Semana inicia com 8.939 vagas abertas nas Agências do Trabalhador do Paraná

A semana começa com 8.939 oportunidades de emprego nas 216 Agências do Trabalhador do Paraná. O maior número de vagas é para a indústria, com 2.081 postos de auxiliar de linha de produção em todo o Estado.

As agências de Curitiba e Região Metropolitana estão com 1.611 vagas abertas, a maior parte, 415, para operador de telemarketing. São, ainda, mais de 100 vagas para auxiliar de estoque e atendente de lanchonete. Na Capital, o setor de bares e restaurantes oferece oportunidades para contratação imediata: 12 para cozinheiro, nove para auxiliar de cozinha e quatro para barman.

Entre as agências do interior do Estado, a regional de Toledo lidera a oferta de postos de trabalho, com 1.632 vagas: 481 para auxiliar de linha de produção, 150 para abatedor de aves e 90 para abatedor de porcos. A regional de Cascavel vem em seguida, com 958 vagas, sendo 253 para auxiliar de linha de produção e 80 para açougueiro.

As regionais de Ibaiti, Guarapuava, Paranavaí e Toledo tem ofertas para a construção civil. Em Maringá e Paranaguá há ofertas para servente de serviços gerais na conservação de vias permanentes.

O setor Master Job Paraná, que oferece vagas para trabalhadores com curso superior, tecnólogo, técnico ou ainda estágio para estudantes de curso superior, disponibiliza as seguintes oportunidades: assistente operacional de logística, técnico em segurança no trabalho, médico neurologista, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, assistente de importação e exportação, técnico em secretariado e mecânico de manutenção, além de dez vagas para estagiários em administração.

QUALIFICAÇÃO – Paralelamente ao trabalho de busca ativas das vagas, a Secretaria da Justiça, Família e Trabalho está intensificando a qualificação dos trabalhadores com novos cursos das Carretas do Conhecimento. Um dos objetivos é atender às exigências das empresas que estão contratando.

“Qualificar os nossos trabalhadores é a melhor forma de aumentar a empregabilidade no Paraná. O Governo Ratinho Junior está empenhado em recuperar a economia do Estado nesse período pós-pandemia”, afirmou Rogério Carboni, secretário da Justiça, Família e Trabalho.

ATENDIMENTO – Os interessados devem buscar orientações entrando em contato com a unidade de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é para que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito no site da Secretaria (AQUI).

Confira as principais vagas disponíveis AQUI.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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Pandemia derruba procura por testes de HIV, mas Paraná dobra oferta nos municípios

O Paraná segue uma tendência que ocorre não só no País, como também no mundo: a queda no número da procura por testes para detecção do vírus HIV.

Com a pandemia da Covid-19, houve uma redução na procura por este serviço, assim como tantos outros da área. E essa queda impactou diretamente nos dados de novos casos de HIV nos dois últimos anos, que estão subnotificados.

A taxa de detecção de HIV por 100 mil habitantes no Paraná foi de 22,4 em 2019, 15,6 em 2020 e 18,1 no ano passado. Para a Aids, a taxa em 2019 foi de 9,7; em 2020 de 7,2, e 8,0 em 2021.

Mesmo nesse cenário há uma notícia positiva. A distribuição de testes rápidos para diagnóstico do HIV em 2021 (62.648) mais do que dobrou em relação a 2020 (25.839) e 2019 (27.959) no Paraná. Dessa maneira, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), por meio de ações e incentivo das intervenções em saúde, vem atuando de forma contínua no enfrentamento da doença.

“Essa redução já era esperada porque as ações e a atenção da população neste período estavam voltadas para a Covid-19 e muitas pessoas tinham medo ou receio em procurar outros serviços de saúde”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves. “Mas a testagem não deixou de ser ofertada e, inclusive, disponibilizamos autoteste para a realização em casa. Precisamos neste momento reorganizar essa área da saúde”.

AÇÕES – Em 2021, ano em que a infecção pelo HIV completou 40 anos, foi lançado um projeto-piloto no Brasil, coordenado pelo Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI)/Fiocruz/Proadi, para a reestruturação dos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs).

