Uma dor de garganta pode parecer simples de tratar e muitas pessoas não dão atenção a esse problema.
Mas quando não tratada da forma correta, pode trazer consequências sérias ao coração.
Como o problema não está ligado somente ao inverno, é preciso ficar alerta a alguns sintomas como febre, dor e inchaço nas juntas, manchas na pele e movimentos involuntários nos membros e na face.
Segundo o otorrinolaringologista da Clínica Dolci, em São Paulo, e professor da Santa Casa, Dr. Ricardo Landini Lutaif Dolci, entre as várias consequências de uma dor de garganta mal curada pode-se destacar uma doença inflamatória, chamada de febre reumática, a qual, pode ser uma complicação de uma amigdalite bacteriana. “Esta é uma complicação que pode surgir é causada pela bactéria Streptococcus”, explica o especialista.
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Os principais sintomas da doença são sentidos nas articulações, no coração e no sistema nervoso central. Porém, quando a condição não é identificada previamente, o mais comum é descobrir a doença só depois que o coração já está comprometido", explica o cirurgião cardíaco e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, Dr. Élcio Pires
Ainda segundo Elcio, quando a infecção de garganta não é curada corretamente, a inflamação ataca o músculo cardíaco e acentua os riscos de sopros e aumento do coração. Além disso, é perigoso acometer ainda a membrana que envolve o coração, causando pericardite.
Para evitar situações como essa, é recomendável que os pacientes sigam corretamente as indicações do médico durante o tratamento de dores de garganta com o objetivo de ficar totalmente curada. Além disso, é necessário estar em dia com os exames de rotina, assim, é mais fácil descobrir doenças cardíacas e obter um tratamento com mais sucesso e menos riscos.
Os cabelos muito finos são às vezes motivo de dor de cabeça para as mulheres.
Feita à base de gelatina, essa receita é recomendada para quem está sentindo que seu cabelo fica cada dia mais ralo e gostaria de tentar engrossar os fios.
Uma receita compartilhada pela youtuber Julia Doorman, promete de forma caseira, engrossar os fios e ainda hidratá-los. Anote os ingredientes!
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INGREDIENTES
1 colher de chá de óleo de abacate ou babosa
1 colher de sopa de gelatina incolor
100 ml de água
1 colher de sopa de máscara reconstrutora
Dica: se você tem cabelo seco, pode aplicar a máscara até próximo da raiz; se o seu cabelo for mais oleoso, aplique apenas no comprimento.
MODO DE FAZER
- Prenda os cabelos em um coque, coloque uma touca térmica e aguarde 15 minutos
- Adicione a colher de chá de óleo vegetal e mexa até incorporá-lo à mistura
- Hidrate a gelatina com a água e aqueça no micro-ondas por 40 segundos
- Adicione a máscara reconstrutora e misture bem
- Com os cabelos lavados apenas com shampoo, aplique a máscara mecha por mecha, massageando bem
- Enxágue com água e condicione se necessário
Para nosso organismo funcionar bem precisamos de diversos nutrientes, como vitaminas e minerais.
Isso quase todo mundo já ouviu falar.
A novidade é que a deficiência de zinco parece afetar os estágios iniciais de desenvolvimento do óvulo, reduzindo a sua capacidade de divisão celular para ser fertilizado. Essa foi a conclusão de uma pesquisa feita pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que acaba de ser publicada.
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Há alguns anos, os pesquisadores começaram a estudar a disponibilidade de micronutrientes no ambiente ovariano e a sua influência no desenvolvimento, viabilidade e qualidade de oócitos (cada uma das células que por meio de divisões celulares dão origem ao óvulo).
“Mensalmente, vários oócitos amadurecem, mas somente um óvulo é liberado para ser fecundado. Entretanto, para que esse processo ocorra são necessários diversos fatores, entre eles certos níveis de micronutrientes específicos, como o zinco”, explica o ginecologista e cirurgião ginecológico, Dr. Edvaldo Cavalcante. Ao longo dos anos, surgiram evidências de que o zinco é um elemento-chave no desenvolvimento de oócitos, segundo os autores da pesquisa.
