8 truques surpreendentes para emagrecer

Segundo Brian Wansink, diretor do Laboratório de Alimentos da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, em entrevista à BBC News, perder peso 'sem pensar' e sem dietas restritivas é possível.

 

O especialista sugere que são apenas necessárias algumas mudanças nos hábitos diários de estilo de vida para se comer menos.



Estas recomendações são baseadas nos estudos de Wansink e de uma equipe de pesquisadores, publicadas no livro ‘Slim by Design’ (ou ‘Magro por Encomenda’).

 

O especialista afirma que o atual estilo de vida, acelerado e extremamente ocupado, reduz a força de vontade para conseguir perder peso por um esforço consciente e contínuo, e que a melhor solução é incorporar uma série de mudanças que nos façam comer menos sem esforço.

 

Eis o que deve fazer de acordo com Wansink e a BBC:

 

1- Sirva o seu prato diretamente no fogão e não à mesa

 

Este pequeno truque te ajuda a consumir cerca de 19% menos comida por dia, já que assim terá menos tendência a repetir a dose.

 

2- Guarde os sucrilhos no armário e coloque os alimentos mais saudáveis à frente

 

Quem mantém os cereais à vista pesa, em média, cerca de 9,5 quilos a mais comparativamente a quem não o faz.

 

3- Coloque as frutas e verduras na parte mais visível da geladeira

 

Esta atitude triplica a ingestão desses alimentos. A ideia é deixar os alimentos mais calóricos nas prateleiras mais baixas e menos visíveis.

 

 

4- Se beber vinho, opte pelo tinto e por um copo pequeno

 

Em média, serve-se 12% a menos de vinho numa taça de vinho branco, que é menor, do que em uma de vinho tinto.

 

Além disso, tendemos a beber menos vinho tinto do que branco, já que a cor mais visível nos torna consequente mais conscientes das quantidades ingeridas.

 

5- Nos restaurantes, sente-se perto da porta

 

Quem se senta mais longe da porta come menos salada e têm uma probabilidade 73% maior de pedir sobremesa. O especialista afirma que, estando mais próximas da cozinha, as pessoas veem os pratos passando com mais frequência e sentem-se tentadas a pedi-los.

 

6- Caminhe por todo o corredor do supermercado

 

Quando vamos ao supermercado, temos uma probabilidade 11% maior de comprar a primeira verdura que vemos em comparação com a terceira. Por isso, Wansink recomenda que percorramos todo o corredor para diversificarmos o nosso regime alimentar.

 

7- Divida o carrinho de compras em duas partes, com as frutas e os vegetais à frente e o resto atrás

 

Isso faz com que pense mais no que está colocando no carrinho e fará comprar 23% mais vegetais.



8- No trabalho, guarde os doces num recipiente opaco e fechado

 

Para que estas guloseimas fiquem menos acessíveis, Wansink alerta que quem deixa os doces em cima da mesa no escritório tende a pesar cerca de 6,8 quilos a mais, em relação a quem os mantém longe da vista, do coração e da mente!

 

 

 

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Saiba quais os piores alimentos para quem sofre doenças de pele

Definitivamente, ‘você é o que você come’, mas um novo estudo vai um pouco além disso e diz que você sente na pele muita coisa por conta da sua alimentação.

 

A pesquisa científica Skin and Diet: An Update on the Role of Dietary Change as a Treatment Strategy for Skin Disease, publicada em janeiro no Skin Therapy Letter, afirma que a mudança na dieta pode servir como um componente importante na terapia para certas condições da pele, incluindo acne, rosácea, envelhecimento, psoríase e dermatite.

 

“Certos nutrientes, alimentos ou padrões alimentares podem agir como ‘gatilhos’ de doenças, enquanto outros podem ser benéficos. Por exemplo, um padrão alimentar que enfatize o consumo de alimentos integrais em vez de alimentos altamente processados pode ajudar no tratamento de certas condições da pele, principalmente àquelas ligadas à inflamação”, afirma a dermatologista Dra Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD).

