O Paraná fechou o primeiro trimestre do ano com a abertura de 56.225 vagas de emprego com carteira assinada. Quinto melhor resultado do País, o saldo do Paraná é superior à soma dos empregos gerados por todos os estados do Norte e do Nordeste no período.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, divulgado nesta quinta-feira (28).
Nos três primeiros meses de 2022, houve 473.178 contratações e 416.953 demissões no Estado. No mês de março, foram abertos 8.638 postos de emprego formais, que se somam às 28.273 vagas abertas em fevereiro e às 19.314 geradas em janeiro, com os ajustes do Caged.
No acumulado de 12 meses, entre abril de 2021 e março de 2022, 157.095 empregos formais foram criados no Paraná, quarto melhor resultado do Brasil e melhor do Sul.
“A economia paranaense continua dando demonstrações de sua força, com bons resultados na geração de empregos em todos os períodos. O Governo do Estado trabalha de forma conjunta com o setor produtivo para diminuir a burocracia facilitar a abertura de empresas, além de investir na infraestrutura para a atração de novos negócios”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
No Brasil, foram abertos 615.173 postos de trabalho entre janeiro e março. O Paraná fica atrás de São Paulo (176.151), Santa Catarina (64.038), Minas Gerais (62.421) e quase encosta no Rio Grande do Sul (56.337). Em março, o saldo de empregos no País foi de 136.189 vagas.
MUNICÍPIOS – Dos 399 municípios paranaenses, 284 (71%) fecharam o trimestre com alta no mercado de trabalho. Em dez cidades, o número de admissões e de desligamentos foi o mesmo, e as outras 105 tiveram saldo negativo. Na análise dos dados do último mês, foram 221 municípios (55%) com saldo positivo em março, 20 com o mesmo número de contratações e demissões e 56 com saldo negativo.
As cidades que mais geraram emprego entre janeiro e março foram Curitiba (17.321), Maringá (2.871), Cascavel (2.476), São José dos Pinhais (2.381), Toledo (2.136), Araucária (2.022), Londrina (1.738), Colombo (1.171), Foz do Iguaçu (1.050) e Guarapuava (972).
Em março, os destaques foram Araucária (1.031), São José dos Pinhais (683), Maringá (674), Toledo (541), Cascavel (527), Campo Largo (377), Curitiba (372), Francisco Beltrão (343), Guarapuava (262) e Telêmaco Borba (248).
Por - AEN
Com lances mínimos entre R$ 10 e 2 mil para sucatas e R$ 250 e 40 mil para veículos conservados; a Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná, realiza o quarto leilão "on-line" de veículos de 2022, classificados como conservados (recuperáveis), sucata aproveitável com motor aproveitável e sucata aproveitável com motor inservível, retidos, abandonados, removidos ou recolhidos a qualquer título, que se encontrem há mais de 60 dias nos pátios das Unidades Operacionais vinculadas à PRF dos municípios de Laranjeiras do Sul, Santa Tereza do Oeste, Araruna, Guaíra, Quatro Pontes, Maringá e Paranavaí.
A sessão pública será realizada em 30 de abril (sábado) de 2022, com lotes de sucata aproveitável e sucata aproveitável com motor inservível e de veículos conservados; exclusivamente no sistema eletrônico "on-line" (internet) no site https://www.kronbergleiloes.com.br.
Dentre os 249 veículos ofertados, 160 são conservados (aqueles que não têm relação alguma com sua conservação visual e aparência estética de sua lataria e demais equipamentos, podendo retornar a circular em via pública, após o pagamento das respectivas taxas e recolocados em circulação após revisão técnica exigida pelo órgão de trânsito) e 89 são considerados como sucata (aqueles que estão impedidos de circulação em vias públicas e se destinam exclusivamente ao desmonte e ao reaproveitamento de suas peças), sendo que as sucatas só podem ser adquiridas por pessoas jurídicas previamente cadastradas.
Os lotes mais caros do leilão são um Ford Cargo 2428 S ano 2011 com lance mínimo de R$ 40 mil e uma Fiat Strada Adventure CD ano 2011 com lance mínimo de R$9 mil. Todos esses veículos são conservados, isto é, após sua regularização, podem voltar a circular.
