A Polícia Militar do Paraná resgatou na tarde de quinta-feira (29) uma mulher de 35 anos, natural de São Paulo, que era mantida em cárcere privado há cerca de dois meses em um pensionato em Londrina.
Imagens mostram discussão final antes do pedido de socorro.
A vítima conseguiu pedir ajuda à direção do hotel, que acionou a polícia. O agressor, de 32 anos, fugiu inicialmente, mas foi preso na madrugada e responderá por violência doméstica, cárcere privado, lesão corporal e estupro.
Ela relatou agressões gravíssimas: socos, tapas, queimaduras de cigarro, corte forçado de cabelo, abusos sexuais, controle total da rotina (banhos, celular, alimentação – não comia desde terça, dia 27), desnutrição e violência psicológica e patrimonial.
A mulher recebeu atendimento médico, foi acolhida no Centro de Atendimento de Referência à Mulher (CAM) e será encaminhada para sua cidade de origem.
O Governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), assinou nesta semana 35 novos contratos de conservação do pavimento de rodovias estaduais, um investimento de R$ 4.080.203.118,98 para atender 8.531,33 quilômetros de pistas.
Os contratos são parte do novo Programa de Manutenção e Conservação de Rodovias (ProMAC) do DER/PR, dividido em 40 lotes para atender todas as rodovias estaduais administradas pelo departamento. Os cinco lotes restantes estão com licitação sendo finalizada e serão contratados em breve também, atendendo mais 1.269,19 quilômetros.
“Este vai ser um dos grandes legados da gestão Ratinho Junior, um investimento bilionário em conservação de rodovias que começa agora, neste último ano, e vai se estender pelos próximos, dando continuidade ao grande trabalho realizado até agora”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.
“Quando assumimos, em 2019, passamos os primeiros meses visitando órgãos de controle procurando uma solução para os vários contratos paralisados que haviam sido assinados no final da gestão antiga, deixando várias regiões sem serviço de recape, de tapa-buracos. Estamos garantindo que isso não vai acontecer para a próxima gestão, que vai poder, desde o início, focar na realização de grandes obras, sabendo que as rodovias que já temos estão bem cuidadas”, acrescenta.
O ProMAC prevê a conservação periódica, com serviços de fresagem, reperfilagem, microrrevestimento asfáltico e aplicação de camada de reforço em concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ); e a conservação de segurança ao usuário, com as soluções de remendos superficiais, remendos profundos, além da selagem de trincas com emulsão asfáltica e pó de pedra ou areia.
Também estão contempladas a conservação dos acostamentos, melhorias no sistema de drenagem de águas, sinalização horizontal, tachas e tachões refletivos, e serviços complementares. Cada contrato tem duração de 1.095 dias (três anos).
“O ProMAC é o carro-chefe de nossa estratégia de conservação da malha rodoviária estadual, concentrando o maior volume de investimentos”, diz o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti. “Mas temos também o ProFaixa, focado na conservação da faixa de domínio, que terá contratos assinados em breve; o ProRestaura, de restauração de trechos mais antigos e com pavimento mais desgastado, com o primeiro lote sendo licitado; e estamos com o edital na praça do novo programa de operação de tráfego, que contempla a inspeção das rodovias, monitoramento do tráfego e os serviços de guinchos leves e pesados”, explica.
O DER/PR está planejando ainda novas iniciativas de manutenção de obras de arte especiais (OAEs), como pontes e viadutos, e de reforço da segurança viária nas rodovias estaduais.
SERVIÇOS – O ProMAC vai substituir contratos antigos de conservação de vários outros programas anteriores do DER/PR, que estavam sendo mantidos enquanto eram licitados os 40 lotes.
Segundo o diretor de Operações do DER/PR, Alexandre Castro Fernandes, o novo programa de manutenção e conservação foi elaborado a partir de levantamentos funcionais e estruturais do pavimento, com apoio do Sistema de Gerência de Pavimentos, um software desenvolvido exclusivamente para o DER do Paraná, para apoiar a tomada de decisões quanto a cada trecho. “Isso vai resultar em serviços muito mais eficientes e específicos para as necessidades das rodovias, o que também garante mais durabilidade e segurança a longo prazo”, afirma.
