Polícia Civil publicou edital para curso de operações táticas especiais

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) publicou nesta quinta-feira (13) o edital do VIII Curso de Operações Táticas Especiais (Cote). Serão disponibilizadas 48 vagas para policiais civis do Paraná e de outras forças de segurança. O período de inscrições começa nesta sexta-feira (14) e vai até 25 de fevereiro. 

O Cote é destinado a atender ao programa de treinamento anual, cujo conteúdo programático foi instituído como requisito básico para ingresso no quadro funcional do Grupo Tigre da PCPR.

Seu objetivo é qualificar policiais em perspectivas físicas, táticas, psicológicas e intelectuais, para que atuem eficazmente em missões de alto risco, mediante abordagem dos eixos éticos, técnicos e legais, com emprego de táticas adotadas internacionalmente em grupos de operações táticas especiais. 

Do total de 48 vagas, 25 são para policiais civis do Paraná, sendo três para delegados, três para escrivães e 19 para investigadores. Para a Polícia Rodoviária Federal serão destinadas 15 vagas, para forças de segurança convidadas 5 vagas e mais 3 para operadores selecionados de qualquer força policial ou militar.  

INSCRIÇÕES – As inscrições para o processo seletivo deverão ser feitas através de requerimento disponibilizado no edital e encaminhado para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

No processo seletivo serão solicitados exames médicos e realizados testes de aptidão física (TAF), aptidão de tiro (TAT) e entrevista, todos de caráter eliminatório e classificatório.

Acesse o EDITAL.

 

 

 

 

Por - AEN

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Consumidor antigo tem direito aos mesmos benefícios de novos clientes

Você sabia que pode trocar o plano de celular, internet ou de televisão a cabo para aderir às promoções que as operadoras oferecem para atrair novos clientes? Essa garantia é dada pela lei 18.822/2016 criada pela Assembleia Legislativa do Paraná e vale também para as operadoras de água, luz e gás. Bancos, escolas e qualquer prestadora de serviço contínuo também devem seguir a regra.

A ideia dos deputados estaduais com a legislação foi padronizar os preços e condições de serviços entre toda a clientela, fazendo justiça aos usuários mais antigos. 

Agora, imagine a situação: você acaba de aderir a um plano de internet, por exemplo, assina o contrato e paga a taxa de adesão. No dia seguinte a operadora lança no mercado uma promoção com um valor mais baixo sobre o mesmo pacote que você comprou. Ou você é cliente há anos de determinada empresa e vê que uma promoção anunciada do serviço que você possui está com um valor mais baixo. É seu direito exigir da empresa a equiparação dos valores.

Por isso, a Assembleia Legislativa debateu vários aspectos da medida e propôs essa lei que garante o benefício aos clientes antigos, que por muitas vezes tem a contratação do serviço por longos anos e não recebe nenhum benefício da empresa contratada. Com a legislação, a extensão do benefício de forma automática passou a ser obrigatória. É um direito e o consumidor deve ficar muito atento e cobrar do prestador de serviço o preço equivalente aquele ofertado para atrair novos clientes.

Para saber mais sobre essa lei e outras que garantem os direitos dos consumidores, baixe na loja de aplicativos do seu celular o Agora é Lei no Paraná. São mais de 350 leis que garantem os direitos dos consumidores e que foram aprovadas na Assembleia Legislativa do Paraná. Mais informações sobre o aplicativo você confere na página do Agora é Lei no Paraná dentro do site da Assembleia Legislativa.

 

 

 

 

 

Por - ALEP

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Assembleia Legislativa vai manter medidas restritivas no retorno às atividades

Diante do aumento do número de casos de Covid-19 e também da epidemia de H3N2 no Paraná, a Comissão Executiva da Assembleia Legislativa do Paraná optou pela adoção de um protocolo de retorno das atividades presenciais a partir de 19 de janeiro.

Em reunião realizada nesta quinta-feira (13), ficou definido que a manutenção de medidas restritivas e preventivas é essencial para a garantia da saúde de deputados e servidores.

O primeiro secretário da Assembleia, deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), explicou que a expectativa era para o retorno integral das atividades presenciais no Legislativo, o que foi desaconselhado pelas autoridades de saúde. “A Comissão Executiva está estudando a renovação de uma série de atos restritivos ao acesso por conta do agravamento da pandemia em função da explosão do número de casos. Nós pretendíamos voltar com a Assembleia 100% presencial e já constatamos que não é possível. Ouvimos as recomendações feitas pelo Serviço Médico da Assembleia Legislativa, que é coordenado pelo doutor Douglas Schmidt, e nós vamos manter o sistema atual restritivo e tomaremos algumas medidas adicionais considerando o risco que estamos vivendo”.

