Como vencer as 5 dificuldades de emagrecer após a gravidez

Todas as mamães enfrentam os mesmos desafios assim que nascem seus bebês: desenvolver novas relações e laços familiares, amamentar, e até mesmo voltar a trabalhar após a licença-maternidade.

 

No entanto, poucas dificuldades assustam tanto quanto os quilos extras que chegam ao longo dos 9 meses.



Vinícius Possebon, preparador físico e coach fundador do Programa Queima de 48 Horas, ensina como ultrapassar os difíceis obstáculos colocados diante das mulheres que acabaram de ter filhos. “As mães não querem arriscar a saúde com dietas malucas e não têm tempo para passar horas na academia”, explica.

 

 

 

1- Redução do metabolismo e tônus muscular

 

A primeira dificuldade que deve ser considerada na busca pelo emagrecimento é a idade. A maioria das mulheres tem filho após os 30 anos, ou pouco antes. Possebon lembra que é a partir esta faixa etária que o corpo passa a reduzir o metabolismo e reduz naturalmente a massa muscular. “Praticar atividades físicas mais intensas, alternando com esforços de baixa intensidade, permite acionar mecanismos naturais que obrigam o organismo a usar a gordura acumulada como fonte de energia por muitas horas após o exercício”, explica, resumindo o método que leva o nome de Treinamento Intervalado de Alta Intensidade, ou a sigla HIIT, do inglês. Consumir alguns alimentos termogênicos, com o aval de um médico ou nutricionista, também auxilia no aumento do metabolismo.

 

2- Menos tempo para exercícios

 

Com o novo papel de cuidar de um bebê, além de continuar com as obrigações anteriores, como voltar ao trabalho e cuidar da casa, sobra ainda menos tempo para se dedicar a uma atividade física. Por isso, Possebon destaca a importância de se trabalhar com atividades capazes de trazer resultados com pouco tempo. O coach defende de que a atividade física não precisa ser demorada, mas eficiente. “Um sistema bem pensado como o HIIT permite treinos que duram de 5 a 20 minutos”, explica.

 

3- Tentações da dieta

 

Contrário às dietas malucas ou ao corte de alimentos saborosos, Possebon explica que, quando o treino é realizado com foco, intensidade e disciplina, o aumento dos processos metabólicos do corpo permite que a alimentação não precise de grandes mudanças. “É preciso tomar cuidados e evitar alimentos muito gordurosos ou doces, mas não existe a necessidade de deixar de comer algo para emagrecer”, ensina. “Eu mesmo não passo um dia sem comer chocolate”, confessa.

 

4- Espaço ideal para as atividades

 

Uma academia cheia de aparelhos ou um parque repleto de grama verde e ar puro parecem um sonho para quem busca emagrecer, mas nem todo mundo consegue acessar estes ambientes facilmente. O preparador físico destaca que o “Programa Queima de 48 Horas”, ou apenas Q48, que segue o método HIIT, utiliza apenas o peso do corpo como resistência e movimentos que não precisam de pesos, o que permite que os exercícios sejam realizados em qualquer lugar, como a sala ou o quarto.

 

5- Despesa com academia

 

Logo após o nascimento de um filho, o foco dos gastos se volta a ele. E com tantos gastos que os bebês demandam, não sobra disposição para grandes investimentos. Possebon destaca que o preço de um programa online como o “Q48” é menor que a média das academias. Os treinos, que podem ser acompanhados pelo computador ou pelo aplicativo do smartphone, não oferecem nenhum risco às pessoas saudáveis. “É sempre bom lembrar que qualquer atividade física deve ser feita com o aval de um médico”, conta Possebon, que já conquistou mais de 38 mil alunos satisfeitos. “Em média, os alunos Q48 têm perdido 1 kg em um período de 5 a 10 dias”, conclui o coach, que tem depoimentos de mães que perderam mais de 10kg após oito semanas de treinamento.

 

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4 mitos que precisam ser desconstruídos sobre o pompoarismo

O pompoarismo consiste em exercícios que fortalecem os músculos do assoalho pélvico e aumentam o prazer sexual. Essa técnica milenar indiana previne e combate a incontinência urinária ou fecal e também as hemorroidas.

 


Especializada em uroginecologia, Cátia Damasceno é fisioterapeuta e já ensinou mais de 155 mil mulheres a praticarem a ginástica íntima, também chamada de pompoarismo. Ainda assim, a especialista relata que muitas pessoas olham para esta prática com preconceito ou visões muito simplistas.

 

“A mulher que pratica pompoarismo encontra muitas vantagens, mas para isso é preciso se livrar de alguns pré-conceitos”, explica Cátia, que destaca os quatro mitos do pompoarismo.

