Todas as apostas realizadas na Mega-Sena passarão a ser exclusivas para o sorteio especial de 30 anos desta loteria a partir deste domingo (17). O prazo final para apostas individuais para este concurso especial (nº 3010) é até as 22h do dia 23 de maio, no horário de Brasília.

Para quem preferir participar de bolões da Mega-Sena 30 Anos, as cotas podem ser adquiridas até as 10h de 24 de maio, domingo, data do sorteio em comemoração aos 30 anos desta modalidade de loteria.
A Caixa Econômica Federal esclarece que todo sorteio especial de loterias tem um período de vendas exclusivas, como no caso da Mega-Sena 30 anos. Por este motivo, o calendário de apostas é reorganizado. “Não se trata de suspensão [das apostas]”, explicou a Caixa à Agência Brasil.
Como apostar
Os interessados não precisam aguardar até domingo para apostar na edição especial de 30 anos da Mega-Sena.
Os palpites já podem ser feitos nas lotéricas de todo o país; pelo site Loterias Caixa e aplicativo da Caixa, disponível para usuários das plataformas Android e iOS; e pelo internet Banking Caixa, canal exclusivo para correntistas do banco público.
O valor da aposta simples, com seis dezenas marcadas, é R$ 6.
Sorteio especial
A instituição esclarece que o concurso não acumula, se não houver ganhadores na faixa principal, como ocorre em outros sorteios especiais, a exemplo das edições da Mega da Virada, Dupla de Páscoa, Quina de São João e Lotofácil da Independência.
Caso ninguém acerte os seis números sorteados, o prêmio será redistribuído entre os acertadores da segunda faixa (acerto de cinco números). Se ainda assim não houver ganhadores, passa para a terceira faixa e assim sucessivamente, conforme as regras da modalidade.
Premiação garantida
Nesta quarta-feira (13), a Caixa estimou que o prêmio do sorteio especial poderá alcançar R$ 200 milhões.
Caso um apostador conquiste sozinho a Mega-Sena 30 anos e aplique integralmente o valor do prêmio na poupança, o rendimento no primeiro mês alcançaria o valor aproximadamente R$ 1,34 milhão, considerando os parâmetros atuais de rentabilidade deste investimento, calcula a instituição financeira.
Saiba mais no portal Loterias Caixa.
Por - Agência Brasil
Especialistas em tecnologia da informação retornaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira (13) para fazer o teste de confirmação das propostas que sugeriram em dezembro para aprimorar a segurança da urna eletrônica. 

Até a próxima sexta-feira (15), os pesquisadores realizarão novos testes em busca de possíveis vulnerabilidades nos equipamentos.
A primeira fase de teste ocorreu entre os dias 1º e 5 de dezembro. De acordo com o TSE, os especialistas não encontraram inconsistências relevantes e garantiram que a segurança do sistema de votação continua íntegra. Ainda assim, foram feitas diversas sugestões para aprimorar o sistema eletrônico de votação.
Os investigadores agora vão validar se as propostas foram de fato implementadas pela Justiça Eleitoral. Uma das principais preocupações, por exemplo, é reforçar a integridade e o sigilo do voto.
O primeiro turno das eleições de 2026 será em 4 de outubro. O segundo turno está previsto para 25 de outubro.
Por - Agência Brasil
As pessoas com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) podem renegociar seus débitos a partir desta quarta-feira (13), por meio do Desenrola Fies. As condições variam conforme o perfil do estudante e o tempo de atraso da dívida, com descontos para a quitação de até 99% sobre o valor da dívida.

Pode participar quem tem contrato firmado até 2017 e que estava em fase de amortização – ou seja, em fase de pagamento – em 4 de maio de 2026, data de lançamento do novo Desenrola Brasil. No caso do Desenrola Fies a negociação pode ser feita até 31 de dezembro de 2026.
