A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) iniciou nesta quinta-feira (26) a distribuição da nova vacina contra a dengue às Regionais de Saúde. A vacina, 100% nacional, produzida pelo Instituto Butantan, reforça as ações de enfrentamento à doença e amplia a proteção dos trabalhadores de saúde que atuam na linha de frente do atendimento à população. Ao todo, no momento, o Estado recebeu 31.500 doses.
Nesta etapa, as doses serão destinadas prioritariamente aos profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS), conforme diretrizes nacionais de imunização. O público inclui trabalhadores que exercem atividades assistenciais, de prevenção e apoio nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
A população prevista deste público no Paraná é de 61.486 pessoas, segundo levantamento realizado nos 399 municípios. Com a chegada de apenas 51% das doses necessárias, a aplicação ocorrerá de forma prioritária para os vacinadores que trabalham em salas de vacinas públicas, agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.
Em 2024, o Estado iniciou a vacinação contra a dengue com imunizantes do laboratório Takeda, direcionada inicialmente ao público de 10 a 14 anos, com a aplicação de 277.653 doses. Com a chegada das novas doses produzidas pelo Instituto Butantan, a vacinação será ampliada para a faixa etária de 15 a 59 anos.
De acordo com a Sesa, a chegada dessas doses permite fortalecer a proteção dos profissionais da rede pública e dar continuidade à vacinação de públicos prioritários, conforme a disponibilidade de imunizantes enviados pelo Ministério da Saúde.
“O Paraná segue atento ao cenário epidemiológico e mantém ações permanentes de prevenção e controle. A vacinação é uma ferramenta fundamental para reduzir casos graves e internações, além de proteger os profissionais que estão diariamente em contato com a população”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Assim que a Sesa receber mais doses, ampliará a vacinação para os demais trabalhadores da APS no Estado”, acrescenta.
A nova vacina possui dose única e contém vírus atenuados dos sorotipos 1, 2, 3 e 4, e é capaz de produzir uma resposta imune para os quatro sorotipos da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). A ampliação da cobertura vacinal faz parte de uma estratégia integrada que inclui vigilância epidemiológica, mobilização da população e ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.
A Sesa reforça que, mesmo com a vacinação, é fundamental manter as medidas de prevenção, como eliminação de criadouros do mosquito, limpeza de ambientes e atenção aos sintomas da doença.
Profissionais das 22 Regionais já foram capacitados e receberam todas as orientações sobre esta nova etapa da vacinação contra a dengue.
POr - AEN
Um caso no último dia 3 de fevereiro reacendeu uma discussão importante na sociedade sobre cárcere privado. Uma ação conjunta da Polícia Civil do Paraná (PCPR) com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCRJ) resultou na libertação de uma mulher paranaense mantida em cárcere privado em Copacabana, no Rio de Janeiro. A operação contou com apoio de informações repassadas pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (TIGRE), unidade especializada da PCPR.
Diante desse caso, a Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) reforça a atuação integrada das forças policiais no enfrentamento ao crime caracterizado pela restrição da liberdade de locomoção da vítima, prática que pode ocorrer no ambiente doméstico, especialmente contra mulheres e filhos.
A comunicação que a vítima conseguiu estabelecer com familiares em Curitiba foi fundamental para o desfecho daquele caso. A partir dos dados compartilhados, a polícia fluminense conseguiu identificar o local onde ela estava e efetuar a prisão do agressor em flagrante.
A orientação da PCPR para pessoas que enfrentam situação semelhante é manter a calma e, sempre que possível, tentar algum tipo de contato com familiares, amigos ou autoridades. Mensagens cifradas por celular ou e-mail, quando viáveis, podem ser decisivas para que a polícia identifique a ocorrência e atue rapidamente.
“Nem sempre as outras pessoas têm condições de identificar que se trata de um cárcere privado”, explica a delegada da Delegacia da Mulher da PCPR, Emanuelle Siqueira. “É fundamental que a vítima tente, de alguma forma, fazer contato e solicitar ajuda. Muitas vezes, pessoas externas não conseguem perceber que se trata dessa situação”.
“É importante as mulheres combinarem com os familiares e pessoas próximas para casos de desaparecimento ou de não responder às tentativas de contato”, explica a delegada, destacando que pode ser usado um código enviado por mensagem ou uma palavra-chave. Em casos em que a vítima ainda fala com outras pessoas, podem ser combinadas palavras em conversas telefônicas ou sinais corporais que demonstram desconforto, por exemplo.
