A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas nesta terça-feira (16) para cumprir 63 mandados judiciais contra suspeitos dos crimes de caça de animais silvestres e comércio ilegal de armas de fogo. A ofensiva acontece em três estados e conta com o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR), da Polícia Científica do Paraná (PCI-PR), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) e do Instituto Água e Terra (IAT).
Mais de 150 policiais atuam para o cumprimento de 31 mandados de prisão e 32 de busca e apreensão nas cidades de Campo Largo, São José dos Pinhais, Lapa, Tijucas do Sul, Palmeira, Guaratuba, Ponta Grossa, São João do Triunfo, Imbituva, Fernandes Pinheiro, Guamiranga, União da Vitória, Mallet, Coronel Vivida e Itaipulândia. A operação também ocorre em Rio dos Cedros, Brusque e Itajaí (SC); Canarana (MT).
As investigações tiveram início em julho de 2025 após o registro de uma denúncia anônima sobre a realização de comércio de armas de fogo em um grupo de conversas em um aplicativo de mensagens.
“Além da venda de armamentos e munições, verificamos que o grupo era utilizado pelos membros para a divulgação e compartilhamento de fotos e vídeos de caça ilegal de animais silvestres”, disse o delegado Guilherme Dias.
A partir das informações repassadas, a PCPR iniciou as diligências, identificou as pessoas que integravam o canal, e representou pelas prisões, que foram autorizadas pela Justiça.
POr -AEN
Uma transformação histórica na bioética e na saúde pública do Brasil, motivada pelo pioneirismo do Paraná, vai encerrar definitivamente o uso de animais em diagnósticos de raiva no País.
A partir das evidências práticas e científicas geradas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-PR), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) editou a , publicada no início de 2026, que determina o prazo de até cinco anos para que todos os laboratórios brasileiros substituam o uso de camundongos por métodos alternativos in vitro.
A nova normativa nacional coloca o Brasil em posição de protagonismo internacional, alinhando o país às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). A mudança vem a partir do modelo paranaense que provou em escala real que a substituição pelo método de biologia molecular é segura, menos custosa, biossegura e tecnicamente superior aos testes tradicionais.
Historicamente, o método padrão para o diagnóstico da raiva exigia a inoculação de amostras suspeitas em camundongos vivos, que precisavam ser observados por até 30 dias. Com a implantação da técnica de biologia molecular (RT-qPCR), o cenário mudou drasticamente: o resultado do exame, que antes demorava um mês, agora pode sair no mesmo dia em que a amostra dá entrada no laboratório.
O secretário de Estado da Saúde, César Neves, enfatizou que o pioneirismo do Estado consolida o Paraná como referência em inovação e respeito à bioética.
“O Paraná se orgulha de ser o motor dessa transformação histórica para a ciência e a bioética no Brasil. A publicação dessa resolução nacional é o reconhecimento de que o trabalho desenvolvido no nosso Estado estabeleceu um novo padrão de excelência para a saúde pública”, destacou. “Mostramos ao País que é possível fazer ciência de ponta com absoluto respeito à vida, eliminando o sofrimento animal e, ao mesmo tempo, entregando um diagnóstico muito mais rápido e seguro para a proteção da nossa população”.
Para a diretora do Lacen-PR, Célia Fagundes Cruz, a mudança representa a coroação de um esforço coletivo voltado à modernização laboratorial e à saúde do trabalhador. “Essa conquista é o reflexo da dedicação e da sensibilidade técnica das nossas equipes, que transformaram uma angústia real da rotina de trabalho em uma solução científica brilhante”, afirmou.
“O Lacen-PR quebrou um paradigma histórico ao validar a biologia molecular para o diagnóstico da raiva. Deixar de usar 30 mil animais por ano e reduzir o tempo de resposta de um mês para poucas horas humanizou o nosso ambiente de trabalho e elevou a nossa vigilância epidemiológica a um patamar internacional”, disse a diretora.
A experiência pioneira do Lacen-PR foi rapidamente compartilhada e replicada pelo Centro de Diagnóstico Marcos Enrietti (CDME), laboratório responsável pelo diagnóstico para a defesa sanitária animal e vegetal na Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), autarquia vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).
