Morador de Tunas do Paraná põe CPF na nota e ganha prêmio de R$ 1 milhão

O programa Nota Paraná fez mais um milionário no Estado. Desta vez, o agraciado com o maior prêmio é um morador de Tunas do Paraná, na Região Metropolitana de Curitiba. Ele colocou o CPF na nota de suas compras e foi sorteado com R$ 1 milhão.

 

O programa é do Governo do Estado, desenvolvido pela Secretaria da Fazenda. O sorteio de prêmios aconteceu na manhã desta quinta-feira (8). O segundo maior valor, de R$ 200 mil, foi para uma contribuinte de Entre Rios do Oeste, no Oeste do Paraná.

 

Além desses, foram sorteados 40 prêmios de R$ 10 mil e 40 mil prêmios de R$ 10. Ainda esta semana os vencedores serão notificados pela coordenação do programa e terão os valores depositados nas contas- correntes cadastradas.

 

Através dos sorteios, o programa distribui mensalmente R$ 4,2 milhões, sendo R$ 2 milhões entre consumidores que solicitam CPF na nota e R$ 2,2 milhões para entidades que cadastram o CNPJ ou recebem doações de notas fiscais. Outros R$ 800 mil serão sorteados entre os contribuintes que se credenciaram no Paraná Pay.

 

CRÉDITOS – Também nesta quinta-feira o Programa Nota Paraná liberou os créditos para os consumidores que solicitaram CPF na nota nas compras do mês de janeiro.

 

Em créditos, foram repassados no total R$ 19,6 milhões, sendo R$ 17,7 milhões para consumidores com CPF identificado e R$ 1,9 milhões para instituições com CNPJ informado.

 

Confira as 10 instituições premiadas com R$ 20 mil pelo Nota Paraná:

 

Santa Casa de Curitiba - Curitiba
Hospital Nossa Senhora das Graças - Apucarana
Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis - Prudentópolis
Associação de Pais e Amigos do Deficiente Visual - Ponta Grossa
Associação de Amparo aos Animais de Cruzeiro do Oeste Arca de Noé - Cruzeiro do Oeste
Associação Menonita de Assistência Social - Lapa
APAE de Pinhais - Pinhais
Pequeno Cotolengo do Paraná Dom Orione - Curitiba
APAE de Terra Boa - Terra Boa
Associação Casa Família Maria Porta do Céu - Foz do Iguaçu. (Com AEN)

 

 

 

Com nova remessa, Paraná vai intensificar vacinação de domingo a domingo

O Paraná vai intensificar o processo de vacinação de domingo a domingo com a distribuição de um novo lote de imunizantes contra a Covid-19. As 242.050 doses encaminhadas pelo Ministério da Saúde começam a chegar ainda nesta quinta-feira (8) nas 22 Regionais que formam o sistema público de saúde do Estado. O material será transportado do Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, por meio de aeronaves e caminhões.

 

Essa é a 12ª remessa destinada ao Paraná pelo Governo Federal. É formada por 127.250 imunizantes da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz e 114.800 da Coronavac/Butantan. Com o lote, o Paraná recebeu até o momento 2.495.350 conjuntos vacinais.

 

“O pedido é para agilizar a distribuição. Queremos que os municípios aproveitem o fim de semana para vacinar o maior número possível de pessoas. Ficar sem vacina é sinal de que todas as doses foram aplicadas. Não queremos vacina no estoque. Queremos sim no braço dos paranaenses”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

Ele acompanhou nesta quinta-feira (08) a chegada do novo carregamento de imunizantes ao Cemepar. E voltou a pedir agilidade a todos os entes envolvidos com o processo. “Seja com a primeira ou com a segunda dose, precisamos vacinar o mais rapidamente possível. Usar tudo o que temos. Não é o momento de parar nem um dia sequer, usar esquema de guerra para vacinar”, disse.

 

A remessa da AstraZeneca está dividida em 70.338 para aplicar como primeira dose em idosos de 65 a 69 anos e 50.868 como segunda dose para os trabalhadores de saúde imunizados em janeiro, quando o primeiro lote do medicamento chegou ao Paraná. O intervalo de aplicação desse imunizante é de três meses. Há, ainda, 5% (6.044 doses) separadas como reserva técnica, seguindo o protocolo do Plano Nacional de Imunização (PNI) elaborado pelo Ministério da Saúde. O conjunto integra um lote de 2.407.750 para todo o País.

 

Já as doses do Butantan estão divididas entre 25.040 para idosos de 65 a 69 anos e 2.277 para profissionais de segurança pública, ambas destinadas para a primeira aplicação. Outras 70.715 são para idosos entre 70 e 74 anos e 11.212 para trabalhadores da saúde, ambas como segunda dose, além da reserva técnica (5.556 doses). Elas são parte de um lote de 2.008.800 aplicações para todo o Brasil.

 

A inclusão das forças de segurança respeita a distribuição realizada pelo Ministério da Saúde. O grupo é considerado prioritário também pelo Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19.

 

“Precisamos destacar que a segunda dose é tão importante quanto a primeira. É ela que garante o fechamento do ciclo de imunização. Peço à população que acompanhe a caderneta de vacinação e entre em contato com o município para saber quando e onde tomar a segunda dose”, ressaltou Ratinho Junior.

