Com 28,5 mil vagas, Paraná lidera a geração de novos empregos no Sul do País em fevereiro

O Paraná foi o estado que mais gerou empregos formais no Sul do País em fevereiro. Foram 28.506 postos de trabalho com carteira assinada no mês.

O saldo é resultado de 169.870 admissões e 141.364 demissões. Santa Catarina criou 28.484 e o Rio Grande do Sul 25.908. No ranking nacional, apenas São Paulo (98.262) e Minas Gerais (36.677) tiveram desempenho melhor no período. Sozinho, o Paraná abriu mais vagas que duas regiões inteiras do Brasil: Nordeste (28.085) e Norte (12.727).

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o Estado tem saldo de 47.804 postos abertos, ficando atrás apenas de São Paulo (142.513) e Santa Catarina (51.906). O levantamento é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

“Mais uma ótima notícia que reforça os acertos da política econômica adotada pelo Governo do Estado. Emprego é nossa prioridade, a melhor política social que existe. Por isso o esforço para ampliar a atração de investimentos. De 2019 para cá, do início da nossa gestão, foram mais de R$ 100 bilhões confirmados em investimentos privados. Desempenho que se reflete nesses números robustos de empregos divulgados pelo governo federal”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 “E temos não apenas mães e pais de família tendo acesso ao mercado de trabalho, como um grande número de jovens que conseguem seu primeiro emprego, também resultado de políticas públicas do nosso governo, como o programa Cartão Futuro”, acrescentou.

LEVANTAMENTO – De acordo com o Caged, dos estados, 25 registram saldo positivo em fevereiro. Todas as regiões fecharam também no positivo: Sudeste (162.442 postos), Sul (82.898), Centro-Oeste (40.930), Nordeste (28.085), Norte (12.727). No total, o País registrou o acréscimo de 328.507 vagas, resultado de 2.013.143 admissões e de 1.684.636 desligamentos.

MUNICÍPIOS – No Paraná, Curitiba foi a cidade com o maior número de vagas abertas, com saldo de 9.920 postos de trabalho no período. No Interior, a geração de empregos é puxada por Maringá, que teve saldo de 1.211 vagas no período. Na sequência estão Cascavel (1.190), São José dos Pinhais (1.179), Londrina (848), Foz do Iguaçu (699), Ponta Grossa (626), Toledo (621), Araucária (588), Guarapuava (461) e Francisco Beltrão (446).

SETORES – Os dados do Caged revelam que em fevereiro o setor de serviços foi o que mais se destacou no Paraná, com a abertura de 19.709 vagas. Aparecem na sequência indústria (3.264), comércio (2.596), construção (1.518) e agropecuária (1.419).

 

 

 

 

 

 

 

 

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Copel reafirma compromisso com a neutralidade das emissões de carbono

Uma nova aliança global formada para conter o aquecimento do planeta foi lançada no Brasil nesta segunda-feira (28), em um evento que contou com a participação da Copel, entre as empresas compromissadas com as metas de curto e longo prazo para a neutralização das emissões de carbono.

A campanha Race to Zero reúne iniciativas financeiras de todo o mundo comprometidas em acelerar a descarbonização da economia, com uma soma de US$ 130 trilhões de capital privado engajado.

As articulações para a formação desta rede iniciaram em abril de 2021, no contexto dos preparativos para a 26ª Conferência sobre Mudança do Clima das Nações Unidas (COP-26). O lançamento no Brasil foi uma promoção da Aliança Financeira de Glasgow para a neutralidade do carbono (GFANZ), em parceria com a Embaixada Britânica no Brasil.

O evento foi realizado em São Paulo e contou com a participação do presidente da COP-26, Alok Sharma. “Este é um evento-chave, pois é a primeira vez na América do Sul que temos um encontro focado em economia verde. Isto é importante não só para o meio ambiente, para o nosso crescimento, mas o futuro de nossos filhos e netos depende disto”, afirmou Sharma.

O diretor de Governança, Risco e Compliance da Copel, Vicente Loiácono Neto, esteve presente ao evento, reafirmando o compromisso da empresa com a temática de mudança do clima. “A Copel busca avançar a passos firmes na agenda ESG, e tem direcionado esforços na inserção do tema mudança do clima em seu planejamento. Este evento permite identificar avanços e oportunidades relacionados a uma economia de baixo carbono, com a participação de instituições financeiras e empresas de diversos setores”, explica.

