Esta segunda-feira (07) marca o feriado nacional do Dia da Independência, no entanto, apesar de levar o mesmo nome, não acontece hoje a Lotofácil da Independência 2026. O concurso especial, de número 3780, das Loterias Caixa será sorteado no dia 15 de setembro.
O prêmio estimado é de R$ 300 milhões.
Quando será o sorteio da Lotofácil da Independência?
O sorteio da Lotofácil da Independência 2026 será no dia 15 de setembro, uma terça-feira. O concurso terá horário excepcional, às 11h, diferente dos concursos regulares da Lotofácil.
- Data: 15 de setembro de 2026
- Horário: 11h
- Concurso: 3780
- Prêmio estimado: R$ 300 milhões
A Lotofácil da Independência é um concurso especial realizado anualmente em setembro. Neste ano, a edição chega à 15ª realização.
Por que a Lotofácil está pausada?
A Lotofácil deixa de ter os concursos regulares para dar espaço ao concurso especial da Independência. A partir de 4 de setembro, as apostas passaram a ser feitas exclusivamente para a edição especial.
Assim, quem quiser participar da Lotofácil da Independência 2026 terá um período específico para registrar o jogo. As apostas podem ser feitas até as 10h do dia 15 de setembro.
Como apostar na Lotofácil da Independência?
Para participar, o apostador precisa escolher entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no volante da Lotofácil. A aposta simples, com 15 dezenas, custa R$ 3,50.
É possível fazer o jogo nas lotéricas, pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo Loterias Caixa. Também estão disponíveis opções como Surpresinha, quando os números são escolhidos aleatoriamente pelo sistema, e Teimosinha.
O prêmio da Lotofácil da Independência acumula?
Não. Uma das principais características da Lotofácil da Independência é que o prêmio principal não acumula.
Caso não haja nenhuma aposta com os 15 números sorteados, o valor destinado à faixa principal é distribuído entre os ganhadores da faixa seguinte, de acordo com as regras da modalidade.
Por isso, o concurso especial costuma chamar a atenção dos apostadores todos os anos, principalmente pelo valor elevado da premiação.
Em paralelo aos desfiles de 7 de Setembro que ocorrem nesta segunda-feira pelo país, ao menos sete capitais brasileiras registraram manifestações com críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes.
Não ocorreram atos contra Moraes em São Paulo e no Rio de Janeiro. No entanto, candidatos à Presidência citaram o ministro ou o Caso Master no Supremo durante participações em atos de campanha.
- Na capital paulista, Flávio Bolsonaro (PL) chamou Moraes de "laranja podre" dentro do STF durante discurso em ato na Avenida Paulista, que teve frases como "Fora Lula, Fora Moraes" vindas de seus apoiadores. Já Romeu Zema (NOVO) estendeu painel em um prédio em que aparecia o boneco de Moraes preso. E Renan Santos (Missão) fez ato no Parque do Ibirapuera e pediu afastamento de Moraes e Dias Toffoli do STF;
- Na capital fluminense, Augusto Cury (Avante) mandou um "abraço muito especial" a André Mendonça, do Supremo, mas sem fazer menção à crise no STF envolvendo o ministro e Moraes sobre o Caso Master.
Veja onde ocorreram manifestações contra Moraes até as 17h:
Brasília
Dois grupos se concentraram no Plano Piloto da capital federal, pedindo a saída do presidente Lula e do ministro Alexandre de Moraes, do STF de seus cargos. Eles também criticam o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por não pautar o impeachment do ministro. Um dos grupos protestou em frente ao Banco Central, em Brasília.
Belo Horizonte
A manifestação, organizada pela União dos Movimentos de Direita de Minas Gerais (UMD), ocorreu na praça da Liberdade. Segundo a organização, o ato, descrito como apartidário, teve como pautas os pedidos de "Fora Lula" e "Fora Moraes".
Goiânia
Lideranças da direita organizaram um ato na Praça Tamandaré, na região central da cidade, contrário ao ministro Alexandre de Moraes, do STF. O número de participantes não foi divulgado.
Maceió
A mobilização foi organizada pelo Movimento Brasil (MBR) e reuniu apoiadores da direita. Os manifestantes saíram do Corredor Vera Arruda, na Jatiúca, e seguiram em direção ao Marco dos Corais, na Ponta Verde. Houve protesto contra o ministro Alexandre de Moraes e apoio ao ministro André Mendonça, ambos do STF.
Porto Alegre
Manifestantes se reuniram no Parque Moinhos de Vento, o Parcão, em mobilização organizada por políticos de oposição ao governo Lula (PT) e contou, em sua maioria, com participantes vestindo roupas nas cores verde e amarela.