Conforme o artigo 328 do Código de Trânsito, o veículo recolhido que não vier a ser reclamado por seu proprietário dentro de um prazo de dois meses pode ser avaliado e levado a leilão.
Por - PRF
As exportações do complexo soja pelo Porto de Paranaguá estão em alta.
Nos primeiros três meses deste ano, 4.974.237 toneladas de cargas do produto em grão, óleo e farelo foram embarcadas pelos terminais paranaenses. O volume é quase 25% maior que as 3.987.702 toneladas carregadas no 1º trimestre de 2021.
O maior aumento foi registrado nas exportações da forma líquida, ou seja, de óleo de soja: 57,3% – 327.975 toneladas nos três primeiros meses deste ano contra 208.529 toneladas carregadas no período, em 2021.
Neste ano, ao mesmo tempo em que as exportações estão em alta, também não houve registro de qualquer volume importado do complexo soja. No primeiro trimestre no ano passado as importações somaram quase 45,5 mil toneladas de óleo de soja.
“Ao que tudo indica, apesar da quebra na safra, boa parte da produção tem ficado também no mercado interno”, disse o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
De farelo de soja exportado no último trimestre foram 1.342.739 toneladas, volume 38,4% maior que as 970.140 toneladas registradas no ano passado. “O Paraná tem um dos principais parques para esmagar soja do Brasil. Inclusive, a tendência é que o país importe soja em grão e exporte o farelo, que tem maior valor agregado”, afirma Garcia.
Nas exportações de soja em grão, a alta foi de 17,6%. Neste ano, de janeiro a março, 3.303.523 toneladas do granel foram embarcadas por Paranaguá. No mesmo período, em 2021, foram 2.809.033 toneladas.
MERCADO DE SOJA – De acordo com os dados da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), no Paraná o volume de soja produzido nesta safra está entre 11,6 e 12 milhões de toneladas. O último levantamento apontava uma quebra próxima de 45% com a estiagem.
Segundo o economista Marcelo Garrido, do Departamento de Economia Rural (Deral) da Seab, a soja embarcada pelo Porto de Paranaguá, nesses primeiros meses do ano, é uma parte de produtos oriundos da safra passada e outra proveniente da safra que está sendo finalizada.
“Nos últimos três anos, a média exportada de soja em grão no Paraná foi de aproximadamente 59% da quantidade produzida”, afirma. Segundo ele, o restante é o que fica no mercado interno.
Sobre a alta observada nas exportações pelos terminais do Estado, Garrido explica ser reflexo do aumento da demanda de alimentos no mundo. “Nos últimos anos, o consumo mundial tem crescido e feito com que as exportações dos países produtores de alimentos acompanhassem esta demanda”, afirma.
Outro fator que tem favorecido o Brasil nos últimos anos, segundo ele, são as cotações cambiais, que de uma forma geral têm beneficiado os produtos brasileiros no mercado internacional.
Com menos produto disponível e uma demanda interna crescente, o economista do Deral acredita que a tendência é que os volumes a serem exportados neste e nos próximos meses sejam reduzidos. “Como tivemos uma safra menor neste ano, e a demanda interna é grande, é possível que haja, também, a necessidade de importação”, acrescenta.
Por - AEN
O Governo do Estado regulamentou nesta semana, via decreto nº 10.843/2022 , os novos termos da Loteria do Estado do Paraná (Lotepar), que tem vínculo direto com a Secretaria de Estado da Fazenda.
O texto cria as modalidades de jogos e permite a exploração de apostas de quota fixa (quando o valor do prêmio é fixado), esportivas, numéricas (acertar os números apostados), instantânea (raspadinha) e passiva (bilhete físico ou virtual numerado).
A autarquia estadual poderá executar diretamente os jogos ou delegar, mediante permissão, concessão ou outra modalidade prevista na legislação que rege as contratações públicas as atividades operacionais inerentes à exploração do jogo lotérico. Somente será permitida a exploração de modalidade expressamente autorizada pelo Estado.
