Temperaturas ficam dentro da média e chuva foi irregular em fevereiro, aponta Simepar

Fevereiro foi um mês típico de verão no Paraná. As temperaturas ficaram dentro da média em quase todo o Estado - acima da média em apenas seis cidades. Já a chuva foi irregular, muito acima da média em algumas estações meteorológicas, e muito abaixo da média em outras. Os dados consolidados do mês foram analisados nesta segunda-feira (02) pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).  

Apesar do registro de semanas de calor intenso, nenhuma onda de calor foi confirmada em fevereiro de 2026. As temperaturas no amanhecer ficaram mais amenas e a chuva intermitente não permitiu que as temperaturas ficassem muito diferentes da média histórica pelo Paraná. 

A temperatura média ficou pouco mais de 1°C acima da média histórica em Altônia, Capanema, Campo Mourão, Cascavel, Guaíra e São Miguel do Iguaçu. A temperatura mais alta de fevereiro foi de 39,7°C às 16h do dia 06 em Capanema. Esta também foi a temperatura mais alta do ano no Paraná todo até o momento. A temperatura mais baixa do mês foi de 12,2°C às 6h do dia 02 nas estações de Palmas e Distrito de Horizonte, em Palmas.

Os dados das estações meteorológicas demonstram o quanto a chuva típica de verão é irregular. Entre as 46 estações meteorológicas do Simepar operando há mais de cinco anos em fevereiro de 2026 no Paraná, 21 registraram volumes de chuva acima da média histórica, e outras 25 tiveram acumulados abaixo da média. 

Choveu acima da média principalmente na faixa Leste e no Sul do Paraná. Os volumes mais altos foram no Litoral. Em Antonina, por exemplo, a média de chuva para fevereiro já é alta, de 334,5 mm, e em fevereiro de 2026 a estação registrou 570,6 mm de chuva, o maior volume para o mês já registrado desde que a estação foi instalada na cidade, em 1998. Não chovia tanto em um mês nesta estação desde janeiro de 2024, quando o registro foi de 581 mm. 

O volume de chuva também foi alto em Guaraqueçaba. Na estação meteorológica da Reserva Natural Salto Morato a média de chuva em fevereiro é de 369,2 mm, e em fevereiro de 2026 a estação registrou 507 mm. Não chovia tanto em um mês nesta estação desde dezembro de 2024, quando o volume foi de 569,2 mm. 

“Vale destacar que essas chuvas ocorreram em curto espaço de tempo, tanto que tivemos vários problemas de alagamentos na região das praias. Paranaguá foi um exemplo: em duas ocasiões quase totalizou a chuva do mês inteiro, com vários transtornos para a população. Na Capital não foi muito diferente: uma ocorrência de chuva provocou uma série de transtornos com o acumulado de quase metade da chuva do mês inteiro em poucas horas. Isso é bem clássico de verão”, explica Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar. 

Os valores de chuva ficaram próximos ou abaixo da média em todas as outras regiões do Estado. Ao contrário dos volumes expressivos do Litoral, seis estações meteorológicas do Simepar registraram em todo o mês um acumulado abaixo de 60 mm. O menor volume de fevereiro de 2026 foi em Santo Antônio da Platina, onde a média histórica de chuva para fevereiro é de 137 mm, e a estação meteorológica registrou apenas 8,2 mm (confira a lista completa abaixo).

Os números são restritos à área de instalação da estação meteorológica. “Por vezes esses números de precipitação não representam totalmente o valor do município, pois nesta época do ano pode chover em um ponto da cidade, e no outro não. Se a chuva não passar sobre o pluviômetro da estação meteorológica, e atingir uma região que não tem medição, esse índice de chuva acaba não sendo registrado”, diz Lizandro. 

