O Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável do Paraná (Sedest), alerta para um novo esquema de golpe registrado nesta semana em Paranavaí, no Noroeste do Estado. Criminosos estão oferecendo vagas de emprego em nome do órgão ambiental em uma página falsa na internet, denominada Banco Nacional de Empregos – BNE. No estelionato, os bandidos cobram um valor pela inscrição. A vaga, contudo, não existe.
O IAT reforça que as contratações feitas pela autarquia são via concurso público, cargos em comissão ou para estudantes por meio de bolsas, residência técnica e estágio. Em todos os casos, as informações corretas são disponibilizadas pelos sites oficiais do Governo do Estado, como as secretarias da Administração e Previdência, Desenvolvimento Sustentável e Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Instituto Água e Terra e Agência Estadual de Notícias.
Não há nenhum vínculo ou parceria com banco de empregos informais. O Instituto Água e Terra órgão já tomou as medidas cabíveis.
“O Instituto não contrata ninguém por meio de qualquer banco nacional de emprego. Precisamos reforçar o alerta à população de que é um golpe, isso não existe”, afirma o diretor Administrativo e Financeiro do IAT, Eder Rogério Stela.
A recomendação é para que, no caso de abordagens suspeitas, entrar em contato com o escritório regional do IAT mais próximo, seguindo os canais de comunicação oficiais disponibilizados pelo órgão ambiental . Além disso, é indicado que a vítima registre a denúncia
na Polícia Civil para a emissão de um boletim de ocorrência.
Por - AEN
O Governo do Paraná anunciou um novo pacote de investimentos para a rede estadual de educação nesta quinta-feira (4) durante o Seminário de Diretores, realizado em Foz do Iguaçu, na região Oeste do Estado. As medidas incluem recursos para reformas em escolas, uniformes (entrega inédita), ampliação do quadro funcional e investimentos em tecnologia.
O encontro reuniu diretores de todo o Paraná com o objetivo de apresentar avanços na educação, promover a troca de experiências e aprimorar habilidades por meio de oficinas. Também foram debatidos temas importantes, como a recomposição da aprendizagem e a participação da família no ambiente educacional.
Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a educação deve ser tratada como prioridade por toda a sociedade. “Eu quero dar oportunidades para as crianças e adolescentes do Paraná. Por isso, comecei ampliando a merenda oferecida nas escolas, depois passamos a entregar kits escolares. E agora fico muito feliz de anunciar que todos os alunos da rede estadual vão receber uniformes completos: calça, camiseta e agasalhos”, afirmou.
“Há cinco anos o Paraná tem a melhor educação do Brasil. Por isso fiz questão de vir aqui agradecer aos diretores que representam pedagogos, professores, merendeiras, vigilantes e zeladores. Investir na educação é investir no futuro”, completou o governador.
Para atender à demanda de quase 1 milhão de estudantes, serão produzidas mais de três milhões de peças de uniforme. O investimento neste ano é de R$ 98 milhões. “Sabemos quanto esses itens pesam no orçamento familiar. Por isso, além de atender as escolas do programa Educação em Tempo Integral e os Colégios Cívico-Militares, todos os nossos alunos vão receber uniforme”, detalhou o secretário da Educação, Roni Miranda.
Além disso, foram investidos mais R$ 117 milhões para os uniformes dos estudantes de Colégios Cívico-Militares e do Programa Educação em Tempo Integral.
Na seara da gestão da educação, outro anúncio foi a ampliação do Quadro Próprio do Magistério (QPM). Pelo menos mil professores aprovados no concurso de 2023 serão convocados a partir de 2026. O certame, que tinha validade até novembro do ano passado, foi prorrogado por mais dois anos. Ao todo, 6,9 mil docentes serão chamados ao final de toda a gestão.
OBRAS E EQUIPAMENTOS – Além dos uniformes, Ratinho Junior anunciou R$ 50 milhões para o Escola Mais Bonita, projeto construído em parceria com a Assembleia Legislativa que atende demandas urgentes de engenharia nas unidades escolares. Serão beneficiados 400 colégios estaduais em diversas regiões do Paraná, que recebem os recursos por meio do Fundo Rotativo, diretamente na conta das escolas. De 2023 a 2025, foram investidos R$ 406 milhões na iniciativa, contemplando 90% das unidades escolares.
Nos próximos meses, também serão entregues mais de 14 mil equipamentos tecnológicos aos estudantes, com investimento de R$ 98 milhões. Desde 2023, já foram aplicados R$ 750 milhões para viabilizar a entrega de 554 mil equipamentos a mais de três mil escolas estaduais e municipais, beneficiando mais de 900 mil estudantes. Entre os itens estão telas interativas, desktops, notebooks, chromebooks, tablets, kits de robótica, headsets, equipamentos de wi-fi, carrinhos de recarga, projetores e impressoras.