Essa nova estrutura criada para administrar esse sistema será responsável por garantir a segurança contra adulteração dos bilhetes físicos e digitais e a fiscalização dos jogos. Ela deverá observar, por exemplo, a publicação das regras, a publicidade das apostas e o atendimento da territorialidade (Paraná).
Cada produto lotérico terá a sua dinâmica de sorteio descrita previamente na cartela do produto (preferencialmente) ou em outros meios de maneira inequívoca. Para fins de publicidade, será considerado o conjunto de regras, a definição da quantidade, o preço das apostas, o valor dos prêmios, a probabilidade de premiação, o prazo previsto de circulação, os meios de comercialização, as tecnologias empregadas e demais especificações que compõem um produto lotérico e/ou uma série de sorteios e produtos.
A Secretaria de Estado da Fazenda definirá em breve as nomeações dos cargos que vão compor a estrutura do órgão lotérico. Eles serão responsáveis por desenvolver os planos e programas de trabalho das operações lotéricas, como, por exemplo, o montante destinado aos prêmios.
O decreto também especifica a criação do Conselho de Administração, níveis de direção, unidade de controle interno e as gerências: Desenvolvimento, Tecnologia e Controle de Jogos; Projetos Institucionais, Mercadológicos e de Comunicação Social; Orçamentária, Financeira e Contábil; e Recursos Humanos e Administrativos.
O serviço lotérico estadual destinará, com a nova fonte de arrecadação, recursos para a manutenção de programas sociais e o desenvolvimento de ações e serviços relacionados à segurança pública e habitação popular, e ao financiamento de ações e programas do governo estadual.
Com essa implementação, o Paraná se reúne aos cinco entes federativos que possuem legislação vigente acerca de serviços lotéricos: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Espírito Santo e Maranhão. O Supremo Tribunal Federal decidiu, em 2020, que a atividade não pode ser monopólio federal.
Por - AEN
O Centro de Atendimento à Fauna Silvestre (CAFS) de Guarapuava (Centro-Sul), localizado na Unicentro, recebeu a doação de equipamentos e materiais, frutos de um Termo de Cooperação entre o Instituto Água e Terra (IAT) e a empresa Santa Maria Papel e Celulose.
Foram doados kits cirúrgicos e odontológicos, um concentrador de oxigênio, colchão térmico, jogos de facas e outros itens que somam R$ 10 mil. O recurso será usado também para fomentar a pesquisa e o desenvolvimento científico.
O CAFS de Guarapuava é vinculado ao Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro). A empresa Santa Maria Papel e Celulose doou os materiais e equipamentos como condicionante pela construção da usina PCH Três Capões Novo.
As condicionantes são determinadas no ato da emissão da Licença Ambiental para o funcionamento de atividades que causam impactos ao meio ambiente. “Essa foi uma maneira encontrada para contribuir com o funcionamento dessas entidades parceiras e garantir o bom atendimento à fauna silvestre vitimada em todo o Estado”, afirma a chefe do Setor de Fauna do IAT, bióloga Paula Vidolin.
“Na legislação ambiental moderna, as empresas que vão gerar algum tipo de impacto precisam ter uma série de contrapartidas. No processo inicial de licenciamento já consta que os animais que, eventualmente, precisarem de resgate vão para o CAFS da Unicentro. Aqui acabam passando por tratamento, reabilitação, e junto com o IAT a destinação, que na maioria das vezes a gente preza pela soltura de volta na natureza”, explica o coordenador do CAFS Unicentro, professor Rodrigo Antônio Martins de Souza.
“A Santa Maria é uma empresa genuinamente brasileira e guarapuavana. Acreditamos que isso é uma troca positiva, porque conseguimos não só ter o benefício dos tratamentos aos animais encontrados na região da empresa, como também auxiliar na atualização tecnológica da Universidade”, afirma o gerente-executivo da Unidade de Negócios de Energia, Felipe Mariotto Corrêa.
CAFS – Os CAFS começaram a ser criados no Estado em 2019, por meio de parcerias entre o IAT e as universidades e prefeituras. Ao todo, são cinco em funcionamento e um Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Ponta Grossa (Campos Gerais).
