Comitê de planejamento da volta às aulas realiza primeira reunião

O Comitê de Planejamento de Retorno às Aulas Pós-Pandemia realizou na tarde da última quarta dia 1, a primeira reunião. Participaram o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, e o diretor-geral da Secretaria, Nestor Werner Júnior; o secretário de Estado da Educação e do Esporte, Renato Feder, e o diretor-geral, Gláucio Dias, e o secretário de Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge.

 

O grupo inclui todos os setores representativos da educação no Estado, tanto da rede pública quanto particular, e das secretarias estaduais da Educação, Saúde, Planejamento e Casa Civil. Nesse primeiro encontro, a discussão foi feita com representantes do governo estadual que avaliaram o cenário atual da pandemia.

 

A intenção é fazer avaliações periódicas do avanço do Covid-19 com infectologistas da Secretaria de Saúde. Com base nessas avaliações, o Comitê vai decidir quando será possível retornar as aulas. Por enquanto, não houve definição de data. Mas algumas medidas serão consideradas imprescindíveis no retorno às aulas, como a disposição fácil do álcool em gel e máscaras nas salas de aula.

 

“Ainda não há uma definição sobre a data de retorno das aulas presenciais no Estado, mas estamos trabalhando como uma força-tarefa com as demais secretariais para que em um futuro próximo, possamos autorizar a retomada das aulas”, disse o secretário Beto Preto.

 

Segundo ele, a participação da Secretaria da Saúde neste Comitê é importante para instrução das demais pastas. “É essencial que a Saúde esteja presente quando discutimos novas medidas pós-pandemia, seja para instruir ou analisar as tomadas de decisões”, comentou.

 

COMITÊ – Também integram o grupo, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP Sindicato), Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Paraná (Sinepe/PR), Sindicato dos Professores no Estado do Paraná (Sinpropar) e secretários municipais de educação.

 

O secretário da Educação, Renato Feder, afirmou que o governador Ratinho Junior orientou a criar diversos cenários de retorno, pensando tanto o ensino público como o particular. “A sociedade está insegura em mandar os filhos de volta às aulas. Por isso, nada será feito de forma açodada. Estamos preocupados com a saúde e a segurança das famílias paranaenses e também dos profissionais da Educação” disse Feder.

 

Feder assegura que todas as partes envolvidas na cadeia educacional do Paraná serão ouvidas antes de definir uma data de retorno. “Essa decisão precisa ser aprovada pelos integrantes do Comitê, o que vai garantir o comprometimento de todos e um retorno seguro”, disse. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

BR-277 totalmente duplicada no Paraná é a proposta do novo pedágio

De acordo com o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex de Oliveira, um novo pedágio na BR-277, uma das principais rodovias federais do estado, que corta de Leste a Oeste, está condicionado à duplicação de toda a extensão da Rodovia, conforme solicitado pelo Governo do Estado.

 

Pela proposta prévia de modelagem para o pedágio a ser licitado em 2021, ainda restariam cerca de 50 quilômetros em pista simples na BR-277, mas isso ainda está em negociação e pode mudar nos próximos dias, tendo em vista que a duplicação total é vista como estratégica para o desenvolvimento do estado e para a elevação de nível da rodovia.

 

Dos 726 quilômetros da BR-277, de Paranaguá a Foz do Iguaçu, apenas 228 quilômetros são em pista dupla. Ou seja, são quase 500 quilômetros em pista simples. O contrato de concessão assinado em 1997 previa grandes trechos de duplicação na BR-277, alguns foram retirados por aditivos firmados em 2000 e 2002, mas a previsão de fazer toda a rodovia em pista dupla nunca foi formalizada. Nas últimas duas décadas, foram vários os protestos e as campanhas pela realização de obras na via.