CRIME PREVISTO EM LEI – O cárcere privado é crime previsto no Código Penal e se configura quando a vítima tem sua liberdade de locomoção retirada, sendo confinada em determinado local, sem possibilidade de contato com o mundo exterior. Em muitos casos, o agressor retira celular, computador, telefone fixo ou qualquer outro meio de comunicação que possibilite o pedido de socorro.
A delegada alerta que, especialmente em situações de violência doméstica e familiar, é importante que a mulher tente chamar a atenção de alguma forma. “Gritar por socorro para que vizinhos escutem ou realizar qualquer movimento que indique que algo anormal está acontecendo pode ser fundamental para que ela seja retirada da situação de violência”, afirma.
Há registros em que a vítima é mantida dentro de casa com portas e janelas trancadas, sob monitoramento por câmeras, e sem qualquer meio de comunicação, caracterizando restrição total da liberdade. Em outros casos, o controle é exercido por meio de ameaças ou intimidações, mesmo sem barreiras físicas aparentes.
Segundo a delegada Emanuelle Siqueira, o cárcere privado, nos casos de violência doméstica, muitas vezes está associado à tentativa de término do relacionamento. “Quando a mulher manifesta que deseja encerrar a relação ou sair de casa, o agressor pode reagir impedindo sua saída. Também há situações motivadas por ciúme excessivo, em que ele não permite que a mulher tenha contato com o mundo exterior”, explica.
ALERTA – A delegada ressalta que comportamentos controladores devem ser encarados como sinais de alerta. Controle excessivo de mensagens, ligações e e-mails, exigência de envio de fotos para comprovar onde a mulher está, cobranças constantes sobre horários ou tentativas de isolamento de amigos e familiares não são demonstrações de cuidado, mas indícios de controle abusivo.
“Esse tipo de comportamento pode evoluir gradativamente. O que começa com perguntas insistentes, sobre com quem a vítima conversa, por exemplo, pode culminar, em situações mais graves, na restrição total da liberdade”, afirma.
Ela destaca ainda que, mesmo quando a conduta não configura formalmente o crime de cárcere privado, pode se enquadrar em outros tipos penais, como constrangimento ilegal ou ameaça. “Se a mulher perceber que sua liberdade está sendo vigiada e que não pode sair ou manter contato com outras pessoas sem autorização, é fundamental procurar a polícia”, orienta.
DENÚNCIA – A Sesp reforça que denúncias podem ser feitas pelo 190, da Polícia Militar do Paraná (PMPR), para atendimento imediato em casos de flagrante; pelo 197, da PCPR, para registro e investigação; e pelo 181 Disque-Denúncia, de forma anônima.
O enfrentamento à violência contra a mulher é prioridade permanente das forças de segurança paranaenses. Além da repressão qualificada, o trabalho inclui orientação preventiva e fortalecimento da rede de proteção, com foco na quebra do ciclo de violência e práticas abusivas que podem levar a crimes mais graves, como o feminicídio.
Por - AEN
O período de defeso da Piracema termina neste domingo (1º) no Paraná. Com isso, volta a ser permitida a pesca de espécies nativas. O ciclo teve início em novembro e busca preservar a reprodução natural dos peixes na bacia hidrográfica do Rio Paraná. A ação é anual e normatizada pela Portaria 377/2022, elaborada pelo Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).
Na próxima semana, o órgão vai apresentar um balanço com os números de apreensões e Autos de Infração Ambiental (AIA) emitidos durante o período restritivo. Na última Piracema, entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, foram lavrados 40 AIAs, com multas que totalizaram R$ 127,4 mil. Houve ainda a apreensão de 44 quilos de peixe, além de materiais e equipamentos como redes de pesca, molinetes, carretilhas, anzóis, entre outras ferramentas de pesca utilizadas irregularmente.
A restrição de pesca é determinada pelo órgão ambiental há quase duas décadas, em cumprimento à Instrução Normativa nº 25/2009 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
A lei de crimes ambientais define multas de aproximadamente R$ 1.200 por pescador e mais de R$ 20 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca, como varas, redes e embarcações, podem ser apreendidos se ficar comprovada a retirada de espécies nativas durante o defeso, com cobrança de R$ 100 por apetrecho recolhido. O transporte e a comercialização também são fiscalizados no período.
