O último fim de semana de verão será de calor no Paraná, de acordo com a previsão do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). A região Leste do Estado, que passou os últimos dias com temperaturas mais amenas e tempo chuvoso, terá dissipação gradual das nuvens e predomínio de sol, o que vai contribuir para a elevação das temperaturas. No Oeste, que vive o oposto, ou seja, tempo quente e muito seco, a chuva volta trazendo alívio no início da próxima semana.
Desde terça-feira (10) as temperaturas não passam dos 22°C em Curitiba e as nuvens predominam, com chuva fraca ao longo dos dias. Em Ponta Grossa, a temperatura mais alta neste período foi de 23,1°C na quarta (11). No Litoral a temperatura subiu um pouco mais, chegando a valores entre 25°C e 27°C, mas a chuva foi mais intensa. Somente na quinta (12) a estação pluviométrica do Simepar em Pontal do Paraná registrou 114 mm de chuva na região de Pontal do Sul, sendo mais de 50 mm em meia hora, por volta das 7h30.
O dia ainda amanheceu nublado sobre o Leste do Paraná nesta sexta-feira (13), mas nas próximas horas as nuvens começam a dissipar gradualmente e as temperaturas voltam a subir. Nos Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba as temperaturas máximas ficam entre 25°C e 28°C, e no Litoral entre 27°C e 30°C. “Ao anoitecer, as temperaturas voltam a cair nos Campos Gerais e na Região Metropolitana de Curitiba, com mínimas em torno dos 17°C. No Litoral a variação será menor, com mínimas próximas dos 24°C”, diz Bianca de Angelo, meteorologista do Simepar.
A condição atmosférica é bem diferente no Oeste do Paraná, onde há uma massa de ar seco. Com predomínio de sol, as temperaturas seguem acima dos 30°C, podendo alcançar os 33°C em cidades como Francisco Alves, Palotina e Entre Rios do Oeste. “Apesar do predomínio de céu aberto, não se descarta a ocorrência de pancadas de chuvas pontuais e de curta duração espalhadas sobre o Estado durante o período da tarde, devido à umidade remanescente na atmosfera”, explica Bianca.
No sábado (14) as condições seguem semelhantes: amanhecer com nebulosidade baixa no Leste, porém predomínio de sol em todas as regiões ao longo do dia. As temperaturas sobem e chegam aos 30°C em todas as regiões do Paraná, podendo alcançar os 34°C em várias cidades do Sudoeste, Oeste e Noroeste. “Ainda há possibilidade de chuvas isoladas e dispersas sobre o Estado, porém de curta duração e sem elevação da intensidade, não formando temporais”, lembra Bianca.
No domingo (15) as temperaturas sobem ainda mais, e o destaque será a amplitude térmica de aproximadamente 10°C graus na maioria das regiões - ou seja, uma diferença de dez graus entre a temperatura do amanhecer e a temperatura mais alta do dia, geralmente registrada à tarde. “A exceção fica apenas para o Litoral, onde essa variação será um pouco menor”, detalha Bianca.
CHUVA – No Oeste a falta de chuva já começou a trazer problemas para a agricultura, e desconforto para a população. Em Cascavel, por exemplo, o único dia no ano inteiro que teve um acumulado de chuva superior a 10 mm foi o dia 10 de janeiro, quando a estação meteorológica do Simepar na cidade registrou 30 mm. A situação é parecida em Santa Helena: os únicos dias com mais de 10 mm de chuva no ano inteiro foram 9 de janeiro, com registro de 47,6 mm, e 10 de janeiro, com 26,6 mm.
A chegada de chuva trará alívio para a região a partir da próxima semana. “Uma nova área de instabilidade começa a avançar pelos países vizinhos. Sua posição não traz grandes influências sobre o Paraná, mas contribuirá para o aumento da frequência de pancadas de chuvas isoladas, de intensidade moderada, no extremo Oeste do Estado, principalmente na região de fronteira”, afirma Bianca.
Na segunda-feira (16), apesar da chuva, as temperaturas seguem altas, chegando aos 36°C no Oeste. Nas outras regiões do Estado o tempo segue estável e com temperaturas parecidas com as do fim de semana. A chuva pode chegar à região Norte na terça-feira (17), e voltar às outras regiões entre quarta (18) e quinta-feira (19). O Simepar segue acompanhando as condições atmosféricas.
