O Paraná tem para todas as regiões do Estado. As oportunidades, que podem ser consultadas nas Agências do Trabalhador, contemplam diferentes áreas de atuação e níveis de escolaridade, ampliando as chances para quem busca o primeiro emprego ou uma recolocação no mercado de trabalho.
Entre as funções com maior número de vagas estão Alimentador de Linha de Produção (5.802 vagas), Abatedor (1.419), Operador de Caixa (869) e Faxineiro (605).
Na Região Metropolitana de Curitiba, são 4.305 oportunidades, com destaque para Alimentador de Linha de Produção (300), Auxiliar de Logística (248), Operador de Telemarketing Ativo e Receptivo (239) e Operador de Caixa (236). Na Agência do Trabalhador de Curitiba são 462 vagas abertas, principalmente para atendente de lojas, faxineiro e servente de obras.
As demais vagas estão distribuídas em todas as regionais do Estado. Cascavel lidera com 5.136 oportunidades, seguida por Campo Mourão (2.633), Foz do Iguaçu (2.192), Pato Branco (1.916), Maringá (1.762) e Londrina (1.686). Também há ofertas em Guarapuava (711), Umuarama (626), Paranaguá (531), Ponta Grossa (228) e Jacarezinho (146).
Além das vagas operacionais, há oportunidades que exigem qualificação técnica ou ensino superior, como psicólogo, fonoaudiólogo, mecânico de refrigeração, professor de creche, analista de faturamento, assistente de licitação, entre outros.
Os interessados podem procurar a Agência do Trabalhador mais próxima ou acessar os canais digitais para consultar as vagas disponíveis e agendar atendimento.
por - AEN
Um menino de 12 anos ficou gravemente ferido na tarde desta sexta-feira (10), em Guarapuava, após ser atropelado por uma caminhonete na faixa de pedestres de uma rotatória. A condutora do veículo, uma mulher de 29 anos, não possui Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Câmeras de segurança registraram o momento em que duas crianças atravessavam a rua pela faixa de pedestres. Uma delas conseguiu passar ilesa, mas a outra foi atingida pelo veículo. Quando o SAMU chegou ao local, o menino apresentava rebaixamento do nível de consciência e sangramento intenso pelas vias aéreas. Ele sofreu traumatismo craniano, precisou ser intubado ainda no local e foi encaminhado à UTI para avaliação de um médico neurologista e possível cirurgia. Seu estado de saúde atual não foi divulgado.
O teste do bafômetro foi realizado na motorista na presença de uma advogada e não indicou consumo de álcool. Ela foi encaminhada à delegacia para prestar esclarecimentos. O proprietário do veículo foi multado por permitir que uma pessoa sem habilitação conduzisse o automóvel.
A Polícia Civil e a perícia foram acionadas para apurar as circunstâncias do atropelamento.
João Vitor Rodrigues foi condenado a 60 anos de reclusão pelo Tribunal do Júri por matar Marley Gomes de Almeida, de 53 anos, e a neta dela, Ana Carolina Almeida Anacleto, de 11 anos, em Jataizinho, no norte do Paraná. A sentença, proferida pela juíza Camila Covolo de Carvalho no dia 31 de janeiro e divulgada na última sexta-feira (10), também fixou cinco meses de detenção e 820 dias-multa. O réu foi condenado por duplo latrocínio e fraude processual, e optou por não recorrer da decisão.
Os crimes ocorreram na madrugada do dia 22 de março de 2025. Segundo as investigações, João Vitor pulou a janela da residência de Marley e, após furtar aproximadamente R$ 100 de sua bolsa, percorreu outros cômodos da casa em busca de objetos de valor. No quarto, encontrou a avó e a neta dormindo.
Conforme consta na sentença, ele imobilizou as duas vítimas, amarrando-as de costas. Levou Ana Carolina ao banheiro e matou Marley com duas facadas no pescoço. Em seguida, buscou a criança e a assassinou da mesma forma, colocando-a sentada no chão do quarto. Após os crimes, limpou toda a casa e os corpos para apagar impressões digitais, fugiu pelo mesmo muro e levou a faca e o dinheiro. Toda a ação durou cerca de duas horas.