No ano passado, a Companhia elaborou o Plano de Neutralidade de Carbono, que resultará na redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e na compensação de emissões residuais até 2030 para os ativos sob controle operacional da empresa.

A Copel conquistou ainda, nos dois últimos anos, o mais alto nível de certificação do Programa Brasileiro GHG Protocol. Esta é a principal ferramenta usada no país para entender, quantificar e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) de uma organização.

 

 

 

 

 

 

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Curitiba chega aos 329 anos como a segunda melhor capital do País em saneamento

Nesta terça-feira, 29 de março, quando Curitiba completa 329 anos, sua população tem muito a comemorar, principalmente por morar em uma cidade com um dos melhores indicadores de saneamento do País.

Na capital do Paraná, 100% da população urbana é abastecida com água tratada e quase 98% têm acesso à rede coletora de esgoto, sendo que 100% do esgoto coletado é tratado.

Com esse indicador a Sanepar antecipa e ultrapassa, no município, a meta do novo marco legal de saneamento que determina que em 2033 as cidades devem ter 99% da população atendida com água potável e 90% com sistema de esgotamento sanitário.

Os índices contribuem para que Curitiba seja considerada a segunda capital do Brasil em saneamento, conforme o ranking divulgado na última semana pelo Instituto Trata Brasil, com base em dados de 2020 registrados no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério de Desenvolvimento Regional. Naquele ano, os investimentos da Sanepar em Curitiba foram de R$ 158 milhões. Em 2021, a Companhia investiu cerca de 60% a mais, com R$ 252 milhões de recursos em ampliação e manutenção dos sistemas de água e de esgoto da cidade.

Uma das principais obras concluídas foi a de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Belém, que teve aumentada a capacidade de tratamento de 1.500 litros de esgoto por segundo, para 2.520 litros por segundo, tornando-se a maior estação do Estado.

Atualmente, a ETE Belém trata esgoto de cerca de 800 mil moradores de Curitiba e São José dos Pinhais e a ampliação do processo de tratamento ocorrerá de forma gradativa, tendo projetado o crescimento da demanda até o ano de 2033.

No abastecimento público, a Sanepar está concluindo a obra que moderniza o modelo de distribuição de água para atender ao crescimento populacional e melhorar a integração do sistema de abastecimento da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), seguindo indicação do Plano Diretor do Sistema de Abastecimento Integrado (SAIC).

Essas intervenções vão elevar a capacidade de reservação para 414 milhões de litros e expandir em 107 quilômetros a rede de água. Foram construídos quatro novos reservatórios em Santa Quitéria, Sítio Cercado, Lamenha Pequena e Butiatuvinha. E as redes novas estão sendo interligadas ao sistema já existente para tornar mais dinâmico o sistema de distribuição.

HOMENAGEM A CURITIBA – Em homenagem ao aniversário da Capital, a Sanepar iluminou com as cores verde e vermelha, da bandeira do município, o reservatório do Alto da XV e também a logomarca da empresa no prédio da sede, no bairro Rebouças.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Programa Caixa d’Água Boa vai beneficiar mais 1,5 mil famílias de 51 municípios em 2022

O Governo do Paraná dará continuidade ao programa Caixa d’Água Boa em 2022.

A extensão do convênio entre Sanepar e Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) para 2022 foi assinada nesta segunda-feira (28), no Palácio Iguaçu, pelo vice-governador Darci Piana. Serão beneficiadas 1.500 famílias de 51 municípios. O investimento é de R$ $ 3,93 milhões.

O projeto conta com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e foi vencedor, no ano passado, do prêmio ODS da Rede Brasil do Pacto Global na área do setor público.

“É um programa extraordinário, de um alcance social incrível. Apoio social que é uma das grandes marcas do governo Ratinho Junior. Essa ação se soma a tantas outras, como as tarifas sociais de água e energia elétrica e o cartão Comida Boa, que ajuda a qualificar a alimentação dos paranaenses mais vulneráveis”, ressaltou Darci Piana.

Lançado em 2019, o programa é uma parceria entre Sanepar e a Sejuf para doação e instalação de caixas d’água em casas de paranaenses em situação de vulnerabilidade social e já atendeu 4 mil famílias em 143 municípios.

