Cerca de 2 mil ampolas de tirzepatida foram apreendidas; grupo utilizava rádio comunicador para monitorar movimentação policial
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu 4 pessoas por contrabando de medicamentos na tarde de quinta-feira (14), na BR-277, em Cascavel (PR). Durante a abordagem, os policiais apreenderam cerca de 2 mil ampolas de tirzepatida, medicamento utilizado no tratamento de diabetes e emagrecimento.
Após suspeitas, PRF abordou dois carros que transitavam pela rodovia. No primeiro veículo, estavam um homem de 35 anos e outro de 29 anos. Durante a fiscalização, ambos admitiram que transportavam o medicamento no interior do automóvel, sendo os produtos encontrados no porta-malas. Apesar do transporte ocorrer em caixas térmicas, a temperatura era ambiente, fora da temperatura indicada na bula dos medicamentos - de 2 a 8 graus.
No segundo carro, ocupado por um homem de 50 anos e uma mulher de 49 anos, os policiais encontraram rádio comunicador idêntico aos utilizados no outro veículo, inclusive sintonizados na mesma frequência. Os envolvidos utilizavam os equipamentos para monitorar e repassar informações sobre a presença policial na rodovia, atuando como batedores.
Os medicamentos e os veículos foram encaminhados à Receita Federal. Os presos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Cascavel.
Por - PRF
Um cavado meteorológico de altos níveis trouxe chuva novamente ao Paraná no fim da quinta-feira (14). E, de acordo com o Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, o tempo segue chuvoso até segunda-feira (18). A chuva não deixará as temperaturas máximas subirem nos próximos dias e o ar frio que se aproxima na retaguarda deste sistema fará as temperaturas baixarem ainda mais a partir da próxima semana.
Os volumes de chuva foram abaixo de 5 mm em algumas estações meteorológicas do Simepar na noite de quinta-feira (14), quando as precipitações começaram no Estado. Na sexta-feira (15), antes das 8h15, os maiores volumes de chuva foram registrados nas estações de Londrina (21 mm), Araucária (Sanepar: 17,6 mm), Maringá e Rio Negro (14,2 mm em cada).
“Estamos com uma circulação dos ventos em médios e altos níveis de atmosfera que acaba favorecendo a formação de áreas de chuva sobre o Estado. Ao longo desta sexta-feira, o tempo vai continuar bastante instável, bastante chuvoso, e o sol não deve aparecer. O volume de chuva será um pouco mais expressivo no Oeste, Noroeste e Norte do Paraná”, explica Samuel Braun, meteorologista do Simepar.
Devido à nebulosidade, as temperaturas variam pouco ao longo do dia. Durante todo o fim de semana não vai esquentar muito à tarde, como vinha ocorrendo nos últimos dias em todas as regiões do Paraná. As temperaturas mais altas devem ficar nas cidades próximas da divisa com o Mato Grosso do Sul, abaixo de 23°C.
O sábado (16) amanhece nublado do Centro ao Leste do Paraná. Além do cavado meteorológico, um sistema de baixa pressão influencia as condições do tempo. A partir da tarde, a chuva retorna à região dos Campos Gerais, Região Metropolitana de Curitiba e Litoral. “No Interior, o tempo vai continuar bastante chuvoso, instável desde a manhã do sábado e, inclusive, entre a tarde e noite há possibilidade de chuva mais forte no Oeste e Noroeste em virtude da formação de áreas de chuva sobre o Mato Grosso do Sul que acabam avançando em direção ao Paraná”, detalha Samuel.
A chuva segue com volumes maiores no Oeste, Noroeste e Norte do Paraná no domingo (17), podendo ultrapassar os 60 mm em algumas cidades, e há possibilidade de granizo. Entre a madrugada e a manhã de domingo, rajadas de vento mais fortes também podem ser registradas nestas regiões. A chuva fica mais fraca nas outras áreas do Estado.
Na segunda-feira (18) ainda pode ocorrer chuva fraca ou apenas garoa no Leste do Paraná, e o interior do estado segue com muitas nuvens. Depois da chuva, o ar fica mais frio. As temperaturas mínimas, que estarão acima dos 10°C em todo o Paraná no domingo, terão declínio gradativo e ficarão abaixo dos 5°C em várias cidades do Centro Sul e Leste do Paraná entre terça (19) e quarta-feira (20).
