Agosto termina com temporais no Sul e calor de até 41ºC no Norte

O último dia de agosto é marcado por contrastes extremos no país, com previsão de temporais e alerta de perigo na Região Sul — onde Curitiba pode alcançar 35°C e Porto Alegre não passa dos 19°C —, enquanto o Centro-Oeste e o Norte enfrentam calor intenso de até 41°C em capitais como Cuiabá e Porto Velho, combinados com tempo seco e chuvas isoladas em outras regiões.

Devido à persistência do calor e do tempo seco, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, hoje (31), dois alertas. O primeiro, um aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade [INMET - Avisos] abrange extensas áreas em 11 unidades federativas (BA; DF; GO; MA; MT; MS; MG; PA; PE; PI e SP) onde a umidade relativa do ar pode variar entre 30% e 20%, com riscos à saúde e de incêndios florestais.

O segundo alerta, laranja, abrange outras regiões em dez unidades federativas (BA; DF; GO; MT; MS; MG; PA; RO; SP e TO), nas quais a umidade relativa do ar pode variar entre 20% e 12%.

O ar muito seco dificulta a dispersão de gases poluentes e resseca as mucosas das vias aéreas, o que, segundo o Ministério da Saúde facilita crises de asma, alergia, além de infecções virais e bacterianas. Associado às altas temperaturas, o tempo seco também potencializa queimadas e incêndios florestais. Nestes casos, é necessário beber bastante água; evitar atividades físicas ao ar livre e a exposição ao sol entre 10h e 17h; procurar um posto médico em caso de problemas respiratórios; evitar banhos com água quente e, se necessário, usar hidratante.

Quando a umidade fica entre 21% e 30%, a Defesa Civil pode decretar o estado de atenção. Caso o indicador caia mais, pode ser decretado o estado de alerta, que ocorre com umidade entre 12% até 20%, ou o estado de emergência, para índices abaixo dos 12%.

Saiba mais detalhes de acordo com o boletim meteorológico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para esta segunda-feira (31) em cada região do país:

Região Sul 

As chuvas não dão trégua e espera-se grandes contrastes de temperatura entre os estados da região. Ocorrem chuvas com trovoadas desde o centro-sul e oeste do Paraná até o sul do Rio Grande do Sul. Há céu encoberto com temporais no sul do Paraná, em todo o estado de Santa Catarina e no centro-norte do Rio Grande do Sul, incluindo Porto Alegre. O Inmet mantém para esta segunda-feira o aviso laranja de perigo para tempestades em todo o estado de Santa Catarina, norte e oeste do Rio Grande do Sul e também para o leste e o centro do Paraná. Curitiba pode atingir 35°C, enquanto Porto Alegre não passa dos 19°C.

Região Norte

Aumento da instabilidade com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no oeste e norte do Amazonas. Chuvas isoladas também no Acre, nas demais áreas do Amazonas, e no centro-oeste e norte de Rondônia e Roraima. Sol e poucas nuvens no Tocantins e centro-sul do Pará. Forte calor à tarde, com máximas de até 37°C em Manaus, 39°C em Palmas e 41°C em Porto Velho. A mínima prevista entre as capitais da região deverá ocorrer em Rio Branco (AC), onde a temperatura pode atingir os 22ºC.

Região Nordeste

Ocorrem pancadas de chuva isoladas no litoral leste (pegando do litoral norte da Bahia até o Rio Grande do Norte, incluindo Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba) e no agreste desses estados. O centro-norte do Ceará, norte do Piauí e Maranhão, e o litoral sul da Bahia ficam com muitas nuvens, mas sem chuva. Céu com poucas nuvens em grande parte da Bahia, oeste de Pernambuco e da Paraíba, sul do Ceará e centro-sul do Piauí e Maranhão. Temperaturas em elevação no interior do Nordeste. A máxima pode chegar a 39º C em Teresina, enquanto a mínima prevista (21ºC) entre as capitais nordestinas podem ocorrer em Salvador e Maceió.

Região Centro-Oeste

As pancadas de chuva se espalham por Mato Grosso do Sul (apenas o nordeste do estado fica sem chuva, com muitas nuvens). Muitas nuvens também no noroeste, oeste e sul de Mato Grosso e no sul de Goiás. Sol e poucas nuvens nas demais áreas. Nas áreas onde predomina o tempo seco, como o Distrito Federal, a tendência é forte elevação das temperaturas, com possibilidade de a temperatura máxima chegar a 41ºC em Cuiabá

Região Sudeste

Muitas nuvens no sul e oeste de Minas Gerais e em São Paulo, com possibilidade de chuvas isoladas no oeste, centro e sul paulista. Céu com poucas nuvens nas demais áreas. O calor continua intenso na capital paulista, com máxima de 36°C.

