Olho Vivo leva policiais a prenderem suspeito de violência doméstica

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) contou com a ajuda das câmeras inteligentes do programa Olho Vivo para localizar um suspeito de violência doméstica no Litoral do Estado nesta semana. Denunciado por tentativa de agressão pela mulher, o acusado havia deixado o local que estava com ela antes da chegada das autoridades. O caso aconteceu em Antonina no último dia 21.

Com a informação da vítima de que o destino provável do marido seria Itapema (SC), onde teria residência, e com a placa do veículo em mãos, os policiais puderam encontrar o homem ainda em deslocamento por meio das imagens à disposição. Uma viatura foi enviada para interceptar o suspeito em Matinhos. Ele foi conduzido à Delegacia Regional da Polícia Civil de Antonina para os procedimentos cabíveis e lavratura do flagrante.

Inspirado em iniciativas de países como Reino Unido, Singapura e Estados Unidos, o Olho Vivo é o mais avançado programa de monitoramento voltado à segurança pública no Brasil e um dos maiores do mundo.

Quando estiver em plena operação, o Paraná contará com 26,5 mil câmeras à disposição para monitoramento em tempo real. Cinco mil já estavam em ação na primeira fase do programa. Agora, 1,5 mil novos equipamentos estão sendo instalados pelo Estado e outros 20 mil serão adquiridos pelos municípios, por meio de parceria com a gestão estadual. O investimento será de R$ 400 milhões.

A principal novidade do programa em 2026 é a ampliação do uso de inteligência artificial para uma etapa de “investigação assistida”, no qual as câmeras deixam de depender somente da observação humana e passam a contar com ferramentas de análise automática.

Os novos equipamentos têm entre os recursos o cruzamento de dados, imagens e inteligência artificial em tempo real para auxiliar as forças de segurança no reconhecimento de criminosos e suspeitos procurados e na identificação de veículos de interesse da polícia.

No Litoral, a implantação do Programa Olho Vivo avançou significativamente no mês passado, com a instalação de 116 câmeras inteligentes de videomonitoramento em cinco municípios – Guaratuba, Morretes, Paranaguá, Pontal do Paraná e Matinhos. A ação faz parte do reforço da segurança pública na região durante o Verão Maior Paraná. A alta temporada ocasiona um aumento expressivo no fluxo de moradores, turistas e visitantes nas praias paranaenses.

Graças ao apoio tecnológico, foi possível, entre outros casos, prender uma quadrilha especializada em roubo de picapes, promover o desmantelamento de um ponto de venda de drogas em Pontal do Paraná, e tirar das ruas um casal de estelionatários que agia na região.

O Olho Vivo é coordenado de forma integrada pela Secretaria da Segurança Pública, Secretaria das Cidades e pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados, com arquitetura tecnológica desenvolvida para operar em larga escala e em conformidade com a Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD).

 

 

 

 

 

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Mulheres vítimas de violência recebem auxílio financeiro do Estado

O Governo do Paraná garante, por meio do Programa Recomeço, apoio financeiro a 73 mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Elas recebem o Auxílio Social Mulher Paranaense, destinado a mulheres que precisam se afastar de suas casas em razão de risco à vida. A fase piloto do programa está em execução em 16 municípios que contam com Centros de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAM), com expansão gradativa prevista para as demais cidades do Estado.

O Auxílio Social Mulher Paranaense, um dos principais eixos do Programa Recomeço, foi instituído pela Lei n.º 22.323/2025. O benefício garante o auxílio financeiro por até 12 meses, assegurando condições para que a mulher tenha segurança, possa reorganizar sua vida longe do agressor, além de receber um acompanhamento direcionado para superar a situação de violência.

O benefício equivale a meio salário-mínimo nacional, no valor de R$ 810,50, com base no piso de R$ 1.621,00 em 2026. Mulheres com filhos na primeira infância, gestantes, lactantes ou com dependentes com deficiência têm acréscimo de 5% sobre o valor de referência.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi) e integra o conjunto de políticas públicas voltadas às mulheres no Estado. Nesse contexto, o Paraná registrou redução de 20% nos casos de feminicídio em 2025, segundo dados do Sistema Nacional de Segurança Pública, em um cenário de fortalecimento das políticas públicas voltadas a este público.

De acordo com a secretária estadual da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte, o Programa Recomeço atua de forma direta na proteção e na autonomia das mulheres em situação de violência.

“Ao assegurar apoio financeiro e articular a rede de atendimento, o Estado oferece condições concretas para que essas mulheres rompam com o ciclo da violência e reconstruam suas vidas com segurança. É uma política pública que transforma proteção em ação e cuidado em oportunidade de recomeço”, ressalta.