Estações com mais de cinco anos de operação que ultrapassaram o volume de chuva em fevereiro de 2026:

Cidade: média histórica para fevereiro / volume em fevereiro de 2026

Altônia: 124,4 mm / 200 mm

Antonina: 334,5 mm / 570,6 mm

Antonina - APPA: 247,7 mm / 276,2 mm

Assis Chateaubriand: 158,2 mm / 172,8 mm

Cândido de Abreu: 139,5 mm / 146,6 mm

Cerro Azul: 125,6 mm / 185 mm

Curitiba: 150,9 mm / 153,8 mm

Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 149,4 mm / 162,8 mm

Fazenda Rio Grande: 110,3 mm / 150,4 mm

Guaraqueçaba: 369,2 mm / 507 mm

Guaratuba: 313,3 mm / 440,4 mm

Palmas: 139,7 mm / 206,6 mm

Distrito de Horizonte, em Palmas: 135,2 mm / 172 mm

Palotina: 144,1 mm / 155,8 mm

Paranaguá: 321 mm / 367 mm

Pato Branco: 152 mm / 186,6 mm

Pinhais: 160,5 mm / 174 mm

Pinhão: 128,6 mm / 159,6 mm

Ponta Grossa: 151,7 mm / 189,2 mm

São Miguel do Iguaçu: 135,9 mm / 217,2 mm

União da Vitória: 123,9 mm / 182 mm

Estações com mais de cinco anos de operação que tiveram volume de chuva abaixo da média em fevereiro de 2026:

Cidade: média histórica para fevereiro / volume em fevereiro de 2026

Apucarana: 175,6 mm / 62,2 mm

Capanema: 120,2 mm / 27,8 mm

Cambará: 145 mm / 123,2 mm

Campo Mourão: 174,5 mm / 95,8 mm

Cascavel: 168,2 mm / 24,6 mm

Cianorte: 128,4 mm / 60 mm

Cornélio Procópio: 147,9 mm / 112,6 mm

Irati: 127,6 mm / 121,4 mm

Cruzeiro do Iguaçu: 136,8 mm / 71 mm

Foz do Iguaçu: 116,8 m / 50,8 mm

Francisco Beltrão: 167,5 mm / 163,6 mm

Guaíra: 138,3 mm / 128,6 mm

Guarapuava: 155,8 mm / 144,8 mm

Jaguariaíva: 140,9 mm / 100,2 mm

Lapa: 130,2 mm / 53,2 mm

Laranjeiras do Sul: 130,2 mm / 115,4 mm

Loanda: 137 mm / 53,4 mm

Londrina: 169 mm / 124,6 mm

Maringá: 144,7 mm / 134,4 mm

Paranavaí: 160,8 mm / 88 mm

Santo Antônio da Platina: 137 mm / 8,2 mm

Telêmaco Borba: 153,8 mm /109,4 mm

Toledo: 174,9 mm / 148 mm

Ubiratã: 144,5 mm / 121,2 mm

Umuarama: 137,9 mm / 69,6 mm

 

 

 

 

 

POr - AEN

 Semana terá temperaturas elevadas e pancadas isoladas de chuva no Paraná

O regime de chuvas ainda é de verão, mas as tempestades começam a diminuir no Paraná. Ao longo desta semana, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), as temperaturas vão subir à tarde, principalmente no Leste. Já no Interior do Estado, o calor que continua forte pode se tornar combustível para pancadas isoladas de chuva. 

Esta segunda-feira (02) amanheceu gelada em algumas cidades. Antonina (17,2°C), Cambará (14,6°C) e Pinhais (13,3°C) registraram suas temperaturas mais baixas de 2026 até o momento. A nebulosidade começa a diminuir na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e o sol vai predominar na maior parte do dia. No Litoral, o céu ainda permanece parcialmente nublado. 

“Não são esperadas chuvas significativas nessas áreas, apenas chuva fraca e ocasional ao longo do dia no Litoral. As temperaturas máximas devem atingir 25°C nestas regiões. Na RMC as temperaturas caem rapidamente durante a noite, chegando a valores em torno dos 14°C, enquanto no Litoral se mantêm mais estáveis, devido à alta umidade na região”, explica Bianca de Angelo, meteorologista do Simepar. 

