Paraná assume vice-presidência do Conass da região Sul

O Paraná mantém a representação da região Sul na vice-presidência do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). A definição ocorreu em consenso com os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e foi formalizada nesta quarta-feira (27), em Brasília.

Representando o Estado, o secretário da Saúde do Paraná, César Neves, tomou posse na diretoria da entidade e será o porta-voz das questões regionais como vice-presidente.

"É uma possibilidade de fortalecermos as posições do Sul na discussão nacional do SUS. Agradeço aos colegas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul e vamos trabalhar em pautas conjuntas", disse Neves.

Segundo ele, grandes desafios estão pela frente, como a revisão do impacto financeiro no cenário pós-pandemia, além dos gargalos assistenciais, tanto na atenção primária, quanto nos procedimentos especializados.

 “São muitas bandeiras que o sistema vai exigir dos gestores, não apenas no Paraná, mas no País. Por isso, a discussão precisa ser efetiva e transparente, especialmente acerca dos financiamentos e também das políticas públicas na ponta, que são as que mais impactam a população”, destacou.

 

 

 

 

 

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Projetos do Paraná conectados aos municípios são referência em desenvolvimento urbano no País

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aponta o trabalho da Secretaria estadual do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas (Sedu) e do Paranacidade como referência para o País e o Exterior.

A afirmação foi feita por representantes da entidade ao secretário Augustinho Zucchi em encontro recente e ele comunicou essa visão nesta quarta-feira (27) na 164ª reunião ordinária do Conselho de Administração do Paranacidade.

Esse relação do Estado com a instituição internacional é de longa data e ajuda a financiar programas de infraestrutura urbana, contratação de projetos executivos, novas moradias, inovações administrativas e controle fiscal. Desde 1996 há três grandes projetos em andamento, o Paraná Urbano I, Paraná Urbano II e Paraná Urbano III – esse último até 2024.

“De acordo com os executivos do BID, o método e a qualidade de atendimento do Paraná são reconhecidos como de excelência no Brasil e por instituições internacionais. Além disso, já servem de modelo em outros processos de transferência de recursos que viabilizam obras nos municípios”, disse.

A superintendente executiva do órgão, Camila Mileke Scucato, destacou a atuação da empresa na execução de projetos de apoio ao desenvolvimento urbano e a importância da aplicação de recursos em obras e serviços aos 399 municípios do Paraná, via Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM) ou pelo Programa de Transferência Voluntária da Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas.

“Nenhum município fica para trás no Paraná, todos avançam de maneira harmônica em direção ao progresso e autonomia”, enfatizou Camila. "Nosso trabalho permite identificar as principais demandas das cidades e agir de maneira cirúrgica, sempre de olho na geração de empregos, no bem-estar social e na Agenda 2030".

O advogado Rafael Mansani e o economista Fabio Anderson Miguel, ambos do Paranacidade, apresentaram itens do Plano de Ação Estratégica e as alterações e inovações promovidas na administração e nos processos de atendimento, política de governança, comunicação com os clientes, mapeamento de processos e procedimentos, construção do Portal de Recursos Humanos, desenvolvimento de nova política de recursos humanos e nos procedimentos de operacionalização do SFM, novos contratos e liberações.

Foram apresentadas, ainda, ações estratégicas de revisão e melhoria permanente do Portal de Transparência e do Portal dos Municípios, e o engajamento da empresa com as propostas da Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). Por fim, dentro desse mesmo escopo, foram aprovados o Relatório de Gestão referente ao exercício de 2021 e o Plano de Ação Estratégica para 2022.

PARANÁ URBANO III – O Paraná Urbano III envolve financiamento de US$ 118,3 milhões. As intervenções estão divididas em dois núcleos e preveem investimentos na modernização das gestões municipais (atualização de bases cartográficas, aperfeiçoamento de riscos operacionais, revisão de critérios econômicos, equipamentos de informática e capacitação para servidores) e infraestrutura básica (pavimentação com sistema de drenagem, calçadas, acessibilidade, transporte urbano, parques, ciclovias, centros esportivos, galpões industriais e unidades básicas de saúde).

POSSE – A reunião, presidida pelo secretário da Fazenda, Renê de Oliveira Garcia Junior, também empossou novos integrantes do Conselho Administrativo: os secretários estaduais do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Everton Luiz da Costa Souza, e do Planejamento e Projetos Estruturantes, Louise da Costa e Silva Garnica; além da recondução do representante da Federação da Indústrias do Paraná (FIEP), Virgilio Moreira Filho.

