A Secretaria de Estado da Fazenda e a Receita Estadual arrecadaram no mês de janeiro R$ 1,9 bilhão com os pagamentos do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2,3 milhões de contribuintes – quitados à vista ou na primeira parcela. O número representa 50% da frota, estimada em 4,6 milhões de carros.
De acordo com o relatório, ainda parcial, cerca de R$ 1,43 bilhão foram pagamentos à vista. Eles englobaram 1,1 milhão de veículos tributados. Outros 1,2 milhão de proprietários de veículos quitaram R$ 375 milhões referentes a primeiras parcelas. Os dados fornecidos pela Inspetoria Geral de Arrecadação são referentes à última sexta-feira (28).
O IPVA é uma das principais fontes de arrecadação tributária do Paraná. Está atrás apenas do apenas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).
Do total arrecadado, são descontadas as destinações constitucionais (como o Fundeb) e o valor restante é repartido em 50% para os municípios de licenciamento dos veículos e os outros 50% para o Estado. A arrecadação é utilizada para custear os investimentos públicos em educação, saúde, segurança e transporte.
INADIMPLÊNCIA – Quem ainda não pagou o IPVA deve regularizar a situação para não ficar com pendência fiscal. Para pagar a parcela em atraso, o procedimento é o mesmo: basta acessar o Portal do IPVA e solicitar a emissão de guia de pagamento ou pagar diretamente nos bancos credenciados, com o número do Renavam do veículo. Também está disponível no portal a opção para quitação total em parcela única, sem desconto.
O contribuinte que deixa de recolher o imposto no dia fica sujeito a uma multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 30 dias, o percentual da multa é fixado em 10% do valor do imposto. Logo, quanto antes for feita a regularização, menor a multa que será cobrada.
Permanecendo a inadimplência, o débito poderá ser inscrito na Dívida Ativa, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, o que o impede de aproveitar eventual crédito no programa Nota Paraná e resulta em outros impedimentos, como o nome “negativado” junto aos órgãos de proteção ao crédito, dificuldade de acesso a empréstimos e outras modalidades de crédito, além do impedimento de assumir cargo público.
A inadimplência do IPVA também impossibilita obter o CRLV – Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo. Após o vencimento do licenciamento, que é definido pelo Detran/PR, o veículo estará em situação irregular perante a legislação de trânsito, e o proprietário poderá sofrer as sanções previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), inclusive com a apreensão do veículo.
Calendário de vencimento das próximas parcelas:
Placas com finais 1 e 2 - 17/02, 17/03, 18/04, 17/05
3 e 4 - 18/02, 18/03, 19/04, 18/05
5 e 6 - 21/02, 21/03, 20/04, 19/05
7 e 8 - 22/02, 22/03, 22/04, 20/05
9 e 0 - 23/02, 23/03, 25/04, 23/05
Por - AEN
A Celepar marcará presença mais uma vez no Show Rural, evento voltado ao agronegócio e realizado anualmente em Cascavel.
A empresa terá um estande destinado ao atendimento a prefeitos, que poderão conhecer soluções tecnológicas voltadas aos municípios. Além disso, patrocinará mais uma edição do Pitch Celepar, ação que busca conectar boas ideias e serviços à sociedade paranaense.
“Este renomado evento é uma grande oportunidade para trazermos a nossa experiência no desenvolvimento de soluções ao cidadão, e, ao mesmo, tempo, prospectarmos novas parcerias. Essa aproximação se faz necessária para entendermos as necessidades tanto das prefeituras, quanto do nosso ecossistema de inovação, e, assim, pensarmos em novos serviços para a população”, afirmou o presidente da Celepar, Leandro Moura.
A Celepar estará presente na Arena Hackathon Paraná, área idealizada junto com a Sanepar e a Fomento Paraná. A empresa de tecnologia promoverá o Pitch Celepar e também é corresponsável pela atração Sharks no Agro, na praça de inovação, oportunidade em que os empreendedores do reality Shark Tank Brasil falarão sobre o mercado, posicionamento e estratégia de startups e empresas “unicórnios”.