 

NOVA REMESSA – Secretário de Estado da Saúde, Beto Preto sinalizou que o Paraná deve receber uma nova remessa de vacinas contra a Covid-19 no começo da próxima semana. Ele reforçou que o planejamento é garantir a imunização de todas as pessoas com mais de 60 anos até o fim deste mês. “É o grupo que mais sofre com a doença, que mais fica internado e também vem a óbito. A nossa logística está pronta. Tão logo cheguem as vacinas, logo aplicaremos nos paranaenses”, disse.

 

VACINAÇÃO – Até o início da tarde desta quinta, de acordo com o Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde, 1.323.739 moradores do Estado haviam recebido pelo menos a primeira dose do imunizante, e 311.153 já completaram a imunização com a segunda. Em números gerais, Curitiba (239.685), Londrina (76.216), Maringá (53.158), Cascavel (40.815) e Ponta Grossa (34.566) foram os municípios que mais aplicaram a primeira dose. (Com AEN)

 

 

 

Paraná distribui 613 mil vacinas contra a Covid-19 e Influenza

O Paraná encaminhou nesta quinta-feira (8) 613.910 conjuntos vacinais para as 22 Regionais que formam o sistema público de saúde do Paraná. São 241.910 doses de imunizantes contra a Covid-19 e 372.000 doses contra a Influenza. Para garantir agilidade ao processo, o material foi distribuído por aeronaves do Governo do Estado para os municípios mais afastados de Curitiba.

 

A intenção, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, é começar as aplicações que protegem contra o coronavírus já nesta sexta-feira (9), aproveitando o fim de semana para intensificar a campanha Vacina Paraná de Domingo a Domingo. A mobilização contra a Influenza, por sua vez, terá início na próxima segunda-feira (12).

 

“Estamos estimulando os municípios a vacinarem. Que cheguem as doses e já comecem a aplicar para que tenhamos em pouco tempo o maior número de paranaenses imunizados contra a Covid-19, especialmente as pessoas com mais de 60 anos”, afirmou o secretário.

 

“Já a vacina contra a Influenza, agora que estamos nos aproximando do inverno, vai ajudar a diminuir os casos de síndromes respiratórias agudas graves. Queremos repetir os bons índices de anos anteriores, quando passamos de mais de 90% do público-alvo imunizado”, acrescentou Beto Preto.

 

COVID-19 – A distribuição contemplou 127.110 imunizantes da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz e 114.800 da Coronavac/Butantan. A remessa da AstraZeneca está dividida em 73.860 para aplicar como primeira dose em idosos de 65 a 69 anos e 53.250 como segunda dose para os trabalhadores de saúde imunizados em janeiro, quando o primeiro lote do medicamento chegou ao Paraná. O intervalo de aplicação desse imunizante é de três meses. Há, ainda, 5% das doses separadas como reserva técnica, seguindo o protocolo do Plano Nacional de Imunização (PNI) elaborado pelo Ministério da Saúde.

 

Já as doses do Butantan estão divididas entre 25.040 para idosos de 65 a 69 anos e 2.277 para profissionais de segurança pública, ambas destinadas para a primeira aplicação. Outras 70.715 são para idosos entre 70 e 74 anos e 11.212 para trabalhadores da saúde, ambas como segunda dose, além da reserva técnica de 5%.

 

INFLUENZA – A 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que terá início na semana que vem, dia 12, seguirá até 9 de julho. A meta para todos os estados, segundo o governo federal, é imunizar pelo menos 90% dos grupos prioritários. O Paraná deverá vacinar 4,4 milhões de pessoas. A primeira remessa, que começou a ser distribuída nesta quinta-feira (8), contém 372 mil doses do Ministério da Saúde.

 

“Vamos trabalhar com duas campanhas simultaneamente, contra a Covid-19, já em andamento, e a partir do dia 12 contra a Influenza. O Paraná tem expertise em vacinação, conta com uma rede com 1.850 salas de vacina distribuídas por todos os municípios e equipes capacitadas e preparadas”, reforçou Beto Preto.

 

A imunização será feita de forma escalonada. Os grupos prioritários serão distribuídos em três etapas. Na primeira, de 12 de abril a 10 de maio, serão imunizadas crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde.

 

Na segunda fase, de 11 de maio a 8 de junho, a vacinação será para pessoas com 60 anos ou mais, professores das escolas públicas e privadas. Na terceira etapa, de 9 de junho e 9 de julho, estão pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, forças de segurança e salvamento, forças armadas, funcionários do sistema de privação de liberdade, população privada de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas.

 

ORIENTAÇÃO – O Ministério da Saúde não recomenda a aplicação das vacinas contra a Covid-19 e contra a gripe simultaneamente. A orientação, neste momento, é priorizar a imunização contra a Covid-19 e respeitar o intervalo de 14 dias entre uma e outra dose.

