O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) recebeu imagens de formação de nuvens e de alguns estragos ocasionados pelo vento no fim da tarde desta quinta-feira (1º) na localidade de Arroio Guaçu, em Mercedes, no Oeste do Estado. Com a análise das imagens e dos dados de radar, a equipe classificou a ocorrência como um tornado categoria F1 na escala Fujita, com ventos de aproximadamente 120 km/h.
O tornado teve curta duração, e a Defesa Civil municipal não abriu nenhuma ocorrência até o final da manhã desta sexta-feira (02) na Coordenadoria Estadual de Defesa Civil. A previsão do tempo aponta que tempestades intensas como esta devem diminuir neste fim de semana.
“O tempo começou a mudar ao longo desta sexta-feira. Um ar mais seco já está se aproximando do Estado, tanto que nas regiões Oeste e Sudoeste já não se espera eventos severos como foram registrados ao longo da semana”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.
No Norte, Campos Gerais e Leste, ainda há previsão de chuvas rápidas no período da tarde. No Noroeste elas acontecem em vários momentos do dia. A tendência é de que o tempo continue abafado em todo o Paraná, mesmo com a nebulosidade.
No sábado (03), uma massa de ar menos aquecida, também com os índices de umidade mais baixos, toma conta de boa parte do Paraná e as chuvas diminuem.
“No Litoral ainda continua a previsão de algumas pancadas isoladas de chuva, porém o volume de precipitação será baixo. Na Região Metropolitana de Curitiba o sol predomina entre nuvens e no Interior do Estado a maior parte do tempo é de nebulosidade variável. No Oeste e Sudoeste pode acontecer alguma garoa ocasional no período da tarde”, afirma Reinaldo.
Já no domingo (04), o tempo segue estável e o sol vai predominar com mais força no Interior do Paraná, mas as temperaturas diminuem, pois um ar um pouco menos aquecido vai predominar sobre o Estado. A situação é um pouco diferente na região Leste. “Os ventos vão soprar do oceano para o continente, trazendo bastante umidade. Por conta da Serra do Mar, a nebulosidade ficará mais presente, e por isso as temperaturas máximas vão diminuir bastante”, explica Reinaldo.
Enquanto a semana registrou valores na faixa dos 30°C em vários municípios, as temperaturas máximas terão declínio no domingo para a casa dos 20°C em Curitiba e Região Metropolitana, e devem ficar entre 23°C e 24°C no Litoral, onde há possibilidade de garoa ocasional.
SIMEPAR – Com uma estrutura de 120 estações hidrometeorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas atmosféricas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.
Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.
Por - AEN
O ano de 2025 registrou dados meteorológicos históricos no Paraná. Além da classificação de quatro tornados pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), o período teve as temperaturas mais altas e mais baixas das séries históricas de algumas estações meteorológicas, e um volume anual de chuvas, em geral, muito próximo da média.
O volume anual de chuva ficou acima da média em 23 estações meteorológicas: Altônia, Apucarana, Capanema, Campo Mourão, Cândido de Abreu, Cascavel, Cianorte, Cornélio Procópio, Distrito de Entre Rios, em Guarapuava, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Guaíra, Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Londrina, Distrito de Horizonte, em Palmas, Palotina, Paranavaí, Pinhão, Santa Helena, São Miguel do Iguaçu, Toledo, e União da Vitória.
O destaque fica para Pinhão, Santa Helena e São Miguel do Iguaçu, que registraram cerca de 400 mm acima do volume médio histórico anual (Confira a lista completa abaixo).
Outras 20 estações meteorológicas registraram um volume de chuva anual abaixo da média histórica: Antonina, Cambará, Cerro Azul, Curitiba, Irati, Francisco Beltrão, Guaratuba, Jaguariaíva, Lapa, Loanda, Maringá, Palmas, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa, Guaraqueçaba, Santo Antônio da Platina, Telêmaco Borba, Ubiratã e Umuarama.
A diferença foi maior em Pinhão, que registrou 2.177,6 mm de chuva em 2025, contra 1.774,7 mm de média histórica; Ponta Grossa, com 992,6 mm de chuva no ano passado, e historicamente registra por ano 1415,1 mm; e Guaraqueçaba, que somou 2.078,4 mm em 2025 frente a uma média anual de 2.548,7 mm.
Em algumas regiões, foi registrada seca no boletim mensal que o Simepar elabora em parceria com a Agência Nacional de Águas.
