O prazo para pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para veículos com final de placa 5 e 6 termina nesta terça-feira (13).
A data marca o limite tanto para o pagamento em parcela única, com desconto de 6%, quanto para a adesão ao parcelamento em até cinco vezes sem juros. A Secretaria da Fazenda e a Receita Estadual alertam que os contribuintes devem acompanhar o cronograma conforme o final da placa do veículo para não perder os benefícios.
O grande destaque do IPVA 2026 é a expressiva redução no valor do imposto. Em média, os motoristas paranaenses pagarão 45,7% a menos, com a alíquota fixada em 1,9%. Com a mudança, o Paraná passa a integrar o grupo de estados com um dos IPVAs mais baixos do Brasil.
ATRASO – A multa é de 0,33% ao dia mais juros de mora (de acordo com a taxa Selic). Após 30 dias de atraso, o percentual é fixado em 20% do valor do imposto.
COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerar as guias. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes poderão pagar o IPVA 2026 via pix a partir do QR Code presente na guia, podendo ser feito a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
ISENÇÕES – As motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025. Já ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No site da Compagas é possível conferir a lista de oficinas aptas a fazer a conversão.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
FINAL DE PLACA - prazo de pagamento da quota única com desconto de 6%
1 e 2 - 09/01/2026 (vencido)
3 e 4 - 12/01/2026 (vencido)
5 e 6 - 13/01/2026
7 e 8 - 14/01/2026
9 e 0 - 15/01/2026
FINAL DE PLACA - cinco parcelas
1 e 2 - 09/01, 09/02, 09/03, 09/04, 11/05
3 e 4 - 12/01, 10/02, 10/03, 10/04, 12/05
5 e 6 - 13/01, 11/02/ 11/03, 13/04, 13/05
7 e 8 - 14/01, 12/02, 12/03, 14/04, 14/05
Por - AEN
Em um mês, mais de 22 mil condutores paranaenses foram beneficiados com renovação automática e gratuita da Carteira Nacional de Habilitação.
O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) finalizou nesta segunda-feira (12) o processo de sincronização com a plataforma da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) que cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC) e garante o selo “Bom Condutor” para quem não cometeu nenhuma infração nos últimos 12 meses. O selo é necessário para utilizar o benefício.
A resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) com as novas regras entrou em vigor em 10 de dezembro do ano passado. Quem obteve o selo “Bom Condutor”, e se encaixa nos critérios, teve a CNH renovada automaticamente. O processo já atendeu 26.669 paranaenses, sendo 22.477 com renovação da Carteira Nacional de Habilitação, dos quais 1.756 têm EAR (Exerce Atividade Remunerada) e 4.192 com a conversão da CNH provisória para definitiva, destes 785 com EAR.
“O processo de habilitação está passando por uma mudança de paradigma, uma verdadeira revolução que está barateando o serviço e reduzindo a carga burocrática. O Paraná tem sido vanguarda, trabalhando com celeridade para implementar as mudanças, mas sempre com serenidade e responsabilidade”, destacou Santin Roveda, presidente do Detran-PR.
Com o selo, condutores de até 70 anos têm direito à renovação automática da CNH, sem necessidade de agendamento, de realização de exames e pagamento de taxas. Para obter o selo, o condutor precisa aderir ao Cadastro Positivo no aplicativo CNH do Brasil. Para aqueles de 50 a 70 anos, será permitida apenas uma renovação automática. Maiores de 70 anos e pessoas que, por recomendação médica, já têm um prazo menor de renovação, terão que fazer o procedimento padrão com exame de aptidão física e mental (exame médico).
A nova regra, que também engloba condutores com CNH provisória, faz parte das mudanças no processo de habilitação de condutores a partir da publicação da Resolução 1.020/2025, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Mais informações AQUI.
Como a resolução entrou em vigor no dia 10 de dezembro, todos os condutores que iniciaram o processo de renovação e já pagaram as taxas dos exames e de emissão de CNH física podem entrar com um protocolo de pedido de restituição de valor pago no site do Detran-PR.
Somando as taxas de emissão de CNH, anteriormente exigidas na renovação e na conversão de provisória para definitiva, a taxa do exame de aptidão física e mental, necessário na renovação, e a taxa do exame psicológico, exigido para condutores com EAR, a economia é de R$ 7,7 milhões.
