Infarto é a principal causa de morte entre as mulheres; entenda

Embora seja visto como uma doença masculina, o infarto vem crescendo entre as mulheres.

 

Há cinco décadas, de cada 10 casos de infarto, um ocorria em mulher. Atualmente, a proporção já é de quase 50%.

 

Segundos dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), um terço dos 360 mil óbitos registrados no Brasil, anualmente, em decorrência de doenças cardiovasculares, tem como vítimas as mulheres.

 



O cardiologista e geriatra Neif Musse atribui o crescimento do infarto no público feminino à mudança no estilo de vida. “A maior inserção das mulheres no mercado de trabalho trouxe a jornada dupla, aumento do estresse, do hábito de fumar, beber, e, consequentemente, dos fatores de risco para infarto, como hipertensão, obesidade, diabetes, ansiedade e depressão, além da menopausa”, detalha.

 

O especialista explica, ainda, que a idade é fator de risco para as mulheres porque após os 50 anos, com a chegada da menopausa, cai a produção de estrogênio, um dos responsáveis pela dilatação dos vasos e um protetor natural contra as doenças do coração. Outra questão é que os sintomas são um pouco diferentes, mais brandos, e podem passar despercebidos pelas mulheres. “Ter a sintomatologia mais discreta pode fazer com que ela demore para perceber a gravidade daquele quadro, identificando tardiamente o risco de infarto”, alerta.

 

Enjoo, falta de ar, cansaço inexplicável, leve desconforto no peito e arritmia são alguns dos sintomas atípicos que podem aparecer nas mulheres, além dos sinais clássicos de dor no peito com irradiação para o braço esquerdo e pescoço, náuseas, vômitos, suor frio e desmaio. “A melhor forma de prevenção é o check-up cardiológico a partir dos 35 ou 40 anos, principalmente se houver histórico familiar de doença cardiovascular ou fatores de riscos como hipertensão, obesidade, diabetes e tabagismo”, aconselha Musse.

 

Outra medida essencial para evitar o infarto é adotar uma alimentação equilibrada, com frutas, verduras, legumes e carnes magras, além da prática de exercícios físicos.

 

 

 

Fio dental: qual a forma correta de usar?

Quando pensamos no que é preciso para atingir uma boa higiene bucal, a escovação é o primeiro fator que passa pela nossa cabeça.

 

Apesar do fio dental levantar muitas dúvidas referentes ao seu processo de uso, a prática é essencial, uma vez que atinge espaços que as escovas comuns não conseguem alcançar, garantindo a eliminação da placa bacteriana e detritos de alimentos entre os dentes, além de prevenir cáries e evitar inflamação das gengivas.



“É importante reforçar que o fio ou fita dental é de extrema importância no cuidado bucal diário, pois ele complementa a escovação em lugares onde a escova não alcança”, afirma Rosane Menezes Faria, dentista da Odonto Empresas.

 

Abaixo, a especialista esclarece as dúvidas mais recorrentes sobre o assunto. Confira:

 

 

Fio dental antes ou após a escovação?

 

“A sequência para usar o fio dental não faz diferença, ou seja, ele pode ser usado tanto antes como após a escovação, contanto que remova a placa bacteriana e os resíduos de alimentos, deixando os dentes limpos e saudáveis”, explica Rosane.

 

 

Qual a maneira correta de usar?

 

Para a utilização correta, a dentista afirma que é necessário aproximadamente 40 centímetros de fio, deixando um pedaço livre entre os dedos. “Passe o fio entre os dentes e a linha da gengiva. Faça os movimentos com cuidado, a intenção é limpar e não machucar. Depois, passe-o ao redor do dente e deixe-o entrar cuidadosamente na linha da gengiva, cerca de 2 ou 3 mm. Quando acertar o local, passe o fio para cima e para baixo, alcançando todas as curvas de cada dente. A seguir, passe o fio para a frente e para trás, tirando a placa acumulada e os restos de comida. Quando acabar, tire o fio com cuidado.”

