OVNI no Paraná: sobrevivencialista faz expedição ao local onde avistamento aconteceu e filma detalhes de região desabitada

O professor de sobrevivência Luciano Tigre, que há anos trabalha com expedições a áreas de difícil acesso, foi até a região de serra onde o influenciador digital Mayk Leão filmou, dando zoom da varanda de casa, o que acredita ser um Objeto Voador Não Identificado (OVNI). A área fica em uma propriedade privada de Campo Largo, na Grande Curitiba, na qual Luciano conseguiu acesso por conhecer os proprietários.

A expedição de Luciano foi nessa quarta-feira (3), durante o dia. Quando chegou ao cume, ele filmou detalhes do local de cima para baixo, evidenciando que a região é totalmente desabitada, cercada de mata fechada e sem estradas. 

Na gravação ele mostrou a distância do local até a casa de Mayk, em um ângulo oposto ao que o influenciador estava em 31 de maio, dia do avistamento que viralizou.

 

"Meu objetivo era ver as possibilidades, como pessoas com lanternas, luzes, drone agrícola, balão ou sei lá mais o que."

 

Da esquerda para direita: professor aponta para local do avistamento, perto de paredão; depois, aponta para a casa de Mayk; por fim, da zoom para mostrar a distância da casa — Foto: Imagens cedidas/Luciano Tigre

Da esquerda para direita: professor aponta para local do avistamento, perto de paredão; depois, aponta para a casa de Mayk; por fim, da zoom para mostrar a distância da casa — Foto: Imagens cedidas/Luciano Tigre

Enquanto fazia o trajeto, Luciano também gravou o que encontrou ao longo do caminho. Disse ter achado muitos animais, principalmente cobras, além de um terreno acidentado, com buracos fundos.

Do alto, chamou a atenção dele o fato de que algumas copas de árvores estão com coloração diferente, parecendo queimadas. Ele pontuou, entretanto, que a cena ser um processo natural pelo qual diversas espécies passam durante o outono/inverno.

Antes de ir ao local, Luciano contou que se preparou com materiais de segurança que profissionais da área usam. Ele reforçou que a região é perigosa, de difícil acesso e recomendou que as pessoas não tentem ir ao espaço sozinhas, destacando que ele tinha autorização para estar lá.

Professor de sobrevivência filmou árvores que parecem queimadas na região onde influenciador flagrou luzes piscando em formato circular — Foto: Imagens cedidas/Luciano Tigre

Professor de sobrevivência filmou árvores que parecem queimadas na região onde influenciador flagrou luzes piscando em formato circular — Foto: Imagens cedidas/Luciano Tigre

 

"Não pode ir emocionado. Tô indo porque eu conheço o local, o proprietário, rota facilitada por conta de acesso. Depois tem a 'pauleira' de entrar no mato e saber o que tá fazendo. O local é bem fechado, tem que tomar um certo cuidado. A galera olha e ‘ó, lá vai o emocionado’. Não pode ser assim. Eu trabalho com sobrevivência."

 

  
 
Mayk Leão acredita ter filmado OVNI em área rural de Campo Largo — Foto: Redes sociais

Mayk Leão acredita ter filmado OVNI em área rural de Campo Largo — Foto: Redes sociais

 

Professor foi ao local sem falar com o influenciador 

Depois de sair da mata, Luciano publicou um vídeo explicando que optou por não informar ao influenciador que tentaria fazer o trajeto, segundo ele, por uma questão de respeito. Ele repudiou o assédio que o influenciador tem denunciado nas redes. Na quarta-feira (3), Mayk publicou que pessoas estão indo até a casa dele sem autorização e disse que muitas delas insistem para tentar entrar na chácara, mesmo sabendo que a propriedade de Mayk não tem conexão com o local do avistamento.

"Não vou divulgar os locais para não interferir na privacidade e atividades do Mayk jamais. O que eu tô fazendo aqui não tem nada a ver com buscar 'hype' ou instigar qualquer pessoa a vir fazer o que eu tô fazendo. Local selvagem, perigoso."

Nos comentários das publicações de Luciano, Mayk agradeceu a iniciativa do professor.

 

"Muito obrigado por isso. Realmente da minha casa e inviável ir aí. Parabéns pela coragem. Imagino o trabalho pra entrar nessa mata. Que Deus te abençoe."

