Governo já investiu R$ 400 milhões no combate ao coronavírus

Mesmo com a queda na arrecadação de ICMS, que já chega a R$ 1,6 bilhão em comparação com o mesmo período de 2019, o Governo do Paraná está direcionando investimentos em ações de prevenção e combate ao coronavírus. Desde março, R$ 399,9 milhões foram empenhados e R$ 172,5 milhões liquidados.

 

Os registros são do Novo SIAF (Sistema Integrado de Finanças Públicas do Estado do Paraná) e estão ratificados pelo Fundo Estadual de Saúde (FunSaúde), conforme consolidação da Contabilidade Geral do Estado até o dia 21 de junho. Os valores utilizados se referem aos aportes realizados pelos Três Poderes para enfrentamento da pandemia.

 

A maior parte dos recursos se refere a investimentos feitos com recursos do próprio Fundo Estadual de Saúde do Paraná (R$ 173,2 milhões), especialmente no reforço e ampliação da rede pública de atendimento hospitalar contra o coronavírus.

 

Apenas na contratação de serviços profissionais foram aplicados quase R$ 75 milhões. Para a aquisição de materiais e aparelhos farmacológicos, laboratoriais, químicos e hospitalares foram destinados R$ 49,2 milhões. Entre outras ações, os aportes serviram para ampliar a oferta de UTIs em todas as regiões do estado.

 

SOCIAL - A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento foi responsável pela execução de R$ 101,2 milhões, uma vez que transitou pelo orçamento da pasta os valores utilizados pelo Governo do Estado para distribuir os créditos das duas primeiras parcelas do Cartão Comida Boa.

 

Em seguida vem a área da educação. O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) investiu R$ 34,7 milhões, e a Secretaria de Estado da Educação, R$ 24,5 milhões. A maior parte dos valores foram direcionadas para garantir a compra de produtos da merenda escolar, que segue sendo distribuída para famílias de estudantes.

 

As sete universidades estaduais (Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Universidade Estadual de Maringá, Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Universidade Estadual do Paraná e Universidade Estadual do Norte do Paraná de Jacarezinho) juntas tiveram investimentos de R$ 4,7 milhões no período – o que inclui a aquisição de materiais e equipamentos para os hospitais universitários.

 

As contribuições a municípios foram de R$ 16,7 milhões – a maior parte proveniente do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas). Também estão contabilizados os gastos de órgãos como Detran, Ceasa, Cohapar e outros para a aquisição de EPIs para servidores e atendimento ao público, como álcool gel e máscaras, durante a pandemia.

 

“Os dados inseridos no SIAF são de responsabilidade de cada órgão, mas em nome da transparência compilamos tudo em um único relatório e disponibilizamos no portal do Coronavírus no Paraná, de forma que os dados sejam acessíveis para toda a população”, explica o secretário da Fazenda Renê Garcia Junior.

 

“Os recursos têm sido aplicados com absoluto controle orçamentário e total transparência, o que colocou o Paraná entre os estados com a melhor transparência no enfrentamento à Covid-19, de acordo com a Transparência Internacional Brasil”, completa o secretário.

 

BOLSISTAS - As ações de enfrentamento ao coronavírus também incluem o programa de contratação de bolsistas, da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Fundação Araucária. Foram abertas 1.064 vagas e o investimento soma R$ 8 milhões. Até o momento, 692 bolsistas foram contratados.

 

São médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, estudantes de saúde e de outras áreas que atuam em unidades de saúde e hospitais, que integram as Regionais de Saúde, nas divisas do Estado, no serviço de teleatendimento, no Laboratório Central do Estado (Lacen), no Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) e no Departamento Penitenciário do Estado (Depen). (Com AEN)

 

 

 

Teste da vacina contra a Covid-19 no Paraná será aplicado em profissionais da saúde voluntários

Os testes de uma vacina chinesa contra o novo coronavírus no Paraná serão aplicados em profissionais da saúde voluntários - público considerado mais exposto ao contágio.

