Paraná abre primeira semana de maio com 23,3 mil vagas nas Agências do Trabalhador

As Agências do Trabalhador do Paraná e os postos avançados iniciam a primeira semana cheia de maio com 23,3 mil oportunidades de emprego com carteira assinada . As funções com mais vagas são a de alimentador de linha de produção, abatedor, operador de caixa e magarefe (cortador de carne), distribuídas em todas as regiões do Estado.

A Regional de Cascavel, no Oeste, concentra o maior volume de vagas disponíveis, com 5.289. Entre os destaques estão alimentador de linha de produção, com 1.797 oportunidades, abatedor, com 992, operador de caixa, com 173, e repositor de mercadorias, com 167 vagas.

Logo na sequência vem a Regional de Curitiba, que concentra a Região Metropolitana, com 4.751 postos de trabalho disponíveis. São 396 vagas para operador de telemarketing ativo e receptivo, 323 para alimentador de linha de produção, 293 para operador de caixa e 260 para atendente de lanchonete. Apenas na Agência do Trabalhador de Curitiba são 1.066 vagas disponíveis, com destaque para funções no comércio e serviços.

Também com números expressivos de vagas estão as regionais de Campo Mourão (3.679), Pato Branco (2.370), Foz do Iguaçu (2.044), Londrina (1.713) e Maringá (1.457). Outras regionais, como Umuarama (935), Guarapuava (460), Paranaguá (359) e Ponta Grossa (222) somam vagas em diferentes setores.

Além das funções operacionais, há oportunidades para profissionais com formação técnica e superior na Regional de Curitiba, incluindo vagas específicas para áreas como administração, educação, saúde e indústria, além de estágios de nível superior. Confira AQUI a lista de oportunidades disponíveis.

GERAÇÃO DE EMPREGOS – Na última semana, o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) que colocaram o Paraná com saldo positivo de 15.823 novas vagas com carteira assinada em março. No 1º trimestre de 2026, foram 56.414 novos postos de trabalho abertos, 4º melhor resultado do País.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Abril registra chuva e temperaturas acima da média na maior parte do Paraná

As condições atmosféricas em abril de 2026 superaram as médias históricas do Simepar. Entre as 42 estações meteorológicas do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná com mais de cinco anos de operação e que estiveram 100% ativas em abril, 13 registraram volumes de chuva abaixo da média e outras 29 acima da média histórica para o período. Dez delas tiveram temperaturas mais de 1°C acima da média histórica, e as outras ficaram com as temperaturas dentro a ligeiramente acima da média.

As chuvas seguiram o regime que estava previsto: foram vários dias consecutivos sem chuva e, quando choveu, os volumes foram altos o suficiente para que as estações ultrapassassem a média histórica para o período. Ficaram abaixo, ou muito perto da média histórica de chuvas para abril, somente as estações de Altônia, Curitiba, Francisco Beltrão, Guaira, Guaratuba, Maringá, Palmas, Palotina, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Pinhais e Umuarama.

Antonina, no dia 5, registrou um volume acumulado de 140,8 mm. No dia 26, choveu 103,8 mm em Cruzeiro do Iguaçu. No dia 29, os volumes de chuva superaram os 100 mm em Toledo (140 mm), Cruzeiro Do Iguaçu (129,4 mm), Laranjeiras Do Sul (111,2 mm), e no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava (106,6 mm). Em todas estas estações, foi em abril o registro do maior volume acumulado de chuva em um único dia do ano.

Isso ocorreu depois de vários dias sem chuva. A situação era mais crítica em Santo Antônio da Platina, onde havia chovido um volume acumulado acima de 10 mm somente no primeiro dia do ano; em Curitiba, onde não chovia mais de 10 mm em um único dia desde 15/02; em Irati, onde não havia o mesmo volume de chuvas desde 26/02; em Pinhais, que não registrava este acumulado desde 12/03; e no Distrito de Horizonte, em Palmas, que não tinha mais de 10 mm em um único dia desde 17/03.

Todas essas estações registraram chuva mais significativa, finalmente, nos últimos dias de abril. 