“Ficamos muito contentes em possibilitar a vinda de grandes mentes empreendedoras do Shark Tank Brasil, para nos inspirar a enxergar novos caminhos para entendermos como melhorar a vida da sociedade e perceber as tendências de mercado”, celebrou Moura.
PITCH CELEPAR – O Pitch Celepar busca conectar o Estado com o ecossistema de inovação do Paraná, num formato em que ideias empreendedoras são avaliadas e podem evoluir para novas soluções de empresas que elevem a qualidade de vida do cidadão paranaense. As apresentações iniciarão dia 09 de fevereiro. As inscrições encerraram no dia 31 de janeiro. Saiba mais AQUI.
EVENTO – O Show Rural Coopavel acontece de segunda a sexta-feira, 7 a 11 de fevereiro de 2022, em Cascavel, no Oeste do Paraná. O acesso ao parque e o uso do estacionamento é gratuito. Para a segurança de todos, serão observadas regras sanitárias durante todo o evento. Mais informações sobre o evento no site www.showrural.com.br.
Por - AEN
O Estado ultrapassou a marca de 20 milhões de doses aplicadas de vacinas contra a Covid-19 nesta quinta-feira (3). De acordo com a plataforma Localiza SUS, do Ministério da Saúde, 20.307.452 de pessoas receberam a primeira e segunda doses, dose de reforço ou adicional.
Neste primeiro ano e 16 dias de vacinação, desde o início da campanha, foram administradas mais de 9 milhões de primeiras doses e 8,4 milhões de segundas doses ou doses únicas. Já são 2.383.429 doses de reforço.
Os adultos entre 35 a 39 anos estão no grupo com maior número de aplicações: 1.763.491 pessoas compareceram aos postos e unidades de saúde. Deste total, 798.734 são D1 e 718.598 D2.
A dose adicional foi aplicada em 192.575 pessoas com alto grau de imunossupressão, como por exemplo as com imunodeficiência primária grave, HIV ou Aids e ainda, que realizam quimioterapia para câncer e transplantados.
“Um gesto feito mais de 20 milhões de vezes por profissionais da saúde, em todos os municípios do Estado. Uma força tarefa, sem dúvida. Continuamos vacinando e defendemos essa atitude, pois no momento é a única defesa que temos para nos protegermos do vírus”, enfatizou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Os casos confirmados da Covid-19 aumentaram nos últimos dias, mas muitas pessoas tiveram sintomas mais leves e quem foi infectado pela segunda vez notou a eficácia das doses aplicadas, com uma recuperação mais rápida e quadro mais leve da doença”.
ADOLESCENTES – A vacinação na faixa etária de 12 a 17 teve início em setembro de 2021. Do total de 936.296 adolescentes, 85,5% receberam a primeira dose. São 800.665 jovens com a D1 e 476.293 com a D2.
CRIANÇAS – Um levantamento preliminar da Sesa realizado junto às Regionais de Saúde apontou que 133.700 doses pediátricas já foram aplicadas no Paraná, entre os dias 15 a 31 de janeiro. O número é maior do que os dados disponíveis na plataforma do MS por causa das instabilidades da base nacional do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e atrasos na notificação.
IMUNIZANTES – Dos quatro imunizantes utilizados contra o SARS-CoV-2, a vacina CoronaVac foi a primeira a ser aplicada no Paraná. Desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, que foi parceiro do Instituto Butantan nos testes e na produção, a vacina atendeu aos primeiros da fila das prioridades e protegeu grupos de maior risco, com 21,2% de utilização em relação aos demais.
A partir de março de 2021 chegaram aos postos de vacinação as doses da AstraZeneca, representando 34,1%, e ainda a Janssen (2,4%), fabricada pelo braço farmacêutico da Johnson & Johnson. No ranking das vacinas mais utilizadas está a da Pfizer/BioNTech, com 42,3%.
“A eficácia de cada uma dessas vacinas está comprovada. Confiar na ciência e nos novos estudos científicos é fundamental para combater esse vírus, que modificou nossa rotina e resultou em muita tristeza às famílias”, completou Beto Preto.