As regras para a renegociação foram aprovadas pelo Comitê Gestor do Fundo de Financiamento Estudantil e a regulamentação publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União.
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Confira as condições específicas conforme a situação da dívida:
- Débitos vencidos há mais de 360 dias:
estudantes fora do Cadastro Único para programas sociais do governo federal (CadÚnico) têm desconto de até 77% do valor total consolidado (incluindo o principal) para quitar a dívida;
estudantes inscritos no CadÚnico, com informações atualizadas nos últimos 24 meses, podem quitar a dívida com desconto de 92% do valor consolidado;
estudantes beneficiados pelo CadÚnico com atraso superior a cinco anos na última prestação o desconto é de 99% do valor consolidado.
- Débitos vencidos há mais de 90 dias:
pagamento à vista, com desconto total de juros e multas e redução de até 12% do valor principal;
ou parcelamento em até 150 parcelas mensais, com redução de 100% dos juros e multas.
- Adimplentes ou atraso de até 90 dias:
desconto de 12% de desconto sobre o saldo devedor para quitar os débitos.
O governo estima beneficiar mais de 1 milhão de estudantes com a renegociação.
A adesão ao Desenrola Fies deve ser feita diretamente com a instituição bancária onde o contrato foi firmado, seja a Caixa Econômica Federal ou o Banco do Brasil.
Os canais oficiais de atendimento são:
- Caixa Econômica Federal - 4004 0104 | 0800 104 0104
- Banco do Brasil - 4004 0001 | 0800 729 0001
- Aplicativo BB e Aplicativo Caixa
A orientação do governo é fazer o processo de renegociação de forma digital, “o caminho mais rápido e que evita deslocamentos”.
Passo a passo para renegociar:
- Acessar o canal digital (aplicativo ou portal) até 31 de dezembro de 2026.
- Solicitar a adesão: pelo próprio aplicativo, selecione a opção de renegociação do Fies e verifique a modalidade disponível para o seu perfil de dívida.
- Validar os termos: leia e aceite o termo aditivo eletronicamente. Caso haja necessidade de assinatura de fiadores, o sistema indicará como proceder.
- Efetuar o pagamento da entrada: gere o boleto ou autorize o débito da parcela de entrada diretamente pelo aplicativo para validar sua adesão.
- Acompanhar a regularização: após a confirmação do pagamento, a retirada do nome do estudante e dos fiadores dos cadastros de inadimplentes ocorre automaticamente, com a atualização do cronograma de pagamento.
Criado em 2001, o Fies é uma das políticas públicas de acesso à educação superior no Brasil, com foco em oferecer financiamento a estudantes de cursos de graduação em instituições privadas avaliadas positivamente pelo Ministério da Educação (MEC).
Desenrola Brasil
O Desenrola Fies faz parte do novo Desenrola Brasil, programa lançado este mês pelo governo federal que busca ajudar famílias, estudantes e pequenos empreendedores e produtores rurais a renegociar dívidas bancárias, limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito.
O principal eixo do programa é voltado para pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente hoje a R$ 8.105, que possuem dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e atrasadas entre 90 dias e dois anos.
A proposta do governo é que os bancos concedam um novo empréstimo para quitar a dívida antiga, com desconto, juros menores e a possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para abatimento. Podem ser renegociados débitos com o cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.
Até a última segunda-feira (11), cerca de R$ 1 bilhão em débitos bancários já estavam em renegociação. O prazo para renegociação previsto pelo programa é 90 dias.
Por - Agência Brasil
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 3.007 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (12). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 60 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 17 - 19 - 27 - 32 - 38 - 44
- 89 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 23.778,68 cada
- 5.035 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 692,83 cada
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (14), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Por - Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta terça-feira (12), uma Medida Provisória (MP) para acabar com a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50, apelidada de "taxa das blusinhas”. 

A Medida Provisória deve ser publicada em edição extraordinária do Diário Oficial ainda hoje.
