O inverno iniciou às 5h24 deste domingo (21) no Hemisfério Sul. A estação costuma ser a época mais fria e mais seca do ano no Paraná; entretanto, em 2026, terá volumes de chuva acima da média e temperaturas ligeiramente acima da média. É o que aponta o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).
Segundo o meteorologista Leonardo Furlan, massas de ar polar oriundas da Antártica e do sul da América do Sul vão favorecer quedas acentuadas de temperatura e a ocorrência de geadas no Paraná, principalmente nas regiões Sul, Centro-Sul, Sudoeste, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba.
No entanto, também há previsão de episódios de "veranicos", principalmente em agosto, quando são esperados períodos caracterizados por tempo seco e temperaturas elevadas para a época.
Até agora, a temperatura mais fria registrada neste ano no estado foi -2,4ºC no dia 11 de maio em Guarapuava, na região central do Paraná - onde a sensação térmica chegou a -7,5ºC.
Neste primeiro dia de inverno, a menor temperatura foi 4,2ºC, em Palotina, no oeste. Segundo o Simepar, ao longo do domingo (21) o sol vai predominar e as temperaturas vão subir, com máximas próximas dos 20ºC na maioria das regiões. No noroeste e oeste, os ventos se intensificam a partir da tarde e as rajadas podem superar 40 km/h em algumas cidades, apontam os meteorologistas.
El Ñino no Paraná
O Simepar destaca que em 2026 o inverno será influenciado pelo El Ñino, fenômeno meteorológico de larga escala. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos confirmou neste mês que as condições do El Niño já estão presentes no Oceano Pacífico equatorial.
Os dados constatados pela NOAA apontam que a temperatura da superfície do mar já está acima de 0,5°C desde maio, e as previsões apontam que essa temperatura seguirá subindo. Além da superfície, o aquecimento também ocorre nos primeiros 200 metros de profundidade.
O fenômeno vai se intensificar gradativamente e atingir o ápice entre a primavera e o verão 2026/2027 do Hemisfério Sul, segundo o Simepar.
"O oceano e a atmosfera funcionam como um sistema acoplado. Quando os ventos alísios enfraquecem, as águas quentes do Pacífico se deslocam em direção à costa oeste da América do Sul. Esse aquecimento altera a circulação da atmosfera e modifica padrões de chuva e tempestades em várias partes do planeta. O El Niño aumentará no Paraná a frequência de chuvas e sistemas frontais, ocasionará menor amplitude térmica, mais ocorrências de nevoeiros e geadas menos generalizadas”, detalha o órgão.
Com isso, a previsão para o inverno de 2026 é de que a amplitude térmica diminua ao longo de julho, o frio diminua ao longo de agosto e as temperaturas fiquem ligeiramente acima da média no fim da estação, em setembro. A chuva ficará acima da média histórica durante todo o período, com volumes crescentes até a primavera, finaliza o Simepar.
Duas apostas do Paraná acertaram 5 dos 6 números sorteados neste sábado (20) no concurso 3021 da Mega-Sena e foram premiadas.
Uma foi feita em Ponta Grossa (Campos Gerais), na loteria Princesa dos Campos II, e outra em Colorado (norte do estado), pela internet. Os dois jogos foram simples, ou seja, custaram R$ 6, e levaram R$ 30.910,50 cada.
No total, 65 apostas acertaram cinco números e foram premiadas com R$ 30,9 mil, 3.942 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 840,14, e uma aposta acertou os seis números e levou o prêmio principal, de R$ 39.427.096,38. Ela foi feita em Nova Iguaçu (RJ).
As dezenas sorteadas neste concurso foram: 16 - 19 - 22 - 24 - 46 - 58.
O próximo sorteio está agendado para terça-feira (23) e tem o prêmio principal estimado em R$ 3,5 milhões.
A Mega-Sena tem três sorteios semanais: às terças, às quintas e aos sábados, sempre às 21h.
É possível apostar em qualquer lotérica do país ou pela internet, no internet banking da Caixa Econômica Federal ou no site ou app das Loterias Caixa, que podem ser acessados por celular, computador ou outros dispositivos.
Para concorrer, é necessário ter mais que 18 anos de idade.
