Inscrição de projetos em programa de inovação paranaense encerra neste domingo

As inscrições para o Programa de Propriedade Intelectual com Foco no Mercado (Prime) seguem até o próximo domingo (1º).

Ao todo, são ofertadas 100 vagas para a primeira fase, sendo 20 para empreendedores com Patente de Invenção (PI) depositada ou concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). O Prime é gratuito e será promovido totalmente em ambiente digital.

O objetivo é transformar o resultado de pesquisas acadêmicas em produtos com potencial de mercado, a partir da pré-aceleração de projetos inovadores e de base tecnológica, desenvolvidos nas instituições de ensino superior do Paraná. Os pesquisadores e empreendedores com projetos em incubadoras, agências de inovação e núcleos de inovação tecnológica (NITs) das universidades compõem o principal público de interesse.

A iniciativa é da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), em parceria com a Fundação Araucária de Apoio do Desenvolvimento Científico e Tecnológico e com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Paraná (Sebrae/PR).

A programação prevê uma série de atividades, como workshops, consultorias individuais e mentorias coletivas. Além disso, também serão organizados pitch – discurso resumido usado por empreendedores com informações sobre mercado e descrição de produtos e serviços – e demo day,  um evento para apresentação de startups e negócios para o mercado, parceiros e investidores.

Ao final do programa, cinco finalistas serão contemplados com vagas no Programa Acelera Impulse do Sebrae/PR, sem qualquer custo para os participantes.

MULHERES – Nesta edição, o Prime terá um módulo extra de qualificação, exclusivo para as mulheres participantes. Serão duas sessões de mentoria coletiva com convidadas especiais, que apresentarão casos de sucesso e conteúdos voltados à liderança e ao empreendedorismo feminino.

Serviço:

Inscrições: até 1º de maio – AQUI

1ª fase: 11 de maio a 8 de junho

2ª fase: 22 de junho a 31 de agosto

Fase final: 7 a 15 de setembro

Demo Day: 21 de setembro

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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IDR e UEL apontam que plantio direto, rotação e cobertura vegetal devem crescer no Paraná

A maioria dos produtores de grãos tem pouco conhecimento sobre as bases técnicas da agricultura conservacionista, o que exige a necessidade de ampliar a divulgação sobre o tema, assim como a utilização pelos agricultores.

A conclusão é apresentada em artigo científico publicado na Revista Brasileira de Ciência do Solo por pesquisadores do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná — Iapar-Emater (IDR-Paraná) e da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Os pesquisadores entrevistaram 234 agricultores da bacia hidrográfica do Rio Paraná 3 com o objetivo de avaliar se eles conhecem e aplicam três princípios da agricultura conservacionista: plantio direto, manutenção permanente de cobertura vegetal no solo e rotação de culturas com diversificação de espécies. Os agricultores foram entrevistados pessoalmente, respondendo um questionário de 30 perguntas.

Com oito mil quilômetros quadrados, a Bacia do Paraná 3, escolhida para o estudo, estende-se de Guaíra (Noroeste) a Foz do Iguaçu (Sudoeste do Estado). Abriga 24.150 propriedades, distribuídas em 29 municípios — 28 do Paraná e um do Mato Grosso do Sul. 

A definição do número de produtores para o estudo seguiu parâmetros estatísticos e metodológicos bem estabelecidos na literatura sobre esse tipo de estudo.

RESULTADOS – Apenas 33% dos produtores entrevistados demonstraram conhecimento dos três pilares da agricultura conservacionista. Dentre aqueles que não dominam os conceitos, 29% desconheciam apenas um; 26%, dois; e 12% não conseguiram listar sequer um dos fundamentos.

O plantio direto apareceu como a prática mais conhecida pelos entrevistados, seguida da cobertura do solo e, por último, a rotação de culturas. 

A maioria dos entrevistados avaliou como “bom” o manejo de plantio direto na sua propriedade, e considerou como “altamente importantes” os benefícios da agricultura conservacionista, especialmente a mitigação dos riscos de erosão e economia de tempo nas operações agrícolas. 

No entanto, para metade dos entrevistados a adoção de técnicas conservacionistas não promove redução dos custos de produção, aumento de rendimento ou diminuição de perdas em períodos de estiagem.

A semeadura em nível é adotada por 80% dos agricultores entrevistados, e 97% deles implantaram terraços. No entanto, 41% dos entrevistados fazem pulverização no sentido da encosta.

Em ordem decrescente de importância, os agricultores apontaram como obstáculos a compactação do solo nas cabeceiras, dificuldade no controle de plantas daninhas, manutenção da cobertura do solo e a rotação de culturas. Metade dos agricultores entrevistados considerou muito ou moderadamente difícil adotar a rotação de culturas.

“O Sul do Brasil tem chuvas intensas e o plantio direto, somente, não é suficiente para conter a erosão. É preciso agregar práticas como plantio em nível, terraços e uso de plantas de cobertura”, aponta a pesquisadora Graziela Moraes de Cesare Barbosa.

PESQUISA – Esse tipo de estudo permite entender o que os agricultores conhecem, pensam e fazem. São informações imprescindíveis para compreender os desafios e buscar soluções no desenvolvimento e transferência de tecnologias. “Embora trate de uma bacia hidrográfica específica, é possível que as conclusões deste estudo retratem a realidade de grande parte das regiões produtoras de grãos no Paraná”, afirma Tiago Santos Telles, pesquisador da área de socioeconomia do IDR-Paraná.