 

O Hospital de Clínicas do Paraná (HC), que pertence a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e fica em Curitiba, foi um dos doze centros escolhidos para testar a vacina. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (1°).

 

Em todo o Brasil, serão escolhidos 9 mil voluntários. Ainda não há informações de quantos voluntários receberão a vacina no Paraná.

 

CoronaVac

 


A vacina foi desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech e recebeu o nome de CoronaVac. O Instituto Butantan faz parte no desenvolvimento desta vacina - que é uma das mais de 130 que vêm sendo testadas no mundo -, e ficou responsável pela terceira etapa, a de estudo clínico.

 

Os responsáveis pelo desenvolvimento da vacina afirmam que ela é feita com uma versão do vírus inativo - em que não há a presença do vírus vivo - método que reduz riscos.

 

Segundo eles, é o mesmo princípio adotado na produção de vacinas contra a hepatite e alguns tipos de influenza.

 

"Nesse momento, na minha expectativa, é uma das vacinas mais promissoras do mundo. Nós vamos sair já com um acordo, havendo registro, de disponibilização para o Brasil, inicialmente, de 60 milhões de doses", disse o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas.

 

Expectativa para agosto

 


Os protocolos definidos para os testes precisam ser aprovados pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e por pesquisadores do HC.

 

Por conta da urgência, há um esforço para que tudo aconteça o mais rápido possível. A expectativa é de que os voluntários que forem selecionados passem a receber as doses da vacina em teste em agosto.

 

A infectologista Sônia Raboni vai conduzir todo o processo de testagem no HC.

 

Ela diz que um grupo de voluntários receberá duas doses da vacina e o outro receberá uma substância inócua, que não produz qualquer efeito no organismo - o que é costume em pesquisas sobre medicamentos.

 

"Esse voluntário que receber a vacina será acompanhado com intervalo de sete dias, por um período prolongado, que vai se estender por um período de seis meses", disse ela.

 

Conforme forem sendo colhidos, os resultados serão apresentados ao grupo que coordena o estudo.

 

"A gente busca uma resposta até o final do ano, com uma proposta de começar a vacinar a população em dezembro ou em janeiro, pelo menos em alguns grupos prioritários. Mas, tudo vai depender desse estudo, dessa fase três", explicou Sônia.

 


O HC foi o escolhido no Paraná por já participar de outros projetos com o Butantan.

 

Nova fase de testes

 

A nova fase de testes da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês, em parceria com o Instituto Butantan, é a chamada de número três de testes clínicos.

 

As primeiras duas avaliaram aspectos como segurança e a dosagem necessária para a eficácia e obtiveram resultados promissores, segundo os pesquisadores.

 

Além do Hospital de Clínicas, a vacina será testada por sete centros de São Paulo, pela Universidade de Brasília, Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos da Universidade Federal de Minas Gerais e também pelo Hospital São Lucas da PUC do Rio Grande do Sul. (Com G1)

 

 

 

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Chega a 65 o número de municípios atingidos por temporal no Paraná

O temporal de terça-feira atingiu 65 municípios paranaenses, conforme boletim da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil publicado às 18 horas desta quarta-feira (01). As informações do Interior continuam a chegar e os números sofrerão alteração.

 

O temporal com rajadas de vento de até 120 km/h e chuva de granizo afetou 13.952 pessoas, sendo que 279 ficaram desalojadas e 208 permanecem nesta situação. Há 19 desabrigadas. São registrados até agora 11 feridos. Foram danificadas 3.146 casas e cinco destruídas - uma delas em Wenceslau Braz, em consequência de deslizamentos, e quatro em Morretes. As equipes do Corpo de Bombeiros e dos núcleos municipais de Defesa Civil continuam fazendo os atendimentos.

 

"Os ventos tendem a diminuir gradualmente à medida que esse ciclone se dirija ao oceano, mas população deve acompanhar as informações meteorológicas e alertas da Defesa Civil, tomando sempre o cuidado de consultar as fontes oficiais", afirma o tenente Marcos Vidal, da Comunicação Social da Defesa Civil Estadual.