“Esse cenário foi provocado por um bloqueio atmosférico associado a uma circulação de grande escala, e que impediu passagens de frentes frias pelo Paraná. Essa condição persistiu praticamente durante todo o mês”, explica Marco Jusevicius, coordenador de operações do Simepar.

“No entanto, nos últimos dias, entre 26 e 30 de abril, a chegada de uma frente fria combinada com a atuação de um cavado meteorológico mudou completamente o padrão de tempo no Paraná. Tivemos volumes expressivos de chuva em grande parte do estado, queda acentuada de temperatura e até mesmo registro de geadas no extremo sul paranaense”, relata.

As chuvas vieram acompanhadas de outros fenômenos, como uma nuvem funil em Cascavel em 19 de abril, e ventos fortes, que no dia 7 ultrapassaram os 60 km/h em cidades como Planalto, Maringá, Foz do Iguaçu, Cascavel, Nova Prata do Iguaçu, Laranjeiras do Sul, Santa Maria do Oeste, Londrina e Apucarana. A mais forte foi em Santa Maria do Oeste às 20h do dia 7: 80km/h.

TEMPERATURAS – As temperaturas médias ficaram pouco mais de 1°C acima da média histórica nas estações meteorológicas que ficam em Antonina, Capanema, Campo Mourão, Cruzeiro do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guaíra, Guaratuba, Paranaguá, Paranavaí e Pinhais.

Entre as estações do Simepar, a temperatura mais alta do mês foi em Capanema, às 16h do dia 4: 36,8°C. A data com mais temperaturas mais altas no mês foi dia 5.

A temperatura mais baixa do mês, e também de todo o ano até o momento, em todo o Paraná, entre as estações do Simepar, foi registrada na estação de Palmas às 6h do dia 28: 3,9°C (confira os dados de temperatura de todas as estações abaixo). Nesta data, além de Palmas, cidades como Mariópolis, General Carneiro e Clevelândia, tiveram geada fraca.

Em abril, as estações de Antonina, Assis Chateaubriand, Capanema, Cambará, Campo Mourão, Cascavel, Cerro Azul, Cruzeiro do Iguaçu, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, General Carneiro, Guaíra, Guarapuava, Guaratuba, Laranjeiras do Sul, Loanda, Palmas, Paranaguá, Pato Branco, Pinhão, Ponta Grossa, Nova Prata do Iguaçu, Santa Helena, São Miguel do Iguaçu, Toledo, Umuarama e União da Vitória registraram suas temperaturas mais baixas de 2026 até o momento.

A maioria foi no dia 28, quando Curitiba também registrou a sua temperatura máxima mais baixa de 2026 – a tarde mais gelada do ano até o agora: 17°C.

Confira os dados dos pluviômetros das 42 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, em operação em abril:

Abaixo da média:

Cidade: média histórica de chuva para abril / volume de chuva em abril de 2026

Altônia: 78 mm / 61,2 mm;

Curitiba: 83,5 mm / 81,8 mm;

Francisco Beltrão: 142,4 mm / 118,8 mm;

Guaira: 118,6 mm / 69,8 mm;

Guaratuba: 201,0 mm / 166,4 mm;

Maringá: 76,2 mm / 75,6 mm;

Palmas: 151,8 mm / 113,4 mm;

Palotina: 115,1 mm / 104,8 mm;

Paranaguá: 138,8 mm / 111,2 mm;

Paranavaí: 96,8 mm / 90,8 mm;

Pato Branco: 151,2 mm / 149,8 mm;

Pinhais: 80,9 mm / 78 mm;

Umuarama: 96,4 mm / 92,2 mm;

Acima da média:

Cidade: média histórica de chuva para abril / volume de chuva em abril de 2026

Antonina: 163,6 mm / 257,2 mm;

APPA Antonina: 126,4 mm / 156,2 mm;

Assis Chateaubriand: 100,6 mm / 109,8 mm;

Capanema: 129,8 mm / 230,6 mm;

Cambará: 73,4 mm / 138,6 mm;

