As equipes com mais de 100 oficiais das forças de segurança encontraram por volta das 5h30 desta sexta dia 15, o corpo do militar Daniel Henrique Trarbach Engelmann, nas águas do Rio Paraná, em Guaíra, no Oeste do Paraná.
O Comando da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada emitiu nota de pesar para confirmar o falecimento do Soldado que estava servindo na 15ª Companhia de Infantaria Motorizada (15ª Cia Inf Mtz) na operação Covid-19 para fiscalizar as fronteiras do país.
O militar estava desaparecido desde as 23 horas de domingo, 10 de maio, quando a embarcação em que estava patrulhando, no Rio Paraná, foi atingida por uma clandestina que transportava mais de uma tonelada de maconha.
O corpo foi encontrado por equipes de resgate da operação de busca e salvamento e conduzido ao IML (Instituto Médico Legal de Polícia Científica) de Toledo.(Com Catve).
Foi identificado como sendo Júnior Aparecido Andrade Fernandes de 30 anos o motorista de um caminhão que morreu na manhã desta quinta-feira, em Santa Helena na PR 317 Km 448+500.
Segundo informações, o homem conduzia um caminhão que transitava de São José das Palmeiras à São Clemente quando perdeu o controle e bateu contra um poste.
Infelizmente ele não resistiu aos ferimentos e morreu antes da chegada da equipe de socorro.
O corpo de Júnior que estava em um caminhão com placas de Cascavel, foi levado ao IML de Toledo.
A PRE atendeu e registrou o acidente. Bombeiros Comunitários prestaram apoio. (Com CGN).
Um corpo foi encontrado na manhã desta quinta dia 14, às margens do Rio Paraná, em Guaíra.
Duas pessoas estão desaparecidas, um é o militar rondonense, Daniel Henrique Engelmann de 19 anos, que caiu nas águas do Rio Paraná após a embarcação que estava a ser atingido por criminosos que transportavam toneladas de drogas, em Guaíra, no Oeste do Paraná. O outro é um rapaz que estava na embarcação clandestina com drogas.
O acidente aconteceu na noite de domingo DIA 10, durante fiscalização da Operação Covid-19 que fiscaliza as fronteiras do país.
Já são mais de 84 horas de buscas, nesta quinta dia 14, as buscas entraram pelo quarto dia, são pelo menos 100 oficias que estão nas águas do rio Paraná desde o domingo, 13 são mergulhadores dos Bombeiros e da Polícia Federal.
O corpo encontrado é de um rapaz que está de calça jeans e sem camisa, o militar estava de farda quando o acidente aconteceu, por esta razão o corpo encontrado pode ser do rapaz que estava na embarcação clandestina que transportava drogas, segundo a polícia.
Atualização:
Foi confirmado a reportagem do Portal Nova Santa Rosa que o corpo encontrado as margens do rio Paraná na manhã de hoje (14) é do traficante de origem paraguaia que estava na embarcação clandestina carregada de drogas.
As buscas pelo militar desaparecido continuam. (Com CGN)
Policiais militares da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel) realizaram a apreensão de 8 quilos de maconha na noite de quarta dia 13, em Santa Tereza do Oeste.
Um indivíduo de 31 anos, passageiro de um ônibus interestadual, foi detido após o entorpecente ser encontrado em sua bagagem.
A abordagem aconteceu no terminal rodoviária da cidade. O suspeito relatou aos policias que pegou a droga em Foz do Iguaçu e levaria para o interior de São Paulo, na cidade de Sorocaba, onde receberia R$ 1 mil pelo transporte do ilícito.
O preso e a maconha foram entregues na 15ª SDP (Subdivisão Policial), em Cascavel para as devidas providências.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior autorizou a entrada em operação do Fundo de Aval Garantidor das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Paraná – FAG/PR. A autorização foi formalizada nesta quarta dia 13.
Gerenciado pela Fomento Paraná, o Fundo de Aval Garantidor poderá alavancar mais de R$ 140 milhões em operações de crédito contratadas pela Fomento Paraná e pelo BRDE. Obrigatoriamente 30% do patrimônio do fundo deve garantir operações para microempresas.
“Esta é mais uma iniciativa pioneira do Estado do Paraná, se colocando como ferramenta de garantia para a tomada de crédito pelos empresários de micro e pequeno porte, especialmente nesse momento difícil para as empresas”, afirmou Ratinho Junior.
O novo fundo foi estruturado e será gerenciado pela Fomento Paraná, instituição financeira do Governo do Estado responsável pela oferta de diversas linhas de crédito para investimento fixo e capital de giro e também gestora de fundos públicos destinados a apoiar pequenos negócios.
Criado por meio de um aporte no valor de R$ 7,2 milhões do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), o FAG/PR poderá alavancar até 20 vezes o Patrimônio Líquido em operações de crédito contratadas pela Fomento Paraná e pelo BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul.