 

Ele também ressalta que as pessoas podem receber os alertas da Defesa Civil mandando uma mensagem de texto pelo celular (SMS) com o CEP de sua residência para o número 40199.


OCORRÊNCIAS:

Segundo o boletim da Defesa Civil, 11 pessoas ficaram feridas, uma em Santa Lúcia e nove em Ubiratã e uma em Piên. Em Nova Prata do Iguaçu, 200 residências foram danificadas, afetando 800 pessoas e deixando 80 desalojadas. Em Ubiratã, 300 casas foram danificadas. Há registro de 1,2 mil pessoas afetadas e 40 desalojadas. Em Cantagalo, foram 200 casas danificadas, 800 pessoas afetadas e sete desalojadas. Em Pontal do Paraná, no Litoral, a tempestade e vendaval afetaram 4.014 pessoas, sendo que dez ficaram desabrigadas e quatro desalojadas (nenhuma permanece). Em Morretes, 516 foram afetadas e 45 estão desalojadas. Além das quatro casas destruídas, ha 143 danificadas.

Em Foz do Iguaçu e em Nova Prata do Iguaçu, 100 imóveis foram danificados, afetando 800 e 400 pessoas em cada cidade, respectivamente, sendo que em Nova Prata 40 pessoas estão desalojadas. Também há pessoas desalojadas em General Carneiro (30), Contenda (7), Fazenda Rio Grande (4) e Pinhais (3).


ATINGIDOS

A lista de municípios atingidos inclui até agora Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Antonina, Araucária, Barbosa Ferraz, Bela Vista da Caroba, Campina da Lagoa, Campina Grande do Sul, Campo Mourão, Candói, Cantagalo, Cascavel, Clevelândia, Contenda, Cruzeiro do Iguaçu, Curitiba, Dois Vizinhos, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, General Carneiro, Guarapuava, Irati, Lapa, Laranjeiras do Sul, Lidianópolis, Mandirituba, Manoel Ribas, Maringá, Matinhos, Missal, Moreira Sales, Morretes, Nova Prata do Iguaçu, Palmas, Paranaguá, Paula Freitas, Pérola do Oeste, Piên, Pinhais, Pinhão, Piraquara, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Prudentópolis, Quatro Barras, Rebouças, Reserva, Rio Bonito do Iguaçu, Rio Branco do Sul, Rio Negro, Salto do Lontra, Santa Izabel do Oeste, Santa Lúcia, São Jorge do Ivaí, São José dos Pinhais, Telêmaco Borba, Tibagi, Ubiratã, União da Vitória, Ventania e Wenceslau Braz. (Com AEN). 

 

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Nuvem de gafanhotos: mau tempo impede novas aplicações de inseticida

As equipes do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Alimentar da Argentina (Senasa) continuam acompanhando a nuvem de gafanhotos, que se encontram na região de Sauce, província de Corrientes. A ideia era realizar novas ações de combate aos insetos nesta quarta-feira, 30, porém o mau tempo na região não permitirá.

 

“Devido às condições climáticas, vento e chuva no local, suspendeu-se a aplicação programada para o dia de hoje, até que melhore, o que pode acontecer amanhã”, informou o órgão, no Twitter.

 

O clima vem dificultando o trabalho do Senasa. A nuvem chegou a ser perdida de vista na segunda-feira, 29. Porém, com ajuda da população, as equipes chegaram à parte dela na terça-feira, 30, em uma propriedade rural.

 

Brasil em alerta


Enquanto a chuva mantinha nesta terça os gafanhotos no chão, e impedia o seu combate, no Brasil a prontidão na fronteira com o Rio Grande do Sul era reforçada pela mudança de ventos em direção ao Brasil e Uruguai. Conforme o fiscal agropecuário Juliano Ritter, da Secretaria de Agricultura do estado, o vento passou a soprar no sentido sudoeste, com rajadas de 20 quilômetros por hora. “Bem em direção ao estado”. Segundo ele, a sorte para argentinos e brasileiros estava na temperatura mais baixa, que diminuiu a mobilidade dos gafanhotos.

