Conselho destacou a inclusão da categoria no plantão docente e apresentou pautas para ampliar a presença da Educação Física na educação e na saúde pública
O deputado estadual Gugu Bueno (PSD), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Paraná, recebeu neste sábado (19) homenagem do Conselho Regional de Educação Física da 9ª Região (CREF9/PR), durante encontro em Cascavel. O reconhecimento destacou a atuação do parlamentar em pautas da categoria e novos compromissos relacionados à educação e à saúde pública.
A homenagem foi entregue pelo presidente do CREF9/PR, Gustavo Chaves Brandão. Entre os avanços destacados está a inclusão dos profissionais de Educação Física no plantão docente. A Lei Estadual nº 22.890/2025 incluiu a categoria entre os profissionais que podem realizar plantões docentes em unidades de saúde vinculadas às Instituições Estaduais de Ensino Superior e em unidades públicas credenciadas como unidades-escola.
“A homenagem é para agradecer pelo trabalho de representação do deputado Gugu Bueno em prol da nossa profissão e uma mudança de cultura na nossa profissão, que é a implantação do profissional de educação física na área da saúde. Extremamente importante essa ação, por isso essa homenagem, a gente te parabeniza e agradece”, afirmou Gustavo Brandão.
Ao receber a homenagem, o deputado relembrou o compromisso assumido com a categoria e a construção da medida na Assembleia Legislativa.
“De fato, há quatro anos, assumimos um compromisso com todos os educadores físicos do Paraná que nós iríamos criar o plantão docente. E conseguimos criar dentro de uma construção que fizemos dentro da Assembleia com o nosso governador Ratinho Junior. Hoje é lei, é realidade”, afirmou o deputado Gugu Bueno.
Novas demandas
Durante o encontro, representantes do CREF9/PR também apresentaram novas pautas, entre elas a ampliação de duas para pelo menos três aulas semanais de Educação Física na rede estadual e a inclusão dos profissionais da categoria no rol de profissões da Secretaria de Estado da Saúde.
Brandão relacionou o aumento das aulas ao enfrentamento do sedentarismo e da obesidade. “Precisamos de pelo menos três aulas de educação física na rede estadual, quiçá quatro, cinco, pelo menos uma por dia, mas, enfim, no mínimo três, como já foi antigamente. É necessário resgatar isso, fazer isso voltar, porque o número de sedentários, de obesos no Brasil vem aumentando e a gente precisa combater”, afirmou.
A ampliação da carga horária já está na pauta de atuação parlamentar de Gugu Bueno. Em 2023, ele encaminhou requerimento à Secretaria de Estado da Educação solicitando estudos para a implantação de três aulas semanais de Educação Física nos colégios estaduais do Paraná.
O deputado também assumiu o compromisso de trabalhar pelo reconhecimento dos profissionais na área da saúde.
“Quando a gente fala que Educação Física é saúde e o profissional da Educação Física também é um profissional da saúde. É obviamente que nós vamos fazer esse reconhecimento em lei e também assumirmos um compromisso para que a gente possa ampliar das duas aulas de Educação Física para três aulas na nossa rede aqui no Estado do Paraná”, afirmou.
Para Gugu Bueno, a homenagem representa a continuidade da agenda construída com a categoria. “São compromissos assumidos e que com toda certeza, com muito trabalho e determinação, nós vamos cumprir, reconhecendo a importância que tem todo o profissional de Educação Física no Estado do Paraná”, completou.
Por - Assessoria
Moradores de mais nove cidades do Paraná podem solicitar, a partir deste sábado (19), o saque de R$ 6.220 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por calamidade. Veja a lista abaixo.
O benefício foi fornecido em razão das tempestades que atingiram o estado.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, a liberação pode ser feita pelo aplicativo FGTS. O usuário precisa possuir saldo na conta e não ter feito saque por motivo de calamidade nos últimos 12 meses. O valor do saque é limitado ao saldo disponível no FGTS e não pode ultrapassar os R$ 6,2 mil.
Veja a lista de cidades autorizadas a partir deste sábado (19) e data para saque:
- Arapuã – até 16/12/2026
- Cândido de Abreu – até 09/12/2026
- Cidade Gaúcha – até 16/12/2026
- Manoel Ribas – até 14/12/2026
- Marmeleiro – até 16/12/2026
- Perobal – até 14/12/2026
- Ramilândia – até 16/12/2026
- Renascença – até 09/12/2026
- Xambrê – até 10/12/2026
Além destas, outras 15 cidades também estão com o benefício ativo no Paraná. Veja a lista de datas para saque do FGTS por calamidade para os outros municípios:
- Candói – 07/10/2026
- Goioerê – 02/12/2026
- Goioxim – 07/10/2026
- Guaratuba – 11/11/2026
- Iporã – 30/09/2026
- Marquinho (Portaria 2248) – 07/10/2026
- Marquinho (Portaria 2808) – 29/11/2026
- Morretes – 25/11/2026
- Pinhão – 07/12/2026
- Piraí do Sul – 18/11/2026
- Quedas do Iguaçu – 01/11/2026
- Reserva (Portaria 2304) – 15/10/2026
- Reserva (Portaria 2704) – 22/11/2026
- Rio Bonito do Iguaçu – 15/10/2026
- Santa Maria do Oeste – 24/11/2026
- Tibagi – 08/12/2026
- Turvo – 12/10/2026
Como solicitar o saque por calamidade?