 

 

Crianças precisam ter este hábito?

 

“Sim, é muito importante. É aconselhável que as crianças utilizem o fio dental não somente para limpeza entre os dentes, mas também para que criem o hábito de utiliza-lo sempre. Assim, na fase adulta, seguirão a rotina de limpeza mais naturalmente, acarretando em uma saúde bucal mais completa”, sugere a dentista. “Nada de entregar o fio na mão da criança e deixar que ela faça a higiene sozinha, é importante participar desse momento e orientá-la, para que não ocorra nenhum acidente. Por volta dos 7 a 8 anos as crianças estão atentas e com a destreza manual mais apurada e já podem começar a utilizar o fio sozinhas".

 

 

 

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Afinal, qual a ordem correta dos produtos de pele e maquiagem?

Se você é daqueles que se enrola todo ao usar os produtos que envolvem a criação de uma boa maquiagem, seus problemas acabaram.



Sim, aqui vamos mostrar um guia com a ordem correta que devemos utilizar os produtos da make perfeita, criado pela 'Cosmopolitan'. Confira!

 

1. Limpeza: Lave e repita este passo para livrar a sua pele de qualquer sujeira. A primeira limpeza ataca a sujeira da superfície, enquanto a segunda atinge os poros.

 

2. Tonificante: Pular o tonificante é como escrever um trabalho inteiro e depois desistir de salvá-lo. Isso faz com que todo o esforço de limpeza seja inútil, pois a sujeira residual ainda pode permanecer.

 

3. Creme para acne: Se você usa qualquer tipo de tratamento para combater a acne ou clarear cicatrizes, aplique-as agora para deixar sua pele absorver os benefícios.

 

4. Sérum: A regra geral com os cremes faciais é que você deve começar com os produtos mais leves. Os sérums possuem fórmulas finas que absorvem com mais eficiência. Estas loções concentradas fornecem ingredientes ativos, portanto, certifique-se de que você está usando um que atende aos seus maiores problemas de pele.

 

5. Creme para os olhos: Muito parecido com o sérum, essas loções são finas e precisam estar isentas de barreiras, então use antes do creme aplicando-o com seu dedo anelar.

 

6. Hidratante: O hidratante não é negociável — mesmo que a sua pele esteja oleosa. Massageie em movimento de cima para baixo e de dentro para fora.

 

7. Óleo: Se você espera colher os benefícios de um óleo facial para clarear os poros e clarear a pele, use nas zonas secas para selar o hidratante. Embora o óleo seja um dos poucos produtos capazes de penetrar no seu hidratante, o mesmo não pode ser dito quando os dois produtos são aplicados na ordem inversa.

 

8. Protetor Solar: A aplicação do protetor solar logo após a limpeza tornará o restante de seus produtos inúteis, mas, ao final, o processo garante que ele ainda funcione.

 

9. Primer: A ordem correta entra em jogo quanto o assunto é maquiagem também. Comece com um bom primer, que age como um imã para manter sua base.

 

10. Base: Existem muitos mitos em torno da aplicação do corretivo, mas para obter a melhor cobertura, você precisa passar a base primeiro. Coloque sua base em uma camada fina e leve para uma aparência natural.

 

11. Corretivo:Avalie as partes do seu rosto que precisam de cobertura extra, então passe o corretivo e misture-o levemente.

 

12. Pó: Seu pó facial é projetado para definir a sua maquiagem e absorver o excesso de óleo. Passe na zona T, queixo e sob os olhos para fixar o corretivo.

 

13. Bronzer, em seguida, blush: Os pós e cremes bronzeadores são melhores aproveitados em uma estrutura suave, portanto, faça isso antes de definir suas bochechas com uma bela camada de blush.

 

14. Sombra e delineador, depois máscara para cílios: Os cílios podem atrapalhar quando se tenta fazer um olho gatinho perfeito, então só aplique a máscara para cílios depois da sombra e delineador.

