A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está cumprindo 20 mandados judiciais contra uma organização criminosa que atua no tráfico de drogas em diversos municípios da região Sudoeste do Paraná.
A ação acontece simultaneamente nas cidades de São João, São Jorge do Oeste, Pato Branco, Francisco Beltrão, Dois Vizinhos e Salto do Lontra, no Sudoeste, e Laranjeiras do Sul, na região Centro-Sul.
A equipe da PCPR conta com o apoio da Polícia Penal do Paraná (PPPR) e com a atuação de cães de faro. Entre as ordens judiciais estão cinco de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão, além de bloqueios de bens, como veículos e valores em dinheiro.
A investigação teve início em maio de 2024. Na ocasião, a PCPR cumpriu um mandado de busca e apreensão contra um indivíduo investigado pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. Com ele, os policiais encontraram um armamento, o que motivou a prisão em flagrante.
“A partir dos elementos de prova coletados durante aquela ação e de outras diligências realizadas na sequência, a investigação teve êxito em identificar a estrutura da organização, que atua no tráfico de drogas”, explica a delegada Paula Caroline Wisniewski.
A PCPR também chegou às identidades dos fornecedores de entorpecentes, bem como dos responsáveis por sua distribuição e revenda nas cidades de São João, Laranjeiras do Sul, Pato Branco e Francisco Beltrão.
"A ação desta quarta-feira visa desarticular o grupo criminoso, estancar o comércio de entorpecentes e aumentar a segurança para a população da região", complementa a delegada.
Por - AEN
A morte de um bezerro diagnosticado com raiva em Ortigueira, nos Campos Gerais, reacendeu nesta semana o alerta para o enfrentamento da doença no Paraná. Considerada uma das zoonoses mais perigosas, a doença representa um grave risco tanto para a saúde pública quanto para a economia agropecuária do Estado, mobilizando órgãos oficiais a intensificarem as ações de vigilância e prevenção.
O vírus da raiva é transmitido por um tipo de morcego hematófago e é letal para os animas e para os humanos. O ciclo é este: o morcego morde o animal para chupar o sangue e transmite a raiva; outros animais e o ser humano contraem o vírus por meio de contato com o animal doente e a raiva se espalha e contamina os demais.
A presença da doença no Paraná é controlada: no ano passado, foram 258 casos de raiva comprovados em herbívoros; em 2025, foram mais de 400 investigados, sendo 218 casos confirmados até agora.
A vacina antirrábica é a única defesa eficaz contra a doença. “É uma vacina de baixo custo, pode ser aplicada pelo próprio produtor e deve ser dada anualmente. Isso precisa ser feito de maneira preventiva, porque depois que o animal já apresenta sinais clínicos não adianta mais”, salienta Rafael Gonçalves Dias, chefe do Departamento de Saúde Animal, da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná).
Segundo ele, pela portaria nº 368/2025 da Adapar, 30 municípios no Estado têm obrigatoriedade de vacinar contra a raiva. O que não significa que a vacinação não seja necessária em outras regiões.
Estão na lista da portaria os municípios de Boa Vista da Aparecida, Braganey, Campo Bonito, Capanema, Capitão Leônidas Marques, Cascavel, Catanduvas, Céu Azul, Diamante D’Oeste, Foz do Iguaçu, Guaraniaçu, Ibema, Itaipulândia, Lindoeste, Matelândia, Medianeira, Missal, Planalto, Pérola D’Oeste, Quedas do Iguaçu, Ramilândia, Realeza, Rio Bonito do Iguaçu, Santa Lúcia, Santa Tereza do Oeste, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Serranópolis do Iguaçu, Três Barras do Paraná e Vera Cruz do Oeste.
A medida obriga a vacinação em herbívoros domésticos com idade a partir de três meses, incluindo búfalos, cavalos, bois, asnos, mulas, ovelhas e cabras.
