A Polícia Militar do Paraná (PMPR) apreendeu, na tarde desta quinta-feira (15), cerca de 625 quilos de maconha durante uma ação em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A droga estava em dois caminhões que foram abordados no bairro Jurema.
Os veículos, uma carreta e um caminhão baú de pequeno porte, estavam estacionados em uma rua do bairro. Os condutores, um homem de Santos (SP), que dirigia a carreta, e outro de Curitiba, responsável pelo caminhão menor, foram presos em flagrante.
Na carreta, os policiais localizaram dois fardos contendo tabletes de maconha. No caminhão baú, o restante da droga estava escondido em meio a uma carga de suco. De acordo com o sargento Anderson Luis de Oliveira, nenhum dos presos possui antecedentes criminais.
“A situação de dois caminhões parados em um local ermo chamou a atenção da equipe, o que motivou a abordagem. Os condutores não souberam informar o motivo de estarem lá, o que levou a equipe a realizar a revista”, explicou o sargento. “Eles também afirmaram que não sabem ou não quiseram informar o destino da carga”, acrescentou.
Os presos e o entorpecente apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de São José dos Pinhais, onde permanecem à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.
Por AEN
A soja é outra vez destaque no Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, e ao que tudo indica caminha para um desempenho próximo ao recorde histórico. O cenário aparenta ser positivo para o agronegócio paranaense – e o Boletim desta quinta-feira (15) também traz uma análise sobre o desempenho da fruticultura, e ainda um retrato do mercado de trabalho atual, evidenciando a absorção de mão de obra estrangeira pelo setor de suinocultura.
No caso da soja, as condições de campo reforçam o otimismo quanto à safra 2025/2026. A reavaliação das lavouras indica que 90% das áreas estão em boas condições, índice superior ao registrado na semana anterior e melhor do que o observado nas últimas oito safras. Com isso, a produção paranaense poderá alcançar cerca de 22 milhões de toneladas, volume muito próximo ao recorde estadual de 22,3 milhões de toneladas obtido no ciclo 2022/2023.
As primeiras colheitas de soja, concentradas principalmente no Oeste do Estado, já demonstram bons indicativos de produtividade, embora ainda representem uma parcela reduzida da área total semeada. Apesar do cenário produtivo favorável, o Deral alerta para a necessidade de cautela, uma vez que a maior parte das lavouras ainda tem pela frente fases mais críticas de desenvolvimento. No entanto, para a comercialização os preços seguem pressionados pela estabilidade das cotações internacionais e pela valorização do real, mantendo a saca de soja – no que diz respeito a valores – em patamares semelhantes aos do início de 2025.
MÃO DE OBRA ESTRANGEIRA – Em relação ao mercado de trabalho, o Boletim traz dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostrando que, ao final de 2024, trabalhadores imigrantes ocupavam 15,6% dos empregos formais em frigoríficos de abate de suínos no Brasil. No Paraná, essa participação chegou a 8,4%, com predominância de haitianos, venezuelanos e paraguaios.
Já no segmento de criação de suínos, a presença de estrangeiros é menor, mas o Estado lidera nacionalmente as contratações, sobretudo de trabalhadores paraguaios. O levantamento reforça a importância social e econômica da suinocultura, especialmente em um contexto de fluxos migratórios internacionais.
FRUTICULTURA – A fruticultura brasileira também apresentou resultados expressivos em 2025. As exportações do setor superaram 1,3 milhão de toneladas, com crescimento de quase 20% no volume embarcado, em relação a 2024. A receita alcançou US$ 1,56 bilhão, o que significa um avanço de 12,8% na comparação anual. Mesmo com a redução de 5,7% no preço médio da tonelada, os números confirmam o fortalecimento das frutas brasileiras no mercado internacional, superando a marca de um bilhão de dólares em vendas e consolidando a presença do setor no comércio global.
Por AEN
Dois proprietários de terra em Guamiranga, na região central do Paraná, foram multados em mais de R$ 286 mil pela Polícia Ambiental após serem flagrados derrubando araucárias (espécie criticamente ameaçada de extinção) e desmatando áreas de Mata Atlântica. As infrações ocorreram na zona rural da Ribeira do Leão.
Em uma das propriedades, foram cortadas 210 araucárias (pinheiros-do-Paraná), o que gerou multa de R$ 102 mil. O mesmo proprietário também foi autuado em R$ 42 mil pela remoção de tocos e raízes (destoca) em 5,2 hectares de floresta nativa.
Na segunda área, foram derrubadas 215 araucárias, resultando em multa de R$ 107 mil, além de outros R$ 35 mil pela destoca de 4,5 hectares de mata. No total, as áreas degradadas somam cerca de 100 mil m² – equivalente a 14 campos de futebol.