No ato de assinatura oficial, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor.
“O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos”, afirmou.
Para o secretário, a decisão vai beneficiar a população de baixa renda que utiliza plataformas para adquirir produtos.
"Não é só blusinha"
A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, destacou que, apesar do apelido, as compras internacionais desse valor são diversificadas, não apenas de roupas.
“Não é só roupa. Há um conjunto de outros bens que são comprados, todos de valor pequeno”, afirmou.
O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que zerar as taxas federais dessas compras melhora o perfil da nossa tributação.
“Os números mostram que a maior parte das compras, de fato, é de baixo valor. Está associado ao consumo popular”.
A chamada "taxa das blusinhas" entrou em vigor em agosto de 2024, dentro do programa “Remessa Conforme”, criado para regulamentar o comércio eletrônico internacional.
Na prática, o imposto era cobrado no momento da compra, para aumentar a fiscalização e a redução de fraudes.
POr - Agência Brasil
O Senado aprovou nesta terça-feira (12) a Medida Provisória (MP) 1327/25, que prevê, entre outros pontos, a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para inscritos no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), o chamado cadastro dos bons condutores. O texto segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O RNPC oferece benefícios aos motoristas que não cometeram infrações de trânsito sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses. Entre os benefícios estão descontos em tributos, pedágios, estacionamentos e seguros, além de prever a renovação sem custos da carteira de motorista.
Pela proposta, aprovada na semana passada pela Câmara dos Deputados, condutores com mais de 50 anos e menos de 70 terão direito à renovação automática apenas uma vez. Já os motoristas com 70 anos ou mais e os que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica não receberão o benefício.
Além da renovação automática, o texto aprovado trata de outras mudanças no Código de Trânsito Brasileiro. Entre outros pontos, permite a emissão física ou digital da CNH, a critério do condutor.
O texto mantém exames médicos de aptidão física e mental e avaliação psicológica, no processo de renovação da habilitação. No entanto, prevê a definição de um preço público fixado por órgão de trânsito da União para esses exames. Os valores terão atualização anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
O relator na comissão mista que analisou a MP, senador Renan Filho (MDB-AL), classificou de avanço as alterações propostas.
“As mudanças representam um importante avanço no processo de modernização, racionalização e redução de custos associados ao sistema brasileiro de habilitação de condutores”, afirmou Renan Filho no parecer sobre o texto.
Ao defender o seu relatório no plenário, o senador apontou que a medida vai desburocratizar ainda mais o processo de habilitação.
“Mantivemos a renovação automática para o bom condutor e se ele não cometer infração, não precisará se preocupar com o Estado. Só vai precisar fazer o exame”, disse.
Dores crônicas
Os senadores aprovaram ainda o Projeto de Lei (PL) 336/2024, que estabelece diretrizes básicas para o atendimento das pessoas com dor crônica no Sistema Único de Saúde (SUS).
O projeto diz que caberá aos órgãos competentes determinar a forma da regulamentação das regras, com informação prévia acerca dos potenciais riscos e efeitos adversos do tratamento.
A iniciativa, que também vai para a sanção presidencial, também institui o dia 5 de julho como o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica, representado pela cor verde.
Outro projeto aprovado, o PL 4.676/2019, altera as normas de certificação de armazéns de produtos agropecuários. Pelo texto, a adesão dos armazéns ao sistema de certificação pública passa a ser voluntária. Isso permite criar um ambiente regulatório em que empresas de certificação privadas possam competir com o regime de certificação pública. A matéria vai à sanção presidencial.
POr - Agência Brasil
Questões relacionadas à saúde física e emocional dos motoristas, incluindo ausência de reação, sono, falta de atenção, transtornos mentais, mal súbito e uso de substâncias, além de consequências de doenças oculares e problemas motores e neurológicos, responderam por quase um terço dos sinistros de trânsito registrados em rodovias brasileiras entre 2014 e 2024. Os dados são da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

Com base em dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a entidade analisou 1.206.491 sinistros decorrentes de problemas de saúde ocorridos durante o período. O número representa 27,8% de um montante de 4.339.762 ocorrências registradas entre 2014 e 2024.
