O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) decidiu não lançar candidato à Presidência da República ou mesmo firmar coligações nacionais para as eleições deste ano. A decisão foi formalizada em convenção nacional nesta segunda-feira (27).

O partido decidiu liberar seus diretórios estaduais para a formação de alianças no âmbito local. A ideia, segundo o partido, é focar na eleição de governadores e deputados estaduais, além de fortalecer a bancada no Congresso Nacional, com senadores e deputados federais.
“A liberação nacional acaba unindo e pacificando, deixando o partido mais forte para que nos estados tenha um resultado bastante positivo”, disse o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, em declaração divulgada no site do partido.
A convenção do MDB foi realizada de maneira virtual. Não houve encontro dos principais nomes do partido em um auditório. O mesmo modelo já havia sido adotado em 2022.
A Agência Brasil vai acompanhar os resultados das convenções nacionais partidárias. As próximas convenções com datas marcadas são:
- Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – 30 de julho
- Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 31 de julho
- Partido Verde (PV) – 31 de julho
- Partido da Causa Operária (PCO) – 1º de agosto
- Partido dos Trabalhadores (PT) – 2 de agosto
- Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 2 de agosto
Clique aqui e veja as convenções nacionais que já ocorreram.
Por- Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 17 de agosto uma segunda reunião com embaixadores, representantes diplomáticos e organismos internacionais, a fim de explicar o funcionamento da urna eletrônica brasileira, bem como do sistema eleitoral do país.

Segundo o tribunal, o encontro ocorrerá na sede do TSE e dará continuidade às ações de transparência voltadas à comunidade internacional.
Nela, o presidente da Corte, ministro Kássio Nunes Marques, voltará a explicar o funcionamento das urnas eletrônicas.
A manifestação veio após o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, ter adotado a mesma estratégia de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, de divulgar, a embaixadores de outros países, informações falsas sobre a urna eletrônica, levantando questionamentos sobre a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro.
Fake news
Flávio Bolsonaro disse, sem apresentar provas, que muitas das máquinas utilizadas nas eleições brasileiras seriam da Smartmatic, uma empresa associada ao sistema eleitoral venezuelano.
Em meio às declarações do pré-candidato, o TSE tem se manifestado publicamente para reafirmar que a Smartmatic não forneceu urnas nem desenvolveu softwares para as eleições brasileiras.
O TSE reiterou que as urnas foram projetadas por servidores da Justiça Eleitoral e produzidas por empresas contratadas por licitação pública, destacando que a associação entre a Smartmatic e o sistema brasileiro de votação já havia sido desmentida diversas vezes nos últimos anos.
O episódio foi visto por críticos e especialistas como uma retomada da estratégia adotada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que questionou reiteradamente a segurança das urnas eletrônicas e, em 2022, reuniu embaixadores para apresentar acusações posteriormente classificadas pela Justiça Eleitoral como infundadas.
Em nota, o TSE informou que as eleições brasileiras serão acompanhadas por diversos observadores internacionais. Entre eles, União Europeia, Organização dos Estados Americanos (OEA), Parlasul, Carter Center, Uniore e Rojae-CPLP.
Todos integrarão a Missão de Observadores Eleitorais para acompanhar o pleito de outubro.
Por -Agência Brasil
O período de coleta de dados da primeira etapa do Censo Escolar da Educação Básica 2026 termina nesta sexta-feira (31).

Nesta fase, as escolas deverão informar os dados de matrículas, turmas, profissionais escolares e infraestrutura das unidades de ensino, por meio do Sistema Educacenso, via internet.
Em todo o território nacional, a responsabilidade pela declaração das informações – compreendendo os processos de digitação e exportação – é dos diretores escolares ou responsáveis pelas escolas.
Coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Censo Escolar é uma pesquisa estatística da educação básica brasileira, realizada em regime de colaboração com as secretarias estaduais, distrital e municipais de Educação, com a participação das escolas públicas e privadas.
A pesquisa abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica e da educação profissional, incluindo educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.
Cronograma
De acordo com a Portaria MEC nº 217/2026 que define o cronograma de atividades do Censo Escolar da Educação Básica 2026, os gestores municipais, estaduais e do Distrito Federal serão os responsáveis pela exportação dos dados preliminares ao Ministério da Educação para publicação no Diário Oficial da União.
Após essa publicação, o Sistema EducaCenso será reaberto durante 30 dias aos gestores educacionais para conferência, ratificação e eventual correção das informações declaradas,
O cronograma também prevê períodos específicos para verificação dos dados pelos gestores educacionais e confirmação de matrículas duplicadas no módulo próprio do Educacenso.
O envio dos dados finais homologados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), utilizados no cálculo dos coeficientes de distribuição do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), será no dia 11 de dezembro.
A divulgação dos resultados finais da primeira etapa, das sinopses estatísticas e dos demais estatísticas da Educação Básica ocorrerá em 1º de fevereiro de 2027.
Aluno
Nessa mesma data, tem início a segunda etapa do Censo Escolar da Educação Básica 2026, que trata da Situação do Aluno.
Nessa fase, o diretor/responsável pela escola deverá coletar as informações sobre rendimento e movimento escolar dos estudantes declarados na primeira etapa, incluindo dados de aprovação, reprovação, abandono e transferência.