As máximas mais altas na segunda-feira (18) estão previstas para o Norte Pioneiro, e não passam dos 23°C. Entre terça (19) e quinta (21) da próxima semana, em todo o Estado, as temperaturas máximas não passam dos 21°C.
ALERTAS – A população deve ficar atenta aos alertas da Defesa Civil Estadual, que acompanha o monitoramento do tempo 24 horas dos meteorologistas do Simepar.
Em caso de necessidade, as informações são disponibilizadas para a população por meio dos alertas enviados por SMS ou WhatsApp. O cadastro é gratuito. Basta a pessoa enviar o seu CEP por SMS para o número 40199 para se habilitar a receber os alertas. Para que sejam enviados por WhatsApp. é necessário cadastrar o número 61 2034-2611 e interagir com esse contato, podendo se cadastrar a partir do CEP, do município ou da localização.
Para situações mais extremas, são enviados alertas por meio da tecnologia cell broadcast, sem necessidade de cadastro prévio.
POr - AEN
O pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 termina nesta sexta-feira (15). Proprietários de veículos com placas terminadas em 9 e 0 devem ficar atentos ao prazo. De acordo com a Receita Estadual do Paraná, mais de 1,1 milhão de veículos optaram pelo parcelamento do tributo em todo o Estado e terão até o fim da semana para regularizar sua situação com o fisco.
A inadimplência pode trazer consequências, já que o débito pode ser inscrito na Dívida Ativa, com inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual e o impedimento de usar de créditos do Nota Paraná, além de gerar restrições como nome negativado, dificuldade para obter empréstimos, acessar linhas de crédito e assumir cargos públicos. Quem deixa o IPVA em atraso também não consegue licenciar o veículo.
O atraso também pesa no bolso. A multa é de 0,33% ao dia, acrescida de juros de mora com base na taxa Selic. Após 30 dias de inadimplência, a multa passa a ser fixa em 20% do valor do imposto.
COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerá-las. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes podem pagar o IPVA 2026 via pix com a leitura do QR Code presente na guia, a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
ALÍQUOTAS – O Paraná tem uma das menores alíquotas do País, de 1,9% sobre o valor venal dos veículos. Contudo, em alguns casos, os proprietários pagam ainda menos.
Ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1% no Estado. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Além disso, as motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
Confira o vencimento por final de placa da quinta e última parcela do IPVA 2026:
1 e 2: 11/05 (vencido)
3 e 4: 12/05 (vencido)
5 e 6: 13/05 (vencido)
7 e 8: 14/05 (vencido)
9 e 0: 15/05
Por - AEN
O Governo do Paraná entregou 28 escola estaduais novas para 23 cidades desde 2019 e está construindo outras 16 em 15 cidades para reforçar a rede estadual. Esses 44 investimentos em infraestrutura escolar estão diretamente relacionados com o crescimento das cidades, resolução de passivos históricos (escolas que dividem turmas com educação municipal) e melhoria da qualidade do ensino, já refletida com os primeiros lugares do Ideb, a principal avaliação da educação brasileira.
As escolas já inauguradas e com aulas em funcionamento ficam em Arapongas, Mauá da Serra, Adrianópolis, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Fazenda Rio Grande, Mandirituba, Campo Mourão, Cascavel, Cornélio Procópio, Medianeira, Santa Terezinha do Itaipu, Goioerê, Guarapuava, Diamante do Norte, Ibiporã, Colorado, Maringá, Sarandi, Guaratuba, Ponta Grossa, Ortigueira e Sengés. São colégios agrícolas, regulares e de tempo integral. O investimento foi de R$ 272 milhões.
As novas escolas em construção ficam em Apucarana, Itaperuçu, Pinhais, Piraquara, Rio Branco do Sul, Araucária, Foz do Iguaçu, Santo Antônio do Sudoeste, Londrina, Maringá, Pontal do Paraná, Pato Branco, Ponta Grossa, Palotina e Toledo e recebem investimento de R$ 391 milhões. Os recursos são da Secretaria de Estado da Educação e a gerência da licitação e das obras é do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar).
