Paranaprevidência encerra 2021 com R$ 7,2 bilhões em ativos no Fundo de Previdência

Os ativos financeiros do Fundo de Previdência, administrado pela Paranaprevidência, fecharam 2021 com R$ 7,2 bilhões em caixa, com mais de R$ 700 milhões de capitalização.

Estes números, mesmo em um momento de incertezas econômicas, indicam os efeitos positivos tanto da Reforma da Previdência no Paraná quanto do novo Plano de Custeio da instituição.

De acordo com o diretor-presidente da Paranaprevidência, Felipe Vidigal, entre 2016 e 2019 o Fundo de Previdência obteve uma rentabilidade média por ano de R$ 700 milhões, mas descapitalizou R$ 500 milhões por ano no mesmo período.

“A partir de 2020, mesmo com os efeitos da pandemia no mercado financeiro mundial, mantivemos o nível de rentabilidade, atingindo R$ 1,1 bilhão, propiciando uma capitalização acentuada e consequentemente, o acréscimo nos ativos", afirmou.

Vidigal ressalta que esses resultados, além de trazerem segurança ao Estado, geram mais confiabilidade ao servidor, pois garantem que ele, ativo ou assistido, receberá seus benefícios em dia.

“Todo este trabalho visa reduzir cada vez mais os riscos para o Estado e o servidor. O Paraná, estando seguro de poder honrar com o pagamento dos benefícios que são de responsabilidade do Fundo de Previdência, tem maior liberdade financeira para fazer investimentos, que resultam em melhorias para todos os cidadãos”, acrescentou. “E o servidor, sabendo que temos os recursos necessários para cumprir com o pagamento de aposentadorias e pensões, fica mais tranquilo quanto ao seu próprio futuro”.

Por outro lado, a insuficiência financeira anual dos Fundos Financeiro e Militar, que atingiria cerca de R$ 9,5 bilhões em 10 anos, em 2020/21 estabilizou em R$ 5,6 bilhões. “Essa estabilização reforça ainda mais o sentido de profissionalização da gestão institucional”, disse Vidigal.

CERTIFICADO DE REGULARIDADE PREVIDENCIÁRIA – Os resultados apresentados pela Paranaprevidência em 2021 foram um dos critérios relevantes para que o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) Administrativo do Estado do Paraná, concedido pela Secretaria de Previdência do Ministério do Trabalho e Previdência fosse renovado automaticamente por mais seis meses.

Por 16 anos o Estado operou com o CRP Judicial, obtido por via liminar, para ter acesso a recursos financeiros. A conquista do CRP Administrativo veio em julho do ano passado. O documento é exigido para qualquer operação ou transferência voluntária do governo federal com o Estado.

FUNDOS – Atualmente o Estado do Paraná possui mais de 104 mil servidores aposentados e pouco mais de 28 mil pensionistas. A previdência estadual é composta por três fundos. O Fundo de Previdência capitalizado é responsável por 30% dos pagamentos de aposentadorias e pensões.

Já o Fundo Financeiro é de repartição simples e vinculado ao Tesouro Estadual. O Fundo Militar, também de repartição simples, é vinculado ao Sistema de Proteção Social dos Militares.

 

 

 

 

 

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Mesmo fora da "onda de calor", Paraná terá tempo mais ensolarado no fim de semana

O sol aparece no Paraná e o fim de semana vai ser típico de verão: quente e abafado. Nas faixas Oeste e Norte essa sensação já é realidade há alguns dias, enquanto Curitiba e o Litoral convivem com temperaturas mais amenas.

Com pouca nebulosidade, as temperaturas subiram a partir desta sexta-feira (14) no mapa do Estado. No entanto, a umidade continua alta e as chuvas irregulares ocorrem principalmente na parte da tarde. A tendência se mantém até a próxima semana, conforme informações do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

“A massa de ar que atua sobre o Estado é quente e úmida, favorecendo este cenário. Com poucas nuvens, o aquecimento diurno favorece áreas de instabilidade e as chuvas rápidas e isoladas são esperadas na parte da tarde e noite”, explica a meteorologista Lidia Mota, do Simepar.

As chuvas vão ocorrer de maneira rápida e isolada, as famosas “pancadas”. Nesta sexta-feira pode chover em áreas isoladas também nas regiões Oeste e Sudoeste, muito afetadas pela estiagem no Estado.

