A Mega-Sena sorteia neste domingo (13) prêmio estimado em R$ 85 milhões. As seis dezenas do concurso 3.057 serão sorteadas a partir das 11h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, em São Paulo.

As apostas podem ser feitas até às 22h (horário de Brasília) de sábado (12) em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
No último concurso, foram sorteados os números 14 - 21 - 25 - 40 - 51 - 56 e nenhum apostador acertou as seis dezenas.
Um acidente envolvendo um ônibus deixou 10 pessoas feridas na BR-376 em Ponta Grossa nos Campos Gerais do Paraná, na noite desta sexta-feira (11).
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo bateu em um objeto que estava na pista e depois tombou. A corporação não informou qual objeto era.
O acidente aconteceu por volta das 23h no km 494 da rodovia.
No ônibus estavam o motorista e 17 passageiros. 10 dos ocupantes tiveram ferimentos leves e os outros 8 saíram ilesos.
De acordo com a PRF, o veículo fazia a linha de Curitiba a Jesuítas, no oeste.
Por G1
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12) mostra que 76% dos entrevistados consideram que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm poder demais. Outros 18% discordam dessa afirmação, 3% não concordam nem discordam e 4% não souberam responder.
A pesquisa mediu também o impacto da crise que afeta o STF sobre a reputação do tribunal: 77% dizem concordar com a afirmação de que "as pessoas acreditam menos no STF agora do que no passado".
Outros 16% discordam dessa afirmação; 3% não concordam nem discordam e 4% não sabem ou não responderam.
Em outra questão abordada pelo Datafolha, 71% afirmam concordar que o STF é essencial para proteger a democracia no Brasil. Outros 21% discordam e 3% não concordam nem discordam. Por fim, 5% não souberam responder.
A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela Globo. O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.
Crise no STF se intensificou nas últimas semanas
A crise no Supremo Tribunal Federal se intensificou após a divulgação de um relatório da Polícia Federal (PF) produzido no âmbito do caso do banco Master.
Tornado público em 1º de setembro por decisão do ministro André Mendonça, relator do caso no STF, o documento reúne mensagens enviadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro a um contato atribuído pelos investigadores ao ministro Alexandre de Moraes, além de referências a encontros e pedidos de orientação e proteção diante do avanço das investigações.
Parte das mensagens foi trocada nos dias anteriores à primeira prisão de Vorcaro, em novembro de 2025. Como o material foi extraído do celular do ex-banqueiro, o relatório não contém eventuais respostas de Moraes.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a nulidade do documento, e o plenário do Supremo deverá decidir sobre os próximos passos.
O conflito ganhou nova dimensão em 3 de setembro. Com base em relatórios internos de inteligência da PF, Moraes sustentou haver indícios de irregularidades na atuação de Mendonça, citando, em tese, improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e possível favorecimento político na condução de apurações relacionadas aos casos Master e INSS. Os documentos, porém, continham ressalvas de que não havia valor probatório nas informações.
Com base nesses elementos, Moraes pediu que Mendonça fosse investigado no inquérito das fake news, do qual era relator. Mendonça, por sua vez, afirmou ter sido alvo de monitoramento pela PF e apontou possíveis irregularidades na elaboração dos documentos usados contra ele. Depois, Fachin retirou esse pedido do inquérito das fake news e tirou de Moraes a relatoria.
Afastamento e reintegração de diretores da PF
A disputa também alcançou o comando da Polícia Federal. No dia 8, Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.
O ministro disse que a PF o submeteu a monitoramento ilegal. No dia seguinte, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Rodrigues e Almada, em uma nova decisão, paralela à de Mendonça. Em seguida, o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu as duas medidas conflitantes — a de afastamento e a de reintegração —, o que manteve Andrei no cargo, e pediu explicações ao diretor-geral da PF.
Em manifestação enviada a Fachin nesta sexta-feira (11), Andrei Rodrigues negou que a PF tenha monitorado Mendonça e afirmou que os relatórios foram produzidos de forma regular pela área de inteligência da corporação e encaminhados a Moraes em cumprimento de ordem judicial.
Fachin convocou para terça-feira (15) uma sessão extraordinária do plenário para discutir o relatório da PF sobre as mensagens de Vorcaro a Moraes e o encaminhamento do caso. Além disso, determinou a abertura integral dos documentos vinculados ao Master sob a relatoria de Mendonça. O objetivo é assegurar que os ministros tenham acesso ao acervo antes da sessão.
