Em três anos, Nota Paraná devolve R$ 1,27 bilhão aos consumidores em créditos e prêmios

O Programa Nota Paraná, da Secretaria estadual da Fazenda, devolveu aos contribuintes do Estado, nos últimos três anos, R$ 1,27 bilhão – R$ 1,1 bilhão em créditos de parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) recolhido pelos estabelecimentos e R$ 176 milhões distribuídos em sorteios mensais.

Participam dos sorteios contribuintes que colocam o CPF na nota fiscal e instituições cadastradas da sociedade civil das áreas de assistência social, saúde, defesa e proteção animal, esportiva e cultural. Ao todo, são 3,3 milhões de cidadãos concorrendo e 1.561 entidades participando dos sorteios mensais. 

Ao longo dos últimos anos, mudanças na regulamentação do Nota Paraná possibilitaram a criação de novos e maiores prêmios, além de bilhetes em dobro para dar mais chances aos consumidores de concorrerem aos sorteios mensais do programa.

“Alteramos a regulamentação para dar cada vez mais oportunidade à população com maiores possibilidades do recebimento de parte do retorno do ICMS em crédito, bem como maiores chances de alguma premiação do programa”, disse o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior.   

Nos sorteios mensais o valor total chega a R$ 5 milhões, divididos entre R$ 2 milhões para consumidores e R$ 2,2 milhões para entidades sem fins lucrativos e R$ 800 mil para o Paraná Pay, cujos valores podem ser utilizados em estabelecimentos ligados a atividades turísticas.

MILIONÁRIOS – Uma das principais mudanças no Nota Paraná ocorreu em março de 2020. Desde então, o programa sorteia mensalmente o prêmio máximo de R$ 1 milhão. Até agora, já são 27 milionários espalhados pelo Estado, cinco deles contemplados neste ano.

Ainda foram criados os prêmios de R$ 200 mil e R$ 10 mil, também distribuídos mensalmente. Os sorteios, além de mudarem a vida dos ganhadores, também fomentam a economia, com os valores aplicados no comércio gerando lucro e atividade econômica. Houve também o redirecionamento de valores coletados em outros segmentos do programa para as compras em postos de combustíveis, devolvendo R$ 10 milhões em créditos aos consumidores que pediram CPF na nota.

Outras alterações também deram mais chances aos consumidores. No caso dos prêmios, toda primeira compra no mês gera um bilhete para os sorteios mensais, independentemente do valor. Depois, cada R$ 200 em notas fiscais dão direito a um novo bilhete, com validade apenas para o sorteio do seu respectivo período. Há, ainda, o bilhete em dobro: nas compras de combustíveis e gás de cozinha, a cada R$ 200 em notas fiscais geradas o contribuinte tem direito a dois bilhetes, aumentando suas chances de ganhar.

PROGRAMA – O Nota Paraná foi criado em 2016 com o objetivo de fiscalizar empresas e combater a sonegação fiscal no Estado. Mais do que isso, o programa tem se renovado e contribuído para fomentar a economia e transformar vidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Estado apresenta políticas de emprego e atenção social a comitiva de autoridades do Peru

Uma comitiva de autoridades peruanas da cidade de Castilla, distrito da província de Piura, está em Toledo, no Oeste do Paraná, para conhecer as políticas públicas de saúde, infraestrutura, turismo, trabalho, educação e tecnologia implementadas pelo Governo do Estado e a prefeitura do município.

Um dos locais visitados pelos peruanos foi a Agência do Trabalhador local. Acompanham a agenda o gerente da Agência do trabalhador de Toledo, Rodrigo Souza; a responsável pelo Departamento do Trabalho da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), Vanessa Sanches; e o chefe do escritório regional da Sejuf em Toledo, Walmor Lodi. 

Para Rogério Carboni, secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, a vinda de autoridades internacionais ao Paraná é mais uma demonstração da eficiência da gestão estadual, que tem como uma das prioridades a colocação no mercado de trabalho e acesso a benefícios sociais, com programas como Nossa Gente, Renda Agricultor, Cartão Comida Boa, Caixa D'Água Boa e Casa Fácil.

