecimento da economia regional em todas as regiões do Estado.

COMO VAI FUNCIONAR – Os recursos serão integralizados ao capital da Fomento Paraná e destinados principalmente ao financiamento de projetos de investimento para empresas de micro, pequeno e médio porte. O programa contempla tanto linhas de microcrédito, de até R$ 20 mil, quanto financiamentos de maior porte para expansão e modernização dos negócios.

O projeto prevê ainda investimentos em modernização tecnológica da instituição financeira estadual, incluindo melhorias nos processos de análise e concessão de crédito, gestão de risco e controle de clientes, a partir de um diagnóstico realizado por consultoria contratada pelo próprio BID.

A Fomento Paraná recebeu no início de maio uma missão técnica do BID para análise do projeto. As secretarias estaduais da Fazenda e do Planejamento acompanham o processo de estruturação da operação de crédito, tendo em vista que o financiamento será contratado pelo Governo do Estado com garantia da União.

 

 

 

 

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Paraná libera R$ 112,9 milhões para 85 prefeituras construírem Clínicas de Fisioterapia

 A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa), por meio da Diretoria de Obras, desenvolveu um projeto padrão de Clínica de Fisioterapia com o objetivo de ampliar e qualificar a oferta de atendimento nesta área em todas as regiões do Estado. Ao todo, 85 projetos em 85 municípios já foram habilitados pela Sesa com diversas resoluções, totalizando um investimento de R$ 112,9 milhões, com recursos do Estado. Parte das propostas encontra-se em fase de adesão documental pelos municípios, enquanto outra parte está em tramitação técnica.

O projeto foi elaborado a partir da padronização de critérios técnicos, funcionais e assistenciais, garantindo mais eficiência na construção, manutenção e operação das unidades, além de facilitar a adesão por parte dos municípios. “A criação de um projeto padrão auxilia os municípios ao agilizar o andamento do processo, possibilitando que a licitação e a contratação para realização da obra ocorram em menos tempo”, explica o secretário estadual da Saúde, César Neves.

Foram desenvolvidos dois modelos de clínicas: o Fisiocentro Porte I, com investimento de R$ 1,9 milhão e área construída de 352,69 m² (com quatro projetos já habilitados), e o Fisiocentro Porte II, com investimento de R$ 1,3 milhão e área de 186,67 m² (81 projetos já habilitados). Ambos foram planejados para oferecer ambientes modernos, acessíveis e adequados a diferentes práticas fisioterapêuticas.

As unidades contarão com estrutura completa, incluindo salão de cinesioterapia e mecanoterapia, voltado à reabilitação e ao fortalecimento muscular; consultórios para triagem e atendimentos individualizados, vestiários, sanitários, espaços administrativos, copa, almoxarifado e demais ambientes necessários ao funcionamento das clínicas. O projeto também contempla um jardim sensorial, desenvolvido para proporcionar estímulos táteis, visuais e olfativos, contribuindo para o tratamento e o bem-estar dos pacientes.

Além disso, haverá um espaço destinado a Atividades de Vida Diária (AVD), no qual os pacientes poderão simular e treinar tarefas da rotina, como se vestir, cozinhar e realizar atividades domésticas. A proposta busca fortalecer a autonomia, a independência funcional e a qualidade de vida dos usuários atendidos nas futuras unidades.

“Com essas obras, pretendemos ampliar o acesso à reabilitação física, proporcionar melhores condições de trabalho às equipes de saúde e garantir mais conforto, segurança e qualidade no atendimento à população paranaense”, afirma o secretário César Neves.

