O Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) aprovou, nesta terça-feira (28), a abertura de consulta pública referente à segunda fase da 2ª Revisão Tarifária Periódica (RTP) da Sanepar.
Por meio desse mecanismo de participação social, a população poderá opinar sobre metodologias de composição da tarifa da Sanepar, dentre elas o “Fator Q” que visa inserir no valor da tarifa uma valoração correspondente à qualidade do serviço prestado. A consulta pública ficará disponível entre os dias 1º e 30 de julho.
Para possibilitar o desenvolvimento dos trabalhos, a Diretoria de Regulação Econômica (DRE) da Agepar optou por dividir os temas que serão levados para a população em quatro consultas públicas distintas. Isso vai permitir que a equipe se dedique a cada questão individualmente, segundo Christian Luiz da Silva, chefe da Coordenadoria de Energia e Saneamento (CES/DRE) da Agepar.
“Quando apresentamos todos os temas de uma única vez, acabamos não conseguindo contribuições a respeito de todos os aspectos que compõem a tarifa, pois os cidadãos se concentram somente em algumas questões, como a estrutura tarifária. Mas todos os temas são de igual importância. Por isso, em vez de levar tudo de uma vez para audiência pública, optamos por fazer essa consulta por blocos. Depois, a tarifa vai consolidar tudo isso e aí, levamos para uma audiência pública final”, explica o coordenador.
TEMAS – Nesta consulta pública, serão abordados quatro temas. São eles: perdas de água, matriz de risco, Fator X e Fator Q. Com as contribuições da população sobre perdas de água, pretende-se criar incentivos para que a Sanepar adote mecanismos para evitar o desperdício com vazamentos durante a distribuição da água. Já a matriz de risco refere-se à definição prévia de situações que podem levar a situações de reequilíbrio tarifário, tais como catástrofes ou necessidades de novos investimentos por imposição do Poder Público.
O Fator X, por sua vez, é um cálculo de produtividade da Sanepar. Isso vai determinar se a companhia terá acesso a benefícios em decorrência da produtividade. Por último, o Fator Q refere-se à qualidade dos serviços prestados pela Sanepar aos usuários – por meio da consulta pública, a população poderá contribuir com a elaboração da metodologia de mensuração da qualidade dos serviços. Esta é uma novidade desta 2ª RTP, pois o Fator Q não estava previsto na RTP na anterior, conforme conta Silva.
O coordenador destaca a importância da colaboração dos cidadãos para que se atenham aos temas abordados nesta consulta pública, pois os demais temas de interesse ainda serão levados para consulta pública em outros momentos. “A questão da estrutura tarifária, por exemplo, que é sempre um tema que desperta bastante interesse da população, será abordada na terceira consulta pública da segunda fase da 2ª RTP – e também já foi tema de uma Tomada de Subsídios recente”, ressalta Silva.
COMO PARTICIPAR – Para participar da consulta pública, os cidadãos devem acessar o link: www.agepar.pr.gov.br/Pagina/Consultas-Publicas. Qualquer pessoa, independente de formação acadêmica ou exercício profissional, pode contribuir com sugestões e críticas, desde que elas sejam apresentadas com clareza, além de informar nome do proponente e outros dados pessoais. Não serão analisadas contribuições anônimas, conforme vedação constitucional ao anonimato, determinada no art. 5º, inc. IV, da Constituição Federal. Também não haverá respostas individualizadas para as contribuições, que serão analisadas em conjunto.
Realizada a cada quatro anos, a Revisão Tarifária Periódica (RTP) da Sanepar traz definições importantes sobre a cobrança nos próximos anos para prestação dos serviços de saneamento. Na primeira fase da 2ª RTP, realizada no ano passado, foi feita uma atualização dos valores que vinham da 1ª Revisão Tarifária, de 2017. Já a segunda fase deve ser concluída até maio de 2023, com base em cronograma aprovado pelo Conselho Diretor da Agepar em 29 de março deste ano, conforme a Resolução 7/2022.