Os corpos foram encontrados pelo filho de Marley, que foi até a residência fazer uma visita. Avó e neta estavam deitadas na cama, cobertas por um edredom, com lenços amarrados no pescoço. Na parede, ao lado dos corpos, havia uma mensagem escrita com sangue: "Deculpa mae". De acordo com o delegado responsável pelo caso, Vitor Dutra, o recado era direcionado à mãe do autor e ao filho de Marley, com quem João Vitor tinha amizade.
A Polícia Civil colheu 37 depoimentos ao longo da investigação. João Vitor passou a ser investigado por ter histórico criminal e residir próximo à casa das vítimas. Na época do crime, ele cumpria pena por tráfico de drogas na Cadeia Pública de Assaí e havia sido liberado temporariamente.
Ao retornar ao presídio, ligou para a mãe e confessou os assassinatos, dizendo não aguentar o peso do que havia feito. A mãe o denunciou à polícia. Ele foi preso em maio de 2025 e, posteriormente, confessou formalmente o crime na delegacia. Desde então, está recolhido na cadeia pública de Londrina.
Antes da confissão de João Vitor, outro homem, de 42 anos, havia sido preso temporariamente por aparecer em imagens de câmeras de segurança próximo à residência das vítimas no dia do crime. Ele chegou a ser espancado por moradores do bairro após as imagens circularem nas redes sociais. Ficou detido por 43 dias até que as investigações confirmassem sua inocência, após a confissão do real autor. Foi solto no dia 9 de maio de 2025.
A advogada Bruna Cirilo informou que João Vitor está ciente da condenação e optou conscientemente por não interpor recurso, assumindo as consequências jurídicas de seus atos. Em nota, a defesa destacou que sua atuação foi pautada na legalidade e na garantia dos direitos constitucionais do réu, e manifestou respeito à dor dos familiares das vítimas.
O empresário Celso Fruet, de 72 anos, foi condenado a mais de 16 anos de prisão por aplicar um golpe de cerca de R$ 20 milhões contra agricultores no oeste do Paraná. Dono de uma cerealista em Campo Bonito, ele foi responsabilizado por 124 crimes de estelionato e ao pagamento de uma multa de R$ 959 mil.
Fruet está preso desde novembro de 2025, quando foi localizado pela Polícia Civil em Francisco Beltrão, após ficar quatro meses foragido.
Segundo o Ministério Público, o empresário recebeu e armazenou a produção de soja, milho e trigo de mais de 100 produtores rurais, mas não repassou os valores após a venda dos grãos.
As investigações apontam que, mesmo após vender a cerealista para uma cooperativa da região, em junho do ano passado, Fruet continuou negociando com agricultores sem informar sobre a venda. Ele seguia recebendo a produção, mas não realizava os pagamentos.
A reportagem procurou a defesa do empresário e o advogado respondeu que acredita haver um equívoco na sentença e a pena é desproporcional. A defesa irá recorrer à decisão.
Como funcionava o golpe
A cerealista de Fruet recolhia grãos de agricultores locais havia cerca de 30 anos. Segundo a investigação, ele atraía produtores oferecendo valores acima do mercado.
“Se a saca custava R$ 100, ele pagava R$ 104 ou R$ 105”, explicou a delegada Raiza Bedim, responsável pela investigação.
No fim de julho de 2025, o empresário sumiu após esvaziar os silos da empresa. Quando agricultores chegaram ao local, encontraram o prédio sem grãos, sem computadores e sem funcionários. A equipe foi informada de que a cerealista havia sido vendida e que Fruet havia deixado a cidade.
A polícia afirma que ele tinha sido investigado anteriormente por estelionato em Capanema e Virmond, com o mesmo modo de atuação.
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Cerealista é investigada por aplicar golpe em agricultores — Foto: RPC
Produtores relatam prejuízo
Entre as vítimas está a família de Marilete Pagani, que tinha 320 sacas de soja armazenadas na cerealista, cerca de R$ 38 mil. O dinheiro seria usado para pagar o tratamento do pai, que tem Alzheimer e Parkinson.
“Ficamos em desespero. A gente confiava, contava com aquilo ali. De repente, você perde tudo o que tinha. É uma revolta bem grande”, disse.