Os 85 municípios habilitados são: Alto Paraná, Alvorada do Sul, Antonina, Atalaia, Bela Vista do Paraíso, Boa Esperança, Boa Vista da Aparecida, Borrazópolis, Cafeara, Califórnia, Campina da Lagoa, Campina do Simão, Castro, Catanduvas, Céu Azul, Chopinzinho, Clevelândia, Colorado, Cornélio Procópio, Corumbataí do Sul, Doutor Camargo, Doutor Ulysses, Fernandes Pinheiro, Flor da Serra do Sul, Floraí, Floresta, Florestópolis, Goioxim, Guamiranga, Guapirama, Guaraci, Ibaiti, Imbituva, Inácio Martins, Ipiranga, Irati, Itambé, Jandaia do Sul, Japurá, Jundiaí do Sul, Kaloré, Laranjeiras do Sul, Lobato, Luiziana, Mallet, Mandaguaçu, Mariluz, Marmeleiro, Marumbi, Matelândia, Mercedes, Missal, Munhoz de Mello, Nova América da Colina, Ourizona, Ouro Verde do Oeste, Palmeira, Pérola D’Oeste, Piên, Porecatu, Prado Ferreira, Primeiro de Maio, Prudentópolis, Quatiguá, Quinta do Sol, Rebouças, Reserva, Ribeirão Claro, Ribeirão do Pinhal, Rio Azul, Rio Bonito do Iguaçu, Rio Negro, Roncador, Sabáudia, Salto do Lontra, Santo Antônio do Sudoeste, São Carlos do Ivaí, São João do Caiuá, São João do Triunfo, Siqueira Campos, Teixeira Soares, Telêmaco Borba, Terra Rica, Toledo e Uraí.

 

 

 

 

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Estado alinha ações para reforçar preparação de prefeituras contra El Niño

Os possíveis impactos da passagem do fenômeno El Niño pelo Paraná foram o principal assunto de uma reunião entre a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Família (Sedef) nesta segunda-feira (25). Este primeiro encontro unificou ações comuns às equipes espalhadas pelo Paraná para fortalecer orientações repassadas às prefeituras, especialmente nas regiões mais suscetíveis e com histórico de alagamentos, inundações e deslizamentos. 

“Alinhamos como auxiliar os municípios e potencializar as atividades que já realizamos em períodos de normalidade", explicou o coordenador executivo da Defesa Civil Estadual, coronel Ivan Fernandes. "Estamos falando da limpeza de galerias de águas pluviais, que cortam as cidades, bem como a atualização do plano de contingência. Já a Sedef detém o cadastro das famílias mais vulneráveis, ao cruzar esses dados podemos dar uma resposta mais efetiva diante de um desastre”. 

A secretária do Desenvolvimento Social e Família em exercício, Luiza Simonelli, ressaltou que a integração entre a Defesa Civil e a assistência social é fundamental para que o Paraná esteja preparado para enfrentar possíveis eventos climáticos extremos provocados pelo El Niño.

"A troca de informações, o planejamento conjunto e a união das equipes permitem que o Estado atue de forma preventiva, protegendo principalmente as famílias em situação de maior vulnerabilidade. Quando diferentes áreas do Governo trabalham de maneira coordenada, conseguimos agir com mais rapidez, eficiência e cuidado com a população”, afirmou.

 A Sedef vai trabalhar em parceria com as prefeituras para atualização dos abrigos ativados. Atualmente, estão ativos 1.353 abrigos cadastrados nos 399 municípios. São escolas, ginásios e outros espaços que servirão de alojamento provisório em Situações de Emergência ou Estado de Calamidade Pública.

SIMULADOS E INVESTIMENTOS – Neste ano, a Defesa Civil Estadual realizou dois exercícios simulados de desastres no Litoral. Os municípios de Antonina e Morretes foram severamente atingidos há 15 anos na tragédia conhecida como Águas de Março.

Por meio do Fundo Estadual para Calamidades Públicas (Fecap), o Estado também repassou investimentos em prevenção, com repasses de R$ 16,2 milhões para obras de drenagem em Londrina e Guarapuava, além da construção de seis pontes em Espigão Alto do Iguaçu.

EL NIÑO – O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) acompanha semanalmente a evolução do El Niño, padrão climático natural que influencia diretamente o clima global e que está previsto para o segundo semestre. Com previsão de impacto nas condições atmosféricas ao longo do inverno de 2026, a Defesa Civil do Paraná também atua na orientação das prefeituras, com ações preventivas, treinamentos e simulações, além da disponibilidade de recursos. 