Por G1
Uma jovem paraguaia de 20 anos foi resgatada após ser levada ao Brasil sob a promessa de trabalho e mantida contra a própria vontade em um prostíbulo Marechal Cândido Rondon, no Oeste do estado.
Segundo as informações repassadas às autoridades brasileiras, ela foi submetida à exploração sexual e permaneceu em cárcere privado por dois dias.
O resgate aconteceu na quarta-feira (9), em uma ação conjunta da Polícia Federal, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Paraná (Ficco/PR) e da Polícia Militar do Paraná (PM-PR). A operação foi desencadeada após informações recebidas da polícia do Paraguai.
De acordo com a investigação, a jovem teria contado à mãe que havia conseguido um trabalho em um condomínio na cidade de Hernandarias, no Paraguai. Porém, durante o deslocamento, ela teria sido enganada e levada para outro destino no Brasil.
A polícia paraguaia comunicou o caso às autoridades brasileiras após receber informações de que a jovem estaria sendo mantida contra a vontade e submetida à exploração sexual.
Após o resgate, a jovem foi encaminhada à Delegacia da Polícia Federal em Guaíra, no Oeste do Paraná, para receber atendimento e prestar informações sobre o caso.
Mais tarde, ela retornou ao Paraguai e foi entregue à mãe.
Investigação
A Polícia Federal investiga se o caso configura tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual.
As circunstâncias de como a jovem foi levada ao Brasil e de quem participou do crime ainda estão sendo apuradas.
As informações sobre o caso também foram encaminhadas às autoridades paraguaias responsáveis pela investigação de crimes de tráfico de pessoas e exploração sexual.
A investigação deve esclarecer ainda a dinâmica das agressões e da exploração sofridas pela vítima.
Por G1
A seleção brasileira feminina de vôlei derrotou o Chile por 3 sets a 0 (25/13, 30/28 e 25/11) neste sábado (12) no Pré-Olímpico Sul-Americano e ficou a uma vitória de garantir presença nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A Amarelinha decide a vaga olímpica contra a Argentina às 12h (horário de Brasília) deste domingo (13), no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

Ambas as equipes estão invictas na competição de pontos corridos, embora o Brasil leve vantagem por não ter perdido nenhum set em quatro jogos. Já a Argentina tem um ponto a menos por ter superado a Colômbia no tie-break (3 a 2) na segunda partida do torneio. A seleção brasileira é a maior campeã sul-americana com 23 títulos, os últimos 15 consecutivos.
Nesta tarde, a maior pontuador foi a ponteira Julia Bergmann, que anotou 12 ataques e um bloqueio. As brasileiras, comandadas pelo técnico José Roberto Guimarães, ditaram o ritmo de jogo no primeiro set, mas oscilaram na segunda parcial, permitindo que as chilenas liderassem o placar por 23 a 19. Mas as brasileiras reagiram a tempo: salvaram quatro set points e fecharam em 30 a 28. Na parcial seguinte, a Amarelinha sobrou em quadra com ótimas atuações de Gabi e Tainara.
A vitória deste sábado (12) deixou o Brasil a liderança do Sul-Americano, com 12 pontos, seguido pela Argentina (11) e pela Colômbia (4). As três primeiras equipes do torneio já asseguram vaga no Pan-Americano e no Mundial, ambos em 2027.
Campanha do Brasil
8 de setembro: Brasil 3 x 0 Venezuela - 25/14, 25/13 e 25/19
9 de setembro: Brasil 3 x 0 Peru - 25/16, 25/16 e 25/15
10 de setembro: Brasil 3 x 0 Colômbia - 25/19, 25/18 e 36/34
12 de setembro: Brasil 3 x 0 Chile - 25/13, 30/25 e 25/11
Campanha da Argentina
8 de setembro: Argentina 3 x 1 Peru - 20/25, 25/15, 25/28 e 27/25
9 de setembro: Argentina 3 x 2 Colômbia - 27/29, 25/11, 21/25, 25/23 e 15/8
10 de setembro: Argentina 3 x 0 Chile - 25/21, 25/18 e 25/17
12 de setembro: Argentina 3 x 0 Venezuela - 25/23, 25/20 e 25/21
Por Agência Brasil
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12) mostra que 34% dos entrevistados defendem o afastamento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que ele seja investigado após a revelação do relatório da Polícia Federal que cita mensagens enviadas por Daniel Vorcaro, ex-dono do banco Master, a um número que os investigadores atribuem a Moraes.
