Com o avanço tecnológico, falta de tempo, número de streamings acessíveis, aplicativos, blogs, vídeos aulas online e espaços que alugam o uso de aparelhos, cada vez mais pessoas aderem à prática de treinar sozinhas.
Mas, será que o cuidado com a coluna está sendo trabalhado?
Segundo o Dr. André Evaristo, ortopedista especialista em cirurgia da coluna, no dia-a-dia, a maioria das pessoas precisa prestar atenção e corrigir sua postura para prevenir dores na coluna, causadas por desvios posturais. Durante um treino, essa atenção deve ser redobrada para que uma atividade saudável não se torne um problema. “Muitas vezes, uma pessoa que assiste a uma vídeo aula, acredita que está fazendo o exercício de maneira correta, mas está prejudicando a sua coluna ou outros membros do corpo,” explica o especialista.
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Os maiores riscos estão localizados na coluna lombar, seguidos da coluna cervical (região do pescoço). Em alguns casos as lesões musculares também aparecerem por excesso de treinamento e quando não existe o tempo devido de recuperação do músculo.
A região da lombar, por exemplo, é a que suporta a maior parte do peso corporal. Exercícios para essa região são ótimos para o fortalecimento dos músculos da coluna, prevenindo-a de dores e lesões. No entanto, sobrecarregá-la ou fazer um exercício de maneira incorreta com frequência, pode gerar uma lombalgia, que é a dor causada por uma lesão em um músculo ou ligamento. “Se ao pular, agachar ou fizer um movimento a pessoa sente dores, que não estão totalmente relacionadas ao treino, ela pode estar fazendo errado ou apresentar algum dano que precisa ser investigado. Pois, até a dor muscular pode ser um sinal de exagero,” alerta André.
Alguns traumas na coluna podem não apresentar sintomas por um determinado período de tempo e, por conta disso, a pessoa pode ter alguma alteração e não saber. Por isso, é preciso fazer uma avaliação antes de iniciar a prática esportiva e, mesmo que opte pelas facilidades da tecnologia, é importante ter profissionais capacitados dando o apoio prévio e necessário para cada caso. “Nem sempre os exercícios que são indicados para uma pessoa também serão ideais para você", finaliza o ortopedista.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que a melhor opção para o bebê é o aleitamento materno exclusivo até os seis meses, que a alimentação seja complementar ao leite materno até um ano e que a criança seja amamentada, pelo menos, até os dois anos.
Contudo, não é somente o bebê que usufrui de benefícios da amamentação, mas também a mãe.
Mulheres que dão de mamar durante seis ou mais beneficiam de uma redução do risco de sofrer um ataque cardíaco, segundo um estudo desenvolvido pela Universidade de Kansas.
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Estudos anteriores apontam ainda que as mães diminuem significativamente o risco de desenvolver câncer de mama, ovários e diabetes tipo 2.
De acordo com a SBED (Sociedade Brasileira para Estudo da Dor), três em cada dez brasileiros se queixam de dor.
Estudos sobre dor crônica no Brasil mostram que a prevalência varia de 30% a 50% – informação que tem cada vez mais chamado atenção de profissionais de saúde dispostos a atenuar o problema e contribuir para melhorar a qualidade de vida desses milhares de pessoas.
Na opinião do médico ortopedista Lafayette Lage, especialista em joelho e quadril, as queixas mais comuns são dor nas costas e no pescoço, mas há também um determinado tipo de dor de cabeça que está associado a problemas de postura.
O médico alerta que muitas queixas de dor crônica na fase adulta estão diretamente ligadas a maus hábitos posturais na infância. Sendo assim, quando a gente ouve um adulto relativizar o fato de que uma criança tem mania de “sentar em W”, está na hora de saber o que isso pode acarretar quando estiver mais velha. Afinal, enquanto é pouco comum ouvir um jovem reclamar de dor (com exceção dos atletas, claro), depois dos 50 anos essa é a lamentação mais frequente.
“Os problemas de má postura em criança começam cedo. Antes mesmo de ir para a escola, os adultos acham graça quando a menininha ou o menininho senta-se em forma de W, desconhecendo os riscos que a repetição desse hábito acarreta para a fase adulta. A criança aprende a andar quase ao mesmo tempo em que aprende a brincar, a se desafiar do ponto de vista da motricidade. Ao sentar-se em forma de W ela busca maior equilíbrio do tronco e estabilização do quadril. Quando os pais não interferem nesse padrão, ela não desenvolve recursos de movimento mais maduros – necessários para outras habilidades”, afirma Lage.
Segundo o especialista, esse tipo de padrão pode causar um desvio rotacional do fêmur ou da tíbia, levando ao desalinhamento da articulação da patela do joelho (articulação femoropatelar) – que, por consequência, leva à condropatia e provoca muita dor no joelho de jovens e adultos. “Essa é, inclusive, uma das causas da condromalácia patelar – que é o amolecimento da cartilagem que envolve a patela (rótula). A melhor coisa a se fazer é desestimular a criança a sentar-se desse jeito logo de início, propondo variações de forma natural. A postura ideal é em ‘posição de índio’, com as pernas cruzadas à frente do corpo”.