Os dados apontam que 49% dos sinistros, ou 2.144.175, estão relacionados ao comportamento dos condutores ao volante, incluindo situações de ultrapassagem em local proibido e excesso de velocidade, classificadas pela PRF como fator humano.
“Esses dois fatores – humano e saúde – estão relacionados a aproximadamente 80% de todas as ocorrências viárias em rodovias federais no período analisado. Esse cálculo só foi possível graças à metodologia adotada pela PRF, que registra o conjunto de informações que permite entender o contexto e as circunstâncias que levaram a cada sinistro”, destacou a Abramet.
Falha técnica
O levantamento mostra que problemas relacionados às rodovias, como geometria inadequada da pista, defeitos no pavimento ou ausência de sinalização representam 8% dos sinistros.
Em seguida, com quase 7% das ocorrências, estão sinistros ligados à conservação do veículo (falha de freio, pneus carecas, problemas na suspensão e nos faróis).
Por último, aspectos ambientais, incluindo chuvas intensas, neblina e animais na pista, aparecem como responsáveis por 4% das ocorrências.
Distribuição geográfica
Ao analisar especificamente problemas de saúde física e mental causadores de sinistros, percebe-se que o fator tem peso diferente entre os estados brasileiros.
Em alguns estados, estas ocorrências superam, em termos proporcionais, os 30% do volume acumulado no período. Exemplo disso são áreas com grande fluxo de transporte de cargas e viagens de longa distância, regiões que aparecem com situações de fadiga, distúrbios do sono, uso de álcool e outras substâncias psicoativas nos relatos da PRF.
A média nacional de sinistros causados por questões de saúde, segundo a Abramet, é 28%. Dez estados, entretanto, aparecem acima dessa linha – em Roraima, por exemplo, fatores relacionados à saúde são responsáveis por 35,1% das ocorrências. O percentual também é mais representativo no Mato Grosso do Sul (32,1%), no Pará (30,3%), no Rio Grande do Sul (30,1%) e no Piauí (30%).
Outros 15 estados ficaram abaixo da média nacional, enquanto o Acre mantém exatamente a média do país.
Em números absolutos, as rodovias federais de Minas Gerais registraram a maior quantidade de sinistros decorrentes de problemas de saúde (154.648).
Também se destacam nesse ranking, em ordem decrescente, Paraná, com 134.358 casos; Santa Catarina, com 120.665; Rio Grande do Sul, com 95.059; e São Paulo, com 84.250 registros. Dentre os estados, com menor número de ocorrências, estão Acre (4.219 casos), Amazonas (2.896) e Amapá (2.681).
POr - Agência Brasil
A Copel e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) formalizaram uma parceria com o objetivo de ampliar a segurança em instalações elétricas nas áreas rurais. O termo de cooperação, firmado durante o 1º Fórum Copel Agro, na terça-feira (12), em Curitiba, prevê orientação aos produtores rurais na hora de contratar serviços para instalações elétricas dentro das propriedades.
“A segurança e a qualidade nas instalações internas das propriedades, bem como ramais da rede elétrica da Copel, são de grande relevância para evitar interrupções no fornecimento. A parceria com o Crea-PR apoia um processo de excelência em serviços que está se consolidando com o Copel Agro”, afirma o diretor Comercial da Copel, Julio Omori.
Para o presidente do Crea-PR, Helder Nocko, a iniciativa reforça o papel estratégico da engenharia no desenvolvimento do Estado. “Nosso objetivo é valorizar a engenharia e contribuir para que soluções técnicas qualificadas cheguem ao meio rural, apoiando a resolução de problemas, promovendo mais eficiência nas instalações elétricas e gerando qualidade de vida para a população, além de oportunidades de trabalho para os profissionais do sistema”, destaca.
