O vice-governador Darci Piana se reuniu nesta terça-feira (21), no Palácio Iguaçu, com o cônsul-geral da Coreia do Sul, Jin-Weaon Chae, para tratar sobre a instalação da LG Electronics em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Também esteve na pauta do encontro a parceria com o país asiático em áreas estratégicas e os resultados econômicos do Paraná.
Piana destacou o potencial de novas parcerias entre o Estado e a Coreia do Sul com a inauguração da LG Electronics, prevista para 2026. “É mais uma indústria que acredita no Paraná e que está investindo quase R$ 2 bilhões para produção de eletrodomésticos, contratando mais de mil funcionários que vão se beneficiar com a chegada dessa fábrica em Fazenda Rio Grande”, afirmou.
Além disso, o vice-governador citou o recente acordo para permanência de sul-coreanos no País a trabalho, e vice-versa. “Esse é mais um passo para a consolidação das relações entre o Paraná e a Coreia do Sul, com esses trabalhadores estrangeiros trazendo tecnologia e qualificando a nossa mão de obra paranaense, que irá atuar neste grande complexo industrial”, acrescentou Piana.
A fábrica de Fazenda Rio Grande será um dos principais centros de produção da LG na América do Sul. O terreno em que a planta industrial está sendo construída possui cerca de 770 mil metros quadrados e teve as obras iniciadas em agosto de 2024. A previsão é de que elas sejam finalizadas no começo do ano que vem.
Será a segunda planta da multinacional no Brasil, que opera há mais de 27 anos na Zona Franca de Manaus, no Amazonas. A vinda de uma indústria para o Paraná foi articulada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior após uma missão internacional à Coreia do Sul, em 2023. Diversos estados brasileiros tinham interesse em receber a fábrica, mas o bom ambiente econômico e de negócios do Paraná pesaram na decisão dos sul-coreanos.
Como contrapartida, o Governo do Estado repassou recursos para pavimentação de diversas vias urbanas da cidade, entre elas os acessos à nova fábrica da LG. Ao todo, foram liberados R$ 48 milhões para obras de pavimentação dentro do programa Asfalto Novo, Vida Nova, com os recursos utilizados para asfaltar mais de 13 quilômetros de ruas na cidade.
“Temos a primeira fase da estruturação da fábrica da LG, que terá quatro etapas ao todo. Com isso, novas empresas coreanas parceiras devem vir ao Paraná para auxiliar nesse crescimento da indústria. Isso trará novos aportes de investimento para o Estado”, destacou Jin-Weaon Chae.
APRESENTANDO O PARANÁ – Piana também lembrou da parceria entre o Paraná e a Coreia do Sul no campo educacional. Em junho de 2023, após a missão internacional liderada pelo governador Ratinho Junior, o Estado assinou um termo de cooperação com a startup RIIID, referência em tecnologia educacional, para o uso de novas tecnologias na rede estadual de ensino.
Entre as ferramentas desenvolvidas pela startup estão sistemas que utilizam Inteligência Artificial (IA), algoritmos para previsão e mapeamento do aprendizado dos estudantes, sistema de recomendação de conteúdos com base no perfil de cada aluno e de Processamento de Linguagem Natural (PLN).
A infraestrutura paranaense também foi tema do encontro, sobretudo o pacote de concessões rodoviárias do Paraná. Serão 3,3 mil quilômetros de rodovias estaduais e federais concedidas à iniciativa privada, com investimento superior a R$ 50 bilhões.
Além disso, o vice-governador destacou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) paranaense, que praticamente dobrou nos últimos 7 anos. Em 2018, o PIB do Estado era de R$ 440 bilhões, chegando em 2024 a R$ 718,9 bilhões. Isso fez com que o Paraná passasse de quinta para quarta maior economia do País, ultrapassando o Rio Grande do Sul.
PRESENÇAS – Participaram da reunião o coordenador de Assuntos Políticos do Consulado-Geral da Coreia do Sul em São Paulo, Jorge Noh; e o cônsul honorário da Coreia do Sul em Curitiba, Cristian Kim.
Por -AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu, nesta terça-feira (21), a notificação de mais um óbito suspeito após ingestão de bebida alcoólica na cidade de Foz do Iguaçu, região Oeste do Paraná. Trata-se de um homem, 57 anos, que foi encontrado morto em casa.
