Derrota da Argentina na final da Copa gera tumultos e deixa feridos em Balneário Camboriú e Florianópolis

Torcedores argentinos e brasileiros se envolveram em tumultos e confrontos em Balneário Camboriú e Florianópolis após a derrota da Argentina para a Espanha na final da Copa do Mundo, na noite de domingo (19). Ao menos nove pessoas pessoas ficaram feridas durante ocorrências nas duas cidades, conhecidas pela grande concentração de torcedores hermanos.

Em Balneário Camboriú, foram oito feridos após confusões que ocorreram no calçadão da Praia Central, onde o jogo foi transmitido, e arredores. A Guarda Municipal da cidade registrou brigas, arremesso de garrafas e lançamento de fogos de artifício contra as guarnições

Imagens mostram uma briga entre os torcedores argentinos e brasileiros após o jogo, além da presença da Polícia Militar para conter brigas em Balneário Camboriú.

Em Florianópolis, no bairro de Canasvieiras, tradicional ponto de encontro de turistas do país vizinho, o conflito entre brasileiros e argentinos precisou ser dispersado pela Polícia Militar.

 

Um argentino de 33 anos foi encontrado ferido na região logo após o jogo e precisou de atendimento médico.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, o homem foi atendido pelo Samu com suspeita de lesão na medula espinhal.

Inicialmente consciente, ele ficou desorientado durante o transporte e recebeu suporte de oxigênio antes de ser encaminhado ao Hospital Governador Celso Ramos.

 
 
 
 
 
 
Por - G1
Liquidação automotiva: entenda por que carros novos e usados estão mais baratos no Brasil e o que os chineses têm a ver com isso

Nas concessionárias de carros zero-quilômetro e nas revendedoras de automóveis usados só se fala em uma coisa: descontos.

É a forma que elas encontraram, juntamente com as montadoras que fabricam no país, de reagir à forte concorrência que enfrentam dos carros chineses, principalmente os eletrificados, que seduzem brasileiros com preços competitivos, tecnologia e a promessa de economia com baterias no lugar do motor a gasolina ou etanol.

O Brasil praticamente dobrou a importação de automóveis da China no primeiro semestre deste ano. Foram 140,8 mil emplacamentos — contra 71 mil no mesmo período de 2025 — de veículos vindos do país asiático, segundo levantamento da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). As vendas de montadoras chinesas que fabricam no Brasil, como GWM e BYD, dispararam na mesma proporção.

As montadoras tradicionais reagiram cortando preços e estão provocando um efeito dominó nas tabelas de automóveis novos e usados no país, abrindo uma oportunidade para os consumidores em um setor que esteve em alta nos últimos anos.

 

Bônus de até R$ 40 mil na troca por um novo

As concessionárias ampliaram descontos neste mês e passaram a oferecer bônus generosos na troca de usados por modelos zero-quilômetro

A Toyota, por exemplo, oferece bônus de até R$ 40 mil na troca de um usado por alguns de seus carros zero. No caso do Yaris Cross XR, um modelo novo cujo preço caiu de R$ 149.990 para R$ 139.900 neste mês, esse bônus é de R$ 10 mil. Na prática, quem tem um carro avaliado em R$ 20 mil, por exemplo, pode ter R$ 30 mil de crédito na compra do novo, que sai por R$ 109.900.

 A marca japonesa, que tem fábricas em Minas e São Paulo, admite, em nota, que resolveu oferecer “condições competitivas” aos clientes em resposta à “entrada de novos competidores, somada às transformações relacionadas à eletrificação, conectividade e digitalização, além de novas expectativas em relação à mobilidade”.

Outras montadoras seguem essa trilha. A Honda tem bônus de até R$ 15 mil na troca de um usado, mas não informou a motivação. A Volkswagen cortou em cerca de R$ 10 mil o preço do T-Cross e informou que iniciou o seu “Feirão dos Feirões Volks Vale+”.

 Já a Fiat, da Stellantis, além de bônus na troca, cortou o preço do Fastback Impetus Turbo de R$ 173.490 para R$ 134.990. A montadora diz que é parte das comemorações dos 50 anos da marca italiana no Brasil, mas destacou que está “sempre atenta às variações no cenário” para definir preços.