Além das araucárias, as áreas continham outras espécies nativas como imbuia, cedro, guabirobeira e bracatinga. A araucária consta na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) como criticamente ameaçada de extinção.
O Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) não divulgou os nomes dos proprietários. As multas foram aplicadas na última terça-feira (13), após denúncias recepadas pelo órgão.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo potencial de tempestades para 313 municípios paranaenses, válido até as 23h59 desta sexta-feira (16). A previsão indica acumulados de chuva de até 50 mm/dia em regiões como litoral, Região Metropolitana de Curitiba, norte, noroeste, sudeste e Campos Gerais, além de ventos de até 60 km/h e risco de queda de granizo.
De acordo com o Simepar, apesar das tempestades, a sexta-feira também será marcada por calor abafado em todo o estado. No sábado (17), as temperaturas seguem elevadas, mas com temporais isolados no oeste e noroeste durante a tarde e noite, novamente com possibilidade de granizo. No domingo (18), todas as regiões do estado podem registrar chuva, e as temperaturas ficarão mais amenas.
Uma frente fria avança pelo oceano entre domingo e segunda-feira (19), mantendo a instabilidade. O oeste e o sul do Paraná devem ser os primeiros a registrar queda nas temperaturas.
A lista inclui desde grandes centros como Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu até dezenas de municípios do interior. Confira a relação completa abaixo.
A população deve ficar atenta a possíveis alagamentos, rajadas de vento e descargas elétricas, além de evitar áreas de risco durante os períodos de chuva mais intensa.
Veja as cidades com alerta:
- Abatiá
- Adrianópolis
- Agudos do Sul
- Almirante Tamandaré
- Altamira do Paraná
- Alto Paraíso
- Alto Paraná
- Alto Piquiri
- Alvorada do Sul
- Amaporã
- Anahy
- Andirá
- Ângulo
- Antonina
- Antônio Olinto
- Apucarana
- Arapongas
- Arapoti
- Arapuã
- Araruna
- Araucária
- Ariranha do Ivaí
- Assaí
- Astorga
- Atalaia
- Balsa Nova
- Bandeirantes
- Barbosa Ferraz
- Barra do Jacaré
- Bela Vista do Paraíso
- Bituruna
- Boa Esperança
- Boa Ventura de São Roque
- Bocaiúva do Sul
- Bom Sucesso
- Borrazópolis
- Braganey
- Cafeara
- Cafezal do Sul
- Califórnia
- Cambará
- Cambé
- Cambira
- Campina da Lagoa
- Campina do Simão
- Campina Grande do Sul
- Campo Bonito
- Campo do Tenente
- Campo Largo
- Campo Magro
- Campo Mourão
- Cândido de Abreu
- Candói
- Cantagalo
- Carambeí
- Carlópolis
- Castro
- Centenário do Sul
- Cerro Azul
- Chopinzinho
- Cianorte
- Cidade Gaúcha
- Colombo
- Colorado
- Congonhinhas
- Conselheiro Mairinck
- Contenda
- Corbélia
- Cornélio Procópio
- Coronel Domingos Soares
- Corumbataí do Sul
- Cruzeiro do Oeste
- Cruzeiro do Sul
- Cruz Machado
- Cruzmaltina
- Curitiba
- Curiúva
- Diamante do Norte
- Diamante do Sul
- Douradina
- Doutor Camargo
- Doutor Ulysses
- Engenheiro Beltrão
- Espigão Alto do Iguaçu
- Farol
- Faxinal
- Fazenda Rio Grande
- Fênix
- Fernandes Pinheiro
- Figueira
- Floraí
- Floresta
- Florestópolis
- Flórida
- Formosa do Oeste
- Foz do Jordão
- General Carneiro
- Godoy Moreira
- Goioerê
- Goioxim
- Grandes Rios
- Guairaçá
- Guamiranga
- Guapirama
- Guaporema
- Guaraci
- Guaraniaçu
- Guarapuava
- Guaraqueçaba
- Guaratuba
- Honório Serpa
- Ibaiti
- Ibiporã
- Icaraíma
- Iguaraçu
- Iguatu
- Imbaú
- Imbituva
- Inácio Martins
- Inajá
- Indianópolis
- Ipiranga
- Irati
- Iretama
- Itaguajé
- Itambaracá
- Itambé
- Itaperuçu
- Itaúna do Sul
