A Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (Seju), por meio do Procon-PR, oferecerá de 1º a 30 de novembro a possibilidade de o consumidor negociar seus débitos pela internet, em um mutirão online de renegociação de dívidas e orientação financeira. A ação será feita em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), com a Associação Brasileira de Procons (Proconsbrasil) e a Febraban.
“Essa é uma oportunidade para os consumidores negociarem suas dívidas em atraso, seja no cartão de crédito, no cheque especial, com empréstimos pessoais ou no crédito consignado contraídos com bancos e instituições financeiras”, explica Valdemar Jorge, secretário da Justiça e Cidadania. No mutirão não poderão ser negociadas dívidas que tenham bens dados como garantia, tais como financiamento de veículos, motocicletas ou imóveis, por exemplo, ou contratos que estejam com os parcelamentos em dia ou dívidas já prescritas.
A ação acontecerá exclusivamente pela internet, através da plataforma de solução de conflitos consumidor.gov.br ou diretamente com o banco no qual o consumidor tem conta ou a dívida.
“Além da negociação das dívidas, o consumidor terá acesso à plataforma meubolsoemdia.com.br, que oferece, de forma totalmente gratuita, conteúdos sobre educação financeira, tema tão relevante e necessário para ajudar as pessoas a sair do sufoco”, complementa Claudia Silvano, coordenadora do Procon-PR.
COMO PARTICIPAR – Para participar do mutirão online basta o consumidor fazer o seu registro na plataforma www.consumidor.gov.br, quando receberá um login e senha. Nesse momento, o consumidor fará o relato do seu problema, devendo informar que deseja participar do mutirão de renegociação de dívidas.
É importante que, no relato, o consumidor informe o quanto pode pagar por mês na sua negociação. Após finalizar o registro, o banco ou a instituição financeira tem o prazo de 10 dias para apresentar uma proposta ou resposta para o consumidor. Terminado o prazo para resposta do fornecedor, o consumidor tem 20 dias para avaliar o retorno dado.
POr - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registrou uma queda de 85% no número de casos confirmados de dengue em 2025, em relação ao mesmo período de 2024.
O número de óbitos acompanha a queda de notificações, com 81% a menos que nesse mesmo período. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Sesa divulgado nesta terça-feira (28).
De acordo com o informe, o Paraná teve 90.717 casos confirmados de dengue de janeiro até agora, contra 616.963 no mesmo período em 2024. Os números de 2025 também são menores do que 2020, com 234.841 casos; 2022, com 144.971; e 2023 com 163.847. O ano de 2021 foi o único abaixo de 2025, quando foram registrados 27.142.
O número de óbitos caiu de 733, em 2024, para 139 neste ano. É também menor do que 2020 (193), mas maior do que no mesmo período dos anos de 2021 ,com 28; 2022, com 112 óbitos, e 2023 com 129.
A tendência de queda de 2025 acontece desde o início do ano. Entre janeiro e julho deste ano, o número de casos confirmados da doença caiu 85,72% em relação ao mesmo período do ano passado – de 613.371 em 2024 para 87.598 neste ano. A redução também foi observada nos óbitos, que passaram de 729 em 2024 para 129 em 2025.
No ano passado, o Brasil teve o recorde histórico de 6,6 milhões de casos confirmados de dengue, além de 6 mil mortes pela doença. O Paraná também sofreu com a dengue e teve seus maiores números com 653 mil casos.
“A redução é parte importante do trabalho que a Sesa tem feito após os recordes históricos de casos que foram registrados em todo Brasil. No Paraná, trabalhamos muito em parceria com os municípios para a conscientização da população, por meio de ações estratégicas e investimento em técnicas de controle”, lembrou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
NORTE E NOROESTE – O boletim de 2025, que compreende os dados até o mês de outubro, mostra que as cidades que formam a 14ª, 15ª e 17ª regionais de saúde (localizadas nas regiões Norte e Noroeste do Paraná) representam mais de 50% do total de casos confirmados de todo o Estado e 64% das mortes.
A 17ª Regional de Saúde de Londrina, que compreende 21 cidades do Norte, tem o maior número de casos confirmados (22.385) e 43 mortes em 2025.
A segunda posição fica com a 14ª Regional de Saúde de Paranavaí, com 28 municípios, que registrou 12.856 casos e 14 mortes. A 15ª Regional de Saúde de Maringá, com 30 municípios, tem menos casos que Paranavaí (11.161), porém mais mortes (32).
CONTROLE E AÇÕES – Apesar da queda de casos, a Sesa mantém o alerta e define como fundamental continuar enfatizando a importância da manutenção das ações de prevenção e controle vetorial da dengue. As medidas são mantidas mesmo nos períodos de menor propagação, com temperaturas menores e menor volume de chuvas.