No caso de crianças e adolescentes em fase escolar, Lage chama atenção para a quantidade de horas que os alunos passam sentados nas carteiras ou cadeiras universitárias em sala de aula, geralmente com o tronco e o pescoço inclinados para frente ou, pior ainda, com o corpo quase que deitado no assento e o pescoço apoiado no encosto.
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“É grande o número de crianças que se queixam de dores no corpo durante as aulas. O problema é que os adultos não levam isso tão a sério quanto deveriam. E um dos motivos é que a queixa acaba assim que o jovem se levanta e vai praticar atividades esportivas ou recreativas. Mas, imagine o que um problema postural que se arrasta por mais de 15 anos de vida acadêmica não é capaz de fazer quando a criança se torna um adulto sedentário e acima do peso ideal”, avalia o médico – chamando atenção, também, para o peso excessivo que os jovens carregam em suas mochilas e que pode comprometer a coluna no médio ou longo prazo.
Lafayette Lage faz um alerta, por fim, sobre problemas de postura na hora de dormir – e que precisam ser corrigidos a tempo de não se transformarem em dor crônica. “A pior posição para pegar no sono é a de bruços, com o pescoço voltado para um dos lados. Imagine passar horas durante a noite – principalmente quem pouco se mexe – com a espinha dorsal fazendo um S. Com o passar dos anos, é praticamente impossível que essa pessoa não venha se queixar de problemas musculares, compressão nos nervos, e até mesmo de dor de cabeça", alerta.
"A posição mais comum, que é a fetal – em que a pessoa se deita de lado e flexiona os joelhos – pode ser boa para quem tem problemas de ronco, mas não deixa de forçar o pescoço no travesseiro. Sendo assim, o paciente deve pelo menos encontrar um travesseiro que tenha a altura exata da largura do seu ombro, permitindo que a cabeça fique bem apoiada e o pescoço possa descansar enquanto dorme. Já a posição de barriga para cima é ideal para quem sofre de dores no pescoço e nas costas. Ela também contribui para reduzir o refluxo gastresofágico e prevenir rugas. O único problema é que induz ao ronco. Mas, como isso se transforma realmente num incômodo somente depois dos 30 ou 40 anos, o ideal é acostumar a criança a dormir de barriguinha para cima mesmo, enquanto pode”, completa o especialista.
Praticar esportes é indicado para qualquer pessoa.
Mais importante ainda para os cardiopatas. Para isso, é essencial consultar um médico e saber quais as limitações de cada paciente e quais exercícios eles podem fazer.
Os exercícios aeróbicos, por exemplo, são recomendados especialmente para os pacientes com problemas cardíacos. Pois eles ajudam na elevação da capacidade cardiorrespiratória.
Para o fisiologista do esporte do HCor (Hospital do Coração), Diego Leite de Barros, as caminhadas são as mais indicadas, pois requerem apenas um calçado confortável - de preferência com algum sistema de amortecimento - e roupas leves. “Se o paciente for liberado pelo seu médico, ele também pode participar de corridas, tanto ao ar livre quanto na esteira. Andar de bicicleta ou optar pelo exercício na bicicleta ergométrica é igualmente recomendado”, aconselha Diego Barros.
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O ideal é que, aliado aos esportes que fortalecem a parte cardiorrespiratória, o paciente também faça musculação, pois isso complementa os benefícios do aeróbico. "A associação de exercícios aeróbicos com exercícios de força irão ampliar a força muscular do organismo, bem como a potência do coração”, esclarece o fisiologista.
Já para as pessoas sem grandes limitações, o ideal é fazer exercícios aeróbicos cinco dias por semana durante 30 minutos ou 25 minutos de atividade cardiorrespiratória, três dias na semana, associado ao fortalecimento muscular dois dias na semana. Para aqueles que querem reduzir a pressão arterial e o colesterol, a indicação é 40 minutos de atividade aeróbica moderada e intensa três ou quatro dias por semana.
Fortaleça o seu coração e fuja do sedentarismo!
Nosso corpo foi planejado para se movimentar. Mas hoje, vários problemas de saúde decorrem do sedentarismo. “Começar a praticar exercícios aeróbicos é a primeira recomendação. Mas para quem precisa começar com moderação, uma indicação é o treinamento aeróbico monitorado. Nele, os batimentos cardíacos são observados durante as atividades”, explica Diego.
Correr, dançar, subir escadas ou pedalar pode evitar doenças graves. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é um fator de risco de aproximadamente 30% dos casos de cardiopatia isquêmica - doença que provoca a redução do fluxo de sangue por conta de um estreitamento nas artérias coronárias -, o que eleva o risco de ocorrer um infarto.
