Desde 2019, o programa Descomplica Detran vem trazendo mais comodidade e agilidade para aqueles que precisam dos serviços do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR). O Descomplica visa a desburocratização e simplificação dos serviços voltados à população e também às atividades que são executadas internamente.
Do início do programa até o momento, foram digitalizados mais de dois milhões de processos. São quase 350 mil por mês, entre emissão de processos de habilitação, serviços para motoristas, exames, provas, reciclagem e guias para pagamento de taxas.
A digitalização trouxe benefícios como a agilidade no encaminhamento dos processos para Curitiba e economia com malote de Correios, porque o Detran paga por peso quando encaminha documentação para a Capital.
Em quatro anos, de 2019 a 2022, os acessos ao portal do Detran tiveram um aumento de 19,27%. Esse aumento foi ainda mais expressivo no aplicativo Detran Inteligente que passou de 2.711.407, em 2019, para 11.265.846 acessos em 2022, representando 897% de aumento em comparação.
Os atendimentos online registraram um aumento de 496,66% na comparação de 2019 a 2022. O atendimento presencial caiu 40,34%, demonstrando a preferência da população pela facilidade do atendimento pelo portal e pelo aplicativo.
Informações sobre o licenciamento, débitos do veículo, parcelamentos, recursos, consultas, entre outros serviços, estão disponíveis em ambiente virtual, dentro do acesso restrito no portal do Detran.
Além disso, os usuários que buscam a autarquia para alguns processos podem fazer o download dos documentos em sua residência, não tendo mais a necessidade de retornar à unidade de atendimento para buscá-los.
“O Descomplica Paraná foi criado para facilitar e dinamizar o acesso da população aos serviços do Estado. Pelo Detran-PR, já foram disponibilizados diversos serviços dentro do acesso restrito no portal, com maior rapidez, facilidade e segurança”, diz o diretor-geral Adriano Furtado.
PAGAMENTO PIX – Em junho deste ano, foi disponibilizado o pagamento de todas as guias relacionadas a veículos, habilitação e infrações via PIX. O cidadão poderá usufruir do benefício pelo celular, com qualquer banco, por meio do QR Code ou do código numérico. A adequação do pagamento por PIX foi desenvolvida em parceria com a Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná) e o Banco do Brasil.
JUNTA DIGITAL - Em 2020, o Detran implantou a Junta 100% Digital, aceitando processos de recursos de infrações e recursos de exames médicos com documentos totalmente digitais. O registro de livros e a emissão de todos os tipos de certidões também passaram a ser realizados digitalmente.
FOTO E BIOMETRIA – Também como forma de facilitar a vida da população, o Estado firmou parcerias com as autoescolas para os procedimentos de captura de foto e biometria para cadastro, evitando assim a necessidade de deslocamentos até uma unidade da autarquia.
Os Centros de Formação de Condutores (CFC) estão autorizados a ofertar os serviços para todos os processos de habilitação que necessitem nova captura, sem custo ao candidato/condutor. Para garantir a segurança, as capturas biométricas só podem ser realizadas em autoescolas para candidatos e condutores que apresentem, no processo e no prontuário, o RG do Paraná, visto que a validação é feita na base unificada do Estado.
VENDA DIGITAL - Novo serviço dentro do aplicativo Carteira Digital de Trânsito permite ao cidadão iniciar o processo da compra e venda do seu veículo, assinando digitalmente a ATPV-e (Autorização para Transferência de Propriedade de Veículos) e fazer a comunicação automática da venda por meio do aplicativo CDT, após autorização do Detran de registro do veículo, sem a necessidade de reconhecer firma ou fazer contrato em papel. Após esta etapa, é só o cidadão agendar atendimento e comparecer ao Detran para a vistoria e finalizar a transferência do veículo.
CNH DIGITAL E CRLV-E – Os documentos de habilitação e veículos estão disponíveis online por meio do aplicativo CDT. Todos os documentos ficam agrupados no celular do cidadão.
