O motorista de uma caminhonete perseguiu e esfaqueou um motoboy na frente de uma pizzaria após uma briga de trânsito e foi encontrado e preso com ajuda de inteligência artificial (IA).
O crime aconteceu na noite de quarta-feira (19) em Guarapuava, na região central do Paraná, e foi filmado por uma câmera de segurança. Assista aqui
Após a agressão o homem fugiu do local, mas foi localizado pela Polícia Militar (PM) na cidade vizinha de Turvo, que fica a cerca de 40 km.
O motoboy ficou ferido, recebeu atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guarapuava e recebeu alta. O nome do motorista da caminhonete não foi divulgado.
"A ocorrência teve início após um desentendimento entre os dois homens no bairro Vila Bela. O motociclista teria parado para dar preferência a um pedestre, irritando o motorista de uma caminhonete. Após a discussão, o condutor da caminhonete foi até a pizzaria onde o motociclista trabalha e o golpeou no ombro com uma arma branca", explica a polícia.
Com as informações do veículo do agressor, os policiais do 16º Batalhão da PM iniciaram uma busca pela região. Com o cruzamento de dados das imagens da rede de câmeras inteligentes com as informações da caminhonete, o veículo foi localizado na rodovia em direção a Turvo.
Os policiais afirmam que a plataforma também os ajudou a planejarem as possíveis rotas do suspeito; ele foi localizado e abordado com apoio da equipe do Choque, cerca de duas horas após a agressão. Ele foi preso em flagrante por lesão corporal.
Uso de IA na polícia do Paraná
O sistema de inteligência artificial utilizado pelas forças de segurança do Paraná é coordenado de forma integrada pela Secretaria da Segurança Pública (Sesp), pela Secretaria das Cidades e pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGGSD), com operação em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
"Ele atua como recurso auxiliar às investigações e ações policiais, com foco no monitoramento de veículos, identificação de suspeitos e localização de criminosos com mandados de prisão. A tecnologia apoia o trabalho das polícias Militar e Civil na identificação e na localização de veículos e suspeitos, cruzando dados, e mantendo os agentes de segurança como protagonistas das ações".
Por G1
Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, foi morto em uma abordagem da Polícia Civil (PC-PR), na manhã desta sexta-feira (21), em Mandaguari, no Norte do Paraná.
Ele era considerado foragido desde o dia 29 de abril pelo crime de homicídio, sendo o principal suspeito de envolvimento nos desaparecimentos das primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos. Hoje em dia, a Polícia Civil tem duplo homicídio como principal linha de investigação. Relembre o caso abaixo.
Um segundo suspeito de participação no desaparecimento foi preso em Umuarama nesta manhã. A polícia não divulgou detalhes sobre ele até a última atualização desta reportagem.
"Ele [Clayton] veio, estourou a porta, aí foi na pia e pegou garfo lá e queria me espetar", o homem feito refém contou à RPC.
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Porta que o suspeito quebrou para invadir casa durante fuga. — Foto: João Vitor Brum/RPC
Segundo a Polícia Civil, Clayton se apresentava às pessoas em Cianorte com o nome falso de "Davi". Ele também era conhecido pelos apelidos de "Sagaz" e "Dog Dog" e era frequentador de festas e baladas.
Antes da investigação sobre o desaparecimento das primas, já existia um mandado de prisão em aberto contra Clayton pelo crime de roubo, cometido em 2023, em Apucarana.
Clayton estava com as primas no último registro delas em uma boate de Paranavaí, na madrugada do dia 21 de abril. No mesmo dia, as duas deixaram de dar notícia às famílias e o homem ficou foragido.
Abaixo, relembre o caso e veja quais foram as últimas atualizações da investigação, que está sob sigilo
Linha do tempo do desaparecimento, segundo a Polícia Civil
📆22h39 de 20 de abril: as jovens são vistas saindo de Cianorte na caminhonete com Clayton – que Letycia conhecia pelo nome de "Davi". A polícia apurou que eles partiram da casa de Letycia. Esta foi a última vez que a jovem se conectou à internet, porque ela não tinha pacote de dados móveis, segundo a corporação.
🕝22h54: a mesma caminhonete é filmada por câmeras de segurança entrando na cidade de Jussara, onde Sttela mora com a mãe. A jovem foi até a casa para pegar uma mochila. A mãe não estava no imóvel. Confira as imagens abaixo:
🕝23h13: o trio sai de Jussara e viaja sentido a Maringá, pela rodovia PR-323.
📆00h16 de 21 de abril:, Sttela faz a segunda e última publicação no trevo entre Presidente Castelo Branco e Nova Esperança. Clayton aparece na imagem, mas somente Letycia tem o perfil mencionado na postagem.