As práticas regulares de exercícios aumentam a resistência do coração, que se adapta aos exercícios e “se acostuma” a bombear mais sangue para o corpo. “Além disso, durante os exercícios, o consumo de oxigênio é maior. Portanto mais gordura é queimada, o que diminui a probabilidade de doenças cardiovasculares associadas como hipertensão arterial e obesidade”, diz.
Se existe uma característica predominante na pele dos brasileiros, estamos falando de oleosidade.
Tanto pele oleosa quanto a pele mista são bastante comuns e estima-se que as duas juntas representam o tipo de pele de 80% da população brasileira.
“A pele oleosa é aquela com tendência a ter acne, então tem poros bastante dilatados, tem brilho em excesso e um aspecto mais congestionado. O paciente também sente que forma cravos com muita facilidade. Já a pele mista, na verdade, é uma combinação de áreas mais ressecadas e áreas mais oleosas: ela tem a zona T mais oleosa (testa, nariz e queixo), porque é onde se apresentam as glândulas sebáceas. Em contrapartida, as outras áreas são mais ressecadas”, explica Mika Yamaguchi, farmacêutica, especialista em dermo e nutricosméticos e diretora científica da Biotec Dermocosméticos.
Tratar esse tipo de pele requer muita atenção para evitar excessos. “O ideal é sempre o paciente procurar a ajuda de um dermatologista, que vai orientar a melhor forma de controlar essa oleosidade. Além disso, se o paciente tiver espinhas, o médico poderá prescrever tratamentos específicos, além de indicar o uso de substâncias como FC Oral, que são os fosfolipídeos de caviar e que tem atividade extremamente anti-inflamatória, ajudando contra acne”, afirma a especialista.
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Veja quatro cuidados para o controle da oleosidade:
1. Higienização
Lavar o rosto com água em temperatura ambiente para fria, duas vezes ao dia, com sabonete de controle da oleosidade à base de Acneol SR, que conta com uma composição exclusiva de ácido salicílico, zinco, silício e enxofre. “Com isso, há uma ação antiacne e seborreguladora, além de estimular a renovação celular e acelerar o processo de cicatrização da pele”, afirma Mika.
2. Esfoliação
Utilizar, de duas a três vezes por semana, esfoliante, de preferência com ativos naturais como a seda do arroz Rice Exfoliator, para promover renovação epitelial e desincrustação de rolhas de queratina, proteína morta, e sebo presentes no orifício dos poros. Aplicar na pele molhada, após lavar com o sabonete, massagear com movimentos circulares e deixar ficar por dois a três minutos e enxaguar.Hidratação: Aplicar pela manhã hidratante em sérum, em veículo aquoso ou à base de ácido hialurônico Hyaxel, no rosto e pescoço, para promover hidratação e revitalização, evitando a produção de gordura como efeito rebote da pele desidratada. “Além disso, o ativo Miniporyl, que é o extrato de trevo vermelho, pode ser usado para reduzir o tamanho dos poros e diminuir a oleosidade”, afirma Mika.
3. Proteção
Utilizar fotoproteção associada pela manhã com FPS em texturas matificante, secas ou fluidas ou oil free com FPS sempre acima de 15.
4. Tratamentos noturnos
Tratamentos antes de dormir também são importantes. Usar, após a higienização com sabonete e esfoliante ou apenas o sabonete, produtos à base de Lanablue, que ajuda na renovação celular, além de outros medicamentos tópicos secativos prescritos pelo dermatologista.
Os indivíduos que sofrem desta condição, também conhecida por hipertensão, estão mais suscetíveis a sofrerem de doenças cardíacas e de enfartos.
Daí ser tão importante manter a pressão arterial dentro dos níveis considerados saudáveis. E a melhor forma de fazer é através de pequenas alterações na dieta e no estilo de vida.
Ingerir muito sal é uma das principais causas da hipertensão, assim como o consumo de cafeína e de tabaco. Adicionalmente, a prática regular de exercício físico regular contribui beneficamente para aliviar os sintomas da pressão arterial.
Mais ainda, existem alguns alimentos que podem ser adicionados à dieta para combater a patologia.
1. Mirtilos
Estes pequenos alimentos estão repletos dos compostos denominados de antocianinas, que ajudam a baixar a pressão. Estudos sugerem ainda que os mirtilos combatem a diabetes, reduzem o risco de doenças cardíacas e de câncer.
2. Vegetais
Os vegetais contêm uma alta concentração de potássio, que por sua vez reduz os índices de pressão.
3. Peixe
O peixe é uma excelente fonte de proteína magra. Peixes gordos, tais como a cavala, sardinha ou salmão têm um alto teor de ômega-3 – ácidos graxos que reduzem a pressão arterial, os níveis de inflamação no organismo e baixam os triglicerídeos.