“Tivemos alguns períodos de chuvas irregulares, principalmente no Litoral, que é uma das regiões em que mais chove no Estado. Isso favoreceu com que, ao longo do segundo trimestre de 2025, se estabelecesse uma seca fraca na região litorânea, que se prolongou para os Campos Gerais e faixa Norte do Estado”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.
A seca evoluiu de fraca para moderada, e no segundo semestre, em alguns pontos na divisa com o Estado de São Paulo, chegou à seca grave. O prolongamento da seca fraca a moderada seguiu ao longo do segundo semestre de 2025 na faixa norte, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba, devido à chuva irregular nestas regiões.
MESES - O mês de fevereiro foi o mais quente da série histórica em 23 cidades. Mesmo assim, o verão de 2024/2025 não foi mais quente do que o de 2023/2024. Já o outono de 2025 teve chuvas abaixo da média em praticamente todo o Estado. A situação foi mais crítica no Oeste e Sudoeste, com destaque para os arredores de Cascavel, onde as chuvas ficaram cerca de 180 mm abaixo da média histórica para o período entre abril e junho.
Já a temperatura do outono de 2025 ficou dentro da média na maior parte do Estado, e a estação foi mais fria que a de 2024. Mas foi justamente no outono que o Paraná registrou a temperatura mais alta de 2025, no município de Capanema: 42.5°C no dia 27 de abril, a temperatura mais alta desde que a estação foi instalada, em julho de 2017.
No inverno, as temperaturas ficaram dentro ou abaixo da média em todas as regiões – cenário bem diferente dos três últimos anos, em que o inverno foi mais quente. Já as chuvas foram acima da média em junho, e abaixo da média na maioria das estações meteorológicas do Simepar em julho e agosto.
Durante o inverno de 2025 as estações meteorológicas do Simepar e a estação em General Carneiro do Inmet registraram 59 temperaturas abaixo de zero grau em 26 cidades. Os dias 24 e 25 de junho foram os mais frios do ano em todas as estações meteorológicas.
A temperatura mais baixa do ano em todo o Paraná foi em General Carneiro (Inmet): -7,8°C em 25 de junho. Entre as estações meteorológicas do Simepar, a temperatura mínima mais baixa foi no Distrito de Horizonte, em Palmas: -5.2°C em 24 de junho. No mesmo dia, Laranjeiras do Sul registrou -2.0°C, a temperatura mais baixa desde que a estação meteorológica foi instalada na cidade, em novembro de 2017.
Em julho, Curitiba ficou 83 horas com temperatura abaixo da casa dos 10°C. Já em agosto, a amplitude térmica foi o destaque no Paraná. As temperaturas máximas chegaram a ultrapassar os 36°C em Antonina, Cerro Azul, Loanda, Capanema e Paranaguá em algumas tardes, e teve veranico na região Noroeste. Mesmo assim, devido ao registro de mínimas baixas no amanhecer, todas as estações meteorológicas do Simepar registraram em agosto de 2025 temperaturas médias dentro a abaixo da média histórica para o período.
“Nós tivemos a incursão de várias massas de ar polar, ou seja, aquelas massas que têm uma característica de ter temperaturas extremamente baixas, provocar geadas amplas em todo o Estado, inclusive nas regiões ao Norte, Litoral e na Capital. Então, o inverno de 2025 foi marcado por um período rigoroso de temperaturas baixas e secas, que é comum para essa época”, ressalta Reinaldo.
Foram emitidos 28 alertas de geada no Paraná: cinco em maio, seis em junho, 11 em julho e mais seis em agosto. General Carneiro registrou seis dias consecutivos de geada em agosto.
O Simepar, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), emitiu boletins diários durante todos os 137 dias de operação do Alerta Geadas, um serviço que, desde 1995, informa a previsão de geadas para a população e para os agricultores, em especial, com 24h, 48h e 72h de antecedência.
PRIMAVERA - A primavera, estação das tempestades, mostrou suas principais características com intensidade. De acordo com a Defesa Civil, em 2025 foram contabilizadas 224 ocorrências, um aumento expressivo em comparação às 102 registradas no ano anterior. O crescimento mais significativo foi observado nos episódios de vendaval, que saltaram de 72 para 150 registros, e de granizo, que passaram de 11 para 53 ocorrências.
Em setembro as temperaturas ficaram acima da média histórica para o período em quase todo o Estado. Várias frentes frias passaram pelo Paraná, e um tornado categoria F1 foi classificado pelo Simepar entre as ocorrências do dia 22 de setembro em Santa Maria do Oeste – exatamente o dia do início da primavera.
