O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná somou R$ 180,4 bilhões em 2021, de acordo com relatório preliminar publicado nesta semana no Diário Oficial do Estado e no site da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).
É o maior valor já registrado na série histórica, iniciada há 25 anos, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), responsável pelo levantamento. Os números representam um crescimento nominal de 41% em relação ao VBP de 2020 (R$ 128,3 bilhões). Em termos reais, o acréscimo é de 5%.
O VBP contempla aproximadamente 350 itens diversificados, incluindo grãos, proteínas animais, fruticultura, floricultura, silvicultura e uma ampla gama de produtos da agropecuária paranaense. Os dados são levantados pelos técnicos do Deral ao longo do ano com pesquisas semanais de preços e das condições das lavouras nos municípios. Além do crescimento expressivo do rendimento dos grãos (49%) e da pecuária (36%) comparativamente a 2020, o setor florestal também mostrou avanço significativo (41%).
Para o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, os números sinalizam que o campo mostrou sua força, mesmo com desafios como as restrições da pandemia, o aumento de custos de produção e as dificuldades de abastecimento interno. “Apesar de grandes perdas por causa da estiagem e das geadas que tivemos em algumas culturas, é um crescimento muito representativo. E nossa pecuária continua despontando. Significa que estamos cada vez mais agregando valor aos nossos produtos”, afirma.
Ortigara explica que, além de mostrar um panorama da agropecuária paranaense, o VBP tem peso de 8% na distribuição do ICMS no Paraná. “É um grande avanço e contribui para que os municípios possam, com mais recursos, prestar melhores serviços à população”, diz. De acordo com ele, estuda-se aumentar para 10% a participação do VBP na distribuição do ICMS no Paraná. “Seria uma forma de contribuir para que municípios bastante agrícolas tenham ainda mais arrecadação”.
A partir da publicação das informações preliminares no Diário Oficial, os técnicos e gestores municipais analisam os números e, caso desejem, podem entrar com recurso fundamentado para questionar dados do desempenho agropecuário. “O prazo é de 30 dias a contar da publicidade oficial. Depois desse período, o Deral divulga o resultado final do VBP de 2021”, explica o chefe do Deral, Marcelo Garrido.
VALORIZAÇÃO – Segundo a economista do Deral Larissa Nahirny, responsável pelo relatório do VBP, a valorização dos preços fez a diferença nos resultados, já que o Paraná teve perdas significativas na safra de grãos 2020/2021, a exemplo das segundas safras de milho e feijão. A alta nos preços recebidos pelos produtores, tanto no mercado interno quanto no mercado externo, ajudou a garantir o rendimento, especialmente das commodities e das carnes. “Por outro lado, ao analisar o crescimento real, vemos como a inflação do período refletiu no VBP como um todo”, completa.
GRÃOS – O grupo dos grãos representa 45% do valor total do VBP paranaense, somando R$ 80,7 bilhões. A soja, que rendeu R$ 51 bilhões em 2021 – 75% a mais do que em 2020 –, é o produto com maior representatividade. “Essa cultura escapou de quebras na safra passada porque a colheita aconteceu antes do período de déficit hídrico e gerou 19,8 milhões de toneladas”, explica a economista do Deral.
A valorização dos preços contribuiu para equalizar as perdas decorrentes da quebra da segunda safra de milho. Mesmo com uma produção 41% menor (9,3 milhões de toneladas, somadas as duas safras), o VBP atingiu R$ 13 bilhões, crescimento de 9% em termos nominais.
O impacto dos preços fica mais evidente nos índices do café no ciclo 20/21. Enquanto os produtores receberam, em média, R$ 496,80 pela saca de 60 kg em 2020, em 2021 o preço passou para R$ 1.082,40, um aumento de aproximadamente 118%. Embora a produção tenha recuado 13% (50,5 mil toneladas), o VBP do café aumentou 89%, somando R$ 911,2 milhões.
