Mega-Sena - Apostas do Paraná acertam a quina

Quatro apostas simples feitas no Paraná acertaram a quina da Mega-Sena no concurso 2981, realizado na noite de sábado (07).

Os jogos foram registrados em três cidades do estado. Por todas serem apostas simples e com seis números, os prêmios são iguais: R$ 61.085,40.

Os números sorteados foram:

15 - 22 - 27 - 32 - 50 - 58

Como ninguém acertou os seis números, o prêmio principal acumulou em R$ 60 milhões para o próximo sorteio, que está agendado para terça-feira (10).

Apostas premiadas na quina da Mega-Sena no Paraná:

  • Curitiba: 2 apostas simples
  • Rio Bom: 1 aposta simples
  • Toledo: 1 aposta simples

 

Empreendedoras paranaenses já captaram quase R$ 300 milhões pelo Banco da Mulher

Empreendedoras paranaenses donas de pequenos negócios receberam quase R$ 300 milhões em crédito do programa Banco da Mulher Paranaense da Fomento Paraná. O programa foi lançado pela instituição financeira estadual em setembro de 2019 e desde então atendeu 26 mil empreendimentos, entre operações de microcrédito (até R$ 20 mil) e para investimentos, de até R$ 500 mil. Considerando-se apenas o ano de 2026, já são 682 contratos com R$ 9,3 milhões liberados.

“O Banco da Mulher Paranaense é um programa que reconhece a importância das empreendedoras, gestoras, produtoras e milhares de profissionais que, com coragem e visão, transformam desafios em oportunidades, geram renda e empregos, fortalecem negócios e movimentam a economia paranaense”, afirma Claudio Stabile, diretor-presidente da Fomento Paraná. “Cada iniciativa liderada por uma mulher representa mais inovação, mais inclusão e mais crescimento sustentável para o Paraná.”

O programa nasceu para incentivar o empreendedorismo feminino em todos os setores da atividade econômica, visando gerar mais emprego e renda no Estado. O principal atrativo é taxa de juros reduzida para empreendimentos que tenham mulheres como proprietárias ou sócias. 

“O objetivo é facilitar o acesso e dar a oportunidade para que a mulher possa abrir ou ampliar negócios, gerar empregos e se tornar micro ou até grande empresária”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

O crédito do programa Banco da Mulher Paranaense varia de acordo com o porte do empreendimento. No microcrédito, que são operações de até R$ 20 mil, para informais, MEIs e microempresas com faturamento até R$ 360 mil ao ano, a empreendedora que apresenta certificado de capacitação, tem acesso a uma taxa de juros fixa, de 0,82% ao mês, para pagamento em dia.

Para empresas de pequeno porte, com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões, que apresentam projetos de investimento em obras, reformas, máquinas e equipamentos, a taxa é a partir de 1,18% ao mês. E para projetos de eficiência energética ou geração de energia a partir de fontes renováveis, a taxa também parte de 0,82% ao mês. 

O acesso às linhas de crédito é feito principalmente por meio da rede de agentes de crédito que funciona em parceria com os municípios, com atendimento em estruturas como a Sala do Empreendedor e Agência do Trabalhador. Os agentes são servidores capacitados em parceria pela Fomento Paraná e Sebrae/PR para orientar os projetos, encaminhar e acompanhar o processo até a liberação do crédito na conta do cliente. Atualmente mais de 330 prefeituras são parceiras da Fomento para a intermediação de crédito.

A psicóloga Roselaine Sônego é uma das beneficiadas pelo crédito da Fomento Paraná, por indicação de um cunhado. Ela mantém uma clínica de saúde mental  e tecnologia, que trabalha com tecnologias de neuromodulação cerebral para tratamento de diversos psicopatologias (TDAH, ansiedade, depressão, TEA, distúrbios sono, entre outros). 

A empreendedora considera a iniciativa de extrema relevância. “Geralmente as mulheres que precisam de aporte financeiro bancário possuem habilidades empreendedoras, podem até possuir um rendimento acima da média populacional, mas são provedoras da família, ou tem outros impedimentos para poder prosperar e implementar projetos relevantes para a sociedade”, afirma.