 

De acordo com a médica, esse artigo foi uma importante revisão para esclarecer as relações entre dieta e pele, uma vez que uma simples pesquisa na internet já revela que há muita desinformação. “Um exemplo é o chocolate. Muitas vezes ligado ao aparecimento de acne, esse produto só é maléfico se tiver alta quantidade de carboidratos e gorduras e menor concentração de cacau. De forma que não é o cacau o responsável por piorar inflamações de pele e, sim, a gordura e o carboidrato”, exemplifica. Na sequência, a médica destaca os principais pontos do estudo. Confira na galeria acima.

 

 

 

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Fazer exercício por 4 semanas já reduz vontade de fumar e comer doce

Que tal trocar o hábito de fumar pelo de suar o top?

 

Sua rotina fitness, além de diminuir alguns centímetros da cintura, pode ajudá-la a largar o vício, segundo um novo estudo da Western University, no Canadá. Após quatro semanas malhando, as participantes disseram não sentir mais o mesmo prazer em fumar e até reduziram sua frequência.

 

“Os exercícios liberam endorfina e serotonina, hormônios que combatem os sintomas da abstinência”, explica o neuropsicólogo Stanly Huang, de São Paulo. Melhor ainda: se sua compulsão for por doce, a atividade física também tende a beneficiá-la. “Ela melhora a absorção do açúcar, amenizando a necessidade de guloseimas.”

 

Ou seja, talvez você consiga ficar satisfeita com apenas um bombom – saudável e em forma, hein? (Com MSN)

 

 

 

Excesso de açúcares e cafeína pode ser gatilho para a tontura

Aquela sensação de que tudo gira ao seu redor não é a das mais agradáveis. A falta de equilíbrio no corpo, insegurança ao caminhar, mal-estar, náuseas e até mesmo dores de cabeça são algumas das alterações corporais que podem afetar tanto adultos quanto crianças.

 

E quando elas aparecem, vem a dúvida: é labirintite, uma simples tontura ou vertigem? De acordo com a otorrinolaringologista do Hospital Otorrinos Curitiba Dharyemne Pucci de Araújo, é importante que o paciente faça uma avaliação rigorosa e consiga identificar o real problema.

 

“São três termos bastante comuns que ouvimos por aí, e sem uma avaliação médica fica difícil saber o que o paciente tem. Nesse caso, orientamos sempre um tratamento individualizado e avaliamos o histórico do paciente. Às vezes, com simples mudanças nos hábitos de vida já conseguimos um grande avanço”, explicou a especialista.

 

Estilo de vida saudável

 

Falando em hábitos, é importante apostar num estilo de vida saudável. De acordo com a especialista, permanecer muito tempo em jejum, tomar pouca água e ingerir alimentos ricos em carboidratos e açúcares podem desencadear a tontura.

 

“Devemos evitar alimentos com alto teor de açúcar, massas, pães, batatas, doces, principalmente o chocolate. As bebidas com cafeína também devem ser evitadas. O café pode ser substituído pelo descafeínado. Devemos atentar para os chás, principalmente o chá mate, chá verde, chimarrão e chá preto”, aconselha a Dharyemne.

 

Adultos e crianças

 

De acordo com a especialista, podemos ter tontura em qualquer idade; o que muda são os tipos de tontura e suas causas.

 

“Em crianças pequenas ela pode se manifestar como atraso para iniciar a andar, torcicolo, dores abdominais e até baixo desempenho escolar. Em crianças maiores e adolescentes já conseguimos ter a descrição dos sintomas mais semelhante aos dos adultos. Nos idosos as alterações osteomusculares e metabólicas são mais prevalentes e podem justificar um aumento do sintoma de tontura nessa faixa etária”, exemplifica.

 

Existe diferença?

 

Sim, existe diferença entre essas alterações corporais. Para a doutora, a tontura é um sintoma que ainda gera muita ansiedade e dúvida sobre o seu diagnóstico.