 

 

 

 

 

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Tecpar inicia pesquisa para produção de insumos para diagnóstico da brucelose

Para atender à crescente demanda nacional por antígenos para saúde animal, o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) iniciou uma pesquisa voltada ao cultivo de cepas da bactéria Brucella spp., utilizada como insumo para o diagnóstico de brucelose bovina. O projeto contribuirá para aprimorar os métodos de diagnóstico e controle da doença, trazendo avanços à sanidade animal e à produtividade pecuária em todo o País. 

Atualmente, mais de 70% dos antígenos para diagnóstico da brucelose bovina são importados, o que impacta diretamente nos custos dos produtores e no bolso dos consumidores, já que o valor da importação é repassado ao preço na prateleira. A intenção é que o novo Centro de Insumos para Diagnóstico Veterinário (CIV) do Tecpar, que está em construção, se torne um polo nacional de produção destes insumos.    

Com o estudo, o instituto pretende definir parâmetros de produção e de escalonamento industrial da bactéria Brucella spp. Esse processo marca a transição do nível laboratorial (bancada) para a produção em larga escala. O Governo do Estado está investindo R$ 5,6 milhões na aquisição de novos equipamentos para o desenvolvimento da pesquisa. O recurso é destinado ao Tecpar por meio do Fundo Paraná, dotação orçamentária administrada pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti).

O diretor-presidente do Tecpar, Eduardo Marafon, disse que, como fornecedor e desenvolvedor de soluções para saúde pública, o instituto vem atualizando frequentemente seus processos produtivos, com o uso de novas tecnologias.

“Esta é mais uma iniciativa que reafirma o compromisso do Tecpar com a proteção da saúde pública veterinária, e que promove avanços significativos na saúde e produtividade do rebanho bovino, no Paraná e no Brasil. Com o aporte do Governo do Estado, temos alcançado novos patamares de qualidade e consolidando o protagonismo do Paraná no segmento de saúde animal”, salienta Marafon.  

O estudo faz parte da plataforma de projetos de Saúde Única do Tecpar, abordagem que reconhece a interconexão entre a saúde humana, animal e ambiental. 

BIOSSEGURANÇA – A brucelose é uma doença bovina grave e representa um sério desafio para a saúde animal e a segurança alimentar. Além dos prejuízos econômicos para pecuaristas, a doença apresenta sérias implicações à saúde pública, já que pode ser transmitida ao ser humano por meio do consumo de carne e leite contaminados. 

O diagnóstico é essencial para o controle e prevenção da doença e para isso os antígenos utilizados nos testes sorológicos são fundamentais. Eles permitem identificar animais infectados, mesmo sem sintomas clínicos evidentes.

A gerente do Centro de Pesquisa e Produção de Insumos para Diagnósticos Veterinários, Giselle Nocera, explica que a produção dos testes sorológicos depende do cultivo e inativação da bactéria Brucella abortus em larga escala. 

Segundo ela, por se tratar de um agente com potencial de transmissão ao ser humano, a manipulação da bactéria Brucella abortus deve ocorrer em laboratórios com classificação de Nível de Biossegurança 3 (NB-3), que contam com rigorosos protocolos de contenção e proteção biológica. “O novo Centro de Insumos para Diagnóstico Veterinário (CIV) do Tecpar será estruturado dentro desses padrões de biossegurança e contará com infraestrutura moderna e alta capacidade técnica, ampliando a produção e fortalecendo a segurança das atividades laboratoriais”.  

EQUIPAMENTOS – Para a execução da pesquisa, o Tecpar vai implantar uma plataforma integrada de equipamentos projetada especificamente para o cultivo microbiano aeróbico. A tecnologia vai automatizar os processos de cultivo, limpeza e esterilização, aumentando a eficácia das pesquisas e os padrões de segurança e eficiência.

A plataforma é composta por uma incubadora shaker, equipamento laboratorial essencial para o cultivo de microrganismos, células e tecidos em meios líquidos; um sistema de biorreatores, equipamentos periféricos e um software específico. A instalação e a operação do sistema atendem aos requisitos técnicos de Boas Práticas de Fabricação de medicamentos nacionais e internacionais.

