A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu nesta quarta-feira (19) a confirmação de mais oito casos da variante Ômicron no Paraná. Agora, o Estado soma 100 casos e nenhum óbito registrado.
Os resultados foram apresentados em um novo sequenciamento genômico do relatório de circulação das linhagens do vírus Sars-Cov-2, responsável pela Covid-19, realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Rio de Janeiro.
São seis mulheres e dois homens com idades que variam de 22 a 63 anos, residentes em Curitiba (3), Pinhais (1), São José dos Pinhais (1), Castro (1), Maringá (1) e Londrina (1).
O primeiro caso da variante Ômicron foi confirmado no Paraná no último dia 12, um paciente de 24 anos residente em Curitiba, com caso confirmado para a Covid-19 em dezembro. Depois disso, no último sábado (15), a Fiocruz Paraná enviou um relatório com mais 91 casos da cepa, além da confirmação da predominância da Ômicron no Estado.
“Cada relatório tem confirmado o que já vínhamos falando desde dezembro sobre a presença e a alta transmissão da Ômicron. Nesse momento precisamos retomar os cuidados não farmacológicos e, acima de tudo, a vacinação contra a Covid-19 para que estes casos não se transformem em perdas humanas”, alertou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Os casos registrados pelos relatórios da Fiocruz Paraná e Rio de Janeiro permanecem em situação de investigação epidemiológica para confirmação da evolução dos casos e demais detalhamentos.
Por - AEN
A Comissão Central do Vestibular (CVU) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulga nesta quinta-feira (20) os locais de prova para os candidatos ao Vestibular 2021 para ingresso no ano letivo de 2022.
A consulta deve ser feita pelo Menu do Candidato, disponível AQUI. É necessário informar o login e a senha cadastrados no momento da inscrição.
Neste concurso foram abertas 2.367 vagas, resultado da soma das vagas do Vestibular de Inverno e do Vestibular de Verão. Dentre os 14.541 candidatos, 2.966 inscreveram-se para concorrer às vagas pelo sistema de Cotas Sociais, Cotas Sociais para Negros e Cotas para Negros.
As provas serão aplicadas no dia 20 de fevereiro, com início às 13h50 nas cidades de Maringá, Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Cidade Gaúcha, Curitiba, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama – todas no Paraná.
Mais uma vez, de acordo com a CVU, o Curso de Medicina é o mais concorrido: 395.07 candidatos por vagas universais, seguido pelos cursos de Odontologia (34.78/vaga universal); Psicologia (32.96/vaga universal); Direito Matutino (29.03/vaga universal); Arquitetura e Urbanismo (28.53/vaga universal); Biomedicina (28.42/vaga universal); Ciência da Computação (28.21/vaga universal); Direito Noturno (26.37/vaga universal); e Medicina Veterinária (26.35/vaga universal).
O resultado final do vestibular será divulgado no dia 20 de abril de 2022, a partir das 10h no site da CVU.
PROTOCOLOS DE BIOSSEGURANÇA – A CVU também divulgou os protocolos de biossegurança, observando e respeitando as normas e as orientações das medidas preventivas estabelecidas pelo Ministério da Saúde para o enfrentamento da Covid-19, aprovados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), para realização das provas.
Uma das medidas é quanto ao horário de entrada dos candidatos nos locais de prova que, para evitar aglomerações, será das 13h às 13h50. Outra medida foi quanto ao distanciamento de 1 metro entre os candidatos. Também será disponibilizado álcool em gel 70% nas dependências dos locais de aplicação das provas e o candidato deverá levar sua própria garrafinha de água transparente, pois não será permitido o uso de bebedouros, como também não será permitido o consumo de alimentos.
O protocolo ainda prevê a obrigatoriedade da utilização de máscara durante todo o tempo em que o candidato permanecer na instituição.
Caso o candidato não opte pela utilização das máscaras faciais N95 e PFF2, ele deverá portar uma máscara reserva que será trocada após 2 horas do início da prova. A mesma medida deverá ser feita pela equipe de fiscalização, que também usará a face shield.
O candidato que apresentar algum sintoma de Covid-19 (febre, tosse seca, dificuldade para respirar, dor de garganta, diarreia, anosmia ou hiposmia, mialgia, cansaço ou fadiga) ou que reconhecidamente teve contato com caso suspeito ou confirmado de infecção por coronavírus não deverá comparecer ao local de prova.
Outras informações podem ser obtidas na CVU por meio do telefone/ WhatsApp (44) 3011-4450, ou via e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira das 7h40 às 11h40 e 13h30 às 17h30.
Por - AEN
O Instituto Água e Terra (IAT) divulgou nesta quarta-feira (19) o balanço de mais uma operação de força-tarefa durante o Verão Paraná – Viva a Vida. O objetivo foi identificar irregularidades no período da piracema, além da caça ilegal e crimes de desmatamento.
