Paraná tem redução de 24,3 mil ocorrências de furtos e roubos

O Paraná registrou redução de 24.377 ocorrências de furtos e roubos de janeiro a setembro de 2020 em relação ao mesmo período de 2019. Foram 130.034 crimes neste ano, contra 154.411 ocorrências dos crimes. Houve uma diminuição média de 89 furtos e roubos por dia.

 

Os dados do Relatório Estatístico Criminal da Secretaria de Estado da Segurança Pública, divulgados nesta quarta dia 25, também mostram que os crimes de furtos e roubos em ambientes públicos, comércio, residências e veículos caíram em todo o Estado nos primeiros nove meses deste ano.

 
 

A diminuição de roubo aconteceu em todas as 23 Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP) – forma como o Estado é dividido para análise criminal. De janeiro a setembro de 2020, os registros do crime de roubo, no geral, reduziram 30,7% em todo o Paraná: foram 37.405 no período de 2019 e 25.918 registros nos mesmos meses deste ano.

 

Os dados ainda apresentam uma redução de 12.890 de furtos no Estado. No geral, de janeiro a setembro de 2020 foram 104.116 ocorrências, contra os 117.006 registros nos mesmos meses do ano passado – queda de 11% no período deste ano.

 

“Baseado na análise estatística, em média 89 pessoas não sofreram furto ou roubo no Estado por dia. Isso faz parte do nosso planejamento estratégico, que tem como foco reduzir os crimes e, principalmente, aumentar a sensação de segurança de cada um dos paranaenses”, afirmou o secretário estadual da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares.  

 

Ele ressaltou que boa parte dos resultados se deve, especialmente, ao trabalho conjunto entre forças de segurança. “As polícias não medem esforços para combater o crime, seja no patrulhamento preventivo e ostensivo, seja nas investigações ou até nas elaborações de laudos. Todos atuando em conjunto colaboram para elucidação de crimes e, consequentemente, com a tranquilidade do cidadão”, completou.

 

DESTAQUES – A redução nos índices de furtos nos primeiros nove meses deste ano teve destaque na AISP de Ponta Grossa, (-10,9%), na de Foz do Iguaçu (-21,6%), de Maringá (-9,2%), Londrina (-6,1%), Cascavel (-19,1%) e de Paranaguá (17,7%).

 

Quando comparado o número de roubos nos três primeiros trimestres deste ano, a redução foi significativa nas mesmas Áreas Integradas de Segurança Pública: de Ponta Grossa (-36,5%), Foz do Iguaçu (-28,9%), Maringá (-36,1%), Londrina (-19,3%), Cascavel (- 27,7%) e Paranaguá (-29,4%).

 

CAPITAL – Curitiba, que compreende a 1ª AISP, também apresentou redução nas ocorrências de furtos e roubos de janeiro a setembro deste ano no comparativo com os mesmos meses de 2019: a queda foi de 5,6% nas ocorrências de furtos e de 33,8% para o crime de roubo.

 

AMBIENTE PÚBLICO – A redução mais expressiva é relacionada a furtos e roubos em ambiente público. Nos três primeiros trimestres de 2019 foram 25.721 ocorrências de furto, 33,4% a mais que as 17.112 ocorrências registradas nos mesmos meses deste ano. Já em relação a roubos a diminuição foi de 34,9% – de 26.553 em 2019 para 17.276 neste ano.

 

Nessa categoria, a 12ª Área Integrada de Segurança Pública, que compreende Foz do Iguaçu e os municípios da região, foi a que apresentou maior redução de furtos em ambiente público. Foram 548 ocorrências neste ano, contra 1.017 no ano passado – redução de 46,1%.

 

“Conduzimos nosso planejamento operacional voltado para manter o policial e as equipes de segurança no bairro, próximo do cidadão, e desenvolvido operações de inteligência, em que pinçamos da sociedade os marginais que são contumazes na prática do furto e do roubo”, explicou o comandante-geral da Polícia Militar do Paraná, coronel Péricles de Matos. “Além disso, também tivemos a pandemia do  coronavírus, que fez com que o cidadão ficasse em isolamento social. Com isso, a redução na movimentação e o fluxo nas ruas impacta diretamente na eficácia do policiamento”, disse o coronel.