 

 

Nas revendedoras de usados, tabelas cortadas

Os descontos nas concessionárias de carros zero está forçando movimento similar nas lojas de seminovos, como são chamados os carros com até três anos de uso e baixa quilometragem. Com os preços dos novos se aproximando de suas tabelas, as revendedoras começaram a perder clientes e encher pátios e também aderiram à temporada de descontos.

 Em lojas percorridas pelo GLOBO no Rio na semana passada, há muitos modelos, principalmente os SUVs, à venda abaixo da Tabela Fipe, que aponta o valor médio de mercado dos usados.

 

Efeito dominó chega aos usados

Geraldo Victorazzo, vice-presidente Comercial e de Marketing da Auto Avaliar, explica que o mercado de automóveis funciona em cadeia: quando os preços dos carros novos caem, os de seminovos e usados seguem a tendência:

— Se a referência do carro usado é o carro novo, quando o zero reduz o preço, naturalmente o usado também tem regressão mais forte. A proposta de valor dos chineses, com carros novos com tecnologia embarcada e garantia alongada, fez todo o mercado se reposicionar para baixo. E trouxe depreciação mais aguda para os usados, diferentemente do que acontecia há três anos.

 

Nas lojas de usados do Boulevard Shopping Car, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, pátios estão cheios e há poucos clientes fechando negócio. Empresários e vendedores logo mencionam um crescente interesse por modelos elétricos chineses, mas também citam os juros altos, que dificultam vendas parceladas, principalmente de SUVs.

A consultora de vendas Heloísa Rodrigues, que atua numa das lojas, avalia que, nessa faixa, muita gente fica tentada a pagar um pouco mais para experimentar um eletrificado chinês:

— Os SUVs são muito procurados, é o carro da moda, né? Mas estão acima de R$ 100 mil. O momento das vendas é difícil principalmente porque os carros elétricos entram com preços muito baixos.

Há 11 anos no setor, o vendedor Thyago Damázio vê uma mudança drástica em pouco tempo. Ele diz que carros até R$ 80 mil ainda saem, mas, para manter o giro acima dessa faixa, só com descontos. Ele mostra um T-Cross 2026, com apenas 600 quilômetros rodados, parado ali há dois meses.

— Antigamente eu vendia sete ou oito carros em um sábado. Hoje, se vender essa quantidade em um mês, agradeço a Deus. O mercado nunca esteve tão ruim — afirma.

Marcelo Pinheiro, dono da Lumar Automóveis, também no Boulevard, tem ali um Corolla Cross, um Nissan Kicks e um HR-V há quatro meses. Para evitar mais carros acumulando poeira, ele resolveu sacrificar parte da margem de lucro e aplicou descontos de até R$ 12 mil, mas não está fácil:

 

— Mesmo assim não aparece comprador. Se surgir proposta mais baixa, vou aceitar.

Naquela região da Intendente Magalhães, a queda do movimento já fechou alguns estabelecimentos. Ivan Sousa, gerente de uma loja que ainda resiste, conta que foi obrigado a reduzir o quadro de funcionários:

— Não tem como manter uma estrutura se os carros não vendem. O vendedor precisa comercializar pelo menos dois veículos por mês para ter uma renda mínima, e muitas vezes nem isso está conseguindo.

Damázio acrescenta que os descontos para aquecer as vendas acabam reduzindo a comissão dos vendedores. Ele conta que já chegou a somar ganhos de R$ 14 mil em um mês, mas ultimamente tem feito menos da metade.

O governo acena com uma ajuda: incluiu no Move Brasil, na semana passada, seminovos elétricos e híbridos flex produzidos a partir de 2024 no valor de até R$ 150 mil.

Para J.R. Caporal, CEO da Auto Avaliar e Megadealer, a medida pode ajudar a resolver outro fator que tem freado a venda de automóveis no país: o acesso ao crédito e os juros muito altos. Ele avalia que os descontos também devem favorecer prestações mais acessíveis aos consumidores e revitalizar o mercado.

 

Bom para o consumidor

Para o motorista que quer vender seu carro, o momento não é o melhor. As revendedoras estão reduzindo as avaliações para preservar margens de lucro e compensar os descontos. Já para quem está disposto a comprar, a maré é favorável.