O chefe do Departamento de Laboratórios da Adapar, Rubens Chaguri, destaca que o CDME foi pioneiro no setor agropecuário nacional ao seguir os passos do Lacen-PR e banir o uso de cobaias no diagnóstico da raiva em herbívoros.
“Em 2021, nós fomos o primeiro laboratório de defesa agropecuária do Brasil a substituir o método de realização do ensaio confirmatório de raiva. Deixamos de lado a prova biológica, que exigia a inoculação viral no cérebro de camundongos, e passamos a utilizar a técnica molecular de PCR em tempo real. É um avanço tecnológico crucial que atende às diretrizes globais de bem-estar animal”, explicou Chaguri.
Ele aponta ainda o impacto vital que a rapidez do novo diagnóstico traz para a proteção da população no campo. “A prova biológica demorava até 28 dias para a finalização do ensaio, enquanto o método molecular entrega o resultado em poucas horas. Como a raiva é uma zoonose grave e letal, essa celeridade é crítica para que as pessoas que tiveram contato com os animais positivos sejam encaminhadas imediatamente para receber o tratamento adequado pela Secretaria de Saúde”.
Munido desses dados, um grupo especializado, articulado em conjunto com o Laboratório de Bem-Estar Animal (Labea) da UFPR e composto por pesquisadores, juristas, gestores e médicos veterinários, construiu o alicerce técnico e jurídico necessário para capitanear a mudança regulatória junto aos órgãos federais em Brasília.
Segundo a médica veterinária Thaila Francini Corona, que ingressou na Seção de Zoonoses do Lacen-PR em 2013, o embasamento prático para essa revolução começou a ser desenhado naquele ano. Ela direcionou sua pesquisa de mestrado para provar a viabilidade da substituição dos testes vivos por técnicas in vitro.
"Ficou comprovado que a mudança não era apenas uma questão de empatia, mas de superioridade técnica. Os métodos alternativos mostraram resultados superiores em todos os parâmetros: exatidão diagnóstica, rapidez, biossegurança, saúde do trabalhador e redução de resíduos de saúde", destacou.
RECONHECIMENTO NACIONAL – O processo de transição definitiva ganhou força em 2019, quando a OMS reconheceu formalmente a biologia molecular como metodologia apta a substituir os testes em animais. Em parceria com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), dos Estados Unidos, a equipe do Paraná validou e implantou a nova tecnologia no Estado.
Em outubro de 2019, o Lacen-PR realizou sua última eutanásia de diagnóstico, consolidando-se como o primeiro laboratório de saúde pública do Brasil a descontinuar 100% o uso de camundongos na área. O pioneirismo rendeu à instituição o 1º lugar na 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia (Expoepi) naquele mesmo ano.
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Por- AEN
O Ministério Público estadual e a Secretaria da Segurança Pública do Paraná deflagraram, nesta segunda-feira (15), uma megaoperação contra uma suposta organização criminosa de abrangência nacional cujo nome não foi confirmado pelas autoridades responsáveis.

Batizada de Operação Panóptico e coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a ação ocorre, simultaneamente, em outros três estados, com o apoio das forças de segurança locais: Mato Grosso do Sul; Santa Catarina e São Paulo.
Desde as primeiras horas da manhã, cerca de mil policiais estão cumprindo 304 mandados judiciais e 255 de busca e apreensão de provas. Contudo, 176 ordens de prisão e de 92 de busca e apreensão têm como alvo pessoas que ou já cumprem pena, ou estão aguardando julgamento em um estabelecimento prisional.
Dos 128 mandados de prisão expedidos contra investigados que estavam em liberdade, 97 já tinham sido cumpridos até as 11h. Ao menos duas abordagens resultaram em troca de tiros. Em Cambé (PR), na região metropolitana de Londrina, um policial foi atingido por um tiro, mas, segundo o MPPR, não corre risco de morrer.
