Um homem que vive em situação de rua teve o corpo incendiado no fim da manhã deste domingo (1), no Centro de Curitiba. O crime foi filmado por uma câmera de segurança.
As imagens registradas mostram que uma pessoa não identificada se aproxima e faz um movimento próximo ao rosto da vítima, que estava deitada na calçada. Logo após, o homem se agita, fazendo movimentos como se tentasse tirar algo da região do rosto. Ele levanta logo após e é possível ver chamas no tórax dele.
No vídeo também é possível ver que a pessoa que teve contato com a vítima antes dela levantar em chamas se afasta sem prestar socorro. Simultaneamente, um carro estaciona e um homem desce para ajudar.
Ao Corpo de Bombeiros, que atendeu o caso, a vítima afirmou que a pessoa vista nas imagens ateou fogo nele propositalmente. A Polícia Militar do Paraná (PM-PR) disse que não foi acionada para a ocorrência.
O homem em situação de rua foi encaminhado ao Hospital Evangélico Mackenzie com queimaduras de 2º e 3º graus na face, tórax, abdômen, dorso e cervical. Ainda segundo os bombeiros, ele teve 35% do corpo queimado e, quando foi encaminhado, estava consciente e tinha quadro estável.
Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o estado de saúde da vítima, nem sobre a identidade da pessoa suspeita de cometer o crime.
Por - G1
O Centro de Operações Aéreas do Instituto Água e Terra (COA-IAT) finalizou um curso de capacitação de combate a incêndios com helicóptero para três pilotos da que integram o núcleo de proteção ambiental.
A ação ocorreu entre quinta (26) e sexta-feira (27) no Parque Municipal Passaúna, em Curitiba. Entre as atividades destaque para a captação e lançamento de água, em uma simulação de combate a incêndios florestais, com o uso do equipamento helibalde na contenção das chamas. A iniciativa é parte do Programa de Treinamento Operacional (PTO) do centro, uma exigência da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para a atuação da equipe como uma Unidade Área Pública no Paraná.
“O PTO é algo que deve ser sempre renovado pelas Unidades Aéreas Públicas conforme as atividades desempenhadas pelo órgão com o objetivo de garantir um preparo adequado para os pilotos e tripulantes. E agora, após essas 10 horas de treinamento, o COA-IAT está apto para participar de ações de combate a incêndio no Paraná, garantindo mais agilidade com a nossa própria equipe de pilotos”, explica o coordenador do COA-IAT, Alexandre Favreto Paim.
Responsável pelo treinamento, o piloto Orlando Arthur da Costa destaca que o helibalde possui um papel importante no combate às chamas. “Esse equipamento é usado para o combate a incêndios florestais em locais de difícil acesso para viaturas e caminhões tanque. Assim, o helicóptero acaba sendo essencial para apoiar brigadistas e corpos de bombeiros no atendimento a esse tipo de emergência”, afirma.
Para os participantes, a capacitação também foi bastante proveitosa, principalmente para aqueles que nunca haviam tido a oportunidade de usar o equipamento anteriormente. “Eu nunca tinha tido a experiência de usar o helicóptero para o combate a incêndio. Agora espero que eu possa usar essa habilitação com bastante eficiência na preservação do meio ambiente”, ressalta um dos pilotos participantes do COA-IAT, Edward Figueira Ferraz.
O combate a incêndios não é a única atividade contemplada pelas capacitações do centro. Paim acrescenta que o órgão vai oferecer por meio do PTO novos treinamentos para outros tipos de atividade usando o helicóptero, ampliando assim as possibilidades de atuação da equipe no Paraná.
“Futuramente, como parte do programa, planejamos capacitar a tripulação no transporte de cargas vivas, para ajudar no resgate e encaminhamento da fauna silvestre vitimada. Também pretendemos viabilizar um treinamento de rapel com alguns funcionários do Instituto para formar uma equipe que possa descer em locais de difícil acesso, aqueles pontos em que a aeronave não pode pousar, como em regiões montanhosas ou locais afetados por desastres naturais”, afirma o coordenador.
