Participação de atletas no Paraná Bom de Bola aumenta 53% em 2022

A participação de atletas na competição Paraná Bom de Bola, que teve sua primeira edição em 2021, cresceu 53% na segunda edição, iniciada em maio este ano. Foram 6.534 atletas competidores no ano de lançamento e cerca de 10 mil em 2022.

A competição organizada pelo Governo do Estado, por meio da Superintendência do Esporte, engloba disputas entre seleções municipais em diferentes faixas etárias, em única modalidade, em suas diversas categorias, além de desenvolver o futebol feminino.

Para o diretor de Esportes da Superintendência Geral do Esporte, Cristiano D'el Rei, o resultado já foi considerado muito bom na edição passada, por ser o ano de lançamento e em meio à pandemia. “A competição só teve a fase regional por conta da impossibilidade de utilizar os alojamentos e refeitórios com um volume grande de pessoas e, mesmo assim, a participação foi bastante significativa”, disse.

Neste ano, mesmo com a previsão de mais equipes com o abrandamento da Covid-19, os números superaram as expectativas. “São cerca de 10 mil atletas nas disputas, uma forma de fomentar significativamente a atividade esportiva, incentivar a modalidade e desenvolver a categoria feminina”, completou.

BALANÇO – Na 1ª edição, o Paraná Bom de Bola contou com 300 equipes, sendo 24 no feminino e 116 no masculino sub-16, 116 equipes no sub-21 e 44 no master 50+, somando 6.534 atletas de 127 cidades.

Guaratuba, Carambeí, Cornélio Procópio, Florestópolis, Marialva, Umuarama, Goioerê, Planalto, Coronel Vivida, Guarapuava, Marechal Cândido Rondon e Jardim Alegre foram as 12 cidades-sede. O evento esportivo seguiu os protocolos sanitários, com diretrizes respeitadas por todos os envolvidos nas competições: staff, atletas, dirigentes, arbitragem e toda a comunidade esportiva do Estado.

A 2º edição, iniciada em maio deste ano, ocorre também em 12 cidades-sede: Campo Largo, Tibagi, Ribeirão do Pinhal, Cambira, Sarandi, Iporã, Boa Esperança, Corbélia, Verê, Quedas do Iguaçu, Missal e Marilândia do Sul, com participação de 167 municípios. São mais de 10 mil atletas das categorias sub-16 (feminino e masculino), sub-21 (masculino) e master (masculino). Ao todo, serão 357 equipes competindo – 327 masculinas e 30 femininas.

A fase regional, que terminou no dia 5 de junho, foi dividida em quatro fins de semana. Os resultados podem ser conferidos AQUI.

Os campeões da fase regional vão disputar a fase macrorregional, entre os dias 29, 30 e 31 de julho, em São Mateus do Sul, Arapongas, Moreira Sales e Palotina. A fase final acontecerá entre os dias 10 e 15 de novembro no município de Goioerê.

Cristiano alerta que os cuidados contra a Covid-19 continuam sendo tomados em todas as etapas do Paraná Bom de Bola. “Seguimos com a proposta de avançar para as macrorregionais esse ano, onde os atletas ficarão hospedados nos alojamentos, mas ainda com todo cuidado e seguindo os protocolos, que exigem o uso de máscaras e álcool em gel”, explica o diretor de Esportes.

O coordenador dos Jogos de Rendimento do Paraná, Emerson Venturini “Milico” está com uma expectativa muito positiva para os próximos anos. “Esse ano tivemos um acréscimo de 30% no número de municípios inscritos em relação ao ano de 2021. É um indicador de que a competição recém-criada já é um sucesso”, afirma.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

Hashtag:
 Líder nacional na produção de cevada, Paraná inicia plantio em 74 mil hectares

Os produtores de cevada do Paraná iniciaram este mês o plantio da gramínea típica do período de inverno.

O Paraná é o principal produtor do País, responsável por cerca de 70% do abastecimento nacional. Dados do início da safra são apresentados pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), no Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária referente ao período de 3 a 9 de junho.

De acordo com o último levantamento de estimativa de safra do Deral, divulgado no fim de maio, a cultura da cevada deve ocupar área aproximada de 74 mil hectares. Neste início de mês, pelo menos 5% já estão semeados. O mesmo prognóstico aponta colheita de 345,8 mil toneladas. Se houver confirmação, o crescimento será de cerca de 17% em relação às 296,8 toneladas do ano passado.

A região de Guarapuava (Centro-Sul) é a que mais se destaca em produção dentro do Estado. Em 2021, foi responsável por 64% da colheita. Dos 45,5 mil hectares plantados saíram 188,8 mil toneladas de grãos com excelente qualidade. Agora, apesar de a área prevista nessa região ser de 44 mil hectares (redução de 3%), a produção pode chegar a 222,2 mil hectares, segundo a última estimativa. Assim que as chuvas reduzirem, o plantio ganha força no núcleo de Guarapuava.

