Com maior predomínio de sol, as temperaturas tiveram elevação nos últimos dias no Paraná. O aquecimento ficará mais evidente nesta quinta-feira (02), antes da passagem de uma frente fria sobre o Estado. O Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, já monitora a aproximação de uma segunda frente fria entre domingo (05) e segunda-feira (06). Os dois fenômenos trarão novamente muita chuva a todas as regiões do Estado.
“A condição de aquecimento pré-frontal favoreceu a rápida elevação das temperaturas no Paraná. Nesta tarde, permanece a sensação de tempo mais abafado em boa parte do Estado, com ênfase em toda metade norte, onde as temperaturas, inclusive, se aproximam dos 30 °C nos termômetros. Na região Leste as temperaturas chegam aos 26 °C”, explica Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar.
A frente fria que está posicionada sobre Santa Catarina e o Norte do Rio Grande do Sul provoca muita chuva, e chega até a metade Sul do Paraná, onde não se descarta o risco de temporais. “Este sistema frontal não consegue avançar até o Norte do Estado por conta do ar mais quente que está à dianteira do sistema. No entanto, há previsão de chuva e trovoadas na área de divisa do Paraná com Santa Catarina, sobre a Bacia do Rio Iguaçu, nas regiões Sudoeste, Sul, e parte do Oeste”, detalha Lizandro.
De quinta para sexta-feira (3), a frente fria avança em direção ao Oceano Atlântico, e as temperaturas ficarão um pouco mas baixas. “Sobre o oceano teremos a intensificação de um sistema de baixa pressão, que dá origem a um ciclone extratropical. Este ciclone impulsiona a entrada de ar frio na sexta-feira sobre toda a região Sul do Brasil e deixa o vento um pouco mais persistente, contribuindo para que a sensação térmica fique abaixo dos valores medidos nos termômetros”, ressalta Lizandro.
Durante o fim de semana, há previsão de alternância nas temperaturas: o frio segue no sábado (04) e ocorrerá maior aquecimento no domingo (05), antes da chegada de uma nova frente fria. “Este outro sistema frontal será um pouco mais abrangente. De domingo para segunda-feira ele provoca chuvas e trovoadas na maioria das regiões paranaenses”, detalha Lizandro.
Por - AEN
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa), autorizou o repasse de incentivo financeiro do Programa Estadual de Fortalecimento da Vigilância em Saúde (Provigia) aos 399 municípios. O pagamento, que totaliza cerca de R$ 45,4 milhões, será depositado nos fundos municipais nesta quinta-feira (2). O montante total para o programa pode chegar a R$ 50 milhões, dependendo do alcance de metas por parte dos municípios.
O novo repasse cumpre o compromisso firmado pelo Governo do Estado durante o evento Saúde em Movimento, realizado em março deste ano, reforçando o apoio da gestão com as metas pactuadas e com o suporte contínuo para as ações de Vigilância em Saúde nos municípios.
O trabalho da Vigilância em Saúde é fazer continuamente coleta e análise de dados sobre a população, com objetivo de planejar ações de proteção, prevenção e promoção da saúde.
Do total, R$ 35 milhões são recursos de 2026 para investimentos estruturais, como a compra de novos equipamentos e a modernização dos serviços locais. O restante, mais de R$ 10,4 milhões, corresponde à verba de custeio, sendo esse valor correspondente ao cumprimento de metas e indicadores de desempenho pelas equipes municipais ao longo do ano passado. Esse formato garante a manutenção e a continuidade do trabalho preventivo nas cidades que atingiram os resultados esperados pelo programa em 2025.
“Fortalecer a Vigilância em Saúde é investir direto na proteção das pessoas. Com esse dinheiro, as cidades vão modernizar as estruturas, comprar novos equipamentos, reforçar as equipes e melhorar o trabalho de prevenção”, afirmou o secretário estadual da Saúde, César Neves.
Ele destacou que o pagamento mostra o avanço do programa no Paraná. “Mais do que enviar recursos, o Provigia organiza uma parceria de verdade entre o Estado e as prefeituras. Nós planejamos juntos e acompanhamos os resultados para garantir que a saúde chegue com mais qualidade e eficiência para a população”, enfatizou.
PROGRAMA - Criado em 2021 como uma estratégia permanente do Governo do Estado, o Provigia desempenha um papel fundamental no fortalecimento das ações integradas entre a Vigilância Sanitária, Epidemiológica, Ambiental, Saúde do Trabalhador e Promoção da Saúde. O programa repassa os recursos diretamente do Fundo Estadual de Saúde para os Fundos Municipais de Saúde, garantindo autonomia para que sejam aplicados na aquisição de equipamentos permanentes, melhoria da infraestrutura e modernização dos processos de trabalho.
