Acadêmica da UEPG é indicada a prêmio nacional de Zootecnia

O curso de Zootecnia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) ganha destaque nacional neste mês. A acadêmica Rafaela Hilgemberg foi indicada ao Prêmio Estudante Dez, da Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ). O resultado saiu na última terça-feira (13). Rafaela é aluna do último ano da graduação e recebeu a indicação dos professores para participar da premiação.

 

O Prêmio Estudante Dez reconhece, a nível institucional, o mérito de estudantes de graduação em Zootecnia que se destacam nas atividades acadêmicas. “Ser indicada como possível premiada já é uma grande conquista, um reconhecimento enorme. Só de saber que a ABZ já citou seu nome é um grande prêmio e, com isso, estou fechando a graduação com chave de ouro”, comemora Rafaela. Ela concorre com mais 16 estudantes de várias universidades brasileiras.

 


Os critérios levados em conta para a escolha de estudantes são o bom rendimento escolar, representação em centro, diretório acadêmico ou colegiado do curso, bolsa de iniciação científica e extensão, monitoria ou empresa júnior, publicações em revistas indexadas, participação em eventos, além de outras atividades que qualifiquem a formação acadêmica.

 

“A coordenação do Curso, juntamente com os professores do Departamento de Zootecnia, indicou Rafaela por entender que ela atende aos requisitos do edital, e pelo reconhecimento quanto ao comprometimento e motivação em atividades extracurriculares”, explica a coordenadora do curso de Zootecnia, Cheila Roberta Lehnen.

 

A trajetória acadêmica de Rafaela passa por projetos de extensão, como o Biologia Integrativa e Modelagem na Produção de Não-Ruminantes (Biomodel), no qual é bolsista pela Fundação Araucária desde o primeiro ano do curso.

 

Sobre o mérito de estar concorrendo ao prêmio, Rafaela afirma que sempre buscou sair da zona de conforto. “A faculdade não é só ir para aula, mas também se desafiar, e foi isso que busquei durante a graduação. Fico muito feliz por tudo que realizei na UEPG, o que com certeza valeu a pena”, disse. (Com AEN)

 

 

 

Vacinação de domingo a domingo tem alta adesão entre municípios

A continuidade da campanha Vacinação de Domingo a Domingo tem sido fundamental para o aumento no número de imunizados contra a Covid-19 no Paraná.

 

“A abertura das unidades ou de espaços para vacinação aos sábados e domingos permite um horário adicional para levar um parente. Assim que as doses vão chegando, vamos vacinando a população e avançando nos grupos”, disse Beto Preto.

 

Neste sábado (17), o secretário acompanhou a vacinação nos municípios de Godoy Moreira, São João do Ivaí, Lunardelli, Jardim Alegre e Lidianópoilis. Na sexta (16), o secretário acompanhou a vacinação no município de Pitanga, na região central.

 

Os idosos de 60 a 64 anos começaram a receber as primeiras doses neste final de semana. Segundo o Vacinômetro da Sesa, até o meio da tarde de hoje, 1.361.204 paranaenses já haviam sido vacinados.

 

“Estamos andando pelo Estado, por orientação do governador Ratinho Junior, e participando das ações de vacinação. São os municípios que fazem a vacinação. A vacina tem que ser colocada de imediato no braço dos paranaenses”, afirmou Beto Preto.

 

Na sexta-feira (16), a Sesa enviou mais 368 mil doses, em novo lote que chegou no Estado nesta semana. No total, já foram aplicadas 1.782.138 doses, tanto da primeira quanto para a segunda dose. O Paraná recebeu mais de 2,8 milhões de doses do Ministério da Saúde.

 

“A primeira dose é importante. A segunda é fundamental, porque é ela que garante o fechamento do esquema vacinal e a imunidade. Por isso, mesmo que a vacina acabe para a primeira dose, as pessoas devem ficar atentas para o dia da segunda aplicação”, reafirmou o secretário.

 

INFLUENZA – Em paralelo à campanha de vacinação contra a Covid-19, a vacinação contra a gripe também está em andamento. No município de Jardim Alegre, houve divisão dos períodos para os públicos.

 

“Pela manhã fazemos a vacinação contra a gripe e, na parte da tarde, já colocamos as pessoas para tomarem a dose contra a Covid-19. A nossa estratégia amplia a possibilidade de atendimento e organiza a vacinação nas duas campanhas”, afirmou a secretária de Saúde do município, Sílvia Bovo Tsechuk.

