O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) alerta a população sobre golpes utilizando o programa CNH Social para atrair vítimas e gerar prejuízo. Os golpistas confeccionaram sites com layouts que imitam páginas do governo federal e do Governo do Estado. Além disso, utilizam meios de comunicação como e-mails, mensagens SMS ou por meio de aplicativos para obter dados pessoais e até exigir depósitos financeiros.
Para evitar prejuízos, o Detran-PR esclarece que não entra em contato direto com a população para buscar candidatos para o programa CNH Social e nem cobra nenhuma espécie de taxa, pois a gratuidade está garantida em todas as fases do processo de obtenção da habilitação.
“Não clique em links, não ceda seus dados para um estranho, não faça pix, nem pague boletos ou faça transferências. Verifique sempre as páginas e aplicativos oficiais do Governo do Estado para não ter prejuízo”, alerta Santin Roveda, diretor-presidente do Detran-PR. Os sites oficiais do Governo do Paraná terminam sempre com pr.gov.br.
O programa, estabelecido por lei sancionada pelo governador Ratinho Junior em novembro, teve seu primeiro edital lançado nesta quinta-feira (12) na modalidade Habilita, voltada à primeira habilitação nas categorias A e B. O público-alvo são paranaenses com renda familiar mensal de até três salários mínimos.
Apesar do edital estar disponível em diversas páginas institucionais, as inscrições só podem ser realizadas por meio do portal próprio do programa cnhsocial.detran.pr.gov.br e só pode ser feita diretamente pelo candidato, sem nenhum intermediário.
“Nós temos percebido uma grande adesão por parte do público, são mais 9 mil inscritos em um pouco mais de 24h de lançamento, tivemos algumas instabilidade dos servidores e claro que os criminosos utilizam esse momento de euforia da população em uma oportunidade de causar prejuízo”, destaca Santin.
Para participar será preciso comprovar renda familiar de até três salários mínimos, residir no Paraná há pelo menos 12 meses e no município onde o benefício será concedido. Além disso, é necessário estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Não poderão participar pessoas que tenham algum tipo de restrição do direito de dirigir (habilitação suspensa ou cassada). A lista com a homologação final dos aprovados deverá ser publicada em 31 de março, no site do programa.
Por - AEN
A Polícia Militar do Paraná (PMPR) reforçará as ações de fiscalização e conscientização durante o período de Carnaval, com foco na prevenção de acidentes e na preservação de vidas. A atuação ocorre por meio do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), nas rodovias estaduais, e do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), no perímetro urbano, especialmente em áreas com maior circulação de veículos e pedestres.
A PMPR orienta que os condutores que, antes de viajar, façam a revisão preventiva no veículo, verificando freios, pneus, inclusive o estepe, sistema de iluminação, níveis de óleo e água do radiador, além dos equipamentos obrigatórios. O planejamento da viagem, com definição de rota e atenção aos horários de maior movimento, também é fundamental para reduzir riscos e evitar imprevistos.
Nas rodovias estaduais, o BPRv desenvolverá ações entre os dias 13 e 18 de fevereiro, período em que haverá reforço no policiamento ostensivo diante do aumento esperado no fluxo de veículos. As equipes atuarão de forma estratégica, com fiscalização de velocidade por meio de radares, intensificação de abordagens e aplicação de testes etilométricos, visando prevenir sinistros e coibir a embriaguez ao volante.
O capitão Sidinei Hudach destaca que a prioridade é a preservação de vidas. “A orientação é que o motorista faça a revisão do veículo, planeje o deslocamento e, principalmente, não misture álcool e direção. Estaremos com fiscalização intensificada nas rodovias estaduais para reduzir comportamentos de risco e garantir viagens mais seguras”, afirmou.
No perímetro urbano, o BPTran atuará na organização do tráfego em regiões com grande concentração de foliões, assegurando a fluidez viária e a proteção de pedestres. O capitão Bruno Franceschet, comandante do Companhia Tático Móvel de Trânsito (Cotamotran), ressalta a importância da condução responsável nas cidades.