Denúncias sobre pesca irregular ou uso de equipamentos ilegais podem ser feitas de forma anônima e segura por meio do telefone 181 (Disque Denúncia).
POr - AEN
O Paraná alcançou a marca de 273 mil toneladas de pescados produzidos em 2025, um novo recorde para o setor. Esse resultado significa um aumento de 9,1% em relação ao ano anterior e o Estado segue liderando a produção nacional, com participação de 27% no total. Os dados constam no , lançado nesta semana.
São Paulo aparece na segunda posição no ranking nacional de produção de peixes de cultivo, com 93.700 toneladas, volume 0,54% maior do que o de 2024. Minas Gerais (77.500 t) está logo atrás de São Paulo, seguido por Santa Catarina (63.400 t) e Maranhão (59.600 t), que ganhou uma posição e fecha a lista dos cinco primeiros do ranking.
Pela primeira vez o Brasil alcançou a marca de 1 milhão de toneladas produzidas (1.011.540 t). O resultado do cultivo de pescados cresceu 4,41% no Brasil, se comparado ao volume produzido em 2024. Nos últimos 10 anos, a atividade brasileira cresceu 58,6%.
A tilápia é o grande motor da atividade no Paraná e no Brasil. O Estado lidera a produção com 273.100 toneladas. Completando a lista dos cinco maiores produtores nacionais da espécie, aparecem na sequência São Paulo (88.500 t), Minas Gerais (73.500 t), Santa Catarina (52.700 t) e Mato Grosso do Sul (38.700 t). Em todo o Brasil foram 707.495 toneladas, maior resultado da série histórica da última década.
Os principais produtores, em volume, são Toledo, Palotina, Nova Aurora, São José dos Pinhais e Marechal Cândido Rondon. Já as maiores quantidades de tanques ficam, nessa ordem, em Itambaracá (1.564), Alvorada do Sul (994), Nova Prata do Iguaçu (757), Três Barras do Paraná (654) e Boa Esperança do Iguaçu (408).
De acordo com o Anuário, o Paraná atrai cada vez mais e melhores investimentos para o setor. A crescente participação de grandes cooperativas dá novas proporções à atividade. Em relação ao sistema de negócio, a integração se destaca, atraindo mais produtores do que o modelo independente, que mantém uma ligação direta com pequenos frigoríficos. Essa modalidade vem diminuindo ao longo do tempo.
"Além de todos os fatores favoráveis ao crescimento forte e constante da atividade, também é preciso manter a atração de investimentos em inovação, certificação e abertura de novos mercados internacionais", aponta a publicação.


EXPORTAÇÕES – As exportações da piscicultura brasileira registraram crescimento de 2% em valor em 2025, chegando a U$S 60 milhões. Já em volume, houve queda de 1%, passando de 13.792 t em 2024 para 13.684 t em 2025. A tilápia representou 94% das exportações, seguida do tambaqui e curimatás.
O Paraná manteve a posição de maior exportador brasileiro de tilápia em 2025, sendo responsável por 50% do total exportado pelo Brasil, com US$ 28 milhões. Na segunda posição, aparece São Paulo, totalizando US$ 16 milhões, que representam 29%, seguido por Mato Grosso do Sul, com US$ 10,7 milhões (19% do total).
Apesar do tarifaço, o Estados Unidos se mantiveram como o principal destino (87%) das exportações brasileiras da piscicultura em 2025, totalizando US$ 52 milhões. Outros principais destinos foram Canadá (4%), Peru (4%), China (2%) e Vietnã (1%). Destaca-se ainda a entrada de 21 novos destinos, dentre os quais está o México, que é o segundo maior importador de tilápia no continente americano após os Estados Unidos.
Por - AEN
O Governo do Paraná anunciou nesta quarta-feira (25), em Foz do Iguaçu, no Oeste, o repasse de R$ 63,5 milhões para a entrega de 1.006 kits tecnológicos destinados às escolas municipais dos 399 municípios paranaenses. O anúncio foi feito pelo governador em exercício Darci Piana durante o Seminário de Diretores, organizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seed).
Durante o evento, também foi lançada uma nova plataforma de indicadores voltada ao fortalecimento da gestão educacional no Estado.