TRIGO, FEIJÃO E MILHO – As chuvas nas regiões Sudoeste e Sul do Estado também impediram aceleração maior no plantio do trigo. No entanto, ainda que atrasem momentaneamente esse processo, elas podem gerar ótimas condições para o desenvolvimento do cereal assim que as semeadoras retornarem ao campo.

Para os produtores de feijão, as chuvas interromperam ou trouxeram maior lentidão à colheita. Até agora, 67% da produção já foi retirada do campo. A previsão é que o restante seja colhido nos próximos 15 dias. No entanto, segundo os produtores, as condições de umidade podem resultar em redução na produtividade e na qualidade do feijão.

O boletim registra ainda que 26% da área de 2,7 milhões de hectares semeada com milho de segunda safra no Estado atingiu a fase de maturação. Isso garante mais proteção diante de eventuais geadas e, em consequência, a manutenção da previsão atual em relação à produtividade. No entanto, o restante ainda está sujeito a um impacto maior, a depender das condições climáticas.

SUÍNOS E OVOS – O documento registra, ainda, que o Paraná, segundo maior produtor de suínos do Brasil, foi responsável por 263,2 mil toneladas de carne suína no primeiro trimestre do ano. Isso representa aumento de 9% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No Brasil, o aumento foi de 7%, com produção de 1,2 milhão de toneladas.

Em ovos e ovoprodutos, o Brasil conseguiu expressivo aumento de 68,8% em exportações, quando se compara 2021 a 2020, saindo de 15.140 toneladas para 25.557 toneladas. O faturamento aumentou de US$ 47,9 milhões para US$ 76 milhões (58,7% a mais). No Paraná, segundo maior exportador, a elevação foi de 35,2% em volume, chegando a 6.398 toneladas em 2021, e de 42,8% em faturamento, com a entrada de US$ 22,8 milhões.

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

Hashtag:
 Renda Agricultor Familiar fica em 3º lugar no Prêmio Estratégia ODS 2022

O programa Renda Agricultor Familiar conquistou a 3ª colocação na categoria de práticas do setor público do Prêmio Estratégia ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) 2022.

A cerimônia foi realizada nesta terça-feira (7), em São Paulo (SP). O projeto do Governo do Estado é um dos eixos do programa Nossa Gente e recebeu investimento de R$ 18 milhões para atender 6.944 famílias dos 156 municípios do Paraná que possuem os indicadores sociais e econômicos mais críticos.

Além do prêmio, houve a entrega de um certificado de boas práticas. “São reconhecimentos da soma de esforços proporcionados pelo Governo do Estado, que apoia as famílias que mais precisam com bons programas sociais, como o Renda Agricultor Familiar”, afirmou Rogério Carboni, secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), pasta responsável pela coordenação do programa Nossa Gente Paraná.

A execução do projeto é realizada pela Secretaria de Agricultura e do Abastecimento (Seab) e Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná). “É um modelo vitorioso, com sensibilidade social e que ganha força, reconhecimento, e proporciona às famílias um projeto de vida melhor, com o esforço de toda a nossa equipe. As parcelas vulneráveis da população precisam desse olhar mais atencioso”, disse o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Prefeituras dos municípios que participam da ação também são parceiras, por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). Os recursos do programa são fruto de um contrato com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e de contrapartida via Tesouro do Estado e Fundo Estadual de Combate à Pobreza.

“Ficamos em terceiro lugar das 236 práticas inscritas pelos bons resultados do programa e por estar alinhado aos objetivos de desenvolvimento sustentável. Essa conquista é do Governo do Estado compartilhada com os municípios parceiros e principalmente com as famílias contempladas que fazem com que este seja um grande projeto de muito sucesso” destacou Everton de Oliveira, representante da Unidade Técnica do Nossa Gente Paraná da Sejuf, que recebeu o prêmio.

O coordenador do Renda Agricultor Familiar na Seab, Jefferson Meister, destacou que essas ações são essenciais para o desenvolvimento rural. "O programa contribui para levar saneamento básico e segurança alimentar às famílias", disse.

COMO FUNCIONA – O projeto consiste em um trabalho de assistência técnica e extensão rural, realizado por um extensionista do IDR-Paraná. Este profissional desenvolve com a família atendida uma unidade produtiva familiar, que pode abranger atividades em três áreas: saneamento básico (construção ou melhoria de banheiro, proteção de fontes, destinação adequada das águas usadas), produção para autoconsumo (avicultura, horticultura, fruticultura, entre outros) e apoio a processos produtivos (geração de renda por meio de atividades agrícolas e não agrícolas).

Para subsidiar essas atividades, cada família recebe um auxílio financeiro de R$ 3 mil, divididas em três parcelas de R$ 1 mil. O projeto é focado nos 156 municípios prioritários de regiões com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), direcionado para famílias rurais com renda per capita mensal de até R$ 210. Elas devem estar cadastradas no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal.

PRÊMIO – A Estratégia ODS é uma coalizão que reúne organizações representativas da sociedade civil, setor privado, governos e academia com o propósito de ampliar e qualificar o debate a respeito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil e de mobilizar, discutir e propor meios efetivos de implementação para essa agenda.