LOTES – Dos lotes já contratados, o 39 ficou com o maior volume de investimento, R$ 212.013.000,00, tendo a maior extensão, 355,23 quilômetros. Ele atende trechos da PRC-158, PR-281, PR-475, PR-493, PR-562, PR-570, PR-916 e PR-918, todos na região Sudoeste, beneficiando os municípios de Bom Sucesso do Sul, Chopinzinho, Coronel Vivida, Dois Vizinhos, Itapejara d'Oeste, Pato Branco, Rio Bonito do Iguaçu, São João, São Jorge do Oeste, Saudade do Iguaçu, Sulina e Verê.
No extremo oposto da lista, o lote 01 tem a menor extensão de todos, com 118,46 quilômetros de rodovias, e por consequência o valor menor, de R$ 54.990.000,00. Ele atende principalmente a região do Litoral, com trechos da PR-340, PR-410, PR-412, PR-807 e a PR-808, beneficiando os municípios de Antonina, Guaratuba, Matinhos, Morretes e Pontal do Paraná, com um trecho da PR-410 também passando pelos territórios de Campina Grande do Sul e Quatro Barras.
Em breve detalhes e um mapa de cada lote estarão disponíveis para consulta no portal do DER/PR.
Por AEN
Um homem de 55 anos foi condenado a 123 anos de reclusão em regime fechado por estupro de vulnerável contra duas filhas, iniciado quando elas tinham 6 e 8 anos, em Cascavel (PR).
A decisão de primeira instância cabe recurso; o réu responde em liberdade desde 2021, com identidade não divulgada.
Os abusos, reiterados na infância e adolescência em contexto doméstico, foram descobertos quando a filha mais velha engravidou do pai aos 16 anos, com sete meses de gestação. Ele ameaçava matá-las caso delatassem os crimes, segundo os autos baseados em depoimentos, laudos e perícias.
A pena elevada considerou a repetição e o âmbito familiar; o réu será intimado e poderá recorrer.
Entre janeiro e fevereiro, o volume de chuvas fica um pouco menor historicamente no Paraná. As temperaturas também ficam, em média, ligeiramente mais baixas, mas o calor segue presente. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), fevereiro de 2026 ainda terá tempo abafado e pancadas de chuva típicas de verão: rápidas, entre a tarde e a noite. O fenômeno La Niña sai de cena, trazendo mais regularidade para o clima.
A previsão indica que a chuva e as temperaturas devem ficar dentro da média histórica em fevereiro deste ano no Paraná. “Ao longo de janeiro de 2026 o fenômeno La Niña, que influenciou o clima no Paraná entre dezembro e janeiro, perdeu força, e vai dissipar no decorrer de fevereiro. Sem a influência deste fenômeno não esperamos mais chuvas tão irregulares como registramos em dezembro e em alguns momentos de janeiro”, afirma Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.
Fevereiro ainda é um mês típico de verão, e terá a atuação de massas de ar quente e úmido que favorecem a ocorrência de pancadas de chuva fortes, rápidas e isoladas, muitas vezes acompanhadas de queda de granizo, incidência de raios e rajadas de vento mais fortes. “A tendência é de que tenhamos atuação de vários dias consecutivos com temperaturas elevadas, que levam a um tempo abafado quando a umidade estiver também alta”, lembra Reinaldo.
MÉDIAS - As temperaturas de fevereiro historicamente são mais baixas nos Campos Gerais, Centro-Sul e Sul do Estado. As mínimas, geralmente registradas no amanhecer, ficam em média entre 16°C e 18°C, e as máximas, que ocorrem costumeiramente a tarde, entre 26°C e 28°C.
No Litoral, extremo Norte, Noroeste e Oeste, as temperaturas são as mais altas, com mínima média acima de 20°C e máxima média acima de 30°C. No resto do Estado, as mínimas ficam em média entre 18°C e 20°C historicamente em fevereiro, e as máximas entre 28°C e 30°C.
A temperatura média, ou seja, uma média de todas as temperaturas do dia, durante fevereiro historicamente é mais baixa ao redor de Curitiba e no Sul do Paraná, entre 18°C e 20°C. Na Região Metropolitana da Capital, nos Campos Gerais e no Centro-Sul, bem como em cidades próximas a Marumbi e Marilândia do Sul, a temperatura média fica entre 20°C e 22°C.