 

No entanto, segundo o professor Mauricio Paulo Batistella Pasini, doutor em entomologia e pesquisador da Universidade de Cruz Alta (Unicruz), o mau tempo, sozinho, não elimina os gafanhotos. “A chuva apenas impede a migração. Os gafanhotos ficam onde estão e voltam a migrar depois que a chuva passa. O que elimina os insetos é o frio. A partir de 5 ºC, já eliminaria alguns indivíduos. Mas, para o clima acabar com a nuvem, é preciso temperaturas abaixo de 0 ºC.”

 

Plano brasileiro de combate

 

O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) entregou ao Ministério da Agricultura um plano nacional permanente contra pragas de gafanhotos no Brasil. O material vinha sendo elaborado desde a última semana, a pedido do próprio ministério, e agora deve ser avaliado pelos técnicos da pasta para compor uma estratégia oficial definitiva.

 

“Agora o Mapa [Ministério da Agricultura] deverá avaliar e propor as alterações e acréscimos necessários ao texto preliminar do Sindag”, explica o presidente da entidade, Thiago Magalhães Silva. Um resumo do trabalho seve ser apresentado na quinta-feira, 2, pela manhã, durante a videoconferência do Sindag com suas coirmãs dos países vizinhos: a Federação Argentina de Câmaras Agroaéreas (Fearca) e a Associação Nacional de Empresas Aeroagrícolas Privadas do Uruguai (Anepa). O encontro terá a participação também de representantes do Ministério da Agricultura de cada país. (Com Canal Rural)

 

 

 

Durante “Operação Metrópolis ” Polícia Rodoviária Estadual de Cascavel recupera veiculo com alerta de furto/roubo

Nesta quarta dia 01 de junho a equipe de serviço realizava patrulhamento pela rodovia Estadual de prefixo PRC-467, quando na altura do km 111+800m, avistou uma caminhonete de cor azul, placas ABR-7364, parada no acostamento da rodovia, após consulta no sistema SESP/Intranet foi constatado que o referido veiculo era produto de furto na noite do dia 30/06/2020, conforme B.O. DRFV 04367/2020, sendo assim o veiculo foi recolhido por guincho particular e entregue na 15ª SDP de Cascavel para as medidas cabíveis.

 

O principal objetivo é o combate ao tráfico de drogas, armas, munições e o contrabando.

 

Policiais Militares de todas as unidades do 5º CRPM atuam conjuntamente apoiados pelas unidades especializadas: BOPE, BPFRON, BPRV, BPAMB e BPMOA, somando esforços com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal do Brasil, totalizando uma atuação diária de 650 policiais militares e 120 viaturas, distribuídos estrategicamente em 52 municípios do Oeste Paranaense. (Com PRE). 

 

Disque Denúncia 181

POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ: SUA PROTEÇÃO É O NOSSO COMPROMISSO!.

Envio de declarações do IR fica levemente abaixo da expectativa

O número de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física enviadas este ano ficou levemente abaixo da expectativa da Receita Federal. Segundo o órgão, 31.980.151 contribuintes entregaram o documento, contra estimativa de 32 milhões neste ano. Mesmo assim, o total representou crescimento de 4,2% em relação a 2019, quando 30.677.080 contribuintes entregaram o documento dentro do prazo.

 

O prazo de entrega começou em 2 de março e encerrou-se às 23h59min59s de ontem (30). Inicialmente, a entrega acabaria em 30 de abril, mas foi adiada em dois meses para ajudar os contribuintes com dificuldades em juntar documentos e recibos por causa da pandemia do novo coronavírus.