COA-IAT – O Centro de Operações Aéreas do IAT foi criado em 2024, e possui um helicóptero para prestar apoio aéreo a ações de fiscalização, licenciamento, proteção ao patrimônio natural, e pesquisa científica do órgão ambiental. Além do Instituto, o Centro executa voos em parceria com outros órgãos públicos, como Prefeituras Municipais, universidades, a Marinha do Brasil, o Batalhão da Polícia Ambiental e Ministério Público.
Por - AEN
O Paraná mantém sua trajetória de expansão na educação profissional e reforça sua posição de destaque nacional após a divulgação dos resultados do Censo Escolar 2025. Os dados apontam que a rede estadual de ensino possui a quarta maior proporção do País de matrículas em cursos profissionalizantes integrados ao ensino médio, com 32,9% dos estudantes nessa modalidade em relação ao total de estudantes dessa etapa – índice bem acima da média nacional, de 20,1%, e a maior da região Sul.
Realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação, o Censo Escolar é a principal pesquisa estatística da educação básica brasileira, reunindo informações de aproximadamente 46 milhões de matrículas em 178,8 mil escolas públicas e privadas do País. A divulgação dos resultados ocorreu no fim de fevereiro.
Referentes ao ano de 2025, os números do Censo por si só, já são positivos. No entanto, os dados mais recentes, já considerando o ano de 2026, mostram um avanço ainda maior. Dados da Secretaria da Educação do Paraná (Seed-Paraná) mostram que, neste ano, o percentual de alunos matriculados em cursos de educação profissional na rede estadual chegou a 34,63% do total do ensino médio, o que representa cerca de 123 mil alunos. Atualmente, são 804 colégios estaduais que ofertam educação profissional, incluindo 31 colégios agrícolas.
De acordo com o secretário estadual da Educação, Roni Miranda, a ampliação da oferta acompanha as características econômicas das regiões paranaenses e busca aproximar a formação escolar das demandas do mercado de trabalho. “Em todo o Estado existem vocações econômicas que precisam de mão de obra muito qualificada, seja em tecnologia de dados, no agronegócio, no turismo. Por isso, procuramos sempre criar e atualizar cursos pensando em como preparar os estudantes paranaenses para o mercado, esse é o espírito da educação profissional”, afirma.
Segundo o chefe do Departamento de Educação Profissional da Seed-PR, Anderson Canizella, a modalidade tem impacto direto na inserção dos jovens no mercado de trabalho e na renda futura dos estudantes. Dados acompanhados pela Seed-PR indicam que alunos que concluem a educação profissional podem alcançar ganhos salariais significativos logo no início da carreira.
Ele destaca, ainda, que a política estadual prioriza cursos alinhados aos arranjos produtivos locais, permitindo que os estudantes iniciem a trajetória profissional ainda durante a formação escolar, a partir dos 14 anos, conciliando aprendizado e experiência prática.
“O aumento da procura por cursos de educação profissional na rede estadual é um reflexo desse trabalho, em que associamos a questão pedagógica, com matrizes atualizadas, com a questão do investimento em laboratórios que possam atender as necessidades dos alunos por meio de parcerias com o Sistema S - o Senai, de Aprendizagem Industrial, e Senac, de Aprendizagem Comercial. São pontos que fortalecem a oferta da educação profissional”, explica Canizella.
CONTEÚDO E MUNDO DO TRABALHO – A atualização constante das matrizes curriculares busca garantir que o conteúdo aprendido em sala esteja conectado às transformações do mundo do trabalho. Regiões como Londrina e Maringá, por exemplo, que em anos recentes têm sediado empresas de tecnologia, demandam profissionais qualificados com o que há de mais avançado no mercado.
Do mesmo modo, os 31 colégios agrícolas recebem investimentos em laboratórios e equipamentos tecnológicos, como tratores, drones e colheitadeiras, alinhados às demandas do agronegócio paranaense. De acordo com Canizella, a capacidade de atendimento da rede procura acompanhar a demanda dos estudantes, para diminuir as chances de deixar alguém de fora.
