TSE faz novos testes de segurança na urna eletrônica

Especialistas em tecnologia da informação retornaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira (13) para fazer o teste de confirmação das propostas que sugeriram em dezembro para aprimorar a segurança da urna eletrônica. 

Até a próxima sexta-feira (15), os pesquisadores realizarão novos testes em busca de possíveis vulnerabilidades nos equipamentos

primeira fase de teste ocorreu entre os dias 1º e 5 de dezembro. De acordo com o TSE, os especialistas não encontraram inconsistências relevantes e garantiram que a segurança do sistema de votação continua íntegra. Ainda assim, foram feitas diversas sugestões para aprimorar o sistema eletrônico de votação. 

Os investigadores agora vão validar se as propostas foram de fato implementadas pela Justiça Eleitoral. Uma das principais preocupações, por exemplo, é reforçar a integridade e o sigilo do voto. 

O primeiro turno das eleições de 2026 será em 4 de outubro. O segundo turno está previsto para 25 de outubro. 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Desenrola: renegociação de dívidas do Fies começa nesta quarta-feira

As pessoas com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) podem renegociar seus débitos a partir desta quarta-feira (13), por meio do Desenrola Fies. As condições variam conforme o perfil do estudante e o tempo de atraso da dívida, com descontos para a quitação de até 99% sobre o valor da dívida.

Pode participar quem tem contrato firmado até 2017 e que estava em fase de amortização – ou seja, em fase de pagamento – em 4 de maio de 2026, data de lançamento do novo Desenrola Brasil. No caso do Desenrola Fies a negociação pode ser feita até 31 de dezembro de 2026.

As regras para a renegociação foram aprovadas pelo Comitê Gestor do Fundo de Financiamento Estudantil e a regulamentação publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Confira as condições específicas conforme a situação da dívida:

- Débitos vencidos há mais de 360 dias:

estudantes fora do Cadastro Único para programas sociais do governo federal (CadÚnico) têm desconto de até 77% do valor total consolidado (incluindo o principal) para quitar a dívida;

estudantes inscritos no CadÚnico, com informações atualizadas nos últimos 24 meses, podem quitar a dívida com desconto de 92% do valor consolidado;

estudantes beneficiados pelo CadÚnico com atraso superior a cinco anos na última prestação o desconto é de 99% do valor consolidado.

- Débitos vencidos há mais de 90 dias:

pagamento à vista, com desconto total de juros e multas e redução de até 12% do valor principal;

ou parcelamento em até 150 parcelas mensais, com redução de 100% dos juros e multas.

- Adimplentes ou atraso de até 90 dias:

desconto de 12% de desconto sobre o saldo devedor para quitar os débitos.

O governo estima beneficiar mais de 1 milhão de estudantes com a renegociação.

A adesão ao Desenrola Fies deve ser feita diretamente com a instituição bancária onde o contrato foi firmado, seja a Caixa Econômica Federal ou o Banco do Brasil.

Os canais oficiais de atendimento são:

- Caixa Econômica Federal - 4004 0104 | 0800 104 0104

- Banco do Brasil - 4004 0001 | 0800 729 0001

- Aplicativo BB e Aplicativo Caixa

A orientação do governo é fazer o processo de renegociação de forma digital, “o caminho mais rápido e que evita deslocamentos”.

Passo a passo para renegociar:

- Acessar o canal digital (aplicativo ou portal) até 31 de dezembro de 2026.

- Solicitar a adesão: pelo próprio aplicativo, selecione a opção de renegociação do Fies e verifique a modalidade disponível para o seu perfil de dívida.

- Validar os termos: leia e aceite o termo aditivo eletronicamente. Caso haja necessidade de assinatura de fiadores, o sistema indicará como proceder.

- Efetuar o pagamento da entrada: gere o boleto ou autorize o débito da parcela de entrada diretamente pelo aplicativo para validar sua adesão.

- Acompanhar a regularização: após a confirmação do pagamento, a retirada do nome do estudante e dos fiadores dos cadastros de inadimplentes ocorre automaticamente, com a atualização do cronograma de pagamento.

Criado em 2001, o Fies é uma das políticas públicas de acesso à educação superior no Brasil, com foco em oferecer financiamento a estudantes de cursos de graduação em instituições privadas avaliadas positivamente pelo Ministério da Educação (MEC).