Por - AEN
Além de ocupar a liderança no ranking nacional da produção de carne de aves, com 1,7 bilhão de animais processados até o terceiro trimestre de 2025, o Estado do Paraná também encabeça a lista dos maiores exportadores, destinando, ao mercado internacional, 2,05 milhões de toneladas do produto no ano passado, o que gerou receitas da ordem de US$ 3,53 bilhões.
Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e foram divulgados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) nesta sexta-feira (13).
Em termos de destinos, o Paraná mandou carne de aves paranaense para 150 mercados diferentes no ano passado. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, que também são grandes exportadores da mercadoria, atingiram 138, 134 e 119 mercados no Exterior, respectivamente.
A diversidade de mercados da carne de aves produzida no Estado é tão grande que envolve desde países que compraram mais de 100 mil toneladas do produto, como os Emirados Árabes Unidos, a China, o México e o Japão, até mercados que adquiriram menos de uma tonelada, como Palau, país da Oceania com apenas 18 mil habitantes, que também são destinos importantes.
Em termos de ranking, os maiores compradores, pela ordem, foram Emirados Árabes Unidos, China, México, Japão, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Iraque, África do Sul, Kuwait, Omã, Chile, Filipinas, Holanda, Turquia, Catar, Iêmen, Líbia, Singapura, Gana e Jordânia.
De acordo com o Ipardes, chegar em mercados tradicionais e outros mais distantes, como Belize e nações da África, demonstra o alcance dos negócios que envolvem a carne de aves paranaense, assim como o compromisso do Estado com o atendimento do consumo mundial de alimentos. Outro diferencial do Estado é a capacidade de produção do frango halal para atender o mercado islâmico.
De acordo com Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, os números reforçam termo "supermercado do mundo” que é atribuído ao Estado. “Há comida paranaense nos quatro cantos do mundo. A carne de frango, que figura entre os principais produtos exportados pelo Paraná, é uma amostra da nossa qualidade e competitividade”, diz.
PRODUÇÃO – O Paraná lidera amplamente o abate de frangos em todo o Brasil, com cerca de 34% da participação nacional, seguido por Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apenas nos três primeiros trimestres do ano (dado mais recente disponível) foram abatidos 1,7 bilhão de aves no Estado, um novo recorde para o período.
Confira a relação dos principais compradores:
Com a proximidade do Dia do Consumidor, neste domingo (15), e o aumento das promoções divulgadas pela internet, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) orienta a população a redobrar a atenção ao realizar compras online. Durante esse período, é importante que os consumidores verifiquem a procedência de ofertas, páginas e perfis antes de fornecer dados pessoais ou realizar pagamentos.
Como explica o delegado-chefe do Núcleo de Combate a Crimes Cibernéticos (Nuciber), José Barreto, há um aumento do registro de crimes desta natureza em períodos promocionais, quando os criminosos se aproveitam das ações de desconto realizadas por diversas lojas.
“Eles criam sites falsos se passando por essas lojas e divulgam descontos exagerados, atraindo a atenção de diversas pessoas que, acreditando nessas ofertas, acabam realizando pagamentos falsos. Em alguns casos, por meio de links enviados, as vítimas podem até ter seus computadores invadidos, já que muitas vezes são encaminhados links de pagamento ou até links capazes de invadir o celular da vítima”, diz.
Além das novas páginas, outra prática identificada é a criação de perfis falsos em redes sociais e em plataformas de venda. Nesses casos, os golpistas utilizam imagens e informações semelhantes às de lojas, pousadas, restaurantes e outros estabelecimentos, conferindo maior aparência de legitimidade às páginas. A partir desses perfis, os criminosos entram em contato com seguidores ou usuários informando que foram contemplados em promoções ou benefícios, como hospedagens em pousadas, diárias em hotéis ou refeições em restaurantes.
“Eles criam táticas para abranger o maior número possível de pessoas. Assim, os criminosos anunciam desde produtos voltados a classes mais elevadas até itens mais simples, sempre visando atingir o maior número de vítimas possível e, consequentemente, aumentar o ganho financeiro”, explica o delegado da PCPR.
Em alguns casos, os criminosos ainda replicam anúncios já existentes em marketplaces. Eles utilizam imagens e descrições de produtos publicados por vendedores reais e reproduzem esses anúncios para atrair compradores e direcionar negociações fora das plataformas oficiais.
FIQUE ATENTO – Para aproveitar as promoções com segurança, a PCPR orienta que os consumidores tenham a máxima atenção ao acessar links recebidos por mensagens, redes sociais ou aplicativos de mensagem. Caso a pessoa seja direcionada a uma página suspeita, a recomendação é não preencher formulários nem fornecer dados pessoais, além de não realizar qualquer tipo de pagamento.