“O trabalho bem executado repercute e se torna referência inclusive para gestores de outros países”, afirmou o secretário. “O programa que estamos realizando chama a atenção por causa da prioridade que oferece às pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. Proporcionar a essa parcela da população oportunidades de melhor qualidade de vida é um dos compromissos diários do Estado”.

Os membros da comitiva se mostraram muito interessados na atenção dispensada pelo Paraná às pessoas que buscam colocação no mercado de trabalho. “Nosso maior interesse em vir para Toledo é conhecer de perto as ações, pois acreditamos que o desenvolvimento humano é fundamental para o efetivo desenvolvimento econômico”, pontuou o prefeito de Castilla, José Elias Aguilar Silva, que chefia a comitiva. 

Projetos e programas implantados pela gestão municipal em parceria com o governo estadual, como Lote Social, Toledo é + Negócio!, Aluno Conectado e Ambulatório Materno Infantil (AMI) também receberam destaque. Outra ação apresentada foi a parceria para um estudo observacional com o imunizante da Pfizer contra a Covid-19. 

O Biopark, parque tecnológico composto por setores planejados para áreas residenciais, comerciais e industriais, movido pelo acesso ao conhecimento e compartilhamento de experiências, foi outro projeto que despertou grande interesse dos visitantes internacionais.

Beto Lunitti, prefeito de Toledo, destacou a importância dessa visita. “Toledo ganha muito com a vinda de autoridades internacionais ao nosso município. O intercâmbio de experiências agrega valores e nos permite firmar parcerias que beneficiam ambas as comunidades”, disse.

 

 

 

 

 

 

 

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Na reta final da campanha, Saúde alerta para baixa cobertura vacinal contra gripe e sarampo

De acordo com o Ministério da Saúde, 1.619.687 pessoas receberam o imunizante contra a Influenza no Paraná desde o início da campanha nacional de vacinação, em 4 de abril.

Até agora, no entanto, o governo federal já enviou e o Estado distribuiu mais de 4 milhões de vacinas. A estimativa inicial era de que 4,3 milhões de pessoas deveriam ser imunizadas até o fim da campanha, em 3 de junho (sexta-feira). Nesta última semana, a Sesa requisitou a prorrogação da campanha. Atualmente, a cobertura está estimada em apenas 36,9% no Estado.  

“É preciso intensificar a adesão da população à vacinação contra a Influenza, sobretudo nessa reta final da campanha. A Secretaria de Estado da Saúde tem dialogado diariamente com os municípios e reforçado a necessidade de expandir o número de vacinados, garantindo mais proteção em todo o Paraná”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

A vacina atualizada contra a doença protege contra os subtipos da Influenza A (H1N1 e H3N2) e um subtipo da Influenza B. Em janeiro deste ano, o Paraná declarou epidemia de H3N2 após um aumento no número de diagnósticos e mortes em decorrência do vírus. Foram mais de dois mil casos e 118 óbitos entre dezembro e março.

“O vírus somente pode ser combatido com a aplicação da vacina. Por mais que o Paraná tenha superado o estado de epidemia do começo deste ano, a importância da vacinação não diminuiu. Por isso, nosso apelo é para que todas as pessoas que se encaixem nos grupos compareçam a um local de vacinação”, acrescentou o secretário.

DADOS – Os municípios com o maior número absoluto de doses são Curitiba (196.513), Londrina (104.104), Cascavel (45.897), São José dos Pinhais (40.798), Colombo (32.837), Ponta Grossa (32.029), Foz do Iguaçu (30.447), Guarapuava (24.077), Arapongas (22.232) e Apucarana (20.167).

O grupo prioritário com maior cobertura até agora é o de Povos Indígenas, com 58,7% – em números absolutos, 10.701 doses. As faixas etárias com maior adesão ao imunizante têm entre 60 e 64 anos (247.201 doses), 65 a 69 anos (232.749) e 70 a 74 anos (192.614), respectivamente.

A imunização contra a Influenza deste ano envolve duas etapas. A primeira, que teve fim no dia 2 de maio, foi direcionada para idosos acima de 60 anos e trabalhadores da saúde. A segunda abrange crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas, povos indígenas, professores, comorbidades, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento e forças armadas, caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Pessoas que não fazem parte desses grupos podem tomar a vacina contra a gripe na instituição privada.