No estudo, a deficiência do zinco prejudicou a capacidade do oócito em se dividir adequadamente (meiose), um passo necessário antes que uma fertilização bem-sucedida possa ocorrer. Ainda de acordo com os pesquisadores, o estudo mostrou que o zinco desempenha um papel no crescimento do oócito numa fase mais precoce do que investigado anteriormente, durante o desenvolvimento e antes da divisão.
Infertilidade
A infertilidade afeta cerca de 10 a 15% dos casais e está ligada a uma ampla gama de fatores. Na mulher, a infertilidade pode estar associada à endometriose, miomas, obstrução das tubas uterinas, síndrome do ovário policístico, entre outros.
Zinco
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 17% da população global é vulnerável à deficiência de zinco em sua dieta. Pessoas com síndrome do intestino irritável, doença de Crohn e outros distúrbios gastrintestinais, assim como vegetarianos e veganos têm um risco maior de apresentar deficiência de zinco segundo a entidade. Este grupo, portanto, teria a recomendação de tomar o zinco em forma de suplementação.
Projeção feita pelo pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz Cláudio Maierovitch aponta que o Brasil poderá ter um aumento de 50% nos casos de malária neste ano.
Até março, o País registrou 50 mil infecções. Pelos cálculos do pesquisador, com base nos dados de janeiro e fevereiro, até o fim do ano os registros poderão chegar a 293 mil. O avanço esperado é de proporção semelhante à que foi identificada em 2017.
Depois de seis anos de queda, a malária voltou a aumentar no País no ano passado e a preocupar autoridades sanitárias e especialistas. "Estávamos em ritmo de declínio muito significativo. Mas a doença perdeu prestígio político, as ações de prevenção foram deixadas de lado e os casos voltaram a aumentar", afirmou o professor da Universidade de Brasília (UnB) Pedro Tauil. Em 2017, foram notificados no País 193 mil casos, 50% a mais do que o registrado no ano anterior.
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Diante do aumento de casos, um comitê assessor decidiu na semana passada preparar uma carta de alerta para o governo brasileiro. "O programa perdeu prioridade para outras doenças que atingem grupos com maior poder de reivindicação, como a população urbana. Os recursos foram transferidos para dengue, zika e chikungunya. A malária perdeu recursos financeiros e recursos humanos", resume Tauil.
A retomada de crescimento da doença por dois anos consecutivos ocorre pouco tempo depois de o Brasil comemorar o avanço no combate à malária. "Em 2016, chegamos a alcançar 128 mil infecções, o menor número da história", diz Maierovitch. Na época, avisos já haviam sido dados para autoridades não baixarem a guarda. "Esse é um problema comum. Quando a doença começa a cair, a atenção se dispersa."
Municípios
Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Osnei Okumoto atribuiu o aumento de casos nos últimos dois anos a falhas na prevenção que deveria ser feita por municípios. Assim como Tauil, ele disse que algumas cidades acabaram priorizando o combate ao Aedes aegypti, deixando em segundo plano as medidas de contenção da doença, transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado. Okumoto observa que o avanço foi mais expressivo em 35 cidades da Amazônia Legal. "Juntas, elas respondem por 80% dos casos atuais." O secretário ainda afastou qualquer relação do aumento com a imigração de pessoas procedentes da Venezuela.
Com a retomada do avanço, fica ainda mais distante a meta de se eliminar a transmissão de uma das formas da doença, provocada pelo protozoário Plasmodium falciparum. Integrantes do comitê julgam essencial controlar a malária no País o quanto antes, sobretudo diante da ameaça de que o medicamento usado para tratar a doença se torne pouco eficaz. Na Ásia, o plasmódio já desenvolveu resistência ao medicamento.
