Empresas de telecom investiram R$ 8,3 bilhões no 1º trimestre

Os investimentos das prestadoras em telecomunicações somaram R$ 8,3 bilhões no primeiro trimestre de 2022, segundo balanço divulgado hoje (15) pela Conexis Brasil Digital, sindicato das empresas de telecomunicações e de conectividade.

O montante representa um crescimento nominal de 3,8% na comparação com o mesmo período de 2021. Contudo, em valores reais, descontada a inflação, o setor registrou uma queda de 6,1% no volume de investimentos.

Segundo a Conexis, o setor vem aumentando os investimentos ao longo dos anos. Nos primeiros 3 meses de 2021, o setor havia investido R$ 8 bilhões, em valores nominais. Em 2018, no primeiro trimestre de 2018, o investimento em valores reais foi de R$ 6,9 bilhões. Nos últimos 5 anos, a média dos investimentos do setor foi de R$ 36,9 bilhões em valores nominais.

Receitas

A Conexis também divulgou a receita bruta do setor, que somou R$ 66 bilhões, uma alta nominal de 5,8% em relação à receita do primeiro trimestre de 2021.

“Já com os dados atualizados pela inflação, a receita bruta dos primeiros 3 meses de 2022 caiu 4,3% na comparação com o mesmo período de 2021”, informou o sindicato.

A maior participação na receita veio da telefonia e banda larga móvel, que responderam por 40% da receita do setor. A banda larga fixa representou 28% da receita tributa do trimestre.

No primeiro trimestre do ano, os acessos em banda larga fixa e móvel aumentaram 9,3%, chegando a 275,2 milhões, sendo 44 milhões de acessos em banda larga fixa e 231,2 milhões em móvel.

 

 

 

 

 

 

 

Poe - Agência Brasil

Hashtag:
Caminhoneiros já podem fazer autodeclaração para receber benefício

Começou hoje (15) o prazo para que transportadores autônomos de carga (TAC) façam a Autodeclaração do Termo de Registro para receber o Benefício Caminhoneiro-TAC. Quem fizer a autodeclaração até o dia 29 de agosto receberá as duas primeiras parcelas no dia 6 de setembro.

Após esse prazo, os caminhoneiros somente terão direito a receber o benefício a partir do mês da realização da autodeclaração, desde que atendidos os demais requisitos legais. Nesse caso, não será feito o pagamento retroativo.

Devem fazer a autodeclaração os profissionais com cadastro em situação “ativo” no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTR-C), da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), mas que não tiveram registro de operação de transporte rodoviário de carga neste ano.

As primeiras parcelas do Benefício Caminhoneiro-TAC foram pagas aos transportadores autônomos de carga que estavam com o RNTR-C vigente em 31 de maio de 2022 e em situação “ativo” em 27 de julho de 2022. Além disso, o transportador tinha registro na ANTT de operação de transporte rodoviário de carga realizada no período de 1º de janeiro de 2022 a 27 de julho de 2022.

Todos os profissionais que não se enquadravam nessa situação estão com uma notificação nos sistemas do Ministério do Trabalho e Previdência e poderão utilizar os canais da pasta para fazer a autodeclaração. O acesso pode ser feito pelo Portal Emprega Brasil ou pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

Na autodeclaração, o caminhoneiro autônomo deverá afirmar que atende aos requisitos legais exigidos para recebimento do benefício e que está apto a realizar, de forma regular, transporte rodoviário de carga. Também será necessário informar o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) dos veículos cadastrados junto à ANTT.

No primeiro lote, em 9 de agosto, mais de 190 mil caminhoneiros foram habilitados a receber as duas primeiras parcelas de pagamento, referentes aos meses de julho e agosto.

Indeferimentos

A Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) foi responsável pela análise e processamento dos dados de profissionais contemplados a partir da base fornecida pela ANTT com informações disponíveis em bases federais indicadas pelo Ministério do Trabalho e Previdência, órgão gestor do benefício.

Do total de cadastros disponibilizados pela ANTT, 848.333 transportadores estavam com o RNTR-C vigente em 31 de maio de 2022 – um dos principais requisitos para receber o benefício. Destes, um grupo de 592.829 profissionais tornou-se elegível e outros 255.504 foram considerados inelegíveis por não atenderem a requisitos legais como estar em situação “ativo” junto à ANTT em 27 de julho de 2022 ou com CPF regularizado na Receita Federal, entre outros critérios.