SARAMPO – Este ano a campanha de vacinação contra o Sarampo está sendo realizada junto com a vacinação da gripe, reforçando a necessidade da prevenção tanto contra os vírus respiratórios quanto para doenças que já foram erradicadas. É a 8ª campanha de imunização da doença, que tem como meta alcançar crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade, além de atualizar a situação vacinal de trabalhadores da saúde.

Segundo o Vacinômetro, 254.417 vacinas foram aplicadas no Estado. A estimativa do Ministério da Saúde é que 965.468 pessoas estejam elencadas como população-alvo: 272.817 trabalhadores da saúde, 73.128 crianças de seis meses a menores de um ano, 146.255 crianças com um ano de idade e 157.756 crianças de dois, três e quatro anos (cada).

No último ano, a cobertura vacinal do Paraná ficou em 82,45%. O Estado não registrou casos da doença em 2021 e 2022. Em 2019 foram registrados 1.653 casos e 428 em 2020. O imunizante tríplice viral pode ser administrado simultaneamente com a vacina da Influenza a partir dos seis meses de idade. Para os trabalhadores da saúde, pode haver coadministração das vacinas tríplice viral e da vacina contra a Covid-19.

 

 

 

 

 

 

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CGE regulamenta tramitação interna de denúncias de assédio no Estado

O recebimento e o tratamento de denúncias de assédio em ambiente de trabalho passaram a ter rotina específica no Governo do Estado.

Uma das mudanças é sobre acusações contra autoridades, que a partir desta semana serão analisadas exclusivamente pela Controladoria-Geral do Estado (CGE). A medida impõe procedimentos que aumentam a garantia de sigilo da vítima.

Esta alteração no fluxo da denúncia (Resolução 33/2022) foi explicada no webinar que encerrou a Campanha de Prevenção ao Assédio, promovido nesta terça-feira (31) pela CGE. Durante o mês de maio, foram produzidos post para redes sociais, vídeos e publicações para a consolidação de cultura de ética e probidade no serviço público estadual. Ações dessa natureza estão previstas no regulamento da CGE (Decreto 2.741/2019).

O controlador-geral do Estado, Raul Siqueira, explicou que a definição de trâmites específicos para casos de humilhação e constrangimento moral ou sexual reduzirá o prazo de resposta e aumentará a confiança do servidor.

“Previmos alguns mecanismos, por exemplo, que aumentam o sigilo do denunciante, caso o assediador seja seu superior”, destacou.

Ele reforçou que o Governo do Paraná não tolera qualquer tipo de assédio, que além de prejudicar o ambiente de trabalho, causa danos psicológicos e físicos à vítima. “O servidor tem o direito a trabalhar em um ambiente saudável e que permita a ele desenvolver suas atividades”, frisou o controlador-geral.

FORMAÇÃO – O webinar “O papel da CGE no combate ao assédio em ambiente de trabalho” foi apresentado pelos coordenadores de Integridade e Compliance, Paulo Palacios, de Ouvidoria, Yohhan Souza, de Corregedoria, Marçal Albuquerque, e de Desenvolvimento Profissional, Mirian Simões.

O debate está disponível no canal CGE PR no YouTube. Os coordenadores abordaram a identificação do assédio, a importância da denúncia e quais elementos podem ajudar na investigação. Nos 40 minutos finais foram respondidas perguntas de servidores, que somavam perto de 200 espectadores do webinar – eles serão multiplicadores das informações nos órgãos do Estado.

RESOLUÇÃO – Na resolução 33, emitida pela CGE, fica determinado que todos os agentes setoriais de Ouvidoria devem registrar essas denúncias no Sigo, o sistema integrado de ouvidoria usado pelo Governo do Estado. São 72 agentes setoriais que trabalham em órgãos e entidades vinculados ao Poder Executivo Estadual, distribuídos pelo Paraná.

O sistema terá novos campos de preenchimento pelos ouvidores: assédio moral; assédio moral de chefia; assédio sexual e assédio sexual de chefia. Dessa forma, o acompanhamento das denúncias pela CGE é estruturado e a resposta ao denunciante e à sociedade fica mais célere.

A grande novidade é o encaminhamento da denúncia, quando verificado que ela contém os elementos suficientes e que se refere à autoridade máxima do órgão ou entidade. Essa medida complementa o decreto 7.791/2021, que estabelece medidas de proteção à identidade dos denunciantes na administração pública estadual.

