Saúde divulga mais 481 casos e 28 óbitos de H3N2 no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta terça-feira (18) mais 481 casos e 28 óbitos pela infecção da H3N2 (um tipo do vírus Influenza A) no Paraná. Agora, o Estado soma 1.313 confirmações e 40 mortes em 187 municípios.

Os diagnósticos estão sendo monitorados e contabilizados desde dezembro do ano passado, quando a doença começou a circular no Estado de maneira atípica. Na última semana o Paraná decretou situação de epidemia de H3N2.

“Nesta época não costumávamos registrar a circulação do vírus da Influenza de maneira tão intensa, geralmente isso ocorre no inverno. No último ano tivemos uma baixa adesão na vacinação contra a influenza e isso pode ter colaborado para o aumento da transmissão da doença”, alertou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Todos os anos o Ministério da Saúde realiza campanhas nacionais de imunização contra a gripe Influenza. Somente no ano passado, o Paraná recebeu 5.165.200 vacinas. Até agora, 449.330 doses ainda estão disponíveis nos municípios.

“Contamos com o apoio das equipes municipais para fazer essa vacina chegar até o braço dos paranaenses. Mesmo que seja da campanha passada, a imunização contra a gripe protege da maioria dos vírus circulantes e aumenta a imunidade contra a doença”, acrescentou o secretário.

MEDICAMENTOS – Somente neste mês, o Estado já descentralizou 556,4 mil cápsulas do medicamento Oseltamivir (Tamiflu) para tratamento da doença. A Secretaria aguarda ainda um novo envio de medicamentos do Ministério da Saúde.

ÓBITOS – Os óbitos envolvem 15 mulheres e 13 homens com idades que variam de 19 a 100 anos e foram registrados nos municípios de Almirante Tamandaré (2), Alto Piquiri (1), Bituruna (2), Cantagalo (1), Colombo (1), Curitiba (3), Engenheiro Beltrão (1), Fazenda Rio Grande (1), Ipiranga (1), Londrina (1), Maringá (1), Nova Laranjeiras (1), Palmeira (1), Paranaguá (3), Paranavaí (1), Pinhais (1), Ponta Grossa (2), Realeza (1), São José dos Pinhais (1), São Miguel do Iguaçu (1) e Toledo (1). As mortes ocorreram entre os dias 30 de dezembro de 2021 e 18 de janeiro de 2022.

Confira os dados por municípioAQUI .

 

 

 

 

 

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Participação dos presos no Enem-PPL cresce 15% no Paraná

A segunda etapa do Exame Nacional do Ensino Médio Para Privados de Liberdade (Enem-PPL), aplicado neste domingo (16) em 55 unidades prisionais de todas as regiões do Estado, registrou aumento de 15% no número de participantes na comparação com a edição anterior, de 2020.

Ao todo, 1.142 pessoas privadas de liberdade fizeram o Enem-PPL deste ano no Paraná, contra 987 no outro recorte.

O exame é promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e ajuda presos a conquistar uma vaga em um curso de graduação.

Para a coordenadora do Setor de Educação e Capacitação do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen), Irecilse Drongek, este aumento é fruto de um planejamento estratégico que tinha como uma das metas aumentar todos os índices que envolvam educação, e um reflexo disso foi a quantidade de presos inscritos neste Enem-PPL.

“Esse ano tínhamos como meta aumentar todos os índices em relação ao ano de 2020. Foram ações e orientações, como a de incentivar a participação das pessoas privadas de liberdade com o intuito de inserir o preso no processo de escolaridade. Mesmo com a pandemia da Covid-19, os professores das escolas das unidades prisionais não pararam e trabalharam de forma intensa com a disponibilização de material e fazendo as avaliações das atividades. A partir disso, as pessoas privadas de liberdade foram incentivadas a não abandonar o processo educativo”, esclarece.

