Motoristas de veículos de carga que circulam vazios precisam dar baixa no Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) para poderem contar com a isenção da tarifa de pedágio sobre eixos suspensos. O alerta é da Receita Estadual do Paraná, que elaborou um guia prático para facilitar o encerramento do documento e evitar cobranças indevidas.
O MDF-e é um documento digital que consolida todas as informações sobre o transporte de uma carga, incluindo as notas fiscais, o veículo utilizado e o motorista responsável pela operação. Ele é de responsabilidade das transportadoras e a fiscalização fica a cargo das concessionárias, cabendo à Receita Estadual apenas o gerenciamento do sistema.
E o encerramento do manifesto é uma etapa essencial, pois confirma oficialmente o término do transporte e o descarregamento completo da mercadoria — além de garantir a isenção da tarifa de pedágio sobre eixos suspensos. O alerta vem após relatos de problemas enfrentados por motoristas na última semana. Por não terem dado baixa no manifesto em cargas passadas, eles não conseguiram se beneficiar da isenção da tarifa. Por isso, a Receita Estadual reforça a necessidade de encerrar o MDF-e tão logo finalize um transporte.
Esse encerramento deve ser feito pelo aplicativo Nota Fiscal Fácil (NFF), disponível gratuitamente para download. O app permite visualizar todos os manifestos abertos e realizar o encerramento de forma rápida e segura, evitando cobranças indevidas. Além disso, o próprio contratante pode verificar se há MDF-es pendentes emitidos com a placa do veículo.
Confira o passo a passo:
1. Confirme as entregas: Verifique se todas as Notas Fiscais relacionadas à viagem foram entregues e estão devidamente listadas no MDF-e.
2. Acesse o aplicativo: Abra o app Nota Fiscal Fácil (NFF) no celular e faça login com seus dados. Se for o primeiro acesso, selecione o tipo de nota que deseja emitir — no caso, Transportador Autônomo de Carga.
3. Entre na área de MDF-e/Transportador: Vá até a seção destinada aos Transportes Abertos e procure o MDF-e correspondente à viagem.
4. Localize o manifesto: Busque pelo número do MDF-e, data ou placa do veículo. Se houver mais de um manifesto, confirme o correto observando o destino ou o conteúdo das notas fiscais listadas.
5. Confirme o descarregamento: Certifique-se de que o descarregamento foi concluído, verificando itens/volumes, assinatura do recebedor e notas fiscais entregues.
6. Encerre o MDF-e: Toque na opção “Encerrar MDF-e” e preencha os dados solicitados com o local de encerramento (cidade/estado).
7. Confirme a operação: Após preencher as informações, selecione “Confirmar/Encerrar” e aguarde o recebimento do PIN para confirmar a operação.
8. Verifique o status: O MDF-e será atualizado para o status “Aguardando Encerramento” ou “Encerrado”. Guarde o protocolo ou recibo gerado, pois ele comprova o encerramento do manifesto.
A Receita Estadual do Paraná reforça ainda que o encerramento deve ser feito somente após o descarregamento total da carga, evitando inconsistências nos registros e garantindo o direito à isenção da cobrança de pedágio sobre eixos suspensos. Caso o manifesto não seja encerrado corretamente, o sistema pode registrar o veículo como em trânsito, o que pode gerar a cobrança indevida de pedágio, mesmo quando o caminhão estiver vazio.
Por - AEN
Uma parceria entre a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e a Prefeitura de Foz do Iguaçu vai permitir que a cidade seja a primeira do mundo a ter um sistema de monitoramento inteligente de mosquito transmissor da dengue.
Intitulada “Desenvolvimento de Tecnologia para Monitoramento do Aedes aegypti Utilizando Inteligência Artificial”, a pesquisa tem como objetivo o desenvolvimento e implementação de uma grande rede de monitoramento inteligente do mosquito por meio de sensores óticos e algoritmos de inteligência artificial.
Hoje, o monitoramento depende da informações manuais, seja o número de pessoas infectadas ou que detectaram locais de criadouro, além de armadilhas físicas.
