O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), apresentou nesta terça-feira (18), no Centro de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Londrina (UEL), as diretrizes do projeto “Mais Saúde no Campo”.
Desenvolvido pela Diretoria de Atenção e Vigilância em Saúde, em parceria com a 16ª e 17ª Regionais de Saúde, o projeto propõe a implantação, em todo o Paraná, de ações que garantam a qualidade da água para consumo humano e acesso de produtores ao SUS. Também busca traçar estratégias para o fortalecimento da Atenção Primária, da Vigilância em Saúde Ambiental e da Saúde do Trabalhador.
O evento aconteceu no anfiteatro Cyro Grossi, do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Londrina (UEL), com atividades durante todo o dia. Contou com a participação de gestores e equipes técnicas municipais das áreas de Vigilância em Saúde e Atenção Primária à Saúde, assim como de instituições parceiras das áreas de Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural.
Foram realizadas palestras e diálogos relativos ao tema: “Água e Saneamento Rural”, com a diretora da 17ª Regional de Saúde, Maria Lúcia da Silva Lopes, e “Qualidade da Água e Saneamento Rural”, com André Romagnoli, da 16ª RS de Apucarana. Os temas incluíram também Populações Expostas a Agrotóxicos e Saúde do Trabalhador; Cenário Epidemiológico – Agrotóxicos; Linha Guia de Atenção às Populações Expostas a Agrotóxicos e Instrumento de Rastreio da População Exposta a Agrotóxicos.
O projeto será lançado em todas as demais macrorregionais, abrangendo todo o Paraná, nas próximas semanas. Ele faz parte de um conjunto de ações estratégicas coordenadas pela Sesa e que visa também prevenir e reduzir riscos. “Cada vez mais temos visto as consequências dos desmatamentos, com a presença de animais silvestres nas áreas urbanas. Tivemos recentemente a situação de surto de escorpiões por conta da mudança climática. Tudo isso precisa ser incluído numa discussão que vai melhorar o planejamento para chegarmos em ações efetivas”, explicou o secretário da Saúde, Beto Preto.
Ele destacou que a iniciativa reafirma o compromisso do Governo do Paraná com a proteção da saúde das populações que vivem nas áreas rurais. “Estamos fortalecendo, de forma integrada e articulada com diversos setores, a vigilância da qualidade da água, o saneamento rural e a atenção às pessoas expostas a agrotóxicos”, disse. "Com esse trabalho vamos ter um melhor diagnóstico da saúde nas propriedades rurais e aprimorar o planejamento das ações de saúde para quem mora ou vive no campo”.
Por - AEN
O Governo do Estado vai promover em 2026 um novo concurso público para a Secretaria de Estado da Saúde. Serão 641 vagas para cargos de nível técnico e superior. A banca contratada é a Fundação FAFIPA, de Paranavaí, e o edital detalhando locais das provas, datas das inscrições, entre outros detalhes, deve ser publicado até o fim de janeiro.
Entre as 641 vagas, 325 delas são para Promotor de Saúde Profissional, que envolve as seguintes profissões: administrador, analista de sistemas, arquiteto, assistente social, biólogo, biomédico, contador, economista, enfermeiro, engenheiro agrônomo, engenheiro civil, engenheiro eletricista, engenheiro mecânico, farmacêutico, físico, fisioterapeuta, médico, médico hematologista, médico do trabalho, médico psiquiatra, médico veterinário, nutricionista, psicólogo e odontólogo.
As outras 316 vagas são distribuídas entre técnico de enfermagem, técnico de laboratório e técnico de segurança do trabalho.
O concurso é o primeiro para o Quadro da Saúde desde 2016. “São profissionais que vão vir para colaborar e atender a nossa população. Teremos um reforço bastante importante no quadro profissional”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
“Estamos valorizando a administração eficiente do Estado do Paraná na área de saúde trazendo esses novos profissionais para o quadro de servidores, deixando o serviço público do Paraná cada vez mais preparado”, complementou o secretário da Administração e da Previdência, Luizão Goulart.
Nos últimos meses a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) também publicou uma série de resoluções que oficializaram 4,5 mil promoções e progressões dos servidores do Quadro Próprio da Saúde (QPSS). Até o fim do ano outros 400 servidores devem ser contemplados. O investimento vai atingir R$ 52 milhões em 2025.
POr - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou a , que institui o Programa de Melhorias do Sistema de Telecomunicação e Conectividade Rural do Paraná - ParanáConectado.
A iniciativa visa ampliar o acesso à internet banda larga e à telefonia móvel na área rural, oferecendo aos produtores mais possibilidades de usufruir de tecnologias que aumentem a produtividade, a competitividade e a qualidade de vida no campo. O Poder Executivo deverá regulamentar a lei em até 90 dias.