"O que desejávamos era evitar que isso ocorresse, eliminar a transmissão no Brasil antes da chegada do protozoário resistente." Okumoto reforça a preocupação. "Por enquanto, a medicação tem sido eficaz. Mas o ideal é reduzir ao máximo o número de casos."
Uma das providências para evitar a expansão da doença é o uso de mosquiteiros impregnados por inseticidas. A medida começou a ser usada no País em 2011. Em um projeto piloto, 1,1 milhão de peças foram distribuídas em municípios prioritários. Posteriormente, nenhuma outra compra centralizada foi realizada. Okamoto afirmou que recursos foram repassados para que Estados e municípios fizessem a operação.
Outra recomendação é reforçar o diagnóstico rápido e o tratamento precoce. "Isso evita o ciclo. Se há poucas pessoas doentes, menor o risco de o mosquito se contaminar e, com picadas, transmitir a doença", afirma o secretário. (Com Jornal O Estado de S. Paulo)
Os hidroxiácidos já são amplamente utilizados em tratamentos estéticos, para realizar a renovação celular da pele e atuar contra manchas, flacidez e rugas, proporcionando superfície lisa e brilho saudável à pele.
Além disso, esses ‘ácidos’ são muito usados no tratamento de algumas desordens cutâneas como rosácea, fotoenvelhecimento, acne e distúrbios de pigmentação. Mas, ao contrário do que muitos pensam, os hidroxiácidos se comportam de maneiras diferentes entre si.
“Os poli-hidróxiacidos (PHA), por exemplo, se destacam devido suas características exclusivas em comparação aos efeitos dos alfa-hidroxiácidos tradicionais. Isso porque apresentam uma estrutura molecular que favorece sua absorção de forma mais lenta pelo tecido epitelial, diminuindo a irritação, coceira, queimação e vermelhidão comuns em pacientes que fazem tratamento com outros ácidos”, explica a dermatologista Dra. Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD).
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Derivados das frutas e cereais como o milho, os poli-hidroxiácidos agem na superfície, dissolvendo suavemente os vínculos entre as células mortas da pele para que possam ser facilmente removidas, promovendo assim uma pele mais suave e com menos linhas finas, manchas e cicatrizes de acne. “Esta classe de ácidos apresenta potente efeito antioxidante, aumentando a espessura dérmica, diminuindo a hiperpigmentação e conferindo firmeza à pele, pois estimula a produção de colágeno e outros componentes que aumentam a qualidade das fibras elásticas”, destaca a médica.
Sendo bem tolerados por peles mais sensíveis, com rosácea e dermatite atópica, os poli-hidroxiácidos podem ser usados em cosméticos, esfoliações, peelings e até para potencializar os resultados de procedimentos como lasers e microdermoabrasão. “Os PHA também podem ser associados a outras substâncias para diversos protocolos, como ao ácido retinoico, para o tratamento da acne, ao retinil palmitato, para combater o envelhecimento cutâneo, e à hidroquinona, para reduzir a hiperpigmentação”, completa a médica.
Segundo a Dra. Valéria, um dos poli-hidroxiácidos mais conhecidos e utilizados é a gluconolactona, potente renovador celular com ação hidratante e antioxidante, reforçando a barreira da pele, atuando no tratamento da acne e combatendo o fotoenvelhecimento.
“Mas, apesar de serem menos agressivos que os outros hidroxiácidos, os PHA devem ser introduzidos com cautela em sua rotina de cuidados com a pele. Por isso, o ideal é que você consulte um dermatologista para que ele possa avaliar o seu caso e indicar o melhor modo de usar estes ácidos, pois, embora muitos produtos com estas substâncias sejam projetados para serem usados diariamente, é sempre interessante dosar de acordo com a necessidade de cada pele”, finaliza.
