A Secretaria estadual da Fazenda lembra que os proprietários de veículos de placas com finais 3 e 4 têm até esta terça-feira (18) para pagar à vista ou a primeira parcela do Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores - IPVA 2022.
Para emitir a guia de pagamento, basta acessar osite do IPVA. É preciso ter em mãos o número do Renavam, que consta no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV).
A quitação do IPVA é requisito obrigatório para emissão do certificado de licenciamento de veículo pelo Detran/PR.
Em todo o Paraná, em torno de 4,6 milhões de veículos devem pagar imposto este ano. Do total arrecadado, são descontadas as destinações constitucionais (como o Fundeb) e o valor restante é repartido em 50% para os municípios de licenciamento dos veículos e os outros 50% para o Estado.
Confira o calendário de vencimento do IPVA 2022:
FINAL DE PLACA - pagamento à vista
1 e 2 - 17/01/2022
3 e 4 - 18/01/2022
5 e 6 - 19/01/2022
7 e 8 - 20/01/2022
9 e 0 - 21/01/2022
FINAL DE PLACA - parcelado
1 e 2 - 17/01, 17/02, 17/03, 18/04, 17/05
3 e 4 - 18/01, 18/02, 18/03, 19/04, 18/05
5 e 6 - 19/01, 21/02, 21/03, 20/04, 19/05
7 e 8 - 20/01, 22/02, 22/03, 22/04, 20/05
9 e 0 - 21/01, 23/02, 23/03, 25/04, 23/05
Por - AEN
Em 18 de janeiro de 2021, o Paraná recebeu as primeiras doses do imunizante CoronaVac, produzido pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.
A data marcou a aplicação das primeiras doses em oito profissionais de saúde da linha de frente do Complexo Hospitalar do Trabalhador, de Curitiba, e o início de uma campanha de vacinação em massa para diminuir os efeitos devastadores da pandemia de Covid-19.
Um ano depois, nesta terça-feira (18), o Estado já ultrapassou uma série de etapas no que diz respeito à imunização, como, por exemplo, o número de paranaenses completamente imunizados: mais de 70% da população já recebeu as duas doses ou dose única, e mais de 80% já tomaram a primeira. O Paraná é o sexto estado com o maior número de aplicações.
Até o momento, foram 19.045.464 vacinas aplicadas na população geral, sendo que, destas, 9.099.905 foram destinadas à aplicação da primeira dose, e 8.397.774 à segunda dose ou dose única. As doses de reforço em idosos e imunossuprimidos já contabilizam 1.664.602 aplicações. Em relação à dose adicional, para imunossuprimidos que receberam mais uma dose, além das duas normais ou dose única, foram aplicadas 141.868. Os dados constam no sistema do Ministério da Saúde, atualizado em tempo real pelos estados, portanto, pode haver algumas divergências.
Segundo o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, o alto índice de cobertura vacinal no Estado contribuiu para uma redução na ocupação de leitos, no número de mortes e também na incidência de casos graves. “Nós conseguimos ultrapassar os momentos difíceis por causa da vacina. Senão, teríamos perdido a vida de muitos paranaenses”, ressaltou.
No dia 18 de janeiro de 2021 o índice de internamento em UTI era de 84% (1.199 leitos). O último boletim do Estado mostra ocupação de 56% em 477 leitos. Apesar da nova onda ligada à Ômicron, a média de óbitos diária é de 2, contra 28 em janeiro de 2021. Em janeiro do ano passado foram 1.936 mortes. Em dezembro, 120, diminuição de 93,8%.
Além disso, o secretário fez questão de ressaltar a mobilização do Estado para garantir a execução da campanha de vacinação. “Nossa imunização é exemplar porque temos a cultura da vacina no Estado, onde temos pessoas extremamente conhecedoras do tema, e que nos ajudam a fazer acontecer essa vacinação lá na ponta. Através delas, nós tivemos esse resultado tão positivo, mas que não acabou. A tarefa continua”, reforçou.
“A vacina é fundamental. Quem não toma vacina está vulnerável, vira uma presa fácil dos vírus. Começa a ocorrer uma seleção natural e o vírus vai tentando se reproduzir através da infecção, e ele vai procurar o hospedeiro que tenha menos imunidade. Quem não tomou vacina está com menos imunidade que os outros nesse momento”, ressaltou o secretário.
