Os acadêmicos do curso de Psicologia do Centro Universitário de Cascavel - Univel, iniciaram uma campanha para arrecadar caixas de leite e ajudar as famílias da Cootacar (Cooperativa dos Trabalhadores Catadores de Material Reciclável). A professora Lucimaira Cabreira explica que os alunos além de atuarem na Cootacar realizando estágio tiveram a iniciativa de realizar a campanha.
“Essa campanha de arrecadação de leite longa vida é destinada às famílias que compõe a Cootacar, principalmente com crianças pequenas. A Cootacar é um campo de estágio nosso e em uma ação solidária os alunos sendo conhecedores da história e da vulnerabilidade dessas famílias planejaram a arrecadação e foram em busca de parceria”, conta a professora.
A acadêmica de Psicologia, Daiane Ossovski, conta sobre como a turma organizou a ação. “Enquanto acadêmica, é muito satisfatório poder fazer parte desse projeto que faz a diferença na vida das pessoas podendo também colocar em prática os conteúdos estudados em sala. Mesmo com todas as limitações, a equipe toda está muito engajada com a divulgação e busca por parcerias para que as doações sejam um sucesso. Também será montado kits de higiene pessoal e entregue para os idosos junto com cartinhas de incentivo para continuarem tomando os devidos cuidados. E com objetivo de abranger um número maior de doações, o grupo teve a ideia de fazer parceria com um supermercado da cidade que disponibilizou um espaço em todas as unidades um espaço em todas as unidades para receber as arrecadações”, conta Daiane.
Para a coordenadora do curso de Psicologia da Univel, Dra Caroline Buosi Velasco, o psicólogo tem um papel primordial na adaptação da nova rotina de vida que a pandemia trouxe e os alunos estão vivendo isso na prática através do estágio. “Essa pandemia trás para nós a necessidade de muitas adaptações em nosso comportamento e mudanças na rotina de vida. A psicologia está diretamente relacionada ao nosso repertório de comportamento, a como agimos, nos organizamos diante das rotinas que tínhamos para uma nova realidade. Então eles estão atuando em vários grupos, para que possamos minimizar os efeitos da pandemia na vida dessas pessoas”, explica Caroline.
O projeto dos acadêmicos faz parte do estágio da disciplina de Psicologia Social Avançada e as doações podem ser entregues nos Supermercados Irani em Cascavel ou na sede da cooperativa que fica na Rua Manaus 1524 (antigo Ecolixo), de segunda a sexta-feira das 8h30 às 16h30.
O Governo do Estado vai viabilizar a construção de 4.163 novas casas populares por meio de uma modalidade do programa Casa Fácil Paraná. Os municípios beneficiados serão Arapongas e Londrina, na Região Norte; e Ponta Grossa, nos Campos Gerais.
O convênio com a Pacaembu Construtora, empresa com sede em São Paulo, prevê investimentos de R$ 540 milhões. O acordo foi assinado nesta quarta-feira (5), em cerimônia no Palácio Iguaçu, pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, o presidente da Cohapar, Jorge Lange, prefeitos e representantes da empresa. A expectativa é que as casas fiquem prontas no primeiro semestre de 2022.
“Londrina, Arapongas e Ponta Grossa são três cidades importantes para o desenvolvimento do Paraná. É uma honra e nos deixa muito motivados poder anunciar um investimento deste porte, de mais de meio bilhão”, destacou Ratinho Junior.
Em Londrina, serão 1.474 imóveis divididos em duas etapas, com 894 e 580 unidades, respectivamente. Arapongas receberá as obras de 1.479 casas, enquanto Ponta Grossa terá outras 1.210. Os recursos a serem aplicados nas localidades foram obtidos pela construtora por meio do Programa Nacional de Habitação Urbana, do Governo Federal. O programa é voltado para famílias com renda de até seis salários mínimos.
“Além de trazer a iniciativa provada para trazer investimentos, a preocupação do Governo do Estado e da Cohapar é atender aquelas famílias mais carentes, muitas delas que não têm condição de pagar uma parcela”, disse o governador.
Ratinho Junior destacou ainda que o Governo do Paraná almeja a construção de 9 mil moradias em diversos municípios do Estado até 2022. O investimento estimado por meio desta modalidade do Casa Fácil Paraná, em parceria com a Pacaembu Construtora, é da ordem de R$ 1 bilhão a serem aplicados ao longo dos próximos anos.
