4º melhor do País: Paraná abre ano com saldo positivo de 18,3 mil postos de trabalho

O Paraná iniciou o ano de 2026 com saldo positivo de 18.306 novos postos de trabalho formais registrados em janeiro, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado equivale a 16,3% de todas as 112.334 vagas abertas no Brasil no período. Divulgado nesta terça-feira (03) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o número coloca o Paraná com o 4º melhor resultado do País e muito próximo dos três primeiros.

Somente Santa Catarina (19.000), Mato Grosso (18.731) e Rio Grande do Sul (18.421) aparecem à frente do Paraná, sendo que a diferença com o primeiro colocado é de apenas 694 vagas. Já em relação a São Paulo (16.451), Goiás (10.733) e Minas Gerais (7.425), próximos na lista, as distâncias são mais significativas, de 1.855, 7.573 e 10.881, respectivamente.

“Esse resultado demonstra o dinamismo da nossa economia, aliado a um bom cenário proporcionado pelo Estado para quem quer investir e empreender, gerando emprego, renda e dando mais dignidade para o povo paranaense”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O melhor programa social que existe é o emprego, por isso incentivamos a vinda de novas empresas, fazendo do Paraná referência no País em empregabilidade.”

O saldo paranaense em janeiro é resultado de 178.199 admissões e 159.893 desligamentos no período. Com exceção do comércio, os demais setores tiveram saldo positivo na geração de postos de trabalho. Serviços registrou 9.859 novas vagas de emprego preenchidas no mês de janeiro, seguido pela construção, com 5.447; indústria, com 4.692; e agropecuária, com 515.

O Caged também traz o acumulado dos últimos 12 meses, referente a fevereiro de 2025 até o primeiro mês de 2026. Foram 81.931 novos postos de trabalho no período de um ano na série com ajuste. O estoque de vagas do Paraná foi de 3,3 milhões no mês de janeiro.

SALÁRIO – O Caged apresenta também o salário médio de admissão em janeiro. O Paraná obteve a sexta colocação nesse item, com vencimentos de R$ 2.343,75. Os líderes neste quesito foram São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Mato Grosso e Distrito Federal.

BRASIL – Em todo o País, foram criados 112.334 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro. O resultado é a diferença entre 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos registrados no mês. Com isso, são mais de 48,5 milhões de vínculos formais ativos. Em nível regional, 18 das 27 Unidades da Federação tiveram saldo positivo.

DESEMPREGO EM BAIXA – O Paraná também fechou 2025 com o menor índice de desemprego da história, com 3,2%, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com uma força de trabalho de 6,47 milhões (pessoas empregadas ou em busca de emprego), 6,26 milhões estavam ocupadas, enquanto que apenas 205 mil estavam desocupadas no quarto trimestre do ano passado.

 

 

 

 

Por - AEN

 Paraná retira eletrônicos e celulares do regime de Substituição Tributária

O Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefa) e Receita Estadual, retira da Substituição Tributária (ST) o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações com eletrônicos, eletroeletrônicos, eletrodomésticos, aparelhos celulares e cartões inteligentes. Os decretos oficiais, com efeitos retroativos para 1º de março, devem ser publicados nos próximos dias.

A medida atende ao pedido efetuado pelo Estado do Paraná no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), formalizado pelos Protocolos ICMS nº 2 e 3 e pelo Convênio ICMS nº 24, que promoveram alterações nas regras de substituição tributária entre os estados.

“Estamos promovendo uma atualização importante no modelo de tributação desses produtos, alinhando o Paraná às diretrizes nacionais e preparando o Estado para a transição da Reforma Tributária. A medida reduz distorções, melhora o ambiente de negócios e fortalece a competitividade do varejo paranaense”, afirma o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara.

O QUE MUDA – A retirada da ST integra o processo de modernização do sistema tributário estadual e está alinhada à transição para a Reforma Tributária. O objetivo é eliminar a sistemática de antecipação do imposto com base em margens de valor agregado presumidas, um modelo em que o ICMS é recolhido antecipadamente pela indústria ou importador considerando um preço final estimado pelo Fisco.

Com o fim da ST para esses produtos, o imposto passa a incidir sobre o valor real da venda ao consumidor final. Na prática, o recolhimento deixa de ser concentrado na etapa inicial da cadeia e passa a ocorrer no momento da venda pelo varejista, dentro do regime normal de apuração do ICMS.

A retirada da ST desses segmentos acompanha uma tendência observada em diferentes unidades da federação, que vêm revendo regimes de substituição tributária para simplificar a conformidade fiscal e adequar a tributação às novas diretrizes nacionais previstas para 2026.

 

 

 

 

Por - AEN

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