AGILIDADE NO CONTROLE E CONSCIENTIZAÇÃO – A agilidade no controle de uma zoonose é crucial. Nesse quesito, o Paraná é pioneiro no uso de técnica molecular para diagnóstico de raiva em herbívoros. Isso é feito através do Centro de Diagnóstico Marcos Enrietti, da Adapar, primeiro laboratório da Rede Nacional de Agricultura a usar esse tipo de tecnologia.
“Antes, levava alguns dias para comprovarmos um diagnóstico de raiva; agora conseguimos o resultado em menos de 24 horas”, conta Dias.
Mas a verdadeira barreira para conter o surto da doença passa primeiramente pelo cuidado com o rebanho ainda no campo. Essa conscientização dos pecuaristas – no que tange à vacinação e atenção aos sintomas – é muito importante. Além de ser letal para animais e humanos, a raiva impacta em uma grande cadeia produtiva, que envolve exportações, produção e consumo interno.
Por isso, o produtor deve comunicar a Adapar imediatamente sempre que os animais apresentarem sinais neurológicos como isolamento, andar cambaleante, perda de apetite, algum tipo de paralisia e salivação abundante.
Por - AEN
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), apresentou nesta terça-feira (18), no Centro de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Londrina (UEL), as diretrizes do projeto “Mais Saúde no Campo”.
Desenvolvido pela Diretoria de Atenção e Vigilância em Saúde, em parceria com a 16ª e 17ª Regionais de Saúde, o projeto propõe a implantação, em todo o Paraná, de ações que garantam a qualidade da água para consumo humano e acesso de produtores ao SUS. Também busca traçar estratégias para o fortalecimento da Atenção Primária, da Vigilância em Saúde Ambiental e da Saúde do Trabalhador.
O evento aconteceu no anfiteatro Cyro Grossi, do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Londrina (UEL), com atividades durante todo o dia. Contou com a participação de gestores e equipes técnicas municipais das áreas de Vigilância em Saúde e Atenção Primária à Saúde, assim como de instituições parceiras das áreas de Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural.
Foram realizadas palestras e diálogos relativos ao tema: “Água e Saneamento Rural”, com a diretora da 17ª Regional de Saúde, Maria Lúcia da Silva Lopes, e “Qualidade da Água e Saneamento Rural”, com André Romagnoli, da 16ª RS de Apucarana. Os temas incluíram também Populações Expostas a Agrotóxicos e Saúde do Trabalhador; Cenário Epidemiológico – Agrotóxicos; Linha Guia de Atenção às Populações Expostas a Agrotóxicos e Instrumento de Rastreio da População Exposta a Agrotóxicos.
O projeto será lançado em todas as demais macrorregionais, abrangendo todo o Paraná, nas próximas semanas. Ele faz parte de um conjunto de ações estratégicas coordenadas pela Sesa e que visa também prevenir e reduzir riscos. “Cada vez mais temos visto as consequências dos desmatamentos, com a presença de animais silvestres nas áreas urbanas. Tivemos recentemente a situação de surto de escorpiões por conta da mudança climática. Tudo isso precisa ser incluído numa discussão que vai melhorar o planejamento para chegarmos em ações efetivas”, explicou o secretário da Saúde, Beto Preto.
Ele destacou que a iniciativa reafirma o compromisso do Governo do Paraná com a proteção da saúde das populações que vivem nas áreas rurais. “Estamos fortalecendo, de forma integrada e articulada com diversos setores, a vigilância da qualidade da água, o saneamento rural e a atenção às pessoas expostas a agrotóxicos”, disse. "Com esse trabalho vamos ter um melhor diagnóstico da saúde nas propriedades rurais e aprimorar o planejamento das ações de saúde para quem mora ou vive no campo”.
Por - AEN
O Governo do Estado vai promover em 2026 um novo concurso público para a Secretaria de Estado da Saúde. Serão 641 vagas para cargos de nível técnico e superior. A banca contratada é a Fundação FAFIPA, de Paranavaí, e o edital detalhando locais das provas, datas das inscrições, entre outros detalhes, deve ser publicado até o fim de janeiro.
