Programa Renda Agricultor Familiar está entre finalistas do Prêmio Estratégia ODS Brasil

O programa Renda Agricultor Familiar foi selecionado entre os 40 projetos finalistas do Prêmio Estratégia ODS Brasil 2022.

O programa do Governo do Estado leva inclusão social para as famílias de trabalhadores rurais em maior situação de vulnerabilidade social. A premiação, organizada pela Rede Estratégia ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) no Brasil, visa reconhecer boas práticas elaboradas e realizadas por membros da coalizão nos mais diversos setores da sociedade.

As organizações responsáveis pelas práticas selecionadas como finalistas receberão um certificado durante o evento “O Futuro que queremos”, no dia 7 de junho, em São Paulo. As três melhores práticas de cada categoria receberão, também, um troféu. Com o projeto Renda Agricultor Familiar, o Paraná se destaca nacionalmente como indutor do combate à pobreza, agricultura sustentável, redução das desigualdades e inclusão social e produtiva.

Coordenado pela Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná), o projeto já atendeu 6.944 famílias dos 156 municípios prioritários do Programa Nossa Gente Paraná. Ele foi colocado entre as 10 iniciativas premiadas do setor público.

“Ser selecionado para disputar esse prêmio é um reconhecimento de que o Paraná é um Estado que investe no social, que valoriza a agricultura familiar e que dá todo suporte necessário para uma vida digna no campo”, afirmou Rogério Carboni, secretário do Sejuf.

O Governo do Estado já investiu mais de R$ 18 milhões no projeto, em recursos oriundos de contrato com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e de contrapartida via Tesouro do Estado e Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop). Também foram destinados R$ 2,5 milhões para aquisição de veículos para apoiar o trabalho dos extensionistas rurais em campo.

A execução do projeto conta com o apoio dos municípios, por meio dos Comitês Locais do Programa Nossa Gente Paraná, coordenados pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). “A agricultura familiar é prioridade para as políticas públicas do Estado. É nosso papel ajudá-la a crescer, se tornar mais competitiva, e gerar riquezas”, disse o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.

PROJETO – O programa consiste em um trabalho de assistência técnica e extensão rural, realizado por um extensionista do IDR-Paraná. Este profissional desenvolve com a família atendida um projeto de estruturação da unidade produtiva familiar, que pode abranger atividades em três áreas: saneamento básico (construção ou melhoria de banheiro, proteção de fontes, destinação adequada das águas usadas); produção para autoconsumo (avicultura, horticultura, fruticultura, entre outros) e apoio a processos produtivos (geração de renda por meio de atividades agrícolas e não agrícolas). Para subsidiar essas atividades, cada família recebe um auxílio financeiro de R$ 3 mil, dividida em três parcelas de R$ 1 mil.

 “O objetivo do projeto é atingir as metas de desenvolvimento sustentável, especialmente daqueles de erradicação da pobreza, agricultura sustentável, redução das desigualdades, acesso à água potável e saneamento básico”, explicou Everton de Oliveira, coordenador do projeto Renda Agricultor Familiar dentro do programa Nossa Gente.

PRÊMIO – A Estratégia ODS é uma coalizão que reúne organizações representativas da sociedade civil, setor privado, governos e academia com o propósito de ampliar e qualificar o debate a respeito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil e de mobilizar, discutir e propor meios efetivos de implementação para essa agenda.

Coordenada por um comitê gestor formado pela Agenda Pública, Frente Nacional de Prefeitos, Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Programa Cidades Sustentáveis (PCS), Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE), Fundación Avina, Fundação Abrinq e Pacto Global, a Rede reúne centenas de instituições de todo o Brasil.

A Sejuf aderiu recentemente à rede por meio de Termo de Adesão assinado pelo secretário Rogério Carboni, manifestando o compromisso da Secretaria com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, uma agenda adotada pela cúpula das Nações Unidas.

 

 

 

 

 

 

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Fomento Paraná retoma campanha de renegociação de contratos

Preocupada com a condição de alguns clientes que ainda não conseguiram retomar plenamente o volume de faturamento em seus empreendimentos, a Fomento Paraná decidiu abrir uma nova campanha de renegociação de contratos.

De acordo com o diretor Jurídico e chefe de Riscos da instituição, Nildo Lübke, está havendo uma escalada de preços, que inibe o consumo das famílias, e isso afeta o faturamento das empresas, especialmente os pequenos negócios, que são atendidos pela linha de microcrédito.

"Nossa intenção nesse momento é ir ao limite das regras de renegociação e oferecer aos clientes uma oportunidade de renegociar o contrato, para não dificultar as condições de tomada de crédito da empresa no mercado”, explica Lübke.