“É dinheiro no bolso da família paranaense, somado à redução do IPVA para o menor patamar do Brasil, ou seja, estamos trazendo alívio para as finanças e colocando esse dinheiro para circular onde deve, no comércio, no turismo, na cultura, na educação, gerando um ciclo virtuoso de emprego e renda”, finalizou Santin.
por - AEN
O Instituto Água e Terra (IAT) fechou no final da semana dois pontos de acesso impróprios no Parque Estadual Pico Paraná, localizado entre Campina Grande do Sul e Antonina, para aprimorar a segurança no espaço.
O órgão ambiental instalou na sexta-feira (9) uma cerca e uma placa de sinalização em um acesso secundário irregular no começo da trilha da UC. No domingo (11), cercou um ponto próximo ao Pico Paraná que havia sido utilizado pelo jovem de 20 anos que se perdeu no parque e ficou cinco dias desaparecido no começo no ano.
A medida visa garantir que os visitantes entrem e circulem apenas por locais adequados da unidade, evitando potenciais situações de emergência e garantindo um controle maior do fluxo de frequentadores pelo IAT. Além de se colocar em risco, o não cumprimento das regulamentações e orientações da UC pelo visitante pode resultar em multas.
O Parque Estadual Pico Paraná é um complexo ambiental que abriga o maior pico da região Sul do País, com 1.877,39 metros de altitude. A UC possui cinco picos e um morro que, para serem alcançados, precisam de uma caminhada que varia entre 3,5 km a 10 km.
O parque abriga uma grande diversidade de fauna e flora nativas. A floresta é formada por arbustos, xaxins, trepadeiras, bromélias, orquídeas e samambaias, que convivem com árvores de mais de 30 metros de altura como o cedro, a canjarana, a figueira-branca, a canela-preta e o sassafrás. Também é possível encontrar mais de 71 espécies de animais, como bugios, serelepes, pacas, ouriços, quatis, cutias e jaguatiricas, além da onça-pintada e da suçuarana, ameaçadas de extinção.
A Unidade de Conservação fica aberta todos os dias, com base de atendimento 24 horas. Para chegar, é possível seguir pela BR-116. O caminho é passando o Posto do Tio Doca, entrando à direita na Ponte do Rio Tucum, seguindo por 6 km passando pela Fazenda Pico Paraná e Fazenda Rio das Pedras até a base do IAT, onde fica o final da estrada e início do acesso à trilha para o Pico Paraná e outros cumes daquela Unidade de Conservação.
Por - AEN
A frota de veículos tributados pelo Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) no Paraná ficou mais nova em 2026. Segundo dados da Secretaria da Fazenda e da Receita Estadual, o número de veículos com até cinco anos de fabricação teve um aumento expressivo em relação a 2025, com um crescimento de mais de 131 mil veículos, indicando que mais paranaenses conseguiram trocar ou adquirir carros mais novos, movimento associado à redução do IPVA.
Entre 2025 e 2026, a quantidade de veículos nessa faixa de fabricação passou de 736 mil para 868 mil, o que representa uma alta de 17,9%. Esse foi, disparado, o maior avanço entre todas as faixas da frota tributada. No total, a frota tributada pelo IPVA no Paraná cresceu 1,5%, passando de 4.079.020 veículos em 2025 para 4.140.092 em 2026.
“A redução do IPVA contribuiu para esse movimento ao aliviar o custo de manutenção do veículo no orçamento das famílias. Com um imposto menor, muitos contribuintes conseguiram antecipar a troca do carro ou comprar modelos mais novos e mais eficientes”, destaca Norberto Ortigara, secretário da Fazenda.
O desempenho contrasta com o comportamento das faixas mais antigas. Veículos com 11 a 15 anos, que representam a maior frota tributada, com mais de 1,3 milhões de veículos, representaram redução de 2,2%, enquanto aqueles com 16 a 20 anos tiveram queda ainda maior, de 7,2%. Já a frota entre 6 e 10 anos cresceu de forma mais moderada, com aumento de 7,2%.
Ortigara complementa que essa renovação da frota é benéfica tanto para a população quanto para o Estado. “Além de beneficiar diretamente os proprietários, a renovação da frota traz impactos positivos mais amplos, como maior segurança no trânsito, redução de emissões e estímulo à atividade econômica ligada ao setor automotivo”, diz.
ISENÇÕES – As motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025. Já ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No site da Compagas é possível conferir a lista de oficinas aptas a realizar a conversão.
TRANSFERÊNCIA DE VEÍCULO – Uma alteração importante para este ano diz respeito à transferência de propriedade. Diferente do que ocorria anteriormente, o Detran não autoriza mais a transferência de veículos que possuam débitos em aberto dentro do calendário de vencimentos do IPVA. Para concluir o processo de venda ou troca, o contribuinte deve obrigatoriamente quitar todas as pendências financeiras do veículo.