Além de conectar propriedades e comunidades, o programa permitirá que os agricultores utilizem ferramentas digitais para consultar dados meteorológicos, acompanhem cotações de produtos, adquiram insumos e vendam mercadorias pela internet, além de ampliar o acesso à educação e à segurança rural. O produtor terá a possibilidade, ainda, de usar essa conectividade para aprimorar a gestão da sua propriedade, seja da agricultura familiar, de médio ou grande porte, e se comunicar com fornecedores e clientes.
A coordenação do ParanáConectado será uma responsabilidade da Secretaria de Estado da Inovação e Inteligência Artificial (Seia), em conjunto com a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Para alcançar seus objetivos, o programa contempla duas frentes principais: a expansão da infraestrutura de telecomunicações existentes, que inclusive já vem sendo realizada, e a criação de medidas de apoio financeiro para provedores e produtores investirem na conectividade de suas propriedades.
O secretário da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, destacou que o ParanáConectado marca um avanço importante para o campo. “Estamos ampliando as condições para que produtores de todas as regiões tenham acesso à conectividade e às tecnologias que aumentam a eficiência, trazem mais rentabilidade para o agro e melhoram a qualidade de vida no meio rural”, afirmou.
É o mesmo raciocínio adotado pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Marcio Nunes. Ele enfatiza que o impacto da medida para o dia a dia nas regiões rurais é bastante relevante. “O ParanáConectado contribuirá para uma nova etapa de modernização e eficiência do agro paranaense, pela digitalização de processos produtivos e de comercialização, assim como vai melhorar as condições de vida de quem vive no campo”, declarou.
MAPEAMENTO TÉCNICO – Ainda antes da oficialização por lei, o projeto, iniciado em 2023, já fez o mapeamento técnico de mais de mil localidades desprovidas de conexão. De lá para cá, foram viabilizadas as contratações de 541 torres de internet e telefonia – 313 já foram, inclusive, instaladas. Segundo levantamento realizado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), a produtividade agrícola em regiões com acesso à internet é, em média, 37% superior à de áreas com pouca ou nenhuma conexão.
O Estado vem atuando ativamente na implantação de redes de fibra óptica e sinal de rádio e na instalação de novas torres de telefonia móvel, priorizando áreas com menor cobertura. A estratégia é trabalhar por meio de blocos regionais, alcançando todas as áreas rurais em um período de seis anos. Pelo planejamento traçado, técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) auxiliarão na organização dos produtores para que a contratação e instalação seja feita em grupos – minimizando os custos e tornando o processo viável para prestadoras desse tipo de serviço.
SUBSÍDIOS E CAPACITAÇÕES – Na outra frente, o Governo do Estado vai agir para oferecer subvenções financeiras para que os produtores consigam acessar créditos sem juros, ligados ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e ao Pronaf Conectividade Rural. A operação será feita pela Fomento Paraná, instituição financeira do governo estadual, e utilizará recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE).
O Governo do Estado também pretende, por meio do IDR-Paraná, oferecer capacitação tecnológica e conteúdos de formação profissional, preparando os produtores para o uso das novas tecnologias. Além disso, a iniciativa contempla incentivos tributários, cadastro público de empresas e recomendações técnicas de softwares e aplicativos voltados à gestão agropecuária. A intenção é que a conectividade no campo contribua também para impulsionar ações nas áreas de educação, saúde e segurança pública.
RECURSOS – Os recursos para o programa já estão previstos. A expectativa do Governo do Estado é de que as demais ações do programa venham a ser implementadas a partir de 2026.
POr - AEN
O número de emplacamentos de veículos no Paraná continua crescendo após o anúncio da redução de 45% na alíquota do IPVA, apresentada em agosto pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. Apenas em outubro de 2025 foram registrados 46.520 novos emplacamentos, um aumento de 52% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando houve 30.584 registros.
O impacto da redução na alíquota se reflete diretamente no comportamento das famílias e no ritmo de emplacamentos em diversas regiões. Curitiba dobrou seus registros, saltando de 13.407 em outubro de 2024 para 27.693 no mesmo mês deste ano, um avanço de 106%.
Em Ponta Grossa, o crescimento foi de aproximadamente 10%, passando de 659 para 726. Londrina teve alta de cerca de 11%, com aumento de 1.426 para 1.578 emplacamentos no período. Cascavel apresentou expansão de 34%, indo de 706 para 944. Em Foz do Iguaçu, o avanço foi de cerca de 6%, com 544 emplacamentos no ano passado e 577 neste ano. Já São José dos Pinhais registrou aumento de 27%, subindo de 1.716 para 2.187 registros.
Como previsto pelo Governo do Paraná, a redução da alíquota também tem feito com que muitos proprietários que registravam seus veículos em estados com taxas menores voltassem a emplacar no Paraná. O número de transferências vindas de fora cresceu de 20.923 em outubro de 2024 para 26.066 em outubro deste ano, um aumento superior a 24%. Só em Curitiba, o salto foi de 6.776 para 8.249 transferências, o que representa avanço de 22%.