Participando de forma remota por estar cumprindo isolamento, o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano (PSDB), destacou que a preocupação é manter as atividades sem expor servidores e deputados a riscos desnecessários nesse momento. “Desde o início dessa pandemia sempre tivemos essa preocupação em resguardar nossos servidores. O Poder Legislativo não pode parar, mas para isso não vamos colocar a saúde de ninguém em risco. Por isso, é fundamental termos esse protocolo bem definido”.

Além das restrições de acesso ao prédio e a manutenção do Sistema Deliberação Misto, que já estavam em vigor desde o início da pandemia, a recomendação da vacinação deve ser uma novidade. “Estamos recomendando a adoção por todos do ciclo vacinal completo. Essa é uma medida que é absolutamente necessária para todos os servidores, deputados e visitantes. Estamos ouvindo as autoridades na área da saúde e as medidas que vamos adotar serão pautadas efetivamente no bom senso, mas fundamentalmente naquilo que os especialistas estão a nos indicar”, ressaltou Romanelli.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a Assembleia Legislativa do Paraná funciona com restrições, como controle de acesso de servidores e visitantes, realização de sessões plenárias e reuniões de Comissões de forma remota, adoção de teletrabalho quando necessário e monitoramento de casos suspeitos e confirmados entre deputados e servidores.

O ato da Comissão Executiva detalhando as medidas que serão adotadas será publicado nos próximos dias.

 

 

 

 

 

 

Por - ALEP

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Proteção aos animais é tema recorrente na Assembleia Legislativa

A primeira semana do mês de dezembro é dedicada às ações de conscientização contra o abandono dos animais.

A Lei 20.810/2021 criada na Assembleia Legislativa do Paraná criou a Semana Paranaense de Conscientização contra o Abandono de Animais. A nova lei é mais uma ferramenta de defesa dos direitos dos animais.

Segundo a AMPARA Animal, organização da sociedade civil de interesse público que atua na proteção animal, o registro de casos de abandono aumentou 70% em 2020. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) 30 milhões de cães e gatos estão em situação de abandono no Brasil. O Instituto Pet Brasil estima que mais de 172 mil animais estejam sob os cuidados de ONGs e grupos protetores. Por isso, as campanhas de conscientização são tão importantes.

A nova lei pretende também alertar a população sobre as responsabilidades assumidas na guarda ou criação de um animal. A estimativa de vida média de um cachorro ou gato doméstico dobrou nos últimos 30 anos de acordo com pesquisa realizada pelo Hospital Veterinário Sena Madureira de São Paulo. Cães vivem de 13 a 18 anos, já gatos chegam aos 20 anos de vida. Os bichinhos demandam de tempo, dedicação, amor e recursos financeiros.

Além de cruel, abandonar um animal é considerado um ato de maus-tratos configurando crime com pena de prisão de dois a cinco anos, multa e proibição de guarda previsto em lei federal.

Causa animal

O bem-estar animal é uma preocupação recorrente dos deputados estaduais. Em 2017, por exemplo, foi aprovada a lei 19.246 que obriga pet shops, clínicas e hospitais veterinários a comunicar à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente qualquer indício de maus-tratos nos animais atendidos nesses estabelecimentos.

Desde 2015, a lei 18.649 proíbe no Paraná o uso de animais para desenvolvimento de experimentos e testes de cosméticos, produtos de higiene pessoal, perfumes e seus componentes. Já empresas de outros setores que ainda mantêm essa prática são obrigadas a indicar essa informação de forma clara nas embalagens.

A criação de animais para extração de pele também é proibida no estado desde 2016 com a aprovação da lei 18.714. Quem não cumprir a determinação paga multa e perde o registro de inscrição estadual de criador.

Já a saúde animal é o foco da campanha Julho Dourado, criada com a aprovação da lei 19.472/2018. O foco das ações é promover a conscientização e a promoção da saúde dos animais domésticos e abandonados por meio do controle de zoonoses, doenças transmitidas entre animais e pessoas, como a raiva por exemplo.

Além de proteger os animais, as leis aprovadas na Assembleia Legislativa do Paraná também garantem dos direitos dos tutores ou responsáveis pela guarda. A lei 19.453/2018 proíbe a exigência de caução de qualquer natureza para internação de animais em hospitais e clínicas veterinárias em casos de urgência e emergência.

E se você gosta de viajar e quer levar o seu animalzinho junto. A lei 19.241/2017 regulamenta o transporte de pequenos animais domésticos em ônibus e trens intermunicipais.

Essas e outras leis aprovadas pelos deputados estaduais em defesa dos direitos dos animais e de seus tutores estão disponíveis para consulta no aplicativo Agora é Lei no Paraná. Acesse a loja de aplicativos do seu celular e baixe gratuitamente essa ferramenta desenvolvida pela Assembleia Legislativa do Paraná.

 

 

 

 

 

Por - ALEP

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