Os critérios para a distribuição dessas cotas consideram aspectos como porte populacional, indicadores socioeconômicos e o desempenho dos municípios, buscando promover maior equidade entre as diferentes regiões do Estado. Além disso, parte da verba de custeio está vinculada ao cumprimento de metas e indicadores estabelecidos pelo programa, estimulando a melhoria contínua dos serviços prestados.
Por - AEN
Desde o início de 2019 até esta quinta-feira (02), o Paraná aplicou 87.002.468 doses de vacinas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), consolidando a imunização como uma das principais estratégias de prevenção de doenças e proteção da população. Ao longo dos últimos sete anos, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) intensificou campanhas, fortaleceu o apoio aos municípios, ampliou o acesso às vacinas e investiu em ações para recuperar as coberturas vacinais, um dos maiores desafios enfrentados pelo país após anos de queda nos índices de imunização e durante a pandemia de Covid-19.
Os resultados refletem uma política pública construída de forma permanente. Além da distribuição regular de imunizantes para os 399 municípios, o Estado coordenou campanhas de vacinação, Dias D de mobilização, ações de multivacinação, vacinação em escolas, estratégias extramuros e iniciativas de busca ativa para alcançar pessoas com esquemas vacinais incompletos. O trabalho também envolve o monitoramento contínuo das coberturas vacinais, apoio técnico às 22 Regionais de Saúde e capacitação das equipes municipais, fortalecendo a rede de imunização em todo o Paraná.
Esse esforço permitiu a recuperação gradual das coberturas vacinais, especialmente entre crianças, público mais sensível à redução da imunização observada em todo o Brasil nos últimos anos. O Paraná voltou a registrar avanços em imunizações estratégicas do Calendário Nacional de Vacinação e alcançou resultados que o colocaram entre os estados com melhor desempenho do país.
Em 2025, por exemplo, 311 municípios atingiram a meta preconizada pelo Ministério da Saúde para pelo menos seis vacinas dentre as oito preconizadas para as crianças menores de 1 ano de idade.
Já em 2024, o Paraná alcançou a segunda melhor cobertura vacinal do Brasil, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados. Foram os melhores resultados desde 2015 para crianças menores de 2 anos e adolescentes, com destaque para a BCG, que foi implantada em 35 maternidades do Estado, além das vacinas contra a tuberculose, o rotavírus e a HPV (Papilomavírus Humano).
“Mais do que alcançar números expressivos, a política estadual de imunização busca fortalecer uma cultura permanente de prevenção. A vacinação continua é uma das intervenções mais eficazes da saúde pública, reduzindo o risco de surtos, internações e mortes por doenças imunopreveníveis e protegendo pessoas de todas as faixas etárias ao longo da vida”, ressalta o secretário estadual da Saúde, César Neves.
CAMPANHAS SAZONAIS - Além dos indicadores de rotina, o Estado também se destacou nas campanhas sazonais. Durante a vacinação contra a gripe, adotou e mantém estratégias conjuntas com os municípios para ampliar o acesso da população, a presença em escolas, ações itinerantes e reforço das campanhas de conscientização, mantendo índices de cobertura acima da média nacional.
Para a chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Sesa, Virgínia Dobkowski, o trabalho integrado entre o Estado, as Regionais de Saúde e os municípios foi decisivo para reverter a queda nas coberturas vacinais observada após a pandemia. “Esse resultado é fruto de um esforço contínuo de planejamento, logística e atuação dos profissionais de saúde em todo o Paraná. A vacinação acontece na ponta, e o comprometimento das equipes permitiu ampliar o acesso da população, recuperar as coberturas vacinais e fortalecer a proteção coletiva contra doenças imunopreveníveis.”
ÊXITO NACIONAL - O reconhecimento desse trabalho também ocorreu em âmbito nacional. Em 2026, o Paraná foi o estado com o maior número de experiências selecionadas na II Mostra de Experiências Exitosas da Gestão Estadual do SUS para Recuperação das Coberturas Vacinais, promovida pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Os projetos contemplaram as ações de apoio aos municípios, evidenciando estratégias que contribuem para ampliar a proteção da população paranaense.
Outra iniciativa adotada é a implantação do Microplanejamento para Vacinação de Alta Qualidade (MVAQ), estratégia desenvolvida pelo Ministério da Saúde em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A metodologia foi implementada no Paraná com a capacitação das Regionais de Saúde e dos municípios para planejar as ações de vacinação conforme a realidade de cada território, identificando áreas com baixa cobertura, mapeando populações mais vulneráveis e definindo estratégias específicas para ampliar o acesso aos imunizantes.