Por - AEN
Pelo quarto ano consecutivo cooperativa registra marcos expressivos e resultado evidencia capacidade de sustentabilidade do negócio
Presente no interior do Paraná e na Baixada Santista, a Sicredi Grandes Lagos PR/SP, cooperativa com mais de 33 anos de operação e 39 mil associados, alcançou a marca histórica de R$ 1 bilhão em recursos totais.
“O número tão positivo reafirma nosso compromisso com os associados, os verdadeiros donos do negócio, que confiam no cooperativismo de crédito como alternativa mais justa para uma sociedade mais próspera e colaborativa. Um modelo que trabalha também para o desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atuamos”, afirma o presidente da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, Orlando Muffato.
Para o diretor-executivo da cooperativa, Jardiel Cherpinski, os resultados evidenciam a solidez do cooperativismo de crédito como modelo de negócio eficiente e sustentável. “Nossa cooperativa segue investindo no plano de expansão, com novos pontos de atendimento, além de investimento em tecnologia e inovação para o melhor relacionamento com o associado, um crescimento pautado pelo ciclo virtuoso colocando sempre o associado no centro”, destaca.
O resultado expressivo não é o primeiro conquistado pela cooperativa, sobretudo nos últimos anos: em 2019, celebrou R$ 400 milhões em recursos totais administrados; em 2020, o marco de mais de R$ 8 milhões na liberação de crédito para compra de máquinas e equipamentos agrícolas e, há pouco mais de um ano, em 2021, a cooperativa alcançou R$ 1 bilhão em ativos administrados. “Isso tudo evidencia o quanto a cooperativa está sempre preocupada em criar a melhor experiência para os nossos associados, donos do negócio”, enfatiza o presidente Orlando.
Por - Assessoria
O boletim epidemiológico da dengue nº 44, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), divulgado nesta terça-feira (28) por meio da Coordenadoria Estadual de Vigilância Ambiental, registra 5.528 novos casos da doença e seis mortes no Paraná.
De acordo com o Informe de Arboviroses, que corresponde ao período sazonal da doença iniciado em 1º de agosto de 2021 e que segue até julho de 2022, o Estado soma 65 óbitos, com 110.120 casos confirmados, 149.058 em investigação e 229.084 notificações.
Os seis novos óbitos ocorreram entre os dias 2 de maio e 1º de junho de 2022. São cinco mulheres e um homem, com idades entre 48 e 87 anos. Três deles tinham comorbidades. Os pacientes que morreram residiam em Cascavel (2), Rolândia (1), Ibiporã (1), São Jorge do Ivaí (1) e Maringá (1).
Dos 384 municípios com notificações, 353 tiveram casos confirmados e 314 registraram autoctonia, quando a dengue é contraída no município de residência.
O mosquito Aedes aegypti também é responsável, além da dengue, pela zika e chikungunya. Durante este período não houve registro de casos de zika e 22 casos de febre chikungunya foram confirmados, sendo seis autóctones e 16 importados.
Confira o Informe completo AQUI.
Por - AEN
O Cartão Futuro, ferramenta do Governo do Estado de incentivo à inclusão de adolescentes e jovens no mercado de trabalho, tem garantido a paranaenses entre 14 e 21 anos renda e acesso a uma profissão em todo o Estado.
E as empresas interessadas podem aderir ao programa buscado os canais oficiais da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho.
Um dos objetivos é incentivar as micro e pequenas empresas a contratar aprendizes. Para isso, o Governo do Estado subsidia parte dos vencimentos, com recursos do Fundo da Infância e da Adolescência (FIA), deliberados pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e Adolescência (Cedca), e do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. Pelo mesmo mecanismo, a administração estadual estimula as grandes empresas a abrir novas oportunidades para jovens aprendizes.
“É uma iniciativa para dar a primeira oportunidade de emprego para pessoas que têm dificuldades de colocação no mercado de trabalho”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Além disso, essa renda que esses jovens passam a ter ajuda a complementar o orçamento da família, o que tem sido muito importante nesse momento econômico”.