 

COMÉRCIO – Também houve queda de furtos e roubos no comércio. A redução nas ocorrências de furtos foi de 24% (de 15.775 em 2019 para 11.963 neste ano). Em relação a roubo a comércio, a redução foi de 17,7% – de 5.027 ocorrências para 4.134.

 

RESIDÊNCIA – Nos três primeiros trimestres foram 10.589 registros de furtos a residências a menos no estado. Neste ano houve 22.922 registros, contra 33.511 ocorrências do ano passado – redução de 31,6 %.

 

Já as ocorrências de roubo a residências tiveram queda de 13,2%: de 2.825 (2019) para 2.451 (2020).

 

INTEGRAÇÃO – O delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Silvio Jacob Rockembach, relaciona os bons resultados ao trabalho integrado entre instituições de segurança e à alta qualidade das investigações. “O profissionalismo e a dedicação dos policiais civis do Paraná em seu trabalho resultam em investigações qualificadas, e isso coíbe a prática de crimes. Somado a isso, a integração com outras forças contribui para a melhoria da segurança pública em todo o Estado”, afirmou.

 

VEÍCULOS – O Paraná também teve expressiva queda no número de furtos e roubos de veículos. A redução nas ocorrências de furtos nessa categoria foi de 22,5 % e de 21,6% no crime de roubo. A AISP de Foz do Iguaçu foi a região que apresentou maior redução – 344 veículos furtados neste ano e 599 nos mesmos meses do ano passado, o que representa uma redução de 42,5%. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Sesa reforça sobre a importância da vacinação contra e pólio e da atualização de todas as vacinas

Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite termina na próxima segunda dia 30 de novembro.

 

A Secretaria da Saúde do Paraná alerta os pais e responsáveis pelas crianças de 12 meses até 5 anos para que levem as crianças até os postos para a imunização. Todas as salas de vacina estão utilizando os protocolos de segurança estabelecidos para a prevenção da Covid-19. O Paraná tem 1.850 salas em distribuídas em todos os municípios.

 
 

“Reafirmamos que a vacinação contra a pólio e contra outras graves doenças é fundamental para a saúde. Alertamos os paranaenses também para a questão das doenças consideradas erradicadas, que podem voltar a qualquer momento, como aconteceu com o sarampo, que voltou a registrar casos depois de 20 anos”, afirmou o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

 

“Neste momento, que antecede a chegada da vacina da Covid-19 a população deve atualizar a caderneta de vacinação. Entendemos a expectativa quanto a vacina da Covid, mas alertamos que é preciso estar imunizado contra todas outras doenças para as quais temos as doses disponibilizadas na rede pública; são 18 vacinas ofertadas para imunizar contra doenças tão graves quanto a Covid e que também podem causar o óbito”, afirmou Beto Preto.

 

Vigilância – A Vigilância Epidemiológica da Sesa atua com medidas permanentes de controle, acompanhando todas as notificações e casos suspeitos de doenças consideradas erradicadas como sarampo, pólio, rubéola e difteria.

 

A notificação compulsória das ocorrências suspeitas é a principal fonte da Vigilância; a partir dos registros feitos pelos serviços de saúde são desencadeadas as ações de contenção.

 

No caso da pólio, que é a paralisia infantil, a Vigilância da doença é feita com a notificação e monitoramento de casos suspeitos de paralisias que chegam aos hospitais, como quadros de fraqueza muscular e outras manifestações que indiquem redução de tônus muscular. Identificando esses casos é feito o controle da poliomielite que é uma doença infecto-contagiosa viral aguda.

 

O Paraná não registra casos de pólio desde 1.986; mas para que a população esteja totalmente protegida é preciso atingir 95% da população de 583 mil crianças na faixa de 12 meses a menores de 5 anos de idade.

 

 

“Até o momento, o Paraná apresenta a cobertura vacinal de 76% desta faixa, o que indica que milhares de crianças ainda precisam receber a dose”, afirma a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes.

 

Sarampo – O sarampo é outra doença de contágio viral que sempre preocupa a Vigilância e o Programa Estadual de Imunizações, pois pode levar a complicações como encefalite, meningite e pneumonia e, em casos de maior gravidade, pode provocar o óbito.

 

O Paraná saiu da situação de surto do sarampo em setembro, depois de completar 90 dias sem registro de novos casos.