“Estamos promovendo uma transformação consistente na rede estadual com novas escolas e melhorias estruturais que impactam diretamente a qualidade da educação e o ambiente escolar. Todas essas novas unidades receberam espaços de lazer, laboratórios, bibliotecas, recursos multimídia e salas mais amplas e modernas, inclusive para os professores”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda. "Entregar uma escola nova para uma cidade é um ato que possibilita olhar para o futuro da educação e de centenas de famílias".
Segundo a Secretaria da Educação, entre 2019 e abril de 2026 o Estado investiu cerca de R$ 2 bilhões em obras de construção, ampliação e reforma de escolas em todas as regiões do Estado. Foram firmados 1.201 contratos de reformas escolares, totalizando R$ 744,7 milhões em investimentos. E estão em fase de execução 70 contratos de ampliação, com aporte de R$ 97,1 milhões, além da construção das novas escolas e um planetário, que juntos somam R$ 629,2 milhões.
Outro destaque é o programa Escola Mais Bonita, voltado à manutenção e melhoria das unidades, desenvolvido em parceria com a Assembleia Legislativa. Entre 2020 e 2026, a iniciativa destinou R$ 518,6 milhões para quase todas as escolas da rede estadual – com exceção daquelas recém-construídas ou totalmente reformadas.
Somados, os investimentos em reformas, ampliações e novas unidades são 1.316 obras realizadas ou contratadas no período, consolidando uma das maiores ações de modernização da infraestrutura escolar da história da rede estadual de ensino. “As obras refletem o compromisso com a valorização da educação pública, assegurando espaços mais adequados, seguros e modernos para toda a comunidade escolar”, disse a diretora-presidente do Fundepar, Eliane Teruel Carmona.

OBRAS EM ANDAMENTO – O Governo do Estado mantém atualmente 238 obras escolares em execução no Paraná. Desse total, 16 correspondem à construção de novas unidades e 221 são reformas e ampliações. Os investimentos ultrapassam R$ 660 milhões, sendo R$ 366 milhões destinados a novas construções. As intervenções têm como objetivo ampliar a oferta de vagas, modernizar os espaços pedagógicos e melhorar as condições de ensino e aprendizagem para estudantes e profissionais da educação em todo o Estado.
Elas estão em diferentes níveis de execução. Em Apucarana, Araucária, Colorado e Ibiporã já ultrapassaram 75% de execução. E em algumas cidades (Rio Branco do Sul, Pontal do Paraná e Itaperuçu) as obras estão no início.
Confira a relação:
Apucarana - Colégio Professora Godomá de Oliveira - 79.56% - R$ 20.102,351.65
Itaperuçu - Colégio Bacharel Antonio Alves - 1.35% - R$ 19.054,038.56
Piraquara - Colégio Jardim Holandês - 63.74% - R$ 31.367,593.54
Rio Branco do Sul - Colégio Zacarias - 1.93% - R$ 13.440,625.81
Araucária - Colégio Jardim dos Pássaros - 1.18% - R$ 19.950,000.00
Araucária - Colégio Província da Síria - 91.67% - R$ 12.108,903.99
Londrina – CEEP Londrina - 54.04% - R$ 21.122,159.06
Maringá - Colégio Jardim Madrid - 2.21% - R$ 24.889,925.62
Pontal do Paraná - Colégio Renée de Amorin - 1.74% - R$ 23.500,000.00
Pato Branco - Colégio no bairro Fraron - 58.1% - R$ 18.618,000.00
Ponta Grossa - Colégio Iolando Fonseca - 6.94% - R$ 23.288,125.08
Ponta Grossa - Colégio Gralha Azul - 2.24% - R$ 28.685,000.00
Ponta Grossa - Colégio Neves - 3.72% - R$ 13.721,631.34
Palotina - Colégio Domingos Zardo - 61.24% - R$ 27.477,000.00
Toledo – Colégio Pinheirinho - 42.01% - R$ 22.957,461.29
Foz do Iguaçu - Colégio Carimã – 0% - R$ 13.195,758.44 (obras começam nos próximos dias, após a vistoria fiscal da obra e assinatura do contrato).
PLANETÁRIO – Também estão em obras o novo Planetário do Parque da Ciência Newton Freire Maia, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Com investimentos de R$ 46,47 milhões do Governo do Paraná, ele será o planetário mais moderno da América Latina.