 

O Paraná já enviou mais de 664 mil doses da vacina contra a influenza. Na primeira etapa, apenas crianças de seis meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde e povos indígenas devem receber a imunização.

 

VEÍCULOS – Nas visitas, Beto Preto também disse que a Secretaria de Estado da Saúde comprou mais de 1.300 veículos para o fortalecimento da Estratégia da Saúde da Família. Os automóveis serão entregues nas próximas semanas para auxiliar as equipes de saúde na atenção e acompanhamento ainda mais próximo da população.

 

“Fechamos um pacote de automóveis novos. Todos os municípios vão receber carros, numa doação feita pelo Estado. Vamos começar a entregar em breve, fortalecendo a estratégia de aproximação, de visita e busca ativa pelos profissionais de saúde das pessoas que estão doentes ou estão em tratamento”, anunciou o secretário. (Com AEN)

 

 

 

Jovem morre após colisão frontal envolvendo carro e caminhão em Prudentópolis

Um jovem morreu em uma colisão frontal na manhã deste sábado dia (17), no km 284,8 da rodovia BR-277, em Prudentópolis.
 
 
Conforme a PRF, o acidente foi entre um automóvel BMW/118I, de Apucarana, que seguia sentido Curitiba e um caminhão Scania/G470, de Palotina, tracionando um semirreboque, que seguia sentido Guarapuava.
 
 
Após a colisão, o carro foi projetado para a pista contrária colidindo com um Ford/Cargo que seguia sentido Curitiba. Após as colisões, todos os veículos saíram da pista e caíram em um barranco.
 
 
O jovem condutor do automóvel (ainda não identificado) entrou em óbito no local. O passageiro foi encaminhado com ferimentos graves para hospital de Guarapuava.
 
 
Não houve interdição de pista. (Com PRF/CGN). 
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Paraná intensifica vacinação de idosos com mais de 60; veja distribuição por Regional

Mais 363.340 doses de vacinas contra o coronavírus foram distribuídas às 22 Regionais de Saúde do Paraná nesta sexta dia (16). A 13ª remessa recebida pelo Ministério da Saúde é composta por 138.090 doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan/Sinovac, e 225.250 doses da Covishield, produzida pela Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz.

 

As doses da Coronavac são subdivididas em três grupos de primeiras doses e dois de segundas doses. As primeiras doses são destinadas a pessoas de 60 a 64 anos (12.120 doses, equivalente a 1,86% dessa população), trabalhadores das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas (2.510 doses, correspondente a 6% dos profissionais no Estado) e trabalhadores de saúde (8.910 doses, equivalente a 3% do grupo).

 

Já as doses de reforço devem completar a imunização de 6.320 trabalhadores da saúde e 108.230 pessoas de 65 a 69 anos. Parte das doses de Coronavac recebidas do Ministério da Saúde foram destinadas à reserva técnica e continuam armazenadas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).

 

As doses da Covishield, por sua vez, são totalmente destinadas à primeira dose. São 222.215 doses para pessoas de 65 a 69 anos, o que deve cobrir cerca de 46% deste grupo no Estado. Também foram incluídas 3.035 doses para pessoas de 60 a 64 anos, 0,49% do total desta população.

 

As doses foram distribuídas por via terrestre para 11 regionais: Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Londrina, Telêmaco Borba e Ivaiporã. Por avião, foram enviadas para as demais regionais: Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Cornélio Procópio, Jacarezinho e Toledo.

 

Beto Preto, secretário estadual de Saúde, destacou nesta sexta (16) a melhora nos indicadores da pandemia, mas reforçou que, além da vacinação, todo cuidado ainda é necessário. “Estamos vendo o resultado de 40 dias de restrições mais rígidas na diminuição de casos mais graves. É um pouco por conta da vacinação, um pouco pelas restrições dos decretos, um pouco pelos cuidados dos cidadãos, mas o vírus continua circulando. Segundo o balanço dos testes do IBMP [Instituto de Biologia Molecular do Paraná], continuamos com 30% de positividade em todos os testes realizados. Até 5%, a pandemia está controlada. Por isso, estamos em alerta todos os dias”, afirmou.