Obrigatoriamente, 30% do patrimônio do fundo deverá ser aplicado em garantias para microempresas (faturamento anual até R$ 360 mil) e o restante para pequenas empresas (faturamento anual até R$ 4,8 milhões).
MAIS AGILIDADE
De acordo com o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Alves das Neves, o FAG/PR é um instrumento adicional de garantias que a instituição passa a ofertar de forma alternativa ou complementar às cartas de garantia fornecidas por Sociedades de Garantia de Crédito (SGC) e pelo Fundo Garantidor para Investimentos (FGI-BNDES).
“Esta nova ferramenta é muito importante neste momento para dar celeridade na aprovação das operações de crédito, uma vez que garantias reais exigem análise criteriosa e mais demorada. Estamos muito contentes de poder começar a emitir as cédulas de crédito com garantia do FAG imediatamente”, afirma Neves.
FORTALECER
O diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, elogiou a vanguarda do Governo do Estado na criação da nova ferramenta de garantia. “O FAG/PR será um instrumento importante para fortalecer o Sistema Paranaense de Fomento (SPF) e dará ao BRDE a condição de ofertar uma opção adicional e facilitada de garantia aos mutuários”, diz.
Para o presidente do Conselho de Administração (CAD) da Fomento Paraná, Flávio Balan, uma das características mais importantes do FAG/PR é cobrir áreas que outros fundos garantidores não atuam. “Além de ser um complemento de garantias, será um instrumento fundamental para melhorar o acesso ao crédito naqueles municípios onde a disponibilidade do aval de terceiros é muito limitada, sem que isso represente um custo muito alto para a operação.”
TURISMO
Ainda de acordo com o diretor, neste momento o uso do FAG/PR será priorizado pela Fomento Paraná para atender às solicitações de capital de giro para empreendimentos do trade turístico, por meio da linha Fomento Turismo. Essa linha conta com recursos de Fungetur para o crédito, mas que tem impedimento para uso do FGI-BNDES nas operações de capital de giro e limitação de valores garantidos pelas SGCs.
GARANTIAS
A Política de Atuação do FAG/PR prevê que o fundo poderá fornecer de 10% a 80% em garantias para operações de até R$ 800 mil. Entretanto, durante o período da pandemia do novo coronavírus, serão fornecidas garantias apenas para operações até o limite de R$ 200 mil, para micro e pequenas empresas, podendo ser acumulado proporcionalmente com outras garantias, como SGCs ou FGI.
O FUNDO
O FAG/PR é uma ferramenta criada a partir do Estatuto Nacional da Micro Empresa e Empresa de Pequeno Porte, instituído pela Lei Complementar Federal número 123/2006 e da Lei Complementar Estadual 163/2013, que dispõem sobre o tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado a esses tipos de empresas no âmbito tributário, nas compras públicas, e na manutenção ou expansão das atividades por meio do crédito. (Com AEN)
Os 11 mil passos calculados por um aplicativo no celular da enfermeira Milena Corrêa Leme em apenas um dia de trabalho (jornada de oito horas) nos últimos dois meses resumem como a Atenção Primária à Saúde (APS) tem lidado com as transformações provocadas pelo novo coronavírus no Paraná. O que era um entra-e-sai de pessoas nas unidades dos bairros das pequenas e grandes cidades virou um entra-e-sai dos próprios profissionais, das salas de atendimento nas áreas internas até o portão, quase incalculáveis vezes ao dia.
Milena é servidora da Unidade de Saúde Moradias da Ordem, no Tatuquara, em Curitiba, uma das portas de entrada dessa estratégia que prevê atuação integrada com a população e filtragem dos casos para organizar as filas de atendimento no Estado. “O que antes era feito internamente agora é no portão. É o local designado por protocolo para a triagem, identificação das necessidades das pessoas, e o monitoramento de temperatura e dos sintomas gripais”, explica.
AÇÕES EDUCATIVAS E CUIDADOS
Rotina de trabalho de Milena é espelhada em algumas unidades de saúde do Paraná. Em outras, as orientações estão mais debruçadas sobre as buscas ativas. O pano de fundo, no entanto, é o mesmo: promoção de ações educativas e cuidados perto das pessoas. Cerca de 30 mil profissionais de saúde trabalham na atenção primária, no Interior e na Capital. São 2.578 unidades básicas de saúde no Estado.
“Temos orientado os municípios a reforçar esse atendimento porque essa é uma linha de ação muito importante”, explica o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Cada rotina envolve médicos, enfermeiros, técnicos e outros profissionais. É um trabalho diário de identificação de casos leves e assintomáticos. E com a entrada dos testes rápidos vamos aumentar o diagnóstico para equilibrar ainda mais a situação no Paraná”, destaca o secretário. Ele afirma que a união da atenção primária, hospitalar e virtual (telemedicina) permite resposta adequada do Estado diante da pandemia.
IMPORTÂNCIA DA APS
Na Atenção Primária à Saúde se concentram 80% dos casos de Covid-19, os quadros leves, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. Essa é a área da saúde pública que atende as pessoas em unidades próximas dos seus domicílios e nas próprias casas. É onde é possível fazer uma medição de como as orientações gerais em período de isolamento social e etiqueta respiratória têm alcançado a população.
