As rodovias estaduais do Paraná tiveram uma redução de quase 20% no número de sinistros de trânsito durante o período de festas de fim de ano 2025/2026. Entre os dias 24 de dezembro de 2025 e 1º de janeiro de 2026, foram registrados 242 sinistros, enquanto no mesmo intervalo da temporada anterior foram 301 ocorrências, o que representa uma queda de 19,4%, segundo dados do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), unidade especializada da Polícia Militar do Paraná. Esse espaço amostral menor tira da conta alterações sazonais do período de recesso.
Além da diminuição no total de sinistros, o número de pessoas feridas também apresentou redução no período. Enquanto no fim de ano 2024/2025 foram contabilizados 165 feridos, nesta temporada o total caiu para 146, uma diminuição de 11,5%. Para a Polícia Militar do Paraná, os resultados refletem a intensificação do policiamento nas rodovias estaduais, com foco na inspeção de veículos e condutores, além de ações educativas voltadas à orientação dos motoristas durante a temporada de maior fluxo.
Os dados de fiscalização reforçam essa tendência positiva em algumas infrações. O número de autos lavrados por condutor sem cinto de segurança, infração considerada grave, caiu de 661 para 592 registros, o que representa uma redução de aproximadamente 10,4%. Também houve queda nas infrações por excesso de velocidade registradas por radar, que passaram de 10.761 para 9.086 autuações, uma diminuição de cerca de 15,6%.
Por outro lado, alguns indicadores acendem um sinal de alerta para as autoridades de trânsito. Um dado curioso é que ao mesmo tempo que o número de condutores autuados por trafegar sem o cinto de segurança caiu, o número de infrações registradas por passageiros sem cinto de segurança, também considerado uma infração grave, passou de 216 para 567 registros, um crescimento de aproximadamente 162,5% em relação à temporada anterior.
Segundo os registros da BPRv, também houve aumento nas recusas de condutores em se submeter ao teste do bafômetro, infração gravíssima que prevê multa e suspensão do direito de dirigir por 12 meses, que subiram de 94 para 121 autuações, um crescimento de cerca de 28,7%.
A Polícia Militar do Paraná segue atuando na prevenção e ações de fiscalização em todas as rodovias do Estado, intensificando as operações durante a temporada de verão e férias.
Por - AEN
Líder nacional na produção de orgânicos, com mais de 4.500 agricultores certificados, o Paraná vai fazer um censo, no primeiro semestre deste ano, para levantar as características dos produtores de todo o Estado.
O passo inicial já foi dado. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), em parceria com a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), levantou inicialmente dados do Norte Pioneiro e está divulgando os resultados preliminares. O estudo foi feito com recursos do Programa Universidade Sem Fronteira, da Seti, e também do Fundo Paraná.
Segundo o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes, a iniciativa reforça o protagonismo do Paraná no cenário nacional e internacional. “Hoje, além de sermos reconhecidos como o supermercado do mundo, o Paraná é tetracampeão em sustentabilidade, resultado de políticas públicas que valorizam quem produz com responsabilidade ambiental e social. A produção orgânica tem papel estratégico nesse processo, porque agrega valor, abre mercados e, principalmente, gera mais renda ao produtor rural, garantindo qualidade de vida no campo e fortalecendo a economia do Estado”, afirmou.
No Norte Pioneiro, o projeto envolveu 40 pessoas, entre extensionistas e bolsistas. Partindo de dados do Cadastro Nacional de Produtores de Orgânicos de janeiro de 2024, foram feitas filtragens e chegou-se a uma amostra de 776 indivíduos, ao nível de significância de 95%, com uma margem de erro de 2,5%. Os questionários permitiram definir várias características dos produtores de orgânicos e das unidades produtivas da região.
No perfil socioeconômico, verificou-se que 72% dos responsáveis pela produção são homens e 28% mulheres. 75% residem na área rural e 24 % na área urbana. Notou-se também um envelhecimento do produtor: a maioria está na faixa etária de mais de 50 anos. Quanto à escolaridade, metade (50%) tem ensino fundamental, seguido de ensino médio (29%) e ensino superior (20%).