 

Professor de sobrevivência foi até o local onde influenciador acredita ter visto OVNI, no Paraná — Foto: Imagens cedidas/Luciano Tigre

Professor de sobrevivência foi até o local onde influenciador acredita ter visto OVNI, no Paraná — Foto: Imagens cedidas/Luciano Tigre

 

Desde o flagrante, Mayk saltou de 40 mil seguidores para mais de dois milhões em uma única rede social. Em entrevista ao g1 na terça-feira (2), ele afirmou que não desacreditava de OVNIs ou seres extraterrestres, mas não pensava muito a respeito. Depois do que aconteceu, ele acredita que realmente presenciou algo de outro planeta.

 "Deu uma sensação de muita impotência, mas ao mesmo tempo de 'uou, o que tá acontecendo na minha casa?' Minha mente tá muito... Com os sons que eu escutei, o barulho daquela comunicação que eu escutei na mata. Os estalos. Parece que isso está na minha cabeça. É como se eu tivesse recebido algo, não escutado. Algo que veio."

Após o caso de Mayk viralizar, a Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou que, no dia 31 de maio, "nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos". Disse, ainda, que "o controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade".

Mayk Leão em entrevista ao g1 dois dias após os registros que fez — Foto: Reprodução/RPC

Mayk Leão em entrevista ao g1 dois dias após os registros que fez — Foto: Reprodução/RPC

 

Onde e como tudo aconteceu

 
  Os registros de Mayk foram feitos na zona rural. A propriedade fica em uma área isolada, acessada por uma estrada de terra, em uma região com pouca infraestrutura – não há água encanada, por exemplo, nem sinal de celular (apenas wifi).
 

Ele estava em casa, mas o objeto flagrado ficou pairando em uma zona de mata fechada, em outra localidade do entorno que pode ser vista da varanda do influenciador, a uma distância de pelo menos três quilômetros.

A região em que o objeto foi visto é cortada por um rio, que fica dentro de uma propriedade privada. Por isso o espaço não pode ser acessado a qualquer momento. Ele contou que nunca foi ao local e não sabe quem é o proprietário.

Mapa mostra distância entre casa de Mayk Leão e local do avistamento, em outra propriedade — Foto: g1

Mapa mostra distância entre casa de Mayk Leão e local do avistamento, em outra propriedade — Foto: g1

Naquele domingo, ele disse que percebeu os bichos agitados durante a manhã. Por conta do comportamento deles, resolveu recolher os animais e, por proteção, se armou com um arco e flechas que guarda em casa. Ele vive no local com 280 bichos, entre cães, galinhas, cabras e cavalos. Inicialmente, acreditou que a casa estava sendo rondada por uma onça.

Depois, foi para uma região de mata da chácara para ver se encontrava algo. Ao chegar na divisa da propriedade, viu a cerca elétrica derrubada. Naquele momento, ele ouviu barulhos que o assustaram. Mayk tem dificuldade de descrever o som, mas acredita que soou como tons metálicos sobrepostos e feitos por um único emissor.

"Gravei dois stories do som. Era como se fosse um estalo, um rugido, algo assim. Aí retornei pra casa, fiquei aqui olhando. Isso já era de tardezinha. Logo em seguida já começou aqui em cima, que acho que todo mundo ficou meio pensativo, que é o som de catraca, em cima da minha casa. Como se fosse um navio, um barco muito grande. Até ali eu tinha achado que eu tava meio louco, mas tava gravando, igual eu falei, pelo menos a galera tava escutando aquilo ali."

A cena do que ele acredita ser uma nave extraterrestre foi gravada poucas horas após o susto dos bichos. De longe ele viu luzes circulares piscando na serra, que pode ser vista da sacada. As luzes, ele lembra, não estavam nem alto demais a ponto de superar o morro, nem muito baixas a ponto de encostarem no chão.

As imagens, gravadas à noite e com zoom máximo de um iPhone 15, ficaram pixeladas e levantaram suspeitas de muitas pessoas nos comentários. Ele garante que não há edições no material. Aconselhado por uma seguidora, ele resolveu desenhar o que viu para não esquecer.

"Eu acredito que ficou muito tempo ali, entre 20 e 40 minutos. Os stories, se você for ver na sequência, dá uns 20 minutos o tempo que ficou aceso, na verdade, porque lá ficou muito tempo. Ele apagou, sumiram aquelas luzes. [...] Depois que apagou eu continuei aqui fora, a galera [seguidores] continuou conversando comigo... Aí, quando eu saí, tava terminando de passar em cima da casa. Era algo muito grande. Aí que eu fiz o desenho. Extraordinário."