 

Doses de vacina contra a Covid-19 que cada Regional de Saúde recebe:

 

1ª RS – Paranaguá – 2.960 AstraZeneca e 2.780 CoronaVac: 5.740 doses

2ª RS – Metropolitana – 39.210 AstraZeneca e 32.930 CoronaVac: 72.140 doses

3ª RS – Ponta Grossa – 6.035 AstraZeneca e 5.570 CoronaVac: 11.605 doses

4ª RS – Irati – 1.600 AstraZeneca e 1.380 CoronaVac: 2.980 doses

5ª RS – Guarapuava – 4.370 AstraZeneca e 4.050 CoronaVac: 8.420 doses

6ª RS – União da Vitória – 1.665 AstraZeneca e 1.430 CoronaVac: 3.095 doses

7ª RS – Pato Branco – 2.780 AstraZeneca e 2.620 CoronaVac: 5.400 doses

8ª RS – Francisco Beltrão – 4.095 AstraZeneca e 3.760 CoronaVac: 7.855 doses

9ª RS – Foz do Iguaçu – 4.665 AstraZeneca e 3.520 CoronaVac: 8.185 doses

10ª RS – Cascavel –7.250 AstraZeneca e 5.220 CoronaVac: 12.470 doses

11ª RS – Campo Mourão – 3.860 AstraZeneca e 3.660 CoronaVac: 7.520 doses

12ª RS – Umuarama – 3.275 AstraZeneca e 3.130 CoronaVac: 6.405 doses

13ª RS – Cianorte – 1.670 AstraZeneca e 1.440 CoronaVac: 3.110 doses

14ª RS – Paranavaí – 3.175 AstraZeneca e 3.010 CoronaVac: 6.185 doses

15ª RS – Maringá – 10.100 AstraZeneca e 9.110 CoronaVac: 19.210 doses

16ª RS – Apucarana – 4.265 AstraZeneca e 4.200 CoronaVac: 8.465 doses

17ª RS – Londrina – 12.485 AstraZeneca e 13.300 CoronaVac: 25.785 doses

18ª RS – Cornélio Procópio – 2.790 AstraZeneca e 2.720 CoronaVac: 5.510 doses

19ª RS – Jacarezinho – 3.400 AstraZeneca e 3.150 CoronaVac: 6.550 doses

20ª RS – Toledo – 4.335 AstraZeneca e 4.910 CoronaVac: 9.245 doses

21ª RS – Telêmaco Borba – 1.555 AstraZeneca e 1.430 CoronaVac: 2.985 doses

22ª RS – Ivaiporã – 1.570 AstraZeneca e 1.480 CoronaVac: 3.050 doses

TOTAL – 127.110 AstraZeneca e 114.800 CoronaVac: 241.910 doses

 

Doses de vacina contra a Influenza que cada Regional de Saúde recebe:

 

1ª RS – Paranaguá – 9.580 doses

2ª RS – Metropolitana – 111.600 doses

3ª RS – Ponta Grossa – 20.940 doses

4ª RS – Irati – 5.340 doses

5ª RS – Guarapuava – 18.840 doses

6ª RS – União da Vitória – 5.370 doses

7ª RS – Pato Branco – 12.200 doses

8ª RS – Francisco Beltrão – 10.460 doses

9ª RS – Foz do Iguaçu – 15.070 doses

10ª RS – Cascavel – 19.810 doses

11ª RS – Campo Mourão – 9.390 doses

12ª RS – Umuarama – 8.120 doses

13ª RS – Cianorte – 4.520 doses

14ª RS – Paranavaí – 8.350 doses

15ª RS – Maringá – 24.660 doses

16ª RS – Apucarana – 10.940 doses

17ª RS – Londrina – 31.500 doses

18ª RS – Cornélio Procópio – 7.690 doses

19ª RS – Jacarezinho – 8.950 doses

20ª RS – Toledo – 15.280 doses

21ª RS – Telêmaco Borba – 7.020 doses

22ª RS – Ivaiporã – 6.360 doses

TOTAL – 372.000 doses (Com Agência Brasil)

 

 

 

Saúde orienta suas regionais sobre campanha de vacinação contra a gripe

A Secretaria de Estado da Saúde realizou nesta quarta-feira (7) reunião online com equipes profissionais das 22 Regionais de Saúde para o alinhamento de ações para a 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que acontecerá de 12 de abril a 19 de julho.

 

“Como este ano vivemos uma situação diferenciada, com a pandemia e a campanha de vacinação contra a Covid-19 em andamento, as estratégias para imunizar também contra a gripe exigirão um esforço ainda maior das equipes que atuam nas salas de vacinas”, afirmou o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

 

Na reunião, a secretaria repassou as orientações do Ministério da Saúde para que as Regionais repliquem agora estas informações aos municípios, que têm a responsabilidade de organizar a campanha em suas áreas.

 

O Paraná deverá imunizar 4,4 milhões de pessoas e para iniciar a primeira fase recebeu 372 mil doses enviadas pelo Ministério. A meta é vacinar pelo menos 90% da população-alvo. Na campanha anterior a cobertura vacinal no Paraná foi de 92,01%.

 

PRIORIDADES – A vacinação será feita de forma escalonada. Os grupos prioritários serão distribuídos em três etapas. Na primeira, que vai de 12 de abril a 10 de maio, serão imunizadas crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde.