COMPROMISSO - No fim de 2024, o Paraná assumiu o compromisso internacional de eliminação do câncer do colo do útero, alinhando-se à estratégia da Organização Mundial da Saúde para reduzir a incidência da doença por meio da ampliação da vacinação contra o HPV, do rastreamento e do tratamento oportuno.
Devido à sua alta cobertura vacinal (acima de 85% em ambos os sexos), o Estado está entre os destaques nacionais na imunização contra o HPV, com uma das melhores coberturas vacinais do País entre meninos e meninas na faixa etária recomendada, resultado de uma estratégia permanente de vacinação e busca ativa da população-alvo.
DADOS - Ao longo dos últimos sete anos, o Paraná realizou mais de 23 campanhas estaduais de vacinação e possui atualmente 1.900 salas para aplicação de doses no território. “Mais do que ampliar a oferta de vacinas, os investimentos consolidaram uma estrutura permanente de imunização no Paraná. Com logística fortalecida, monitoramento contínuo e uma rede em todos os municípios, o Estado ampliou sua capacidade de responder tanto às campanhas de rotina quanto a situações de emergência em saúde pública, reforçando a prevenção como um dos pilares do SUS paranaense”, complementa o secretário César Neves.
Por - AEN
Mais de 3 milhões de veículos encerraram o primeiro semestre com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) quitado no Paraná em 2026. O número corresponde a mais de 73% de toda a frota tributável, atualmente em 4,2 milhões. Os números fazem parte do mais recente balanço da Receita Estadual, que destaca ainda o impacto da redução na alíquota do IPVA 2026 na queda da inadimplência no Estado.
Em janeiro, o Governo do Estado diminuiu a alíquota do imposto de 3,5% para 1,9% do valor venal dos veículos, tornando o Paraná um dos estados com o menor IPVA do País. Esse corte levou muitos paranaenses a ficar em dia com o fisco estadual. O total de contribuintes que não realizaram o pagamento do tributo caiu de 874,8 mil em julho de 2025 para 783,2 mil em 2026.
Essa busca pela adimplência impactou também positivamente a arrecadação. Até o último dia 30 de junho, cerca de R$ 3,79 bilhões entraram nos cofres do Estado — valor que corresponde a 83,5% dos R$ 4,5 bilhões lançados pela Receita Estadual no início do ano. “Esse é um resultado que fortalece as finanças do Estado e garante recursos para investimentos em áreas essenciais, como saúde, educação, segurança e infraestrutura”, destaca o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara.
Segundo ele, a queda na inadimplência reflete o impacto positivo da alíquota reduzida na vida do cidadão paranaense. “O cidadão tem consciência da importância do imposto e de como ele vai impactar sua vida e, ao trazer o menor IPVA do país, criamos as condições para que ele ajude a construir o Paraná que todos queremos”, diz.
LÍDERES – Pérola d’Oeste é o município com o maior percentual de veículos quitados em todo o Paraná. Com uma frota tributada de 2.253 veículos, 86,4% deles já estão completamente em dia com a Receita Estadual. São exatos 1.946 proprietários que não têm mais que se preocupar com o tributo pelo resto do ano.
Em seguida, aparecem as cidades de Quatro Pontes (85,6%), Sulina (85,3%) e Mercedes (84,77%). Arapuã, na Região Norte, completa o Top 5 com 84,7% da frota quitada.
Entre os principais municípios do Estado, 75,6% dos motoristas de Curitiba já quitaram o IPVA 2026. A capital é seguida de Cascavel (73,5%), Maringá (73,3%), Londrina (72,4%), Ponta Grossa (72,3%) e São José dos Pinhais (71%).
Por- AEN
Cidades de todas as regiões paranaenses registraram volumes de chuva acima da média durante junho de 2026. As temperaturas no mês que marca a chegada do inverno ficaram dentro ou até 2°C abaixo da média em todas as estações meteorológicas do Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná). O balanço foi divulgado pela instituição nesta quinta-feira (2).
Junho começou com maior presença de sol, mas várias frentes frias trouxeram chuva ao Paraná a partir do dia 10 de junho. Entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas uma registrou volume de chuva abaixo da média histórica em junho de 2026: a que fica na Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba, no Litoral, teve 10,2 mm a menos do que o valor médio para o período. Cidades como Capanema, Cândido de Abreu, Foz do Iguaçu, Pato Branco, Ponta Grossa, São Miguel do Iguaçu e Ubiratã tiveram volumes acumulados de chuva em junho de 2026 pelo menos 100 mm superiores ao volume médio histórico para junho.