Em outubro, as temperaturas médias do mês ficaram até 2°C abaixo da média histórica. Estações em Cornélio Procópio, Laranjeiras do Sul, distrito de Horizonte, em Palmas, e Santo Antônio da Platina registraram a temperatura mais baixa para o mês desde que foram instaladas. Outras 11 estações meteorológicas tiveram as temperaturas máximas mais baixas da série histórica para o mês, indicando que as temperaturas não subiram muito ao longo do dia.
Em novembro, na maior parte do Estado, as temperaturas ficaram dentro ou abaixo da média histórica para o período. Já o volume acumulado de chuvas ficou dentro a acima da média para o mês em quase todo o Paraná.
O mês foi marcado pela passagem de três tornados no dia 7, causando destruição em 11 municípios, além de outras tempestades típicas de primavera, com muita ocorrência de granizo. As ocorrências severas foram impulsionadas pela fase negativa da Oscilação Antártica, que favoreceu a formação de mais sistemas frontais sobre o Sul do Brasil. O mais atingido Rio Bonito do Iguaçu, cidade devastada pelo fenômeno climático.
No dia 7, em específico, o ramo frio de um ciclone extratropical formado sobre o Sul do Brasil favoreceu o desenvolvimento de nuvens de tempestade de forte intensidade sobre o Paraná. Algumas dessas nuvens, imersas em um ambiente de elevada instabilidade termodinâmica, intensificaram-se ainda mais, evoluindo para a categoria de supercélulas, com características de rotação em torno de seu eixo vertical. O cisalhamento vertical intenso do vento e o transporte de ar quente e úmido foram cruciais para a evolução das tempestades.
O laudo técnico emitido pela equipe de meteorologia e de geointeligência do Simepar após duas semanas de trabalho ininterrupto incluindo entrevistas nos municípios, sobrevoos nas áreas atingidas e análise de imagens e dados de satélite e radares, concluiu que o evento de 7 de novembro de 2025 pode ser considerado um dos maiores desta categoria no Paraná nos últimos 30 anos, considerando os aspectos relacionados à quantidade de tornados no mesmo evento, pessoas atingidas e destruição em diversos níveis observada nas suas trajetórias.
DEZEMBRO - O último mês de 2025 teve cenários completamente diferentes dentro do Paraná. Em algumas cidades, choveu muito e as temperaturas ficaram ligeiramente abaixo da média. Em outras, as temperaturas subiram muito, e choveu pouco.
Das 44 estações meteorológicas do Simepar com mais de seis anos de operação, 25 registraram chuva acima da média em dezembro: Altônia, Apucarana, Capanema, Cambará, Campo Mourão, Cascavel, Cornélio Procópio, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Guaíra, Loanda, Londrina, Maringá, Distrito de Horizonte, em Palmas, Palotina, Paranavaí, Pinhão, Santo Antônio da Platina, Santa Helena, São Miguel do Iguaçu, Telêmaco Borba, Toledo, Ubiratã, Umuarama e União da Vitória.
O destaque fica para Guaíra, que atingiu o maior acumulado de chuvas do mês: 517,2 mm, contra uma média histórica de apenas 175,1 mm. A cidade não registrava um acumulado de chuvas tão alto desde dezembro de 2020, quando chegou a 532,2 mm no mês. A segunda cidade que registrou maior acumulado de chuva em dezembro de 2025 foi Cambará: 407,2 mm, enquanto a média histórica é de 144,9 mm. É o maior volume de chuvas em um mês na cidade desde a instalação da estação meteorológica, em julho de 1997.
Ao contrário destas cidades, outras 19 registraram volume de chuva abaixo da média em dezembro: Antonina, Cândido de Abreu, Cerro Azul, Cianorte, Curitiba, Distrito de Entre Rios, em Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Guarapuava, Guaratuba, Jaguariaíva, Lapa, Laranjeiras do Sul, Palmas, Paranaguá, Pato Branco, Pinhais, Ponta Grossa, e Guaraqueçaba.
A chuva impactou diretamente a temperatura. A média de dezembro ficou pouco mais de 1°C acima da média nos Campos Gerais, Região Metropolitana de Curitiba e no Litoral, onde choveu menos, e no resto do Estado a temperatura média ficou dentro dos valores históricos.