É coordenada por um comitê gestor formado pela Agenda Pública, Frente Nacional de Prefeitos, Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Programa Cidades Sustentáveis (PCS), Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE), Fundación Avina, Fundação Abrinq e Pacto Global.

A Sejuf aderiu recentemente à rede por meio de Termo de Adesão assinado pelo secretário Rogério Carboni, manifestando o compromisso da Secretaria com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, uma agenda adotada pela cúpula das Nações Unidas.

SEGUNDO PRÊMIO – O projeto Renda Agricultor Familiar foi vencedor em 2019 do Prêmio SESI ODS, em âmbito estadual. Outra ação do Programa Nossa Gente Paraná, o projeto Caixa d'Água Boa foi vencedor do Prêmio SESI ODS 2021.

CURSO DE SMARTPHONE – Outro projeto paranaense reconhecido na premiação desta terça-feira foi o programa de Inclusão Social e Digital da Pessoa Idosa – Curso Básico de Smartphone, voltado a pessoas idosas. Ele ficou entre os dez melhores projetos da categoria Empresa Pública e Privada, entre as 238 iniciativas inscritas em todo o Brasil.

Este curso é promovido em uma parceria entre Sejuf e Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). Retomado de forma presencial em fevereiro de 2022, nos três primeiros meses deste retorno foram realizados nove eventos nos municípios de Paranaguá, Colombo, Lapa, Curitiba, Almirante Tamandaré, Araucária, Campo Magro e Fazenda Rio Grande. Nesse período foram formados 264 alunos. No total, mais de 15 mil participantes concluíram o curso desde o seu início, em 2016.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

Hashtag:
 Paraná apresenta ao Banco Mundial estratégias do Plano Diretor de Tecnologia e Inovação

O Governo do Estado, por meio da Superintendência Geral de Inovação (SGI), da Casa Civil, apresentou nesta quarta-feira (08) as estratégias do novo Plano Diretor de Tecnologia e Inovação do Estado a representantes do Banco Mundial (Bird). A reunião aconteceu no Palácio das Araucárias, em Curitiba.

O objetivo da parceria é promover a cultura de inovação no Paraná a médio prazo.

O encontro faz parte do contrato com o Banco Mundial junto ao Programa Paraná Eficiente, que tem por objetivo a melhoria da administração pública e prestação de serviços, com foco nas fases de mitigação e recuperação da pandemia da Covid-19.

O Paraná Eficiente foi desenvolvido pela Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes. O programa é multissetorial, com projetos que envolvem as secretarias de Estado da Saúde, da Administração e Previdência, do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e da Fazenda, além da Casa Civil e Coordenadoria Estadual da Defesa Civil. A parceria com o Banco Mundial foi contratada por US$ 130 milhões.

O projeto fomenta a transformação digital com a meta de melhorar a eficiência e eficácia de serviços de saúde, gestão ambiental e administração pública. Uma das estratégias para o uso dos recursos é aumentar a oferta de serviços digitais para a população, com integrações e melhorias dos sistemas. E esses investimentos públicos terão maior qualidade, possibilitando que o Estado faça mais com menos recursos.

“O Governo do Paraná vê a parceria com o Banco Mundial como uma grande oportunidade de termos projetos estruturantes relacionados à inovação. São projetos que dosem contemplar um planejamento de médio a longo prazo, avanço nas questões de transformação digital e de governo digital”, explicou André Telles, superintendente-geral de Inovação.

A proposta do Plano Diretor também contempla políticas públicas que fomentem e apoiem os diferentes ecossistemas de inovação regionais do Paraná. Há cinco pilares no projeto: Processos (prestação de serviços); Governança (políticas para integrar toda a estrutura de estado de maneira participativa); Planos Objetivos; Tecnologia; e Transformação Cultural.

Para o assessor de Inovação da Celepar, Rainer Junges, é necessário ampliar a visão sobre transformação digital, entender todas as etapas de um serviço, redesenhá-los para a acessibilidade.

“É importante compreender que transformação digital e informatização de processos são coisas diferentes. Transformação digital é uma nova forma de relacionamento entre Estado e cidadão, gerando uma administração mais leve. Informatização é criar novos canais de relacionamento que permitam maior inclusão e empoderamento do cidadão. Trata-se de uma busca por novas formas de agregar mais valor para o cidadão usando menos recursos”, reforçou.

ACESSO DIGITAL – A estrutura do plano inverte a lógica de prestação de serviços com foco nos servidores, ampliando e facilitando o acesso digital para todos os cidadãos. Dentre os princípios do projeto são pensadas ações para tornar os serviços quase 100% digitais, além do trabalho por meio de sistemas e base de dados integrados, tornando o acesso rápido e de fácil uso.

Daniela Pena, gerente sênior e coordenadora do projeto no Banco Mundial afirmou que o Plano Diretor vai ajudar a consolidar o Paraná como um Estado eficiente e inovador. “Já é possível ver os avanços conquistados no projeto desde sua assinatura em 2021. Não temos dúvida de que o Paraná irá se consolidar como um Estado mais moderno e inovador”, afirmou.

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

Hashtag:
feed-image
SICREDI 02