Campo Mourão: 86,3 mm / 99,8 mm;

Cândido de Abreu: 97,6 mm / 163,6 mm;

Cerro Azul: 67,5 mm / 139,8 mm;

Cianorte: 82,7 mm / 102,6 mm;

Cornélio Procópio: 67,3 mm / 99,6 mm;

Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 130,7 mm / 313,8 mm;

Fazenda Rio Grande: 84,1 mm / 147,6 mm;

Irati: 99,6 mm / 147,2 mm;

Cruzeiro do Iguaçu: 210,9 mm / 346,8 mm;

Foz do Iguaçu: 139,2 mm / 140,6 mm;

Guarapuava: 127,9 mm / 183,2 mm;

Jaguariaíva: 71,2 mm / 128,2 mm;

Laranjeiras do Sul: 140,8 mm / 261 mm;

Loanda: 81,4 mm / 113,4 mm;

Londrina: 91,9 mm / 211 mm;

Pinhão: 124,7 mm / 193,2 mm;

Ponta Grossa: 90,2 mm / 234 mm;

Guaraqueçaba: 199,2 mm / 312,6 mm;

Santa Helena: 140,6 mm / 241,4 mm;

São Miguel do Iguaçu: 135,7 mm / 187 mm;

Telêmaco Borba: 89,2 mm / 103,4 mm;

Toledo: 150,2 mm / 245,8 mm;

Ubiratã: 73,1 mm / 147,6 mm

União da Vitória: 98,7 mm / 168,6 mm;

Confira a temperatura mais alta e a mais baixa de abril em todas as estações meteorológicas do Simepar:

Estação: temperatura mais baixa de abril de 2026 / temperatura mais alta de abril de 2026

Altônia: 16 °C dia 10 / 35,7°C no dia 19;

Antonina: 16,5°C dia 12 / 35,3°C no dia 3;

APPA Antonina: 17,3°C dia 30 / 33°C no dia 8;

Apucarana: 16°C dia 24 / 30,9°C no dia 5;

Assis Chateubriand: 15,4°C dia 9 / 34,5°C no dia 5;

Capanema: 10,3°C dia 28 / 36,8°C no dia 4;

Cambará: 13,2°C dia 23 / 33,9°C no dia 4;

Campo Mourão: 14,1°C dia 19 / 32,7°C no dia 5;

Cândido de Abreu: 14,7°C no dia 25 / 33°C no dia 5;

Cascavel: 11,4°C no dia 28 / 33,8°C no dia 5;

Cerro Azul: 12,4°C no dia 12 / 34°C no dia 25;

Cianorte: 17,3°C no dia 9 / 33,4°C no dia 5;

Cornélio Procópio: 14,7°C no dia 22 / 31,7°C no dia 5;

Curitiba: 13,4°C no dia 21 / 30°C no dia 4;

Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 10,2°C no dia 9 / 29,9°C no dia 5;

Fazenda Rio Grande: 11,3°C no dia 23 / 30,1°C no dia 3;

Irati: 11,7°C no dia 24 / 31,4°C no dia 5;

Cruzeiro do Iguaçu: 10,7°C no dia 28 / 34,3°C no dia 5;

Foz do Iguaçu: 8,3°C no dia 28 / 35,3°C no dia 5;

Francisco Beltrão: 5,4°C no dia 28 / 33,6°C no dia 5;

General Carneiro: 6,5°C no dia 28 / 26,4°C no dia 4;

Guaira: 14°C no dia 28 / 34,8°C no dia 4;

Guarapuava: 11°C no dia 30 / 30,5°C no dia 5;

Guaratuba: 17,3°C no dia 28 / 32,1°C no dia 8;

Jaguariaiva: 12,1°C no dia 21 / 30°C no dia 5;

Lapa: 11,6°C no dia 23 / 29,3°C no dia 4;

Laranjeiras do Sul: 11,1°C no dia 28 / 31,9°C no dia 5;

Loanda: 17,5°C no dia 28 / 36°C no dia 5;

Londrina: 15,3°C no dia 24 / 33,9°C no dia 5;