PECUÁRIA – Na avaliação do Deral, os números da pecuária refletem a expansão do abate em 2021, aliada à valorização de preços e ao contexto do reconhecimento internacional do Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação, que abriu mercados às proteínas animais. Esse setor rendeu R$ 86,7 bilhões ao Estado, valor 36% superior ao de 2020. O VBP do frango de corte, principal destaque entre os itens do grupo, ultrapassou os R$ 33 bilhões (+52%), com crescimento de 4% na produção.
PRODUTOS FLORESTAIS – O relatório indica recuperação e avanço do setor florestal, que equivale a 3% do VBP paranaense. Em 2020, o grupo havia perdido 2% de rendimento em relação a 2019. No ano passado, conseguiu uma valorização de 41% e chegou a R$ 6 bilhões. “Os preços favoráveis foram um estímulo para a indústria”, explica a economista do Deral.
Um dos destaques é a erva-mate, que ultrapassou, pela primeira vez, R$ 1 bilhão em rendimentos, aumento de 45% em relação a 2020. Já a produção cresceu 12% e somou 714 mil toneladas.
HORTALIÇAS E FRUTICULTURA – O grupo das hortaliças, com participação de 3% no VBP do Paraná, recuperou-se após a desvalorização registrada em 2020, mesmo sem grande expansão da produção. O crescimento de 19%, totalizando R$ 4,6 bilhões, pode ser explicado pela alta dos preços no mercado interno. Já a fruticultura cresceu 9% em termos de rendimento, atingindo R$ 2,1 bilhões.
Confira a versão preliminar do VBP por município.
Por - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta quarta-feira (29) do anúncio oficial da retomada das operações da Audi do Brasil em São José dos Pinhais.
A cerimônia ocorreu na sede da montadora, na Região Metropolitana de Curitiba. A produção havia sido interrompida no fim de 2020, com o avanço da pandemia da Covid-19 no País. Os modelos escolhidos pela montadora para a volta da fabricação nacional são os novos Audi Q3 e o Audi Q3 Sportback.
O investimento nesta fase de modernização da linha de montagem foi de R$ 100 milhões. A perspectiva de abertura de até 200 empregos diretos.
“É mais uma boa notícia que consolida o cenário de crescimento econômico do Paraná. Ter a Audi em nosso Estado é um grande cartão de visitas, que nos ajuda a atrair novas montadoras de veículos e também empresas parceiras, consolidando nosso parque automotivo como um dos mais importantes do País. Tudo isso, claro, com a geração de emprego e renda”, afirmou Ratinho Junior.
“Temos orgulho em hospedar a Audi no Brasil, fazer parte desta trajetória tão especial e esperamos continuar escrevendo juntos essa história de grandes conquistas”, acrescentou.
O governador lembrou que o anúncio da Audi reforça um período importante de atração de investimentos no Estado. Na semana passada, disse ele, a Ambev confirmou a construção em Carambeí, nos Campos Gerais, da maior fábrica do País de garrafas sustentáveis. Nesta quinta-feira (30) a fábrica da ração da Premier começa oficialmente a operar em Porto Amazonas.
“Isso é fruto de muito trabalho e planejamento. Conseguimos ao longo de três anos e meio atrair mais de R$ 120 bilhões em investimentos privados. São marcas importantes, como a Audi, que confiaram no Paraná”, disse.
Ele destacou que esse incremento nos negócios fez com que o Paraná alcançasse a marca histórica de mais de 172 mil empregos com carteira assinada abertos ao longo do ano passado. Evolução que se repete em 2022. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na terça-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência, já apontam para a formalização de quase 76 mil vagas em 2022, o melhor desempenho entre os estados do Sul do País.
“O ambiente de paz política no Paraná ajuda nesta atração de investimentos. E esses investimentos se transformam diretamente em empregos, distribuição de renda e no desenvolvimento do nosso Estado”, afirmou o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin. “Como o governador sempre diz: emprego é a melhor ferramenta social que existe”. A agência atua como ponte entre governo e iniciativa privada, auxiliando no levantamento de dados, fornecimento de informações e tomada de decisões estratégicas.