“Por isso criamos condições especiais em uma oferta válida até 31 de julho, que pode atender tanto aquela empresa que atrasou pagamentos ou que teve um contrato ajuizado judicialmente, quanto aqueles que estão com parcelamentos em dia, mas gostariam de mais prazo e uma parcela menor”, afirma.

Na nova campanha, contratos com saldo devedor de até R$ 50 mil, poderão ter descontos relativos aos encargos moratórios (mora e multa) para fins de quitação ou de renegociação do contrato. Em alguns casos, podem ser concedidos descontos relativos aos juros contratuais, desde que o contrato não tenha objeto de execução judicial.

MODALIDADES – Para solicitar a renegociação administrativa é preciso que, pelo menos, uma parcela do contrato tenha sido paga. Se o contrato não foi ajuizado, o novo parcelamento pode chegar a 60 meses, mantendo-se a taxa de juros, ou até 36 meses para parcelamento sem cobrança dos juros.

Caso o contrato já tenha sido ajuizado judicialmente, ou esteja em vias de ajuizamento, não há exigência de pagamento mínimo e o pagamento pode ser escalonado em 12, 24, 36, 48 ou 60 vezes.

Pode ser concedido, também, desconto total dos juros em um novo parcelamento nos contratos já lançados como prejuízo, desde que estejam integralmente vencidos; ou que tenham mais de 10% da quantidade das parcelas do contrato pagas.

SERVIÇO – O atendimento para consulta sobre as melhores condições de pagamento e renegociação de contratos podem ser pelos seguintes canais: telefone: (41) 3235-7700; WhatsApp: (41) 9 9938-9215 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

 

 

 

 

 

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Um ano após conquista sanitária, Paraná reúne mais condições para crescer, diz governador

O Paraná celebra seu primeiro ano como área livre de febre aftosa sem vacinação com todas as condições reunidas para ampliar a competitividade no mercado internacional de proteína animal.

A afirmação foi feita nesta terça-feira (31) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior durante uma cerimônia, no Palácio Iguaçu, que marcou um ano da certificação concedida pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), em 27 de maio de 2021.

“Foi a maior conquista do agronegócio paranaense nos últimos 100 anos. Desde 1958 o Paraná buscava essa certificação, um selo de qualidade e sanidade animal que permite acessar países, principalmente na Ásia, que não compravam a carne do Estado por causa da vacinação”, disse Ratinho Junior. “Mais do que um grande produtor de alimentos, queremos ser o supermercado do mundo para industrializar tudo o que produzimos. Fazer com que a matéria-prima passe pela indústria e chegue ao exterior embalada e congelada”.

Além do status sanitário, conquistado com a ampliação da vigilância e defesa sanitária, principalmente após a criação da Agência e Defesa Sanitária do Paraná (Adapar), outros fatores tornam pecuária paranaense cada vez mais competitiva. O Estado é o maior produtor de proteína animal do País, com a produção de 6,213 milhões de toneladas de carnes bovina, suína e de frango no ano passado.

Mais de 2 milhões de toneladas de produtos de origem animal foram exportadas pelo Paraná em 2021, incluindo lácteos e pescados, o que somou US$ 3,4 bilhões (R$ 16,2 bilhões na cotação atual) na balança comercial, de acordo com as estatísticas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“Isso é fruto de um trabalho estratégico que vem do passado, mas que também inclui muito o olhar do nosso governo para consolidar o Paraná no mercado internacional de alimentação”, salientou o governador. “Essa conquista, que atende todo o agronegócio do Paraná, abre um mercado gigantesco, de bilhões de dólares, que reflete na geração de emprego e na atração de investimentos de agroindústrias que querem se instalar no Paraná”.

INVESTIMENTOS – Para isso, destacou Ratinho Junior, o Estado investe em áreas estratégicas para a produção do campo, com forte destaque para a infraestrutura e na agilidade dos processos de licenciamento ambiental em propriedades rurais, por meio do programa Descomplica Rural.

Na melhoria da infraestrutura rural estão programas como o Paraná Trifásico, da Copel, que está instalando 25 mil quilômetros de redes trifásicas no campo, beneficiando agroindústrias, granjas e outros empreendimentos que precisam de um reforço no sistema. O Governo do Estado também investe R$ 304 milhões para a pavimentação de 1.000 quilômetros de estradas rurais em 202 municípios.

Na outra ponta, os investimentos para melhorar a eficiência do Porto de Paranaguá e o projeto da Nova Ferroeste, estrada de ferro ligando a cidade de Maracaju (MS) ao litoral paranaense, garantem mais agilidade para levar a produção ao mercado internacional.

