Sicredi disponibiliza contratação de seguro agrícola para associados

Quando o assunto é seguro agrícola, o Sicredi conta com a parceira de três das maiores empresas seguradoras do mercado: Mapfre, FairFax e Tokio Marine. O objetivo é atender às necessidades dos associados por meio de soluções que fazem parte da gestão de risco do produtor e fazem sentido para seu negócio.

 

Produtores rurais de todo o Brasil podem sofrer com o grande número de imprevistos inerentes ao trabalho no campo, uma vez que tem a “linha de produção” exposta a intempéries como excesso ou falta de chuva, entre outros riscos. Desta forma, cada vez mais produtores rurais têm se dedicado ao planejamento e gestão destes riscos da lavoura. Nos primeiros cinco meses de 2020, o Sicredi registrou crescimento de 60% em área segurada e de 77% em importância segurada no segmento agrícola, nos estados do Paraná e São Paulo, em comparação com mesmo período de 2019. Dados do Sicredi mostram ainda que, em todo o Brasil, o seguro agrícola disponibilizado pelas cooperativas filiadas evitou mais de R$ 100 milhões em prejuízos aos associados, nos últimos 12 meses.

 

“Os seguros rurais permitem que os produtores possam investir com mais tranquilidade em sua atividade, mantendo-se competitivos no agronegócio, mesmo sob condições de perda patrimonial ou eventual frustração de safra. O seguro agrícola traz estabilidade financeira para o negócio, garantindo que os recursos investidos na implementação da lavoura sejam ressarcidos em eventual perda decorrente de eventos climáticos garantidos na apólice”, afirma o presidente da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, Orlando Muffato.

 

“É cada vez maior o número de produtores descobrindo que o seguro protege não apenas seu patrimônio, mas toda a cadeia produtiva que depende do negócio segurado. Portanto o seguro precisa estar inserido no planejamento no momento de orçar os custos de implementação de sua lavoura”, lembra o presidente.

 

Contrate um seguro agrícola no Sicredi e mantenha protegido os investimentos na sua lavoura. Procure uma das agências da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, converse com nossas equipes e saiba mais. 

 

 

 

 

Boletim semanal da dengue confirma mais 873 casos no Estado

O Paraná registrou 873 novos casos de dengue, segundo o informe semanal divulgado nesta terça-feira (13) pela Secretaria de Estado da Saúde. O total de casos confirmados no período epidemiológico, com início em agosto do ano passado, é de 8.620. Destes, 7.483 são autóctones, indicando que as pessoas se contaminaram no município de residência.

 

Três pessoas morreram em razão da doença na área de abrangência da 17ª Regional de Saúde, de Londrina. Os óbitos são de meses anteriores, mas tiveram confirmação agora: um foi em janeiro, em Alvorada do Sul (homem de 70 anos, sem comorbidades); outro foi em fevereiro, em Cambé (jovem de 18 anos também sem comorbidades); e a terceira morte ocorreu em março, em Londrina (mulher de 52 anos, com hipertensão arterial).

 

O Estado soma 18 óbitos provocados pela dengue neste período.

 

“O mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, se prolifera onde tem água parada. Por isso alertamos a população para que fique atenta a estes pontos nos ambientes domésticos. Nunca é demais repetirmos a orientação para não deixar os pratinhos dos vasos acumulando água, não deixar pneus velhos nos quintais e tampar ou telar reservatórios e caixas d’água”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

“O trabalho de remoção de focos realizado pelas equipes de campo da Vigilância Ambiental, em cidades que apresentam incidência elevada de casos por habitantes, nos confirma que os grandes criadouros ainda estão nos ambientes residenciais, em recipientes com água acumulada. Por isso, insistimos nesta recomendação”, destacou o secretário.

 

MUNICÍPIOS – No Paraná, 22 municípios apresentam casos de dengue com sinais de alarme e outros 11 casos de dengue grave. São 51.599 notificações para a doença distribuídas em 353 cidades. O Informe mostra ainda que outros 10.471 casos seguem em investigação no Estado quanto à classificação final para a doença. (Com AEN)

 

 

 

Vacinação aos fins de semana responde por 10,7% das doses aplicadas no Paraná

Pelo menos 10,7% das vacinas contra a Covid-19 aplicadas nos paranaenses foram administradas durante os finais de semana da campanha Vacina Paraná de Domingo a Domingo. Um levantamento de dados da secretaria estadual de Saúde aponta que das 1.657.658 primeiras e segundas doses administradas no Estado até a manhã desta terça-feira (13), pelo menos 177.285 foram relativas aos finais de semana.

