A Polícia Militar do Paraná (PMPR) apreendeu pouco mais de uma tonelada de maconha na tarde desta sexta-feira (20), no município de Planaltina do Paraná, no Noroeste do Estado. A ação foi resultado de trabalho conjunto entre o setor de inteligência e equipes operacionais da corporação.
Com base nas informações levantadas, equipes de Rádio Patrulha (RPA) e da ROTAM da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar localizaram a carga. Esta é a quinta grande apreensão registrada pela unidade nos últimos seis meses, período em que já foram retiradas de circulação quase seis toneladas de maconha na região.
De acordo com o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira, o resultado é reflexo direto do trabalho integrado e do uso qualificado de informações. “O emprego do setor de inteligência, aliado à atuação das equipes operacionais, permite identificar rotas, antecipar ações criminosas e alcançar resultados expressivos como esta apreensão”, afirmou.
“As apreensões representam a retirada de uma quantidade significativa de entorpecentes de circulação, reduzindo o acesso de usuários e contribuindo diretamente para a segurança da população”, destacou o major Anderson Luis Aparecido, comandante da unidade.
A PMPR reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 181 e 190, além do contato direto com equipes policiais, contribuindo para o planejamento de novas operações e o enfrentamento à criminalidade.
Por AEN
Uma aposta de Curitiba acertou os cinco números do concurso 6981 da Quina, sorteados na sexta-feira (20). O apostador paranaense ganhou o prêmio de R$ 1.855.815,56.
A aposta simples de seis números foi feita por um canal eletrônico.
Veja os números sorteados: 07 - 29 - 39 - 59 - 78
No Paraná, duas apostas também foram premiadas com R$7.896,87 ao acertarem quatro números. Uma foi feita em Apucarana, na Lotérica Leão Dourado, e outra foi feita em Curitiba, também em canal eletrônico.
O próximo sorteio acontece neste sábado (21), com estimativa de R$ 600 mil para o prêmio.
Uma nova obra de infraestrutura vai integrar o pacote de projetos que estão transformando a logística em Guarapuava, na região Central do Estado. O governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta sexta-feira (20) o edital de licitação das obras de duplicação, restauração e ampliação da capacidade da rodovia PR-170.
A obra está localizada no Contorno Sudoeste do município, com extensão de 9,09 quilômetros, iniciando no entroncamento com a BR-277 e seguindo no sentido sul, passando pela ponte sobre o Rio Jordão. A rodovia é um importante eixo de ligação regional, conectando Guarapuava ao distrito de Entre Rios e ao município de Pinhão.
O governador destacou que a obra beneficia diretamente a agricultura e as cooperativas, que são grandes produtoras de grãos, especialmente cevada. Guarapuava também tem grande vocação na produção de batata. Um exemplo são os novos empreendimentos da Cooperativa Agrária, que está investindo R$ 1,1 bilhão em uma fábrica em Entre Rios para a produção de maltes especiais.
“Vamos fazer aqui uma duplicação em concreto, que vai atender um setor produtivo que é importante para o Paraná. Estamos trazendo a Guarapuava o mesmo tipo de rodovia que se encontra na Alemanha e nos Estados Unidos, que são muito mais modernas, tem melhor durabilidade e reduzem os custos com manutenção”, afirmou Ratinho Junior.
O projeto prevê a duplicação da rodovia, ampliação da capacidade de tráfego e implantação de vias marginais, com o objetivo de separar o tráfego da rodovia do tráfego urbano local. Também estão previstas melhorias de segurança, como a implantação de interseções em desnível, com construção de viadutos, pontes, passagens inferiores e estruturas de contenção.
Atualmente, a rodovia possui uma faixa por sentido, com acostamentos variáveis. Após a intervenção, passará a ter duas faixas por sentido (3,50 m cada), acostamentos de 2,50 m e separação central por barreira rígida. As vias marginais, quando implantadas, também terão duas faixas por sentido.