Os sensores inteligentes, que funcionam através de comandos dados para a IA, conseguem captar o som dos mosquitos e identificar a qual espécie pertencem. O equipamento já é capaz de identificar 3.500 espécies, sendo 200 destas transmissoras de doenças. Como cada espécie tem som diferente, a IA consegue informar quando se trata do Aedes aegypti e se já picou alguém. Esses dados são repassados em tempo real para uma central, o que ajuda a localizar índice de manifestação, quais horários de maior infestação, as áreas mais perigosas e fazer predição de surtos.
A autorização de pesquisa foi assinada pela direção da Unioeste e autoridades municipais e permitirá que, a partir do ano que vem, o município consiga fazer monitoramento em tempo real de forma automática. A Unioeste - Campus Foz do Iguaçu vá executar a pesquisa, sob coordenação do professor André Gustavo Maletzke, do curso de Ciências da Computação, com apoio técnico e logístico do Centro de Zoonoses.
“Uma das grandes questões do monitoramento é saber qual o tamanho da população de mosquitos na cidade. Uma vez que temos isso, conseguimos tomar decisões frente a um possível surto, agindo para diminuir o número de casos de doenças que podem ser transmitidas por esses mosquitos vetores”, explica o pesquisador.
O equipamento de sensores óticos é de baixo custo, podendo chegar a dez vezes menos do que alternativas existentes no mundo. O valor baixo é importante pelo grande número de equipamentos necessários para cobrir uma grande área. A partir do início de 2026, serão instalados em sistemas de armadilha já presentes no município e, ao entrar na área da armadilha, o sensor consegue captar exatamente de qual mosquito se trata e suas características.
PARCERIA COM UNIVERSIDADES – A pesquisa iniciou há dez anos e está sendo realizada na Unioeste. A tecnologia foi desenvolvida em parceria com diversas universidades, como a Universidade de São Paulo (USP), North Caroline State University (Estados Unidos) e Universidade de Nova Gales do Sul (UNSU), da Austrália.
Foz do Iguaçu foi escolhida como primeira a utilizar a tecnologia em função de ser uma das cidades com maior índice de infestação do mosquito. No Brasil, a Unioeste é a única que aprimora o equipamento, dando informações precisas para a IA auxiliar nesse trabalho.
“A Unioeste, como universidade pública, tem a missão de promover o desenvolvimento da comunidade. Pesquisas como esta mostram a importância da ciência desenvolvida por nós, contribuindo com o município e com o mundo na prevenção dessa doença, que pode matar”, disse o diretor do Campus Foz do Iguaçu, Sérgio Moacir Fabriz.
Pelo acordo assinado, a Prefeitura compromete-se a disponibilizar suporte técnico-operacional necessário para a execução das atividades. “É um salto na prevenção e proteção da nossa população nessa área. Nós temos um problema grande de prevenção e aparece um trabalho desse que vem ajudar a cidade”, disse o prefeito Silva e Luna.
O secretário municipal de Saúde lembra que a parceria entre município e Unioeste já vem de longa data “A Unioeste é grande parceira nossa, seja no hospital, na atenção primária e outras áreas. Agora, temos esse desenvolvimento tecnológico que será de grande ajuda ao nosso trabalho de campo de prevenção à dengue”, comentou o secretário Fábio Mello.
Por - AEN
Com o objetivo de assegurar e aprimorar continuamente a segurança e a qualidade da alimentação escolar, o Governo do Paraná mantém um modelo pioneiro no País de controle e monitoramento da qualidade dos alimentos oferecidos aos estudantes da rede pública. À frente desse processo está o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), responsável por realizar análises laboratoriais rigorosas que garantem a confiabilidade das refeições servidas diariamente em mais de 2 mil escolas para cerca de 1 milhão de alunos da rede estadual.
Em parceria com o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), o Tecpar vem desenvolvendo desde 2012, ações voltadas ao monitoramento da alimentação escolar, com objetivo de garantir que os alimentos do cardápio dos colégios estaduais atendam aos padrões sanitários e nutricionais exigidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
Com um processo de controle de qualidade abrangente, que vai desde a inspeção das embalagens até a análise laboratorial dos produtos, a averiguação começa durante a entrega dos itens pelos fornecedores na unidade armazenadora do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), em Pinhais. Nessa etapa, são verificadas as condições das embalagens, a integridade dos lotes e a conformidade dos produtos com as especificações contratuais, garantindo que apenas itens adequados sigam para análise.