 

Quem perdeu a data limite pode enviar a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física a partir das 8h de hoje (1º). O contribuinte será multado em 1% do imposto devido por mês de atraso (limitado a 20% do imposto total) ou em R$ 165,74, prevalecendo o maior valor.

 

O programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2020, ano base 2019, está disponível no site da Receita Federal. Quem já tem o programa instalado no computador não precisa baixar uma nova versão. O próprio sistema fará a atualização dos valores na hora de imprimir a guia.

 

Também é possível preencher e enviar o documento por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

 

Restituições

 

O pagamento das restituições começou em 29 de abril e vai até 30 de setembro, em cinco lotes mensais. Quanto antes o contribuinte tiver entregado a declaração com os dados corretos à Receita, mais cedo será ressarcido. Têm prioridade no recebimento pessoas com mais de 60 anos, contribuintes com deficiência física ou mental e os que têm doença grave.

 

Extrato

 

De acordo com o Fisco, o contribuinte pode acompanhar o processamento da declaração no serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) , no site da Receita. Segundo a Receita, pouco mais de 1 milhão de contribuintes caíram na malha fina neste ano. Por meio do extrato, é possível verificar pendências e fazer uma declaração retificadora para evitar ter a declaração retida.

 

Neste ano, está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis, em 2019, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

 

Também estão obrigadas a declarar as pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma for superior a R$ 40 mil; que obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto ou que realizaram operações em bolsas de valores; que pretendem compensar prejuízos com a atividade rural; que tiveram, em 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro ou que optaram pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país, no prazo de 180 dias contados do contrato de venda. (ComAgência Brasil)

 

 

 

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Sanepar fecha centrais de atendimento ao público

A Sanepar suspende a partir desta quarta dia 1º, o atendimento ao público em todas as Centrais de Relacionamento. A medida segue o decreto n.º 4942, assinado nesta terça-feira (30) pelo governador Carlos Massa Ratinho Júnior, que estabelece novas regras de restrição para o enfrentamento da Covid-19.

 

Os atendimentos serão feitos por meio dos canais alternativos da Companhia, como o aplicativo Sanepar Mobile, o site www.sanepar.com.br ou o telefone 0800-200-0115.

 

Os clientes também podem solicitar por e-mail corporativo (disponível no site) todos os tipos de serviços, incluindo novas ligações de água e esgoto.

 

“Essas medidas são importantes para superar este momento de pandemia e preservar a saúde de todos. Pedimos a compreensão da população e reforçamos que sejam usados os canais remotos, principalmente o site, o aplicativo e o teleatendimento”, afirma o diretor de Comunicação e Marketing da Sanepar, Hudson José. (Com AEN)

 

 

 

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Dengue apresenta sinais de redução no Paraná, informa a Saúde

O boletim quinzenal da dengue divulgado nesta terça dia 30, pela Secretaria da Saúde do Paraná apresenta sinais de redução dos índices da doença no Estado. Quatro municípios tiveram autoctonia excluída nesta publicação, ou seja, deixaram de apresentam casos com origem no próprio município. As cidades são Céu Azul, Engenheiro Beltrão, Icaraíma e Paranavaí.

 

A mudança na temperatura é um dos fatores que influenciam neste resultado. Com a chegada dos dias frios o mosquito transmissor da dengue diminui a circulação e assim a proliferação fica atenuada.

 

Outro fator avaliado são as atividades de combate realizadas pelos municípios, por meio das regionais de saúde e sob coordenação da Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde. Cerca de 70 cidades receberam ações para remoção técnica dos criadouros, com participação de equipes de profissionais da própria secretaria estadual. Além disso, a secretaria realizou capacitações em vários municípios, tanto para a eliminação de grandes focos, como de manejo clínico a doença.

 

Entre fevereiro e junho, o Governo do Estado fez o aporte de mais de R$ 7 milhões beneficiando 216 municípios nas ações de ações de combate á dengue. “Mesmo durante o difícil enfrentamento da Covid-19 e mesmo com a chegada do inverno vamos manter as atividades que visam acabar com a dengue. A dengue segue como uma das maiores preocupações do estado”, disse o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto. Os repasses foram oficializados pelas resoluções 782, 190, 227 e 345, publicadas em Diário Oficial do Estado.

