Após a passagem de uma frente fria que trouxe chuva volumosa para o Paraná no fim de semana, o risco de tempestades diminuiu e a prepicitação aos poucos enfraquece no Estado. Depois da chuva, chega uma massa de ar frio. De acordo com o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), as temperaturas terão declínio até a quarta-feira (16) e depois voltam a subir gradativamente.
Os maiores volumes de chuva de sexta-feira (11) foram registrados nas estações do Simepar que ficam em Antonina (86,8 mm), Curitiba (62,8 mm) e Ponta Grossa (60,6 mm). No sábado (12), os maiores acumulados ocorreram em Morretes (89,2 mm), Cerro Azul (76,8 mm) e Antonina (65 mm). No domingo (13) a chuva ficou menos volumosa, e os maiores valores foram em Guaraqueçaba (42,6 mm) e Maringá (40,6 mm).
Com a chuva deste fim de semana, antes mesmo da metade do mês, 31 estações meteorológicas do Simepar já ultrapassaram a média climatológica para setembro. Ainda não atingiram a média somente as estações que ficam em Capanema, Cascavel, Cianorte, Cruzeiro do Iguaçu, Foz do Iguaçu, Guaíra, Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Palmas, Distrito de Horizonte, em Palmas, Palotina, Pato Branco, Santa Helena, São Miguel do Iguaçu, Toledo e Ubiratã.
INSTÁVEL - O tempo segue instável no Paraná nesta segunda-feira (14). Pancadas de chuvas isoladas continuam ocorrendo, principalmente no Noroeste, Norte, região Central, Campos Gerais e Leste. Como a chuva será persistente ao longo do dia nestas regiões, provocará acumulados no fim do dia mais significativos.
A segunda começou com temperaturas mínimas na casa dos 8°C no Sul, Centro-Sul e Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Já nas regiões Oeste e Noroeste do Estado, o dia iniciou em torno dos 15°C e 16°C. À tarde, as máximas na região Sul e RMC não devem passar dos 15°C, enquanto no Norte e Noroeste os termômetros chegam a 22°C.
As áreas de instabilidade que atuavam sobre as regiões de Adrianópolis e Cerro Azul perderam força e se dissiparam. No momento, há nebulosidade mas sem registro de chuva nos municípios. Nesta região, o acumulado de segunda-feira ficará abaixo dos 10 mm.
SEMANA - Na terça-feira (15), o tempo segue instável, principalmente na madrugada, no Noroeste e Norte do Estado, nas cidades que fazem divisa com São Paulo. A chuva prevista é de intensidade mais fraca e de forma isolada. Ao longo do dia, estas áreas de chuva se afastam do Paraná em direção ao Sudeste do Brasil.
O dia começa com temperaturas mais amenas, principalmente no Centro-Sul, Sul e RMC, onde os termômetros registram valores abaixo dos 10°C. No Oeste e Noroeste, o dia amanhece com valores entre 15°C e 16°C. À tarde, entre o Sul e a RMC, os termômetros não devem passar dos 18°C, enquanto no Interior chegam aos 24°C.
Na quarta-feira (16), não há previsão de chuva em grande parte do Paraná. Apenas na região da Serra do Mar e nas praias, devido à circulação dos ventos do oceano, mantém-se maior cobertura de nuvens, com registro de chuvas fracas e isoladas ao longo do dia.
O amanhecer novamente será gelado nas cidades próximas à divisa com Santa Catarina, onde os termômetros devem registrar temperaturas abaixo dos 5°C, com possibilidade para a formação de geada. À tarde, o sol predomina em todas as regiões, com temperaturas máximas chegando à casa dos 20°C no Sul, Centro-Sul e RMC, e aos 27°C no Oeste e Noroeste.
O tempo segue estável na maior parte do Estado na quinta-feira (17). Novamente, apenas entre a Serra do Mar e o Litoral, segue a presença da nebulosidade com chuvas fracas e isoladas ao longo do dia. A quinta começa com temperaturas mínimas próximas dos 10 °C no Sul, Centro-Sul e RMC, enquanto no Oeste e Noroeste os termômetros registram 15°C a 16°C no amanhecer. No período da tarde, com o sol predominando nestes setores, as temperaturas chegam aos 21°C no Sul e na RMC, e aos 28°C no Oeste e Noroeste.
O Simepar já monitora o retorno das chuvas ao Paraná a partir da próxima sexta-feira. Novos boletins serão emitidos.