Em seguida, amostras de produtos como arroz, feijão, ovos, iogurte, congelados e massas são coletadas periodicamente e submetidas a ensaios físicos, químicos e microbiológicos, que avaliam composição nutricional, padrão de identidade, qualidade dos produtos, presença de contaminantes, validade e rotulagem.
“Anualmente, são analisados cerca de 500 alimentos, totalizando aproximadamente 2.500 amostras e 7.500 determinações microbiológicas. As análises buscam identificar bactérias como salmonella, escherichia coli e bacillus cereus, que podem causar intoxicações e inflamações”, explica a diretora-presidente do Fundepar, Eliane Teruel Carmona.
A microscopia permite identificar sujidades, fragmentos de insetos, pelos de roedores e ácaros, enquanto as análises químicas avaliam proteínas, minerais, açúcares, vitaminas e resíduos de agrotóxicos, especialmente em produtos orgânicos. “Garantir a qualidade dos alimentos servidos aos estudantes é prioridade do Fundepar. A parceria com o Tecpar traz ainda mais segurança e transparência a esse processo, assegurando refeições seguras e nutritivas aos alunos”, complementa Eliane.
LABORATÓRIOS – Nos laboratórios do Centro de Tecnologia em Saúde e Meio Ambiente do Tecpar, as análises seguem protocolos técnicos detalhados. A gerente do Centro, Alessandra Bispo, explica que o volume de amostras e a diversidade de produtos exigem organização. “O principal desafio técnico é a chegada de grande quantidade de amostras em um curto espaço de tempo, conforme o cronograma de entregas. O laboratório prioriza as análises mais urgentes, sinalizadas pelo Fundepar, e realiza processos paralelos para otimizar o tempo de resposta”, diz.
O tempo de análise varia de acordo com o tipo de alimento, os parâmetros avaliados e a metodologia de análise. “O molho de tomate, por exemplo, requer cerca de 15 dias de incubação para a análise de esterilização comercial. Já os biscoitos demandam atenção especial por envolverem diversos parâmetros microbiológicos e um processo de microscopia mais detalhado”, explica Alessandra.
“Em 2025, 438 itens passaram por análise e a grande maioria foi aprovada, o que reforça a consistência e a confiabilidade do nosso modelo de monitoramento, permitindo que a alimentação escolar seja planejada com precisão e entregue de forma padronizada em todas as escolas”, afirma Eduardo Marafon, diretor-presidente do Tecpar.
ACEITAÇÃO GARANTIDA – Além das análises laboratoriais, os alimentos passam também por testes sensoriais conduzidos pela equipe do Fundepar, que avaliam textura, sabor, aroma e aparência. Segundo Rosangela Mara Slomski Oliveira, coordenadora de Planejamento da Alimentação Escolar, esse processo ocorre em duas etapas: internamente, para testar preparo e comportamento dos alimentos, e nas escolas, com a participação de pelo menos 100 alunos.
Para que possa ser estudado para ser incluído no cardápio, o alimento precisa alcançar 85% de aceitação, e o cuidado se estende a estudantes com restrições alimentares, como celíacos e diabéticos. Produtos aprovados seguem para estudos nutricionais e de rotulagem; os reprovados são ajustados pelos fornecedores. Atualmente, o Fundepar prioriza alimentos sem aromatizantes ou conservantes artificiais.
Outro fator importante é a rotina das merendeiras e a necessidade de preparos eficientes. Para isso, as equipes técnicas do Fundepar realizam testes diários, estudando novas receitas e maneiras de diversificar o cardápio com os mesmos ingredientes. Entre as criações já testadas estão escondidinho de canjica, bolo red velvet de beterraba, vinagrete de sagu e receitas com ovo em pó, mostrando que é possível unir qualidade, criatividade e praticidade nas refeições escolares.
