Trabalhador de 40 anos precisou ser socorrido às pressas na manhã desta quinta dia 07, após sofrer acidente com veículo Trator.
O homem teve um braço violentamente amputado.
O acidente aconteceu em Distrito de Juvinópolis, e foi aerotransportado para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) pelo aeromédico do Programa Paraná Urgência, coordenado pelo Consamu.
De acordo com informações dos socorristas, o paciente recebeu primeiros cuidados na unidade básica de saúde local, porém apresentou amputação traumática necessitando de transferência urgente.
Por volta das 12h15 a aeronave pousou ao lado da unidade Hospitalar, e a vítima foi internada para avaliação e tratamento.
Desde o início da pandemia do Coronavírus, a procura por máscaras tem sido grande em todo o Brasil. Por conta da necessidade de manter um distanciamento social e do crescimento no número de contaminados, ao menos onze estados e o Distrito Federal já determinaram a necessidade do uso de máscaras. Entre eles está o Paraná. O governador do Estado, Ratinho Junior, decretou a obrigatoriedade no último dia 28 de abril, inclusive com aplicação de multa em caso de descumprimento.
O consultor do Sebrae/PR, Tiago Correia da Cunha, afirma que a pandemia criou grandes problemas para a maioria dos negócios de diferentes setores econômicos, entre eles o da confecção. Muitas empresas do segmento sentiram o impacto das medidas de isolamento social, diminuíram a produção e outras chegaram a parar temporariamente as atividades. “Em meio à crise, as empresas demonstraram capacidade de reinvenção e inovação nos processos”, afirma.
Cunha lembra ainda que a obrigatoriedade do uso de máscaras abriu novas oportunidades não apenas para empresas de confecção, mas também de outras áreas, que aproveitaram o momento para se adequar. “E as máscaras se tornaram não apenas um item de segurança, mas também de moda, com estampas e tecidos diferentes”, aponta.
O consultor ressalta, porém, a importância de as empresas se estruturarem para atender todos os requisitos de segurança estabelecidos pelo Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Para se adequarem ao momento, empreendedores da área de confecção aproveitaram, em muitos casos, a própria matéria-prima. Esse foi o caso da artesã Jociane Boratto Monteiro, de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, que começou a produzir as máscaras em fevereiro, estimulada por uma cliente que atua na área da saúde. A empresária viu as vendas de seus produtos como necessaire, porta fraldas, chinelos, panos de prato, entre outros, despencarem em fevereiro e passou a produzir as máscaras utilizando tecidos do estoque. Para isso, buscou modelos na internet e divulgou as máscaras nas redes sociais.
“Recebi um grande número de pedidos e nas redes sociais tive mais de 13 mil visualizações. Até o momento, já foram quase 800 máscaras comercializadas, com pedidos até de outros estados. Quatro costureiras me ajudam a dar conta da demanda”, comentou. Ela explica que também confecciona modelos personalizados de acordo com o cliente.
Prevendo uma concorrência na demanda por máscaras ela também começou a desenvolver bolsinhas de plástico, com uma abertura lateral para a máscara usada, outra para a máscara limpa e um espaço para o álcool gel. “Quis criar um novo produto que facilite a vida das pessoas”, relata.
A crise do Coronavírus também afetou e provocou mudanças em pequenas indústrias de confecções como é o caso da Terra & Sol Confecções, fábrica e loja de uniformes em Jacarezinho, norte pioneiro do Paraná. A dona da empresa, Mara Silvia de Mello Moraes, precisou adaptar a produção, antes voltada para atender escolas e empresas, à nova realidade trazida pela pandemia. No primeiro mês das medidas de distanciamento social, Mara diz que focou na confecção de máscaras, roupas especiais para uso em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e jalecos para profissionais de saúde, de forma voluntária para doação. Como as restrições de funcionamento foram estendidas e a demanda por esses produtos era crescente, a empreendedora passou a fabricar as peças para comercializar e manter os custos da operação do negócio durante a crise.