“Algumas pessoas chegam a perceber que se trata de um link ou de um site falso e não realizam o pagamento. Porém, muitas vezes acabam inserindo dados pessoais nessas páginas. Por isso, é importante não clicar nesses links porque, em alguns casos, pode se tratar de um vírus encaminhado”, explica o delegado Barreto.
Ainda assim, caso o consumidor realize uma compra em um site falso, é importante ter atenção redobrada ao receber boletos ou links de pagamento, pois criminosos podem encaminhar cobranças fraudulentas se passando por empresas ou serviços. “Sobretudo em lojas já conhecidas pelo consumidor e em pagamentos via boleto, é preciso verificar se o valor realmente está certo, se há erros de português, se o banco que a empresa utiliza é o mesmo e confirmar se é realmente aquela empresa a beneficiária do valor a ser pago. Na dúvida, não faça qualquer tipo de pagamento. Verifique as informações e, principalmente, desconfie”, afirma o delegado-chefe do Nuciber.
O delegado ainda ressalta que o consumidor deve verificar atentamente o endereço eletrônico do site acessado, observando se ele corresponde ao endereço oficial da empresa. Outra orientação é conferir se a página apresenta conexão segura, identificada pelo cadeado ao lado do link no navegador.
O QUE FAZER EM CASO DE GOLPE – Caso a pessoa suspeite de golpe, a orientação é reunir o máximo de informações possíveis que possam auxiliar na investigação, como capturas de tela de sites acessados, links recebidos, mensagens enviadas pelos suspeitos, números de telefone e comprovantes de pagamento.
Com essas informações, a vítima pode procurar a delegacia mais próxima para registrar a ocorrência. Também é possível realizar o boletim de ocorrência pela internet, por meio do site da Polícia Civil do Paraná, na opção destinada a registros relacionados a estelionato ou golpes virtuais.
Os endereços das delegacias da PCPR estão disponíveis no site da instituição. Na página inicial, a aba “Telefones e Endereços” apresenta um mapa com a localização de todas as delegacias do Estado. A PCPR reforça que o registro do boletim de ocorrência é fundamental para a investigação e para a prevenção de novos crimes.
POr - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, visitam o terminal Gioia Tauro, na região da Calábria, na Itália, na semana que vem.
É o maior porto da Itália em termos de movimentação de contêineres e um dos maiores da Europa. A visita é parte de uma agenda de dois dias com a Terminal Investment Limited (TIL), do grupo MSC, que terá também um encontro com o CEO da empresa, Ammar Kanaan, em Genebra, na Suíça. Acompanham a comitiva o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, e o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin.
O objetivo da agenda é buscar novas oportunidades de investimentos e parcerias nessa área. Presente em 38 países e administrando 61 terminais posicionados ao longo de rotas globais estratégicas em cinco continentes, a Terminal Investment Limited (TiL), subsidiária da MSC, é uma das maiores operadoras e investidoras de terminais de contêineres do mundo. Com presença em 9 dos 30 portos mais movimentados do planeta — incluindo Cingapura, Ningbo, Busan, Roterdã, Antuérpia, Los Angeles, Long Beach e Newark (NY) — a TiL movimenta aproximadamente 70 milhões de TEUs por ano. A MSC também possui uma divisão de cruzeiros que já mantém parceria com o Estado do Paraná, incluindo uma temporada de cruzeiros confirmada para 2027 em Paranaguá.
Os portos paranaenses registraram o maior crescimento percentual em volume de cargas entre os portos brasileiros ao longo de 2025. Segundo dados atualizados do Comex Stat, crescimento foi de 10,1% em relação ao ano anterior, reflexo da movimentação de cargas da Portos do Paraná, que passou de 66,7 milhões de toneladas, em 2024, para 73,5 milhões considerando mercadorias exportadas e importadas. O Porto de Santos ficou em 2º, com crescimento de 4%. De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, a previsão era de que esse volume só fosse alcançado em 2035.
Esse crescimento está amparado também em uma agenda de investimentos próprios e privados. O Moegão, por exemplo, está em reta final de obras. Com a conclusão da obra executada com recursos públicos, a movimentação de trens na área vai aumentar para até 900 vagões por dia. Os granéis vegetais seguirão por correias transportadoras até 11 terminais interligados ao sistema e, de lá, para os navios.