A iniciativa integra o Programa Educa Juntos e tem como objetivo fortalecer as práticas pedagógicas nas redes municipais, com foco especial nas políticas de alfabetização e no uso de tecnologia em sala de aula.
Ao destacar o investimento, o governador em exercício Darci Piana reforçou a importância da tecnologia para elevar a qualidade do ensino. “Os computadores são parte da melhor educação desse País. Faz parte da gente ajudar as escolas municipais para que cheguem no ensino médio com mais eficiência e ajudem a melhorar ainda mais a nossa educação no Paraná", disse.
Cada kit é composto por um roteador Wi-Fi, um carrinho de armazenamento, 30 Chromebooks e 30 headsets. Os equipamentos começam a chegar às escolas a partir de março. O investimento contempla pelo menos uma escola municipal por cidade.
O secretário estadual da Educação, Roni Miranda, explicou que a iniciativa garante mil laboratórios completos para as redes municipais. “Essa é uma parceria com a Assembleia Legislativa do Paraná e, com essa entrega, a gente avança com tecnologia também para a rede municipal. O Paraná hoje é o Estado que tem o maior número de computadores por aluno na rede estadual, um computador para três alunos, e a gente quer apoiar também as redes municipais", disse.
A chefe do Núcleo de Cooperação Pedagógica com Municípios da Seed, Eliane Bernardi Benato, disse que todos os municípios serão contemplados. “O objetivo é que todas as escolas tenham esses kits tecnológicos para contribuir com a prática pedagógica dos estudantes. São kits similares aos que são entregues nas redes estaduais. Hoje o Estado oferta praticamente as mesmas ações para as redes municipais de ensino".
Eliane também reforçou a importância da continuidade na trajetória escolar. “Temos que pensar sempre nessa continuidade, nessa trajetória do estudante. Ele é aluno do município e depois vai se tornar estudante da nossa rede estadual”.
Entre os municípios, a avaliação é de que o investimento fortalece a modernização das redes locais. A secretária municipal da Educação, Cultura e Turismo de Atalaia, Ariane Vilhena de Paiva, destacou o impacto pedagógico. “A tecnologia veio pra ficar. Mais do que nunca houve um avanço das tecnologias, da inteligência artificial, e nós precisamos adequar os nossos currículos. O governo do Estado, nesse regime de colaboração com os municípios, tem avançado cada vez mais. Isso gera resultados e leva o Paraná a esses números maravilhosos que nós estamos alcançando", afirmou.
PRESENÇAS – Também participaram o prefeito de Foz do Iguaçu, Silva e Luna; o secretário das Cidades, Guto Silva; o secretário do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca; o presidente do Detran, Santin Roveda; o subchefe da Casa Civil, Lúcio Tasso; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi; os deputados estaduais Márcio Pacheco, Artagão Júnior, Luiz Corti, Matheus Vermelho e Adriano José; o líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Hussein Bakri; a chefe do Núcleo Regional de Educação de Foz do Iguaçu, Veridiana Antoniazzi Lucini; a conselheira e diretora do Instituto Áquila, Rita de Cássia; a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação do Paraná (Undime-PR), Adriana Palmieri; prefeitos e gestores municipais.
POr - AEN
O Governo do Paraná lançou nesta quarta-feira (25), em Foz do Iguaçu, uma nova ferramenta voltada ao monitoramento de indicadores e ao apoio à tomada de decisões na educação pública. O anúncio foi feito pelo governador em exercício, Darci Piana, durante o Seminário de Diretores, que reúne prefeitos, secretários municipais de Educação e gestores escolares de diversas regiões.
No mesmo evento, também foi anunciado o investimento de R$ 63,5 milhões na entrega de kits tecnológicos para escolas municipais.
Desenvolvida pela Secretaria de Estado da Educação do Paraná em parceria com o Instituto Áquila, a plataforma GERE+ Paraná (Gestão Estratégica de Resultados Educacionais) será disponibilizada aos 399 municípios e à rede estadual de ensino como instrumento de apoio ao planejamento e à implementação de políticas públicas com base em dados.
Ao apresentar a iniciativa, o governador em exercício destacou o caráter estratégico da ferramenta para os municípios e o impacto direto nos repasses vinculados ao desempenho educacional. “Mais uma vez o Paraná sai na frente, fazendo com que o prefeito acompanhe a educação e tenha resultado do ICMS Educacional, que a Assembleia votou a pedido do nosso governo. Então, se o prefeito acompanhar o ensino do seu município com o apoio da Secretaria de Educação, ele vai ser beneficiado", analisou Piana.