A pesquisa levantou várias outras particularidades dos produtores, como uso de assistência técnica; necessidade de linhas de financiamento; garantia de conformidade orgânica; custos de produção; mercados acessados pelos produtores; tamanho da produção; tipo de frutas e olerícolas produzidas; renda média e uso de estufas.Outras aspectos são a adoção de sistemas de irrigação; equipamentos de preparo do solo e adubação; técnicas de manejo de pragas, doenças e plantas espontâneas; tipos de sementes e mudas; problemas relacionados ao manejo e a motivação para ser um produtor de orgânicos. Neste caso, 66% declaram que é a saúde da família.
O secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, aprovou os resultados e explica que a pasta está ampliando a pesquisa para que o levantamento seja feito em todo o Paraná já no primeiro semestre de 2026. A Seti vai liberar R$ 550 mil para o IDR-PR dobrar o número de bolsistas envolvidos no projeto. E o Instituto vai disponibilizar os outros R$ 300 mil necessários para agilizar o processo.
“A previsão é concluir o censo até agosto para ser deixado como um legado para ajudar a estabelecer diretrizes para a produção de orgânicos no Estado”, afirmou Bona.
Para o diretor-presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, a parceria com a Seti é um processo importante para o Estado, que torna possível a certificação das propriedades com cultivo orgânico.
“O Paraná avança rapidamente nesse conceito de produção mais limpa por uma série de questões que foram demonstradas nesse diagnóstico, que passa pela saúde da família dos agricultores, pela renda, e que tem no Norte Pioneiro hoje um dos esteios do Estado. A extensão desse processo para outras regiões vai permitir o aprofundamento do tema. Nós ficamos felizes por poder estender esse diagnóstico para as demais regiões do Paraná, em especial para a Região Metropolitana de Curitiba”, disse.
Segundo Souza, esse levantamento também pode ajudar em uma outra questão preocupante: o envelhecimento do agricultor. “A agricultura do Paraná é uma agricultura exitosa do ponto de vista da balança econômica do Estado, mas tem algumas questões que precisam ser aprimoradas. Uma delas é você ter qualidade de vida e renda suficiente para atrair os jovens, porque senão você fica com uma agricultura envelhecida. E a gente tem consciência de que uma produção mais limpa, mais agroecológica, mais orgânica é um caminho de você segurar o jovem no campo. Agente tem essa convicção da importância da produção orgânica na sucessão familiar”, concluiu.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) recebeu, nesta terça-feira (6), mais 27.600 doses da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
O imunizante é destinado às mulheres grávidas a partir da 28ª semana de gestação. As doses, encaminhadas pelo Ministério da Saúde, chegaram ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), que fará a separação dos lotes para o envio, a partir de quinta-feira (8), às 22 Regionais de Saúde do estado.
Essa é a segunda remessa da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório recebida pelo Paraná. Em 3 de dezembro de 2025 chegaram 37.120 doses, que imediatamente foram distribuídas aos municípios. A vacinação no Estado teve início em 5 de dezembro e já foram aplicadas 17.302 doses.
“Recebemos nesta terça-feira mais um lote das vacinas contra o vírus sincicial respiratório. As gestantes estão procurando pelas vacinas nos postos de saúde e isso é muito importante. Essa é uma vacina que foi incorporada ao Calendário Nacional, totalmente segura e gratuita, que protege o bebê nos primeiros seis meses de vida contra doenças, como a bronquiolite”, disse Beto Preto, secretário de Estado da Saúde do Paraná.
O imunizante, que foi incorporado ao calendário de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) neste ano, só estava disponível na rede privada a um custo médio de R$ 1,6 mil. Dentre as vacinas disponíveis no país, esta é a mais cara já incorporada ao Calendário de Vacinação.
DOSE ÚNICA – A vacina é aplicada em dose única em mulheres a partir da 28ª semana de gestação, sem restrição de idade materna. O objetivo é proteger o recém-nascido nos primeiros seis meses de vida, período de maior vulnerabilidade para doenças graves causadas pelo VSR, como bronquiolite e pneumonia. A gestante, ao ser vacinada, transfere anticorpos ao feto pela placenta, reduzindo os riscos de infecção grave e complicações respiratórias.
O VSR é uma das principais causas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em bebês, especialmente nos menores de seis meses. A infecção pode evoluir para quadros graves, exigindo internação hospitalar.
De acordo com último Informe Epidemiológico de SRAG da Sesa, o VSR é identificado anualmente como um dos vírus mais prevalentes nas amostras testadas pelo Laboratório Central do Paraná (Lacen/PR), reforçando a importância da imunização preventiva.