A Portos do Paraná também concluiu a regularização de todas as áreas arrendáveis, por meio de leilões, garantindo segurança jurídica às parcerias público-privadas e viabilizando investimentos expressivos para a modernização e ampliação da infraestrutura portuária. No total, nove leilões já resultaram em R$ 5,7 bilhões em investimentos e mais R$ 1,1 bilhão em outorgas. Outro processo de modernização foi a concessão do canal de acesso, que vai garantir profundidade do canal para 15,5 metros em até cinco anos.
Por - AEN
A Secretaria da Segurança Pública do Paraná (SESP) vem reforçando neste mês de março as ações de conscientização do Mulher Segura, programa com foco no combate à violência doméstica e ao feminicídio por meio de palestras e distribuição de material informativo. Neste sábado (14), a ação acontecerá na Capital e em algumas cidades do Interior e, entre os alertas passados a população estão a identificação dos cinco diferentes tipos de violência: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.
Embora a violência física, caracterizada por agressões que causam dor ou danos ao corpo, como empurrões, tapas ou puxões de cabelo, seja a mais comentada nos meios de comunicação e mesmo em conversas informais, outros tipos de violência contra a mulher também ocorrem com frequência. É o caso da violência psicológica, em que o agressor visa machucar emocionalmente a mulher, diminuindo sua autoestima, ameaçando e constrangendo.
De acordo com o tenente-coronel da Polícia Militar do Paraná (PMPR) Cleverson Rodrigues Machado, coordenador do programa Mulher Segura, a violência psicológica é algo que, na maioria das vezes, passa despercebido. Ele conta que em uma das ações deste mês do Mulher Segura, ao explanar os tipos de violência para uma mulher presenciou a mesma, com lágrimas nos olhos, relatar que sofria violência psicológica do ex-marido, mas na época não sabia disso.
“Ela relatou que ele depreciava seu corpo e sua inteligência. Viveu com ele por 20 anos e, até hoje, quando o vê na rua se esconde. Casos como esse mostram que a violência psicológica é tão grave quanto a física, mas acaba passando despercebida pela sociedade porque apesar de deixar marcas, elas não são visíveis”, ressalta.
Já no caso da violência sexual é importante entender que ela é caracterizada por qualquer ato sexual sem consentimento ou quando a mulher é impedida de utilizar métodos contraceptivos. Outros casos comuns são a violência patrimonial, quando bens, dinheiro ou documentos são retidos, destruídos ou controlados pelo agressor com o objetivo de limitar a autonomia da mulher; e a violência moral, marcada por ofensas, xingamentos, acusações e exposição da vida íntima da vítima para humilhá-la publicamente.
O coordenador do programa Mulher Segura explica que reconhecer essas formas de violência é um passo importante para interromper situações de abuso. “É muito importante as mulheres saberem que existem estes tipos de violência, não para poder tipificar, mas pra entender que também é violência e que ela pode se livrar daquilo”, diz.
CICLO DA VIOLÊNCIA – Outro ponto abordado nas ações do programa é o chamado ciclo da violência, que ajuda a explicar por que muitas vítimas permanecem em relações abusivas. O processo costuma começar com uma fase de aumento da tensão, quando o agressor apresenta comportamento irritado, faz ameaças, humilha a vítima ou destrói objetos.
Na sequência ocorre o ato de violência, momento em que a tensão acumulada se transforma em agressões que podem ser verbais, físicas, psicológicas, morais ou patrimoniais. Depois disso, surge a chamada fase da “lua de mel”, quando o agressor pede desculpas, promete mudar de comportamento e demonstra arrependimento.
Para o tenente-coronel, as ocorrências de violência contra a mulher mostram que a quebra deste ciclo de violência vai depender do que ele chama de estágio de maturação de cada um. “Quem vai saber o momento de maturação desta situação é só a própria pessoa que está sofrendo a violência. Como agentes de segurança pública não podemos julgar esta mulher que sofre violência. Devemos continuar mostrando que nos importamos com ela e que estamos ali para ajudar”, explica.
Como exemplo desta quebra de ciclo ele relata um caso recente de uma mulher, no litoral do Estado, que estava sofrendo violência do companheiro, conversou com os policiais, mas não quis seguir com a denúncia, exatamente por estar passando pela fase da “lua de mel”. Porém, quatro dias depois as agressões físicas voltaram e desta vez ela decidiu não aceitar mais a situação e denunciou. Policiais militares e civis agiram e o homem está preso.