 

Na segunda fase, de 11 de maio a 8 de junho, a vacinação abrangerá idosos com 60 anos ou mais, professores das escolas públicas e privadas.

 

Na terceira etapa, de 9 de junho a 19 de julho, estão pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, forças de segurança e salvamento, forças armadas, funcionários do sistema de privação de liberdade, população privadas de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas.

 

CAMPANHA – Para os pais de crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade e que receberão a dose pela primeira vez na vida, é importante lembrar que deve ser considerado o esquema de duas doses. “Neste caso, quando for levar seu filho para vacinar já deixe agendada a segunda dose, obedecendo um intervalo de 30 dias”, destacou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes. “Como as crianças nesta faixa farão parte da primeira etapa da vacinação precisamos reforçar esta informação junto aos pais”.

 

Ela explicou que, seguindo o Informe técnico do Ministério da Saúde, a secretaria estadual orienta que os municípios articulem ações que aumentem a oferta de vacinação e ampliem o acesso da população. “Incentivamos que os municípios busquem parcerias para a vacinação contra Influenza, como empresas e associações de classe e de bairros, também com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal, mantendo sempre os protocolos de segurança em função da pandemia”, afirmou a diretora.

 

Ela também disse que na campanha deste ano o grupo de idosos será contemplado na segunda etapa porque neste momento ainda está sendo imunizado contra a Covid-19. (Com AEN)

 

 

 

Paraná receberá mais 242.050 doses de vacinas contra a Covid-19

O Paraná receberá nos próximos dias mais 242.050 doses de vacinas contra a Covid-19, segundo o Departamento de Logística do Ministério da Saúde. São 127.250 imunizantes da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz e 114.800 da Coronavac/Butantan. A data do envio ainda não foi confirmada, mas a expectativa é receber a nova remessa entre quinta-feira (8) e sexta-feira (9), o que dará continuidade no Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19.

 

As doses da AstraZeneca estão divididas em 70.338 para aplicar como primeira dose em idosos de 65 a 69 anos e 50.868 como segunda dose para os trabalhadores de saúde imunizados há algum tempo, fora a reserva técnica. O intervalo de aplicação desse imunizante é de três meses. Elas são parte de um lote de 2.407.750 para todo o País.

 

As doses do Butantan estão divididas entre 25.040 para idosos de 65 a 69 anos e 2.277 para profissionais de segurança pública (primeiras doses) e 70.715 para idosos entre 70 e 74 anos e 11.212 para trabalhadores da saúde (segundas doses), fora a reserva técnica. Elas são parte de um lote de 2.008.800 doses para todo o Brasil.

 

O secretário estadual de Saúde, Beto Preto, destacou que a confirmação aconteceu pouco após a reunião em que o governador Carlos Massa Ratinho Junior solicitou agilidade ao Ministério da Saúde. "O Paraná tem se destacado na logística e em campanhas de imunização e os municípios na eficácia da aplicação, o que tem feito as doses acabarem rapidamente. Por isso precisamos de novas doses para avançar", afirmou.

 

Será a 12ª remessa do governo federal ao Paraná. Com essas doses, serão quase 2,5 milhões de vacinas enviadas ao Estado. Segundo o Vacinômetro, 1.231.802 pessoas já receberam as primeiras doses e 288.771 as segundas doses, o que representa 93,1% e 55% de eficácia na aplicação pelos municípios, respectivamente. O Paraná já imunizou com a primeira dose 11,7% da população.

 

O Estado já começou a imunizar idosos em Instituições de Longa Permanência (ILPI), idosos acima de 60 anos, indígenas, quilombolas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência, forcas de segurança e salvamento e Forças Armadas. A ideia é completar o grupo prioritário, composto por 4,6 milhões de pessoas, ainda no primeiro semestre. (Com AEN)

 

 

 

Governo dará auxílio emergencial para MEIs, pequenas e microempresas

As pequenas e microempresas paranaenses dos segmentos mais afetados pela pandemia receberão um auxílio emergencial do Governo do Estado. O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira (6) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em um encontro com deputados estaduais, chefes de outros Poderes e representantes do setor produtivo. As iniciativas tramitarão na Assembleia Legislativa.

 

No total, 86,7 mil empresas terão direito a um o socorro de R$ 59,6 milhões, com recursos provenientes do Fundo Estadual de Combate à Pobreza do Paraná (Fecoop). Pequenas empresas cadastradas no Simples Nacional em quatro segmentos receberão R$ 1.000. Já os microempreendedores individuais (MEIs) de seis setores terão direito a R$ 500.

 

Serão quatro parcelas de R$ 250 para pequenas e microempresas paranaenses optantes do Simples Nacional com Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) de Transporte de Passageiros (como vans escolares e ônibus de turismo), de Confecções de Vestuário e Calçados (lojas de roupas, calçados e outros itens de vestuário), de Bares, Lanchonetes e Restaurantes e similares, e Aluguel de Equipamentos Recreativos e Esportivos.