A construção teve início no começo deste ano, após a licitação concluída no fim de 2025. Na primeira etapa, foram realizados os serviços de limpeza do terreno e terraplanagem. A obra, em fase de fundações, é executada pelo consórcio formado pelas empresas JNB Construções e Serviços Ltda, Construtora Sandin Ltda e JB Construções e Empreendimentos Ltda.
UNIDADES ENTREGUES – Entre as unidades entregues estão a resolução do passivo da Quadro Negro, herdado de outras gestões, com prédios inacabados. Foram entregues 14 escolas dentro desse modelo, a última foi o Colégio Cívico-Militar 1º Centenário, em Campo Largo, em agosto de 2023. Além disso foram entregues oito grandes colégios profissionais (Ibiporã, Medianeira, Cascavel, Campo Largo, Santa Terezinha de Itaipu, Maringá, Colorado e Ortigueira), favorecendo a integração entre estudo regular e estudo técnico.
Os novos colégios estão com aulas regulares em andamento e já fazem parte da rede estadual que engloba cerca de 1 milhão de alunos e mais de 2 mil escolas.
Confira a relação dos novos colégios já inaugurados:
Arapongas - Colégio Alto da Boa Vista - R$ 6.236.706,12
Mauá da Serra - Mauá da Serra - Local - R$ 9.897.088,35
Adrianópolis - Diogo Ramos, Quilombola - R$ 1.834.455,36
Campina Grande do Sul - Ribeirão Grande - R$ 8.050.857,78
Campo Largo - CEEP Campo Largo - R$ 8.855.891,18
Fazenda Rio Grande - Bairro Estados - R$ 12.885.666,45
Mandirituba - Mireille Maria F Z Machado - R$ 11.398.988,42
Campo Mourão - Novo Horizonte - R$ 5.616.245,59
Cascavel - CEEP Pedro B Neto - R$ 5.177.284,05
Cascavel - Jardim Riviera - R$ 14.320.251,41
Cornélio Procópio - Colégio Willian Madi - R$ 9.157.165,21
Medianeira - CEEP Medianeira - R$ 16.022.394,10
Santa Terezinha de Itaipu - CEEP Arcângelo Nandi - R$ 6.854.369,62
Goioerê - Colégio Vila Progresso - R$ 24.551.217,46
Guarapuava - Leni Marlene Jacob - R$ 5.368.388,75
Guarapuava - Pedro Carli - R$ 5.545.061,28
Diamante do Norte - Colégio Noroeste - R$ 13.507.442,23
Ibiporã - CEEP Ibiporã - R$ 14.161.651,67
Ibiporã - Ulysses Guimarães - R$ 5.262.728,73
Colorado - CEEP Colorado - R$ 13.033.364,41
Maringá - CEEP Maringá - R$ 19.825.134,57
Sarandi - UNV Parque São Pedro - R$ 4.946.898,40
Guaratuba - Anibal Khury - R$ 13.178.034,35
Ponta Grossa - Francisco Pires Machado - R$ 3.141.174,96
Ponta Grossa - Santa Maria - R$ 1.018.570,28
Ortigueira - CEEP Ortigueira - R$ 8.735.015,50
Ortigueira - Escola Integral de Ortigueira - R$ 8.234.348,11
Sengés - Prof. Lauro Sangreman de Oliveira - R$ 11.802.879,99
INVESTIMENTOS PREVISTOS – O Governo também prepara uma nova etapa de investimentos na infraestrutura da rede estadual de ensino. Atualmente há quatro licitações abertas para unidades em Fazenda Rio Grande, São José dos Pinhais, Curitiba e Foz do Iguaçu e 28 em fase de planejamento. Também estão previstas as construções de 15 novas unidades escolares e a ampliação de outras 10, previstas para iniciar nos próximos meses, somando um aporte estimado de mais de R$ 300 milhões.
As ações incluem novas escolas, além da continuidade de reformas e ampliações, com foco na ampliação de vagas e modernização dos espaços escolares.