No Litoral, extremo Norte, Noroeste e Oeste, as temperaturas médias são as mais altas, entre 24°C e 26°C. No resto do Estado, as médias em fevereiro historicamente ficam entre 22°C e 24°C.
Com relação às chuvas, o maior volume em fevereiro historicamente é registrado no Litoral, com acumulados a partir de 250 mm, e que podem superar os 300 mm, principalmente em Antonina e Paranaguá. Na região de serra, entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral, os volumes ficam entre 200 mm e 250 mm.
“A região do Litoral é uma das regiões em que mais chove, devido à umidade que vem do oceano e à própria Serra do Mar, que contribui para o levantamento das parcelas de ar e favorece para que as chuvas sejam bastante abundantes”, explica Reinaldo.
Chove menos em fevereiro, historicamente, próximo a Icaraíma e Querência do Norte, próximo a Cândido de Abreu, e em uma faixa que vai de Curitiba a Cerro Azul e Dr Ulisses. Nestas regiões, a média histórica de chuva é de 100 mm a 125 mm em todo o mês de fevereiro.
As cidades mais próximas do sul de Apucarana registram acumulados de chuva historicamente, em fevereiro, entre 200 mm e 225 mm. No Noroeste, e em municípios como Castro e Jaguariaíva, chove em fevereiro uma média de 125 mm a 150 mm. No resto do Paraná, a média histórica de chuva varia entre 150 mm e 200 mm.
Por AEN
O Governo do Estado entregou na quinta-feira (29) uma nova base operacional do projeto Polícia de Fronteira, no município de Santa Helena, na região Oeste do Paraná. A iniciativa faz parte do projeto estadual que prevê a implantação de 11 bases físicas em localidades estratégicas nas fronteiras com Paraguai e Argentina e nas divisas com estados vizinhos ao Paraná para combater o crime organizado e os crimes transfronteiriços, como o contrabando e o tráfico de drogas e de armas.
A primeira base do projeto entrou em operação em Ribeirão Claro, marcando o início da implantação do novo modelo de atuação integrada. As unidades foram concebidas para funcionar como centros de inteligência e pronto emprego, permitindo respostas rápidas e qualificadas no combate ao tráfico de drogas, armas e ao contrabando. A base possibilita o monitoramento contínuo das rotas utilizadas por organizações criminosas, fortalecendo a repressão ao crime e a proteção do território paranaense.
Durante a entrega, o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira, destacou que a nova base representa um avanço estratégico no enfrentamento ao crime organizado. “Estamos ampliando a presença do Estado com estruturas modernas, tecnologia de ponta e policiais altamente capacitados. Essa base reforça o compromisso do Paraná com a segurança da população e com o combate firme às organizações criminosas que tentam atuar em nosso território”, afirmou.
Para atender às demandas operacionais da região, a estrutura conta com tecnologia avançada e recursos logísticos modernos. As equipes contarão com armamento de maior calibre, como fuzis, além de uma frota reforçada com caminhonetes de grande porte, incluindo o modelo Ram 3500. O trabalho é integrado ao sistema Olho Vivo de monitoramento por câmeras e conta com o apoio de drones, embarcações e suporte aéreo com helicópteros, garantindo vigilância permanente e de alta precisão.
Outro ponto central do projeto é a integração entre as forças de segurança. A base de Santa Helena atuará de forma conjunta com a Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Receita Federal, Forças Armadas e guardas municipais, além de outras secretarias estaduais e autoridades locais. O compartilhamento de informações e o planejamento de operações integradas ampliam a capacidade de enfrentamento às organizações criminosas que atuam na região de fronteira.
A iniciativa integra as bases operacionais físicas, aliadas a sistemas de informação integrados, permitindo a atuação coordenada da Polícia Militar do Paraná, Polícia Civil e guardas municipais. O modelo combina inteligência policial, tecnologia e patrulhamento especializado, com interoperabilidade entre bancos de dados e câmeras de monitoramento, aumentando a eficiência em flagrantes e grandes operações.