🕝1h10: Stella, Letycia e Clayton são filmados em uma boate de Paranavaí. Por volta da 1h10, o trio aparece entrando na festa. Lá dentro, as primas foram filmadas andando, de mãos dadas. Depois, Clayton também é gravado com elas. Veja abaixo:
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Letycia, Stella e Clayton dentro da boate em Paranavaí. — Foto: PC-PR
🕝3h17: última vez que Sttela se conectou à internet. A informação foi apurada por meio de um pedido emergencial de quebra de sigilo do WhatsApp.
📆Entre 22 e 23 de abril: Clayton voltou sozinho a Cianorte. De acordo com a investigação, ele estava sem a caminhonete e saiu da cidade novamente usando uma moto e sem celular.
🕝9h de 23 de abril: última vez em que Clayton se conectou à internet.
📆24 de abril: polícia descobriu que há registro de que o homem tenha passado por Maringá.
📆29 de abril: é expedido o mandado de prisão contra Clayton, pelos crimes de roubo e homicídio. Ele é considerado foragido por homicídio desde então.
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Polícia divulgou imagens do suspeito, identificado como Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos. — Foto: Polícia Civil (PC-PR)
Prisão da ex-companheira de Clayton
A mulher apontada como ex-namorada de Clayton, foi presa em uma operação da Polícia Civil, no dia 15 de maio. De acordo com o delegado Luis Fernando Alves Silva, ela é suspeita de dar apoio financeiro e logístico ao homem.
Ela tem 23 anos e foi presa temporariamente. A mulher estava em Paraguaçu Paulista, no oeste do estado de São Paulo. O nome dela não foi divulgado.
Além do mandado de prisão temporária, os policiais também fizeram buscas em três endereços da cidade paulista. Um aparelho celular foi apreendido e será periciado.
Ao ser questionado recentemente sobre os desdobramentos desta prisão, o delegado disse que não é possível repassar detalhes devido ao sigilo.
Buscas em área rural
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Buscas por primas desaparecidas foram feitas na área rural de Paraíso do Norte, no Paraná. — Foto: Polícia Civil (PC-PR)
Denúncias anônimas, levantamento de dados e outros elementos colhidos ao longo da investigação levaram a Polícia Civil a fazer buscas na área rural de Paraíso do Norte, no Noroeste do estado, em 15 de junho.
O local fica a cerca de 32 km de Paranavaí, onde as primas foram vistas pela última vez.
De acordo com o delegado, "o objetivo da operação foi verificar locais previamente identificados pelas equipes investigativas em busca de vestígios e outros elementos que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos".
Por - G1
Três mulheres foram encontradas mortas dentro de um carro submerso em um canal de Mandaguaçu, no Norte do Paraná. Isso aconteceu após um pedestre passar pela BR-376, na manhã desta quinta-feira (20), e perceber que havia uma roda de carro para fora da água.
Uma câmera de segurança mostrou o momento em que o veículo capotou na rodovia, por volta das 3h40 da madrugada. As imagens mostram o automóvel batendo contra o guard-rail e caindo no barranco do acostamento. Assista acima.
No local, está um canal de contenção — estrutura criada para controlar o fluxo de chuva. Foi na água deste espaço que o carro ficou submerso até que o pedestre o viu, às 8h30.
Os bombeiros foram ao local, assim como equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da EPR Paraná e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Foram identificadas as três mulheres encontradas mortas dentro de um carro submerso em um canal de Mandaguaçu, no Norte do Paraná. O veículo foi localizado após um pedestre passar pela BR-376 e perceber que havia uma roda para fora da água.
As vítimas são, segundo a Polícia Civil (PC-PR), Maria Clara de Almeida, de 26 anos, Maria Eduarda da Silva Vanderlei, de 21, e Larissa Viana, de 23.
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Da esquerda para a direita, Maria Clara, Larissa e Maria Eduarda. — Foto: Redes sociais
Maria Eduarda estava no último ano do curso de Biotecnologia, na Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Larissa estudava na mesma universidade e era mestranda do programa de pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo.
A Prefeitura de Colorado, cidade da mesma região do estado, decretou luto de três dias pela morte de Maria Clara. Ela é filha de um médico do município.
Por - G1
O avanço de uma massa de ar frio derruba as temperaturas no Paraná nesta sexta-feira (21) e mantém o frio durante o fim de semana.
No Oeste, Sudoeste e Centro-Sul, as mínimas ficam ainda mais baixas, com possibilidade de geadas fracas no sábado (22) e no domingo (23) em áreas onde os termômetros devem ficar abaixo dos 5°C. No Centro-Norte, também há aviso de perigo potencial para baixa umidade durante a tarde desta sexta (21).
Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Siempar), a sexta-feira (21) terá tempo estável na maior parte do estado. A exceção fica para a faixa litorânea, onde podem ocorrer chuvas fracas e chuviscos isolados durante a noite.
O amanhecer será frio, com temperaturas próximas dos 10°C em várias regiões. À tarde, os termômetros se aproximam dos 20°C em boa parte do estado e passam dessa marca no Norte.
No Centro-Sul e na Região Metropolitana de Curitiba, as máximas ficam mais baixas, entre 13°C e 16°C.Fim de semana terá frio mais intenso no Oeste e Sudoeste
O frio ganha força durante o fim de semana, principalmente nas regiões Sul e Oeste do Paraná.
No Sudoeste, Pato Branco terá mínima de 9°C na sexta (21), 7°C no sábado (22) e 6°C no domingo (23).
No Oeste, Capanema, que chegou a registrar 36,7°C na segunda-feira (17) durante o período de calor, não deve passar dos 23°C até domingo.
Em outras regiões, as temperaturas também permanecem mais amenas. Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, terá mínima de 10°C na sexta-feira e 8°C no sábado e no domingo.
Geada pode atingir o Centro-Sul
O frio mais intenso do fim de semana aumenta o risco de geadas.
Segundo o Alerta Geadas, realizado pelo Simepar, há possibilidade de geadas fracas no sábado e no domingo em municípios do Centro-Sul, onde as temperaturas mínimas devem ficar abaixo dos 5°C.
Na sexta-feira, apesar do frio, não há previsão de geada. A presença de vento e as temperaturas mínimas ligeiramente abaixo dos 10°C dificultam a formação do fenômeno.
Litoral pode ter garoa
Enquanto o interior terá tempo seco durante o fim de semana, o Litoral pode ter algumas condições diferentes.
Há possibilidade de garoa ocasional no domingo, além da ocorrência de chuvas fracas e isoladas já na noite de sexta-feira.
Nas demais regiões, a tendência é de tempo seco.
Baixa umidade exige atenção no Centro-Norte
O Centro-Norte do Paraná tem aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar durante a tarde desta sexta-feira (21).
A condição ocorre justamente em um cenário de tempo seco e temperaturas mais baixas no estado. A população deve ficar atenta aos efeitos da baixa umidade, especialmente durante os períodos mais secos do dia.
Por - G1
Sete das 23 vítimas da colisão frontal entre um micro-ônibus e uma carreta na BR-373, em Ipiranga, na região dos Campos Gerais, no Paraná (PR), estão sendo veladas desde o início da madrugada desta quarta-feira (20). Uma cerimônia coletiva é realizada no ginásio municipal de Imbituva, na região central do Paraná.

A identificação das vítimas foi concluída na noite de ontem. Outras 16 pessoas são veladas em locais particulares em diversos pontos da cidade.
O micro-ônibus saiu de Imbituva levando pacientes da cidade para atendimento médico em hospitais da região metropolitana de Curitiba. Entre as vítimas estão duas crianças, de 6 e 10 anos, além de 21 adultos. Ao todo, são 13 mulheres e oito homens. Sobreviveram uma criança de 9 anos, uma mulher de 26 anos e três homens, de 22, 49 e 50 anos. A mulher de 26 anos e o homem de 22 receberam alta ainda na quarta-feira (19).
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão seguia no sentido de Ponta Grossa (PR) para Prudentópolis (PR). O acidente ocorreu por volta das 3h30 da madrugada. A polícia científica segue investigando as causas da batida e análises preliminares indicam que o caminhão teria invadido a pista contrária, colidindo de frente com o ônibus. O motorista do caminhão também morreu.
A prefeitura de Imbituva decretou luto de três dias e publicou nota de pesar, manifestando “profunda tristeza” pelas mortes. Em suas redes sociais, a administração municipal prestou homenagem, publicando as fotos e os nomes de todas as vítimas. “Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com todos os familiares e amigos, prestando nossa homenagem a cada uma das vidas que partiram”.
Em outra publicação, a prefeitura manifesta preocupação com os sobreviventes, desejando que recebam todo o cuidado necessário, força e esperança neste momento.
Em vídeo, o secretário municipal de Saúde de Imbituva, José Valdenei Menon, disse que a cidade recebeu a notícia com extrema tristeza, coração em luto e respeito às famílias que sentem essa imensurável dor no coração.
“Fica aqui nossa tristeza com os familiares e todos os munícipes, porque é uma dor compartilhada. Por nossos profissionais da secretaria, nosso motorista, as famílias que buscavam ter sua dor amenizada. Desejamos sinceros pêsames. Estamos aqui para prestar nossa solidariedade e compromisso com a população”.