O servidor público Sérgio Machado, de 66 anos, que teve o carro furtado em junho, percorreu na semana passada lojas da Avenida Intendente Magalhães, que concentra revendedoras na Zona Norte do Rio, e saiu com um Cobalt 2017 automático por R$ 56 mil:

— Achei um que coube no meu orçamento. Um zero está fora da minha realidade.

 

Ofensiva chinesa preocupa

As tradicionais produtoras de automóveis no Brasil evitam mencionar diretamente os carros chineses, mas estão preocupadas com eles. A Anfavea, que reúne essas montadoras, tem demandado maior proteção do governo. Além do aumento dos desembarques de veículos chineses, marcas do país asiático investem na produção no Brasil.

A BYD tem crescido com a montagem, na Bahia, de veículos pré-fabricados vindos da China com cotas de importação recentemente prorrogadas pelo governo, a contragosto da Anfavea. A montadora chinesa encerrou o primeiro semestre com alta de 107% nos emplacamentos no Brasil. Foram 99.029, perto do que registrou em todo o ano passado (112.814). Em quatro anos, soma 300 mil carros eletrificados vendidos no país.

Já a GWM, instalada no interior paulista, vendeu nos seis primeiros meses deste ano 35.218 unidades, entre carros e comerciais leves, mais que o dobro da soma no primeiro semestre de 2025: 15.259.

Procuradas, BYD, GWM e Anfavea não quiseram falar sobre o assunto. A Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto) e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) não responderam.

Com preços a partir de R$ 110 mil, tecnologia e design arrojados e a promessa de economia com baterias elétricas, os modelos chineses atraem, por exemplo, motoristas de aplicativos e taxistas. O programa especial de crédito oferecido pelo governo para as categorias, o Move Brasil, contempla híbridos e elétricos até R$ 150 mil.

— Hoje você tem um veículo chinês de maior porte competindo com um modelo menor fabricado no Brasil. Esses carros chegam mostrando suas qualidades e dizendo ao mercado: “Eu também sou uma boa opção, tenho um preço extremamente competitivo. Cabe a você decidir se quer experimentar esse carro ou não” — avalia Milad Neto, sócio e diretor-executivo da K.Lume Consultoria Automobilística.

 

Invasão chinesa não é só no Brasil

A enxurrada de carros chineses não é uma particularidade do Brasil. A reorganização da indústria automotiva da China na propulsão elétrica elevou a produção daquele país com intensa competição entre as montadoras, que conseguiram baixar muito o custo com a verticalização de cadeias produtivas como a de componentes, explica Antônio Jorge Martins, professor de cursos automotivos da FGV.

Para evitar a concorrência predatória, o governo chinês passou a estimular a exportação para outros países, como o Brasil

Segundo dados recentes do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), os carros eletrificados já representam 15% das vendas da China ao Brasil. Entre janeiro e junho deste ano, as importações brasileiras de híbridos plug-in daquele país dobraram, alcançando US$ 2,79 bilhões, enquanto as de elétricos quase quadruplicaram, chegando a cerca de US$ 2 bilhões.

Os híbridos, que ocupavam a 25ª posição na pauta de importações da China na primeira metade de 2025, passaram para o sexto lugar neste ano, com alta de 239% no valor importado.

— Hoje há muitas fabricantes de veículos elétricos na China. Isso significa que elas precisam vender fora do mercado chinês para manter a rentabilidade. Aos poucos, vemos um número cada vez maior de empresas chinesas atuando em outros mercados justamente por essa necessidade de ampliar a lucratividade — afirma Martins, da FGV.

 

Montadoras disputam apoio do governo

Enquanto mercados importantes como a Europa e os EUA levantam barreiras tarifárias aos carros da China, as montadoras representadas pela Anfavea demandam o mesmo do governo brasileiro. No entanto, as fabricantes chinesas que estão se instalando no Brasil também têm se mostrado influentes para colher benefícios fiscais.

No último round dessa disputa, a BYD levou a melhor. Contrariando a Anfavea e atendendo demanda da montadora chinesa, o governo aprovou cotas adicionais de importação com alíquota zero para veículos CKD (totalmente desmontados) e SKD (semidesmontados), a partir de 1º de julho de 2026, pelo prazo de seis meses, em um limite total de US$ 463 milhões. 