E nos próximos anos também começam as construção do programa de PPPs da educação. O Governo do Paraná prevê a construção de 40 novas escolas em 31 municípios com a CSInfra S/A, que venceu as disputas dos lotes na B3. O Lote Norte prevê a construção de 18 novas unidades de ensino (Arapongas, Cambé, Campo Mourão, Cianorte, Londrina, Mandaguaçu, Marialva, Maringá, Rolândia, Sarandi, Telêmaco Borba e Umuarama) e o Lote Sul conta com 22 (Assis Chateaubriand, Castro, Contenda, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Guaratuba, Marechal Cândido Rondon, Matelândia, Matinhos, Morretes, Palmas, Palmeira, Palotina, Pato Branco, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, São Miguel do Iguaçu, Tijucas do Sul e Toledo).
Neste modelo, a empresa vencedora do certame construirá as unidades e também será responsável por fornecer 21 serviços administrativos e de apoio, como limpeza e higiene, manutenção predial e dos equipamentos, suporte de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), preparação de refeições, portaria, vigilância eletrônica, apoio escolar, utilities, jardinagem, dentre outros. Já a gestão pedagógica, incluindo currículo, professores e diretrizes educacionais, seguirá sob responsabilidade da Seed.
SALAS DE MADEIRA – E até o fim de abril, mais uma etapa de substituição de salas de aula de madeira por estruturas modernas foi concluída, dando sequência ao programa que já alcançou 63% das salas. Mais de 50 estão em execução simultânea, com aporte superior a R$ 10,3 milhões em municípios de várias regiões. Na primeira fase do programa, foram substituídas 320 salas, com investimento de R$ 74 milhões. A próxima etapa está prevista para o segundo semestre, com a conclusão das obras em novas cidades.
As novas estruturas utilizam aço galvanizado, material que oferece maior durabilidade, conforto térmico e rapidez na instalação. A meta do Governo é substituir 100% das salas de madeira, consolidando um novo padrão de infraestrutura na rede estadual.
Por - AEN
O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), desenvolve projetos para aproximar as pessoas da doação de sangue, principalmente quando envolve grupos maiores de doadores. O órgão disponibiliza uma van para o traslado de grupos interessados em doar, além de realizar coletas externas.
O projeto “Leva e traz” tem como objetivo unir grupos de doadores que trabalhem na mesma empresa, pessoas de uma mesma comunidade, igrejas ou amigos interessados em fazer a doação de sangue. Através de agendamento, a van vai até o local para buscar as pessoas e levar até a sede do Hemepar, em Curitiba. Depois da doação, todos são levados de volta. A van atende Curitiba e Região Metropolitana e é preciso fechar grupos de 10 a 14 pessoas.
Outra estratégia é o “Hemepar vai até você” com coletas externas. As equipes de doação vão até os municípios da Região Metropolitana de Curitiba para fazer o cadastro, triagem e coleta de sangue. As ações ocorrem de maneira planejada e articuladas com as secretarias municipais, empresas ou igrejas.
Todo atendimento é feito com agendamento prévio, que pode ser realizado diretamente com o serviço social do Hemepar pelo telefone (41) 3281-4051 ou e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
“Essas ações são importantes para reforçar os estoques do banco de sangue, pois facilita o acesso de grandes grupos de doadores que sempre atendem ao nosso chamado “, diz a diretora do Hemepar, Vivian Patricia Raksa. “Nesse momento, estamos com baixo estoque dos tipos O, positivo e negativo, e aproveitamos para reforçar o pedido para que os doadores venham nossa sede realizar esse ato que pode salvar até quatro vidas”
DOAÇÃO – Curitiba, Londrina e Maringá, além de Cascavel, Toledo, Pato Branco e Francisco Beltrão, são as cidades com a situação mais crítica na falta de sangue O- e O+. Os estoques baixos representam um risco para o atendimento de vítimas de acidentes, pacientes que fazerão cirurgia e mesmo aqueles em tratamento oncológico.
O sangue do tipo O Rh negativo (O-) é o mais valioso em emergências médicas, pois ele pode ser utilizado em qualquer paciente por não possuir os antígenos A, B ou Rh. Em casos graves, quando alguém chega ao hospital com uma hemorragia severa e não há tempo de fazer o teste do tipo de sangue, os médicos utilizam o tipo O- para salvar a vida do indivíduo.
Já o sangue do tipo O Rh positivo (O+), embora não seja o doador universal absoluto (devido ao fator Rh), é o tipo sanguíneo mais comum na população brasileira. Por ser o mais frequente, é o mais utilizado nos hemocentros. Além disso, ele pode ser doado para qualquer pessoa que tenha fator Rh positivo (A+, B+, AB+ e o próprio O +), o que abrange a grande maioria da população.