Os materiais são vendidos em grandes quantidades no atacado para empresas e prefeituras. Na fábrica trabalham seis pessoas, mas a empresa tem parceria com costureiras, que confeccionam as peças em casa. Diariamente, são produzidas mais de mil máscaras. No mesmo endereço da fábrica funciona uma loja em que são vendidas as peças para pessoa física.
“Também estamos vendendo tecidos para as pessoas que estão confeccionando suas próprias máscaras. A procura tem sido grande”, conta. Mara afirma que a mudança no foco da produção tem ajudado a empresa honrar com os compromissos financeiros e ter até algum lucro.
Cooperação
Profissionais de outras áreas e sem experiência na produção de confecções também tornaram a produção de máscaras um negócio do momento. Em Pato Branco, as amigas e vizinhas Bárbara Gaio, cerimonialista, e Elisa Ortigara, diarista, começaram a produzir, com a ajuda de uma máquina de costura antiga e de um molde, máscaras para consumo próprio antes da obrigatoriedade.
“Já trabalhei em frigoríficos e sei da importância do uso de máscaras e equipamentos de proteção. Quando foi declarada a pandemia, sabia que as máscaras seriam necessárias. Logo, também começamos a fazer para amigos e visualizamos que poderíamos produzir para vender”, observa Bárbara.
Desde o dia 19 de março, quando a produção começou, foram vendidas mais de 500 máscaras com duas ou três camadas e até mesmo personalizadas, com rendas ou cristais. Com o lucro obtido, elas puderam adquirir uma máquina de costura nova e passaram a produzir outros modelos, como patchwork e confecções para bebês.
A responsabilidade social também está presente no novo negócio das empreendedoras. “No início, demos prioridade aos profissionais de saúde. Já fizemos a doação de máscaras para um albergue e estamos finalizando um lote de peças para um asilo de idosos. Parte do lucro que tivemos foi doado para uma protetora de animais, em Pato Branco”, completa Bárbara Gaio. (Com Assessoria SEBRAE).
A menina de dois anos morreu em Toledo na tarde de terça dia 05, e uma das hipóteses é que ela teria sido picada por uma aranha.
A mãe da pequena Alice Garcia Rosa, Evelin Toledo, descreve como foi a evolução rápida do quadro clínico da criança internada no domingo (3) na UPA (Unidade de Pronto-Atendimento). "Ela foi ficando com a boca e pé roxo, foi reanimada por mais de 1h30, mas não resistiu".
A mãe conta que a filha estava com o pai durante o fim de semana, brincou bastante e na madrugada de domingo teve vômito, foi contido, mas ao amanhecer teve diarreia que também foi reduzida quando internada. A menina estava com uma ferida de picada na perna, com sinais de coceira, mas sem grande extensão, porém profunda e com necrose. "Alice era muito alérgica a qualquer tipo de inseto, não sabemos qual inseto que foi, e devido a pandemia a autópsia dela foi negada e não teremos o laudo conclusivo, mas foi descartado a picada de cobra e escorpião", conta.
Os familiares acreditam que a forma como a ferida se abriu, ela coçou pode ter provocado a infecção generalizada. "Ela teve uma bactéria muito forte, ela teve trombose e após a trombose ela teve uma infecção generalizada que foi muito rápida".
A morte deve ser investigada para apontar quais foram as causas, já que devido ao agravamento e morte rápida não teve diagnóstico conclusivo. O laudo do IML (Instituto Médico-Legal) deve sair em 30 dias. (Com Catve).
Mais de 1 milhão de lâmpadas fluorescentes após o uso que estão armazenadas nas prefeituras paranaenses serão recolhidas para destinação correta. A inciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, prevê prazo de 180 dias para a coleta.
Um Termo de Compromisso assinado com o Ministério Público do Paraná estabeleceu que a Reciclus – organização sem fins lucrativos de fabricantes e importadores de lâmpadas e equipamentos de iluminação – apresente em 30 dias um cronograma de coleta e destinação correta para todo o material.