INVESTIMENTOS CRESCENTES – Desde 2023 a Secretaria de Estado da Educação do Paraná e o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional executaram mais de R$ 1,4 bilhão em investimentos na rede estadual, que é a melhor do País. Os investimentos incluem obras estruturais (novas escolas, ampliações, fim das salas de madeira, ar condicionado para todas as salas), convocação de professores e expansão de programas educacionais, entre outras iniciativas.


SEMINÁRIO DE DIRETORES – Esta é a primeira edição do ano do evento, que é realizada uma vez por semestre. Para os participantes, o encontro é uma oportunidade importante de troca de experiências.
Para além da troca de experiências, o encontro é importante para tirar dúvidas institucionais. Marcelo Albuquerque, diretor de engenharia da Fundepar, reforçou a importância de estar próximo dos diretores. “Nós trazemos para os diretores, principalmente para aqueles novos, explicar o funcionamento da infraestrutura, financeiro, alimentação, transporte, administrativo. É muito importante estar próximos dos diretores e ouvir as demandas de perto”, disse.
A diretora do Colégio Cívico-Militar Dom João Bosco, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, afirma que sair da escola para adquirir novos conhecimentos e práticas de aprendizagem é fundamental. “O encontro também serviu para fortalecer a nossa rede estadual de educação, com a união de todos os diretores com um único objetivo: melhorar o aprendizado dos nossos estudantes. A bagagem que adquirimos aqui aplicamos na escola assim que voltamos”, explicou.
O mesmo acontece no Colégio Antônio Racanello Sampaio, em Arapongas, na região Norte do Estado. O diretor Demis Sastre conta que, ao retornar do evento, reúne todos os colaboradores para compartilhar os novos projetos. “Todos os anos eles ficam ansiosos para saber o que vamos aplicar. O seminário é muito bem planejado e nos traz novos olhares sobre a educação e a aprendizagem. Levamos tudo isso para quem ficou na escola”, afirmou.
PRESENÇAS – Estiveram presentes no evento o secretário das Cidades, Guto Silva; o secretário da Agricultura e Abastecimento, Márcio Nunes; o secretário da Administração e Previdência, Luisão Goulart; o secretário de Turismo, Leonaldo Paranhos; o secretário do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi; os deputados estaduais Matheus Vermelho, Batatinha e Soldado Adriano José; o deputado federal Dilceu Sperafico; o superintendente da Paraná Educação, Carlos Tamura; o sub-chefe da Casa Civil, Lúcio Tasso; os prefeitos Renato Silva (Cascavel) e General Silva e Luna (Foz do Iguaçu); e demais autoridades regionais.
Por - AEN
O Paraná encaminhou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) uma proposta para que governo federal disponibilize R$ 670 bilhões para o Plano Safra 2026/2027. O valor total reivindicado é 13% superior ao que o Governo Federal disponibilizou para a safra 2025/2026 (R$ 516,2 bilhões) e propõem que R$ 486,3 bilhões sejam destinados ao crédito de custeio e comercialização e R$ 183,7 bilhões para investimentos, além de redução de três pontos percentuais nas taxas de juros em relação às praticadas no último ciclo.
A proposta foi elaborada de forma conjunta pelo setor agropecuário paranaense, a partir de um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Paraná (Fetaep) e pela Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar).
Do volume total de R$ 670 bilhões, R$ 95 bilhões seriam recursos destinados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), R$ 85 bilhões ao Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e o restante, R$ 490 bilhões, aos demais produtores. Além do MAPA, o documento também será encaminhado ao líder da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion, e à presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), Tania Zanella.
O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes, salientou que o setor trabalha de forma integrada no Estado, que é um dos maiores produtores do País, para desenvolver ainda mais a agropecuária paranaense. “Neste período, foi possível estreitar o relacionamento com todas as entidades que representam a agricultura do Paraná”, declarou.
“Já é tradição, todos os anos nos reunimos e elaboramos uma proposta conjunta para o Plano Safra”, explicou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Ele salientou que as margens hoje na agricultura são mínimas, destacando a importância de um bom Plano Safra para o desenvolvimento do setor e o retorno financeiro aos produtores rurais.
TAXAS DE JUROS – A proposta das lideranças paranaenses para baixar as taxas de juros leva em conta o comportamento da taxa Selic, que deve encerrar 2026 em torno de 12,25% ao ano, com recuo para aproximadamente 10% em 2027.
Enquanto na safra passada o juro do Pronaf variou entre 0,5% e 8% ao ano, esse ano a reivindicação é que fique entre 0,5% e 5%. Para o Pronamp, a proposta é a taxa de juro variar entre 7% e 9,5% ao ano. No ano passado, foi de 10%. E para os demais produtores e cooperativas, o pedido é que varie de 7,5% a 10%. No ciclo anterior foi de 14% ao ano.