CRIANÇAS – No último sábado (15), o Paraná deu mais um passo no objetivo de imunizar completamente a população, com o início da vacinação de crianças com idade entre 5 e 11 anos. O secretário faz um apelo para que os pais levem seus filhos aos postos de vacinação. “Nós temos um momento importante para cumprir nos próximos dois ou três meses, e quero convocar os paranaenses para ficarem muito alertas. Vamos fazer essa vacinação acontecer da melhor forma possível”, afirmou o secretário.
PÚBLICOS – O Paraná aplicou 14.807.472 doses de imunizantes no público com idade acima de 18 anos. Foram, por exemplo, 1.318.626 doses nos profissionais da saúde; 1.429.357 em pessoas com comorbidades; 543.756 em trabalhadores da educação; 162.713 em profissionais do transporte; 137.740 em gestantes e puérperas; 119.271 em pessoas com deficiência permanente; 57.722 na população privada de liberdade; 23.496 em indígenas;
MUNICÍPIOS – Em números absolutos, os dez municípios que mais aplicaram vacinas foram Curitiba (3.277.908); Londrina (1.035.844); Maringá (862.911); Cascavel (583.327); Ponta Grossa (512.855); São José dos Pinhais (388.652); Foz do Iguaçu (432.346); Colombo (423.528); Guarapuava (254.364); e Paranaguá (266.290).
DISTRIBUIÇÃO – Ao longo de um ano de imunização, foram distribuídas no Paraná quatro vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): CoronaVac, vacina adsorvida inativada, fabricada pela Sinovac (China) e Instituto Butantan (Brasil); AstraZeneca, vacina recombinante, elaborada pela AstraZeneca, Oxford e Fiocruz; Pfizer, vacina de RNA mensageiro (RNAm), da parceria Pfizer e BioNTech; e Janssen, vacina recombinante, produzida pela Janssen-Cilag, braço farmacêutico da Johnson & Johnson.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu na madrugada desta terça-feira (18) mais 65.500 vacinas da Pfizer/BioNTech para o público infantil, de 5 a 11 anos.
Esta é a segunda remessa direcionada às crianças e faz parte do 78º Informe Técnico do governo federal. O documento orienta os municípios a vacinarem seguindo a ordem de prioridades, começando pelas crianças com comorbidades e deficiências permanentes.
Os imunizantes chegaram ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 23h10, no voo 4736. Nos próximos dias eles serão distribuídos para as 22 Regionais de Saúde.
“Estamos só no começo ainda na vacinação deste novo público. Receberemos e vamos distribuir muitos lotes como este, para que, desta forma, consigamos atingir as mais de 1 milhão de crianças do Estado. Estou confiante de que, assim como foi com os adolescentes, teremos bastante comparecimento aos postos de vacinação”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
A imunização das crianças depende de consentimento dos pais ou responsáveis. Caso eles não estejam presentes no momento da vacinação, é necessário entregar uma autorização por escrito.
Por - AEN
O Banco do Brasil lançou, nesta segunda-feira (17), o Circuito de Negócios Agro de 2022. A cerimônia foi realizada em Brasília, com participação do presidente da República Jair Bolsonaro, e teve transmissão simultânea a partir de Londrina, no Norte do Estado, acompanhada pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.
O objetivo é levar aos produtores rurais capacitação técnica e fomento aos negócios.
De acordo com o presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, três carretas vão percorrer cerca de 60 mil quilômetros em todas as regiões brasileiras. Elas atuarão como salas de aula para cursos de formação de agricultores. A expectativa é que o programa fortaleça a agropecuária de ao menos 600 municípios brasileiros, envolvendo 500 mil produtores rurais e que movimente R$ 1,5 bilhão em créditos.
Nesses municípios serão montadas, com a participação de parceiros (revendas de máquinas e de insumos, empresas de tecnologia agrícola, empresas de telecomunicações e outras ligadas ao segmento), feiras agropecuárias para estimular o empreendedorismo.
No mesmo ato, o presidente do BB anunciou que a instituição chegou ao valor de R$ 50 bilhões em crédito para agricultores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). “Temos orgulho da parceria com o agronegócio e estamos celebrando mais uma vez essa parceria”, disse Ribeiro.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, elogiou o investimento do banco na pequena agricultura. “É um dia especial, primeiro por essa notícia dos R$ 50 bilhões do Banco do Brasil e a outra é que o banco volta a ir na ponta levando assistência técnica e contrato para aqueles que têm muita dificuldade de sair de suas propriedades”, acentuou.