Desenrola Brasil

O Desenrola Fies faz parte do novo Desenrola Brasil, programa lançado este mês pelo governo federal que busca ajudar famílias, estudantes e pequenos empreendedores e produtores rurais a renegociar dívidas bancárias, limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito.

O principal eixo do programa é voltado para pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente hoje a R$ 8.105, que possuem dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e atrasadas entre 90 dias e dois anos.

A proposta do governo é que os bancos concedam um novo empréstimo para quitar a dívida antiga, com desconto, juros menores e a possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para abatimento. Podem ser renegociados débitos com o cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

Até a última segunda-feira (11), cerca de R$ 1 bilhão em débitos bancários já estavam em renegociaçãoO prazo para renegociação previsto pelo programa é 90 dias.

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Senado aprova MP da renovação automática da CNH para bons condutores

O Senado aprovou nesta terça-feira (12) a Medida Provisória (MP) 1327/25, que prevê, entre outros pontos, a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para inscritos no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), o chamado cadastro dos bons condutores. O texto segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O RNPC oferece benefícios aos motoristas que não cometeram infrações de trânsito sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses. Entre os benefícios estão descontos em tributos, pedágios, estacionamentos e seguros, além de prever a renovação sem custos da carteira de motorista.

Pela proposta, aprovada na semana passada pela Câmara dos Deputados, condutores com mais de 50 anos e menos de 70 terão direito à renovação automática apenas uma vez. Já os motoristas com 70 anos ou mais e os que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica não receberão o benefício.

Além da renovação automática, o texto aprovado trata de outras mudanças no Código de Trânsito Brasileiro. Entre outros pontos, permite a emissão física ou digital da CNH, a critério do condutor.

O texto mantém exames médicos de aptidão física e mental e avaliação psicológica, no processo de renovação da habilitação. No entanto, prevê a definição de um preço público fixado por órgão de trânsito da União para esses exames. Os valores terão atualização anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O relator na comissão mista que analisou a MP, senador Renan Filho (MDB-AL), classificou de avanço as alterações propostas.

“As mudanças representam um importante avanço no processo de modernização, racionalização e redução de custos associados ao sistema brasileiro de habilitação de condutores”, afirmou Renan Filho no parecer sobre o texto.

Ao defender o seu relatório no plenário, o senador apontou que a medida vai desburocratizar ainda mais o processo de habilitação.

“Mantivemos a renovação automática para o bom condutor e se ele não cometer infração, não precisará se preocupar com o Estado. Só vai precisar fazer o exame”, disse.

Dores crônicas

Os senadores aprovaram ainda o Projeto de Lei (PL) 336/2024, que estabelece diretrizes básicas para o atendimento das pessoas com dor crônica no Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto diz que caberá aos órgãos competentes determinar a forma da regulamentação das regras, com informação prévia acerca dos potenciais riscos e efeitos adversos do tratamento.

A iniciativa, que também vai para a sanção presidencial, também institui o dia 5 de julho como o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica, representado pela cor verde.

Outro projeto aprovado, o PL 4.676/2019, altera as normas de certificação de armazéns de produtos agropecuários. Pelo texto, a adesão dos armazéns ao sistema de certificação pública passa a ser voluntária. Isso permite criar um ambiente regulatório em que empresas de certificação privadas possam competir com o regime de certificação pública. A matéria vai à sanção presidencial.

 

 

 

 

POr - Agência Brasil

Copel e Crea-PR firmam parceria para ampliar segurança nas instalações elétricas no campo

A Copel e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) formalizaram uma parceria com o objetivo de ampliar a segurança em instalações elétricas nas áreas rurais. O termo de cooperação, firmado durante o 1º Fórum Copel Agro, na terça-feira (12), em Curitiba, prevê orientação aos produtores rurais na hora de contratar serviços para instalações elétricas dentro das propriedades.

“A segurança e a qualidade nas instalações internas das propriedades, bem como ramais da rede elétrica da Copel, são de grande relevância para evitar interrupções no fornecimento. A parceria com o Crea-PR apoia um processo de excelência em serviços que está se consolidando com o Copel Agro”, afirma o diretor Comercial da Copel, Julio Omori.

Para o presidente do Crea-PR, Helder Nocko, a iniciativa reforça o papel estratégico da engenharia no desenvolvimento do Estado. “Nosso objetivo é valorizar a engenharia e contribuir para que soluções técnicas qualificadas cheguem ao meio rural, apoiando a resolução de problemas, promovendo mais eficiência nas instalações elétricas e gerando qualidade de vida para a população, além de oportunidades de trabalho para os profissionais do sistema”, destaca.