Maringá: 17,6°C no dia 24 / 33,5°C no dia 5;

Marumbi Base: 15,4°C no dia 28 / 32,5°C no dia 3;

Palmas: 3,9°C no dia 28 / 28,9°C no dia 5;

Distrito de Horizonte, em Palmas: 12,8°C no dia 1 / 22°C no dia 1;

Santa Maria do Oeste: 12,8°C no dia 9 / 30,3°C no dia 5;

Palotina: 13,8°C no dia 10 / 34,2°C no dia 5;

Paranaguá: 17,7°C no dia 29 / 32°C no dia 3;

Paranavaí: 18,1°C no dia 28 / 34,7°C no dia 5;

Pato Branco: 8°C no dia 28 / 32,5°C no dia 5;

Pinhais: 12,3°C no dia 12 / 31,3°C no dia 4;

Pinhão: 9,4°C no dia 28 / 32°C no dia 5;

Ponta Grossa: 11,3°C no dia 19 / 30,6°C no dia 4;

Guaraqueçaba: 15,2°C no dia 23 / 34,7°C no dia 4;

Nova Prata do Iguaçu: 11,8°C no dia 28 / 33,1°C no dia 5;

Santa Helena: 11,2°C no dia 28 / 34,9°C no dia 5;

Santo Antônio da Platina: 15°C no dia 23 / 32°C no dia 5;

São Miguel do Iguaçu: 10,1°C no dia 28 / 34,5°C no dia 5;

Telêmaco Borba: 11,6°C no dia 24 / 31,3°C no dia 5;

Toledo: 11,9°C no dia 28 / 33,1°C no dia 5;

Ubiratã: 15,8°C no dia 19 / 33,4°C no dia 5;

Umuarama: 14,6°C no dia 24 / 35,5°C no dia 5;

União da Vitória: 8,8°C no dia 28 / 31°C no dia 4

 

 

 

 

 

Por - AEN

Tenente-coronel é preso com mais de 300 ampolas de medicamentos emagrecedores

Um tenente-coronel da Polícia Militar de Rondônia (PM-RO), identificado como Davi Machado de Alencar, foi preso em flagrante na tarde deste sábado (02) ao tentar ingressar no Brasil pela Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. A prisão ocorreu durante fiscalização da Receita Federal e da Polícia Federal.

De acordo com o órgão, o militar transportava irregularmente mais de 300 ampolas de tirzepatida, princípio ativo de medicamentos usados para diabetes e obesidade, como Tirzec e Mounjaro. A conduta configura crime previsto no Código Penal para produtos ilegais, falsificados ou sem autorização sanitária, com pena prevista de 10 a 15 anos de reclusão, além de multa.

Além do carregamento de tirzepatida, o oficial também portava quatro ampolas de retratutida, substância para tratamento da obesidade ainda em fase de estudos clínicos e sem autorização de órgãos reguladores.

Segundo a Receita Federal, Alencar informou durante a abordagem que havia ido ao Paraguai adquirir os medicamentos para uso familiar. Diante da quantidade transportada, ele foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, onde foi autuado em flagrante.

O militar consta no Portal da Transparência de Rondônia como servidor da Secretaria de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária, com salário bruto registrado em R$ 45.248,35.

A defesa do tenente-coronel entrou com pedido de liberdade provisória. A Justiça Federal aceitou a solicitação e concedeu soltura mediante fiança de R$ 30 mil. Não há atualização sobre o pagamento ou a liberação do militar até o momento.

 

 

Ponte de Guaratuba aposenta ferry boat após mais de 60 anos de travessias

A liberação definitiva do tráfego de veículos pela Ponte de Guaratuba, na manhã deste domingo (3), significou também a aposentadoria do ferry boat que fazia a travessia da Baía de Guaratuba há mais de 60 anos. O serviço iniciou a operação na década de 1960 como uma alternativa para ligar as duas margens da baía, já que o acesso a Guaratuba só era possível por Santa Catarina ou utilizando embarcações menores apenas para pedestres.