Atualmente, mais de 90% dos alunos que buscam a educação profissional conseguem vaga em algum dos cursos ofertados pela rede estadual, embora determinadas formações mais recentes ou ligadas à área tecnológica apresentem concorrência maior.
CURSO DE IA É NOVIDADE DE 2026 – Como parte dessa estratégia de valorização da educação profissional, o Paraná passou a ofertar, a partir deste ano, o curso técnico em Inteligência Artificial e Dados. Inicialmente, a formação está disponível em 32 colégios estaduais, atendendo cerca de 2 mil alunos, colocando o Paraná entre os primeiros estados brasileiros a disponibilizar um curso técnico em Inteligência Artificial na rede pública.
Das vagas ofertadas, 900 foram viabilizadas por meio de parceria com o Sistema S, com 22 turmas pelo Senac e outras três pelo Senai. O curso é realizado de forma presencial, com aulas práticas em laboratórios de informática e uso de dispositivos tecnológicos em sala.
Integrada ao ensino médio, a formação permitirá que o estudante conclua simultaneamente a etapa regular e o curso técnico ao longo dos três anos, sem prejuízo ao cumprimento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Por - AEN
Fevereiro foi um mês típico de verão no Paraná. As temperaturas ficaram dentro da média em quase todo o Estado - acima da média em apenas seis cidades. Já a chuva foi irregular, muito acima da média em algumas estações meteorológicas, e muito abaixo da média em outras. Os dados consolidados do mês foram analisados nesta segunda-feira (02) pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).
Apesar do registro de semanas de calor intenso, nenhuma onda de calor foi confirmada em fevereiro de 2026. As temperaturas no amanhecer ficaram mais amenas e a chuva intermitente não permitiu que as temperaturas ficassem muito diferentes da média histórica pelo Paraná.
A temperatura média ficou pouco mais de 1°C acima da média histórica em Altônia, Capanema, Campo Mourão, Cascavel, Guaíra e São Miguel do Iguaçu. A temperatura mais alta de fevereiro foi de 39,7°C às 16h do dia 06 em Capanema. Esta também foi a temperatura mais alta do ano no Paraná todo até o momento. A temperatura mais baixa do mês foi de 12,2°C às 6h do dia 02 nas estações de Palmas e Distrito de Horizonte, em Palmas.
Os dados das estações meteorológicas demonstram o quanto a chuva típica de verão é irregular. Entre as 46 estações meteorológicas do Simepar operando há mais de cinco anos em fevereiro de 2026 no Paraná, 21 registraram volumes de chuva acima da média histórica, e outras 25 tiveram acumulados abaixo da média.
Choveu acima da média principalmente na faixa Leste e no Sul do Paraná. Os volumes mais altos foram no Litoral. Em Antonina, por exemplo, a média de chuva para fevereiro já é alta, de 334,5 mm, e em fevereiro de 2026 a estação registrou 570,6 mm de chuva, o maior volume para o mês já registrado desde que a estação foi instalada na cidade, em 1998. Não chovia tanto em um mês nesta estação desde janeiro de 2024, quando o registro foi de 581 mm.
O volume de chuva também foi alto em Guaraqueçaba. Na estação meteorológica da Reserva Natural Salto Morato a média de chuva em fevereiro é de 369,2 mm, e em fevereiro de 2026 a estação registrou 507 mm. Não chovia tanto em um mês nesta estação desde dezembro de 2024, quando o volume foi de 569,2 mm.
“Vale destacar que essas chuvas ocorreram em curto espaço de tempo, tanto que tivemos vários problemas de alagamentos na região das praias. Paranaguá foi um exemplo: em duas ocasiões quase totalizou a chuva do mês inteiro, com vários transtornos para a população. Na Capital não foi muito diferente: uma ocorrência de chuva provocou uma série de transtornos com o acumulado de quase metade da chuva do mês inteiro em poucas horas. Isso é bem clássico de verão”, explica Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar.