O período de coleta seguirá até 12 de março de 2027.
As taxas preliminares de rendimento escolar e os relatórios por escola estarão disponíveis para conferência a partir de 1º de abril de 2027.
Os indicadores finais de rendimento escolar serão divulgados pelo Inep em 14 de maio de 2027.
Censo Escolar
Os dados no Censo Escolar servem para a formulação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas educacionais, além de servirem como referência para programas de financiamento e distribuição de recursos da educação.
As informações também são utilizadas na produção de estatísticas e indicadores educacionais, entre eles o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), as taxas de rendimento, as taxas de fluxo escolar e a distorção idade-série.
As informações coletadas também são utilizadas em estudos, pesquisas, avaliações educacionais e outras atividades previstas na legislação.
Além disso, os dados do Censo Escolar são adotados em procedimentos administrativos relacionados às políticas públicas da educação básica, conforme a legislação vigente.
Por - Agência Brasil
As agências bancárias e instituições financeiras credenciadas começam a ofertar nesta segunda-feira (27), as linhas de financiamento de moto, motoneta, ciclomotor ou bicicleta elétrica produzidos no país, com condições facilitadas pelo programa Move Brasil.

A política pública permite que entregadores ciclistas, motoapps, mototaxistas e motofretistas profissionais acessem financiamento para trocar seus veículos por modelos novos e mais sustentáveis.
Para fazer o pedido de financiamento é necessário já estar cadastrado no programa, por meio da conta gov.br. Também é necessário já ter recebido a confirmação de que é elegível ao Move Brasil, emitida em até 5 dias úteis.
Após essas etapas, o trabalhador já pode ir à Caixa, Banco do Brasil ou outra instituição financeira credenciada para análise de crédito e contratação do financiamento. É necessário que o veículo escolhido para financiar seja produzido no Brasil, a partir de 2024.
De acordo com as regras do programa, o recurso é liberado diretamente ao fornecedor do bem. A aprovação do financiamento é sujeita à análise de credito do banco ou instituição financeira, que define os documentos necessários para o pedido de financiamento.
Após a contratação, o trabalhador só começará a pagar as parcelas em 60 dias e o prazo para pagar o valor adquirido é até 4 anos, com juros de 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres.
Por- Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (27) que a dívida pública brasileira continua elevada, mas está sob controle e em patamar inferior ao de diversas economias desenvolvidas.

Em entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco, o ministro argumentou que não existe uma regra internacional que estabeleça um limite único para o endividamento dos países e defendeu que a situação fiscal deve ser analisada de acordo com as características de cada economia.
“Não existe uma regra ou um limite colocado nos manuais internacionais, seja do FMI, seja de outra organização internacional, que diga qual é o limite do endividamento de um país. São tamanhos e países diferentes”, afirmou o ministro.
Durigan ressaltou que a comparação favorável ao Brasil, em termos proporcionais na relação entre dívida e Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), não significa que a situação do país esteja confortável.
“Não estou comparando para dizer que o nosso está bom, porque o nosso não está bom”, disse ao lembrar que a dívida bruta do Brasil está entre 80% e 81% do PIB, enquanto alguns países alcançam níveis que chegam a 200%.
“Quando você olha para os Estados Unidos, para os países da Europa, para a China, para o Japão, o endividamento é muito maior que o nosso”, afirmou. “Temos um endividamento alto [no Brasil] , mas ele está sob controle.”
O ministro explicou que mesmo as projeções “muito conservadoras” do Tesouro Nacional apontam que a dívida brasileira continuará crescendo até 2030, mas que a partir daí ela começará a reduzir em termos proporcionais ao PIB.
Juros altos
Para Durigan, o principal desafio é impedir que a dívida continue crescendo. Ele argumentou que, atualmente, o principal fator de pressão sobre o endividamento brasileiro são os juros pagos pelo governo para financiar a própria dívida – e pela população, que também acaba tendo de pagar taxas mais altas.
“O grande desafio é mostrar que, já que a gente não tem déficit primário, o que explica hoje o endividamento são os juros. A quantidade que pagamos de juros para rolar a dívida do país faz com que a gente aumente a nossa dívida pública”, afirmou.
O ministro defendeu que a redução desse custo depende da construção de confiança na condução da economia. Segundo ele, investidores precisam enxergar que o país tem condições de manter uma trajetória sustentável para as contas públicas ao longo do tempo.
“Mostrar que eu tenho uma trajetória sustentável no tempo dá tranquilidade para o investidor”, disse. “Dá tranquilidade para investidores e para os atores da economia do Brasil e do mundo, para que a gente diminua esse endividamento com o tempo.”
Incertezas no mundo
Durigan acrescentou que a credibilidade fiscal se torna ainda mais importante em um contexto internacional marcado por guerras, tensões geopolíticas e incertezas econômicas.
“É uma incerteza brutal saber se essa guerra [entre EUA e Irã] vai acabar, se não vai acabar. Nós temos que proteger o nosso povo com medidas racionais, que não prejudiquem as contas públicas”, afirmou.
Segundo o ministro, preparar o país para um cenário global mais instável exige consolidação fiscal e capacidade de investimento em áreas estratégicas. “Preparar o país para o mundo de incerteza, para o mundo de conflito, é o que é mais importante. E essa preparação envolve consolidação fiscal”, disse.