A temperatura mínima em dezembro ficou 1,3°C acima da média em Cândido de Abreu, 1,5°C acima da média em São Mateus do Sul, 1,4°C abaixo da média em Guaíra, onde choveu muito, e dentro da média no resto do Estado.
Já as temperaturas máximas se destacaram e ficaram 2,3°C acima da média em dezembro no Litoral, entre 1,5°C e 3,1°C acima da média na Região Metropolitana de Curitiba, 2,2°C acima da média em Cândido de Abreu, e cerca de 1°C abaixo da média entre Palotina e Toledo, onde os volumes de chuva foram mais altos do que na região Leste do Estado.
Telêmaco Borba registrou 38°C em 26 de dezembro de 2025, às 16:00, a temperatura mais alta desde que a estação meteorológica foi instalada na cidade, em maio de 1997.
“Em dezembro nós tivemos o retorno do calor, e no período de 22 a 28 nós tivemos um calor acima do normal, com mais de 5 graus Celsius no Litoral, na Grande Curitiba e nos Campos Gerais. Na faixa norte as temperaturas ficaram entre 3°C e 4°C acima da média, e esse calor também atingiu as demais regiões do Estado”, explica o meteorologista do Simepar.
“Foi um período em que choveu muito pouco no Paraná, e isso culminou com que o bloqueio atmosférico que foi observado no Oceano Pacífico Sul se intensificasse, ou favorecesse com que uma massa de ar se estabelecesse sobre o Paraná no finalzinho de 2025”, lembra Reinaldo.
Confira data e horário da temperatura mais alta registrada nas estações meteorológicas do Simepar em 2025:
Altônia: 38.4°C em 09/03/2025 às 15h;
Antonina: 38.6°C em 24/12/2025 às 14h;
APPA Antonina: 38°C em 17/02/2025 às 15h;
Apucarana: 34.1°C em 06/10/2025 às 12h;
Assis Chateaubriand 36.9°C em 30/11/2025 às 14h;
Capanema: 42.5°C em 27/04/2025 às 13h;
Cambará: 38.8°C em 06/10/2025 às 15h;
Campo Mourão: 35.7°C em 05/10/2025 às 15h;
Cândido de Abreu: 38.6°C em 07/12/2025 às 16h;
Cascavel: 36.1°C em 16/01/2025 às 16h;
Cerro Azul: 39.4°C em 24/12/2025 às 14h;
Cianorte: 35.6°C em 05/10/2025 às 16h;
Cornélio Procópio: 36.3°C em 06/10/2025 às 15h;
Curitiba: 33.3°C em 26/12/2025 às 16h;
Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 34.5°C em 06/11/2025 às 17h;
Fazenda Rio Grande: 33.6°C em 28/12/2025 às 14h;
Irati: 34.3°C em 28/12/2025 às 15h;
Cruzeiro do Iguaçu: 36.6°C em 02/03/2025 às 14h;
Foz do Iguaçu: 38°C em 17/01/2025 às 16h;
Francisco Beltrão: 35.8°C em 03/03/2025 às 16h;
General Carneiro (estação instalada em outubro): 28.9°C em 28/12/2025 às 14h;
Guaíra: 38.8°C em 02/03/2025 às 17h;
Guarapuava: 32.5°C em 02/03/2025 às 15h;
Guaratuba: 36.3°C em 20/01/2025 às 15h;
Jaguariaiva: 33.6°C em 28/12/2025 às 14h;
Lapa: 34.6°C em 28/12/2025 às 16h;
Laranjeiras do Sul: 35.5°C em 03/03/2025 às 16h;
Loanda: 39.5°C em 05/10/2025 às 16h;
Londrina: 36.6°C em 06/10/2025 às 13h;
Maringá: 36.4°C em 05/10/2025 às 15h;
Marumbi Base (estação instalada em agosto): 33.9°C em 28/12/2025 às 13h;
Marumbi Pico (estação instalada em novembro): 29.2°C em 24/12/2025 às 14h;
Palmas: 31.8°C em 07/12/2025 às 16h;
Distrito de Horizonte, em Palmas: 28.8°C em 07/12/2025 às 16h;
Santa Maria do Oeste: 32.8°C em 02/03/2025 às 15h;
Palotina: 37°C em 05/10/2025 às 15h;
Paranaguá: 37.2°C em 20/01/2025 às 14h;
Paranavaí: 37.8°C em 05/10/2025 às 15h;
Pato Branco: 34.9 em 03/03/2025 às 15h;
Pinhais: 35.1°C em 28/12/2025 às 13h;
Pinhão: 34.1°C em 02/03/2025 às 16h;
Ponta Grossa: 33.4 °C em 09/03/2025 às 16h;
Guaraqueçaba: 40.4°C em 26/12/2025 às 13h;
Candói: 36.6°C em 03/03/2025 às 15h;
Santa Helena: 38.5°C em 16/02/2025 às 14h;
Santo Antônio da Platina: 36.5°C em 26/12/2025 às 16h;
São Miguel do Iguaçu: 37.5°C em 05/10/2025 às 15h;
Telêmaco Borba: 38°C em 26/12/2025 às 16h;
Toledo: 36.6°C em 05/10/2025 às 15h;
Ubiratã: 35.9°C em 05/10/2025 às 14h;
Umuarama: 36.9°C em 09/03/2025 às 15h;
União da Vitória: 34.6°C em 28/12/2025 às 15h.