A plataforma organiza, em um único ambiente, indicadores que influenciam diretamente tanto a aprendizagem quanto os repasses de recursos. No menu ICMS Educacional, por exemplo, o gestor consegue visualizar como o desempenho do município acompanhando indicadores como ensino, alfabetização, indicador socioeconômico e educação integral, além de metas, percentual de alcance e indicadores de desempenho.
Já na aba do VAAR, sigla para Valor Aluno Ano Resultado, mecanismo do Fundeb que prevê complementação de recursos da União a Estados e municípios com base em desempenho e cumprimento de condicionalidades, é possível monitorar os critérios exigidos para acesso à complementação e acompanhar o percentual de cumprimento das metas.
O secretário estadual da Educação, Roni Miranda, ressaltou que o sistema nasce justamente para auxiliar os municípios que ainda não conseguem acessar esses recursos por desempenho. “A rede estadual do Paraná está recebendo via VAAR, por resultados de educação do Paraná, R$ 620 milhões em 2026. Nós temos 230 municípios que vão receber também recursos. Então, esse sistema vai ajudar o prefeito a fazer a gestão dos indicadores e trazer dinheiro para o município para investir na educação", avaliou.
“Com esse sistema, o prefeito sabe onde ele tem que avançar, em quais frentes ele tem que avançar dentro da sua educação, para ele conquistar uma boa fatia desse bolo do orçamento", detalhou.
O secretário das Cidades, Guto Silva, ressaltou que os resultados alcançados pelo Estado são fruto de uma decisão estratégica baseada em trabalho e gestão. “O Paraná fez uma escolha na gestão pública, sobretudo na educação. E essa escolha não teve atalho: o Paraná ousou e com esse exército de educadores chegamos no momento da melhor educação pública do país, com o Paraná sendo o exemplo para todo o Brasil”, pontuou.
COMO FUNCIONA – Segundo o chefe do Departamento de Planejamento da Rede da Seed, Eziquiel Menta, a ferramenta integra dados de diferentes sistemas em um único painel de acompanhamento. “O GERE+ permite que os gestores encontrem num lugar só os principais indicadores da sua rede e que possam comparar a sua rede com outras redes similares", explicou.
Segundo ele, o acesso será online, mediante cadastro, permitindo que cada gestor visualize exclusivamente os dados do seu município. “O sistema puxa dados de diversos sistemas, integrando no GERE+ justamente para facilitar. São várias fontes de dados que se atualizam para que os prefeitos, os secretários, possam encontrar ali de uma maneira mais fácil. É uma plataforma pioneira no País”, disse. A plataforma já está no ar e os gestores podem solicitar os acessos à SEED.
Entre os prefeitos presentes, a avaliação foi positiva. O prefeito de Guaíra, Gileade Osti, afirmou que a ferramenta contribui para tornar a gestão mais eficiente e orientada por dados. “Eu fico muito feliz com essa plataforma porque sempre temos tentado trabalhar com indicadores, dados, e com essa plataforma melhora a gestão, traz eficiência e ajudam muito os municípios”, disse.
Já o prefeito de Foz do Iguaçu, general Joaquim Silva e Luna, destacou a importância da informatização para qualificar o acompanhamento das políticas públicas. “Tudo que a gente puder colocar dentro de um sistema informatizado, ajuda. Ajuda no controle, ajuda a coordenação e a melhoria do ensino”, enumerou.
PRESENÇAS – Também participaram o secretário do desenvolvimento sustentável, Rafael Greca; o presidente do Detran, Santin Roveda; o subchefe da Casa Civil, Lúcio Tasso; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi; os deputados estaduais Márcio Pacheco, Artagão Júnior, Luiz Corti, Matheus Vermelho e Adriano José; o líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná, Hussein Bakri; a chefe do Núcleo Regional de Educação de Foz do Iguaçu, Veridiana Antoniazzi Lucini; a conselheira e diretora do Instituto Áquila, Rita de Cássia; a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação do Paraná (Undime-PR), Adriana Palmieri; prefeitos e gestores municipais.
Por - AEN




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