A obra utilizará pavimento de concreto na pista principal, com técnica conhecida como whitetopping, que aplica uma camada de concreto sobre o asfalto antigo para aumentar a durabilidade. Já as vias laterais receberão um pavimento reforçado. O objetivo é garantir um trânsito mais ágil e seguro e facilitar o deslocamento entre as cidades da região.
O edital utiliza o regime de contratação integrada, em que a empresa a vencedora é responsável pela elaboração do projeto básico e projeto executivo de engenharia e, na sequência, pela execução das obras em si. Por se tratar de uma contratação integrada, o orçamento é sigiloso.
INFRAESTRUTURA – Ainda em Guarapuava, o governador inaugurou o primeiro trecho da duplicação da PR-466, entre Guarapuava e o distrito de Palmeirinha. As obras na rodovia seguem até outros municípios da região, com outros dois trechos de duplicação em concreto entre Palmeirinha e Turvo e de Turvo a Pitanga, além da restauração entre Pitanga e Manoel Ribas, chegando até Mauá da Serra.
“Estamos fazendo um grande investimento não só em Guarapuava, como em toda a região Central do Estado. A duplicação da PRC-466 e dos primeiros nove quilômetros da PR-170 faz parte desse pacote, atendendo o setor produtivo e o cooperativismo”, ressaltou o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.
“O Governo do Estado está investindo muito na região Central do Paraná, com obras que conectam nossas cidades a todo o Paraná. Muito se fala na necessidade de gerar empregos, mas a gente só consegue atrair investimentos se tiver uma boa logística, e é isso que o governo está trazendo à nossa região”, afirmou o prefeito de Guarapuava, Denilson Baitala.
PRESENÇAS – Também participaram do evento o chefe da Casa Militar, coronel Marcos Tordoro; os secretários estaduais das Cidades, Guto Silva, da Segurança Pública, Hudson Teixeira; da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes; e do Turismo, Leonaldo Paranhos; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jefferson Silva; o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi; os deputados estaduais, Artagão Júnior e Fábio Oliveira; a presidente da Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava (Acig), Maria Ines Guine; vereados e demais autoridades.
Por AEN
O verão se despede do Hemisfério Sul e às 11h46 desta sexta-feira (20) e o outono ocupa o espaço, mas o calor ainda não vai embora. Em seu primeiro fim de semana, no Paraná, o outono começa com temperaturas altas e pancadas de chuva isoladas. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), uma frente fria impacta o tempo no domingo (22), trazendo um volume um pouco maior de chuva para o Estado.
O primeiro dia de outono ainda terá características de verão. O sol predomina ao longo do dia e por isso as temperaturas sobem, podendo chegar entre 33°C e 34°C no Oeste e Noroeste, e 30°C nas outras regiões paranaenses. “Esse abafamento no período da tarde favorece a formação de áreas de instabilidades que deverão ocorrer em cidades do Norte, Noroeste e Oeste do Paraná. A chuva será isolada, entre a tarde e a noite, e também pode ocorrer na região Leste, porém com menor intensidade”, explica Paulo Barbieri, meteorologista do Simepar.
No sábado (21), uma frente fria se desloca sobre o oceano na altura da Argentina, Uruguai e sul do Rio Grande do Sul, sem influenciar as condições do tempo no Paraná. Assim como na sexta-feira, o sol segue predominando e as temperaturas seguem elevadas por todo o Estado. Pancadas de chuva isoladas, impulsionadas pelo forte aquecimento, serão registradas em cidades do Oeste e Sudoeste do Paraná.
A frente fria segue em movimento na direção do oceano no domingo (22), e como estará mais próxima do Paraná vai ocasionar chuvas mais intensas no estado. “Principalmente nas regiões da metade sul do estado teremos ao longo do dia pancadas de chuvas isoladas acompanhadas de trovoadas. Não se descarta nesses setores a ocorrência de temporais localizados no período da tarde”, ressalta Paulo.