REGIONAIS – A regional de Londrina do Departamento de Polícia Penal (Deppen) foi a que registrou a maior porcentagem de presos que fizeram a prova em relação aos inscritos, com 282 participantes, o que representa 63%. Na sequência, estiveram as regionais de Francisco Beltrão e Guarapuava (59,32%), Curitiba (53,35%), Maringá e Cruzeiro do Oeste (52,38%), Foz do Iguaçu (39,79%), Ponta Grossa (38,67%) e Cascavel (35,88%).

O diretor regional do Departamento de Polícia Penal de Londrina, Reginaldo Peixoto, ressaltou a importância de trabalhar com educação. "Entendemos que a questão educacional é um pilar para que o preso evolua. Estamos trabalhando com os servidores, no sentido dos professores estarem incentivando as pessoas privadas de liberdade. É uma das prioridades trabalhar em cima da ressocialização, e os resultados já estão sendo mostrados, tanto no Enem-PPL, quanto no Encceja, e isso reflete em aprovações nos vestibulares da região’', finaliza.

Uma das 55 unidades a participar do Enem-PPL foi a Cadeia Pública Feminina de Goioerê, que faz parte da regional de Maringá e Cruzeiro do Oeste. Ela registrou 100% de adesão das inscritas. “Foi fantástica a participação das meninas. Todas participaram. Elas deram um grande exemplo, pois fizeram a prova inteira e ficaram concentradas do início ao fim do exame. Foi tudo exemplar na unidade, a conduta, a educação e o respeito das presas”, disse Janaína Montenegro, policial penal.

SAÚDE – A aplicação do Enem PPL neste ano seguiu os protocolos de prevenção à Covid-19, com a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção e frascos de álcool em gel serão fornecidos pela organização da prova. As unidades prisionais e/ou socioeducativas fizeram a higienização das salas, com o intuito de proporcionar a circulação de ar, além de possibilitar o distanciamento entre os participantes.

ENEM – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni).

As provas do Enem-PPL são as mesmas do Enem regular, mas aplicadas nas unidades prisionais. O exame, que tem participação voluntária e gratuita dos privados de liberdade, é constituído de Redação em Língua Portuguesa e mais quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões de múltipla escolha.

 

 

 

 

 

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Copel atinge marca de 200 mil medidores substituídos pelo Rede Elétrica Inteligente

O Programa Rede Elétrica Inteligente (REI) atingiu esta semana o expressivo número de 200 mil medidores substituídos nas 59 cidades em que já está em andamento.

Recentemente, as equipes iniciaram os trabalhos nas cidades de Bom Sucesso do Sul, Coronel Domingos Soares, Marmeleiro, Renascença, São Jorge d´Oeste e Vitorino, no Sudoeste do Paraná.

O programa teve início em abril de 2021, em Pato Branco, onde os medidores antigos já foram substituídos pelos inteligentes em aproximadamente 85% do total de residências, indústrias e empresas urbanas e rurais. No final de 2021, o programa já tinha instalado 180 mil medidores, cumprindo a meta estabelecida para o ano.

Um dos maiores programas do gênero em execução no país, o REI tem como objetivo modernizar a gestão e a distribuição de energia elétrica no Estado.

“O Rede Elétrica Inteligente atende aos três principais pilares da companhia: redução de despesas, investimento seguro e qualidade de energia para os clientes”, explica o presidente da Copel, Daniel Slaviero.

PROGRAMA – Em todas as unidades consumidoras, os medidores atuais serão substituídos por medidores digitais que se comunicam diretamente com o Centro Integrado de Operação da Distribuição da Copel, facilitando o controle de toda a cadeia, desde a subestação até o consumidor final. Esse investimento tecnológico não tem custo algum para o cliente e permitirá a leitura de consumo remota, assim como autonomia para o usuário monitorar seu consumo em tempo real por meio do aplicativo da Copel para celular.