Na avaliação de Durigan, o equilíbrio das contas públicas não deve ser visto apenas como resposta às expectativas do mercado financeiro, mas como instrumento para garantir crescimento sustentável, ampliar investimentos e melhorar as condições de vida da população.
Segundo ele, o objetivo é fazer com que o Brasil funcione como “um porto seguro para o mundo” em um ambiente internacional cada vez mais incerto.
por- Agência Brasil
Pela quarta semana consecutiva, o mercado financeiro reduz as expectativas de inflação para 2026 no Brasil. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, deve fechar o ano em 5,12%.

Na semana passada, a inflação projetada para o ano estava em 5,15%. Há quatro semanas, as projeções para este índice estava em 5,33%.
Para os anos subsequentes (2027 e 2028), as expectativas inflacionárias do mercado financeiro são, respectivamente, de 4,22% e 3,80%.
Nos demais indicadores (PIB, Câmbio e Selic), as projeções do mercado se mantêm estáveis há, pelo menos, quatro semanas.
PIB e dólar
No caso do Produto Interno Bruto – soma de todos os bens e serviços produzidos no país –, as projeções do mercado financeiro permanecem em 1,99% em 2026. Para 2027 e 2028, o mercado projeta, para a economia, crescimentos de 1,60% e 2%, respectivamente
Segundo o Boletim Focus, as projeções para o câmbio ao final de 2026 estão estáveis há seis semanas, com cotação de R$ 5,20 para o dólar ao final do ano. Para os anos subsequentes, são esperadas cotações de R$ 5,28 em 2027; e de R$ 5,30 em 2028.
Taxa Selic
A projeção da taxa básica de juros (Selic) para 2026 se manteve em 14% pela quinta semana consecutiva.
A taxa atual, estabelecida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 17 de junho, é 14,25%. Com isso, há expectativa de, pelo menos, uma redução na atual taxa até o final de 2026.
A próxima reunião do Copom está prevista para os dias 4 e 5 de agosto.
As previsões da Selic para 2027 e 2028 se mantiveram estáveis, em 12% e 10,5%, respectivamente.
De junho de 2025 até março de 2026, a Selic estava em 15% ao ano – o maior nível desde julho de 2006, quando foi fixada em 15,25% ao ano.
De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes.
Por- Agência Brasil
A semana começa com sol e elevação das temperaturas no Paraná, com valores que podem chegar aos 30°C nos termômetros em cidades do Oeste e Norte do estado. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), chove quarta-feira (29), e as temperaturas máximas caem para 23°C em algumas regiões. Depois que a chuva for embora, entre quinta (30) e sexta-feira (31), as temperaturas voltam a subir.
Nesta segunda-feira (27), não há previsão de chuva. O amanhecer teve formação de nevoeiros próximos a rios e lagos, mas essas condições se dissipam rapidamente. Ao longo do dia, o predomínio de sol favorece a elevação das temperaturas. Na terça-feira (28), o sol continua predominando e as temperaturas seguem elevadas.
Entre a noite de terça e a madrugada de quarta-feira (29), uma área de baixa pressão entre os países vizinhos e o Sul do Brasil favorece o retorno da chuva, inicialmente no Oeste e Sudoeste do Paraná. Na quarta, a chuva avança sobre o Estado e se espalha por todas as regiões ao longo do dia, causando declínio nas temperaturas máximas. As condições atmosféricas são favoráveis para pancadas de chuva acompanhadas de raios e rajadas de vento localizadas.
PERDE FORÇA - Na quinta-feira, a chuva perde força. O céu permanece com bastante nebulosidade na faixa Leste, onde há a possibilidade de chuva ocasional. Já na sexta-feira, a nebulosidade ainda predomina entre o Centro-Sul, Campos Gerais, Sudoeste e Leste do Paraná, enquanto nas demais regiões o sol aparece com mais frequência, elevando novamente as temperaturas, principalmente no Oeste e Norte do estado.
As temperaturas mínimas, no amanhecer, ficam acima dos 10°C a semana inteira, em todo o Paraná. As máximas, entretanto, sofrem declínio após a chuva. Por exemplo, as tardes, que começam a semana na casa dos 30°C em cidades do Oeste e Norte, caem para 23°C em Guaíra e 24°C em Umuarama na quarta-feira.
Os valores voltam a ficar perto dos 30°C a partir de quinta nestas regiões, enquanto na faixa leste do Estado a amplitude térmica diminui: em Curitiba as máximas chegam aos 26°C segunda e terça-feira, mas na quinta, as temperaturas ficam entre 13°C e 18°C o dia inteiro; e Paranaguá, que pode ter máximas perto dos 30°C entre terça e quarta, fica quinta e sexta com temperaturas entre 18°C e 21°C.
Por - simepar
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira mostra o senador Sergio Moro (PL) na liderança da disputa pelo governo do Paraná.
Nos três cenários testados de primeiro turno, ele varia entre 39% e 40% das intenções de voto, além de também aparecer à frente de todos os seus adversários em um eventual segundo turno. Assim como no levantamento anterior, divulgado em abril, o candidato escolhido pelo governador Ratinho Junior (PSD) como seu sucessor, Sandro Alex (PSD), aparece somente na quarta colocação, atrás de Requião Filho (PDT) e Rafael Greca (MDB).