Por - Simepar
A Ponte da Integração Jaime Lerner entra em uma nova etapa de funcionamento nesta segunda-feira (14). Pela primeira vez, carros de passeio de moradores da região de fronteira estão autorizados a utilizar a ligação entre Foz do Iguaçu, no Paraná, e Presidente Franco, no Paraguai.
A abertura, no entanto, ainda não é geral. A circulação dos veículos ocorre das 7h às 13h e está restrita a moradores de Foz do Iguaçu, Cidade do Leste, Presidente Franco e Hernandarias.
Para fazer a travessia, há uma exigência importante: todas as pessoas dentro do carro precisam possuir o Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço (DTVF). A regra inclui motorista, passageiros, crianças e adolescentes. Se apenas uma pessoa estiver sem a documentação, o veículo não poderá atravessar pela Ponte da Integração.
Além do DTVF, é necessário portar documento pessoal válido para a viagem internacional. A carteira de fronteiriço não substitui a identidade ou o passaporte.
Quem ainda não pode passar
Nesta fase, a abertura não contempla pedestres, ciclistas e motociclistas. Vans e micro-ônibus também permanecem fora da autorização.
Táxis igualmente não podem utilizar a nova ponte. Segundo as orientações da Polícia Federal, a restrição ocorre porque todos os passageiros precisariam possuir o DTVF. Como táxis podem transportar turistas e moradores de outras cidades, o serviço não está incluído nesta etapa de funcionamento.
Onde solicitar o documento
Moradores de Foz do Iguaçu que pretendem utilizar a Ponte da Integração devem solicitar o documento de fronteiriço às autoridades migratórias paraguaias, em Cidade do Leste. O custo informado é de aproximadamente R$ 205.
Já moradores de Cidade do Leste, Presidente Franco e Hernandarias que pretendem fazer a travessia devem buscar a regularização junto à Polícia Federal brasileira.
Quem estiver com a documentação regular também poderá utilizar a Ponte da Integração em um sentido e retornar pela Ponte Internacional da Amizade.
Funcionamento ainda é gradual
Inaugurada em dezembro de 2025, a Ponte da Integração opera de maneira gradual, com diferentes etapas de liberação do tráfego. A autorização para carros de passeio representa mais um avanço no funcionamento da segunda ligação rodoviária entre Foz do Iguaçu e o Paraguai.
Nas primeiras horas desta segunda-feira, a movimentação ainda era tranquila. A expectativa é de que o fluxo aumente à medida que os moradores conheçam as regras e obtenham a documentação necessária.
Movimento pode ser acompanhado ao vivo pelo Catve.com
Quem quiser conferir as condições de tráfego na Ponte da Integração pode acompanhar a movimentação ao vivo pelo Catve.com. Uma câmera instalada na nova ligação internacional mostra em tempo real o fluxo entre Brasil e Paraguai.
A Ponte da Integração faz parte da rede de monitoramento ao vivo do portal. O Catve.com disponibiliza imagens de mais de 20 pontos, incluindo também a Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu, além de rodovias e locais estratégicos do Paraná.

As imagens permitem ao usuário verificar a movimentação antes de sair de casa e acompanhar, em tempo real, como está o trânsito nas principais ligações da região.
Por - Catve
O Gabinete de Gestão Integrada se reuniu, na manhã deste domingo (13), no Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), em Curitiba, para avaliar os impactos dos eventos climáticos que atingiram o Paraná e definir as ações de resposta e apoio às regiões afetadas. Coordenado pela Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), o grupo concentrou atenção especial na situação de União da Vitória e de municípios do Vale do Ribeira, além de alinhar a atuação dos órgãos mobilizados para o atendimento às ocorrências e às comunidades atingidas.
Segundo a atualização da Defesa Civil, 58 municípios foram atingidos pelos temporais, com 64 ocorrências registradas. Ao todo, 13.762 pessoas foram afetadas, sendo 2.057 desalojadas e 362 desabrigadas. Também foram registradas 2.640 casas danificadas. Entre os municípios mais afetados estão União da Vitória, Cerro Azul e Adrianópolis. Em Adrianópolis, os impactos das chuvas deixaram o município isolado por terra, e as equipes da força-tarefa trabalham para estabelecer o acesso por via aérea e por embarcações.
“As nossas forças de segurança estão preparadas com inteligência para prestar atendimento às pessoas afetadas pelas chuvas. O Gabinete de Gestão Integrada segue monitorando constantemente os efeitos climáticos que possam ocorrer”, afirmou o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Hudson Teixeira.