 

Para receber o auxílio, é preciso ter inscrição estadual ativa e comprovar faturamento ou declaração no PGDAS-D no valor de até R$ 360 mil durante o ano de 2020. Em todo o Paraná, 32.697 empresas podem se enquadram nesses requisitos necessários e solicitar o auxílio, segundo estimativas da Secretaria de Estado da Fazenda. O investimento será de R$ 32,6 milhões.

 

Já os MEIs dos segmentos de Bares, Lanchonetes e Restaurantes, Produtores de Eventos, Agentes de Viagem e Operadores Turísticos, Atividades de Sonorização e Iluminação, Casas de Eventos, Empresas de Filmagens de Eventos e Produtores de Teatro receberão duas parcelas de R$ 250. Em todo o Estado, 54 mil microempreendedores podem fazer parte deste recorte. O investimento será de R$ 27 milhões.

 

CRÉDITO – O projeto de lei também prorroga por 120 dias a validade das Certidões Negativas de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual e das Certidões Positivas com Efeitos de Negativa de Regularidade de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual, bem como a consulta ao Cadastro Informativo Estadual (Cadin), para fins de operações de crédito realizadas com instituições financeiras públicas no âmbito do Estado do Paraná.

 

Como medida auxiliar no crédito, cerca de 40 mil empresários que têm financiamentos ativos na Fomento Paraná terão as parcelas congeladas por seis meses.

 

ICMS – Também será publicado um decreto que prorroga o prazo de pagamento da parcela estadual do ICMS devido por estabelecimentos optantes do Simples Nacional. A medida, elaborada pela Secretaria da Fazenda e Receita Estadual, pode beneficiar até 226 mil pequenas empresas ativas no Paraná.

 

O texto estipula que os pagamentos referentes aos meses de março, abril e maio de 2021 terão vencimento em 30 de junho, 30 de julho e 31 de agosto, respectivamente. Assim, portanto, os pequenos empresários ganham três meses de folga nas contas.

 

Outro decreto proporciona às empresas paranaenses o parcelamento do ICMS devido a título de substituição tributária (GIA-ST), em até seis parcelas mensais, no caso de fatos geradores ocorridos até abril de 2021. A medida vale para empresas inscritas ou não em dívida ativa, e o benefício pode ser requerido até o dia 30 de junho.

 

COOPERA – Outra medida anunciada nesta terça-feira foi um novo edital de R$ 31,5 milhões para o Coopera Paraná. O Programa de Apoio ao Cooperativismo da Agricultura Familiar do Paraná (Coopera Paraná) é uma ação governamental com o objetivo de fortalecer as organizações cooperativas como instrumentos para melhorar a competitividade e a renda dos agricultores familiares. (Com AEN)

 

 

 

Campanha de vacinação contra a gripe começa em 12 de abril

A Secretaria da Saúde do Paraná participou nesta terça-feira (6) de reunião técnica virtual com o Ministério da Saúde para orientações sobre a 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que terá início na semana que vem, dia 12, e seguirá até 19 de julho.

 

A meta para todos os estados, segundo o governo federal, é imunizar pelo menos 90% dos grupos prioritários. O Paraná deverá vacinar 4,4 milhões de pessoas e, para iniciar a primeira fase, recebeu 372 mil doses do Ministério da Saúde.

 

“Vamos trabalhar com duas campanhas simultaneamente, contra a Covid-19, já em andamento, e a partir do dia 12 contra a Influenza. O Paraná tem expertise em vacinação, conta com uma rede com 1.850 salas de vacina distribuídas por todos os municípios e equipes capacitadas e preparadas”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

As orientações recebidas do Ministério serão repassadas nesta quarta (7) para as 22 Regionais de Saúde do Estado.

 

“Destacamos a importância da vacina da gripe. Além de prevenir o surgimento de complicações, internações e óbitos decorrentes da própria infecção, reduzirá os sintomas que podem ser confundidos com a Covid-19. Com mais pessoas vacinadas contra a gripe o diagnóstico médico para outras doenças respiratórias será facilitado”, explicou o secretário.

 

PÚBLICO – A vacinação será feita de forma escalonada. Os grupos prioritários serão distribuídos em três etapas. Na primeira, de 12 de abril a 10 de maio, serão imunizadas crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde.

 

Na segunda fase, de 11 de maio a 8 de junho, a vacinação abrangerá idosos com 60 anos e mais, professores das escolas públicas e privadas.

 

Na terceira etapa, de 9 de julho e 19 de julho, estão pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, forças de segurança e salvamento, forças armadas, funcionários do sistema de privação de liberdade, população privada de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas.


“Salientamos que pela primeira vez os idosos não estão na primeira etapa da vacinação da Influenza porque neste momento o grupo ainda está sendo atendido com a dose contra a Covid-19. Os idosos estão com suas doses garantidas na segunda etapa da campanha”, destacou a diretora e Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes.

 

A chefe da Divisão do Programa Estadual de Imunizações, Vera Rita da Maia, lembrou ainda a importância de que gestantes e crianças recebam a vacina contra a gripe logo no início da campanha porque estes grupos ainda não estão imunizados pela vacina contra Covid-19 e precisam de proteção. “Mesmo que este público esteja em isolamento, como o recomendado, é necessária a imunização contra a gripe”, disse Vera Rita.