O levantamento realizou 1.104 entrevistas em 59 municípios paranaenses entre os dias 21 e 25 de julho, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Os atuais cenários demonstram estabilidade quando comparados com a divulgação anterior, com os principais candidatos mantendo suas respectivas posições. Para 64% da população paranaense, no entanto, o voto ainda pode mudar, enquanto 35% afirma que a escolha já é definitiva.
1° Turno - Cenário I:
- Sergio Moro (PL): 39%
- Requião Filho (PDT): 18%
- Rafael Greca (MDB): 12%
- Sandro Alex (PSD): 7%
- Luiz França (Missão): 1%
- Tony Garcia (DC): 1%
- Indecisos: 15%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 7%
1° Turno - Cenário II:
- Sergio Moro (PL): 39%
- Requião Filho (PDT): 19%
- Rafael Greca (MDB): 12%
- Sandro Alex (PSD): 8%
- Luiz França (Missão): 1%
- Indecisos: 15%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 6%
1° Turno - Cenário III:
- Sergio Moro (PL): 40%
- Requião Filho (PDT): 24%
- Sandro Alex (PSD): 9%
- Luiz França (Missão): 2%
- Indecisos: 16%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 9%
Ao todo, 32% dos eleitores do Pará se consideram independentes. 9% se consideram "lulistas" e 13% afirmam ser da "esquerda não lulista". No campo político oposto, 28% dizem ser da "direita não bolsonarista", enquanto 17% se declaram "bolsonaristas". Outros 1% não sabem ou não responderam.
Segundo turno
O candidato mais competitivo contra Moro em um eventual segundo turno, conforme a Genial/Quaest, é o deputado estadual Requião Filho. Ele é o nome escolhido para ser o palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no estado.
Moro X Requião (2° turno):
- Sergio Moro (PL): 48% (-1)
- Requião Filho (PDT): 29% (-1)
- Indecisos: 13% (+1)
- Branco/Nulo/Não vai votar: 10% (+1)
Contra o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, Moro oscila para 47%, contra 25% do candidato do MDB. A maior vantagem do senador é justamente contra o sucessor de Ratinho Jr, quando sobe para 50% das intenções de voto, enquanto Sandro Alex pontua 18%.
O candidato mais rejeitado até o momento é Requião Filho, com 47%, mesmo percentual da última divulgação. Moro marca 34% nesse quesito — 3% a menos do que em abril.
Sandro Alex, por sua vez, é o menos rejeitado, com 17%. Apesar disso, dentre os quatro principais concorrentes, ele é o mais desconhecido: 68% dizem não conhecê-lo.
Ao mesmo tempo, para 63% dos paranaenses, Ratinho merece eleger um sucessor — seu governo é aprovado por 81% da população, com avaliação positiva de 68%. O maior problema do estado, para 28% da população, é a saúde, seguido por violência (14%) e educação (8%).
Senado
A corrida pelo Senado é liderada por Álvaro Dias, com 20% das intenções de voto no principal cenário. Em seguida, aparecem ao menos seis nomes em empate técnico, com três empatados numericamente: Alexandre Curi (PSD), Deltan Dallagnol (Novo) e Gleisi Hoffmann (PT).
Cenário I (principal):
- Álvaro Dias (MDB): 20%
- Alexandre Curi (PSD): 10%
- Deltan Dallagnol (Novo): 10%
- Gleisi Hoffmann (PT): 10%
- Filipe Barros (PL): 8%
- Cristina Graeml (PSD): 4%
- Dr. Rosinha (PT): 4%
- Luiz Carlos Hauly (Podemos): 1%
- Indecisos: 19%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 14%
Presidência
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente na disputa pela Presidência da República entre os eleitores paranaenses, com 42% das intenções de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em segundo, com 24%, enquanto Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Samara Martins (UP) aparecem com 2%.
Em um eventual segundo turno contra Lula, Flávio marca 50% das intenções de voto no estado, contra 28% do petista. Lula, no Paraná, também aparece numericamente atrás de Caiado — 33% contra 29% — e Zema — 32% contra 30%. No cenário contra o goiano, outros 26% se enquadram em "votos em branco, nulo ou não vai votar", taxa que oscila para 27% na disputa com o ex-governador de Minas.
O voto para a Presidência é definitivo para 46% da população, contra 54% que afirmam que a escolha ainda "pode mudar". A maior certeza do voto ocorre entre os eleitores petistas, com 71% afirmando que a escolha por Lula é definitiva. Por outro lado, apesar da vantagem nas intenções de voto, o percentual cai para 58% entre os apoiadores de Flávio.
Qual o melhor resultado para o Brasil?
- Lula e o PT vencerem: 21%
- A família Bolsonaro voltar a governar: 30%
- A vitória de um nome fora da política e da polarização: 21%
- A vitória de um candidato moderado fora da polarização: 21%
- Não sabem/Não responderam: 7%
Por - O Globo
A Nasa divulgou um mapa tridimensional do campo gravitacional da Terra baseado em observações de satélite. A representação chamou atenção por sua forma, menos simétrica do que normalmente se imagina.
O gráfico representa o geoide, uma superfície equipotencial que descreve a forma que o nível médio do mar teria se as águas permanecessem completamente paradas, sem a influência das marés, ventos ou correntes marítimas. Em vez disso, leva em conta a massa de rochas, magma e água acumuladas profundamente sob a superfície.