“O Paraná recebe fornecedores de todo o País, que veem o Estado como um laboratório de referência para testar produtos, devido à exigência do público e à tradição das análises. A água de coco, hoje popular nas escolas, é exemplo de produto que passou por todo esse processo antes de ser incorporado aos cardápios”, finaliza Rosangela.
Por - AEN
Estão abertas as inscrições para mais um leilão de veículos oficiais do Governo do Paraná – o último de 2025. Serão 302 veículos distribuídos em 298 lotes, com lances de automóveis a partir de R$ 1.219,95 (Lote 51) e de motocicletas a partir de R$ 632,85 (Lote 6). O edital do leilão pode ser acessado AQUI.
Interessados podem se inscrever por meio do site www.kleiloes.com.br. As inscrições ficam abertas até 28 de novembro e a abertura de lances está prevista para 24 de novembro, às 10h. Essa edição do leilão passa por sete cidades paranaenses, com lotes a serem visitados nesses municípios: Curitiba, São José dos Pinhais, Piraquara, Ponta Grossa, Londrina, Maringá e Paiçandu.
Alguns dos veículos de destaque são o Ford Focus, Toyota Band, Marrua, Ford Courier e Kombi Pick Up. A avaliação mínima total dos lotes para arremate no leilão é de R$ 2,23 milhões.
Os leilões de veículos oficiais são coordenados pela Secretaria da Administração e da Previdência (Seap). O secretário da pasta, Luizão Goulart destaca a importância da iniciativa para o governo estadual e para a população.
“Além da arrecadação, os leilões propiciam diversos benefícios para os municípios, contribuindo com a sustentabilidade e a saúde da população, ao eliminar focos da dengue e liberar espaços urbanos onde os veículos estão depositados”, afirmou.
Confira Locais, datas e horários de visitação dos lotes:
Lotes 01 a 23
Curitiba – Pátio do IDR-PR (Rua Engenheiro Gastão Chaves, 162 - Santa Cândida)
Data: 18/11 (terça-feira), das 9h às 12h e das 13h30h às 17h
Lotes 24 a 177
São José dos Pinhais – Pátio da Polícia Civil (Rua Vanderlei Moreno, 14.000 - Borda do Campo)
Data: 19/11 (quarta-feira), das 9h às 12h e das 13h30h às 17h
Lotes 178 a 205
Piraquara – Pátio do Deppen (Rua Isídio Alves Ribeiro, s/n - Planta Meireles)
Data: 24/11 (segunda-feira), das 9h às 12h e das 13h30h às 17h
Lotes 206 a 224
Ponta Grossa – Pátio do Corpo de Bombeiros (Rua Maximiliano Magagnin, 564 – Cará Cará)
Data: 25/11 (terça-feira), das 9h às 12h e das 13h30h às 17h
Lotes 225 a 268
Londrina – Pátio do IDR-PR (Rua Rodovia Celso Garcia Cid, Km 375 - Conjunto Ernani Moura Lima II)
Data: 27/11 (quinta-feira), das 9h às 12h e das 13h30h às 17h
Lotes 269 a 291
Maringá – Pátio da UEM (Av. Colombo, 5790 - Zona 7)
Data: 28/11 (sexta-feira), das 9h às 12h e das 13h30h às 17h
Lotes 292 a 298
Paiçandu – Pátio do Deppen (Estrada Velha de Paiçandu, 2812 – Paiçandu)
Data: 28/11 (sexta-feira), das 9h às 12h e das 13h30h às 17h
Encerramento dos lances (o prazo de pagamento será no dia seguinte à entrega):
Lotes 01 ao 100 – 01/12, às 10h
Lotes 101 ao 200 – 02/12, às 10h
Lotes 201 ao 298 – 03/12, às 10h
Entrega dos lotes (realizada nos mesmos locais de visitação):
Lotes 01 a 23 - 15/01/2026 (quinta-feira), das 08h30 às 12h e das 13h30 às 17h
Lotes 24 a 177 - 16/01/2026 (sexta-feira), e de 19/01/2026 (segunda-feira) a 22/01/2026 (quinta-feira), das 08h30 às 12h e das 13h30 às 17h
Lotes 178 a 205 - 23/01/2026 (sexta-feira), das 08h30 às 12h e das 13h30 às 17h
Lotes 206 a 224 - 26/01/2026 (segunda-feira), das 08h30 às 12h e das 13h30 às 17h
Lotes 225 a 268 - 28/01/2026 (quarta-feira) e 29/01/2026 (quinta-feira), das 08h30 às 12h e das 13h30 às 17h
Lotes 269 a 291 - 30/01/2026 (sexta-feira), das 08h30 às 12h e das 13h30 às 17h
Lotes 292 a 298 - 30/01/2026 (sexta-feira), das 08h30 às 12h e das 13h30 às 17h.
