A Operação Omnis, promovida pela Polícia Militar do Paraná (PMPR), resultou em 22 detenções no primeiro dia de ações, além da apreensão de drogas, arma de fogo e munições durante abordagens e fiscalizações realizadas em diferentes regiões do Estado. A operação contou com o emprego de mais de 600 policiais militares e cerca de 200 viaturas.
Ao longo das diligências, cerca de 2 mil pessoas foram abordadas, além da fiscalização de 1,1 mil veículos e de 35 locais considerados estratégicos para o policiamento. As equipes também cumpriram 11 ordens judiciais e registraram sete flagrantes.
A operação é uma ação de abrangência estadual voltada à intensificação do policiamento ostensivo e à ampliação de ações preventivas e repressivas em todo o território paranaense. Objetivo é fortalecer a presença policial em áreas urbanas e rurais, ampliar a fiscalização e contribuir para a preservação da ordem pública e da tranquilidade social.
Entre os materiais apreendidos estão uma arma de fogo e 51 munições, além de entorpecentes como 3,1 quilos de maconha, porções de haxixe, cocaína e crack. “Reforçar a presença policial contribui para retirar ilícitos das ruas e responsabilizar envolvidos com a criminalidade, demonstrando a efetividade da estratégia adotada”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.
Durante as fiscalizações de trânsito, foram lavrados 479 autos de infração, enquanto 20 veículos foram recolhidos ao pátio.
Segundo o subcomandante-geral da PMPR, coronel Paulo Renato Aparecido Siloto, o emprego integrado das equipes amplia a capacidade de atuação da corporação em todo o território paranaense. “A mobilização integrada das unidades operacionais e especializadas permitiu ampliar a capacidade de fiscalização e resposta da corporação, refletindo nos resultados obtidos”, afirmou o coronel.
A ação contou com patrulhamento terrestre, motopatrulhamento, policiamento rodoviário, ambiental, costeiro e aeropolicial, além de bloqueios e fiscalizações direcionadas a locais de maior circulação de pessoas e com maior incidência criminal, com base em análises estatísticas e dados operacionais da corporação.
Por AEN
Dois dias após receber a aplicação da polilaminina, realizada no Hospital do Trabalhador, em Curitiba, João Luiz Miqueline, 70 anos e morador de Colombo, iniciou quinta-feira (5) a reabilitação no Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier (CHR) também na em Curitiba. Neste primeiro momento, ele segue internado na unidade e recebendo atendimento multidisciplinar, que envolve fisioterapia e cuidado humanizado integral.
“Nosso Hospital de Reabilitação oferece o atendimento integral não só em fisioterapia, mas em cuidado global na reabilitação que sabemos ser muito importante e fundamental para uma recuperação plena”, destacou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
O médico ortopedista Bruno Bodanese, gerente técnico da unidade hospitalar, relatou que todos os recursos para reabilitação são disponibilizados para o paciente. “O plano é realizar a reabilitação do internado com a previsão inicial de duas semanas, nesse período terá toda a equipe global, com fisioterapia, fisioterapia pélvica, fisioterapia aquática, terapia ocupacional, nutrição, psicologia”, explicou. “Depois desse período, com a alta médica, ele volta para a reabilitação diária”, acrescentou
Bodanese ainda explicou que como o João Luiz é o primeiro paciente de aplicação de polilaminina, o atendimento se torna novo. “Não temos ainda um protocolo definido para o atendimento, mas vamos construir isso tendo como base todos os nossos serviços do Hospital de Reabilitação”.
O acidente doméstico que gerou a lesão de João Luiz aconteceu no mês de dezembro. A queda foi de aproximadamente três metros. “Quando eu bati no chão, já não senti mais minhas pernas. Mas, eu tenho muita esperança de voltar a andar”, se emocionou.
No HR, o João Luiz recebe atendimento e segue acompanhado de perto pelos familiares. E, já na primeira sessão, o paciente surpreendeu a equipe com sua força de vontade, ficando em pé com auxílio de barras. “No dia da aplicação, o médico me disse que se eu não fizesse fisioterapia não adiantaria em nada me submeter a aplicação da polilaminina. Eu sou muito grato a todos, desde o atendimento que recebi no Hospital do Trabalhador e o que estou recebendo aqui. São profissionais maravilhosos que estão me dando essa oportunidade e eu só posso me esforçar ao máximo”.
EXPERIMENTAL - A polilamimina é um composto experimental brasileiro, derivado da laminina (proteína da placenta), desenvolvido para regenerar nervos após lesões na medula espinhal, atuando como um andaime que facilita o crescimento e reconexão neural, sendo uma esperança para paraplégicos e tetraplégicos, embora ainda em fase de pesquisa clínica e sem aprovação final da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso amplo.