 

15. Sobrancelhas: A intensidade de suas sobrancelhas deve complementar sua sombra, blush e batom, então pegue um lápis e comece a trabalhar para combiná-las com o resto do seu visual.

 

 

 

5 sinais de que algo está errado com sua circulação

O corpo costuma dar algumas dicas quando algo está afetando o organismo e o mesmo ocorre quando o assunto é a circulação sanguínea.



“O coração é o responsável pelo bombeamento de sangue rico em oxigênio para todo o corpo, alimentando tecidos e órgãos vitais que necessitam de nutrientes para funcionar corretamente. Por isso, qualquer redução na circulação sanguínea significa que as funções corporais podem ser prejudicadas, levando ao surgimento de uma série de sintomas”, explica a angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

 

Os sinais de que algo está errado com a circulação não são óbvios, mas é preciso prestar atenção, pois as consequências podem ser desde pequenos vasinhos e varizes até mesmo um infarto. Para ajudar você a identificar o problema, a especialista apontou os 5 sintomas mais comuns da má circulação sanguínea. Confira!

 

 

Dor: Dependendo da razão da má circulação, é comum que o paciente sinta dores nas pernas ou nas mãos. Isso ocorre quando, devido a alguma obstrução em uma ou várias artérias, o fluxo de sangue se torna insuficiente para irrigar os músculos e tecidos nas extremidades durante a caminhada. “Este sintoma é chamado de claudicação intermitente e se caracteriza por uma dor que se inicia após um tempo de caminhada e piora gradativamente até que a pessoa pare para que a dor cesse”, afirma a médica. Além de causar dor, a circulação sanguínea ruim também pode causar cãibras musculares.

 

Formigamento: Este é um dos sintomas mais comuns em quem tem problemas de circulação. A circulação fraca causa pés ou mãos frias juntamente com formigamento dos membros. Se a quantidade suficiente de sangue não atingir seus membros, você pode ainda sentir agulhadas nessas áreas.

 

Inchaço: O inchaço também é um sintoma comum de má circulação sanguínea e geralmente surge em pessoas que têm um desequilíbrio entre a quantidade de sangue que circula na perna e a quantidade de sangue que retorna ao coração (edema). “O inchaço também ocorre quando o coração não consegue circular sangue suficiente para o corpo todo. Este problema está intrinsicamente relacionado ao peso das pessoas, já que quilos extras colocam mais pressão sobre o coração, reduzindo assim o fluxo sanguíneo em todo o corpo”, alerta a angiologista.

 

Alterações na coloração pele: Em pessoas com pouca circulação, os pés e as pernas frequentemente ficam pálidos quando estão elevados. Já quando os pés estão no chão, a vermelhidão na perna, conhecida medicamente como rubor dependente, também pode ser um indicativo de um problema vascular.

 

Fadiga: Os músculos também precisam de sangue suficiente para que funcionem corretamente. Porém, se o fluxo sanguíneo apresenta lentidão, isso afetará seus níveis de energia e você se sentirá mais cansado na medida em que seu coração se esforça mais para manter o sangue circulando. “Além disso, uma má circulação leva a um fornecimento menor de oxigênio e nutrientes para os músculos, o que pode causar fadiga muscular”, destaca a especialista

 

Segundo a Dra. Aline, para evitar estes problemas é preciso adotar hábitos saudáveis, como manter uma dieta equilibrada, rica em vegetais e livre do excesso de alimentos processados e frituras. É importante também realizar atividades físicas regularmente, pelo menos três vezes por semana.

 

“Dormir bem também é fundamental, pois uma boa noite de sono ajuda no funcionamento adequado do corpo, diminuindo o stress, os níveis de cortisol e auxiliando a controlar a pressão arterial”, completa. “Mas, caso você sinta algum dos sinais citados acima, é essencial que você consulte um médico imediatamente. Apenas ele poderá diagnosticar a causa dos sintomas e prescrever o tratamento adequado.”