A partir da avaliação do cenário, foram definidas medidas para o acompanhamento das áreas afetadas, a mobilização de efetivo, equipamentos e estruturas de atendimento e o apoio aos municípios que necessitarem de auxílio. A atuação considera também a previsão meteorológica para os próximos dias e a possibilidade de novas ocorrências.
O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) permanece de prontidão para atendimento nas regiões afetadas e pode ser acionado conforme a necessidade. O Gabinete de Gestão Integrada acompanha a situação nesses locais e os efeitos dos eventos climáticos nos demais municípios do Estado.
O Gabinete de Gestão Integrada reúne forças de segurança e demais órgãos envolvidos na resposta aos eventos climáticos. A estrutura permite o compartilhamento de informações, a definição de prioridades e o acionamento coordenado dos recursos disponíveis para atendimento às regiões afetadas.
Desde o início do ano, a Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) coordena uma atuação multiagências de preparação para os impactos de eventos climáticos no Estado, a partir das primeiras previsões relacionadas ao fenômeno El Niño. O trabalho envolve o levantamento de capacidades, recursos e estruturas disponíveis, além da realização de treinamentos de Sistema de Comando de Incidentes, reuniões de alinhamento e simulados conjuntos.
A preparação envolve a Polícia Militar do Paraná (PMPR), o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), a Defesa Civil, a Sanepar, a Secretaria de Estado da Saúde, o Exército Brasileiro, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Rodoviária Estadual e outros órgãos com capacidade de resposta a emergências. O trabalho antecipado permite organizar o emprego de equipes, equipamentos e demais recursos, além de definir previamente os fluxos de comunicação e acionamento entre as instituições.
Com a atual situação climática, essa estrutura de atuação integrada é utilizada para orientar a resposta nas regiões afetadas, avaliar a necessidade de novos acionamentos e direcionar recursos de acordo com a situação de cada município.
O Simepar mantém o acompanhamento das condições meteorológicas. A previsão indica possibilidade de chuva no domingo (13), porém de forma mais intermitente e sem a mesma intensidade das tempestades registradas anteriormente. A redução mais significativa deve ocorrer entre segunda-feira (14) e terça-feira (15), com a entrada de uma massa de ar frio no Estado.
A Secretaria de Estado da Saúde também mantém a rede de atendimento preparada para eventual intensificação do cenário. As equipes do Samu, os serviços de resgate das rodovias e a rede hospitalar permanecem em prontidão, com planejamento para o deslocamento rápido do socorro e a disponibilização de insumos, medicamentos e soro.
O Exército Brasileiro também está integrado às ações, com planejamento, contatos e equipes preparadas para eventual acionamento, conforme a necessidade identificada pelo Gabinete de Gestão Integrada.
A partir do CICCR, o cenário permanece sendo monitorado de forma integrada, com acompanhamento das condições meteorológicas e das ocorrências registradas nos municípios. As informações subsidiam a tomada de decisões e o direcionamento dos recursos conforme a necessidade de cada região.
O Gabinete de Gestão Integrada permanecerá em atuação por dez dias, acompanhando a evolução dos eventos climáticos e a necessidade de novas medidas de resposta e apoio aos municípios.
A Defesa Civil orienta a população a realizar o cadastro no serviço de SMS pelo número 40199, enviando o CEP da residência. Também é possível receber informações e orientações preventivas pelo WhatsApp, pelo número (61) 2034-4611, mediante o envio da localização.
Por - Simepar
Nos últimos dias, o Paraná foi assolado por tempestades que provocaram diversos estragos em diferentes regiões do estado.
Parte da "culpa" é do El Niño, que historicamente está associado a chuvas acima da média na Região Sul, com aumento na frequência de eventos meteorológicos severos como vendavais intensos, precipitação de granizo, inundações e enxurradas e, por consequência, deslizamentos de terra.
A intensificação do fenômeno já era prevista; segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) ele já é considerado forte e pode ficar ainda mais nas próximas semanas.
Segundo o órgão, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica Americana (NOAA) concluiu que o El Niño já deixou a temperatura em 1,8°C acima da média na área de referência para monitoramento; ou seja, na região do Pacífico equatorial, o que impacta na atmosfera global.
"Até o verão 2026/2027, o Paraná poderá ter maior frequência de períodos com chuva acima da média, com possibilidade de concentração de volumes elevados em poucos dias. [...] Há probabilidade acima de 90% de que o evento seja categorizado como muito forte entre a primavera e o verão no Brasil. Entre outubro e dezembro deste ano, há 75% de chance de que ele seja o mais forte de todos os El Niños já registrados desde 1950. O pico do fenômeno será entre novembro e janeiro, quando as previsões da NOAA apontam que a temperatura da superfície do mar fique 2,9°C acima da média".