Por- AEN
Dois sistemas meteorológicos vão impactar o tempo no Paraná nesta semana. A combinação de uma frente fria que avança sobre o oceano, com um sistema de baixa pressão que se forma sobre o Paraguai, fará com que o sol fique escondido atrás de forte nebulosidade. As temperaturas ficam mais baixas e há previsão de chuva em todas as regiões paranaenses.
“A combinação desses dois sistemas contribui para que, em níveis mais próximos à superfície, ocorra o ingresso de umidade do oceano, que acaba mantendo a nebulosidade mais concentrada na faixa Leste (entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral), enquanto o sistema de baixa pressão favorece o ingresso de umidade da Amazônia para o interior do Paraná”, explica Samuel Braun, meteorologista do Simepar.
A frente fria já começou a impactar o Paraná no sábado (25), com acumulados abaixo de 20mm principalmente nas regiões Oeste e Noroeste. No domingo (26) os maiores acumulados de chuva foram em Campo Mourão (51 mm), Nova Tebas (Inmet) (36,8mm), Altônia (34,8mm), Campina da Lagoa (Inmet) (33,6mm), e Cruzeiro do Iguaçu (30,2mm).
Além de Cornélio Procópio, Guaíra, Maringá e Paranaguá, que já tinham alcançado a média histórica de acumulado de chuva para outubro onze dias antes do mês acabar, com a chuva deste fim de semana outra estação atingiu a média histórica: em Altônia, a média para outubro é de 215,9mm, e já choveu 252,6mm.
Nesta segunda-feira (27), a chuva ocasional por todo o Estado segue, e as pancadas de chuva poderão ficar pontualmente mais fortes entre a tarde e a noite da RMC até o Litoral. No Interior o tempo segue abafado, com máximas de até 28°C principalmente no setor Norte.
Na terça-feira (28), no Interior, as instabilidades aumentam e a chuva pode vir a qualquer momento do dia. “O risco de alguma tempestade é um pouco maior, em virtude da circulação de ventos em diferentes níveis da atmosfera trazendo umidade, que acabam contribuindo para a formação de áreas de chuva. No Oeste, Sudoeste, Noroeste, e nos Campos Gerais, a possibilidade de fortes rajadas de vento é um pouco mais baixa, mas não se descarta a ocorrência de alguma precipitação de granizo”, ressalta Samuel.
Na região Leste as temperaturas não sobem na terça, e a chuva também ocorre em vários momentos do dia. Na quarta-feira (29), a nebulosidade ainda se faz presente e a chuva será ocasional. O tempo fica abafado no Interior do Estado, com máximas perto dos 28°C no Oeste e Noroeste, e perto dos 20°C no Leste.
Na quinta e na sexta-feira (31), a chuva diminui, e ocorre de forma isolada. As temperaturas ficam um pouco mais baixas no Centro-Sul, nos Campos Gerais e na RMC, com mínimas entre 10°C e 12°C.
SIMEPAR – Com uma estrutura de 120 estações hidrometeorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas atmosféricas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.
Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.
POr - AEN
O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) conquistou o 1º lugar geral no 7º Desafio Nacional de Salvamento Veicular, neste final de semana, representado pela equipe do 4º Batalhão de Bombeiro Militar, com sede em Cascavel. Nesta edição, a competição integrou a programação do 1º Congresso Nacional de Emergência e Segurança Viária, realizado de 23 a 25 de outubro, no Espírito Santo.
