Preços de alimentos e bebidas caem pelo segundo mês consecutivo no Paraná

O Índice Ipardes de Preços Regional Alimentos e Bebidas (IPR - Alimentos e Bebidas) do Paraná caiu 0,23% em dezembro, registrando a segunda queda consecutiva, de acordo com boletim técnico divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). A queda em novembro tinha sido de 1,33%. No acumulado de 12 meses, o índice geral apresentou alta de 0,23%, o menor patamar desde dezembro de 2023.

O resultado mensal foi impactado principalmente pelos recuos de 0,62 pontos percentuais (p.p.) no subgrupo leite e derivados e de 0,09 ponto em cereais. O subgrupo leite e derivados registrou redução de 4,49% em seus preços, seguido pelas quedas de ovos de galinha (-3,85%), sal e condimentos (-2,80%) e óleos e gorduras (-2,28%).

Dentre os produtos pesquisados, a queda de preços mais expressiva em dezembro ocorreu em abobrinha (-13,16%), acompanhada por alho (-10,35%), uva (-9,24%), leite integral (-7,99%) e melão (-7,77%).

As condições climáticas favoráveis impulsionaram a oferta de abobrinha, reduzindo seus preços. Os preços do alho caíram devido à boa produtividade e ao aumento das importações. No caso da uva, a alta oferta pressionou as cotações, mesmo com a demanda de fim de ano. Já os preços do leite recuaram por uma combinação de investimentos, clima favorável e maior importação.

Sob a ótica da variação acumulada em 12 meses, os principais destaques em redução dos preços ocorreram com cereais (-28%), leite e derivados (-9,71%) e ovos de galinha (-6,28%)

VARIAÇÕES REGIONAIS – Regionalmente, o IPR de dezembro registrou queda em sete dos nove municípios pesquisados. A retração mais expressiva foi registrada em Umuarama (-1,04%), acompanhada por Londrina (-0,56%), Pato Branco (-0,32%), Cascavel (-0,22%), Maringá (-0,13%), Curitiba (-0,11%) e Ponta Grossa (-0,03%).

O subgrupo ovos de galinha registrou as maiores quedas nos municípios de Maringá (-6,48%), Curitiba (-5,49%), Londrina (-5,43%) e Umuarama (-5,28%). O subgrupo leite e derivados registrou quedas em Ponta Grossa (-4,82%), Foz do Iguaçu e Cascavel (-4,51%) e Pato Branco (-3,93%). Em Guarapuava, o destaque da queda foi o subgrupo hortaliças e verduras (-4,67%).

Além de ovos e leite integral, que apresentaram queda nos preços, destaca-se a abobrinha, com quedas de 18,09% em Ponta Grossa, 16,31% em Curitiba, 15,34% em Pato Branco, 13,67% em Cascavel, 13,61% em Londrina, 12,54% em Guarapuava, 11,45% em Umuarama, 9,30% em Maringá e 7,64% em Foz do Iguaçu.

Nos últimos 12 meses, o IPR acumulado registrou queda em Londrina (-1,20%), Curitiba (-0,38%) e Umuarama (-0,31%).OVOS


ÍNDICE – O Ipardes divulga mensalmente a variação do Índice Ipardes de Preços Regional - Alimentos e Bebidas (IPR - Alimentos e Bebidas), composto por 91 produtos reunidos em 18 subgrupos e de abrangência para o Paraná e municípios de Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Londrina, Maringá, Pato Branco, Ponta Grossa e Umuarama. Os preços para o cálculo do índice são extraídos das Notas Fiscais ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) emitidas por estabelecimentos comerciais e disponibilizadas pela Receita Estadual, respeitando os critérios de sigilo fiscal.

A composição da cesta de produtos reflete o padrão de consumo de famílias com renda entre 1 a 40 salários mínimos, retratado pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE de 2018. Para o cálculo do IPR - Alimentos e Bebidas são utilizados, aproximadamente, 2,5 milhões de registros de notas fiscais eletrônica ao consumidor (NFC-e) emitidas por 583 estabelecimentos comerciais, distribuídos por nove municípios polos do Estado do Paraná.

 

 

 

 

 

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 130 mil famílias: Casa Fácil impulsiona habitação e movimenta a economia do Paraná

Referência nacional em políticas habitacionais, o Governo do Paraná acumula recordes no segmento graças ao programa Casa Fácil. Desde o seu lançamento, em 2019, a iniciativa já beneficiou mais de 130 mil famílias em todo o Estado, com investimento direto por meio do tesouro estadual superior a R$ 1,5 bilhão. Presente em 371 dos 399 municípios paranaenses, o programa também movimentou cerca de R$ 23,9 bilhões na construção civil, com impacto expressivo na geração de empregos e renda.