Os apoiadores levaram bandeiras do Brasil, cartazes e adesivos. Entre as mensagens exibidas, estavam críticas ao ministro Alexandre de Moraes, com faixas e materiais contendo a frase "Fora Moraes".
Recife
Um grupo protestou na Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, pedindo o afastamento de Moraes. O ato ocorreu na tarde desta segunda e teve a presença de diversos candidatos a cargos nas eleições deste ano.
Salvador
Manifestantes se reuniram no Farol da Barra. O protesto apoia candidatos do PL, de oposição ao governo Lula (PT), e com críticas ao ministro Alexandre de Moraes. Entre os participantes estiveram deputados federais, estaduais e vereadores do Partido Liberal.
Por G1
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), aguarda as explicações dos ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes, também do Supremo, para decidir se leva a crise dos dois para julgamento no plenário, em sessão aberta ou fechada.

A crise ganhou, na última semana, gravidade sem precedentes na história recente do STF, com a divulgação de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigações.
No desdobramento mais recente, Mendonça liberou para julgamento em plenário o relatório da Polícia Federal (PF) que indica relação de proximidade entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do Banco Master e suspeito de praticar fraudes financeiras bilionárias e corromper autoridades públicas.
Antes de decidir, porém, Fachin deve aguardar até a próxima sexta-feira (11), quando vence o prazo de cinco dias que deu para que Moraes e Mendonça se manifestem.
Como alternativa, é possível que o presidente do Supremo convoque uma reunião reservada em seu gabinete para que todos os ministros decidam como conduzir a crise interna.
Essa foi a solução dada quando veio à tona uma suposta ligação entre Vorcaro e o ministro Dias Toffoli, em fevereiro deste ano. Na ocasião, a relatoria do caso Master foi transferida de Toffoli para Mendonça.
A diferença da crise atual é que Fachin decidiu concentrar em um processo próprio, de sua relatoria, os documentos e pedidos referentes ao caso. Embora improvável, é possível que o presidente do Supremo decida monocraticamente (de forma individual) sobre o arquivamento ou a abertura de investigação contra os colegas.
No processo consta, por exemplo, um pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet, para que o relatório da PF liberado por Mendonça seja anulado, sob o argumento de que somente o plenário do Supremo poderia ter autorizado o avanço das investigações contra um de seus ministros.
O próprio Gonet, entretanto, é citado no mesmo relatório da PF por possíveis ligações com Vorcaro.
Outro pedido feito a Fachin, desta vez por Alexandre de Moraes, é para que o próprio Mendonça seja investigado por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.
Para embasar seu pedido, Moraes apresentou um relatório de inteligência da PF segundo o qual Mendonça poderia direcionar as investigações do caso Master, de modo a atingir desafetos políticos. O documento, contudo, não é assinado e traz na capa a advertência de se tratar de conjecturas “sem valor probatório”.
O Regimento Interno do Supremo prevê que somente o plenário tem a competência para processar e julgar membros da própria Corte, mas não traz detalhes sobre os procedimentos a serem adotados.
Por Agência Brasil
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reuniu apoiadores e aliados políticos na tarde desta segunda-feira (07) na Avenida Paulista, na região central de São Paulo.
O ato de campanha teve como mote as frases "Fora Lula, Fora Moraes". Durante seu discurso, Flávio ressaltou que o ato de 8 de janeiro foi uma farsa, criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e ressaltou propostas para a segurança pública e saúde pública.
Flávio começou seu discurso relembrando que seu pai, Jair, foi esfaqueado em 6 de setembro de 2018 há oito anos. "7 de setembro seguinte eu estava com ele, lutando pela sua vida na Santa Casa de Juiz de Fora enquanto cada um de vocês estava já nas ruas lutando pelo Brasil. Ontem, completaram 8 anos e ele está mais vivo do que nunca."
Para Flávio, Jair Bolsonaro recebeu uma segunda facada, que são os atos golpistas de 8 de janeiro. "Deram uma segunda facada em Bolsonaro. Essa farsa que foi 8 de janeiro. Essa farsa que condenaram um homem correto, um homem honesto, um homem que tem Deus no coração, por crimes que ele não cometeu. Foi a segunda facada", afirmou.
" Por providência divina, a missão que Bolsonaro passou para o filho primogênito, eu estou encarando mesmo que a minha vida esteja em risco e fazendo campanha com colete à prova de bala porque sei do que a esquerda é capaz. Eu faço campanha com colete à prova de bala porque sei que o povo brasileiro é o colete do Brasil, que defende nossa democracia. Vão tentar uma terceira facada, não só em mim, mas nos meus aliados, eu estou avisando."
Em relação à crise no Supremo Tribunal Federal, o candidato fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes.