Na terça-feira desta semana (3), o médico neurocirurgião João Elias Ferreira El Sarraf, do Hospital do Trabalhador, que aplicou a polilaminina no paciente, outros médicos pesquisadores apresentaram a iniciativa ao governador Carlos Massa Ratinho Junior no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Tatiana Coelho de Sampaio, bióloga e professora doutora da UFRJ, e Rogério Almeida, vice-presidente de Pesquisa Desenvolvimento e Inovação no Laboratório Cristália, que está produzindo o medicamento, também participaram de maneira virtual.
Na conversa, Ratinho Junior assistiu uma explicação dos resultados da pesquisa, que começou na universidade e agora está perto de iniciar a fase 1 na Anvisa, e colocou à disposição apoio logístico da Casa Militar para transporte do medicamento e de pacientes dentro da janela de 72 horas idealizada para pesquisa, e também disse que a Fundação Araucária pode auxiliar a expandir o treinamento de médicos aplicadores do composto.
“Colocamos toda a rede de saúde do Estado à disposição, da organização do transporte da polilaminina ao treinamento de outros médicos para estarem aptos a fazer a aplicação”, disse o governador. “É um medicamento que vai mudar a humanidade, que foi descoberto por uma brasileira que conduz o estudo com uma equipe médica composta por um paranaense”.
Por - AEN
Com linhas específicas e condições diferenciadas para o segmento, incluindo operações com juro subsidiado, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) direcionou R$ 164,5 milhões a 1.627 contratos de financiamento para a pecuária leiteira paranaense nos últimos 12 meses.
O volume representa um patamar 84% superior à média anual registrada nos últimos cinco anos e reforça uma aceleração dos investimentos em criação e beneficiamento do leite no Estado. Desde 2021, as operações de crédito do BRDE para essa cadeia produtiva somam R$ 471,3 milhões.
O movimento acompanha a fase de expansão do setor no país. Em 2025, a produção brasileira registrou crescimento estimado de 7,2% em relação ao ano anterior, com impactos diretos sobre a oferta e sobre o ambiente de mercado para 2026, de acordo com análise da Embrapa. No recorte estadual, o Paraná detém a segunda posição no ranking nacional e responde por quase 13% do total produzido, conforme dados oficiais organizados a partir de estatísticas do IBGE.
Além das linhas tradicionais de financiamento, produtores e agroindústrias do setor também podem acessar operações por meio do Banco do Agricultor Paranaense, programa do Governo do Estado lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em abril de 2021, com juros subsidiados para incentivar investimentos, modernização e ganho de competitividade no campo.
Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Júnior, o avanço do crédito reflete uma mudança de perfil na atividade. Segundo ele, a pecuária leiteira do Paraná busca cada vez mais qualidade de gestão e de produto, mais tecnologia e uma preocupação crescente com eficiência e previsibilidade. “O papel do BRDE é dar escala a esse salto, com financiamento de longo prazo e foco em produtividade, sustentabilidade e renda no campo. Esses ganhos de produtividade ajudam a reduzir custos e ampliam a capacidade de competir, inclusive no mercado externo”, afirma.
Entre os produtores atendidos pelo BRDE está Marius Bronkhorst, de Arapoti, nos Campos Gerais. Ele iniciou a atividade leiteira em 1982 com 20 vacas e, ao longo de quatro décadas, ampliou a estrutura até alcançar 600 vacas em lactação e uma produção diária de 18 mil litros. Há cerca de 15 anos, acessou uma linha de crédito do BRDE, com juros de 2,5% ao ano, que possibilitou modernizar a propriedade, investir em confinamento total do rebanho e em tecnologias de ordenha e monitoramento. A produção saltou de 6 mil para 18 mil litros por dia, com expectativa de atingir 7 milhões de litros no ano.
“Antes do apoio do BRDE conseguíamos viver bem, mas era sem estrutura e perspectiva de crescimento. Com o crédito, passamos a crescer de forma gradativa e sustentável, com ganhos na produção e na satisfação dos funcionários”, diz Bronkhorst.
Além das operações voltadas à produção primária, o banco também fechou 25 contratos direcionados ao beneficiamento e à industrialização do leite nos últimos cinco anos, com R$ 59 milhões em recursos. A avaliação do BRDE é que essa segunda frente — agregação de valor, qualidade industrial e logística — é decisiva para sustentar o ciclo de investimentos na fazenda e melhorar a resiliência do setor em momentos de oscilação de preços.