“Durante o Carnaval há aumento significativo na circulação de pessoas e veículos. É essencial respeitar a sinalização, reduzir a velocidade em áreas movimentadas e evitar o uso do celular ao volante. Atitudes simples fazem diferença na prevenção de acidentes”, destacou.
A PMPR reforça que a segurança no trânsito é uma responsabilidade compartilhada. A presença ostensiva e a fiscalização serão intensificadas, mas a conduta consciente de cada motorista é decisiva para que o Carnaval seja marcado pela tranquilidade e o retorno seguro de todos aos seus destinos.
Entre as principais orientações da PMPR estão:
- Não dirigir sob efeito de álcool
- Respeitar os limites de velocidade
- Manter distância segura do veículo à frente
- Utilizar o cinto de segurança em todos os assentos
- Fazer ultrapassagens apenas em locais permitidos
POr - AEN
Uma frente fria no começo e outra no fim do Carnaval devem impactar o tempo no Paraná nos próximos dias. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), no período entre sexta-feira (13) e terça-feira (17), dias de muita chuva, Estado ficará com o tempo dividido: a metade norte terá tempo estável, e a metade sul ficará com pancadas isoladas de chuva de verão.
Apesar do nome, a frente fria é um fenômeno atmosférico que não traz necessariamente frio, mas sim chuva. Nesta sexta (13), uma frente se aproxima do Sul do Brasil e passa pelo Paraná, elevando o risco de temporais. A chuva deve iniciar no Oeste e no Sudoeste, antes de se espalhar pelo Estado. Os volumes de chuva devem ser mais expressivos entre o Leste e o Litoral paranaense.
As temperaturas terão declínio no Oeste. Cascavel, por exemplo, que vem registrando temperaturas acima de 31°C desde o dia 4 de fevereiro, terá máximas de 26°C nesta sexta, e 25°C no sábado, com aumento gradativo a partir de domingo. Com exceção do Oeste, no resto do estado o tempo segue abafado, mesmo com a chuva.
No sábado (14), o tempo segue chuvoso na metade sul do Paraná. Já na metade norte há previsão de pancadas de chuva irregulares, isoladas. “Para domingo e segunda-feira, chove mais na metade sul paranaense, mas de forma localizada. No norte a chuva fica mais restrita a pontos bem isolados mesmo, com predomínio de calor”, ressalta Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar.
O tempo muda novamente na terça-feira (17), com a aproximação de uma nova frente fria. “As instabilidades voltam a predominar no estado devido ao ingresso de umidade em níveis médios da atmosfera, combinado com outra frente fria, que dessa vez passará um pouco mais distante do continente, próximo ao Litoral”, detalha Lizandro.
AVISO METEOROLÓGICO – O , elaborado pela equipe do Simepar em parceria com a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, aponta nesta sexta-feira (13) risco alto no Leste, Sul e Sudoeste do Paraná, e moderado em todo o resto do Estado, para tempestades pontualmente intensas, chuva forte em curto espaço de tempo, intensas rajadas de vento, descargas elétricas atmosféricas e granizo localizado, que podem provocar queda de galhos, enxurradas, alagamentos, transbordamento de córregos, destelhamentos, danos em plantações, redução da visibilidade em estradas.
Há ainda um aviso específico para chuvas volumosas entre a tarde de sexta-feira (13) e madrugada do sábado (14), que pode provocar enxurradas, alagamentos, transbordamento de córregos, danos em plantações e redução da visibilidade em estradas.
Os acumulados podem chegar a volumes entre 140 mm e 200 mm em 24h na parte sul do Litoral, a volumes entre 100 mm e 140 mm na região próxima a Francisco Beltrão, nas cidades que fazem divisa com Santa Catarina e na faixa norte do Litoral, e a volumes entre 50 mm e 100 mm em todas as outras cidades da metade Sul do estado, incluindo a Região Metropolitana de Curitiba, a região de Laranjeiras do Sul e de União da Vitória.