 

Mito 1: Só serve para dar mais prazer ao parceiro

 

Embora a ideia de proporcionar mais prazer ao marido ou namorado seja o objetivo de algumas mulheres que buscam praticar a ginástica íntima, Cátia explica que o pompoarismo também auxilia no prazer sexual feminino.

 

“No relacionamento, aumentar o próprio prazer sexual é tão ou mais importante que o do parceiro”, conta a especialista, que já recebeu relatos de suas alunas sobre terem o primeiro orgasmo, e até orgasmos múltiplos, após começar a praticar.

 

“Como o exercício fortalece os músculos vaginais, ele promove maior lubrificação na hora do sexo, e aumenta a libido”, destaca.

 

Mito 2: Só está relacionado à vida sexual

 

Com todas as vantagens da ginástica íntima, não fica difícil imaginar os benefícios da prática na saúde geral. Cátia conta que o pompoarismo também ajuda, com pouco tempo de prática, a dar mais segurança para as mulheres no sexo.

 

“Ele também previne, recupera e melhora problemas de incontinência urinária, ajuda a reduzir o período de menstruação, e ainda reduz as cólicas menstruais, já que aumenta a irrigação sanguínea do canal vaginal”, ensina a especialista, provando que os mitos do pompoarismo precisam ser derrubados para que mais mulheres consigam melhorar a qualidade de vida.

 

Mito 3: Exige que seja utilizado o colar tailandês

 

Outra imagem que muitas pessoas associam ao pompoarismo é ligada ao colar tailandês, um item comum de ser encontrado em sex shops. Cátia explica que uma mulher não precisa, necessariamente, utilizar algum produto para praticar a ginástica íntima, especialmente se o objetivo for apenas voltado à saúde.

 

 

“Eu nem recomendo o colar tailandês, pois ele pode ser muito difícil e desconfortável”, destaca. A especialista sugere um acessório chamado Ben Wa às mulheres que desejam utilizar algum produto.

 

Mito 4: É coisa de mulher jovem

 

Cátia explica que a ginástica íntima pode ser praticada por mulheres de todas as idades. “As vantagens do pompoarismo ajudam muito a melhorar a qualidade de vida de todas as mulheres, independentemente da fase da vida”, reforça Cátia, que ensina que esta prática ajuda a melhorar a eficiência do trabalho de parto, a recuperação pós-parto, bem como a flacidez vaginal.

 

“E como aumenta a libido, o pompoarismo também é excelente para as mulheres que enfrentam problemas com monotonia no casamento”, completa.

 

 

 

 

 

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Kefir: conheça o superalimento da vez

Assim como outros alimentos que possuem bactérias benéficas, como os "leites fermentados com lactobacilos vivos", o kefir é uma colônia de micro-organismos que fazem bem para a saúde.

 

A aparência é semelhante a de leite coalhado e o sabor lembra um iogurte, só que um pouco mais ácido.



Descubra os tipos de Kefir existentes

 

Existem duas variedades de grãos de kefir: o Kefir de água, que apresenta uma coloração amarelada cristal, e o kefir de leite, de aparência cremosa semelhante à couve-flor.

 

 

Kefir de água

 

O Kefir de água pode ser feito com água do coco, água com açúcar mascavo ou apenas água filtrada. A água de torneira não é indicada porque possui produtos químicos que podem matar os micro-organismos que fazem tanto bem! Algumas pessoas escolhem esse tipo por ter sabor mais adocicado em comparação ao de leite.

 

Kefir de leite

 

O Kefir de leite é cultivado quase sempre a partir do leite animal – não necessariamente o leite de vaca, embora essa seja a utilização mais popular, também podem ser usados leites como o de cabra, búfala e ovelha ou até opções vegetais, como leite de coco. Seu sabor é um pouco mais forte que o do Kefir de água.

 

É só escolher o que se adapta melhor a sua dieta. Se ainda estiver na dúvida, você pode consumir os dois tipos, um de cada vez, para escolher seu preferido.

 

Benefícios para a beleza

 

O tratamento com Kefir pode trazer inúmeros benefícios também para a sua beleza! Ao ingerir essa fonte rica de vitamina B, você melhora o aspecto da sua pele, diminui as rugas e fortalece seus cabelos e unhas. O Kefir também colabora com a eliminação de toxinas, impedindo que elas se acumulem e provoquem uma absorção ineficiente de nutrientes que podem acarretar, entre outros efeitos indesejáveis, na quebra de unhas, queda de cabelos e a temida acne.