Nesse sentido, os especialistas esclareceram que o gráfico não constitui uma fotografia da aparência externa do planeta, mas sim uma ilustração que amplifica a escala vertical entre 7.000 e 10.000 vezes para tornar visíveis as pequenas diferenças na força de atração.
— Como a distribuição dos materiais nas profundezas da Terra varia, seu campo gravitacional tem colinas e vales — explicou Michael Watkins, cientista do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em uma pesquisa de 2020 sobre as propriedades do geoide.
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Em áreas com maior concentração de massa, como a cordilheira dos Andes ou o Himalaia, a atração é maior e se reflete em tons vermelhos, enquanto setores de menor densidade, como o Oceano Índico ou a bacia do Rio Congo, são observados em azul.
Para produzir essa imagem, as equipes técnicas processaram mais de 1 bilhão de observações obtidas ao longo de 15 anos por 19 satélites. O modelo global do GOCO06 combinou dados coletados pela missão GOCE da Agência Espacial Europeia (ESA) e o programa GRACE, promovido pela agência dos EUA em conjunto com o Centro Aeroespacial Alemão.
— O campo gravitacional da Terra muda de mês para mês, principalmente devido à massa da água se movendo sobre a superfície — explicou Watkins, cientista do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa na época.
A missão GRACE usou duas espaçonaves idênticas que voaram em sequência a 220 quilômetros de distância para medir flutuações micrômicas e registrar o deslocamento da água nos oceanos, chuvas e geleiras.
Além disso, o mapa mostrou que a altura do geoide registra variações que vão de um máximo de 85 metros na Islândia até um mínimo de 106 metros abaixo do nível médio no sul da Índia.
— É muito difícil medir quanta água está profundamente no solo e quanto muda de ano para ano — disse Watkins. A ferramenta ajuda a analisar o ciclo hidrológico, a disponibilidade de água subterrânea para irrigação agrícola e o aumento marítimo de longo prazo.
Por - O Globo
A jovem Ana Paula Silveira Cardoso, de 29 anos, desapareceu no último sábado (25), enquanto atravessava um rio durante uma trilha com uma amiga, em Sapopema, no norte do Paraná.
Ana Paula fazia um passeio no Salto das Orquídeas com um grupo. Ela e a amiga, com o objetivo de chegar a um mirante, decidiram atravessar um rio com o auxílio de cordas. A água, porém, estava agitada por conta de chuvas recentes.
Durante a travessia, Ana Paula caiu. A amiga tentou ajudá-la, mas também caiu na água.
A amiga que a acompanhava chegou a ficar inconsciente e foi encontrada na manhã do dia seguinte pelos donos da propriedade que foram checar o nível da água. Ela recebeu atendimento médico e está internada em Cornélio Procópio.
Bombeiros e policiais procuram por Ana Paula com o auxílio de drones.
A jovem é moradora de Londrina e trabalha como fotógrafa.
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Bombeiros e policiais procuram por Ana Paula Silveira Cardoso com o auxílio de drones no Salto das Orquídeas, em Sapopema — Foto: Corpo de Bombeiros
Por- G1
A carteira de estudante garante mais do que a meia-entrada em cinemas, shows e eventos culturais.
Além desse direito previsto em lei, estudantes podem acessar descontos em serviços de assinatura, softwares, eletrônicos e cursos, além de iniciativas oferecidas por instituições de ensino e programas públicos. As vantagens variam conforme o perfil do aluno, a instituição e a empresa participante. Conhecer essas oportunidades pode ajudar a reduzir gastos e garantir o acesso a produtos, serviços e recursos voltados à educação.
A seguir, confira dez benefícios pouco conhecidos, veja quem pode utilizá-los, como funcionam e quais exigem comprovação de vínculo estudantil.
Índice
- Meia-entrada em eventos culturais e esportivos
- Passe estudantil ou desconto no transporte público
- Descontos em softwares e ferramentas profissionais
- Assinaturas com preço reduzido para estudantes
- Descontos para compra de notebooks, celulares e eletrônicos
- Cursos gratuitos e certificações
- Biblioteca digital e acesso gratuito a conteúdos acadêmicos
- Benefícios oferecidos pela própria universidade
- Programas públicos para estudantes de baixa renda
- Descontos exclusivos oferecidos pela carteira de estudante
1. Meia-entrada em eventos culturais e esportivos
A meia-entrada para estudantes é um benefício garantido por lei que permite pagar metade do valor do ingresso em eventos culturais, esportivos e de entretenimento. O desconto de 50% vale para cinemas, teatros, shows, espetáculos circenses, atividades educativas e outras atrações de lazer.
O direito é assegurado pela Lei nº 12.933/2013 e vale em todo o território nacional. Podem utilizar o benefício estudantes regularmente matriculados na educação básica, no ensino técnico, na graduação e na pós-graduação. Para comprovar esse direito, é necessário apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE), válida em todo o Brasil e emitida por entidades autorizadas pela legislação federal. O documento deve estar dentro do prazo de validade, renovado anualmente.
Entre as entidades autorizadas estão a UNE, a Ubes, a ANPG, os Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs), os Centros e Diretórios Acadêmicos e entidades estudantis filiadas, desde que emitam a carteira conforme o modelo nacional.
