Copa do Mundo 2026: veja seleções classificadas e eliminadas

Os confrontos da segunda fase da Copa do Mundo estão definidos. Com o fim da fase de grupos, 32 seleções avançaram ao mata-mata e 16 se despediram da competição.

A segunda fase começa neste domingo, com o confronto entre África do Sul e Canadá. Mais 16 seleções se despedem nesta fase.

 

Veja as classificadas e eliminadas por grupo:

Grupo A
México - classificado
África do Sul - classificada
Coreia do Sul - eliminada
República Tcheca - eliminada

Grupo B
Suíça - classificada
Canadá - classificado
Bósnia - classificada
Catar - eliminado

Grupo C
Brasil - classificado
Marrocos - classificado
Escócia - eliminada
Haiti - eliminado

Grupo D
Estados Unidos - classificado
Austrália - classificada
Paraguai - classificado
Turquia - eliminada

Grupo E
Alemanha - classificada
Costa do Marfim - classificada
Equador - classificado
Curaçao - eliminado

Grupo F
Holanda - classificada
Japão - classificado
Suécia - classificada
Tunísia - eliminada

Grupo G
Bélgica - classificada
Egito - classificado
Irã - eliminado
Nova Zelândia - eliminada

Grupo H
Espanha - classificada
Cabo Verde - classificado
Uruguai - eliminado
Arábia Saudita - eliminada

Grupo I
França - classificada
Noruega - classificada
Senegal - classificado
Iraque - eliminado

Grupo J
Argentina - classificada
Áustria - classificada
Argélia - classificada
Jordânia - eliminada

Grupo K
Colômbia - classificada
Portugal - classificado
RD Congo - classificado
Uzbequistão - eliminado

Grupo L
Inglaterra - classificada
Croácia - classificada
Gana - classificada
Panamá - eliminado

 

 

Picanha sobe mais de 10% no ano, cortes de carne bovina registram alta

Todos os cortes de carne bovina ficaram mais caros no primeiro semestre de 2026, segundo a prévia da inflação de junho divulgada pelo IBGE. A picanha acumulou alta de 10,66%, enquanto o peito bovino liderou as variações com 10,90%. O filé-mignon também registrou forte aumento, de 10,22%.

Outros cortes também tiveram altas expressivas: a alcatra avançou 9,48%, o acém 9,33% e a costela 9,20%. As menores variações foram registradas no patinho (6,61%) e no cupim (5,75%).

O aumento dos preços é atribuído principalmente à corrida dos frigoríficos para exportar carne à China antes do fim das cotas, o que reduziu a oferta interna. Em janeiro, a China impôs uma sobretaxa de 55% sobre as exportações brasileiras que ultrapassarem 1,1 milhão de toneladas em 2026. Com isso, os embarques ao país asiático cresceram 24% entre janeiro e maio.

Segundo consultorias do setor, o consumidor brasileiro pode ter algum alívio nos próximos meses com a redução temporária do ritmo de compras da China, mas a tendência é de nova alta de preços até o fim do ano, impulsionada pelo El Niño, pelo aumento da demanda nos EUA e pela retomada da demanda chinesa.

A suspensão das compras de carne bovina brasileira pela União Europeia, que entra em vigor em setembro, deve ter pouco impacto sobre os preços, já que o bloco representa apenas 3,5% das exportações brasileiras do produto.

 

STF forma maioria para liberar pagamento de penduricalhos retroativos

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para liberar o pagamento de penduricalhos retroativos a juízes, procuradores e promotores do Ministério Público. Com o voto do ministro Luiz Fux durante julgamento virtual neste sábado (27), o placar está 5 votos a 0 pela liberação.

Os votos anteriores foram proferidos pelos ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Edson Fachin e Flávio Dino, que propuseram que o pagamento das indenizações respeite um limite de 35% do teto do funcionalismo público.

Em seu voto, Fux, entretanto, defendeu que não deve haver teto para o pagamento de direitos já adquiridos, como férias e licenças não aproveitadas, argumentando que a reparação deve ser integral.

O julgamento virtual segue até a próxima terça-feira (30). Quatro ministros ainda precisam votar.

 

Entenda

Penduricalhos são benefícios concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, ultrapassam a remuneração máxima definida constitucionalmente, hoje de R$ 46,3 mil.

Em 25 de março, por unanimidade, os ministros decidiram que as indenizações adicionais, gratificações e auxílios deverão ser limitados a 35% do valor do salário dos integrantes da Corte.

Dessa forma, juízes, promotores e procuradores poderão ganhar pelo menos R$ 62,5 mil mensais, somando o teto e R$ 16,2 mil em penduricalhos.

 

 

 

 

 

Por Agência Brasil

 

 

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Desenrola: R$ 5,5 bilhões de dívidas foram renegociadas pela Caixa

A Caixa Econômica Federal divulgou, nesta sexta-feira (26), que R$ 5,5 bilhões de dívidas foram renegociadas através do programa Novo Desenrola Brasil. As dívidas tiveram desconto médio de 79,3%.

Desse total, R$ 460,66 milhões correspondem ao Desenrola Famílias, R$ 2 bilhões ao Desenrola Empresas e mais de R$ 3 bilhões ao Desenrola FiesNo Desenrola Rural, já foram renegociados cerca de R$ 3,5 milhões. 

Desenrola Famílias é destinado para pessoas físicas com rendimento mensal de até cinco salários-mínimos, e oferece condições especiais. Através do programa, clientes contam com juros de 1,99% ao mês, descontos de até 90% e prazos de 12 a 48 meses, com parcelas de R$ 50. 

O programa contempla contratos firmados até 31 de janeiro de 2026 que apresentem atrasos entre 91 e 720 dias. 

Aumento no endividamento e inadimplência  

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os índices de endividamento e inadimplência têm avançado em 2026.

O último relatório da CNC aponta que, em maio, 81,6% das famílias estavam endividadas, um aumento de 0,7% em relação ao mês anterior e 3,4% sob maio de 2025.

Já o nível de inadimplência, ou seja, famílias com dívidas em atraso, também representou um leve crescimento de 0,2% no mês, ao variar para 29,9%. Em relação ao ano passado, houve aumento de 0,4%. 

As projeções da CNC para os meses de junho e adiante apontam continuação da elevação do endividamento, acompanhada de ligeiro crescimento das contas em atraso. 

Apesar disso, com o Desenrola 2.0, lançado em maio deste ano, a confederação aumentou as expectativas sobre o endividamento e a inadimplência dos brasileiros. Para a CNC, o programa federal traz a expectativa de repetir a desaceleração de indicadores, observada na primeira versão do programa, em 2023. 

 

 

 

 

POr - AgênciA Brasil

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