 

“A tontura é um sintoma que pode ser caracterizado como tipo flutuação, rotatória, sensação de cabeça vazia e desequilíbrio, por exemplo. Ela é um sinal de alguma outra doença e, dependendo de suas características, pensaremos em diferentes patologias como Diabetes Melitus, hipo/hipertireoidismo, dislipidemia, alterações cervicais e doenças autoimunes. O uso de algumas medicações, como diuréticos, anti-inflamatórios e antidepressivos também podem desencadear esse sintoma”, explica a especialista.

 

A labirintite é uma doença onde ocorre uma ‘irritação’ no nervo auditivo. Nem sempre é possível identificar a causa, mas na maioria das vezes tem forte associação a uma infecção viral. “A labirintite é caracterizada por tontura do tipo rotatória, onde os objetos ou o ambiente giram, tem início súbito, geralmente não tem sintomas auditivos e pode durar de até dias. Tem náuseas e vômitos associados e é de forte intensidade, sendo até incapacitante”, esclarece Dharyemne.

 

Já a vertigem é o nome dado à tontura rotatória, onde a sensação pode ser de rotação do ambiente ou do próprio corpo. “Portanto”, acrescenta a otorrino, “ela é um sintoma e não uma doença”. Ela pode estar presente em doenças vestibulares, mas outras patologias como crise epiléptica, hipoglicemia e enxaqueca podem manifestar esse sintoma.

 

Tratamento

 

A especialista reforçou que os cuidados individualizados são fundamentais para o sucesso do tratamento.

 

“Cada paciente é único. Existem vários tratamentos possíveis e o principal é identificar qual é o tipo de tontura e estabelecer o tratamento direcionado à causa. Dependendo da patologia a tontura pode recorrer, mas se mantivermos um controle adequado dos fatores desencadeantes, direcionarmos o tratamento para a causa e realizarmos exercícios o paciente tem uma vida normal”, finaliza a especialista. (Com Bem Paraná)

 

 

 

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Hábitos saudáveis da mãe diminuem em 75% obesidade nos filhos

A figura materna é um grande referencial na qualidade de vida dos filhos e um novo trabalho científico corrobora essa afirmação.

 

Publicado no British Medical Journal em 4 de julho desse ano, o estudo, feito por cientistas da Universidade de Harvard, conclui: filhos de mães com hábitos saudáveis têm chance 75% menor de se tornarem obesos.

 

“O estudo examinou a associação entre um estilo de vida saudável materno geral (caracterizado por um índice de massa corporal saudável, dieta de alta qualidade, exercício regular, não fumar e ingestão leve a moderada de álcool, ou o ideal, sem ingestão de álcool) e o risco de desenvolver obesidade nos filhos. E o saldo foi muito impressionante no sentido de analisar como os hábitos saudáveis da mãe diminuem tão expressivamente o risco de obesidade nos filhos”, explica a angiologista Dra. Aline Lamaita, médica atuante em Medicina do Estilo de Vida e membro do American College of Lifestyle Medicine.



Para realizar a pesquisa, os cientistas analisaram dados de dois grandes estudos que acompanharam, ao longo de 5 anos, cerca de 17 mil mulheres e seus mais de 24 mil filhos - crianças e adolescentes com idade entre 9 e 18 anos. De acordo com o estudo, 1.282 crianças - 5,3% do total - desenvolveram obesidade durante o acompanhamento. “Embora fatores genéticos tenham um papel importante na obesidade, já se sabia que o rápido crescimento da epidemia de obesidade detectado nos últimos anos é provavelmente causado por mudanças no estilo de vida e na dieta. O novo estudo reforça essa hipótese e indica que a obesidade infantil pode ser combatida com estratégias focadas nos pais”, afirma a médica.

 

 

A angiologista explica que a obesidade infantil está associada a um aumento do risco de múltiplos distúrbios metabólicos, incluindo diabetes e doenças cardiovasculares, além de má circulação do sangue, trombose e morte prematura, na vida adulta. “A identificação de fatores de risco modificáveis para a prevenção da obesidade infantil tornou-se uma prioridade de saúde pública”, afirma.