Ortigara destacou o apoio do banco ao agronegócio paranaense, desenvolvido em diversos programas, como no Banco do Agricultor. "O que motiva os agricultores do Paraná é a inovação e o desenvolvimento sustentável. Estamos buscando novos mercados, crescendo em segmentos importantes e modernizando a produção. Esse novo projeto do Banco do Brasil ajudará o Paraná a ser mais competitivo", disse.
Por - AEN
O Paraná recebe nesta terça-feira (18), data que marca um ano do começo da vacinação, um dos maiores lotes da vacina Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 desde o começo da campanha. Serão 735.930 vacinas.
A nova remessa da Pfizer faz parte da 78ª pauta de distribuição do governo federal e é integralmente para a dose de reforço (DR) da população acima de 18 anos. Os lotes devem desembarcar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 7h50, no voo LA 3071, 9h15, no voo LA 3157, e às 10h15, no voo LA 4777.
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, ressaltou a importância deste novo envio. “Essas vacinas vêm para reforçar nossa imunidade, principalmente com a nova variante Ômicron. Os novos casos que apareceram agora estão menos graves, sem internamentos. Isso é um reflexo da vacina que nos deixa mais protegido”, salientou o secretário de Estado de Saúde, Beto Preto.
Os imunizantes serão enviados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para conferência e armazenamento até que sejam distribuídos para as Regionais de Saúde, nos próximos dias. Os calendários das doses de reforço estão sendo divulgados pelas prefeituras dos 399 municípios.
AGULHAS – Além das vacinas, o Ministério da Saúde também informou o envio de mais 220 mil agulhas (hipodérmica 24g x 3/4) destinadas exclusivamente para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos.
VACINAÇÃO – Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 19.045.464 vacinas contra a Covid-19, sendo 9.018.983 primeiras doses (D1) e 8.220.011 segundas doses (D2) ou doses únicas (DU). O Estado registra ainda a aplicação de 141.868 doses adicionais (DA) e 1.664.602 doses de reforço (DR).
Por - AEN
Os cães da Polícia Civil do Paraná (PCPR) colaboraram na prisão em flagrante de 228 pessoas e na apreensão de 7,8 toneladas de drogas em 2021. A participação dos animais nas ações contribui para o sucesso das operações.
Catorze animais fazem parte do Núcleo de Operações com Cães da PCPR. Eles se dividem em cinco bases no Estado, localizadas em Curitiba, Cascavel, Maringá, Pato Branco e Londrina.
A maior parte das drogas apreendidas foi maconha – 7 toneladas. O restante soma 730 quilos de cocaína, 14,7 quilos de crack e 20,2 mil unidades de drogas sintéticas. As operações também resultaram na apreensão de 50 armas de fogo e 1,1 mil munições.
A delegada da PCPR Ana Cristina Silva afirma que os cães atendem as demandas de polícia judiciária em todo o Estado. No ano passado eles tiveram papel fundamental em interceptações de grande montante de entorpecentes.
"É extremamente importante o uso de cães farejadores nas ações policiais, pois temos economia de efetivo, aumentamos a segurança do policial e a possibilidade de êxito nas apreensões”, disse.
PRODUTIVIDADE – O Núcleo de Operações com Cães da PCPR integrou 541 operações no ano passado e atuou no cumprimento de 628 mandados de busca e apreensão. Os cães policiais ainda participaram de outras 1,1 mil ações de fiscalização, e também apoiaram outras forças de segurança como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Civil de Santa Catarina, além do Ministério da Justiça e da Segurança Pública.
O investigador Juliano Riboli é um dos nove policiais civis habilitados em curso técnico de cinotecnia pela Escola Superior da PCPR. Ele afirma que a presença dos cães farejadores nas fiscalizações e operações otimiza e aumenta o nível de assertividade do trabalho de polícia judiciária.
“Uma equipe formada por quatro policiais leva cerca de 30 minutos para fazer busca em uma casa de 50 metros quadrados. Com o cão essa busca cai para cinco minutos”, compara o investigador. Riboli destaca a eficácia do trabalho da matilha na buscas por armas, munições e entorpecentes.
Em determinadas situações, em que houve dificuldade de acesso aos ilícitos, apenas com o emprego de cães policiais foi possível fazer a localização. Os animais já encontraram droga enterrada, escondida em tubulação de água e em fundos falsos de móveis e veículos.
Policiais civis que concluem o curso técnico de cinotecnia são habilitados em treinamento e condução de cães. Em um processo de investimento no emprego de cães farejadores no trabalho da PCPR, a instituição planeja para este ano o lançamento de um curso de pós-graduação em cinotecnia pela Escola Superior da PCPR.
Por - AEN








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