Outra etapa no processo de análise considerou critérios como o registro junto à ANTT de operação de transporte rodoviário de carga realizado entre 1º de janeiro e 27 de julho de 2022, e o fato de não estar recebendo benefícios por invalidez ou de amparo social à pessoa com deficiência, por exemplo, entre outros requisitos. Dessa forma, do montante de 592.829 elegíveis, 401.968 foram inabilitados por conta de algumas dessas regras, resultando assim no total de 190.861 habilitados e aptos a receber o benefício.

De acordo com o ministério, a grande maioria dos inabilitados (399.664) não possuía registro de operação de transporte rodoviário de carga no período estabelecido.

A pasta alerta aos profissionais sobre motivo de indeferimento do seu benefício. “Em alguns casos, mesmo aqueles em situação ativo e com todos os registros em dia na ANTT, poderão não ser elegíveis ao benefício se estiverem recebendo benefício assistencial (como BPC, para a pessoa com deficiência), benefício por incapacidade, por invalidez, auxílio-reclusão ou se forem elegíveis ao benefício taxista”, explicou, em nota.

As informações sobre a elegibilidade do caminhoneiro ou as pendências e notificações para ter direito ao benefício estão disponíveis no Portal Emprega Brasil e no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Hashtag:
Android 13 é lançado mundialmente; saiba se seu celular vai atualizar

O Android 13 foi lançado nesta segunda-feira (15) em todo o mundo.

Nesse primeiro momento, somente celulares Pixel receberão o update da Google, mas, ao longo dos próximos meses, a nova versão do sistema operacional deve chegar a smartphones de marcas como Samsung, Motorola, Xiaomi e outras. A atualização conta com novidades na aparência da interface, mais privacidade em apps e ainda outras configurações relevantes, como uso de um idioma diferente para cada app.

Uma das principais novidades do Android 13 são as novas configurações de aparência do sistema operacional, que agora permite deixar a tela inteira - incluindo os ícones de apps - em um mesmo padrão de cores. Assim, é possível deixar o ícone do Twitter laranja, caso seja essa a cor predominante na sua interface.

 
 
 

Outras novas funções importantes do Android 13 são relacionadas à privacidade de usuário. No novo sistema operacional, será possível - como no iPhone - selecionar a quais fotos e vídeos cada aplicativo tem acesso, além de especificar quais programas podem ou não enviar notificações a você. Além disso, a novidade que limita o acesso a mídias também impacta o acesso à área de transferência. Com isso, caso você copie dados sensíveis, como número de celular e endereços, o Android automaticamente limpará esse histórico em um período de tempo pré-determinado.

O reprodutor de mídias do Google Chrome, navegador nativo do sistema, também ganhou uma repaginada no Android 13. Agora, ele destacará a capa do álbum em questão, além de contar com uma barra de avanço diferente, em formato de onda. Além disso, o sistema operacional também contará com áudio Bluetooth Low Energy (LE), que reduz o delay nas reproduções do bluetooth normal.

Por fim, outro recurso interessante do novo sistema operacional é a possibilidade de usar um idioma diferente em cada aplicativo. Assim, se seu celular estiver em português, mas você deseje utilizar o Instagram em inglês, por exemplo, será possível fazer isso. Confira as principais novidades do Android 13 aqui.

 

Quais celulares vão atualizar para o Android 13?

Ainda não se sabe com certeza quais celulares receberão o Android 13, mas o novo sistema operacional é aguardado em várias marcas famosas de smartphone, como Samsung, Motorola e Xiaomi. Neste primeiro momento, modelos Pixel a partir do Pixel 4 são os únicos que farão a atualização.

Porém, no decorrer dos próximos meses, celulares como Asus ZenFone 8, Motorola Edge 30, Galaxy S22 e outros devem receber o update. Nesta lista aqui, confira todos os smartphones que estão previstos para atualizar para o Android 13.

 

 

 

 

 

Por - TechTudo

Impressoras 3D: oito coisas bizarras que já foram criadasImpressoras 3D: oito coisas bizarras que já foram criadas

As impressoras 3D se tornaram o braço direito de muitos segmentos no mercado, como a medicina e a engenharia.

Contudo, o que muitas pessoas não imaginam é que esses aparelhos são capazes de reproduzir não só próteses simples ou peças industriais, como costumam divulgar com mais frequência. A impressão 3D, na verdade, também pode criar roupas, comidas e outros tipos de objetos inusitados.

Os próprios automóveis, que parecem impossíveis de serem replicados, já foram criados por meio de uma impressora 3D. Para conhecer essas e outras bizarrices, veja a lista que o TechTudo preparou com oito objetos já fabricados por meio desse modelo de impressão.

