Paraná prevê convocar 5,6 mil profissionais da segurança pública em 2026

O Governo do Paraná prevê convocar 5.690 profissionais da segurança pública em 2026, após autorização do governador Carlos Massa Ratinho Junior para ampliar o número de chamadas além das vagas previstas nos concursos. A medida amplia o efetivo das corporações e a capacidade de atendimento à população em todas as regiões do Estado. Os editais serão publicados nos sites dos concursos.

Na Polícia Militar do Paraná, o concurso previa inicialmente 2.000 vagas para soldados. Com a ampliação autorizada, a previsão de convocações em 2026 chega a 4.090, sendo 4.000 soldados e 90 oficiais (cadetes). O número de vagas para praças representa um aumento de 100% em relação ao previsto originalmente no edital.

No Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, o concurso previa 600 vagas para soldados bombeiros. Com a ampliação autorizada, a previsão de convocações em 2026 chega a 1.230, sendo 1.200 soldados bombeiros e 30 oficiais (cadetes). Assim como na Polícia Militar, o quantitativo de praças também corresponde a um crescimento de 100% em relação ao previsto inicialmente.

Na Polícia Civil do Paraná, o concurso previa 400 vagas, mas o total de contratações autorizadas chegará a 1.726 policiais civis até 2026, o que representa um aumento de 331% em relação ao número inicialmente estabelecido no edital. Desse total, estão previstas 32 contratações de delegados, 30 de agentes de polícia judiciária e 40 de papiloscopistas em 2026, somando 102 novas convocações neste ano.

Na Polícia Científica do Paraná, os concursos previam 46 vagas, enquanto o total autorizado alcança 512 profissionais até 2026, o que representa um crescimento de 1.013% em relação à previsão inicial. Desse total, 170 convocações estão previstas para 2026, sendo 70 para Técnico de Perícia Oficial e 100 para Perito Oficial Criminal.

Já na Polícia Penal do Paraná, o concurso previa 7 vagas, e o total de contratações autorizadas chega a 507 policiais penais até 2026. Para 2026, estão previstas 98 novas convocações.

Com as autorizações concedidas pelo Governo do Estado, os concursos em andamento passaram a permitir convocações acima do número inicialmente previsto, ampliando o reforço de efetivo nas corporações. A iniciativa faz parte do planejamento adotado para manter a segurança pública como prioridade em 2026. Após o chamamento todos passarão pelos cursos de formação.

Além do aproveitamento de candidatos excedentes dos certames em andamento, o Governo do Estado prevê abrir novos concursos para as forças de segurança ainda em 2026, ampliando a capacidade de reposição e expansão do efetivo em todas as regiões do Paraná.

O secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, afirmou que a ampliação das convocações segue uma diretriz contínua de fortalecimento das forças estaduais. “A autorização para contratar além do previsto nos concursos demonstra a decisão do governador de fortalecer a segurança pública. Os números mostram uma ampliação concreta do efetivo até 2026”, disse.

Desde 2019, o Paraná vem registrando crescimento contínuo no número de profissionais da segurança pública. Com as convocações previstas para 2026, as autorizações já concedidas nos concursos e a previsão de novos certames, o Estado consolida um reforço estrutural histórico, ampliando a capacidade de atuação das forças de segurança e fortalecendo a proteção da população em todas as regiões.

 

 

 

 

 

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Liberdade econômica: Paraná é o estado com mais atividades dispensadas de alvará no Brasil

O Paraná liderou o ranking nacional de dispensa de alvarás e licenças no quarto trimestre de 2025, segundo dados do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. O Estado fechou o ano com 975 atividades econômicas dispensadas de alvarás e licenças, medida que faz parte do Programa Descomplica Paraná e que foi regulamentada pelo Decreto nº 3.434/2023, conhecido como Selo de Baixo Risco.

O Selo de Baixo Risco identifica empresas e atividades econômicas com baixo potencial de danos à saúde e isenta a exigência de emissão de licenças por órgãos como Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, Meio Ambiente e Defesa Agropecuária, contribuindo para a desburocratização e o incentivo ao empreendedorismo no Estado.

Com esse resultado, o Paraná ficou à frente de Goiás, que dispensou 962 atividades, e de São Paulo, com 948. Na outra ponta do ranking, o Distrito Federal registrou o menor número de dispensas, com 289 atividades.

O desempenho paranaense é resultado da criação de uma norma própria para regular as dispensas, o que ampliou de forma expressiva a lista de atividades consideradas de baixo risco. Entre os municípios que mais se destacaram ao aderir à dispensa das 975 atividades estão Planalto, Ibaiti, Barbosa Ferraz, Pérola, Ampére, Flor da Serra do Sul e Capitão Leônidas Marques, todos empatados na oitava colocação do ranking nacional. Já Curitiba dispensa atualmente 513 atividades econômicas e ocupa a sétima posição entre as capitais brasileiras.

Para o presidente da Junta Comercial do Paraná, Marcos Rigoni, o Estado conquistou o primeiro lugar no ranking nacional sendo fruto dos resultados de um trabalho técnico e consistente para simplificar processos e dar mais agilidade a quem empreende. “Com normas próprias e de responsabilidade, ampliamos a lista de atividade de baixo risco reduzindo burocracias e fortalecendo o ambiente de negócios no Estado”, afirma.

BENEFICIADOS – Em 2025, 45.452 empresas foram beneficiadas com o Selo de Baixo Risco no Paraná. Desse total, 26.156 empreendimentos (57,55%) receberam o selo no momento da abertura de empresas e filiais, enquanto 19.296 (42,45%) foram contemplados em processos de alteração empresarial. O número representa 27,48% das 95.184 empresas abertas no Estado no período, desconsiderando os microempreendedores individuais (MEIs), que já são isentos desse tipo de exigência.

Curitiba foi o município com o maior número de empresas beneficiadas pelo Selo de Baixo Risco, somando 14.766 empreendimentos, sendo 9.170 em aberturas e 5.596 em alterações. Na sequência aparecem Maringá (4.187), Londrina (3.094) e São José dos Pinhais (1.764).

AUMENTO DO SALDO DE EMPRESAS – Em 2025, o Paraná registrou um crescimento de 12,5% no saldo de empresas em relação a 2024. O saldo corresponde à diferença entre empresas abertas e baixadas no período de janeiro a dezembro. Ao longo de 2025, foram abertas 353.696 empresas e 203.336 foram baixadas, resultando em um saldo positivo de 150.360 empreendimentos. O número representa um acréscimo de 16.701 empresas em comparação com 2024, quando o saldo foi de 133.659.

Os dados são do Painel Mensal de Aberturas e Baixas de Empresas, da Jucepar, vinculada à Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, e foram divulgados nesta quarta-feira (28).

O Paraná superou, em todos os meses de 2025, o número de empresas abertas no comparativo com o ano anterior. O desempenho mais expressivo foi registrado em janeiro, com a abertura de mais de 40 mil novos empreendimentos, frente a cerca de 27 mil no mesmo mês de 2024.

Os microempreendedores (MEIs) continuam sendo a natureza jurídica mais escolhida para o início de novos negócios, concentrando 258.112 registros, o equivalente a 73,09% do total. Em seguida aparecem as sociedades limitadas (LTDA), com 88.903 registros (25,14%), e a categoria Empresário, com 5.002 empresas (1,41%). As demais naturezas jurídicas somam menos de 1%. Hoje o Paraná registra 1,9 milhão de empresas ativas.

 

 

 

 

 

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Detran-PR vai tirar a exigência de baliza no processo de habilitação

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PR) vai atualizar os procedimentos do teste prático de direção para a primeira habilitação, com um novo foco nas habilidades dos candidatos. A principal novidade é o fim da exigência da baliza. Uma portaria vai definir as novas regras em todo o Paraná.

“Nós estamos revolucionando o processo de habilitação no Paraná, reduzindo os custos e as taxas, desburocratizando as etapas, mas sempre com a responsabilidade e transparência, garantindo a segurança no trânsito”, afirma o diretor-presidente do Detran-PR, Santin Roveda.

Essa atualização muda o foco do teste para a habilidade no trânsito e comportamento defensivo dos condutores em formação. Os itens avaliados serão o respeito à sinalização e à preferencial, boa circulação e controle do veículo (desenvolvimento, aceleração e frenagem), utilização correta da seta e dos itens de segurança, entre outros.

“A baliza exige uma habilidade específica, que muitas vezes depende mais de prática ao longo do tempo do que de preparo inicial. Não é razoável reprovar um candidato que demonstra pleno domínio do veículo em circulação, respeito às regras e comportamento defensivo, apenas porque não executou perfeitamente uma manobra que, na vida real, o próprio cidadão pode escolher não realizar”, explica Roveda.

“Se o motorista não se sente seguro para estacionar em determinado espaço, ele pode simplesmente optar por outra vaga. Isso não retira sua capacidade de dirigir com segurança nas ruas, que é o que efetivamente protege vidas”, complementa.

Com o novo foco, o teste de baliza será dispensado. A expectativa é que o índice de reprovação caia com a medida. Numa amostragem dos últimos 300 testes aplicados na 1ª Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito) do Paraná, em Curitiba, a baliza representou 90,6% das reprovações, com candidatos precisando de até quatro retestes. Ao todo, o índice de reprovação é de 50%.

“Os dados mostram que atualmente os maiores responsáveis por sinistros de trânsito são o excesso de velocidade, uso de celular e alcoolemia, ou seja, não é o estacionamento o grande problema que temos que enfrentar, com outras estratégias mais inteligentes, para aumentar a segurança viária”, completa Roveda.

OUTRAS MUDANÇAS – Desde o início de janeiro, motoristas que se enquadram nos critérios de bom condutor – cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores e sem registro de pontos na CNH nos últimos 12 meses – podem ter a habilitação renovada automaticamente, sem custos, com emissão gratuita da CNH Digital. A renovação automática não se aplica a condutores com 70 anos ou mais e, para motoristas a partir de 50 anos, pode ser utilizada apenas uma vez.

No exame teórico, o tempo de prova foi ampliado de 50 para 60 minutos, com adequações para candidatos com dislexia, TDAH ou TEA, além da redução do número mínimo de acertos. O Detran-PR trabalha na sincronização com o novo banco nacional de questões, prevista para as próximas semanas.

As aulas práticas também passaram por mudanças, com redução da carga horária mínima e a autorização para que as autoescolas do Paraná já ofertem o curso no novo formato. Além disso, está prevista a possibilidade de contratação de instrutores de trânsito autônomos para as categorias A e B, ampliando as opções disponíveis aos candidatos.

Entre outras alterações, já foi implementado o fim do prazo máximo de 12 meses para a conclusão do processo de habilitação. O Detran-PR também trabalha para permitir que candidatos aprovados possam optar exclusivamente pela CNH Digital gratuita, tornando facultativa a emissão do documento impresso.

 

 

 

 

 

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Incêndio destrói oficina mecânica e 15 carros

Fogo de grandes proporções consumiu uma oficina em Curitiba na noite de terça-feira (27), destruindo ao menos 15 veículos.

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Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas iniciaram por volta das 22h, exigindo 20 mil litros de água para controle. Subtenente Slomuszynski relatou: "O local estava completamente tomado pelas chamas. Houve destruição total dos veículos dentro da oficina. Não dá para determinar a origem agora."

A oficina estava fechada no momento, sem vítimas. As causas serão investigadas.

 

 

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Nova fase do Olho Vivo chega ao Oeste e Noroeste e já tem 830 câmeras instaladas

A instalação das câmeras inteligentes que fazem parte do Olho Vivo, mais avançado programa de monitoramento voltado à segurança pública no Brasil, continuam avançando pelo Interior. Começaram agora a ser instalados no Oeste e Noroeste do Estado mais 112 aparelhos, levando o Paraná ao total de 830 equipamentos até esta terça-feira (27). O Governo do Estado tem acelerado esse processo com o intuito de chegar ao fim do primeiro trimestre com 100% das 1,5 mil câmeras desta nova etapa em pleno funcionamento.

Na região Oeste, Cascavel é a cidade que está mais adiantada. Das 84 câmeras previstas, 54 estão instaladas, todas energizadas, e 50 delas em funcionamento na plataforma. Foz do Iguaçu, por sua vez, preparou 34 das 70 programadas para o município, com duas já energizadas e integradas à plataforma de monitoramento. 

Em Guaíra, ainda no Oeste, e Umuarama, no Noroeste, o trabalho de instalação atingiu 50% das unidades programadas para essas localidades. São 8 de 16 no primeiro caso e 16 de 32 no segundo.

Com foco inicial em Curitiba, Região Metropolitana (RMC) e Litoral, os equipamentos iniciaram o processo de implantação em Ponta Grossa, nos Campos Gerais; Guarapuava, no Centro-Sul; Maringá, no Noroeste; e Londrina, no Norte do Estado, em meados de janeiro. 

Com o avanço para o Oeste, 21 municípios receberam ou estão recebendo as câmeras. A instalação dos 1,5 mil equipamentos chegou a 55,3% do total, sendo 51,1% já energizados (766 unidades) e 46,5% inseridos na plataforma (698).

OLHO VIVO EM ANDAMENTO – Somente na semana passada, dois casos tiveram participação crucial das câmeras do Olho Vivo, ambos no Litoral. Um deles, no dia 21, foi a prisão de um homem acusado de violência doméstica em Antonina, mas que já havia saído do município. Acabou detido em Matinhos. O outro, dois dias depois, foi a recuperação de um carro furtado em São Paulo e que foi localizado pelas imagens em Pontal do Paraná.

Ainda na temporada de verão, o apoio tecnológico contribuiu diretamente na prisão de uma quadrilha especializada em roubo de picapes. Além disso, ajudou no desmantelamento de um ponto de venda de drogas em Pontal do Paraná e a tirar das ruas um casal de estelionatários que agia na região.

ALTA TECNOLOGIA – Um dos maiores programas do tipo no mundo, o Olho Vivo é inspirado em iniciativas de monitoramento por câmeras inteligentes realizadas de modo similar em países como Reino Unido, Singapura e Estados Unidos. No Reino Unido, por exemplo, são cerca de 18 mil equipamentos. 

A intenção do Governo do Estado é contar, quando o programa estiver em plena operação, com 26,5 mil unidades de monitoramento. Cinco mil já funcionavam na primeira fase do programa; 1,5 mil estão sendo instalados pelo Estado; e outros 20 mil serão comprados pelos municípios, por meio de parceria com a gestão estadual. O investimento será de R$ 400 milhões.

A principal novidade da fase atual é a ampliação do uso de inteligência artificial para a incorporação da “investigação assistida”. Nesse caso, as câmeras passam a ter maior autonomia, usando ferramentas de análise automática, deixando assim de serem dependentes da observação humana. Os novos equipamentos têm entre os principais recursos o cruzamento de dados, imagens e inteligência artificial em tempo real para auxiliar as forças de segurança no reconhecimento de criminosos e suspeitos procurados e na identificação de veículos de interesse.

O Olho Vivo é coordenado de forma integrada pela Secretaria da Segurança Pública, Secretaria das Cidades e pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados, com arquitetura tecnológica desenvolvida para operar em larga escala e em conformidade com a Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD).

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

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Paraná apreende 1,5 tonelada de drogas por dia em 2025 e tira R$ 2 bilhões do tráfico

O trabalho integrado e contínuo das polícias Civil, Militar, Penal e Científica resultou na apreensão de 557,809 toneladas de drogas em todo o Estado durante o ano de 2025. É o maior volume de apreensões de entorpecentes registrado desde o início do monitoramento nacional, em 2017. A quantidade apreendida é mais de quatro vezes superior do que em 2018 (444% de aumento), saltando de 102,542 toneladas para o patamar atual.

A droga mais apreendida no Estado é a maconha. Só desse entorpecente, foram apreendidas no Paraná 546,6 toneladas em 2025, o que equivale a um prejuízo de mais de R$ 2,2 bilhões ao narcotráfico. Em comparação com 2024, com 483,2 toneladas, o aumento nas apreensões foi de 13%. Em sete anos, a quantidade apreendida quadruplicou. O crescimento chega a 447%, já que em 2018 foram apreendidas 99,8 toneladas.

Já no caso da cocaína, 8,3 toneladas foram retiradas de circulação em 2025, volume 43% superior ao registrado no ano anterior (5,8 toneladas). Foi a maior quantidade retirada de circulação da série histórica.

“Nosso trabalho de inteligência tem mapeado todo o trajeto por onde o tráfico tenta transportar a droga e concentramos o trabalho nas áreas mais importantes, principalmente fronteiras e grandes entroncamentos. Por isso também estamos criando novas bases operacionais de polícia de fronteira em várias regiões do Estado para aumentar ainda mais o combate ao tráfico com uma malha de proteção terrestre, náutica e aérea de monitoramento”, apontou o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.

A eficiência na atuação coloca o Paraná na liderança nacional em apreensão de maconha e na quinta posição entre os estados que mais retiraram cocaína de circulação.

O feito expressivo reforça a importância da política de resultados adotada pelo governo do Estado, com fortalecimento da atuação integrada, investimentos na proteção nas áreas de fronteira, ampliação da frota de viaturas, embarcações e aeronaves, além da aquisição de equipamentos de alta tecnologia.

Um reforço para 2026 é o projeto Polícia de Fronteira, que já está com a primeira base operacional instalada em Ribeirão Claro, no Norte do Estado. As estruturas contam com viaturas RAM 3500, armamento de maior calibre, como fuzis, e interoperabilidade entre bases de dados, incluindo as câmeras do programa Olho Vivo, o que aumenta a capacidade de resposta imediata em flagrantes e operações. A estratégia combina tecnologia, inteligência policial e patrulhamento especializado.

Apreensões de maconha no Paraná

2025 - 546,6 toneladas

2024 - 483,2 toneladas

2023 - 427,7 toneladas

2022 - 306,4 toneladas

2021 - 267,8 toneladas

2020 - 284,1 toneladas

2019 - 137,2 toneladas

2018 - 99,8 toneladas

Apreensões de cocaína no Paraná

2025 - 8,3 toneladas

2024 - 5,8 toneladas

2023 - 4,5 toneladas

2022 - 5,6 toneladas

2021 - 3,4 toneladas

2020 - 4,2 toneladas

2019 - 5,0 toneladas

2018 - 1,6 toneladas

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

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