DESTAQUE NACIONAL – No comparativo nacional, o Paraná aparece como um dos estados que mais vacina. De acordo com o consórcio dos veículos de imprensa, o Paraná tem 72% da população imunizada com duas doses ou a dose única, sendo referência ao lado de São Paulo, Minas Gerais, Piauí e Mato Grosso do Sul.
Por - AEN
As exportações cresceram 17% em 2021 no Paraná. Foram transportados US$ 19 bilhões em produtos para o mercado externo, contra US$ 16,2 bilhões em 2020.
No caminho inverso, as importações aumentaram 42% (de US$ 11,8 bilhões para US$ 16,9 bilhões). Com isso, a balança comercial fechou o ano passado de maneira positiva, com saldo de US$ 3,1 bilhões. Os dados constam em um levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), construído a partir da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia.
Nas exportações, a liderança dos produtos foi de soja em grãos (US$ 4,6 bilhões), seguida de carne de frango in natura (US$ 2,7 bilhões), farelo de soja (US$ 1,3 bilhões), açúcar (US$ 842 milhões), madeira compensada (US$ 803 milhões), celulose (US$ 610 milhões), papel (US$ 591 milhões) e automóveis (US$ 549 milhões). Soja representa 24% da pauta estadual e o mercado de frango, 14,6%, com crescimento de 0,7 pontos percentuais em relação a 2020.
Os maiores ganhos proporcionais na exportação em relação ao ano da chegada da pandemia foram em derivados de petróleo (186%), máquinas e aparelhos de terraplanagem (108%), madeira compensada (86%), móveis e mobiliário médico-cirúrgico (79,9%), painéis de fibras ou de partículas de madeira (79,2%) e autopeças (60,9%). A única variação negativa foi no comércio de café solúvel (-11%).
No caminho da importação, adubos e fertilizantes (US$ 1,9 bilhão), produtos químicos e orgânicos (US$ 1,2 bilhão), óleos e combustíveis (US$ 1,1 bilhão) e autopeças (US$ 1,09 bilhão) lideraram os indicadores absolutos. Proporcionalmente, os maiores aumentos entre 2020 e 2021 foram em veículos de carga (161%), cereais (112%), materiais eletrônicos (83%) e adubos e fertilizantes (64%) – esse último agora representa 11% do total importado.
"Se fala muito de balança positiva, o que é importante, mas as importações de insumos também apontam uma retomada da economia. O que extraímos dos dados é que o agronegócio teve um ano muito forte, mesmo diante da crise, da pandemia e de restrições internas, por causa da demanda internacional. Isso mostra um poder de interiorização do desenvolvimento, porque essa produção demanda transporte, armazenamento, e os recursos circulam no comércio local, com reinvestimento do agricultor em máquinas e equipamentos", afirmou o economista Francisco Castro, do Ipardes.
Ao longo de 2021 o Paraná negociou seus produtos com mais de 200 países. O principal parceiro comercial segue sendo a China, com US$ 5,4 bilhões no sentido exportação. Na sequência estão Estados Unidos (US$ 1,5 bilhão), Argentina (US$ 964 milhões), México (US$ 612 milhões), Holanda (US$ 580 milhões) e Paraguai (US$ 549 milhões). A maiores evoluções proporcionais ocorreram no comércio bilateral com Vietnã (96%), Peru (95%), Chile (85,7%) e México (80,1%) – esse último foi o principal comprador de automóveis do Paraná.
Em 2020, o Paraná comprou da China (US$ 4 bilhões), Estados Unidos (US$ 1,8 bilhão), Argentina (US$ 1,1 bilhão), Paraguai (US$ 927 milhões) e Alemanha (US$ 907 milhões). A principal diferença foi no comércio com a Nigéria (903%), ligada à importação de óleo de petróleo.
"O setor industrial também tem crescido no Paraná. Nossa pauta envolve produtos primários, mas frango e açúcar passam por processo de industrialização. O mesmo acontece com madeira, máquinas e veículos", completou Castro.
COMEÇO DE 2022 – E o ano de 2022 começou com tendência de manutenção desse cenário. A pauta de janeiro dos portos de Paranaguá e Antonina fechou com 4,15 milhões de toneladas de cargas transportadas, somando exportação e importação. O volume movimentado no primeiro mês é 15% maior que as quase 3,6 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2020 e o melhor janeiro da história dos portos.