Neste primeiro momento o Paraná foi contemplado para receber o projeto de assessoria técnica, implantado na 3ª Regional de Saúde, no município de Ponta Grossa, nos Campos Gerais. No início deste mês foi realizada uma primeira reunião presencial com os técnicos do DCCI/MS/ Fiocruz/Proadi para consolidação dos trabalhos de reorganização e reestruturação estaduais, firmando o compromisso de ampliação para os demais CTAs do Estado.

 “É de extrema relevância a reestruturação dos CTAs de forma que possam atuar integralmente, como pontos de atenção, prevenção e de vigilância em saúde, articulados com a Atenção Primária, visando responder às necessidades das pessoas acometidas por esses agravos já citados”, disse a chefe da Divisão de Doenças Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCIST), Mara Carmen Ribeiro Franzoloso.

HIV – HIV é a sigla em inglês para “vírus da imunodeficiência humana”. A infecção por esse vírus pode levar a uma doença conhecida como síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids, em inglês). O HIV ataca as células responsáveis pelo sistema imunológico em humanos, podendo deixar os infectados com a saúde muito debilitada.

Ser infectado pelo HIV, no entanto, não significa desenvolver Aids. O vírus da imunodeficiência humana é classificado como um retrovírus, que possui um período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença.

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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Estado vai reforçar força-tarefa que investiga ataques criminosos em Guarapuava

O Governo do Estado vai reforçar a força-tarefa que investiga os ataques criminosos ocorridos em Guarapuava, na Região Central do Paraná, durante o feriado da Páscoa, entre a noite de domingo (17) e a madrugada de segunda-feira (18).

Um grupo especializado, de Curitiba, se juntará à operação a partir de segunda (25), ampliando a integração entre as forças de segurança em busca da resolução do caso. 

Atualmente, a força-tarefa é composta pelas polícias do Paraná (Civil, Militar e Científica), Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, além de Polícias Civis de outros estados. A informação foi confirmada pelo delegado Rubens Miranda, chefe da Subdivisão da Polícia Civil do Paraná (PCPR) em Guarapuava, durante entrevista coletiva nesta sexta-feira (22).

“Esse reforço vem para se somar com os policiais que já estão aqui, em campo, em busca da elucidação deste caso. É o momento de união de esforços para termos êxito na prisão desses bandidos que formam essa quadrilha”, destacou o delegado. “Não vamos sair de Guarapuava enquanto não avançarmos com as prisões”.

Além do reforço no contingente de policiais, com operações diárias em campo, Miranda explicou que a força-tarefa conta com a tecnologia disponibilizada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) na produção de provas para identificação dos assaltantes. Com apoio da Polícia Científica, todo o material biológico recolhido está sendo analisado em Curitiba.

Além disso, técnicos estão se dedicando em período integral à avaliação das imagens do circuito interno de segurança da transportadora de valores atacada pela facção. Em razão da grande quantidade de objetos, a expectativa é que o resultado dos exames fique pronto no começo da próxima semana.

Essa metodologia é essencial para saber se duas pessoas detidas, ouvidas pela polícia e posteriormente liberadas durante a semana, tiveram algum tipo de participação na tentativa de assalto. “Com os laudos e exames em mãos, vamos poder cruzar informações para chegar aos autores”, disse Miranda.

O delegado informou ainda que as investigações até o momento apontam para liderança de uma organização nacional, com olheiros locais que ajudaram no planejamento do crime. Segundo ele, a facção chegou à cidade bem próximo ao horário de início da tentativa de assalto, por volta das 22 horas de domingo, e se dividiu em duas partes – uma atacou o 16º Batalhão da Polícia Militar de Guarapuava e a outra ficou responsável pelo assalto à transportadora.

“Estamos falando de uma organização criminosa que transcende Guarapuava e o Paraná, por isso é uma investigação que demanda tempo para chegar a uma solução. É complexo, mas podemos dizer neste momento que a chefia desta quadrilha é de fora do Paraná, com a atuação de pessoas do Estado”, afirmou o delegado.