“Historicamente as mulheres tem menor acesso ou maiores barreiras estruturais que limitam o acesso ao credito bancário. Possibilitar esse acesso, com políticas financeiras bancárias, é uma forma de estabelecer a independência econômica, uma autonomia que gera o combate à violência financeira, a cristalização de mulheres em relacionamentos abusivos, e promove o fortalecimento do empreendedorismo feminino”, defende.

CRÉDITO EM TODOS OS SEGMENTOS – O comércio varejista é o segmento empresarial que mais registra a captação de recursos do programa Banco da Mulher Paranaense da Fomento Paraná, com aproximadamente 30% dos contratos. 

Com base na CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), verifica-se que o segmento inclui estabelecimentos como minimercados, lojas diversas, armarinhos, frutarias e produtos alimentícios em geral, artigos de uso doméstico, veículos, restaurantes e lanchonetes, que fazem venda direta ao consumidor final.

Em segundo lugar aparece o segmento de outras atividades de serviços pessoais, 13,7% dos contratos. Aqui estão incluídos serviços de cabeleireiros, tratamentos de beleza, serviços pessoais variados, incluindo o cuidado pessoal e serviços de conforto, com muitas sub-classes elegíveis ao MEI. A área de alimentação aparece com 6,82% e a fabricação de artigos de vestuário e acessórios com 4,8%. 

“Verificamos que há um amplo espectro de atividades empresariais, dos mais variados segmentos, que são atendidos pelo crédito da Fomento Paraná, em mais de 300 municípios a cada ano. O principal é que são recursos que estão chegando em mais de 60% dos municípios que apresentam baixo ou médio baixo IPDM (Índice Ipardes de Desempenho Municipal), ou que estão fora da região metropolitana da capital. Ou seja, são as pessoas que mais precisam de acesso ao crédito para desenvolver suas capacidades, para promover um negócio e gerar renda para suas famílias”, afirma Gustavo Mattana, assessor de Planejamento Estratégico e Gestão da instituição.

Em 2025, 20% do total de crédito liberado pela Fomento Paraná no setor privado foi destinado ao programa Banco da Mulher Paranaense. Mas considerando-se apenas o microcrédito, cerca de 54% dos recursos foram destinados a empreendimentos em que a mulher é proprietária ou sócia.

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

Paraná registra redução de quase 40% nos feminicídios no início de 2026

O número de feminicídios no Paraná mantém tendência de queda e registra uma redução de quase 40% no mês de janeiro de 2026 com relação ao mesmo mês do ano passado. Foram oito ocorrências registradas no Estado em janeiro deste ano contra 13 no mesmo período de 2025.

Outro crime que também registrou redução no Paraná foi o de estupros, que teve queda de mais de 21%, saindo de 549 casos em janeiro de 2025 para 430 no mesmo mês de 2026.

Já a violência doméstica contra a mulher teve uma pequena redução, de menos de 1%, caindo de 6.722 para 6.687 ocorrências no mesmo período. Embora seja pequena a queda percentual, são 35 casos a menos e essa redução acontece em um momento em que as mulheres estão se conscientizando cada vez mais e registrando os casos de violência, reduzindo a subnotificação.

“Embora toda morte nos cause tristeza sempre, a curva de queda nos mostra que estamos no caminho certo e vamos prosseguir trabalhando com toda a sociedade para reduzir a zero esse tipo de crime terrível”, afirma o secretário da Segurança do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.

“O trabalho de combate à violência contra mulher tem sempre dois lados em paralelo: o primeiro é o trabalho policial de proteção e investigação, o outro é a conscientização da população. No âmbito do Programa Mulher Segura levamos informações às mulheres sobre os seus direitos e sobre a rede de proteção oferecida pelo Estado para que ela saia da situação de violência”, ressalta.

SEGURANÇA E INFORMAÇÃO – O programa Mulher Segura já atingiu quase 224 mil pessoas em todo o Paraná com palestras sobre igualdade e respeito entre homens e mulheres, conscientização em relação à cultura do machismo e suas consequências, como agressões físicas, violência psicológica e, em casos extremos, o feminicídio.