 

Entre agosto do ano passado e agosto deste ano o estado totalizou 1.976 casos.

 

Uma pessoa contaminada pode transmitir para outras 18.

 

“São várias ações desenvolvidas pela Vigilância para garantir o controle; mas a proteção contra a doença mesmo acontece com a vacina, que no caso do sarampo tem 95% de eficácia”, disse a diretora

 

Para estar imunizado contra o sarampo é preciso receber duas doses da Vacina Tríplice Viral entre 1 ano de idade e 29 anos, entre 30 a 59 anos a imunização acontece com dose única.

 

A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, também segue em todo estado até o dia 30 deste mês e nesta fase é dirigida as pessoas na faixa de 20 a 29 anos. (Com CGN)

 

 

 

 

 

No dia nacional, Saúde ressalta importância da doação de sangue

A Secretaria de Estado da Saúde celebra nesta quarta dia (25) o Dia Nacional do Doador de Sangue, ressaltando a importância deste ato de amor e solidariedade.

 

“Devido ao enfrentamento da pandemia, percebemos que o número de doações tem diminuído. Por isso, mais do que nunca, nesta data gostaríamos de agradecer as doações e solicitar que quem puder que faça a doação e nos ajude a continuar salvando vidas”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

A Secretaria da Saúde investiu mais de R$ 19,3 milhões na rede Hemepar somente este ano, contemplando a compra de equipamentos, kits de coleta e exames, de sorologia, kits para identificação de anticorpos IgG do Covid (para a produção de plasma hiperimune), insumos gerais, pesquisa, inovação e tecnologia.

 

Nos últimos três anos, o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) tem registrado queda no número de candidatos à doação de sangue. Entre 2018 e 2020 no período de 1º de janeiro a 31 de outubro, a unidade notou uma queda de mais de 13% no número de bolsas coletadas.
A diretora do Hemepar, Liana Labres de Souza, explica a preocupação com esta diminuição nas doações.

 

“Embora estejamos em meio a uma pandemia, lembramos que os tratamentos para câncer, transplantes, doença falciforme e talassemia não foram interrompidos neste período. Estes pacientes necessitam de doações constantes para dar continuidade ao tratamento. Quando o estoque fica baixo é muito preocupante”, disse.

 

Além disso, com a queda do isolamento domiciliar e maior número de pessoas circulando nas ruas, a demanda por bolsas de sangue para atendimento a pacientes de trauma tem aumentado em todos os hospitais do Estado.

 

“Nossa necessidade é diária. Se recebemos menos doações em um dia, isto impacta em toda a rede. Sempre haverá alguém precisando de sangue, seja por uma cirurgia ou para tratamento de uma doença. Precisamos que os paranaenses continuem sendo solidários e nos ajudem a manter nossos estoques”, acrescentou a diretora.

 

DOAÇÃO SEGURA – Para evitar filas e aglomerações, o Hemepar adotou o sistema de agendamento online. Com isso, as pessoas podem continuar doando, de maneira segura, simples e rápida.

Os agendamentos podem ser feitos neste link. (www.saude.pr.gov.br/Pagina/Doacao-de-Sangue)  (Com AEN). 

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Estas são imagens do acidente ocorrido nesta terça dia 24, no Trevo Cataratas em Cascavel, por volta das 17hrs, em que uma idosa ficou gravemente ferida.

 

O condutor do veículo causador do acidente estava com a CNH vencida a mais de dois anos.

 

Operações e Multas:

A PRF realizou em 2020 mais de 700 operações de fiscalização de avanço do sinal vermelho pelas câmeras de vídeo monitoramento instaladas no Trevo.

 

Estas fiscalizações resultaram em 5744 multas por avanço de sinal vermelho.

 

O avanço de sinal vermelho é uma infração considerada gravíssima, e como se pode ver nas imagens, os acidentes causados por este tipo de atitude, são de igual gravidade.

 

Huop contrata novos obstetras e cirurgiões

O Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop) está com chamamento público aberto para contratação de médicos. As especialidades que possuem vagas em aberto são: Ginecologia e Obstetrícia e Cirurgia Torácica. A contratação é realizada por carga horária, dividida em plantões presenciais e a distância.