Os sensores e dispositivos de controle à distância da rede inteligente vão reduzir o tempo de desligamento provocado por intempéries e outros fatores externos ao sistema. Eles permitem que a rede se religue automaticamente quando isso for possível e, nos casos em que não ocorra, fornecem dados para que a Companhia possa detectar e sanar eventuais problemas de desligamento a partir do Centro Integrado de Operação da Distribuição, em Curitiba.

Quando houver necessidade de intervenção de técnicos, com as informações fornecidas pela rede inteligente o centro saberá indicar o ponto exato que gerou a queda de energia, agilizando o tempo para o restabelecimento. Isso vai ampliar a qualidade de vida dos paranaenses e garantir mais segurança para o agronegócio e as indústrias.

Tecnologia – Dividido em três fases, ele representa investimentos de R$ 820 milhões em 151 municípios das regiões Leste (Região Metropolitana de Curitiba), Centro-Sul, Oeste e Sudoeste, beneficiando aproximadamente 4,5 milhões de paranaenses. A rede inteligente da Copel utiliza um modelo que já existe em países como os Estados Unidos e o Japão. Além dos benefícios já expostos, ela ainda facilita a integração com programas municipais dentro do sistema de cidades inteligentes.

“A cidade de Ipiranga, onde a tecnologia foi implantada em 2018 como projeto-piloto e hoje opera com todas as funcionalidades, agora será piloto de um projeto em parceria com o Lactec que vai avaliar a aplicação de tecnologias para smart cities aproveitando a infraestrutura de comunicação de sistemas das redes inteligentes – em inglês, smart grids”, explica o diretor-geral da Copel Distribuição, Maximiliano Orfalli.

 

 

 

 

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Inscrições para o Vestibular Unicentro 2022 seguem abertas até 30 de janeiro

A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) está com inscrições abertas para o Vestibular 2022.

O prazo vai até 30 de janeiro. O valor da taxa é de R$ 150,00. São ofertadas, ao todo, 1.254 vagas em 40 cursos lotados nos três campi universitários – o Santa Cruz e o Cedeteg, em Guarapuava, e o de Irati – e, ainda, nas unidades avançadas de Chopinzinho, Coronel Vivida, Pitanga e Prudentópolis.

Durante a inscrição, realizada apenas de forma online pelo sitewww3.unicentro.br/vestibular, o candidato deve escolher sua opção de curso e também a cidade onde quer fazer a prova, não havendo a necessidade de ser o local de oferta do curso. Além disso, é preciso que o candidato escolha, também, uma opção de língua estrangeira moderna, entre inglês e espanhol.

A prova está marcada para o dia 13 de março. A partir desse processo seletivo, as provas deixam de ocorrer em dois dias e passam a ser concentradas numa única data, com ampliação do tempo de permanência dos candidatos em sala.

“O Vestibular será realizado em uma única etapa, com cinco horas de duração e, agora, com 60 questões para serem respondidas pelos candidatos”, informa Maria Aparecida Mores, coordenadora de Processos Seletivos da universidade. “Mantivemos os grupos de curso, mas houve uma diminuição no número de questões de cada disciplina”.

Todos os candidatos inscritos, independente do curso a que concorrerem a uma vaga, farão a Redação, e responderão as 10 questões de Língua Portuguesa e Literatura, e a cinco perguntas de Língua Estrangeira.

Já as demais matérias que integrarão o processo seletivo – Arte, Biologia, Filosofia, Geografia, História, Matemática, Química e Sociologia – são definidas a partir do grupo a que pertence o curso em que o estudante concorre a uma vaga. Cada grupo é composto por cinco disciplinas e cada uma delas conta com nove questões objetivas.

OBRAS RECOMENDADAS – Outra mudança para o Vestibular 2022 é na lista de obras recomendadas para a prova de Literatura. “A cada dois anos, fazemos essa atualização, é uma forma de motivar o estudante para a leitura”, explica Maria Aparecida.

