Na manhã de terça dia 21, uma equipe da PRF estava fazendo fiscalização de ultrapassagem na BR 163, região de Santa Lúcia/PR, quando um veículo GM/Corsa, com placas de Dois Vizinhos/PR, efetuou uma ultrapassagem indevida e ao avistar os policiais fugiu para uma estrada vicinal.

 

A equipe deslocou-se atrás do veículo, mas ao chegar no local, o condutor havia evadido.

 

O veículo estava carregado com aproximadamente 5.000 maços de cigarros.

 

A ocorrência foi encaminhada para a Receita Federal de Cascavel.(Com PRF). 

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Brasileiro é morto a tiros e seu corpo é jogado no lado paraguaio do Rio Paraná

Durante está segunda dia 19, militares da Marinha do Paraguai e da Policia Nacional encontraram um cadáver de um homem com pelo menos nove perfurações por arma de fogo as margens do Rio Paraná, no Bairro San Miguel, em Ciudad Del Este.

 

O corpo foi trazido até um ponto onde passou por uma perícia, onde a médica forense Raquel Cácerez inspecionou o corpo, qual apontou que apresentava rigidez cadavérica e a morte teria ocorrido a mais de 14 horas, sendo constatado nove perfurações por arma de fogo.

 

A vítima estava em posse de um documentos, sendo assim identificado como sendo o brasileiro Luan Ryan Campos de Souza, de 19 anos de idade. (Com Tribuna Popular)

 

 

 

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Paraná tem o 2º menor número de mortes em rodovias federais em dez anos, aponta PRF

Quinhentas pessoas morreram e outras 8.551 saíram feridas em acidentes de trânsito registrados nas rodovias federais do Paraná ao longo de 2019. O número de mortes é o segundo menor dos últimos dez anos, acima apenas do total verificado em 2018, quando houve 494 mortes e 8.348 vítimas feridas no estado.

 

Os dados são da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que divulgou seu balanço anual na manhã desta terça-feira (21).

 

Em relação ao ano anterior, o total de mortes oscilou 1,2%. E o de feridos, 2,4%. Já o total de acidentes atendidos pelas equipes da PRF caiu 3,1% –passou de 7.955 para 7.705.

 

O pico de vítimas mortas dentro da série histórica ocorreu em 2012, quando 855 pessoas perderam a vida em rodovias federais paranaenses (veja gráfico).


Perfil dos acidentes fatais

As principais causas dos acidentes que resultaram em vítimas mortas no ano passado foram falta de atenção do condutor (21% das mortes); falta de atenção do pedestre (17,2%); desobediência às normas de trânsito pelo condutor (16,8%); velocidade incompatível (16,4%); ultrapassagem indevida (6,2%), ingestão de álcool (4,6%); sono (3%); e desobediência às normas de trânsito pelo pedestre (3%).

 

Quase metade das mortes ocorreram em colisões frontais (24,8%) ou em atropelamentos (24,6%). A maioria dos óbitos ocorreu em situação de pista seca (82,4%), em trechos de reta (65,4%), no período noturno (64,5%), em rodovias de pista simples (53,5%) e de sexta-feira a domingo (52,2%).

 

Motociclistas ou passageiros de motocicletas foram 22,2% das vítimas mortas. Ciclistas, 4,2%. Homens representaram 83,8% do total de óbitos.


Ações de fiscalização

Em 2019, os policiais rodoviários federais flagraram 4.216 motoristas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas no Paraná. O número é 9,3% superior ao verificado no ano anterior, quando houve 3.858 flagrantes.

 

Outros 19,9 mil motoristas foram autuados por ultrapassagens proibidas, que estão entre as principais causas das colisões frontais.

 

A PRF constatou ainda 2.047 crianças sendo transportadas sem cadeirinha, assento de elevação ou bebê-conforto.

 

Ao longo de 2019, mais de 20,2 mil veículos foram recolhidos aos pátios da PRF no estado, por diferentes irregularidades. No caso específico de caminhões, por exemplo, quase 8,6 mil toneladas de excesso de peso foram detectadas.