 

 

 

POr - AgÊnca Brasil

El Niño já eleva preços de café, cacau e açúcar e deve afetar desempenho do agro em 2027

Antes mesmo de o fenômeno climático El Niño — que provoca aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico — atingir seu ápice, ele já começa a afetar o preço de commodities agrícolas.

A expectativa é que a intensificação dos efeitos comece nos próximos meses, mas o mercado financeiro e o setor agrícola já sentem o impacto. O chamado “prêmio de risco climático” tem antecipado a valorização de commodities, como café, açúcar e cacau.

Levantamento da consultoria StoneX, elaborado a pedido do GLOBO, mostra que os contratos futuros de cacau em Nova York acumulam alta superior a 40% desde o início de fevereiro. O movimento é impulsionado pela preocupação com a próxima safra (2026/2027), percepção que ganha força conforme modelos climáticos passam a indicar probabilidade elevada de um El Niño forte. O aumento de preços ocorre mesmo em um período de melhora da oferta de curto prazo e recuperação de estoques, mostrando que o mercado financeiro concentra as atenções nas incertezas climáticas futuras.

Junho foi marcado por chuvas excessivas em importantes regiões produtoras de cacau da Costa do Marfim e de Gana, o que aumentou relatos de enchentes, dificuldades operacionais e pressão de doenças. Isso prejudica a produtividade e reduz o ritmo das vendas antecipadas. A StoneX revisou para baixo a projeção de superávit global de cacau, de 149 mil para apenas 25 mil toneladas, incorporando o risco climático de forma mais incisiva.

Em agosto, os contratos de açúcar em Nova York acumulam alta de 22%, com preço na faixa de 17 a 18 centavos de dólar por libra-peso. No primeiro semestre, o valor estava em 14 centavos. No caso do café, os preços do arábica já subiram 35% e os do robusta, 20% desde meados de junho. 

Carolina Giraldo, analista sênior do agronegócio da StoneX, afirma que o El Niño já exerce influência na formação dos preços nas Bolsas de Nova York, antecipando um prêmio de risco climático. No caso do café, embora os efeitos mais severos do El Niño sejam esperados nos próximos meses, mudanças climáticas já são percebidas, com chuvas acima do padrão no cinturão cafeeiro brasileiro. Isso altera a qualidade dos grãos, causando fermentação e dificultando a secagem. E a umidade quebrou a dormência das plantas, antecipando as floradas em Minas Gerais, São Paulo e Bahia.

— O El Niño é um dos fatores que dão sustentação à alta recente nos preços do café. O mercado financeiro se antecipa diante da alta probabilidade de um El Niño forte coincidir com etapas reprodutivas mais sensíveis do cafeeiro. O excesso de umidade causou atraso na colheita, provocou a fermentação dos grãos, dificultando a secagem e prejudicando a qualidade final da bebida, afetando especialmente os cafés especiais — diz Carolina.

Efeitos do El Niño — Foto: Editoria de Arte
Efeitos do El Niño — Foto: Editoria de Arte

 

Comida pode subir até 9,5%

Relatório do Itaú afirma que o fenômeno deve prejudicar a produção agrícola e contribuir para uma queda do PIB agropecuário em 2027. O texto afirma que a cultura do milho deve ser a mais afetada, pois a alteração no regime de chuvas provoca atraso no plantio da soja e reduz a janela ideal para a “safrinha”, a segunda safra de milho. O governo Lula já discute ampliar a compra e os estoques do produto para conter os impactos do El Niño. O Itaú projeta uma retração de 1,3% do PIB da agropecuária, já incorporando uma quebra na produção de milho, com queda de 17% desse volume.

— É uma projeção muito próxima à média observada nos episódios recentes de El Niño forte, quando as perdas foram de 21% entre 2015 e 2016 e 13% entre 2023 e 2024. O milho é a cultura que historicamente mostrou maior vulnerabilidade ao fenômeno — explica Julia Gottlieb, economista do Itaú Unibanco. 

O Itaú projeta inflação de 5,1% em 2026 sendo que 0,3 ponto percentual desse total já corresponde ao efeito estimado do fenômeno.

Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, reforça que o impacto inflacionário maior, causado pelo El Niño, deve ocorrer em 2027, quando a safra agrícola afetada chegará às gôndolas dos supermercados. Vale projeta que a inflação de alimentos no domicílio pode subir entre 7,5% e 9,5% no ano que vem, com feijão e arroz liderando as altas. Além disso, a seca na Amazônia pode encarecer o frete rodoviário entre 10% e 22%, diz.