Diante desse cenário, observa Milad Neto, resta às montadoras tradicionais adotar estratégias de preço para preservar sua competitividade e recuperar terreno:

— Se deixar como está, o estoque aumenta e as vendas não acontecem. Não dá para manter o mesmo nível de preços quando o carro chinês entrega mais. A saída é reduzir os preços. É uma verdadeira guerra de preços e isso escancara o problema de competitividade da indústria nacional diante dos veículos chineses.

 

Vendas em alta

Com as promoções, a Anfavea revisou para cima sua projeção de vendas de veículos no Brasil neste ano. Espera superar 3 milhões de unidades, marca que não é alcançada desde 2014, com crescimento de 11,7% em relação a 2025. A produção nacional, por sua vez, deve chegar a cerca de 2,8 milhões de veículos, alta de 5,8% sobre o ano passado, o melhor desempenho desde 2019.

Apesar do desempenho positivo do mercado interno, o presidente da entidade, Igor Calvet, demonstrou preocupação com o avanço dos eletrificados importados, embora sem citar diretamente a China, no comunicado que acompanhou os números, no mês passado. Sem a concorrência chinesa, ele avalia que a indústria nacional teria resultados ainda melhores.

“Lamentamos muito que parte dessa recuperação venha sendo capturada por importações incentivadas por alíquotas abaixo da média mundial ou pela produção de eletrificados em SKD isenta de Imposto de Importação, algo que vem se provando desnecessário e fora de propósito, dado o bom desempenho dos veículos eletrificados no mercado”, afirmou o executivo, referindo-se aos kits pré-fabricados na China usados, por exemplo, pela BYD.

 

 

 

 

 

 

Por - O Globo

Cientistas descobrem como café ajuda na saúde e envelhecimento

Um novo estudo aponta para um possível mecanismo para explicar as propriedades benéficas do café sobre o envelhecimento, resposta ao estresse e doenças. Os efeitos da bebida na saúde vêm sendo investigados pela ciência há tempos, com um crescente conjunto de evidências.

Segundo as novas descobertas, de uma equipe da Faculdade de Medicina Veterinária e Ciências Biomédicas (VMBS) da Texas A&M, nos Estados Unidos, determinados compostos presentes no café podem ativar o receptor NR4A1, o que pode explicar parte de seus benefícios.

"O café tem propriedades bem conhecidas de promoção da saúde. O que mostramos é que alguns desses efeitos podem estar relacionados à forma como compostos do café interagem com esse receptor, que participa da proteção do organismo contra danos provocados pelo estresse" afirmou Stephen Safe, professor de Toxicologia Veterinária da Texas A&M, ao ScienceDaily.

O NR4A1 faz parte de um grupo de receptores nucleares que ajudam a controlar a atividade dos genes quando o organismo é exposto ao estresse ou sofre lesões nos tecidos.

Em pesquisas anteriores, Safe e seus colaboradores descreveram o NR4A1 como um "sensor de nutrientes", ou seja, um receptor capaz de responder a compostos da alimentação e contribuir para que o organismo mantenha a saúde ao longo do envelhecimento.

Estudos já relacionaram esse receptor a processos como inflamação, metabolismo e reparo dos tecidos. Eles estão intimamente envolvidos em doenças relacionadas ao envelhecimento, incluindo câncer, enfermidades neurodegenerativas e distúrbios metabólicos.

Grandes estudos observacionais associaram o consumo de café a um menor risco de desenvolver doença de Alzheimer, doença de Parkinson e doenças metabólicas. No entanto, a ciência até hoje levantou apenas hipóteses relacionadas ao consumo da bebida e suas correlações, sem apontar os mecanismos envolvidos.

Agora, Safe e seus colegas propõem que o NR4A1 seja considerado um caminho. Entre os ativos presentes no café que conseguem se ligar ao receptor e modificar sua atividade, estão compostos polihidroxilados e polifenólicos, como o ácido cafeico.

Em modelos de laboratório, esses compostos também alteraram o comportamento das células de maneiras associadas à proteção contra doenças. Eles reduziram os danos celulares e retardaram o crescimento de células cancerígenas.

