Um dos conflitos fundiários mais longos e complexos do Brasil caminha para o fim. Foi homologado ontem, quinta-feira (15), em sessão virtual do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), um acordo histórico de R$ 584,7 milhões entre o governo federal e as empresas Araupel S/A e Rio das Cobras Florestal Ltda., que deve regularizar a situação de cerca de 3 mil famílias nas regiões de Quedas do Iguaçu e Rio Bonito do Iguaçu.
O entendimento prevê a desapropriação indireta de 23,7 mil hectares para fins de reforma agrária, com a incorporação das áreas das glebas Pinhal Ralo e Rio das Cobras ao Programa Nacional de Reforma Agrária. Nelas, serão criados e regularizados assentamentos como o Celso Furtado, o 10 de Maio, Herdeiros da Terra, Dom Tomás Balduino e Nova Conquista.
Pelo acordo, o governo pagará R$ 584.784.622,10 às empresas, sendo R$ 552,6 milhões à Araupel e R$ 32,1 milhões à Rio das Cobras Florestal, por meio de precatórios que devem ser emitidos até 31 de janeiro de 2026. Em contrapartida, todas as ações judiciais relacionadas ao conflito, tanto na Justiça Estadual quanto Federal, serão extintas. O entendimento também preserva áreas produtivas das empresas, garantindo segurança jurídica para a continuidade das atividades econômicas.
A mediação foi conduzida pelas Comissões de Soluções Fundiárias do TJPR e do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em um modelo reconhecido nacionalmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o Prêmio "Conciliar é Legal". O desembargador Fernando Prazeres, que preside a comissão no TJPR, destacou que o acordo representa "um marco para a pacificação social e a justiça fundiária no Paraná".
Para as famílias que vivem há anos em situação de insegurança, o acordo simboliza a realização de um sonho. "São mais de 20 anos de espera. Agora podemos planejar o futuro com dignidade", afirmou uma das lideranças presentes na audiência.
O presidente do Incra, César Aldrigui, classificou o entendimento como o maior dos últimos tempos e ressaltou o empenho direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) para viabilizar os recursos.
O vereador Claudelei Lima, liderança política que representa assentados e trabalhadores sem terra no município, também celebrou o momento histórico:
"Ontem foi um dia histórico para a reforma agrária aqui na região. Foi batido o martelo com a presença de lideranças do MST, desembargadores, Incra e representantes do governo federal. Agora, definitivamente, vamos ter novos assentamentos em Rio Bonito do Iguaçu e Quedas do Iguaçu, como Herdeiros da Terra, Dom Tomás Balduino e Nova Conquista. Além disso, começa o processo de titulação do assentamento Celso Furtado e do 10 de Maio. Isso significa casas, escolas, recursos para o agricultor e desenvolvimento para toda a nossa região. É uma conquista das famílias, fruto de uma luta coletiva, de gente que nunca desistiu do sonho de ter uma vida digna no campo."
A expectativa é que, com a homologação judicial, tenham início os processos de titulação das terras e a estruturação dos assentamentos, marcando o fim de um ciclo de conflitos e o início de uma nova etapa de desenvolvimento social e econômico no Oeste do Paraná.
As lideranças locais também veem o acordo como uma oportunidade para fortalecer ainda mais o diálogo entre a região e o governo federal. Há expectativa de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa retornar a Quedas do Iguaçu para acompanhar pessoalmente a implementação dos assentamentos, algo que ganharia grande simbolismo para as famílias envolvidas. Lula já visitou a cidade em março de 2018, durante uma caravana pelo Sul do país em apoio à reforma agrária, quando participou de ato com assentados e movimentos sociais na Praça Central de Quedas do Iguaçu.
Por CATVE
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) entende que há indícios de crime de omissão de socorro no caso do jovem Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, que desapareceu por cinco dias após se perder na trilha do Pico Paraná no dia 1º de janeiro. O posicionamento vai contra a conclusão da Polícia Civil, que arquivou o inquérito por falta de elementos criminais.