Ele pondera, entretanto, que a estrutura produtiva do agro brasileiro mudou nos últimos dez anos, o que deve atenuar os efeitos do El Niño nos preços na comparação com outras vezes que o fenômeno se manifestou. A produção do agro brasileiro migrou do semiárido (região mais vulnerável à seca) para o Cerrado do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (região conhecida como Matopiba) e para o Centro-Oeste. Com isso, na cultura de milho, por exemplo, a sensibilidade da lavoura à seca caiu de 20% em 2016 para 15% hoje.

— O semiárido pesa menos no total da produção. Em 2016, por exemplo, o feijão dessa região ainda significava muito na oferta, o que causou explosão de 135% no preço. Hoje, a produção está mais deslocada para áreas irrigadas de terceira safra no Centro-Oeste, o que limita a escala de pressão sobre preços em comparação a 2016 — diz Vale. 

Ele lembra que após o El Niño de 2015/16, a inflação de alimentação no domicílio ficou quase 8 pontos acima do IPCA cheio. No episódio mais recente (2023/24), o excesso foi de apenas 3,5 pontos, mostrando que a adaptação da lavoura já chegou aos supermercados. Agora, o fenômeno deve adicionar entre 0,6 e 0,9 ponto percentual ao IPCA.

— O Brasil está mais protegido contra a seca no Norte e Nordeste do que em 2016, mas mais exposto aos riscos de excesso de água no Sul e aos gargalos logísticos na Região Norte. O arroz gaúcho é irrigado e não sofre com a falta de água, mas com o excesso de chuva, que pode causar alagamentos, atrapalha o plantio e a colheita — diz o economista, que vê o produto como o maior risco de alta de preço causada pelo El Niño, já que o Rio Grande do Sul concentra 71% da produção nacional.

 

Mudança de hábitos

A preocupação com os efeitos do fenômeno climático aumentou no início de agosto, quando novo boletim do National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) mostrou que a probabilidade de o El Niño atingir a categoria “muito forte” ainda em 2026 subiu de 81% para 95%, com o fenômeno persistindo até outubro de 2027.

Alexandre Bertoncello, economista e consultor, observa que historicamente, em ciclos de intensidade média, o El Niño impacta a inflação de alimentos em 1,5 ponto percentual ao ano. Na prática, diz ele, para cada mil reais gastos em comida, o brasileiro passaria a gastar R$ 15 a mais devido ao choque climático. Se a intensidade do fenômeno aumentar, o impacto será maior.

— Enquanto a alimentação no domicílio subiu 1,43% em 2025, a expectativa é que esse índice suba para uma faixa entre 7% e 8% em 2026 — prevê.

Mas ele alerta que uma quebra na produção de milho e soja elevaria o custo da ração animal, gerando um choque generalizado, afetando preços de ovos, aves, suínos, carne bovina, leite e derivados. Em um segundo momento, o excesso de umidade no Sul pode diminuir a produção de arroz e trigo. Além da perda física, o custo de colheita e armazenamento sobe, pois grãos guardados úmidos estragam mais facilmente ou exigem processos de secagem mais caros. Bertoncello prevê que os alimentos no IPCA de 2027 podem subir para algo entre mais de 8% ou 9%. Ele define o cenário como “bastante preocupante”, típico de ciclos de El Niño forte. 

De acordo com a Nottus, empresa de inteligência de dados e consultoria meteorológica para negócios, o fortalecimento do El Niño ao longo do segundo semestre deste ano deve provocar mudanças nos hábitos de consumo no Brasil, principalmente devido à alteração na duração das estações e à ocorrência de eventos climáticos extremos.

— O fortalecimento do El Niño tende a reduzir a duração do frio e antecipar a transição para temperaturas mais elevadas, especialmente na segunda metade da estação — diz Alexandre Nascimento, sócio-diretor e meteorologista da Nottus.

Itens de meia-estação e produtos relacionados à climatização (como ventiladores e ar-condicionado) devem registrar crescimento de demanda mais cedo que o habitual. A consultoria alerta que problemas na produção de matérias-primas (como fibras naturais e couro) e desafios logísticos causados pelo excesso de chuva no Sul ou seca no Norte podem pressionar os preços para fabricantes e para varejistas.

 

 

 

 

 

Por - O Globo

Desenrola Fies: prazo de renegociação de dívidas termina hoje

Termina nesta segunda-feira (31) o prazo para renegociação de dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com descontos e condições facilitadas pelo programa Desenrola Fies 2026.

Os ex-estudantes do ensino superior que foram beneficiados pela política pública devem procurar as instituições financeiras com quem firmaram o contrato: o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal.