Ainda de acordo com o MPPR, ao menos dois suspeitos de integrar a facção criminosa foram mortos em Cambé e em Nova Londrina, após reagirem à ação policial, resultando em troca tiro. Um deles tinha dois mandados de prisão em aberto – por tráfico de drogas e por roubo associado ao tráfico. O outro, segundo os promotores, era procurado por fazer parte do PCC.
“O objetivo da operação é responsabilizar o maior número de integrantes da facção criminosa, enfraquecendo sua atuação no estado, arrecadando provas e buscando elucidar outros crimes que estejam sendo praticados. Além disso, as prisões requeridas e decretadas têm o propósito de impedir que as atividades criminosas desses integrantes prossigam”, informou o MPPR, em nota.
A Secretaria da Segurança Pública do Paraná acrescentou que 204 equipes das polícias Militar, Civil, Penal e Científica atuaram para “desarticular a estrutura da organização criminosa, responsabilizar seus integrantes, interromper suas atividades ilícitas e ampliar a coleta de provas relacionadas a outros crimes atribuídos ao grupo”.
O nome da operação deriva da palavra grega “panóptico” (aquilo onde tudo é visto), que teve seu uso popularizado pelo sociólogo Michel Foucault, na obra Vigiar e Punir, para nomear uma estrutura arquitetônica prisional de onde agentes de segurança conseguem monitorar os presos, mantendo-os sob vigilância permanente e onipresente.
No Paraná, onde se cumpre a maioria das ordens judiciais, os mandados estão sendo executados em 34 municípios: Astorga, Arapoti, Candói, Cascavel, Cianorte, Cruzeiro do Oeste, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guaíra, Guarapuava, Irati, Jandaia do Sul, Laranjeiras do Sul, Loanda, Londrina, Manoel Ribas, Maringá, Nova Londrina, Paraíso do Norte, Paranavaí, Paranacity, Piraquara, Ponta Grossa, Porecatu, Prudentópolis, Roncador, Santo Antônio da Platina, São José dos Pinhais, Sarandi, Sengés, Telêmaco Borba, Umuarama e União da Vitória. Além disso, houve cumprimento de mandados em Naviraí (MS), Joinville (SC), Bauru (SP) e Itapecerica da Serra (SP).
Por- Agência Brasil
O investimento de R$ 82,5 milhões na compra de 150 ambulâncias equipadas com UTIs móveis pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), tem dado resposta positiva nos municípios que receberam o veículo. Entregues no final de dezembro de 2025, elas beneficiaram 56 cidades distribuídas por todas as regiões do Paraná, além de consórcios municipais, hospitais universitários e a rede própria da Sesa.
As ambulâncias são equipadas com estrutura completa para atuação, como UTIs móveis. Cada veículo acompanha ventilador mecânico, monitor cardíaco, desfibrilador, oxímetro portátil, bomba infusora, aspirador portátil e cadeira de rodas, permitindo que os municípios aprimorem o atendimento pré-hospitalar.
Os equipamentos possibilitam que casos como politraumatismos decorrentes de acidentes de trânsito, pacientes que necessitam de leitos de UTI, atendimento cardiológico especializado ou suporte respiratório avançado tenham início de tratamento mais rápido ainda dentro do veículo ou possam ser transferidos com mais segurança e agilidade.
“Esse investimento em ambulâncias com UTI, do tipo alfa, é uma evolução no atendimento à população proporcionando mais segurança e melhor capacidade de atendimento. Além disso, é parte da estratégia de descentralização da Saúde adotada desde 2019, com foco no fortalecimento da frota municipal e da rede de urgência e emergência”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
NOVO MOMENTO – As ambulâncias têm representado para os municípios um novo momento no atendimento de urgência e emergência. “Por ser uma UTI móvel, ela oferece condições adequadas para o transporte de pacientes graves, com equipamentos e recursos que permitem monitorização contínua, suporte avançado de vida e atendimento seguro durante todo o deslocamento”, destacou Edson Concelier, secretário municipal de Saúde de Francisco Beltrão, uma das cidades contempladas.
Ele reforçou que o impacto também é para as equipes de trabalho, pois os veículos proporcionam melhores condições. “Há mais tecnologia e suporte compatíveis com a complexidade dos atendimentos”, completou.