Entre os dias 11 e 16 deste mês de janeiro, as equipes de fiscalização percorreram 22 municípios das regiões Oeste e Noroeste do Estado. Foram lavrados Autos de Infração Ambientais (AIAs) que totalizaram R$ 320,5 mil em multas.
São autuações por crimes de desmatamento, corte ilegal de árvores nativas isoladas e desrespeito a embargos aplicados pelo órgão ambiental em outras operações de fiscalização. Também foram realizadas notificações para que os responsáveis se apresentem nos Escritórios Regionais do IAT.
“Os crimes praticados contra o meio ambiente recebem a mão pesada do Estado. As ações de plantio de mudas de árvores nativas e a preservação da biodiversidade são acompanhadas de fiscalização”, destaca o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.
PESCA - A Piracema está vigente no Paraná desde o dia 1º de novembro de 2021 e segue até o dia 28 de fevereiro deste ano. O período é de restrição à pesca de espécimes nativas em toda a Bacia Hidrográfica do Rio Paraná e seus afluentes, a fim de garantir o período de reprodução dos peixes.
São proibidos materiais de pesca, como varas, redes e embarcações; transporte e comercialização de espécies nativas, como bagre, dourado, jaú, pintado, lambari, mandi-amarelo, mandi-prata e piracanjuva, além de competições de pesca. A restrição é instruída pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), pela Instrução Normativa nº 25/2009 há mais de 15 anos.
APREENSÕES - Os fiscais encontraram e apreenderam um equipamento de motosserra, seis metros cúbicos de lenha nativa, 800 metros de cordas de espinhel, 53 bóias loucas, 15 caniços de bambu, 116 anzóis de galho, 1.100 metros de rede de nylon de emalhar e 15 molinetes com caniço.
O gerente de Monitoramento e Fiscalização do IAT, Alvaro Cesar de Góes, afirma que durante os cinco dias de atividades os agentes fiscais atuaram por terra. “No Oeste, eles percorreram os municípios de Diamante D'Oeste, Matelândia, Medianeira, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinha do Itaipu, Pato Bragado, Mercedes, Santa Helena, Missal, Itaipulândia, Entre Rios. Na região Noroeste os municípios de Marilena, São Pedro do Paraná e Porto Rico”, disse.
Ao todo, foram abordadas 43 embarcações de diversos turistas e pescadores, que receberam orientações de educação ambiental. “Como estamos no período da piracema, as pescas irregulares foram o foco dessa ação”, completou o gerente.
No Noroeste do Estado, as abordagens aconteceram nas prainhas de Santa Rosa, em Porto Rico, e do Porto São José. No Oeste, as orientações foram no Lago Itaipu, nas praias de Santa Helena, Missal e Entre Rios, e no rio São Francisco Falso, local em que também foram encontrados 18 pescadores praticando a pesca irregular em um barranco.
“Eles receberam orientações sobre a Piracema, do que pode e o que não pode para respeitar o período de reprodução dos peixes dos nossos rios. Essas orientações são parte das ações de educação ambiental do órgão”, destacou o coordenador da ação, Antonio Carlos Moreto.
Por - AEN
Estão abertas, até o dia 4 de fevereiro, as inscrições para o processo seletivo do Serviço Autônomo Paranacidade, vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas.
Serão abertas 15 vagas no regime celetista, com carga horária diária de oito horas e salários que podem chegar a R$ 8.314,00. A prova acontece em 13 de março e a divulgação da classificação definitiva e homologação final será em 13 de maio.
Das 15 vagas abertas – uma para cada atividade, mas que poderão ser ampliadas conforme a necessidade do órgão –, 14 exigem diploma de Ensino Superior ou tecnólogo.
Elas são destinadas para Administrador de Empresa; Advogado; Administrador de Banco de Dados; Analista de Suporte; Analista de Desenvolvimento de Sistema; Arquiteto e Urbanista; Contador; Economista; Engenheiro Ambiental; Engenheiro Civil; Engenheiro Eletricista; Engenheiro Mecânico; Psicólogo do Trabalho e Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos. Há também uma vaga para Assistente de Suporte Técnico Administrativo, com Curso de Ensino Médio Completo.
Os candidatos podem se inscrever pelo site da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Estadual de Londrina (Fauel), que é responsável pelo processo seletivo. O edital também está disponível no site do Paranacidade.
A taxa de inscrição é de R$ 120,00 para as vagas de curso superior e tecnólogo, e de R$ 60,00 para a de nível médio. O certame tem prazo de dois anos, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final, e é prorrogável por uma vez, por igual período.
SALÁRIOS – Os salários variam de R$ 6.116,00 a R$ 8.314,00, para os cargos de ensino superior. Para o de ensino médio, a remuneração é de R$ 3.188,00. O órgão oferece ainda benefícios como vale-refeição de R$ 660,00, vale-alimentação de R$ 624,00 e plano de saúde.
Por - AEN
O Governo do Paraná enviou nesta terça-feira (18) ofício (confira AQUI ) à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, com uma série de sugestões para minimizar a situação dos agricultores paranaenses prejudicados pela crise hídrica.