No caso da administração direta, como secretarias de Estado, a denúncia é enviada diretamente à CGE para ser analisada pelo controlador-geral. Já para entidades da administração indireta, a denúncia é também encaminhada à CGE, que a direciona ao responsável pela secretaria à qual a entidade citada está vinculada. Em ambos os casos, o acesso ao processo é restrito aos servidores envolvidos na análise e apuração da denúncia.

 

 

 

 

 

 

 

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Programa destina R$ 3,6 milhões a propostas que fortaleçam áreas naturais protegidas

Terminam nesta quinta-feira (2) as inscrições para a Teia de Soluções.

A iniciativa destinará até R$ 3,6 milhões para a execução de projetos que fortaleçam áreas naturais protegidas por meio de propostas inovadoras, replicáveis e economicamente viáveis, além de trazer resultados aplicados à conservação da natureza. As soluções devem atender a um dos dois desafios: contribuir para a sustentabilidade financeira e a proteção da biodiversidade por meio do turismo de natureza ou desenvolver estratégias de conservação que promovam a segurança hídrica.

A ação é da Fundação Boticário de Proteção à Natureza; Governo do Estado, por meio da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (FA) e Superintendência Geral da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti); em parceria com Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fagep).

De acordo com a gerente de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário, Marion Silva, o turismo em áreas naturais é uma atividade catalisadora de desenvolvimento econômico aliada à conservação da natureza, uma ferramenta importante de sustentabilidade financeira e proteção dessas regiões.

“Além disso, áreas naturais conservadas são fundamentais para a segurança hídrica. Elas têm a capacidade de atuarem como filtros de sedimentos e resíduos, garantindo maior qualidade e regularidade na oferta de água”, completa, destacando a importância de projetos de conservação e restauração ecológica.

INSCRIÇÕES – Interessados devem inscrever suas propostas de solução via formulário (AQUI) e indicar a região na qual pretendem atuar. Propostas executadas no Nordeste de Goiás terão apoio de até R$ 1 milhão (Fapeg e Fundação Grupo Boticário); na Bahia, serão até R$ 600 mil (Fapesb) e Fundação Grupo Boticário); no Paraná, o valor é de até R$ 1 milhão (FA e Fundação Grupo Boticário). Propostas para outras regiões do Brasil contarão com apoio de até R$ 1 milhão da Fundação Grupo Boticário.

A participação é gratuita. As propostas inscritas serão analisadas por uma banca composta por especialistas e representantes indicados pelas instituições organizadoras. As melhores soluções seguirão para uma etapa de detalhamento e mentoria e, depois, passarão por nova análise para concorrer ao apoio financeiro. O resultado final está previsto para dezembro de 2022.

“É com muita satisfação que lançamos mais uma chamada pública em parceria com a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, pois é uma das maneiras pelas quais podemos contribuir com o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação do Paraná em áreas de sustentabilidade, proteção  e conservação da natureza”, afirma o diretor científico, tecnológico e de inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa.

ORIENTAÇÃO – Na última quarta-feira (25), as instituições organizadoras do processo promoveram uma live no YouTube para esclarecer dúvidas sobre os desafios e sobre toda a dinâmica da Teia de Soluções. Para assistir ao conteúdo basta acessar AQUI. O gerente de projetos da Fundação Araucária Nilceu Jacob Deitos representou a instituição na live.

Serviço:

Chamada – Teia de Soluções

Inscrições: até 02 de junho de 2022

Mais informações e inscrições em https://chamada.teiadesolucoes.com.br/

 

 

 

 

 

 

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Programa de inovação da Copel consolida atuação junto com as energy techs

A primeira edição do programa de inovação aberta Copel Volt encerrou nesta terça-feira (31) com as demonstrações de resultados dos cinco projetos selecionados.

O evento aconteceu na sede da Companhia, em Curitiba, depois de um ano intenso de mergulho na cultura inovadora. 

O programa durou um ano e mais de 200 startups dos cinco continentes se inscreveram nos oito desafios que a Companhia identificou como oportunidades de negócio: relacionamento com o cliente, energia e além da energia, processos internos inovadores, energia limpa e novas matrizes energéticas, novos modelos de negócio, eletromobilidade, gestão de ativos e instalações, e armazenamento de energia. 