COVID-19 – O Ministério da Saúde não recomenda a aplicação das vacinas contra a Covid-19 e contra a gripe simultaneamente. A orientação, neste momento, é priorizar a imunização contra a Covid-19 e respeitar o intervalo de 14 dias entre uma e outra dose.

 

A estratégia de vacinação contra a influenza foi incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 1999, com propósito de reduzir internações, complicações e óbitos na população-alvo. (Com AEN)

 

 

 

Ferrovia que vai transformar o Paraná será verde e sustentável

A vocação da Nova Ferroeste vai além de unir por trilhos Paraná e Mato Grosso do Sul, dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro, e se transformar no segundo maior corredor de transporte de grãos e contêineres do País, perdendo em capacidade apenas para a malha paulista. A ferrovia quer nascer verde e sustentável.

 

Todo o projeto foi desenvolvido para ter o mínimo possível de impacto socioambiental. O desenho preliminar do traçado de 1.285 quilômetros entre Maracaju (MS) e o Porto de Paranaguá, por exemplo, não prevê nenhuma interceptação em comunidades indígenas, quilombolas ou em Unidades de Proteção Integral.

 

Os técnicos responsáveis pela proposta alinharam o traçado a um distanciamento mínimo de cinco quilômetros dessas coletividades ou pontos de conservação. Já no final do percurso, toda a estrutura da nova ferrovia que vai cortar a Serra do Mar foi alinhada com o Plano Sustentável do Litoral, concebido em 2019.

 

“A sustentabilidade tem um peso muito importante em todo o projeto. Buscamos mitigar o máximo possível questões ambientais para que a Nova Ferroeste seja de fato uma ferrovia verde, que se preocupa com o desenvolvimento sustentável do País”, disse o coordenador do Grupo de Trabalho Ferroviário do Estado do Paraná, Luiz Henrique Fagundes.

 

Outra preocupação, destacou o coordenador, é com a redução dos conflitos urbanos. A orientação é para que os trechos da ferrovia evitem cruzar as cidades. Em Curitiba, por exemplo, os trilhos serão todos desviados, sem a passagem de trens por cruzamentos que podem gerar acidentes. “É, sem dúvida, uma iniciativa que vai deixar a capital paranaense muito mais segura, seja para motoristas ou pedestres”, afirmou Fagundes.

 

NAS ESTRADAS – A instalação do modal terá impacto também na melhoria da qualidade do ar. A conta simples prevê que um trem com 100 vagões substitui 357 caminhões, ambos com capacidade aproximada de 100 toneladas de carregamento. “É uma redução significativa na emissão de gases do efeito estufa. Não existe dúvida de que o trem é melhor ambientalmente do que um motor a combustão”, ressaltou o coordenador.

 

Ele lembra também que com menos caminhões trafegando, as estradas tendem a ser mais seguras de uma maneira geral. “É um pedido dos próprios caminhoneiros para que o trabalho deles fique concentrado em trechos menores, com distâncias mais curtas e possibilidade de fazer uma quantidade maior de fretes”, disse Fagundes.

 

AUTORIZAÇÃO – Outro ponto importante é que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu no início deste ano a Autorização de Captura, Coleta e Transporte de Material Biológico (Abio) para o projeto da Nova Ferroeste. É mais uma etapa no processo de licenciamento ambiental da proposta, que foi qualificada no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do governo federal.

 

A Abio permitiu o início dos trabalhos de campo para o diagnóstico ambiental da fauna na área do projeto da Nova Ferroeste. Essa etapa é balizada por um plano de trabalho, analisado e aprovado pelo Ibama, no qual são indicados os pontos de amostragem e a metodologia a ser aplicada. Os dados a serem coletados em campo são essenciais para a avaliação de impactos ambientais da ferrovia, que será debatida com a sociedade após a conclusão dos estudos.

 

ESTUDOS – A Ferroeste foi qualificada em meados de 2020 no âmbito do PPI, o que acelera o seu processo de desestatização. O pedido foi feito pelo Governo do Paraná e significa que a União vai ajudar o Estado com apoio técnico regulatório necessário em diversas áreas, da modelagem e meio ambiente à atração de investidores.

 

O Governo do Paraná firmou um acordo de cooperação técnica com o Mato Grosso do Sul em 2020 para acelerar projeto. A empresa TPF Engenharia, contratada pelo Governo do Estado, está realizando os Estudos de Viabilidade Técnico-Operacional, Econômico-Financeira, Ambiental e Jurídica (EVTEA).

 

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) são coordenados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), da Universidade de São Paulo (USP).

 

FERROVIA – O projeto busca implementar o segundo maior corredor de transporte de grãos e contêineres do País. A área de influência indireta abrange 925 municípios de três países. São 773 do Brasil, 114 do Paraguai e 38 da Argentina. No Brasil, impacta diretamente 425 cidades do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, totalizando cerca de 9 milhões de pessoas. A área representa 3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

 

A expectativa, de acordo com os técnicos, é que pela Nova Ferroeste seja possível o transporte de 54 milhões de toneladas por ano – ou aproximadamente 2/3 da produção da região. 74% seriam de cargas destinadas para a exportação.