As condições do óbito são investigadas, assim como de outro óbito de um homem de 47 anos já notificado na segunda-feira (20). Nos dois casos, foi realizada a coleta de amostras e a Sesa aguarda o resultado dos materiais.
A Sesa também recebeu a notificação de mais um caso suspeito. Um homem de 43 anos, morador da cidade de Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Ele está internado com quadro estável e aguarda o resultado do exame laboratorial.
Ao todo, o Paraná já registrou 23 notificações. São 5 casos confirmados – 4 em Curitiba e 1 em Foz do Iguaçu que resultou em óbito (homem, 55 anos). Destes, dois pacientes de Curitiba seguem internados, uma mulher de 41 anos, em estado grave e um homem de 60 anos, estável.
A Sesa descartou 14 casos e 4 seguem em investigação: 1 em Curitiba – mulher de 49 anos que está internada com quadro estável; 1 em Almirante Tamandaré – um homem de 43 anos, internado com quadro estável - e os dois óbitos masculinos em Foz do Iguaçu: 47 e 57 anos.
ANTÍDOTO – O Paraná recebeu na última semana 424 ampolas de etanol farmacêutico adquiridas pelo Governo do Estado, por meio da Sesa. O medicamento é utilizado como antídoto para os casos de intoxicação por metanol e, nesta semana, foi enviado para as quatro Macrorregionais de Saúde e para Curitiba juntamente com outras 180 ampolas que o Estado recebeu do Ministério da Saúde.
A Sesa já descentralizou as 84 doses de fomepizol recebidas do Ministério da Saúde no último dia 10. Elas também foram enviadas para as quatro Macrorregionais de Saúde e para a SMS de Curitiba.
Quatro pacientes do Paraná já receberam o antídoto. Cada paciente é avaliado individualmente, com base em critérios clínicos e laboratoriais, para definir a quantidade necessária de antídoto. Agora com um novo medicamento, a avaliação definirá qual antídoto o paciente receberá.
SINTOMAS E SINAIS DE ALERTA – É importante ficar atento aos sintomas de intoxicação por metanol. A substância não pode ser identificada pelo cheiro ou sabor, pois não altera a bebida.
Os sinais costumam surgir entre 6h a 72h após a ingestão e podem ser confundidos com uma ressaca: dor abdominal, visão turva, confusão mental e náusea.
Sintomas iniciais: dor de cabeça, náuseas, vômitos, sonolência, falta de coordenação, tontura e confusão mental.
Sintomas graves: dor abdominal intensa, alterações visuais (visão embaçada, pontos escuros, sensibilidade à luz ou cegueira súbita), dificuldade para respirar, convulsões e coma.
ATENDIMENTO – A Sesa orienta que, em casos de sintomas, os pacientes devem procurar um serviço de saúde imediatamente. Todos os casos suspeitos de intoxicação por metanol devem ser reportados e discutidos com um dos quatro Centros de Informação e Assistência Toxicológica do Paraná, que orientarão sobre a conduta clínica e notificar imediatamente a Sesa por meio da Rede CIATox do Paraná.
- CIATox Curitiba: 0800 041 0148
- CIATox Londrina: (43) 3371-2244
- CIATox Maringá: (44) 3011-9127
- CIATox Cascavel: (45) 3321-5261
MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A Sesa orienta alguns cuidados ao consumir bebidas alcoólicas:
- Compre apenas de locais confiáveis e desconfie de preços muito baixos.
- Verifique se o líquido está limpo e se o lacre da garrafa está intacto.
- Rótulos tortos, borrados ou com erros podem indicar falsificação.
- Confira se a embalagem tem o registro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que garante a fiscalização da produção.
- Em bebidas destiladas, veja se há o selo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que indica que o produto passou pela inspeção oficial.
- Estabelecimentos devem exigir nota fiscal dos fornecedores para garantir a origem das bebidas.
- Em caso de suspeita de intoxicação, procure atendimento médico imediatamente.
Por - AEN
Uma massa de ar frio que está sobre o Paraná desde a passagem da frente fria no último fim de semana causou declínio nas temperaturas, e quatro estações meteorológicas do Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná) registraram entre domingo (19) e segunda-feira (20) as temperaturas mais baixas para outubro desde o início da série histórica.