O Casa Fácil opera em várias frentes que englobam tanto a construção de moradias quanto a regularização fundiária de loteamentos irregulares. As modalidades contemplam diferentes públicos e faixas de renda, desde os menores municípios até a Capital, com atendimento prioritário e concessão de subsídio às famílias com menor condição econômica.

O diretor-presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Jorge Lange, salienta o alcance do Casa Fácil e seu impacto no setor da habitação no Estado. “Com o auxílio do governo e dos parceiros envolvidos na construção civil, foi possível entender as dificuldades do setor e desenvolver um programa mais amplo, que abrangesse diferentes públicos. Já alcançamos o número de 110 mil casas, entre entregues e em obras. Mais moradia representa mais dignidade e segurança para a população”, disse.

“Trata-se de uma política pública, instituída por lei, com fonte de recurso própria e previsão orçamentária. Temos a responsabilidade de garantir a segurança jurídica para as empresas e também a continuidade do programa, para que se perpetue, porque vemos que realmente ele faz a diferença na vida das pessoas”, complementou Lange.

AMPLA ATUAÇÃO – O carro-chefe é a modalidade Valor de Entrada, em que o Governo do Estado, por meio da Cohapar, concede subsídio de R$ 20 mil a pessoas com renda de até quatro salários-mínimos. O aporte reduz o valor de entrada dos financiamentos da Caixa Econômica Federal e facilita o acesso à casa própria. Já são quase 100 mil famílias atendidas exclusivamente por essa modalidade.

O sucesso foi tanto que a modalidade foi ampliada em maio do ano passado, com o lançamento do Valor de Entrada – Terceira Idade. A iniciativa é inédita no país e oferece R$ 80 mil de desconto para que pessoas entre 60 e 70 anos consigam comprar um imóvel com período de financiamento reduzido, o principal entrave para este público.

Até o final de dezembro, segundo relatório de contratações entre Cohapar e Caixa, 274 idosos já estavam com a análise de crédito e o benefício aprovados pelo agente financeiro, totalizando um aporte direto de mais de R$ 21,9 milhões pelo Estado.

Outra ação específica para a população idosa é o Casa Fácil – Viver Mais, que visa a construção de condomínios residenciais fechados e adaptados às necessidades desse público. Cada empreendimento possui 40 moradias, que funciona no modelo de aluguel social, com pagamento correspondente a 15% de um salário-mínimo, além de contarem com estrutura completa de lazer e atendimentos periódicos com médicos, psicólogos, fisioterapeutas, enfermeiros e educadores físicos.

São oito condomínios já entregues e outros 24 estão em fases de execução, licitação ou projeto, com um total de 1.280 unidades habitacionais e investimentos que ultrapassam R$ 244 milhões.

Para atender pessoas em situação de vulnerabilidade, o Casa Fácil – Vida Nova foca na desfavelização e reassentamento de famílias que residem em áreas irregulares, de risco ou em extrema precaridade. Realizado em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o projeto recebeu investimento de R$ 1 bilhão e tem previsão de construir até 6 mil unidades residenciais.

COHAPAR

Foto: Valdelino Pontes/Seci
COHAPAR
Foto: Alessandro Vieira
Além das novas habitações, que são integralmente custeadas pelo programa, os beneficiários contam com acompanhamento técnico multidisciplinar com 16 secretarias e órgãos estaduais, com o objetivo de garantir a continuidade do seu desenvolvimento socioeconômico, enquanto as áreas desocupadas passam por um processo de recuperação e proteção ambiental.

Já a modalidade Municípios, também integrante do rol de atuação do programa, é voltada para cidades com até 25 mil habitantes e famílias em situação de vulnerabilidade, com renda mensal de até dois salários-mínimos, que receberão a moradia sem custos. O intuito é estimular a produção habitacional de forma descentralizada, fornecendo recursos diretamente às prefeituras, sem a interveniência de agentes financeiros e/ou necessidade de endividamento.

Na primeira etapa, foram liberados R$ 533 milhões em parceria com a Assembleia Legislativa, cujo repasse é feito diretamente aos municípios por meio de convênios firmados junto à Cohapar. A proposta é levar até 25 moradias por município, a depender do porte populacional de cada uma, totalizando 4.105 novas unidades no Estado.