A assistente social do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) de Campo Mourão, Rosana Nunes dos Santos Salu, destaca a importância do Auxílio Social Mulher Paranaense para a autonomia e a dignidade das mulheres atendidas.

“Esse benefício é tão importante que me enche de alegria e de senso de justiça. O Programa Recomeço representa esperança e restauração da dignidade de mulheres capazes de seguir em frente e construir seu próprio caminho. É um resultado que reflete o trabalho coletivo e o compromisso de salvar vidas, dessas mulheres e de suas gerações”, diz.

Além do auxílio financeiro, o Programa Recomeço integra iniciativas de acolhimento e atendimento especializado, como o projeto-piloto Amiga Acolhedora, que oferece acolhimento familiar temporário e acompanhamento para mulheres, com ou sem filhos, que precisam sair de casa para preservar a própria vida.

O programa também se articula com a Casa da Mulher Paranaense, que concentra serviços de atendimento, orientação e encaminhamento, fortalecendo o acesso à rede de proteção e autonomia das mulheres.

 

 

 

 

 

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 Maior produtor do Brasil, Paraná já colheu 72% da 'safra das águas' do feijão

O Boletim Conjuntural desta semana do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), aponta uma reação dos preços para o feijão no início de 2026 e os reflexos diretos disso sobre as decisões dos produtores no Paraná. Após um período de ajustes de área e de desafios climáticos, a cultura inicia o ano com sinais distintos entre os tipos comercializados e com atenção para o andamento das safras.

Em janeiro, os preços recebidos pelos produtores paranaenses apresentaram recuperação, especialmente no feijão carioca. A cotação média chegou a R$ 221,39 por saca de 60 quilos, com registros pontuais de até R$ 230,00 em algumas praças. O valor representa alta de 14% em relação a dezembro de 2025 e também supera os níveis praticados em janeiro do ano passado, configurando um patamar considerado remunerador e que se manteve relativamente estável ao longo de 2025.

Já o feijão-preto foi cotado, em média, a R$ 144,76, com diversas regiões alcançando R$ 150,00 por saca. Apesar da valorização frente a dezembro, o produto acumula retração de cerca de 16% em comparação a janeiro de 2025, o que acaba influenciando as intenções de plantio.

No campo, a “safra das águas” – período do pico de regime de chuvas, altas temperaturas e boa luminosidade – de feijão está com 72% da área colhida no Paraná. A produtividade, embora próxima do esperado, ficou um pouco abaixo das estimativas iniciais em função do frio registrado até novembro, que interferiu no desenvolvimento das plantas e atrasou o ciclo.

Por consequência, a colheita também ocorre em ritmo um pouco mais lento se comparada à safra anterior. Os dados de área e produção do feijão serão atualizados pelo Deral no dia 29 de janeiro, com possíveis ajustes nas estimativas de produtividade e de área cultivada.

Na semana passada o IBGE apontou que o Paraná tem uma estimativa de 191,1 mil toneladas no feijão 1ª safra, o que deve representar 19,4% do total nacional, e 553,5 mil toneladas na 2ª safra, crescimento de 3% em relação ao prognóstico de novembro e de 2,7% em relação ao volume colhido nessa mesma safra em 2025, devendo participar com 42,8% do total, seguido pelo Mato Grosso, com 172,9 mil toneladas.

Em 2025 o Paraná confirmou a condição de maior produtor de feijão do País, com cerca de 25% do total nacional. E estabeleceu um novo recorde, com quase 865 toneladas colhidas nas duas safras: Foram 338 mil na 1ª e 526,6 mil toneladas na 2ª.

FRUTICULTURA – O boletim também analisa o desempenho da fruticultura brasileira no comércio exterior. Em 2025, o Brasil exportou 1,310 milhão de toneladas de frutas, gerando US$ 1,563 bilhão em receitas. Mangas, melões, limões e limas, uvas e melancias lideraram as vendas externas, respondendo por mais de três quartos do volume exportado.

Os Países Baixos se consolidaram como principal destino, concentrando 42,7% das quantidades embarcadas, com papel estratégico na redistribuição das frutas brasileiras para o mercado europeu. Na comparação com 2016, as exportações cresceram mais de 60% em volume e mais de 80% em valor, evidenciando a expansão e a consolidação do setor.

As importações brasileiras de frutas totalizaram 723,8 mil toneladas em 2025, com desembolso de US$ 1,176 bilhão. Maçãs, nozes e castanhas, peras, kiwis e uvas foram os principais produtos adquiridos, sobretudo de países como Argentina, Chile e nações europeias. Em relação ao ano anterior, houve estabilidade nas compras externas, enquanto na comparação com 2016 observa-se aumento significativo tanto em valores quanto em volumes importados.