DEMAIS VACINAS – A Sesa faz o alerta para que as mulheres realizem outras imunizações importantes durante o período de gestação. Elas precisam se proteger também contra doenças imunopreveníveis, como a hepatite B, influenza, Covid-19, difteria, tétano e coqueluche, assim como o VSR. O Paraná tem mais de 1.850 salas de vacinas distribuídas em diversas Unidades Básicas de Saúde (UBS) nos 399 municípios.
Confira o quantitativo que será enviado para cada Regional de Saúde:
1ª RS – 753
2ª RS – 7.899
3ª RS – 1.657
4ª RS – 427
5ª RS – 1.281
6ª RS – 415
7ª RS – 810
8ª RS – 959
9ª RS – 1.219
10ª RS – 1.534
11ª RS – 796
12ª RS – 713
13ª RS – 361
14ª RS – 623
15ª RS – 2.037
16ª RS – 876
17ª RS – 2.160
18ª RS – 429
19ª RS – 738
20ª RS – 1.097
21ª RS – 489
22ª RS - 327
Por - AEN
A maior parte dos municípios do Paraná registrou crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) per capita entre 2022 e 2023. Em média, o indicador avançou R$ 6.216,47 por município no período, o equivalente a uma alta de 15%. Dos 399 municípios paranaenses, 353 apresentaram variação positiva no PIB per capita, o que representa 88% das localidades.
Os dados integram o estudo PIB dos Municípios 2022–2023, divulgado em dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisado também pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) para a produção das estatísticas referentes ao Estado.
O PIB per capita corresponde ao valor do Produto Interno Bruto dividido pelo número de habitantes e é um dos principais indicadores para mensurar o nível médio de riqueza gerada em um território. Embora não represente diretamente a renda individual da população, é amplamente utilizado para avaliar o grau de desenvolvimento econômico dos municípios, permitindo comparações ao longo do tempo e entre diferentes localidades.
Além da média, outros indicadores reforçam que o avanço do PIB per capita foi disseminado entre os municípios paranaenses. Mais da metade das cidades registrou crescimento superior a R$ 5,3 mil e três em cada quatro municípios apresentaram aumento acima de R$ 2,3 mil no indicador, evidenciando um movimento amplo de elevação da riqueza média municipal.
MAIORES ALTAS – Em valores absolutos, os maiores aumentos no PIB per capita foram registrados em Porto Amazonas, com alta de R$ 36,1 mil, seguido por Quarto Centenário (R$ 34,1 mil), Farol (R$ 30,1 mil), Maripá (R$ 24,8 mil) e Mirador (R$ 23,7 mil). Também se destacaram Santo Inácio (R$ 22,3 mil), Janiópolis (R$ 21,7 mil), Rancho Alegre D’Oeste (R$ 21,4 mil), Honório Serpa (R$ 21 mil) e Ortigueira (R$ 20,2 mil).
Já em termos percentuais, os maiores crescimentos ocorreram em Janiópolis e Porto Amazonas, ambos com avanço de 61%, além de Iporã (58%), Farol (57%) e Mariluz (57%). Na sequência aparecem Fênix, Pérola d’Oeste e Quarto Centenário, todos com aumento de 54%, além de Engenheiro Beltrão (51%) e Jardim Olinda (50%).
No total, 253 municípios paranaenses registraram crescimento superior a 10% no PIB per capita entre os dois anos analisados.
PIB PER CAPITA ELEVADO – Os municípios que lideram os rankings de crescimento não são, necessariamente, aqueles com os maiores PIBs per capita do Paraná, uma vez que o indicador reflete a variação entre os anos e não o nível absoluto de riqueza gerada.
Em 2023, os maiores PIBs per capita do Estado foram registrados em Araucária (R$ 224 mil), Saudade do Iguaçu (R$ 187 mil), Indianópolis (R$ 173 mil), Ortigueira (R$ 148 mil) e Cafelândia (R$ 142 mil). Completam a lista Santo Inácio (R$ 135 mil), Mangueirinha (R$ 112 mil), Palotina (R$ 105 mil), Paranaguá (R$ 104 mil) e Bom Sucesso do Sul (R$ 103 mil).
REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES – Outro indicador relevante apontado pelo estudo é a redução da desigualdade entre as economias municipais do Paraná nos últimos anos. Segundo o IBGE, o Índice de Gini do Produto Interno Bruto dos municípios paranaenses atingiu 0,762 em 2023, abaixo do resultado de 0,784 registrado em 2019.
O Índice de Gini varia de 0 a 1, sendo que valores mais próximos de zero indicam maior igualdade e valores próximos de 1 representam maior concentração. A trajetória de queda do indicador aponta para uma geração de riqueza cada vez menos concentrada territorialmente no Estado, com crescimento proporcionalmente mais intenso em municípios que partiam de bases econômicas menores.
Esse movimento também se reflete na participação das maiores economias municipais no PIB estadual. As dez maiores economias do Paraná respondiam por 52,7% do PIB do Estado em 2019, percentual que caiu para 49,3% em 2023, indicando a ampliação do peso relativo das economias municipais de menor porte.
METODOLOGIA – De acordo com o IBGE, em virtude da indisponibilidade da Estatística Estimativa da População para os anos de 2022 e 2023, foi utilizada como referência a população do Censo Demográfico 2022. Para 2022, considerou-se a primeira apuração do Censo. Para 2023, foi utilizada a Relação da População dos Municípios enviada ao Tribunal de Contas da União (TCU), com atualizações de limites territoriais comunicadas ao IBGE entre 1º de agosto de 2022 e 30 de abril de 2023.
Os números das médias apresentadas correspondem à média aritmética da variação do PIB per capita registrada nos 399 municípios do Paraná, sem considerar o peso da população de cada localidade. Já o PIB per capita do Estado do Paraná em 2023 foi de R$ 58.624,33, segundo o Sistema de Contas Regionais do IBGE, divulgado em novembro do ano passado.
Por - AEN
Sete municípios do Paraná estão com obras adiantadas de construção, reforma e ampliação de seus Paços Municipais. Do total de R$ 205 milhões para iniciativas deste tipo pela Secretaria de das Cidades (Secid) – voltadas a 67 municípios –, R$ 51 milhões estão em obras em Francisco Beltrão, Realeza, Santa Lúcia, Cruzeiro do Oeste, Nova Esperança, Farol e Novo Itacolomi.
Os recursos destinam-se à construção de novos prédios, reformas estruturais e ampliações de sedes já existentes, com foco na modernização dos espaços administrativos e na ampliação da capacidade de atendimento, com a aquisição de equipamentos pelas prefeituras.
Na região Sudoeste, Francisco Beltrão, Realeza e Santa Lúcia têm frentes de trabalho em andamento, com mais de 65% das obras executadas. Em Francisco Beltrão, são R$ 40,9 milhões para a construção do novo Paço Municipal no bairro Presidente Kennedy, que contará com auditório, gabinete, recepção, salas técnicas, áreas de atendimento e sistema fotovoltaico. A nova Prefeitura conta com estrutura de acessibilidade, três elevadores, auditório e estrutura para heliponto.
Em Realeza, o projeto de R$ 1,5 milhão inclui reforma do prédio atual, instalação de elevador, adequação de acessibilidade e modernização da fachada. Em Santa Lúcia, com aporte de R$ 459,5 mil, o Paço está sendo ampliado e reformado, com novas salas administrativas, áreas de espera e gabinete.
Na região Noroeste, Cruzeiro do Oeste e Nova Esperança recebem investimentos de R$ 1,5 milhão e R$ 2,9 milhões, respectivamente, e já têm cerca de 90% das obras executadas. Em Cruzeiro do Oeste, a reforma compreende melhorias estruturais, rampas de acessibilidade e adequações internas. Em Nova Esperança, 90% da obra está concluída, com estrutura que, vista de cima, lembra o formato de um anjo de asas abertas.
No Centro-Oeste, Farol executa um novo Paço Municipal, com obra quase finalizada e investimento de pouco mais de R$ 3 milhões. O complexo terá auditório com palco (um dos maiores da região). Ao todo, são 1.000 metros quadrados com dois pisos, elevador e estacionamento.
No Norte Central, Novo Itacolomi registra 85% da obra concluída na reforma e ampliação da sede municipal, que recebe novas salas de atendimento, gabinete, setores administrativos e instalações acessíveis, com recurso de R$ 627,9 mil.