As ações de prevenção são sempre executadas com a remoção mecânica de criadouros, monitoramento da infestação vetorial, ações de bloqueio de casos, mobilização e mutirões em localidades de risco.
A Sesa também realizou a capacitação das equipes de controle vetorial para os 399 municípios com o protocolo “Novas Diretrizes para Prevenção e Controle de Arboviroses (doenças causadas por vírus transmitidos por artrópodes, como mosquitos e carrapatos)”, que foram publicadas recentemente pelo Ministério da Saúde.
O Paraná ainda reforçou a ação da utilização das armadilhas ovitrampas como método de monitoramento do Aedes aegypti. Essas armadilhas servem como criadouro para a fêmea do mosquito depositar seus ovos e permite que sejam analisados dados como infestação e definidas estratégias de combate. Atualmente, 170 municípios já iniciaram a implantação.
O Paraná também ganhou recentemente a maior biofábrica do mundo de mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, os chamados Wolbitos, no Parque Tecnológico da Saúde do Governo do Paraná, em Curitiba. Ela vai ampliar a produção em larga escala de mosquitos utilizados no controle biológico do vetor transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika.
Por - AEN
As duas leis aprovadas esta semana garantem mais inclusão, oportunidades de emprego e alívio financeiro aos paranaenses
O 1º secretário da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), deputado Gugu Bueno (PSD), destacou a aprovação de dois projetos de lei que trarão impacto direto à vida dos paranaenses: o Programa CNH Social e o Programa Regulariza Paraná. As propostas, enviadas pelo governador Ratinho Júnior, foram aprovadas nesta semana e agora seguem para sanção.
A Assembleia assegurou um alívio importante para motoristas e proprietários de veículos com o Regulariza Paraná, que garante desconto de 95% na multa e 60% nos juros do IPVA, graças a uma emenda construída pelo Parlamento. O benefício se soma à aprovação da CNH Social, que oferece emissão e atualização gratuita da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) a pessoas em situação de vulnerabilidade.
Gugu Bueno celebrou a parceria entre o Legislativo e o Executivo e o impacto direto dessas medidas na vida dos cidadãos. “Concluímos a votação de dois projetos muito importantes para a população paranaense. Primeiro, o projeto da CNH Social, essa iniciativa do nosso governador Ratinho Júnior, que busca dar uma isenção total de taxa, de aulas teóricas, aulas práticas para os paranaenses que estejam inscritos no CadÚnico e que ganham até três salários mínimos. Muitas vezes, a CNH é determinante, por exemplo, para um jovem conseguir o seu primeiro emprego, ou daqui a pouco mudar de categoria de habilitação para poder acessar um emprego melhor.”
O 1º secretário reforçou ainda que o programa será regulamentado pelo Executivo nas próximas semanas, definindo as regras de acesso à CNH Social.
Além disso, o parlamentar enfatizou a importância do Regulariza Paraná, que amplia o parcelamento de débitos estaduais e inclui o IPVA entre os tributos contemplados. “Outro projeto muito importante foi a lei do Regulariza Paraná, enviada também pelo governador Ratinho Júnior, possibilitando o parcelamento de débitos. Inicialmente contemplava dívidas de ICMS e de multas ambientais, mas a Assembleia aprovou uma emenda aumentando esse programa para incluir também o IPVA. Então o cidadão paranaense poderá pagar o seu IPVA atrasado de maneira à vista ou parcelada, com desconto em multas e juros”, finalizou Gugu Bueno.
Programa CNH Social
- Gratuidade total na emissão da CNH (exames, aulas teóricas, aulas práticas e taxas).
- Até 5 mil beneficiados em 2025, com prioridade para pessoas inscritas no CadÚnico, com renda familiar de até três salários mínimos e residência no Paraná.
- Modalidades: Habilita (primeira CNH), Profissionaliza (mudança de categoria), CNH nas Escolas e Mais Mulheres.
- 5% das vagas reservadas para pessoas com deficiência (PCD).
- Financiamento do Detran-PR, com relatórios públicos de execução e transparência.
Programa Regulariza Paraná
- 95% de desconto na multa e 60% de desconto nos juros para débitos de IPVA gerados até 31 de dezembro de 2024.
- Pagamento à vista ou parcelado, em até: 12 parcelas: 80% de redução na multa e 50% nos juros; ou 24 parcelas: 70% de redução na multa e 40% nos juros.
Por- Assessoria
O Instituto Água e Terra (IAT) organiza nesta quinta-feira (30) o curso intensivo “Atendimento a Ocorrências com Grandes Felinos: Coexistência, Manejo e Prevenção de Conflitos”, voltado exclusivamente a profissionais que atuam com o manejo fauna silvestre.