LAUDO DE VISTORIA – O laudo de vistoria veicular foi disponibilizado em formato digital. A emissão deste laudo tornou-se mais segura, pois o aplicativo desenvolvido pela Celepar permite a inclusão de imagens do veículo, dados do motor e demais observações, evitando fraudes. O processo é muito mais rápido e intuitivo, pois o cidadão já pode levar ou emitir o laudo na mesma hora pela Central de Certidões do Estado do Paraná.
AGENDAMENTO AUTOMÁTICO DE VISTORIA - A criação do agendamento automático de vistoria veicular com 30 minutos de antecedência do horário agendado para atendimento melhorou a dinâmica do atendimento para o cidadão pois evita filas e aglomerações.
WI-FI CIDADÃO – Com o Wi-Fi gratuito os usuários do Detran podem utilizar a internet durante o período em que estiver nas unidades.
Por - AEN
A Sanepar lança na próxima segunda-feira (4) o RECLIP 2022 – Programa de Recuperação de Crédito Cliente Particular.
Os clientes poderão parcelar débitos pendentes em até 60 vezes, sem entrada e sem exigência de valor mínimo de parcela. Não será cobrada multa e a taxa de juros do parcelamento cai de 1,30% para 0,3% ao mês. Também será possível rever negociações anteriores. O prazo vai até 31 de dezembro deste ano.
A adesão ao RECLIP 2022 pode ser feita por meio de qualquer canal de atendimento. O cliente poderá negociar diretamente nas Centrais de Relacionamento em cada cidade ou ligar no telefone 0800 200 0115. Também pode fazer a adesão ao Programa pelo e-mail das regionais, que estão disponíveis no site da Companhia, o www.sanepar.com.br.
PAGAMENTO SOMENTE VIA FATURA - A Sanepar alerta que o resultado da negociação, seja ela feita de forma presencial ou não, será sempre implantado nas faturas subsequentes à data da finalização. Ou seja, o parcelamento será inserido na cobrança mensal, junto com consumo atual e somente no mês seguinte. A Companhia alerta que em momento algum haverá cobrança em dinheiro, transferências bancárias (TED, DOC ou PIX) ou cartões de débito ou crédito.
O RECLIP estará acessível para clientes ativos e inativos, de todas as categorias, exceto o Poder Público. Todos os débitos vencidos de residências, comércios, indústrias e entidades filantrópicas, independente da sua faixa de consumo, poderão ser regularizados. Não serão inclusos no programa os débitos em discussão judicial.
Por - AEN
Criado em abril de 2021, o Banco do Agricultor, programa do Governo do Estado do Paraná em parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Fomento Paraná, já soma mais de R$ 174 milhões em financiamentos efetivados em 1.289 contratos. Só as contratações feitas pelo BRDE representam 33% do total, em sua maioria em projetos de energias renováveis.
“O Banco do Agricultor é um movimento estratégico para o Estado dar um novo salto e se tornar ainda mais protagonista no agronegócio mundial. É um programa voltado ao desenvolvimento sustentável, à inovação tecnológica e melhoria da competitividade dos produtos paranaenses”, explica o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.
Dependendo dos contratos e das condições do empréstimo, o financiamento via Banco do Agricultor pode ter juro zero, com os encargos sendo pagos pelo Governo. Há, ainda, carência para o pagamento da primeira prestação, variável de acordo com cada linha de crédito, adequando o compromisso financeiro assumido ao fluxo de caixa da propriedade.
O programa conta também com a participação do Banco do Brasil e de cooperativas de crédito como Sicredi, Cresol, Credicoopavel, Credicoamo e Sicoob, e tem como foco os produtores familiares, agroindústrias familiares e cooperativas da agricultura familiar. “As contratações do Banco do Agricultor são feitas também por convênio com outras instituições, para dar oportunidade de créditos para produtores de diversas cidades e realidades”, ressalta Bley.
A linha de financiamento do BRDE mais aplicada nesse primeiro ano de Banco do Agricultor foi o Fundo Clima. Do total de contratações, 65% foram para projetos de energias renováveis. Composto por 10 subprogramas, o Fundo Clima faz parte dos instrumentos da Política Nacional para Mudança do Clima, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e que visa garantir recursos para projetos, estudos e empreendimentos que tenham como objetivo amenizar as mudanças climáticas.