Os valores de chuva ficaram próximos ou abaixo da média em todas as outras regiões do Estado. Ao contrário dos volumes expressivos do Litoral, seis estações meteorológicas do Simepar registraram em todo o mês um acumulado abaixo de 60 mm. O menor volume de fevereiro de 2026 foi em Santo Antônio da Platina, onde a média histórica de chuva para fevereiro é de 137 mm, e a estação meteorológica registrou apenas 8,2 mm (confira a lista completa abaixo).
Os números são restritos à área de instalação da estação meteorológica. “Por vezes esses números de precipitação não representam totalmente o valor do município, pois nesta época do ano pode chover em um ponto da cidade, e no outro não. Se a chuva não passar sobre o pluviômetro da estação meteorológica, e atingir uma região que não tem medição, esse índice de chuva acaba não sendo registrado”, diz Lizandro.
Estações com mais de cinco anos de operação que ultrapassaram o volume de chuva em fevereiro de 2026:
Cidade: média histórica para fevereiro / volume em fevereiro de 2026
Altônia: 124,4 mm / 200 mm
Antonina: 334,5 mm / 570,6 mm
Antonina - APPA: 247,7 mm / 276,2 mm
Assis Chateaubriand: 158,2 mm / 172,8 mm
Cândido de Abreu: 139,5 mm / 146,6 mm
Cerro Azul: 125,6 mm / 185 mm
Curitiba: 150,9 mm / 153,8 mm
Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 149,4 mm / 162,8 mm
Fazenda Rio Grande: 110,3 mm / 150,4 mm
Guaraqueçaba: 369,2 mm / 507 mm
Guaratuba: 313,3 mm / 440,4 mm
Palmas: 139,7 mm / 206,6 mm
Distrito de Horizonte, em Palmas: 135,2 mm / 172 mm
Palotina: 144,1 mm / 155,8 mm
Paranaguá: 321 mm / 367 mm
Pato Branco: 152 mm / 186,6 mm
Pinhais: 160,5 mm / 174 mm
Pinhão: 128,6 mm / 159,6 mm
Ponta Grossa: 151,7 mm / 189,2 mm
São Miguel do Iguaçu: 135,9 mm / 217,2 mm
União da Vitória: 123,9 mm / 182 mm
Estações com mais de cinco anos de operação que tiveram volume de chuva abaixo da média em fevereiro de 2026:
Cidade: média histórica para fevereiro / volume em fevereiro de 2026
Apucarana: 175,6 mm / 62,2 mm
Capanema: 120,2 mm / 27,8 mm
Cambará: 145 mm / 123,2 mm
Campo Mourão: 174,5 mm / 95,8 mm
Cascavel: 168,2 mm / 24,6 mm
Cianorte: 128,4 mm / 60 mm
Cornélio Procópio: 147,9 mm / 112,6 mm
Irati: 127,6 mm / 121,4 mm
Cruzeiro do Iguaçu: 136,8 mm / 71 mm
Foz do Iguaçu: 116,8 m / 50,8 mm
Francisco Beltrão: 167,5 mm / 163,6 mm
Guaíra: 138,3 mm / 128,6 mm
Guarapuava: 155,8 mm / 144,8 mm
Jaguariaíva: 140,9 mm / 100,2 mm
Lapa: 130,2 mm / 53,2 mm
Laranjeiras do Sul: 130,2 mm / 115,4 mm
Loanda: 137 mm / 53,4 mm
Londrina: 169 mm / 124,6 mm
Maringá: 144,7 mm / 134,4 mm
Paranavaí: 160,8 mm / 88 mm
Santo Antônio da Platina: 137 mm / 8,2 mm
Telêmaco Borba: 153,8 mm /109,4 mm
Toledo: 174,9 mm / 148 mm
Ubiratã: 144,5 mm / 121,2 mm
Umuarama: 137,9 mm / 69,6 mm
POr - AEN
O regime de chuvas ainda é de verão, mas as tempestades começam a diminuir no Paraná. Ao longo desta semana, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), as temperaturas vão subir à tarde, principalmente no Leste. Já no Interior do Estado, o calor que continua forte pode se tornar combustível para pancadas isoladas de chuva.