Cornélio Procópio registrou 10,4°C na segunda-feira (20), a temperatura mais baixa para outubro desde a instalação da estação na cidade, em 2018. Também na segunda, Laranjeiras do Sul teve 8,3°C, a menor temperatura já registrada na estação no mês de outubro desde a instalação, em 2017. No domingo (19), o distrito de Horizonte, em Palmas, teve 4,7°C, a temperatura mais baixa para outubro desde a instalação da estação, em 2019. Já Santo Antônio da Platina, na segunda-feira, teve 10,1°C de mínima: a mais baixa para outubro desde o início da série histórica, em 2019.
Além das temperaturas mais baixas, o vento acentua a sensação de frio neste início de semana. “A circulação de um sistema de alta pressão no oceano, com giro no sentido anti-horário, favorece aumento dos ventos em todo o estado e transporta umidade do oceano em direção ao continente, induzindo à formação de nuvens na região Leste e nos Campos Gerais”, explica Leonardo Furlan, meteorologista do Simepar.
Até as 15h30 desta terça-feira (21), as maiores rajada de vento foram em Santa Maria do Oeste (79,6 km/h às 5h45), Cornélio Procópio (73,1 km/h às 2h45), Laranjeiras do Sul (66,2 km/h às 8h30), Distrito de Horizonte, em Palmas (64,8 km/h às 2h15), Cascavel (64,4 km/h às 7h30) e Santo Antônio da Platina (63 km/h às 7h15).
Na segunda-feira, a maior rajada de vento foi em Santo Antônio da Platina (61,9 km/h às 8h45). A cidade também registrou a maior rajada de vento do estado no domingo: 63 km/h, às 8h15. “Os ventos seguem mais intensos até o fim de semana. Já as temperaturas sobem gradativamente a partir desta quarta-feira (22) em todas as regiões do Estado”, ressalta Furlan.
MÁXIMAS – Além das temperaturas mínimas, as mais altas do dia também foram as mais baixas da série histórica em outubro em várias estações do Simepar em 2025 – ou seja, nunca as temperaturas subiram tão pouco ao longo do dia nestas estações, no mês de outubro. O destaque fica para Pato Branco e Cerro Azul, que tiveram as máximas mais baixas desde 1997 (confira a lista completa abaixo).
Apesar de tantas temperaturas historicamente baixas, ainda não é possível afirmar que outubro foi um mês de temperaturas abaixo da média. Os próximos dez dias terão temperaturas mais elevadas, que podem fazer com que a temperatura média do mês fique dentro da média histórica.
Estação / temperatura máxima mais baixa para outubro / data registrada / início da operação da estação
Altônia / 18,1°C / 07/10/2025 / 2017
APPA Antonina / 16,1°C / 07/10/2025 / 2014
Cerro Azul / 15,8°C / 07/10/2025 / 1997
Irati / 11,8°C / 07/10/2025 / 1999
Francisco Beltrão / 15,6°C / 08/10/2025 / 2010
Guarapuava / 12,6°C / 07/10/2025 / 1997
Laranjeiras do Sul / 15°C / 08/10/2025 / 2017
Distrito de Horizonte, em Palmas / 11°C / 08/10/2025 / 2019
Paranaguá / 16,1°C / 07/10/2025 / 2012
Pato Branco / 14,1°C / 08/10/2025 / 1997
Pinhão / 14,8°C / 07/10/2025 / 2003
Guaraqueçaba / 15,4°C / 07/10/2025 / 2011
Por - AEN
Obras foram liberadas pelo governo do Estado com indicação do deputado Gugu Bueno
O Governo do Paraná confirmou nesta terça-feira (21) um novo pacote de investimentos para a educação, com destaque para a região de Cascavel. Cinco colégios estaduais do Núcleo Regional de Educação receberão reformas e melhorias estruturais, atendendo demandas históricas das comunidades escolares.
A medida foi anunciada pelo governador Ratinho Júnior, com a presença do secretário estadual da Educação, Roni Miranda, e do deputado estadual e 1º secretário da Assembleia Legislativa, Gugu Bueno, que fez a mediação das demandas da região oeste junto ao Governo do Estado.