"Essa é uma política de justiça tributária. Essa alíquota é atrativa para quem planeja novos investimentos. Mostramos que é possível ter responsabilidade fiscal e, ao mesmo tempo, reduzir tributos”, afirmou o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara.
“Esse retorno fortalece toda a base de arrecadação. Cada veículo que é emplacado no Paraná ou volta a ser emplacado no Estado representa mais recursos para investir em serviços públicos, infraestrutura urbana e melhorias que impactam diretamente a vida dos paranaenses”, salienta o diretor-presidente do Detran-PR, Santin Roveda.
A nova alíquota do IPVA, que caiu de 3,5% para 1,9% sobre o valor venal a partir de 2026, deve beneficiar 3,4 milhões de proprietários em todo o Estado. Com a mudança, um automóvel de R$ 50 mil, que hoje paga R$ 1.750 de IPVA, passará a pagar R$ 950. De acordo com a Receita Estadual, mais de 68% da frota paranaense está nessa faixa de valor. Simule o valor do seu veículo nessa calculadora.
CNH SOCIAL – Outra medida importante para os motoristas paranaenses foi o anúncio da criação da CNH Social, que vai custear gratuitamente a primeira habilitação para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa, sancionada pelo governador Ratinho Junior, abre caminho para que milhares de paranaenses tenham acesso à carteira de motorista e ampliem suas oportunidades de trabalho e renda.
Por - AEN
O desenvolvimento dos municípios paranaenses continua avançando em bom ritmo, segundo o Índice Ipardes de Desempenho Municipal (IPDM), divulgado nesta terça-feira (18).
O levantamento mostra que 317 das 399 cidades do Estado, ou mais de 79% do total, apresentam desempenho de médio para alto nas áreas de renda, educação e saúde. O avanço representa um crescimento de 8% em relação à edição anterior, quando 293 municípios superaram a nota 0,60 que baliza o indicador. Quanto mais próximo de 1, melhor o indicador. Nenhuma cidade está no indicador mais baixo.
O IPDM é divulgado anualmente desde 2008 e funciona como um indicador semelhante ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Nesta edição, o Ipardes inicia uma nova série histórica, com ano de referência fixado em 2022. A partir dessa atualização metodológica, todos os resultados divulgados agora se referem a esse desempenho. Como o índice utiliza bases do Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Educação, Ministério da Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPDM só pode ser consolidado dois anos após o período analisado.
O secretário do Planejamento do Paraná, Ulisses Maia, avalia que a atualização do IPDM, com ainda mais precisão e novos indicadores, é uma ferramenta fundamental para o planejamento estratégico dos nossos municípios. “Ao compreendermos o desempenho em detalhes nas áreas de renda, saúde e educação, capacitamos as prefeituras a tomar decisões mais assertivas, direcionando recursos para áreas de maior necessidade. O desenvolvimento local robusto e sustentável é a chave para alcançarmos um Paraná mais próspero e justo para todos", afirma.
No desempenho geral, Curitiba lidera com nota 0,8231, seguida por Palotina (0,7935), Quatro Pontes (0,7771), Cafelândia (0,7771) e Toledo (0,7657). Os dados completos podem ser acessados em um painel interativo no site do Ipardes.
Nesta edição, o Ipardes incorporou novos indicadores nas dimensões de educação e saúde. Na área educacional, passaram a ser consideradas variáveis como matrículas em creches e pré-escolas, oferta de ensino em tempo integral, desempenho no Ideb do ensino médio e proporção de docentes com formação superior adequada. Com a soma desses novos componentes aos já existentes, os municípios mais bem avaliados em Educação foram São Manoel do Paraná (0,8563), São Jorge do Ivaí (0,8443), Boa Esperança (0,8403), Entre Rios do Oeste (0,8373) e Iguatu (0,8358).
São 385 cidades com indicador médio ou alto na análise educacional, com 35 sendo consideradas com índice elevado - no relatório anterior eram apenas 4.
Em saúde, a novidade é a inclusão da taxa de óbitos prematuros por doenças crônicas não transmissíveis entre pessoas de 30 a 69 anos, indicador que se soma às consultas pré-natal, óbitos por causas mal definidas e óbitos evitáveis em crianças menores de cinco anos. Nesse eixo, os destaques são Quatro Pontes (0,9108), Pinhal de São Bento (0,8935), Uniflor (0,8782), Diamante do Norte (0,8659) e Campo Bonito (0,8618). São 339 cidades com indicador médio ou alto.