O contrato de concessão do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) com a empresa responsável pelo serviço permanece por mais 90 dias. Com o encerramento da travessia, as áreas de entorno, que eram utilizadas para a atracagem, serão fechadas para finalização da obra. “Agora é a aposentadoria do ferry boat. Depois de mais de 60 anos ele está em condições de se aposentar porque as pessoas vão passar por cima da ponte”, disse o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Fernando Furiatti. 

O primeiro ferry boat a fazer a travessia na Baía de Guaratuba é de 1960, criado pelo governador Moisés Lupion. A embarcação, de madeira, media 27 metros de comprimento por 10 metros de largura e contava com dois motores GM de 130 cavalos. A balsa transportava 12 veículos e cerca de 100 pessoas e não comportava ônibus.

Com a construção da ponte, que tem 1.240 metros de extensão e recebeu investimento de R$ 400 milhões do Governo do Estado, as estruturas que abrigam hoje o ferry boat terão nova função. O governo planeja uma revitalização completa do local e construir um complexo náutico para fomentar o turismo no Litoral.

HISTÓRICO – Antes da implantação do ferry boat, o acesso dos moradores de Guaratuba a Caiobá, às demais praias do Estado e também a Curitiba era muito precário. Era preciso dar a volta por Garuva, em Santa Catarina, usando uma estradinha de terra que ficava praticamente intransitável quando chovia. O asfalto só chegou em 1966. Outra opção, mais rápida, era fazer a travessia por barcos, serviço que era operado por pequenas lanchas da Empresa Balneária, ou tomar ônibus em Caiobá e Matinhos.

De acordo com o DER/PR, a primeira embarcação para o transporte de veículos foi construída pelo imigrante português João Lopes Rodrigues, com motor e material doado pelo Estado, e era semelhante às antigas caravelas portuguesas. Ela foi batizada com o nome de Ayrton Cornelsen, em homenagem ao então diretor do DER/PR.

O serviço foi aprimorado ao longo dos anos, com a modernização e ampliação no número de embarcações e melhorias também nos atracadouros. Atualmente, a travessia era feita  por seis embarcações: os ferry boats Piquiri, Guaraguaçu, Nhundiaquara e os conjugados Balsa Vitória/ Rebocador Inter XV, Balsa Grega II / Rebocador Granfino e Balsa Equip400/Rebocador Sol de Verão.

COMPLEXO NÁUTICO – A previsão é de que as obras do Complexo Náutico de Guaratuba iniciem em 2027 por meio de um contrato de concessão do terreno à iniciativa privada. O prazo de execução é de até cinco anos, mas ele poderá ser antecipado pela futura concessionária a ser contratada.

O projeto vem sendo trabalhado pela Secretaria do Estado do Planejamento (Sepl) desde o ano passado. Ele prevê a construção de um complexo com cerca de 12 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de mais de 30 mil metros quadrados – que inclui o atual canteiro de obras da ponte –, com a maior parte destinada ao uso público.

A marina, principal estrutura do empreendimento, contará com 303 vagas molhadas (para embarcações atracadas na baía) e 400 vagas secas (para embarcações alocadas internamente). Também está previsto estacionamento para 208 veículos, espaços de convivência, lazer e serviços, incluindo restaurantes, lojas e estrutura para eventos.

O investimento será de aproximadamente R$ 100 milhões, por meio da cessão do terreno para a instalação do futuro complexo. As obras deverão ser custeadas pela concessionária do espaço, a ser definida via processo licitatório. Também caberá à empresa vencedora a manutenção do local pelo período do contrato, com duração de 30 anos.

A licitação será feita na modalidade de concorrência pública, o que deve gerar uma economia de R$ 20 milhões para o Estado ao longo das três décadas, segundo os estudos da Sepl, além de garantir maior competitividade entre os interessados. Após a conclusão do projeto, o processo de concessão e a fiscalização do contrato serão conduzidos pela Secretaria da Infraestrutura e Logística (Seil), já que as áreas do ferry boat pertencem ao Estado e são administradas pelo DER/PR.

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

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