FÓRUM – A primeira edição do fórum do programa da Copel dedicado ao atendimento a produtores rurais reuniu durante todo o dia, na sede da companhia, representantes do Governo do Paraná, da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), do Sistema Ocepar, da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Crea-PR, UFPR e empresas de tecnologia para debater soluções voltadas à segurança energética no meio rural.
O diretor-geral da Copel Distribuição, Marco Antônio Vilella, ressaltou que o Copel Agro é fruto de uma construção coletiva com a participação de representantes do setor produtivo. “Intensificamos o diálogo com federações, prefeitos e produtores para entender as expectativas dos clientes. Foi a partir dessa escuta que nasceu o Copel Agro, com um atendimento personalizado a um segmento essencial para o Estado e para o País”, afirmou.
Villela destacou que o Copel Agro foi desenhado para acompanhar o avanço da cadeia da proteína no Paraná e atender às demandas crescentes desta parcela de clientes. “Mapeamos esses clientes e redirecionamos os investimentos, principalmente para reduzir oscilações de tensão”, disse.
95% DE APROVAÇÃO – No fórum, o gerente executivo do Copel Agro, Marcelo Gonçalves, apresentou os primeiros resultados do programa, que passou a atender os produtores rurais da cadeia da proteína em 6 de abril passado. “Criamos um canal dedicado com atendimento humanizado. Nos primeiros 30 dias, superamos 30 mil atendimentos, com mais de 95% de avaliação positiva dos clientes atendidos”, disse.
Segundo Gonçalves, a maior parte das solicitações está relacionada à interrupção no fornecimento, seguida por demandas comerciais. “Agora avançamos para uma nova etapa, com foco em soluções estruturais. Estamos organizando equipes e investimentos para atuar de forma preventiva e melhorar o serviço na ponta”, afirmou.
LINHA DIRETA – Pela linha direta 0800 643 76 76, exclusiva do Copel Agro, os produtores rurais são atendidos por teleatendentes que atuam 24 por dia, sete dias por semana, para o encaminhamento de demandas relacionadas à energia elétrica.
POr - AEN
Com investimentos sociais e a menor taxa de desemprego da história, o Paraná reduziu a desigualdade de renda da população, calculada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O retrato é diferente do cenário nacional, que assistiu aumento da concentração de renda e da desigualdade. Os dados de todos os rendimentos (salários, aposentadorias, programas sociais, entre outros) refletem em maior qualidade de vida e também têm relação direta com aumento da segurança.
Os paranaenses que integram a faixa do 1% mais rico da população, por exemplo, concentraram 9,3% da renda local em 2025, considerando a massa do rendimento domiciliar per capita. Em 2024, a elite social do Estado tinha 10,7% do total da riqueza. No Brasil, os cidadãos que compõem a classe do 1% mais rico passaram a deter 11% da renda nacional no ano passado, acima da marca de 10,7% registrada em 2024.
Ou seja, a diminuição da disparidade é resultado da diminuição da pobreza. Na faixa que reúne os 20% mais pobres da população estadual, por exemplo, houve aumento real de 9,7% do rendimento per capita, sendo contabilizado percentual ainda maior, da ordem de 11,4%, na metade mais pobre da população paranaense.
Os resultados do Índice de Gini, indicador que mede a qualidade de vida, também demonstram a melhoria na distribuição de renda do Estado. Em 2025, esse índice, que varia de 0 a 1, com zero representando a plena igualdade e um a máxima concentração (ou seja, quanto menor, melhor), atingiu 0,470, abaixo do resultado de 0,473 observado em 2024. Já no País, o Índice de Gini subiu de 0,504 para 0,511. O Estado registra uma melhora constante nesse indicador desde 2018, quando era de 0,491.
