A Polícia Civil do Paraná (PCPR) publicou nesta quinta-feira (13) o edital do VIII Curso de Operações Táticas Especiais (Cote). Serão disponibilizadas 48 vagas para policiais civis do Paraná e de outras forças de segurança. O período de inscrições começa nesta sexta-feira (14) e vai até 25 de fevereiro.
O Cote é destinado a atender ao programa de treinamento anual, cujo conteúdo programático foi instituído como requisito básico para ingresso no quadro funcional do Grupo Tigre da PCPR.
Seu objetivo é qualificar policiais em perspectivas físicas, táticas, psicológicas e intelectuais, para que atuem eficazmente em missões de alto risco, mediante abordagem dos eixos éticos, técnicos e legais, com emprego de táticas adotadas internacionalmente em grupos de operações táticas especiais.
Do total de 48 vagas, 25 são para policiais civis do Paraná, sendo três para delegados, três para escrivães e 19 para investigadores. Para a Polícia Rodoviária Federal serão destinadas 15 vagas, para forças de segurança convidadas 5 vagas e mais 3 para operadores selecionados de qualquer força policial ou militar.
INSCRIÇÕES – As inscrições para o processo seletivo deverão ser feitas através de requerimento disponibilizado no edital e encaminhado para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
No processo seletivo serão solicitados exames médicos e realizados testes de aptidão física (TAF), aptidão de tiro (TAT) e entrevista, todos de caráter eliminatório e classificatório.
Acesse o EDITAL.
Por - AEN
Um relatório atualizado do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, estima prejuízo prévio de R$ 25,6 bilhões na safra de grãos do Paraná em 2021/22, em razão da estiagem que atinge o Estado de forma severa desde 2019.
O novo levantamento foi entregue nesta quinta-feira (13) à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, que visitou o Oeste paranaense para acompanhar a situação dos produtores afetados pela crise hídrica.
Acompanhada do vice-governador Darci Piana e do secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, ela esteve na Fazenda Concórdia, em Lindoeste, e na sequência se reuniu com agricultores no Sindicato Rural de Cascavel. A propriedade tem mil hectares plantados de grãos e deve perder toda a primeira safra do milho e 70% da soja.
Durante a semana, a ministra também esteve em Santo Ângelo (RS) e Chapecó (SC), e deve ir ainda ao Mato Grosso do Sul. Os quatro estados são os que mais sofrem com a estiagem. “Viemos para conversar com os estados, com os produtores rurais, para ter uma avaliação mais precisa, para saber as ações que podemos tomar no governo federal para dar resposta a essas perdas”, afirmou Tereza Cristina.
“Temos as mais variadas situações, com problemas de abastecimento humano em alguns locais e de irrigação em outros nessa faixa que vai do Rio Grande do Sul ao Mato Grosso do Sul”, disse. “Ainda não temos uma estimativa fechada das perdas nesses estados e como ela vai se refletir na safra do País. O Paraná é o mais impactado, porque a estiagem chega a regiões que nunca sofreram com isso antes. O Estado tinha perdas mais pontuais e o que vemos agora é uma situação mais generalizada”.
Com o diagnóstico mais preciso dos estados, o Ministério da Agricultura vai avaliar as medidas que devem ser tomadas junto aos produtores rurais. A primeira delas seria agilizar a liberação das áreas para o plantio da safrinha, que poderia mitigar as perdas dessa primeira etapa.
Outras iniciativas seriam a liberação de crédito para custear as novas lavouras e dar mais celeridade para o pagamento do seguro rural. “Estão comigo não só o time do Ministério da Agricultura, como também a Conab, a Embrapa, o Banco Central e o Banco do Brasil. Trouxemos os técnicos para fazer essa avaliação, chegar em Brasília e encaminhar as ações que podem ser tomadas. Não há um modelo pronto do que o governo federal possa fazer, mas temos que dar agilidade para as medidas que já são previstas para a área”, afirmou a ministra.