Entre as 641 vagas, 325 delas são para Promotor de Saúde Profissional, que envolve as seguintes profissões: administrador, analista de sistemas, arquiteto, assistente social, biólogo, biomédico, contador, economista, enfermeiro, engenheiro agrônomo, engenheiro civil, engenheiro eletricista, engenheiro mecânico, farmacêutico, físico, fisioterapeuta, médico, médico hematologista, médico do trabalho, médico psiquiatra, médico veterinário, nutricionista, psicólogo e odontólogo.
As outras 316 vagas são distribuídas entre técnico de enfermagem, técnico de laboratório e técnico de segurança do trabalho.
O concurso é o primeiro para o Quadro da Saúde desde 2016. “São profissionais que vão vir para colaborar e atender a nossa população. Teremos um reforço bastante importante no quadro profissional”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
“Estamos valorizando a administração eficiente do Estado do Paraná na área de saúde trazendo esses novos profissionais para o quadro de servidores, deixando o serviço público do Paraná cada vez mais preparado”, complementou o secretário da Administração e da Previdência, Luizão Goulart.
Nos últimos meses a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) também publicou uma série de resoluções que oficializaram 4,5 mil promoções e progressões dos servidores do Quadro Próprio da Saúde (QPSS). Até o fim do ano outros 400 servidores devem ser contemplados. O investimento vai atingir R$ 52 milhões em 2025.
POr - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou a , que institui o Programa de Melhorias do Sistema de Telecomunicação e Conectividade Rural do Paraná - ParanáConectado.
A iniciativa visa ampliar o acesso à internet banda larga e à telefonia móvel na área rural, oferecendo aos produtores mais possibilidades de usufruir de tecnologias que aumentem a produtividade, a competitividade e a qualidade de vida no campo. O Poder Executivo deverá regulamentar a lei em até 90 dias.
Além de conectar propriedades e comunidades, o programa permitirá que os agricultores utilizem ferramentas digitais para consultar dados meteorológicos, acompanhem cotações de produtos, adquiram insumos e vendam mercadorias pela internet, além de ampliar o acesso à educação e à segurança rural. O produtor terá a possibilidade, ainda, de usar essa conectividade para aprimorar a gestão da sua propriedade, seja da agricultura familiar, de médio ou grande porte, e se comunicar com fornecedores e clientes.
A coordenação do ParanáConectado será uma responsabilidade da Secretaria de Estado da Inovação e Inteligência Artificial (Seia), em conjunto com a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Para alcançar seus objetivos, o programa contempla duas frentes principais: a expansão da infraestrutura de telecomunicações existentes, que inclusive já vem sendo realizada, e a criação de medidas de apoio financeiro para provedores e produtores investirem na conectividade de suas propriedades.
O secretário da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, destacou que o ParanáConectado marca um avanço importante para o campo. “Estamos ampliando as condições para que produtores de todas as regiões tenham acesso à conectividade e às tecnologias que aumentam a eficiência, trazem mais rentabilidade para o agro e melhoram a qualidade de vida no meio rural”, afirmou.
É o mesmo raciocínio adotado pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Marcio Nunes. Ele enfatiza que o impacto da medida para o dia a dia nas regiões rurais é bastante relevante. “O ParanáConectado contribuirá para uma nova etapa de modernização e eficiência do agro paranaense, pela digitalização de processos produtivos e de comercialização, assim como vai melhorar as condições de vida de quem vive no campo”, declarou.
MAPEAMENTO TÉCNICO – Ainda antes da oficialização por lei, o projeto, iniciado em 2023, já fez o mapeamento técnico de mais de mil localidades desprovidas de conexão. De lá para cá, foram viabilizadas as contratações de 541 torres de internet e telefonia – 313 já foram, inclusive, instaladas. Segundo levantamento realizado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), a produtividade agrícola em regiões com acesso à internet é, em média, 37% superior à de áreas com pouca ou nenhuma conexão.
O Estado vem atuando ativamente na implantação de redes de fibra óptica e sinal de rádio e na instalação de novas torres de telefonia móvel, priorizando áreas com menor cobertura. A estratégia é trabalhar por meio de blocos regionais, alcançando todas as áreas rurais em um período de seis anos. Pelo planejamento traçado, técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) auxiliarão na organização dos produtores para que a contratação e instalação seja feita em grupos – minimizando os custos e tornando o processo viável para prestadoras desse tipo de serviço.