Com este cenário climático, o Simepar aponta previsão de chuva acima da média concentrada em poucos dias, o que aumenta o risco de temporais severos, granizo, raios, enxurradas e cheias repentinas, saturação do solo e movimentos de massa no Paraná.
Apesar da previsão de chuva acima da média para todas as regiões, os prognósticos indicam que os maiores desvios devem ocorrer nas regiões Centro-Sul, Sul, Oeste e Sudoeste.
"Apesar do El Niño influenciar o comportamento de precipitação e temperatura no Paraná, indicando meses e estações do ano em que estas variáveis fiquem bem distantes das médias históricas, o Simepar ressalta que o acompanhamento diário e contínuo das previsões do tempo e suas atualizações são indispensáveis, pois os períodos específicos em que os episódios de chuva irão ocorrer dependem dos tipos de sistemas atuantes na região (frentes frias, sistemas de baixa pressão ou sistemas semiestacionários, por exemplo)".
📍O que o El Niño já provocou no Paraná?
O Simepar destaca que o El Niño já vem demonstrando impactos no Paraná desde o início do inverno, somado a fenômenos como frentes frias, cavados, sistemas de baixa pressão, jatos de baixos níveis e sistemas convectivos, por exemplo.
Em agosto, entre as 47 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas três registraram chuva abaixo da média: Cianorte, Maringá e Apucarana. Os registros de chuva foram os maiores para o mês de agosto desde a instalação das estações meteorológicas do Simepar em Fazenda Rio Grande, em 2009, em Laranjeiras do Sul, em 2017, e no Distrito de Horizonte, em Palmas, em 2019.
Em julho, somente quatro estações meteorológicas do Simepar registraram volume de chuva abaixo da média histórica para o mês: Antonina, Cerro Azul, Guaratuba e Guaraqueçaba. Nas outras quarenta e uma estações, o volume de chuva superou a média, com alguns registros históricos.
Os 311 mm de chuva em julho de 2026 na estação meteorológica de Palmas, por exemplo, foi a maior marca para o mês desde a instalação da estação na cidade, há 28 anos. Também registraram o maior volume de chuva para julho, em 2026, as estações que ficam em Altônia (maior volume de chuva desde 2018); em Cianorte (desde 2017); em Cornélio Procópio (desde 2019); em Cruzeiro do Iguaçu (desde 2022); em Foz do Iguaçu (desde 2017); e em Ubiratã (desde 2018).
Em junho, o cenário foi parecido. Entre as mesmas estações, apenas uma registrou volume de chuva abaixo da média histórica para o mês: a que fica na Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba, teve 10,2 mm a menos do que o valor médio para o período.
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Alagamento em União da Vitória, no sul do Paraná — Foto: RPC
🌎O que é o El Niño
O El Niño - Oscilação Sul (ENOS) é um fenômeno que ocorre na região do Oceano Pacífico equatorial e nas áreas próximas, caracterizado por variações anômalas na temperatura da superfície do mar e na circulação atmosférica.
"É um dos fenômenos climáticos mais importantes da Terra devido a sua capacidade de alterar a circulação atmosférica global e, como consequência, influenciar o comportamento da temperatura do ar e da precipitação em vastas áreas da Terra por períodos que vão de vários meses a anos", diz o Simepar.
O El Niño é a componente oceânica deste fenômeno, e corresponde ao aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial em relação à média climatológica.
Os dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica Americana (NOAA) mostram que o El Niño se fortaleceu no último mês e a temperatura já está 1,4°C acima da média na principal área monitorada. A temperatura da água do mar da camada até 200 metros de profundidade do Oceano Pacífico equatorial central e oriental também está muito acima da média climatológica em uma ampla área.
"Já a Oscilação Sul corresponde à componente atmosférica do ENOS e está relacionada com as variações na pressão atmosférica ao nível do mar entre o Oceano Pacífico tropical oeste e leste. Já são observadas mudanças na direção dos ventos na baixa e alta atmosfera (áreas entre 10 km da superfície da Terra, e até 1,5 km)".
Por - G1
Um bolão e outras nove apostas simples feitas no Paraná acertaram cinco números no concurso 3057 da Mega-Sena, realizado na manhã deste domingo (13).
O bolão foi registrado em uma lotérica de Laranjeiras do Sul, na região Central do estado. A aposta tinha nove números e foi dividida em 40 cotas. O prêmio total foi de R$ 127.490,80.