 

O número é referente ao somatório de dois fins de semana de vigência da campanha. O primeiro foi nos dias 27 e 28 de março, quando a força-tarefa teve adesão de 231 municípios e aplicou 129.412 doses – o equivalente a um quinto de todo o Brasil naquele fim de semana. A campanha continuou mostrando resultados nos dias 10 e 11 de abril, quando 47.873 doses foram administradas por 152 municípios de 21 Regionais de Saúde do Paraná. O único final de semana entre as duas datas que não teve mutirão foi a Páscoa.

 

O objetivo da campanha de vacinação ininterrupta é acelerar a quantidade de paranaenses imunizados contra o coronavírus com as doses que estão disponíveis e estimular a conscientização sobre a importância da imunização. A recomendação da secretaria estadual da Saúde é que os municípios não estoquem doses já recebidas, tanto da primeira como da segunda dose das vacinas, mesmo que isso signifique gastar todos os imunizantes já distribuídos.

 

“Lutamos contra o tempo porque quanto mais pessoas vacinadas, mais rápido elas ficam imunizadas e, assim, menos leitos de hospital elas ocupam”, afirmou o secretário Beto Preto, que visitou municípios do Norte e do Noroeste do Paraná para incentivar a campanha no último final de semana. “Com a imunização, as pessoas têm uma evolução menos grave da doença, o que é importante para poupar vidas. Muitas pessoas criticam a campanha, mas foram 47 mil pessoas imunizadas apenas neste final de semana”.

 

Ele também acrescentou que os municípios do Paraná têm sido receptivos com a iniciativa. "Temos 399 realidades distintas. A campanha é uma maneira de envolver o Governo do Estado na estratégia, que, pela legislação, é municipal. Nesse momento o mais importante é salvar vidas e diminuir a quantidade de internados. A vacinação é o caminho mais rápido", acrescentou

 

STATUS – Segundo o Vacinômetro, 92,5% das primeiras doses distribuídas pelo Estado já foram aplicadas, totalizando 1.326.693 paranaenses imunizados. Já as segundas doses chegam a 351.497 aplicações, o correspondente a 35,7% do que já foi recebido – um percentual menor, já que precisa respeitar o intervalo de tempo recomendado pelas fabricantes para garantir uma melhor resposta do sistema imunológico contra o vírus.

 

Atualmente, o Paraná está vacinando pessoas de 65 a 69 anos, profissionais da segurança pública/Forças Armadas e quilombolas. O Estado já recebeu 2.495.350 doses de vacinas Coronavac (Sinovac/Instituto Butantan) e Covishield (Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz) do Ministério da Saúde.

 

A previsão para abril, segundo o secretário estadual da Saúde, é receber mais 1,5 milhão de doses, aumentando o contingente de pessoas vacinadas para a faixa etária a partir dos 60 anos. “Chegando nessa meta, conseguiremos diminuir muito a mortalidade nas nossas UTIs. Hoje, 67% dos paranaenses que perderam a vida para o coronavírus têm mais de 60 anos de idade. Conseguindo imunizá-los, tenho certeza de que vamos baixar a mortalidade de forma geral”, explicou. (Com AEN)

 

 

 

PCPR implanta sistema online que acelera identificação por impressões digitais

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) implantou um novo sistema que facilita a identificação através de impressões digitais no Estado. Batizado de Sesp Coletas, o sistema desenvolvido em conjunto com a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) permite a automação e descentralização das pesquisas papiloscópicas, gerando um resultado mais rápido para a população. A novidade começou a ser utilizada no início deste mês.

 

De acordo com o delegado Marcus Vinicius Michelotto, diretor do Instituto de Identificação da PCPR, o novo sistema é um avanço tecnológico e auxilia diretamente todos os trabalhos de coletas de digitais.

 

“A evolução tecnológica permite que as respostas sejam mais rápidas, praticamente imediatas, trazendo maior certeza e segurança ao sistema. É um avanço ainda maior para os policiais de investigação e nas questões sociais, como, por exemplo, pacientes e falecidos não identificados em hospitais”, afirma Michelotto.

 

As pesquisas só dependerão de encaminhamento para unidade central de identificação, em Curitiba, quando houver necessidade de pesquisas manuais, ou seja, na minoria dos casos. As unidades descentralizadas passarão a fazer o atendimento com autonomia e independência, apresentando uma resposta mais rápida à sociedade.

 

Todos os trabalhos de coletas de impressões digitais do Instituto de Identificação do Paraná poderão ser inseridos nesse sistema. A partir de coletas em presídios, delegacias, hospitais, IML ou asilos, as impressões podem ser analisadas por peritos e gerar laudos.

 

“Anteriormente, os materiais coletados tinham que ser encaminhados para Curitiba, podendo demorar semanas ou até meses para o resultado da pesquisa. Agora o trabalho é feito diretamente nos municípios, resultando em uma resposta mais ágil, prática e econômica aos hospitais, delegacias ou IML”, explica o diretor.