Outro destaque do Casa Fácil é o chamado Banheiro em Casa, criado após levantamento do IBGE apontar que muitas residências ainda não têm um banheiro com padrão de uso. Para enfrentar essa carência, o Estado mapeou as localidades e estruturou um projeto para instalação de módulos sanitários pré-fabricados em casas de famílias de baixa renda com ausência ou precariedade dessa estrutura.

A ação é conduzida pela Cohapar em parceria com a Sanepar, com aporte superior a R$ 68 milhões e previsão de entregar 3.419 unidades. Ivaiporã foi o primeiro município contemplado e o atendimento seguirá priorizando cidades com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Outros R$ 100 milhões serão destinados para regularizar 50 mil imóveis sem documentação, por meio do Casa Fácil – Paraná Regularizado. O objetivo é dar segurança jurídica e garantir o direito à posse aos moradores, com um processo feito sem custos para quem tem renda mensal de até três salários-mínimos.

PROGRAMA – O programa Casa Fácil, criado pelo Governo do Paraná, tornou-se um exemplo para todo o país, sendo premiado com o Selo de Mérito pela Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC) por vários anos consecutivos e expertise replicada em 23 entes da Federação, entre estados e municípios.

Famílias interessadas em participar do programa podem acessar o site da Cohapar, onde estão disponíveis informações detalhadas sobre cada modalidade, critérios de participação e o sistema para cadastro familiar.

 

 

 

 

 

 

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 Cultivares desenvolvidas no Paraná são quase 40% das sementes de feijão do País

O feijão é uma cultura de extrema importância para o Brasil, sendo um dos alimentos básicos no cardápio da população.

O Paraná possui condições climáticas favoráveis e uma estrutura agrícola bem desenvolvida, o que permite uma produção significativa de feijão com alta qualidade e com maior produtividade, ou seja, mais quilos por hectare. Em 2025 o Paraná confirmou a condição de maior produtor de feijão do País, com cerca de 25% do total nacional. E estabeleceu um novo recorde, com quase 865 toneladas colhidas nas duas safras: Foram 338 mil na primeira e 526,6 mil toneladas na segunda.

Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes, os números refletem um modelo de produção consolidado no Paraná. “Somos o estado mais sustentável do Brasil e o que mais produz por metro quadrado no mundo, resultado de investimento contínuo em tecnologia, pesquisa e gestão eficiente, e isso também se confirma de forma clara na cadeia do feijão. Quando somamos todos esses fatores o resultado é o aumento da renda para o produtor rural”, afirma.

O Paraná também se destaca quando o assunto é o desenvolvimento de cultivares de feijão. Segundo indicadores do Controle de Produção de Sementes e Mudas, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Sigef/Mapa), na safra de 2024/25 e de 2025/25 foram implantados no Brasil 17.822 hectares de campos de produção de sementes de cultivares de feijão do grupo comercial carioca, e 14.337 hectares de campos de sementes de feijão do grupo comercial preto. As cultivares desenvolvidas no Estado representam 38,8% desse total. 

Para o diretor-presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, com essa participação, o Estado reafirma sua posição como a principal instituição de melhoramento genético de feijão do Brasil. “O IDR-Paraná tem essa expertise de desenvolver cultivares que se ajustem às condições da nossa gente, dos nossos agricultores, e hoje não é só uma referência estadual, é uma referência nacional. Por isso que o IDR, através da sua pesquisa, é reconhecido no Brasil inteiro. Na cultura do feijão isso ocorre também dessa forma”, comenta.

Segundo o engenheiro agrônomo José dos Santos Neto, coordenador estadual do programa Grãos-Feijão e Cereais de Inverno do IDR-Paraná, o programa de melhoramento genético de feijão do Instituto consolida-se, mais uma vez, como protagonista nacional na oferta de cultivares de alto desempenho para o setor produtivo.

Atualmente o IDR-Paraná tem nove cultivares de feijão sendo multiplicadas por parceiros produtores de sementes. Os dados do Sigef/Mapa mostram que o Instituto lidera a produção de sementes do grupo comercial preto, respondendo por 71,2% de toda a área multiplicada no Brasil.

Esse destaque é impulsionado, sobretudo, pela cultivar IPR Urutau, que alcançou 9.844 hectares de produção de sementes em todo o país. Considerando-se todos os grupos comerciais, a cultivar de feijão IPR Urutau foi a mais multiplicada do Brasil na última safra, correspondendo 68,7% de todas as multiplicações de feijão preto.

“O desempenho excepcional da IPR Urutau confirma a eficiência do trabalho desenvolvido pelo programa de melhoramento de feijão do IDR-Paraná, que há décadas investe em genética, produtividade, sanidade e adaptação às diferentes regiões produtoras”, afirma Santos Neto.

VARIABILIDADE GENÉTICA – O programa de melhoramento genético de feijão do IDR-Paraná já desenvolveu 42 cultivares, muitas delas utilizadas por agricultores de todas as regiões produtoras do Brasil. A diretora de Pesquisa do IDR-Paraná e melhorista em feijão, Vania Moda Cirino, salienta que o desenvolvimento de novas cultivares amplia as alternativas de escolha de produtores e consumidores, bem como aumenta a variabilidade genética, diminuindo a vulnerabilidade da cultura.

“A utilização de variedades melhoradas constitui uma das principais tecnologias para redução do custo de produção, agregação de valor ao produto, proporcionando a elevação da renda do agricultor, estimulando a sucessão familiar e a fixação do pequeno produtor no campo. Essas tecnologias trazem vantagens econômicas, sociais e ambientais, garantindo a sustentabilidade do negócio agrícola no Paraná e no Brasil”, explica Vania.

Em março de 2026 o IDR-Paraná vai lançar a sua 43ª cultivar de feijão, a IPR Quiriquiri, que pertence ao grupo comercial carioca e tem escurecimento lento do tegumento (casca) dos grãos, o que significa que a parte externa do feijão demora mais tempo para escurecer após a colheita e durante o armazenamento, característica muito demandada pela indústria e pelos agricultores.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Com aporte de R$ 1,4 bilhão, Estado reforça investimentos em transporte para o SUS

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), vem ampliando de forma consistente os investimentos para garantir que o paciente chegue ao atendimento em saúde como parte fundamental do cuidado na área. O transporte sanitário tem papel estratégico para assegurar o acesso da população a consultas, exames e procedimentos, especialmente quando há necessidade de deslocamento entre municípios ou regiões. Nos últimos anos, apenas nesse segmento, foram investidos mais de R$ 1,4 bilhão.

Em 2025, as aquisições para o transporte sanitário concentraram o maior volume de recursos e de veículos desde 2019, alcançando o nível mais elevado desde então. Ao longo do ano passado, foram repassados aos municípios recursos para a compra de 2.038 veículos, entre ônibus, ambulâncias e vans destinadas ao transporte de pacientes, com um investimento de R$ 391,9 milhões.

Somam-se a esse montante a entrega de 150 vans e 50 veículos, com investimento adicional de R$ 94 milhões, totalizando mais de R$ 486 milhões aplicados na renovação e ampliação da frota.

Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, as aquisições desses novos veículos garantem um transporte sanitário mais seguro e humanizado para a população do Paraná. “A renovação da frota é fundamental para qualificar o atendimento aos usuários do SUS, que muitas vezes precisam se deslocar para outros municípios para a realização de consultas e exames especializados”, disse Beto Preto. “Essa melhoria contribui para ampliar a resolutividade da assistência, aproximar os serviços das famílias e promover mais qualidade de vida para a população”, ressaltou.  

Esse fortalecimento vem crescendo ano a ano. Entre 2021 e 2024, os repasses aos municípios para essa finalidade somaram R$ 794 milhões, viabilizando a aquisição de 6.439 veículos para o transporte sanitário em todo o Estado. Além disso, no mesmo intervalo de anos foram adquiridos pela Sesa mais 2.217 unidades, entre veículos, furgões, ambulâncias e vans, que ultrapassaram os R$ 163 milhões, reforçando a continuidade da política de investimento na área.  

Magali Meurer faz parte da equipe técnica da Secretaria da Saúde de Nova Prata do Iguaçu, no Sudoeste. Ela diz que o transporte sanitário mudou muito nos últimos anos no município. “Somos um município pequeno, e a maioria dos tratamentos são feitos nos centros de referência. Esse incentivo que o Governo do Estado disponibilizou foi de suma importância para a gente poder, além de ofertar o tratamento para esse paciente, também garantir o transporte com segurança e com qualidade”, afirmou.      

Adriane Filippini é usuária do transporte sanitário e utiliza o serviço com frequência para levar o filho a consultas com especialistas em Francisco Beltrão, também no Sudoeste. Além disso, também acompanha o pai em atendimentos com cardiologista e pneumologista e recorre ao transporte sempre que precisa se deslocar para realizar doação de sangue.

“A Secretaria da Saúde vem dando muita importância aos pacientes que utilizam o transporte, vem adequando os horários, os veículos e cada vez deixando os pacientes com mais conforto, tranquilidade, tudo pelo SUS”, disse. 

 

 

 

 

POr - AEN

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