"Nós temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes, aquela laranja podre. O Supremo não é Alexandre de Moraes. A magistratura não é Alexandre de Moraes".
Em seguida, falou sobre suas propostas para segurança pública e saúde. "A partir de janeiro do ano que vem, vou declarar guerra aos narcoterroristas. PCC e Comando Vermelho vão ser declarados terroristas. Eles estarão presos ou neutralizados pela polícia. Eu vou trabalhar para reduzir a maioridade penal, cortar impostos, ter castração química de abusador de mulher, e ladrão de celular vai ficar preso no mínimo 8 anos".
Por volta das 13h30, grupos com bandeiras do Brasil e vestidos de camisetas amarelas começaram a se concentrar pela avenida. Apoiadores também chegaram com faixas contra o Supremo Tribunal Federal (STF), principalmente contra o ministro Alexandre de Moraes.
"A saúde pública vai ser padrão Einsten. O nosso SUS vai ser padrão Einsten com nosso ministro. Vai ser um Brasil que não depende de político para levar comida para dentro de casa. A minha candidatura é de protesto, para configurar que o Brasil tem jeito, tem futuro. Eu vou cuidar do Brasil", ressaltou.
Outros presentes
O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também participou da manifestação. Mais cedo, ele não foi ao desfile cívico-militar de 7 de Setembro realizado no Sambódromo do Anhembi. O governador foi representado no evento pelo vice Felicio Ramuth (MDB).
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), foi um dos primeiros que discursou pedindo votos para Flávio, Tarcísio, além de Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) para o Senado.
Derrite também participou do ato, ao lado de André do Prado, Sergio Moro (PL), candidato ao governo do Paraná, e de Valdemar Costa Neto, presidente do PL.
"Quero declarar a independência do Brasil a partir de 2027 contra o crime organizado no Brasil. Ou os criminosos mudam de país, ou serão presos ou neutralizados no Brasil. Ninguém aguenta mais", disse Derrite.
O governador Tarcísio pediu voto para Flávio e para senadores da direita e disse que "absolutamente ninguém está acima da Constituição. Senador nenhum está acima da Constituição. Magistrado nenhum está acima da Constituição. Ministro nenhum está acima da Constituição. Governador nenhum está acima da Constituição. O presidente da República não está acima da Constituição. Ninguém está acima da lei".
Nikolas Ferreira também discursou e afirmou: “Fora, Moraes. Escute, Alexandre de Moraes, vamos tirar seu sorriso debochado. Ano que vem não vai ser Lula que vai indicar quatro ministros do STF, vai ser Flávio Bolsonaro. Flávio é o único candidato capaz de tirar o PT.”
Protesto
O ato ocorreu após a repercussão de mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro do STF Alexandre de Moraes que apontam uma relação de proximidade entre o magistrado e o ex-controlador do Banco Master à época dos fatos investigados.
A manifestação também retoma uma pauta já presente em atos anteriores da direita. Em 2024, um protesto foi convocado com pedidos de impeachment de Moraes. No ano passado, manifestantes voltaram a defender a saída do ministro no ato da Paulista.
Por G1
O desfile pelo Dia da Independência, realizado nesta segunda-feira, 7 de Setembro, teve encontro entre os representantes dos Três Poderes em meio à crise no Supremo Tribunal Federal e depois de tensões entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A cerimônia reuniu os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, além de 29 ministros do governo.
Antes do início do desfile, as autoridades presentes se cumprimentaram e rodas de conversa foram formadas. O advogado-geral da União, Jorge Messias, por exemplo, passou alguns minutos conversando com o presidente do STF, Edson Fachin. Messias foi rejeitado pelo Senado para assumir a vaga na Corte.
Mesmo com o desentendimento entre a Polícia Federal e a Advocacia Geral da União, o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e Messias se cumprimentaram na tribuna.
A tensão entre os órgãos se dá depois da divulgação de um relatório de inteligência da PF. O documento questiona o motivo pelo qual a AGU não adotou medidas jurídicas contra decisões do ministro do STF André Mendonça em investigações sob sua relatoria.
Afastado do governo por cerca de 3 meses, Alcolumbre também marcou presença. Quando chegou, conversou com as demais autoridades presentes, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Durante o desfile, ele ficou ao lado da primeira-dama Janja da Silva e de Lula.
Diante da crise no STF, Fachin foi o único ministro a comparecer. O ministro André Mendonça determinou a retirada do sigilo de ação sobre a investigação do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e das mensagens trocadas com o ministro Alexandre de Moraes.
Em outro momento da cerimônia, o presidente Lula e o ministro da Defesa, José Múcio, convidaram Andrei para a frente da tribuna de honra. O diretor-geral da PF foi citado na troca de mensagens de Moraes e Vorcaro.