 

 

 

 

 

 

 

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Feira no Oeste debate como ajudar o Paraná a ser o melhor supermercado do mundo

A transformação de matéria-prima em proteína animal com maior valor agregado e que possa aumentar ainda mais a liderança paranaense no setor está sendo discutida na Feira da Indústria Latino-Americana de Aves, Suínos, Peixes e Leite (AveSui América Latina 2022), que começou nesta terça-feira (26) e se estende até quinta (28), em Medianeira, no Oeste do Paraná.

Com foco em negócios, a feira integra produtores, agroindustriais e investidores com centenas de empresas de tecnologia voltadas a essa cadeia.

“Que bom que estamos transformando as coisas, aquilo que ia barato para o mundo agora está indo na forma de alguma proteína agregada”, ressaltou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, que participou da abertura do evento. “Nós precisamos sim nos transformar em supermercado para o mundo, mandar as coisas prontinhas para todo mundo comer”.

Segundo ele, questões políticas e geopolíticas que se seguiram à pandemia estão abrindo uma oportunidade para o Brasil. “Precisamos aproveitar para fincar com competência e capacidade a bandeira brasileira no mercado mundial de comida, que cresce com mais bocas e mais renda”, disse.

Ortigara destacou que a agropecuária brasileira é o segmento com maior capacidade de competitividade no Exterior. “Se somos bons nisso, temos de ter oferta regular, tamanho, qualidade, sanidade, preço competitivo e estratégia comercial adequada para estabelecer relações duradouras com os compradores”, acrescentou.

Diante de presidentes e diretores de várias cooperativas paranaenses e de outros estados, o secretário salientou que, apesar da pandemia, das dificuldades de logística, da inflação alta e de diversos fatores climáticos adversos, o Brasil produziu 27,7 milhões de toneladas de proteínas animais em 2021.

“Em 2030, chegaremos a 34 ou 35 milhões e, nesse jogo, o Paraná é o principal produtor, puxado por frango, suínos e peixes, que crescem forte”, afirmou. “As cooperativas têm papel relevante desde a genética até o consumidor final”.

FEIRA – O evento, realizado na sede da Lar Cooperativa, é organizado há 21 anos pela Gessulli Agribusiness, que também entregou, durante a abertura, o Prêmio Quem é Quem: Maiores e Melhores Cooperativas Brasileiras de Aves e Suínos, destacando 11 categorias e suas subdivisões.

PRESENÇAS – Também estiveram no evento o prefeito de Medianeira, Antonio França; o presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir Cesar Martins; o presidente da Ceasa-PR, Éder Bublitz; o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; os presidentes das cooperativas Lar, Irineo da Costa Rodrigues; Coopavel, Dilvo Grolli; Frimesa, Valter Vanzella; Copacol, Valter Pitol; Primata, Anderson Sabadin; e Copagril, Ricardo Chapla; o vice-presidente da C. Vale, Ademar Pedron; e o chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller.

           

 

 

 

 

 

 

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Paraná solicita ao Ministério da Saúde revisão dos preços de medicamentos contra a dengue

Numa estratégia para ampliar o atendimento contra a dengue no Paraná, representantes da Secretaria de Estado da Saúde estiveram reunidos nesta quarta-feira (27) com o diretor-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz.

O secretário de Estado da Saúde, César Neves, apresentou o cenário da circulação de casos no Paraná e reiterou alguns pleitos. Eles passam pelo incremento da oferta de insumos, como soro fisiológico, aos municípios, além do repasse de medicamentos analgésicos e a revisão nos valores praticados pela indústria farmacêutica, facilitando a aquisição dos produtos.

O pedido sinaliza uma antecipação do Governo do Paraná para auxiliar os municípios diante do quadro de epidemia da doença, declarado no dia 19 de abril.

"Estamos vigilantes nesta pauta da dengue. Queremos nos antecipar nestas demandas, até para que o Ministério da Saúde possa nos auxiliar, caso a situação piore ainda mais, seja pelos medicamentos ou insumos, com a readequação de valores para o abastecimento da rede", afirmou Neves.

O Paraná já confirmou 30.010 casos de dengue e cinco óbitos, segundo o Informe Epidemiológico mais recente publicado pela Sesa. São 94.344 notificações desde o período sazonal de monitoramento, que iniciou em agosto de 2021 e segue até julho deste ano.

Segundo Cruz, o Ministério está acompanhando a evolução da doença e pretende intermediar com a indústria farmacêutica a revisão de valores para facilitar o acesso aos insumos e medicamentos, tanto pelos estados como pelos municípios.

"Vamos dialogar sobre essa pauta. Entendo que a situação merece atenção, especialmente sobre a possibilidade de revisão na tabela destes produtos, facilitando a aquisição ou até mesmo a remessa ao Estado. O que estiver ao alcance do Ministério da Saúde, vamos encaminhar", frisou o diretor-executivo.

 

 

 

 

 

 

 

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