Foram 12 meses de criação e desenvolvimentos inovadores e tecnológicos em projetos que utilizaram o que há de mais avançado em soluções na área de energia para inovação aberta. Times multidisciplinares da Copel mergulharam na cultura de inovação durante este processo, passando por capacitações específicas para as fases de seleção de projetos e mentoria. 

Inovação aberta é a sistemática que tem como objetivo melhorar o desenvolvimento de produtos ou serviços, aumentando a eficiência dos processos de desenvolvimento e inovação das organizações, com menor prazo, menor custo, ou agregando novos serviços por meio de parcerias com diferentes entidades, como startups, instituições de ensino ou institutos tecnológicos.  

As provas de conceito foram avaliadas por uma banca e poderão gerar novos modelos de negócios, levando em conta a possibilidade de execução, o grau de inovação do projeto e o impacto que a parceria pode trazer ao mercado. A análise agora segue para procedimento interno de governança na Companhia. 

ENCERRAMENTO – O encerramento teve a participação do presidente do Conselho de Administração da Copel, Marcel Malczewski, que parabenizou a empresa pelo senso de oportunidade. “É o timing perfeito para a Copel investir em negócios inovadores e que envolvem muita tecnologia”, salientou. 

Para o presidente da Copel, Daniel Slaviero, o momento marca uma fase disruptiva da Companhia. “Nós estamos vivendo um momento único, seja pela abertura do mercado ou pelas empresas com novas tecnologias que estão melhorando o acesso dos consumidores aos geradores de energia limpa”, afirmou. 

A jornada do Copel Volt foi apresentada pelo diretor de Desenvolvimento de Negócios da Copel, Cássio Santana da Silva, que destacou o momento histórico de fomento de parcerias da Companhia com startups de energia – as energy techs. “Assim como existem as fintechs, do mercado financeiro, e as health techs, da área da saúde, a Copel também se posiciona na vanguarda da inovação ao firmar relacionamento com startups do setor energético", afirmou. 

O evento teve ainda uma parte de formação para os participantes, com as palestras de Renata Ramalhosa, CEO da Beta-i, a consultoria que guiou toda a jornada de inovação do Copel Volt, e de Fabio Luiz Biagini, Venture Capital Manager do BNDES. 

As startups finalistas desta edição foram:  

Move: startup brasileira que atua com desenvolvimento de soluções tecnológicas para gestão e controle de recargas de veículos elétricos. O projeto foi de expansão da eletrovia da Copel no Paraná, com integração de todos os eletropostos em única plataforma de gestão e interação com usuários por meio de aplicativo para realização e cobrança de recarga.   

CUBi: plataforma de governança energética para indústrias que monitora dados, analisa resultados e indica potenciais de economia de energia. Por meio da implementação de plataforma de governança, demonstrou a capacidade de escalar análises e alavancar oportunidades de economia na indústria e nos negócios para a Copel. No projeto, foram diagnosticados R$ 16 milhões em potencial de economia.   

NEX Energy: startup brasileira, de Curitiba, com a missão de ajudar empresas brasileiras a economizarem na conta de luz, por meio de energia limpa, tecnologia e um atendimento mais humanizado. O negócio permite que as empresas cadastradas consigam até 20% de economia por meio do aluguel de uma usina 100% renovável da Copel - como usinas solares e eólicas. A iniciativa é destinada a empreendimentos de qualquer região do Paraná que registram despesas entre R$ 1 mil e R$ 20 mil com a fatura de luz.   

Prescinto: startup da Índia que atua com inteligência artificial para identificar e sugerir ações de melhoria de desempenho na geração em usinas de energia limpa. O projeto analisa os dados históricos de energia limpa da Copel, coletados das usinas, para entregar uma proposta de gestão que amplie o desempenho das plantas.   

Watt-is: startup de Portugal que traduz dados de medição inteligente em informações valiosas para melhorar a experiência do consumidor, especialmente em termos de uso eficiente de energia. O sistema analisa, por meio de inteligência artificial, os dados de consumo de energia de cerca de 5 mil unidades consumidoras do Paraná que já tenham medidores inteligentes instalados.  

Mais informações: www.copelvolt.com 

 

 

 

 

 

 

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