 

 

 

Síndrome de Duane: conheça essa doença rara que afeta os olhos

Desenvolvida quando a criança ainda está em formação no útero da mãe, a Síndrome de Duane é uma doença congênita rara, que afeta a musculatura ocular e, consequentemente, a movimentação dos olhos.

 

A síndrome faz com que alguns músculos que controlam o globo ocular se contraiam quando não deveriam, o que leva a problemas de visão e à movimentação irregular dos olhos.



Estima-se que cerca de 500 mil pessoas em todo o mundo sofram com a síndrome. Comumente diagnosticada até os 10 anos de idade, a Síndrome de Duane, em cerca de 80% dos casos, atinge apenas um olho, mais frequentemente o esquerdo. Além disso, é mais prevalente nas mulheres que nos homens.

 

 

Mutação genética

 

Segundo pesquisadores da King’s College London e da Faculdade de Medicina da Universidade de Exeter, ambas na Inglaterra, a Síndrome de Duane é causada por uma mutação em uma das proteínas que colaboram para a formação de músculos e nervos do bebê durante a gravidez. Os estudos mostram que essa mutação, provavelmente, ocorre em torno da sexta semana de gravidez.

 

De acordo com a oftalmopediatra, neuroftalmologista e especialista em estrabismo, Dra. Marcela Barreira, há um desenvolvimento inadequado de partes do tronco cerebral que controlam os músculos oculares, mais especificamente há uma má formação no núcleo, que dá origem ao sexto nervo craniano. Este nervo controla o músculo reto lateral (o músculo que gira o olho para fora, em direção à orelha).

 

“Existem seis músculos que controlam o movimento dos olhos. Cada músculo do olho recebe o comando para se movimentar dos nervos cranianos, que saem do cérebro. Na Síndrome de Duane, como o sexto nervo está ausente, os demais nervos podem tentar supri-lo, levando a movimentos oculares anômalos”, explica Dra. Marcela.

 

Tipos

 

Existem três tipos de Síndrome de Duane, que afetam diferentes direções ou movimentos do olho. O tipo 1 é o mais comum, atinge cerca de 78% dos pacientes com a doença e costuma afetar diretamente o músculo reto lateral, fazendo com que o olho não consiga se mover para fora. O paciente pode apresentar somente essa dificuldade no olhar, como também pode apresentar um estrabismo convergente (olho desviado para dentro) quando olhando em frente.

 

O tipo 2 é a mais rara entre os pacientes com a doença, afetando cerca de 7% das pessoas diagnosticadas. No tipo 2, o músculo mais afetado é o reto medial, que movimenta o olho para dentro, para a direção do nariz. No Duane tipo 2, essa movimentação é limitada, enquanto o movimento do olho para fora é normal. O tipo 3 atinge 15% das pessoas com Síndrome de Duane e afeta ambos os movimentos oculares, tanto para fora quanto para dentro.

 

Consequências

 

A Síndrome de Duane pode estar associada ao estrabismo. Além disso, também pode levar à ambliopia. Para compensar o déficit na movimentação do olho, muitos pacientes tendem a girar a cabeça, o que também pode levar a problemas de postura ou a dores musculares.

 

Para que não evolua para problemas visuais mais graves, a Síndrome de Duane pode ser tratada com cirurgia corretiva. Dependendo do grau de estrabismo da criança, a cirurgia tem um índice de sucesso de 79 a 100%.“Com uma cirurgia relativamente simples conseguimos melhorar a posição da cabeça da criança, que tende a compensar o movimento irregular do olho; reduzir o estrabismo; reduzir a contração muscular do olho e melhorar o movimento do globo”, explica Marcela.

 

O ideal é realizar o acompanhamento com um médico especialista, como o neuroftalmologista ou o oftalmologista especializado em estrabismo.

 

 

 

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