A solicitação do saque pode ser feita pelo aplicativo FGTS, sem precisar comparecer a uma agência da Caixa, clicando em ‘Saques’. Ainda, é possível indicar uma conta da Caixa ou de outra instituição financeira para receber o valor, sem custo adicional.
Veja o passo a passo para solicitar o saque por calamidade:
- No aplicativo, vá em ‘Saques’ e em ‘Solicitar saque’;
- Clique em ‘Calamidade pública’ e selecione o nome do seu município;
- Escolha o tipo de comprovante de endereço e descreva o CEP e número de residência;
- Encaminhe foto de um documento de identificação e do comprovante de residência;
- Selecione a conta para depósito do valor;
- Envie a solicitação.
O comprovante de residência deve estar no nome do beneficiário e emitido em até 120 dias antes do decreto de calamidade.
O saque por calamidade é autorizado em casos de desastres naturais que tenham atingido residências, após declaração oficial da Defesa Civil. Veja o que é considerado desastre natural:
- Enchentes ou inundações graduais;
- Enxurradas ou inundações bruscas;
- Alagamentos;
- Inundações litorâneas provocadas pela brusca invasão do mar;
- Precipitações de granizos;
- Vendavais ou tempestades;
- Vendavais muito intensos ou ciclones extratropicais;
- Vendavais extremamente intensos, furacões, tufões ou ciclones tropicais;
- Tornados e trombas d'água;
- Desastre decorrente do rompimento ou colapso de barragens que ocasione movimento de massa, com danos a unidades residenciais.
Um menino de 5 anos morreu na manhã deste sábado (19) depois de um desmoronamento de terra na zona rural do Distrito de Serra dos Dourados, em Umuarama, no noroeste do Paraná.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima estava brincando junto com outra criança dentro de um buraco de aproximadamente 2 metros de profundidade que estava sendo escavado para se tornar um açude.
O solo estava úmido por causa do temporal e houve um desmoronamento. Uma das crianças conseguiu sair, mas a outra ficou soterrada por cerca de 40 minutos.
Para fazer o resgate, os bombeiros precisaram escavar manualmente.
Quando conseguiram tirar a criança, ela estava inconsciente e em parada cardiorrespiratória. Médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e equipes do Corpo de Bombeiros se revezaram para fazer massagem cardíaca, mas o menino não resistiu e morreu no local.
Antenor José Dresch, de 65 anos, condenado por matar Maria de Lourdes Parecy em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, foi preso nesta sexta-feira (18) no Paraguai, 27 anos depois do crime. As informações são da Polícia Nacional do Paraguai.
O sistema da Justiça do Paraná não tem registro da defesa de Dresh.
Antenor foi localizado em uma propriedade rural no distrito de Mbaracayú, no Departamento de Alto Paraná, a menos de 100 km de Foz do Iguaçu, na fronteira entre Paraguai e Brasil.
No país vizinho, ele também responde por estupro e tinha uma ordem de prisão em aberto.
A prisão aconteceu após a troca de informações entre a Polícia Federal de Foz do Iguaçu e a polícia paraguaia. Dresch tem uma pena de 14 anos e 5 meses a cumprir pelo homicídio, determinada pela Vara Criminal de Marechal Cândido Rondon.
Segundo a polícia, o crime aconteceu em 22 de julho de 1999. De acordo com o comunicado da polícia paraguaia, Dresch teria asfixiado a vítima até que ela perdesse a consciência e depois a levado até uma área de mata, onde desferiu vários golpes na cabeça dela com uma pedra, causando a morte.
Ainda segundo a investigação, o crime teria sido cometido com o objetivo de ocultar a paternidade de uma criança de 2 meses.
Depois de alguns dias de pausa, a chuva volta a determinadas regiões do Paraná nesta sexta-feira (18) e se espalha pelo Estado a partir de sábado (19). De acordo com o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), os volumes acumulados podem ultrapassar os 150 mm até a terça (22) em cidades do Centro-Sul, Oeste, Sudoeste e Leste do Paraná.