Outros 28% acreditam que ele deveria sofrer um processo de impeachment pelo Senado.
A investigação da PF, que se tornou pública por decisão do ministro André Mendonça, responsável no STF pela condução das investigações sobre o Master, traz ainda referências a encontros entre Vorcaro e Moraes e pedidos de orientação e proteção.
No levantamento do Datafolha, 13% avaliam que o ministro deveria renunciar ao cargo no Supremo. Dos que consideram que nada deveria acontecer ao ministro, 7% avaliam que não há nada de errado nas mensagens entre Moraes e Vorcaro; 5% pensam que o vazamento das investigações foi ilegal. 13% preferiram não opinar.
Pergunta: o que deveria acontecer com Moraes após a revelação da troca de mensagens com Daniel Vorcaro?
- Deveria se afastar por um tempo do cargo para uma investigação ser feita: 34%
- Deveria renunciar ao cargo: 13%
- Deveria sofrer um processo de impeachment pelo Senado: 28%
- Nada, porque não há nada de errado nas mensagens: 7%
- Nada, porque o vazamento de conversas das investigações foi ilegal: 5%
- Não sabe: 13%
O Datafolha perguntou também se a revelação dessas conversas afeta a decisão de voto para presidente. As respostas:
- Não mudou nem deve mudar o voto: 85%
- Não mudou, mas deixou em dúvida: 7%
- Mudou de ideia sobre o voto para presidente: 4%
- Não sabe: 4%
Grau de conhecimento sobre o caso
- 26% afirmam que estão bem informados sobre o caso
- 33% afirmam que estão mais ou menos informados
- 7% afirmam que estão mal informados
- 32% não tomaram conhecimento sobre o caso
- 2% não souberam responder
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e pela Globo. O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.
Crise no STF se intensificou nas últimas semanas
A crise no Supremo Tribunal Federal se intensificou após a divulgação de um relatório da Polícia Federal (PF) produzido no âmbito do caso do banco Master.
Tornado público em 1º de setembro por decisão do ministro André Mendonça, relator do caso no STF, o documento reúne mensagens enviadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro a um contato atribuído pelos investigadores ao ministro Alexandre de Moraes, além de referências a encontros e pedidos de orientação e proteção diante do avanço das investigações.
Parte das mensagens foi trocada nos dias anteriores à primeira prisão de Vorcaro, em novembro de 2025. Como o material foi extraído do celular do ex-banqueiro, o relatório não contém eventuais respostas de Moraes.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a nulidade do documento, e o plenário do Supremo deverá decidir sobre os próximos passos.
O conflito ganhou nova dimensão em 3 de setembro. Com base em relatórios internos de inteligência da PF, Moraes sustentou haver indícios de irregularidades na atuação de Mendonça, citando, em tese, improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e possível favorecimento político na condução de apurações relacionadas aos casos Master e INSS. Os documentos, porém, continham ressalvas de que não havia valor probatório nas informações.
Com base nesses elementos, Moraes pediu que Mendonça fosse investigado no inquérito das fake news, do qual era relator. Mendonça, por sua vez, afirmou ter sido alvo de monitoramento pela PF e apontou possíveis irregularidades na elaboração dos documentos usados contra ele. Depois, Fachin retirou esse pedido do inquérito das fake news e tirou de Moraes a relatoria.
Afastamento e reintegração de diretores da PF
A disputa também alcançou o comando da Polícia Federal. No dia 8, Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.
O ministro disse que a PF o submeteu a monitoramento ilegal. No dia seguinte, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Rodrigues e Almada, em uma nova decisão, paralela à de Mendonça. Em seguida, o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu as duas medidas conflitantes — a de afastamento e a de reintegração —, o que manteve Andrei no cargo, e pediu explicações ao diretor-geral da PF.
Em manifestação enviada a Fachin nesta sexta-feira (11), Andrei Rodrigues negou que a PF tenha monitorado Mendonça e afirmou que os relatórios foram produzidos de forma regular pela área de inteligência da corporação e encaminhados a Moraes em cumprimento de ordem judicial.
Fachin convocou para terça-feira (15) uma sessão extraordinária do plenário para discutir o relatório da PF sobre as mensagens de Vorcaro a Moraes e o encaminhamento do caso. Além disso, determinou a abertura integral dos documentos vinculados ao Master sob a relatoria de Mendonça. O objetivo é assegurar que os ministros tenham acesso ao acervo antes da sessão.