“A gente não pode dizer que foi graças a nossa conversa com ela que isso aconteceu, mas, com certeza, nosso trabalho de conscientização regou uma sementinha que existia dentro dela no sentido de quebrar este ciclo de violência. Acredito que o trabalho que estamos fazendo com o Mulher Segura pode sim salvar vidas”, comenta Machado.
MOBILIZAÇÃO – Na manhã deste sábado (14), nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhas, Colombo, Paranaguá, Londrina, Maringá, Paranavaí, Ponta Grossa, Cascavel, Foz do Iguaçu e Francisco Beltrão, as Forças de Segurança do Paraná dão continuidade as ações do Mês Mulher Segura com uma grande mobilização em diversas praças para levar conscientização sobre o combate à violência contra a mulher.
Na ocasião estarão presentes representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Científica e do Corpo de Bombeiros. Mais informações sobre locais e horários estão nas redes sociais da SESP.
PROGRAMA – Criado em 2023, o Programa Mulher Segura atua em todos os municípios do Paraná com ações voltadas à prevenção da violência doméstica e do feminicídio. A iniciativa promove palestras, campanhas educativas e atividades de conscientização para diferentes públicos, incluindo mulheres, homens e adolescentes do ensino médio.
As atividades já impactaram cerca de 224 mil pessoas em todo o Estado e qualificaram mais de 1,4 mil policiais e bombeiros para atuar como multiplicadores das orientações sobre direitos das mulheres e acesso à rede de proteção.
SERVIÇO – Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados à Polícia Militar pelo telefone 190. Também é possível registrar denúncias pelo telefone 197, da Polícia Civil do Paraná, ou de forma anônima pelo Disque Denúncia 181, disponível 24 horas por dia em todo o Estado.
Por - AEN
O Paraná registrou redução nos casos e óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026 em relação ao ano passado. Dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) mostram que, até a semana epidemiológica 8, foram contabilizados 2.100 casos e 91 mortes no Estado. No mesmo recorte de 2025, haviam sido registrados 2.322 casos e 150 óbitos, o que representa redução de 9,56% nas notificações e queda de 39,33% das mortes.
Com a proximidade do outono, que começa em 20 de março, a Sesa reforça a importância das medidas de prevenção contra doenças respiratórias. A queda das temperaturas e a maior permanência das pessoas em ambientes fechados favorecem a circulação de vírus, aumentando o risco de transmissão.
O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, destaca que o acompanhamento permanente dos indicadores permite ao Estado agir de forma preventiva, principalmente em períodos de baixa temperatura. “A redução nos registros e, principalmente, nos óbitos é um dado importante, mas seguimos atentos. A chegada do outono costuma favorecer a circulação de vírus respiratórios, por isso reforçamos a importância da vacinação e das medidas de prevenção para proteger a população”, afirmou.
Segundo o secretário, ainda não houve aumento expressivo na procura por atendimento nos serviços públicos de saúde. “Neste momento ainda não tivemos um aumento muito forte na procura pelo SUS ou nas portas das UPAs. Mas sabemos que, sazonalmente, com a chegada do outono e depois do inverno, é possível que haja aumento na demanda. Por isso seguimos monitorando a situação”, disse.
A SRAG é caracterizada por quadro respiratório que evoluiu com maior gravidade, exigindo internação hospitalar. Entre os principais sintomas estão febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e queda na saturação de oxigênio. A secretaria estadual da Saúde destaca que o monitoramento das síndromes respiratórias é realizado de forma contínua em todo o Paraná, permitindo acompanhar o comportamento epidemiológico e orientar ações de prevenção e assistência nos serviços de saúde.
MEDIDAS DE PREVENÇÃO – Entre as principais medidas de prevenção estão: manter a vacinação em dia, higienizar as mãos com frequência, principalmente antes das refeições ou após tossir e espirrar. Também manter ambientes ventilados e evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas respiratórios. Além disso, a recomendação é procurar atendimento de saúde caso os sintomas se agravem, especialmente em grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas.
É igualmente importante cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas e não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, copos ou garrafas. Crianças e adultos que manifestem sinais da doença devem ser afastados temporariamente de atividades escolares ou de trabalho até, pelo menos, 24 horas após a cessação dos sintomas.
Em caso de sintomas como febre repentina, mal-estar, dor de garganta, tosse seca, dores musculares ou articulares, além de vômitos, diarreia ou rouquidão é fundamental buscar atendimento médico o quanto antes.
Por - AEN


















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