Paraná tem a melhor taxa de frequência escolar do ensino médio do Brasil

O Paraná alcançou a maior taxa de frequência escolar líquida do Brasil no ensino médio em 2025, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Educação, divulgados sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador mede o percentual de estudantes que frequentam a etapa de ensino adequada para a própria idade, uma das principais referências para avaliar o acesso, a permanência e a progressão escolar.

No ensino médio, a taxa paranaense saltou de 78,7% em 2024 para 86,6% em 2025, crescimento de 7,9 pontos percentuais em apenas um ano. O resultado colocou o Estado na liderança do ranking nacional, superando a média brasileira, de 80,6%. Em 2024, o Paraná ocupava a sétima colocação entre as unidades da federação.

“Nosso objetivo é garantir que o estudante permaneça na escola, aprenda mais e tenha condições de construir um futuro melhor. Por isso investimos em alimentação escolar de qualidade, em escolas mais modernas e confortáveis, em tecnologia, material pedagógico e na melhoria dos ambientes de aprendizagem. O resultado aparece em indicadores como esse, que mostram mais jovens avançando regularmente em sua trajetória educacional”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. 

“Esse avanço acompanha outros resultados importantes da educação paranaense nos últimos anos. O Paraná assumiu a liderança nacional no IDEB após sair da sétima colocação, ampliou a oferta de ensino integral e investiu fortemente na modernização das escolas. São indicadores que mostram que estamos criando as condições necessárias para que os estudantes permaneçam na escola, aprendam mais e tenham mais oportunidades no futuro”, acrescentou.

ENSINO FUNDAMENTAL – O avanço também foi registrado nos anos finais do ensino fundamental, etapa que atende estudantes de 11 a 14 anos e que, no Paraná, tem a gestão do Governo do Estado nas escolas públicas. 

Neste segmento, a taxa de frequência escolar líquida do Paraná passou de 88,5% para 90,7% entre 2024 e 2025, aumento de 2,2 pontos percentuais. Com o resultado, o Estado avançou da 14ª para a 8ª colocação nacional e ultrapassou a média brasileira, que ficou em 90,1%.

Os dados indicam que um número cada vez maior de estudantes está frequentando a série adequada para sua idade, reduzindo situações de atraso escolar e fortalecendo as condições para a aprendizagem ao longo da trajetória educacional.

PERMANÊNCIA ESCOLAR – A taxa de frequência escolar líquida mede o percentual de estudantes matriculados e frequentando a etapa de ensino adequada para a própria idade. Por isso, é considerada um dos principais indicadores da capacidade do sistema educacional de garantir acesso à escola, permanência dos alunos e progressão regular ao longo da educação básica.

Quando os estudantes frequentam as séries compatíveis com sua idade, aumentam as chances de aprendizagem adequada, conclusão dos estudos e continuidade da formação profissional e universitária. O indicador também está relacionado à redução da evasão escolar, da defasagem idade-série e do abandono dos estudos.

INCENTIVOS DO ESTADO – O avanço da frequência escolar ocorre em paralelo a uma série de políticas públicas implementadas pelo Governo do Estado para melhorar as condições de permanência dos estudantes nas escolas.

Uma das iniciativas é o programa Mais Merenda, que ampliou a oferta de alimentação escolar na rede estadual, garantindo três refeições por turno aos estudantes. Além do aumento da quantidade de refeições servidas, a iniciativa promoveu melhorias no valor nutricional dos cardápios, com ampliação da oferta de proteínas, inclusão de novos alimentos e acompanhamento permanente de nutricionistas responsáveis pela elaboração das refeições.

Desde 2019, o Governo do Estado investiu cerca de R$ 2,8 bilhões na alimentação escolar, diversificando os cardápios e ampliando a qualidade nutricional das refeições oferecidas aos estudantes da rede estadual. A iniciativa contribui para a permanência dos alunos no ambiente escolar e reduz fatores associados à evasão e ao abandono.

Outra frente importante foi a expansão da educação em tempo integral, que saltou de 73 escolas para mais de 400 unidades em sete anos, ampliando significativamente o número de estudantes atendidos em todas as regiões do Estado.  O modelo amplia a permanência dos alunos no ambiente escolar, com jornada estendida, reforço pedagógico e atividades complementares nas áreas de esporte, cultura, tecnologia e formação cidadã.

AMBIENTE ESCOLAR – Nos últimos anos, o Governo do Estado também ampliou investimentos em reformas e construção de escolas, substituição de estruturas antigas de madeira, climatização das salas de aula, modernização de laboratórios e aquisição de novos mobiliários. Somente entre 2019 e 2026, foram investidos R$ 525,7 milhões na compra de mais de 665 mil itens de mobiliário para as escolas estaduais, incluindo carteiras, cadeiras, mesas, armários, estantes e equipamentos utilizados em salas de aula, bibliotecas, laboratórios e espaços administrativos.