No segundo semestre de 2019, a secretaria estadual enviou ofício às prefeituras dos 399 municípios para que informassem a quantidade armazenada. De acordo com os números apresentados pelos municípios, são 1.176.772 lâmpadas. Relatórios de anos anteriores indicavam que as prefeituras chegaram a abrigar mais de 3 milhões de lâmpadas descartadas pela população em órgãos públicos.
O secretário do Desenvolvimento Sustentável, Márcio Nunes, disse que o Paraná é o primeiro Estado brasileiro firmar um acordo com setor privado com essa finalidade. “É inédito no País e ratifica a preocupação do Governo com as questões ambientais”, salienta. “Estamos trabalhando junto com fabricantes, importadores e demais organismos para a aplicação efetiva da logística reversa no setor e retirar do meio ambiente esse tipo de material”.
Diretora de Políticas Ambientas da secretaria, Fabiana Campos ressaltou que esse acordo aconteceu depois de inúmeras reuniões com técnicos da Sedest, do Instituto Água e Terra (IAT) e a Reciclus. “É uma demanda antiga das prefeituras paranaenses que, mesmo sem ter obrigação legal, recebia essas lâmpadas. Com o acordo mediado pelo Ministério Público, buscamos apoiar a eliminação desse passivo e criar mecanismos para que o problema não ocorra novamente”.
Segundo o coordenador de Projetos Sustentáveis da secretaria estadual, Charles Carneiro, há um acordo setorial em nível nacional, desde 2010, e a Reciclus é a responsável por retirar essas lâmpadas do meio ambiente e dar a destinação correta. “No Paraná, era um dos problemas apontados pelo Grupo R-20. A assinatura do Termo de Compromisso é um grande avanço na questão de resíduos sólidos e vai permitir recolher esse passivo ambiental bastante expressivo no intervalo de seis meses”.
COMPROMISSO
O Termo de Compromisso foi assinado pela Associação Brasileira para Gestão de Logística Reversa de Produtos de Iluminação (Reciclus) e a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, e mediado pelo Ministério Público do Paraná. De acordo com os prazos estabelecidos e após apresentação do Cronograma de Execução de Recolhimento, os municípios serão notificados com antecedência mínima de 15 dias sobre a coleta das lâmpadas.
LOGÍSTICA
O recolhimento se dará conforme as informações prestadas pelo poder público municipal e pelos órgãos e instituições estaduais, em conformidade com a programação. Após a coleta, a instituição deverá emitir um relatório de comprovação. A orientação é para que as prefeituras concentrem o estoque em um único local da cidade para facilitar o trabalho.
PRAZO
O prazo acordado é de 180 dias, a contar da aprovação do cronograma pela secretaria estadual e IAT, para o recolhimento de todas as lâmpadas usadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e, também, de luz mista que estão armazenadas pelas prefeituras em todo o território do Estado do Paraná. (Com - AEN)
Reconhecida como uma das instituições financeiras que mais operam microcrédito no país, com uma carteira ativa de mais de R$ 100 milhões nesse segmento, a Fomento Paraná enfrenta um período desafiador e trabalha para se reinventar processando quase 25 mil solicitações de crédito recebidas em pouco mais de 30 dias.
“Este é o período mais desafiador nos 20 anos de história da empresa. Certamente pelo volume de pedidos, mas principalmente pela necessidade de revisar processos e o modelo de negócio, diante da urgência e da pressão provocada pela pandemia de coronavírus na vida das pessoas e das empresas”, afirma o diretor-presidente Heraldo Neves.
O modelo de atuação da Fomento Paraná no âmbito do setor privado sempre foi baseado no Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), que exige atendimento presencial, visita aos empreendimentos, análise caso a caso de projetos de investimento e da viabilidade do negócio, além de acompanhamento pós-crédito, visando ampliar a base produtiva e gerar empregos e renda.
Com o distanciamento social, o atendimento presencial foi suspenso, inclusive em muitas das entidades parceiras, onde atuam agentes de crédito e correspondentes, e foi preciso iniciar desenvolvimento de um novo modelo adaptado para atuação também por meio de plataformas digitais, sem abandonar o PNMPO.