 

A Polícia Rodoviária Federal fiscaliza cerca de 3,9 mil quilômetros de malha viária no Paraná.


Balanço resumido de ocorrências de trânsito em rodovias federais no Paraná (2019):

- 500 mortes;
- 8.551 feridos;
- 7.705 acidentes atendidos;
- 4.216 flagrantes de embriaguez;
- 19.961 ultrapassagens proibidas;
- 2.047 crianças sem cadeirinha;
- 20.229 veículos recolhidos;
- 8.593 toneladas de excesso de peso. (Fonte: PRF)

Paraná bloqueia fronteira para inibir entrada de foragidos do Paraguai

A Secretaria da Segurança Pública determinou às polícias Militar e Civil o bloqueio das entradas no Paraná, nas faixas de fronteira, em especial na região Oeste do Estado, seja por terra (rodovias e matas) ou rios. A medida é para inibir a entrada de foragidos de um presídio da cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero.

 

O reforço de policiamento inclui patrulhamento aéreo. Além do uso de helicóptero, a operação envolve o uso de embarcações, viaturas, motocicletas e cães. A atuação policial também conta com ações de inteligência, congelamento de áreas e abordagens policiais.

 

A Secretaria da Segurança Pública determinou às polícias Militar e Civil o bloqueio das entradas no Paraná, nas faixas de fronteira, em especial na região Oeste do Estado, seja por terra (rodovias e matas) ou rios. A medida é para inibir a entrada de foragidos de um presídio da cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero.

 

O reforço de policiamento inclui patrulhamento aéreo. Além do uso de helicóptero, a operação envolve o uso de embarcações, viaturas, motocicletas e cães. A atuação policial também conta com ações de inteligência, congelamento de áreas e abordagens policiais.

 
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“As forças policiais estão desdobradas no terreno fronteiriço, e outras regiões, com o objetivo de identificar e prender os foragidos”, afirma o secretário da Segurança Pública, coronel Rômulo Marinho Soares. Segundo ele, o Paraná está trabalhando integrando com o Exército Brasileiro e com as Polícias Rodoviária Federal e Polícia Federal. “Acreditamos que atuando de forma conjunta teremos mais êxito no combate ao crime organizado e na recaptura destes foragidos”

 

O secretário destaca que as medidas foram determinadas pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior para garantir segurança e proteção “ao cidadão de bem que precisa trabalhar, estudar, e ter seu lazer nessas regiões que podem ser usadas como esconderijo para estes foragidos”. Em caso de prisão de qualquer foragido do Paraguai, a Secretaria de Segurança pedirá o encaminhamento da pessoa para presídio federal de segurança máxima.

 

POLÍCIA MILITAR – Além do policiamento preventivo e ostensivo da Polícia Militar, bem como ações de inteligência, a Secretaria da Segurança Pública está ampliando as ações por meio de barreiras e bloqueios policiais, que permitem identificação e abordagem de pessoas, como uma malha de recobrimento para complementar as atividades regulares.

 

Na região Oeste, os quatro batalhões estão empenhados neste reforço, são eles: Foz do Iguaçu (14º Batalhão), Toledo (19º Batalhão), Pato Branco (3º Batalhão) e Francisco Beltrão (21º Batalhão). “Cada uma das unidades atende diversas cidades, cobrindo toda a região de fronteira com Paraguai e Argentina, e também a divisa com o Mato Grosso do Sul”.

 

Além dessas unidades, o Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) está aplicando o Pelotão Cobra com embarcação nos rios desde o anúncio da fuga. “Pelos rios existem muitas saídas por meio de portos clandestinos, por isso estamos atuando fortemente nestas áreas, locais onde costumeiramente pessoas passam tentando levar armas, drogas e outros produtos ilegais”, explicou o coronel.

 

O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) já enviou no domingo o Comandos e Operações Especiais (COE). Nesta segunda, estão sendo enviados a Rondas Ostensivas de Natureza Especial (RONE) e a Companhia de Choque (CiaPChoque) para recobrimento de patrulhamento e de operações.