Nas demais áreas do Paraná, o céu segue claro e as temperaturas continuam a subir ao longo da tarde.  No Oeste e Noroeste as máximas ultrapassam os 30°C, especialmente em cidades de fronteira, como Foz do Iguaçu, onde as temperaturas podem alcançar 34°C. “Esse aumento térmico, associado à umidade presente na atmosfera, acarreta a formação de áreas de pancadas de chuvas isoladas e irregulares, principalmente no Sudoeste, Centro-Sul e Campos Gerais, com intensidade moderada a forte”, afirma Bianca. 

CHUVAS ISOLADAS – Foi o que aconteceu no início da noite de domingo (01), no Oeste. Foz do Iguaçu alcançou a temperatura máxima de 33,5°C, e Toledo de 31,9°C. As duas cidades registraram pancadas de chuva isoladas por volta das 19h, em apenas alguns bairros, com granizo. 

A Defesa Civil Estadual enviou dois alertas severos (cell broadcast) para os municípios de Marmeleiro e Foz do Iguaçu devido à fortes núcleos de instabilidade que se formaram nestes locais com potencial para precipitação de granizo. A formação de outras tempestades também levou à emissão de outros três alertas de risco moderado e cinco de risco alto, especialmente nas regiões Oeste, Sudoeste, Centro-Sul e Centro do Paraná.

Pancadas de chuva isoladas também foram registradas no sábado (28). Altônia teve 36,6 mm de chuva em apenas 15 minutos pouco depois das 21h, e o Distrito de Entre Rios, em Guarapuava, registrou 20 mm entre as 18h e as 20h. Até o momento a Defesa Civil não registrou ocorrências associadas às condições adversas deste final de semana. 

PREVISÃO – As instabilidades no Paraná perdem intensidade na terça-feira (03), e se concentram principalmente na faixa Sul do Estado. As temperaturas seguem subindo, podendo alcançar 33°C em mais cidades do Oeste e Noroeste. Na quarta-feira (04), o padrão atmosférico se mantém. “Ainda temos previsão de pancadas de chuvas isoladas e de curta duração, mas a magnitude e frequência dos eventos serão bem menores comparado aos dias anteriores”, detalha Bianca.

Com menos chuva, as temperaturas seguem subindo. No Leste as temperaturas chegam perto dos 30°C, e o Oeste entra em Estado de atenção para calor intenso, com termômetros podendo ultrapassar os 35°C em municípios como Medianeira, Missal, Palotina, Terra Roxa e Querência do Norte - este no Noroeste.

Na quinta-feira (05), com tanto calor, as instabilidades voltam a se intensificar, especialmente no Sudoeste, com possibilidades de pancadas de chuva moderadas a fortes nas áreas próximas à divisa com Santa Catarina. Na sexta-feira (06), as instabilidades reduzem novamente e as temperaturas seguirão em elevação. Pancadas de chuvas isoladas ainda serão observadas no Estado, porém menos intensas do que as de quinta.

 

 

 

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 Paraná começa a implementar nova política de prevenção da fragilidade óssea

O Paraná estruturou uma nova estratégia de prevenção à fragilidade óssea no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa, conduzida pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), integra acompanhamento especializado para o tratamento e reabilitação da osteoporose visando reduzir o risco de novas fraturas e diminuir a mortalidade associada à condição. O projeto foi implementado de maneira pioneira na região Norte e está em processo de expansão para outros hospitais.

A estratégia implantada organiza o cuidado desde o momento da fratura até o seguimento ambulatorial. O paciente é identificado ainda no hospital, encaminhado para avaliação especializada e passa a integrar um protocolo de acompanhamento periódico. O modelo também prevê orientação sobre prevenção de quedas, avaliação clínica, solicitação de exames quando indicados e início de tratamento específico para fortalecimento ósseo, garantindo acompanhamento adequado aos pacientes.

Após sofrer a primeira fratura, o paciente com essa condição de saúde passa a ter risco elevado de novas ocorrências, principalmente no primeiro ano. Por isso, o modelo adotado pelo Estado, do Fracture Liaison Service (FLS), que é padrão internacional, não se limita ao atendimento emergencial, ele estabelece um fluxo de cuidado contínuo.