A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 6. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e mais chances de faturar
A campanha de atualização de rebanhos está na reta final. Há apenas 11 dias da finalização da ação, o número de explorações com o cadastro atualizado no Estado chegou a 67%. Todos os produtores e proprietários de animais de produção, sejam estes de corte, leite ou postura, destinados ao comércio ou à subsistência, devem ser contabilizados junto à Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). O prazo final para atualizar as informações é 30 de junho.
A iniciativa é da Adapar, mas conta com a parceria de diversas instituições relacionadas à agropecuária paranaense.
Os produtores e proprietários de rebanhos das mais de 182 mil propriedades rurais com cadastro ativo na Adapar que não fizerem a atualização estão sujeitos a autuações, multas e não poderão movimentar seus animais, uma vez que ficam impedidos de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA). A guia é um documento oficial e federal obrigatório para o trânsito intra e interestadual de ovos férteis e embrionados e de animais destinados à cria, recria, engorda, reprodução, abate e participação em eventos de concentração.
É por meio da documentação que os serviços de defesa agropecuária fazem o controle e o rastreio de animais no Estado. Isso evita a introdução de doenças que colocam em risco a população – por serem zoonoses, podendo atingir humanos –, além de causar prejuízos aos produtores, afetando diretamente a economia e o acesso a mercados internacionais.
O chefe do Departamento de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, afirma que a adesão dos produtores é crucial para a manutenção de um trabalho efetivo no combate a estas doenças. “Essa atualização dos cadastros é importante para que a Adapar possa desenvolver políticas públicas para vigilância e prevenção das principais doenças que estão ocorrendo dentro e fora do Brasil”, diz o veterinário.
Segundo ele, é preciso saber onde os animais estão e a distribuição deles no Estado, o que contribui para um trabalho preventivo em relação às principais doenças com impacto tanto na saúde pública quanto na economia do Paraná. “Entre elas, a febre aftosa, a peste clássica africana e própria influenza viária”, acrescenta.
AÇÕES DESTA EDIÇÃO – Além da divulgação dos prazos em veículos de comunicação especializados e nas redes sociais, a Adapar desenvolveu ações de contato direto com o produtor com as famílias que possuem animais destinados à subsistência. Estão sendo feitas visitas nas propriedades em diversas regiões do Estado.
Além disso, ações voltadas à educação sanitária estão sendo desenvolvidas de forma frequente pelos fiscais e assistentes de fiscalização agropecuária dos escritórios locais da agência espalhados por todo o território paranaense. Os servidores, além das visitas nas propriedades, também ministraram palestras em escolas da rede pública de ensino localizadas em assentamentos e regiões rurais.
COMO ATUALIZAR – A atualização é simples e pode ser feita de forma online, no site da Adapar, ou pelo aplicativo Paraná Agro (Play Store ou AppStore). Quem prefere informar sobre seus animais presencialmente deve comparecer no escritório da Adapar mais próximo, em sindicatos rurais ou nos escritórios de atendimento municipais.
Por - AEN
O Paraná será o primeiro estado brasileiro a incluir conteúdos de seguridade e previdência social na grade curricular obrigatória das escolas públicas. A iniciativa será implementada por meio do Programa Jovem Previdente, desenvolvido pela Paranaprevidência como parte de suas ações de Educação Previdenciária. A iniciativa será lançada oficialmente em 30 de junho no Colégio Estadual Guaíra, em Curitiba.
Para ampliar o alcance do programa em todo o Estado, a Paranaprevidência firmou um termo de cooperação técnica com a Secretaria de Estado da Educação (Seed) e a Escola de Gestão do Paraná (EGPR). A parceria permitirá levar o conteúdo aos estudantes da rede estadual de ensino, alcançando inicialmente os alunos do 3º ano do Ensino Médio.
Somente em 2026, a expectativa é atender mais de 120 mil estudantes. Ao longo dos cinco anos de vigência mínima do acordo, cerca de 620 mil jovens deverão participar da iniciativa.
"É uma ação inédita no Brasil. Levar noções de previdência para toda a garotada do 3º ano do ensino médio. Vamos falar de previdência pública, complementar e de planejamento para o futuro. A ideia da Paranaprevidência é fazer um trabalho de educação previdenciária também com os professores, que serão multiplicadores desse conhecimento junto aos alunos. É um passo importante para fortalecer a cultura previdenciária entre os jovens", afirmou o diretor-presidente da Paranaprevidência, Felipe José Vidigal.