Em Campo Mourão, o volume histórico de chuvas foi ultrapassado nos primeiros onze dias do mês. Outras oito cidades alcançaram o acumulado histórico de chuvas para junho em apenas 15 dias: Altônia, Apucarana, Cândido de Abreu, Cianorte, Jaguariaíva, Londrina, Ponta Grossa, e Umuarama (Confira as médias históricas e volumes de chuva registrados em junho de 2026 em todas as estações meteorológicas do Simepar abaixo).
Já com relação às temperaturas, as estações que ficam em Altônia, Capanema, Cascavel, Cianorte, Foz do Iguaçu, Guaíra, Laranjeiras do Sul, Loanda, Palotina, Pato Branco, Pinhão, Santa Helena, São Miguel do Iguaçu, Toledo, Ubiratã e Umuarama registraram valores médios em junho de 2026 mais de 2°C abaixo da média histórica. Todas as outras estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação tiveram temperaturas dentro da média, ou até 1°C abaixo da temperatura média histórica para junho.
O inverno começou no dia 21, e já nos dias 24 e 25 de junho as temperaturas mais baixas de 2026 até o momento foram constatadas em 27 cidades paranaenses, devido à presença de uma forte massa de ar polar. Além do frio, geadas amplas ou nevoeiros foram o destaque na maioria das cidades da metade sul do estado.
No dia 24 bateram o recorde de frio as cidades de Altônia (4,7°C), Assis Chateaubriand (3,7°C), Cascavel (0°C), General Carneiro (-2,8°C), Laranjeiras do Sul (1,1°C), Pato Branco (-1,3°C), Nova Prata do Iguaçu (2,9°C), Toledo (-1,3°C) e Ubiratã (1,9°C). No dia 25, a temperatura mais baixa de 2026 em todo o Paraná foi constatada pela estação meteorológica do Simepar que fica em Palmas: -3,5°C.
No mesmo dia, tiveram o amanhecer mais gelado do ano as estações meteorológicas do Simepar APPA Antonina (8°C), Capanema (0,5°C), Fazenda Rio Grande (0,4°C), Irati (1,2°C), Cruzeiro do Iguaçu (1,7°C), Foz do Iguaçu (1,2°C), Francisco Beltrão (-1,2°C), Guaíra (2,5°C), Guarapuava (-1,4°C), Lapa (-0,1°C), Palotina (-0,9°C), Pinhais (1,3°C), Pinhão (-1,5°C), Santa Helena (0,9°C), São Miguel do Iguaçu (2,9°C), Umuarama (2,2°C), e União da Vitória (-0,2°C).
O mês terminou com intensas células de tempestade passando pelas regiões Oeste, Sudoeste, Campos Gerais e Centro-Sul do Paraná. O Simepar classificou um tornado na categoria F2 da Escala Fujita na comunidade de Imbu, município de Reserva, às 23h de domingo (28). A velocidade do vento, superior aos 200 km/h, arremessou placas de trânsito e destroços de residências a mais de um quilômetro de distância, além de destelhar casas e derrubar diversas árvores.
ESTAÇÃO COM MAIS DE CINCO ANOS DE OPERAÇÃO: MÉDIA HISTÓRICA PARA JUNHO / VOLUME DE CHUVA EM JUNHO DE 2026
Altônia: 78,7 mm / 124,4 mm;
Antonina: 129,8 mm / 150,6 mm;
APPA Antonina: 95,2 mm / 98 mm;
Apucarana: 83,3 mm/ 125,2 mm;
Assis Chateubriand: 103,8 mm / 148,8 mm;
Capanema: 149,6 mm / 277,4 mm;
Cambará: 62,5 mm / 85,6 mm;
Campo Mourão: 109,3 mm / 185,6 mm;
Cândido de Abreu: 137,8 mm / 255 mm;
Cascavel: 125 mm / 130 mm;
Cerro Azul: 77,2 mm/ 99 mm;
Cianorte: 91,4 mm/ 173,4 mm;
Cornélio Procópio: 76,3 mm / 100,8 mm;
Curitiba: 107,3 mm / 126,8 mm;
Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 178,4 mm / 241,2 mm;
Fazenda Rio Grande: 123,5 mm / 161,6 mm;
Irati: 133,8 mm / 149 mm;
Cruzeiro do Iguaçu: 254,1 mm / 317,8 mm;
Foz do Iguaçu: 127,2 mm / 224,4 mm;
Francisco Beltrão: 174 mm / 268,8 mm;
Guaira: 80,9 mm / 142,2 mm;
Guarapuava: 161,7 mm / 237,4 mm;
Guaratuba: 128,5 mm / 226,8 mm;
Jaguariaiva: 95 mm / 134,4 mm;
Lapa: 120,9 mm / 180,8 mm;
Laranjeiras do Sul: 158,4 mm / 235,2 mm;
Loanda: 67,6 mm / 83,6 mm;
Londrina: 87,7 mm / 137 mm;
Maringá: 84,6 mm / 121 mm;