Através do Fundo Clima, o poder público subsidia os juros de projetos que ajudam a reduzir as emissões de gases do efeito estufa e que se enquadram nos requisitos do crédito, como a instalação de placas solares em micro e pequenas empreendedores paranaenses rurais ou urbanos. O BRDE foi o primeiro banco do País a operar o Fundo Clima, com recursos do BNDES, para financiamento de projetos de pessoas físicas e jurídicas destinados à instalação de sistemas de geração fotovoltaico e de aquecimento solar.
Nesse caso, o Governo do Estado do Paraná fornece uma lista de fabricantes de placas solares parceiros do Banco do Agricultor e, mediante aprovação técnica do projeto pelo Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR), os pequenos agricultores podem procurar os parceiros do BRDE para o financiamento.
AGRICULTOR PARANAENSE – As linhas de financiamento do Banco do Agricultor Paranaense têm como objetivo desenvolver ainda mais o potencial agrícola da região. Segundo a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o agronegócio tem Valor Bruto de Produção (VBP) na casa de R$ 180,4 bilhões, de acordo com relatório preliminar sobre 2021. O agro representa 34% do PIB total do Paraná. Ou seja, de cada R$ 100 produzidos num ano, R$ 34 tem a ver diretamente com o agronegócio.
O campo e suas vertentes também respondem por 80% do esforço exportador do Paraná, com balança comercial superavitária. A qualidade do solo, a diversidade climática, o sólido sistema cooperativista e de pequenas e médias propriedades e a eficiência dos portos resultam na colocação do Estado como o terceiro maior exportador do agro do Brasil, com mais de 13% do total.
“O Paraná, e o Brasil de forma geral, tem no setor agro uma das poucas possibilidades de competir em grau de igualdade com qualquer parte do mundo. Aqui no Estado fazemos todo o esforço necessário para que a agricultura familiar e os pequenos produtores rurais participem desse processo. O programa Banco do Agricultor Paranaense é um movimento a favor daquilo que fazemos de melhor no Paraná, e o BRDE participa ativamente desse esforço para baratear custos”, explicou Norberto Ortigara, secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento.
Por - AEN
O IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater) completou nesta quinta-feira (30) 50 anos de criação numa solenidade que reuniu, em Londrina, mais de 400 pessoas, entre autoridades, lideranças, pesquisadores e técnicos ligados à agropecuária.
O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destacou a alta produtividade e a qualidade da agropecuária paranaense que, segundo ele, têm participação importante de servidores que atuam na pesquisa. “Estamos avançando na ciência, no conhecimento, em produtos que nos permitam fazer mais com menos, trazendo bons rendimentos aos produtores e promovendo a sustentabilidade”, afirmou.
Ele informou que em breve deve ser realizado um concurso público para a contratação de servidores para o Instituto. “O concurso não será feito agora por questões eleitorais”, explicou.
Para Natalino Avance de Souza, presidente do IDR-Paraná, esta homenagem é um reconhecimento ao trabalho de um ciclo. “Se tomarmos o período de 1972 a 2022, nós conseguimos que o Estado tivesse uma revolução de eminentemente importador de alimentos para um Estado que é a esperança para a alimentação mundial”, disse ele. “Exportamos para 187 países, e tudo isso foi conseguido graças à pesquisa, transferência de tecnologias e um arranjo organizacional que permitiu transformar a agricultura do Paraná”, afirmou.
A diretora de Pesquisa e Inovação do IDR-Paraná, Vania Moda Cirino, também destaca as mudanças no setor rural. “A pesquisa nessas cinco décadas contribuíram efetivamente para transformar o meio rural do Paraná. De uma monocultura cafeeira, evoluímos para uma agricultura que é uma das mais diversificadas do País”, disse.