O vice-governador ressaltou que é necessário agilidade para não deixar os agricultores na mão. O Estado já decretou situação de emergência hídrica, o que permite que os agricultores negociem com os fornecedores, seguradoras e instituições financeiras. No final do ano passado, o Estado também entregou caminhões-pipa aos municípios para ajudar no fornecimento de água e irrigação das lavouras, além de contar com programas para a proteção de nascentes e microbacias.
“A perda na agricultura reflete em outros setores, no comércio, na indústria, no transporte. Por isso é fundamental que o governo federal tome conhecimento daquilo que está acontecendo no Estado, para poder tomar medidas de forma rápida e de forma conjunta”, disse Piana. “O plantio da próxima safra está aí e é preciso regularizar a questão do seguro e dos financiamentos para dar continuidade à atividade agrícola”.
QUEBRA DE SAFRA – A região Oeste é a mais atingida pela quebra de safra no Paraná, com redução prevista de 71% na colheita de soja, de 65% na de milho e de 60% na primeira safra de feijão, podendo somar R$ 8,1 bilhões de prejuízo. A queda, porém, abrange todas as regiões (veja AQUI ), com perda média estimada de 39% na lavoura de soja, 36% no milho e 30% no feijão.
A cultura de soja, que tem a maior área plantada do Estado, é a que deve amargar os maiores prejuízos. Com produção inicial prevista em cerca de 21 milhões de toneladas, os números parciais do Deral mostram que a colheita não deve passar de 12,8 milhões de toneladas. São quase 8,2 milhões de toneladas a menos, fazendo com que os produtores deixem de receber R$ 23 bilhões.
Na produção de milho, das 4,3 milhões de toneladas inicialmente previstas, aproximadamente 2,7 milhões de toneladas devem ser colhidas – redução de 1,5 milhão de toneladas e prejuízo de R$ 2,2 bilhões. Já a lavoura de feijão, cuja estimativa inicial era de 275,8 mil toneladas, deve ter redução de 83,9 mil toneladas e passar para 191,9 mil de toneladas, perdendo R$ 361,8 milhões.
Este novo relatório do Deral é ainda mais pessimista que o divulgado na semana passada, que previa prejuízo de R$ 24 bilhões na safra estadual. Se a tendência prosseguir, as perdas podem ser ainda maiores, avalia Ortigara.
“Plantas que ainda poderiam crescer, florescer, segurar carga e não abortar flor dependem muito da chuva, o que ainda não está acontecendo, somente de forma muito esparsa”, disse o secretário. “O quadro continua piorando em várias frentes, mesmo porque as plantas têm um ciclo natural e sem água a situação pode piorar. O quadro de hoje é grave, podendo evoluir para uma situação de piora”.

DIAGNÓSTICO – Técnicos da Secretaria e do Ministério da Agricultura percorrem o Estado para levantar o diagnóstico da produção. A previsão é que a falta de chuvas prejudique não apenas a produção de grãos, mas deve atingir também outras culturas, entre elas o tabaco, laranja, pastagem, cana-de-açúcar e hortaliças.
A estiagem na região Sul do País e no Mato Grosso do Sul derrubou ainda a estimativa nacional da safra 2021/22. Relatório divulgado na terça-feira (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu para 284,39 milhões de toneladas a colheita de grãos e fibras no País. No levantamento anterior, divulgado em dezembro, a expectativa era colher 291,07 milhões de toneladas.
O presidente da Conab, Guilherme Ribeiro, explicou que os técnicos estão a campo para fazer essa avaliação e já há uma expectativa de redução da safra para o próximo levantamento, que deve ser divulgado em fevereiro. “Vivemos uma realidade distinta no País, com muita chuva no Norte e Nordeste e escassez violenta de água no Sul e Centro-Oeste. A expectativa é que safrinha venha melhor para compensar essas perdas”, disse.
NÚCLEOS REGIONAIS – Com impacto maior no Oeste, a estiagem reduziu a expectativa de colheita em todas as regiões paranaenses. No Sudoeste, segunda mais atingida, os prejuízos das três lavouras somadas podem chegar a R$ 3,6 bilhões. As perdas na produção de soja devem ser de 1,1 milhão de toneladas (queda de 48%), de 218 mil toneladas no milho (-43%) e de 7 mil toneladas no feijão (-42%)
Os Núcleos Regionais da Secretaria da Agricultura com a maior porcentagem de perda na produção de soja são: Toledo (-77%), Cascavel (-65%), Paranavaí (-59%), Francisco Beltrão e Dois Vizinhos (-57%), Maringá (-47%) e Ivaiporã (-47%).