SUÍNOS – Na suinocultura, o Deral aponta que o custo médio de produção no Paraná alcançou R$ 5,99 por quilo vivo em 2025, alta de 4,3% frente a 2024. A ração permaneceu como o principal componente dos custos, representando mais de 70% do total. Apesar da elevação na média anual, o segundo semestre registrou recuo de 5,8% nos custos em relação ao primeiro, movimento que contribuiu para maior equilíbrio econômico da atividade.

De acordo com dados do Boletim, o Paraná apresentou o segundo menor custo de produção na suinocultura, desempenho associado à forte produção de milho no Estado, principal insumo da alimentação animal.

 

 

 

 

 

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Picape pega fogo após motorista parar para pagar pedágio na BR-376

Uma picape pegou fogo na tarde desta quarta-feira (21) na BR-376, logo após o motorista parar para pagar o pedágio na praça localizada entre Imbaú e Ortigueira, no Paraná. Ninguém se feriu, mas o veículo ficou totalmente destruído.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o condutor percebeu que o motor emitia fumaça enquanto aguardava na cabine de pedágio. Ao sair para verificar, identificou um vazamento de combustível, e as chamas começaram pouco depois.

A equipe da concessionária CCR PRVias tentou controlar o fogo com extintores antes da chegada dos bombeiros, mas as chamas persistiam e o veículo ainda registrava pequenas explosões quando a corporação chegou ao local.

Para o combate, os bombeiros utilizaram Líquido Gerador de Espuma (LGE), já que a grande quantidade de metal superaquecido poderia causar novas explosões em contato com água.

O incêndio interrompeu parcialmente o fluxo na praça de pedágio por alguns minutos, mas o tráfego foi normalizado após o controle das chamas e a remoção do veículo.

 

 

Agronegócio somou R$ 1,26 bilhão em contratações do BRDE no ParFoto: José Fernando Ogura/AENaná em 2025

O agronegócio foi novamente o principal motor das contratações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) no Paraná. Ao longo do último ano, a operação paranaense estabeleceu contratos no valor de R$ 1,26 bilhão destinados ao setor em 3.621 operações, números em linha com os registrados em 2024. Considerando o recorte do ano-safra, o desempenho avançou: foram R$ 850 milhões contratados somente no segundo semestre de 2025, o que representa crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano-safra anterior.

É neste contexto que o BRDE prepara uma presença reforçada no Show Rural Coopavel 2026, que ocorre em Cascavel entre 9 e 13 de fevereiro.

Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior, o resultado reflete o papel do banco como financiador de longo prazo para um setor que sustenta a produção e a competitividade do Paraná. “O agro tem uma dinâmica própria, que exige planejamento, previsibilidade e acesso a crédito com condições adequadas. O BRDE atua para viabilizar investimentos que se traduzem em produtividade, geração de renda e agregação de valor, fortalecendo cadeias que movimentam a economia real do Estado”, afirma.

Um recorte das contratações de 2025 ajuda a entender como o crédito do BRDE se distribui, na prática, entre as principais linhas voltadas ao produtor rural. O maior volume veio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com R$ 422,9 milhões e 3.259 contratos, direcionados sobretudo à agricultura familiar, em investimentos, por exemplo, na melhoria de estrutura produtiva e na aquisição de equipamentos.

Na sequência aparece o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), com 25 operações e R$ 277,6 milhões, voltado a um tema estratégico para o agro paranaense: armazenagem, redução de perdas e capacidade de estocar a produção com mais eficiência.

Outro destaque foi o Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), com R$ 178,1 milhões divididos em 38 contratos, o que evidencia o peso do cooperativismo no Estado, ao apoiar projetos de modernização e ampliação da estrutura de cooperativas agroindustriais.

Também tiveram participação relevante as linhas associadas à modernização tecnológica e sustentabilidade, como o Programa de Incentivo à Modernização e à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), com R$ 96,5 milhões, e o Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), com R$ 40,4 milhões.

BANCO DO AGRICULTOR – Outro eixo que reforça a presença do banco no campo é o Banco do Agricultor Paranaense, programa do Governo do Paraná instituído em 2021 e coordenado pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) com apoio do BRDE. Em 2025, a instituição destinou R$ 133 milhões por meio do programa para 985 projetos – ou mais de 27% das operações da instituição destinadas ao meio rural. Desde a criação da iniciativa, em 2021, já foram aplicados R$ 414 milhões em 2.927 projetos no Paraná.