O documento também traz contribuições específicas para as linhas de investimentos, propondo valores, limites e taxas de juros para programas como o Moderfrota, o Proirriga, o Renovagro e o Programa de Construção de Armazéns (PCA). E, também, propõe montante de recursos e limites para o Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária) e para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural.
EVENTOS CLIMÁTICOS – A proposta do Paraná inclui, ainda, um pedido específico sobre a renegociação de dívidas dos produtores afetados por adversidades climáticas. “É fundamental que o governo implemente mecanismos de apoio aos produtores impactados por adversidades climáticas, com foco na readequação das dívidas e recomposição do capital de giro”, sinaliza o documento.
As medidas propostas são: prorrogar os financiamentos de custeio por 12 meses, mantendo integralmente as condições originalmente contratadas; renegociar as operações de investimento que não puderam ser liquidadas em função das perdas climáticas, postergando o vencimento para 12 meses após o prazo originalmente previsto; e instituir uma linha emergencial de recomposição de capital de giro para produtores afetados por eventos climáticos, vinculada ao crédito rural oficial, com condições favorecidas e prazo compatível com o ciclo produtivo.
Por - AEN
A nova alíquota do IPVA em vigor no Paraná causou um efeito positivo sobre os emplacamentos. O Paraná registrou um crescimento de 24,7% no número de primeiros emplacamentos de veículos e registros de outros estados entre janeiro e fevereiro deste ano e o mesmo comparativo do ano passado. O volume passou de 43,3 mil para 54 mil novos registros. As informações são do Detran-PR.
O aumento de primeiros emplacamentos foi de 22,1% (diferença de 28.377 no primeiro bimestre de 2025 para 34.653 no primeiro bimestre de 2026). Já os emplacamentos de outros estados saltaram de 14.959 para 19.418, diferença de 29%.
Em 2025, o volume anual de novos registros já havia dado um salto absoluto de 120 mil veículos ou 42% em relação a 2024.
O avanço coincide com a aplicação de alíquota de 1,9% do valor venal de automóveis, motocicletas e caminhonetes. A mudança foi anunciada em agosto e começou a influenciar, ainda naquele mês, o comportamento de proprietários de veículos e empresas do ramo, como locadoras, com reflexos mais evidentes a partir de setembro.
Os pagamentos do tributo também aceleraram. O Paraná fechou bimestre de janeiro e fevereiro com um aumento de 35% no total de veículos com o IPVA quitado em relação ao mesmo período de 2025. Foram 1,67 milhão de carros, motos, ônibus e caminhões que já acertaram as contas com o fisco. Nos dois primeiros meses do ano passado, esse número era de 1,23 milhão.
“A redução do IPVA contribuiu para esse movimento ao aliviar o custo de manutenção do veículo no orçamento das famílias. Com um imposto menor, muitos contribuintes conseguiram antecipar a troca do carro ou comprar modelos mais novos e mais eficientes”, destaca Norberto Ortigara, secretário da Fazenda. “Além de beneficiar diretamente os proprietários, a renovação da frota traz impactos positivos mais amplos, como maior segurança no trânsito, redução de emissões e estímulo à atividade econômica ligada ao setor automotivo”.
“Essa é uma grande vitória para o Paraná, que mostra que é possível cortar mordomias para tributar menos, mantendo um nível alto de arrecadação, beneficiando os serviços públicos estaduais e também as prefeituras”, comentou o presidente do Detran-PR, Santin Roveda.
Por - AEN
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNADCT) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), levantados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), mostram que o rendimento do trabalho das mulheres paranaenses avançou 9,3% no último trimestre do ano passado, em comparação ao mesmo período de 2024, de R$ 3.324 para R$ 3.633. Esse percentual se refere ao aumento em termos reais, ou seja, variação acima da inflação.
Com esse resultado, o Paraná ocupou a liderança entre os estados do Sul e Sudeste do País nesse indicador, superando Minas Gerais (que registrou elevação real de 7,96% no período), Santa Catarina (5,77%), Rio de Janeiro (4,57%), Rio Grande do Sul (4,15%), Espírito Santo (0,8%) e São Paulo (0,78%). O aumento salarial obtido pelas mulheres do Paraná suplanta também a evolução da média nacional, que atingiu 4,33%.
Em relação ao último trimestre de 2018, o salário mensal feminino saltou 18,3% no Estado, igualmente em termos reais, de R$ 3.071 no período de outubro a dezembro de 2018 para R$ 3.633 no quarto trimestre de 2025.
Segundo Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, a ascensão dos salários das mulheres paranaenses deriva do aquecimento do mercado de trabalho local, que, por sua vez, é consequência do dinamismo econômico do Estado. “Do final de 2018 até o último trimestre de 2025, o número de mulheres em atividades laborais subiu de 2,3 milhões para 2,8 milhões no Estado, elevando a renda e, consequentemente, a condição de bem-estar das famílias paranaenses”, analisa.
