A 38ª edição dos Jogos da Juventude do Paraná (Jojups) começa nesta semana com a realização da fase regional em 12 municípios paranaenses. Promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Esporte, a competição reunirá 15,6 mil atletas e dirigentes de 302 municípios, distribuídos em 995 equipes.
As disputas serão realizadas em duas etapas: de 5 a 7 de junho e de 19 a 21 de junho. Os participantes competem nas modalidades de futsal, basquete, handebol, voleibol e vôlei de praia, buscando uma vaga na fase macrorregional da competição.
As cidades-sede desta etapa são Fazenda Rio Grande, Carambeí, Santo Antônio da Platina, Rolândia, Astorga, Cianorte, Mamborê, Guaraniaçu, Dois Vizinhos, Irati, Terra Roxa e Marumbi. Ao longo dos próximos dias, os municípios receberão delegações de diversas regiões do Estado, movimentando também setores como comércio, turismo e serviços.
TURISMO - Para o supervisor estadual dos Jogos da Juventude do Paraná, Agnaldo Luiz Baldo, a competição representa muito mais do que a disputa esportiva. “É uma engrenagem gigantesca que mexe com a economia local, com o turismo e, claro, com a saúde e a formação da nossa juventude. Estamos prontos para entregar um evento de excelência”, afirmou.
Segundo Baldo, os Jojups refletem o trabalho desenvolvido pelos municípios na formação esportiva de crianças e adolescentes. “É o esporte paranaense mostrando a sua pluralidade e a força do trabalho de base que os municípios realizam”, destacou.
O supervisor também ressaltou a parceria entre o Estado e as cidades-sede para a realização da competição. “Realizar um evento desse tamanho só é possível graças a duas grandes forças: o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria do Esporte, e a parceria fundamental das 12 cidades-sede que prepararam suas estruturas com muito carinho para acolher os visitantes”, disse.
PROFISSIONAL - Além de promover a integração entre os municípios, os Jogos da Juventude são considerados uma das principais portas de entrada para o esporte de rendimento no Paraná, contribuindo para a descoberta e o desenvolvimento de novos talentos.
As equipes campeãs de cada modalidade na fase regional garantem classificação para a fase macrorregional, que será disputada entre os dias 13 e 16 de agosto.
Os resultados, classificações, cronogramas e demais informações sobre a competição estão disponíveis no Portal da Secretaria de Estado do Esporte.
Por - AEN
O Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), divulgou nesta quarta-feira (3) o resultado da Operação Bioma Seguro, que fiscalizou ações de pesca predatória, desmatamento ilegal e uso irregular da água. A força-tarefa ocorreu entre os dias 22 e 29 de maio em seis municípios das regiões Central e Centro-Sul do Paraná: Guarapuava, Porto Barreiro, Rio Bonito do Iguaçu, Laranjeiras do Sul, Quedas do Iguaçu e Virmond.
Ao todo, foram lavrados 57 Autos de Infração Ambiental (AIA), com a aplicação de R$ 3.827.305,00 em multas. Houve, ainda, o embargo para regeneração de uma área de 51,72 hectares, o equivalente a 72 campos de futebol.
Rio Bonito do Iguaçu, cidade do Centro-Sul do Paraná que foi atingida por um tornado no início de novembro de 2025, concentrou quase metade das ocorrências (28), seguido de Porto Barreiro (12), Guarapuava (8), Laranjeiras do Sul (4), Quedas do Iguaçu (4) e Virmond (1).
“O objetivo de operações como essa é intensificar o monitoramento e controle de atividades potencialmente causadoras de impacto ao meio ambiente. Foram mais de 80 vistorias, em diversos municípios, que desencadearam quase R$ 4 milhões em multas por danos ambientais”, destacou a diretora de Licenciamento e Outorga do IAT, Ivonete Coelho da Silva Chaves.