As ações também incluem a instalação de milhares de aparelhos de ar-condicionado, melhorias estruturais e a modernização dos ambientes de aprendizagem, tornando as escolas mais confortáveis e adequadas para estudantes e professores.

“Quando o aluno encontra uma escola segura, bem equipada e com estrutura adequada, ele permanece mais tempo estudando e consegue desenvolver melhor seu potencial. O resultado aparece em indicadores como esse, que mostram mais jovens avançando regularmente em sua trajetória educacional”, avaliou o secretário estadual da Educação, Roni Miranda.

 

 

 

Por - AEN

Inverno inicia com previsão de ser chuvoso

O inverno iniciou às 5h24 deste domingo (21) no Hemisfério Sul. A estação costuma ser a época mais fria e mais seca do ano no Paraná; entretanto, em 2026, terá volumes de chuva acima da média e temperaturas ligeiramente acima da média. É o que aponta o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

Segundo o meteorologista Leonardo Furlan, massas de ar polar oriundas da Antártica e do sul da América do Sul vão favorecer quedas acentuadas de temperatura e a ocorrência de geadas no Paraná, principalmente nas regiões Sul, Centro-Sul, Sudoeste, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba.

No entanto, também há previsão de episódios de "veranicos", principalmente em agosto, quando são esperados períodos caracterizados por tempo seco e temperaturas elevadas para a época.

Até agora, a temperatura mais fria registrada neste ano no estado foi -2,4ºC no dia 11 de maio em Guarapuava, na região central do Paraná - onde a sensação térmica chegou a -7,5ºC.

Neste primeiro dia de inverno, a menor temperatura foi 4,2ºC, em Palotina, no oeste. Segundo o Simepar, ao longo do domingo (21) o sol vai predominar e as temperaturas vão subir, com máximas próximas dos 20ºC na maioria das regiões. No noroeste e oeste, os ventos se intensificam a partir da tarde e as rajadas podem superar 40 km/h em algumas cidades, apontam os meteorologistas.

 

El Ñino no Paraná

O Simepar destaca que em 2026 o inverno será influenciado pelo El Ñino, fenômeno meteorológico de larga escala. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos confirmou neste mês que as condições do El Niño já estão presentes no Oceano Pacífico equatorial.

Os dados constatados pela NOAA apontam que a temperatura da superfície do mar já está acima de 0,5°C desde maio, e as previsões apontam que essa temperatura seguirá subindo. Além da superfície, o aquecimento também ocorre nos primeiros 200 metros de profundidade.

O fenômeno vai se intensificar gradativamente e atingir o ápice entre a primavera e o verão 2026/2027 do Hemisfério Sul, segundo o Simepar.

"O oceano e a atmosfera funcionam como um sistema acoplado. Quando os ventos alísios enfraquecem, as águas quentes do Pacífico se deslocam em direção à costa oeste da América do Sul. Esse aquecimento altera a circulação da atmosfera e modifica padrões de chuva e tempestades em várias partes do planeta. O El Niño aumentará no Paraná a frequência de chuvas e sistemas frontais, ocasionará menor amplitude térmica, mais ocorrências de nevoeiros e geadas menos generalizadas”, detalha o órgão.

Com isso, a previsão para o inverno de 2026 é de que a amplitude térmica diminua ao longo de julho, o frio diminua ao longo de agosto e as temperaturas fiquem ligeiramente acima da média no fim da estação, em setembro. A chuva ficará acima da média histórica durante todo o período, com volumes crescentes até a primavera, finaliza o Simepar.

 

 

Mega-Sena - Apostas do Paraná acertam a quina

Duas apostas do Paraná acertaram 5 dos 6 números sorteados neste sábado (20) no concurso 3021 da Mega-Sena e foram premiadas.

Uma foi feita em Ponta Grossa (Campos Gerais), na loteria Princesa dos Campos II, e outra em Colorado (norte do estado), pela internet. Os dois jogos foram simples, ou seja, custaram R$ 6, e levaram R$ 30.910,50 cada.

 No total, 65 apostas acertaram cinco números e foram premiadas com R$ 30,9 mil, 3.942 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 840,14, e uma aposta acertou os seis números e levou o prêmio principal, de R$ 39.427.096,38. Ela foi feita em Nova Iguaçu (RJ).

As dezenas sorteadas neste concurso foram: 16 - 19 - 22 - 24 - 46 - 58.

O próximo sorteio está agendado para terça-feira (23) e tem o prêmio principal estimado em R$ 3,5 milhões.

A Mega-Sena tem três sorteios semanais: às terças, às quintas e aos sábados, sempre às 21h.

É possível apostar em qualquer lotérica do país ou pela internet, no internet banking da Caixa Econômica Federal ou no site ou app das Loterias Caixa, que podem ser acessados por celular, computador ou outros dispositivos.

Para concorrer, é necessário ter mais que 18 anos de idade.

A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 6. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e mais chances de faturar

 

 

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