Outro fator importante na redução dos crimes contra a mulher é a Patrulha Maria da Penha, unidade especializada no enfrentamento à violência contra mulheres da Polícia Militar do Paraná (PMPR). As equipes realizam visitas preventivas após o registro de ocorrências nas polícias Militar ou Civil. Durante as ações, os policiais acompanham o cumprimento das medidas protetivas de urgência determinadas pelo Poder Judiciário e mantêm contato direto com vítimas e agressores para orientar e prevenir novos episódios de violência.

Também é uma iniciativa importante nesse contexto o programa de monitoramento de homens que estão submetidos a medida protetiva e usam tornozeleira eletrônica. O serviço avisa a PM e a possível vítima quando esses homens se aproximam das mulheres mais do que a distância de segurança permitida, possibilitando uma ação imediata.

DENUNCIE – Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados à Polícia Militar pelo telefone 190. Também é possível registrar denúncias pelo telefone 197, da Polícia Civil do Paraná, ou de forma anônima pelo Disque Denúncia 181, disponível 24 horas por dia em todo o estado.

OUTROS INDICADORES – Além da forte queda nos feminicídios em janeiro, os homicídios também tiveram retração, seguindo a tendência de queda dos últimos anos que vêm registrando índices mínimos históricos. A queda de homicídios no Paraná em janeiro de 2026, comparando-se com o mesmo mês do ano passado, foi de quase 12%, diminuindo de 110 para 97 casos. Já os roubos caíram de 1.518 para 1.140 ocorrências, ou seja, 25%. E os furtos tiveram redução de 12.455 casos para 11.681, caindo mais de 6%.

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

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Mulheres que cuidam: presença feminina é 68,10% dos colaboradores na saúde do Paraná

Na Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) as mulheres representam 68,10% dos colaboradores. Dos 6.734 servidores da saúde no Estado, 4.586 são mulheres. Elas atuam em todos os setores e também são responsáveis pelas coordenadorias de área e diretorias.

Os números demonstram não apenas a forte presença feminina no Sistema Único de Saúde (SUS), mas também o avanço das mulheres em posições estratégicas de liderança. Esse crescimento contribui para fortalecer a gestão, ampliar perspectivas e reforçar o compromisso da Secretaria com uma saúde pública cada vez mais representativa e inclusiva.

No mês de março, em alusão ao Dia Internacional da Mulher, a Sesa destaca a importância do papel delas, que atuam em diversas funções, desde o atendimento direto aos pacientes até à pesquisa científica.

Um dos exemplos é a Anna Lúcia, que é condutora-socorrista no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) há 3 anos. Ela contou sobre o sentimento de fazer parte da rotina de urgência e emergência. "É satisfatório demais, é muito compensador para quem sempre sonhou estar onde eu estou hoje, e trabalho com entusiasmo e com muita dedicação. Faço as coisas com perfeição, ajudando quem precisa", disse.

Historicamente ocupada por homens, a função de condutora tem registrado um crescimento da presença feminina nos últimos anos. Anna Lúcia, que também é técnica de enfermagem, contou como é a realidade das mulheres no dia a dia. “Às vezes chegamos ao local, eu e a técnica de enfermagem, e as pessoas perguntam: ‘Cadê o motorista? São só vocês duas?’. Quando respondemos que sim, eles falam ‘como vocês são fortes, meninas, estão de parabéns!’. Não tem coisa melhor do que ouvir isso, porque ainda existe muito tabu sobre que quem conduz a ambulância é homem, como se esse papel fosse direcionado somente a eles. Trabalhamos isso diariamente, mudando o pensamento das pessoas, e isso é bem interessante, porque estamos, aos poucos, conseguindo alcançar o nosso objetivo".