Por G1/RPC
A prevenção contra a meningite começa cedo e faz toda a diferença na vida das crianças. No Paraná, a alta cobertura, com milhares de doses aplicadas, é o resultado do trabalho das equipes de saúde e da adesão das famílias paranaenses. A vacinação permanece como a defesa mais importante contra essa doença que se manifesta rapidamente e pode causar complicações graves.
Em 2025, a cobertura da vacina meningocócica C atingiu 95,63% no Estado, conforme dados preliminares. Em 2026, os números parciais indicam um desempenho ainda mais expressivo – 97,9%, considerando os registros até março. Nos três primeiros meses do ano, foram aplicadas 62.554 doses em crianças menores de 1 ano e 30.872 doses de reforço em crianças de 1 ano.
O Ministério da Saúde estabelece a meta de 95% de cobertura vacinal para as vacinas contra a meningite, assim como para várias outras doenças imunopreveníveis, como sarampo e poliomielite.
Os dados preliminares indicam uma redução nos casos e óbitos por meningite no Paraná em 2026, nas primeiras semanas epidemiológicas (SE 01 a 10), em relação ao mesmo período de 2025. Os registros passaram de 233 para 175 casos, uma queda de 33,4%. Já os óbitos diminuíram de 9 para 5, o que representa uma redução de cerca de 80% , reforçando o impacto das estratégias de prevenção e vacinação no Estado.
O secretário de Estado da Saúde, César Neves, destaca que a vacinação é fundamental para proteger a população, especialmente as crianças, contra doenças graves como a meningite. “Nosso papel é garantir que a informação e a vacina cheguem a quem precisa. Quando falamos de meningite, estamos falando de uma doença séria, e a prevenção por meio da vacinação precisa ser prioridade para todos nós”, disse.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça que manter a carteira de vacinação atualizada é essencial para proteger as crianças e evitar a circulação de doenças imunopreveníveis, como a meningite.
A meningite meningocócica é considerada uma das formas mais graves da doença e pode evoluir para sepse (infecção generalizada), com risco de morte e possibilidade de sequelas permanentes. Evoluindo para uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, a doença pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou outros agentes infecciosos.
PROTEÇÃO COMPLETA – O Programa Nacional de Imunização (PNI) disponibiliza gratuitamente, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), vacinas que protegem contra diferentes agentes causadores da meningite. A BCG é aplicada logo após o nascimento. As vacinas meningocócicas, como a meningo C e a ACWY, são aplicadas nos primeiros meses de vida e têm reforços na infância e adolescência.
Outras vacinas importantes são a pentavalente, aplicada aos 2, 4 e 6 meses, e a pneumocócica 10, administrada aos 2 e 4 meses, com reforço no primeiro ano de vida.
Por- AEN
Enquanto a população ao Leste do Paraná vivencia temperaturas mais amenas, tempo nublado e chuviscos, no Oeste os paranaenses encontram dias de predomínio de sol e temperaturas próximas dos 30°C no período da tarde.
De acordo com o Simepar, o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, um sistema de baixa pressão influenciará o tempo no Estado neste fim de semana, e justamente nestas regiões que estão mais quentes há previsão de tempestades no sábado (11) e domingo (12).
As características de outono começaram a ficar mais aparentes no Paraná. A amplitude térmica, ou seja, a diferença entre a temperatura mínima e a máxima, ficou maior nos últimos dias: o amanhecer ficou mais gelado, enquanto as temperaturas máximas seguiram altas no período da tarde.
Na quinta-feira (09) as estações meteorológicas do Simepar em Assis Chateaubriand e Guarapuava registraram suas temperaturas mais baixas de 2026 até o momento: 15,4°C e 11,2°C, respectivamente. Nesta sexta-feira (10), mais recordes de temperatura mínima foram registrados em Francisco Beltrão (11,8°C), Palmas (8,8°C), Toledo (12,4°C), Pinhão (10,3°C) e União da Vitória (11,9°C).
Nenhuma delas, entretanto, alcançou a temperatura mais baixa já registrada em 2026 no Paraná até o momento, entre as estações do Simepar: 8°C em General Carneiro, no dia 14 de março. Além destas cidades, outras registraram temperaturas abaixo dos 10°C no Centro Sul do Paraná nesta sexta-feira (10). As temperaturas mínimas devem subir um pouquinho, gradativamente, nos próximos dias.