Ao todo, o Paraná teve dez apostas premiadas com cinco acertos. Veja outras cidades ganhadoras abaixo.
Os números sorteados foram: 02 - 04 - 16 - 21 - 48 - 53
Nenhuma aposta acertou os seis números e o prêmio acumulou para R$ 95 milhões. O sorteio ocorre na próxima terça-feira (15).
- Cianorte: aposta simples. Levou R$ 31.872,72;
- Cianorte: aposta simples. Levou R$ 31.872,72;
- Curitiba: aposta simples. Levou R$ 31.872,72;
- Curitiba: aposta simples. Levou R$ 31.872,72;
- Curiúva: aposta simples. Levou R$ 31.872,72;
- Lapa: aposta simples. Levou R$ 31.872,72;
- Laranjeiras do Sul: bolão. Levou R$ 127.490,80;
- Londrina: aposta simples. Levou R$ 31.872,72;
- Ponta Grossa: aposta simples. Levou R$ 31.872,72;
- São José dos Pinhais: aposta simples. Levou R$ 31.872,72;
Como apostar na Mega-Sena
A Mega-Sena tem três sorteios semanais: às terças, às quintas e aos domingos.
É possível apostar em qualquer lotérica do país ou pela internet, no internet banking da Caixa Econômica Federal ou no site das Loterias Online, que podem ser acessados por celular, computador ou outros dispositivos.
Para concorrer, é necessário ser maior de idade.
Uma família de Prudentópolis, cidade da região central do Paraná, ficou ilhada no teto do próprio carro ao tentar passar por uma estrada rural que estava alagada.
A situação aconteceu na manhã deste sábado (12), na localidade de São Pedro.
As três pessoas foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros. Na sequência, o carro foi empurrado até a área onde a água não chegou.
Ninguém se feriu.
De acordo com a Defesa Civil, inundações começaram a ser registradas em Prudentópolis ainda na sexta-feira (11).
Em todo o estado, 51 cidades tiveram ocorrências registradas devido aos temporais desde quarta-feira (9). Relatório do órgão emitido às 16h deste sábado (12) indica que pelo menos 13,4 mil pessoas foram afetadas.
Telefones para emergências
Em caso de emergências, informações devem ser consultadas junto à Defesa Civil (telefone 199), e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Problemas relacionados a cortes no fornecimento de energia e quedas de postes devem ser relatados à Copel (telefone 0800 51 00 116).
Os paranaenses também podem receber no próprio celular alertas e informações da Defesa Civil do Paraná sobre risco de mau tempo na própria região: basta enviar um SMS com o CEP da região para o número 40199. A Defesa Civil responde com mensagem de confirmação do cadastro e a partir deste momento a pessoa passa a receber alertas periódicos sobre as situações de maior gravidade no local indicado.
Como se proteger
A Defesa Civil do Paraná disponibiliza diversas dicas de como se proteger em temporais. Uma delas é evitar atravessar áreas alagadas. O órgão destaca que, se for muito necessário, deve-se atentar para o seguinte:
- Não tente atravessar vias com água acima da metade da roda (observe outros carros) e mantenha sempre a rota da rua sem fazer desvios, evitando buracos escondidos na margem;
- Ande em 1° marcha e devagar sem jamais trocar de marcha dentro d’água, mantendo a aceleração constante, por volta dos 2.500 giros, para evitar que entre água pelo escapamento e o carro apague;
- Mantenha distância do carro da frente, pois, se o mesmo apagar, você tem a opção de fazer uma rota alternativa;
- Se o carro morrer, não tente fazê-lo pegar. Solicite ajuda e, se possível, retire-o do local onde está parado, para que a água não entre no veículo causando panes;
- Se não houver como movê-lo, não espere dentro do carro o volume de água diminuir, pois, na maioria das vezes, a tendência é aumentar e você poderá ficar preso ao veículo, sem poder sair. Veja a maneira mais segura de fazê-lo, se
- necessário aguarde por socorro sobre o carro;
- Tente estacionar em regiões mais altas. Se o nível da água atingir o batente inferior da porta é hora de abandonar o veículo. Com água acima das rodas, o carro começa a boiar e fica sem controle. Se alcançar as janelas, ocorre o
- bloqueio das portas, impedindo a saída e dificultando o resgate;
- Se não for possível abandoná-lo, chame por socorro (ligue 193 ou 199) e aguarde no teto do veículo.
Por G1

