 

 
 

 

1. Comida

Impressora 3D Mooji Meats produz cortes de carne vegetariana — Foto: Divulgação/Mooji Meats

Impressora 3D Mooji Meats produz cortes de carne vegetariana — Foto: Divulgação/Mooji Meats

 

Pode parecer impossível, mas algumas comidas já são reproduzidas por meio das impressoras 3D. Diferentemente das máquinas usadas no segmento industrial, o plástico não é matéria-prima usada e nem mesmo outros compostos químicos que podem fazer mal à saúde humana.

As empresas que trabalham com esse tipo de produção usam ingredientes como algas, sementes e leveduras. Com isso, além de se tornarem comestíveis, alguns alimentos também podem ser benéficos para a saúde e podem complementar uma alimentação que antes era pobre em nutrientes.

 

2. Edifício

Empresa chinesa WinSun constrói primeiro edifício do mundo com uma impressora 3D — Foto: Reprodução/Cnet

Empresa chinesa WinSun constrói primeiro edifício do mundo com uma impressora 3D — Foto: Reprodução/Cnet

As impressoras 3D podem ser maiores do que você imagina e capazes de imprimir objetos grandiosos, como fez uma empresa chinesa. A WinSun diz ter reproduzido não só apartamentos inteiros em um edifício, mas também dez casas, no período de apenas 24 horas.

O feito é não só um passo enorme para a engenharia, como também um avanço para a população. Além de reduzir os custos e o uso de materiais comuns nas obras, as pessoas podem ter as suas casas dentro de um tempo hábil jamais esperado.

 

3. Peça de roupa

Roupa criada com impressora 3D reproduz peças comuns de lojas convencionais — Foto: Reprodução/Behnaz Farahi

Roupa criada com impressora 3D reproduz peças comuns de lojas convencionais — Foto: Reprodução/Behnaz Farahi

 

É comum associar a impressora 3D a objetos rígidos, sem flexibilidade. Contudo, empresas do ramo têxtil têm provado desde 2010 que é possível reproduzir peças de roupa maleáveis, que se parecem bastante com tecidos usados em camisas, calças e outros trajes encontrados dentro do armário.

Para isso, são usados nas impressoras 3D filamentos diferentes do padrão, que originalmente são feitos de plástico. Algumas peças, como bolsas e carteiras, usam esse material mais rígido propositalmente, a fim de criar uma nova tendência no ramo da moda.

 

4. Carro

Strati é um carro feito a partir de impressora 3D, com mesmas funções que um automóvel de passeio — Foto: Reprodução/Mashable

Strati é um carro feito a partir de impressora 3D, com mesmas funções que um automóvel de passeio — Foto: Reprodução/Mashable

Existem empresas espalhadas pelo mundo que investem na impressão 3D de carros. Isso não só é possível como é feito dentro de um prazo curtíssimo, o que reduz o tempo médio comum para a produção de um veículo comum.

A empresa Local Motors desenvolveu carros de passeio em apenas 44 horas. Apesar de não terem todos os apetrechos que um veículo normal têm, como aparelho de som, câmera de ré e outros, os criadores acreditam que o Strati, como foi intitulado, é capaz de rodar dentro da cidade e substituir modelos mais comuns.

 

5. Células-tronco

Reprodução de células-tronco através de impressoras 3D já é estudada no Brasil — Foto: Divulgação/Jornal USP

Reprodução de células-tronco através de impressoras 3D já é estudada no Brasil — Foto: Divulgação/Jornal USP

 

Na área médica, a impressora 3D já é bastante comum. Muitas empresas desse ramo divulgam sobre produção de próteses e até mesmo órgãos humanos, que podem ser uma solução para muitas pessoas com algum tipo de problema. Porém, algo surpreendente que tem sido desenvolvido são as células-tronco por meio de impressão 3D.

Basicamente, a impressora reproduz minúsculas gotículas de células-tronco embrionárias, que podem ser usadas para o desenvolvimento de vacinas, tecidos humanos e até alimentos. A empresa responsável diz que as impressões acontecem a cada cinco pequenas gotículas e que o maior intuito é criar órgãos humanos a partir do zero.