A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à Educação envolvendo ainda entregas de equipamentos e convênios com municípios. “As reformas já estão acontecendo. O Paraná já aplicou neste ano quase R$ 1 bilhão em obras nas escolas estaduais. Agora, são mais 94 colégios que recebem recursos para uma reforma mais robusta: trocar todo o telhado, fazer uma reestruturação no pátio, no ginásio. São reformas mais pesadas”, disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
Segundo o deputado, os investimentos representam mais um passo na modernização da rede estadual e reforçam o compromisso do Paraná com uma educação pública de excelência.
“Depois de muito trabalho, atendendo solicitações do chefe do Núcleo, professor Baú, e dos nossos diretores, temos a alegria de anunciar reformas importantes que já estão liberadas. São obras que vão garantir escolas mais modernas, seguras e confortáveis, mantendo o Paraná na liderança da melhor educação do Brasil”, destacou Gugu Bueno.
“A média de idade da estrutura física de um colégio, hoje, é de 35 a 40 anos. Então, elas estão desgastadas pelo tempo de uso mesmo. Estamos fazendo uma reforma geral em que cada escola vai receber, mais de R$ 1,5 milhão, em média. Recursos para telhado, reparos, parte elétrica”, explicou o secretário da Educação, Roni Miranda.
As reformas serão licitadas nos próximos meses, com execução prevista para o início de 2026. As melhorias telhados, pisos, instalações elétricas e hidráulicas, pintura, acessibilidade e adequações em espaços pedagógicos.
Com essa nova etapa de investimentos, o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa reforçam o compromisso com a educação pública e com o desenvolvimento regional, garantindo mais qualidade, segurança e conforto para milhares de alunos e professores do Oeste do Paraná.
A Assembleia Legislativa do Paraná também cai destinar R$ 70 milhões ao Governo do Estado para implantar aulas de inglês nas escolas municipais. O anúncio foi feito durante o lançamento do programa Inglês Paraná Kids, que deve começar em 2026, sob coordenação da Secretaria de Estado da Educação (SEED). Pelo programa, o Governo do Estado fornecerá material didático gratuito e a capacitação continuada dos professores das redes municipais que aderirem ao programa. A Assembleia destinará R$ 70 milhões de recursos da economia dos 54 deputados e deputadas estaduais.
Escolas contempladas na região Oeste
• Cascavel – Colégio Estadual São Cristóvão: R$ 1.893.128,00
• Cascavel – Colégio Estadual Pacaembu: R$ 502.543,09
• Cafelândia – Colégio Estadual Alberto Santos Dumont: R$ 1.716.063,06
• Santa Tereza do Oeste – Colégio Estadual Cívico-Militar Santa Tereza do Oeste: R$ 2.047.161,23
• Três Barras do Paraná – Colégio Estadual Princesa Izabel: R$ 577.486,50
Por - Assessoria
Gugu Bueno destaca união do Legislativo e do Governo do Estado para garantir renda e competitividade aos produtores
A Assembleia Legislativa do Paraná garantiu, nesta terça-feira (21), que será colocado em votação o projeto de lei nº 888/2023, que proíbe a reconstituição de leite em pó, composto lácteo, soro de leite e outros produtos lácteos de origem importada por indústrias e laticínios para venda como leite fluido no estado. A decisão foi anunciada pelo presidente da Casa, deputado Alexandre Curi (PSD), durante audiência pública no plenário da Assembleia, que reuniu centenas de produtores de leite de todo o Paraná. A medida integra o conjunto de ações articuladas entre o Legislativo e o Governo do Estado para enfrentar a crise que afeta o setor leiteiro paranaense.
O 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Gugu Bueno (PSD), que já havia participado de audiências sobre o tema, reforçou o papel da Casa em articular soluções efetivas.
“Essa é uma resposta que nasce da mobilização dos produtores e da sensibilidade do nosso Legislativo. A Assembleia está fazendo o que o Paraná espera dela: agindo com firmeza e equilíbrio para proteger quem produz. Não se trata de criar barreiras, mas de defender a nossa economia rural, o emprego e a renda de milhares de famílias que vivem do leite”, afirmou o parlamentar.
Segundo Curi, a medida é resultado de um entendimento entre o Legislativo e o Governo do Estado diante da crise que afeta o setor leiteiro.
“Entendemos o momento emergencial e difícil que os produtores enfrentam e houve um acordo entre o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa. Essa é uma vitória dos produtores de leite do Paraná, construída com diálogo, respeito e responsabilidade”, afirmou o presidente.