As temperaturas ficam mais elevadas na sexta no Norte e no Oeste do Estado, pois o dia começa com tempo estável. Os termômetros chegam à tarde a valores próximos a 28°C. No Leste, os ventos que sopram do oceano mantêm maior cobertura de nuvens, com possibilidade de chuviscos e formação de nevoeiros entre a madrugada e a manhã. Durante a noite, há previsão de chuva na região da Serra do Mar.
A partir da noite de sexta, até a manhã de sábado (19), com o desenvolvimento de um sistema de baixa pressão na região do Paraguai, áreas de chuva avançam inicialmente pelo Oeste e Sudoeste do Paraná. No decorrer do dia, a chuva ganha força e se espalha para as demais regiões do Estado. Há previsão de tempestades severas, acompanhadas de raios e fortes rajadas de vento, em todo o Paraná.
O Boletim de Gestão de Riscos, elaborado pelo Simepar, em parceria com a Defesa Civil Estadual, aponta no sábado risco alto no Noroeste e parte do Norte do Estado para chuva forte em curto espaço de tempo, intensas rajadas de vento e granizo. Nas outras áreas do Paraná, o risco é moderado.
No domingo (20), a chuva segue em todas as regiões, novamente com condições favoráveis à ocorrência de tempestades. O boletim aponta risco alto no Sudoeste do Estado e moderado nas outras regiões.
Entre o fim da tarde e a noite de domingo a chuva diminui e há uma melhora gradual nas condições do tempo. Essa trégua, entretanto, será curta. Entre a madrugada e a manhã de segunda-feira (21), a formação e o avanço de uma frente fria pelo Sul do Brasil trazem chuva volumosa e nova possibilidade de tempestades para todas as regiões paranaenses. O cenário de tempo instável continua pelo menos até terça-feira (22).
O Simepar recomenda que a população realize o cadastro para receber alertas da Defesa Civil. Basta enviar um SMS do celular para o telefone 40199 e digitar no campo da mensagem o CEP da residência.
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POr - Simepar |
A Clínica Médica Vida Nova, em Terra Roxa, no Oeste do Paraná, mantinha cerca de 72 mulheres internadas, muitas delas contra a própria vontade e impedidas de sair do local. Segundo a investigação, as internas eram submetidas a castigos, trabalho forçado, suspensão de visitas familiares e sedação forçada.
O gestor e proprietário da clínica foi preso temporariamente na terça-feira (15), durante a Operação Aurora. O pai dele também foi preso em flagrante por posse ilegal de armas de fogo e munições, mas foi liberado após pagar fiança. A identidade dos dois não foi divulgada.
A clínica não foi interditada, e as mulheres seguem internadas no local. Segundo o Ministério Público, não havia condições de transferir todas as pacientes para outros estabelecimentos de uma só vez e a remoção será feita de forma gradual.
Em nota, a Clínica Médica Vida Nova informou que está colaborando com as investigações e reafirmou seu compromisso com a transparência e com a segurança das mulheres acolhidas. A clínica negou práticas desumanizadas, cárcere privado ou qualquer conduta fora dos parâmetros legais.
"Hoje acolhemos em média 70 mulheres, oferecendo uma rotina baseada em humanização, amor, carinho, respeito e profissionalismo, com o trabalho de uma equipe multidisciplinar", diz o comunicado.
Sequestro, castigos e sedação forçada
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Clínica não foi interditada — Foto: MPPR
O centro terapêutico atuava com internação de dependentes químicos e era exclusivo para mulheres. Segundo o MPPR, entre as internas havia pessoas com deficiência.
Segundo a promotora Gabriela Hanna Pereira, responsável pelo caso, há indícios de que algumas mulheres foram levadas à clínica sem qualquer autorização legal.
"Há relatos de que vítimas foram capturadas por pessoas não identificadas e entregues à clínica sem nenhuma ordem judicial ou solicitação médica anterior", afirmou.
A investigação aponta ainda indícios de que os responsáveis pela clínica aplicavam castigos, suspendiam visitas de familiares e submetiam as mulheres a trabalho forçado.
O Ministério Público apurou ainda o uso forçado de medicamentos sedativos — apelidados na clínica de "danone" — aplicados para deixar as internas inconscientes. Também há relatos de omissão de socorro médico e de ameaças para que as mulheres ficassem em silêncio durante inspeções de órgãos de fiscalização.
A Operação Aurora foi conduzida pela Promotoria de Justiça de Terra Roxa, com apoio do Núcleo Regional de Umuarama do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Centro de Apoio Técnico à Execução (Caex).
Além do mandado de prisão, a Justiça autorizou buscas em cinco endereços, na sede da clínica, nas casas dos investigados, em uma propriedade rural e em veículos.
A Justiça também liberou o acesso aos dados dos aparelhos eletrônicos apreendidos. O material recolhido será analisado pelo MPPR para dar sequência à investigação e apurar a responsabilidade de todos os envolvidos.
por - G1




