 

A previsão é que os estudos de viabilidade sejam finalizados em setembro e os estudos de impacto ambiental em novembro. A intenção é colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores do Brasil (B3), com sede em São Paulo, logo na sequência. O consórcio que vencer a concorrência será também responsável pelas obras.

 

ESPECIAL – O projeto da Nova Ferroeste está sendo esmiuçado ao longo desta semana em cinco reportagens especiais. A primeira, sobre o traçado, foi publicada na segunda-feira (05). Na terça-feira (06), foi reforçado o impacto econômico do modal. Por fim, as matérias trarão a expectativa do setor produtivo pela ferrovia e como o Porto de Paranaguá está se preparando para receber a nova demanda de grãos e contêineres, entre outros produtos. A intenção é explicar a importância da implementação deste novo corredor de exportação que vai unir duas potências do agronegócio mundial. (Com AEN)

 

 

 

Paraná amplia em 80% alcance do programa Caixa d’Água Boa com início da fase III

O Governo do Estado deu início à fase III, a maior do programa Caixa d’Água Boa. Até o momento foram distribuídos kits com reservatório domiciliar (500 litros), tubulação e base de sustentação metálica para 730 famílias (40,5%) de um total de 1.800 que serão beneficiadas apenas em 2021. O projeto vai atender 64 municípios ao longo deste ano.

 

O quantitativo vai ampliar em 80% o alcance do projeto. Nas duas outras etapas, entre 2019 e 2020, o Caixa d’Água Boa atendeu 2.199 famílias paranaenses em situação de vulnerabilidade social de 79 cidades diferentes.

 

Desenvolvido pela Sanepar em parceria com a Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), o programa recebeu investimentos de aproximadamente R$ 9,9 milhões nas três fases – R$ 5,9 milhões da companhia de saneamento e R$ 4 milhões da secretaria estadual, via Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

 

 

“O projeto proporciona melhores condições habitacionais para famílias vulneráveis. Garante o fornecimento durante interrupções no fornecimento e evita a retirada de água da rede de distribuição durante horários de pico, contribuindo para o equilíbrio de todo o sistema”, afirmou o secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

 

Coordenador do projeto dentro da Sejuf, Everton de Oliveira destacou outro ponto positivo da iniciativa. “É fundamental neste momento de estiagem no Paraná, visto que quem não tem caixa d’água fica sem reserva alguma nos dias de rodízio no fornecimento. E também em relação à pandemia da Covid-19 em que a higienização constante das mãos é tão necessária”, disse.

 

O Paraná atravessa um período de severa estiagem, especialmente em Curitiba e Região Metropolitana. Desde o ano passado vigora no Estado o decreto de emergência hídrica, com interrupções no abastecimento de água.

 

PÚBLICO – O Caixa d’Água Boa é voltado para famílias vulneráveis, com renda per capita de até R$ 550. A prioridade é para moradores de áreas urbanas de municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

 

A Sanepar é responsável por doar os conjuntos, compostos por reservatório domiciliar com capacidade de 500 litros, tubulação e base metálica. A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho dá um auxílio financeiro no valor de R$ 1 mil para cada família para ser aplicado na mão de obra necessária à instalação. Já os municípios são responsáveis pelo armazenamento e distribuição dos materiais que compõem o kit e também pela fiscalizam a instalação. (Com AEN)

 

 

 

Capacitação sobre autismo é voltada para pais, cuidadores e educadores

Como parte das ações do Abril Azul, mês direcionado para a Conscientização do Autismo, a Secretaria de Estado da Saúde lança nesta segunda-feira (5), por meio da Diretoria de Atenção e Vigilância em Saúde e Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP), uma capacitação voltada para pais, cuidadores e educadores.

 

O curso é virtual, com duração de 20 horas e baseado em Análise do Comportamento Aplicada (ABA), terapia reconhecida internacionalmente com evidências científicas. A organização é da Divisão de Saúde das Pessoas com Deficiência da secretaria estadual da Saúde e ESPP, em parceria com o Flórida Institute of Tecnologie.

 

No conteúdo, disponibilizado no site da ESPP, temas como: o que é o autismo, práticas saudáveis de criação dos filhos, aprendizagem de pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo e aprendizagem através de brincadeiras.

 

“A Sesa sabe da importância do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e seu impacto na vida das pessoas. Por isso, destacamos a relevância das capacitações voltadas para o tema e que estão disponíveis para profissionais, pais e familiares. São conteúdos atualizados e que podem apoiar o tratamento e favorecer o cuidado das pessoas com suspeita ou diagnóstico de TEA”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto.

 

TEA – O Transtorno do Espectro do Autismo é considerado um transtorno do neurodesenvolvimento com início na infância, que pode afetar a capacidade de se comunicar e interagir.

 

“Os sintomas do TEA variam de paciente para paciente, sendo os mais comuns as dificuldades de comunicação, dificuldade nas interações sociais, interesses obsessivos e comportamentos repetitivos”, explicou a chefe da Divisão de Saúde das Pessoas com Deficiência, Aline Jarchel de Oliveira.