O cinquentenário remete ao aniversário do antigo Iapar (Instituto Agronômico do Paraná), centro de pesquisas voltado à agropecuária fundado em 1972 e integrado ao Instituto por reforma administrativa, em dezembro de 2019. A fusão englobou também a Emater-PR (Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural), a Codapar (Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná) e o CPRA (Centro Paranaense de Referência em Agroecologia).
LANÇAMENTOS – A solenidade foi marcada pela entrega de cinco novas cultivares ao setor produtivo e o lançamento de dois livros, ambos abordando a temática do manejo de plantas daninhas.
A aveia granífera IPR Andrômeda, o cártamo IPR 211 e a canola IPR 212 foram desenvolvidos com o objetivo de oferecer aos agricultores opções para a produção de grãos e obtenção de renda no inverno, enquanto que o nabo forrageiro IPR 210 prioritariamente será destinado ao uso como planta de cobertura em estratégias de manejo conservacionista do solo.
A variedade de milho precoce IPR 216, também lançada no evento, pode ser cultivada nas duas safras do cereal e destinada tanto à produção de grãos como para ensilagem da planta inteira.
LIVROS – O livro “Plantas daninhas em pastagens do Paraná”, do pesquisador Walter Miguel Kranz, apresenta o resultado de levantamento conduzido em 167 propriedades típicas de quatro grandes regiões — Primeiro e Segundo Planaltos, Terceiro Planalto, Arenito e Campos Nativos.
Escrito pelo pesquisador Francisco Skora Neto, a redução do uso de herbicidas para controlar plantas daninhas em plantio direto é a abordagem central do segundo livro — “Manejo sustentável de plantas daninhas: fundamentos para um sistema de plantio direto sem herbicida”.
CÁPSULA DO TEMPO – Durante a cerimônia, a diretora Vania Cirino e o ex-presidente do Iapar, Florindo Dalberto, abriram uma “cápsula do tempo” instalada em 2012 junto a um relógio que, desde então, fez a contagem regressiva para as bodas de ouro da pesquisa.
HISTÓRIA E CONQUISTAS – Em meio século de atividades o IDR-Paraná ofereceu ao setor produtivo 220 cultivares para as mais diversas culturas de interesse econômico: feijão, trigo, café, milho, arroz, batata, forrageiras, frutas de clima temperado e tropical, mandioca e plantas para adubação verde e cobertura do solo.
“É uma média de quatro lançamentos por ano, que resultaram em aumento da produtividade, melhoria de vida de agricultores e consumidores, diminuição de impactos ambientais e disponibilidade de alimentos a preços compatíveis com o nível de renda da população brasileira”, afirmou Vania Cirino.
Ela destacou ainda que o Estado foi precursor em estudos sobre plantio direto no Brasil. Com abordagem em microbacias, pesquisadores do IDR-Paraná desenvolveram e adaptaram métodos de terraceamento e cultivo mínimo que possibilitaram recuperar milhares de hectares de solo cultivado, inspirando projetos similares em outras regiões brasileiras e também na América Latina e na África.
Outro exemplo é o caso dos estudos que possibilitaram manejar o cancro cítrico e viabilizar a inserção do Paraná no mapa da produção nacional e internacional de frutas cítricas, segundo a pesquisadora.
No melhoramento genético de plantas, destaca-se o desenvolvimento de cultivares de maçã apropriadas para cultivo em regiões de inverno ameno, hoje cultivadas em todos os Estados do Sul do Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.
Também é obra do Instituto a criação da primeira raça paranaense — e a primeira no Brasil desenvolvida em um centro estadual de pesquisa — de bovino para corte, o Purunã, obtido a partir de cruzamentos envolvendo animais puros das raças Aberdeen Angus, Canchim, Caracu e Charolês.
Cirino lembra ainda a forte atuação institucional na formação de novos pesquisadores e técnicos, por meio de um mestrado em agricultura conservacionista, mantido em parceria com a UEL (Universidade Estadual de Londrina). “Também conduzimos há 30 anos um programa de iniciação científica que já acolheu 1,8 mil estudantes de graduação”, acrescentou.