 

Os valores variam de acordo com a hora/plantão presencial ou à distância. Na especialidade de Ginecologia e Obstetrícia, o valor é de R$ 182,92 a hora, para plantões presenciais de 12 ou 24 horas. Já para a especialidade de Cirurgia Torácica, o plantão é de 24 horas e realizado à distância.

 

A entrega da documentação deve ser feita até o dia 30 no hospital, e a contratação e início das atividades será realizada ainda em dezembro. Os médicos devem ficar atentos também à especialidade e experiência exigida no edital.

 

A contratação de médicos por chamamento público é regulamentada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR). É importante ressaltar ainda que o Huop é um hospital de ensino e referência em várias especialidades. “Na especialidade de Ginecologia e Obstetrícia, por exemplo, são em média 350 partos por mês. O hospital é referência também no ensino e preza pelo bom atendimento da macrorregião”, ressalta o diretor geral do Huop, Rafael Muniz de Oliveira.

 

Mais informações sobre as contratações estão disponíveis no edital: http://projetos.unioeste.br/huopforum/index.php?topic=1460.0.   (Com Assessoria H.U Cascavel). 

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Governador institui grupo para agilizar nova reserva hídrica

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou nesta terça-feira (24), no simbólico Dia do Rio, um decreto que institui um Grupo de Trabalho para agilizar a construção de um corredor ecológico com quatro novos parques e reservatórios de água ao longo do Rio Iguaçu na Região Metropolitana de Curitiba.

 

O objetivo do projeto é criar uma reserva hídrica alternativa para abastecimento dos cidadãos, mas também estruturas que darão segurança contra inundações. A ideia inclui, ainda, espaços para lazer, recreação, pesca, visitação e educação ambiental, além de ajudar a evitar invasões, loteamentos clandestinos e aterramento de cavas.

 

O grupo será composto por técnicos da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), da Sanepar e do Instituto Água e Terra (IAT). Também podem ser requisitados profissionais de outras áreas para ajudar nos projetos.

 

O principal objetivo do Grupo de Trabalho é a revisão do Plano Diretor da Área de Interesse Especial Regional do Iguaçu (AIERI), a fim de permitir a criação do Parque Ambiental do Itaqui, do Parque Ambiental de Piraquara, do Parque Natural do Iguaçu e do Parque Metropolitano do Iguaçu. Também está no escopo um corredor ecológico de 97 quilômetros ao longo do traçado do Rio Iguaçu.

 

“O objetivo é preservar a riqueza do Rio Iguaçu e fazer a interligação das cavas já existentes para criação de alguns reservatórios lineares. Esse Grupo de Trabalho dará mais dinâmica a esse processo que já vinha sendo desenvolvido pela Comec e pela Sanepar”, afirmou o governador Ratinho Junior. “A ideia é integrar esforços e realizar todos os ajustes necessários para dar prosseguimento aos projetos”.

 

PROJETO – A primeira etapa envolve a construção dos parques em si. O Parque Metropolitano do Iguaçu prevê um complexo de lagoas entre São José dos Pinhais e Curitiba. O Parque Ambiental do Itaqui também ficará na região, perto a Piraquara, com quatro grandes lagos.

 

O Parque Ambiental de Piraquara ficará próximo ao Contorno Leste, na divisa com Quatro Barras, e o Parque Natural do Iguaçu, em Araucária, ficará entre a Rodovia do Xisto e a PR-423. Serão impactados pelo projeto desses parques os municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Piraquara e Araucária.

 

Os projetos, contratados há alguns anos pela Comec, ainda passam por revisão.

 

A segunda etapa engloba a criação de reservatórios lineares de água para abastecimento. A proposta prevê intervenções em uma área total de 17 mil hectares, que abrangem as quatro barragens do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana. Haverá estruturação em 97 quilômetros lineares ao longo do traçado do Rio Iguaçu, conectando Quatro Barras a Porto Amazonas.

 

A previsão é que o volume de água reservada nesse sistema linear seja equivalente a até duas barragens do Iraí, que tem capacidade de armazenar 58 bilhões de litros de água. O projeto prevê, ainda, a implantação de jardins de infiltração (wetlands) que teriam a função de despoluir rios usando raízes de plantas.