No sábado (14), há risco de tempestades pontualmente intensas, chuva forte em curto espaço de tempo, rajadas de vento, descargas elétricas atmosféricas e granizo localizado, que podem provocar queda de galhos, alagamentos, destelhamentos, danos em plantações, e redução da visibilidade em estradas.
O risco é alto no extremo sul do Litoral paranaense, passando pelo sul da Região Metropolitana de Curitiba até União da Vitória. Está fora de risco a região Nordeste, o Norte tem risco baixo, e o resto do Estado tem risco moderado.
No domingo (15), todo o Litoral está em risco alto e a metade sul do Paraná em risco moderado. Uma parte da metade norte está em risco baixo, incluindo Umuarama e Campo Mourão. O extremo norte, incluindo Maringá e Londrina e as cidades que fazem divisa com São Paulo, está fora de risco.
Na segunda-feira (16), o Oeste e o Norte estão fora de risco. Segue risco moderado na Região Metropolitana de Curitiba, no Litoral e nos Campos Gerais, e risco baixo no Centro-Sul e Sul do estado, incluindo Telêmaco Borba, Manoel Ribas, Laranjeiras do Sul e Francisco Beltrão.
ALERTAS – A Defesa Civil acompanha o monitoramento do tempo 24 horas dos meteorologistas do Simepar. Em caso de necessidade, as informações são disponibilizadas para a população por meio dos alertas enviados por SMS ou WhatsApp.
O cadastro é gratuito. Basta a pessoa enviar o seu CEP por SMS para o número 40199 para se habilitar a receber os alertas. Para que sejam enviados por WhatsApp, é necessário cadastrar o número 61 2034-2611 e interagir com esse contato, podendo se cadastrar a partir do CEP, do município ou da localização. Para situações mais extremas, são enviados alertas por meio da tecnologia cell broadcast, sem necessidade de cadastro prévio.
POr - AEN
A Secretaria da Fazenda do Paraná e a Receita Estadual alertam que o prazo para pagamento da segunda parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 encerra nesta sexta-feira (13). Por isso, os proprietários de veículos com finais de placa 9 e 0 devem ficar atentos para não perder benefícios, evitando problemas com a inadimplência.
O calendário de pagamentos da segunda parcela do IPVA 2026 começou na segunda-feira (09).
ATRASO – A multa é de 0,33% ao dia mais juros de mora (de acordo com a taxa Selic). Após 30 dias de atraso, o percentual é fixado em 20% do valor do imposto.
COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerá-las. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes podem pagar o IPVA 2026 via pix a partir do QR Code presente na guia, podendo ser feito a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
ISENÇÕES – As motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025. Já ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No site da Compagas é possível conferir a lista de oficinas aptas a fazer a conversão.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
Final de placa / parcelas:
1 e 2 – 09/02 (vencido), 09/03, 09/04, 11/05
3 e 4 - 10/02 (vencido), 10/03, 10/04, 12/05
5 e 6 - 11/02 (vencido), 11/03, 13/04, 13/05
7 e 8 - 12/02 (vencido), 12/03, 14/04, 14/05
9 e 0 - 13/02, 13/03, 15/04, 15/05
Por - AEN
O Paraná consolidou em 2025 sua liderança na exportação do segmento de aves e caminha para uma safra recorde soja, com produção estimada em 22 milhões de toneladas. Esses são destaques do boletim semanal do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (12).
Na semana foram colhidos aproximadamente 347 mil hectares de soja no Estado, cerca de 20% da área plantada. A colheita 2025/26 está mais avançada na região Oeste do Estado, que concentra cerca de 18% dos 5,78 milhões de hectares semeados neste ciclo. “A expectativa atual é de que com a produção de 22 milhões de toneladas, o Paraná responda por aproximadamente 13% da produção nacional, mantendo-se como o segundo maior produtor nacional”, afirma Edmar Gervasio, técnico do Deral.
No cenário nacional, a produção brasileira de soja, no ciclo 2025/26, está estimada em 176 milhões de toneladas e, caso confirmada, representará um novo recorde para o País.