Outro dado que reflete o crescimento na contratação de mulheres foi divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) nesta semana. O Paraná teve saldo de 5.752 mulheres empregadas em janeiro de 2026, crescimento de 17% frente ao resultado de janeiro de 2025, com 4.760. Foi o segundo melhor resultado do País, atrás apenas de Santa Catarina, com 6.185.
Por - AEN
A Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), em parceria com a Coordenadoria Estadual da Defesa Civil e o Centro Estadual de Estudos e Pesquisas sobre Desastres, abriu inscrições para o curso “Intervenção e Gestão em Desastres”. O lançamento oficial e a primeira etapa da capacitação ocorre na próxima terça-feira (10), às 9 horas, no Teatro Guaíra, em Curitiba.
A iniciativa tem como objetivo capacitar gestores e técnicos municipais para atuar de forma integrada, eficiente e legalmente fundamentada no fluxo de atendimento da Defesa Civil e da Política de Assistência Social em situações de emergência e calamidade pública no Estado do Paraná.
A capacitação é considerada estratégica diante de eventos climáticos como enchentes, estiagens, deslizamentos e vendavais, e que exigem respostas rápidas, articuladas e juridicamente seguras por parte dos municípios. Trata-se de uma formação oficial voltada ao fortalecimento da resposta municipal em cenários de crise.
Entre os objetivos estão a compreensão da legislação estadual aplicável, o conhecimento dos fluxos operacionais da Defesa Civil, a orientação sobre acesso e utilização correta de recursos, o fortalecimento da articulação intersetorial e a qualificação da organização preventiva, incluindo CadÚnico e mapeamento territorial. O curso também pretende apoiar o desenvolvimento de protocolos de acionamento e contribuir para a redução de erros administrativos e riscos de responsabilização.
A formação é direcionada a representantes municipais que atuam em situações de emergência, como integrantes da Defesa Civil municipal, gestores e técnicos da Assistência Social e conselheiros do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), preferencialmente representantes da sociedade civil.
“A participação ativa da assistência social neste curso é fundamental para garantir que o atendimento às famílias atingidas ocorra de forma organizada, humanizada e juridicamente segura. Ao integrar a política de assistência ao fluxo da Defesa Civil, fortalecemos a atuação conjunta dos municípios e asseguramos respostas mais eficientes e articuladas em situações de emergência e calamidade pública”, afirmou o secretário do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni.
Para o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig, a parceria é necessária. “A articulação entre a Defesa Civil e a assistência social dos municípios, tanto na parte da preparação quanto no atendimento aos desastres são fundamentais para garantir a melhor resposta à população. Por isso, esse fluxo de integração vai ser essencial para o Paraná estar mais um passo à frente na gestão dos riscos e no cuidado com os paranaenses”, avalia.
INSCRIÇÕES – Para realizar a inscrição, os interessados devem acessar este site e clicar no ícone “Intervenção e Gestão em Desastres”. O participante será direcionado à área da Escola de Gestão do Paraná, onde deverá fazer login utilizando o CPF e a senha pessoal.
O conteúdo didático completo estará disponível em breve na plataforma, mas na aba “Apresentação” já constam informações importantes para familiarização com o ambiente virtual. Os módulos serão liberados gradualmente, à medida que o participante obtiver pelo menos 70% de aproveitamento no questionário do módulo anterior.
Antes de iniciar o curso, é fundamental verificar se o nome está cadastrado corretamente na plataforma. Para isso, basta clicar no nome no canto superior direito, acessar a opção “Ver perfil”, depois “Modificar perfil”, realizar as alterações necessárias e, ao final, clicar em “Atualizar perfil”. O certificado será emitido exatamente conforme os dados cadastrados.
Dúvidas relacionadas aos conteúdos didáticos e aos questionários devem ser encaminhadas aos tutores por meio dos fóruns disponíveis em cada módulo. Já as questões técnicas, como esquecimento de senha, dificuldade de login ou problemas com vídeos e conteúdos, podem ser resolvidas com a equipe técnica pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (41) 3281-2512.
FORMAÇÃO – O curso será ofertado na modalidade híbrida, com carga horária total de 46 horas e duração de seis meses. A programação inclui abertura presencial estadual com oito horas, etapa online composta por seis módulos que somam 30 horas, e encerramento presencial regionalizado, também com oito horas.
O conteúdo programático contempla o Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil do Paraná, a legislação e as normativas aplicadas às emergências, o fluxo operacional da Defesa Civil no Estado, a atuação da Assistência Social em situações emergenciais, a organização preventiva municipal e a articulação institucional com definição de protocolo de acionamento.
POr - AEN























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