“Faz parte de um grande pacote habitacional que temos para o Estado. Essa modalidade vai chegar a outras cidades do Paraná”, afirmou.
CONTRAPARTIDAS – O Governo do Estado, por meio da Cohapar, atuará na prestação de serviços de assessoramento técnico à construtora. Também serão concedidos benefícios do fornecimento dos materiais da rede de água e esgoto pela Sanepar, além da execução das redes de energia e unidades consumidoras através da Copel, contribuindo para a redução do custo final das moradias para as famílias a serem atendidas pelo empreendimento.
“Essa parceria do Estado com a construtora permite que as obras aconteçam e que as unidades fiquem mais baratas para quem vai comprar”, explicou o presidente da Cohapar, Jorge Lange. “É uma modalidade que vai ajudar muito a diminuir o déficit habitacional do Paraná”, acrescentou.
VANTAGENS – As moradias serão destinadas a famílias com renda de até seis salários mínimos, que contarão com condições facilitadas de pagamento junto aos agentes financeiros habilitados pelo Governo Federal.
Entre as vantagens, estão subsídios parciais para redução das prestações e possibilidade de uso do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como valor de entrada do financiamento imobiliário.
“O Paraná é uma potência no mercado de habitação. Quando o Estado é parceiro da iniciativa privada, você gera mais emprego, renda e abre as possibilidades de conseguirem a casa própria, em um ciclo que se autoalimenta”, destacou o vice-presidente de negócios da construtora, Victor Bassan de Almeida.
EMPREGO E ARRECADAÇÃO – Com base em estudos, a estimativa é de que os investimentos aplicados nas obras devem resultar na geração de mais de quase 11 mil empregos.
Para o Governo, além dos benefícios diretos aos futuros proprietários e indiretos aos trabalhadores envolvidos, ainda há uma expectativa de incremento de R$ 27 milhões de arrecadação para os cofres estaduais por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
“Ajuda a criar empregos para que os pais de família possam levar dinheiro para casa e também colabora para que o Estado possa sair mais rapidamente desta crise econômica decorrente da pandemia de coronavírus”, afirmou Ratinho Junior.
MUNICÍPIOS – Prefeito de Arapongas, Sérgio Onofre ressaltou que o pacote habitacional integra uma série de ações do Governo do Estado no município. “Arapongas tem necessidade de casas populares, e agora o Governo do Estado nos ajuda a concretizar mais uma parceria”, disse.
Para o prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel, o investimento anunciado nesta quarta-feira reforça o poder de recuperação econômica do Estado, mirando investimentos justamente na parcela mais carente da população.
“A união entre Ponta Grossa e o Estado é muito benéfica. No meio de uma pandemia podermos anunciar a construção de casas próprias e a geração de emprego é motivo de muito orgulho”, afirmou.
“Vemos a dificuldade das pessoas que moram em Londrina em conseguir a casa própria. Em um programa como esse, a prestação da unidade sai mais barato do que um aluguel. É a maneira de dar cidadania às pessoas”, acrescentou Marcelo Belinati, prefeito de Londrina.
PRESENÇAS – Participaram do evento os secretários Guto Silva (Casa Civil), Marcel Micheletto (Administração e Previdência), Sandro Alex (Infraestrutura e Logística) e João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas); o presidente da Sanepar, Claudio Stabile; o superintendente de Engenharia e Obras de Geração e Transmissão da Copel, Marcelo Sanchotene; os deputados estaduais Tiago Amaral, Emerson Bacil, Delegado Jacovós, Delegado Recalcatti e Soldado Adriano José; além de integrantes da diretoria da Pacaembu Construtora. (Com AEN)
Este ano, de janeiro a julho, os Portos do Paraná movimentaram pouco mais de 5,5 milhões de toneladas de fertilizantes. O volume representa aumento de 5% em comparação com o mesmo período de 2019, quando 5,2 milhões de toneladas de adubo foram importadas. Os principais produtos que chegam pelos portos de Paranaguá e Antonina são cloreto de potássio (MOP), ureia, MAP (fosfato monoamônio); sulfato de amônio e complexos NPK.
Apesar de ser um produto bastante comum, movimentado desde o início das operações do segmento nos portos paranaenses, o nitrato de amônio representa apenas 3,5% do total dos fertilizantes importados.