INFLUENZA – As Regionais também receberam imunizantes para o combate a outro vírus: o Influenza. São 292.800 doses da vacina da gripe, que funcionam com dose única, sem precisar de reforço. A primeira fase da vacinação, que vai até 10 de maio, inclui crianças de seis meses a cinco anos, trabalhadores de saúde, indígenas, gestantes e puérperas.

MEDICAMENTOS – Também foram enviadas 319 mil unidades de medicamentos referentes ao kit intubação, utilizados em pacientes com quadros graves de Covid-19.

 

VACINAÇÃO – Até esta sexta-feira (16), 1.358.411 paranaenses haviam recebido pelo menos a primeira dose dos imunizantes. O número corresponde a 29,31% da população inserida nos grupos prioritários da vacinação, e a 13% da população paranaense.

 

Das primeiras doses já distribuídas, 94,6% foram aplicadas. Das segundas doses, a taxa de aplicação está em 41,2% (411.697) – uma vez que requerem um intervalo de tempo entre as doses, sendo de 21 dias para a Coronavac e 12 semanas para a Covishield.

 

A expectativa da secretaria estadual da Saúde é de vacinar, até o fim de maio, todos os 4.635.123 paranaenses incluídos nos grupos prioritários.

CORUJÃO – A estratégia de vacinação contra a Covid-19 ganhou mais um incentivo nesta quinta-feira (15) com a estreia do Corujão da Vacinação: a extensão, até meia-noite, do horário de aplicação de doses pelos municípios. Doze municípios aderiram à campanha: Campina Grande do Sul, Colombo, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Londrina, Maringá, Morretes, Paranaguá, Pinhais, Piraquara, Pontal do Paraná e Quatro Barras.

 

A ação se soma também à campanha de domingo a domingo, que estimula os municípios a aplicarem a vacina também aos finais de semana.

 

“Vacina no estoque não imuniza ninguém. Ela imuniza apenas se estiver aplicada no braço dos paranaenses”, afirmou Beto Preto. “Tanto o Corujão como a campanha de domingo a domingo são iniciativas que têm como premissa fazer chegar a informação de que precisamos vacinar. Os horários alternativos estimulam as pessoas a saírem de casa para isso. Hoje, muitos não estão comparecendo na data marcada para a segunda dose. Nós precisamos tomar a segunda dose no prazo correto para garantir a imunidade plena destas pessoas”. (Com AEN). 

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MST doa toneladas de alimentos para comunidades carentes em várias regiões do Paraná

Por causa do isolamento social, necessário para combater a pandemia do novo coronavírus, muitas famílias ficaram sem fonte de renda e, com isso, sem o que colocar na mesa para comer. Diante desse cenário, integrantes do acampamento Maila Sabrina, em Ortigueira, nos Campos Gerais, doaram 14 toneladas de alimentos para moradores da Cidade Industrial de Curitiba (CIC).

 

A distribuição aconteceu na manhã do último sábado (11), véspera da Páscoa, para as comunidades 29 de Março, Tiradentes, Dona Cida e Nova Primavera.

 

Solange Aparecida Rodrigues é agricultora e moradora do acampamento Maila Sabrina, que existe desde 2003 e abriga 370 famílias. Ela conta que produz vários alimentos e doou boa parte deles para quem precisa.

 

Solange mora há oito anos no acampamento em Ortigueira. Ela vive com o marido e dois filhos de 15 anos e cinco anos. A produtora rural diz que se coloca no lugar das pessoas que não têm alimentos nesse momento.

 

Além de alimentos, foram enviadas 300 máscaras de tecido produzidas por costureiras que moram no local.

 

Roberto Soares, de 25 anos, vive no acampamento Maila Sabrina destaca a importância da solidariedade.

 

O território da comunidade Maila Sabrina, em Ortigueira, tem 10.600 hectares. A área foi ocupada em 2003 e a ordem de reintegração de posse foi emitida no mesmo ano. A disputa jurídica segue desde então.

 

De acordo com o MST, em todo o Paraná, cerca de 7 mil famílias vivem em 70 acampamentos e cerca de 25 deles enfrentam o risco do despejo. O estado tem 24 mil famílias assentadas, que moram em 369 assentamentos da reforma agrária.

 

MST entrega alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade em Cascavel.

Nesta sexta dia (16),  famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) doaram cerca de 5 toneladas de alimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade em Cascavel. As partilhas de alimentos são produzidos por famílias acampadas e assentadas da Reforma Agrária. (Com CBN). 

 

 

 

 

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Em carta a Biden, Ratinho e outros governadores propõem reduzir impacto das mudanças climáticas

O governador Carlos Massa Ratinho Junior é um dos signatários, ao lado de outros 22 chefes dos Executivos estaduais, de uma carta endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para propor parcerias e estratégias de financiamentos para reduzir o impacto das mudanças climáticas. Reunidos na coalizão de Governadores pelo Clima, eles sinalizam o interesse do Brasil em construir soluções colaborativas para defender a humanidade e todas as espécies ameaçadas pela degradação dos ecossistemas.

 

O documento é enviado ao presidente estadunidense nas vésperas da Cúpula dos Líderes pelo Clima, que acontece em 22 e 23 de abril e deve reunir chefes de Estado de 40 países. “Os estados brasileiros têm enorme capacidade de contribuir com a captura de emissões globais”, diz o texto.

 

Os estados signatários da carta representam 90% do território brasileiro e se comprometem a impulsionar o equilíbrio climático, a redução das desigualdades, a regeneração ambiental, o desenvolvimento de cadeias econômicas verdes e o estímulo à adoção de tecnologias para reduzir as emissões de gases que interferem nas mudanças climáticas.

 

“Os governos estão cientes de sua responsabilidade com a redução dos gases do efeito estufa, a promoção de energia renovável, o combate ao desmatamento, o cumprimento do Código Florestal para a conservação das florestas e da vegetação nativa, a melhoria na da eficiência na agropecuária, a proteção e o bem-estar dos povos indígenas e comunidades tradicionais e a busca de formas consorciadas para viabilizar reflorestamentos massivos, integrados aos sistemas sociobioprodutivos locais”, afirma o texto.

 

Os governadores também ressaltam a busca de soluções concretas de enfrentamento à pobreza, em especial nas áreas de florestas. “São ações que, além da remoção do carbono, da proteção da biodiversidade e da redução da pobreza, podem evitar futuras pandemias”, destacam os signatários.

 

ALIANÇAS – Outra proposta do documento é a formação alianças entre governos estaduais brasileiros, dos Estados Unidos, Europa, Reino Unido e lideranças latino-americanas, promovendo um intercâmbio entre eles. Segundo a carta, propostas conjuntas dos governadores devem ser apresentadas em novembro na COP26, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

 

“A coalizão Governadores pelo Clima está estruturando políticas climáticas, sociais e econômicas interligadas como base no desenvolvimento sustentável”, apontam.

 

Os governadores também elogiam a decisão do governo Biden em fortalecer a agenda ambiental internacional e o Acordo de Paris. “Expressamos nossa intenção de implementar ações conjuntas, propondo a cooperação dos Estados Unidos e os estados brasileiros, responsáveis pela maior parte da Floresta Amazônica e de outros biomas, que abrigam ampla biodiversidade e são capazes de regular ciclos hídricos e de carbono em escala planetária”.

 

Os representantes destacam que eles próprios contam com fundos e mecanismos para responder às mudanças climáticas, uma forma transparente de aplicar os recursos estrangeiros para a conservação. “Nossa parceria pode somar capacidade técnica, grandes áreas regeneráveis de terra e governanças locais com a capacidade de investimento da economia americana, conectando políticas públicas, conhecimento científico, instrumentos inovadores e iniciativas empresariais”.

 

A proposta, ressalta o texto, é unir uma agenda que envolva a conservação ambiental, recuperação produtiva das áreas degradas e proteção ambiental, com foco na redução das desigualdades. Neste sentido, eles se comprometem ampliar as áreas verdes não apenas na Amazônia, como em outros biomas que também sofrem degradação e têm grande capacidade de captura de carbono, como o Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal.

 

Uma das preocupações, porém, é que as ações tomadas para diminuir a emissão de poluentes e evitar que a temperatura do planeta não aumente 1,5ºC até o fim do século se tornem uma sobrecarga aos países mais pobres, por isso a importância da cooperação com países desenvolvidos, em especial os Estados Unidos.

 

“A terrível pandemia atual, somada à urgência climática, exige ações imediatas para evitar doenças em escala planetária”, ressalta um dos trechos. “Juntos, podemos construir com agilidade a maior economia de descarbonização do planeta, criando referências para impulsionar a transição da economia mundial para um modelo carbono neutro, orientando uma retomada verde no pós-pandemia”.