“Ao longo desta sexta-feira, espera-se maior cobertura de nuvens entre as regiões Norte, Campos Gerais, Sudeste e Leste do Paraná, com possibilidade de chuvas fracas e ocasionais a qualquer momento, principalmente entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral. Esta condição ocorre devido ao escoamento dos ventos em médios e altos níveis da atmosfera, somado à circulação oceânica, que favorece o transporte de umidade do oceano para o continente”, explica Júlia Munhoz, meteorologista do Simepar.
Por outro lado, nas regiões Oeste e Sudoeste, o sol deve predominar e as temperaturas sobem, podendo atingir 28ºC. No Leste, devido à nebulosidade mais densa ao longo do dia, as temperaturas máximas não ultrapassam os 25ºC. A cobertura de nuvens baixas continua no amanhecer de sábado (11) entre as regiões Centro-Sul, Sudeste, Campos Gerais e Leste, novamente com chance de chuva ocasional, especialmente entre a Região Metropolitana de Curitiba e as praias, onde a nebulosidade continuará presente ao longo do dia.
As temperaturas ficam entre 13°C e 26°C no sábado nas regiões mais afetadas pela nebulosidade. Já nas faixas Norte e Oeste, o sol aparece com mais frequência e as temperaturas poderão chegar aos 30ºC. “Durante a tarde, há possibilidade para a formação de chuvas isoladas no Noroeste, Oeste e Sudoeste, associadas ao desenvolvimento de um sistema de baixa pressão sobre os países vizinhos. Não se descartam temporais localizados em municípios próximos à fronteira com o Paraguai e também com a Argentina”, ressalta Júlia.
No domingo (12), a chuva chega a mais regiões, avançando de Sudoeste para Nordeste. “Nas regiões Sudoeste, Oeste e Noroeste, tempestades potencialmente severas estão previstas, com maior probabilidade de ocorrerem a partir da tarde. Gradualmente, essas instabilidades deverão perder força à medida que se deslocam para Leste, com tendência de chuva fraca entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral”, explica Júlia.
BOLETIM DE RISCO – O boletim de gestão de riscos elaborado pelo Simepar em parceria com a Defesa Civil Estadual indica risco alto no Noroeste e Oeste para tempestades pontualmente severas, chuva forte em curto espaço de tempo, intensas rajadas de vento, descargas elétricas atmosféricas e granizo localizado, que podem provocar queda de galhos, queda de árvores, enxurradas, alagamentos, destelhamentos e danos em plantações. O risco é moderado no Sudoeste, Centro-Sul, Norte e Sul do estado, e baixo no Norte Pioneiro e no Leste.
Na faixa Norte, o aquecimento será mais acentuado e as temperaturas poderão atingir os 30°C no domingo (12). Na região da Capital e no Litoral, as temperaturas não mudam muito. Já nas outras regiões paranaenses, como o Oeste e Centro Sul, as máximas serão de 5°C a 7°C mais baixas do que nos dias anteriores, não ultrapassando os 25°C.
ALERTAS – Na segunda (13) e terça-feira (14), as instabilidades diminuem, mas chuvas irregulares ainda poderão se desenvolver pelo Estado. O Simepar segue acompanhando as condições do tempo e emitirá novos boletins.
É importante que a população fique atenta aos alertas da Defesa Civil Estadual, que acompanha o monitoramento do tempo 24 horas dos meteorologistas do Simepar.
Em caso de necessidade, as informações são disponibilizadas para a população por meio dos alertas enviados por SMS ou WhatsApp. O cadastro é gratuito. Basta a pessoa enviar o seu CEP por SMS para o número 40199 para se habilitar a receber os alertas. Para que sejam enviados por WhatsApp. é necessário cadastrar o número 61 2034-2611 e interagir com esse contato, podendo se cadastrar a partir do CEP, do município ou da localização.
Para situações mais extremas, são enviados alertas por meio da tecnologia cell broadcast, sem necessidade de cadastro prévio.
Por - AEN



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