 

Situação atual de duplicação na BR-277

 

O estudo dos trechos que precisam ser duplicados está a cargo da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), estatal do governo federal que está trabalhando em parceria com o IFC, braço de projetos do Banco Mundial. O trabalho será entregue para o Ministério da Infraestrutura e para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), onde passará por ajustes antes de ser levado para audiências públicas, quando a população impactada pelo pedágio poderá apresentar sugestões e reclamações.

 

O consultor de Logística da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), João Arthur Möhr, conhece bem as necessidades da BR-277 e dos demais trechos que devem fazer parte do novo pacote de concessões. Ele percorreu todos os 3,8 mil quilômetros propostos, anotando informações sobre condições da via, fluxo e infraestrutura oferecida, também consultando policiais rodoviários para saber sobre pontos de acidentes frequentes.

 

O resultado está em um relatório que aponta os gargalos das rodovias. No caso da BR-277, chama a atenção a quantidade de longas extensões sem nem terceira pista, o que dificulta ultrapassagens. João Arthur Möhr cita que, entre Laranjeiras do Sul e Cascavel, há um trecho de 75 quilômetros sem nenhuma faixa adicional. Ele aprova a ideia de duplicar toda a BR-277, alegando que há viabilidade técnica e econômica, justificada pelo tráfego, destacando que é uma importante via de transporte de cargas e também de circulação de pessoas, que poderia impulsionar o desenvolvimento do estado. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Governo já investiu R$ 400 milhões no combate ao coronavírus

Mesmo com a queda na arrecadação de ICMS, que já chega a R$ 1,6 bilhão em comparação com o mesmo período de 2019, o Governo do Paraná está direcionando investimentos em ações de prevenção e combate ao coronavírus. Desde março, R$ 399,9 milhões foram empenhados e R$ 172,5 milhões liquidados.

 

Os registros são do Novo SIAF (Sistema Integrado de Finanças Públicas do Estado do Paraná) e estão ratificados pelo Fundo Estadual de Saúde (FunSaúde), conforme consolidação da Contabilidade Geral do Estado até o dia 21 de junho. Os valores utilizados se referem aos aportes realizados pelos Três Poderes para enfrentamento da pandemia.

 

A maior parte dos recursos se refere a investimentos feitos com recursos do próprio Fundo Estadual de Saúde do Paraná (R$ 173,2 milhões), especialmente no reforço e ampliação da rede pública de atendimento hospitalar contra o coronavírus.

 

Apenas na contratação de serviços profissionais foram aplicados quase R$ 75 milhões. Para a aquisição de materiais e aparelhos farmacológicos, laboratoriais, químicos e hospitalares foram destinados R$ 49,2 milhões. Entre outras ações, os aportes serviram para ampliar a oferta de UTIs em todas as regiões do estado.

 

SOCIAL - A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento foi responsável pela execução de R$ 101,2 milhões, uma vez que transitou pelo orçamento da pasta os valores utilizados pelo Governo do Estado para distribuir os créditos das duas primeiras parcelas do Cartão Comida Boa.

 

Em seguida vem a área da educação. O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) investiu R$ 34,7 milhões, e a Secretaria de Estado da Educação, R$ 24,5 milhões. A maior parte dos valores foram direcionadas para garantir a compra de produtos da merenda escolar, que segue sendo distribuída para famílias de estudantes.

 

As sete universidades estaduais (Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Universidade Estadual de Maringá, Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Universidade Estadual do Paraná e Universidade Estadual do Norte do Paraná de Jacarezinho) juntas tiveram investimentos de R$ 4,7 milhões no período – o que inclui a aquisição de materiais e equipamentos para os hospitais universitários.

 

As contribuições a municípios foram de R$ 16,7 milhões – a maior parte proveniente do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas). Também estão contabilizados os gastos de órgãos como Detran, Ceasa, Cohapar e outros para a aquisição de EPIs para servidores e atendimento ao público, como álcool gel e máscaras, durante a pandemia.