 

6. Ferramenta

Impressora 3D é capaz de reproduzir objetos rotineiros, como ferramentas de trabalho — Foto: Divulgação/Mcor

Impressora 3D é capaz de reproduzir objetos rotineiros, como ferramentas de trabalho — Foto: Divulgação/Mcor

Ferramentas como alicate e martelo costumam ser bem construídas e duram bastante tempo. Porém, a necessidade de imediato é o grande problema, já que nem todas as pessoas têm os materiais que precisam em determinadas horas. Durante uma obra na sua casa, por exemplo, pode acontecer de faltar uma chave inglesa para instalação de um objeto.

A impressora 3D é uma solução para isso, visto que reproduz o objeto em pouquíssimo tempo e com ótimos custo/benefício. Isso tudo sem mencionar que podem ser menores e ocupar menos espaço em casa, o que é um problema para muitas pessoas.

 

 

7. Busto do Rei Ricardo III

Após estudos, cientistas desenvolveram o busto do Rei Ricardo III por meio de uma impressora 3D — Foto: Reprodução/El País

Após estudos, cientistas desenvolveram o busto do Rei Ricardo III por meio de uma impressora 3D — Foto: Reprodução/El País

Na Inglaterra, arqueólogos encontraram a ossada de um importante líder da região, conhecido como Rei Ricardo III. Para registrar ainda mais dados deste estudo, os especialistas decidiram levar o crânio encontrado junto ao esqueleto até a Universidade de Dundee, a fim de obter mais informações.

Para isso, os cientistas da universidade esculpiram por meio da impressora 3D uma carne computadorizada, que seria usada para simular a face do Rei Ricardo III. A reconstrução facial levou em consideração as formas do crânio, como também traços comuns da época. Dessa forma, os especialistas conseguiram produzir um busto referente a uma pessoa que morreu há mais de 500 anos por meio da impressão 3D.

 

8. Impressora 3D

Reprap Pro é uma impressora 3D que se replica e cria outras impressoras — Foto: Divulgação/Reprap

Reprap Pro é uma impressora 3D que se replica e cria outras impressoras — Foto: Divulgação/Reprap

 

Por fim, a impressora 3D é capaz de se reproduzir. Essa bizarrice pode parecer impossível, mas especialistas construíram a famosa RepRap Pro, que simplesmente replica outras máquinas iguais em pouco tempo. A intenção é comercializar a impressão 3D no mercado com custos mais baixos comparado ao mercado mundial.

Não se sabe quantas produções já aconteceram e nem mesmo o tempo estimado. Milhares de impressoras 3D já foram desenvolvidas por uma impressora 3D e completam a lista de objetos surpreendentes já criados por essa máquina.

 

 

 

 

 

 

 

Por - TechTudo

Presidente do BC: inflação está alta, mas há sinais de estabilização

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse hoje (15) que a inflação no Brasil está “bastante alta”, mas vê sinais de estabilização. Ele fez uma apresentação em evento online organizado pelo Instituto Millienium.

Segundo Campos Neto, foram percebidos os efeitos das medidas do governo federal para conter os preços da energia elétrica e combustíveis. No entanto, no setor de serviços os preços ainda continuam subindo. “A gente vê preços administrados caindo, um pouco pelas medidas. Mas serviços ainda está subindo. Parece que está estabilizando um pouco. Serviços é superimportante para a dinâmica da inflação”, ressaltou.

Em julho, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou deflação de 0,68%, a menor taxa da série histórica, iniciada em 1980. No acumulado do ano, o índice medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 4,77% e em 12 meses em 10,07%.

O presidente do Banco Central destacou ainda que a inflação no país é principalmente um reflexo do cenário internacional. “A gente entendeu que essa inflação mundial ia contaminar o Brasil. A gente teve algumas que foram particulares do Brasil, como a crise hídrica e alguns processos inflacionários de alimentos que foram intensos no Brasil, que conseguiram agravar a parte de alimentos”, disse.

De acordo com Campos Neto, um dos fatores que levou ao aumento generalizado de preços foi o crescimento da procura por diversos produtos para além da capacidade produtiva do momento. “Quando a gente achava que o gargalo estava acontecendo por oferta, a gente viu que não, estava acontecendo por demanda”, disse.

Porém, segundo Campos Neto, as cadeias de produção já se ajustaram ao novo patamar de demanda. “Teve um ajuste grande na produção em algumas coisas. Semicondutores, por exemplo, ajustou muito a produção”, disse em referência aos componentes que, em falta, causaram grandes dificuldades a diversos segmentos industriais, como as montadoras de automóveis.

Para o próximo ano, o presidente do Banco Central disse que é preciso avaliar o impacto das ações que reduziram arrecadação ou aumentaram gastos do governo. “Existe uma preocupação com o [política] fiscal do ano que vem, pela continuidade das medidas que foram anunciadas recentes, como isso vai se encaixar”.