 

SIGNATÁRIOS – Além de Ratinho Junior, também assinam a carta os governadores Gladson Cameli (AC), Renan Filho (AL), Walden Góes (AP), Wilson Lima (AM), Rui Costa (BA), Camilo Santana (CE), Renato Casagrande (ES), Ronaldo Caiado (GO), Flávio Dino (MA), Mauro Mendes (MT), Reinaldo Azambuja (MS), Romeu Zema (MG), Helder Barbalho (PA), João Azevêdo (PB), Paulo Câmara (PE), Wellington Dias (PI), Cláudio Castro (RJ), Fátima Bezerra (RN), Eduardo Leite (RS), Belivaldo Chagas (SE), João Doria (SP) e Mauro Carlesse (TO). (Com AEN)

 

 

 

Saúde distribui 319 mil medicamentos de kit intubação para hospitais e municípios

A Secretaria estadual de Saúde distribuiu nesta sexta-feira (16) seu maior lote de medicamentos que integram o chamado kit intubação, utilizado para atendimento a pacientes com quadros graves de Covid-19, desde do início da pandemia. Destinados a todas as Regionais de Saúde do Paraná, a remessa totaliza 319.050 ampolas de medicamentos, divididos entre bloqueadores neuromusculares, sedativos e analgésicos.

 

Parte foi adquirida pelo consórcio Paraná Saúde, que normalmente realiza a compra de medicamentos de atenção básica para 398 municípios do Estado. As aquisições do consórcio somam 110,5 mil unidades, sendo 69 mil de Midazolan e 41,5 mil de Fentanila. Esta foi a primeira compra de medicamentos do kit intubação pelo Paraná Saúde, e é destinada a pacientes de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), hospitais de pequeno porte e prontos-socorros municipais de 137 municípios que atuam no enfrentamento à Covid-19.

 

Além dos medicamentos adquiridos pelo consórcio, 208.550 unidades de sedativos, analgésicos, bloqueadores neuromusculares e drogas vasoativas serão destinadas aos 59 hospitais que integram o Plano de Contingência da Secretaria no combate à pandemia. São 180.615 adquiridos pela Secretaria estadual da Saúde e 27.935 unidades repassados pelo Ministério da Saúde por requisição administrativa.

 

As compras totalizam R$ 1.801.291,84, sendo R$ 1.441.254,95 investidos pela Secretaria estadual.

 

“Os medicamentos que estão indo para os hospitais de contingência duram aproximadamente quatro dias, junto dos estoques que eles já possuem. Estamos trabalhando para ter o máximo de tempo possível de consumo médio no estoque dos hospitais”, explicou Nestor Werner Junior, diretor-geral da pasta. “Já os medicamentos que estão indo para os municípios têm uma durabilidade maior, e devem durar em torno de 15 dias. Assim, a gente consegue equilibrar melhor”.

 

VACINAS – Os medicamentos foram distribuídos às 22 Regionais de Saúde do Estado juntamente das 363.340 doses do 13º lote de vacinas contra Covid-19 e de 292.800 doses de vacina contra Influenza.

 

Na vacina contra o coronavírus, a 13ª remessa recebida pelo Ministério da Saúde é composta por 142.800 doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan/Sinovac, e 225.250 doses da Covishield, produzida pela Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. São destinadas para a primeira dose de grupos de 60 a 69 anos e profissionais de forças de segurança, além de segundas doses para grupos já vacinados.

 

“Até recentemente, 77% dos óbitos no Paraná por conta da Covid-19 eram de cidadãos acima de 60 anos. Esse número já baixou para 73%. Hoje, nas nossas UTIs, 55% dos paranaenses internados têm mais de 60 anos. Esse número já foi de quase 80%. Parte disso já é resultado da vacinação. As pessoas podem ficar doentes, mas seus quadros não são mais tão graves devido à imunidade provocada pela vacina”, disse Beto Preto, secretário estadual de Saúde.

 

Já a vacinação contra a gripe, que tem apenas uma dose, abrange nesta etapa o grupo de gestantes, puérperas, indígenas, trabalhadores de saúde e crianças de seis meses a cinco anos. (Com AEN)

 

 

 

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