Cada contrato do financiamento pode passar por apenas uma renegociação durante a vigência do Desenrola Fies, lembra o Ministério da Educação.

O Fies é o programa federal que oferece financiamento a quem deseja estudar em uma instituição privada de ensino superior. Após a formatura, o estudante precisa devolver o montante financiado pelo governo com juros baixos e condições facilitadas de pagamento, respeitando o limite da renda do ex-estudante.

Quem pode renegociar

O Desenrola Fies 2026 é voltado a estudantes com contratos do Fies firmados até 2017 que estavam, em 4 de maio de 2026, na fase de amortização. Este é período em que o estudante começa a pagar o valor principal do financiamento estudantil e os juros acumulados para quitar a dívida após terminar a faculdade.

A renegociação contempla contratos adimplentes e inadimplentes, conforme as condições previstas para cada perfil.

A data de 4 de maio de 2026 é adotada como referência para verificar a situação do contrato e aplicar critérios como o tempo de inadimplência e o enquadramento do estudante no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Também podem participar do Desenrola Fies 2026 os estudantes com o nome inscrito em cadastros de inadimplentes por atraso no financiamento.

Não estão aptos à renegociação os estudantes que contrataram o Fies a partir de 1º de janeiro de 2018, assim como aqueles com contratos nas fases de uso do financiamento ou de carência.

Descontos na renegociação

As condições de renegociação de dívidas do Fundo oferecidas variam de acordo com a situação de cada contrato de financiamento. 

Dependendo do perfil da dívida e da quantidade de dias de inadimplência (atraso no pagamento da parcela), os benefícios podem ser aplicados tanto para a quitação à vista quanto para o parcelamento, conforme as regras específicas de cada faixa de renegociação.

Os descontos disponíveis devem ser consultados nos canais oficiais dos dois agentes financeiros oficialmente responsáveis pelo financiamento.

A renegociação somente é efetivada após o pagamento da parcela de entrada. Caso esse pagamento não seja feito, a proposta é cancelada.

Como renegociar

A formalização da renegociação pode ser feita pelos aplicativos oficiais dos agentes financeiros para dispositivos móveis (tablets e smartphones) ou presencialmente em qualquer agência do banco responsável pelo contrato.

Na Caixa Econômica Federal, a renegociação está disponível também no aplicativo Fies Caixa. Mas, em situações específicas, como parcelamentos mais longos que exigem fiador da dívida, o beneficiário poderá ser orientado a procurar atendimento presencial nas agências do banco público.

No Banco do Brasil, a adesão está disponível pelo aplicativo ou em agência, conforme a modalidade escolhida. 

Após a formalização da renegociação e o pagamento da parcela de entrada, o nome do estudante e dos fiadores será retirado dos cadastros de inadimplentes, quando aplicável.

Novo Desenrola Brasil

O prazo para renegociação das dívidas considera a vigência da Medida Provisória nº 1.355/2026, que institui o Novo Desenrola Brasil, e também o calendário legislativo do Congresso Nacional. Esse programa é voltado à renegociação e à regularização de dívidas de pessoas físicas, com o objetivo de contribuir para a recuperação da capacidade financeira das famílias. 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Receita paga nesta segunda último lote de restituição do IR 2026

Cerca de 500 mil contribuintes recebem, nesta segunda-feira (31), o quarto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2026. Ao longo do dia, a Receita Federal liberará R$ 1,24 bilhão a 521.935 pessoas. O pagamento também contempla restituições residuais de anos anteriores.

A consulta está disponível desde o último dia 24, na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

Do R$ 1,24 bilhão desse lote, R$ 704,12 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:

  • 338.912 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);
  • 86.873 contribuintes de 60 a 79 anos (prioridade legal);
  • 43.502 contribuintes não prioritários;
  • 26.769 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (prioridade legal);
  • 16.850 contribuintes acima de 80 anos (prioridade legal);
  • 9.029 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave (prioridade legal).

Menos lotes

Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto.

Os dois primeiros lotes de 2026, de maio e de junho, representaram 80% das restituições previstas para serem pagas este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes. Segundo o Fisco, a agilidade no processamento das declarações e no avanço das ferramentas de modernização e automação permitiram a concentração dos pagamentos nos dois primeiros lotes.

Pagamento

O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo "Solicitar restituição não resgatada na rede bancária".

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Mega-Sena não tem acertador e prêmio sobe para R$ 36 milhões

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.051 da Mega-Sena, realizado neste domingo (30). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 36 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 11 - 15 - 20 - 21 - 38 - 48

  • 35 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 55.635,04 cada
  • 2.706 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.186,14 cada

 

Apostas

O próximo concurso será na terça-feira (01). As apostas podem ser feitas em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

 

 

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