“Fizemos um trabalho de sensibilização e atualmente estão operando junto conosco quase 70% dos parceiros, agentes de crédito e correspondentes, nas prefeituras e federações, associações empresariais e sindicatos credenciados, que estão ajudando no esforço de filtragem e cadastramento ou devolução das solicitações, mesmo com alguns ainda em sistema home office”, diz Renato Maçaneiro, diretor de Mercado. “Os parceiros são componentes-chave no trabalho de intermediação do crédito e neste momento são fundamentais no esclarecimento das dúvidas do público e sobre o direito à subvenção de juros para pagamento de salários e manutenção de empregos”.
Com a estabilização das esteiras de processamento em novas plataformas digitais, a expectativa é aumentar o volume de entrega de recursos. “Realocamos 30% da força de trabalho das atividades meio para atuar nas áreas fim, no cadastramento e nas esteiras de processamento, para priorizar as operações de crédito, com objetivo de ganhar mais velocidade na entrega”, acrescenta a diretora Administrativa e Financeira Mayara Puchalski.
O foco principal neste momento são os pequenos negócios, que envolvem as microempresas, MEIs e empreendedores informais, por meio da nova linha Paraná Recupera, e o microcrédito, com linhas até R$ 10 mil para pessoa física e até R$ 20 mil para pessoa jurídica com faturamento anual de até R$ 360 mil. Foram atendidos em duas semanas 2.500 empreendedores nesses dois segmentos, entre as 15.450 solicitações recebidas.
O limite da linha Paraná Recupera é de R$ 1.500 para informais (que desempenham atividades informais, mas que podem se tornar MEI); de R$ 3.000 para quem já é MEI ou microempresa há menos de 12 meses; e de até R$ 6.000, quando o empreendimento possui CNPJ há mais de 12 meses. Quando aprovado, o crédito nessa linha é entregue em três parcelas.
“Entendemos a pressa das pessoas, mas não podemos pular etapas, nem deixar de cumprir as normas regem a instituição, que precisa manter-se funcional e sustentável a longo prazo”, afirma Nildo Lübke, diretor Jurídico.
NOVOS RECURSOS — A diretoria da Fomento Paraná também busca novos recursos para atender aos empreendedores.
O BNDES já autorizou a instituição a usar ainda no primeiro semestre o limite de crédito previsto para o segundo semestre, totalizando quase 170 milhões de reais disponíveis.
RENEGOCIAÇÃO — A demanda por renegociação de contratos e suspensão do pagamento das parcelas dos financiamentos também foi grande em abril, com recorde de renegociações efetivadas chegando a 1.371 contratos.
Somente de operações de microcrédito foram 1.072 contratos renegociados, sendo 446 (41,6%) realizados com apoio da rede de agentes de crédito parceiros.
Para maio o desafio é a prorrogação de parcelas de contratos da linha Banco do Empreendedor Micro e Pequenas Empresas e das linhas Inovacred, da Finep, voltadas à inovação, que juntas somam mais de R$ 30 milhões.
Além disso devem prosseguir as renegociações de contratos com recursos BNDES, para prorrogação de parcelas a partir de maio. (Com AEN)
A plataforma de telemedicina lançada pelo Governo do Estado para atender pacientes com suspeitas de Covid-19 ganhou uma nova funcionalidade e agora também oferece atendimento psicológico à população. O serviço é fruto de uma parceria do governo com o Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP) e já conta com 30 profissionais qualificados para o acolhimento, além de outros 150 que estão sendo capacitados para prestar o atendimento online voluntariamente.
O serviço é gratuito e pode ser acessado de qualquer localidade paranaense, por meio do aplicativo Telemedicina Paraná, disponível para os sistemas Android e iOS .
O atendimento com psicólogos também deverá ser estendido para profissionais da saúde e da segurança pública que estão na linha de frente de combate ao novo coronavírus.