Na lavoura de milho, a estimativa de maiores perdas é em: Toledo (-85%), Paranavaí (-65%), Cascavel (-63%), Francisco Beltrão e Dois Vizinhos (-60%), Campo Mourão (-57%) e Laranjeiras do Sul (-56%).
Já na cultura do feijão os mais afetados devem ser: Campo Mourão (-82%), Apucarana (-65%), União da Vitória (-47%), Francisco Beltrão e Dois Vizinho (-42%), Pato Branco (-42%), Ponta Grossa (-40%) e Pitanga (-40%).
PRESENÇAS – Também acompanharam a visita da ministra o secretário estadual da Administração e Previdência, Marcel Micheletto; os presidentes da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguette; da Embrapa, Celso Moretti; da Fetaep, Marcos Brambilla; do Sindicato Rural de Cascavel, Paulo Orso; da Ceasa/PR, Eder Bublitz; da Adapar, Otamir Martins; do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza; da Copavel, Dilvo Grolli, e da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e prefeito de Jesuítas Júnior Weiller; o diretor de Agronegócio do Banco do Brasil, Marco Túlio Moraes da Costa; os deputados federais Sérgio Souza, Aline Sleutjes e Ricardo Barros; o deputado estadual Adelino Ribeiro; e prefeitos e outras lideranças da região.
Por - AEN
O Tribunal de Contas da União (TCU) concedeu mais 30 dias para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) se manifestar na representação movida pelo deputado estadual Soldado Fruet (PROS), com pedido de medida cautelar para declaração da inidoneidade das seis pedageiras que atuaram nas rodovias do Anel de Integração do Paraná para contratar e licitar com o Poder Público Federal.
O parlamentar sustentou que uma série de irregularidades na execução dos contratos pode repercutir nas futuras licitações para concessão das rodovias no Estado, que serão promovidas pela ANTT. O Plano de Outorga das novas concessões foi aprovado pelo Ministério da Infraestrutura em 10 de novembro de 2021.
Em despacho do último dia 12 de dezembro, o ministro Raimundo Carreiro, relator do processo protocolado pelo deputado Soldado Fruet, estipulou inicialmente um prazo de 15 dias para a ANTT se manifestar sobre eventuais restrições à participação das concessionárias Econorte, Ecocataratas, Ecovia, Viapar, Rodonorte e Caminhos do Paraná, bem como de suas empresas controladoras, na pretendida licitação para concessão das rodovias federais no Paraná, “em face das irregularidades verificadas nos contratos anteriormente vigentes”. Como a ANTT tomou ciência do despacho no dia 14 de dezembro, deveria responder até 29 de dezembro, mas a agência pediu a prorrogação do prazo por 30 dias.
Em novo despacho, datado de 21 de dezembro, mas publicado no Boletim do TCU da última quinta-feira (06), o ministro relator deferiu o prazo adicional de 30 dias para que a ANTT apresente resposta ao ofício de oitiva, “considerando a complexidade da matéria e o volume de informações envolvidas". Desta forma, o novo prazo para a manifestação da agência encerrará em 31 de janeiro de 2022.
O deputado destacou, em sua argumentação, que houve dano ao erário, já que a Agência Reguladora do Paraná (Agepar) confirmou enriquecimento ilícito das pedageiras em R$ 9,9 bilhões, e também dano ao patrimônio da União pela não realização de obras previstas nos contratos. Esses motivos já levaram o Tribunal de Contas do Estado (TCE) a acolher uma denúncia do deputado e, cautelarmente, declarar as seis pedageiras inidôneas para contratar e licitar com o Poder Público Estadual. Apesar de o TCE entender que a inidoneidade se aplica às três esferas de poder, o parlamentar explicou que “a declaração de inidoneidade pelo TCU também servirá para, em defesa dos paranaenses, eliminar qualquer possível alegação das concessionárias acerca do alcance da inidoneidade proferida pelo TCE”. Para o Soldado Fruet, “é inadmissível que essas empresas, que lesaram os paranaenses por 24 anos e são rés confessas, participem da nova licitação, pois precisam ser devidamente responsabilizadas pelos supostos crimes que cometeram”.