 

“Os dados inseridos no SIAF são de responsabilidade de cada órgão, mas em nome da transparência compilamos tudo em um único relatório e disponibilizamos no portal do Coronavírus no Paraná, de forma que os dados sejam acessíveis para toda a população”, explica o secretário da Fazenda Renê Garcia Junior.

 

“Os recursos têm sido aplicados com absoluto controle orçamentário e total transparência, o que colocou o Paraná entre os estados com a melhor transparência no enfrentamento à Covid-19, de acordo com a Transparência Internacional Brasil”, completa o secretário.

 

BOLSISTAS - As ações de enfrentamento ao coronavírus também incluem o programa de contratação de bolsistas, da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Fundação Araucária. Foram abertas 1.064 vagas e o investimento soma R$ 8 milhões. Até o momento, 692 bolsistas foram contratados.

 

São médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, estudantes de saúde e de outras áreas que atuam em unidades de saúde e hospitais, que integram as Regionais de Saúde, nas divisas do Estado, no serviço de teleatendimento, no Laboratório Central do Estado (Lacen), no Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) e no Departamento Penitenciário do Estado (Depen). (Com AEN)

 

 

 

Teste da vacina contra a Covid-19 no Paraná será aplicado em profissionais da saúde voluntários

Os testes de uma vacina chinesa contra o novo coronavírus no Paraná serão aplicados em profissionais da saúde voluntários - público considerado mais exposto ao contágio.

 

O Hospital de Clínicas do Paraná (HC), que pertence a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e fica em Curitiba, foi um dos doze centros escolhidos para testar a vacina. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (1°).

 

Em todo o Brasil, serão escolhidos 9 mil voluntários. Ainda não há informações de quantos voluntários receberão a vacina no Paraná.

 

CoronaVac

 


A vacina foi desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech e recebeu o nome de CoronaVac. O Instituto Butantan faz parte no desenvolvimento desta vacina - que é uma das mais de 130 que vêm sendo testadas no mundo -, e ficou responsável pela terceira etapa, a de estudo clínico.

 

Os responsáveis pelo desenvolvimento da vacina afirmam que ela é feita com uma versão do vírus inativo - em que não há a presença do vírus vivo - método que reduz riscos.

 

Segundo eles, é o mesmo princípio adotado na produção de vacinas contra a hepatite e alguns tipos de influenza.

 

"Nesse momento, na minha expectativa, é uma das vacinas mais promissoras do mundo. Nós vamos sair já com um acordo, havendo registro, de disponibilização para o Brasil, inicialmente, de 60 milhões de doses", disse o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas.

 

Expectativa para agosto

 


Os protocolos definidos para os testes precisam ser aprovados pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e por pesquisadores do HC.

 

Por conta da urgência, há um esforço para que tudo aconteça o mais rápido possível. A expectativa é de que os voluntários que forem selecionados passem a receber as doses da vacina em teste em agosto.

 

A infectologista Sônia Raboni vai conduzir todo o processo de testagem no HC.

 

Ela diz que um grupo de voluntários receberá duas doses da vacina e o outro receberá uma substância inócua, que não produz qualquer efeito no organismo - o que é costume em pesquisas sobre medicamentos.

 

"Esse voluntário que receber a vacina será acompanhado com intervalo de sete dias, por um período prolongado, que vai se estender por um período de seis meses", disse ela.

 

Conforme forem sendo colhidos, os resultados serão apresentados ao grupo que coordena o estudo.

 

"A gente busca uma resposta até o final do ano, com uma proposta de começar a vacinar a população em dezembro ou em janeiro, pelo menos em alguns grupos prioritários. Mas, tudo vai depender desse estudo, dessa fase três", explicou Sônia.

 


O HC foi o escolhido no Paraná por já participar de outros projetos com o Butantan.

 

Nova fase de testes

 

A nova fase de testes da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês, em parceria com o Instituto Butantan, é a chamada de número três de testes clínicos.

 

As primeiras duas avaliaram aspectos como segurança e a dosagem necessária para a eficácia e obtiveram resultados promissores, segundo os pesquisadores.