Para isso, foram feitas parcerias também com prefeituras, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e empresas privadas. “Às vezes não temos noção de como esse programa ajuda a vida de uma família. É mais qualidade, água potável em casa, armazenada sem a necessidade de sair por aí com balde na mão. Isso se reflete em mais higiene, mais saúde, mais qualidade de vida”, comentou o vice-governador.

PARCERIA – De acordo com a proposta, a Sanepar disponibiliza uma caixa d'água de 500 litros e um kit de instalação. Já a Sejuf oferece subsídio financeiro de R$ 1 mil para viabilizar a instalação e também o treinamento de como fazê-la.

“Queremos levar este projeto para o maior número possível de municípios. Ter água em casa é fundamental para a saúde, a higiene e a alimentação”, afirmou o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, destacando que o Caixa d’Água Boa é uma das estratégias do Governo do Estado para combater a pobreza.

Diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile reforçou a importância do projeto e a parceria da companhia com os municípios. “A Sanepar tem uma importante função social e um compromisso com o governo e municípios de levar saúde para todo o Estado. Esse projeto consegue melhorar a vida das famílias e é muito importante para a Sanepar fazer parte dessa melhoria”, disse.

“Vamos tornar esse projeto permanente para que possa chegar ao maior número de paranaenses possível”, completou.

Stabile destacou, ainda, que na Região Metropolitana de Curitiba, em 2020 e 2021, foram instaladas outras 10 mil caixas d’água em imóveis localizados em áreas afetadas pelo rodízio no abastecimento de água em razão da estiagem prolongada no Estado. Em 2022, reforçou, serão mais 3,5 mil em Curitiba, Região Metropolitana e Litoral. “Isso fez a diferença durante todo o período de crise hídrica que afetou a grande Curitiba por mais de dois anos”, afirmou.

“Posso afirmar com convicção que esse governo enxerga o que a população mais precisa, faz a diferença na vida das pessoas. Ações que cuidam de quem mais precisa”, ressaltou a prefeita de Tamarana, na Região Norte, Luzia Suzukawa.

“São famílias que realmente precisam, um recurso bem empregado, que reforça a sensibilidade deste governo”, acrescentou o prefeito de Boa Esperança do Iguaçu, na região Sudoeste, Givanildo Trumi, o Giva.

MUNICÍPIOS – Os municípios que serão contemplados pelo projeto neste ano são: Alto Paraíso, Antônio Olinto, Bituruna, Boa Esperança, Boa Esperança do Iguaçu, Bom Sucesso do Sul, Campo Bonito, Candói, Centenário do Sul, Coronel Vivida, Diamante do Sul, Diamante d’Oeste, Faxinal, Guaíra, Prudentópolis, Inácio Martins, Inajá, Ipiranga, Itaguagé, Jardim Alegre, Jundiaí do Sul, Laranjal, Mangueirinha, Maria Helena, Marilândia do Sul, Mato Rico, Mauá da Serra, Nova Esperança do Sudoeste, Novas Laranjeiras, Nova Tebas, Pinhão, Querência do Norte, Quinta do Sol, Rio Azul, Rio Bonito do Iguaçu, Roncador, Salgado Filho, Santo Antônio do Sudoeste, Santa Izabel do Oeste, São João do Caiuá, São José da Boa Vista, São Pedro do Iguaçu, São Sebastião da Amoreira, Sapopema, Tamarana, Três Barras do Paraná, Turvo, Vera Cruz do Oeste, Virmond, Wenceslau Braz e Itaúna do Sul.

PÚBLICO-ALVO – Para participar do Caixa d’Água Boa as famílias precisam atender cumulativamente aos seguintes critérios: residir em município que possua contrato de concessão ou programa vigente com a Sanepar; residir em domicílio abastecido pela Sanepar e que não possua caixa d'água; possuir renda de até meio salário mínimo nacional por pessoa; estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal e encontrar-se em situação de vulnerabilidade social, conforme o Índice de Vulnerabilidade das Famílias (IVFPR) do Programa Nossa Gente Paraná.

PRÊMIO ODS – O projeto Caixa d’Água Boa conquistou no final de 2021 o prêmio ODS na área do setor público. A iniciativa promovida anualmente é o reconhecimento do Serviço Social da Indústria (Sesi) às indústrias, empresas, instituições públicas, organizações da sociedade civil e instituições de ensino que atuam em prol dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável no Paraná.