FÓRUM – A primeira edição do fórum do programa da Copel dedicado ao atendimento a produtores rurais reuniu durante todo o dia, na sede da companhia, representantes do Governo do Paraná, da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), do Sistema Ocepar, da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Crea-PR, UFPR e empresas de tecnologia para debater soluções voltadas à segurança energética no meio rural.

O diretor-geral da Copel Distribuição, Marco Antônio Vilella, ressaltou que o Copel Agro é fruto de uma construção coletiva com a participação de representantes do setor produtivo. “Intensificamos o diálogo com federações, prefeitos e produtores para entender as expectativas dos clientes. Foi a partir dessa escuta que nasceu o Copel Agro, com um atendimento personalizado a um segmento essencial para o Estado e para o País”, afirmou.

Villela destacou que o Copel Agro foi desenhado para acompanhar o avanço da cadeia da proteína no Paraná e atender às demandas crescentes desta parcela de clientes. “Mapeamos esses clientes e redirecionamos os investimentos, principalmente para reduzir oscilações de tensão”, disse.

95% DE APROVAÇÃO – No fórum, o gerente executivo do Copel Agro, Marcelo Gonçalves, apresentou os primeiros resultados do programa, que passou a atender os produtores rurais da cadeia da proteína em 6 de abril passado. “Criamos um canal dedicado com atendimento humanizado. Nos primeiros 30 dias, superamos 30 mil atendimentos, com mais de 95% de avaliação positiva dos clientes atendidos”, disse.

Segundo Gonçalves, a maior parte das solicitações está relacionada à interrupção no fornecimento, seguida por demandas comerciais. “Agora avançamos para uma nova etapa, com foco em soluções estruturais. Estamos organizando equipes e investimentos para atuar de forma preventiva e melhorar o serviço na ponta”, afirmou.

LINHA DIRETA  Pela linha direta 0800 643 76 76, exclusiva do Copel Agro, os produtores rurais são atendidos por teleatendentes que atuam 24 por dia, sete dias por semana, para o encaminhamento de demandas relacionadas à energia elétrica. 

 

 

 

 

 

POr - AEN

Com emprego em alta, Paraná tem redução na desigualdade de renda, aponta IBGE

Com investimentos sociais e a menor taxa de desemprego da história, o Paraná reduziu a desigualdade de renda da população, calculada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O retrato é diferente do cenário nacional, que assistiu aumento da concentração de renda e da desigualdade. Os dados de todos os rendimentos (salários, aposentadorias, programas sociais, entre outros) refletem em maior qualidade de vida e também têm relação direta com aumento da segurança.

Os paranaenses que integram a faixa do 1% mais rico da população, por exemplo, concentraram 9,3% da renda local em 2025, considerando a massa do rendimento domiciliar per capita. Em 2024, a elite social do Estado tinha 10,7% do total da riqueza. No Brasil, os cidadãos que compõem a classe do 1% mais rico passaram a deter 11% da renda nacional no ano passado, acima da marca de 10,7% registrada em 2024.

Ou seja, a diminuição da disparidade é resultado da diminuição da pobreza. Na faixa que reúne os 20% mais pobres da população estadual, por exemplo, houve aumento real de 9,7% do rendimento per capita, sendo contabilizado percentual ainda maior, da ordem de 11,4%, na metade mais pobre da população paranaense.

Os resultados do Índice de Gini, indicador que mede a qualidade de vida, também demonstram a melhoria na distribuição de renda do Estado. Em 2025, esse índice, que varia de 0 a 1, com zero representando a plena igualdade e um a máxima concentração (ou seja, quanto menor, melhor), atingiu 0,470, abaixo do resultado de 0,473 observado em 2024. Já no País, o Índice de Gini subiu de 0,504 para 0,511. O Estado registra uma melhora constante nesse indicador desde 2018, quando era de 0,491.

"Enquanto o Estado reduziu a desigualdade de renda, o País apresentou aumento da concentração dos rendimentos no topo da pirâmide social. Isso acontece porque em 2025 ultrapassamos a marca de 6,2 milhões de paranaenses ocupados, o que foi acompanhado pelo aumento real dos salários, alicerçando o avanço social que temos observado”, afirma o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado.

Em 2025, o Paraná também registrou o quinto maior rendimento médio mensal do País, de R$ 3.852, acima da média brasileira de R$ 3.367. O resultado paranaense representa um crescimento de 62,3% em relação ao valor recebido em 2018 (R$ 2.374) e de 144,6% na comparação com 2012 (R$ 1.575), início da série histórica.