BENEFICIADOS – Com a construção do novo Centro de Insumos para Diagnóstico Veterinário (CIV), o Tecpar busca resgatar a produção nacional de insumos para diagnóstico veterinário, aproveitando seu domínio técnico para fortalecer o Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose Tuberculose (PNCEBT). 

Considerando que a brucelose bovina representa um grande desafio para a pecuária leiteira no Brasil, o Tecpar tem a intenção de fornecer insumos para o diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina para os estados brasileiros que possuem o maior rebanho leiteiro, como Minas Gerais, Goiás, Bahia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

No Paraná, serão beneficiados, especialmente, os municípios das regiões dos Campos Gerais e Região Oeste, que concentram a maior produção leiteira do Estado. Entre eles estão Carambeí, Castro, Toledo, Cascavel, Dois vizinhos, Cianorte, Francisco Beltrão, Cafelândia, Nova Aurora, Assis Chateaubriand, Palotina, Marechal Cândido Rondon e Santa Helena. 

A área total do CIV será de 3 mil metros quadrados e a capacidade produtiva prevista da planta é de 40 milhões de doses ao ano. O investimento do Governo do Estado na construção é de R$ 41,5 milhões, e mais R$ 30 milhões em equipamentos técnicos. Os recursos também são do Fundo Paraná.

 

 

 

 

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Forças de segurança mantêm combate ao transporte irregular em rodoviárias e aeroportos

A Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) promoveu uma nova reunião na manhã desta segunda-feira (25) para discutir ações de combate ao transporte clandestino de passageiros em rodoviárias, rodoferroviárias e aeroportos paranaenses. Em uma semana de operações integradas, ocorreram autuações e multas a motoristas e empresas suspeitas de atuar irregularmente em terminais, causando prejuízos aos taxistas e motoristas cadastrados em aplicativos, além de insegurança aos passageiros.

A intensificação da fiscalização foi iniciada na semana passada com a criação de um grupo de trabalho integrado e ações em Curitiba, São José dos Pinhais, Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá. Além das operações, foram feitos levantamentos em todos os municípios para avaliar as particularidades de cada região. A coordenação é feita pelo assessor especial da Governadoria, Hudson Teixeira.

Em Curitiba, por exemplo, operações foram feitas pela Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal na Rodoferroviária Municipal de Curitiba e no Terminal Metropolitano Guadalupe. Nos dois locais, com auxílio da Urbanização de Curitiba (Urbs), foram detectadas irregularidades e aplicadas multas por estacionamento irregular de motoristas em atividade supostamente irregular, além de autuações e autos de infração e identificação de suspeição de aliciamento de motoristas para a atividade.

As operações em Curitiba ocorreram entre a sexta-feira (22) e o sábado (23) em horários alternados e com grande fluxo de embarque e desembarque de passageiros nas linhas estaduais, interestaduais e intermunicipais.

Em São José dos Pinhais houve fiscalização de terça-feira (19) até domingo (24) no Aeroporto Internacional Afonso Pena com veículos e indivíduos abordados.O trabalho contou com a integração da PMPR e PCPR com a Guarda Municipal de São José dos Pinhais, Polícia Federal, Procon e Detran/PR.

O trabalho das forças de segurança ocorre em conjunto com as prefeituras, guardas municipais, Detran, Polícia Federal, Ministério Público e Procon, entre outros órgãos. A Coordenadoria de Operações Integradas de Segurança Pública anunciou que as reuniões do grupo de trabalho serão frequentes e perenes para atender tanto às demandas de taxistas e motoristas de aplicativos quanto de usuários, além de levantar o máximo de informações das atividades irregulares nos municípios.

O presidente do Sindicato dos Taxistas do Estado do Paraná (Sinditaxi), Djalma Rodrigues, agradeceu o trabalho da força-tarefa e destacou que as ações beneficiam os paranaenses. “O transporte clandestino coloca a população em risco”, afirmou. A presidente do Sindicato de Taxistas de Foz do Iguaçu, Alice Brandão, frisou que o trabalho gera proteção à categoria e aos usuários. “Agradecemos às forças de segurança e a todos os envolvidos pela continuidade dos trabalhos”, disse.

 

 

 

 

 

Por- AEN

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