Apesar do nome, o impacto de uma frente fria não significa que vai fazer frio. Ela é uma massa de ar frio que avança sobre uma área onde já tem uma massa de ar quente, e esse choque entre as duas massas de ar faz com que o ar quente suba rapidamente, formando muitas nuvens e aumentando as instabilidades. Dessa forma, a chegada de uma frente fria significa que vai chover, como ocorrerá domingo no Paraná. As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões.
Uma nova frente fria avança pelo sul do Brasil na segunda-feira (23) e trará mais chuva para o Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Paraná a partir da tarde. O Simepar acompanha a movimentação destas frentes frias e trará boletins meteorológicos atualizados. É importante que a população fique atenta aos alertas da Defesa Civil estadual, que acompanha o monitoramento do tempo 24 horas dos meteorologistas do Simepar.
Em caso de necessidade, as informações são disponibilizadas para a população por meio dos alertas enviados por SMS ou WhatsApp. O cadastro é gratuito. Basta a pessoa enviar o seu CEP por SMS para o número 40199 para se habilitar a receber os alertas. Para que sejam enviados por WhatsApp. é necessário cadastrar o número 61 2034-2611 e interagir com esse contato, podendo se cadastrar a partir do CEP, do município ou da localização.
Para situações mais extremas, são enviados alertas por meio da tecnologia cell broadcast, sem necessidade de cadastro prévio.
Por - AEN
O Governo do Estado alcançou em janeiro a marca de 13.267.053 mudas de espécies nativas distribuídas desde 2019 por meio do programa Paraná Mais Verde, em sete diferentes ciclos da ação ambiental coordenada pelo Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável.
No primeiro levantamento, entre setembro de 2019 e setembro de 2020, o projeto entregou 1.807.379 pequenas árvores produzidas por 19 viveiros florestais e dois laboratórios de sementes sob responsabilidade do IAT. Número que saltou para 2.430.799 mudas no último ciclo fechado, de setembro de 2024 a setembro de 2025, um incremento de 34,5% nas doações.
De acordo com a Gerência de Restauração Natural do Instituto, as espécies mais buscadas pela população no período foram a Aroeira-pimenteira (Schinus terebinthifolia), Angico-gurucaia (Parapiptadenia rigida), Pitanga (Eugenia uniflora), Araçá (Psidium cattleyanum) e Araucária (Araucaria angustifolia).
Hoje vemos um crescimento exponencial na demanda por mudas de espécies nativas. Isso se dá tanto pelo maior entendimento sobre a importância da recuperação da vegetação quanto pela necessidade de cumprir exigências legais e compensações ambientais relacionadas ao licenciamento de obras e empreendimentos”, explica a bióloga da Divisão de Distribuição de Mudas Nativas do IAT, Roberta Scheidt Gibertoni.
Ela reforça os impactos positivos da restauração ambiental na qualidade de vida da população paranaense. “Ao plantar espécies nativas, estamos melhorando a qualidade do ar e da água, mitigando os efeitos das mudanças climáticas, protegendo a biodiversidade e promovendo saúde física e mental”, ressalta. “Além disso, a recuperação dos ecossistemas florestais cria espaços mais arborizados, propícios ao lazer e ao bem-estar”, afirma.
PARANÁ MAIS VERDE – O programa Paraná Mais Verde incentiva o plantio de mudas de espécies nativas do Paraná como forma de aliar o desenvolvimento ambiental, econômico e social, bem como incentivar a população a plantar árvores, seja em área urbana ou rural, para colaborar no equilíbrio do clima. As mudas são plantadas em locais que precisam ser recuperados ou mais bem arborizados.
São seis linhas de atuação: Revitaliza Viveiros, Viveiros Socioambientais, Incentivo a Espécies Ameaçadas de Extinção, Datas Comemorativas, Parques Urbanos e Poliniza Paraná.
VIVEIROS – Os viveiros administrados pelo Instituto Água e Terra estão localizados em São José dos Pinhais, Engenheiro Beltrão, Salgado Filho, Cascavel, Cornélio Procópio, Guarapuava, Fernandes Pinheiro, Ivaiporã, Jacarezinho, Morretes, Ibiporã, Mandaguari, Pato Branco, Tibagi, Pitanga, Paranavaí, Toledo, Umuarama e Paulo Frontin. Já os laboratórios de sementes ficam em São José dos Pinhais e em Engenheiro Beltrão.