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2. Passe estudantil ou desconto no transporte público
O passe estudantil é um benefício que reduz ou elimina o custo das passagens para estudantes no transporte público. Dependendo das regras locais, ele pode garantir gratuidade total, desconto de 50% na tarifa ou uma quantidade limitada de viagens mensais.
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O benefício atende estudantes regularmente matriculados no ensino fundamental, médio, técnico, superior e em cursos profissionalizantes reconhecidos. Em muitas cidades, alunos da rede pública ou de baixa renda têm direito ao passe livre. Já estudantes da rede privada ou do ensino superior costumam receber desconto parcial nas passagens, conforme a legislação local.
Para solicitar o benefício, o estudante geralmente precisa fazer um cadastro no órgão responsável pelo transporte e apresentar documentos como RG, CPF, comprovante de residência e declaração de matrícula. Após a aprovação, o estudante recebe um cartão de transporte para usar nas viagens.
Como não existe uma lei federal que padronize o passe estudantil em todo o país, cada estado e município define as próprias regras. Por isso, consulte o programa disponível na cidade onde mora ou estuda para verificar os critérios, a documentação exigida e o tipo de benefício oferecido.
3. Descontos em softwares e ferramentas profissionais
Os descontos em softwares e ferramentas profissionais permitem que estudantes utilizem programas pagos por preços reduzidos ou até gratuitamente durante o período de estudos. Em geral, as empresas exigem um e-mail institucional ou um comprovante de matrícula para liberar o benefício.
Entre as principais opções, estão:
- Microsoft 365 Education: oferece acesso gratuito a aplicativos como Word, Excel, PowerPoint e OneNote para estudantes e educadores de instituições de ensino participantes. O acesso costuma exigir um e-mail institucional. Caso o domínio não seja reconhecido, a Microsoft pode solicitar um comprovante de matrícula.
- Canva para Educação: disponibiliza recursos do plano Pro para alunos da educação básica. O acesso depende de uma escola ou professor já verificado na plataforma. Em alguns casos, estudantes também podem utilizar um e-mail escolar compatível.
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- Autodesk Education: libera gratuitamente softwares como AutoCAD, Revit e Fusion para estudantes com 13 anos ou mais matriculados em instituições credenciadas. A plataforma pode solicitar documentos que comprovem a matrícula.
- GitHub Student Developer Pack: reúne ferramentas de desenvolvimento, hospedagem e serviços gratuitos para estudantes de cursos formais. A validação ocorre por e-mail institucional ou pelo envio de documentos, como declaração ou carteirinha de estudante.
- JetBrains Student: oferece acesso sem custo a IDEs como IntelliJ IDEA, PyCharm e WebStorm para estudantes matriculados em cursos com duração superior a um ano. A comprovação pode ocorrer por e-mail institucional, documentos de matrícula ou uma conta já aprovada no GitHub Student Developer Pack.
Antes de solicitar qualquer benefício, vale conferir os critérios de elegibilidade da plataforma. Cada empresa define as próprias regras e pode alterar os requisitos de acesso ao longo do tempo.
4. Assinaturas com preço reduzido para estudantes
As assinaturas com preço reduzido para estudantes oferecem descontos em serviços de música, vídeos e outras plataformas digitais. Em geral, o benefício atende alunos do ensino superior e exige a comprovação da matrícula por meio de um e-mail institucional ou de plataformas de verificação.
Os serviços mais conhecidos são:
- Spotify Premium Universitário: custa R$ 12,90 por mês no Brasil. O plano atende estudantes maiores de 18 anos matriculados em instituições de ensino superior credenciadas. A validação ocorre pela plataforma SheerID e pode exigir login no portal da faculdade ou envio de um comprovante de matrícula.
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- Apple Music para Estudantes: oferece assinatura por R$ 12,90 mensais para alunos do ensino superior. O benefício pode ser utilizado por até 48 meses e exige validação pela plataforma UNiDAYS, com e-mail institucional ou documentos acadêmicos.
- YouTube Premium Student: tem mensalidade de R$ 16,90 no Brasil e inclui um mês de teste gratuito para novos assinantes. A plataforma utiliza a SheerID para confirmar o vínculo acadêmico e solicita uma nova validação a cada 12 meses.
- Amazon Prime Student: o programa existe em alguns países, como Estados Unidos e Reino Unido, mas não está disponível no Brasil. Nos locais onde é oferecido, a empresa costuma solicitar e-mail institucional ou documentos que comprovem a matrícula.
- Outros serviços: o Deezer Student custa R$ 10,90 por mês para estudantes elegíveis. Já o Mubi oferece assinatura estudantil por R$ 21,90 mensais. Além disso, plataformas como o Qobuz também disponibilizam descontos em alguns mercados.
Antes de contratar qualquer assinatura, consulte as regras da plataforma. A disponibilidade dos planos estudantis, os valores e os requisitos de comprovação podem variar conforme o país e sofrer alterações ao longo do tempo.
5. Descontos para compra de notebooks, celulares e eletrônicos
Descontos para compra de notebooks, celulares e eletrônicos permitem que estudantes e profissionais da educação adquiram produtos com preços reduzidos em programas educacionais de fabricantes. Em geral, o benefício exige a comprovação do vínculo com uma instituição de ensino e permanece disponível durante todo o ano, embora algumas marcas realizem campanhas especiais.