Quando os pesquisadores removeram o NR4A1 das células, esses efeitos protetores desapareceram. O resultado reforçou a hipótese de que o receptor modifica pelo menos parte dos efeitos biológicos do café.

Embora a cafeína seja o principal componente individual do café, o estudo indica que ela provavelmente não é a principal responsável pelos efeitos protetores da bebida. Safe ressalta que se trata de uma mistura química extremamente complexa e provavelmente atua no organismo por meio de diversos mecanismos biológicos. Porém, o efeito apontado no estudo seria "um dos caminhos importantes", diz.

Como o NR4A1 desempenha um papel em diversas condições médicas, as descobertas também podem contribuir para o desenvolvimento de novos medicamentos. A equipe de Safe está estudando compostos sintéticos capazes de ativar o receptor de forma mais eficiente do que as substâncias naturais presentes na dieta, com o objetivo de desenvolver possíveis tratamentos para o câncer e outras doenças.

 

 

 

 

 

Por - O Globo

Mega-Sena - Aposta do Paraná acerta a quina

O sorteio da Mega-Sena realizado neste domingo (19) premiou uma aposta paranaense que acertou cinco dos seis números sorteados.

O jogo foi feito em Umuarama, cidade da região noroeste.

A aposta foi simples, custou R$ 6 e faturou R$ 59.283,30.

As dezenas sorteadas neste concurso 3033 foram: 18 - 21 - 23 - 43 - 55 - 58.

Em todo o país, 34 apostas acertaram cinco números e faturaram R$ 59.283,30, e 2.901 acertaram quatro números e levaram R$ 1.145,28.

Ninguém acertou os seis números, e o prêmio acumulou em R$ 42 milhões. O próximo sorteio está agendado para terça-feira (21).

A Mega-Sena tem três sorteios semanais: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h.

É possível apostar em qualquer lotérica do país ou pela internet, no internet banking da Caixa Econômica Federal ou no site ou app das Loterias Caixa, que podem ser acessados por celular, computador ou outros dispositivos.

Para concorrer, é necessário ter mais que 18 anos de idade.

A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 6. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e mais chances de faturar.

 

 

Eleições: prazo para convenções partidárias começa

Começa nesta segunda-feira (20) o prazo para os partidos políticos fazerem suas convenções. Essa é uma das etapas mais importantes do período eleitoral, pois é nas convenções que os partidos definem seus candidatos aos cargos em disputa.

Os partidos terão até o dia 5 de agosto para realizarem suas convenções e enviarem as informações dos candidatos e seus respectivos números para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse envio é feito através do Módulo Externo do Sistema de Candidaturas (CANDex), pela internet.

Além da escolha dos representantes dos partidos nas eleições, são sorteados os números com os quais cada candidato concorrerá. O partido tem direito a manter o número de legenda usado na eleição anterior. Os candidatos também têm o direito de manter o número que usaram na eleição anterior para o mesmo cargo.

Também é na convenção que o partido formaliza coligação com um ou mais partidos.

Em 2026, os eleitores vão votar para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal).

Este ano, os partidos deverão fazer convenções estaduais, para escolha de candidatos a governador, vice-governador, senador e suplentes, deputados federais, estaduais e distritais. A convenção nacional decide os candidatos a presidente e vice-presidente da República, ou a participação em uma coligação nacional.

Partidos que já marcaram convenções nacionais

  • Partido Democrático Trabalhista (PDT) – 20 de julho
  • Partido Liberal (PL) – 25 de julho
  • Partido Social Democrático (PSD) – 26 de julho
  • Movimento Democrático Brasileiro (MDB) – 27 de julho
  • Partido Novo (Novo) – 27 de julho
  • Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – 30 de julho
  • Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 31 de julho
  • Partido Verde (PV) – 31 de julho
  • Missão – 1º de agosto
  • Partido da Causa Operária (PCO) – 1º de agosto
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 2 de agosto
  • Partido dos Trabalhadores (PT) – 2 de agosto

 

 

Mega-Sena acumula e próximo prêmio é estimado em R$ 42 milhões

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 3.033 da Mega-Sena, sorteadas neste domingo (19). 

Os números sorteados foram:

18 - 21 - 23 - 43 - 55 - 58.

Com isso, o prêmio da faixa principal para o próximo sorteio, na terça-feira (21), está estimado em R$ 42 milhões.