COMO SOLICITAR – O trabalho dos viveiros atende a uma ampla gama de projetos e programas — estaduais e federais — voltados à recuperação da vegetação nativa. Entre eles, destacam-se o Programa de Regularização Ambiental (PRA), o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), o programa Paraná Mais Verde e o programa Asfalto Novo, Vida Nova. As mudas também são usadas em projetos de pesquisa, plantios voluntários, eventos e iniciativas de reflorestamento urbano e rural.
Os interessados podem solicitar mudas por meio do Sistema de Gestão Ambiental (SGA). O pedido passará por uma análise técnica do IAT. Caso seja aprovado, será encaminhado um e-mail ao requerente, com as informações do local de retirada das mudas e a documentação necessária.
Confira, ano a ano, a evolução da distribuição de mudas de espécies nativas no Paraná:
Confira as características das espécies mais procuradas para doação pela população do Paraná em 2025:
1) Aroeira-pimenteira (Schinus terebinthifolia)
Liderando o ranking, com mais de 115 mil mudas doadas em 2025, a Aroeira-pimenteira é um arbusto característico da Mata Atlântica, com altura de sete a dez metros e rápido crescimento. Seus pequenos frutos vermelhos, conhecidos popularmente como pimenta-rosa, são um atrativo para a avifauna local, o que ajuda na dispersão natural de sementes. A população de Toledo, no Oeste do Paraná, foi quem mais procurou a muda.
2) Angico-gurucaia (Parapiptadenia rigida)
Em segundo lugar aparece a Angico-gurucaia. Foram distribuídas cerca de 110 mil mudas da espécie em 2025, sendo Toledo, novamente, a cidade que mais recebeu. A espécie domina a mata típica do interior do Paraná, muito presente nas bacias hidrográficas do Estado. É de extrema importância para a recomposição de matas ciliares e muito indicada para ações de reflorestamento e preservação ambiental, podendo atingir até 1,4 metro na idade adulta.
3) Pitanga (Eugenia uniflora)
A Pitanga, terceira colocada da lista, é conhecida como pitangueira e famosa por seus frutos vermelhos que representam o quintal de muitas casas paranaenses. Mais de 90 mil mudas foram doadas da espécie, majoritariamente em Ortigueira, nos Campos Gerais. Na pitanga, as folhas e frutos são grandes chamativos para a fauna e atraem pássaros como sabiás e bem-te-vis. Além disso, a árvore ganha destaque por seu alto valor paisagístico.
4) Araçá (Psidium cattleyanum)
Mais de 87 mil mudas de Araçá saíram dos viveiros do IAT no ano passado. De fácil adaptação aos diferentes climas, a espécie habita do litoral até o interior do Paraná. Seus frutos, que podem ser amarelos ou avermelhados, são ricos em vitamina C e muito valorizados tanto para o consumo humano quanto para nutrir a vida silvestre. A árvore, considerada de porte pequeno/médio, pode atingir 6 metros de altura.
5) Araucária (Araucaria angustifolia)
Para fechar o top 5 não poderia faltar um imponente símbolo do Estado, a Araucária. Foram mais de 82 mil mudas doadas em 2025 do chamado Pinheiro-do-Paraná. Além de desenhar a paisagem típica local, a espécie garante o pinhão, alimento essencial para a fauna, em especial a gralha-azul, e uma das bases da nossa culinária de inverno.
Por - AEN
Pelo sexto ano consecutivo, o Paraná registra o maior percentual de nascidos vivos de mães que realizaram sete ou mais consultas de pré-natal pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2025, o índice alcançou 89%, o melhor resultado desde 2020 e o mais elevado do País em toda a série recente. O índice supera a média nacional, de 79,2%, e reflete a estratégia permanente do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), de ampliar o acesso ao acompanhamento precoce, fortalecer a prevenção e assegurar cuidado contínuo às gestantes.