“O grande desafio é que a osteoporose não dói. Muitas pacientes só descobrem a doença depois de uma fratura”, explica o Fernando Yabushita, coordenador do programa de Pós-Graduação em Exercício e Promoção da Saúde da Unopar, parceiro do Estado na região Norte do Paraná, onde o programa começou a ser implementado em parceria com o Hospital Universitário de Londrina (HU-UEL). “Quando essa fratura acontece, o risco de uma nova lesão aumenta muito. É por isso que o acompanhamento após o primeiro evento é fundamental.”

Segundo ele, tratar apenas a fratura não resolve o problema. “Se a gente não investigar e tratar a causa da fragilidade óssea, o paciente pode voltar ao hospital em pouco tempo. O cuidado precisa ser completo.”

No HU-UEL, o atendimento é realizado por meio do Ambulatório de Fragilidade Óssea, vinculado ao Ambulatório de Especialidades do HU (AEHU). O serviço é direcionado a pacientes com 50 anos ou mais que sofreram fraturas por fragilidade e garante que, ao darem entrada no Pronto-Socorro, recebam avaliação conforme o protocolo clínico estabelecido.

De setembro de 2024 a novembro de 2025, foram realizadas 181 avaliações no HU-UEL, sendo 129 primeiras consultas médicas especializadas. O ambulatório acompanha pacientes que precisam investigar e tratar a causa do enfraquecimento ósseo, com foco na prevenção de novos episódios.

A abordagem é multiprofissional. Além da assistência médica e de enfermagem, a fisioterapia passa a ter um papel fundamental na reabilitação. Após a alta hospitalar, os pacientes são encaminhados ao ambulatório de fragilidade óssea, onde passam por avaliação da capacidade física e funcional, força muscular e composição corporal, exames fundamentais para prevenção de novas fraturas. Essas avaliações ocorrem por meio da parceria entre a UEL e o programa de pós-graduação stricto sensu da UNOPAR.

Todos os atendimentos ambulatoriais são feitos por alunos de graduação em fisioterapia, residentes e alunos de mestrado e doutorado. Nos casos de maior complexidade, o atendimento inclui suporte em terapia intensiva no período pós-operatório, etapa essencial para estabilização clínica e prevenção de complicações.

“O objetivo é quebrar o ciclo das fraturas sucessivas”, afirma Yabushita. “Existe um intervalo crítico após a primeira fratura. Se o paciente for acompanhado corretamente nesse período, conseguimos reduzir significativamente o risco de novas ocorrências”.

EXEMPLO – Esse modelo implantado no Paraná já conquistou certificação nível prata no Mapa de Boas Práticas do Capture the Fracture, iniciativa da Fundação Internacional de Osteoporose, ao alcançar 86% de conformidade com critérios internacionais de qualidade.

A aposentada Edi Teshirogi, de 73 anos, sofreu uma fratura de fêmur há dois anos após uma queda dentro de casa. Ela conta que sentiu dor intensa e dificuldade para caminhar quando chegou ao hospital. “Eu quase não conseguia andar. Tinha medo de cair de novo”, lembra.

Após o procedimento cirúrgico, ela passou a ser acompanhada semanalmente por uma equipe multiprofissional. O atendimento incluiu reabilitação, orientações e acompanhamento clínico. “Eu fui melhorando aos poucos. Hoje eu caminho, faço minhas coisas, mas com mais cuidado”, conta.

EVOLUÇÃO – Para a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, o impacto da estratégia vai além do atendimento clínico. A prevenção de novas fraturas reduz a pressão sobre os prontos-socorros, diminui internações, evita cirurgias e reduz a necessidade de implantes ortopédicos de alto custo, como placas, parafusos e próteses.

A fisioterapia atua no fortalecimento muscular, recuperação da mobilidade e prevenção de novas quedas, fatores esses determinantes para reduzir a reincidência de fraturas. Cada fratura evitada representa economia de recursos hospitalares e mais eficiência na gestão pública, permitindo que investimentos sejam direcionados a outras áreas prioritárias da saúde.

Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, a estratégia reforça o compromisso do Paraná com um atendimento mais organizado e preventivo. “Nosso foco é cuidar do paciente de forma integral. Não basta tratar a fratura e encerrar o atendimento. Precisamos garantir que essa pessoa tenha acompanhamento, orientação e tratamento adequado para evitar novas complicações. Esse é um modelo que qualifica a assistência e fortalece o SUS no Paraná”, afirma.

FRAGILIDADE ÓSSEA – A fragilidade óssea pode estar associada a diferentes fatores, entre eles a osteoporose, uma das principais causas do enfraquecimento ósseo, caracterizada pelo enfraquecimento dos ossos e pelo aumento do risco de fraturas. Muitas vezes silenciosa, a doença pode evoluir sem sintomas até a ocorrência da primeira fratura.

Outra questão relevante é que a fragilidade óssea não atinge apenas idosos. Doenças metabólicas, uso prolongado de medicamentos e outras condições clínicas podem comprometer a resistência dos ossos em diferentes faixas etárias. Muitas vezes, a fratura é o primeiro sinal de uma condição silenciosa que precisa ser investigada e tratada.

 

 

 

 

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 Agências do Trabalhador do Paraná têm 25,3 mil vagas em todos os setores da economia

As Agências do Trabalhador do Paraná têm 25.382 vagas de emprego abertas em todas as regiões do Estado por meio da Rede Sine/Agências do Trabalhador. As oportunidades contemplam diferentes níveis de escolaridade e perfis profissionais, com destaque para funções ligadas à indústria, comércio, serviços e agronegócio. Entre os cargos com maior número de vagas estão alimentador de linha de produção (6.597), abatedor (1.367), vendedor de comércio varejista (1.330) e operador de caixa (1.032).

A Regional de Cascavel lidera o ranking, com 5.901 vagas abertas, impulsionada principalmente pelo setor industrial e agroindustrial, com forte demanda por alimentadores de linha de produção (2.091) e abatedores (999). Na sequência aparece a Regional de Curitiba, que soma 4.336 oportunidades, refletindo a diversidade econômica da Capital e da Região Metropolitana.

A Regional de Campo Mourão reúne 3.401 vagas, com grande presença do setor agroindustrial, enquanto a Regional de Foz do Iguaçu contabiliza 3.286 oportunidades, puxadas especialmente pela indústria e pelo comércio, com destaque para alimentador de linha de produção (814) e vendedor de comércio varejista (790).

No Sudoeste, a Regional de Pato Branco tem 2.044 vagas, com forte participação da indústria e do comércio. Já a Regional de Londrina, no Norte do Estado, soma 2.015 oportunidades, com destaque para a indústria, comércio e serviços administrativos.

Outras regionais também apresentam volumes expressivos de vagas, como Maringá (1.632), Umuarama (957), Paranaguá (590), Guarapuava (820), Ponta Grossa (267) e Jacarezinho (133), demonstrando que a geração de empregos avança de forma equilibrada por todo o território paranaense.

Além das vagas operacionais, a rede também oferece oportunidades para cargos técnicos, administrativos, de nível superior e estágios, especialmente em Curitiba e na Região Metropolitana, ampliando as possibilidades para jovens e profissionais em busca de recolocação. Há vagas com salários maiores para farmacêuticos, fonoaudiólogos e auxiliares de escrituração fiscal. Entre os estágios, destacam-se a procura por profissionais em formação para auxiliar jurídico e preparador físico.

 

 

 

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Mega-Sena - Apostas do Paraná acertam a quina

Sete apostas simples do Paraná acertaram cinco números da Mega-Sena no concurso 2978, sorteado na noite de sábado (28), e levaram R$ 38.181,97 cada. Veja cidades abaixo.

Os números sorteados foram:

06 - 09 - 13 - 20 - 42 - 50

Como ninguém acertou os seis números, o prêmio principal acumulou em R$ 160 milhões para o próximo sorteio, que está agendado para terça-feira (3).

Cidades premiadas:

  • 4 apostas em Curitiba
  • 1 aposta em Foz do Iguaçu
  • 1 aposta em Pitanga
  • 1 aposta em Ponta Grossa

 

 

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