 

Além da capacitação lançada hoje para pais, cuidadores e educadores, a ESPP mantém outro conteúdo específico, disponibilizado também em formato virtual e direcionado para profissionais como médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e enfermeiros, entre outros. Trata-se da Capacitação Multiprofissional em Análise de Comportamento Aplicada voltada ao Transtorno do Espectro Autista. (Com AEN)

 

 

 

Nova Ferroeste vai entregar mais economia, rapidez e maior eficiência

Eficiência, segurança, rapidez e economia. É sob essas premissas que nasce a Nova Ferroeste, estrada de ferro com 1.285 quilômetros que vai ligar Maracaju, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá, no Litoral paranaense, dando origem a um dos mais importantes corredores de exportação do País.

 

O investimento estimado em R$ 20 bilhões vai mudar drasticamente a estratégia logística nacional. A começar pela redução do chamado “custo Brasil”. Estudos preliminares de demanda e traçado apontam para uma queda de 27% nas operações de exportação com a troca do modal rodoviário pelo ferroviário. Custo de produção cai de R$ 4,9 bilhões para R$ 3,7 bilhões no Paraná (-23%). E de R$ 3,8 bilhões para R$ 2,6 bilhões (-32%) no Mato Grosso do Sul.

 

Diferença que pode ser explicada justamente por um dos pontos que reforçam a competitividade do transporte ferroviário: quanto maior a distância a ser percorrida por trilhos, mais barato será o preço final da carga. O traçado elaborado pela equipe da GTFerrovias, vinculada ao Governo do Paraná, prevê uma economia logística de US$ 13 por tonelada.

 

“Por isso o carregamento de Maracaju, ponto inicial da ferrovia, até o Porto de Paranaguá terá um impacto maior na redução do frete do que de Guarapuava a Paranaguá, por exemplo”, destacou o coordenador do Grupo de Trabalho Ferroviário do Estado do Paraná, Luiz Henrique Fagundes. “O custo, porém, diminui de maneira uniforme ao longo de todo o traçado”, acrescentou.

 

Haverá, ainda, uma redução significativa no tempo de viagem quando comparado com o traçado atualmente em funcionamento. O grupo estima que a rota Cascavel/Paranaguá pela nova malha levará em torno de 18 horas, contra as atuais 100 horas.

 

Diminuição de tempo e custos que, na visão do diretor-presidente da Ferroeste e um dos coordenadores do projeto do novo eixo ferroviário, André Gonçalves, terá efeito cascata, com reflexo imediato nas gôndolas dos supermercados. “O consumidor final vai pagar menos na garrafa de óleo de soja, por exemplo, um dos principais produtos com origem na região”, disse.

 

FERROVIA – O projeto busca implementar o segundo maior corredor de transporte de grãos e contêineres do País, unindo dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro. Apenas a malha paulista teria capacidade maior.

 

A expectativa, de acordo com os técnicos, é que pela Nova Ferroeste seja possível o transporte de 35 milhões de toneladas por ano – ou aproximadamente 2/3 da produção da região, dos quais 74% seriam de cargas destinadas para a exportação.

 

Pelo planejamento, será construída uma estrada de ferro entre Maracaju, maior produtor de grãos do Mato Grosso do Sul, até Cascavel, no Oeste Paranaense. De lá, o trem segue pelo atual traçado da Ferroeste com destino a Guarapuava – os 246 quilômetros de ferrovias atuais serão modernizados –, até se ligar a uma nova ferrovia que vai da região Central do Estado ao Porto de Paranaguá, cortando a Serra do Mar. Há previsão, ainda, de um novo ramal entre Cascavel e Foz do Iguaçu.

 

ÁREA DE INFLUÊNCIA – O caminho a ser seguido pelos trens entre Maracaju e Paranaguá, de acordo com os estudos, terá influência direta em 425 municípios (925 indiretamente) de três estados brasileiros: Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. A área representa cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, estimado em R$ 206 bilhões.

 

O alcance chega ao Paraguai (114 municípios e 39% da população) e Argentina (38 municípios e 1,2% da população). No total, terá impacto em 9 milhões de pessoas.

 

A previsão é que os estudos de viabilidade sejam finalizados em setembro e os estudos de impacto ambiental concluídos em novembro. A expectativa é colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores do Brasil (B3), com sede em São Paulo, logo na sequência. O consórcio que vencer a concorrência será também responsável pelas obras.

 

ESPECIAL – O projeto da Nova Ferroeste está sendo esmiuçado ao longo desta semana em cinco reportagens especiais. A primeira, sobre o traçado da via férrea , foi publicada da segunda-feira (05). Nesta terça-feira (06), a matéria reforça o impacto econômico do modal.

 

Na sequência, o tema será o desenvolvimento sustentável e setor produtivo, finalizando com a preparação feita pelo Porto de Paranaguá para receber a nova demanda de grãos e contêineres, entre outros produtos. A intenção é explicar a importância da implementação deste novo corredor de exportação que vai unir duas potências do agronegócio mundial. (Com AEN)

 

 

 

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