Por - ALEP
Você sabia que pode trocar o plano de celular, internet ou de televisão a cabo para aderir às promoções que as operadoras oferecem para atrair novos clientes? Essa garantia é dada pela lei 18.822/2016 criada pela Assembleia Legislativa do Paraná e vale também para as operadoras de água, luz e gás. Bancos, escolas e qualquer prestadora de serviço contínuo também devem seguir a regra.
A ideia dos deputados estaduais com a legislação foi padronizar os preços e condições de serviços entre toda a clientela, fazendo justiça aos usuários mais antigos.
Agora, imagine a situação: você acaba de aderir a um plano de internet, por exemplo, assina o contrato e paga a taxa de adesão. No dia seguinte a operadora lança no mercado uma promoção com um valor mais baixo sobre o mesmo pacote que você comprou. Ou você é cliente há anos de determinada empresa e vê que uma promoção anunciada do serviço que você possui está com um valor mais baixo. É seu direito exigir da empresa a equiparação dos valores.
Por isso, a Assembleia Legislativa debateu vários aspectos da medida e propôs essa lei que garante o benefício aos clientes antigos, que por muitas vezes tem a contratação do serviço por longos anos e não recebe nenhum benefício da empresa contratada. Com a legislação, a extensão do benefício de forma automática passou a ser obrigatória. É um direito e o consumidor deve ficar muito atento e cobrar do prestador de serviço o preço equivalente aquele ofertado para atrair novos clientes.
Para saber mais sobre essa lei e outras que garantem os direitos dos consumidores, baixe na loja de aplicativos do seu celular o Agora é Lei no Paraná. São mais de 350 leis que garantem os direitos dos consumidores e que foram aprovadas na Assembleia Legislativa do Paraná. Mais informações sobre o aplicativo você confere na página do Agora é Lei no Paraná dentro do site da Assembleia Legislativa.
Por - ALEP
Diante do aumento do número de casos de Covid-19 e também da epidemia de H3N2 no Paraná, a Comissão Executiva da Assembleia Legislativa do Paraná optou pela adoção de um protocolo de retorno das atividades presenciais a partir de 19 de janeiro.
Em reunião realizada nesta quinta-feira (13), ficou definido que a manutenção de medidas restritivas e preventivas é essencial para a garantia da saúde de deputados e servidores.
O primeiro secretário da Assembleia, deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), explicou que a expectativa era para o retorno integral das atividades presenciais no Legislativo, o que foi desaconselhado pelas autoridades de saúde. “A Comissão Executiva está estudando a renovação de uma série de atos restritivos ao acesso por conta do agravamento da pandemia em função da explosão do número de casos. Nós pretendíamos voltar com a Assembleia 100% presencial e já constatamos que não é possível. Ouvimos as recomendações feitas pelo Serviço Médico da Assembleia Legislativa, que é coordenado pelo doutor Douglas Schmidt, e nós vamos manter o sistema atual restritivo e tomaremos algumas medidas adicionais considerando o risco que estamos vivendo”.
Participando de forma remota por estar cumprindo isolamento, o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano (PSDB), destacou que a preocupação é manter as atividades sem expor servidores e deputados a riscos desnecessários nesse momento. “Desde o início dessa pandemia sempre tivemos essa preocupação em resguardar nossos servidores. O Poder Legislativo não pode parar, mas para isso não vamos colocar a saúde de ninguém em risco. Por isso, é fundamental termos esse protocolo bem definido”.