Ao acordar pela manhã, muita gente percebe um muco branco ou amarelado nos cantos internos dos olhos – popularmente conhecido como ‘remela’. Até aí, tudo bem.
Remela nada mais é do que sobra de lágrima carregada de poeira e gordura que se cristalizou durante o período em que a pessoa permaneceu de olhos fechados.
Mas quando esse muco é produzido em quantidade acima do normal, principalmente se vem acompanhado de outros sintomas, como vermelhidão nos olhos, é preciso ficar atento.
De acordo com o médico oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos (SP), a produção excessiva de secreção pode estar associada a um quadro de conjuntivite ou síndrome do olho seco, entre outras doenças oculares.
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Independentemente da causa, o médico adverte que a primeira medida é evitar ao máximo ficar colocando a mão nos olhos para retirar remela, até porque eventualmente as mãos podem não estar completamente limpas e agravar ainda mais o quadro. Nesse sentido, além de lavar bem os olhos durante o banho, é possível usar uma quantidade mínima de xampu neutro para crianças e lavar os olhos ao longo do dia, com o auxílio de um disco de algodão embebido em água gelada.
“A infecção ocular geralmente se apresenta através dos seguintes sintomas: vermelhidão dos olhos, excesso de lágrimas/remelas, dor ou sensação de queimação, além de inflamação ao redor dos olhos. Caso seja diagnosticada uma conjuntivite, é importante saber que se trata de uma condição altamente contagiosa e pode ser causada por alergia, bactéria ou vírus. Só um oftalmologista poderá identificar o tipo da doença e indicar o melhor tratamento. De todo modo, lavar as mãos com maior frequência é uma dica importante, bem como evitar compartilhar objetos de uso comum, como toalhas de mão/rosto, fronhas e travesseiros”, diz Neves.
O médico afirma que, nesta época do ano, da mesma forma que o paciente pode vir a sentir congestão nasal, dor de garganta e tosse, pode também perceber que a conjuntiva está ficando irritada.
“Se o quadro de conjuntivite surge na sequência de uma gripe ou resfriado, é quase certo que é do tipo viral e vai passar em uma ou duas semanas sem necessidade de antibióticos. Já a conjuntivite provocada por bactéria apresenta um quadro mais sério. Neste caso, colírios antibióticos devem ser prescritos o quanto antes, a fim de conter o avanço da doença. Também é importante alertar para os riscos da automedicação – que pode elevar as chances de complicações”.
Já se o excesso de remela ocorre em função da síndrome do olho seco, muito comum em quem passa horas diante de um computador ou qualquer outra tecnologia (telefone celular, videogame, televisão etc.), é importante adotar medidas para aumentar a produção de lágrimas.
“O paciente deve se condicionar a piscar mais frequentemente. Em média, as pessoas piscam entre 14 e 18 vezes por minuto. O piscar promove uma limpeza de toda sujeira e oleosidade depositada na superfície dos olhos e os mantém hidratados. O problema é que, com a diminuição das piscadas, vêm o ressecamento dos olhos e a irritação desencadeada pelo acúmulo de sujeira. Uma boa ideia é recorrer a aplicativos de celular que alertam para a necessidade de piscar, ou ainda se programar para fazer pausas a cada 60 minutos e piscar durante 20 segundos”, recomenda o especialista.
Renato Neves também adverte sobre outro vilão do olho saudável: o vento. “Quem está enfrentando esse problema deve evitar vento no rosto. Seja do ventilador, seja do ar-condicionado, o vento resseca a superfície dos olhos mais do que o normal. Até mesmo o vento do secador de cabelo não é saudável para os olhos, porque compromete toda a sua lubrificação – lembrando que, além de limpar e manter os olhos lubrificados, as lágrimas têm também anticorpos e proteínas de defesa que são muito importantes no combate a bactérias oportunistas. Sendo assim, quem vai sair num dia de muito vento deve, no mínimo, estar bem protegido com óculos de sol”.