Entre as principais irregularidades verificadas durante a operação estão o corte de vegetação sem autorização; utilização de poço sem outorga para o uso da água; captação de água acima do permitido; e beneficiamento de madeira oriunda de espécie ameaçada de extinção. Um único proprietário, de Rio Bonito do Iguaçu, foi autuado em R$ 857 mil por diferentes crimes contra o meio ambiente.
“Há instrumentos essenciais para a conservação do meio ambiente, como a outorga para o uso da água, que precisam ser respeitados como forma de garantir o uso sustentável dos recursos naturais”, afirmou Ivonete.
CRIME – Quem pratica o desmatamento ilegal está sujeito a penalidades administrativas previstas na Lei Federal nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais) e no Decreto Federal nº 6.514/08 (Condutas Infracionais ao Meio Ambiente). O responsável também pode responder a processo por crime ambiental.
O valor arrecadado com as infrações é repassado integralmente ao Fundo Estadual do Meio Ambiente. A reserva financeira tem como finalidade financiar planos, programas ou projetos que objetivem o controle, a preservação, a conservação e a recuperação do meio ambiente, conforme a Lei Estadual 12.945/2000.
COMO AJUDAR – A denúncia é a melhor forma de contribuir para minimizar cada vez mais os crimes contra a flora e a fauna silvestres. O principal canal do Batalhão Ambiental é o Disque- Denúncia 181, o qual possibilita que seja feita uma análise e verificação in loco de todas as informações recebidas do cidadão.
No IAT, a denúncia deve ser registrada junto ao serviço de Ouvidoria, disponível no Fale Conosco, ou nos escritórios regionais. É importante informar a localização e os acontecimentos de forma objetiva e precisa. Quanto mais detalhes sobre a ocorrência, melhor será a apuração dos fatos e mais rapidamente as equipes conseguem realizar o atendimento.
POr - AEN
O Paraná já aplicou 2.007.462 vacinas contra a gripe este ano, ocupando o 5º lugar entre os estados que mais vacinaram em números absolutos, ficando atrás do Rio de Janeiro (2.082.039 doses aplicadas), Rio Grande do Sul (2.311.183), Minas Gerais (4.048.311) e São Paulo (7.516.839). Os dados são do Vacinômetro do Ministério da Saúde, atualizados nesta quarta-feira (3).
A cobertura vacinal do Paraná entre os grupos prioritários (idosos, gestantes e crianças de seis meses a menores de seis anos) é de 43,40%, acima da média nacional que está em 39,45% e ocupando a 7ª posição no País, atrás de Alagoas (44,59%), Ceará (44,69%), Minas Gerais (44,76%), Rio Grande do Sul (44,99%), Paraíba (45,16%) e Piauí (48,42%). A meta é atingir 90% deste público, somando 2.960.260 paranaenses destes três grupos.
O Paraná seguirá vacinando os grupos prioritários. “Nosso principal objetivo é utilizar as doses que temos para imunizar os grupos prioritários e garantir que essa população mais vulnerável esteja protegida para a chegada do inverno e consequentemente de maior circulação dos vírus respiratórios”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
Em relação à cobertura vacinal dos grupos prioritários, as gestantes foram as que mais se vacinaram até agora, com 54.642 doses aplicadas, num percentual de 55,58% de cobertura, seguidas pelos idosos com 967.554 doses aplicadas e 46,33% de cobertura e crianças com 262.631 doses aplicadas e 33,95% de cobertura.
“Essa baixa adesão, especialmente entre o público infantil, é preocupante porque demonstra que ainda há uma certa resistência nos pais ou responsáveis em vacinar essas crianças. Por isso, reforçamos que as vacinas são seguras, e protegem”, ressaltou César Neves.
Além dos grupos de maior risco, estão elencados como público-alvo para vacinação: profissionais de saúde, puérperas, professores dos ensinos básico e superior e trabalhadores de saúde da educação, povos indígenas, pessoas em situação de rua, integrantes das forças de segurança e de salvamento, militares das Forças Armadas.