Esta segunda-feira (02) amanheceu gelada em algumas cidades. Antonina (17,2°C), Cambará (14,6°C) e Pinhais (13,3°C) registraram suas temperaturas mais baixas de 2026 até o momento. A nebulosidade começa a diminuir na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e o sol vai predominar na maior parte do dia. No Litoral, o céu ainda permanece parcialmente nublado.
“Não são esperadas chuvas significativas nessas áreas, apenas chuva fraca e ocasional ao longo do dia no Litoral. As temperaturas máximas devem atingir 25°C nestas regiões. Na RMC as temperaturas caem rapidamente durante a noite, chegando a valores em torno dos 14°C, enquanto no Litoral se mantêm mais estáveis, devido à alta umidade na região”, explica Bianca de Angelo, meteorologista do Simepar.
Nas demais áreas do Paraná, o céu segue claro e as temperaturas continuam a subir ao longo da tarde. No Oeste e Noroeste as máximas ultrapassam os 30°C, especialmente em cidades de fronteira, como Foz do Iguaçu, onde as temperaturas podem alcançar 34°C. “Esse aumento térmico, associado à umidade presente na atmosfera, acarreta a formação de áreas de pancadas de chuvas isoladas e irregulares, principalmente no Sudoeste, Centro-Sul e Campos Gerais, com intensidade moderada a forte”, afirma Bianca.
CHUVAS ISOLADAS – Foi o que aconteceu no início da noite de domingo (01), no Oeste. Foz do Iguaçu alcançou a temperatura máxima de 33,5°C, e Toledo de 31,9°C. As duas cidades registraram pancadas de chuva isoladas por volta das 19h, em apenas alguns bairros, com granizo.
A Defesa Civil Estadual enviou dois alertas severos (cell broadcast) para os municípios de Marmeleiro e Foz do Iguaçu devido à fortes núcleos de instabilidade que se formaram nestes locais com potencial para precipitação de granizo. A formação de outras tempestades também levou à emissão de outros três alertas de risco moderado e cinco de risco alto, especialmente nas regiões Oeste, Sudoeste, Centro-Sul e Centro do Paraná.
Pancadas de chuva isoladas também foram registradas no sábado (28). Altônia teve 36,6 mm de chuva em apenas 15 minutos pouco depois das 21h, e o Distrito de Entre Rios, em Guarapuava, registrou 20 mm entre as 18h e as 20h. Até o momento a Defesa Civil não registrou ocorrências associadas às condições adversas deste final de semana.
PREVISÃO – As instabilidades no Paraná perdem intensidade na terça-feira (03), e se concentram principalmente na faixa Sul do Estado. As temperaturas seguem subindo, podendo alcançar 33°C em mais cidades do Oeste e Noroeste. Na quarta-feira (04), o padrão atmosférico se mantém. “Ainda temos previsão de pancadas de chuvas isoladas e de curta duração, mas a magnitude e frequência dos eventos serão bem menores comparado aos dias anteriores”, detalha Bianca.
Com menos chuva, as temperaturas seguem subindo. No Leste as temperaturas chegam perto dos 30°C, e o Oeste entra em Estado de atenção para calor intenso, com termômetros podendo ultrapassar os 35°C em municípios como Medianeira, Missal, Palotina, Terra Roxa e Querência do Norte - este no Noroeste.
Na quinta-feira (05), com tanto calor, as instabilidades voltam a se intensificar, especialmente no Sudoeste, com possibilidades de pancadas de chuva moderadas a fortes nas áreas próximas à divisa com Santa Catarina. Na sexta-feira (06), as instabilidades reduzem novamente e as temperaturas seguirão em elevação. Pancadas de chuvas isoladas ainda serão observadas no Estado, porém menos intensas do que as de quinta.
Por - AEN
Cooperar é Ganhar 2026 é a maior campanha de prêmios do cooperativismo de crédito
A Cresol lançou, na noite deste domingo (01/03), a edição de 2026 da campanha Cooperar é Ganhar, considerada a maior campanha de prêmios do cooperativismo de crédito brasileiro. Ao todo, serão R$ 12 milhões em premiações, incluindo três sorteios de R$ 1 milhão, além de prêmios mensais e sorteios especiais.