FÁBRICA – Para viabilizar a reinauguração da unidade, explicou o presidente e CEO da montadora, Daniel Rojas, a Audi do Brasil aplicou R$ 100 milhões na modernização da linha de montagem, que ganhou novos maquinários, ferramentais, equipamentos de controle de qualidade e sistemas de tecnologia da informação e infraestrutura logística. Esse montante se soma aos R$ 446 milhões já investidos pela marca desde 2012.
“A Audi tem uma relação sólida e duradoura com o Paraná e Brasil, e mesmo após a interrupção das operações no último ano, sempre acreditamos no potencial de recuperação e crescimento do país. Houve muita união, e uma participação bem importante do Governo do Estado para que esse processo de retomada se consolidasse”, ressaltou.
Inicialmente, a planta terá capacidade produtiva máxima de quatro mil veículos por ano, em dois turnos. Os veículos produzidos serão destinados, inicialmente, apenas ao mercado consumidor interno. Os carros serão montados em regime de Semi Knock Down (SKD), uma alternativa de produção global extremamente eficiente e tecnológica para modelos de baixo volume.
Assim, a produção será realizada em uma linha de montagem exclusiva, a mesma que produziu a geração anterior do SUV até 2019. Os modelos chegarão ao Porto de Paranaguá divididos em conjuntos de peças e partes vindos da fábrica de Györ, na Hungria, para a montagem em solo brasileiro.
CARROS – Os novos Audi Q3 e o Audi Q3 Sportback são equipados com motorização 2.0 litros de 231 cavalos de potência, produzidos com tecnologias inéditas no País como a tração integral quattro e a transmissão tiptronic de oito velocidades, presente pela primeira vez em um veículo com motor transversal. A tecnologia proporciona trocas de marchas mais ágeis e confortáveis.
HISTÓRIA – A fabricação da Audi no Brasil teve início em 1999 com a inauguração da unidade de São José dos Pinhais, onde foram produzidos os Audi A3 de primeira geração nacional até 2006. Em 2012 com a instituição pelo governo federal do Inovar-Auto, Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores, a Audi decidiu produzir no País novamente. Para concretizar a decisão, a empresa investiu cerca de 150 milhões de euros, valor próximo de R$ 446 milhões à época, na unidade paranaense.
A produção teve início em 2015 com o A3 Sedan e, em 2016, passou a montar também o Q3. A fabricação do SUV seguiu até 2019, com o fim do ciclo de vida da geração anterior, enquanto o A3 Sedan foi fabricado até 2020, também com o fim do ciclo de vida da geração. Agora, após um hiato de pouco mais de um ano, a Audi voltará a montar dois modelos na fábrica do Paraná: os novos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback.
“Essa retomada teve um empenho muito grande do nosso governador e o apoio do Ministério da Economia para que as empresas voltassem a produzir no País. A Audi leva o nome de São José dos Pinhais, do Paraná e do Brasil para o mundo, um motivo de muito orgulho”, disse a prefeita do município, Nina Singer.
PRESENÇAS – Participaram da cerimônia o vice-governador Darci Piana; o secretário de Estado da Comunicação Social e da Cultura, João Debiasi; o diretor de Assuntos Econômico-Tributário da Secretaria de Estado da Fazenda, Gilberto Calixto; o chefe da Casa Militar, tenente-coronel Sérgio Vieira Benício; o secretário-executivo adjunto do Ministério da Economia, Leonardo Lahud; e o diretor de Assuntos Institucionais, Governamentais e Sustentabilidade da Audi do Brasil, Antonio Calcagnotto.
Por - AEN
O Paraná gerou 13.894 empregos em maio, chegando ao saldo positivo de 75.990 vagas formais preenchidas desde o início do ano, o quarto melhor desempenho do país, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
O setor que teve o maior saldo foi a Indústria, com 3.733 empregos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, divulgado nesta terça-feira (28).
Na sequência estão os setores do Comércio com 2.709, Serviços de Escritório (informática, comunicação, financeiros, imobiliários, administrativos e técnicos), 2.489, Construção Civil,1.409, e Administração Pública, com 1.464 postos de trabalho formais abertos.