 

APOIO – No início do mês, o governador Ratinho Junior apresentou esse projeto ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, em Brasília. O governo federal poderá ajudar a viabilizar os recursos necessários para as obras. Essa é uma das estratégias de ataque direto contra a pior crise hídrica dos últimos 100 anos. (Com AEN)

 

 

 

Portos do Paraná lidera premiação de melhores do Brasil

A empresa Portos do Paraná tem a melhor gestão pública do País. O reconhecimento foi feito pelo governo federal na premiação “Portos + Brasil”, entregue na noite desta terça-feira (24), pelo Ministério da Infraestrutura. Vencedora em duas das quatro categorias, a empresa pública paranaense lidera o ranking nacional nas práticas de mercado e em gestão.

 

“O setor de portos operou com intensidade mesmo em um momento de crise e respondeu rapidamente. Esse é um dia de celebrar a meritocracia. Nos próximos anos, o setor deve receber investimentos de US$ 30 bilhões”, disse o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas, durante o evento de premiação, em Brasília.

 

Ele ainda destacou a parceria com o Estado na área de infraestrutura. “No ano que vem vamos leiloar seis lotes de rodovia no Paraná, o que vai transformar a logística do Estado. Serão mais de R$ 40 bilhões em investimentos e mais de 2 mil quilômetros apenas de duplicações”, reforçou.

 

GESTÃO – O Paraná alcançou a maior nota no Índice de Gestão das Autoridades Portuárias (IGAP): 98,5 pontos. O Estado foi o primeiro e o único a receber autonomia total na administração dos contratos de exploração dos portos organizados. A descentralização foi feita em agosto de 2019 e deu mais eficiência e celeridade aos processos envolvendo os terminais paranaenses.

 

“O IGAP mede indicadores de desempenho para atestar a capacidade de gerência dos portos. São índices financeiros, contábeis, de transparência administrativa, regularidade tributária e trabalhista, além da manutenção dos acessos aquaviários”, explicou o secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni.

 

Para ele, a autonomia comprova o alto nível técnico dos Portos do Paraná, que passaram por um extenso processo de análise e validação. “A administração local está mais próxima das empresas, conhece todas as particularidades da região e conta com estrutura organizacional, física e funcional para gerir com segurança e competência a exploração das instalações portuárias”, completou.

 

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, reforçou a importância do bom trabalho realizado pela equipe paranaense. “Temos um quadro extremamente técnico que se dedica, diariamente, para manter a excelência nos serviços prestados nos portos de Paranaguá e Antonina. Mesmo com a pandemia, o Paraná não parou e seguiu avançando”, arrematou.

 

PLANEJAMENTO – A Portos do Paraná ainda ganhou na categoria Execução dos Investimentos Planejados, com índice de 81,8%. O conceito é importante para mensurar a proporção do orçamento de investimento disponível que foi efetivamente executada pela autoridade portuária.

 

“Como empresa pública, precisamos garantir aos nossos usuários segurança jurídica e financeira. Além de garantir que temos capacidade operacional para concretizar os investimentos necessários”, ressaltou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

 

Segundo ele, a empresa pública deve investir R$ 609 milhões em obras de infraestrutura terrestre e marítima nos próximos anos. Somente no programa de dragagem continuada seão R$ 403,3 milhões nos próximos cinco anos. Também estão em andamento o projeto executivo do novo Corredor de Exportação; a reforma do Píer de Inflamáveis (R$ 28,5 milhões); e a derrocagem da Pedra da Palangana (R$ 23,2 milhões), entre outros.

 

“Já entregamos obras que eram aguardadas há anos pela comunidade. Em setembro, por exemplo, inauguramos a ampliação do cais e a modernização do berço 201, com investimentos de quase R$ 178 milhões. Em 2019 também foram entregues a recuperação da avenida Bento Rocha (R$ 15,9 milhões) e o novo viaduto da BR-277 (R$ 12,7 milhões)”, lembrou Garcia.

 

FÓRUM – O prêmio “Portos + Brasil” aconteceu no encerramento do Fórum Nacional de Logística e Infraestrutura Portuária – Brasil Export. O evento reuniu autoridades do setor, empresários e usuários de todo o País. (Com AEN)

 

 

 

A 15ª SDP de Cascavel iniciou a campanha "NÃO CAIA EM GOLPE", que consistirá na divulgação semanal de orientações e dicas de prevenção em relação aos golpes mais aplicados.

 

A primeira delas trata sobre falsos sites ou anúncios de compra.