Confira data e horário da temperatura mais baixa registrada nas estações meteorológicas do Simepar em 2025:
Altônia: 1.8°C em 24/06/2025 às 6h;
Antonina: 4.7°C em 25/06/2025 às 7h;
APPA Antonina: 4.3°C em 25/06/2025 às 6h;
Apucarana: 1.5°C em 24/06/2025 às 7h;
Assis Chateaubriand: -0.6°C em 24/06/2025 às 8h;
Capanema: 0.1°C em 24/06/2025 às 7h;
Cambará: -0.1°C em 25/06/2025 às 7h;
Campo Mourão: -0.7°C em 24/06/2025 às 7h;
Cândido de Abreu: 1.8°C em 25/06/2025 à 0h;
Cascavel: -2.4°C em 24/06/2025 às 6h;
Cerro Azul: 0.4°C em 25/06/2025 às 7h;
Cianorte: 1.8°C em 24/06/2025 às 7h;
Cornélio Procópio: 2.4°C em 25/06/2025 às 7h;
Curitiba: -0.3°C em 25/06/2025 às 6h;
Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: -2.8°C em 24/06/2025 às 23h;
Fazenda Rio Grande: -2.9°C em 25/06/2025 às 5h);
Irati: -2.5°C em 25/06/2025 às 5h;
Cruzeiro do Iguaçu: 1.2°C em 24/06/2025 às 7h;
Foz do Iguaçu: -0.6°C em 24/06/2025 às 6h;
Francisco Beltrão: -3°C em 25/06/2025 às 6h;
General Carneiro (estação instalada em outubro): 0.8°C em 20/12/2025 às 3h;
Guaira: 0.9°C em 24/06/2025 às 7h;
Guarapuava: -2.9°C em 25/06/2025 às 4h;
Guaratuba: 9.1°C em 31/07/2025 às 5h;
Jaguariaiva: -2.7°C em 25/06/2025 às 7h;
Lapa: -2.2°C em 25/06/2025 às 5h;
Laranjeiras do Sul: -2°C em 24/06/2025 às 7h;
Loanda: 3°C em 24/06/2025 às 7h;
Londrina: 0.9°C em 25/06/2025 às 7h;
Maringá: 2.6°C em 24/06/2025 às 7h;
Marumbi Base (estação instalada em agosto): 12°C em 20/10/2025 às 7h;
Marumbi Pico (estação instalada em novembro): 8.8°C em 17/12/2025 às 6h;
Palmas: -3.5°C em 24/06/2025 às 7h;
Distrito de Horizonte, em Palmas: -5.2°C em 24/06/2025 às 8h;
Santa Maria do Oeste: -1.6°C em 24/06/2025 às 8h;
Palotina: -1.1°C em 24/06/2025 às 7h;
Paranaguá: 7.6°C em 25/06/2025 às 5h;
Paranavaí: 2.7°C em 24/06/2025 às 7h;
Pato Branco: -2.7°C em 24/06/2025 às 7h;
Pinhais: -1.5°C em 25/06/2025 às 4h;
Pinhão: -2.3°C em 24/06/2025 às 7h;
Ponta Grossa: -2.3°C em 25/06/2025 às 7h;
Guaraqueçaba: 1.9°C em 25/06/2025 às 7h;
Candói: 1.6°C em 24/06/2025 às 8h;
Santa Helena: 1.1°C em 25/06/2025 às 3h;
Santo Antônio da Platina: 3.1°C em 25/06/2025 às 8h;
São Miguel do Iguaçu: 0.2°C em 24/06/2025 às 7h;
Telêmaco Borba: -2.0°C em 06/11/2025 às 5h;
Toledo: -1.8°C em 24/06/2025 às 6h;
Ubiratã: 0.3°C em 25/06/2025 às 5h;
Umuarama: 1.2°C em 25/06/2025 às 3h;
União da Vitória: -1.1°C em 25/06/2025 às 7h.