Médicas, enfermeiras, técnicas, fisioterapeutas, fonoaudiólogas, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogas, gestoras e diretoras compõem a força de trabalho da Sesa, mostrando a força feminina em todas as áreas da saúde. Apesar da diversidade de funções, elas compartilham características que tornam o atendimento mais eficiente, acessível, humanizado e acolhedor, refletindo o protagonismo crescente das mulheres na construção de um sistema de saúde mais próximo da população.

“A presença crescente das mulheres em todos os níveis da Secretaria da Saúde fortalece nosso sistema e reforça nosso compromisso com um atendimento de qualidade, acessível e acolhedor para todos os paranaenses. O protagonismo feminino é essencial para o desenvolvimento de políticas públicas mais eficientes e humanas”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

MULHERES NA GESTÃO – Diversas áreas estratégicas da Secretaria são lideradas por mulheres. No nível central da Sesa, em Curitiba, a Diretoria de Contratualização e Regulação é conduzida por Raquel Mazetti, enquanto a Diretoria de Atenção e Vigilância em Saúde (DAV) é comandada por Maria Goretti David Lopes. A Diretoria de Obras está sob responsabilidade de Marianna Cardoso.

Também integram a gestão feminina instituições e áreas fundamentais da saúde pública estadual, como o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), dirigido por Vivian Patrícia Raksa, e o Sistema Estadual de Transplantes, coordenado por Juliana Ribeiro Giugni. A Escola de Saúde Pública do Paraná tem como diretora Solange Rothbarth Bara e a ouvidora-geral da Saúde Laís Alves Ventura.

Na área de assistência farmacêutica, o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) é comandado por Margely de Souza Nunes, enquanto a coordenação da Assistência Farmacêutica está a cargo de Deise Pontarolli. Já o Núcleo Administrativo Setorial é chefiado por Zicleia Maria Schmidt Chevalier e o Núcleo de Recursos Humanos por Cynthia Akemi Endo. A gerência de Urgência e Emergência é conduzida por Giovana Fratin.

Dentro da Diretoria de Atenção e Vigilância em Saúde (DAV), outras lideranças femininas também se destacam: Célia Fagundes da Cruz está à frente do Laboratório Central do Estado (Lacen-PR); Tatiane Dombroski coordena o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs); Aline Jarschel de Oliveira Graziani responde pela coordenação de Atenção à Saúde; Ivana Belmonte lidera a Vigilância Ambiental; Elaine Cristina Vieira de Oliveira coordena o Centro de Gestão da Informação (CGI) da Sesa, além de dezenas de outros setores, diretorias de Regionais de Saúde, hospitais e demais unidades do Estado, que também são chefiados por mulheres.

Servidora pública há 22 anos, a coordenadora da Vigilância Sanitária da Sesa, Patrícia Capelo destaca que a presença feminina na saúde vai além dos números. "O reconhecimento e participação das mulheres nesses espaços de decisão são importantes para garantir cada vez mais igualdade de oportunidades. Eu acredito que a secretaria tem avançado nesse sentido e ver mulheres ocupando tantas posições estratégicas na gestão pública mostra que nós estamos construindo um ambiente mais equilibrado, onde competência, compromisso e sensibilidade caminham juntos", ressaltou.

Ela reforçou o papel da mulher dentro dos cargos de gestão nos serviços de saúde no Estado, destacando a responsabilidade de garantir a segurança da população. “A gestão na vigilância traz muitos desafios nesse sentido, porque nós lidamos com diferentes realidades, mas sempre com a responsabilidade de garantir a segurança da população. Por isso, como mulher, eu me sinto muito satisfeita com o reconhecimento desse ambiente da secretaria, por compreender que é possível realizar esse trabalho, assumir essa função e essa responsabilidade num cargo que exige muito diálogo e muito comprometimento”, acrescentou.

ATENDIMENTO – Desde o nascimento, as mulheres contam com o cuidado garantido pelo SUS. No Paraná, a rede pública acompanha cada etapa da vida feminina, começando pela vacinação na infância e adolescência, consultas de rotina e ações de prevenção. Ao longo dos anos, o SUS também assegura acesso a exames importantes para a saúde da mulher, como o preventivo do colo do útero e a mamografia, além de orientações sobre planejamento reprodutivo e acompanhamento em diferentes fases da vida.