Algumas fabricantes mantêm programas educacionais, como:
- Apple Education Store: oferece descontos permanentes em Macs e iPads para estudantes universitários, aprovados no vestibular, professores e funcionários de instituições de ensino. O preço reduzido aparece automaticamente na loja educacional. No entanto, a Apple pode solicitar documentos, como comprovante de matrícula ou carteirinha de estudante, em auditorias posteriores. Além disso, a empresa costuma reforçar as ofertas durante a campanha de Volta às Aulas, que pode incluir brindes ou descontos em acessórios.
- Samsung Programa Estudantes: disponibiliza preços reduzidos em smartphones, notebooks, tablets e outros eletrônicos para estudantes e professores elegíveis. O acesso exige login no portal do programa com e-mail institucional ou validação pela plataforma UNiDAYS. Após a aprovação, os descontos, que podem chegar a 30%, aparecem automaticamente nas páginas dos produtos e no carrinho.
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- Outras fabricantes: empresas como Dell, Lenovo e Positivo também promovem campanhas educacionais. Em geral, elas exigem cadastro com e-mail acadêmico, validação por plataforma parceira ou envio de documentos que comprovem o vínculo com uma instituição de ensino. Os descontos podem variar conforme o produto, o período da promoção e as regras definidas por cada fabricante.
6. Cursos gratuitos e certificações
Muitas plataformas oferecem capacitações online e permitem estudar no próprio ritmo. Em diversos casos, o certificado digital fica disponível após a conclusão das atividades e da avaliação final.
Algumas das plataformas com esses benefícios são:
- Google: disponibiliza cursos em áreas como marketing digital, análise de dados e inteligência artificial. Parte das formações ocorre em parceria com plataformas como o Coursera. Os conteúdos básicos costumam ser gratuitos. Já alguns certificados profissionais podem exigir auxílio financeiro ou emissão por programas parceiros.
- Microsoft: reúne cursos gratuitos no Microsoft Learn sobre Azure, inteligência artificial e ferramentas corporativas. O acesso ao conteúdo não tem custo. No entanto, os exames para certificações oficiais geralmente são pagos, embora a empresa ofereça vouchers gratuitos em eventos específicos.
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- Cisco Networking Academy: oferece cursos sobre redes, infraestrutura e cibersegurança, com simuladores próprios para atividades práticas. Além disso, os cursos introdutórios concedem certificados de conclusão e emblemas digitais sem cobrança. As certificações profissionais da Cisco, por outro lado, exigem a realização de um exame pago.
- Fundação Bradesco: a Escola Virtual disponibiliza cursos gratuitos em tecnologia, administração, finanças e outras áreas. Após alcançar a nota mínima na avaliação final, o aluno recebe um certificado digital emitido pela própria plataforma.
- Escola Virtual GOV (EV.G): mantida pela ENAP, reúne cursos gratuitos para servidores públicos e cidadãos. As capacitações incluem temas de gestão, inovação e tecnologia. Ao concluir a carga horária e obter aprovação na avaliação, o participante recebe certificado emitido pela plataforma ou pela instituição parceira responsável pelo curso.
7. Biblioteca digital e acesso gratuito a conteúdos acadêmicos
As bibliotecas digitais e o acesso gratuito a conteúdos acadêmicos permitem que estudantes consultem livros, artigos científicos e materiais especializados sem custo adicional. Muitas universidades oferecem esse benefício por meio de assinaturas institucionais e parcerias com editoras e órgãos públicos. Assim, o aluno pode acessar periódicos científicos, e-books, bases de pesquisa e bibliotecas digitais durante toda a graduação.
Em geral, o acesso funciona de forma automática quando o estudante utiliza a rede da universidade. Fora do campus, basta fazer login com as credenciais acadêmicas em sistemas como a Rede CAFe, VPN ou plataformas da própria instituição. Além disso, bibliotecas virtuais como Minha Biblioteca e Biblioteca Virtual Pearson costumam integrar o acervo de diversas universidades e permitem consultar livros pelo computador ou celular.
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Apesar da facilidade, muitos estudantes deixam de aproveitar esses recursos por desconhecerem que a instituição já oferece esse acesso. Por isso, vale consultar o portal da biblioteca da universidade para verificar quais bases de dados e coleções digitais estão disponíveis.
8. Benefícios oferecidos pela própria universidade
Os benefícios oferecidos pelas universidades ajudam estudantes a permanecer na graduação e participar de atividades acadêmicas. Muitas instituições mantêm programas de assistência estudantil e bolsas de apoio. No entanto, as regras, os valores e a disponibilidade variam conforme cada instituição.
Os auxílios mais comuns incluem:
- Auxílio permanência: oferece um valor mensal para ajudar estudantes de baixa renda a custear despesas do dia a dia, como material didático e outras necessidades básicas. O benefício costuma ser concedido após análise socioeconômica realizada em editais da própria instituição.
- Auxílio alimentação: garante refeições gratuitas ou com desconto nos restaurantes universitários, ou um benefício financeiro destinado à alimentação. Em geral, o estudante precisa atender aos critérios definidos pela política de assistência estudantil.