ABERTURA DE MERCADOS – O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, afirmou que com a quantidade de produção, qualidade e sanidade reconhecidas, o Estado busca agora exercitar a habilidade comercial para fincar a bandeira paranaense no mercado mundial.

“Este último ano foi de construção de oportunidades. Todo o esforço feito pela sociedade paranaense ao longo de décadas foi para obter uma perninha para o nosso processo de internacionalização da nossa produção”, disse.

“O nosso desafio era mostrar uma cara limpa para o mundo, mostrar que o ambiente de produção está resolvido para peste suína clássica e para aftosa. Isso é um baita passaporte para o mundo”, ressaltou. “Esse reconhecimento beneficia a exportação do frango, peixe congelado e outros produtos, como os lácteos, com vista aos mercados mexicano, sul-coreano, japonês e tantos outros do Leste Asiático”.

VIGILÂNCIA – A manutenção do status sanitário depende de uma atenção constante no sistema de vigilância dos rebanhos, trabalho feito pela Adapar através do monitoramento de animais, mas que conta com a participação também dos produtos, com a atualização cadastral dos plantéis.

Para reforçar essa estrutura, o Governo do Estado nomeou novos profissionais para trabalhar na agência e também anunciou a abertura de um processo seletivo para a contratação de técnicos agrícolas.

“Deixamos o amuleto da vacina e passamos a ter a vigilância com ponto focal. Teremos mais profissionais cuidando de nossas fronteiras e grandes investimentos na agroindústria, especialmente na área da suinocultura”, afirmou o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins. “Isso mostra que esse selo não é só para pôr na parede, mas para vender os produtos do Paraná para o mundo. E fazendo constantemente a vigilância, vamos ter oportunidade de vender melhor”.

Segundo ele, a fiscalização inclui tanto o trânsito interestaduais de animais, como o monitoramento das áreas de fronteira. “Estamos neste momento com uma operação na fronteira, que é a área mais vulnerável hoje pelos estudos da epidemiologia, para a não entrada de animais irregulares”, explicou Martins. “Temos todos os postos de fiscalização do chamado Arco Norte, entre o Mato Grosso do Sul e São Paulo, dois estados que ainda vacinam os rebanho, para que não entrem animais vacinados no Paraná”.

SETOR PRODUTIVO – A competitividade da pecuária paranaense abre espaço para investimentos das cadeias de produção de carne e outros alimentos de origem animal. Um exemplo são as cooperativas agroindustriais, que preveem investir cerca de R$ 4,2 bilhões neste ano, sendo R$ 700 milhões somente no abate de suínos.

“A certificação já está trazendo reflexos nas relações comerciais. De nada serviria tanto esforço para conquistar o selo de área livre de aftosa sem vacinação se não fosse para compactuar novos negócios”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. “Estamos ampliando nossa relação com o mercado porque temos que nos pautar pela demanda”.

As indústrias do setor também estão ampliando sua participação no Paraná. Em Laranjeiras do Sul, na região central do Estado, a empresa Agro Laranjeiras está investindo R$ 377 milhões para a implantação de uma unidade de leitões, com a expectativa de gerar até mil empregos.

“Vamos produzir até 20 mil leitões por semana para atender as indústrias estabelecidas no Paraná. Viemos para cá porque é o estado que mais cresce e que teve o maior salto tecnológico na suinocultura no Brasil”, afirmou Jorge Munari, acionista e desenvolvedor do projeto. “Ao atingir a qualidade sanitária e manter um sistema sólido de vigilância, isso só tende a crescer”.

 

 

 

 

 

 

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Adapar completa 10 anos e já programa novos avanços em defesa sanitária no Paraná

A conquista do status de área livre de febre aftosa sem vacinação e, principalmente, a manutenção da chancela expedida pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) após um ano, data celebrada nesta terça-feira (31), em cerimônia no Palácio Iguaçu, tem uma protagonista: a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).

Órgão responsável pelo sistema estadual de defesa sanitária, a Adapar completou 10 anos em dezembro com a atenção voltada para o futuro, em um planejamento de médio e longo prazo que vai além da atuação direta na conservação do reconhecimento que permite ao Paraná avançar sobre novos mercados na comercialização da proteína animal.

A agência prioriza a capacitação técnica, o avanço tecnológico, a digitalização e a automação como pilares da próxima década na expansão de um ambiente favorável de negócios.

“O Paraná tem uma missão estratégica, que é produzir e também garantir a segurança alimentar. E para isso a Adapar é fundamental. São 10 anos de vigilância 24 horas por dia para garantir a sanidade e a qualidade de tudo o que é produzido aqui. É inevitável que quanto mais saudável for o ambiente, maior será a venda”, destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. 