(Imagem - Polícia Civil).

 

Siga as dicas e não caia em golpe. 

 

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Inscrições para o PSS encerram com 47 mil candidatos

O prazo de inscrições para o Processo Seletivo Simplificado (PSS), que prevê a contratação de professores temporários para 2021, terminou nesta segunda dia 23, às 23h59. Ao todo, 47.008 profissionais se candidataram para a seleção.

 

As inscrições começaram em 11 de novembro e tinham o encerramento previsto para as 18 horas de segunda (23), mas foram prorrogadas até o fim do dia. Os dados são do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), empresa responsável pela aplicação da prova de conhecimentos do PSS deste ano.

 

Os professores inscritos farão a prova objetiva em 13 de dezembro nas cidades-sede dos Núcleos Regionais de Educação (NRE) para os quais se candidataram. No dia da avaliação serão adotadas normas rígidas de prevenção da Covid-19, seguindo protocolo da empresa que organiza a prova e determinações da Secretaria de Estado da Saúde.

 

Além da avaliação, que tem caráter classificatório e é composta por questões da área em que o candidato pretende lecionar, outros critérios de seleção são o tempo de serviço e a titulação, que já eram utilizados nos anos anteriores.

 

Após amplo diálogo com a classe dos professores, foi decidido não utilizar redação e banca como critérios de avaliação. Originalmente, essas duas etapas também comporiam a nota.

 

“O processo de seleção dos profissionais da nossa rede está sendo aprimorado e, ao mesmo tempo, estamos mantendo a valorização dos profissionais que já contam com uma titulação e experiência, e que compartilham de uma caminhada com a gente”, disse o secretário estadual da Educação e do Esporte, Renato Feder.

 

O PSS prevê a contratação de pelo menos 4 mil profissionais para lecionar no ano letivo de 2021. Existe grande possibilidade de ampliação das vagas. Os salários podem chegar a até R$ 3.720.

 

GRUPOS DE RISCO - Parte dos profissionais selecionados no Edital PSS vai substituir professores do grupo de risco da Covid-19 que não tenham possibilidade de atuar presencialmente. Porém, o processo seletivo está aberto a todos os profissionais, inclusive aos candidatos do grupo de risco. Não será vedada a realização da prova para nenhum candidato.

 

A classificação do profissional do grupo de risco está garantida e será mantida. O candidato será convocado para as aulas assim que acabar a situação emergencial da pandemia. (Comk AEN)

 

 

 

 

 

 

Do óleo às farinhas: como a produção de grãos chega à mesa do consumidor

Margarina, óleos, farinhas, misturas para pães e bolos, cafés. A variedade de produtos é grande e cada vez mais trazem no rótulo a marca de agroindústrias paranaenses. A produção de grãos no Paraná é historicamente destinada à exportação, mas as cooperativas do Estado têm investido cada vez mais na ampliação de unidades fabris para processar a produção primária e fornecê-lo ao consumidor como produto final.

 

Na série de reportagens do projeto Feito no Paraná, vamos conhecer algumas cooperativas que têm produção agroindustrial de beneficiamento de grãos. A Ocepar contabiliza 18 plantas de processamento de grãos, açúcar e café ligadas ao cooperativismo. Elas reforçam a grande cadeia da indústria paranaense de alimentos, que faz deste segmento um dos mais importantes da economia estadual.

 

“Por que as pessoas se juntam? Para fazer algo que não podem fazer sozinhas”. É com esta filosofia sempre em mente que o presidente-executivo da Coamo, Airton Galinari, define o trabalho da cooperativa, que completa 50 anos de existência.

 

Além de fomentar e dar suporte ao plantio, a empresa tem investido de forma pioneira na transformação de produtos agrícolas. Com produção em Campo Mourão, Paranaguá e em Dourados (MS), a cooperativa emprega cerca de 12 mil pessoas só no processo fabril.

 

“O objetivo da industrialização é verticalizar o produto e trazer mais valor agregado ao que produzimos”, explica Galinari. Com as marcas Coamo, Primé, Aniella e Sollos, a cooperativa vende farinhas, óleos, margarinas, massas prontas para pães e bolos, fios de algodão e café.