Os CAFS ficam em Londrina (UniFil), Cascavel (Univel), Curitiba (parceria com a prefeitura), Guarapuava (Unicentro), e Maringá (Unicesumar). São locais para receber, identificar, marcar, triar, avaliar e destinar animais silvestres provenientes da ações de fiscalização, resgates ou entrega voluntária de particulares.
O atendimento visa que os animais sejam reintroduzidos à natureza. Se ficar evidenciado que não conseguem sobreviver sozinhos no seu habitat, eles são transferidos para empreendimentos regularizados junto ao IAT.
O repasse de recursos do Estado a essas instituições é feito conforme a modalidade de parceria estabelecida e seus respectivos planos de trabalho aprovados. Também ocorre o repasse de recursos por meio de conversão de multas e condicionantes ambientais vinculadas ao licenciamento.
Segundo a diretora de Licenciamento Ambiental e Outorga do IAT, Ivonete Chaves, as condicionantes de um licenciamento são regulamentadas pela Resolução CEMA nº 107/2020.
“Essa normativa estabelece critérios e procedimentos a serem adotados para as atividades poluidoras, degradadoras ou modificadoras do meio ambiente. O objetivo é promover o desenvolvimento sustentável no Estado em conformidade com as exigências técnicas e jurídicas do licenciamento ambiental”, destaca.
Por- AEN
A Secretaria estadual da Saúde vai disponibilizar aos municípios a partir desta semana cerca de 3 mil protetores de cinto de segurança para as pessoas (crianças e adultos) que possuem Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA).
Os protetores poderão ser retirados pelos interessados já na próxima semana. O item também pode ser utilizado em mochilas escolares.
Segundo a Secretaria estadual da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), responsável pela disponibilização da carteira às pessoas com autismo, mais de 3,4 mil paranaenses já possuem o documento. Eles receberão, por meio de mensagem de texto, uma notificação no celular cadastrado com as orientações para fazer a retirada do protetor.
“O autista pode ter dificuldades em se expressar ao ser abordado. Com o protetor de cinto que identifica essas pessoas, é possível realizar uma aproximação diferenciada, principalmente em casos como acidentes”, disse o secretário da Saúde, César Neves.
Angélica Koerich é mãe de Ângelo, uma criança de quatro anos diagnosticada com autismo. Ela diz que a utilização do protetor de cinto auxiliará na identificação e cuidado com o menino.
“Ter um filho com autismo é um desafio diário de dedicação e amor, e o uso do protetor poderá auxiliar no cuidado da vida do meu filho, não o rotulando, mas ajudando em uma situação de emergência. Além de utilizar na cadeirinha, também vou colocar na alça da mochila escolar para facilitar a identificação”, disse.
A Sesa investe na linha de cuidado a pessoa com deficiência com capacitações e oficinas que permitem que os profissionais de saúde estejam em constante atualização. Durante todo o mês de abril a Secretaria, por meio das 22 Regionais, promoveu diversas ações, como caminhadas, palestras e rodas de conversas para fomentar e ampliar a discussão sobre o assunto.
TEA – O Transtorno do Espectro do Autismo é considerado um distúrbio do neurodesenvolvimento com início na infância, que pode afetar a capacidade de se comunicar e interagir. “Os sintomas do TEA variam de paciente para paciente, sendo os mais comuns a dificuldade de comunicação, dificuldade nas interações sociais, interesses obsessivos e comportamentos repetitivos”, explicou a chefe da Divisão de Saúde das pessoas com Deficiência, Aline Jarschel de Oliveira.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que há 70 milhões de pessoas com autismo em todo o mundo, sendo 2 milhões somente no Brasil. Estima-se que uma em cada 88 crianças apresenta sinais do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS) pode ser feito em diferentes abordagens que visam melhorar a compreensão das características centrais do autismo. A Sesa mantém 350 pontos de atenção especializados em atendimentos às pessoas com deficiência intelectual, incluindo TEA.
Em 2021, em parceria com o Florida Institute of Tecnologie – referência no tratamento do autismo –, a Sesa garantiu a certificação a 135 profissionais do SUS, em 19 regiões do Estado, que realizaram o curso de capacitação para uso da terapia ABA.
Por - AEN








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