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Hashtag:
Aberto prazo para comprovar informações do ProUni

Começa nesta segunda-feira (15) o período de comprovação de informações da primeira chamada dos candidatos pré-selecionados a uma bolsa de estudos do Programa Universidade para Todos (Prouni).

Os estudantes terão até o dia 24 de agosto para comparecerem, de forma virtual ou presencial, às respectivas instituições para quais foram pré-selecionadas, para apresentar toda a documentação que comprove as informações prestadas no momento da inscrição. O resultado da primeira chamada do Prouni está disponível no site do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior

Segundo o Ministério da Educação (MEC), o resultado da segunda chamada estará disponível em 29 de agosto, tendo início, na mesma data, o período de comprovação de informações, que segue até 8 de setembro. Caso não seja selecionado em nenhuma das duas chamadas, o candidato poderá ainda manifestar interesse na lista de espera entre os dias 13 e 14 de setembro e aguardar a divulgação do resultado, em 17 de setembro. Quem for pré-selecionado, passa para a fase de comprovação de informações, de 19 a 23 de setembro.

ProUni

O Prouni oferece bolsas de estudo, integrais e parciais, em instituições particulares de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Nesta edição, a segunda do ano, estão sendo ofertadas 190 mil bolsas, entre parciais e integrais. O programa conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, que ocorre duas vezes ao ano, conferindo transparência e segurança ao processo de oferta de bolsas de estudo realizado pelo Mec.

Cronograma ProUni

De 15 a 24 de agosto – comprovação de informações da primeira chamada

29 de agosto – resultado da segunda chamada

29 de agosto a 8 de setembro – comprovação de informações da segunda chamada

13 e 14 de setembro – prazo para manifestar interesse na Lista de Espera

17 de setembro – divulgação do resultado da lista de espera

19 a 23 de setembro – Comprovação de informações dos selecionados da lista de espera

Eleições 2022: hoje é último dia para pedir registro de candidaturas

Hoje (15) é o último dia para que partidos, coligações e federações partidárias peçam o registro de candidatos para qualquer um dos cargos em disputa nas eleições deste ano. Amanhã (16), começa a campanha eleitoral nas ruas. O primeiro turno de votação está marcado para 2 de outubro.

Eventual segundo turno ocorrerá em 30 de outubro, no caso das disputas para governador e presidente. Além desses, neste ano os eleitores votam para os cargos de senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.

No caso de envio pela internet, o prazo para oficializar as candidaturas se encerrou às 8h desta segunda-feira (15). Ainda há chance de entregar, até as 19h, as mídias com a documentação necessária diretamente nas secretarias do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – se a candidatura for para presidente e vice – ou dos tribunais regionais eleitorais (TRE) para os demais cargos.

Cada partido pode apresentar apenas uma candidatura a presidente, governador e senador, com os respectivos suplentes. No caso de deputado federal, estadual ou distrital, cada sigla poderá indicar candidatos no número de todas as cadeiras a serem ocupadas, mais uma.

No caso das eleições proporcionais – para deputado, seja federal, estadual ou distrital – a legislação prevê que 30% das candidaturas apresentadas por cada legenda sejam obrigatoriamente de mulheres.

No ato de registro deve constar sempre o nome a ser mostrado na urna, a relação de bens do candidato, fotografia recente nas especificações dadas pelo TSE, certidões criminais e prova de alfabetização, entre outras informações e documentos.

Até o momento, foram registradas, por exemplo, 12 candidaturas à Presidência da República, com os respectivos vices. Para governador, até o momento há 185 candidatos, espalhados por todas as unidades da Federação. No caso de senador, 192 se registraram.

Para as eleições proporcionais foram registradas, até as 9h de sexta-feira (12), 14.552 candidaturas a deputado estadual, 9.211 a deputado federal e 544 a deputado distrital. Os dados são disponibilizados em tempo real no sistema de divulgação de candidaturas e contas da Justiça Eleitoral.

Uma vez apresentado o registro, ele ainda deve ser julgado pela Justiça Eleitoral, que pode deferi-lo ou não, conforme o atendimento aos requisitos legais. O prazo para o julgamento de todas as candidaturas é 12 de setembro, 20 dias antes do pleito.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Gastos reais com funcionalismo caem para menor nível desde 2008

A ausência de reajustes salariais, a falta de concursos públicos e o adiamento de precatórios contribuíram para derrubar os gastos com o funcionalismo em 2022.