“Esse resultado é fruto das ações de empregabilidade do Governo do Paraná, com os mutirões de emprego e o ônibus da Agência do Trabalhador Itinerante do programa Emprega Mais”, afirmou o secretário de Justiça, Família e Trabalho do Paraná (Sejuf), Rogério Carboni.
A chefe do Departamento de Trabalho da Sejuf, Suelen Glinski, ressalta que a expansão do setor industrial auxilia no crescimento econômico do Paraná como um todo, inclusive ajudando na geração de empregos de outros setores. “O setor da indústria vem se consolidando nesse crescimento de empregos formais no Paraná, é o setor que mais contrata hoje se a gente pegar os dados de maio”, disse
“Para economia é muito importante, tendo em vista que é o setor que paga os melhores salários porque exige um nível de qualificação e experiência maior por parte do trabalhador, e também porque ajuda a alavancar os demais setores da economia”, destacou Suelen.
Também tiveram saldo positivo, em maio, o setor de Alojamento e Alimentação com 834 vagas, o de Logística (transporte, armazenagem e correio) com 605 vagas, Cultura e Esporte com 40 vagas, Serviços Domésticos com uma vaga e outras atividades no Setor de Serviços, com 310 vagas. O único setor que ficou com saldo negativo foi Agropecuária.
BALANÇO – No acumulado do ano todos os setores aparecem com saldo positivo no Paraná, com o destaque para os Serviços de Escritório, com 22.733 empregos gerados, Indústria (16.216), Administração Pública (11.535), Construção Civil (6.670) e Comércio (5.441).
Na sequência, de janeiro a maio, estão os setores de Alojamento e Alimentação, com 4.774 empregos gerados, Logística (4.474), Agropecuária (3.274), outras atividades no setor de serviços (2.581), Cultura e Esportes (679) e Serviços Domésticos com 33 vagas.
“Também destaco as parcerias que temos na área de qualificação profissional. Com o Senai e Fundação Volkswagem nas Carretas do Conhecimento, com o Sebrae e o BID no Recomeça Paraná, além de programas como o Cartão Futuro, que garantem o Paraná como campeão na geração de empregos e vanguarda na recuperação econômica do Brasil”, completou Rogério Carboni.
MUNICÍPIOS – Dos 399 municípios paranaenses, 264 fecharam maio com saldo positivo na abertura de vagas, o que corresponde a 66% do total. Em 13 deles o número de contratações e de demissões foi o mesmo, com um saldo igual a zero. As outras 122 cidades (30,5%) tiveram saldo negativo no período.
Os municípios com o maior saldo de contratações foram Curitiba (3.663), Londrina (911), Maringá (683), Cascavel (613), Toledo (491), Umuarama (463), Colombo (409), São José dos Pinhais (374), Campo Mourão (257), Foz do Iguaçu (224) e Francisco Beltrão (224).
No acumulado do ano, o resultado por municípios é ainda melhor, com 305 cidades com saldo positivo (76,4%), oito com saldo igual a zero, e 86 municípios com saldo negativo (21,5%). Na liderança do ranking está Curitiba com 20.307 empregos formais, seguida de Maringá com 3.721 empregos e Cascavel com 3.512.
Depois, estão São José dos Pinhais (3.080), Toledo (2.651), Londrina (2.602), Araucária (2.097), Colombo (1.773), Francisco Beltrão (1.428), Pinhais (1.397), Foz do Iguaçu (1.310), Guarapuava (1.203), Campo Largo (1.186) e Ponta Grossa (1.127).
NACIONAL – O Caged revelou que em maio o País registrou saldo positivo de emprego com carteira assinada, com 277 mil postos de trabalho. No acumulado de janeiro a maio de 2022, o saldo é de 1.051.503 novas vagas de emprego. Em 12 meses foram criadas 2.655.840 postos.
Por - AEN
A Polícia Militar do Paraná lançou nesta semana uma ação permanente de segurança rural.