A campanha começa oficialmente em março e segue até dezembro de 2026, com uma dinâmica estruturada para incentivar a movimentação financeira, aplicações e o fortalecimento do relacionamento dos cooperados com suas cooperativas. Para fortalecer a divulgação da campanha, o cantor Daniel, embaixador da ação, participará do engajamento ao longo do período.
“A campanha Cooperar é Ganhar vai além de uma campanha promocional. Ela estimula o planejamento financeiro e amplia o engajamento dos nossos cooperados com soluções que já fazem parte do seu dia a dia e podem ser ainda melhor aproveitadas”, afirma Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol.
Como funciona a campanha
A campanha é voltada a pessoas físicas e jurídicas associadas às cooperativas do Sistema Cresol. A mecânica prevê a geração de números da sorte a partir de aplicações financeiras e integralizações de capital.
Para Pessoa Física, a cada R$ 100,00 investidos em RDC ou LCA, o cooperado recebe um número da sorte. As aplicações em Capital Social e poupança rendem 2 números da sorte, ampliando as chances de premiação. Há ainda um incentivo adicional para aplicações programadas, que garantem um número da sorte extra.
Já para Pessoa Jurídica, a cada R$ 500,00 aplicados nas modalidades participantes, é gerado um número da sorte, seguindo os critérios definidos em regulamento.
Calendário e premiações
A campanha 2026 será dividida em diferentes fases ao longo do ano. De abril a novembro, serão realizados sorteios mensais de R$ 3.000,00. No ciclo de prêmios finais por cooperativa, em setembro, serão sorteados valores de R$ 10 mil, R$ 30 mil, R$ 50 mil e R$ 100 mil, ampliando significativamente o alcance das premiações nas bases regionais.
O grande destaque fica para os três sorteios de R$ 1 milhão realizados em dezembro, consolidando o maior volume de premiação já promovido pelo cooperativismo de crédito no país.
Palavras de quem teve a vida transformada pela campanha
Segundo a cooperada Cleci Klein, uma das ganhadoras da edição de 2025 da campanha Cooperar é Ganhar, o prêmio representou a realização de um sonho construído ao longo de anos de trabalho e dedicação. O relato reforça o propósito da iniciativa de impactar positivamente a vida dos cooperados e suas famílias, valorizando a confiança depositada na Cresol.
“Até hoje me emociono ao lembrar do dia em que recebi a notícia de que tinha ganhado R$ 1 milhão na campanha Cooperar é Ganhar. Foi uma surpresa inesquecível e uma felicidade imensa. Sempre trabalhamos muito e nunca deixei de acreditar que poderia acontecer. Esse prêmio trouxe mais tranquilidade para a minha família e mudou a nossa vida. Sou muito grata e reforço que vale a pena participar da campanha”, conta a ganhadora.
Estratégia de relacionamento e fortalecimento do cooperativismo
Com a campanha Cooperar é Ganhar, a Cresol reforça sua estratégia de incentivar a cultura da poupança, a realização de investimentos e o fortalecimento de patrimônio por meio do capital social, ao mesmo tempo em que impulsiona o crescimento sustentável do sistema.
“Estamos falando da maior campanha de prêmios do cooperativismo de crédito brasileiro, não apenas pelo volume financeiro, mas pelo impacto que ela gera nas comunidades onde atuamos. Cada número da sorte representa confiança, relacionamento e crescimento conjunto”, finaliza Michelon.
Para mais informações sobre a campanha Cooperar é Ganhar 2026, acesse: https://cresol.com.br/campanha/cooperar-e-ganhar-2026.
Sobre a Cresol
Com 30 anos de história, mais de 1 milhão de cooperados e 1.000 agências de relacionamento no Brasil, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do país. Com foco no atendimento personalizado, fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais.
Por - Assessoria


















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