O desafio reuniu 24 equipes de 14 estados brasileiros, integrando bombeiros militares, profissionais do Samu e representantes de concessionárias de rodovias, totalizando mais de 200 competidores. Além da equipe de Cascavel, o CBMPR também estava representado pela equipe do 10º Batalhão de Bombeiro Militar, de Francisco Beltrão. Ambas chegaram ao nacional por meio da etapa estadual — seletiva que define as representações de cada estado na competição.
A vitória do 4º BBM consolidou os bombeiros paranaenses como a melhor equipe de salvamento veicular do Brasil em 2025. A equipe de Cascavel também foi a grande vencedora nas premiações por áreas, levando os troféus de Melhor Comandante, Melhor Equipe Técnica e Melhor Equipe Médica. O grupo vitorioso tem em sua equipe técnica o 1º tenente Risardi (comandante), o 1º tenente Cícero, o 1º sargento Baranowski e o 2º sargento Franciney. No atendimento pré-hospitalar o 2º sargento Dos Santos e o cabo Fernando, e ainda a 3º Sargento Melânia na reserva.
Em sua sétima edição, o Desafio tem como objetivo aprimorar as técnicas de resposta a acidentes de trânsito com vítimas presas em ferragens. Durante as provas, as equipes realizam simulações de resgate em veículos acidentados, com cenários que reproduzem situações reais — desde colisões frontais até capotamentos. Cada equipe dispõe de 25 minutos para aplicar o conjunto completo de procedimentos: avaliação de cena, comando de operações, corte e estabilização dos veículos e atendimento pré-hospitalar às vítimas.
Segundo o major Tiago Zajac, presidente da Câmara Técnica de Salvamento Veicular do CBMPR, o desafio tem papel fundamental na formação continuada dos bombeiros. “Essas competições vão muito além da disputa. Elas estimulam a criação de equipes especializadas, a padronização de técnicas e o aperfeiçoamento constante do atendimento prestado à população. Cada minuto salvo em um treinamento como esse pode representar uma vida preservada em um acidente real”.
EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO – O processo de seleção das equipes participantes ocorre por meio de desafios estaduais, que avaliam o desempenho técnico e tático dos grupos em diversas situações operacionais. Após a classificação, os representantes estaduais seguem para o desafio nacional, onde as provas cobram habilidades de comando, comunicação, segurança de cena, uso de ferramentas de desencarceramento e atendimento pré-hospitalar.
A equipe paranaense campeã mantém uma rotina intensa de treinamentos e instruções há mais de quatro anos, possibilitando a capacitação de excelência de bombeiros militares e equipes do Samu. Esse trabalho contínuo tem contribuído para elevar o nível técnico do salvamento veicular em todo o Paraná e no Brasil.
O histórico de participação do CBMPR no Desafio Nacional é marcado pela constância e o protagonismo. O Estado participa desde a primeira edição do evento, acumulando experiências e melhorias ao longo dos anos — mas o resultado de 2025 é, até agora, o melhor desempenho da Corporação em âmbito nacional.
“O resultado é fruto de muito esforço, dedicação e estudo. As competições são desafiadoras, mas o maior ganho é o preparo das equipes para atuar nas emergências reais, com segurança e eficiência. É uma vitória que representa todo o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná”, comemora o tenente Risardi, comandante da equipe campeã.
DESAFIO MUNDIAL – A vitória dos bombeiros do 4º BBM garantiu ao CBMPR uma vaga para representar o Brasil no Desafio Mundial de Salvamento Veicular, que ocorrerá em 2026, no Rio de Janeiro. Essa será mais uma oportunidade de mostrar o alto nível técnico e o comprometimento dos bombeiros paranaenses em um evento de alcance internacional.
Com o título nacional e a vaga garantida para o Mundial de 2026, o CBMPR reafirma sua posição de referência em salvamento veicular no Brasil, destacando-se não apenas pelas conquistas em competições, mas pelo compromisso permanente com a melhoria da resposta operacional e a preservação de vidas nas estradas paranaenses e em todo o País.
Por - AEN










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