Segundo a 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, a conduta atribuída à jovem Thayane Smith – que acompanhava Roberto na trilha – configura omissão de socorro, pois ela teria deixado o rapaz para trás mesmo sabendo que ele estava debilitado e em situação de risco. O MP destaca que Roberto havia vomitado durante a subida, tinha dificuldade para caminhar e enfrentava condições adversas como frio, chuva e neblina.
“Mesmo após a constatação da situação de vulnerabilidade da vítima e dos riscos que ele corria, a jovem permaneceu sem a intenção de auxiliar nas buscas, demonstrando interesse apenas em seu próprio bem-estar físico”, afirma a Promotoria.
Transação penal proposta
O MP propôs o envio do caso ao Juizado Especial Criminal e sugeriu uma transação penal, que inclui:
Pagamento de três salários mínimos (R$ 4.863) a Roberto por danos morais e materiais;
Pagamento de R$ 8.105 ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul, que atuou nas buscas;
Prestação de serviços comunitários por três meses, com carga de cinco horas semanais, junto ao Corpo de Bombeiros.
Posicionamento da Polícia Civil
A Polícia Civil havia concluído que não houve infração penal. De acordo com as investigações, Roberto passou mal durante a subida, mas na descida estava bem e teria ficado para trás ao seguir uma trilha errada. O delegado responsável afirmou que não houve omissão de socorro.
O desaparecimento
Roberto sumiu após se separar do grupo durante a descida do Pico Paraná no dia 1º de janeiro. Ele percorreu cerca de 20 km seguindo o rio Cacatu até chegar a uma fazenda em Antonina na segunda-feira (5), onde pediu um celular emprestado e avisou à família que estava vivo. As buscas mobilizaram bombeiros, voluntários e equipes especializadas por cinco dias.
O Paraná consolidou em 2025 o protagonismo na produção de grãos. Dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Estado ficou com 13,5% da participação nacional na produção no ano passado, logo após o Mato Grosso (32%). Goiás (11,3%), Rio Grande do Sul (9,3%), Mato Grosso do Sul (8,1%) e Minas Gerais (5,5%) completam a lista.
Apenas no prognóstico de dezembro o Paraná teve uma das principais variações positivas do Brasil, com crescimento de 49 mil toneladas. Outras variações relevantes aconteceram em São Paulo (253 mil t), no Pará (92 mil t), em Goiás (74 mil t), no Tocantins (52 mil t) e no Maranhão (20 mil t). A safra de 2025 do Paraná bateu recorde da série histórica do IBGE com 46,8 milhões de toneladas.
Ao mesmo tempo o Paraná deve renovar esse protagonismo em 2026, a partir do terceiro prognóstico de área e produção para a safra do IBGE. A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 339,8 milhões de toneladas Em relação ao segundo prognóstico, houve crescimento de 4,2 milhões de toneladas.
Segundo o IBGE, o Paraná deve ter aumento de 1,5% na produção em 2026. Outros estados que devem ter bom desempenho no setor são no Rio Grande do Sul, Piauí e Rondônia. Na contramão, o IBGE aponta declínios no Mato Grosso (-7,9%), em Goiás (-8,0%), no Mato Grosso do Sul (-6,8%), em Minas Gerais (-1,7%), na Bahia (-4,7%), em São Paulo (-4,8%), no Tocantins (-2,9%), no Maranhão (-0,7%), no Pará (-8,6%), em Santa Catarina (-1,6%) e em Sergipe (-7,4%).
O Paraná é o maior produtor brasileiro de feijão na 1ª safra, com uma estimativa de 191,1 mil toneladas. A produção paranaense deve representar 19,4% do total a ser colhido nessa 1ª safra. A estimativa da produção da 2ª safra é melhor. O Paraná vai produzir 553,5 mil toneladas, crescimento de 3% em relação ao prognóstico de novembro e de 2,7% em relação ao volume colhido nessa mesma safra em 2025, devendo participar com 42,8% do total da safra, seguido pelo Mato Grosso, com 172,9 mil toneladas.