Na prática, os paranaenses receberam R$ 485 a mais por mês que a média brasileira, diferença que vem aumentando nos últimos anos. Em 2023, por exemplo, era de R$ 186 (R$ 3.020, ante R$ 2.834), passando para R$ 476 em 2024 (R$ 3.519, ante R$ 3.043) até alcançar o índice de 2025, maior diferença da série.

 

 

 

 

POr - AEN

Com 34 unidades, Paraná possui ampla rede de banco de leite humano

Com uma estrutura presente em todas as regiões do Estado, a Secretaria da Saúde (Sesa) ressalta a importância da solidariedade das mães lactantes para garantir alimento e proteção a milhares de recém-nascidos internados em unidades neonatais. O próximo dia 19 de maio será celebrado o dia Mundial da Doação de Leite Humano.

Atualmente, a Rede Estadual de Bancos de Leite Humano conta 34 unidades, destes 15 bancos e 19 postos de coleta, que são responsáveis pela coleta que atendeu quase 19 mil bebês em 2025.

De acordo com dados da Secretaria da Saúde, neste ano, entre janeiro a março, foram coletados 6.725  litros de leite humano de 4.133 doadoras, que beneficiaram 4.939 recém-nascidos. Os números representam um leve aumento em relação ao mesmo período de 2025, quando foram coletados 5.806 litros de 3.976 doadoras e 4.155 bebês receptores.

“O leite materno é a primeira vacina do bebê. É um alimento completo, capaz de fortalecer a imunidade, reduzir riscos de doenças e aumentar as chances de recuperação de crianças internadas. Nossa estrutura em todo o Estado está disponível para quem pode doar, porque isso salva vidas”, destacou o secretário de estado da Saúde, César Neves.

Mesmo com a estrutura e o aumento das doações em 2026, o número de doadoras ainda é menor do que a demanda existente nas unidades hospitalares do Paraná.

Segundo estimativa da coordenação dos bancos de leite humano do Paraná, os estoques no estado trabalham com 60% do que seria necessário todo o mês. Na cidade de Londrina (Norte), por exemplo, a coleta média é de 160 litros mensais, mas a demanda é de 250 litros. No Hospital do Trabalhador, em Curitiba, o banco de leite precisa de 40 litros mensais, mas trabalhava com 22 litros no início do mês de maio.

O leite humano doado é destinado, principalmente, aos bebês prematuros internados nas Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal (UTINs), que muitas vezes não conseguem ser amamentados diretamente pelas mães.

Um levantamento do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que o problema é mundial e mais de 77 milhões de recém-nascidos não recebem amamentação na primeira hora de vida, deixando de receber nutrientes e anticorpos essenciais. O levantamento também estima que mais de 800 mil vidas poderiam ser salvas todos os anos se todas as crianças fossem amamentadas ainda nas primeiras horas após o nascimento.

SOLIDARIEDADE – A prática do aleitamento materno é considerada fundamental para a saúde infantil. O leite materno contém todos os nutrientes necessários para o bebê até os seis meses de vida, além de anticorpos que ajudam na prevenção de doenças e infecções.

Além da capacidade técnica instalada, o Paraná possui uma rede estruturada para facilitar o processo de doação às mães lactantes. Toda mulher saudável que esteja amamentando pode se tornar doadora, desde que não utilize medicamentos que interfiram na amamentação e não tenha doenças infectocontagiosas.

Não existe quantidade mínima para doar. Cada frasco coletado pode fazer a diferença na recuperação de diversos bebês prematuros. Estima-se que um litro de leite materno seja capaz de alimentar até 10 recém-nascidos por dia.

DOAÇÃO – A coleta é feita de forma segura e prática. Todos os utensílios necessários são fornecidos e as equipes dos Bancos de Leite Humano realizam visitas domiciliares para buscar o leite doado, além das orientações sobre higiene, coleta e congelamento adequado.

Após o recolhimento, o leite passa por rigorosos processos de análise, pasteurização e controle de qualidade antes de ser distribuído aos hospitais. Para saber o Banco de Leite mais próximo basta clicar AQUI.

Em Curitiba, o Banco de Leite Humano do Hospital do Trabalhador atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. O contato também pode ser feito pelo WhatsApp: (41) 99709-0098.

 

 

 

 

POr - AEN