REGIÕES – Dentro do Estado, as mesorregiões Centro-Sul Paranaense e Sudoeste Paranaense concentram mais de 50% dos contratos firmados pela Agência Paraná do BRDE. A maior parte das operações é voltada à criação de bovinos para produção de leite, e 99,44% dos financiamentos têm como beneficiários produtores rurais.
O diretor-administrativo do BRDE, Heraldo Neves, observa que a capilaridade do crédito ajuda a explicar a consistência do avanço. “Não se trata apenas de financiar uma compra pontual. O que vemos é um ciclo de modernização. Quando o investimento chega na ponta com condições adequadas, ele vira produtividade e estabilidade para a propriedade”, afirma.
A série histórica recente indica dois momentos de maior aceleração no crédito para o setor leiteiro. O primeiro ocorreu entre 2022 e 2023, quando o volume contratado passou de R$ 51,8 milhões para R$ 94,9 milhões. Um novo avanço foi registrado entre 2024 e 2025, com alta de R$ 100 milhões para R$ 150,7 milhões, o maior valor anual do período de cinco anos. Em 2026, apenas nos dois primeiros meses, já foram formalizados 246 contratos, que somam R$ 24,8 milhões.
O superintendente da Agência do BRDE no Paraná, Paulo Starke, avalia que os números traduzem uma mudança de patamar. “O que observamos é um movimento consistente de profissionalização da atividade leiteira. O produtor está investindo em tecnologia, eficiência e escala”, disse Starke. “E o crédito é um instrumento para viabilizar essa transição, especialmente quando combinado a mecanismos de juro subsidiado, que reduzem o custo financeiro do investimento e aceleram a adoção de tecnologia, permitindo ganho de produtividade e maior estabilidade econômica para as propriedades”, afirma.
Produtores interessados em acessar os recursos do Banco do Agricultor Paranaense devem procurar uma das cooperativas de crédito conveniadas ao BRDE. A lista completa de instituições está disponível no site do BRDE:
Projetos com valor acima de R$ 800 mil podem ser submetidos diretamente pelo internet banking do BRDE.
Confira as linhas de financiamento:
- Pronaf Mulher: juro zero
- Cooperativas da agricultura familiar: juro zero
- Agroindústria familiar: juro zero
- Produção, captação e armazenamento de água: juro zero
- Erva-mate, pinhão, seda, café, orgânicos, apicultura e horticultura: juro zero
- Turismo rural: juro zero
- Pecuária de corte e leite: juros de 1% a 4%
- Piscicultura: juros de 1% a 4%
- Projetos de energia renovável: juro zero para projetos de até R$ 500 mil. Acima desse valor, juros variam de 2% a 5,5%
- Biogás: juro zero para projetos de até R$ 2 milhões para pessoas físicas e de até R$ 20 milhões para CNPJs. Acima desses valores, juros de 5%
- Projetos de irrigação: juro zero para projetos de até R$ 1 milhão para pessoa física e de até R$ 4,5 milhões para pessoa jurídica. Acima desses valores, os juros variam de 3% a 5,5%
- Demais linhas do Pronaf: redução de cinco pontos percentuais nos financiamentos, cujas taxas variam de 8,5% e 10,5%, devendo ficar entre 3,5% e 5,5%.
Por - AEN
O fim de semana começa com muito calor em todo o Paraná, mas faltando duas semanas para a chegada do outono, o cenário atmosférico vai mudar. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), uma frente fria no oceano trará muita chuva para o Estado no domingo (8), e depois dela uma massa de ar frio irá prevalecer sobre o Paraná, causando o declínio das temperaturas a partir de domingo (8) e segunda-feira (9).
Nesta sexta-feira (6) as temperaturas ainda chegam aos 35°C em Umuarama; 34°C em Maringá e Jacarezinho; 33°C em Londrina, Capanema, Cambará e Foz do Iguaçu; e 32°C em Cascavel. No Litoral as máximas chegam aos 29°C, e no Sul, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba as temperaturas ficam mais amenas, chegando a valores entre 27°C e 28°C.
Depois do calor, há previsão de chuva. “A sexta-feira começa com nebulosidade variável em todo o Estado. No decorrer do dia, a atuação de um sistema de baixa pressão na região do Paraguai favorece a organização de áreas de instabilidade. A partir da tarde, essas instabilidades devem se intensificar principalmente entre as regiões Centro-Sul, Sudoeste e Oeste, onde há previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas e tempestades isoladas”, explica Raissa Pimentel, meteorologista do Simepar. No Norte e no Leste do Paraná, o tempo segue estável.