O desempenho do banco no agro é sustentado por operações voltadas tanto à produção rural quanto à agroindústria, com foco em modernização tecnológica, estruturação produtiva e eficiência. Esse movimento acompanha a evolução do perfil do setor na Região Sul, em que o crédito se consolida como ferramenta de transformação — do aumento de produtividade no campo à ampliação de capacidade industrial e logística, essenciais para reduzir custos e elevar competitividade em mercados cada vez mais exigentes.

Para o diretor administrativo do BRDE, Heraldo Neves, o crescimento no agro se insere em uma estratégia de expansão com base técnica e foco em qualidade das operações. “O desempenho do banco no setor rural mostra como é possível crescer mantendo segurança, consistência e responsabilidade. O BRDE tem direcionado recursos para projetos que fazem sentido do ponto de vista econômico e regional, com atenção à capacidade de pagamento, ao impacto do investimento e à sustentabilidade no longo prazo”, afirma.

SHOW RURAL – O espaço do banco no Show Rural 2026 terá uma programação desenhada para aproximar a instituição de clientes e parceiros no setor agrícola. Além do atendimento técnico e institucional no estande, haverá mesa de podcast, para entrevistas com produtores, empresários, cooperativas, parceiros estratégicos e autoridades, em um formato voltado a apresentar experiências reais e discutir tendências do setor.

Segundo o superintendente do BRDE no Paraná, Paulo Starke, o Show Rural é uma vitrine importante para traduzir em conteúdo e relacionamento o impacto das operações do banco. “O BRDE tem no agro um eixo histórico de atuação, e o Paraná concentra projetos com alto nível de investimento e inovação. Estar no Show Rural é uma forma de fortalecer a proximidade com quem produz e com quem lidera as transformações do setor, apresentando soluções financeiras alinhadas às necessidades do campo e da agroindústria”, destaca.

PROGRAMAÇÃO – A programação prevista para a feira inclui ainda palestras técnicas, assinaturas de convênios e contratos, além da entrega de certificados para entidades da região Oeste do Paraná apoiadas pelo BRDE por meio de mecanismos de incentivo fiscal, reforçando a agenda de sustentabilidade e inclusão que o banco tem ampliado nos últimos anos.

Entre as ações confirmadas, o banco também prepara o lançamento da próxima etapa do BRDE Labs, iniciativa voltada à inovação e à aproximação com ecossistemas empreendedores e soluções aplicadas ao desenvolvimento regional. O estande receberá, ainda, um café da manhã com clientes, voltado ao relacionamento institucional e à troca de experiências sobre investimento, planejamento e novos ciclos de crescimento no campo.

65 ANOS – A presença no Show Rural também terá um componente simbólico: a programação foi pensada como parte das celebrações dos 65 anos do BRDE, que serão completados em 2026. Criado com a vocação de planejar e financiar o desenvolvimento de longo prazo, o banco atravessou seis décadas e meia acompanhando mudanças no perfil produtivo da Região Sul, apoiando ciclos de industrialização, a modernização do agronegócio e a expansão da infraestrutura — e, mais recentemente, direcionando sua atuação à inovação, à sustentabilidade e à inclusão social como eixos estratégicos, sem perder de vista o compromisso com um desenvolvimento regional equilibrado e duradouro.

DESEMPENHO OPERACIONAL – Em 2025, o BRDE registrou 5.707 novas operações e alcançou R$ 2,244 bilhões em contratações no Paraná, resultado que representou crescimento de 8,4% em relação ao ano anterior. Na Agência Curitiba, a abertura de crédito avançou 48%, passando de R$ 3 bilhões em 2024 para R$ 4,44 bilhões no ano passado, com mais da metade destinada a produtores rurais e micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), enquanto a carteira de crédito ativa superou R$ 8,5 bilhões no Estado.

Para conhecer as linhas e acessar os detalhes, basta visitar o site do BRDE ou procurar as agências da instituição.

 

 

 

 

 

Por AEN

 

 

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Menina de dois anos morre após ser atropelada pela mãe

Uma menina de dois anos morreu na tarde de quarta-feira (21) após ser atropelada na garagem da própria residência, no município de Londrina, no norte do Paraná.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a família estava movimentando veículos dentro da garagem quando ocorreu o atropelamento. A mãe não percebeu que a filha estava atrás do carro ao manobrar.

Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram a criança com escoriações na cabeça, vômitos e sinais de traumatismo craniano. A equipe realizou os primeiros socorros e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que seguiu prestando atendimento dentro da ambulância a caminho do Hospital Universitário (HU) de Londrina.

No trajeto, a menina sofreu uma parada cardiorrespiratória dentro da ambulância. Chegando ao HU, foi encaminhada diretamente à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu aos ferimentos.

 

 

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