Também estão incluídos indivíduos com doenças crônicas ou condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e de longo curso, portuários, funcionários do sistema penitenciário e a população privada de liberdade, incluindo jovens sob medidas socioeducativas entre 12 e 21 anos.
Até agora, o Paraná recebeu 3.841.780 doses do imunizante. O quantitativo recebido pelo Estado ainda não representa a totalidade do grupo prioritário estimado pelo Ministério da Saúde, que soma 4.815.445 paranaenses. “Seguiremos trabalhando em parceria com os municípios para ampliar o acesso à vacinação e alcançar o maior número possível de pessoas dos grupos prioritários”, disse o secretário.
Por - AEN
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçou o efetivo e ampliou as ações de fiscalização nas rodovias federais do Oeste do Paraná durante o feriado de Corpus Christi. Com mais equipes em campo e o aumento das abordagens e monitoramentos, foi possível identificar diversas infrações relacionadas ao excesso de velocidade, uma das principais causas de acidentes graves e mortes no trânsito.
Somente nesta quinta-feira, os radares da PRF capturaram mais de 590 imagens de veículos transitando acima dos limites regulamentados. Entre os casos mais preocupantes, uma motocicleta foi flagrada a 183 km/h na BR-163, nas proximidades do distrito de Sede Alvorada, em trecho onde a velocidade máxima permitida é de 110 km/h.
Em outra ocorrência, uma caminhonete foi registrada a 146 km/h na BR-277, em trecho de perímetro urbano, onde o limite estabelecido é de 80 km/h. A velocidade constatada representa um grave risco à segurança dos ocupantes do veículo e dos demais usuários da rodovia.
O excesso de velocidade reduz o tempo de reação do condutor diante de situações inesperadas, aumenta significativamente a distância necessária para frenagem e potencializa a gravidade das lesões em caso de colisão. Em velocidades elevadas, a perda de controle do veículo torna-se mais provável e as consequências de um acidente podem ser fatais.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, quando a velocidade excede em mais de 50% o limite permitido da via, a infração é considerada gravíssima, com multa multiplicada por três, no valor de R$ 880,41, além da suspensão imediata do direito de dirigir.
Além do combate ao excesso de velocidade, as equipes da PRF também intensificaram a fiscalização de ultrapassagens proibidas, uso do cinto de segurança, transporte de crianças, utilização do celular ao volante e a combinação de álcool e direção, condutas que estão entre os principais fatores associados à ocorrência de sinistros graves nas rodovias federais.
A PRF reforça que a segurança viária depende de atitudes responsáveis por parte de todos os usuários das rodovias. Durante períodos de feriado, quando há aumento significativo do fluxo de veículos, a atenção e a prudência devem ser redobradas.
A orientação é que os motoristas respeitem os limites de velocidade, mantenham distância segura dos demais veículos, realizem ultrapassagens apenas em locais permitidos e conduzam seus veículos de forma defensiva. A pressa não pode se sobrepor à segurança.
Com o reforço das equipes e a intensificação da fiscalização ao longo do feriado, a PRF busca preservar vidas e garantir que todos possam chegar aos seus destinos em segurança. Afinal, o mais importante de qualquer viagem é retornar para casa com segurança.
Por - PRF
O combate aos incêndios florestais começa muito antes do surgimento das primeiras ocorrências. A preparação das equipes, o monitoramento das condições climáticas, o alinhamento entre instituições e a definição de estratégias de resposta foram alguns dos temas debatidos durante o 2º Simpósio da Operação Estadual Integrada de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, promovido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), realizado terça (2), em Curitiba.
Responsável pela coordenação operacional da Operação de Combate a Incêndios Florestais (OPCIF), o subcomandante-geral do CBMPR, coronel Jonas Emmanuel Benghi Pinto, apresentou o planejamento da corporação para 2026, além de um panorama das ações realizadas nos últimos ciclos operacionais. Segundo ele, a atuação integrada entre os órgãos começa antes mesmo das ocorrências.