PAGAMENTOS – Os proprietários de veículos já podem realizar o pagamento do IPVA 2026. O prazo para pagamento à vista ou da primeira parcela segue até 15 de janeiro, conforme o final da placa. Quem optar pela quitação integral garante desconto de 6% sobre o valor total. Também é possível parcelar o imposto em até cinco vezes, sem desconto. Com a alíquota fixada em 1,9% sobre o valor venal, o imposto ficou, em média, 45,7% mais barato em comparação ao ano anterior, colocando o Paraná entre os estados com o IPVA mais baixo do Brasil.
As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerar as guias. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes poderão pagar o IPVA 2026 via pix a partir do QR Code presente na guia, podendo ser realizado a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
Por - AEN
O Paraná registrou 863 acidentes com serpentes em 2025 e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) alerta para a tendência de aumento no número de ocorrências no verão, principalmente em trilhas, jardins e na agricultura. O período, que combina calor e umidade, favorece a atividade desses animais. A maior parte dos casos aconteceu na zona rural, que concentrou quase 80% dos registros no último ano.
Um levantamento da Sesa, com base em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), aponta que nos últimos anos foram registrados 910 casos em 2023 e 918 em 2024. Em 2025, os dados preliminares indicam 863 acidentes, com a maioria na zona rural (680), seguida pela zona urbana (171) e periurbana (12).
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, diz que o Governo do Paraná tem investido na capacitação de profissionais e na estruturação da rede de atendimento para garantir uma resposta rápida e eficaz. Ele destacou que a prevenção é a principal ferramenta para evitar os acidentes e que a população deve estar atenta aos cuidados, especialmente durante as atividades ao ar livre.
“As ações, desde o alerta preventivo até a manutenção da rede do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox) e o treinamento das nossas equipes, garantem que o cidadão tenha o suporte necessário, contribuindo diretamente para a segurança e a sobrevida em casos de acidentes graves de modo rápido e seguro”, afirma Beto Preto.
Cerca de 85% dos casos notificados são atribuídos às serpentes do gênero Bothrops (Jararaca, Urutu, Jararacuçu, Cotiara e Caiçara); 12% ao gênero Crotalus (Cascavel); 3% provocados por Micrurus (Coral verdadeira). Cerca de 70% dos pacientes são do sexo masculino. Em aproximadamente 53% das notificações, a faixa etária acometida acontece entre 15 e 49 anos, que corresponde ao grupo de idade onde se concentra a força de trabalho.
PREVENÇÃO – Segundo a Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações (DVVZI) da Sesa, o uso de botas de cano alto ou perneira de couro, botinas e sapatos pode evitar cerca de 80% dos acidentes e é recomendado para atividades em matas, trilhas, jardins ou na agricultura. Cerca de 15% das picadas atingem mãos e antebraços e por isso o uso de luvas de aparas de couro é indicado para manipular folhas secas, montes de lixo, lenha e palhas, por exemplo.
Outra orientação importante para evitar acidentes é manter limpos os arredores das residências, evitando o acúmulo de lixo, entulho, materiais de construção e mato alto, que possam atrair roedores, presas naturais das serpentes, e que também servem de abrigo para esses animais.
Como as cobras se abrigam em locais quentes, escuros e úmidos, a atenção deve ser redobrada ao manusear lenha, palhas e ao mexer em paióis e cupinzeiros.
O QUE FAZER – Em caso de acidente, a orientação é lavar o local da picada com água e sabão, manter a vítima deitada, hidratada e procurar o serviço de saúde próximo o mais rápido possível. Se possível, e com segurança, levar uma foto ou o próprio animal para facilitar a identificação e a escolha do soro antiofídico correto.
Não se deve fazer torniquete ou garrote, nem cortar, perfurar ou espremer o local da picada. A aplicação de substâncias como pó de café, folhas, álcool ou urina é contraindicada e pode causar infecções. A vítima também não deve ingerir bebidas alcoólicas.
ESTRUTURA – O Paraná conta com uma rede estruturada para o atendimento de acidentes com animais peçonhentos, com 225 serviços de saúde de referência distribuídos nas 22 Regionais de Saúde para aplicação do soro antiofídico, disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos (CPPI), sob gestão da Fundação Estatal de Atenção em Saúde (Funeas), em Curitiba, mantém um serpentário com cerca de 350 animais para a produção de plasma hiperimune, matéria-prima dos soros. O CPPI está entre os quatro principais laboratórios produtores do Brasil.