A ação acontece das 8h30 às 17h30, na Unicesumar, em Curitiba, e deve reunir 134 participantes, entre as modalidades presencial e online. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).
O treinamento é uma iniciativa da Gerência de Biodiversidade do IAT, em parceria com o Projeto Onças do Iguaçu, e tem como objetivo aprimorar conhecimentos relacionados a medidas de segurança no caso de encontro com animais silvestres, como grandes felinos. Além disso, busca fortalecer meios para aumentar a tolerância da comunidade, reduzir a predação de animais domésticos com o uso de técnicas de afugentamento, como cercas elétricas e o recolhimento de gado, entre outras.
De acordo com registros internos do Instituto, a presença de grandes felinos em áreas antropizadas e em Unidades de Conservação tem sido cada vez mais frequente devido a perda e fragmentação de habitats naturais provocadas pelo avanço urbano, o que reduz a disponibilidade de presas e estimula a aproximação desses animais a ambientes ocupados por humanos.
Segundo a bióloga da Diretoria do Patrimônio Natural do IAT, Nathalia Colombo, o curso representa um passo importante para aprimorar a convivência segura com a fauna silvestre. “A coexistência com esses animais exige a criação de um ambiente onde humanos e a vida selvagem possam viver lado a lado, por meio da educação ambiental e de estratégias de comunicação que engajem a sociedade a respeito do tema, além, claro, da adoção de práticas de manejo que minimizem conflitos humano-fauna”, afirma.
Entre os participantes da ação estão servidores do IAT e da Sedest, além de representantes do Ibama, Batalhão de Polícia Ambiental, Polícia Civil, Defesa Civil, secretarias municipais de Meio Ambiente e instituições de ensino superior.
Por - AEN
A Ouvidoria Geral da Saúde do Paraná é um dos principais canais de escuta e diálogo entre a população e o Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo a transparência na gestão pública da saúde. Mais de 500 ouvidores são a “ponte” para a troca de informações com a população.
Com uma média de 67 mil atendimentos por ano, o site oficial da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), os telefones 0800 644 44 14 e telefone exclusivo do WhatsApp (41) 3330-4414 são canais para sugestões, solicitações, reclamações, denúncias, elogios e demais informações quanto aos serviços e atendimentos prestados na saúde paranaense.
De janeiro a outubro deste ano, foram registradas 62,8 mil manifestações, sendo presencial o meio mais utilizado, com 38,1% dos contatos. Em 2024, nesse mesmo período, o número de manifestações chegou a 70,4 mil.
“A ouvidoria traduz o compromisso do SUS com o atendimento humanizado, o diálogo contínuo e a melhoria constante dos serviços de saúde em todo o Estado. Cada manifestação é analisada com cuidado por uma equipe técnica, que direciona a demanda ao setor responsável e acompanha o retorno, garantindo respostas personalizadas e dentro dos prazos legais”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Os serviços com o maior número de procura são solicitações de medicamentos não padronizados, questões de vigilância sanitária, entre outros assuntos pertinentes à saúde pública.
A ouvidora-geral da Saúde, Laís Alves Ventura, destaca que, além das reclamações e dúvidas registradas pela população, muitas manifestações também trazem elogios e sugestões voltadas à melhoria dos estabelecimentos de saúde e à qualificação dos serviços prestados. “Trabalhamos para a defesa dos direitos à saúde, com imparcialidade e contribuindo com a detecção e prevenção da corrupção e outras irregularidades, promovendo a prestação de serviço público mais transparente, justa e ética”, considerou.
A Ouvidoria Geral coordena as Ouvidorias Regionais de Saúde, Ouvidorias de Hospitais e Unidades Próprias da Secretaria da Saúde, Ouvidorias dos Consórcios Intermunicipais de Saúde (CIS) e Ouvidorias Municipais de Saúde.
Como registrar uma manifestação na Ouvidoria do SUS:
- Presencialmente, no local que presta o serviço da saúde
- Nas urnas disponíveis nos estabelecimentos de saúde
- Pela internet no portal: https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Fale-com-Ouvidoria
- Por ligação via 0800 644 44 14
- Pelo telefone exclusivo do WhatsApp (41) 3330-4414
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) realizou, nesta terça-feira (28), a prestação de contas do 2º quadrimestre de 2025 em audiência pública realizada pela Comissão de Saúde Pública da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).
Foram apresentados o panorama de investimentos e atendimentos em todo o Estado, com destaque para o programa Opera Paraná, que tem o objetivo reduzir o tempo de espera por uma cirurgia eletiva, e os avanços nos indicadores do Plano Estadual de Saúde.