 

“Todos temos que seguir vigilantes quanto ao mosquito Aedes Aegypti; este é uma apelo que fazemos à população, precisamos acabar com os criadouros da dengue pois ainda registra milhares de casos e cerca de 90% dos criadouros estão nos domicílios”, salientou o secretário.

 

DADOS – O boletim quinzenal totaliza 217.891 casos no período, com início do monitoramento no final de julho do ano passado. São 5.817 casos a mais que o informe anterior divulgado há 15 dias; 243 cidades estão em epidemia e 30 em situação de alerta para a dengue.

 

Nove óbitos que estavam em investigação entre fevereiro e maio foram confirmados no novo informe. Agora são 157 mortes confirmadas por dengue no período. Três óbitos foram de moradores de Maringá, dois homens, um de 89 anos, portador de doença autoimune, e outro de 81 anos, sem comorbidade, e uma mulher de 63 anos, com hipertensão e artrite reumatóide. Um óbito foi em Foz do Iguaçu, homem de 68 anos com hipertensão e diabetes; um em Cascavel, mulher de 66 anos, também com hipertensão e diabetes; um em Francisco Alves, mulher de 61 anos, com hipertensão, diabetes e insuficiência cardíaca; um em Ibiporã, mulher de 70 anos, com hipertensão; um em Marechal Cândido Rondon, mulher de 34 anos, com doença crônica do fígado ; e um óbito em Ubiratã, mulher de 29 anos, portadora de diabete. (Com AEN)

 

 

 

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Estado impõe medidas mais restritivas para conter pandemia da Covid-19

O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta terça dia 30, uma série de medidas mais rigorosas para conter a evolução da pandemia do novo coronavírus no Paraná. As ações constam do decreto 4.942/2020 e passam a valer nesta quarta-feira (1/07).

 

O documento define parâmetros mais rígidos de controle da circulação de pessoas e de funcionamento de atividades econômicas em municípios que compõem sete Regionais da Saúde, área que compreende 134 cidades. Estão inclusas as regionais de Cascavel, Cianorte, Cornélio Procópio, Região Metropolitana de Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu e Toledo.

 

As medidas, explicou Ratinho Junior, são necessárias para interromper a progressão acelerada das notificações e de mortes decorrentes da Covid-19. A inclusão das sete regionais leva em conta um cálculo epidemiológico que considera a taxa de incidência por 100 mil habitantes, o número de mortes pela mesma faixa populacional e a ocupação de leitos de UTI nas quatro macrorregionais de Saúde (Leste, Oeste, Norte e Noroeste).

 

A principal medida é a suspensão das atividades não essenciais por 14 dias, prazo que poder ser prorrogado por mais 7 dias. Segundo o decreto, haverá avaliações periódicas da continuidade das medidas depois do início da vigência, levando em consideração a evolução dos casos e critérios técnicos e científicos.

 

A regra se aplica também a shopping centers, galerias comerciais, comércio de rua, feiras livres, salões de beleza, barbearias, clínicas de estética, academias, clubes, bares e casas noturnas. Restaurantes e lanchonetes poderão atender somente no sistema drive-thru, delivery ou take away (retirada no balcão). O funcionamento do sistema buffet nas empresas deverá ser revisto ou suspenso para evitar a circulação do vírus.

 

O governador informou que os municípios abrangidos pelo decreto concentram 75% dos casos de infecção registrados no Paraná. “Temos feito tudo o que está ao nosso alcance desde o começo da pandemia. Reforçamos a estrutura de atendimento, contratamos mais profissionais, compramos equipamentos, mas isso tudo é finito. Nesse momento de curva mais ascendente, e diante do inverno, temos que reativar o isolamento social para que esse sistema não colapse”, afirmou Ratinho Junior.