O sábado (7) segue muito quente de formas diferentes, como se o Paraná estivesse dividido ao meio. Na metade oeste as máximas ficam em torno dos 30°C, podendo chegar aos 35°C em cidades como Foz do Iguaçu, Umuarama e Paranavaí. Já na metade leste, o tempo também segue abafado, porém com temperaturas mais amenas. As máximas devem ficar próximas dos 28°C em Curitiba, Ponta Grossa e Paranaguá.
O dia será parecido com sexta, com pancadas de chuva após o período de maior aquecimento. “No sábado, a formação de um sistema de baixa pressão atmosférica no litoral do Rio Grande do Sul mantém o tempo instável no Paraná. Com isso, a metade sul do estado terá condições favoráveis para ocorrência de pancadas de chuva e tempestades isoladas, principalmente a partir da tarde. Na faixa leste, incluindo a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral, também não se descarta a ocorrência de tempestades isoladas ao longo da tarde e noite”, detalha Raissa. A única região que não tem previsão de chuva no sábado é a das cidades que fazem divisa com São Paulo.
As pancadas de chuva com trovoadas seguirão na tarde de domingo (8) em todas as regiões paranaenses, devido à formação de uma frente fria no oceano. “As instabilidades tendem a se intensificar inicialmente na faixa leste do Estado, influenciadas pela circulação de umidade vinda do oceano. Ao longo do dia, essas áreas de instabilidade se espalham por todo o Paraná, deixando o tempo mais instável de forma mais generalizada. A chuva ocorre de forma irregular, podendo persistir até o período da noite em várias localidades”, explica a meteorologista.
FRIO - Apesar do nome, o impacto de uma frente fria não significa que vai fazer frio. Ela é uma massa de ar frio que avança sobre uma área onde já tem uma massa de ar quente, e esse choque entre as duas massas de ar faz com que o ar quente suba rapidamente, formando muitas nuvens e aumentando as instabilidades. Dessa forma, a chegada de uma frente fria significa que vai chover, como ocorrerá entre sábado e domingo no Paraná.
Logo depois da frente fria, entretanto, uma massa de ar frio e seco é o que vai trazer grande mudança para as temperaturas. Na segunda-feira (9) ainda há previsão de pancadas de chuva e tempestades isoladas por todo o Paraná, mas o destaque é o declínio acentuado das temperaturas máximas. As temperaturas ao amanhecer permanecerão semelhantes às da última semana, e a amplitude térmica irá diminuir.
Em Curitiba, na segunda-feira (9), a temperatura máxima não passa de 22°C e gradualmente segue reduzindo, até chegar a 18°C na quarta-feira (11). Em Paranaguá, a máxima cai de 29°C no domingo (8) para 24°C na segunda-feira (9), e não deve passar dos 22°C na quinta-feira (12). No Sul, em General Carneiro, que terá máxima de 26°C no domingo (8), as temperaturas não passam de 22°C na segunda (9), 20°C na terça (10), e 18°C quarta (11) e quinta-feira (12).
No Norte, Santo Antônio da Platina poderá alcançar os 34°C no domingo (8), mas não passa dos 28°C na segunda (9) e dos 23°C na quarta (11). No Noroeste, em Loanda, a diferença será de quase dez graus em três dias: domingo (8) a cidade alcança os 34°C, e entre quarta (11) e quinta-feira (12) não passa dos 25°C. No Oeste a diferença também será grande: Em Santa Helena as máximas vão de 34°C no domingo (8) para 26°C entre quarta (11) e quinta-feira (12). No Sudoeste, o declínio nas temperaturas também será significativo: em Francisco Beltrão a máxima de domingo chega aos 30°C e na quinta-feira (12) não passa dos 22°C.
Apesar da proximidade com o outono astronômico, que terá início às 11h46 do dia 20 de março, o declínio das temperaturas durará pouco. Assim que a massa de ar frio se afastar, entre quinta (12) e sexta-feira (13), as temperaturas máximas gradativamente voltam a subir em todas as regiões do Paraná.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) e a Receita Estadual do Paraná alertam contribuintes, empresários e profissionais da contabilidade sobre tentativas de golpe em que indivíduos utilizam indevidamente o nome de servidores e da instituição para solicitar o envio de documentos fiscais, informações empresariais e dados sigilosos. A pasta reforça que essas abordagens são falsas.