- Ivaí
- Ivaiporã
- Ivaté
- Ivatuba
- Jaboti
- Jacarezinho
- Jaguapitã
- Jaguariaíva
- Jandaia do Sul
- Janiópolis
- Japira
- Japurá
- Jardim Alegre
- Jardim Olinda
- Jataizinho
- Joaquim Távora
- Jundiaí do Sul
- Juranda
- Jussara
- Kaloré
- Lapa
- Laranjal
- Laranjeiras do Sul
- Leópolis
- Lidianópolis
- Loanda
- Lobato
- Londrina
- Luiziana
- Lunardelli
- Lupionópolis
- Mallet
- Mamborê
- Mandaguaçu
- Mandaguari
- Mandirituba
- Mangueirinha
- Manoel Ribas
- Maria Helena
- Marialva
- Marilândia do Sul
- Marilena
- Mariluz
- Maringá
- Marquinho
- Marumbi
- Matinhos
- Mato Rico
- Mauá da Serra
- Mirador
- Miraselva
- Moreira Sales
- Morretes
- Munhoz de Melo
- Nossa Senhora das Graças
- Nova Aliança do Ivaí
- Nova América da Colina
- Nova Aurora
- Nova Cantu
- Nova Esperança
- Nova Fátima
- Nova Laranjeiras
- Nova Londrina
- Nova Olímpia
- Nova Santa Bárbara
- Nova Tebas
- Novo Itacolomi
- Ortigueira
- Ourizona
- Paiçandu
- Palmas
- Palmeira
- Palmital
- Paraíso do Norte
- Paranacity
- Paranaguá
- Paranapoema
- Paranavaí
- Paula Freitas
- Paulo Frontin
- Peabiru
- Perobal
- Piên
- Pinhais
- Pinhalão
- Pinhão
- Piraí do Sul
- Piraquara
- Pitanga
- Pitangueiras
- Planaltina do Paraná
- Ponta Grossa
- Pontal do Paraná
- Porecatu
- Porto Amazonas
- Porto Barreiro
- Porto Rico
- Porto Vitória
- Prado Ferreira
- Presidente Castelo Branco
- Primeiro de Maio
- Prudentópolis
- Quarto Centenário
- Quatiguá
- Quatro Barras
- Querência do Norte
- Quinta do Sol
- Quitandinha
- Rancho Alegre
- Rancho Alegre D'Oeste
- Rebouças
- Reserva
- Reserva do Iguaçu
- Ribeirão Claro
- Ribeirão do Pinhal
- Rio Azul
- Rio Bom
- Rio Bonito do Iguaçu
- Rio Branco do Ivaí
- Rio Branco do Sul
- Rio Negro
- Rolândia
- Roncador
- Rondon
- Rosário do Ivaí
- Sabáudia
- Salto do Itararé
- Santa Amélia
- Santa Cecília do Pavão
- Santa Cruz de Monte Castelo
- Santa Fé
- Santa Inês
- Santa Isabel do Ivaí
- Santa Maria do Oeste
- Santa Mariana
- Santa Mônica
- Santana do Itararé
- Santo Antônio da Platina
- Santo Antônio do Caiuá
- Santo Antônio do Paraíso
- Santo Inácio
- São Carlos do Ivaí
- São Jerônimo da Serra
- São João do Caiuá
- São João do Ivaí
- São João do Triunfo
- São Jorge do Ivaí
- São José da Boa Vista
- São José dos Pinhais
- São Manoel do Paraná
- São Mateus do Sul
- São Pedro do Ivaí
- São Pedro do Paraná
- São Sebastião da Amoreira
- São Tomé
- Sapopema
- Sarandi
- Sengés
- Sertaneja
- Sertanópolis
- Siqueira Campos
- Tamarana
- Tamboara
- Tapejara
- Tapira
- Teixeira Soares
- Telêmaco Borba
- Terra Boa
- Terra Rica
- Tibagi
- Tijucas do Sul
- Tomazina
- Tunas do Paraná
- Tuneiras do Oeste
- Turvo
- Ubiratã
- Umuarama
- União da Vitória
- Uniflor
- Uraí
- Ventania
- Virmond
- Wenceslau Braz
- Xambrê
Um dos conflitos fundiários mais longos e complexos do Brasil caminha para o fim. Foi homologado ontem, quinta-feira (15), em sessão virtual do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), um acordo histórico de R$ 584,7 milhões entre o governo federal e as empresas Araupel S/A e Rio das Cobras Florestal Ltda., que deve regularizar a situação de cerca de 3 mil famílias nas regiões de Quedas do Iguaçu e Rio Bonito do Iguaçu.
O entendimento prevê a desapropriação indireta de 23,7 mil hectares para fins de reforma agrária, com a incorporação das áreas das glebas Pinhal Ralo e Rio das Cobras ao Programa Nacional de Reforma Agrária. Nelas, serão criados e regularizados assentamentos como o Celso Furtado, o 10 de Maio, Herdeiros da Terra, Dom Tomás Balduino e Nova Conquista.