Além das restrições de acesso ao prédio e a manutenção do Sistema Deliberação Misto, que já estavam em vigor desde o início da pandemia, a recomendação da vacinação deve ser uma novidade. “Estamos recomendando a adoção por todos do ciclo vacinal completo. Essa é uma medida que é absolutamente necessária para todos os servidores, deputados e visitantes. Estamos ouvindo as autoridades na área da saúde e as medidas que vamos adotar serão pautadas efetivamente no bom senso, mas fundamentalmente naquilo que os especialistas estão a nos indicar”, ressaltou Romanelli.
Desde o início da pandemia, em março de 2020, a Assembleia Legislativa do Paraná funciona com restrições, como controle de acesso de servidores e visitantes, realização de sessões plenárias e reuniões de Comissões de forma remota, adoção de teletrabalho quando necessário e monitoramento de casos suspeitos e confirmados entre deputados e servidores.
O ato da Comissão Executiva detalhando as medidas que serão adotadas será publicado nos próximos dias.
Por - ALEP
A primeira semana do mês de dezembro é dedicada às ações de conscientização contra o abandono dos animais.
A Lei 20.810/2021 criada na Assembleia Legislativa do Paraná criou a Semana Paranaense de Conscientização contra o Abandono de Animais. A nova lei é mais uma ferramenta de defesa dos direitos dos animais.
Segundo a AMPARA Animal, organização da sociedade civil de interesse público que atua na proteção animal, o registro de casos de abandono aumentou 70% em 2020. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) 30 milhões de cães e gatos estão em situação de abandono no Brasil. O Instituto Pet Brasil estima que mais de 172 mil animais estejam sob os cuidados de ONGs e grupos protetores. Por isso, as campanhas de conscientização são tão importantes.
A nova lei pretende também alertar a população sobre as responsabilidades assumidas na guarda ou criação de um animal. A estimativa de vida média de um cachorro ou gato doméstico dobrou nos últimos 30 anos de acordo com pesquisa realizada pelo Hospital Veterinário Sena Madureira de São Paulo. Cães vivem de 13 a 18 anos, já gatos chegam aos 20 anos de vida. Os bichinhos demandam de tempo, dedicação, amor e recursos financeiros.
Além de cruel, abandonar um animal é considerado um ato de maus-tratos configurando crime com pena de prisão de dois a cinco anos, multa e proibição de guarda previsto em lei federal.
Causa animal
O bem-estar animal é uma preocupação recorrente dos deputados estaduais. Em 2017, por exemplo, foi aprovada a lei 19.246 que obriga pet shops, clínicas e hospitais veterinários a comunicar à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente qualquer indício de maus-tratos nos animais atendidos nesses estabelecimentos.
Desde 2015, a lei 18.649 proíbe no Paraná o uso de animais para desenvolvimento de experimentos e testes de cosméticos, produtos de higiene pessoal, perfumes e seus componentes. Já empresas de outros setores que ainda mantêm essa prática são obrigadas a indicar essa informação de forma clara nas embalagens.
A criação de animais para extração de pele também é proibida no estado desde 2016 com a aprovação da lei 18.714. Quem não cumprir a determinação paga multa e perde o registro de inscrição estadual de criador.
Já a saúde animal é o foco da campanha Julho Dourado, criada com a aprovação da lei 19.472/2018. O foco das ações é promover a conscientização e a promoção da saúde dos animais domésticos e abandonados por meio do controle de zoonoses, doenças transmitidas entre animais e pessoas, como a raiva por exemplo.
Além de proteger os animais, as leis aprovadas na Assembleia Legislativa do Paraná também garantem dos direitos dos tutores ou responsáveis pela guarda. A lei 19.453/2018 proíbe a exigência de caução de qualquer natureza para internação de animais em hospitais e clínicas veterinárias em casos de urgência e emergência.
E se você gosta de viajar e quer levar o seu animalzinho junto. A lei 19.241/2017 regulamenta o transporte de pequenos animais domésticos em ônibus e trens intermunicipais.
Essas e outras leis aprovadas pelos deputados estaduais em defesa dos direitos dos animais e de seus tutores estão disponíveis para consulta no aplicativo Agora é Lei no Paraná. Acesse a loja de aplicativos do seu celular e baixe gratuitamente essa ferramenta desenvolvida pela Assembleia Legislativa do Paraná.
Por - ALEP



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