O documento propõe ações referentes a crédito rural, seguro rural e Proagro, além da distribuição de sementes para os que não têm condições de adquirir e produzir nova safra.
O documento, assinado pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, é resultado de trabalho conjunto com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e entidades representativas dos produtores rurais - Sistema Ocepar, Federação da Agricultura do Paraná (Faep) e Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Paraná (Fetaep).
“Percebemos um quadro hostil que provocou e ainda está provocando muito calor no solo e perda razoável na produção agrícola do Estado”, disse Ortigara. “Apresentamos um conjunto de medidas que estamos pleiteando ao governo federal para minimamente tentar estabilizar a nossa economia rural, a economia da roça, da terra”.
A ministra da Agricultura visitou a região Oeste do Estado na última quinta-feira (13).
O ofício ressalta que, no âmbito estadual, já estão em operação medidas para os desafios impostos, como a subvenção de juros para alguns investimentos e o fornecimento de capital para as mais de 170 cooperativas da agricultura familiar. “No entanto, essas ações são insuficientes frente aos estragos causados pela estiagem”, diz o documento.
PEDIDOS – As entidades pedem a implementação imediata de outras ações. No caso do crédito rural, a proposta é criar uma linha emergencial de crédito para financiar custeio a produtores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) que fizeram comunicação de perdas no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) ou que acionaram seguro agrícola para culturas de batata, feijão, milho, soja e outras que não foram indenizadas.
As entidades também reivindicam auxílio emergencial a produtores que utilizaram recursos próprios e não o crédito rural, para que possam liquidar, entre outras, duplicatas rurais e Cédulas do Produtor Rural (CPR). Na mesma linha solicitam que as cooperativas que financiaram o custeio dos cooperados tenham uma linha creditícia, além de abertura de outra para giro de longo prazo (cinco anos) com juros pré-fixados e subsidiados, possibilitando que o produtor quite os débitos de curto prazo.
Ao abordar o tema do seguro rural e Proagro, o Estado e as entidades representativas dos produtores reconhecem o papel fundamental dos dois mecanismos em situações de perdas de grande monta como a que o Paraná vive no momento. Por isso, pedem mais agilidade nas vistorias, na análise, no julgamento do pedido de cobertura e na liberação dos laudos periciais.
Com essa medida, os produtores poderão fazer a colheita e liberar as áreas para o plantio das segundas safras de batata, feijão e milho, em alinhamento com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). “Será determinante para ajudar a restabelecer o equilíbrio da oferta de produção e o econômico não obtidos na primeira safra”, diz o ofício.
As entidades propõem que o prazo para análise e julgamento do pedido de cobertura seja reduzido de 45 para 15 dias após o recebimento do relatório que comprova as perdas. Também sugerem que o comunicado da decisão ao beneficiário aconteça em três e não em cinco dias, com vistas a aproveitar o pequeno prazo de janela para plantio de feijão e milho segunda safra.
PERDAS – O último relatório de estimativa de perdas preparado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, aponta que as perdas na cultura da soja ultrapassam 8 milhões de toneladas. Com isso, a produção está 39% menor em relação à projeção inicial de 21 milhões de toneladas, o que acarreta prejuízo monetário acima de R$ 23 bilhões.
No caso do milho, foram perdidos, até o momento, mais de 1,5 milhão de toneladas, o que representa queda de 36% na projeção inicial de 4,2 milhões de toneladas. Os produtores já acumulam prejuízos superiores a R$ 2,2 bilhões. Já os agricultores que cultivam o feijão, terceira principal cultura neste período, perderam 83,8 mil toneladas, o que representa 30% a menos que a previsão. Para eles, o prejuízo ultrapassa R$ 361,7 milhões.
Por - AEN
A Sanepar promove um workshop sobre o desassoreamento do Lago Municipal de Cascavel, nesta sexta-feira (21).
Os técnicos da Companhia farão a apresentação dos projetos e cronograma das obras e da retirada do lodo, bem como o plano de manejo da Bacia do Rio Cascavel e o Plano de Segurança da Água (PSA).
Nas apresentações serão abordadas as questões da crise hídrica, que atinge o Paraná, a região Oeste e Cascavel desde 2019, e será apresentada a Carta de Cascavel, com sugestões e contribuições para o desenvolvimento de ações de preservação dos recursos hídricos e do meio ambiente.
O documento faz parte do relatório do 1º Workshop do Plano de Segurança da Água, realizado em Cascavel, em 19/12/2019.
Em razão do novo aumento de casos de Covid-19, o evento será feito em plataforma virtual com a participação dos técnicos da Sanepar e da Prefeitura de Cascavel, de órgãos estaduais e municipais, entidades, instituições, sociedade civil organizada e de veículos de comunicação.
Serviço
Data: sexta-feira, 21 de janeiro
Horários: 9 horas
Local: Plataforma online
Inscrições: https://forms.gle/b8a7LVaASnhPqLRV9
Por - AEN








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