Segundo o secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Rogério Carboni, esta é uma ação que garante dignidade a uma parcela da população que não apenas tem a necessidade financeira, mas também precisa de inclusão social. “São jovens em situação de vulnerabilidade econômica e social. Ou seja, abrir as portas do mercado de trabalho é abrir a possibilidade de uma vida digna e com oportunidades para que possam iniciar a transformação nas suas vidas e de suas famílias”, ressalta.
O programa é administrado pela Secretaria da Justiça, Família e Trabalho. São repassados para as empresas participantes R$ 300 por mês para cada jovem contratado e R$ 450 se for pessoa com deficiência ou egresso do sistema socioeducacional. O Cartão Futuro é voltado exclusivamente para membros de famílias com renda mensal per capita de até meio salário-mínimo – incluídas nesta média eventuais auxílios econômicos de programas similares – e cadastradas no Cadastro Único (CadÚnico).
Os jovens devem obrigatoriamente estar matriculados e/ou frequentando regularmente o Ensino Fundamental, Médio ou EJA. Para as vagas de aprendizagem, obrigatório que as inscrições sejam realizadas por intermédio das Agências do Trabalhador em todo o Estado do Paraná. Para isso, o jovem deve comparecer a uma unidade do Sine Paraná com a documentação solicitada.
“As empresas que desejam participar do programa devem buscar nossos canais oficiais na internet, mas também podem optar pelo atendimento presencial, que acontece em uma das 216 Agências do Trabalhador em todo o Estado, nos 183 postos avançados ou nos 22 escritórios regionais”, afirma Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho da Sejuf.
Os detalhes sobre os programas, bem como os canais de inscrição para Pessoa Jurídica, estão disponíveis no site https://www.cartaofuturo.pr.gov.br.
Por - AEN
A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), por meio da Unidade Técnica de Programas, Projetos e Benefícios, vai capacitar até agosto aproximadamente 1.700 técnicos municipais para atuação no Nossa Gente Paraná, maior programa intersetorial de enfrentamento à pobreza do País.
“O programa Nossa Gente Paraná foi fundamental para que o governo Carlos Massa Ratinho Junior desse uma rápida resposta aos desafios impostos pela pandemia, dando suporte às famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica, sendo, inclusive, referência para os demais estados na área de combate à pobreza”, destacou o secretário Rogério Carboni.
As capacitações presenciais, com carga horária de 8 horas cada, vão acontecer nas 22 regionais da Sejuf, abrangendo a formação de técnicos de todos os municípios que aderiram ao programa. Todos os municípios do Estado tiveram a oportunidade de repactuar sua adesão ao Programa Nossa Gente Paraná.
COMITÊS LOCAIS – O público-alvo envolve os técnicos de Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), agentes comunitários de saúde e outros profissionais desta área, representantes da educação, funcionários de agências do trabalhador, extensionistas rurais do IDR-Paraná, entre outros envolvidos diretamente no acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade social. Estes profissionais compõem os Comitês Locais do Programa Nossa Gente Paraná.
Os professores são técnicos da Unidade Técnica de Programas, Projetos e Benefícios. As inscrições são realizadas por meio da Escola de Gestão.
AMPLIAR ALCANCE – A coordenadora do programa, Tamara Zázera Rezende, afirmou que a iniciativa é importante para ampliar o alcance dos benefícios do Nossa Gente. “Este será um importante momento para os municípios conhecerem mais a proposta do Programa Nossa Gente Paraná. Sendo uma iniciativa intersetorial, convidamos não apenas os técnicos da assistência social para participarem, mas também os profissionais de outros setores”, explicou.
O Programa Nossa Gente Paraná investe na capacitação continuada dos servidores municipais, para que o acompanhamento às famílias em situação de vulnerabilidade social seja feito sempre com qualidade. Além das capacitações presenciais, está sendo produzido um curso EAD sobre o Sistema de Acompanhamento das Famílias.