 

Além do Hospital de Clínicas, a vacina será testada por sete centros de São Paulo, pela Universidade de Brasília, Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos da Universidade Federal de Minas Gerais e também pelo Hospital São Lucas da PUC do Rio Grande do Sul. (Com G1)

 

 

 

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Chega a 65 o número de municípios atingidos por temporal no Paraná

O temporal de terça-feira atingiu 65 municípios paranaenses, conforme boletim da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil publicado às 18 horas desta quarta-feira (01). As informações do Interior continuam a chegar e os números sofrerão alteração.

 

O temporal com rajadas de vento de até 120 km/h e chuva de granizo afetou 13.952 pessoas, sendo que 279 ficaram desalojadas e 208 permanecem nesta situação. Há 19 desabrigadas. São registrados até agora 11 feridos. Foram danificadas 3.146 casas e cinco destruídas - uma delas em Wenceslau Braz, em consequência de deslizamentos, e quatro em Morretes. As equipes do Corpo de Bombeiros e dos núcleos municipais de Defesa Civil continuam fazendo os atendimentos.

 

"Os ventos tendem a diminuir gradualmente à medida que esse ciclone se dirija ao oceano, mas população deve acompanhar as informações meteorológicas e alertas da Defesa Civil, tomando sempre o cuidado de consultar as fontes oficiais", afirma o tenente Marcos Vidal, da Comunicação Social da Defesa Civil Estadual.

 

Ele também ressalta que as pessoas podem receber os alertas da Defesa Civil mandando uma mensagem de texto pelo celular (SMS) com o CEP de sua residência para o número 40199.


OCORRÊNCIAS:

Segundo o boletim da Defesa Civil, 11 pessoas ficaram feridas, uma em Santa Lúcia e nove em Ubiratã e uma em Piên. Em Nova Prata do Iguaçu, 200 residências foram danificadas, afetando 800 pessoas e deixando 80 desalojadas. Em Ubiratã, 300 casas foram danificadas. Há registro de 1,2 mil pessoas afetadas e 40 desalojadas. Em Cantagalo, foram 200 casas danificadas, 800 pessoas afetadas e sete desalojadas. Em Pontal do Paraná, no Litoral, a tempestade e vendaval afetaram 4.014 pessoas, sendo que dez ficaram desabrigadas e quatro desalojadas (nenhuma permanece). Em Morretes, 516 foram afetadas e 45 estão desalojadas. Além das quatro casas destruídas, ha 143 danificadas.

Em Foz do Iguaçu e em Nova Prata do Iguaçu, 100 imóveis foram danificados, afetando 800 e 400 pessoas em cada cidade, respectivamente, sendo que em Nova Prata 40 pessoas estão desalojadas. Também há pessoas desalojadas em General Carneiro (30), Contenda (7), Fazenda Rio Grande (4) e Pinhais (3).


ATINGIDOS

A lista de municípios atingidos inclui até agora Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Antonina, Araucária, Barbosa Ferraz, Bela Vista da Caroba, Campina da Lagoa, Campina Grande do Sul, Campo Mourão, Candói, Cantagalo, Cascavel, Clevelândia, Contenda, Cruzeiro do Iguaçu, Curitiba, Dois Vizinhos, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, General Carneiro, Guarapuava, Irati, Lapa, Laranjeiras do Sul, Lidianópolis, Mandirituba, Manoel Ribas, Maringá, Matinhos, Missal, Moreira Sales, Morretes, Nova Prata do Iguaçu, Palmas, Paranaguá, Paula Freitas, Pérola do Oeste, Piên, Pinhais, Pinhão, Piraquara, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Prudentópolis, Quatro Barras, Rebouças, Reserva, Rio Bonito do Iguaçu, Rio Branco do Sul, Rio Negro, Salto do Lontra, Santa Izabel do Oeste, Santa Lúcia, São Jorge do Ivaí, São José dos Pinhais, Telêmaco Borba, Tibagi, Ubiratã, União da Vitória, Ventania e Wenceslau Braz. (Com AEN). 