O crescimento populacional e econômico dos municípios nos últimos anos também refletiu na necessidade do fortalecimento da linha de cuidados, como é o caso de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba.
A secretária de Saúde do município, Monique Costa Budk, disse que a chegada da ambulância acompanha o desenvolvimento local. “Mais do que a entrega de um veículo, esse investimento veio para somar esforços e fortalecer a rede de urgência e emergência, proporcionando melhores condições de trabalho às equipes de saúde e ampliando a capacidade de resposta diante das necessidades da população”, relatou.
O novo equipamento também foi essencial para Almirante Tamandaré, também na RMC. Segundo a secretária de saúde Luise Caroline Winhaski, o novo veículo chegou para contribuir na redução do tempo de resposta nos atendimentos de urgência e emergência.
“A nova ambulância representa um importante avanço para a assistência em urgência e emergência do município, proporcionando mais segurança, agilidade e qualidade no atendimento à população. Com melhores condições de operação, o veículo contribui para a redução do tempo de resposta das equipes, aumenta a confiabilidade dos atendimentos e oferece maior conforto e segurança aos pacientes e profissionais de saúde”, ressaltou.
“O investimento na renovação da frota fortalece a Rede de Atenção às Urgências e Emergências, garantindo um serviço mais eficiente, humanizado e preparado para atender as necessidades da população”, acrescentou Luise.
AMPLIAÇÃO – O investimento nas ambulâncias também proporcionou a ampliação e modernização da frota em todo o Paraná e triplicou o número dos veículos com essas características. Antes da compra existiam 65 delas espalhadas pelo Estado. Agora, são 215.
O fortalecimento da estrutura vem crescendo ano a ano. Entre 2021 e 2024, os repasses aos municípios para essa finalidade somaram R$ 794 milhões, viabilizando a aquisição de 6.439 veículos para o transporte sanitário em todo o Estado. Também foram adquiridos pela Sesa mais 2.217 unidades, entre veículos, furgões, ambulâncias e vans, que ultrapassaram aporte de R$ 163 milhões, reforçando a continuidade da política de investimento na área.
POr - AEN
Nesta segunda-feira (15), Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, o Paraná reforça as ações de sensibilização, prevenção e enfrentamento às diferentes formas de violência que atingem essa população. A mobilização integra a campanha Junho Violeta, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi), que neste ano tem como tema "Acolher o envelhecimento é cuidar da vida".
Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), a data tem como objetivo chamar a atenção para situações de negligência, abandono, violência física, psicológica, patrimonial, financeira e institucional, além de fortalecer a rede de proteção e incentivar a denúncia de violações de direitos.
A secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Mariana Neris, destacou que a campanha reforça o compromisso do Paraná com a promoção dos direitos da população idosa.
“O Junho Violeta mobiliza o poder público, os municípios e a sociedade em torno de uma causa fundamental. Queremos incentivar a prevenção de todas as formas de violência e fortalecer uma cultura de cuidado, acolhimento e valorização das pessoas idosas, garantindo que elas possam envelhecer com dignidade, autonomia e participação social”, disse.
A campanha destaca que o envelhecimento é um processo contínuo, que se inicia ao longo da vida e exige acolhimento em todas as etapas. Para ampliar o alcance da mobilização, materiais informativos são distribuídos para todas as regiões do Estado por meio das associações de municípios, fortalecendo as ações desenvolvidas nos territórios paranaenses.
Segundo a diretora de Políticas Públicas para Pessoa Idosa da Semipi, Larissa Marsolik, o Junho Violeta é uma oportunidade para ampliar o debate sobre o envelhecimento e fortalecer a proteção às pessoas idosas em todo o Estado.
“Combater a violência contra a pessoa idosa passa pela informação, pela conscientização e pelo fortalecimento das redes de apoio. As ações desenvolvidas ao longo do mês buscam sensibilizar a sociedade para a importância do respeito, da valorização e da garantia de direitos em todas as etapas da vida”, afirmou.