Ao longo dessas cinco décadas, os pesquisadores do IDR-Paraná assinaram inúmeros artigos nos mais conceituados periódicos do meio acadêmico e publicaram mais de 600 livros e boletins técnicos direcionados à transferência de tecnologias para produtores, profissionais da assistência técnica e estudantes.
ALEP – Ainda nessa semana, a Assembleia Legislativa do Paraná dedicou o grande expediente da segunda-feira (27) para homenagear os 50 anos de pesquisa do IDR-Paraná e destacar a contribuição da ciência, tecnologia e inovação ao desenvolvimento da agricultura paranaense e melhoria da qualidade de vida no campo.
PRESENÇAS – Também participaram da solenidade os ex-presidentes do Iapar Wilson Pan, Luiz Ganassin, Gonçalo Signorelli de Farias e Marcos Vieira, além de Horácio Flaco Sperandio Juliatto, que representou seu pai, Raul Juliatto, o primeiro dirigente da instituição; Otamir Cesar Martins, diretor-presidente da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná); Claudio Stabile, diretor-presidente da Sanepar; Eder Eduardo Bublitz, presidente da Ceasa Paraná; Sandra Moya, representante da Casa Civil do Estado; Júlio César Damasceno, reitor da Universidade Estadual de Maringá; o ex-secretário de Agricultura e ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti; Reinhold Stephanes, ex-ministro da Agricultura; Alexandre Lima Nepomuceno, chefe-geral da Embrapa Soja; João Mendonça, vice-prefeito de Londrina; Luzia Suzukawa, prefeita de Tamarana; José Maria Ferreira, prefeito de Ibiporã; Aílton Aparecido Maistro, prefeito de Rolândia; Onício de Souza, prefeito de Florestópolis; Sidnei Dezotti, prefeito de Guaraci e, ainda, Rafael Fuentes, Altair Sebastião Dorigo e Diniz Dias Doliveira, respectivamente diretor de integração, de negócios e de extensão rural do IDR-Paraná.
Por - AEN
O Paraná avança em ritmo forte para ser cada vez mais protagonista da economias nacional, e isso passa pela atração de empresas para geração de emprego e renda, transformando a vida de todos os paranaenses.
Na última semana de junho de 2022, foram confirmados R$ 5,3 bilhões em investimentos privados de empresas dos setores automotivo, pet e de bebidas. O montante se soma aos mais de R$ 100 bilhões já anunciados por empresas do setor industrial ao Estado nos últimos três anos e meio.
Esses investimentos, conforme explica o governador Carlos Massa Ratinho Junior, têm refletido na geração de oportunidades de trabalho no Paraná. “É a consolidação dessa geração de emprego que está tendo no Estado. Nós fechamos o ano passado com a maior geração de emprego na história, e fechamos, até maio, segundo os dados do Caged, com 75 mil empregos gerados no Paraná somente neste ano”, afirma o governador. “Um dos focos do nosso governo é trabalhar para atrair cada vez mais empresas para o nosso Estado”.
Em 2021, durante o auge da pandemia, o Paraná gerou 172 mil empregos com carteira assinada. E em 2022, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na terça-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência, quase 76 mil vagas foram criadas, sendo o melhor desempenho entre os estados do Sul do País e o quarto do País.
Na terça-feira (28), Ratinho Junior celebrou a consolidação do convênio firmado entre a Prefeitura de Carambeí, nos Campos Gerais, e a Ambev, multinacional do ramo de bebidas, para a construção na cidade de sua primeira unidade de garrafas sustentáveis no Estado e que deve ser a maior fábrica de vidros do segmento no País.
O investimento é de R$ 870 milhões e deverá gerar 1,5 mil empregos diretos durante a obra e cerca de 400 quando estiver em operação, prevista para 2025. As tratativas para instalação da Ambev em Carambeí começaram na missão organizada pelo Governo do Estado à Dubai, em outubro de 2021.
No setor automotivo, três grandes anúncios foram realizados na semana. A Audi do Brasil anunciou na quarta-feira (29) a retomada da produção de veículos na fábrica instalada em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A produção, que foi interrompida no fim de 2020, devido ao avanço da pandemia da Covid-19, vai contar com a montagem de dois novos veículos: Audi Q3 e Audi Q3 Sportback.
