Mega-Sena - Apostas do Paraná acertam a quina

Três apostas simples e dois bolões do Paraná acertaram cinco dos seis números da Mega-Sena no concurso 2962, sorteado na noite de terça-feira (20).

As apostas simples levaram R$ 30.333,06, e os bolões levaram R$ 90.999,15 cada.

Os números sorteados foram:

06 - 29 - 33 - 38 - 53 - 56

Todas as apostas premiadas no estado foram realizadas de forma presencial, em casas lotéricas.

Como ninguém acertou os seis números, o prêmio principal acumulou em R$ 55 milhões para o próximo sorteio, que está agendado para quinta-feira (22).

Apostas premiadas na quina da Mega-Sena no PR:

Colorado:

  • Lotérica Loto Sorte
  • Bolão com 8 cotas
  • Prêmio: R$ 90.999,12

Curitiba

  • Casa Lotérica Estação da Sorte
  • Aposta simples
  • Prêmio: R$ 30.333,06

Guaíra

  • Lotérica Grande Lago
  • Bolão com 15 cotas
  • Prêmio: R$ 90.999,15

Pato Branco

  • Macari Loterias
  • Bolão com 5 cotas
  • Prêmio: R$ 30.333,05

Umuarama

  • JM Loterias
  • Aposta simples
  • Prêmio: R$ 30.333,06

 

 

Quina - Resultado do concurso 6932

Sorteio ocorreu na terça-feira (20). Nenhuma aposta acertou os 5 números. Estimativa do prêmio do próximo concurso, que será realizado nesta quarta-feira (21), é de R$ 2 milhões.

Veja abaixo os números do sorteio do concurso 6932 da Quina realizado na terça-feira (20):

28 - 33 - 65 - 71 - 76

Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 6932:

  • Ninguém conseguiu os 5 acertos, e a premiação acumulou para R$ 2 milhões;
  • 4 acertos: 21 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 13.171,59;
  • 3 acertos: 1.589 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 165,78;
  • 2 acertos: 46.105 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 5,71.

O próximo sorteio acontece nesta quarta-feira (21).

 

 

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Lotofácil - Resultado do concurso 3592

Sorteio ocorreu na terça-feira (20). Uma aposta acertou os 15 números. Estimativa do prêmio do próximo concurso, que será realizado nesta quarta-feira (21), é de R$ 1,8 milhão.

Veja abaixo os números do sorteio do concurso 3592 da Lotofácil realizado na terça-feira (20):

01 - 04 - 05 - 06 - 07 - 09 - 12 - 13 - 17 - 18 - 20 - 21 - 22 - 23 - 25

Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 3592:

  • 15 acertos: 1 aposta ganhadora, que vai receber R$ 4.788.096,29;
  • 14 acertos: 465 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.816,86;
  • 13 acertos: 15.106 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 35;
  • 12 acertos: 176.973 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 14;
  • 11 acertos: 951.526 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 7.

O próximo sorteio acontece nesta quarta-feira (21).

 

 

Mega-Sena - Prêmio acumula e vai a R$ 55 milhões

 O sorteio do concurso 2.962 da Mega-Sena foi realizado na noite de terça-feira (20), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 55 milhões.

Veja os números sorteados:

06 - 29 - 33 - 38 - 53 - 56

  • 5 acertos - 72 apostas ganhadoras: R$ 30.333,06
  • 4 acertos - 3.954 apostas ganhadoras: R$ 910,46

O próximo sorteio da Mega será na quinta-feira (22).

 

 

Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank

O Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, instituição controlada pelo Banco Master. O banco, também liquidado pelo BC, vem operando sob Regime Especial de Administração Temporária (RAET) desde sua liquidação, decretada em novembro de 2025.

A liquidação do Will Bank foi anunciada nesta quarta-feira (21). Segundo o BC, entre as medidas previstas está a indisponibilidade dos bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição, que integrava o conglomerado Master.

Liderado pelo Banco Master, o conglomerado detinha 0,57% do ativo total e 0,55% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

“Na ocasião da decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master, entendeu-se adequada e aderente ao interesse público a imposição do RAET ao Master Múltiplo S/A, ante a possibilidade de uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira”, justificou o BC.