BUSCAS – A Secretaria de Estado da Segurança Pública confirmou que 12 veículos usados pelos bandidos já foram localizados (quatro deles queimados e usados como barreiras pelos criminosos), além de nove armas (entre .50 BMG, 7,62, 5,56 e calibre 12 Combat); uma pistola Glock 9 mm com seletor de rajada; um carregador de AK 47; munições; capacetes e coletes balísticos; balaclavas, facas, celulares e lanternas; placas de veículo frias; e R$ 1,4 mil em espécie.

Um morados da cidade dois policiais militares e ficaram feridos durante a ação – um deles, o cabo Ricieri Chagas segue internado em estado grave.

Na ocasião, os criminosos atacaram a transportadora de valores e o 16º Batalhão de Polícia Militar, distantes por cerca de três quilômetros, ao mesmo tempo, numa tentativa de ganhar tempo para o assalto, o que foi frustrado pela reação das forças de segurança, que trabalharam para retirá-los da cidade. Eles também atearam fogo em caminhões em rodovias.

 

 

 

 

 

 

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Ouvidoria Geral da Saúde do Paraná bate recorde em atendimentos e tempo de resposta

A Ouvidoria Geral da Saúde do Paraná bateu recorde de atendimento aos usuários do SUS em 2021, chegando a 78.677 manifestações, com resposta em sete dias, em média.

A evolução tem sido constante nos últimos anos. O desempenho de 2021 representa aumento de mais de 160% em relação a 2018, que registrou 30.329 atendimentos, com um tempo médio de resposta de 38 dias; e de 110% em relação a 2019, quando houve 37.479 manifestações, com 30 dias para a resposta. Em 2020 foram 48.115 atendimentos – o tempo de resposta caiu pela metade, ficando em 15 dias. Os números são da Celepar.

Em 2022, desde o início do ano até a primeira semana de abril, a Celepar contabilizou 18.676 manifestações e cinco dias para a resposta. “Os dados apresentados mostram que a Ouvidoria da Saúde atendeu mais do que o dobro das manifestações e reduziu em cinco vezes o tempo médio de resposta”, diz o secretário de Estado da Saúde, César Neves. “Esse é um dado importantíssimo, pois por meio desta troca de informações com a população é possível aprimorar os serviços de saúde em todo Estado do Paraná”, afirma.

ATENDIMENTO - O serviço do Sistema Único de Saúde tem como objetivo ser a ponte entre o usuário SUS e a gestão pública da saúde. No Paraná são mais de 500 ouvidores distribuídos pelos 399 municípios. Todo cidadão usuário do SUS pode participar com elogios, sugestões, solicitações, reclamações e denúncias.

DESINFORMAÇÃO – Um dos maiores destaques deste setor foi com o Centro Avançado de Informações (CAI), direcionado ao combate da desinformação e fake news sobre o novo coronavírus. A equipe reforçada por alunos bolsistas e servidores garantiu a orientação e esclarecimentos a cerca de 33.864 pessoas, somente sobre os assuntos relacionados à Covid-19.

Além dos atendimentos, a equipe da ouvidoria também garantiu agendamento de testes PCR-RT e testes rápidos para servidores estaduais.

TREINAMENTO – Durante o ano de 2021, a ouvidoria realizou 201 capacitações para as Regionais de Saúde e unidades hospitalares, além de três encontros macrorregionais, resultando em uma troca de experiências entre os participantes na área de Ouvidoria de Saúde Pública.

Também foram promovidas capacitações nas Ouvidorias dos Consórcios Intermunicipais de Saúde – CIS, trabalhando em conjunto com o Núcleo de Descentralização do SUS.

MANIFESTAÇÕES – Todo cidadão pode registrar manifestação na Ouvidora Geral do SUS no Paraná. Para isso, pode utilizar o whatsapp (41) 3330-4414, ligar para 0800 644 44 14 ou 155 e, ainda, acessar o site da Ouvidoria.

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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