Uma mulher procurou a Polícia Militar neste domingo (06) para denunciar o próprio irmão, apontado como usuário de drogas, por retirar objetos da residência onde ambos moram para vendê-los e usar o dinheiro na compra de entorpecentes.
Segundo o relato, foram levados da casa uma geladeira, fogão, máquina de lavar, televisão e outros móveis. A situação foi registrada como violência patrimonial no contexto de violência doméstica e familiar, já que os dois residem no mesmo imóvel.
A mulher informou que pretende solicitar medida protetiva para que o irmão deixe a residência. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil para as providências cabíveis.
A filha de um paciente do Hospital São Lucas de Laranjeiras do Sul, na região central do Paraná, perdeu R$ 554 em um golpe após o estabelecimento também ser enganado pelo criminoso e confirmar dados pessoais de internados.
A situação aconteceu no sábado (5). A Polícia Militar (PM) foi acionada e registrou a ocorrência.
Segundo a Polícia Militar (PM), um homem ligou para o hospital se passando por funcionário da Central de Leitos e, usando um nome de médico, pediu a uma funcionária que confirmasse dados de pacientes que aguardavam na fila de regulação.
A Central de Leitos é o serviço do Sistema Único de Saúde (SUS) que gerencia, organiza e distribui as vagas de internação hospitalar, UTIs e transferências de pacientes.
Após o hospital confirmar os dados pessoais dos internados, familiares começaram a receber mensagens e ligações do mesmo número. Nelas, o golpista se apresentava como o mesmo médico e pedia transferências em Pix para supostamente pagar medicamentos que, segundo ele, o Sistema Único de Saúde (SUS) demoraria três dias para fornecer.
Pelo menos três pessoas foram contatadas, e uma delas fez o pagamento. A vítima só percebeu se tratar de um golpe depois que o criminoso pediu um novo Pix e a outra instituição bancária não aceitou fazer a transação.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde reforçou que o SUS é gratuito e não realiza cobranças por consultas, exames, cirurgias ou serviços de regulação.
"A Secretaria mantém a campanha 'Se cobrou, tá errado. O SUS é gratuito' e orienta pacientes e instituições a não efetuarem pagamentos nem fornecerem dados em contatos suspeitos. Denúncias podem ser registradas na Ouvidoria da Sesa, pelo telefone 0800 644 4414. A Sesa reforça que o hospital citado é prestador de serviço e não uma unidade própria da Secretaria de Estado da Saúde".
Mesmo golpe meses antes
Quatro meses antes o mesmo golpe foi aplicado na cidade de Toledo, no oeste do Paraná, usando o nome do mesmo médico.
O modus operandi também foi semelhante: o golpista se passou pelo profissional e contatou pacientes internados em cuidados paliativos em unidades da rede municipal de saúde pedindo transferências para supostamente pagar por remédios urgentes.
Na época, a prefeitura municipal emitiu uma nota oficial destacando que nenhuma unidade básica de saúde, pronto-atendimento ou hospital público está autorizado a solicitar pagamentos "por fora", seja para consultas, medicamentos, exames ou procedimentos.
"Pedidos de transferência via Pix, especialmente em situações de urgência e pressão emocional, são indicativos de golpe. Entre os argumentos utilizados pelos criminosos estão a compra de medicamentos de última hora, pagamento de exames particulares urgentes ou taxas para procedimentos", ressaltou.
A orientação é que, em caso de tentativa de cobrança, a pessoa entre em contato com a unidade de saúde por canais oficiais para comunicar a situação e confirmá-la.
A Polícia Militar registrou uma ocorrência de roubo e lesão corporal na noite deste sábado (05), por volta das 19h30, no bairro Cristo Rei. Uma mulher foi agredida com uma faca e teve dinheiro subtraído de sua bolsa.
De acordo com os relatos, as pessoas estavam em uma residência quando um homem chegou com a esposa e outros dois indivíduos. Após uma discussão, o casal teria agredido a vítima. Durante a ação, a faca foi usada para ameaçá-la, causando um corte na orelha. Em seguida, os suspeitos fugiram.
A vítima foi atendida pelo Samu e, durante o deslocamento, apresentou convulsões. A PM realizou buscas em um endereço indicado, mas não localizou os envolvidos. A faca utilizada foi apreendida e encaminhada à Polícia Civil, que investigará o caso.
A Polícia Militar prendeu um homem no sábado (05), após denúncia anônima ao Conselho Tutelar sobre agressão a uma criança.
A mãe da criança retornou do trabalho e encontrou o filho, diagnosticado com autismo nível II e dificuldades de fala, chorando e reclamando de dores. Após insistir, o companheiro admitiu ter usado um cinto para castigar o menino porque ele havia derrubado água no chão.
Durante vistoria, policiais e conselheiras tutelares constataram um vergão roxo nas nádegas da criança. A mãe afirmou que não havia denunciado antes por medo, relatando que já havia sofrido agressões e ameaças de morte do suspeito, que dizia que a mataria se fosse preso.
O homem foi encaminhado à 2ª Subdivisão Policial (SDP) de Laranjeiras do Sul para os procedimentos cabíveis. O caso será investigado.
Um homem de 35 anos, morador da localidade de Passo Grande, em Candói, procurou a Polícia Militar na manhã desta sexta-feira (04) para registrar um golpe sofrido durante uma negociação de compra de veículo.
Segundo o relato, a vítima estava tratando do negócio pelo aplicativo WhatsApp e realizou uma transferência bancária de R$ 13 mil para a conta indicada pelo suposto vendedor. Após o pagamento, o homem percebeu que havia sido enganado. Ao tentar novo contato, foi bloqueado pelo golpista.
A ocorrência foi registrada como estelionato. A vítima recebeu orientações sobre os procedimentos a serem adotados junto à instituição financeira.
Um homem procurou o destacamento da Polícia Militar na sexta-feira (04) para registrar um golpe aplicado por meio do WhatsApp. Ele relatou que recebeu uma mensagem de um indivíduo que solicitou informações pessoais e senhas sob a justificativa de que faria um anúncio no site Mercado Livre.
Após repassar os dados, o celular da vítima foi resetado. O homem reconheceu a fotografia usada pelo suspeito no perfil do WhatsApp, mas não soube informar seu nome.
A vítima entrou em contato com o gerente de sua instituição bancária e também comunicou o caso ao Mercado Livre. A PM orientou o homem sobre os procedimentos a serem adotados. O caso foi registrado como estelionato e será investigado.






