“A educação precisa dialogar com os desafios reais que os estudantes vão encontrar ao longo da vida. Entender como funciona a previdência, quais são os seus direitos e como planejar o futuro é um conhecimento tão importante quanto muitos dos conteúdos tradicionais da escola”, destacou o secretário de Estado da educação, Roni Miranda.
FORMAÇÃO PARA O FUTURO – O Programa Jovem Previdente foi concebido a partir da constatação de que grande parte da população brasileira, especialmente os jovens, possui pouco conhecimento sobre o funcionamento do sistema previdenciário e sobre a importância do planejamento para o futuro.
Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC), intitulado Ações Educativas para a Formação da Cultura Previdenciária de Jovens Aprendizes, identificou baixo nível de conhecimento dos jovens brasileiros em temas relacionados à educação financeira e previdenciária.
Ao promover o aprendizado desses conteúdos ainda na educação básica, o programa busca formar cidadãos mais conscientes sobre seus direitos e deveres previdenciários, contribuindo para a sustentabilidade de um sistema baseado nos princípios da contribuição e da solidariedade.
COMO FUNCIONA – O conteúdo programático será dividido em módulos que abordarão a história da previdência, o funcionamento do sistema previdenciário brasileiro e as diferenças entre os regimes geral, próprio e complementar. Também serão trabalhadas noções de planejamento previdenciário e educação financeira.
O material foi desenvolvido pela equipe de Educação Previdenciária da Paranaprevidência, com acompanhamento pedagógico da Escola de Gestão do Paraná. Os conteúdos ficarão disponíveis na plataforma da instituição e contarão com videoaulas, materiais em PDF e apostilas destinadas aos professores.
Os educadores participantes poderão receber certificação como multiplicadores de conhecimento na área previdenciária. O programa também contará com uma história em quadrinhos sobre conceitos básicos de previdência, que será distribuída aos estudantes participantes.
Além da atuação junto à rede estadual de ensino, os materiais produzidos poderão beneficiar outros públicos interessados no tema, ampliando o acesso da sociedade a informações sobre previdência e proteção social.
GESTÃO E CIDADANIA – A Educação Previdenciária integra uma das dimensões avaliadas pelo Pró-Gestão RPPS, programa nacional de certificação da qualidade da gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social.
O Jovem Previdente também está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente aos objetivos 4 (Educação de Qualidade) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes), ao ampliar o acesso ao conhecimento e fortalecer a relação entre a administração pública e a sociedade.
O acumulado dos cinco primeiros meses de 2026 registra nova queda dos principais índices de criminalidade no Estado do Paraná, atingindo mais um recorde histórico desde o início da série integrada de registros, em 2007. Os homicídios tiveram uma redução de mais de 10% no período de janeiro a maio de 2026 no comparativo com os mesmos meses de 2025, que já havia sido recorde. O número de casos entre janeiro e maio caiu de 519 em 2025 para 466 este ano, segundo dados do Centro de Análise, Planejamento e Estatística da Secretaria da Segurança Pública do Estado do Paraná (Sesp).
Na comparação com os primeiros cinco meses de 2018, quando foram 859 registros, a queda para 2026 chama ainda mais a atenção: 46% de redução. E no comparativo com o mesmo período de 2024 (735 casos), este ano de 2026 teve uma diminuição de mais de 36% no número de homicídios dolosos. Outro ponto importante é que 250 municípios do Paraná não registraram homicídios nos cinco primeiros meses deste ano, o que representa mais de 62% das cidades do estado. No ano passado, eram 240 municípios sem registros nesse mesmo período.
“Toda vida salva é importante. E se compararmos os anos, em 2026 já foram 53 vidas salvas. Essa redução contínua dos índices criminais é resultado de uma política de atuação das forças de segurança que vem dando certo, com mais integração, inteligência e investimento no efetivo, em estrutura e em equipamentos. Um combate que começa contra as organizações criminosas, atacando a sua logística, o fluxo financeiro e a cadeia de comando em grandes operações como a realizada no dia 15 de junho, com mais de 550 mandados de prisão, busca e apreensão”, ressalta o secretário da Segurança Pública do Paraná, Saulo Sanson.