 

Ajuda a emagrecer

 

Okefir pode ser um aliado na sua busca por kilinhos a menos, se esse for o objetivo. Nas palavras da nutricionista Eliane Moreira, em entrevista ao site 'Dicas de Mulher': “O consumo de Kefir auxilia no emagrecimento por proporcionar saciedade, possibilitando menor ingestão de alimentos”.

 

 

 

Clima frio resseca, causa feridas e faz surgir doenças na pele

A nossa pele exige cuidados especiais durante todo o ano, mas, durante o outono e inverno, a atenção precisa ser redobrada, pois o tempo mais frio e o ar seco influenciam na saúde e qualidade da pele.



“A baixa umidade do ar e a queda da temperatura levam a uma diminuição da transpiração corporal. Dessa forma, a pele torna-se mais ressecada e áspera, chegando a descamar em alguns locais”, explica a dermatologista Dra. Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

 

“E não é apenas a pele do rosto que sofre durante o frio. A pele do corpo também é afetada, já que, quando as temperaturas mais baixas chegam, é comum que as pessoas aumentem a temperatura do banho.”

 

 

Por isso, a primeira dica para evitar que o quadro de ressecamento da pele se agrave é não tomar banhos muito quentes e demorados, pois estes provocam uma remoção da oleosidade natural do tecido de forma mais intensa, diminuindo o manto hidrolipídico que retém a umidade da pele.

 

“O recomendado é que você tome banhos mornos ou frios e não permaneça muito tempo em contato com a água. É importante também que você evite o uso excessivo de sabonetes e buchas, que também contribuem para alterar a composição da barreira que protege a pele, e dê preferência para sabonetes neutros ou com substâncias hidratantes”, completa a especialista.

 

Segundo a médica, a hidratação é um cuidado essencial para prevenir o ressecamento da pele e deve ser feita de acordo com o tipo de pele de cada paciente. Pessoas com pele seca, por exemplo, devem usar hidratantes em forma de cremes ou loções cremosas ou até mesmo óleos hidratantes.

 

Já quem tem pele oleosa deve preferir hidratantes em gel ou loções sem óleo. Além disso, os lábios precisam de hidratação específica, já que são mais sensíveis e, consequentemente, mais suscetíveis a rachaduras e ao ressecamento.

 

“A fotoproteção também é indispensável no outono e inverno, pois, diferente do que muitos pensam, a radiação solar está presente mesmo em dias chuvosos e nublados”, afirma.

 

Durante o frio, é muito comum também que as pessoas diminuam a ingestão de líquidos. Porém, beber água é extremamente importante para conservar a hidratação da pele e de todo o organismo.

 

“Também é essencial investir em uma alimentação saudável, que deve conter legumes, frutas e vegetais ricos em vitaminas e minerais, como a Vitamina C, que neutralizam os radicais livres, prevenindo o envelhecimento da pele. A soja é outro alimento que deve ser adicionado à dieta, pois é rica isoflavonas, substâncias que evitam o ressecamento e melhoram a elasticidade da pele”, destaca a dermatologista.

 

Além do ressecamento, algumas doenças de pele são mais suscetíveis a aparecer nessa época, como é o caso da dermatite atópica, dermatite seborreica e psoríase. Isso ocorre, pois, devido ao grande ressecamento da pele, o tecido fica mais sensível a agentes externos que causam irritações e alergias.

 

“Caso você note o surgimento de alguma alteração na pele é importante que você consulte um dermatologista imediatamente. Apenas ele poderá diagnosticar a doença e prescrever o tratamento adequado para cada paciente”, finaliza a Dra. Thais Pepe.

 

 

 

Varizes: alterações podem surgir no rosto, seios, braços e até nádegas

Embora os membros inferiores sejam os que mais sofrem com o problema, varizes também podem aparecer na face, colo, seios, abdômen, costas e nos pés.

 

É fácil identificá-las por uma característica bem marcante: o tom avermelhado ou arroxeado que a pele assume quando as veias estão com sangue acumulado



Veias dilatadas e tortuosas que perderam sua função causando danos estéticos e circulatórios, as varizes surgem geralmente na região das pernas – mas isso não significa que essa é a única região em que ela ocorre. “Essa frequência nos membros inferiores acontece, em grande parte, porque é mais difícil para o fluxo sanguíneo circular no sentido contrário ao da gravidade (de baixo para cima)”, explica a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

 

 

“Dessa forma, há um esforço maior do organismo e quando as veias não estão com a estrutura em perfeito estado, elas cedem à pressão que o sangue exerce em suas paredes, facilitando o surgimento das varizes”, acrescenta. “Mas veias inestéticas também podem aparecer na face, colo, seios, braços, abdômen, costas, bumbum, no pé e até nas partes íntimas”, destaca.