"Enquanto o Estado reduziu a desigualdade de renda, o País apresentou aumento da concentração dos rendimentos no topo da pirâmide social. Isso acontece porque em 2025 ultrapassamos a marca de 6,2 milhões de paranaenses ocupados, o que foi acompanhado pelo aumento real dos salários, alicerçando o avanço social que temos observado”, afirma o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado.
Em 2025, o Paraná também registrou o quinto maior rendimento médio mensal do País, de R$ 3.852, acima da média brasileira de R$ 3.367. O resultado paranaense representa um crescimento de 62,3% em relação ao valor recebido em 2018 (R$ 2.374) e de 144,6% na comparação com 2012 (R$ 1.575), início da série histórica.
Na prática, os paranaenses receberam R$ 485 a mais por mês que a média brasileira, diferença que vem aumentando nos últimos anos. Em 2023, por exemplo, era de R$ 186 (R$ 3.020, ante R$ 2.834), passando para R$ 476 em 2024 (R$ 3.519, ante R$ 3.043) até alcançar o índice de 2025, maior diferença da série.
POr - AEN
Com uma estrutura presente em todas as regiões do Estado, a Secretaria da Saúde (Sesa) ressalta a importância da solidariedade das mães lactantes para garantir alimento e proteção a milhares de recém-nascidos internados em unidades neonatais. O próximo dia 19 de maio será celebrado o dia Mundial da Doação de Leite Humano.
Atualmente, a Rede Estadual de Bancos de Leite Humano conta 34 unidades, destes 15 bancos e 19 postos de coleta, que são responsáveis pela coleta que atendeu quase 19 mil bebês em 2025.
De acordo com dados da Secretaria da Saúde, neste ano, entre janeiro a março, foram coletados 6.725 litros de leite humano de 4.133 doadoras, que beneficiaram 4.939 recém-nascidos. Os números representam um leve aumento em relação ao mesmo período de 2025, quando foram coletados 5.806 litros de 3.976 doadoras e 4.155 bebês receptores.
“O leite materno é a primeira vacina do bebê. É um alimento completo, capaz de fortalecer a imunidade, reduzir riscos de doenças e aumentar as chances de recuperação de crianças internadas. Nossa estrutura em todo o Estado está disponível para quem pode doar, porque isso salva vidas”, destacou o secretário de estado da Saúde, César Neves.
Mesmo com a estrutura e o aumento das doações em 2026, o número de doadoras ainda é menor do que a demanda existente nas unidades hospitalares do Paraná.
Segundo estimativa da coordenação dos bancos de leite humano do Paraná, os estoques no estado trabalham com 60% do que seria necessário todo o mês. Na cidade de Londrina (Norte), por exemplo, a coleta média é de 160 litros mensais, mas a demanda é de 250 litros. No Hospital do Trabalhador, em Curitiba, o banco de leite precisa de 40 litros mensais, mas trabalhava com 22 litros no início do mês de maio.
O leite humano doado é destinado, principalmente, aos bebês prematuros internados nas Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal (UTINs), que muitas vezes não conseguem ser amamentados diretamente pelas mães.
Um levantamento do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que o problema é mundial e mais de 77 milhões de recém-nascidos não recebem amamentação na primeira hora de vida, deixando de receber nutrientes e anticorpos essenciais. O levantamento também estima que mais de 800 mil vidas poderiam ser salvas todos os anos se todas as crianças fossem amamentadas ainda nas primeiras horas após o nascimento.
SOLIDARIEDADE – A prática do aleitamento materno é considerada fundamental para a saúde infantil. O leite materno contém todos os nutrientes necessários para o bebê até os seis meses de vida, além de anticorpos que ajudam na prevenção de doenças e infecções.
Além da capacidade técnica instalada, o Paraná possui uma rede estruturada para facilitar o processo de doação às mães lactantes. Toda mulher saudável que esteja amamentando pode se tornar doadora, desde que não utilize medicamentos que interfiram na amamentação e não tenha doenças infectocontagiosas.