A quina teve 34 apostas ganhadoras, e cada uma vai receber R$ 59.283,30. Já a quadra registrou 2.901 apostas vencedoras, e cada ganhador receberá um prêmio de R$ 1.145,28.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

 

 

Final da Copa do Mundo: quem vai cantar e como será o show

A final da Copa do Mundo 2026 será disputada entre Espanha e Argentina neste domingo (19), às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

Essa será a primeira final na história do campeonato com um show no intervalo entre o primeiro e o segundo tempo. É um formato inspirado no Super Bowl, mas com várias atrações confirmadas.

Quem vai se apresentar?

A Fifa anunciou Madonna, Shakira com Burna Boy, BTS e Justin Bieber como os headliners do evento.

A apresentação também contará com o maestro venezuelano Gustavo Dudamel, que irá reger uma orquestra conjunta formada pela Filarmônica de Nova York e pela Orquestra Sinfônica Simón Bolívar da Venezuela.

Além deles, o show terá a participação do coral PS22 com a banda Coldplay, o grupo de dança ugandense Ghetto Kids e até os Muppets.

Que horas?

O show acontecerá após o primeiro tempo, que obrigatoriamente terá acréscimos por causa da pausa para hidratação. Por isso, deve começar entre 16h50 e 17h15, já que será necessário montar o palco.

A montagem do palco deve levar cerca de sete minutos e pode levar "provavelmente" o mesmo tempo para liberar o gramado antes do início do segundo tempo.

Como será?

Segundo a FIFA, a apresentação durará 11 minutos. Não está claro se os cantores vão se alternar ou dividir o palco, nem o que devem cantar. Shakira e Burna Boy vão cantar "Dai Dai", a música oficial da Copa deste ano.

 

 

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Final da Copa do Mundo

Espanha e Argentina medem forças às 16h (de Brasília) deste domingo (19), na final da Copa do Mundo.

O jogo será no Estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A Espanha chega à segunda final de sua história na melhor fase que já viveu, em uma sequência invicta de 37 jogos e com a melhor defesa desta Copa do Mundo: apenas um gol sofrido, nas quartas contra a Bélgica. Nos sete jogos até aqui, jamais esteve atrás no placar. Tem como maior força o entrosamento, com trocas de passes que muitas vezes duram minutos, e foi assim que eliminou a França com atuação dominante na semifinal.

Já a Argentina disputa sua segunda final de Copa do Mundo seguida, e dois terços do elenco tem campeões do Catar-2022. Venceu todos os sete jogos até aqui, incluindo três viradas consecutivas com contornos dramáticos, sobre Egito, Suíça e Inglaterra. E tem a seu favor o maior artilheiro dos Mundiais, Messi, autor de 21 gols, a quem o próprio técnico Scaloni confirma que a seleção se adapta.

As seleções se reencontram na Copa do Mundo depois de 60 anos, pois o último e único jogo oficial foi na fase de grupos do Mundial de 1966, com vitória argentina por 2 a 1. O retrospecto tem também 13 amistosos, com vantagem da Espanha (seis vitórias a cinco, com dois empates).

Atuais campeãs continentais, Argentina e Espanha deveriam ter se enfrentado há três meses, na Finalíssima, mas o jogo no Catar foi suspenso por causa da guerra entre EUA e Irã. Depois as confederações jamais entraram em acordo por uma nova data, e o duelo acabou cancelado.

Neste contexto, o encontro mais recente foi em um amistoso de 2018, com goleada espanhola por 6 a 1, mas quase não há remanescentes daquele jogo ainda nas seleções: Messi não jogou, e o melhor em campo foi Isco, com três gols.

 

Escalações prováveis

Espanha - técnico: Luis de la Fuente

A Espanha não costuma fazer segredo sobre escalação, e os titulares da final devem ser os mesmos das quartas e das semifinais. Fabián Ruiz virou titular na vaga que era de Pedri e deve ser mantido no meio-campo. Nos outros setores, não parece haver motivos para trocas.

Escalação: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal.

 

Argentina - técnico: Lionel Scaloni

Ao contrário da Espanha, a Argentina tem variado a escalação e o sistema tático ao longo da Copa do Mundo. As viradas recentes tiveram grande participação dos reservas, principalmente Lautaro. Em relação à semifinal, a tendência é que De Paul retome a vaga de Giuliano Simeone para dar mais combatividade ao meio-campo.