 

A médica lembra que uma característica é marcante para identificar essas veias “exóticas”: “São veias feias, em locais onde não esperamos ter veias aparentes. Dependendo do local onde elas aparecem podemos investigar causas, mas na maioria das vezes são apenas de caráter estético”, explica.

 

Fatores hormonais, gravidez, o uso de pílula anticoncepcional, a obesidade, o tabagismo e o sedentarismo também contribuem para a formação de varizes exóticas, mas, na maioria dos casos, esse é um problema apenas estético e o paciente não sente dor. “Diferentemente das pernas, região em que a alteração pode sinalizar a existência de um problema maior, nessas regiões isso é mais raro. Mas ainda assim é preciso procurar um cirurgião vascular para fazer uma avaliação e um tratamento”, destaca.

 

A médica enfatiza que veias dilatadas nos seios podem aparecer após a colocação de prótese de silicone; já vasos no rosto, costas e no colo tem relação com exposição solar, fatores genéticos, uso de ácidos e hormônio anticoncepcional. “Já as veias que aparecem no bumbum e na vulva devem ser investigadas, pois podem estar relacionadas a varizes pélvicas (varizes ao redor do útero). Veias inestéticas nas mãos e braços podem estar relacionadas ao próprio envelhecimento e são mais presentes em pessoas que realizam muita atividade física”, diz.

 

A orientação médica especializada é importante para identificar o tipo de variz em questão, que será analisada conforme o calibre (o das microvarizes é um pouco maior e varia entre um e três milímetros) e a cor quando se aproxima do azul ou azul-esverdeada. “Esse tom azulado é característico das varizes com mais de três milímetros de diâmetro. Essas podem causar alguns sintomas e evoluir para complicações maiores caso o tratamento não seja feito”.

 

Mesmo que, após avaliação do cirurgião vascular, seja constatado que o problema é somente de caráter estético, existem diversos tratamentos que podem corrigir essa alteração: “Escleroterapia (substância química injetada dentro da veia), uso de lasers e radiofrequências, espuma densa ou procedimentos que combinem as técnicas são excelentes opções”, explica. Cirurgias também podem ser indicadas, a depender do caso, finaliza a médica.

 

 

 

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Dor nas costas pode ser espondilite

No dia 7 de maio, é comemorado o Dia Mundial da Espondilite Anquilosante, uma doença inflamatória crônica, que afeta cerca de 150 mil pessoas no Brasil e tem como principal sintoma a dor nas costas que persiste por mais de três meses.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), oito em cada dez pessoas terão um episódio de dor nas costas pelo menos uma vez na vida. Daí a importância de conhecer para reconhecer a doença.



A espondilite se caracteriza pela inflamação das regiões próximas às articulações, que são denominadas enteses (ou ponto de ancoragem de tendões e ligamentos aos ossos), tais como a região sacroilíaca, coluna vertebral, tendão de Aquiles, quadris, ombros, entre outros. Outros sinais de alerta para a enfermidade são a uveíte (inflamação da região colorida do olho), a psoríase (doença descamativa e inflamatória da pele) e a colite (inflamação do intestino).

 

 

O diagnóstico da doença é realizado a partir da identificação de um conjunto de sintomas, bem como com o auxílio de exames de imagem (radiografia e ressonância magnética) e marcadores do sangue, como o gene denominado HLA-B27 e proteínas do sangue que medem a inflamação.

 

O atraso do diagnóstico é muito frequente nessa doença, com média de 9 anos. Assim, a busca do diagnóstico precoce, antes das alterações estruturais ocorrerem é fundamental para o sucesso do tratamento, que promove alívio da dor, melhora das funções, mobilidade e da qualidade de vida, evitando as sequelas da incapacidade física e deformidades.

 

“O tratamento será determinado de acordo com a gravidade da doença e pode variar desde a prática de atividades físicas até a terapia imunobiológica”, esclarece o reumatologista Marcelo de Medeiros Pinheiro, membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Ele explica que, ao contrário das dores comuns, na espondilite, o incômodo melhora com a prática de exercícios e piora com o repouso, causando mais episódios de dor durante a noite e rigidez matinal na coluna.

 

A Imunologia é uma das áreas prioritárias da Janssen, que possui em seu portfólio dois tratamentos biológicos para a doença: golimumabe e infliximabe, que atuam bloqueando o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa), uma citocina envolvida na inflamação).

 

A causa da espondilite ainda é desconhecida, mas sabe-se que a doença é mais frequente em pessoas que herdam um gene - o HLA-B27 (um receptor de membrana da célula) , quando comparadas com aquelas que não possuem esse marcador genético. [i] Além disso, afeta três vezes mais os homens do que as mulheres e surge normalmente entre os 20 e 40 anos.

 

 

 

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