A estimativa para a produção nacional de milho (2ª safra) para 2026 é de 104,6 milhões de toneladas. O Paraná é o segundo maior produtor e deve alcançar uma safra de 17,3 milhões de toneladas, devendo participar com 16,5% do total. Também são relevantes na produção do milho 2ª safra: Goiás, com 13,3 milhões de toneladas, participação de 12,7% e Mato Grosso do Sul, com 10,3 milhões de toneladas, participação de 9,8%.
A produção nacional de soja em 2026 deve ter aumento de 2,5% em relação à safra anterior, totalizando 170,3 milhões de toneladas, o que caracterizaria novo recorde na produção nacional da leguminosa. O Paraná estimou a segunda maior produção nacional, 22,1 milhões de toneladas, representando um crescimento de 3,6% na comparação com o volume produzido em 2025, o que seria a maior safra já alcançada no Estado.
Por AEN
O Paraná registrou 17 doações de órgãos nos primeiros dias de 2026, possibilitando a realização de transplantes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e garantindo nova chance de vida a pacientes que aguardam na fila. O início do ano dá sequência a uma trajetória de crescimento contínuo na política estadual de transplantes. Foram doados fígado, rins e córneas, que beneficiaram cerca de 41 pessoas no Paraná e cinco de outros estados.
O Paraná alterou, de forma consistente, o cenário da doação de órgãos e dos transplantes. Ao analisar os dados consolidados entre 2001 e 2024, houve um crescimento expressivo, com ênfase nos últimos seis anos, período em que os números deixaram de oscilar e passaram a se manter em patamares mais altos e estáveis.
O maior salto foi em relação aos doadores efetivos por milhão de população (pmp). Em 2001, o Estado registrava 9,4 doadores pmp. Em 2024 esse número chegou a 43,7 (pmp), um crescimento de cerca de 365%. Mais do que o salto em si, chama atenção a regularidade dos resultados recentes, que confirmam a consolidação de um processo mais seguro e eficiente, se comparado às décadas anteriores.
Entre 2001 e 2010 a média de doadores por milhão de população foi de 10,08. Já de 2011 a 2019, esse número passou para 27,94 e de 2020 a 2024 para 40,84.
A progressão no número de doadores impactou diretamente a quantidade de procedimentos realizados. Em 2001, o Paraná contabilizou 729 transplantes, enquanto em 2024 o total chegou a 2.081, um aumento de 185% no período.
Nos últimos seis anos, o avanço contínuo nos transplantes reflete um sistema mais estruturado e sensível, capaz de transformar o gesto solidário da doação em recomeços reais para centenas de pacientes e suas famílias.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), esse desempenho está relacionado ao fortalecimento da Central Estadual de Transplantes (CET), à ampliação da rede de hospitais notificadores e transplantadores, à padronização de protocolos e à qualificação contínua das equipes multiprofissionais envolvidas em todas as etapas do processo, da identificação do potencial doador à realização do transplante.
Outro fator determinante é o avanço nos fluxos de regulação e logística, que permitiu maior agilidade na captação, transporte e distribuição de órgãos, reduzindo perdas e ampliando o aproveitamento das doações. As ações permanentes de sensibilização da população também contribuíram para o aumento da taxa de autorização familiar, considerada estratégica para a consolidação dos resultados.
Além disso, a interiorização da política de transplantes foi determinante para esse aumento, com mais hospitais capacitados para notificação de morte encefálica e manutenção do potencial doador, ampliando a participação de unidades fora dos grandes centros urbanos e fortalecendo a regionalização da assistência.
Atualmente, cerca de 70 hospitais realizam o processo de doação de órgãos no Paraná. Para a realização dos transplantes, a rede é composta por 34 equipes transplantadoras de órgãos, 72 equipes transplantadoras de tecidos — incluindo córneas, valvas cardíacas, tecidos musculoesqueléticos, pele e medula óssea — e três bancos de tecidos, sendo dois de tecidos oculares e um de multitecidos (córneas, valvas cardíacas, tecidos musculoesqueléticos e pele).
Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, o cenário observado nos últimos anos indica que o Estado alcançou um novo patamar operacional na política de transplantes, com resultados mais previsíveis, maior capacidade de resposta da rede assistencial e impacto direto na ampliação do acesso ao procedimento para pacientes que aguardam na fila do Sistema Único de Saúde (SUS).
“A manutenção dos indicadores em níveis elevados nos últimos seis anos reforça a maturidade do modelo adotado pelo Paraná e sinaliza a consolidação de uma política pública estruturada, com resultados mensuráveis e impacto direto na sobrevida e na qualidade de vida da população paranaense”, ressaltou o secretário.
Córneas e rins foram os transplantes mais realizados nas últimas duas décadas, seguidos por fígado e coração.
Há oito anos, Rosania Domingos Santos, autorizou a doação de órgãos da filha, de 14 anos. A jovem morreu no Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá, e seus rins, pâncreas e fígado foram doados para pacientes de hospitais do Paraná e de outros estados.
“Eu sempre falo que doar é ato de amor, e já virou um lema na minha vida. Doar não dói. Doar deveria fazer parte do ser humano, porque você vai estar ajudando o seu próximo. Eu sou a favor e luto pela causa da doação de órgãos”, enfatizou.
SOLIDARIEDADE PARANAENSE – Em 2024, de acordo com o Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), elaborado pela da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), o Paraná foi o Estado com o maior número de doadores de órgãos por milhão de população (pmp), alcançando uma média 42,3 pmp, número muito superior à média brasileira, que foi de 19,2 pmp.
Os dados parciais de 2025, abrangendo os nove primeiros meses do ano no relatório da ABTO, apontam que o Paraná ocupava até aquele período a segunda colocação com 39,7 pmp, ficando atrás de Santa Catarina, com 43,7 pmp.
Os dados do Sistema Estadual de Transplantes até novembro apontam uma elevação, com um índice de 40,5 pmp. O Paraná tem o dobro de doadores da média brasileira, que é de 20,2 pmp.
Por AEN
O período de matrículas presenciais na rede estadual de educação do Paraná vai até esta sexta-feira (16). A etapa é voltada a estudantes e responsáveis que perderam o prazo regular de matrículas, aberto no final do ano passado. Nesta fase, as matrículas devem ser realizadas presencialmente, nas secretarias das escolas estaduais.
“Efetivar a matrícula é a forma de garantir que todos os estudantes tenham acesso à rede pública de ensino, mesmo aqueles que, por algum motivo, não conseguiram realizar a matrícula no período regular. Nosso objetivo é assegurar que nenhum aluno fique fora da escola e que o ano letivo comece com acolhimento e oportunidade para todos”, apontou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.
A rede estadual de ensino do Paraná atende cerca de um milhão de estudantes, distribuídos em mais de 2 mil escolas em todo o Estado. Desse total, 486 são escolas de ensino em tempo integral, 345 funcionam no modelo cívico-militar e 533 são escolas do campo. Já a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) é ofertada por meio de 45 cursos técnicos diferentes em 870 escolas estaduais, distribuídas pelos 32 Núcleos Regionais de Educação (NREs).
As modalidades de ensino ofertadas e a disponibilidade de vagas também podem ser consultadas junto às secretarias das escolas.
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL – Também se encerra nesta sexta-feira (16) o prazo para matrículas em cursos técnicos da Educação Profissional e Tecnológica (EPT), modalidade educacional que visa facilitar a inserção e a atuação do estudante no mundo do trabalho e no Ensino Superior. O processo de matrícula também deve ser realizado presencialmente, na secretaria das escolas ofertantes, mediante apresentação da documentação obrigatória.