 

QUARENTENA – O governador frisou que o Paraná não está em lockdown. “É uma quarentena mais restritiva em algumas regiões onde a curva está fora do controle normal. Nossas decisões serão pontuais e regionais, um trabalho de acupuntura. Se conseguirmos frear a velocidade da propagação, teremos tranquilidade para atender bem a população e não colapsar”, reforçou Ratinho Junior. “Não dá para tratar com normalidade esse momento anormal. Infelizmente teremos que conviver com essas medidas para diminuir o ritmo do vírus”.

 

Outras regionais de Saúde poderão ser alvo de medidas similares, a depender da evolução dos casos e do cálculo epidemiológico. O Governo do Estado também pode editar normas específicas para atividades econômicas nas quais surjam focos da doença.

 

MEDIDAS – O funcionamento dos mercados e supermercados ficará restrito de segunda-feira a sábado, das 7h às 21h. O fluxo será limitado a 30% da capacidade total, devendo ser controlado com a distribuição de senhas. O acesso será limitado a uma pessoa da família. Crianças menores de 12 anos também não poderão entrar nesses estabelecimentos.

 

Também fica suspenso o funcionamento de serviços de conveniência em postos de combustíveis, exceto aqueles das rodovias, devido a escassez de serviços nessas regiões, e parques, praças, passeios, equipamentos de musculação e demais áreas de atividades coletivas ao ar livre.

 

O transporte público poderá atender somente os funcionários dos serviços considerados essenciais, e os veículos só poderão circular com quantidade limitada de assentos.

 

As prefeituras também poderão instalar barreiras sanitárias nos limites dos seus territórios. Os municípios podem, ainda, adotar medidas mais restritivas se julgarem necessário.

 

Os serviços essenciais listados no Decreto 4.317/2020 devem seguir os dispostos na Resolução 632/2020 e as notas orientativas da Secretaria de Estado da Saúde, com regras rígidas de higiene e distanciamento social.

 

O decreto também orienta que reuniões de caráter pessoal devem ser realizadas de maneira virtual e, quando imprescindíveis, com quantidade máxima de cinco pessoas, desde que com afastamento de dois metros entre si.

 

FISCALIZAÇÃO – A fiscalização será realizada pela Secretaria de Segurança Pública, em parceria com as guardas municipais. Haverá multas para infratores, de R$ 106,60 (uma Unidade Padrão Fiscal do Paraná) a R$ 533,00 para pessoas físicas; e entre R$ 2.132,00 a R$ 10.660,00 para pessoas jurídicas. O valor poderá ser dobrado em caso de reincidência.

 

SAÚDE – Também serão suspensas todas as cirurgias eletivas ambulatoriais e hospitalares em face da escassez de medicamentos anestésicos e relaxantes musculares, preservando sua utilização para terapias intensivas e procedimentos emergenciais. O disposto não se aplica a intervenções cardiológicas, oncológicas e nefrológicas, além de exames considerados essenciais por prescrição médica.

 

PREOCUPAÇÃO – Segundo o boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde, 77% dos casos e 69% dos óbitos foram registrados no Paraná em junho, na análise de novas confirmações em 24h até esta segunda-feira (29), o que mostra curva ascendente em alguns lugares. O Estado também registou o número mais alto de novos casos (1.536) e óbitos (36) em um único dia, nesta terça-feira (30).

 

A taxa de ocupação das UTIs também está alta no Paraná, em torno de 66%. Algumas macrorregionais de Saúde, no entanto, estão com lotação acima de 70%: Oeste e Leste. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, nove hospitais estão com capacidade máxima atingida.

 

“A curva de casos aumentou no último mês junto com aumento da testagem. Nos últimos 15 dias tivemos um crescimento na velocidade de casos, o que culminou também com a diminuição do índice de isolamento social, que está baixo, menos de 40% durante a semana. Temos que buscar um índice entre 50% e 55%”, afirmou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto. (Com AEN)

 

 

 

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