Para orientações, a população e os profissionais de saúde podem contatar o Centro de Informação e Assistência Toxicológica do Paraná (CIATox/PR) pelos telefones:
- CIATox Paraná - 0800 0410 148
- CIATox Londrina - (43) 3371-2244
- CIATox Maringá - (44) 3011-9127
- CIATox Cascavel - (45) 3321-5261.
Por - AEN
O Índice Ipardes de Preços Regional Alimentos e Bebidas (IPR - Alimentos e Bebidas) do Paraná caiu 0,23% em dezembro, registrando a segunda queda consecutiva, de acordo com boletim técnico divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). A queda em novembro tinha sido de 1,33%. No acumulado de 12 meses, o índice geral apresentou alta de 0,23%, o menor patamar desde dezembro de 2023.
O resultado mensal foi impactado principalmente pelos recuos de 0,62 pontos percentuais (p.p.) no subgrupo leite e derivados e de 0,09 ponto em cereais. O subgrupo leite e derivados registrou redução de 4,49% em seus preços, seguido pelas quedas de ovos de galinha (-3,85%), sal e condimentos (-2,80%) e óleos e gorduras (-2,28%).
Dentre os produtos pesquisados, a queda de preços mais expressiva em dezembro ocorreu em abobrinha (-13,16%), acompanhada por alho (-10,35%), uva (-9,24%), leite integral (-7,99%) e melão (-7,77%).
As condições climáticas favoráveis impulsionaram a oferta de abobrinha, reduzindo seus preços. Os preços do alho caíram devido à boa produtividade e ao aumento das importações. No caso da uva, a alta oferta pressionou as cotações, mesmo com a demanda de fim de ano. Já os preços do leite recuaram por uma combinação de investimentos, clima favorável e maior importação.
Sob a ótica da variação acumulada em 12 meses, os principais destaques em redução dos preços ocorreram com cereais (-28%), leite e derivados (-9,71%) e ovos de galinha (-6,28%)
VARIAÇÕES REGIONAIS – Regionalmente, o IPR de dezembro registrou queda em sete dos nove municípios pesquisados. A retração mais expressiva foi registrada em Umuarama (-1,04%), acompanhada por Londrina (-0,56%), Pato Branco (-0,32%), Cascavel (-0,22%), Maringá (-0,13%), Curitiba (-0,11%) e Ponta Grossa (-0,03%).
O subgrupo ovos de galinha registrou as maiores quedas nos municípios de Maringá (-6,48%), Curitiba (-5,49%), Londrina (-5,43%) e Umuarama (-5,28%). O subgrupo leite e derivados registrou quedas em Ponta Grossa (-4,82%), Foz do Iguaçu e Cascavel (-4,51%) e Pato Branco (-3,93%). Em Guarapuava, o destaque da queda foi o subgrupo hortaliças e verduras (-4,67%).
Além de ovos e leite integral, que apresentaram queda nos preços, destaca-se a abobrinha, com quedas de 18,09% em Ponta Grossa, 16,31% em Curitiba, 15,34% em Pato Branco, 13,67% em Cascavel, 13,61% em Londrina, 12,54% em Guarapuava, 11,45% em Umuarama, 9,30% em Maringá e 7,64% em Foz do Iguaçu.
Nos últimos 12 meses, o IPR acumulado registrou queda em Londrina (-1,20%), Curitiba (-0,38%) e Umuarama (-0,31%).
ÍNDICE – O Ipardes divulga mensalmente a variação do Índice Ipardes de Preços Regional - Alimentos e Bebidas (IPR - Alimentos e Bebidas), composto por 91 produtos reunidos em 18 subgrupos e de abrangência para o Paraná e municípios de Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Londrina, Maringá, Pato Branco, Ponta Grossa e Umuarama. Os preços para o cálculo do índice são extraídos das Notas Fiscais ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) emitidas por estabelecimentos comerciais e disponibilizadas pela Receita Estadual, respeitando os critérios de sigilo fiscal.
A composição da cesta de produtos reflete o padrão de consumo de famílias com renda entre 1 a 40 salários mínimos, retratado pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE de 2018. Para o cálculo do IPR - Alimentos e Bebidas são utilizados, aproximadamente, 2,5 milhões de registros de notas fiscais eletrônica ao consumidor (NFC-e) emitidas por 583 estabelecimentos comerciais, distribuídos por nove municípios polos do Estado do Paraná.
POr - AEn








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