No entanto, o mercado da soja enfrenta alguns dilemas. Os preços praticados na última semana para a saca de 60 kg no Paraná ficaram em torno de R$ 112, valor 6% inferior ao preço médio registrado em fevereiro de 2025. Essa queda ocorre na contramão do mercado internacional, uma vez que os preços atuais na Bolsa de Chicago registraram alta próxima de 10%. “Essa divergência é explicada, essencialmente, pela valorização do real frente ao dólar, que apresentou uma queda de aproximadamente 9% na comparação do período”, explica Gervasio.
FRANGO – O Estado foi o primeiro produtor e exportador de aves do País, respondendo por 40,8% do volume total embarcado pelo Brasil e 38,9% da receita cambial. No ano passado o volume exportado pelo Paraná ficou em 2.103.688 toneladas, com um faturamento de US$ 3,713 bilhões.
As exportações brasileiras de frango aumentaram 0,1% em volume, mas apresentaram uma queda de 1,9% no faturamento. Os dados da Agrostat Brasil/Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento mostram um recuo de 5,9% no volume de carne de frango “in natura” exportada. O volume das exportações em 2024 chegou a 4.855.517 toneladas e em 2025 foi de 4.567.786 toneladas. Por consequência, houve uma retração de 5% no faturamento do produto “in natura”, no acumulado dos doze meses do ano anterior (2025: US$ 8,602 bilhões e 2024: US$ 9,055 bilhões).
CAFÉ – A perspectiva da cafeicultura paranaense é de estabilidade na produção, segundo analisa do técnico Carlos Hugo Godinho. “Em 2025, a colheita em uma área de 25,2 mil hectares resultou em 44,3 mil toneladas. Neste ano, com uma área semelhante à do ano passado, a produção está estimada em 42,8 mil toneladas, um volume 3% inferior ao do ano anterior”, diz. “No entanto, as boas condições de campo podem elevar a produtividade prevista, e não seria surpreendente se o volume de 2025 se repetisse em 2026”.
Os preços recebidos pelo produto não estão favoráveis, mesmo na entressafra. O técnico informa que neste ano os valores iniciaram uma trajetória de queda, chegando a fevereiro bem abaixo desse patamar de 2025.
“No ano passado os preços só ficaram abaixo de R$ 2.000 entre julho e agosto, justamente no auge da safra nacional. A média de R$ 1.892 registrada na primeira semana de fevereiro é 23% inferior à do mesmo período de 2025, que foi de R$ 2.446,64”, acrescenta Godinho.
“Vale ressaltar que a cultura do café vem perdendo espaço para os grãos no Paraná e depende de um período prolongado de estabilidade financeira para interromper esse processo de substituição de áreas. Por outro lado, com custos médios estimados em cerca de R$ 1.100 por saca, o setor ainda possui fôlego para absorver retrações mais acentuadas nas cotações sem operar no prejuízo”, concluiu.
BATATA – Nesta safra o Paraná cultiva uma área de 26,8 mil hectares (ha) de batatas em duas etapas. A primeira safra, semeada entre agosto e novembro, corresponde a uma área de 16,7 mil hectares, dos quais 86% já foram colhidos. Os Núcleos Regionais da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (NRs) que respondem por estas áreas são os de Curitiba, com 34,5% do total; Guarapuava (25,6%), Pato Branco (16,6%), Ponta Grossa (11,7%) e União da Vitória (8,2%), somando 96,4% do total estadual.
Paulo Andrade, do Deral, afirma que a produção estimada é de 555 mil toneladas e a comercialização já atingiu 80% da produção. Da área total estimada para o plantio da segunda safra, plantada até dezembro, 59% (corresponde a 10,1 mil ha), já estão, no solo. São 5,9 mil ha distribuídos em nove Núcleos Regionais do Estado.
O preço médio mensal recebido pelos produtores de batata em janeiro ficou em R$ 26,04, a saca de 25 kg, da batata lisa (R$ 1,04/kg), com uma redução de 16% frente aos R$ 30,99 de dezembro do ano passado. No atacado o preço da batata lisa fechou o mês de janeiro em R$ 52,15 a saca (R$ 2,10/kg), 15% abaixo do praticado em dezembro/25.