O investimento da empresa, que está no Brasil desde 1999, é de R$ 100 milhões. Se somados os recursos já aplicados pela empresa desde 2012, quando o Governo Federal criou um programa para incentivar a produção automotiva, já foram R$ 446 milhões investidos pela marca na última década.
O Grupo Volvo América Latina anunciou um investimento de R$ 881 milhões na sua planta na Cidade Industrial de Curitiba, na Capital. O objetivo da marca é a modernização, com foco em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços, de olho em automação e indústria 4.0. Esses recursos fazem parte de um ciclo de investimentos, que deve alcançar R$ 1,5 bilhão no Brasil no período de até 2025.
O maior volume de investimentos confirmados nesta semana também é do setor automotivo. A Renault do Brasil vai aplicar R$ 2 bilhões em sua fábrica em São José dos Pinhais, na RMC, visando a instalação de uma nova plataforma, a CMF-B, e a produção de um SUV e de um motor 1.0 turbo, anunciados em março. Os recursos somam-se a outros R$ 1,1 bilhão realizados a partir de março de 2021, na fábrica paranaense.
No setor pet, um dos setores que mais cresceu no Brasil em 2021, com alta de 27% no faturamento em 2021 ante 2020, segundo levantamento do Instituto Pet Brasil, a PremieR inaugurou nesta quinta-feira (30) a maior fábrica de pet food da América Latina, em Porto Amazonas, nos Campos Gerais. A empresa é líder no segmento de alimentos de alta qualidade para cães e gatos e investiu R$ 1,1 bilhão, além de gerar 350 empregos diretos e 700 indiretos.
Outro setor com investimento novo é o de energia. A Aker Solutions do Brasil, de São José dos Pinhais, anunciou investimento de R$ 350 milhões. A empresa trabalha em um projeto de alta tecnologia para captura de carbono.
“O cenário atual do Paraná, de paz política, ajuda nesta atração de investimentos. E esses investimentos se transformam diretamente em empregos, distribuição de renda e no desenvolvimento do nosso Estado. Como o governador sempre diz: emprego é a melhor ferramenta social que existe”, afirmou o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin. A agência atua como ponte entre governo e iniciativa privada, auxiliando no levantamento de dados, fornecimento de informações e tomada de decisões estratégicas.
Os R$ 120 bilhões destinados por empresas do setor industrial no Paraná desde o início de 2019 são três vezes superior ao que foi estipulado inicialmente para o período, de R$ 40 bilhões.
Por - AEN
A Receita Estadual encaminhou nesta semana o comunicado para autorregularização aos contribuintes ou responsáveis pelo recolhimento do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD), de quaisquer bens ou direitos, devido nas doações realizadas em 2017 e 2018 – e informados nas declarações do Imposto de Renda de 2018 e 2019, respectivamente.
Os contribuintes têm até 29 de julho para regularizar a pendência.
Junto ao comunicado foi encaminha uma Guia de Recolhimento do Estado do Paraná (GRPR) para pagamento durante o mês de julho, com os benefícios do Refis 2022 – redução de multa e juros para pagamentos à vista. Se precisar emitir uma nova guia de pagamento, isso deve ser feito no portal de emissão de guia de recolhimento (AQUI), informando o número da declaração e o CPF do beneficiário.
Caso o recolhimento não seja efetuado até a data do vencimento, nova guia relativa a este ITCMD pode ser emitida no Portal Receita/PR, em “emitir GRPR”, utilizando o CPF do beneficiário e o número da Declaração de ITCMD - DITCMD informado na correspondência.
Quem recebeu doação nos anos de 2017 e 2018, mas não recebeu o comunicado para Autorregularização do ITCMD, pode acessar o portal Adesão ao Novo Refis, indicando a Lei 20.946/2021 e após o CPF do beneficiário.
Por - AEN

























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