O secretário das Cidades, Guto Silva, afirma que as obras fortalecem a gestão pública local. “A construção e modernização dos Paços Municipais simbolizam o centro das decisões e do atendimento ao cidadão. O papel do Governo do Estado é garantir que cada município tenha estrutura adequada e moderna para atender melhor sua população”, disse.
NOVA ESTRUTURA, MELHOR ATENDIMENTO – As novas estruturas vão facilitar o atendimento das pessoas. “O novo Paço de Francisco Beltrão vai permitir centralizar serviços que hoje funcionam fora da Prefeitura por falta de espaço, reduzindo custos com aluguel e manutenção. Também vamos oferecer um ambiente de trabalho mais adequado aos servidores e um atendimento mais confortável ao cidadão”, afirmou o prefeito Antonio Pedron.
Para o prefeito Oclécio Meneses, de Farol, a nova sede vai melhorar as condições de atendimento da população. “É uma grande obra com muita qualidade, correspondendo a um sonho e orgulho para a nossa população”, afirmou.
Em Nova Esperança, o prefeito João Eduardo Pasquini destaca que a prefeitura passa por uma revitalização completa. “Foram realizadas reformas estruturais, troca de piso, vidros e cobertura, além da readequação de áreas internas e revitalização do pátio. Algumas áreas dentro da prefeitura necessitavam de uma condição melhor para que os nossos colaboradores pudessem atender o público. A previsão é inaugurar o prédio no início de janeiro de 2026”, disse.
Em Realeza, o prefeito Paulo Casaril explica que a parte externa da obra está concluída, faltando a parte elétrica, prevenção e divisórias. O Executivo Municipal atende temporariamente na Casa da Cultura. “A recuperação da Prefeitura é uma ação necessária após cinco décadas da construção do prédio. É um processo de valorização da história, da funcionalidade dos espaços públicos e das condições de trabalho dos servidores, garantindo um ambiente mais acessível para a população. Reformar é preservar nossa identidade e preparar Realeza para os próximos desafios”, afirmou.
Por - AEN
Mais de 4,1 milhões de proprietários de veículos no Paraná serão beneficiados com a redução do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em 2026. A frota total lançada no Estado para o exercício atual tem uma estimativa de arrecadação de R$ 4,54 bilhões, segundo dados da Secretaria da Fazenda (Sefa) e da Receita Estadual.
O principal destaque do IPVA 2026 é a redução significativa no valor cobrado da maioria dos motoristas paranaenses. Em média, o imposto ficou 45,7% mais barato, com a alíquota fixada em 1,9% sobre o valor venal dos veículos. Com essa mudança, o Paraná passa a integrar o grupo de estados com o IPVA mais baixo do país.
As guias de recolhimento (GR-PR) do IPVA já estão disponíveis para emissão. Assim como no ano anterior, os contribuintes que optarem pelo pagamento à vista garantem desconto de 6% sobre o valor total do imposto. Para usufruir do benefício, é necessário observar o prazo de vencimento, que varia conforme o número final da placa do veículo.
Os prazos para o pagamento em cota única ou da primeira parcela começam em 9 de janeiro e seguem até 15 de janeiro de 2026, conforme o final da placa do veículo.
COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerar as guias. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes poderão pagar o IPVA 2026 via pix a partir do QR Code presente na guia, podendo ser realizado a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
Além disso, é possível pagar o tributo com cartão de crédito, o que permite parcelar os débitos em até 12 vezes — sujeitas, neste caso, a juros aplicados pela instituição emissora dos cartões.
ISENÇÕES – As motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025. Já ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No site da Compagas é possível conferir a lista de oficinas aptas a realizar a conversão.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
FINAL DE PLACA - prazo de pagamento da quota única com desconto de 6%
1 e 2 - 09/01/2026
3 e 4 - 12/01/2026
5 e 6 - 13/01/2026
7 e 8 - 14/01/2026
9 e 0 - 15/01/2026
FINAL DE PLACA - cinco parcelas
1 e 2 - 09/01, 09/02, 09/03, 09/04, 11/05
3 e 4 - 12/01, 10/02, 10/03, 10/04, 12/05
5 e 6 - 13/01, 11/02/ 11/03, 13/04, 13/05
7 e 8 - 14/01, 12/02, 12/03, 14/04, 14/05
9 e 0 - 15/01, 13/02, 13/03, 15/04, 15/05
Por - AEN


























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