Escalação: Dibu Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; Paredes, De Paul, Enzo Fernández e Mac Allister; Lionel Messi e Julián Alvarez.

 

 

Aluno de escola de aviação morre após ritual de 'banho de óleo' no Paraná, e suspeito é preso

O engenheiro Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, morreu após participar de um ritual comemorativo conhecido como "banho de óleo" em uma escola de aviação de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, e ter uma reação alérgica. O caso aconteceu na noite de quinta-feira (16), após a conclusão de uma etapa de formação aeronáutica.

Segundo o delegado Lucas Petry, responsável pela investigação, a substância jogada no piloto é um óleo usado nos motores de aeronaves.

🔍 O banho de óleo é um tradicional rito de "batismo" em muitas escolas de aviação no Brasil. É feito em alunos de escolas de pilotagem para celebrar uma grande conquista na carreira, como o primeiro voo solo, por exemplo, e marca a entrada na comunidade de pilotos.

 O responsável por jogar a substância na vítima é um instrutor da escola e não teve o nome divulgado. Segundo a Polícia Civil, ele se apresentou espontaneamente na delegacia e foi preso em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Ele foi ouvido e liberado após pagar fiança de R$ 3 mil.

Conforme a polícia, ele confirmou ter jogado a substância no jovem durante a comemoração e disse que o banho nos formados é feito do pescoço para baixo.

Em nota, o Centro de Instrução de Aviação Civil (CIAC) do Aeroclube de Ponta Grossa manifestou pesar pelo falecimento do aluno e disse que, em respeito à memória dele, à sua família e ao "trabalho das autoridades responsáveis pela apuração dos fatos, não fará comentários adicionais sobre o ocorrido até que as investigações sejam concluídas". Veja nota completa mais abaixo.

 
 

De acordo com a polícia, após o "banho de óleo", Gustavo apresentou um grave comprometimento de saúde, recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhado a um hospital. Apesar das tentativas de reanimação feitas pelas equipes de socorro e médicas, Gustavo não resistiu.

À RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, o Samu explicou que o piloto sofreu uma reação anafilática — a forma mais grave e rápida de uma reação alérgica. Ele teve uma crise convulsiva seguida de três paradas cardiorrespiratórias. As duas primeiras foram revertidas, mas ele não resistiu à terceira.

 

O que disse o preso, segundo a polícia

O suspeito se apresentou espontaneamente. Conforme a polícia, ele confirmou ter jogado a substância no jovem durante a comemoração e disse que o banho nos formados é feito do pescoço para baixo.

A Polícia Civil informou ainda que, "até o momento, não foram identificados elementos que indiquem intenção de provocar a morte da vítima".

A investigação vai apurar as circunstâncias do caso, incluindo qual era a composição da substância utilizada, a quantidade usada, as regiões do corpo atingidas e se há relação entre o procedimento realizado e a morte.

Foram solicitados exames necroscópico, toxicológico e químico-pericial para confirmar a causa da morte.

A polícia também deve analisar imagens, documentos e ouvir testemunhas, participantes do ritual e familiares da vítima.

Mapa: Aluno de aviação morre no PR — Foto: g1

Mapa: Aluno de aviação morre no PR — Foto: g1

 

Despedida

Nas redes sociais, amigos e familiares prestaram homenagens a Gustavo. Nas publicações, o descrevem como um jovem querido, com sonhos e planos pela frente.

 "Hoje era para ser o dia mais feliz da vida dele, pois estava realizando o seu maior sonho. Menino lindo, com um coração gigante, vai deixar muita saudades", escreveram.

 "Que tristeza imensa, Gustavo Henrique Lara. Você foi um grande primo e amigo. Nas horas que eu mais precisei vc ligava e me levava pra passear", escreveu uma prima.

 

O que diz a escola de aviação

Veja, abaixo, a íntegra da nota divulgada pelo Centro de Instrução de Aviação Civil (CIAC) do Aeroclube de Ponta Grossa:

"O Centro de Instrução de Aviação Civil (CIAC) de Ponta Grossa manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento do piloto Gustavo Henrique de Lara, ocorrido após a realização de seu voo solo.