 

Os atendimentos serão feitos com uma escala de prioridade, definidas de 1 a 5. Cada caso será avaliado pelo profissional, sendo os casos comuns, em que há possibilidade de aguardar mais tempo, definidos como prioridade 1. Casos urgentes, como transplantes ou serviços do Instituto Médico Legal (IML), são definidos como prioridade 5.

 

SISTEMA – Através do novo sistema será possível uma busca direta de impressões digitais conciliando-as com um banco de dados. O papiloscopista vai coletar a digital e posteriormente escanear no programa. O sistema trará resposta da possível identificação, cabendo ao papiloscopista confirmar e emitir o laudo papiloscópico. Além disso, o sistema terá cópia virtual de todos os atendimentos feitos pela plataforma, dando segurança ao procedimento.

 

TREINAMENTO – Os servidores que vão utilizar o programa receberam treinamento na modalidade de ensino a distância. Durante as aulas eles aprenderam na prática as funcionalidades do sistema. (Com AEN)

 

 

 

Batalhão Ambiental lança campanha solidária no aniversário de 64 anos

Responsável pela proteção do meio ambiente e prevenção de crimes contra a fauna e a flora no Paraná, o Batalhão de Polícia Ambiental Força-Verde (BPAmb-FV) iniciou as comemorações pelos 64 anos de criação da unidade com uma campanha de doação de alimentos não perecíveis, álcool 70% e ração para cães e gatos abandonados. A primeira etapa aconteceu neste sábado (10) e a próxima está marcada para o dia 17.

 

Os pontos de arrecadação no sistema drive thru ficam em São José dos Pinhais, próximo ao Parque São José, nas outras sete cidades que possuem Companhia do Batalhão Ambiental (Paranaguá, Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Jacarezinho, Apucarana e Guarapuava) e nos municípios que possuem sede de Pelotão.

 

Para as comemorações deste ano o BPAmb-FV tem como foco a solidariedade. Segundo o comandante da unidade, tenente-coronel Jean Rafael Puchetti Ferreira, não pode haver indiferença às centenas de famílias que estão com dificuldades em manter uma alimentação mínima razoável.

 

“Não podemos fazer nenhum tipo de evento protocolar, oficial, alguma solenidade para marcar a data, então tivemos a ideia de ajudar as pessoas e, também, comemorar o aniversário da unidade. Nosso esforço está voltado a apoiar quem está passando por momentos difíceis por causa da pandemia”, explicou.

 

Outra ponto de atenção da campanha do Batalhão Ambiental é o descaso com animais domésticos, muitas vezes abandonados nas ruas ou que estão em abrigos que precisam de apoio para garantir a alimentação diária. Por isso também está sendo estimulada a doação de ração, que será destinada às instituições que trabalham com resgate e amparo de animais. (Com AEN/Polícia Ambiental). 

 

Exemplos: 

Em Foz do Iguaçu será realizado um evento em parceria com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Relações com a Comunidade com o apoio do Colégio da Polícia Militar do Paraná.

 

O evento será na modalidade drive-thru, e serão arrecadados alimentos não perecíveis e álcool 70%.

 

As doações poderão ser entregues nos dias 10 e 17 de Abril, das 13 às 18 horas na praça do Mitre em frente ao Colégio da Polícia Militar do Paraná.

 

A 5ª Companhia de Polícia Ambiental agradece a colaboração dos iguaçuenses nesse momento tão delicado para todos. (Com Polícia Ambiental). 

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No Norte do Paraná, secretário reforça importância da vacinação e da atenção primária em saúde

Os municípios de Cambé e Sertaneja receberam, neste domingo, a visita do secretário estadual de Saúde, Beto Preto, em incentivo à campanha de vacinação de domingo a domingo contra o coronavírus. A ideia é estimular a rápida aplicação do estoque de vacinas recebidas pelo Ministério da Saúde, aumentando o percentual de paranaenses imunizados.

 

“Estamos fazendo uma peregrinação pelo Paraná para conversar, observar, avaliar e principalmente incentivar nossos municípios. Tenho pedido aos nossos prefeitos e secretários de Saúde que gastem todo o estoque de vacinas o mais rápido possível - sem esquecer da segunda dose, que é tão importante quanto a primeira”, afirmou o secretário.

 

No sábado (10), Beto Preto já havia visitado os municípios de Jandaia do Sul, São Pedro do Ivaí, Goioerê, Cianorte e Sarandi, entre o Vale do Ivaí e a região Noroeste, para acompanhar a vacinação. No domingo (11), já na região Norte, ele comemorou que Cambé, por exemplo, havia aplicado mais de 1,4 mil doses de imunizantes na população apenas no dia anterior.