Durante surtos e epidemias, esse trabalho ganha mais protagonismo na resposta à doença. É na atenção primária que estão inseridas os cadastros dos pacientes dos grupos de risco e onde ocorre a identificação precoce de casos graves que devem ser remanejados para os hospitais.
Também é nesse setor que as ações de vigilância para bloquear e reduzir o risco de expansão são mais evidentes e em que a educação em saúde pública é uma rotina. São esses profissionais que mantêm olhares atentos aos hipertensos, diabéticos, gestantes e idosos.
“Essa estratégia é imperceptível para alguns e extremamente visível para outros. Ela é parte do dia a dia das comunidades, principalmente aquelas mais vulneráveis. É fundamental para a promoção da saúde, prevenção de doenças e acompanhamento das pessoas já acometidas por qualquer agravo de saúde”, destaca Carmen Moura, coordenadora de Organização da Rede de Cuidados em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde.
PROMOÇÃO E PREVENÇÃO - É na APS que se desenvolve ações de promoção e prevenção. Isso quer dizer que as equipes não esperam o adoecimento das pessoas, mas buscam pelas famílias que neste momento precisam ser monitoradas e orientadas sobre os cuidados para não adoecer com o distanciamento social, principalmente em relação a lavagem das mãos e etiqueta respiratória.
“É um trabalho que aparece menos porque é distante das complicações das UTIs. Não gera grandes dados estatísticos. Mas é um trabalho que evita o deslocamento de potenciais portadores da Covid-19, que ajuda a evitar contato delas com outras pessoas, que reforça os padrões necessários do isolamento social”, completa Alessandra Crystian Engler dos Reis, professora de enfermagem da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). “Sem essa estratégia não conseguiríamos dar uma resposta satisfatória a essa crise pelo Sistema Único de Saúde”.
BUSCA ATIVA
Em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, a mudança adotada diante do avanço da pandemia foi direcionar a equipe multiprofissional das ruas para identificar casos suspeitos, passíveis de orientação, isolamento e tratamento em tempo oportuno.
Ramony Filippini Martins, coordenadora da Atenção Básica da prefeitura, reuniu seus 262 profissionais divididos em 19 equipes para alcançar até 91 mil habitantes. “Priorizamos a busca ativa e o monitoramento dos grupos de risco: idosos, acamados, gestantes e pessoas com comorbidades crônicas. Aqueles com sintomas respiratórios são aconselhados a manter isolamento domiciliar ou, em casos mais moderados, a procurar uma unidade de saúde ou a UPA 24h. Nos equipamentos de saúde, fazemos a triagem dos pacientes sintomáticos respiratórios no portão e encaminhamos para atendimento clínico em local exclusivo” afirma.
Nas unidades básicas do município foram instaladas tendas para esta triagem, o que era eletivo saiu da agenda, e os pacientes com sintomas respiratórios ou clínico-epidemiológicos passaram a receber orientação personalizada através de linha telefônica e equipe específica para este fim. Os casos positivos são monitorados diariamente pela equipe da Secretaria de Saúde, o que possibilita intervenção precoce, se for necessário. A cidade tem apenas 19 casos confirmados.
“O coronavírus ajudou a entender a necessidade de capacitação permanente para os profissionais e impactou positivamente na valorização desses profissionais que diariamente estão bem próximos da população. A pandemia reforçou as nossas estratégias de apoio, de estar presente diante dessas dificuldades”, reforça a coordenadora.
INTERIOR
Cafeara, município de pouco mais de 2 mil habitantes, perto da divisa com São Paulo no rio Paranapanema, tem um único caso confirmado. Mesmo assim, desde meados de março, quando as medidas restritivas ficaram em evidência no Estado, a única unidade de atendimento do município com urgência e emergência oficializou as "duas portas": uma para pacientes sem suspeita de Covid e uma para aqueles com sintomas respiratórios.
“A procura, ainda bem, está baixa, mas são técnicos de enfermagem, enfermeiros e um médico atendendo os casos graves normais e realizando busca ativa diariamente na cidade para encontrar possíveis casos da doença”, afirma Elis Regina Santos Oliveira, enfermeira na unidade. “Mesmo assim a nossa sala de estabilização está pronta para ser usada”.
Elis conta que a cidade se preparou logo no começo da pandemia para enfrentar a Covid-19 por causa da experiência com a dengue e que comprou duas máscaras de proteção para cada cidadão. A Unidade de Terapia Intensiva mais perto fica a 109 quilômetros, em Londrina, a duas horas de viagem.
“Mesmo com um caso, continuamos trabalhando arduamente. Essa é uma luta que o Paraná todo vem enfrentando e todos estamos conscientes de que a atenção especializada de todas as nossas equipes pode ajudar a salvar vidas”, completa a enfermeira. (Com AEN )








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