Acumulado de chuva em 2025 / média anual:
Altônia: 1696,6 mm / 1370,5 mm
APPA Antonina: 1705,8 mm / 1828,8 mm
Apucarana: 1611,8 mm / 1523,5 mm
Capanema: 1879,2 mm / 1724,9 mm
Cambará: 1133,8 mm / 1262,6 mm
Campo Mourão: 1805 mm / 1561,1 mm
Cândido de Abreu: 1644,2 mm / 1599,5 mm
Cascavel: 1772,6 mm / 1769,1 mm
Cerro Azul: 923,6 mm / 1278,6 mm
Cianorte: 1522,6 mm / 1456,4 mm
Cornélio Procópio: 1560,8 mm / 1224,1 mm
Curitiba: 1371 mm / 1437,9 mm
Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 2102,8 mm / 1836 mm
Fazenda Rio Grande: 1339,4 mm / 1274,3 mm
Irati: 1261,4 mm / 1481,3 mm
Cruzeiro do Iguaçu (quatro anos de operação): 2178,4 mm
Foz do Iguaçu: 1849,6 mm / 1642,1 mm
Francisco Beltrão: 1667,8 mm / 1992,9 mm
General Carneiro (início de operação em outubro): 221 mm
Guaíra: 1758,2 mm / 1435 mm
Guarapuava: 1886,2 mm / 1807 mm
Guaratuba: 2394,2 mm / 2506 mm
Jaguariaíva: 1234,2 mm / 1462,6 mm
Lapa: 1249,6 mm / 1435,3 mm
Laranjeiras do Sul: 1988,8 mm / 1837,5 mm
Loanda: 1116,6 mm / 1139,5 mm
Londrina: 1604,2 mm / 1515,1 mm
Maringá: 1371,4 mm / 1406,1 mm
Marumbi Base (estação instalada em agosto): 1160,6 mm
Marumbi Pico (estação instalada em novembro): 239,4 mm
Palmas: 1844,2 mm / 1893,8 mm
Distrito de Horizonte, em Palmas: 1737,8 mm / 1718,1 mm
Santa Maria do Oeste (três anos de operação): 1631,4 mm
Palotina: 1636 mm / 1499,4 mm
Paranaguá: 1576,4 mm / 1880 mm
Paranavaí: 1466,2 mm / 1396,7 mm
Pinhais: 1111,4 mm / 1412,9 mm
Pinhão: 2177,6 mm / 1774,7 mm
Ponta Grossa: 992,6 mm / 1415,1 mm
Guaraqueçaba: 2078,4 mm / 2548,7 mm
Candói (dois anos de operação): 1686 mm
Santa Helena: 2059,6 mm / 1616 mm
Santo Antônio da Platina: 981,8 mm / 1142,4 mm
São Miguel do Iguaçu: 2092,6 mm / 1624,6 mm
Telêmaco Borba: 1212,2 mm / 1474,8 mm
Toledo: 1822,2 mm / 1771,5 mm
Ubiratã: 1510,2 mm / 1513,6 mm
Umuarama: 1492,2 mm / 1510,2 mm
União da Vitória: 1651 mm / 1617,4 mm
Por - AEN
O Paraná encerrou o ano de 2025 com um marco inédito na área da infância e juventude: todos os 399 municípios formalizaram adesão ao repasse de R$ 159 milhões do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA).
A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Família (Sedef) e orientada pelas deliberações do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/PR), garantiu que os recursos chegassem a todo o território paranaense.
Lançado em abril, o programa estabeleceu um modelo de transferência fundo a fundo, em que o recurso é encaminhado diretamente do fundo estadual para os fundos municipais. “Esse formato deu às prefeituras mais autonomia para executar as ações previstas nos planos aprovados pelos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente”, explica o secretário estadual do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni.
Os recursos puderam ser aplicados em diversas frentes da rede de proteção, como compra de veículos, mobiliário, equipamentos de tecnologia, materiais pedagógicos, esportivos e de recreação, além de itens de alimentação, higiene e materiais informativos.