O comandante-geral da Polícia Militar do Paraná (PMPR), coronel Jefferson Silva, destacou o compromisso da corporação em manter o Estado como referência no controle de fronteiras e divisas. “Com essa inauguração, o Paraná não apenas moderniza sua atuação policial, mas estabelece uma presença permanente e estratégica que combina tecnologia de ponta, valorização profissional e uma integração institucional sem precedentes para garantir a paz social e a ordem pública na faixa de fronteira e em todo o Estado”, ressaltou.
OUTRAS BASES – Além de Ribeirão Claro e Santa Helena, estão previstas bases em Sengés, Porecatu, Itaguajé, Querência do Norte, Diamante do Norte, Icaraíma, Capanema, Vitorino e Campo do Tenente. A proposta é consolidar uma malha de proteção terrestre, náutica e aérea, ampliando o controle das fronteiras e divisas do Paraná.
PRESENÇAS – A solenidade de entrega da base operacional contou com a presença do secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex; e do secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes. Também participaram do evento o subcomandante-geral da PMPR, coronel Paulo Renato Aparecido Siloto; o comandante do 5º Comando Regional de Polícia Militar, coronel Valmir de Souza; o comandante do Comando de Missões Especiais (CME), tenente-coronel Alexandre Lopes Dias; e o comandante do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON), tenente-coronel Eldison Martins do Prado. Autoridades municipais também estiveram presentes, entre elas o prefeito de Santa Helena, Dinho Maraskin, e a vice-prefeita, Fabrícia Bedendo.
Por AEN
As mulheres lideraram as conquistas de emprego no Paraná em 2025, consolidando o Estado como o que mais contrata trabalhadoras na região Sul. Das 80.665 novas vagas com carteira assinada abertas no ano passado no Estado, 46.051 foram ocupadas por elas, 57% do total. Santa Catarina teve saldo de 32.470 mulheres contratadas e o Rio Grande do Sul 31.562. O Paraná liderou a abertura de vagas no Sul no ano passado e ficou em quarto lugar entre as 27 unidades da federação.
Da mesma forma, o Paraná também liderou a contratação de jovens no último ano na região, com 89.548 pessoas com até 24 anos conquistando espaço no mercado de trabalho. Entre estes, 32.460 têm até 17 anos de idade – dos quais 13.097 foram contratados como aprendizes – e 57.088 estão na faixa dos 18 aos 24 anos. Santa Catarina aparece novamente na segunda posição, com 73.321 vagas ocupadas por jovens, enquanto no Rio Grande do Sul essa faixa etária respondeu por 65.761 novos postos.
Os recortes por gênero e idade constam nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na quinta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O saldo de jovens com até 24 anos empregados é maior que o saldo total dos estados porque houve retração nas contratações em outras faixas etárias.
No Paraná, também houve saldo positivo na faixa dos 25 aos 29 anos, com 1.146 novas vagas, e dos 40 aos 49 anos, que tiveram saldo de 3.332 postos de trabalho.
GRAU DE INSTRUÇÃO – Outros recortes disponíveis no painel de informações do Novo Caged dizem respeito ao grau de instrução dos trabalhadores e à participação de cada setor econômico na geração de empregos. Os trabalhadores com ensino médio completo dominaram o saldo positivo nas contratações, respondendo por 66.041 vagas, quase 82% do total.
Também teve saldo positivo entre trabalhadores com ensino médio incompleto (9.524), ensino superior incompleto (3.737), analfabetos (1.778) e ensino fundamental completo (942).
No recorte por segmento, o maior volume de contratações se concentrou entre os trabalhadores dos serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados, que responderam por 46,3% entre todas as vagas abertas no Estado no ano passado, com 37.325 novos postos.
Na sequência das contratações, estão os trabalhadores da produção de bens e serviços industriais (24.369), trabalhadores de serviços administrativos (19.188), técnicos de nível médio (4.605), profissionais das ciências e das artes (4.268), trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca e (2.301) e trabalhadores em serviços de reparação e manutenção (177).
Houve retração entre os membros superiores do poder público, dirigentes de organizações de interesse público e de empresas e gerentes (-9.223) e trabalhadores da produção de bens e serviços industriais em áreas como siderurgia, produção de celulose e papel e produção, captação, tratamento e distribuição de energia, água e utilidades.
Por AEN


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