 

Mayk Leão desenhou o que viu. — Foto: Andrei Cunico/RPC

Mayk Leão desenhou o que viu. — Foto: Andrei Cunico/RPC

 

 

 

 

 

 

POr - G1/RPC

Motorista que salvou homem de atropelamento em ferrovia do PR afirma ter pavor de trem desde criança: 'Fui instrumento de Deus'

A motorista que salvou um homem de ser atropelado em uma ferrovia de Apucarana no Norte do Paraná, nesta quarta-feira (3), afirmou que tem pavor de trens desde criança. Mesmo assim, Karla França agiu rapidamente quando viu João Dakizuki, de 55 anos, caído nos trilhos.

Com a ajuda de outra pessoa, ela conseguiu tirá-lo dos trilhos oito segundos antes da passagem do trem. Uma câmera de segurança filmou o momento. Assista acima.

 "Eu fui instrumento mesmo de Deus, porque eu jamais faria isso. Meu esposo sabe, ele não passa na linha do trem quando o trem está vindo, porque eu tenho muito medo, muito medo. E é medo de chorar, de dar crise de ansiedade", a professora relatou.

Em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo, Karla contou que, antes de tudo acontecer, estava observando de dentro do carro a caminhada do homem, que tem dificuldades de locomoção e usa um andador. A professora estava com a filha no veículo, a caminho da escola e aguardava para seguir o trajeto, atrás de outro automóvel.

Quando viu que o homem caiu nos trilhos, apesar do medo de trem, a reação dela foi correr para ajudá-lo.

 "Quando eu vi, ele já estava com os braços dando pra mim, com aquele olhar bem apavorado [...] Minha reação foi só puxar ele dali [...] Essa força não veio de mim. Uma porque eu não teria força para arrastar esse homem e outra por conta do meu trauma mesmo", disse a Karla.

Ela conta que nunca entendeu como adquiriu o medo, pois não se lembra de ter passado por nenhuma situação traumática que pudesse ser um motivo. Karla diz que, inclusive, já comentou sobre a fobia com psicólogos, mas não encontrou uma resposta para o pavor que sente.

Ela garante que o acontecimento desta semana vai ficar marcado na memória.

"Consigo entender que foi um ato bom, um ato heroico, mas eu ainda tenho medo da cena. Eu só tremia e chorava, não conseguia entender o que estava acontecendo. O barulho da buzina do trem ficou por muito tempo", contou a professora.

 

Como o resgate aconteceu

 

Karla puxou João dos trilhos 8 segundos antes do trem passar. — Foto: Auto Elétrica Labraza

Karla puxou João dos trilhos 8 segundos antes do trem passar. — Foto: Auto Elétrica Labraza

 

O incidente aconteceu na quarta-feira (3). Às 13h39, João se desequilibrou ao caminhar com o andador por cima da passagem de nível da Rua Hermes da Fonseca.

Karla, então, percebeu o acidente e abandonou a condução do carro para correr até ele. Ao mesmo tempo, o maquinista acionou as buzinas para alertar os pedestres sobre a aproximação do trem.

A mulher alcançou o homem quando o horário da câmera marcava 13:39:26. Depois de puxá-lo e garantir que ele estava na calçada, fora dos trilhos, o trem passou, às 13:39:34, pelo local em que o homem estava caído.

Faltando dois segundos para a passagem, outro condutor também foi até eles e conseguiu colocar o homem de pé na calçada.

 "Eu vi ele passando assim bem instável, com o andador, até a hora que ele pisou na linha do trem. Eu via que ele tremia bastante. Ele tava usando um sapato muito grande. Eu acredito que isso ajudou ele a acabar caindo ali", ela lembra.

O homem resgatado é aposentado e estava vendendo latinhas que havia coletado. Ele não se feriu.

Karla lembra que a primeira reação foi sair do carro e puxar o homem. — Foto: Auto Elétrica Labraza

 

Empresa orienta população

A Rumo, concessionária da ferrovia, informou em nota que a orientação é que a população mantenha distância dos trens, mesmo que estejam parados. Leia na íntegra:

"A concessionária esclarece que os maquinistas sempre utilizam a buzina para alertar os pedestres e motoristas sobre a aproximação do trem. A medida é norma de segurança obrigatória. Em relação ao caso mencionado, não houve configuração de acidente e consequente registro de ocorrência.

A empresa reforça a orientação para que a população sempre mantenha distância segura dos trens, parados ou em movimento. Para realizar uma travessia segura nas passagens em níveis, é importante redobrar sempre a atenção aos sinais sonoros e visuais. Vale ressaltar que um trem mesmo após acionar os freios de emergência, não consegue parar de imediato devido ao peso e tamanho da composição".