A divisão da verba seguiu critérios técnicos definidos pelo Cedca/PR. Cada município recebeu, no mínimo, R$ 250 mil. No balanço do repasse, duas cidades receberam R$ 250 mil; 246 receberam entre R$ 300 mil e R$ 400 mil; 137 ficaram entre R$ 400 mil e R$ 500 mil; 12 receberam de R$ 600 mil a R$ 700 mil; um município recebeu R$ 800 mil; e Curitiba, pelo porte populacional, recebeu o teto de R$ 1,5 milhão.
Para o secretário da pasta, Rogério Carboni, a adesão integral demonstra o compromisso dos municípios com as políticas de garantia de direitos. “Cada município que participou deste processo contribui para garantir um futuro melhor para nossas crianças e adolescentes. O Governo do Paraná avança com agilidade e compromisso na execução deste investimento social”, afirma.
O Fundo para a Infância e Adolescência é instrumento central de financiamento das políticas públicas voltadas ao público infantojuvenil. “Com adesão total e recursos já descentralizados, o Paraná fecha o ano com um grande investimento do FIA, fortalecendo a rede de proteção e ampliando a capacidade de atendimento a crianças e adolescentes em todo o Estado”, completa Carboni.
Por - AEN
Os contribuintes paranaenses já podem emitir as guias de recolhimento (GR-PR) do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026. Assim como no ano anterior, os proprietários que optarem pelo pagamento à vista garantem um desconto de 6% sobre o valor total. Para aproveitar o benefício, é importante observar a data limite, que varia conforme o número final da placa do veículo.
O grande destaque do IPVA 2026 é a expressiva redução no valor do tributo para a maioria dos motoristas. Em média, a queda é de 45,7%, com a alíquota fixada em 1,9% sobre o valor venal dos veículos. Com isso, o Paraná passa a figurar entre os estados com menor IPVA do país.
Os prazos para o pagamento em cota única ou da primeira parcela foram definidos entre os dias 9 e 15 de janeiro de 2026, de acordo com o final da placa.
FINAL DE PLACA - prazo de pagamento da quota única com desconto de 6%
1 e 2 - 09/01/2026
3 e 4 - 12/01/2026
5 e 6 - 13/01/2026
7 e 8 - 14/01/2026
9 e 0 - 15/01/2026
FINAL DE PLACA - cinco parcelas
1 e 2 - 09/01, 09/02, 09/03, 09/04, 11/05
3 e 4 - 12/01, 10/02, 10/03, 10/04, 12/05
5 e 6 - 13/01, 11/02/ 11/03, 13/04, 13/05
7 e 8 - 14/01, 12/02, 12/03, 14/04, 14/05
9 e 0 - 15/01, 13/02, 13/03, 15/04, 15/05
A nova alíquota de 1,9% é válida para automóveis, motocicletas acima de 170 cilindradas, caminhonetes, camionetas, ciclomotores, motonetas, utilitários, motorhomes, triciclos, quadriciclos e caminhões-tratores.
COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerar as guias. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes poderão pagar o IPVA 2026 via pix a partir do QR Code presente na guia, podendo ser realizado a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
Além disso, é possível pagar o tributo com cartão de crédito, o que permite parcelar os débitos em até 12 vezes — sujeitas, neste caso, a juros aplicados pela instituição emissora dos cartões.
ISENÇÕES – As motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025. Já ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No site da Compagas é possível conferir a lista de oficinas aptas à realizar a conversão.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
Por - AEN
Um homem de 19 anos, conhecido pela alcunha de “Coquinho”, natural de Laranjeiras do Sul/PR, foi preso pela Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (1°), em Cascavel (PR).
Na manhã do mesmo dia por volta das 10h30min, ele matou a facadas e decapitou um indivíduo em uma área de mata em uma via marginal paralela à BR-277, no bairro Universitário.
Em seguida ele levou a cabeça da vítima em um saco até a casa de sua irmã, onde a família do autor estava em uma confraternização. Depois, retornou até a BR e jogou a cabeça às margens da rodovia.
Segundo informações, a irmã do autor ao perceber o que havia no saco, acionou a Polícia Militar e denunciou o irmão. A PM foi ao local e encontrou o autor dormindo, o qual foi preso imediatamente.
A suspeita é de que a vítima e o agressor teriam se envolvido numa briga em um bar, fato que acarretou no assassinato posteriormente.
O acusado segue preso e as causas do crime são investigadas pela Delegacia de Homicídios.
A identificação da vítima, que não portava documentos, ainda não foi divulgada.