Segundo ele, os familiares foram acolhidos na Secretaria Municipal de Saúde e receberam auxílio e orientação de assistentes, sociais e psicólogos.
“Os profissionais conversaram com as famílias respeitando este momento de dor, orientando sobre quais seriam os próximos procedimentos e acompanhando os familiares ao Instituto Médico-Legal de Ponta Grossa”, disse Menon.
O secretário também agradeceu aos municípios vizinhos que disponibilizaram profissionais para ajudar no acolhimento e orientação dos familiares das vítimas.
Por - Agência Brasil
Com ambientes acessíveis, amplos e planejados, nova sede da APAE oferece mais conforto, segurança e melhores condições para o desenvolvimento dos alunos
Histórias de amor, cuidado e resiliência fazem parte da rotina da APAE de Altamira do Paraná Escola Doutora Zilda e ajudam a explicar a importância que a instituição tem na vida de tantas famílias.
A saga de Sara Ferreira da Silva é uma delas. Foi a mãe quem levou o irmão Sales Ferreira Silva para a APAE em busca de um espaço onde ele pudesse aprender e receber o atendimento especializado de que precisava. Anos depois, com a morte da mãe, Sara assumiu a responsabilidade de cuidar do irmão, mais velho que ela, e tornou-se sua tutora.
Ao longo desse caminho, ela viu de perto as transformações proporcionadas pelo atendimento da instituição. Segundo Sara, foi na APAE que o irmão desenvolveu habilidades que passaram a fazer diferença até nas atividades mais simples do dia a dia, como tomar banho, se alimentar e aceitar novas situações. “Ele se desenvolveu muito, amou a nova escola e não falta um dia. A APAE é a vida dele”, conta.
Para Sara, o vínculo construído com a instituição vai muito além da escola. É um espaço onde o irmão se sente acolhido, compreendido e estimulado a aprender. E com a chegada da nova sede essa experiência ficou ainda mais especial.
Nova escola, novos sonhos
É nesse contexto que a nova sede da Escola de Educação Básica na Modalidade de Educação Especial Doutora Zilda Arns, da APAE de Altamira do Paraná, ganha significado. Inaugurada em 20 de fevereiro de 2026, a escola passou a oferecer uma estrutura planejada para atender às necessidades dos estudantes, com ambientes mais amplos, acessíveis, seguros e confortáveis.
Antes da nova escola, a instituição funcionava em um prédio cedido pelo município. O espaço foi importante para garantir a continuidade do atendimento aos estudantes, mas apresentava limitações físicas que dificultavam o dia a dia escolar.
Agora, essa realidade mudou. Construída com recursos via Secretaria de Estado das Cidades (Secid), a nova estrutura ampliou a capacidade de atendimento da instituição e criou melhores condições para que estudantes como o irmão de Sara possam aprender, conviver e desenvolver sua autonomia, garantindo mais tranquilidade e bem-estar.
Para a diretora da APAE de Altamira, Selma Locatelli, a transformação da nova escola superou as expectativas, já que um ambiente adequado é parte importante do processo de aprendizagem. “A nova escola proporciona um ambiente adequado para o processo de aprendizagem. Ao eliminar barreiras físicas e oferecer segurança e acessibilidade, é possível respeitar melhor as necessidades individuais de cada estudante e potencializar o desenvolvimento de suas habilidades”, conta a diretora.
A mudança também alcança a equipe pedagógica, que agora dispõe de melhores condições para organizar atividades, planejar ações e oferecer um atendimento especializado mais completo.
Um sonho acompanhado de perto pelos alunos
A construção da nova escola foi acompanhada de perto pelos próprios estudantes. Como a antiga sede ficava a apenas duas quadras do novo prédio, sempre que possível, a equipe levava os alunos para observar o andamento da obra.
Eles acompanharam cada etapa: a laje, o piso, a pintura, os muros, a grama e os portões. Assim, a nova escola foi deixando de ser apenas um canteiro de obras e passou a fazer parte da imaginação e das expectativas de quem, um dia, ocuparia aquelas salas.
Quando as aulas começaram, em 2026, antes mesmo da inauguração oficial, veio a emoção de finalmente ver os alunos dentro do espaço que acompanhavam nascer. “Ver os alunos ocupando salas amplas, um refeitório adequado, ambientes acessíveis e confortáveis foi a realização de um sonho para todos”, conta a diretora.
A instituição conta atualmente com energia solar e busca viabilizar novos espaços, como uma quadra coberta e fechada para as aulas de Educação Física e atividades de lazer, além de horta, almoxarifado e uma sala multissensorial. A nova sede já representa um avanço importante, mas a APAE de Altamira do Paraná ainda olha para o futuro.


