Participaram da pesquisa que resultou no artigo “Soil management practices adopted by farmers and how they perceive conservation agriculture” Ana Julia Righetto e Elizeu Jonas Didoné, bolsistas do IDR-Paraná, juntamente com o professor Thadeu Rodrigues de Melo, ligado à UEL.

O artigo completo pode ser acessado AQUI. Texto em inglês.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Estado abre consulta sobre logística reversa de remédios vencidos ou não utilizados

A Secretaria estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) disponibilizou uma consulta pública, com acesso à Minuta do Termo de Compromisso, para a formalização de políticas públicas do sistema de logística reversa de medicamentos domiciliares vencidos ou não utilizados.

Podem participar todos os envolvidos pelo setor de medicamentos, desde fornecedores até usuários. Integra o processo de logística reversa o descarte, pelos consumidores, de medicamentos de uso humano, industrializados e manipulados, assim como as bulas e embalagens e perfurocortantes do Grupo E (como seringas e canetas).

A proposta de operacionalização do sistema de logística reversa de medicamentos para o Paraná foi elaborada em conjunto pela Sedest, Ministério Público do Paraná e o Instituto Água e Terra (IAT).

 “São propostas em consonância com as regulamentações do Estado, como a Lei Estadual n° 17.211/2012 e o Decreto Estadual n° 9.213/2013, que consideram a obrigatoriedade de operacionalização de logística reversa também nos serviços públicos de saúde, além da Resoluções Conjuntas Sedest/IAT nº 20/2021 e nº 22/2021”, destaca o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Everton Souza.

As legislações estaduais determinam que cada estabelecimento que comercializa e distribui os medicamentos descritos acima possuam um ponto de entrega voluntária. O sistema de logística reversa também é regulamentado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos e pelo Decreto Federal nº 10.388/2020.

LOGÍSTICA REVERSA – O Termo de Compromisso objetiva a implementação de estratégias para a correta destinação dos resíduos pós-consumo, sob a responsabilidade compartilhada entre todos os elos da cadeia. Representam esse grupo os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, inclusive consumidores finais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

É necessário que os medicamentos vencidos ou em desuso sejam encaminhados aos pontos de coleta a serem implementados pelo setor empresarial (fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes). Cabe ao poder público o acompanhamento da operacionalização do sistema de logística reversa de medicamentos, o suporte nas ações de comunicação e educação ambiental destinadas à população, e a fiscalização do cumprimento do referido Termo de Compromisso.

 “A finalidade desta consulta pública é convocar os responsáveis pelo setor de medicamentos a se manifestarem quanto ao conteúdo do Termo de Compromisso, bem como apresentarem propostas de melhorias ou adequações para o perfeito funcionamento do sistema de logística reversa a ser implementado”, afirma o diretor de Políticas Ambientais da Sedest, Rafael Andreguetto.

COMO PARTICIPAR – As manifestações sobre o Termo de Compromisso, através de consulta pública, devem ser feitas até o dia 9 de maio no e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

 

 

 

 

 

 

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Polícia Civil recebe 561 inscrições no processo seletivo de estágio

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) recebeu 561 inscrições no processo seletivo de estágio para estudantes dos ensinos médio, técnico e superior.

Ao todo, são disponibilizadas 149 vagas. As inscrições foram realizadas no site da Central de Estágios do Paraná e no site da instituição, entre os dias 12 e 17 de abril.

Os candidatos inscritos terão o histórico escolar analisado, sendo que para cada vaga os três mais bem classificados pela média acadêmica e aprovados em análise curricular serão chamados para entrevista presencial, que irá definir a classificação final.   

As vagas para nível superior foram as mais procuradas pelos estudantes, com 451 inscrições – havia ofertas para os cursos de direito, informática e recursos humanos. As outras 110 inscrições foram feitas por estudantes dos níveis médio e técnico.

O número de vagas de estágio de nível superior é 110, sendo 19 para pessoas com deficiência (PCD). São, ainda, 29 para nível médio regular, sete para nível técnico integrado e três para nível técnico subsequente.

A PCPR abriu vagas para unidades localizadas em 43 municípios paranaenses. O objetivo é ampliar o atendimento à população e ajudar a formar profissionais mais qualificados.

 

 

 

 

 

 

 

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Procon do Paraná oferece cursos gratuitos sobre defesa do consumidor

O Procon do Paraná e a Escola Nacional de Defesa do Consumidor da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) oferecem cursos gratuitos a distância sobre defesa do consumidor.

Serão abordados temas diversos, tais como Serviços Financeiros, Oferta e Publicidade, Mecanismos de Proteção Contratual, Educação Financeira para Consumidores, Vício do Produto e do Serviço, entre outros. O Procon é vinculado à Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf).

 “Os cursos são online e uma excelente oportunidade tanto para consumidores quanto para fornecedores conhecerem seus direitos e obrigações, o que resulta em relações de consumo mais saudáveis”, disse o secretário Rogério Carboni.

“Sob orientação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, avançamos muito na modernização e disponibilização de cursos online gratuitos, além da defesa dos direitos das pessoas. O Procon-PR é um órgão muito respeitado pela sociedade justamente porque trabalha de maneira séria e independente”, complementou.

As inscrições vão até o dia 2 de maio e os cursos são certificados pela Universidade de Brasília. Os interessados podem obter informações neste LINK.

 

 

 

 

 

 

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