“Estamos em um momento de normalidade, em que trabalhamos a prevenção, a preparação e a integração, como estamos fazendo neste simpósio. Quando ocorre uma situação de anormalidade, em que os eventos extrapolam a capacidade de resposta rotineira, precisamos estar prontos para uma atuação integrada e coordenada”, afirmou. “Esse alinhamento prévio entre as instituições é fundamental para antecipar riscos, direcionar esforços preventivos e garantir uma resposta cada vez mais eficiente durante o período de maior incidência de incêndios florestais”, ressaltou.
O coronel detalhou as fases da OPCIF 2026. A fase inicial da operação, voltada à instrução, prevenção e preparação, ocorre entre 24 de maio e 1º de julho. Já a fase de combate se estende de 15 de junho a 30 de outubro, período em que os recursos operacionais permanecem mobilizados para resposta escalonada conforme a demanda.
Entre as ações programadas está uma capacitação voltada ao efetivo do CBMPR com especialistas do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), abordando o cenário climático esperado para os próximos meses e seus reflexos sobre o comportamento dos incêndios florestais.
No simpósio, o Simepar também apresentou prognósticos que apontam para uma alta probabilidade de confirmação do fenômeno El Niño nos próximos meses. Caso o cenário se confirme, a expectativa é de índices de chuva acima da média para a região Sul do Brasil, o que pode contribuir para uma redução das ocorrências, situação semelhante à observada em 2025, quando houve uma redução de mais de 45% nos incêndios florestais registrados em comparação com a OPCIF 2024.
INTEGRAÇÃO OPERACIONAL – O encontro reuniu representantes de órgãos estaduais, federais e entidades parceiras que atuam na prevenção e no combate aos incêndios florestais. Além de apresentar suas ações para 2026, as instituições compartilharam experiências e iniciativas que poderão ser incorporadas ao planejamento operacional da corporação.
Entre os destaques estiveram os trabalhos desenvolvidos pelo Instituto Água e Terra (IAT) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) relacionados ao manejo integrado do fogo. As apresentações abordaram técnicas como a construção de aceiros e a realização de queimas prescritas para reduzir a carga de material combustível disponível, contribuindo para prevenir incêndios de grande intensidade em áreas naturais.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apresentou a atuação de suas brigadas especializadas em diferentes regiões do País, enquanto a Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) destacou campanhas educativas voltadas à conscientização da população sobre os riscos dos incêndios em vegetação.
Já a Coordenadoria Estadual da Defesa Civil apresentou investimentos de R$ 51,7 milhões destinados ao fortalecimento da estrutura de resposta a incêndios florestais. Entre os recursos estão novos veículos 4x4, equipamentos de proteção individual, motobombas, tanques flexíveis para armazenamento de água, além de robôs de combate a incêndio e aeronaves que poderão ser empregados em ocorrências de grande porte.
TREINAMENTO CONJUNTO – Outro destaque da programação apresentada pelo CBMPR foi a realização de exercícios integrados com os Corpos de Bombeiros Militares do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A iniciativa segue diretrizes do grupo nacional de Resposta em Ações Integradas para Atuação em Situações de Desastres (Respad) e busca fortalecer a interoperabilidade entre as corporações da região Sul.
Um dos treinamentos ocorrerá em agosto, no Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, e será voltado ao combate a incêndios florestais. A atividade envolverá uma queima previamente planejada e controlada, permitindo o treinamento das equipes e, ao mesmo tempo, a execução de ações de manejo do material combustível, contribuindo para a prevenção de incêndios de grandes proporções.
Segundo o coronel Emmanuel, a integração construída durante o simpósio é fundamental para que as instituições estejam preparadas para atuar de forma coordenada quando necessário. “A prevenção e a preparação acontecem agora. Quando o incidente ocorre, a integração já precisa estar consolidada para que a resposta seja rápida, eficiente e segura para todos os envolvidos”, concluiu.