SUBSÍDIOS E CAPACITAÇÕES – Na outra frente, o Governo do Estado vai agir para oferecer subvenções financeiras para que os produtores consigam acessar créditos sem juros, ligados ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e ao Pronaf Conectividade Rural. A operação será feita pela Fomento Paraná, instituição financeira do governo estadual, e utilizará recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE).
O Governo do Estado também pretende, por meio do IDR-Paraná, oferecer capacitação tecnológica e conteúdos de formação profissional, preparando os produtores para o uso das novas tecnologias. Além disso, a iniciativa contempla incentivos tributários, cadastro público de empresas e recomendações técnicas de softwares e aplicativos voltados à gestão agropecuária. A intenção é que a conectividade no campo contribua também para impulsionar ações nas áreas de educação, saúde e segurança pública.
RECURSOS – Os recursos para o programa já estão previstos. A expectativa do Governo do Estado é de que as demais ações do programa venham a ser implementadas a partir de 2026.
POr - AEN
O número de emplacamentos de veículos no Paraná continua crescendo após o anúncio da redução de 45% na alíquota do IPVA, apresentada em agosto pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. Apenas em outubro de 2025 foram registrados 46.520 novos emplacamentos, um aumento de 52% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando houve 30.584 registros.
O impacto da redução na alíquota se reflete diretamente no comportamento das famílias e no ritmo de emplacamentos em diversas regiões. Curitiba dobrou seus registros, saltando de 13.407 em outubro de 2024 para 27.693 no mesmo mês deste ano, um avanço de 106%.
Em Ponta Grossa, o crescimento foi de aproximadamente 10%, passando de 659 para 726. Londrina teve alta de cerca de 11%, com aumento de 1.426 para 1.578 emplacamentos no período. Cascavel apresentou expansão de 34%, indo de 706 para 944. Em Foz do Iguaçu, o avanço foi de cerca de 6%, com 544 emplacamentos no ano passado e 577 neste ano. Já São José dos Pinhais registrou aumento de 27%, subindo de 1.716 para 2.187 registros.
Como previsto pelo Governo do Paraná, a redução da alíquota também tem feito com que muitos proprietários que registravam seus veículos em estados com taxas menores voltassem a emplacar no Paraná. O número de transferências vindas de fora cresceu de 20.923 em outubro de 2024 para 26.066 em outubro deste ano, um aumento superior a 24%. Só em Curitiba, o salto foi de 6.776 para 8.249 transferências, o que representa avanço de 22%.
"Essa é uma política de justiça tributária. Essa alíquota é atrativa para quem planeja novos investimentos. Mostramos que é possível ter responsabilidade fiscal e, ao mesmo tempo, reduzir tributos”, afirmou o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara.
“Esse retorno fortalece toda a base de arrecadação. Cada veículo que é emplacado no Paraná ou volta a ser emplacado no Estado representa mais recursos para investir em serviços públicos, infraestrutura urbana e melhorias que impactam diretamente a vida dos paranaenses”, salienta o diretor-presidente do Detran-PR, Santin Roveda.
A nova alíquota do IPVA, que caiu de 3,5% para 1,9% sobre o valor venal a partir de 2026, deve beneficiar 3,4 milhões de proprietários em todo o Estado. Com a mudança, um automóvel de R$ 50 mil, que hoje paga R$ 1.750 de IPVA, passará a pagar R$ 950. De acordo com a Receita Estadual, mais de 68% da frota paranaense está nessa faixa de valor. Simule o valor do seu veículo nessa calculadora.
CNH SOCIAL – Outra medida importante para os motoristas paranaenses foi o anúncio da criação da CNH Social, que vai custear gratuitamente a primeira habilitação para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa, sancionada pelo governador Ratinho Junior, abre caminho para que milhares de paranaenses tenham acesso à carteira de motorista e ampliem suas oportunidades de trabalho e renda.
Por - AEN








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