“Nunca tivemos nenhum problema relacionado a essa substância. A autoridade portuária, assim como os terminais, operadores e armazéns, atuam com os devidos planos de segurança atualizados”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “Especificamente em relação ao nitrato de amônio, quem trabalha com o produto segue uma rígida rotina de fiscalização e prestação de contas impostas pela Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), ligada ao Exército Brasileiro”.
Garcia ainda lembra que a mão de obra utilizada, tanto na faixa portuária quanto nos terminais e armazéns, nas operações dos granéis de importação é extremamente qualificada. “As empresas, assim como o Órgão Gestor da Mão de obra avulsa (OGMO), sempre oferecem curso e capacitação”, diz.
PRODUTO - Nos sete primeiro meses do ano, foram importadas 207.860 toneladas de nitrato de amônio pelos portos de Paranaguá e Antonina. Em 2019, no mesmo período, foram 299.407 toneladas movimentadas. A principal origem do produto é a Rússia.
Operam o produto, nos portos do Paraná, quatro empresas. Segundo a Diretoria de Operações, são 11 armazéns credenciados (pela autoridade portuária e pelo Exército) para receber nitrato de amônio.
“É um produto controlado pelo Exército, que inspeciona os armazéns, e apenas com esta liberação é que credenciamos os armazéns para receber o produto”, afirma o diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior.
CUIDADOS – Segundo os operadores de fertilizantes do Porto de Paranaguá, para trabalhar com o nitrato de amônio as empresas devem solicitar à DFPC um certificado especial de registro (CR). Para fornecê-lo, a instituição orienta ajustes e adequações que vão desde a construção dos armazéns, segurança do produto (para impedir desvio ou roubo), armazenagem até o treinamento do pessoal.
São inúmeros os itens verificados, antes de aprovar a concessão. Mesmo com o registro, a cada importação, o Exército é notificado e emite uma licença específica, após avaliar a situação documental. Antes mesmo da atracação do navio, o Exército deve ser notificado sobre o local para onde a carga que chega será levada e armazenada.
Mesmo para um curto trajeto, do cais até o armazém, o caminhão que transporta o produto também deve ser certificado. No Porto de Paranaguá, estes veículos e os respectivos motoristas são capacitados especificamente para esse transporte e recebem, também do Exército, um selo de identificação.
“Para cada nota fiscal que emitimos para esse transporte, é emitido uma guia de tráfego que também leva um selo, que é controlado via sistema pelo DFPC”, explicam os representantes do setor. O rastreamento de cada lote que chega é conferido pelos representantes do Exército, no próprio armazém, ao final da descarga.
“Seguimos rigorosamente todas as exigências do Exército e da autoridade portuária. Trabalhamos, nos mínimos detalhes, pensando em prevenção e redução de todos os riscos”, garantem os operadores. Além disso, no cais, os equipamentos que operam o nitrato de amônio passam por checagem (elétrica e mecânica) a cada duas horas; nas demais operações, isso ocorre a cada turnos de seis horas.
Enquanto estão nos armazéns, o produto é acomodado entre paredes de concretos, em boxes iluminados com lâmpadas frias, devidamente identificados, com controle de acesso, avisos de segurança e pessoal devidamente treinado.
SEGMENTO - Segundo o Ministério da Economia, considerando os dados fechados de 2019, considerando o segmento, como um todo, o Porto de Paranaguá é a principal porta de entrada dos fertilizantes, entre os porto brasileiros. No ano passado, foram importadas quase 9 milhões de toneladas pelos terminais paranaenses. O volume representa cerca de 30% do total importado pelo país. (Com AEN)
No início da manhã desta quinta dia 06, houve uma violenta colisão envolvendo dois caminhões na BR-277 km 629 em Céu Azul.
Do acidente resultou em 05 vítimas graves, sendo necessário uma grande mobilização de socorristas da Ecocataratas e Samu; inclusive a aeronave do Paraná Urgência que socorreu um motorista de um dos caminhões de 22 anos que sofreu politraumatismo grave, o qual foi levado ao H.U em Cascavel.
De acordo com a Ecocataratas o tráfego em ambos os sentidos está fluindo lentamente pelos acostamentos. Os caminhões estão tombados nas pistas.
A PRF da Delegacia de Foz atende o acidente.