 

UNIDADES - Em Campo Mourão, a unidade fabrica margarinas, gorduras vegetais, óleo de soja, fios de algodão, tem uma torrefação de café e moinho de trigo. Em Dourados, a fábrica inaugurada em novembro do ano passado produz óleo de soja (embalagem PET) e farelos especiais. Em Paranaguá, a produção é exclusiva de óleo degomado (óleo bruto) e farelo para exportação.

 

A maior parte dos produtos industrializados pela cooperativa é destinada ao mercado interno, informa Galinari. “Temos compradores que levam nosso produto para a Venezuela e Paraguai. Já a soja, o farelo de soja, milho e óleo de soja, estes exportamos para o mundo todo”, afirma o executivo.

 

FARINHAS - Em Ponta Grossa, o moinho Herança Holandesa, do grupo Unium - que reúne as cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal - foi pensado para produzir farinhas especiais para linhas industriais do mercado B2B, como é conhecida a produção para outras marcas.

 

No entanto, em 2017, a empresa investiu em tecnologia, ampliou seu mix e iniciou a produção de farinhas para uso doméstico. No início do ano passado os produtos começaram a chegar às gôndolas dos supermercados da região dos Campos Gerais.

 

Cleonir Vitório Ongarato, coordenador de negócios da Herança Holandesa, informa que a unidade produz farinhas premium, tradicional e integral. Há ainda a linha especial, formada por farinhas para pizza, pastel e a farinha Precisa, uma segunda marca da empresa e com preço reduzido para o consumidor.

 

O moinho emprega cerca de 100 pessoas, de forma direta e indireta, e processa 450 toneladas de trigo por dia. A maior parte da matéria-prima usada no moinho vem dos cooperados da região dos Campos Gerais ligados à Frisia, Capal e Castrolanda.

 

Segundo Ongarato, o projeto da cooperativa é conquistar o mercado de dentro para fora. “Primeiro, temos que ser bons em casa e depois ir avançando, a medida que comprovamos a qualidade do nosso produto e conquistamos a confiança do produtor e dos clientes”, afirma.

 

FEITO NO PARANÁ – Criado pelo Governo do Estado, o projeto busca dar mais visibilidade para a produção estadual. O objetivo é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses.

 

O projeto foi elaborado pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes e quer estimular a economia e a geração de renda. Empresas paranaenses interessadas em participar do programa podem se cadastrar pelo site www.feitonoparana.pr.gov.br. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Educadores(as) completam 120 horas de greve de fome em defesa de empregos

A greve de fome dos(as) educadores(as) que estão acampados em frente ao Palácio Iguaçu completam nesta terça dia (24), 120 horas. Acampados desde quinta-feira (19) no Centro Cívico, os(as) trabalhadores(as) da educação, mobilizados junto com a APP-Sindicato, estão resistindo em defesa da empregabilidade de mais de 30 mil profissionais, que estão sendo ameaçados pelo governador Ratinho Jr e o secretário da Educação, Renato Feder. 

 

As principais denúncias da categoria são a realização da prova para o Processo Seletivo Simplificado (PSS), que foi instituída pelo edital 47/2020, a falta de diálogo com o governador Ratinho Jr e o autoritarismo do governo ao implementar projetos para a educação paranaense. A APP-Sindicato cobra ainda o pagamento de progressões e promoções, prorrogação de contratos para Funcionários(as) de Escola e a suspensão da militarização escola. 

 

A secretária de Finanças, Walkiria Olegário Mazeto, enfatiza ainda que a luta da categoria reivindica do Estado respeito para com os(as) trabalhadores(as), que correm o risco de perder seus empregos. “Nós reivindicamos a manutenção dos empregos das pessoas em um período de pandemia, tão duro e tão difícil”.

 

O Sindicato reafirma que os(as) trabalhadores(as) em greve continuam sendo monitorados(as) 24 horas por uma equipe médica. 

 

Assembleia Estadual

Por falta de diálogo com a gestão, o comando de greve deliberou a convocação da categoria para uma assembleia estadual extraordinária nesta quinta dia (26). A reunião será realizada de forma virtual, para preservar a saúde dos(as) educadores(as) presentes. Para participar, é preciso fazer um cadastro prévio no endereço https://appsindicato.org.br/assembleia. Um dos pontos que estará na pauta é o início de uma greve geral em todo o estado

 

O sistema de credenciamento já está liberado. É preciso informar o RG para criar um login e uma senha. A assembleia será realizada através da ferramenta de videoconferência. O(a) educador(a) receberá o link de acesso no e-mail utilizado no cadastrado. (Com APP Sindicato). 