Esclarecemos que o lamentável fato ocorreu fora da área do CIAC, logo após o encerramento da atividade de voo da data de ontem (16).

Neste momento de imensa tristeza, expressamos nossa solidariedade e nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e a todos que conviviam com o Gustavo Lara, desejando força e serenidade para enfrentar esta irreparável perda.

O CIAC de Ponta Grossa permanece à inteira disposição das autoridades competentes para colaborar com todos os esclarecimentos que se fizerem necessários, bem como para prestar o apoio cabível aos familiares, dentro de suas possibilidades.

Em respeito à memória do aluno, à sua família e ao trabalho das autoridades responsáveis pela apuração dos fatos, o CIAC não fará comentários adicionais sobre o ocorrido até que as investigações sejam concluídas."

 

 

 

 

 

Por - G1

Furinho no queijo branco é bom sinal ou indica contaminação? Especialista explica

O queijo é um item sempre presente nas mesas brasileiras. Tamanho sucesso está ligado à sua versatilidade no uso e também aos diferentes tipos produzidos no país. Algumas dessas opções apresentam "furinhos", como são chamadas as olhaduras. Como, por exemplo, os queijos emmental, maasdam, gruyère, queijo prato bola e gouda. O que faz surgir a dúvida: quando os furos não são desejáveis?

Como indica o médico patologista André Mario Doi, coordenador médico do setor de Biologia Molecular e Técnicas Especiais do Laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein e membro da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), olhaduras ou "furinhos" também podem indicar a presença de microrganismos. Portanto, a presença deles deve levantar suspeitas quando está em um tipo de queijo que normalmente não deveria apresentar muitos furos, como o branco.

Por que alguns queijos apresentam esses 'furos'?

Em primeiro lugar, é importante entender o que são as olhaduras desejáveis. Elas são cavidades formadas pela produção de gás durante a fermentação dos queijos já citados. Quando estão dentro desta definição, indicam um processo normal de maturação e contribuem para o sabor e a textura do produto.

 

Quando é coliforme fecal?

Doi explica quando a presença dos "furos" deve levantar suspeitas:

  • Estão presentes em tipo de queijo que normalmente não deveria apresentar muitos furos, como o branco;
  • São numerosos, irregulares e acompanhados de estufamento da embalagem; e
  • Se surgem associados a alterações de odor, sabor, textura ou coloração.

Essas alterações podem ocorrer devido ao crescimento de microrganismos indesejáveis, incluindo bactérias coliformes, que podem indicar falhas de higiene durante a produção ou contaminação pós-processamento.

Espécies do gênero Clostridium são responsáveis pelo chamado estufamento tardio, caracterizado por grandes cavidades, rachaduras e odor desagradável, como indica o patologista. Embora essa bactéria comprometa principalmente a qualidade do produto, outras espécies de Clostridium, como Clostridium botulinum, representam um risco à saúde em alimentos específicos, embora sua ocorrência em queijos maturados seja rara.

Leveduras e outros microrganismos fermentadores também podem causar formação anormal de gás.

— É importante destacar que a presença de furinhos isoladamente não permite afirmar que exista uma infecção ou contaminação perigosa. A confirmação depende de avaliação microbiológica e das características do produto — aponta Doi.

 

O que fazer com o queijo com 'furinhos' indesejáveis?

Se houver suspeita de contaminação:

  • Não consuma o produto, principalmente se apresentar odor desagradável, embalagem estufada, mofo inesperado (em queijos que não são maturados por fungos), alteração importante de textura ou sabor.
  • Guarde a embalagem, se possível, para identificação do lote e entre em contato com o fabricante.
  • Caso o produto tenha sido adquirido recentemente, solicite a substituição ou o reembolso.
  • Se houver sintomas após o consumo — como diarreia, vômitos, febre ou dor abdominal — procure atendimento médico, especialmente em crianças, idosos, gestantes e pessoas imunossuprimidas.

No Brasil, a produção de queijos é fiscalizada por órgãos como o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e os serviços estaduais e municipais de inspeção. Além disso, muitas indústrias adotam o sistema APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle) para identificar e prevenir riscos ao longo do processo produtivo.

 

 

 

 

Por - o Globo