“O Paraná já investiu mais de R$ 1 bilhão desde o início do Opera Paraná e aumentamos em 11% o número de procedimentos de cirurgias eletivas, o que tem permitido diminuir a fila por uma cirurgia. E nossa meta é ampliar esses investimentos já nos próximos meses”, disse o secretário de Estado de Saúde, Beto Preto.
O Opera Paraná, implementado pelo Governo do Estado e desenvolvido pela Sesa, criou a tabela Paraná, que concede um valor adicional ao procedimento realizado em relação à tabela SUS e regionalizou os atendimentos, facilitando o acesso da população. Apenas no último ano e meio mais de 1 milhão de procedimentos foram realizados (686 mil em 2024 e 370 mil no primeiro semestre de 2025).
A estratégia de regionalização dos atendimentos também é um dos principais pilares da eficiência do programa. As cirurgias são feitas por hospitais públicos (estaduais e municipais) e particulares, neste caso, contratualizados, ou seja, em que governo estadual remunera hospitais e médicos para a realização dos procedimentos. Isso amplia o leque de instituições que oferecem o procedimento, tornando possível regionalizar o atendimento, o que evita grandes deslocamentos de pacientes e diminui o tempo de espera na fila.
INDICADORES – Também foram apresentados outros resultados dentro do Plano Estadual de Saúde (PES), que define cinco diretrizes, 24 objetivos, 88 metas e 177 ações.
Entre eles, o fortalecimento da Atenção Primária da Saúde (APS), que teve um avanço em relação à meta determinada no PES, que era de 92,5% de cobertura no Paraná. O índice alcançado até o final do primeiro quadrimestre é de 95,05% de cobertura da APS.
Outro avanço se refere ao aumento dos municípios na cobertura do atendimento por telessaúde, que tinha como meta o número de 150 e já são 153 cidades do Paraná com pontos de telessaúde. Foi mencionada, ainda, a melhora nos índices das principais vacinas oferecidas pelo Plano Nacional de Imunização (PNI), que tem o Paraná como referência.
A apresentação destacou ainda a redução para 8,8% na proporção de gestações em adolescentes – percentual abaixo do definido no PES, que é de 9% –, assim como a ampliação do percentual de gestantes com sete ou mais consultas de pré-natal. O Paraná atingiu a marca de 89% das gestantes com o mínimo de sete consultas durante o pré-natal, quando a meta era de 88,5%, fazendo com que o Estado conte com a maior cobertura no atendimento às gestantes.
Da mesma forma, os indicadores de triagem neonatal superaram a meta prevista de 95%. O Estado realizou a triagem em 96,52% dos nascidos vivos com os quatro testes.
Por fim, a implantação da linha de cuidados com a pessoa idosa atingiu 83,9% dos municípios paranaenses enquanto a meta era de manter em 80% das cidades a realização da avaliação multidimensional da pessoa idosa.
BALANÇO – A deputada estadual e vice-presidente da Comissão de Saúde Pública, Márcia Huçulak, celebrou os indicadores. “Parabenizo a Secretaria por esses números. São pontos positivos que precisam ser destacados”, comentou.
Para o presidente da Comissão, deputado Tercílio Turini, a prestação de contas, uma exigência da Lei Complementar federal nº 141/2012, é o momento em que deputados e população analisam a gestão de saúde no Estado.
“Essa prestação de contas traz dados importantes, principalmente em relação às metas. Nós vimos aqui que a Secretaria atingiu ou ultrapassou a maioria das metas. Outra expectativa dos deputados é sobre as cirurgias eletivas, as consultas especializadas, e a gente viu também que o Paraná, nos últimos anos com o Opera Paraná, aumentou esses números. Isso reduz as filas, reduz o tempo de espera”, disse.
“O balanço foi muito positivo e a gente viu que o Paraná está avançando em todas as áreas e, particularmente na área da saúde”, declarou Turini.
PRESENÇAS – Também participaram da audiência, os deputados Dr. Leônidas, Arilson Chiorato e Hussein Bakri, líder do Governo do Assembleia. Pela Sesa, participaram o diretor-geral César Neves; o diretor executivo Ian Sonda; a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes; o diretor administrativo Carlos Batista, o diretor de Planejamento da Atenção Especializada, Vinícius Filipak; o diretor executivo do Fundo Estadual de Saúde, Adriano Rissati; o diretor-geral do Complexo do Hospital do Trabalhador (CHT) e das Unidades Próprias da Sesa, Guilherme Graziani; a diretora de Contratualização e Regulação da Sesa, Raquel Mazetti Castro; a diretora de Obras, Marianna Cardoso; e a gerente de Atenção à Urgência da Sesa, Giovana Fratin.
Por - AEN


















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