Nos processos seletivos de 2022 e 2023, as obras literárias que serão exploradas são: "Inocência", de Visconde de Taunay; "A Hora da Estrela", de Clarice Lispector; "Seminário dos Ratos", de Lygia Fagundes Telles; "Sagarana", de Guimarães Rosa; "Comédias para se ler na escola", de Luís Fernando Veríssimo; "Dois em um", de Alice Ruiz; "Rosa que está", de Luci Colin; "Torto Arado", de Itamar Vieira Júnior; "Sagrada Esperança", de Agostinho Neto; e "O Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna.

 

 

 

 

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Distribuição rápida de 21 milhões de vacinas acelerou campanha contra Covid-19 no Paraná

Em um ano da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Paraná, segundo os dados do Ministério da Saúde, mais de 21 milhões de vacinas foram entregues ao Estado e, logo em seguida, aos 399 municípios. Os dados constam do balanço da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) sobre a distribuição dos imunizantes de janeiro de 2021 a janeiro de 2022.

Desde o início, a estratégia do Governo do Estado foi possibilitar condições adequadas de armazenamento e acelerar a descentralização das vacinas para que chegassem aos municípios no menor espaço de tempo.

“Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, a logística foi um traço marcante neste um ano da campanha de vacinação”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Todo o aparato de transporte, especialmente aéreo, foi colocado à disposição. Isso permitiu que os imunizantes chegassem mais rapidamente nos municípios e, por consequência, no braço dos paranaenses”.

A média de tempo entre o recebimento das doses e o envio para as 22 Regionais de Saúde do Paraná se manteve em 24 horas. Para isso, a Secretaria contou com o apoio aéreo da Casa Militar e do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) com a utilização de diversas aeronaves que somaram, neste período, 987 horas de voo em 216 missões, o que resulta em mais de 40 dias ininterruptos de operação, numa conta simples.

Desde o começo, no dia 18 de janeiro de 2021, logo que desembarcam no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, as vacinas são encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), na Capital. Ali, cada lote é conferido e armazenado até que seja distribuído.

EQUIPAMENTOS – Como as vacinas contra a Covid-19 da Pfizer, do Butantan, da AstraZeneca e da Johnson & Johnson não faziam parte do Calendário Nacional de Imunização, e as condições de armazenamento e aplicações não eram as padrões, foram necessárias adequações no espaço físico e aquisições de insumos específicos.

O Cemepar possui atualmente seis contêineres refrigerados e cinco novos ultrafreezers para acondicionamento de imunizantes. Eles estão preparados para armazenamento em qualquer temperatura. O investimento passa de R$ 848 mil, entre contrapartida do Estado e doações, e é permanente.

“Fizemos adequações no Cemepar para o recebimento das vacinas. Foi um investimento que permitiu inclusive toda essa ação da vacinação. Também ampliamos a capacidade de armazenamento de imunizantes nas Regionais de Saúde, e modernizamos as estruturas. O Paraná, sem sombra de dúvidas, está sendo referência na política de vacinação. Rápida logística, grande capacidade de armazenamento, distribuição, e uma grande articulação com as prefeituras foram os segredos para colocar a vacina à disposição da população”, destacou o secretário.

Segundo ele, o Paraná também se destacou na transparência do processo, informando, por meio eletrônico e na imprensa, todas as quantidades distribuídas às Regionais de Saúde e aos municípios. Dessa maneira, alcançou status de líder nacional do processo de imunização ao lado de outros estados.

INSUMOS – Além disso, neste primeiro ano de campanha, o Paraná enviou mais de 40,2 milhões de insumos entre agulhas e seringas descartáveis para os municípios, somando mais R$ 11,3 milhões investidos para possibilitar a aplicação das vacinas. Destes, R$ 6,7 milhões são recursos estaduais, e R$ 4,6 milhões federais.

 

 

 

 

 

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