 
 
 
 
 
 
 
 
POr - G1
Jojups começa nesta sexta em 12 municípios e reúne 15,6 mil jovens atletas

A 38ª edição dos Jogos da Juventude do Paraná (Jojups) começa nesta semana com a realização da fase regional em 12 municípios paranaenses. Promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Esporte, a competição reunirá 15,6 mil atletas e dirigentes de 302 municípios, distribuídos em 995 equipes.

As disputas serão realizadas em duas etapas: de 5 a 7 de junho e de 19 a 21 de junho. Os participantes competem nas modalidades de futsal, basquete, handebol, voleibol e vôlei de praia, buscando uma vaga na fase macrorregional da competição.

As cidades-sede desta etapa são Fazenda Rio Grande, Carambeí, Santo Antônio da Platina, Rolândia, Astorga, Cianorte, Mamborê, Guaraniaçu, Dois Vizinhos, Irati, Terra Roxa e Marumbi. Ao longo dos próximos dias, os municípios receberão delegações de diversas regiões do Estado, movimentando também setores como comércio, turismo e serviços.

TURISMO - Para o supervisor estadual dos Jogos da Juventude do Paraná, Agnaldo Luiz Baldo, a competição representa muito mais do que a disputa esportiva. “É uma engrenagem gigantesca que mexe com a economia local, com o turismo e, claro, com a saúde e a formação da nossa juventude. Estamos prontos para entregar um evento de excelência”, afirmou.

Segundo Baldo, os Jojups refletem o trabalho desenvolvido pelos municípios na formação esportiva de crianças e adolescentes. “É o esporte paranaense mostrando a sua pluralidade e a força do trabalho de base que os municípios realizam”, destacou.

O supervisor também ressaltou a parceria entre o Estado e as cidades-sede para a realização da competição. “Realizar um evento desse tamanho só é possível graças a duas grandes forças: o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria do Esporte, e a parceria fundamental das 12 cidades-sede que prepararam suas estruturas com muito carinho para acolher os visitantes”, disse.

PROFISSIONAL - Além de promover a integração entre os municípios, os Jogos da Juventude são considerados uma das principais portas de entrada para o esporte de rendimento no Paraná, contribuindo para a descoberta e o desenvolvimento de novos talentos.

As equipes campeãs de cada modalidade na fase regional garantem classificação para a fase macrorregional, que será disputada entre os dias 13 e 16 de agosto.

Os resultados, classificações, cronogramas e demais informações sobre a competição estão disponíveis no Portal da Secretaria de Estado do Esporte.

 

 

 

 

 

Por - AEN

Operação Bioma Seguro termina com R$ 3,8 milhões em multas por diversos crimes ambientais

O Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), divulgou nesta quarta-feira (3) o resultado da Operação Bioma Seguro, que fiscalizou ações de pesca predatória, desmatamento ilegal e uso irregular da água. A força-tarefa ocorreu entre os dias 22 e 29 de maio em seis municípios das regiões Central e Centro-Sul do Paraná: Guarapuava, Porto Barreiro, Rio Bonito do Iguaçu, Laranjeiras do Sul, Quedas do Iguaçu e Virmond.

Ao todo, foram lavrados 57 Autos de Infração Ambiental (AIA), com a aplicação de R$ 3.827.305,00 em multas. Houve, ainda, o embargo para regeneração de uma área de 51,72 hectares, o equivalente a 72 campos de futebol.

Rio Bonito do Iguaçu, cidade do Centro-Sul do Paraná que foi atingida por um tornado no início de novembro de 2025, concentrou quase metade das ocorrências (28), seguido de Porto Barreiro (12), Guarapuava (8), Laranjeiras do Sul (4), Quedas do Iguaçu (4) e Virmond (1).

“O objetivo de operações como essa é intensificar o monitoramento e controle de atividades potencialmente causadoras de impacto ao meio ambiente. Foram mais de 80 vistorias, em diversos municípios, que desencadearam quase R$ 4 milhões em multas por danos ambientais”, destacou a diretora de Licenciamento e Outorga do IAT, Ivonete Coelho da Silva Chaves.

Entre as principais irregularidades verificadas durante a operação estão o corte de vegetação sem autorização; utilização de poço sem outorga para o uso da água; captação de água acima do permitido; e beneficiamento de madeira oriunda de espécie ameaçada de extinção. Um único proprietário, de Rio Bonito do Iguaçu, foi autuado em R$ 857 mil por diferentes crimes contra o meio ambiente.