Pelo acordo, o governo pagará R$ 584.784.622,10 às empresas, sendo R$ 552,6 milhões à Araupel e R$ 32,1 milhões à Rio das Cobras Florestal, por meio de precatórios que devem ser emitidos até 31 de janeiro de 2026. Em contrapartida, todas as ações judiciais relacionadas ao conflito, tanto na Justiça Estadual quanto Federal, serão extintas. O entendimento também preserva áreas produtivas das empresas, garantindo segurança jurídica para a continuidade das atividades econômicas.
A mediação foi conduzida pelas Comissões de Soluções Fundiárias do TJPR e do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em um modelo reconhecido nacionalmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o Prêmio "Conciliar é Legal". O desembargador Fernando Prazeres, que preside a comissão no TJPR, destacou que o acordo representa "um marco para a pacificação social e a justiça fundiária no Paraná".
Para as famílias que vivem há anos em situação de insegurança, o acordo simboliza a realização de um sonho. "São mais de 20 anos de espera. Agora podemos planejar o futuro com dignidade", afirmou uma das lideranças presentes na audiência.
O presidente do Incra, César Aldrigui, classificou o entendimento como o maior dos últimos tempos e ressaltou o empenho direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) para viabilizar os recursos.
O vereador Claudelei Lima, liderança política que representa assentados e trabalhadores sem terra no município, também celebrou o momento histórico:
"Ontem foi um dia histórico para a reforma agrária aqui na região. Foi batido o martelo com a presença de lideranças do MST, desembargadores, Incra e representantes do governo federal. Agora, definitivamente, vamos ter novos assentamentos em Rio Bonito do Iguaçu e Quedas do Iguaçu, como Herdeiros da Terra, Dom Tomás Balduino e Nova Conquista. Além disso, começa o processo de titulação do assentamento Celso Furtado e do 10 de Maio. Isso significa casas, escolas, recursos para o agricultor e desenvolvimento para toda a nossa região. É uma conquista das famílias, fruto de uma luta coletiva, de gente que nunca desistiu do sonho de ter uma vida digna no campo."
A expectativa é que, com a homologação judicial, tenham início os processos de titulação das terras e a estruturação dos assentamentos, marcando o fim de um ciclo de conflitos e o início de uma nova etapa de desenvolvimento social e econômico no Oeste do Paraná.
As lideranças locais também veem o acordo como uma oportunidade para fortalecer ainda mais o diálogo entre a região e o governo federal. Há expectativa de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa retornar a Quedas do Iguaçu para acompanhar pessoalmente a implementação dos assentamentos, algo que ganharia grande simbolismo para as famílias envolvidas. Lula já visitou a cidade em março de 2018, durante uma caravana pelo Sul do país em apoio à reforma agrária, quando participou de ato com assentados e movimentos sociais na Praça Central de Quedas do Iguaçu.
Por CATVE
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) entende que há indícios de crime de omissão de socorro no caso do jovem Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, que desapareceu por cinco dias após se perder na trilha do Pico Paraná no dia 1º de janeiro. O posicionamento vai contra a conclusão da Polícia Civil, que arquivou o inquérito por falta de elementos criminais.
Segundo a 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, a conduta atribuída à jovem Thayane Smith – que acompanhava Roberto na trilha – configura omissão de socorro, pois ela teria deixado o rapaz para trás mesmo sabendo que ele estava debilitado e em situação de risco. O MP destaca que Roberto havia vomitado durante a subida, tinha dificuldade para caminhar e enfrentava condições adversas como frio, chuva e neblina.
“Mesmo após a constatação da situação de vulnerabilidade da vítima e dos riscos que ele corria, a jovem permaneceu sem a intenção de auxiliar nas buscas, demonstrando interesse apenas em seu próprio bem-estar físico”, afirma a Promotoria.
Transação penal proposta
O MP propôs o envio do caso ao Juizado Especial Criminal e sugeriu uma transação penal, que inclui:
Pagamento de três salários mínimos (R$ 4.863) a Roberto por danos morais e materiais;
Pagamento de R$ 8.105 ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul, que atuou nas buscas;
Prestação de serviços comunitários por três meses, com carga de cinco horas semanais, junto ao Corpo de Bombeiros.
Posicionamento da Polícia Civil
A Polícia Civil havia concluído que não houve infração penal. De acordo com as investigações, Roberto passou mal durante a subida, mas na descida estava bem e teria ficado para trás ao seguir uma trilha errada. O delegado responsável afirmou que não houve omissão de socorro.
O desaparecimento
Roberto sumiu após se separar do grupo durante a descida do Pico Paraná no dia 1º de janeiro. Ele percorreu cerca de 20 km seguindo o rio Cacatu até chegar a uma fazenda em Antonina na segunda-feira (5), onde pediu um celular emprestado e avisou à família que estava vivo. As buscas mobilizaram bombeiros, voluntários e equipes especializadas por cinco dias.


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