As despesas reais com os servidores públicos federais ativos e inativos encerrou o primeiro semestre no menor nível em 14 anos.

Os dados foram compilados pela Agência Brasil com base nas estatísticas do Tesouro Nacional. De janeiro a junho, o Poder Executivo Federal desembolsou R$ 157,477 bilhões para pagar salários, aposentadorias e sentenças judiciais do funcionalismo, em valores atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O montante é o mais baixo para o primeiro semestre desde 2008, quando estava em R$ 139,733 bilhões, também em valores corrigidos pela inflação.

Ao atualizar os gastos pelo IPCA, o recorde nos gastos com o funcionalismo no primeiro semestre foi registrado em 2019, quando as despesas atingiram R$ 186,213 bilhões. De lá para cá, os gastos recuaram 15,43% em termos reais (descontada a inflação).

Congelamento

Diversos fatores contribuíram para a queda no gasto com o funcionalismo. O principal foi o congelamento do salário do funcionalismo que vigorou entre junho de 2020 e dezembro de 2021. A medida foi aprovada pelo Congresso Nacional em troca do pacote de ajuda a estados e municípios afetados pela pandemia de covid-19.

Apesar de promessas e de greves de diversas categorias do funcionalismo, o governo não concedeu reajustes em 2022. Originalmente, o Orçamento de 2022 tinha destinado R$ 1,7 bilhão para reajuste a forças federais de segurança e agentes de saúde. No fim de abril, a equipe econômica informou que estudava um aumento linear de 5% para todo o funcionalismo.

No entanto, no início de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, descartou a concessão de reajustes em 2022. Por causa das restrições da lei eleitoral, o governo poderia conceder reajustes acima da inflação até 2 de abril, seis meses antes das eleições.

A Lei de Responsabilidade Fiscal autoriza a reposição da inflação até o fim de junho. No entanto, o projeto de lei deveria ter sido enviado até meados de maio para ser votado a tempo pelo Congresso.

Governo eletrônico

A não realização de concursos públicos para repor os servidores que se aposentaram ou morreram também contribuiu para a queda do gasto com o funcionalismo federal. O número de servidores na ativa caiu de 630,7 mil em dezembro de 2018 para 570,3 mil em julho deste ano, segundo o Painel Estatístico de Pessoal do Ministério da Economia.

A Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia informa que a ampliação da oferta eletrônica de serviços no Portal Gov.br compensou a queda do quadro funcional. Segundo o órgão, a ferramenta, que oferece quase 4,9 mil serviços públicos pela internet, permitiu o deslocamento de servidores de funções operacionais e burocráticas para atividades relacionadas à gestão ou à fiscalização, o que dispensa a reposição de cargos de nível médio ou que se tornaram obsoletos.

Precatórios

Além do congelamento salarial num cenário de inflação alta e da ausência de concursos públicos, outro fator passou a ajudar a reduzir o gasto com o funcionalismo. A emenda constitucional que permitiu o parcelamento de precatórios de grande valor transferiu para outros anos gastos que seriam executados em 2022.

Dívidas do governo reconhecidas em caráter definitivo pela Justiça, os precatórios acima de 60 salários mínimos, passaram a ser parcelados até 2026. O mesmo ocorreu com as dívidas do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), que passaram a ser pagas em três parcelas, uma a cada ano.

Segundo o Tesouro Nacional, a emenda constitucional reduziu em R$ 9,82 bilhões as despesas da União com precatórios no primeiro semestre. Em valores corrigidos pela inflação, a queda chega a R$ 11,22 bilhões. Desse total, R$ 7,4 bilhões corresponderam a precatórios relativos ao funcionalismo público federal.

Críticas

A queda no número de servidores é criticada pelas entidades que representam o funcionalismo público. Em audiência pública na Câmara dos Deputados em maio, o diretor da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) Pedro Armengol diz que o congelamento de salários e a não reposição de servidores piora a qualidade do serviço público.

"As decisões tem sido unilaterais. A pauta [de reivindicações] dos servidores públicos não é meramente corporativa. Ela reflete a preocupação dos trabalhadores e trabalhadoras do setor com as condições mínimas necessárias para atender as demandas da população e, portanto, assegurar direitos essenciais dos brasileiros”, declarou.

Entre os problemas citados pelo representante da Condsef, estão a extinção de órgãos, a precarização de salários, a não recomposição da força de trabalho, a precarização das condições e relações do trabalho e a falta de diálogo com o governo.

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil