Apostas do Paraná ganham na Mega-Sena

A aposta de Curitiba que levou R$ 127.017.606,25 no concurso 3.002 da Mega-Sena custou R$ 42. Outras apostas paranaenses acertaram e ganharam a quina, veja mais abaixo.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, o bilhete vencedor foi uma aposta simples com sete números, registrada na Loterias Anchieta, no bairro Bigorrilho.

Os números sorteados foram: 04 - 27 - 51 - 52 - 54 - 58.

Além do prêmio milionário, outras oito apostas do Paraná acertaram a quina e levaram prêmios entre R$ 34 mil e R$ 208 mil.

  • Castro: bolão. Levou R$ 34.683,44;
  • Curitiba: aposta com 7 números. Levou R$ 208.100,64;
  • Curitiba: aposta simples. Levou R$ 34.683,44;
  • Curitiba: bolão. Levou R$ 34.683,42
  • Pinhais: bolão. Levou R$ 69.366,87;
  • Quitandinha: aposta simples. Levou R$ 34.683,44;
  • Telêmaco Borba: aposta simples. Levou R$ 34.683,44;
  • Umuarama: aposta simples. Levou R$ 34.683,44.

O próximo sorteio da Mega-Sena será no sábado (2) e o prêmio estimado é de R$ 3,5 milhões.

 

 

Governador nomeia novos secretários de Cidades, Turismo e Planejamento

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou quinta-feira (30) as nomeações de Fernando Giacobo para a Secretaria de Estado das Cidades (Secid), Luciano Bartolomeu para a Secretaria de Estado do Turismo (Setu) e Clemeson Aparecido da Silva para a Secretaria do Planejamento (SEPL).

Fernando Giacobo é empresário e político. Natural de Pato Branco, ele é formado em Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos e tem trajetória consolidada na Câmara dos Deputados, onde exerce seu sexto mandato como deputado federal. Ao longo da carreira, foi eleito sucessivamente desde 2003.

Também ocupou funções de destaque na Mesa Diretora da Câmara, como 2º vice-presidente no biênio 2015-2017 e 1º secretário entre 2017 e 2019. Mais recentemente, exerceu a liderança da Minoria no Congresso Nacional, ampliando sua atuação na articulação política em nível federal.

À frente da Secretaria das Cidades, Giacobo terá a missão de dar continuidade às políticas de parceria com os municípios para investimentos em infraestrutura urbana. Um dos principais programas é o Asfalto Novo, Vida Nova, que já ultrapassa 550 quilômetros de vias pavimentadas e R$ 1,3 bilhão em investimentos, com mais de 3,5 mil ruas atendidas em cidades de todas as regiões.

Luciano Bartolomeu tem atuação voltada à gestão estratégica do setor de alimentação fora do lar. Graduado pela Universidade Positivo, exerce atualmente a função de diretor-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Paraná (Abrasel-PR), onde coordena a equipe administrativa e executiva da entidade.

Sua trajetória inclui experiência em consultoria e participação ativa na representação institucional do segmento, com presença em eventos e iniciativas voltadas ao fortalecimento do turismo no Estado, além de atuação em projetos de desenvolvimento e relacionamento com associados.

Na Secretaria do Turismo, Bartolomeu assume com o desafio de ampliar as políticas de fomento ao setor e fortalecer a atração de visitantes. O Paraná alcançou em 2025 o maior número de turistas internacionais da sua história, com mais de 1,06 milhão de visitantes, crescimento de 5,4% em relação ao recorde anterior, de 2019, e de 16,6% na comparação com 2024, reforçando o potencial de expansão da atividade no Estado.

Novo secretário do Planejamento, Clemeson Aparecido da Silva é advogado formado pelo CESCAGE (Centro Educacional dos Campos Gerais) em 2010, com especialização em Direito Processual Civil pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sua experiência profissional abrange a advocacia nas áreas trabalhista, cível e criminal, com especial ênfase em Justiça do Trabalho e Direito do Consumidor, além de assessoria parlamentar, na Câmara Municipal de Ponta Grossa (2006–2008), e docência universitária. Com perfil de liderança institucional e atuação social, foi ainda presidente da Associação de Portadores de Deformidades Faciais de Ponta Grossa entre 2007 e 2018.

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

 Combate: Paraná monitora arboviroses com sistema eficiente e de baixo custo

O combate às arboviroses no Paraná ganhou um aliado eficiente e estratégico que tem apresentado resultados práticos na saúde pública. Diferente das ações tradicionais de limpeza e monitoramento, a ovitrampa funciona como uma armadilha inteligente e de baixo custo. O sistema é formado por um vaso plástico preto preenchido com água, onde é inserida uma palheta de madeira áspera. Esse ambiente simula o local ideal para a reprodução do mosquito Aedes aegypti. Atraída pela água, a fêmea deposita seus ovos na palheta de madeira.

As armadilhas são instaladas em residências e comércios, distribuídas de forma homogênea, respeitando a distância de 300 a 400 metros entre elas. Após um período de cinco a sete dias, a equipe técnica municipal recolhe o material para análise.

“Desde 2019, a Sesa capacita as equipes de combate a endemias para utilizar e fazer o trabalho com as ovitrampas e, desta forma, fomos o primeiro Estado a estar 100% capacitado para o método que tem apresentado resultados bastante significativos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

“A ovitrampa não elimina o mosquito diretamente. Na prática, ela funciona como um sensor que possibilita o cálculo de índices mais precisos quanto à presença e quantidade do mosquito naquela região”, explicou o secretário.

Na análise das palhetas, que é feita em laboratório, é possível calcular a positividade, ou seja, a indicação da presença do mosquito, a densidade de ovos, que mede a quantidade de fêmeas depositando ovos na região e ainda determina a média geral de infestação do território. Com essas informações, é possível direcionar, com maior precisão, as ações práticas de controle vetorial.

MUDANÇA - O sistema de ovitrampas substitui o LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti) como principal metodologia de monitoramento do Aedes aegypti.

A diferença do LIRAa e das ovitrampas é que o LIRAa era realizado no máximo em ciclos de monitoramento bimestrais e a abrangência ocorria por amostragem de sorteio, o que levava a resultados momentâneos. Já a frequência das ovitrampas é quinzenal e abrange 100% do território urbano, gerando dados constantes.

Porém, o LIRAa permanece, com aplicação uma vez ao ano (entre outubro e novembro), como atividade complementar para identificar os tipos de criadouros predominantes no município, uma vez que esta metodologia busca encontrar de larvas do vetor nos depósitos presentes no ambiente.

CONTROLE - O monitoramento e controle dos mosquitos do gênero Aedes (A. aegypti e A. albopictus) previnem a circulação dos vírus que causam dengue, chikungunya, zika e até febre amarela urbana. Por isso, o monitoramento sistemático com as ovitrampas permite ao município determinar quais são as áreas de maior risco vetorial e assim priorizar as ações de controle do mosquito, que é a principal forma de prevenção das arboviroses.

Esta conduta inclui, no ambiente privado (residências, comércios, edifícios públicos, entre outros), a eliminação dos criadouros e, no domínio público, a oferta de coleta de lixo, saneamento e abastecimento regular de água. Monitoramento e controle do vetor, dentre outras ações, quando bem implementadas e executadas, permitem reduzir o número de casos de arboviroses.

 

 

 

 

Por - AEN

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