Não existe quantidade mínima para doar. Cada frasco coletado pode fazer a diferença na recuperação de diversos bebês prematuros. Estima-se que um litro de leite materno seja capaz de alimentar até 10 recém-nascidos por dia.
DOAÇÃO – A coleta é feita de forma segura e prática. Todos os utensílios necessários são fornecidos e as equipes dos Bancos de Leite Humano realizam visitas domiciliares para buscar o leite doado, além das orientações sobre higiene, coleta e congelamento adequado.
Após o recolhimento, o leite passa por rigorosos processos de análise, pasteurização e controle de qualidade antes de ser distribuído aos hospitais. Para saber o Banco de Leite mais próximo basta clicar AQUI.
Em Curitiba, o Banco de Leite Humano do Hospital do Trabalhador atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. O contato também pode ser feito pelo WhatsApp: (41) 99709-0098.
POr - AEN
O prazo de pagamento da quinta e última parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 para veículos com placas terminadas em 5 e 6 finaliza nesta quarta-feira (13). De acordo com a Receita Estadual do Paraná, mais de 1,1 milhão de veículos optaram pelo parcelamento do tributo em todo o Estado e terão até o fim da semana para regularizar sua situação com o fisco.
A inadimplência pode trazer consequências, já que o débito pode ser inscrito na Dívida Ativa, com inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual e o impedimento de usar de créditos do Nota Paraná, além de gerar restrições como nome negativado, dificuldade para obter empréstimos, acessar linhas de crédito e assumir cargos públicos. Quem deixa o IPVA em atraso também não consegue licenciar o veículo.
O atraso também pesa no bolso. A multa é de 0,33% ao dia, acrescida de juros de mora com base na taxa Selic. Após 30 dias de inadimplência, a multa passa a ser fixa em 20% do valor do imposto.
COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerá-las. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.
Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes podem pagar o IPVA 2026 via pix com a leitura do QR Code presente na guia, a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
ALÍQUOTAS – O Paraná tem uma das menores alíquotas do País, de 1,9% sobre o valor venal dos veículos. Contudo, em alguns casos, os proprietários pagam ainda menos.
Ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1% no Estado. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná. A conversão deve ser feita exclusivamente em oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Além disso, as motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025.
SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre sites fraudulentos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é gerar sempre as guias de pagamento através dos sites oficiais, identificáveis por endereços que terminam com a extensão “.pr.gov.br”, ou utilizar o app da Receita Estadual.
Confira o vencimento por final de placa da quinta e última parcela do IPVA 2026:
1 e 2: 11/05 (vencido)
3 e 4: 12/05 (vencido)
5 e 6: 13/05
7 e 8: 14/05
9 e 0: 15/05
Por - AEN
O Paraná se destaca nas medidas de proteção por meio da vacinação das mulheres grávidas a partir da 28ª semana de gestação contra o vírus sincicial respiratório, com o objetivo de proteger os bebês nos primeiros meses de vida. O imunizante contra o vírus sincicial respiratório (VSR) passou a ser disponibilizado em dezembro de 2025, período em que foram aplicadas 17.847 doses. Já em 2026, o Estado contabiliza 34.883 aplicações, considerando a ampliação da oferta e da vacinação ao longo dos três primeiros meses do ano.
A cobertura vacinal chegou a 89,24% no Estado até março de 2026. O imunizante é aplicado em dose única e tem como objetivo proteger o bebê no período de maior vulnerabilidade para doenças como bronquiolite e pneumonia. Ao ser vacinada, a gestante transfere anticorpos ao feto por meio da placenta, reduzindo o risco de formas graves da doença.