Idealizado pela primeira-dama do Estado, Luciana Saito Massa, a campanha Paraná Rosa realizou a sétima edição no ano passado, com o lançamento da mais completa unidade móvel de saúde da mulher no Brasil. A Carreta Saúde da Mulher fez mais de 19 mil atendimentos em cerca de três meses, percorrendo 13 cidades e abrangendo a demanda de 77 municípios.

Durante a gestação, o cuidado com a saúde da mulher se intensifica. O Paraná é destaque nacional na realização de consultas de pré-natal pelo SUS, garantindo acompanhamento médico, exames e orientações essenciais para a saúde da mãe e do bebê. As gestantes contam ainda com acesso a vacinas indicadas para o período gestacional, além de suporte em maternidades e hospitais da rede pública, que realizam partos e oferecem toda a assistência necessária antes, durante e após o nascimento.

Além da prevenção e do acompanhamento contínuo, o SUS também garante acesso a tratamentos e procedimentos de maior complexidade quando necessário. Cirurgias, atendimentos especializados, internações hospitalares e reabilitação fazem parte da estrutura que atende milhares de mulheres todos os dias no estado. Esse cuidado é fortalecido por uma rede de profissionais que, em sua maioria, também é formada por mulheres, responsáveis por acolher, orientar e promover a saúde da população em todas as regiões do Paraná.

MÊS DE MARÇO – A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) promoveu, nesta sexta-feira (06), a ação “Mulher Inteira: corpo, mente e direitos”, dedicada ao Dia Internacional da Mulher, para as servidoras da instituição.
O evento contou com palestras sobre saúde, dramatização temática, conversa sobre saúde, limites e proteção, além de aula de automaquiagem, massagens e atendimento capilar, com a utilização de microscópio capilar digital.

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

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Operação Omnis: primeiro dia tem 22 detenções e apreensão de drogas e arma de fogo

A Operação Omnis, promovida pela Polícia Militar do Paraná (PMPR), resultou em 22 detenções no primeiro dia de ações, além da apreensão de drogas, arma de fogo e munições durante abordagens e fiscalizações realizadas em diferentes regiões do Estado. A operação contou com o emprego de mais de 600 policiais militares e cerca de 200 viaturas.

Ao longo das diligências, cerca de 2 mil pessoas foram abordadas, além da fiscalização de 1,1 mil veículos e de 35 locais considerados estratégicos para o policiamento. As equipes também cumpriram 11 ordens judiciais e registraram sete flagrantes. 

A operação é uma ação de abrangência estadual voltada à intensificação do policiamento ostensivo e à ampliação de ações preventivas e repressivas em todo o território paranaense. Objetivo é fortalecer a presença policial em áreas urbanas e rurais, ampliar a fiscalização e contribuir para a preservação da ordem pública e da tranquilidade social.

Entre os materiais apreendidos estão uma arma de fogo e 51 munições, além de entorpecentes como 3,1 quilos de maconha, porções de haxixe, cocaína e crack. “Reforçar a presença policial contribui para retirar ilícitos das ruas e responsabilizar envolvidos com a criminalidade, demonstrando a efetividade da estratégia adotada”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

Durante as fiscalizações de trânsito, foram lavrados 479 autos de infração, enquanto 20 veículos foram recolhidos ao pátio.

Segundo o subcomandante-geral da PMPR, coronel Paulo Renato Aparecido Siloto, o emprego integrado das equipes amplia a capacidade de atuação da corporação em todo o território paranaense. “A mobilização integrada das unidades operacionais e especializadas permitiu ampliar a capacidade de fiscalização e resposta da corporação, refletindo nos resultados obtidos”, afirmou o coronel.

A ação contou com patrulhamento terrestre, motopatrulhamento, policiamento rodoviário, ambiental, costeiro e aeropolicial, além de bloqueios e fiscalizações direcionadas a locais de maior circulação de pessoas e com maior incidência criminal, com base em análises estatísticas e dados operacionais da corporação.