“Toda a situação que envolve a pandemia da Covid-19, com o isolamento social e a possibilidade de perdas financeiras e dos entes queridos, acaba atingindo a saúde mental da população”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
“O governo é sensível a essa realidade e dispõe de tudo que está ao seu alcance para minimizar os impactos da pandemia no Paraná. A plataforma de telemedicina se mostrou uma ferramenta muito útil nesse sentido”, diz.
COMO FUNCIONA – Pelo aplicativo de Telemedicina, o usuário passa por uma triagem feita por inteligência artificial. Caso haja a identificação de sintomas relacionados à Covid-19, ele é direcionado para uma conversa com estudantes dos últimos períodos dos cursos de enfermagem e medicina, bolsistas do programa. Eles tiram dúvidas e, dependendo do quadro apresentado, encaminham a pessoa para uma consulta online com médicos voluntários.
Um novo protocolo foi incluído no teleatendimento para oferecer o encaminhamento a um psicólogo. O bolsista pergunta ao paciente se há interesse na consulta ou pode também identificar, durante essa interação, se há a necessidade de atendimento nessa área. Após algumas perguntas para identificar a sintomatologia, o paciente é então encaminhado para a conversa com o profissional.
“O paciente é atendido em uma modalidade chamada de serviço emergencial, em que é feito um acolhimento, uma escuta ativa, para ouvir suas angústias e investigar o que vem em sua mente, para então prestar orientações sobre como lidar com a situação pela qual ele passa”, explica a psicóloga e professora Jeanine Rolim, uma das idealizadoras do projeto, ao lado da também psicóloga Carolina Simeão.
CONSULTA - A consulta leva de 30 e 50 minutos, e todo o procedimento segue as diretrizes do CRP e do Conselho Federal de Psicologia do Brasil (CFP). “Esse protocolo ajuda o paciente a acolher o seu sentimento e a acalmar a si mesmo”, diz Jeanine. “É coerente que as pessoas sintam medo nessa situação, faz sentido se sentir aflito, pois é uma gama de preocupações que sem dúvida altera os sentimentos. Há muito medo de contrair a doença, de deixar uma pessoa querida desassistida e mesmo de perder seus meios de sobrevivência, além da desesperança com o futuro incerto”, afirma.
FERRAMENTA – A ideia de prestar atendimento psicológico remoto partiu de Carolina, que mobilizou uma rede de psicólogos paranaenses. Jeanine também encampou a ideia e pediu sugestões nas redes sociais para a criação de um site. Ao tomar conhecimento, a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) incluiu a proposta na ferramenta de telemedicina que estava desenvolvendo.
“A tecnologia está auxiliando na contenção do coronavírus no Paraná, agilizando o atendimento e protegendo as pessoas, principalmente os profissionais de saúde, que recebem menos pacientes e podem se dedicar aos casos confirmados da doença”, afirma o presidente da Celepar, Leandro Moura.
ATENDIMENTOS - A plataforma foi lançada em meados de abril e, até agora, teve quase 5 mil cadastros e já intermediou cerca de 2,6 mil atendimentos. Também são parceiros do programa a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a Secretaria de Estado da Saúde e o Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM), além do CRP.
Na semana passada, a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior lançou um edital para a contratação de mais bolsistas para atuar no serviço. “A saúde mental também demanda muita atenção neste momento, e o Paraná acerta ao criar um canal para atendimento nesta área. As pessoas estão mais preocupadas e ansiosas por causa da pandemia”, afirma o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.
TERMÔMETRO – De acordo com o coordenador Estadual de Ciência e Tecnologia, Paulo Parreira, além de desafogar o sistema de saúde e contribuir com o isolamento social, o aplicativo também funciona como um termômetro para fazer o monitoramento epidemiológico do Paraná.
“Na medida em que os atendimentos diminuírem, teremos como medir a situação da pandemia no Paraná”, explica. “Por isso é importante que as pessoas que têm sintomas respiratórios utilizem a ferramenta, evitando sair de casa. Isso é ainda mais importante agora com a chegada do frio, quando pode haver um aumento nos casos da doença”, diz. (Com AEN)








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