SUS – O sangue captado na Hemorrede é utilizado para atender a demanda de 95,6% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. Cada doação gera, em média, de 450 ml a 470 ml de sangue e cada bolsa pode ser fracionada em até quatro hemocomponentes: hemácias, plaquetas, plasma e crioprecipitado (plasma fresco congelado). Uma doação pode salvar, no mínimo, quatro vidas.
QUEM PODE DOAR – Para doar, é necessário ter entre 16 e 69 anos completos. Menores de idade precisam de autorização e presença do responsável legal. Homens podem doar a cada dois meses e, no máximo, quatro vezes ao ano. Mulheres, a cada três meses, num total de três doações ao ano.
O doador deve pesar no mínimo 50 quilos, estar descansado, alimentado e hidratado (evitar alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem a doação). Para doar sangue é obrigatório apresentar documento oficial com foto, nome completo, data de nascimento, nome da mãe, número do RG e/ou CPF.
Por - AEN
O Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (14), destaca o setor de energia no agronegócio paranaense.
O Paraná desponta como novo polo de etanol de milho, segundo análise dos técnicos do Deral. Somando as produções oriundas da cana-de-açúcar e do milho, o Brasil deverá atingir 40,69 bilhões de litros de etanol, volume 8,5% superior ao registrado no ciclo anterior. O responsável por essa expansão é o etanol de milho, que já representa 28% da oferta total do País, um salto significativo frente aos 9% registrados na safra 2020/21.
No Paraná, a produção de etanol à base de cana está estimada em 1,18 bilhão de litros, o que representa leve retração de 2,2% em relação ao último período. Já o etanol de milho deverá apresentar crescimento expressivo neste ciclo, com produção estimada em 31,54 milhões de litros, alta de 71,1% na comparação com o período anterior (18.436 milhões de litros).
Embora o Estado ainda não possua um polo consolidado de produção de etanol de milho, há investimentos relevantes em andamento e a expectativa é de que, nos próximos anos, o Paraná passe a figurar entre os principais produtores nacionais.
LEITE – Outro destaque são os preços mais elevados do segmento leiteiro do Estado. O cenário é de valorização para o produtor. Na primeira semana de maio, o preço do litro de leite subiu 5,2%, chegando a R$ 2,56. Esse movimento se dá pelo período sazonal de captação reduzida e o maior custo com alimentação do rebanho, o que impulsiona os preços no mercado e melhora a margem para o produtor. A menor captação reduz a oferta do produto para as indústrias, o que eleva o preço.
Contudo, o setor permanece em alerta devido à pressão das importações de lácteos, que cresceram 26,5% no primeiro trimestre de 2026, trazendo produtos com preços altamente competitivos para o mercado interno.
GRÃOS – A safra de milho no Paraná demonstra resiliência diante das recentes oscilações climáticas. Segundo o Deral, as geadas isoladas que chegaram com a onda de frio mais intensa no sul do Estado não afetaram as lavouras. Atualmente, 96% da área plantada segue em desenvolvimento e o risco de perdas é atenuado pela previsão de chuvas e temperaturas estáveis acima de 8°C para a segunda quinzena de maio.
OVOS – Já o mercado de ovos vive um momento de profunda reorganização estratégica, ainda necessária por conta das altas tarifas que haviam sido impostas pelos Estados Unidos, um dos principais importadores.
A avicultura brasileira redirecionou seus excedentes para mercados de alto valor agregado, como o Japão, que registrou alta de 122,9% no faturamento das compras. E embora o volume total exportado pelo Brasil tenha caído 5%, o faturamento cresceu 16,4%, totalizando US$ 53,942 milhões nos três primeiros meses do ano. Além do Japão, outros mercados como Chile, Emirados Árabes e Senegal apresentaram crescimento robusto tanto em volume quanto em receita.
Apesar dos desafios, o Paraná consolida sua força nesse cenário como o segundo maior exportador nacional de ovoprodutos, com faturamento de US$ 13,696 milhões no primeiro trimestre.
Por - AEN

