Entre a manhã de terça dia 04 e madrugada de quarta (05) policiais civis da DENARC e policiais rodoviários federais apreenderam mais de duas toneladas e meia de maconha na região oeste do Paraná.
O resultado do trabalho é uma ação integrada entre as unidades policiais que visa combater o narcotráfico na região.
Na primeira ação, ocorrida no final da manhã de quarta em Juranda/PR, os núcleos de Cascavel, Maringá e canil (NOC) da DENARC, juntamente com a PRF, abordaram um caminhão que transportava escondido em meio a uma carga de farinha de trigo aproximadamente 1.236 KG de maconha. Nesta ação o cão Shogun foi fundamental em demonstrar que o veículo estava com as drogas.
O motorista se negou a dar informações sobre a droga, permanecendo em silêncio.
Já no final da tarde, desta vez em Toledo/PR, as equipes do núcleo de Cascavel da DENARC, NOC e PRF montaram nova barreira em um dos acessos à cidade, abordando um novo caminhão. O motorista apresentou nervosismo e não soube explicar a rota que faria transportando uma carga de sucata, o que fez com que o cão Shogun entrasse em cena novamente.
O cão indicou que em meio a carga havia entorpecentes, sendo então, após grande trabalho de retirada da sucata, localizados aproximadamente 690 KG de maconha em um fundo falso.
O motorista disse que levaria as drogas até Pindamonhangaba/SP e que receberia R$ 5.000,00 pelo transporte.
Catanduvas:
E no início da madrugada desta quarta houve a terceira apreensão fruto do trabalho em conjunto.
Mais uma vez o núcleo de Cascavel da DENARC com a PRF realizaram a abordagem a um veículo Kia Cerato quando passava pelo município de Catanduvas/PR.
No veículo, com registro de furto em Santa Catarina, foram localizados aproximadamente 700 KG de maconha no porta malas e banco traseiro.
Com o trabalho em conjunto entre as forças policiais foi possível retirar em menos de 24 horas mais de 2.600,00 kg de maconha que seriam distribuídos por várias regiões do país. (Com DENARC).

(Foto: DENARC).
O Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) recebeu nesta terça dia 04, quase 100 mil ampolas de relaxantes neuromusculares utilizados no processo de intubação de pacientes internados com Covid-19.
Os medicamentos foram enviados pelo Ministério da Saúde, num investimento de aproximadamente R$ 1 milhão, e fazem parte da parceria firmada entre Governo Federal e Governo Estadual há aproximadamente duas semanas, quando o ministro-interino da Saúde, Eduardo Pazuello, esteve no Paraná.
Mesmo o lote adicional de medicamentos, a Secretaria da Saúde continua monitorando a situação dos insumos, que diante do aumento de casos de internamento em UTI, precisam estar à disposição de pacientes da Covid-19.
“Este quantitativo de medicamentos vai auxiliar os 54 hospitais do plano de atendimento exclusivo à Covid-19, no processo de intubação e manutenção de pacientes. Mas continuamos vigilantes neste assunto, fazendo o uso racional e necessário do insumo”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
AÇÕES – O Paraná também fez uma compra em caráter emergencial de aproximadamente R$ 1,5 milhão. Parte do lote já está no Cemepar e o restante deve chegar nos próximos dias.
Além disso, a Secretaria buscou mais um quantitativo de medicamentos no Rio de Janeiro na semana passada, em uma ação articulada em parceria com o Ministério da Saúde.
“O Governo Federal se comprometeu ainda com o envio de novos insumos nos próximos dias, e graças a essa força-tarefa do Governo do Estado e Ministério da Saúde, poderemos garantir medicamentos para ao menos duas semanas, nos hospitais que fazem parte do plano”, disse o assessor especial do gabinete da Secretaria, César Neves.
MONITORAMENTO – Neste momento de pandemia, o Estado tem monitorado o estoque dos hospitais e contingenciado os medicamentos para que nenhum paciente fique desassistido. Até este momento, não houve falta de medicamentos no Paraná.
“Possuímos um painel de monitoramento destas unidades para definir semanalmente a quantidade de medicamentos a ser enviada a estas unidades, contingenciando os estoques e garantindo que todos possam ser atendidos de maneira justa”, explicou o assessor. (Com AEN)


