O projeto, de autoria do deputado Luis Corti (PSB), foi elaborado com base em contribuições do próprio setor produtivo. “O leite vive a maior crise de preço da história recente do Paraná. Precisávamos agir para impedir a concorrência desleal causada pelo leite reconstituído com pó importado. Esse projeto é um passo concreto para proteger nossos produtores e garantir um preço justo para quem trabalha no campo”, destacou Corti.
O substitutivo aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) proíbe a reconstituição de produtos lácteos de origem importada por indústrias e laticínios estabelecidos no Paraná e determina que as penalidades sejam aplicadas pelo Executivo. Os valores arrecadados com multas serão destinados ao Fundo de Desenvolvimento da Agropecuária do Paraná (Fundepec).
A proposta também mantém a comercialização de produtos importados diretamente ao consumidor final, desde que embalados e rotulados conforme as normas da Anvisa, garantindo o direito à informação e a transparência sobre a origem dos produtos. O texto será votado em plenário e, segundo o presidente, deve ser sancionado pelo governador Ratinho Júnior ainda nesta semana.
POr - Assessoria
O Governo do Paraná anunciou oficialmente nesta terça-feira (21), em evento realizado no Palácio Iguaçu, um investimento de aproximadamente R$ 132 milhões para a contratação e execução de Estão sendo beneficiadas instituições de 73 municípios. O aporte financeiro é da Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) e do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar).
A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à Educação, que totaliza R$ 235,3 milhões, envolvendo ainda entregas de equipamentos e convênios com municípios.
“As reformas já estão acontecendo. O Paraná já aplicou neste ano quase R$ 1 bilhão em obras nas escolas estaduais. Agora, são mais 94 colégios que recebem recursos para uma reforma mais robusta: trocar todo o telhado, fazer uma reestruturação no pátio, no ginásio. São reformas mais pesadas”, disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
Assim, as intervenções anunciadas incluem reparos e melhorias estruturais – como telhados, pisos, instalações elétricas e hidráulicas, pintura, acessibilidade e adequações em espaços pedagógicos. O objetivo é seguir aprimorando a infraestrutura educacional, proporcionando ambientes mais adequados e seguros para alunos, professores e toda a comunidade escolar.
“A média de idade da estrutura física de um colégio, hoje, é de 35 a 40 anos. Então, elas estão desgastadas pelo tempo de uso mesmo. Estamos fazendo uma reforma geral em que cada escola vai receber, mais de R$ 1,5 milhão, em média. Recursos para telhado, reparos, parte elétrica”, explicou o secretário da Educação, Roni Miranda.
“A parte elétrica é importante nesse processo, porque antigamente tínhamos uma TV e uma geladeira nas escolas. Agora, estamos colocando ar condicionado em todas as salas de aula. A estrutura elétrica precisa estar preparada para receber todos os equipamentos”, complementou.
Diretora-presidente da Fundepar, órgão responsável pela infraestrutura das escolas, Eliane Teruel Carmona explicou que a seleção das instituições de ensino abarcadas pelo pacote de obras foi feita de modo coletivo. “Quem fez os apontamentos dessas escolas foram chefes de núcleo, juntamente com os nossos engenheiros, que viabilizaram para aquelas escolas que estavam mais carentes de uma intervenção do Estado. Então, nós demos prioridade para as escolas que estavam com maior necessidade”, contou.
De acordo com ela, porém, o trabalho nesse setor está mais do que aquecido no Paraná. “Atualmente, estamos com intervenção em mais de 500 escolas, entre reformas ou construções novas. Além de R$ 150 milhões que o governo investiu no programa Escola Mais Bonita. Ou seja, hoje no Estado, nós temos 1.700 escolas com intervenções de pequeno ou grande reparo”, disse Eliane.
DE NORTE A SUL – Para a capital do Estado, serão direcionados cerca de R$ 3,3 milhões para melhorias em três escolas. “Nós temos que pensar na pedagogia das crianças, mas é fundamental que elas tenham uma estrutura eficiente de apoio para aprender. E essas reformas vão nos ajudar muito a dar qualidade na sala de aula e bom ambiente de ensino. Com isso, as crianças conseguem aprender melhor, mais rápido e de modo mais eficiente”, agradeceu o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.