7 DE SETEMBRO EM BRASÍLIA
O governo do presidente Lula gastou R$ 5,74 milhões com a organização do 7 de Setembro. O valor foi 33,2% maior que o de 2025 e 33,5% acima do de 2024.
O tradicional desfile cívico-militar do 7 de Setembro teve início às 9h. O evento teve como eixos temáticos pautas para a reeleição do presidente Lula, que busca um 4º mandato. O evento foi dividido em 3 eixos: “Soberania, a força que une o Brasil”; “Brasil unido pela proteção de meninas e mulheres”; e “Copa do Mundo Feminina 2027 é no Brasil!”.
A saúde também foi representada na programação, com a participação do personagem Zé Gotinha, associado às campanhas de vacinação contra a poliomielite.
A abertura do desfile foi feita por alunos de escolas públicas. Depois da apresentação dos temas da cerimônia, houve o desfile de tropas a pé das Forças Armadas, da Polícia Militar do Distrito Federal e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Além do desfile motorizado, com viaturas das Forças Armadas, uma apresentação do Batalhão de Polícia do Exército e o desfile de tropas montadas a cavalo.
O encerramento do desfile ficou a cargo da Esquadrilha da Fumaça e de aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira).
O desfile foi mais comedido devido às eleições, com o presidente buscando evitar questionamentos no Tribunal Superior Eleitoral.
Ao final do desfile, Lula interagiu brevemente com a plateia.
Com Informações de G1 e Poder 360
O ministro André Mendonça liberou para julgamento no STF o processo sobre o Banco Master, que inclui um relatório da Polícia Federal sobre mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes. A decisão encerra a etapa de Mendonça, e o presidente do STF, Edson Fachin, definirá os próximos passos. O procurador-geral Paulo Gonet manifestou-se pela nulidade do relatório, que revela tentativas de contato de Vorcaro com Moraes durante uma crise do banco.
O ministro André Mendonça, relator das investigações sobre o Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), liberou neste domingo, 6, para julgamento o processo que reúne o relatório da Polícia Federal (PF) sobre mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro destinadas ao ministro Alexandre de Moraes.
A decisão de Mendonça encerra sua etapa no processo. O presidente do STF, Edson Fachin, definirá agora os próximos passos e decidirá quando e de que forma analisará o caso.
Mendonça já havia defendido que o processo chegasse ao plenário da Corte. O ministro também solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Independentemente de qual venha a ser a manifestação exarada pela douta Procuradoria-Geral da República, o caminho inevitável dos presentes autos leva ao Plenário deste Supremo Tribunal Federal”, escreveu.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, contudo, manifestou-se pela nulidade do relatório. Segundo ele, nem a PF nem o Ministério Público pediram a elaboração do documento.
Relatório da PF identificou mensagens destinadas a Moraes
O documento foi produzido por determinação de Mendonça para identificar os destinatários de mensagens enviadas por Vorcaro. A PF concluiu que parte das conversas tinha como destinatário Alexandre de Moraes.
As mensagens extraídas do celular do banqueiro indicam tentativas de contato com o ministro durante a crise envolvendo o Banco Master.
Entre os diálogos, Vorcaro pergunta como poderia “desarmar” e “reverter” a situação e faz referências à possibilidade de sensibilizar autoridades. Em uma das mensagens, o banqueiro questiona se deveria deixar o país.
O relatório também trouxe informações sobre o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro. Segundo os dados reunidos pela Polícia Federal, Moraes fez edições no documento antes da assinatura.
Divulgação do relatório provocou crise no STF
Mendonça retirou o sigilo do relatório na terça-feira, 1º. A divulgação do material provocou uma crise interna no Supremo.
Moraes reagiu e pediu a abertura de investigação contra Mendonça. O ministro alegou abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade na condução das apurações relacionadas ao Banco Master e ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O pedido foi apresentado no âmbito do inquérito das fake news. Fachin, no entanto, retirou a solicitação dessa investigação e abriu um novo procedimento sob sua própria relatoria.
O presidente do STF determinou que Mendonça, Moraes, Gonet e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestem esclarecimentos.
Fachin afirmou na sexta-feira, 4, que a Corte dará uma resposta “firme, proporcional e rigorosa”, mas ressaltou que seguirá os procedimentos previstos pela ordem jurídica.
O presidente do STF ainda deverá decidir se levará o caso ao plenário ou se adotará outra providência.
A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), por sua vez, pediu no sábado, 5, que Gonet se declare impedido de atuar nos procedimentos relacionados ao caso, sob o argumento de que o procurador-geral também aparece citado nos diálogos.
Por Revista Oeste






