“Há instrumentos essenciais para a conservação do meio ambiente, como a outorga para o uso da água, que precisam ser respeitados como forma de garantir o uso sustentável dos recursos naturais”, afirmou Ivonete.

CRIME – Quem pratica o desmatamento ilegal está sujeito a penalidades administrativas previstas na Lei Federal nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais) e no Decreto Federal nº 6.514/08 (Condutas Infracionais ao Meio Ambiente). O responsável também pode responder a processo por crime ambiental.

O valor arrecadado com as infrações é repassado integralmente ao Fundo Estadual do Meio Ambiente. A reserva financeira tem como finalidade financiar planos, programas ou projetos que objetivem o controle, a preservação, a conservação e a recuperação do meio ambiente, conforme a Lei Estadual 12.945/2000.

COMO AJUDAR – A denúncia é a melhor forma de contribuir para minimizar cada vez mais os crimes contra a flora e a fauna silvestres. O principal canal do Batalhão Ambiental é o Disque- Denúncia 181, o qual possibilita que seja feita uma análise e verificação in loco de todas as informações recebidas do cidadão.

No IAT, a denúncia deve ser registrada junto ao serviço de Ouvidoria, disponível no Fale Conosco, ou nos escritórios regionais. É importante informar a localização e os acontecimentos de forma objetiva e precisa. Quanto mais detalhes sobre a ocorrência, melhor será a apuração dos fatos e mais rapidamente as equipes conseguem realizar o atendimento.

 

 

 

 

 

POr - AEN

Paraná ultrapassa 2 milhões de doses aplicadas contra a gripe e ocupa 5º lugar no Brasil

O Paraná já aplicou 2.007.462 vacinas contra a gripe este ano, ocupando o 5º lugar entre os estados que mais vacinaram em números absolutos, ficando atrás do Rio de Janeiro (2.082.039 doses aplicadas), Rio Grande do Sul (2.311.183), Minas Gerais (4.048.311) e São Paulo (7.516.839). Os dados são do Vacinômetro do Ministério da Saúde, atualizados nesta quarta-feira (3).

A cobertura vacinal do Paraná entre os grupos prioritários (idosos, gestantes e crianças de seis meses a menores de seis anos) é de 43,40%, acima da média nacional que está em 39,45% e ocupando a 7ª posição no País, atrás de Alagoas (44,59%), Ceará (44,69%), Minas Gerais (44,76%), Rio Grande do Sul (44,99%), Paraíba (45,16%) e Piauí (48,42%). A meta é atingir 90% deste público, somando 2.960.260 paranaenses destes três grupos.

O Paraná seguirá vacinando os grupos prioritários. “Nosso principal objetivo é utilizar as doses que temos para imunizar os grupos prioritários e garantir que essa população mais vulnerável esteja protegida para a chegada do inverno e consequentemente de maior circulação dos vírus respiratórios”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

Em relação à cobertura vacinal dos grupos prioritários, as gestantes foram as que mais se vacinaram até agora, com 54.642 doses aplicadas, num percentual de 55,58% de cobertura, seguidas pelos idosos com 967.554 doses aplicadas e 46,33% de cobertura e crianças com 262.631 doses aplicadas e 33,95% de cobertura.

“Essa baixa adesão, especialmente entre o público infantil, é preocupante porque demonstra que ainda há uma certa resistência nos pais ou responsáveis em vacinar essas crianças. Por isso, reforçamos que as vacinas são seguras, e protegem”, ressaltou César Neves.

Além dos grupos de maior risco, estão elencados como público-alvo para vacinação: profissionais de saúde, puérperas, professores dos ensinos básico e superior e trabalhadores de saúde da educação, povos indígenas, pessoas em situação de rua, integrantes das forças de segurança e de salvamento, militares das Forças Armadas.

Também estão incluídos indivíduos com doenças crônicas ou condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e de longo curso, portuários, funcionários do sistema penitenciário e a população privada de liberdade, incluindo jovens sob medidas socioeducativas entre 12 e 21 anos.

Até agora, o Paraná recebeu 3.841.780 doses do imunizante. O quantitativo recebido pelo Estado ainda não representa a totalidade do grupo prioritário estimado pelo Ministério da Saúde, que soma 4.815.445 paranaenses. “Seguiremos trabalhando em parceria com os municípios para ampliar o acesso à vacinação e alcançar o maior número possível de pessoas dos grupos prioritários”, disse o secretário.

 

 

 

 

Por - AEN

feed-image
SICREDI 02