A escola que mais recebeu recursos nessa iniciativa foi o Colégio Estadual João XXIII, de Clevelândia. Ao todo, a instituição receberá R$ 3,9 milhões para diversas intervenções. “A escola estava com problemas, calçadas, muro deteriorado. E está sendo toda revitalizada, para dar mais qualidade de vida aos alunos e aos professores”, comentou a prefeita Rafaela Losi. Ela destacou também outros aportes do Governo do Paraná para a área, como os R$ 7 milhões investidos no Colégio Agrícola da região, que incluiu a reforma dos dormitórios.
A diretora do Centro Estadual de Educação Profissional Professor Miguel Carlos Parolo, Lucelia Terezinha Dziubate Ferreira, de Pitanga, fez questão de ressaltar a importância desse investimento para a comunidade escolar.
“Nós já recebemos várias reformas menores, mas essa foi significativa para a mudança de toda a estrutura da escola e a comunidade escolar que represento, com cerca de 1.400 pessoas, com 489 alunos, está muito grata por isso”, falou, citando melhorias como a troca de forro, telhado, pintura nas áreas interna e externa e o incremento na infraestrutura como um todo.
OUTROS INVESTIMENTOS – Além desse pacote de obras, o Estado também vem trabalhando em outras frentes. Estão em andamento, por exemplo, a construção de 16 novas unidades escolares, com investimento estimado em R$ 275 milhões. As ações englobam ainda ampliações em 11 colégios estaduais, com recursos na ordem de R$ 37 milhões; reformas já em execução em 233 colégios, totalizando mais R$ 268 milhões.
Outras iniciativas são o Projeto Escola Mais Bonita, que destinou R$ 150 milhões para aproximadamente 1.600 escolas, e o Projeto de Substituição de Salas de Madeira por novas estruturas, que já movimentou neste ano R$ 24 milhões.
A forte aposta nesta área tem se mostrado bem-sucedida, garantindo ao Paraná o melhor desempenho do Brasil no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) – ferramenta federal que mede a qualidade da Educação. No Ensino Médio, o Paraná lidera o ranking nacional com nota 4,9. Nos anos finais do Ensino Fundamental, a nota do Estado é 5,5, a mesma de Ceará e Goiás. Já nos anos iniciais, liderados pelos municípios e com apoio da Secretaria de Estado da Educação, por meio do programa Educa Juntos, o Paraná está no topo do ranking com nota 6,7.
Nos últimos sete anos, o Governo do Estado tem se notabilizado pelo esforço em garantir as melhores condições de aprendizagem para os alunos, com a modernização dos colégios, a implantação de ferramentas de ensino de alta tecnologia, bem como programas especiais – entre eles, o Ganhando o Mundo, que leva alunos e professores para intercâmbios no Exterior.
NOVOS ANÚNCIOS – Também nesta terça-feira, Ratinho Junior anunciou um pacote com aulas de inglês e robótica nos anos iniciais do Ensino Fundamental; entregou 1.476 telas interativas para instituições de ensino da rede estadual e 10 mil chromebooks para escolas de ensino integral, em um aporte de R$ 33,3 milhões; e lançou o Sistema Estadual de Georreferenciamento de Escolas e Alunos (SEGEA). O investimento somado de todas as iniciativas, incluindo o Inglês Paraná Kids e o Robótica Paraná Kids, foi de R$ 235,3 milhões.
PRESENÇAS – Participaram do evento o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega; os secretários estaduais da Administração e Previdência, Luizão Goulart; e do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo; a presidente do Fundepar, Eliane Carmona; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Alexandre Curi; o líder do Governo na Alep, deputado estadual Hussein Bakri; os deputados estaduais Cloara Pinheiro, Ademar Traiano, Flávia Francischini, Gugu Bueno, Jairo Tamura, Maria Victoria, Anibelli Neto, Nelson Justus, Moacyr Fadel, Marcio Pacheco, Alisson Wandscheer, Márcia Huçulak, Marli Paulino, Delegado Jacovós, Pedro Paulo Bazana, Evandro Araújo, Dr. Leônidas, Gilberto Ribeiro, Alexandre Amaro, Luiz Fernando Guerra, Ney Leprevost e Adão Litro; a deputada federal Luísa Canziani; prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais e vereadores de dezenas de municípios.
Por - AEN








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