Confira o relatório de importações e exportaçõese a relação dos países.
Por - AEN
Uma pesquisa do Procon-PR realizada entre os dias 26 e 28 de janeiro com mais de mil consumidores mediu a forma de consumo de telefonia celular no Paraná.
De acordo com o órgão, 55,6% utilizam as opções “controle” e “pré-pago”, nas quais o consumidor só paga quando utiliza, e 43,5% utilizam os serviços de telefonia na modalidade “pós-pago”, aquela em que o consumidor recebe faturas mensalmente
O restante (0,08%) afirmou não saber qual a modalidade do seu plano de telefonia celular. Das 1.100 respostas, apenas seis consumidores informaram não utilizar telefone celular.
Cerca de 56%, ou 612 entrevistados, tiveram acesso ao contrato no momento da contratação, mas somente 180 consumidores leram as condições contratuais. Outros 484 consumidores informaram que não tiveram acesso ao contrato no momento da contratação. Desses, 188 clientes buscaram esclarecimentos sobre as condições do serviço pelo aplicativo das operadoras ou internet.
A pesquisa apontou ainda que 456 consumidores (entre mais de mil) consideram as informações sobre seu plano (disponíveis nos aplicativos das operadoras) inacessíveis ou pouco claras. Além disso, 24,2% nunca consultaram as informações nos aplicativos.
De acordo com o estudo, 822 entrevistados afirmaram que já tiveram problemas com sua operadora, sendo que pouco mais da metade informou que as reclamações foram solucionadas de forma espontânea. O levantamento aponta que 348 clientes tiveram que buscar auxílio por meio de canais de denúncia (Procons, consumidor.gov.br e Juizados Especiais, por exemplo) para ter seu problema resolvido.
De acordo com o secretário Ney Leprevost, de Justiça, Família e Trabalho, a pesquisa aponta uma realidade preocupante. “A informação é um direito básico do consumidor e precisamos lutar por ela”, disse.
"As empresas precisam melhorar a oferta, mas a gente também precisa ler, se informar, e a gente não lê", completou Claudia Silvano, diretora do Procon-PR.
Diante desse quadro, o órgão vai expedir uma recomendação para as empresas que atuam no Paraná para buscar formas de melhorar a comunicação com os clientes, visando o cumprimento fiel dos contratos assinados.
Por - AEN
O Paraná recebeu mais 80.680 vacinas pediátricas da CoronaVac na noite desta quarta-feira (2).
Agora, o Estado soma 256.880 doses infantis recebidas apenas nesta semana. Os imunizantes do Instituto Butantan são parte do lote com 159.880 doses infantis destinados ao Estado, conforme a 83ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde e o 81º Informe Técnico.
Na tarde desta quarta-feira (02) o Estado já havia recebido 79.200 doses de CoronaVac. Além disso, também recebeu 97 mil doses pediátricas da Pfizer na terça-feira (01), conforme a 85ª pauta de distribuição do 83º Informe Técnico.
“Cada nova remessa de vacina é mais uma esperança de que logo possamos vencer essa pandemia. Quando falamos em doses pediátricas, a ansiedade e necessidade do imunizante aumentam, porque é um grupo novo que foi inserido agora na campanha”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
As novas doses desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 19h30 e foram encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para conferência e armazenamento até que sejam distribuídas.
“Pretendemos distribuir essas doses já nesta quinta-feira para que cheguem nos municípios e posteriormente no braço dos paranaenses o mais rápido possível”, disse Beto Preto.
Os imunizantes fazem parte de um pacote com 944.530 vacinas destinadas ao Estado nesta semana. Além das doses infantis, a Sesa recebeu 332.750 vacinas da AstraZeneca para dose de reforço (DR) na manhã desta quarta-feira e aguarda o recebimento de mais 354.900 doses da Janssen, também para DR da população adulta. As vacinas têm previsão para envio nesta quinta-feira (3) em dois horários: 9h30 e 13h50.
Por - AEN








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