No mercado varejista, o preço médio mensal da batata lisa passou de R$ 3,44 o quilo, em dezembro, para R$ 3,30/kg em janeiro deste ano. “O excesso de oferta no mercado nacional tem contribuído para as reduções nos preços recebidos pelos agricultores, nos valores praticados no atacado e no varejo, comprometendo a rentabilidade do produtor rural”, constatou Andrade.
SUÍNOS – Nos doze meses de 2025, a produção independente de suínos no Paraná registrou a maior rentabilidade dos últimos cinco anos, com margem média de R$ 1,03 por quilo. “Esse resultado corresponde à diferença entre o preço recebido pelo produtor pelo suíno e o custo de produção”, explica Priscila Marcenovicz, do Deral.
Segundo ela, esse desempenho representa um alento ao setor produtivo que amargou prejuízos desde 2021 e só começou a se recuperar em 2023. No ano passado, o lucro da atividade variou de R$ 0,58/kg, em janeiro, a R$ 1,45/kg, em outubro, um aumento médio de 41,7%.
Para o início de 2026, espera-se redução na rentabilidade em comparação aos últimos meses de 2025, considerando a menor demanda dessa época do ano. Segundo dados do Deral, em janeiro de 2026 o preço recebido pelo produtor pelo suíno foi de R$ 6,94/kg, uma retração de 1,8% (R$ 0,13) em comparação a dezembro de 2025. Os dados de custo de produção referentes a janeiro ainda não foram divulgados pela Embrapa.
Por - AEN
O Paraná deve produzir 13,9% de toda a safra de grãos do Brasil, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve um crescimento em relação à projeção de dezembro, que apontava 13,5% de participação. O Estado historicamente é o segundo maior produtor do Brasil, atrás apenas do Mato Grosso, que reúne 30,3% de participação. Rio Grande do Sul (11,8%), Goiás (10,6%) e Mato Grosso do Sul (7,6%) são os outros principais produtores.
Essa participação decorre de uma variação positiva na expectativa de produção de 213 800 toneladas, a terceira maior do País em janeiro, atrás de Mato Grosso (2 046 117 t) e Goiás (557 473 t). As variações negativas ocorreram no Piauí (-76 711 t), no Ceará (-49 796 t) e no Rio de Janeiro (-508 t). A comparação é com o prognóstico anterior, de dezembro.
Um dos fatores é a perspectiva de aumento na produção de soja. O Paraná, com uma produção de 22,2 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do País, com crescimentos de 0,3% em relação ao 3º prognóstico e de 3,9% em relação ao volume colhido em 2025. A estimativa da produção nacional da oleaginosa alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 172,5 milhões de toneladas, um aumento de 1,3% em relação ao 3º prognóstico e 3,9% maior em comparação à quantidade obtida no ano anterior.
Em relação ao milho 2ª safra, produto que tem o Paraná como segundo maior produtor, o Estado obteve uma estimativa de produção de 17,4 milhões de toneladas, participando com 16,5% do total nacional e sendo 0,7% superior ao 3º prognóstico. A estimativa nacional da produção do milho 2ª safra foi de 105,2 milhões de toneladas, crescimento de 0,6% em relação ao 3º prognóstico.
O Paraná também é o maior produtor nacional de feijão, prevendo 736,5 mil toneladas ou 24,2% de participação, seguido por Minas Gerais com 514,1 mil toneladas e 16,9% de participação, e Goiás com 365,8 mil toneladas ou 12,0% de participação.
Entre as regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas está concentrado no Centro-Oeste, 167,5 milhões de toneladas (48,9%); Sul, 95,3 milhões de toneladas (27,8%); Sudeste, 30,2 milhões de toneladas (8,8%), Nordeste, 28,2 milhões de toneladas (8,2%) e Norte, 21,5 milhões de toneladas (6,3%). A estimativa mais recente da produção teve liderança da Região Sul, com aumento de 10,4%, seguido do Nordeste com 1,8%.
Por - AEN











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