 

Os fatores do estilo de vida que contribuem para a obesidade infantil incluem a falta de atividade física, o sedentarismo e a ingestão de uma dieta hipercalórica entre as crianças. “Esse estudo mostra que as escolhas de estilo de vida das crianças são amplamente influenciadas por suas mães”, diz. “Outro dado importante do estudo é que, quando as mães e os filhos aderem a um estilo de vida saudável, o risco de desenvolver obesidade cai ainda mais”, afirma a médica, que dá algumas dicas para mudança do lifestyle com o objetivo de melhorar a qualidade de vida:

 

Insira fibras na dieta - O bom funcionamento do intestino é um aliado na medida em que o aumento da pressão sobre as veias do abdômen, por conta da prisão de ventre e inchaço, pode comprometer a circulação das veias das pernas. Acrescente ao cardápio frutas como mamão, legumes, verduras e sementes. Se não funcionar, os pré e probióticos podem ajudar, desde que bem orientados por médicos ou nutricionistas.

 

Controle o peso - Comer o essencial, controlar a quantidade de açúcar, sódio e gordura são ações que devem fazer parte da vida de qualquer pessoa para minimizar problemas circulatórios. “Pessoas obesas têm maior disposição de desenvolver varizes por causa da quantidade de volume sanguíneo dentro das veias que se eleva. Além disso, a gordura acumulada dentro dos vasos sanguíneos também acarreta em uma má circulação. Além das varizes, outra complicação que pode surgir entre obesos é a trombose em decorrência do mau bombeamento do sangue para o corpo inteiro, gerando doenças ligadas ao sistema vascular”, afirma a médica. A obesidade e o sobrepeso aumentam a pressão exercida sobre os vasos e também favorece inflamações.

 

Água sempre - Água, sucos e chás são recomendados para melhorar a circulação do sangue. “Quanto menor a ingestão de água, maior a viscosidade do sangue. Além disso, a desidratação também favorece a queda da pressão arterial, ameaçando vários órgãos. O consumo adequado de água garante que o organismo seja irrigado e bem nutrido de sangue”, enfatiza. Por outro lado, afaste-se do álcool: “Ao favorecer a desidratação, o álcool pode fazer o organismo reter mais líquidos e aumentar a pressão sobre veias e artérias”, explica a médica.

 

A perna precisa de movimento (e também de descanso) - Trabalhar sentado oito horas por dia (ou mais) aumenta em 10% o risco de morte, segundo estudo publicado na revista médica britânica The Lancet. E para cada oito horas sentado, é necessário praticar uma hora de atividade física para resistir aos efeitos negativos desse “sedentarismo”. “Mas para pessoas com propensão a problemas vasculares, o ideal é também introduzir alguns hábitos para ativar a circulação, como: realizar exercícios movimentando os pés a cada hora de trabalho sentado; levantar a cada hora e andar para movimentar um pouco as pernas”, afirma. No caso de quem trabalha em pé e fica nessa mesma posição por longos períodos, o ideal é fazer pausas para se sentar e levantar os pés.

 

Exercite seu corpo – E nem precisa ser atleta profissional, já que os exercícios de baixo impacto são benéficos, pois a contração da musculatura em caminhadas por exemplo, entre outros benefícios, aumenta a velocidade do fluxo do sangue nas veias, melhorando o retorno do sangue ao coração.

 

Apague o cigarro - A médica enfatiza que a nicotina está ligada à diminuição da espessura dos vasos sanguíneos. “Além disso, o monóxido de carbono oferece um fator adicional de risco ao diminuir a concentração de oxigênio no sangue. Todo esse processo pode causar complicações para o normal funcionamento dos vasos, que ficam mais susceptíveis ao entupimento, podendo levar a processos de trombose principalmente quando há fatores de risco envolvidos”, afirma a médica. Alguns estudos também sugerem que a exposição à fumaça do cigarro resulta na ativação das plaquetas e estimulação da cascata de coagulação, por isso há um aumento na incidência de trombose arterial em fumantes. “Ao mesmo tempo, as propriedades anticoagulantes naturais são significativamente diminuídas”, comenta.

 

Consulte um médico - O check-up anual trabalha com o que há de mais importante na medicina moderna: a prevenção.

 

 

 

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