 

“O diferencial é a formação dos militares, que estão preparados para atuar em situações de crise, enquanto os policiais do BPFron recebem doutrinas especiais para operações aquáticas e aéreas”, informa o subcomandante da PM, coronel Antônio Carlos de Moraes. “As técnicas permitem aos policiais militares operar em locais de difícil acesso e com a possibilidade de neutralizar ações de alto risco”.

POLÍCIA CIVIL – As ações de inteligência policial também estão sendo ampliadas pela Polícia Civil, por meio da troca de informações integrada com o Departamento de Inteligência do Paraná e outras forças da região de fronteira. “O objetivo é somar-se a equipes regulares que também atuam fortemente no combate ao crime organizado, impedindo a entrada de drogas, armas e facções criminosas no Estado”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil, Silvio Jacob Rockembach.

 

O helicóptero do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) sobrevoa as áreas de balneários da região Costa Oeste. Além da aeronave, equipes de operações especiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) reforçam o trabalho de segurança pública que está sendo realizado na fronteira.

 

“A Polícia Civil utiliza toda sua expertise tecnológica, de inteligência, de investigação, tática e operacional para reprimir atividades ilícitas na fronteira do Estado com países vizinhos”, explicou o delegado-geral. “Nossa Polícia também é responsável pela investigação de situações de crime e está usando a inteligência para identificar inclusive pessoas que possam estar ligadas com os foragidos”.

 

DEPEN – Além das ações policiais, o Departamento Penitenciário do Paraná, caso haja identificação e prisão de algum foragido, vai contribuir nas tratativas para os encaminhamentos previstos. “Vamos imediatamente solicitar a implantação destes presos em presídio federal, conforme anunciado pelo Ministro Sérgio Moro”, disse assessor jurídico do Depen, Renan Ferreira.(Com Agência Estadual de Noticias). 

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Saúde orienta sobre acidentes com animais venenosos e peçonhentos

Os acidentes com animais venenosos e peçonhentos são relativamente comuns, mas podem ser evitados. A Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações (DVZI) da Secretaria de Estado da Saúde registra anualmente, em média, 17 mil acidentes com animais venenosos e peçonhentos. São notificações de picadas com ou sem gravidade que passaram pelo sistema de saúde.

 

Os peçonhentos são os que têm a capacidade de injetar substâncias tóxicas por meio das presas. Já os venenosos são aqueles que causam envenenamento passivo por ingestão ou contato, como as lagartas ou taturanas, os sapos e peixes, como o baiacu. Isso ocorre como forma de caça ou ainda de defesa em relação a algum predador.

 

Quando um animal se sente ameaçado, ele pode se defender do predador ou ameaça usando o veneno. A quantidade, e a variedade, de animais que tem veneno é grande: serpentes, aranhas, escorpiões, lagarta, abelhas, peixes, arrias, águas-vivas e caravelas.

 

Em 2019, o total de acidentes contabilizado foi de 17.074 registros. O chefe da DVZI, biólogo Emanuel Marques da Silva, relata como é a ocorrência no Estado. “Nos períodos mais quentes do ano, que coincide com as férias, há um aumento de circulação de pessoas em áreas mais afastadas, como trilhas, parques e atividades ao ar livre, o que aproxima as pessoas do ambiente natural dos animais, como as serpentes, aranhas, e até peixes”, comenta o biólogo.

 

Além de se deparar com animais em locais de natureza mais exuberante, as próprias residências podem ser ambientes propícios no período de férias. “É bastante comum que as pessoas viajem nessa época e deixem as casas fechadas. O ambiente fica escuro e sem interferência humana. Dessa forma, os animais saem dos seus locais e percorrem mais livremente as residências. Ao retornar é comum encontrá-los em diversos locais de risco para o acidente”, esclarece Emanuel.

ÓBITO – Entre os acidentes ocorridos no último ano, 14 pessoas foram a óbito após serem picadas por algum animal peçonhento ou venenoso. Destes, seis mortes foram causadas por serpentes, dois por aranhas e outros seis por abelhas.

Para evitar complicações após ser picado, a Secretaria da Saúde orienta procurar atendimento médico logo que perceba a picada. “Nossa indicação é sempre procurar o serviço médico assim que constatar que foi picado. A rapidez no atendimento auxilia na redução da gravidade da ação do veneno e evita danos mais severos ao organismo”, reforça o biólogo.