 

Liquidação inevitável

O BC, no entanto, avaliou que essa solução não se mostrou viável, após ser constatado, no dia 19 de janeiro, “o descumprimento pela Will Financeira da grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos e o consequente bloqueio de sua participação nesse arranjo.”

Diante dessa situação, a autoridade monetária considerou inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, “em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master”.

 

Entenda o caso

Controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, o Banco Master cresceu rapidamente ao oferecer Certificados de Depósitos Bancários (CDB) com rentabilidade muito acima da média do mercado.

Para sustentar o modelo, o banco passou a assumir riscos excessivos e a estruturar operações que inflavam artificialmente seu balanço, enquanto a liquidez real (dinheiro imediatamente disponível para ressarcir os investidores) se deteriorava.

As investigações da Polícia Federal e os relatórios do BC apontam que o colapso do Master não foi apenas financeiro, mas também institucional.

A conexão com a gestora Reag Investimentos, a tentativa de venda ao Banco de Brasília (BRB) e a pressão sobre órgãos de controle transformaram o caso em um xadrez complexo, com impacto direto sobre investidores e sobre a credibilidade das instituições.

Entre 2023 e 2024, o Master teria desviado cerca de R$ 11,5 bilhões por meio de triangulações. O banco emprestava recursos a empresas supostamente laranja que aplicavam o dinheiro em fundos da gestora Reag Investimentos.

Esses fundos compravam ativos de baixo ou nenhum valor real, como certificados do extinto Banco Estadual de Santa Catarina (Besc), por preços inflados. O Banco Central, então, identificou seis fundos da Reag suspeitos, com patrimônio conjunto de R$ 102,4 bilhões – dinheiro que circulava entre fundos ligados aos mesmos intermediários, até chegar aos beneficiários finais.

 

 

 

 

 

Por Agência Brasil

 

 

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Toffoli marca depoimentos do caso Master para dias 26 e 27 de janeiro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli marcou para 26 e 27 de janeiro os depoimentos no inquérito que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master. Na mesma decisão, o relator autorizou o acesso das defesas aos autos da investigação, que corre sob sigilo.

As oitivas serão realizadas na sede do STF, em Brasília, com parte dos depoimentos por videoconferência.

Na semana passada, Toffoli determinou que os interrogatórios fossem concentrados em apenas dois dias, e não nos seis inicialmente pedidos pela Polícia Federal (PF). O ministro citou limitações de pessoal e falta de disponibilidade de salas no tribunal para estender o prazo de depoimentos.

O ministro é relator do inquérito que apura crimes como gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa, relacionados à venda de carteiras de crédito supostamente inexistentes do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB).

Depoimentos em 26 de janeiro

  • Dario Oswaldo Garcia Junior, diretor financeiro do BRB: videoconferência 
  • André Felipe de Oliveira Seixas Maia, diretor de empresa investigada: videoconferência
  • Henrique Souza e Silva Peretto, empresário: vídeoconferência
  • Alberto Felix de Oliveira, superintendente-executivo de Tesouraria do Banco Master: videoconferência

Depoimentos em 27 de janeiro

  • Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de Operações Financeiras do BRB: presencial
  • Luiz Antonio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH e Tecnologia do Banco Master: presencial
  • Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master: videoconferência
  • Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master: presencial

O controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, não será ouvido neste momento. Ele prestou depoimento à PF em 30 de dezembro e participou de uma acareação com o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que também não deverá ser ouvido novamente nesta fase.

 

Investigação e próximos passos

As oitivas estavam inicialmente previstas para ocorrer de 23 a 28 de janeiro, mas o cronograma foi revisto após determinação de Toffoli. O ministro pediu à PF um calendário concentrado e determinou à Secretaria Judiciária do STF a reserva de salas e servidores para a realização dos depoimentos.

O inquérito chegou ao Supremo no fim de 2025 e ganhou novo impulso após decisões de Toffoli que envolveram a reorganização da perícia do material apreendido na Operação Compliance Zero. As provas passarão por análise com acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) e acesso da Polícia Federal.

A investigação segue sob sigilo, e todas as diligências dependem de autorização direta do relator.

 

 

 

 

 

Por Agência Brasil

 

 

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