Foram abertas até 55 mil vagas para estudantes concluintes do Ensino Fundamental que desejam ingressar na Educação Profissional de forma integrada à 1ª série do Ensino Médio. Já a oferta de cursos técnicos subsequentes, também conhecida como pós-Médio, soma cerca de 8 mil vagas para estudantes que já concluíram a Educação Básica.
Os mais de 45 cursos gratuitos de qualificação, habilitação técnica e tecnológica abrangem diferentes áreas do conhecimento - entre eles, Agronegócio, Administração, Biotecnologia, Enfermagem, Gastronomia, Formação Docente, Inteligência Artificial, Turismo e muitos outros.
DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS – Para efetuar matrícula, é necessário apresentar comprovante de residência atualizado; certidão de nascimento ou documento oficial com foto; RG para estudantes do Ensino Médio, Educação Profissional, EJA ou maiores de 16 anos; CPF para estudantes da Educação Profissional, EJA, Ensino Médio e para nascidos a partir de 2017; comprovante de vacinação para menores de 18 anos; histórico escolar ou comprovante de escolaridade; além de laudo médico e documento de tutela/guarda, quando aplicável.
Já para a rematrícula de alunos que seguirão estudando na mesma escola, devem ser apresentados comprovante de residência atualizado, comprovante de vacinação e eventuais documentos pendentes solicitados pela unidade. Toda documentação entregue presencialmente deve ser digitalizada e inserida na Pasta Individual Virtual do Estudante (PIVE), conforme as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Por AEN
O Governo do Paraná segue nos preparativos para o início do ano letivo na rede estadual de ensino, previsto para 5 de fevereiro, dando posse nesta quinta (15) e sexta-feira (16) a 224 novos professores aprovados no concurso público regido pelo Edital nº 011/2023, da banca IBFC. Os novos profissionais vão fortalecer o Quadro Próprio do Magistério (QPM) no Estado.
A ação é resultado de um trabalho conjunto entre a Secretaria da Administração e da Previdência (Seap), que coordenou o processo de seleção, e a Secretaria da Educação (Seed), em que os profissionais desempenharão suas atividades.
As novas posses visam melhorar a estrutura da educação no Estado, e os novos profissionais vêm somar esforços aos mais de 2,3 mil docentes nomeados que ingressaram em 2025 para atender os estudantes paranaenses desde a volta às aulas.
Roni Miranda, secretário estadual da Educação, avisa os novos empossados para prestar atenção às informações emitidas pelos seus respectivos Núcleos Regionais de Educação. “Os novos professores já participam da distribuição de aulas no dia 23 de janeiro. Por isso, lembro os novos empossados a ficarem atentos às informações emitidas pelos seus Núcleos Regionais de Educação. E que sejam muito bem-vindos à melhor educação do Brasil”, disse.
Para Luizão Goulart, secretário de Estado da Administração e da Previdência, a posse dos 224 novos professores é parte fundamental na manutenção da força de trabalho do magistério no Paraná. “Em dezembro veio a nomeação dos professores e, agora, eles tomam posse. Isso fortalece os profissionais do magistério que fazem a melhor educação do Brasil”, afirmou.
PROGRESSÃO DE CARREIRA – Além da posse dos 224 novos professores, janeiro de 2026 traz também a novidade da progressão de carreira para aproximadamente 5,4 mil servidores, entre professores e pedagogos do Quadro Próprio do Magistério (QPM) da rede estadual de ensino do Paraná.
A concessão das progressões foi publicada em resolução conjunta entre Seap e Seed no último dia 18 de dezembro, representando um investimento de R$ 22,9 milhões na valorização dos profissionais da educação. Pela medida, os pagamentos realizados ao final de janeiro incluirão o valor retroativo relativo ao período de 18 a 31 de dezembro, além do valor integral correspondente ao mês de janeiro, em cumprimento à legislação vigente.
As progressões correspondem a combinação de critérios específicos de avaliação de desempenho e participação em atividades de formação e/ou qualificação profissional relacionadas à Educação Básica.
Por AEN


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