No eixo de renda, o IPDM mostra que Curitiba lidera com o melhor desempenho do Estado (0,8745), seguida por Quatro Barras (0,7701), Carambeí (0,7462), Palotina (0,7321) e Santo Inácio (0,7292). Vale lembrar que na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE, o Paraná registrou no terceiro trimestre o maior crescimento salarial entre as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, atingindo rendimento médio de R$ 3.881 e alta de 9,59% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
O presidente do Ipardes, Jorge Callado, reforça que a modernização do índice amplia sua utilidade tanto para o poder público quanto para o setor produtivo. “O IPDM foi aperfeiçoado para dar uma visão mais ampla do desempenho das cidades, não só para os gestores públicos, mas também para a iniciativa privada, que passa a contar com uma ferramenta estratégica na prospecção de novos negócios e no fortalecimento dos arranjos produtivos locais. A inovação na área da saúde, por exemplo, permite identificar precocemente situações que podem ser prevenidas, garantindo qualidade de vida ao cidadão e evitando a perda da capacidade laboral, essencial para a economia regional”, afirmou.
POr - AEN
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) lançou o “Água em Dia +”, um novo programa que permite ao cliente renegociar seus débitos pelo WhatsApp. Com essa opção, não é mais necessário comparecer a uma central de relacionamento para quitar as dívidas. A negociação é feita exclusivamente pelo número oficial da Sanepar – (41) 99544-0115 –, o que garante agilidade, comodidade e segurança.
“Toda a negociação é registrada diretamente no sistema da Sanepar e o valor das parcelas é incluído na própria fatura de água, junto ao consumo mensal. A Companhia não envia boletos nem solicita pagamentos via Pix para pessoa física ou em nome de outro beneficiário que não seja a Companhia de Saneamento do Paraná”, reforça o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.
O “Água em Dia +” oferece condições diferenciadas, com isenção de multa por atraso e juros de mora. Dependendo do perfil do cliente, a entrada é reduzida, de apenas 5% do valor da negociação, e o parcelamento pode ir de 24 até 120 vezes. O programa contempla desde clientes residenciais, comerciais, industriais até os condomínios sociais.
Segundo o gerente-geral comercial da Sanepar, Sergio Augusto Portela, a iniciativa busca atender todos os perfis de consumidores com flexibilidade e transparência. “O cliente pode negociar de acordo com a sua capacidade de pagamento, de forma prática e segura, sem precisar sair de casa”, destaca.
Outra vantagem oferecida pelo programa Água em Dia + é o desconto nos juros do parcelamento. Para os clientes particulares (residencial, comercial e industrial), o saldo devedor pode ser dividido em até 48 parcelas com juros de parcelamento de 0,73% ao mês, valor correspondente à metade da taxa de juros de parcelamentos normais praticados atualmente pela Sanepar.
Já os clientes com tarifas diferenciadas, como os inscritos no programa Água Solidária, podem aderir ao programa sem nenhum valor de entrada. Para esse perfil de consumidor, o saldo devedor pode ser parcelado em até 60 vezes com juros de 0,36% ao mês, reduzindo em 75% o percentual praticado normalmente.
DÉBITOS JUDICIALIZADOS – Uma das novidades é a possibilidade de negociar débitos que estão em discussão judicial, permitindo o encerramento desses processos e a regularização completa do cadastro. As condições variam conforme o valor da dívida e o parcelamento pode chegar a 60 vezes.
“É importante ressaltar que honorários e custas judiciais devem ser negociados separadamente. E não será permitida a renegociação de parcelamentos feitos em programas de recuperação de crédito anteriores”, explicou Portela.
COMO PARTICIPAR – No canal oficial da Sanepar pelo WhatsApp, o cliente deve selecionar a opção 3 (Emitir segunda via/Analisar consumo). No próximo menu, também escolher a opção 3 (Negociar meus débitos/análise de conta). Na sequência, deve informar a matrícula que o sistema confirma os dados, o endereço e informa os débitos pendentes.
Na sequência, basta seguir as orientações na tela do celular para prosseguir com a negociação. O cliente terá que enviar cópias digitais do RG ou CNH, CPF e documento do imóvel: IPTU ou contrato de compra e venda ou escritura com firma reconhecida ou Registro de imóvel. Todos no nome do proprietário.
Além do WhatsApp, a Sanepar também está oferecendo a renegociação via teleatendimento: 0800 200 0115. E, para quem preferir o atendimento presencial, pode comparecer a uma das centrais de relacionamento. O programa tem duração de 180 dias e o encerramento está previsto para o início de maio de 2026.
FORMA DE PAGAMENTO – Após a negociação com a Sanepar, os débitos serão cobrados na fatura mensal. Isto é, o pagamento será feito exclusivamente via conta de água/esgoto, junto com o consumo do mês. A primeira parcela só será cobrada no mês subsequente à negociação. No caso de imóveis locados, o número de parcelas limita-se à vigência do contrato de locação.
Por - AEN








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