- Auxílio transporte: reduz os gastos com deslocamento entre a residência e o campus. O benefício pode ser pago em dinheiro ou concedido por meio de passes de transporte, conforme as regras da universidade.
- Moradia estudantil: oferece vagas em residências universitárias ou auxílio para pagamento de aluguel a estudantes que precisaram mudar de cidade para estudar. A seleção normalmente considera renda familiar e distância da residência.
- Bolsas de monitoria: remuneram estudantes para auxiliar professores em atividades de ensino e atendimento aos colegas. A participação depende de processo seletivo interno, que pode considerar provas e desempenho acadêmico.
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- Bolsas de iniciação científica: permitem que alunos participem de projetos de pesquisa orientados por professores. O ingresso ocorre por editais específicos e exige o cumprimento das atividades e a entrega de relatórios durante a bolsa.
- Apoio psicológico: oferece atendimento gratuito com psicólogos da instituição para auxiliar estudantes em questões como ansiedade, estresse e adaptação à vida acadêmica. O acesso costuma ocorrer por triagem ou agendamento realizado pela própria universidade.
Antes de solicitar qualquer benefício, vale consultar os editais da instituição. Cada universidade define os requisitos, os prazos e a documentação exigida.
9. Programas públicos para estudantes de baixa renda
Os programas públicos para estudantes de baixa renda oferecem apoio financeiro e acesso ao ensino para reduzir a evasão escolar. As iniciativas atendem diferentes etapas da educação, desde o ensino médio até a graduação. Além disso, cada programa possui regras próprias de renda, escolaridade e participação:
- Pé-de-Meia: funciona como uma poupança do governo federal para incentivar a conclusão do ensino médio público. O estudante recebe depósitos em uma conta digital da Caixa conforme mantém frequência mínima, realiza a matrícula, conclui cada ano letivo e participa do Enem. O programa atende jovens de famílias inscritas no CadÚnico que cumprem os critérios estabelecidos.
- Bolsa Permanência: oferece um auxílio financeiro mensal para ajudar estudantes de graduação em universidades federais a permanecerem no curso. O benefício prioriza alunos indígenas, quilombolas e outros estudantes em situação de vulnerabilidade, conforme as regras do programa e da instituição.
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- Prouni: concede bolsas integrais ou parciais em faculdades particulares. A seleção utiliza a nota do Enem e considera critérios de renda e de escolaridade definidos pelo Ministério da Educação.
- Fies: financia cursos superiores em instituições privadas. O estudante realiza a graduação e inicia o pagamento do financiamento após a conclusão do curso, conforme as regras do programa. O acesso também depende da nota do Enem e da renda familiar.
- Auxílios estaduais: governos estaduais e universidades públicas estaduais também oferecem benefícios, como auxílio-alimentação, passe estudantil, bolsas e apoio financeiro. As regras de participação variam conforme a legislação e os editais de cada estado.
10. Descontos exclusivos oferecidos pela carteira de estudante
A carteira de estudante também pode dar acesso a clubes de vantagens com descontos em produtos e serviços. Diferentemente da meia-entrada, porém, esses benefícios não são garantidos por lei. Eles dependem dos convênios firmados pela entidade emissora e podem variar conforme a região e o período.
Algumas entidades, como UNE, UBES e emissoras do Documento Nacional do Estudante (DNE), mantêm parcerias com empresas de diferentes segmentos. Assim, o estudante pode encontrar descontos em cursos, farmácias, restaurantes, academias, lojas e até serviços relacionados a viagens, como hospedagens e passagens. Em alguns casos, as vantagens também incluem cashback e ofertas exclusivas em plataformas parceiras.
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O funcionamento varia conforme o clube de benefícios. Em geral, basta apresentar a carteira válida ou acessar a plataforma da entidade emissora para consultar os parceiros e resgatar os descontos disponíveis. Antes de utilizar esse benefício, vale conferir quais convênios estão ativos no site da entidade responsável pela emissão da carteira. Como essas vantagens resultam de acordos comerciais, elas podem ser alteradas ou encerradas a qualquer momento.
Por - TechTudo
O Ministério das Relações Exteriores chamou para consultas o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Julio Bitelli, após ofensas proferidas pelo presidente da Argentina Javier Milei contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Milei participou, nesse sábado (25), em São Paulo, da convenção do Partido Liberal (PL) que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Seu discurso foi repleto de ofensas ao seu homólogo brasileiro, insultando-o diretamente mais de uma vez. Em uma delas, chamou o presidente do Brasil de “presidiário”.
Houve insultos também ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, a quem Javier Milei chamou de “lixo careca” por não ter autorizado visita a Jair Bolsonaro.
Na diplomacia, o gesto de chamar o embaixador para consultas significa descontentamento, um momento de tensão e gravidade entre dois países.
Bitelli deve chegar a Brasília entre a noite deste domingo (26) ou na madrugada de segunda-feira (27).
Civilidade
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, divulgou nesse sábado (25) nota oficial em que classifica como “referência desrespeitosa” a declaração do presidente da Argentina, Javier Milei, sobre o ministro do STF Alexandre de Moraes.
“Ao reafirmar a plena autonomia do Judiciário brasileiro, a Presidência do STF deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados”, disse Fachin, em nota.
Por - Agência Brasil


