A bronquiolite é uma das principais causas de internação respiratória em bebês no Paraná. Segundo a Diretoria de Contratualização e Regulação da Secretaria de Estado da Saúde, os atendimentos por bronquiolite no Estado apresentam comportamento sazonal, com aumento nos meses mais frios do ano. Em 2025, os maiores volumes de procedimentos relacionados à doença foram registrados entre maio e agosto. O pico ocorreu em junho, com 888 atendimentos hospitalares registrados no Estado.
O principal causador da doença é o vírus sincicial respiratório (VSR), uma das maiores causas de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em bebês, principalmente nos menores de seis meses. A infecção pode começar com sintomas leves, semelhantes a um resfriado, mas em alguns casos evolui rapidamente para quadros mais graves, que podem exigir internação hospitalar.
Outra estratégia importante no combate à bronquiolite é o uso do nirsevimabe, um anticorpo monoclonal que oferece proteção direta contra o vírus. Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o imunizante é destinado a dois grupos prioritários: recém-nascidos prematuros, com idade gestacional de até 36 semanas e 6 dias, e crianças de até 23 meses que apresentem comorbidades, como cardiopatias congênitas, doenças pulmonares crônicas ou imunocomprometimento grave, e está disponível nas maternidades.
Desde fevereiro de 2026, já foram aplicadas 2.856 doses de nirsevimabe 50 mg e 1.222 doses de nirsevimabe 100 mg no Paraná. A orientação da Secretaria da Saúde é que pais e responsáveis procurem a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para verificar a elegibilidade e garantir a proteção das crianças.
O secretário de Estado da Saúde, César Neves, reforça o alerta para a proteção de bebês e crianças pequenas, público mais suscetível a complicações. Segundo ele, é importante que o Paraná avance cada vez mais na proteção das crianças, especialmente neste período de maior circulação de vírus respiratórios. “Estamos ampliando o acesso à imunização e fortalecendo as estratégias de prevenção para reduzir casos graves e internações”, afirmou.
A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, reforça que a imunização ajuda a reduzir complicações causadas pelos vírus respiratórios, especialmente entre bebês e crianças. “O Estado acompanha continuamente o cenário das doenças respiratórias e organiza a rede de atendimento para este período do ano. A vacinação de gestantes e crianças, aliada às medidas de prevenção, ajuda a reduzir casos graves e internações”, disse.
OUTRAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO – Além da proteção específica contra o VSR, a Secretaria da Saúde (Sesa) também reforça a importância de manter a vacinação de rotina em dia, especialmente contra a gripe (influenza) e Covid-19. No Paraná, já foram aplicadas 1.352.341 doses da vacina contra a influenza, ampliando a cobertura entre os públicos mais vulneráveis.
A vacinação contra a Covid-19 também integra esse cuidado. O imunizante está disponível para gestantes em qualquer idade gestacional e ajuda a proteger tanto a mãe quanto o bebê. A vacinação em gestantes permanece mais baixa, com índice de 29,21%, o que reforça a orientação para que esse público procure as Unidades Básicas de Saúde e mantenha a carteira vacinal atualizada durante a gestação.
Crianças de 6 meses a menores de 5 anos também devem ser vacinadas, com esquema de três doses, aplicadas aos 6, 7 e 9 meses.
“A aplicação da vacina durante a gestação é uma forma de proteger o bebê ainda nos primeiros meses de vida. Por isso, é importante que as gestantes mantenham o calendário vacinal atualizado e procurem os serviços de saúde”, afirmou Virgínia Dobkowski Franco dos Santos, chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde.
A Sesa orienta medidas simples para evitar a transmissão de vírus respiratórios, como higienizar as mãos com frequência, evitar contato com pessoas com sintomas gripais, manter os ambientes ventilados e evitar aglomerações com recém-nascidos.
Com a chegada das temperaturas mais baixas, a orientação é redobrar os cuidados e ficar atento aos sinais de alerta, como dificuldade para respirar, chiado no peito e recusa alimentar. Nesses casos, é essencial buscar atendimento de saúde o quanto antes.
POr - AEN



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