PRESENÇAS – Participaram do evento o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto; o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig; os deputados estaduais Artagão Jr., Boca Aberta Jr., Guto Silva, Nelson Luersen e Paulo Litro; o vice-presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e prefeito de Santa Cecília do Pavão, Edimar Santos; o diretor comercial da Sanepar, Toco Zanetti; a coordenadora estadual do programa Nossa Gente Paraná, Tamara Zázera Rezende; o coordenador estadual do programa Caixa d’Água Boa, Everton de Oliveira; o assessor de parcerias da Sanepar, Reginaldo Prybecz; o vereador de Curitiba, Alexandre Leprevost; e o gerente de relacionamento do escritório do Banco do Brasil no Paraná, Valsi Mazetto.

 

 

 

 

 

 

 

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Agentes de inteligência de todo o País discutem segurança e tecnologia no Paraná

Aprimorar as ações de inteligência policial é o principal objetivo dos 38 profissionais de segurança pública do Paraná e dos demais estados brasileiros que participam do 25º Curso de Segurança Orgânica, em Curitiba.

A capacitação, oferecida pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça, começou nesta segunda-feira (28) e vai até o dia 9 de abril, com diversas atividades teóricas e práticas.

A aula inaugural foi com o assessor especial do Ministério da Saúde e policial rodoviário federal, Moisés Dionísio da Silva, no auditório da sede da Polícia Científica. Ao abordar sobre a origem da inteligência na segurança pública e apresentar um panorama geral da aplicação dessa doutrina às missões executadas pelas polícias, ele também tratou sobre os riscos da exposição de profissionais de segurança pública nas mídias sociais.

O diretor-geral da Polícia Científica do Paraná, Luiz Rodrigo Grochocki, recepcionou os alunos e colocou a estrutura da unidade à disposição para as instruções. A turma é composta por 38 alunos, dos quais 21 são das polícias paranaenses (Polícia Militar, Polícia Civil, Departamento Penitenciário e Polícia Científica) e 17 de instituições de outros estados.

As aulas serão voltadas às temáticas de contrainteligência e segurança orgânica, segurança de tecnologia da informação e comunicações, segurança das instalações, da documentação e do material, das operações, dos recursos humanos, gestão e análise de risco em segurança orgânica e plano de segurança orgânica.

O diretor do Departamento de Inteligência do Paraná (Diep), delegado Sivanei Almeida, citou que a convivência em sala de aula permite aos alunos mais interação e qualidade em entender o conteúdo dos assuntos para que voltem às suas unidades mais capacitados. “Temos que investir em tecnologia e qualificação do nosso material humano, que é o nosso bem mais precioso. Podemos ter o melhor equipamento e a melhor estrutura, mas nada substitui o material humano”, disse.

Segundo o analista do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública da Região Sul, Emerson Ligio Silva, que no evento de abertura representou a Secretaria de Operações Integradas (Seopi), o curso foi idealizado para tratar especificamente sobre a segurança orgânica, um dos principais pilares da doutrina de inteligência.

“Esse curso vai promover esse nivelamento de conhecimento que busca trazer o conhecimento dos agentes de segurança para essa rotina e cultura da segurança em si, segurança orgânica, segurança da informação, segurança com pessoal, enfim, toda a área de segurança e proteção”, afirmou.

A expectativa para a realização do curso era alta, tanto que o major Alexandre Lopes, da Inteligência da Polícia Militar, explica que rapidamente as vagas foram preenchidas. “Quando foram cedidas as vagas para a PM, de imediato manifestamos interesse, pois para nós será uma capacitação de grande importância para que possamos, dentro da Inteligência da PM, multiplicar o conhecimento que está sendo produzido”, disse.

Para a coordenadora da Agência de Inteligência da Polícia Civil, delegada Maricy Mortagua Santineli, que também é aluna do curso, poder retornar à sala de aula é um privilégio. “Estou muito feliz com essa iniciativa e me coloco à disposição dos demais colegas que vieram de outros estados durante essa semana de aprendizado e troca de experiências”, disse.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Infraestrutura é destaque em encontro do vice-governador com embaixador da Suíça no Brasil

O vice-governador Darci Piana se reuniu nesta segunda-feira (28), no Palácio Iguaçu, com o embaixador da Suíça no Brasil, Pietro Lazzeri.