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

 Após aplicação da polilaminina, paciente inicia fisioterapia no Hospital de Reabilitação

Dois dias após receber a aplicação da polilaminina, realizada no Hospital do Trabalhador, em Curitiba, João Luiz Miqueline, 70 anos e morador de Colombo, iniciou  quinta-feira (5) a reabilitação no Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier (CHR) também na em Curitiba. Neste primeiro momento, ele segue internado na unidade e recebendo atendimento multidisciplinar, que envolve fisioterapia e cuidado humanizado integral.

“Nosso Hospital de Reabilitação oferece o atendimento integral não só em fisioterapia, mas em cuidado global na reabilitação que sabemos ser muito importante e fundamental para uma recuperação plena”, destacou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

O médico ortopedista Bruno Bodanese, gerente técnico da unidade hospitalar, relatou que todos os recursos para reabilitação são disponibilizados para o paciente. “O plano é realizar a reabilitação do internado com a previsão inicial de duas semanas, nesse período  terá toda a equipe global, com fisioterapia, fisioterapia pélvica, fisioterapia aquática, terapia ocupacional, nutrição, psicologia”, explicou. “Depois desse período, com a alta médica, ele volta para a reabilitação diária”, acrescentou

Bodanese ainda explicou que como o João Luiz é o primeiro paciente de aplicação de polilaminina, o atendimento se torna novo. “Não temos ainda um protocolo definido para o atendimento, mas vamos construir isso tendo como base todos os nossos serviços do Hospital de Reabilitação”.

O acidente doméstico que gerou a lesão de João Luiz aconteceu no mês de dezembro. A queda foi de aproximadamente três metros. “Quando eu bati no chão, já não senti mais minhas pernas. Mas, eu tenho muita esperança de voltar a andar”, se emocionou.

No HR, o João Luiz recebe atendimento e segue acompanhado de perto pelos familiares. E, já na primeira sessão, o paciente surpreendeu a equipe com sua força de vontade, ficando em pé com auxílio de barras. “No dia da aplicação, o médico me disse que se eu não fizesse fisioterapia não adiantaria em nada me submeter a aplicação da polilaminina. Eu sou muito grato a todos, desde o atendimento que recebi no Hospital do Trabalhador e o que estou recebendo aqui. São profissionais maravilhosos que estão me dando essa oportunidade e eu só posso me esforçar ao máximo”.

EXPERIMENTAL - A polilamimina é um composto experimental brasileiro, derivado da laminina (proteína da placenta), desenvolvido para regenerar nervos após lesões na medula espinhal, atuando como um andaime que facilita o crescimento e reconexão neural, sendo uma esperança para paraplégicos e tetraplégicos, embora ainda em fase de pesquisa clínica e sem aprovação final da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso amplo.

Na terça-feira desta semana (3), o médico neurocirurgião João Elias Ferreira El Sarraf, do Hospital do Trabalhador, que aplicou a polilaminina no paciente, outros médicos pesquisadores apresentaram a iniciativa ao governador Carlos Massa Ratinho Junior no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Tatiana Coelho de Sampaio, bióloga e professora doutora da UFRJ, e Rogério Almeida, vice-presidente de Pesquisa Desenvolvimento e Inovação no Laboratório Cristália, que está produzindo o medicamento, também participaram de maneira virtual.

Na conversa, Ratinho Junior assistiu uma explicação dos resultados da pesquisa, que começou na universidade e agora está perto de iniciar a fase 1 na Anvisa, e colocou à disposição apoio logístico da Casa Militar para transporte do medicamento e de pacientes dentro da janela de 72 horas idealizada para pesquisa, e também disse que a Fundação Araucária pode auxiliar a expandir o treinamento de médicos aplicadores do composto.

“Colocamos toda a rede de saúde do Estado à disposição, da organização do transporte da polilaminina ao treinamento de outros médicos para estarem aptos a fazer a aplicação”, disse o governador. “É um medicamento que vai mudar a humanidade, que foi descoberto por uma brasileira que conduz o estudo com uma equipe médica composta por um paranaense”. 

 

 

 

 

Por - AEN

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