“Queremos ir além de produzir o alimento, queremos industrializá-lo e entregá-lo para o mundo embalado e resfriado. Algo que só é possível com o olhar atento da Adapar”, acrescentou.

Para ampliar o protagonismo, a agência investe na recomposição e ampliação do quadro funcional. Neste mês foram nomeados 25 médicos veterinários e 13 técnicos de manejo e meio ambiente. Eles começam a trabalhar nesta quarta-feira (01). Também foi divulgado o Edital 001/2022, dando início ao Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a contratação de mais 34 técnicos agrícolas.

Treze regionais da Adapar também receberam veículos novos que ajudarão no trabalho de vigilância sanitária realizado no Estado. Os carros, adquiridos com recursos próprios da instituição, substituem outros que não atendem mais as necessidades dos servidores.

“A Adapar é o braço responsável por tudo isso que está acontecendo. Produzir sanidade é uma responsabilidade de todos, mas a condução do processo e o olhar técnico vêm da agência de defesa. Criamos a agência em 2011 para fortalecer a nossa capacidade de ação, agora queremos avançar, ampliação nossa ação nas mais de 30 barreiras sanitárias que existem no Estado”, afirmou o secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara. “É muito relevante não relaxar na vigilância, no monitoramento e na ação técnica para sustentar o conceito de área livre”.

Ao falar aos servidores da Adapar, Ortigara agradeceu o empenho para que o Estado tenha produtos com alto padrão de qualidade. “Vocês são um elo muito importante das cadeias animal, vegetal, madeira, pois tudo é relevante, e tem de estar atento a todas essas questões que podem afetar a nossa imagem, o nosso desempenho, a nossa dinâmica econômica”, afirmou. “Esse aqui é um esforço de atualização no tempo, pois o carro é uma ferramenta importante de trabalho junto com outras tecnologias que precisam vir para o nosso meio.”

AVANÇOS – A agência, destacou o diretor-presidente Otamir Cesar Martins, foi criada em 20 de dezembro de 2011 para ser o órgão oficial de defesa agropecuária. É responsável, citou ele, pelos requisitos de manutenção do atual status sanitário e promoção das condições para que novos status sejam conquistados pelo Estado.

Dessa forma, se constitui em instituição primordial para, em parceria com o setor privado, proporcionar ambiente favorável na conquista de novos mercados nacionais e internacionais. “É mais uma sinalização importante e necessária de que levamos muito a sério a defesa agropecuária no Estado”, disse Martins.

“Sem a Adapar não seria possível ter um sistema eficiente de controle, praticamente impossível manter a qualidade do rebanho”, reforçou o sócio-proprietário da Agro Laranjeiras, Jorge Munari.

A empresa está se instalando uma nova maternidade de leitões em Laranjeiras do Sul, no Centro-Sul do Estado. Com investimento de R$ 480 milhões, vai criar em torno de mil empregos dentro da cadeia de suínos. “O Paraná foi quem deu o maior salto tecnológico no setor de suínos nos últimos anos, por isso nosso investimento”, destacou.

ESTRUTURAÇÃO – Desde que o último foco de febre aftosa foi confirmado, em 2006, o governo estadual e o setor produtivo se organizaram para melhorar a estrutura sanitária paranaense, o que inclui, além da criação da Adapar, o reforço da fiscalização nas divisas, a contratação de profissionais por meio de concurso público e o controle dos animais.

A imunização contra a aftosa no Estado foi interrompida em 2019 e a campanha de vacinação, que acontecia duas vezes por ano, foi substituída pela campanha de atualização de rebanhos. Nos últimos anos também foi realizado um inquérito epidemiológico, com coletas de amostras do sangue de quase 10 mil animais em 330 propriedades rurais, provando que o vírus já não circula no Paraná.

O Estado, maior produtor e exportador de proteína animal do País, com liderança em avicultura e piscicultura, se beneficia do reconhecimento internacional com a abertura de mercados para a carne paranaense e outros produtos de origem animal, com a possibilidade de comercialização a países que pagam melhor pelo produto, como Japão, Coreia do Sul e México.

 “Há 10 anos éramos um departamento que se tornou uma agência. Uma agência com autonomia, prestígio e reconhecimento. Pensamos em uma Adapar do futuro, buscando a digitalização e a tecnologia para melhor proteger o sistema sanitário paranaense”, acrescentou Otamir Martins.

“Nosso trabalho é evitar a entrada de doenças de alto impacto na saúde pública e animal e controlar as doenças endêmicas que temos no Estado. Somos mais de 200 veterinários no Estado em processos de fiscalização focados em garantir o controle sanitário”, completou o gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias.

 

 

 

 

 

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