São 228 militares estaduais atuando em todo o Estado, distribuídos em 76 equipes de Patrulha Rural Comunitária. Eles vão executar ações e operações de enfrentamento à criminalidade para levar tranquilidade e qualidade de vida à população das áreas rurais do Estado.
O objetivo é intensificar o policiamento ostensivo em distritos e estradas rurais, realizar ações preventivas e repressivas em pontos e localidades através de patrulhamentos, bloqueios, visitas às propriedades e demais demandas da segurança pública. Outro objetivo é aproximar a população desses policiais nos respectivos distritos mais afastados dos centros urbanos.
Esta modalidade de policiamento previne e reprime a incidência de furto/roubo a cooperativas e propriedades rurais, otimizando o tempo de resposta. Também tem como foco atuar contra o chamado “novo cangaço”, “cangaço noturno” ou em locais que precisam de resposta rápida.
A operação da Polícia Militar acontecerá em áreas que tenham índices criminais altos, conforme levantamento prévio nos sistemas utilizados pela corporação (Business Intelligence, CAPEGEO, SiscopWeb, BOU, dentre outros).
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Cem investigadores aprovados no concurso da Polícia Civil do Paraná (PCPR) deverão compor o quadro da instituição a partir de 2023.
Os futuros servidores, que ocupam as vagas remanescentes do concurso público de 2020, serão chamados através do Programa de Reposição Permanente da PCPR. O projeto terá início em 2023 e garante a contratação anual de policiais civis.
O delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach, explica que o programa será fundamental para a instituição. “Na medida em que for implementado, garante a contratação anual. Não só de números correspondentes de quem aposentou, mas vagas a mais, para que a gente reduza o percentual de vacância que existe dentro deste contexto o mais rápido possível, com objetivo de chegar ao efetivo necessário para cumprimento das missões com mais eficiência e agilidade”, conclui.
Nesta semana, o governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou a convocação de 400 novos profissionais, sendo 150 delegados, 200 investigadores e 50 papiloscopistas – com esses novos 100, serão novos 500 servidores, no mínimo, pois o número pode ser ampliado.
O anúncio preenche as vagas previstas em edital para a carreira de papiloscopista e excede em 100 as vagas previstas para o cargo de delegado, decisão estratégica que tem como objetivo atender a necessidade de todas as comarcas do Estado.
As vagas serão preenchidas de acordo com a ordem de classificação. A validade do certame é de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período.
Após a convocação, os candidatos participarão do curso de formação na Escola Superior da Polícia Civil. O planejamento é que ainda neste ano os novos policiais civis estejam atuando nas delegacias de polícia de todo o Estado.
CONCURSO – Na lista de classificados divulgada pela Polícia Civil, constam 2.247 candidatos, sendo 376 para o cargo de delegado de polícia, 1.524 para o cargo de investigador de polícia e 347 para o de papiloscopista. Ao todo, 106.506 candidatos se inscreveram para o concurso da instituição.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informa que o Paraná possui três casos suspeitos de Monkeypox ou varíola dos macacos.
São três homens com idades entre 27 e 39 anos que residem em Curitiba, Cascavel e Londrina. O primeiro caso no Brasil foi confirmado em 9 de junho, em São Paulo.
Os pacientes possuem históricos de viagem para São Paulo, França, Inglaterra e Turquia. As amostras dos suspeitos foram coletadas e estão em processo de envio para o Laboratório Central do Estado (Lacen/PR), responsável pela articulação com o Ministério da Saúde para envio ao Laboratório de referência para casos desta doença, em São Paulo.
Há algumas semanas a Sesa fez uma Nota Orientativa nº 01/2022 sobre o fluxo assistencial para os casos suspeitos. O documento foi enviado aos municípios para orientação. Além disso, a Secretaria de Estado da Saúde criou uma página destinada a informações e publicações sobre a doença AQUI.
A varíola dos macacos é uma doença viral e a transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato com lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados. A infecção causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo. Os principais sintomas envolvem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfadenopatia, calafrios e fadiga.
Por - AEN

























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