As solicitações têm sido feitas, principalmente, por meio de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp. No entanto, a Receita Estadual não realiza pedidos de documentos ou informações por WhatsApp, redes sociais ou quaisquer aplicativos de terceiros.
Toda a comunicação oficial da Receita Estadual ocorre exclusivamente por canais institucionais, como sistemas oficiais da Secretaria da Fazenda e da Receita Estadual com domínio .pr.gov.br, notificações ou intimações formalmente emitidas, além de contatos telefônicos realizados por números oficiais.
Para evitar cair em fraudes, a orientação é não enviar documentos ou informações diante de solicitações suspeitas, verificar sempre a autenticidade do contato por meio dos canais formais da Receita Estadual e comunicar imediatamente qualquer tentativa de golpe para que as providências cabíveis sejam adotadas.
Por - AEN
Criada por lei em 2017 por Gugu Bueno quando era vereador, iniciativa consolidou rede de proteção e acompanhamento às vítimas
A Patrulha Maria da Penha se aproxima de uma década de atuação em Cascavel com mais de 30 mil mulheres atendidas, consolidando-se como um divisor de águas no combate à violência doméstica na cidade. Criada pela Lei nº 6.742/2017, de autoria do então vereador Gugu Bueno (PSD), hoje deputado estadual e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Paraná, a iniciativa estruturou um modelo permanente de acompanhamento após o registro da ocorrência e a concessão de medidas protetivas.
“Hoje podemos destacar quase 10 anos da instalação da Patrulha Maria da Penha, uma iniciativa nossa enquanto vereador da cidade de Cascavel, lei que nós criamos e aprovamos e que nesses quase 10 anos já atendeu quase 30 mil mulheres, levando mais segurança e tranquilidade.”
Para a promotora de Justiça, Andréa Frias, que atua há quase 25 anos na comarca, a patrulha representou um marco no atendimento às vítimas. “A Patrulha Maria da Penha é uma realidade que já atendeu ao longo de quase 10 anos mais de 30 mil mulheres. Ainda em 2017, quando chegamos ali no gabinete do então vereador Gugu Bueno e relatamos a necessidade de que as medidas protetivas não poderiam ser só um pedaço de papel que a vítima recebia, a medida protetiva precisava de fiscalização.” Segundo ela, o serviço fortaleceu a confiança das mulheres nas instituições. “O número de casos também reflete que as mulheres se sentem seguras em buscar a justiça e a delegacia.”
Na prática, o trabalho é conduzido pela Guarda Municipal de Cascavel, com visitas periódicas, fiscalização das decisões judiciais e encaminhamentos para suporte psicológico, jurídico e social. A inspetora Josane Barbosa explica que o atendimento vai além das emergências. “A Patrulha Maria da Penha está para auxiliar, ser um braço direito do Poder Judiciário e auxiliar inúmeras mulheres vítimas de violência.”
Josane destaca ainda os resultados práticos da atuação ao longo dos anos. “Nesses quase dez anos foram salvas inúmeras mulheres, tanto do feminicídio como da tentativa de feminicídio, até mesmo de agressões físicas.”
Ela chama atenção para o cenário atual. “Em 2026, infelizmente, já estamos com quase 200 casos e o terceiro feminicídio registrado recentemente. A patrulha está aqui para evitar possíveis tentativas de feminicídio e, como os números estão em alta, temos trabalhado cada vez mais para inibir esse tipo de situação.”
Os dados mostram a dimensão do cenário. Em 2023 foram atendidos 337 casos de violência contra a mulher em Cascavel; em 2024, 1.035; em 2025, 1.027; e, em 2026, os registros já se aproximam de 200 ocorrências.
Atuação estadual e especialização no Judiciário
Consolidando a atuação o combate à violência doméstica e já como deputado e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Gugu Bueno foi um dos defensores da criação da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, especializada em violência doméstica e familiar contra a mulher. “Sob a liderança do governador Ratinho Júnior, o Paraná tem avançado com ações concretas para proteger as mulheres. A criação da Câmara Criminal especializada é um passo importante para dar mais celeridade e efetividade aos julgamentos em todo o Estado”, afirmou.
A estrutura completou seis meses com cerca de 3.500 processos julgados e maior volume de casos recebidos no período, contribuindo para dar mais celeridade às decisões em todo o Estado.
Rede de proteção
Em Cascavel, a Patrulha Maria da Penha atende pelo 153 e recebe denúncias também pelo 181, além do 190 da Polícia Militar. A integração entre Judiciário, segurança pública e políticas sociais sustenta os resultados e reforça a importância de ações permanentes no enfrentamento à violência contra a mulher.
Por - Assessoria


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