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Projeto Palliare oferece acolhimento à família de pacientes pediátricos no Huop

O tratamento no ambiente hospitalar vai além do cuidado com o paciente, mas também o acolhimento à família. Quem fica à beira do leito também necessita de um olhar específico das equipes para que possa passar por esse desafio. No Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop), o acolhimento às famílias faz parte do atendimento humanizado. Na UTI Pediátrica, local onde o responsável pelo paciente acompanha durante 24 horas o tratamento, a conversa é diária com a equipe multidisciplinar, e é a partir desse diálogo que as equipes identificam a possibilidade também da desospitalização do paciente através do “Projeto Palliare”.

 

“O ambiente hospitalar é hostil para criança. O acesso venoso é dolorido, os exames são doloridos. E a casa é um ambiente conhecido, familiar. Por isso, é muito mais confortável, e sempre que possível conversamos sobre a desospitalização, para que o paciente possa ter essa comodidade do tratamento em casa”, explica o médico intensivista pediátrico, Julio Ricardo Ramos.

 

O Projeto Palliare foi criado oficialmente em 2018 no Huop, mas oferece o suporte às famílias ainda antes de ser implantado. A maioria destes atendimentos são feitos às famílias de pacientes que precisam da ventilação mecânica. Desde 2011, 25 pacientes que precisavam desse suporte continuaram o tratamento em casa e receberam o atendimento do projeto.

 

“Começou no acolhimento das famílias de pacientes paliativos, e os que precisavam desse suporte da ventilação. Mas desde que foi implantado o projeto o foco é na desospitalização, quando há a conversa e decisão com os familiares de que não há mais terapêutica hospitalar necessária para dar suporte ao paciente, e cientes do acordo, dão continuidade ao tratamento em casa”, diz a coordenadora de Enfermagem da UTI Pediátrica, Lígia Satiko Simomura.

 

Para a desospitalização desses pacientes é necessário ter um treinamento das equipes de saúde que atuam no município onde o paciente reside, e, além disso, modificações na residência, principalmente há a necessidade de suporte ventilatório. “Para a ventilação é preciso um cômodo modificado, ainda um relógio específico da companhia de energia, assim como um gerador. Tudo o que for necessário fazemos a ponte com os órgãos públicos, através do Serviço Social, para que a família consiga toda a adaptação necessária e tenha condições de receber o paciente em casa. Não é apenas desospitalizar, é um processo progressivo e realizado com muito cuidado”, explica o médico Julio.

 

Em Cascavel, os pacientes que são desospitalizados são acompanhados pelo PAID (Programa de Assistência e Internamento Domiciliar). Em outras cidades da região, o Huop oferece o treinamento às equipes, junto à Secretaria de Saúde do município, para que conduzam a assistência da melhor forma. Mas o atendimento junto ao Projeto não encerra na ida para casa. “Estamos sempre em contato sobre o estado de saúde do paciente, e disponíveis para qualquer intercorrência. Não encerramos o acompanhamento quando a criança vai para casa”, destaca Julio.

 

O Projeto Palliare na UTI Pediátrica integra o atendimento de toda a equipe multidisciplinar, que identifica as necessidades dos familiares no processo de recuperação. “O atendimento é feito para as famílias que não compreendem o diagnóstico e a intervenção é realizada pela equipe com objetivo de evitar outros conflitos familiares. Em algumas situações a equipe até mesmo resgata o convívio com a família do paciente durante esse processo”, comenta Julio.

 

CUIDADO PALIATIVO:

Os cuidados paliativos de um paciente é quando não há mais efeito de cura da enfermidade. É quando também há a necessidade de apoio aos familiares. Nesse momento, o objetivo é proporcionar conforto ao paciente, também com a possibilidade da desospitalização. “Cuidados paliativos para crianças é muito diferente de um adulto, e assim, a abordagem também é realizada de forma diferente. O objetivo é que essa criança tenha o melhor cuidado e conforto possível, e claro, precisamos sempre acolher à família para que compreendam o diagnóstico e possam decidir junto com as equipes a possibilidade de retorno para casa”, ressalta. (Com Assessoria HU Cascavel). 

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