Por - AEN
Com a chegada do feriado de Corpus Christi, muitas pessoas já se programam para aproveitar a folga e viajar. Além de organizar malas e roteiros, o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) orienta que a preparação da residência também faça parte do planejamento. Medidas simples, como desligar equipamentos elétricos, fechar a válvula do gás e manter as portas dos cômodos fechadas, podem ajudar a evitar acidentes e reduzir danos em caso de incêndio.
Antes de sair de casa, os bombeiros recomendam retirar da tomada todos os aparelhos que não precisam permanecer ligados. A medida reduz o risco de falhas elétricas e curtos-circuitos durante a ausência dos moradores. Também é importante fechar a válvula do gás para evitar vazamentos que possam provocar explosões ou incêndios.
Entre as ações de prevenção a incêndios que vêm ganhando destaque internacional está a campanha norte-americana Close Your Door (“Feche Sua Porta”), desenvolvida pelo Fire Safety Research Institute (Instituto de Pesquisa em Segurança Contra Incêndios), organização ligada aos Laboratórios Underwriters, uma das principais organizações mundiais de ciência de segurança. A iniciativa incentiva as pessoas a manterem as portas dos cômodos fechadas, especialmente durante a noite, para aumentar as chances de sobrevivência em caso de incêndio.
Segundo estudos do instituto, uma simples porta fechada pode funcionar como uma barreira contra o calor, a fumaça e os gases tóxicos gerados pelo fogo. Em testes realizados pela instituição, ambientes protegidos por portas fechadas apresentaram temperaturas próximas de 37°C, enquanto áreas expostas ao incêndio ultrapassaram 500°C.
A capitã Luisiana Guimarães Cavalca explica que o hábito também pode trazer benefícios quando a residência fica vazia por períodos mais longos, como durante viagens. “Quando deixamos as portas dos cômodos fechadas, um eventual incêndio tende a permanecer confinado por mais tempo naquele ambiente. Isso reduz a propagação do fogo e da fumaça para o restante da casa, diminui os prejuízos e dá mais condições para que o incêndio seja controlado pelos bombeiros antes de atingir outros cômodos”, afirma.
A oficial destaca que a fumaça produzida pelos incêndios modernos é um dos principais fatores de destruição dentro das residências. Além de tóxica, ela é quente e se espalha rapidamente pelos ambientes, danificando móveis, paredes e objetos mesmo em áreas que não foram atingidas diretamente pelas chamas.
HÁBITOS QUE FAZEM A DIFERENÇA – De acordo com a capitã, incorporar medidas preventivas à rotina pode fazer diferença tanto para evitar ocorrências quanto para minimizar suas consequências. “Quando planejamos uma viagem também precisamos preparar a casa para esse período. Desligar equipamentos que não serão utilizados, fechar a válvula do gás e manter as portas dos cômodos fechadas são ações simples, sem custo, que podem ajudar a proteger o imóvel caso aconteça alguma emergência enquanto os moradores estiverem fora”, orienta.
A recomendação ganha ainda mais importância diante das mudanças nos materiais presentes nas residências atualmente. Móveis e objetos produzidos com espumas, plásticos e outros componentes sintéticos queimam mais rapidamente do que os materiais utilizados décadas atrás, reduzindo o tempo disponível para escapar de um incêndio e aumentando a velocidade de propagação das chamas.
Dicas de segurança contra incêndios para quem vai viajar:
Retire da tomada os equipamentos elétricos que não serão utilizados durante a viagem
Mantenha ligados apenas os aparelhos indispensáveis, como a geladeira
Feche a válvula do gás antes de sair de casa
Verifique se portas e janelas estão devidamente fechadas
Mantenha as portas dos cômodos fechadas ao sair da residência
Em caso de emergência, acione o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193
Por-AEN


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