 

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Nuvem de gafanhotos: mau tempo impede novas aplicações de inseticida

As equipes do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Alimentar da Argentina (Senasa) continuam acompanhando a nuvem de gafanhotos, que se encontram na região de Sauce, província de Corrientes. A ideia era realizar novas ações de combate aos insetos nesta quarta-feira, 30, porém o mau tempo na região não permitirá.

 

“Devido às condições climáticas, vento e chuva no local, suspendeu-se a aplicação programada para o dia de hoje, até que melhore, o que pode acontecer amanhã”, informou o órgão, no Twitter.

 

O clima vem dificultando o trabalho do Senasa. A nuvem chegou a ser perdida de vista na segunda-feira, 29. Porém, com ajuda da população, as equipes chegaram à parte dela na terça-feira, 30, em uma propriedade rural.

 

Brasil em alerta


Enquanto a chuva mantinha nesta terça os gafanhotos no chão, e impedia o seu combate, no Brasil a prontidão na fronteira com o Rio Grande do Sul era reforçada pela mudança de ventos em direção ao Brasil e Uruguai. Conforme o fiscal agropecuário Juliano Ritter, da Secretaria de Agricultura do estado, o vento passou a soprar no sentido sudoeste, com rajadas de 20 quilômetros por hora. “Bem em direção ao estado”. Segundo ele, a sorte para argentinos e brasileiros estava na temperatura mais baixa, que diminuiu a mobilidade dos gafanhotos.

 

No entanto, segundo o professor Mauricio Paulo Batistella Pasini, doutor em entomologia e pesquisador da Universidade de Cruz Alta (Unicruz), o mau tempo, sozinho, não elimina os gafanhotos. “A chuva apenas impede a migração. Os gafanhotos ficam onde estão e voltam a migrar depois que a chuva passa. O que elimina os insetos é o frio. A partir de 5 ºC, já eliminaria alguns indivíduos. Mas, para o clima acabar com a nuvem, é preciso temperaturas abaixo de 0 ºC.”

 

Plano brasileiro de combate

 

O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) entregou ao Ministério da Agricultura um plano nacional permanente contra pragas de gafanhotos no Brasil. O material vinha sendo elaborado desde a última semana, a pedido do próprio ministério, e agora deve ser avaliado pelos técnicos da pasta para compor uma estratégia oficial definitiva.

 

“Agora o Mapa [Ministério da Agricultura] deverá avaliar e propor as alterações e acréscimos necessários ao texto preliminar do Sindag”, explica o presidente da entidade, Thiago Magalhães Silva. Um resumo do trabalho seve ser apresentado na quinta-feira, 2, pela manhã, durante a videoconferência do Sindag com suas coirmãs dos países vizinhos: a Federação Argentina de Câmaras Agroaéreas (Fearca) e a Associação Nacional de Empresas Aeroagrícolas Privadas do Uruguai (Anepa). O encontro terá a participação também de representantes do Ministério da Agricultura de cada país. (Com Canal Rural)

 

 

 

Durante “Operação Metrópolis ” Polícia Rodoviária Estadual de Cascavel recupera veiculo com alerta de furto/roubo

Nesta quarta dia 01 de junho a equipe de serviço realizava patrulhamento pela rodovia Estadual de prefixo PRC-467, quando na altura do km 111+800m, avistou uma caminhonete de cor azul, placas ABR-7364, parada no acostamento da rodovia, após consulta no sistema SESP/Intranet foi constatado que o referido veiculo era produto de furto na noite do dia 30/06/2020, conforme B.O. DRFV 04367/2020, sendo assim o veiculo foi recolhido por guincho particular e entregue na 15ª SDP de Cascavel para as medidas cabíveis.

 

O principal objetivo é o combate ao tráfico de drogas, armas, munições e o contrabando.