Os dados de 2025 do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) confirmaram a liderança estadual no ranking nacional de gestantes com sete ou mais consultas de pré-natal. Santa Catarina aparece na segunda posição, com 84,4%, seguida do Rio Grande do Sul, com 84,2%. Na outra extremidade, Roraima, Amapá e Acre registraram os menores percentuais, com 58,3%, 59,1% e 61,6%, respectivamente.
O pré-natal representa uma das ações mais eficazes da saúde pública para proteger mães e bebês. É nesse acompanhamento que se identificam precocemente fatores de risco, se orientam hábitos saudáveis e se monitoram as condições clínicas ao longo da gravidez, permitindo intervenções oportunas e redução de complicações evitáveis.
Condições como hipertensão, diabetes, obesidade e tabagismo podem influenciar diretamente o desenvolvimento da gestação. Quando reconhecidas e acompanhadas desde o início, tornam-se passíveis de controle, contribuindo para desfechos mais seguros, diminuição de internações e melhor qualidade de vida para mães e recém-nascidos.
Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, os resultados sustentados ao longo dos últimos anos demonstram mais do que um indicador assistencial. “O desempenho do Estado traduz uma política pública orientada pela proteção, pelo cuidado antecipado e pela garantia de um começo mais saudável para milhares de famílias paranaenses”, afirma.
No Paraná, a ampliação das consultas, o monitoramento contínuo e a integração dos serviços de saúde têm consolidado um modelo de cuidado que acompanha a gestante de forma próxima e permanente. Esse conjunto de ações fortalece a prevenção, reduz desigualdades de acesso e promove maior segurança ao longo de toda a gravidez.
“Esse destaque que o Estado tem recebido é mérito das equipes que reforçam a Política Integral à Saúde da Mulher Paranaense, garantindo atendimento humanizado e qualificado em todas as fases da vida”, complementa.
ASSISTÊNCIA PERMANENTE – Os indicadores apresentados pelo Paraná são resultado da implantação de princípios da Linha de Cuidado: captação precoce da gestante (até 12 semanas de gestação); estratificação de risco da gestação; acompanhamento no pré-natal, com no mínimo sete consultas e garantia de exames e atendimento na Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) para as gestantes de risco intermediário e alto risco; vinculação da gestante ao hospital de referência e atenção ao parto, conforme risco gestacional; atenção ao puerpério e atendimento ao recém-nascido; planejamento sexual e reprodutivo, e promoção à saúde.
INVESTIMENTO E CAPACITAÇÕES – Nos últimos anos a Sesa adquiriu e distribuiu computadores, com impressoras e nobreak, para qualificação do processo de trabalho nos Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar do Estado.
Também foram comprados e distribuídos equipamentos de ultrassom para assistência aos casos de medicina fetal, como conjunto de fetoscópio e torre de vídeo para a Atenção Hospitalar de Gestantes de Alto Risco, num investimento de R$ 5,5 milhões.
Além disso, municípios receberam recursos que variam de R$ 150 mil a R$ 300 mil para aquisição de aparelhos de ultrassons destinados à Atenção Primária à Saúde (APS).
No Programa de Apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS Paraná (HOSPSUS), houve um incremento de 100% para custeio de partos por meio da Estratégia de Qualificação do Parto (EQP), aumentando o repasse para parto de risco habitual (de R$ 200,00 para R$ 400,00 por parto), partos de risco intermediário (de R$ 320,00 para R$ 640,00 por parto) e partos de alto risco (de R$ 100 mil/mês para R$ 130 mil/mês para cada hospital). Anualmente, os repasses somavam cerca de R$ 7,6 milhões para estes serviços. Agora, ultrapassam R$ 13,2 milhões ao ano, acréscimo 73,6%.
Como a qualificação profissional e a melhora na qualidade do atendimento à população são objetivos permanentes para a Sesa, o Estado também investiu na educação em saúde, ofertando bolsas de pós-graduação de enfermagem obstétrica, por meio da Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP).
POr - AEN


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