EVENTOS – Como parte da programação alusiva à data, a Semipi promove o webinário "Enfrentamento e prevenção às violências contra a pessoa idosa". O encontro aborda a identificação de situações de violência, formas de prevenção, canais de denúncia e os direitos assegurados pelo Estatuto da Pessoa Idosa, reforçando a importância da informação e da atuação da rede de proteção. Outros dois primeiros encontros já foram realizados.
O webinário "Acolhendo o processo de envelhecimento e suas transformações" promoveu reflexões sobre o envelhecimento como uma etapa natural da vida, enquanto o segundo debate destacou a importância das relações familiares, comunitárias e das redes de apoio para a promoção de um envelhecimento saudável e participativo.
Além das atividades virtuais, o Junho Violeta mobiliza municípios de todas as regiões do Paraná com palestras, rodas de conversa, caminhadas, passeatas, campanhas educativas, entrevistas em rádios, atividades culturais, sessões de cinema, ações intergeracionais e iniciativas de valorização do protagonismo da pessoa idosa.
As ações são desenvolvidas de forma articulada entre diferentes setores e instituições, envolvendo conselhos de direitos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), forças de segurança, serviços de assistência social, saúde, educação, universidades e organizações da sociedade civil.
Entre os exemplos estão palestras sobre prevenção de golpes digitais, debates sobre direitos da pessoa idosa, caminhadas de conscientização, encontros comunitários e atividades que aproximam diferentes gerações. Os municípios também têm promovido campanhas nas redes sociais, distribuição de materiais informativos e ações de fortalecimento das redes locais de proteção.
ILUMINAÇÃO – Como forma de ampliar a visibilidade da campanha Junho Violeta e sensibilizar a população sobre a importância da prevenção e do enfrentamento da violência contra a pessoa idosa, dois dos principais prédios do Governo do Estado recebem iluminação especial na cor violeta, símbolo da mobilização. O Palácio das Araucárias permanece iluminado durante todo o mês de junho, enquanto o Palácio Iguaçu recebe iluminação temática entre os dias 15 e 19 de junho.
A iniciativa busca chamar a atenção da sociedade para a garantia dos direitos das pessoas idosas e reforçar a necessidade de identificar, prevenir e denunciar situações de violência.
ESTADO AMIGO DA PESSOA IDOSA – Referência nacional e internacional na promoção do envelhecimento saudável, o Paraná foi reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o primeiro estado da América do Sul integrante da Rede Global de Cidades e Comunidades Amigas da Pessoa Idosa. A iniciativa incentiva a construção de ambientes mais inclusivos, acessíveis e acolhedores para a população idosa, fortalecendo políticas públicas voltadas à qualidade de vida e à participação social.
Por -AEN
Uma pesquisa do Instituto IRG divulgada nesta segunda-feira (15) mostra que o apoio de Ratinho Junior a Sandro Alex está ganhando tração. No cenário em que são indicados os concorrentes e seus aliados, o deputado federal aliado do governador tem 27,5% de intenções de voto, contra contra 39,1% de Sergio Moro (PL) com o apoio de Flávio Bolsonaro e 20,8% de Requião Filho (PDT) com o apoio do presidente Lula.
A pesquisa também testou apoios em um eventual segundo turno. Sandro Alex com o apoio de Ratinho Junior tem 38,5% das intenções contra 42,5% de Sergio Moro com o apoio de Flávio Bolsonaro, o que significa um empate dentro da margem de erro.
No cenário mais tradicional, sem indicação de apoio, Sandro Alex já ultrapassa Rafael Greca (MDB) e aparece em terceiro lugar na disputa eleitoral, com 14,4% das intenções de voto. Moro lidera com 38,2%, seguido de Requião Filho, com 18,6%. Rafael Greca pontua com 11,7%, Tony Garcia tem 0,9% e Luiz França, 0,9%.
Em relação à pesquisa de maio do IRG, Sandro Alex saltou de 12,3% para 14,4%, enquanto outros dois concorrentes perderam espaço: Moro saiu de 39,4% para 38,2% e Rafael Greca caiu de 14,7% para 11,7%.
A pesquisa ouviu 1.000 eleitores entre os dias 10 e 13 de junho. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%. A pesquisa IRG está registrada no número TSE PR-07149/2026.
POr - Assessoria


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