CONTEÚDO – A capacitação aborda princípios e objetivos do programa, compromissos dos municípios, modelo de acompanhamento familiar do programa, intersetorialidade, arranjo de gestão do Programa; funcionamento dos Comitês Municipais e Locais, projetos vinculados ao Programa (Renda Nossa Gente Paraná, Energia Solidária, AFAI, Renda Agricultor Familiar, Inclusão Produtiva Solidária, Caixa d'Água Boa, Recomeça Paraná, Requalificação Urbana, Redução do Déficit Habitacional), utilização do Sistema de Acompanhamento das Famílias, resultados alcançados e os próximos passos.
Por - AEN
Com 13.894 vagas com carteira assinada preenchidas em maio, o Paraná se isolou como o quarto estado com maior geração de emprego do País em 2022.
São 75.990 postos formais criados ao longo desses cinco meses, o melhor desempenho da Região Sul. Apenas São Paulo (304.328 vagas), Minas Gerais (108.747) e Rio de Janeiro (77.648) contrataram mais pessoas no período. Santa Catarina, com 74.674 admissões, e Rio Grande do Sul, com 66.738, aparecem logo na sequência, atrás do Paraná.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. “Mais uma vez o Paraná confirma uma geração de empregos acima da média, mostrando que todas as medidas tomadas pelo Governo do Estado para alavancar a economia surtiram efeito”, destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
“Vale lembrar que no ano passado já batemos o recorde na abertura de vagas, com mais de 172 mil pessoas contratadas. Agora, são quase 76 mil admissões em apenas cinco meses. Temos condições e potencial para bater o nosso próprio recorde, consolidando o Paraná no caminho do desenvolvimento consistente”, acrescentou o governador.
Quando o recorte é apenas o mês de maio, o Paraná fechou como o quinto maior empregador do País com carteira assinada, atrás apenas de São Paulo (85.659), Minas Gerais (29.970), Rio de Janeiro (20.226) e Goiás (14.634). Foram 13.894 vagas, resultado de 147.083 admissões e 133.189 demissões, o terceiro melhor desempenho local no ano, atrás apenas de janeiro (19.457) e fevereiro (28.508).
O número equivale praticamente a soma dos desempenhos dos sete estados da região Norte, que abriram 16.091 postos em maio.
Em relação aos vizinhos do Sul, Santa Catarina obteve saldo de 7.416 vagas e o Rio Grande do Sul, 4.275. “O emprego é a melhor ferramenta social que existe, é o que faz as famílias prosperarem e o Estado crescer”, disse Ratinho Junior. "Continuamos apostando nessa política, no bom relacionamento com as empresas e as prefeituras, o que ajuda nesse bom momento do Paraná".
EM 12 MESES – No acumulado de 12 meses, de junho de 2021 a maio de 2022, o Estado também segue com o melhor resultado da Região Sul, com um saldo de 153.909 postos de trabalho formais, contra 136.392 de Santa Catarina e 136.166 do Rio Grande do Sul.
O secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Rogério Carboni, destacou que os programas da pasta, capitaneados pelas ofertas das Agências do Trabalhador, tiveram papel fundamental nos bons indicadores conquistados pelo Paraná. “Há um constante diálogo com os empregadores para a intermediação de mão de obra e a busca pela qualificação dos trabalhadores, ações que fazem toda a diferença”, ressaltou.
MUNICÍPIOS – Dos 399 municípios paranaenses, 264 fecharam maio com saldo positivo na abertura de vagas, o que corresponde a 66% do total. Em 13 deles, o número de contratações e de demissões foi o mesmo, com um saldo igual a 0. As outras 122 cidades (30,5%) tiveram saldo negativo no período.
Os municípios com o maior saldo de contratações foram Curitiba (3.663), Londrina (911), Maringá (683), Cascavel (613), Toledo (491), Umuarama (463), Colombo (409), São José dos Pinhais (374), Campo Mourão (257), Foz do Iguaçu (224) e Francisco Beltrão (224).
NACIONAL – O Caged revelou que em maio o País registrou saldo positivo de emprego com carteira assinada em maio com 277 mil postos de trabalho. No acumulado de janeiro a maio de 2022, o saldo é de 1.051.503 novas vagas de emprego. Em 12 meses foram criadas 2.655.840 postos.
Por - AEN



