Por - Campo Aberto
Tradicionalmente Janeiro é um mês muito chuvoso e muito quente no Paraná. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), em 2026 o primeiro mês terá volumes de chuva e temperaturas dentro da média histórica, com as clássicas tempestades de verão nos períodos de maior aquecimento.
Em janeiro há o predomínio de intensas massas de ar quente e úmido. Como a atmosfera fica com grande quantidade de umidade, tempestades se formam com frequência. “Chuvas mais significativas, mais volumosas, ocorrem entre a tarde e a noite. As tempestades de verão não duram por muito tempo, mas como elas têm uma grande capacidade de gerar chuva, muitas vezes levam a inundações, alagamentos e às vezes até enxurradas”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.
Nas regiões de serra, esse processo é intensificado. Por este motivo, é comum no Litoral a ocorrência de chuvas rápidas com volumes de até 50 mm, que já ocorreram em dezembro de 2025 e devem ocorrer novamente em janeiro de 2026. Foi o caso do dia 29/12, quando a estação meteorológica do Simepar registrou 65,2 mm em Guaraqueçaba, e de 30/12, quando a estação pluviométrica da concessionária EPR registrou 83,6 mm de chuva no km 10 da BR-277, em Paranaguá.
“No interior do estado também temos essa condição quando aquece bastante. A atmosfera transforma essa energia em nuvens de tempestades, nuvens cumulonimbus, que levam a esses eventos mais severos. E além da chuva, sempre há a condição para algum granizo, rajadas de vento mais fortes e incidência de raios”, lembra Reinaldo.
Segundo o meteorologista, em janeiro de 2026 não é esperado nenhum período de estiagem. As temperaturas seguirão os altos valores de média e, devido a umidade elevada, o cálculo de sensação térmica com frequência resultará em valores acima dos registrados nos termômetros, causando o desconforto do abafamento.
MÉDIAS - Em janeiro, os dias amanhecem mais quentes, com temperaturas acima de 20°C, em toda a faixa Oeste, Noroeste, Litoral e nas cidades mais próximas da área de divisa com São Paulo. As temperaturas mínimas são mais baixas nos Campos Gerais e Sul do estado, em média entre 16°C e 18°C. No resto do estado, as mínimas ficam entre 18°C e 20°C.
A temperatura média em janeiro, historicamente, fica acima de 26°C em Foz do Iguaçu e cidades ao redor. Nas cidades próximas a Cascavel e Toledo, Maringá, Londrina, Telêmaco Borba e Francisco Beltrão, a temperatura média de janeiro historicamente é entre 22°C e 24°C. É mais quente nas outras cidades da faixa Oeste, Norte e Noroeste, com temperaturas entre 24°C e 26°C. Na região de Apucarana, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba (com exceção da capital), a temperatura média de janeiro historicamente fica entre 20°C e 22°C. As temperaturas médias historicamente em janeiro são mais baixas em Curitiba, General Carneiro e Palmas: entre 18°C e 20°C.
As temperaturas máximas em janeiro historicamente ultrapassam os 30°C no Oeste, Sudoeste, Noroeste, parte norte do Litoral e nas cidades que fazem divisa com o estado de São Paulo. A exceção é Cascavel que, juntamente com as cidades ao redor de Pato Branco, Telêmaco Borba, parte leste da Região Metropolitana de Curitiba e parte sul do Litoral paranaense, historicamente em janeiro registram máximas entre 28°C e 30°C. As máximas são mais baixas historicamente em janeiro apenas nos Campos Gerais e Sul: entre 26°C e 28°C.
O volume de chuvas em janeiro historicamente é muito alto. As regiões onde menos chove ficam ao redor de Jaguariaíva e de Foz do Iguaçu, com média de acumulado de chuva entre 100 mm e 125 mm. Já na capital, no extremo Oeste, e cidades ao redor de São Mateus do Sul, Pato Branco e Terra Rica, o volume de chuva em janeiro historicamente é entre 125 e 150 mm.
O acumulado de chuva é mais alto historicamente em janeiro no Litoral, acima de 300 mm. Fica ainda entre 225 e 300 mm na região ao redor de Cândido de Abreu. Já na região ao redor de Maringá e Londrina e em cidades próximas a General Carneiro, Cascavel e Rio Negro, o volume acumulado de chuvas em janeiro historicamente fica entre 200 mm e 225 mm. No resto do estado, a média de volume acumulado de chuva historicamente é entre 175 mm e 200 mm.
Por - AEN


























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