 

“Lutamos contra o tempo, porque quanto mais pessoas vacinadas, mais rápido elas ficam imunizadas e, assim, menos leitos de hospital elas ocupam. Com a imunização, as pessoas têm uma evolução menos grave da doença, o que é importante para poupar vidas”, explicou.

 

Segundo o Vacinômetro, o Paraná imunizou, até este domingo, 1.268.481 paranaenses - o equivalente a 12,14% do total da sua população. Atualmente, o foco da vacinação no Estado está na aplicação da primeira dose em pessoas de 65 a 69 anos e profissionais de segurança pública. Já a segunda dose está sendo aplicada em profissionais da saúde e idosos com mais de 70 anos, respeitando os intervalos recomendados.

 

“Com a previsão atual do Ministério da Saúde, o Paraná deve receber 1,5 milhão de doses em abril. Com esse número, nosso foco é começar a vacinar as pessoas com pelo menos 60 anos de idade. Chegando nessa meta, conseguiremos diminuir muito a mortalidade nas nossas UTIs. Hoje, 67% dos paranaenses que perderam a vida para o coronavírus têm mais de 60 anos de idade. Conseguindo imunizá-los, tenho certeza de que vamos baixar a mortalidade de forma geral”, explicou.

 

No total, foram 2.495.350 doses de vacinas recebidas do Ministério da Saúde desde janeiro. O Estado está aplicando mais de 633 mil doses nessa nova etapa da vacinação, tanto da D1 como da D2.

 

SAÚDE PRIMÁRIA – Além da vacinação, o secretário também vistoriou uma nova unidade de saúde da família no distrito de Paranagi, localizado no município de Sertaneja. A construção teve investimento de R$ 500 mil por parte do Estado, e reforça a atenção do Governo na saúde primária dos cidadãos.

 

“Essa obra que era sonhada se transformou em realidade porque teve as mãos de muitas pessoas que ajudaram a construí-la. Os recursos vieram do Estado, mas essa concretização é fruto da competência da equipe da prefeitura”, disse Beto Preto.

 

“Saúde é feita todos os dias. A pandemia comprova que precisamos permanentemente de uma saúde pública forte e atuante. O Sistema Único de Saúde precisa de ambientes acolhedores e equipes dispostas. Aqui, vejo equipes trabalhando com vontade em um ambiente saudável. Assim, geramos conforto e acolhimento para cidadãos e cidadãs”, relatou. (Com AEN)

 

 

 

Detran lança e-book para explicar as principais mudanças no Código de Trânsito

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) lançou um e-book com explicações sobre as principais alterações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A lei 14.071/2020 começa a valer nesta segunda-feira (12). Dentre as diversas mudanças estão a ampliação do prazo de validade do exame de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), aumento do limite de pontos para suspensão do direito de dirigir e a criação do registro de bons condutores.

 

Os exames de aptidão física e mental para renovação da CNH não serão mais realizados a cada cinco anos. A partir de agora, a validade será de dez anos para motoristas com idade inferior a 50 anos; cinco anos para motoristas com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70; e três anos para motoristas com idade igual ou superior a 70 anos.

 

Há mudanças na quantidade de pontos que podem levar à suspensão. Atualmente, o motorista que atinge 20 pontos durante o período de 12 meses pode ter a carteira suspensa. Agora, a suspensão ocorrerá de forma escalonada. O condutor terá a habilitação suspensa com 20 pontos (se tiver duas ou mais infrações gravíssimas na carteira); 30 pontos (uma infração gravíssima na pontuação); e 40 pontos (nenhuma infração gravíssima na pontuação).

 

O diretor-geral do Detran-PR, Wagner Mesquita, destacou que a iniciativa do e-book ajuda a orientar os motoristas paranaenses. “Algumas mudanças trazem grande impacto na população, por isso é importante que todos leiam atentamente as alterações e sigam as leis corretamente”, disse.

 

O nova lei também torna o recall das concessionárias uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento. As mudanças aprovadas pelo Congresso ainda retiram a obrigatoriedade de aulas à noite e mantêm a obrigatoriedade de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E a cada dois anos e meio.

 

As mudanças também impactam a vida dos ciclistas e da vida urbana. Entre as alterações estão o aumento da gravidade da infração para quem não reduz ao passar ciclista e a criação de multa para quem para em ciclovia ou ciclofaixa. Para os pedestres, é necessário prestar atenção na mudança da luz baixa. Não será mais exigidda a luz baixa de dia quando o veículo já dispuser da luz DRL, quando em pista duplicada ou dentro do perímetro urbano. (Com AEN)

 

 

 

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