CRIMES PATRIMONIAIS – A quantidade de roubos no Paraná também teve uma redução bastante significativa nos primeiros cinco meses de 2026. De janeiro a maio de 2025 haviam sido 6.482 ocorrências em todo o estado e este ano foram 5.104, ou seja, uma queda de mais de 21%. Na comparação com 2024 (8.085 casos) a diminuição é de 37% e frente a 2018 (25.846 ocorrências) chega a mais de 80% a redução.
No caso dos roubos de veículos, os números também têm uma redução histórica: de 685 casos registrados de janeiro a maio de 2025, o número total caiu para 520 no mesmo período deste ano. Uma queda de mais de 24%. Nos primeiros cinco meses de 2024 haviam sido 949 casos, o que significa uma redução de mais de 45% para 2026. E no mesmo período foram 3.563 casos de roubos de veículos em 2018, apontando uma diminuição de mais de 85% para 2026.
Isso significa que o Paraná tem menos de 15% de roubos de automóveis hoje do que tinha em 2018. De cada 20 carros que eram roubados naquele período, hoje são proporcionalmente apenas três. Na conta final foram 3.043 carros que deixaram de ser roubados no estado nos cinco primeiros meses de 2026 graças à firme atuação das forças de segurança.
Por - AEN
O balanço do Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), divulgado nesta quinta-feira (18), aponta que as temperaturas durante o outono de 2026 no Estado ficaram dentro da média, e os volumes de chuva acima dos acumulados históricos na maior parte do território paranaense. A estação teve vários registros de granizo, os primeiros registros de geada e as temperaturas mais baixas do ano até o momento.
O outono começou em 20 de março de 2026. No trimestre, as temperaturas mínimas, geralmente registradas no amanhecer, ficaram dentro a acima da média em toda a faixa norte do Paraná e na Região Metropolitana de Curitiba. A temperatura mais baixa foi -2,4°C, às 7h do dia 11, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava. A sensação térmica chegou a -7°C em General Carneiro na mesma data, devido ao vento na região.
Já as temperaturas máximas, que geralmente ocorrem à tarde, ficaram dentro a ligeiramente abaixo da média, principalmente na faixa norte e na região de Antonina, no Litoral. A temperatura mais alta registrada pelas estações do Simepar no Paraná no outono de 2026 foi em 30 de março, em Capanema: 38,7°C.
Na maior parte do Paraná, a média entre as máximas e mínimas no trimestre do outono ficou dentro da média histórica. Ficaram um pouco abaixo as temperaturas médias da região de Foz do Iguaçu, e ligeiramente acima em Cruzeiro do Oeste, Telêmaco Borba, União da Vitória e Guaratuba.
Com relação às chuvas, o volume ficou acima da média histórica em toda a faixa norte do Paraná, bem como nos Campos Gerais. Na Região Metropolitana de Curitiba os ficaram dentro a ligeiramente acima da média, assim como no Centro-Sul e no Oeste. Apenas no Sudoeste e na parte sul do Litoral os volumes de chuva no trimestre ficaram abaixo da média histórica.
MÊS A MÊS - Em março, muitas massas de ar seco atuaram sobre o Paraná. As temperaturas mínimas, máximas e médias ficaram dentro a acima da média em todo o Estado. Entre as 47 estações meteorológicas do Simepar com mais de seis anos de operação, apenas oito atingiram o volume de chuva histórico para o mês de março.
Em abril, foram registrados vários dias consecutivos sem chuva e, quando choveu, os volumes foram altos o suficiente para que a maioria das estações ultrapassassem a média histórica para o período. Ficaram abaixo, ou muito perto da média histórica de chuvas para abril, somente 13 estações. As temperaturas médias ficaram dentro a acima da média histórica. Uma nuvem funil foi classificada pelo Simepar em Cascavel no dia 19 de abril. Os primeiros registros de geada do ano ocorreram em 28 de abril.
Em maio, entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas nove registraram volumes de chuva abaixo da média histórica para o mês. Em 18 estações, o volume médio histórico de chuva foi atingido nos primeiros dez dias do mês.
Por -AEN


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