Investimentos suíços na infraestrutura paranaense e o apoio mútuo em pesquisa e inovação foram assuntos de destaque no encontro com representantes do país europeu. O Estado hoje conta com algumas das 450 empresas suíças no Brasil, um grande fluxo de exportações e uma escola suíço-brasileira sediada na Região Metropolitana de Curitiba.

“Temos vários investimentos de empresas deste país no Paraná. Os bancos suíços estão procurando parceiros e formas de investir aqui e para nós isso é muito interessante tanto na área da infraestrutura como em tecnologia e inovação”, disse o vice-governador.

O panorama apresentado pelo vice-governador aos representantes do governo suíço incluiu a posição do Estado como hub logístico da América Latina, a partir da modernização dos aeroportos e o projeto da Nova Ferroeste, que vai ligar Maracaju, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá.

O embaixador Lazzeri destacou que o Brasil foi escolhido por seu governo para ser um país prioritário em oportunidades de investimento. “No caso do Paraná, pensamos sobretudo na infraestrutura ferroviária. A Suíça tem grandes experiências e empresas na área. No futuro, vamos olhar isso juntos no quadro de privatizações e de mobilidade urbana, mas também em grandes projetos estruturantes”.

COMÉRCIO – De 2020 para cá, mesmo com a pandemia, o volume de exportações do Paraná para a Suíça aumentou em cinco vezes, chegando a R$ 850 milhões. No mesmo período, as vendas suíças para o Estado foram de R$ 350 milhões, segundo Lazzeri. “O Paraná tem uma posição estratégica no Mercosul, que tem acordo com a União Europeia. Queremos organizar uma missão para visitar o Estado com foco na infraestrutura, com representantes de grandes empresas suíças que podem participar em leilões”, acrescentou.

A embaixada suíça no Brasil conta com dois escritórios: um responsável pelos interesses ligados à economia e infraestrutura e outro para os interesses de ciência, tecnologia e inovação. “A nossa chefe do escritório científico da Suíça no Brasil está em contato com a Invest Paraná para identificar áreas para futuros acordos de apoio e investimento”, mencionou.

AGENDA – Piana falou, ainda, sobre o potencial do agronegócio paranaense. “Das dez maiores cooperativas da América do Sul, sete estão no Paraná”, disse ele, enfatizando que o progresso da agricultura e da indústria no Estado segue ao lado da sustentabilidade. “Temos o maior volume de mata atlântica no país e chegamos ao replantio de 5 milhões de árvores ao ano”, disse.

A produção energética também foi destacada pelo vice-governador: “O Paraná é responsável por 34% da produção de energia elétrica do país e estamos investindo em geração de energia limpa a partir da biomassa e oferecemos financiamento da energia fotovoltaica para os criadores de aves e suínos”, explicou. Piana também citou o programa Paraná Trifásico, que vai substituir 25 mil quilômetros de linhas monofásicas para fortalecer a rede de energia na área rural.

SUÍÇA-PARANÁ – O Paraná tem presença suíça. Um dos destaques é a Colônia de Superagui, fundada em 1852 pelo cônsul suíço em São Paulo, Charles Perret-Gentil, que comprou 35 hectares na região de Guaraqueçaba. Treze famílias europeias, vindas da Suíça, França, Itália e Dinamarca, foram as primeiras a habitar área.

Atualmente, há duas escolas suíço-brasileiras em atividade no Brasil, uma delas no Paraná. A cônsul honorária da Suíça em Curitiba, Manuela Merki, disse que a escola suíço-brasileira, que fica em Pinhais, tem cerca de 750 alunos e foi aberta para atender à comunidade residente no Estado. Hoje está integrada à rede de ensino paranaense, recebe alunos das mais diversas origens e conta com professores de várias nacionalidades, inclusive suíços.

PRESENÇAS – Participaram da reunião o cônsul-geral da Suíça em São Paulo, Pierre Hagmann; o chefe interino do Escritório de Representação do Ministério das Relações Exteriores no Paraná (Erepar), Paulo Fernando Pinheiro; e o diretor técnico da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística, Rafael Halila Neves.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por-  AEN

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