Palmas: 149,6 mm / 196,2 mm;
Palotina: 97,3 mm / 128,8 mm;
Paranaguá: 101,7 mm / 109,4 mm;
Paranavaí: 71,3 mm / 80 mm;
Pato Branco: 159,8 mm / 289,8 mm;
Pinhais: 98,5 mm / 105,4 mm;
Pinhão: 176,9 mm / 211,8 mm;
Ponta Grossa: 107,5 mm / 230,6 mm;
Guaraqueçaba: 116,2 mm / 106 mm;
Santa Helena: 136,9 mm / 204,6 mm;
São Miguel do Iguaçu: 123,3 mm / 242,2 mm;
Telêmaco Borba: 107,3 mm / 205 mm;
Toledo: 127,4 mm / 203,4 mm;
Ubiratã: 127,4 mm / 274,6 mm;
Umuarama: 89,3 mm / 128,2 mm;
União da Vitória: 140,7 mm / 214,4 mm.
POr - AEN
A Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep) colabora com um estudo nacional do Ministério das Cidades, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. O chamado Estudo Nacional de Mobilidade Urbana – ENMU foi lançado nesta quarta-feira (1º) e teve o Paraná como objeto de estudo.
O ENMU realizou um amplo diagnóstico nas 21 regiões metropolitanas mais populosas do País com o objetivo de mapear projetos de transporte público coletivo de média e alta capacidade. Com uma visão de 30 anos, o estudo apresenta boas práticas, apoiando a disseminação de informações e referências para o setor, além de desenvolver uma estratégia nacional de mobilidade com o objetivo de viabilizar os investimentos necessários.
No Paraná, o ENMU mapeou seis projetos estratégicos: a implantação do BRT Norte-Sul Metropolitano, que vai conectar os municípios de Colombo, Curitiba e Fazenda Rio Grande; a implantação do BRT Araucária, conectando o Terminal Central de Araucária com a Cidade Industrial de Curitiba; o BRT Piraquara, conectando o Terminal de Piraquara com o Terminal de Pinhais; o BRT Colombo, ligando o Terminal Roça Grande com o Terminal Santa Cândida; o BRT São José dos Pinhais, conectando o Terminal Centenário com o Terminal Afonso Pena; e a implantação do VLT Expresso Metropolitano na ligação entre o Aeroporto Afonso Pena e o Centro Cívico, em Curitiba.
Ao todo, os seis projetos preveem cerca de R$ 5,8 bilhões de investimentos na Região Metropolitana de Curitiba. Entre os elencados no Estudo, dois já estão em andamento por meio da Amep: a elaboração dos estudos de viabilidade e anteprojetos do BRT Norte-Sul Metropolitano, contratado pela Agência em março deste ano, e a Estruturação da Modelagem para Concessão de um Sistema de VLT entre São José dos Pinhais e Curitiba, com previsão de lançamento em 2027.
Quando implantados, os seis projetos deverão atender cerca de 334.842 usuários diariamente e sete municípios da Região.
Para o presidente da Amep, Gilson Santos, o estudo reforça a necessidade da prioridade em investimentos para a mobilidade urbana e demonstra a importância de concentrar recursos em obras estruturantes para as regiões metropolitanas do País.
“Muitos projetos considerados importantes para as regiões metropolitanas requerem investimentos altos, às vezes na casa dos bilhões de reais, o que dificulta sua execução de forma isolada pelos municípios e até estados. Com este mapeamento é possível estabelecer quais são as prioridades e promover a concentração dos recursos que podem ser oriundos do governo federal, governo estadual, municípios e instituições financeiras nacionais e internacionais”, disse.
“São essas ações que podem alterar e melhorar o cenário precário da infraestrutura para a mobilidade em nosso país, que cada vez mais impacta a vida do cidadão", destacou o presidente.
O ENMU mapeou 214 projetos em 21 regiões metropolitanas, totalizando investimentos que ultrapassam R$ 473 bilhões. Eles envolvem infraestrutura, aquisição de veículos, sendo BRTs, VLTs, trens, monotrilhos e metrôs.
Por- AEN


