COMO EVITAR – Os cuidados para evitar acidentes com animais venenosos e peçonhentos dependem do ambiente. Manter sempre os locais sem lixo, porque atraem insetos e roedores que são alimentos para os peçonhentos.

Evitar entulho próximo às residências porque podem se tornar abrigos e proteção para alguns destes animais.

Fechar os possíveis acessos para os animais, tapando frestas e buracos no entorno e no interior das residências, colocando telas e protetores nas portas e janelas.

O chefe da DVZI lembra que eliminar o essencial para a vida dos animais é a melhor proteção. “Na prevenção, devemos considerar que os seres vivos precisam de água, alimento, abrigo e acesso. Quando alteramos pelo menos um destes fatores causamos forte impacto no ciclo biológico dos animais que, ou procurarão outro local para morar ou morrerão”.

Outra dica é quando entrar em uma residência ou local que esteve fechado por muito tempo, fazer uma varredura e limpeza, observando atentamente e com atenção os cantos e móveis para evitar as aranhas, tirar teias e eventualmente encontrar outros animais.

MAR – Caravelas e águas-vivas podem fazer a pessoa sentir muita dor e deixar marcas após o contato com o animal. Caso a pessoa tenha contato com águas-vivas ou caravelas, deve procurar atendimento médico com urgência, pedindo a ajuda de um guarda-vidas mais próximo para passar vinagre no local e avaliar a gravidade. Não esfregar a região atingida e nunca passar água doce ou outra substância.

ÁGUA DOCE – Prática comum no período de férias é a pesca e atividades de lazer em rios e nesse ambiente o cuidado com acidentes envolvendo animais também deve ser mantido. Os peixes bagres e as arraias são venenosos e causadores frequentes de acidentes na água doce.

O veneno causa dor local e pode gerar feridas de difícil cicatrização. A orientação é banhar ou mergulhar a parte do corpo atingida em água quente por 30 a 90 minutos, além de procurar uma unidade de saúde com urgência.

TRILHAS – Utilizar calçados fechados com cano alto ou perneiras é a orientação para quem vai percorrer trilhas. Para evitar picadas de aranhas, serpentes ou outros animais, não colocar as mãos em buracos, mexer em troncos ou pedras sem proteção de luvas ou algum objeto que mantenha distância segura, tais como uma vara ou galho.

CASAS – Vedar ralos, frestas, buracos e soleiras de portas e janelas. Afastar as camas e berços das paredes, evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão. Sacudir e verificar roupas e sapatos antes de usá-los.

JARDINS E QUINTAIS – Mantenha os jardins e quintais limpos. Evitar folhagens densas junto a paredes e muros das casas e manter a grama aparada. Para evitar contato com lagartas, deve-se tomar cuidado ao encostar em troncos de árvores e plantas no jardim. Usar luvas ao manusear e limpar os quintais e jardins.

VIGILÂNCIA – Caso encontre algum destes animais na residência, é importante acionar o serviço de saúde do município, que indicará como proceder para coleta ou captura para identificação da espécie e risco da gravidade dos acidentes. Se ocorrer acidente, a pessoa deve buscar imediatamente o atendimento médico mais próximo e, se possível, levar o animal causador ou uma foto. Para esclarecer dúvidas sobre os acidentes, o Centro de Controle de Envenenamentos do Paraná está à disposição no telefone 0800-41-0148.

NÚMEROS – O Corpo de Bombeiros divulgou que entre os dias 16 de dezembro de 2019 e 13 de janeiro de 2020 há registro de 2.955 acidentes com águas-vivas. Já a Secretaria da Saúde registrou 541 ocorrências com águas-vivas, caravelas, bagres, arrais, sapos, formigas e mariposas em 2019.

A diferença da quantidade de acidentes registrados pelo Corpo de Bombeiros e a Saúde acontece porque os números da secretaria informam o número de pessoas, enquanto o Corpo de Bombeiros é a atendimentos.(Com AEN). 

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