 

Policiais Militares de todas as unidades do 5º CRPM atuam conjuntamente apoiados pelas unidades especializadas: BOPE, BPFRON, BPRV, BPAMB e BPMOA, somando esforços com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal do Brasil, totalizando uma atuação diária de 650 policiais militares e 120 viaturas, distribuídos estrategicamente em 52 municípios do Oeste Paranaense. (Com PRE). 

 

Disque Denúncia 181

POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ: SUA PROTEÇÃO É O NOSSO COMPROMISSO!.

Envio de declarações do IR fica levemente abaixo da expectativa

O número de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física enviadas este ano ficou levemente abaixo da expectativa da Receita Federal. Segundo o órgão, 31.980.151 contribuintes entregaram o documento, contra estimativa de 32 milhões neste ano. Mesmo assim, o total representou crescimento de 4,2% em relação a 2019, quando 30.677.080 contribuintes entregaram o documento dentro do prazo.

 

O prazo de entrega começou em 2 de março e encerrou-se às 23h59min59s de ontem (30). Inicialmente, a entrega acabaria em 30 de abril, mas foi adiada em dois meses para ajudar os contribuintes com dificuldades em juntar documentos e recibos por causa da pandemia do novo coronavírus.

 

Quem perdeu a data limite pode enviar a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física a partir das 8h de hoje (1º). O contribuinte será multado em 1% do imposto devido por mês de atraso (limitado a 20% do imposto total) ou em R$ 165,74, prevalecendo o maior valor.

 

O programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2020, ano base 2019, está disponível no site da Receita Federal. Quem já tem o programa instalado no computador não precisa baixar uma nova versão. O próprio sistema fará a atualização dos valores na hora de imprimir a guia.

 

Também é possível preencher e enviar o documento por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

 

Restituições

 

O pagamento das restituições começou em 29 de abril e vai até 30 de setembro, em cinco lotes mensais. Quanto antes o contribuinte tiver entregado a declaração com os dados corretos à Receita, mais cedo será ressarcido. Têm prioridade no recebimento pessoas com mais de 60 anos, contribuintes com deficiência física ou mental e os que têm doença grave.

 

Extrato

 

De acordo com o Fisco, o contribuinte pode acompanhar o processamento da declaração no serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) , no site da Receita. Segundo a Receita, pouco mais de 1 milhão de contribuintes caíram na malha fina neste ano. Por meio do extrato, é possível verificar pendências e fazer uma declaração retificadora para evitar ter a declaração retida.

 

Neste ano, está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis, em 2019, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

 

Também estão obrigadas a declarar as pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma for superior a R$ 40 mil; que obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto ou que realizaram operações em bolsas de valores; que pretendem compensar prejuízos com a atividade rural; que tiveram, em 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro ou que optaram pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país, no prazo de 180 dias contados do contrato de venda. (ComAgência Brasil)

 

 

 

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Sanepar fecha centrais de atendimento ao público

A Sanepar suspende a partir desta quarta dia 1º, o atendimento ao público em todas as Centrais de Relacionamento. A medida segue o decreto n.º 4942, assinado nesta terça-feira (30) pelo governador Carlos Massa Ratinho Júnior, que estabelece novas regras de restrição para o enfrentamento da Covid-19.

 

Os atendimentos serão feitos por meio dos canais alternativos da Companhia, como o aplicativo Sanepar Mobile, o site www.sanepar.com.br ou o telefone 0800-200-0115.

 

Os clientes também podem solicitar por e-mail corporativo (disponível no site) todos os tipos de serviços, incluindo novas ligações de água e esgoto.

 

“Essas medidas são importantes para superar este momento de pandemia e preservar a saúde de todos. Pedimos a compreensão da população e reforçamos que sejam usados os canais remotos, principalmente o site, o aplicativo e o teleatendimento”, afirma o diretor de Comunicação e Marketing da Sanepar, Hudson José. (Com AEN)

 

 

 

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