As temperaturas para o fim de semana seguem com mínimas próximas de 27° C e máximas ultrapassando os 30° C em todo o Estado. Na região Noroeste, Umuarama tem máxima prevista para 36° C nesta sexta-feira (14), subindo para 38° C no domingo (16) e chegando aos 41° C na terça-feira (18).

ONDA DE CALOR – Segundo o Simepar, a onda de calor que atinge o Sul do Brasil e a América do Sul, com expectativa de 39° C em Porto Alegre, temperatura mais alta entre as capitais, não atingirá o Paraná com a mesma intensidade. 

 

 

 

 

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UEM confirma início das aulas presenciais na próxima segunda-feira

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) confirma o retorno as aulas presenciais na segunda-feira (17) para os veteranos das graduações e no dia 31 de janeiro para os calouros, conforme o calendário de retorno presencial aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP).

A Comissão de Acompanhamento do Retorno das Atividades Letivas Presenciais da universidade e os grupos envolvidos estiveram reunidos nesta semana para reavaliar todos os aspectos relacionados à retomada do formato presencial.

“Tranquilizamos a comunidade acadêmica de que estamos monitorando com frequência as situações epidemiológicas de Maringá e de todo o Paraná para termos segurança”, disse Dennis Armando Bertolini, presidente do Grupo de Trabalho Administrativo para Gerenciamento de Questões Relativas à Covid-19.

Ele destaca que as decisões tomadas pela UEM são pautadas pela ciência e por dados e documentos oficiais fornecidos por secretarias municipais de saúde, Secretaria Estado da Saúde, Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS).

Bertolini afirma que desde o início da pandemia, em março de 2020, a universidade está preocupada e se dedica à avaliação do panorama de saúde. “Está previsto na Resolução n.º 32/21 do CEP que o grupo de trabalho técnico faça o monitoramento da situação da pandemia para orientar a Administração nas decisões que forem necessárias com relação à manutenção ou não das aulas presenciais”, destaca o virologista.

De acordo com ele, embora haja crescimento exponencial no número de casos de Covid-19 e de influenza A (H3N2) no Paraná, há considerações que justificam a retomada das aulas presenciais nas graduações da UEM.

A decisão leva em conta a análise dos cenários passado e atual, comparando dados de riscos; análise de variantes de preocupação, principalmente a Ômicron; índice de vacinação no Paraná (contra Covid-19 e gripe); incidência de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, leve e grave, e proporcionalidade entre Covid-19 e outras viroses; matriz de risco de Maringá e região; dados epidemiológicos; gravidade dos casos e taxa de internação em enfermarias e Unidades de Terapia Intensiva, além do tempo de permanência.

CALENDÁRIO – Este não é o início do ano letivo de 2022. As aulas, que recomeçaram remotamente (pela Internet) no dia 10 de janeiro, são referentes ao segundo semestre acadêmico de 2021, que vai até 14 de maio.

O 1º semestre de 2021, cujas aulas terminaram em 15 de dezembro, foi realizado em modo remoto emergencial (on-line), assim como todo o ano letivo de 2020, devido à pandemia da Covid-19. E como a pandemia ainda não acabou, fica o alerta: dentro e fora da universidade é necessário usar máscara de proteção individual.

VACINAÇÃO – Para acessar as dependências da universidade, alunos e servidores (incluindo professores) devem apresentar seus comprovantes de esquema vacinal completo contra a Covid-19. A medida, já informada anteriormente, é corroborada pelo Ofício Circular 1/22 da Pró-Reitoria de Ensino (PEN) da UEM, datado desta quinta-feira (13), que orienta que “apenas poderão retomar as atividades letivas presenciais os discentes com esquema vacinal anti-Covid-19 completo, exceto nos casos de expressa impossibilidade clínica atestada por relatório médico”.

Alunos comprovam via Secretaria Acadêmica Virtual (Sisav) e os servidores via Portal do Servidor. Aqueles que não se vacinaram por impossibilidade clínica poderão optar por fazer plano de atividades domiciliares enquanto não forem imunizados.

Acesse AQUI os protocolos de biossegurança da UEM.

 

 

 

 

 

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Sanepar e Fundação Araucária abrem edital de R$ 2 milhões para pesquisa e inovação

A Sanepar e a Fundação Araucária abriram uma nova chamada pública para o Programa Paranaense de Pesquisas em Saneamento Ambiental (PPPSA). O objetivo é selecionar projetos de pesquisa científica, tecnológica ou de inovação que apresentem soluções para problemas dos processos de água e/ou de esgoto.

O recurso total disponível nesta chamada pública é de R$ 2 milhões. Os projetos propostos devem ser executados ao longo de um ano, com recursos de até R$ 250 mil e gerar pelo menos um produto técnico inovador aplicável na Sanepar.

O prazo final para submissão eletrônica das propostas é o dia 6 de fevereiro de 2022. O resultado final será divulgado a partir de 15 de março.

O PPPSA visa contribuir com o desenvolvimento de novos produtos, serviços e procedimentos que possibilitem a melhoria das condições do saneamento ambiental paranaense e de promover o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas. Além disso, o PPPSA incentiva o trabalho colaborativo e fomenta Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (Napis) dedicados ao setor de saneamento ambiental.

O edital pode ser acessado AQUI.

 

 

 

 

 

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Governo conhece tecnologia com DNA paranaense que esteriliza ambientes de bactérias e vírus

A startup paranaense Mondo Bello, localizada no município de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, apresentou ao Governo do Estado nesta quinta-feira (13) uma tecnologia inovadora capaz de esterilizar qualquer ambiente de vírus, bactérias e fungos.

O Esterilix foi levado à Superintendência Geral de Inovação, órgão vinculado à Casa Civil, que faz a ponte entre soluções e demandas do mercado e o Poder Público.

Criado para combater a circulação de vírus e bactérias em qualquer ambiente, o Esterilix foi desenvolvido com o objetivo de conter a proliferação do coronavírus que causa a Covid-19 em ambientes como automóveis, elevadores, escritórios, consultórios e até mesmo em áreas hospitalares, como salas cirúrgicas e UTIs.

Para o superintendente-geral de Inovação, Marcelo Rangel, o apoio a inciativas como estas é fundamental para fomentar a tecnologia e a inovação, criando oportunidades de empregos, além da preparação técnica e acadêmica dos cientistas e empresários envolvidos no processo.

“O Paraná é um celeiro de alta tecnologia porque tem as melhores universidades e o ambiente propício para a inovação”, disse Rangel. “Produtos como o Esterlix, com DNA totalmente paranaense, propiciam um ecossistema favorável para investimentos da alta tecnologia, da indústria da tecnologia e inovação, além de promover a transformação que o Paraná precisa”.

O apoio que o Governo do Estado tem dado às novas tecnologias é fundamental na divulgação para investidores regionais, do País e do mundo. No caso do Esterilix, todo o processo funciona como uma grande montadora, no qual a empresa desenvolve e projeta cada peça, como o filtro que vai nos aparelhos, o sistema de ultravioleta que ajuda no extermínio dos vírus e bactérias, dentre outras placas e peças de padrão internacional.

“Para uma empresa pequena, uma startup como a nossa, tudo é um desafio. Nós investimos muito em tecnologia e o apoio do governo é essencial para tornar nosso produto conhecido. O Esterilix deixa o ar totalmente limpo e isento de bactérias e fungos, verificado e com laudo assinado pelo Senai/PR e também pelo maior laboratório de virologia do Brasil, que fica na Unicamp, uma das universidades mais reconhecidas do Brasil. O apoio acadêmico e governamental é decisivo para a inovação”, afirmou Itaci Cardoso, diretor-geral da Mondo Bello.

O produto será testado como piloto, nos próximos dias, em alguns carros da Sanepar. O Paraná é pioneiro na Lei de Inovação nos moldes internacionais: por meio de “sandbox”, ou caixa de areia, tecnologias novas são experimentadas e testadas primeiro no serviço público. Conforme Marcelo Rangel, durante o ano de 2022 estes trabalhos serão intensificados.

“Vamos divulgar tecnologias que ainda não são muito conhecidas pela população, que podem ser aplicadas no serviço público para ajudar a melhorar a vida dos paranaenses e acelerar inclusive atendimentos, dar mais agilidade e promover a desburocratização do serviço. O Paraná foi o primeiro estado a adotar a lei de Sandbox e, no caso do Esterilix, o Estado pode começar a adotar a tecnologia nos hospitais públicos, por exemplo”, arrematou.

 

 

 

 

 

 

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